A terceira temporada de ‘What If…?’, série de animação da Marvel, chega ao Disney+ em apenas uma semana, e novos detalhes sobre os episódios foram revelados, com a promessa de grandes surpresas.
Embora o episódio final, intitulado ‘What If… What If?’, ainda mantenha um mistério em torno de seu conteúdo, outros títulos ajudam a esboçar o que esperar do novo ciclo da antologia, que aborda o multiverso do MCU.
Um dos episódios mais intrigantes, ‘E se o Hulk lutasse contra os Mecha Vingadores?’, sugere que o gigante esmeralda enfrentará uma versão mecânica de si mesmo, com uma monstruosa variante do Hulk surgindo.
A temporada final também mostrará um confronto entre o Guardião Vermelho e o Soldado Invernal, que possivelmente acontecerá muitos anos no passado, explorando um período distante no MCU.
No entanto, nem tudo será leve. O episódio que mais chama a atenção é ‘E se a Emergência tivesse destruído a Terra?’, que promete entregar uma trama bastante sombria, explorando um novo caminho com relação aos Eternos, que estão sumidos há algum tempo neste universo.
Confira os nomes de todos os episódios da terceira temporada:
The ‘WHAT IF…?’ Season 3 episode titles have been revealed.
Nesta semana, a Marvel revelou uma nova capa especial de ‘Avengers #23’, que traz uma homenagem ao próximo grande filme do MCU.
A capa especial comemora a chegada de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, que será lançado em 2025.
Com a arte da HQ, os fãs podem dar uma boa olhada no universo de Sam Wilson como Capitão América, enquanto o visual do novo Falcão também ganha destaque.
Confira:
New Marvel Studios variant cover for ‘THE AVENGERS’ #23 featuring The Falcon and Captain America from ‘CAPTAIN AMERICA: BRAVE NEW WORLD’
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.
Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Faltam apenas dois episódios para chegarmos ao fim da 1ª temporada de ‘Duna: A Profecia’, série que expande a aclamada franquia de ficção científica de Denis Villeneuve.
Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com a co-showrunnerAlison Schapker e a atriz Jade Anouka (intérprete da Irmã Theodosia), que falaram sobre o que podemos esperar dos capítulos finais da atração e como gostariam de explorar ainda mais a mitologia arquitetada pelo romancista Frank Herbert.
Lembrando que o próximo capítulo vai ao ar hoje,15 de dezembro.
No Rotten Tomatoes, a produção teve uma estreia positiva, com 71% de aprovação da crítica especializada, baseada em 83 análises, e 63% de aprovação do público.
Para efeito de comparação, ‘Duna’ obteve 83% de aprovação, enquanto a sequência ‘Duna: Parte 2’ alcançou 92%.
Os críticos, de maneira geral, destacaram que a produção, pelo menos nos primeiros episódios, é impressionante, especialmente pelos aspectos técnicos. No entanto, muitos reconhecem que ela fica aquém dos filmes, especialmente em termos de profundidade e impacto.
Confira os principais comentários:
“‘Profecia’ não chega a igualar as conquistas estéticas de Villeneuve. No entanto, em seus melhores momentos, a série faz justiça à complexidade das questões políticas e dos debates éticos que são fundamentais no universo fictício de Frank Herbert”, disse Alison Herman da Variety.
“Como uma reflexão densa sobre as lutas pela autonomia feminina em uma sociedade patriarcal, oferece momentos de conspirações e traições moralmente complexas, com uma produção impecável”, disse Daniel Fienberg da Hollywood Reporter.
“‘Duna: Profecia’ conta com um elenco sólido e bem equilibrado, uma narrativa cativante e cenários deslumbrantes, que remetem aos filmes de Denis Villeneuve. No entanto, algumas comparações com as produções cinematográficas são difíceis de superar”, disse Ron Hilliard da Discussing Film.
“‘Duna: Profecia’ carece da grandiosidade necessária para dar vida a esse universo de forma realista. Esta versão soa mais como uma imitação do que uma expansão dos filmes dirigidos por Denis Villeneuve”, disse Joshua Ryan da FandomWire
“Com Profecia, a HBO agora tem duas acertos em dois quando se trata de spin-offs para a TV”, disse Therese Lacson da Collider.
“É um começo misto para este primeiro spin-off de Duna, que não consegue escapar completamente da sombra de Denis Villeneuve. Mas a paciência pode ser recompensada; afinal, os planos das Bene Gesserit são medidos em séculos”, disse John Nugent da Empire Magazine.
“Está se esforçando tanto para cumprir um mandato de Game of Thrones – mas no espaço – que frequentemente se esquece de cumprir suas responsabilidades narrativas com a propriedade intelectual, enquanto se desdobra para agradar seus mestres corporativos”, disse David Fear do Rolling Stone.
“Embora esta série não possua a mesma atmosfera vibrante e sobrenatural das adaptações cinematográficas, ela nos coloca em um tempo e lugar complicados, definidos por manobras maquiavélicas e uma obsessão familiar por um certo psicodélico ocre”, disse Elijah Gonzalez da Paste Magazine.
“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”
Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.
Uma cena deletada de ‘Venom: A Última Dança’ pode ter oferecido pistas importantes sobre o papel do simbionte no multiverso e sua conexão com Knull, o Rei de Preto.
No início do terceiro filme, Eddie Brock retorna à sua realidade após visitar brevemente a Terra-616, curiosamente usando um portal que lembra os criados por Knull.
Isso marca uma mudança em relação ao efeito brilhante visto em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.’
Em uma sequência que acabou ficando fora do corte final, Eddie é mostrado viajando por um vazio entre realidades, onde um Xenophage — criatura associada a Knull — o encontra junto com o códice do simbionte.
Para muitos fãs, isso reforça teorias de que Knull é uma ameaça multiversal, preso entre dimensões e não confinado ao universo de Venom. Por isso, Eddie teria viajado por um portal ligado a Knull, e não por um criado pelo Doutor Estranho.
Os rumores de que ‘Homem-Aranha 4’ pode incluir tanto Venom quanto Knull ganham força com essas revelações, possivelmente explicando como o vilão chegaria à Linha do Tempo Sagrada.
EmVenom: A Última Rodada,Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie.
Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.
O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.
A produção conta a história do 6888º Batalhão, um grupo formado apenas por mulheres negras que contribuiu para o esforço de guerra de uma maneira única: classificando uma carteira de correspondência não entregue de três anos e entregando a correspondência a soldados americanos longe de casa.
Diante da discriminação e de um país vasto e desconhecido dividido por um conflito global, as 855 mulheres que compuseram o grupo trouxeram esperança para a linha de frente. “Sem correspondência, moral baixa” foi o lema que deram a si mesmos, cumprindo a promessa de entregar nada menos que 17 milhões de artigos e a elevar os ânimos quando os Estados Unidos mais precisavam.
Você lembra do eletrizante triângulo amoroso de Zendaya, Mike Faist e Josh O’Connor em Rivais (Challengers), lançado em abril deste ano? Agora, a dupla responsável — o diretor Luca Guadagnino e o roteirista Justin Kuritzkes — está de volta aos cinemas com a audaciosa adaptação de Queer, baseada no romance homônimo de William S. Burroughs.
Lançado no Festival de Veneza em agosto, em meio a controvérsias, Queer chegou às telonas brasileiras no último dia 12 de dezembro e chama atenção pelas performances de Daniel Craig e Drew Starkey. O ex-intérprete do agente 007 recebeu, no dia 9 de dezembro, a indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator pela obra e é apontado como um forte candidato ao Oscar, assim como o filme, na categoria Roteiro Adaptado.
A trama segue William Lee (Daniel Craig), uma versão ficcional do próprio Burroughs, em sua jornada por obsessões e vícios durante sua estadia na Cidade do México no pós-Segunda Guerra Mundial. Com astúcia, o roteiro de Justin Kuritzkes não se prende a uma sequência linear de acontecimentos, mas explora profundamente as experiências e a intensidade emocional do protagonista.
Uma Adaptação Delicada e Desafiadora
Adaptar Queer não foi tarefa fácil. A obra original, publicada postumamente, apresenta uma narrativa densa e fragmentada. “A maioria dos elementos que constituem uma narrativa está ausente no livro. (…) Não há realmente uma trama. É a história de alguém que persegue outro em uma jornada obsessiva e solitária. O desafio foi dar uma forma cinematográfica a isso.”, declarou Kuritzkes em entrevista ao Los Angeles Times.
Já em conversa com o CinePOP na apresentação do filme em Paris, no mês passado, Luca Guadagnino declarou que Queerera um projeto de longa data. Ele conta que descobriu o livro aos 17 anos, pelo título, em uma livraria, e, ao lê-lo, sentiu-se reconhecido em uma obra pela primeira vez. Portanto, a vontade de transformar a narrativa literária em filme perdurou anos, mas ele somente teve coragem de realizar o projeto ao encontrar Justin Kuritzkes.
O diretor de Me Chame Pelo Seu Nome (2017) e Até os Ossos (2022) ficou impressionado com a habilidade do roteirista de capturar as nuances do desejo e das relações humanas em Rivais, quando o roteiro lhe foi apresentado pela produtora Amy Pascal. Para o italiano, Kuritzkes sabia exatamente como mesclar amor e competição, além de simplificar as complexas regras das competições de tênis e torná-las interessante para o público em geral.
O convite ocorreu ainda durante as filmagens de Rivais, nas quais — a pedido de Guadagnino — Kuritzkes esteve presente todos os dias. De acordo com o cineasta, a beleza de Queer está na maneira como a obra lida com a alienação, o libido e a autopercepção. “Justin tem um raro entendimento sobre o desejo e como ele molda nossas vidas”, elogiou o diretor durante o encontro em Paris.
Algumas partes apenas mencionadas no livro se tornam cenas emblemáticas no filme devido à estrutura narrativa de Kuritzkes. O roteiro, por exemplo, incluiu viagens e experiências não relatadas no livro de Burroughs, como a reação dos amantes após tomarem ayahuasca juntos. Embora seja ambientado no México e nas florestas da América do Sul, Queer foi completamente rodado nos estúdios de Cinecittà, em Roma.
Kuritzkes: Parcerias Promissoras
Adepto à dramaturgia, Rivaisfoi o primeiro trabalho de Kuritzkes para o cinema e Queer, seu primeiro roteiro adaptado — ambos cotados ao Oscar. Casado a quase uma década com Celine Song, diretora e roteirista de Vidas Passadas, o talentoso casal promete ser presença recorrente em Hollywood nos próximos anos. Quem sabe veremos os dois trabalhando juntos no futuro, como os casais Justine Triet e Arthur Harari (Anatomia de Uma Queda); Greta Gerwig e Noah Baumbach (Barbie)?
O próprio roteirista confessou que acompanhar as filmagens de Rivaisfoi uma escola de cinema. Portanto, não seria surpreendente vê-lo atrás da câmera como a esposa. “É um testemunho da generosidade e da confiança de alguém como Luca em ter seu roteirista presente o tempo todo”, declarou ao Los Angeles Times. O roteirista também participou lado a lado da edição do filme.
Enquanto Celine Song prepara-se para lançar a comédia romântica Materialistas, em fase de pós-produção para o primeiro semestre de 2025, com Dakota Johnson e Pedro Pascal, Justin pode ter mais parcerias com Guadagnino futuramente. Entusiasmado com a colaboração, o italiano revelou que novos projetos com Kuritzkes já estão em discussão. “É raro encontrar alguém tão apaixonado por contar histórias quanto Justin”, afirmou o cineasta.
Conhecido mundialmente por seu papel como James Bond, Daniel Craig entrega uma das performances mais marcantes de sua carreira em Queer. A indicação ao Globo de Ouro é uma confirmação da profundidade e vulnerabilidade que Craig traz ao papel de William Lee. Sua interpretação é intensa e captura com precisão a angústia e a obsessão do personagem.
“Ele trouxe uma humanidade crua e uma vulnerabilidade que é rara de se ver. A performance dele é o coração do filme.”, elogia Guadagnino ao lado de Daniel Craigdurante a apresentação em Paris. Timidamente, o ator britânico de 56 anos declarou sempre ter tido vontade de trabalhar com o cineasta italiano e brincou sobre a construção do seu personagem ter “rolar no chão com o colega de cena Drew Starkey durante uma semana” antes de começar as filmagens.
Se Rivaisexplorou as tensões do amor como uma competição, Queermergulha nas profundezas da alienação pessoal sob a sombra do desejo. Apesar dos ritmos completamente diferentes entre as duas obras, ambas entregam sensualidade e ousadia estética. Com esses dois trabalhos, a dupla Luca Guadagninoe Justin Kuritzkesconsolida-se como uma das mais aguardadas incursões cinematográficas, seja em roteiro original, seja em roteiro adaptado.
Durante a estreia de sua nova série ‘Dexter: Pecado Original’,Sarah Michelle Gellar, eterna intérprete de Buffy Summers, compartilhou sua opinião sobre o impacto de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’.
Ao longo dos anos, Gellar tem sido firme ao afirmar que o “Buffyverso” deveria continuar sem sua presença no papel principal. No entanto, a atriz parece ter mudado sua visão.
“É engraçado. Eu sempre dizia: ‘Não’, porque a série está nessa bolha tão perfeita. Mas assistir a projetos como ‘Sex and the City‘ e ‘Dexter’ e ver que existem formas de continuar essas histórias definitivamente faz você começar a pensar”, declarou Gellar.
Apesar disso, a atriz reafirmou que não se vê como a pessoa certa para liderar uma possível nova fase da série.
“Eu só acho que não deveria ser eu, por causa das inevitáveis comparações. Deixe-me reformular: eu sei que não sou a pessoa para contar essa história.”
‘Buffy, a Caça-Vampiros’ está disponível no Star Plus.
‘Kraven, o Caçador’ da Sony, um spinoff de super-herói estrelado porAaron Taylor-Johnson como o notório inimigo do ‘Homem-Aranha‘, decepcionou mais do que o imaginado na estreia nos EUA.
O filme ficou atrás de expectativas já baixas, na posição 3 com US$ 11 milhões em 3.211 cinemas.
Ele teve a pior estreia para o universo de personagens da Marvel da Sony, atrás do fracasso de ‘Madame Teia‘ (US$ 15,3 milhões), bem como algumas das notas mais baixas de todos os tempos de críticos e público com trágicos 15% no Rotten Tomatoes e nota “C” no CinemaScore.
O longamente adiado ‘Kraven‘ custou mais de US$ 110 milhões para ser produzido (foi aprovado para US$ 90 milhões, mas disparou após as greves de roteiristas e atores do ano passado).
Dirigido por JC Chandor, o filme com classificação R explora as origens de Sergei Kravinoff, o alter ego do personagem de história em quadrinhos, incluindo seu relacionamento conturbado com seu pai, um senhor do crime (Russell Crowe) e sua busca para se tornar o maior caçador.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do filme:
Já faz sete anos desde a última vez que Vin Diesel interpretou Xander Cage na famosa franquia de ação ‘Triplo X’ – e, desde então, os fãs estão aguardando atualizações sobre um quarto capítulo.
Porém, ao contrário do que poderíamos imaginar, os planos de uma continuação parecem estar estagnados.
Em uma recente entrevista ao ScreenRant, Ruby Rose, que interpretou Adele Wolff no longa mais recente da saga, admitiu que não tem nada de novo para contar sobre o projeto.
“Não ouvi nada. Não ouvi nada desde 1874 [risadas]”, ela conta. “Não, eu não sei. Eu espero que sim, porque adoraria trabalhar com aquele elenco e aquela equipe de novo. [Eles] são incríveis. Acho que Vin está muito ocupado fazendo vários ‘Velozes e Furiosos’“.
Anteriormente, Diesel havia declarado que estava aberto a retornar para icônicas franquias das quais já participou, inclusive ‘Riddick‘ e ‘XXX‘:
“Depois das filmagens mais longas de minha carreira com ‘Velozes e Furiosos 9’… Um filme do qual tenho muito orgulho. Antes do próximo projeto… [tenho muito] com o que me animar… A continuação da franquia ‘Velozes e Furiosos’, Xander Cage, Riddick… Groot. Sem mencionar a possibilidade de uma continuação de ‘O Último Caçador de Bruxas’ e ‘Bloodshot’. Antes da pressão que coincide com o lançamento de vários filmes no próximo ano, devo tirar um minuto para focar. Para celebrar a incrível família com a qual fui abençoado.”
Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em
Lançado em 2017, ‘xXx: Reativado‘, terceiro filme da franquia, arrecadou US$ 346.1 milhões mundialmente. Apesar disso, o longa dividiu a opinião dos críticos, com apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Jim Carrey falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel icônico como ‘O Grinch’, o personagem que odeia o Natal, no clássico natalino. Durante uma entrevista ao ComicBook, Carrey expressou entusiasmo sobre a ideia de retornar ao papel.
“Se conseguirmos fazer o [um novo] Grinch… O problema é que, na época, eu precisava usar uma tonelada de maquiagem, mal conseguia respirar, e era um processo extremamente doloroso. As crianças estavam sempre na minha mente. ‘É pelas crianças, é pelas crianças, é pelas crianças.’ E agora, com a captura de movimento e tecnologias como essa, eu poderia estar livre para fazer outras coisas”, disse o ator.
“Qualquer coisa é possível neste mundo”, concluiu Carrey, deixando no ar a possibilidade de um retorno ao papel.
Na trama, um Grinch que odeia o Natal resolve criar um plano para impedir que os habitantes da pequena cidade de Quemlândia possam comemorar a data festiva. Para tanto, na véspera do grande dia, o Grinch resolve invadir as casas das pessoas e furtivamente roubar delas tudo o que esteja relacionado ao Natal.
‘Mufasa: O Rei Leão’, a aguardada pre-sequência do clássico da Disney, chega em breve aos cinemas de todo o mundo – e as primeiras reações já começaram a despontar nas redes sociais.
Confira os comentários:
Wow!! @BarryJenkins and @Lin_Manuel blew the roof off at the #Mufasa – The Lion King premiere tonight. Epic, exciting and visually spectacular, I can’t wait to see it again. Beautiful harmonies and counterpoint courtesy of LMM. Cinematography and animation was next level.… pic.twitter.com/CcRPeplHs9
“Barry Jenkins e Lin-Manuel Miranda arrasaram na première de ‘Mufasa: O Rei Leão’ esta noite. Épico, envolvente e visualmente espetacular, mal posso esperar para ver de novo. Harmonias lindas e contrapontos cortesia de Lin-Manuel. A fotografia e a animação eram de outro nível…”.
Pleased to say #MufasaTheLionKing is really good! But what else would you expect from Barry Jenkins? A biblical exploration of destiny brilliantly disguised as an origin story for Mufasa and Scar. Entertaining, visually stunning, and Lin-Manuel Miranda’s music did not disappoint! pic.twitter.com/NrSCM4F5yu
“Feliz em dizer que ‘Mufasa: O Rei Leão’ é muito bom! Mas o que mais você esperaria de Barry Jenkins? Uma exploração bíblica sobre destino, brilhantemente mascarada como uma história de origem para Mufasa e Scar. Divertido, visualmente espetacular, e a trilha sonora de Lin-Manuel Miranda não decepcionou!”.
#Mufasa is a fantastic prequel that outdoes the first photorealistic The Lion King movie by a mile with an original and engaging story, better facial animation, and fun songs by Lin-Manuel Miranda. It ties nicely to the previous film’s story and you get to see how it all started. pic.twitter.com/JNxVdW6FPS
“‘Mufasa’ é uma pré-sequência fantástica que supera o fotorrealismo do primeiro de longe, com uma história original e envolvente, uma animação facial melhor e músicas divertidas de Lin-Manuel Miranda. Une-se muito bem à história anterior e você consegue entender como tudo começou”.
#MufasaTheLionKing is the perfect prequel. So beautifully crafted. The songs by Lin-Manuel Miranda and the score are absolutely divine and music to the ears. Pure joy pic.twitter.com/o1smc9waiB
“‘Mufasa: O Rei Leão’ é a pré-sequência perfeita. Lindamente construída. As músicas de Lin-Manuel Miranda e a trilha de Nicholas Britell são absolutamente divinas. Diversão pura”.
#MufasaTheLionKing left me speechless. Its a story that deserves to be told that makes u question what is destiny. Expertly written & crafted, it adds to #TheLionKing franchise by adding more dimension to the characters we love & thought we knew. The visual effects are astounding pic.twitter.com/p6pwcfD7Wj
“‘Mufasa: O Rei Leão’ me deixou sem palavras. É uma história que merece ser contada e que te faz questionar sobre o que é o destino. Escrito e construído com minúcia, [o filme] expande a franquia ‘O Rei Leão’ ao acrescentar mais dimensões aos personagens que amamos e acreditávamos conhecer. Os efeitos visuais são espetaculares”.
Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.
“‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”
O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.
Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.
Harrison Ford, que recentemente se juntou ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU) para interpretar Thaddeus Ross, revelou como foi assumir o icônico papel do falecido William Hurt em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.
O ator de 82 anos comentou que foi um grande desafio substituir Hurt, elogiando o ator que anteriormente dava vida ao seu personagem no MCU.
“Eu fiquei um pouco preocupado em substituir Bill Hurt, que era um ator maravilhoso”, disse Harrison Ford.
Sobre a experiência no Universo Cinematográfico da Marvel, Ford admitiu que não conhecia profundamente o universo, mas achou que seria divertido entrar neste mundo.
“Sou apenas levemente familiarizado com o Universo Marvel — eu vivo em outro universo —, mas assisti a vários filmes da Marvel com atores maravilhosos, aparentemente se divertindo muito. E pensei: ‘Bem, por que não eu?’”
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.
Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
O Grinch é um dos filmes natalinos mais bem-quistos no Brasil, apesar de ter avaliações mistas lá fora. Em 2000, o filme vendeu mais de 50 milhões de ingressos, fazendo dele a sexta maior bilheteria do ano e consolidando o longa como a maior bilheteria de um longa natalino desde Esqueceram de Mim (1990).
Por conta da época de natal, o CinePOP separou mais dez curiosidades sobre o filme. Confira!
Experiência incômoda
As próteses e maquiagem do Grinch, que marcaram o filme e deram o visual felpudo para o protagonista, demoravam em torno de duas horas para serem aplicadas no ator Jim Carrey.
Iaque
Para dar a aparência felpuda do Grinch, a equipe de figurino e design pegou um macacão de spandex e encobriu com pelo de iaque tingido de verde. Para piorar, as lentes amareladas eram muito incômodas, fazendo com que Jim não conseguisse usá-las por muito tempo. Então, muitas cenas tiveram os olhos do Grinch coloridas digitalmente na pós-produção.
Zen
O ator Jim Carrey passou 92 dias usando as roupas, próteses e maquiagem. Segundo ele, a roupa limitava muito os movimentos e era muito desconfortável. Toda manhã ele gastava cerca de duas horas para fazer a maquiagem. Já ao fim do dia, o processo para remover tudo demorava em torno de uma hora. O próprio Jim Carrey disse que quase se tornou um mestre Zen enquanto esperava a aplicação.
Sósia
O diretor do filme, Ron Howard, ficou tão feliz com o resultado e com a dedicação de Jim Carrey de submeter horas de seu dia à caracterização, que decidiu ele mesmo aparecer nos sets com a roupa, prótese e maquiagem completamente de surpresa para brincar com Carrey. Só que o ator não entendeu muito bem a brincadeira e achou que era um dublê. Ele disse que a roupa tinha ficado horrível e que não enganaria ninguém.
Famosa
Um dos destaques do filme é a pequena Cindy Lou, que ajuda a derreter o coração do Grinch e fazê-lo amar o natal, é interpretada por uma famosa, que também investiu na atuação, mas se destacou mesmo na música. É a Taylor Momsen, fundadora e vocalista da banda de metal alternativo, The Pretty Reckless.
Bates Motel
A Quemlândia foi construída atrás do Bates Motel, na Universal Studios. Durante uma pausa nas gravações, o ator Jim Carrey colocou um vestido de idosa, pegou uma faca de mentira e saiu correndo de dentro do Bates Motel para assustar os turistas que estavam fazendo o passeio nos sets.
Escola
A produção enviou vários atores para uma escola especial focada nos “Quem” para que os profissionais aprendessem a se mover, agir e comportar com naturalidade como os Quem. Grande parte do desafio era lidar bem com a quantidade de próteses e maquiagens pesadas.
Q.I. – Quem Indica
Jim Carrey foi indicado pessoalmente pela viúva do Dr. Seuss, autor do livro do qual foi adaptada a história do filme. Caso a produção não acatasse a sugestão, ela também disse que Jack Nicholson, Robin Williams ou Dustin Hoffman seriam boas escolhas para o papel.
Quarta parede
O Grinch é o único personagem do filme capaz de quebrar a quarta, chegando até a interagir com o narrador, que é ninguém menos que Sir Anthony Hopkins. Falando nisso, Jim Carrey se inspirou em outra lenda dos cinemas para compor o sotaque do Grinch: Sean Connery.
Acrobáticos
Por conta da necessidade de atores capazes de fazer acrobacias usando roupas pesadas e elaboradas, grande parte dos artistas do Cirque du Soleil foram chamados para serem dublês ou comporem o elenco como membros da Quemlândia.
‘Kraven: O Caçador’ já está em cartaz nos cinemas nacionais, mas o longa, que marca o fim do universo cinematográfico do Homem-Aranha da Sony, quase teve uma história bem diferente.
Segundo o ComicBookMovie, a Marvel planejava usar o personagem não apenas na franquia ‘Homem-Aranha’ (produzida em parceria com a Sony), mas também em ‘Pantera Negra’.
O cineasta Ryan Coogler esperava colocar Sergei Kravinoff em destaque no primeiro filme solo de T’Challa.
“Como fã da Marvel, você quer pegar todos os personagens”, disse Coogler logo após o lançamento de ‘Pantera Negra’ em 2018. “Você percebe que existem questões contratuais. Você não tem aquele personagem. Houve uma fase de Christopher Priest que foi bem intensa, tem uma cena grande onde o Pantera está lutando contra Kraven, o Caçador”.
“Eu sempre adorei Kraven em quase todas as suas versões. Então, houve um momento — ‘Posso pegar o Kraven?’ — e eles disseram ‘Não, você não tem o Kraven.’ Foi um dos momentos em que pensei ‘Ah, cara'”, continuou o cineasta. “Mas nem sei se ele teria funcionado no filme que acabamos fazendo, isso foi no começo”.
Na época, o acordo entre a Marvel e a Sony não permitia que o vilão fosse usado.
Entretanto, planos mais concretos para o personagem começaram a ser discutidos alguns anos depois, para ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.
Na trama com a identidade secreta do Homem-Aranha revelada ao mundo, Jon Watts planejava trazer Kraven para Nova York, onde ele caçaria o adolescente fugitivo.
“Por muito tempo, houve um filme do Kraven que seria o terceiro filme, porque as coisas não estavam dando certo e várias outras mudanças estavam acontecendo. Jon me apresentou essa ideia do filme do Kraven, que, na verdade, era bem legal”, revelou Tom Holland em 2021.
A sequência acabou se tornando um épico multiversal, mas há um bom motivo para Kraven não ter sido incluído na história. De acordo com os roteiristas Chris McKenna e Erik Sommers, ficou claro para eles que o personagem estava “indisponível até que a Sony o estabelecesse em um filme solo”.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do filme:
‘Bagagem de Risco’, o novo thriller estrelado por Taron Egerton, chegou recentemente ao catálogo da Netflix – e conquistou tanto os críticos quanto o público pela nostálgica e clássica narrativa apresentada aos espectadores.
Agora, em entrevista ao Today, Egerton foi questionado se estaria interessado em retornar para uma possível sequência.
Ainda que tenha dado uma resposta positiva, o astro (que interpretou Ethan Kopek na trama) admitiu que precisaria de uma ideia inovadora e criativa para justificar a continuação.
“É como um conjunto extraordinário de circunstâncias, então acho que precisaria ser uma ideia realmente inovadora e criativa para fazer uma sequência valer a pena. Mas, sim, por que não?”, ele disse. “[Sequências] funcionam para ‘Duro de Matar’, então, quem sabe?”.
O filme conquistou uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 86% de aprovação dos críticos, com base em 44 análises.
De maneira geral, os críticos destacaram que o filme exagera na suspensão da descrença, mas ressaltaram que, ainda assim, o longa é bastante divertido.
“Uma boa maneira de passar o tempo por algumas horas”, disse Pete Hammond do Deadline.
“Assistindo Bagagem de Risco na Netflix, você pode realmente se divertir com sua absurdidade, o que deixa bastante espaço para comentários sarcásticos no sofá da família”, disse Peter Debruge da Variety.
“Bagagem de Risco é um entretenimento puramente escapista que você pode assistir enquanto está sentado ao lado da sua árvore de Natal, e tem energia suficiente para que você não sinta a necessidade de olhar o celular a cada 10 minutos”, disse Nate Richard do Collider.
“O filme não busca total plausibilidade, mas está fundamentado na lógica e na física do mundo real. Bagagem de Risco é refrescantemente antiquado nesse sentido; está mais interessado na capacidade humana real do que no que a tecnologia moderna pode simular”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.
“‘Bagagem de Risco’ não aspira a ser muito mais do que uma diversão natalina boa e trash, mas consegue entregar isso de maneira consistente”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“‘Bagagem de Risco’ parece que o estúdio pensou: “Vamos fazer um filme que responda à pergunta: ‘Duro de Matar é um filme de Natal?'” O roteiro acha que é mais inteligente do que realmente é, prejudicando uma atuação divertida de Jason Bateman, que está no modo total de sarcasmo”, disse M.N. Miller do FandomWire.
“O roteiro de T.J. Fixman se baseia em um conceito tão inteligente que ele eleva grande parte de “Carry-On” acima de seus momentos mais irregulares”, disse Brian Tallerico do RogerEbert.
“‘Bagagem de Risco’ é um pequeno thriller decente que oferece ação e suspense suficientes para manter o público envolvido por duas horas”, disse Gary M. Kramer do Salon.
A trama acompanha um jovem agente da segurança norte-americana de transportes enquanto luta para ser mais esperto que um viajante misterioso que o chantageia para deixar um pacote perigoso entrar em um voo na véspera de Natal.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Letícia Spiller (‘O Sétimo Guardião’) falou sobre ‘Inexplicável’.
A atriz também contou pra gente um pouco mais sobre o poder do giro que ela ensinou no café da manhã da Ana Maria Braga. E o giro tem todo um lance espiritual…
Baseado no livro “O Menino que Queria Jogar Futebol: Uma História de Fé e Superação”, dePhelipe Caldas, o filme retrata a vida do jogador mirim paraibano Gabriel Varandas. Após conquistar um título de campeão no futsal, o jovem enfrentou graves problemas de saúde e chegou a ser dado como morto. Milagrosamente, ele se recuperou, deixando os médicos sem explicação.
Dirigido por Fabrício Bittar (‘Amor Sertanejo’), o longa conta com um elenco de peso, incluindo Letícia Spiller, no papel da mãe de Gabriel, Yanna; Eriberto Leão, interpretando o pai, Marcus; e Miguel Venerabile dando vida ao protagonista.
André Ramiro (‘Tropa de Elite’) vive o Dr. Christian, o médico que luta pela vida do jovem atleta, enquanto Suely Franco(‘Minha Mãe É uma Peça’) interpreta a avó, Suelene.
Sonic retorna às telonas nessa temporada de férias em sua aventura mais emocionante até agora. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta.
Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.
Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
‘Agatha: Desde Sempre’ quase teve o retorno de um personagem de ‘WandaVision’, mas talvez não fosse exatamente o que os fãs esperavam.
Jac Schaeffer, criadora da série, revelou que Sparky, o cachorro de Wanda, quase voltou na série protagonizada por Agatha Harkness.
Em entrevista à Backstory Magazine, Schaeffer contou que uma ideia incluía o personagem, morto por Agatha em ‘WandaVision’, retornando como um esqueleto.
“Uma ideia apresentava o esqueleto do Sparky surgindo do quintal e lutando contra todo mundo. Foi realmente muito bom”, declarou Schaeffer.
Lembrando que os fãs da produção já podem conferir os nove capítulos de ‘Agatha Desde Sempre’ na íntegra – todos disponíveis no Disney+.
A série foi criada por Jac Schaeffer.
A trama se passa três anos depois de ‘WandaVision’ e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.
O elenco também conta com Joe Locke, Sasheer Zamata, Ali Ahn, Maria Dizzia, Paul Adelstein, Miles Gutierrez-Riley, Okwui Okpokwasili, Debra Jo Rupp e Patti LuPone.
Eric Kripke, showrunner de ‘The Boys’, está empolgado e ansioso com o encerramento da série, ao mesmo tempo em que admite a pressão de criar um desfecho que agrade aos fãs.
Em entrevista à EW, Kripke destacou como saber o ponto final libertou a equipe criativa, garantindo que é melhor trabalhar na produção sem estar preso a futuras temporadas.
“É um verdadeiro presente saber, como cineasta, quando sua história vai acabar, porque você sabe quando pode simplesmente explodir tudo e mudar completamente o mundo do programa. Você não precisa manter o ritmo porque ainda tem seis temporadas pela frente”, declarou Kripke.
O episódio final da quarta temporada preparou o terreno para o encerramento de ‘The Boys’, com o Capitão Pátria assumindo o controle dos Estados Unidos. Agora, Kripke revelou estar empolgado para mostrar o que acontece depois disso.
“Ele assumiu o controle do país. Agora é o país dele. Como isso se desenrola na quinta temporada e como nossos personagens vão lutar contra isso? Isso trouxe muita diversão na sala dos roteiristas. Estou muito animado com o que estamos criando”, disse o showrunner.
Lembrando que, recentemente, novas imagens do set de ‘The Boys’ mostraram um vislumbre perturbador do rumo que a história irá tomar.
Sob o domínio do Capitão Pátria, os Estados Unidos parecem mergulhar em um regime opressor, com a supremacia dos Supers esmagando a liberdade humana.
As fotos mostram campos de internamento espalhados pelo país, com um em destaque chamado “Freedom Camp 47”. A estética do local remete a campos de concentração históricos, como Auschwitz, mas transportados para o contexto moderno americano.
Especula-se que Hughie e o grupo dos ‘The Boys‘ estejam presos em um desses campos, após os eventos impactantes do final da quarta temporada.
Quando ‘The Boys’ iniciou as gravações de sua quinta e última temporada, Karl Urban, que interpreta o icônico Billy Bruto, compartilhou uma foto nas redes sociais para comemorar, coberto de sangue.
Vale lembrar que a temporada final de ‘The Boys’ está prevista para estrear apenas em 2026.
Recentemente, em entrevista ao Collider, o showrunner Eric Kripke (‘Supernatural’) expressou o seu medo da série ‘The Boys‘ se tornar exatamente o que vem criticando desde o começo de sua existência.
Apesar de ter sido criada para tirar sarro do gênero de super-heróis, a produção – que se tornou um enorme sucesso para o Prime Video – está tendo o seu universo cada vez mais expandido e explorado através de spin-offs, formando um inevitável universo compartilhado.
“Eu vivo aterrorizado com a possibilidade da série ‘The Boys’ se tornar o mesmo que temos satirizado por cinco anos. ‘The Boys’ é punk rock, e seria doloroso ver a série caindo no clichê [do gênero]. Estou tentando garantir que isso não aconteça.”
Ele completa, “Nós fazemos essas séries porque realmente nos importamos e somos apaixonados por elas. As produções [derivadas] podem contar histórias novas que não podemos contar em ‘The Boys’, mas somos muito cuidadosos e conscientes sobre as escolhas que estamos fazendo. Eu me preocupo com isso todos os dias.”
Mason Dye (‘Stranger Things’) fará parte da nova temporada interpretando Bombsight, um dos supers mais antigos que estava bastante ativo nos anos 1950. Além disso, Jensen Ackles (‘Supernatural’) reprisará seu papel como Soldier Boy
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.