Embora ‘Demolidor: Renascido’ continue a história que vimos nas temporadas feitas pela Netflix, a produção da Marvel Studios não exigirá que o público tenha acompanhado os três ciclos anteriores.
Conversando com o Omelete, Brad Winderbaum, chefe de streaming da Marvel Studios, afirmou que ‘Renascido’ será acessível para fãs que ainda não sabem nada sobre a série.
“A série dá continuidade a muita coisa que os fãs das temporadas anteriores vão reconhecer. Mas, se você é um novo fã, pode começar do primeiro episódio de ‘Renascido’ e sentir que está recebendo uma história nova”, declarou Winderbaum.
Vale lembrar que, durante a D23 Brasil, o CinePOP conversou com o astro da série,Charlie Cox, que falou sobre a nova temporada de Demolidor e o universo Marvel.
Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
‘Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+
Além deCharlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ é um dos maiores destaques do ano e agora está prestes a chegar ao catálogo da Max.
O novo filme, dirigido por Tim Burton, estará disponível para os assinantes do serviço de streaming a partir do dia 6 de dezembro, podendo ser conferido sem qualquer custo adicional.
Com o retorno de membros do elenco original e a adição de novos nomes, como Willem Dafoe e Jenna Ortega, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ foi um enorme sucesso.
A sequência do filme original conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 420 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor representa o melhor desempenho de uma produção comandada pelo Tim Burton em mais de uma década. O último grande sucesso do diretor, a adaptação ‘Alice no País das Maravilhas‘, arrecadou mais de US$ 1 bilhão, em 2010.
O novo live-action da Disney, ‘Branca de Neve’, teve seu custo de produção revelado e, até o final de 2023, já ultrapassava os US$ 200 milhões.
Segundo a Forbes, o orçamento atual do filme é de impressionantes US$ 269,4 milhões, fazendo dele uma das produções mais caras do estúdio e colocando-o no caminho de exceder seu orçamento um ano antes de sua estreia.
Lembrando que a versãolive-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.
A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).
O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.
‘Ainda Estou Aqui’ chegou aos cinemas nacionais na última quinta-feira, 7 de novembro, apresentando a história da família de Rubens Paiva, engenheiro civil e político que desapareceu após ser levado pelos militares.
Nas redes sociais, o filme tem gerado incômodo em perfis de direita, que estão até mesmo tentando promover um boicote contra ‘Ainda Estou Aqui’.
Fernanda Torres, que interpreta a protagonista Eunice Paiva, tem sido alvo de ataques, com perfis utilizando diversos argumentos, incluindo muitos inverídicos, para criar uma campanha contra o filme brasileiro.
Com medo de Boicote, Fernanda Torres, eleitora de Lula e que já afirmou ter preconceito contra crentes, agora pede paz e diz que seu filme “Ainda estou aqui” e para todos…
Alguns perfis de direita também estão tentando descredibilizar o filme, alegando um suposto fracasso de bilheteira, o que não está ocorrendo.
De acordo com a Comscore, entre os dias 7 e 10 de novembro, ‘Ainda Estou Aqui’ atingiu um total de 358 mil espectadores, o que representa 27% do total da bilheteira nacional neste período.
O filme levou mais de 50 mil espectadores aos cinemas apenas na quinta-feira, 7, e arrecadou R$ 1,1 milhão em apenas um dia.
O longa liderou isolado das outras produções em cartaz.
Muito orgulho de ser brasileiro e dos brasileiros. #AindaEstouAquiFilme é o filme N°1 do Brasil! Já marca aqui quem precisa assistir esse filme com você e bora lotar os cinemas neste final de semana. pic.twitter.com/SrxQSDDIVj
Escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para concorrer na categoria de Melhor Filme Internacional na 97ª Premiação do Oscar, o filme recebeu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 20 avaliações.
Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e de Torres.
O filme tem apenas 2 críticas negativas.
Confira os comentários:
“Salles obtém performances convincentes de todo o elenco. Eles se sentem como família e amigos presos em um regime maligno.”, disse Dwight Brown.
“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.
“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.
“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.
“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.
“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.
“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.
“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.
“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.
“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.
Já as duas críticas negativas dizem:
“O filme tem dificuldade em extrair qualquer humanismo grosseiro dessa história decididamente humana, optando, em vez disso, por pintar a família em seu centro com pinceladas amplas e pouco inspiradas.”, por Cole Kronman, da Slant.
“Talvez se Ainda Estou Aqui fosse enquadrado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, então a maioria das pinceladas amplas e idealizadoras neste retrato santo seriam muito mais permissíveis.”, afirmou Savina Petkova, do Movie Stage.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
O filme estreia em Nova York e Los Angeles em 17 de janeiro, com uma semana de duração, válida para premiações, antes de estrear nos cinemas de todo o país em 14 de fevereiro.
A produção é inspirada no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
Exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, o filme foi selecionado para o Festival de Nova York, e venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza.
James Cameron revelou, durante a D23 Brasil, alguns detalhes interessantes sobre o terceiro filme da saga Avatar, que trará aos fãs uma nova tribo de Na’vi como parte central da trama.
Ele afirmou que o longa, intitulado ‘Avatar: Fogo e Cinza’, já está em pós-produção.
O filme mostrará como nova a tribo habita um território devastado por erupções vulcânicas, o que faz com que o Povo das Cinzas tenha características diferentes de outros Na’vi.
“Eles foram destruídos por erupções vulcânicas, então se ressentem da natureza e de tudo o que os Na’vi da floresta pregam”, afirmou James Cameron.
Embora mais detalhes não tenham sido revelados, especula-se que o Povo das Cinzas será a grande ameaça do terceiro título da franquia, com os humanos ficando de lado no longa, enquanto a tribo amargurada tenta unificar todos os Na’vi sob seu domínio.
Vale lembrar que durante a apresentação na D23, foram divulgadas as primeiras artes conceituais da aguardada sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (Avatar: Fire and Ash).
O terceiro filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de Dezembro de 2025.
Durante sua apresentação na Expo D23, o diretor James Cameron (‘Titanic’) explicou o significado do trás do título.
“Fogo pode representar ódio, violência, trauma e um possível abuso de poder. As cinzas representam as consequências de toda essa energia, que é o pesar de ter que viver com o que você fez,” declarou o cineasta.
“Está realmente incrível. Vocês vão adorar. E eu não posso falar sobre isso”.
Em relação aos quarto e quinto filmes da saga, Cameron confirmou que ainda planeja dirigir os projetos, desmentindo os rumores de que abandonaria a franquia.
“Claro. Absolutamente. Quero dizer, eles vão ter que me parar. Tenho muita energia, amo o que estou fazendo. Por que eu não faria? E, por sinal, os roteiros estão escritos. Eu os reli há cerca de um mês. São histórias fantásticas. Eles precisam ser feitos. Olha, se eu for atropelado por um ônibus e acabar em um pulmão de ferro, alguém mais vai fazê-los”, declarou o cineasta.
Assista ao painel:
Lembrando que ‘Avatar: O Caminho da Água’ está disponível no Disney Plus.
O filme lançado em 2022 foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 2,32 bilhões. Recebeu indicação ao Oscar em 4 categorias, incluindo Melhor Filme, e ganhou o prêmio de Melhores Efeitos Visuais.
Brincando, brincando, o ano de 2024 chegou ao fim. Entramos oficialmente no penúltimo mês de mais uma jornada. O tempo é cruel, mas também é relativo. Parece que ficamos mais tempo esperando algo acontecer, do que de fato experimentando tal evento. Ou seja, no caso dos cinéfilos, ficamos mais tempo esperando um filme chegar, pois quando ele de fato estreia, vem e vai, dando lugar a novos lançamentos no espaço de uma semana.
E você, quantos filmes conseguiu assistir em 2024? Não pense você, no entanto, que o ano não trará mais nada de substancial, pois em novembro teremos alguns dos filmes mais esperados do ano e que podem bagunçar as bilheterias, pedindo licença para ocupar as primeiras posições dos maiores sucessos. Só para você sentir o drama. Em especial, novembro traz três filmes que prometem mudar a hierarquia de poder das bilheterias em 2024. Confira abaixo.
Agora sim a parada ficou séria. Na introdução do texto eu disse que três filmes de novembro são fortes concorrentes ao top 10 das maiores bilheterias de 2024. E agora o primeiro deles aparece na lista. Falamos de ‘Gladiador II’, continuação do maior sucesso de 2000. ‘Gladiador’ venceu o Oscar de melhor filme e melhor ator, além de ter se tornado um verdadeiro fenômeno de bilheteria. Ao mesmo tempo, segue como um filme altamente adorado pelos fãs, mesmo com o passar de 24 anos de sua estreia. ‘Gladiador’ é um destes fenômenos da sétima arte. A pergunta que fica é: conseguirá sua sequência obter o mesmo prestígio? Torcemos para que sim.
Por falar em continuações de filmes de sucesso, a palavra de ordem em Hollywood é capitalizar em cima de obras queridas. Bem, essa tendência pode ter começado em Hollywood, mas saiu de lá e se espalhou pelo mundo. Chegando até o Brasil, com continuações de ‘O Auto da Compadecida’ e os vindouros ‘Deus é Brasileiro 2’ e ‘Bruna Surfistinha 2’. Afinal, a intenção é apenas dar ao público mais do que ele ama. O que há de errado com isso? Aqui, quem vai tentar são os produtores de ‘Extraordinário’, filme estrelado por Julia Roberts, sobre um menino com deformidade facial. A continuação é centrada no menino que fazia bullying com ele. Sua avó, papel de Helen Mirren, relata como foi crescer durante o regime nazista na Europa.
Começamos o mês com o Brasil no Oscar! ‘Ainda Estou Aqui’ é a nova produção brasileira de enorme prestígio, que fez tanto sucesso em exibições em Festivais pelo mundo, que começou a despertar falatório de uma indicação real ao Oscar na categoria de filme estrangeiro. Com o governo certo no poder, ‘Ainda Estou Aqui’, que fala sobre os horrores da ditadura militar na década de 1970, se tornou o representante do país na disputa. E pode sobrar até mesmo para Fernanda Torres na categoria de melhor atriz. Já pensou? Seria o círculo perfeito, já que sua mãe, Fernanda Montenegro, é a única artista brasileira a ter sido agraciada com uma nomeação no maior prêmio do cinema mundial.
De um filme forte, significativo e de impacto cultural, passando ao escapismo e puro entretenimento. O Natal chega mais cedo e em grande estilo com esta nova superprodução da Warner. Trata-se do novo blockbuster natalino de Dwayne “The Rock” Johnson. Coadjuvante, temos o “Capitão América” em pessoa, Chris Evans. Na trama, o Papai Noel foi sequestrado, e cabe à dupla formada por Johnson e Evans sair em seu resgate.
Não Solte!
O mais legal de cada mês no cinema é seu ecletismo, ou seja, lançamentos para todos os gostos e todo tipo de público. Os fãs de thrillers arrepiantes e terror não ficaram desamparados em novembro. É verdade que 2024 apresentou muitos filmes de qualidade dentro de tais gêneros, e aqui quem chega é a vencedora do Oscar Halle Berry, em uma obra que mistura a série ‘Lost’ e os filmes ‘Um Lugar Silencioso’ e ‘A Vila’. Na trama, Berry vive sozinha, reclusa em uma casa na floresta, criando os dois filhos pequenos. O acordo é: todos só podem sair do local se estiverem amarrados pela cintura em uma corda, para que possam voltar rápido para a segurança. Mas o que tem na floresta? Essa é a grande questão.
Com estreia na quarta-feira, quem se adianta é um dos filmes de terror mais comentados desta segunda metade de 2024. O astro Hugh Grant conseguiu reinventar sua carreira, e aqui aparece como o primeiro grande vilão de sua filmografia. Um verdadeiro psicopata, digno de Jigsaw, da franquia ‘Jogos Mortais’. Ele decide fazer um jogo de gato e rato com duas adolescentes missionárias, que chegam à sua porta para levar a palavra de Deus. O sujeito desequilibrado resolve testar a fé das moças.
O segundo grande lançamento de novembro chega no dia 21. ‘Wicked’ é a adaptação de um badaladíssimo musical da Broadway, que já foi levado para o mundo todo. A história é uma prequel do clássico ‘O Mágico de Oz’, um dos filmes mais adorados de todos os tempos. Os especialistas vêm anunciando há algum tempo que ‘Wicked’ será um dos maiores filmes de 2024. Seu público não é necessariamente formado por cinéfilos, o que pode se mostrar algo muito positivo. O público aqui é o chamado espectador casual, que sequer costuma ler veículos especializados em cinema e que forma a grande maioria da população.
Anthony Mackie (o novo Capitão América) e a brasileira Morena Baccarin são os protagonistas deste novo thriller de ação apocalíptico. Esqueça a comparação anterior com ‘Um Lugar Silencioso’ que eu fiz com ‘Não Solte!’; ‘A Linha da Extinção’ é o verdadeiro clone do filme no mês. Aqui, temos uma realidade onde monstros dominam a cadeia evolutiva. A sacada aqui é que esses monstros possuem um ponto fraco, assim como os de ‘Um Lugar Silencioso’. Mas ao invés de não poder fazer qualquer tipo de barulho, os monstros deste filme não conseguem subir a uma certa altura. Sendo assim, o que restou para a humanidade é viver em locais elevados (daí o título original ‘Elevation’), onde os monstros não conseguem chegar. Mas assim como ‘A Vila’, é preciso enfrentar o desconhecido para salvar a vida de uma pessoa querida.
O terceiro filme com chances reais de se tornar a maior bilheteria de 2024 chega no fim de novembro. Falamos da animação ‘Moana 2’. A Disney está com tudo este ano, sendo dona dos maiores filmes de 2024. ‘Divertida Mente 2’ é a maior bilheteira do ano até o momento, e será difícil alguém destrona-lo. Difícil, mas não impossível. O primeiro ‘Moana’ é um filme incrivelmente querido. O quão querido ele é? Se liga nesse dado: ‘Moana’, de 2016, foi o filme mais assistido durante a pandemia, somando a audiência de todos os streamings. Foi isso que levou o estúdio a lançar ‘Moana 2’ nos cinemas ao invés da Disney+, como era o plano originalmente.
Clube das Mulheres de Negócios
Fechando as maiores estreias de novembro, temos uma segunda produção brasileira de alto conceito. ‘Clube das Mulheres de Negócios’ é o novo trabalho da badala Anna Muylaert – responsável por ‘Que Horas Ela Volta?’, um dos maiores sucessos de nosso cinema nos últimos anos. Em seu nome filme, a diretora mistura drama, comédia e suspense, na história de dois jornalistas visitando um estimado, mas decadente, clube da alta sociedade de São Paulo. A sacada aqui é que os gêneros são invertidos, já que o local é comandado por poderosas mulheres de negócio (e não homens), que curtem entre outras coisas armas, caçadas e tudo o mais geralmente relacionado ao universo masculino.
A segunda temporada de ‘Andor’ promete trazer grandes elementos para os fãs da franquia ‘Star Wars’.
Em entrevista à revista Empire, o showrunner Tony Gilroy revelou que a série retornará a um dos locais mais emblemáticos da saga: a base rebelde em Yavin IV.
Além de mostrar novamente a base rebelde, vista pela primeira vez no filme de 1977, o segundo ciclo de Andor também explorará mais sobre o planeta, revelando detalhes de sua história.
“Quero dizer, temos que acabar em Yavin, certo? Então, vamos contar a história de Yavin. Ninguém lidou com Yavin da maneira como vamos fazer”, afirmou Gilroy.
A base em Yavin IV, cenário de momentos cruciais para a Rebelião, é famosa por ter sido o ponto de origem da luta contra o Império em Uma Nova Esperança.
Vale lembrar que o segundo ciclo da série também contará com outros retornos, como a participação de Krennic, vilão interpretado porBen Mendelsohn em ‘Rogue One: Uma História Star Wars’.
Durante na D23, o segundo ciclo da série teve suas primeiras cenas exibidas, além de um vídeo dos bastidores que trouxe comentários do astro Diego Luna, Genevieve O’Reilly e outros.
A próxima temporada, que contará com 12 episódios, teve sua estreia confirmada para o dia 22 de abril de 2025, no Disney+.
A primeira temporada conta com 12 episódios, que são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
Já disponível no Disney+, ‘Deadpool e Wolverine’ se tornou o mais recente sucesso da Marvel, conquistando uma legião de fãs ao mergulhar no universo da antiga Fox. O longa, que mistura ação, humor e referências aos filmes anteriores, tem sido um grande sucesso entre os fãs de heróis e aventuras. Agora,Ryan Reynolds, estrela e roteirista do filme, revelou qual é a cena que mais o marcou.
Em entrevista à Variety, Reynolds explicou: “A coisa da qual eu provavelmente mais me orgulho foi o discurso do Wolverine na van, quando ele realmente dá uma lição em Deadpool. Para mim, é uma das cenas mais bonitas do filme porque você vê o quanto Hugh Jackman é um ator visceral, poderoso e cheio de nuances. Mas o mais interessante é que também vemos os papéis invertidos. Wolverine, um personagem que sempre foi mais contido, um verdadeiro arquétipo de Clint Eastwood, de repente se solta e diz: ‘Ah é, cara? Pois eu também sei falar'”.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
O cinema de Clint Eastwood continua a encantar a crítica. Desta vez, foi a vez de Guillermo del Toro elogiar o mais recente trabalho do cineasta, ‘Juror #2’.
Segundo o Word Of Reel, o diretor mexicano comparou o filme a um ‘Crimes e Pecados’ dos tempos modernos, destacando a direção precisa e a atuação brilhante de Nicholas Hoult.
“Fui ao cinema ver ‘Juror #2’, o mais recente filme de Clint Eastwood. Gostei muito. De certa forma, é a ‘Crimes e Pecados’ dele. O filme é filmado de forma precisa e segura, e Nicolas Hoult brilha no papel principal. O elenco está excelente, e o final gerou bastante repercussão no cinema”, escreveu Del Toro.
Del Toro também comentou sobre a atmosfera tensa do filme e a forma como o dilema moral do protagonista prende a atenção do espectador.
“O dilema central me lembrou da agitação silenciosa que ferve sob Dana Andrews em um noir de Otto Preminger da sua escolha (para mim, Onde Terminam os Sentidos), e o filme lida com isso de maneira muito bem estruturada, com reviravoltas bem ponderadas”, afirmou Del Toro.
‘Juror #2’ está tendo um lançamento limitado nos EUA, sendo exibido atualmente em apenas quatro salas de cinema em Nova York e três em Los Angeles.
Del Toro lamentou essa situação e fez um apelo para que a Warner Bros. expanda a distribuição do filme.
“Por que isso não foi lançado em larga escala nos Estados Unidos? Vimos ‘Juror #2’ no Grove com uma plateia significativa que foi muito vocal e reativa durante toda a sessão. Espero sinceramente que a Warner Bros. consiga manter o filme em cartaz por mais tempo. Eastwood é um mestre cineasta, e seu trabalho, firme e sem excessos, mostra que ele ainda está em grande forma. Vá ver no cinema!”, escreveu o diretor mexicano.
A crítica especializada também tem elogiado o longa, que alcançou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Os críticos elogiaram amplamente o trabalho de Eastwood, além de destacarem as atuações deToni Collette e Nicholas Hoult.
“Eastwood, em colaboração com um excelente roteiro original de Jonathan Abrams, criou um dos dramas humanos mais cativantes de sua carreira, que certamente irá ressoar com o público adulto e inteligente”, disse Pete Hammond do Deadline.
“… Uma extensão um pouco extravagante, mas completamente cativante, da fascinação do cineasta de 94 anos por culpa, justiça e as limitações da lei ao longo de sua carreira”, disse Peter Debruge da Variety.
“O filme chega a uma conclusão inesperada, mas surpreendentemente eficaz em sua sutileza, sugerindo que este diretor veterano ainda encontra novas maneiras de explorar como é a coragem no dia a dia”, disse Tim Grierson do Screen.
“O filme não apenas atende às expectativas, como as supera”, disse Christian Zilko do IndieWire.
“Com uma premissa intrigante, o maior destaque de ‘Juror #2’ são as atuações. Nesta inusitada reunião de ‘Um Grande Garoto’, Nicholas Hoult e Toni Collette oferecem performances impressionantes como dois indivíduos atormentados pela culpa moral à medida que se aprofundam no caso”, disse Matt Neglia do Next Best Picture.
“Este emocionante thriller judicial fará o público prender a respiração, sendo um dos mais fascinantes e surpreendentes filmes de suspense que encerra uma carreira repleta de momentos impressionantes de Clint Eastwood. Nicholas Hoult e Toni Collette estão incríveis!”, disse Carla Renata do The Curvy Film Critic.
“A história é envolvente, mas não consegue encontrar um rumo claro até o final, resultando em um filme decente com um gancho promissor que não se desenvolve de forma igualmente cativante”, disse Abe Friedtanzer da Awards Buzz.
“É um thriller envolvente que, sem dúvida, acrescenta na renomada carreira de Eastwood”, disse Travis Hopson do Punch Drunk Critics.
A produção de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue a todo vapor, e agora o intérprete de Galactus concluiu suas filmagens para o longa da Marvel Studios.
Por meio de seu perfil oficial no X, antigo Twitter, o ator Ralph Ineson (A Bruxa) anunciou que finalizou sua participação nas gravações.
“A Marvel faz os presentes de encerramento mais legais”, escreveu o ator.
“O filme acompanha Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando seu desafio mais assustador até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força dos laços familiares que os unem, eles devem defender a Terra de um voraz deus espacial chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, a Surfista Prateada (Julia Garner). E, se o plano de Galactus de devorar o planeta inteiro já não fosse ruim o suficiente, tudo fica ainda mais pessoal”.
Lembrando que, durante a apresentação na D23 Brasil, a Marvel divulgou o primeiro teaser da adaptação.
Leia a descrição abaixo:
“O vídeo começa com uma homenagem à televisão retro. Reed Richards (Pedro Pascal) está dando aula em uma classe, perguntando se os alunos querem ver uma explosão. E a silhueta do Coisa (Ebon Moss-Bachrach) aparece em um programa de namoro.
O trailer continua com a equipe vestida com trajes espaciais, com os nomes dos personagens em seus trajes, enquanto eles entram em um foguete – o que dá fim à vibe retro e o formato da tela muda.
No fim, o rosto de Galactus aparece atrás de um prédio, e está muito fiel ao seu visual nos quadrinhos”.
Embora os fãs aguardem o retorno da X-23 no Universo Cinematográfico da Marvel, a nova aparição da personagem atualmente não está sendo discutida entre a atriz Dafne Keen e o estúdio.
Keen já afirmou que deseja voltar a interpretar a personagem em outros projetos. No entanto, recentemente revelou ao The Wrap que ainda não participou de nenhuma conversa sobre um possível retorno.
“Sinceramente, não estou mentindo. Não, eu não participei de nenhuma conversa. Espero que tenham acontecido conversas! Não faço ideia”, declarou Dafne Keen.
Vale lembrar que, recentemente, o insider Alex Pérez, do site The Cosmic Circus, afirmou que a jovem atriz pode retornar para os vindouros projetos ‘Avengers: Doomsday’ (que segue sem título nacional) e ‘Vingadores: Guerras Secretas’.
Enquanto mais detalhes não foram revelados, sabe-se que Jackman também está sendo cotado para voltar como Wolverine em ambos os longas-metragens.
Dafne Keen will reportedly return as Laura/X-23 in ‘AVENGERS: DOOMSDAY’ and ‘AVENGERS: SECRET WARS’
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Através de seu perfil no Threads, James Gunn, conhecido por sua atividade nas redes sociais, compartilhou de forma inesperada os novos membros do elenco de Pacificador na segunda temporada.
Sem uma mensagem de boas-vindas, Gunn, na verdade, anunciou os novos nomes por meio de um post de despedida, mencionando o encerramento das filmagens para parte do elenco.
Em sua publicação, o chefe da DC Studios citou os nomes de Anissa Matlock, Taylor St. Clair e Dorian Kingi, que ainda não haviam sido anunciados na série que estreará na Max.
Ver no Threads
O próximo ciclo de ‘Pacificador’ está programado para estrear em agosto de 2025 – um mês depois do lançamento de ‘Superman‘, que dará início ao novo universo da DC nas telonas, sob o comando de James Gunn.
John Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
O Ato 2 da segunda temporada de ‘Arcane’ já está disponível para os assinantes da Netflix. Agora, os fãs podem conferir mais três episódios e acompanhar a história de Vi e Jinx.
O segundo ciclo da série, ambientada no universo de ‘League of Legends’, ainda contará com um terceiro ato, com mais três episódios, que será lançado no dia 23 de novembro.
Lembrando que ‘Arcane’ será encerrada na segunda temporada, e recentemente o criador Christian Linke explicou por que a série não terá novas temporadas.
“Sempre tivemos uma história específica em mente. Olha, poderia ter sido alongado, tenho certeza. Mas, para nós, sempre foi assim: começamos com isso em mente. Acho que também tem um ângulo pessoal nisso, como criativos. Todos nós já vimos programas de TV em que, claramente, os roteiristas estão sem ideias. Até que ponto você consegue manter a inspiração com a mesma coisa? Por quanto tempo? Foram nove anos para nós, com esses personagens. Acho que também tem uma questão de responsabilidade nisso, onde pensamos: ‘Isso é o que tínhamos em mente’”, disse Christian Linke.
Christian ainda destacou que a equipe não tinha a intenção de fazer mais do que já havia sido planejado, já que a qualidade da história poderia ser perdida nesse processo.
“Esta é a história que tivemos em mente, que queremos contar. Seria irresponsável esticar isso a um ponto onde sentimos que não conseguiríamos nem fazer justiça à história. Acho que isso foi uma parte importante disso. Não queremos exagerar.”
‘Arcane’ custou cerca de US$ 250 milhões para ser produzida e promovida ao longo de seus 18 episódios, se tornando a animação mais cara já lançada no streaming ou na TV linear.
Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.
Poucos elementos demarcam tão bem a desigualdade social no Rio de Janeiro quanto o helicóptero. Quando se vive em uma boa situação financeira, ver um helicóptero por perto é divertido, desperta curiosidade, principalmente nas crianças. Agora, quando se vive em uma situação financeiramente delicada, ter um helicóptero passando por cima de sua cabeça é um pesadelo. É a demonstração da imposição do Estado sobre a região, geralmente trazendo ondas de violência e preocupação para com seus amigos e entes queridos que estão ao redor.
Por isso, quando Walter Salles decide iniciarAinda Estou Aqui com um helicóptero sobrevoando as praias da Zona Sul carioca, interrompendo o sossego de uma até então pacata Eunice Paiva, a cena causa tanto desconforto. De forma sutil, o diretor já abre os trabalhos impondo a presença estatal agressiva e brutal. Um lembrete inicial que os militares estavam sempre observando. Na verdade, se tem uma palavra que pode definir esse filme é ‘sutileza’.
Em tempos de filmes espalhafatosos e atuações exageradas, Ainda Estou Aqui aposta no caminho inverso para contar uma história extremamente íntima, inspirada nas memórias do escritor Marcelo Rubens Paiva. A trama acompanha os últimos dias do engenheiro e ex-político Rubens Paiva, que foi uma das vítimas da covardia da Ditadura Militar Brasileira na década de 70. E mesmo com todos os motivos para contar essa história de forma rancorosa, o longa narra o caso pela ótica da esposa de Rubens, Eunice Paiva, para relatar esse caso tão sórdido de uma forma que embrulha o estômago sem ser desrespeitosa pela própria história brasileira. Falo em respeito porque os vilões são os militares, óbvio, mas em momento algum eles são retratados como capangas atrapalhados, e sim como homens frios e inteligentes, com aparências comuns. Eles estão em todo lugar, eles podem ser qualquer um. É uma abordagem arrepiante. A cena em que um dos agentes da ditadura é mostrado jogando totó com o pequeno Marcelo, momentos depois de ter levado o pai do menino para uma morte desumana, agindo com a maior naturalidade do mundo, é de dar calafrios.
Falando sobre o pai, o Rubens Paiva de Selton Mello é provavelmente um dos personagens mais cativantes da história do cinema nacional. No pouquíssimo tempo que ele tem de tela, o público olha para ele e sente vontade de ser adotado por um rapaz tão querido. Você quer estar perto dele, quer ser parte daquela família. É oarte fundamental das engrenagens que fazem esse filme funcionar tão brilhantemente foi justamente essa incorporação do perfeito ‘paizão’ que Selton trouxe para seu Rubens. É um homem amoroso e compreensivo, ao mesmo tempo em que é brilhante e engajado. Tudo que envolve ele tem uma nobreza que transcende a tela, e exala uma empatia fora de série. É um dos papéis mais memoráveis da tão respeitável carreira de Selton Mello, se não for o maior. Ele consegue sintetizar de forma muito competente e humana as melhores memórias que todos no mundo guardam de seus pais.
Vivemos uma época de protagonistas femininas ganhando espaço nas telonas, mas a interpretação de Fernanda Torres no papel de Eunice é algo realmente diferente. Ela não tem um momento “clipe de Oscar”, em que faz caras e bocas ou explode, mas te convence da dor da personagem justamente com a sutileza. Ela tem sua vida atropelada por um Estado abusivo e covarde, mas bem-organizado. Então, não sabe bem em quem confiar ou a quem recorrer. Ela só sabe que precisa encontrar uma forma de enfrentar esse sistema sem colocar a vida e segurança de seus cinco filhos em risco. Ela se apega às leis, das quais não entende muito, mas acredita fielmente, e na resposta pacífica de mostrar que eles não vão derrubá-la. Sua principal resposta é um sorriso no rosto e a lembrança constante ao Regime de que ela ainda está ali. Se a estratégia militar era a repressão, o medo, a resposta de Eunice era a esperança.
Novamente falando da sutileza, o trabalho de Fernanda Torres impressiona e comove pela simplicidade. A postura dela ao tomar ações cotidianas, como ver a sala de casa ou tomar um banho após sair do DOI-CODI, é de arrepiar. Ela leva as cenas com uma presença sobrenatural em tela, trazendo um trabalho de expressão corporal encantador e sofrido. Enquanto a Eunice se mantém firme, seu corpo dá sinais de que as coisas não estão boas. É um papel fascinante e complexo, porque ela é uma protagonista feminina fortíssima que não cai no estereótipo atual do cinema do que é ser uma mulher forte. Ao mesmo tempo em que ela é corajosa e determinada, ela é uma tradicional dona de casa, preocupada com as crianças, preocupada em fazer o jantar para o marido. Pode parecer uma contradição, mas é apenas uma mulher comum da década de 1970. Sempre houve força nelas.
E essa preocupação dela com a casa gera um dos momentos mais fortes do filme. Inicialmente, vemos Eunice sempre preocupada com as crianças, dando uma atenção gigantesca para os almoços e jantares da casa. Conforme esse processo de perda vai se desenvolvendo, a molecada ganha mais independência, e há uma passagem marcante em que a Zezé pergunta o que fazer para o almoço. Eunice responde: “o que tiver”. A intervenção militar foi cruel demais, porque foi destruindo não apenas a vida dos torturados, mas também foi matando os pequenos prazeres cotidianos que davam alegria à vida, como planejar uma simples refeição.
E no fim das contas, Ainda Estou Aqui é um filme sobre perda. A escolha de Salles de abrir o longa com trinta minutos de alegria e esperança no futuro de um Brasil melhor para as crianças – embora a presença militar já estivesse perceptível ao redor da família – é certeira, porque dessa meia hora para frente, é só perda. É a jornada de uma família que teve a própria vida e prazeres negados pelos golpistas militares. Tudo que remete ao Rubens e aos dias dourados vai sendo destruído lentamente, mesmo que de forma indireta, pelos agentes do exército. E a forma como a casa – tão iluminada, tão musical – se transforma em uma prisão escura e silenciosa, conforme as perdas vão acontecendo, é genial. É simplesmente genial.
Ainda Estou Aqui é um acerto colossal. Não apenas pelo forte caráter emocional sem ser apelativo, mas principalmente por ser uma obra sutil que transborda amor. Seja pelos personagens daquela família, seja por aquele Rio de Janeiro, aquele Brasil que sonhava com um futuro brilhante, seja por aquela casa… Tudo em tela, por mais trágico que seja, mostra um amor sem tamanhos. E a reta final é um soco no estômago. Fernanda Montenegro precisa de apenas três minutos em tela para arrepiar o público com uma atuação sutilíssima e poderosa.
É um filme que cativa por ter história, por ter personagens fascinantes, por ter uma direção apaixonada e por lembrar que não se pode dar mole. Por mais que alguns acreditem que regimes ditatoriais são uma forma de ‘corretivos’ para a sociedade, Ainda Estou Aqui mostra o real efeito deles no mundo. São tão destrutivos quanto um elefante em uma loja de porcelanas, são um mal inenarrável. Ainda Estou Aqui é uma obra-prima.
‘Ogiva: O Mundo Não É Mais Nosso’, aguardado longa-metragem nacional que serve como prelúdio para a graphic novel homônima, acaba de divulgar seu primeiro trailer e revelar a data de estreia.
Baseado na obra de Bruno Zago e Guilherme Petreca, publicada pela editora Pipoca & Nanquim, o filme se desenrola em um futuro pós-apocalíptico.
“Quando os monstros chegaram, as ogivas foram lançadas. Quase uma década depois, a ex-policial Pilar luta por sobrevivência em um mundo devastado, agarrada aos fragmentos de esperança que ainda lhe restam, enquanto um novo propósito brota em seu coração. Entre criaturas alienígenas e homens sem sanidade, o grande conflito de Pilar permanece em sua própria cabeça: Qual a razão de continuar lutando?”, diz a sinopse.
O longa tem direção e roteiro de Cadu Rosenfeld, o filme é uma produção da Monolito Produções em colaboração com a editora Pipoca & Nanquim.
Alfonso Cuarón é um dos nomes mais prestigiados e respeitados do cinema contemporâneo e, desde sua estreia oficial em 1991, ascendeu a uma carreira aplaudida por cinéfilos e especialistas ao redor do mundo.
Detentor de nada menos que cinco prêmios do Oscar e sete BAFTAs, Cuarón eternizou um estilo próprio que começou a ser emulado por realizadores mais jovens da atualidade – e sagrou-se um dos principais nomes por trás da sétima arte como a conhecemos hoje.
Recentemente, ele comandou e roteirizou a minissérie de suspense ‘DISCLAIMER*’, estrelada por Cate Blanchett e que caiu no gosto do público assim que estreou no catálogo da Apple TV+. E, para celebrar sua mais recente incursão no escopo audiovisual, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores produções.
“À medida que o roteiro explora as camadas dessa densa análise da condição humana, Cuarón lança-se a uma divisão certeira de técnicas que variam da sobriedade melancólica de uma paleta de cores quase monocromática (movida pela unilateralidade dos tons frios) ao pseudo-onirismo de algo que, como descobrimos, nunca aconteceu (marcado pelo uso constante de cores mais quentes e de uma luminosidade paradisíaca). O diretor, inclusive, promove referências a diversas produções pelas quais ficou responsável, seja com longos planos-sequências, seja com momentos que trazem paisagens oceânicas como reflexo de emoções primordiais e inescapáveis” – Thiago Nolla
“‘Gravidade’ é recheado de tensão, e embora não faça uso de muito diálogos, é um daqueles filmes que conseguem nos prender do começo ao fim de seus 90 minutos de exibição, sem perder o ritmo ou nos deixar ir. Nos torna reféns logo de início, somente com o uso de suas imagens, e isso é uma grande qualidade de um contador de histórias. Cuarón pega um material de difícil acesso para o grande público, e cria uma grande identificação e plausibilidade, sem que por momento algum o público se sinta enganado, acreditando ser impossível qualquer cena mostrada na obra. O clima criado é de puro nervosismo, e nos mantém à beira da cadeira” – Pablo Bazarello
“Mais ciente do que nunca, Cuarón reconstitui os fatos. Com uma apuração pontual das experiência vividas pela babá, ele reconstrói o primeiro e doloroso amor de Libo, remonta o divórcio de seus pais e homenageia a mulher que tantas vezes assumiu a figura materna em sua vida. Como uma carta de amor, o roteiro é simples, uma crônica da vida real. Permanecendo nas extremidades, ele e seus irmãos são os coadjuvantes de uma história de amor de uma jovem que tentou se descobrir, conforme fazia parte das mesmas descobertas da família a qual servia. E sob uma fotografia minimalista, completamente em preto e branco, o filme se desenrola, de fato, como um anagrama. Muito mais que trazer os relatos de uma família do subúrbio mexicano, ‘Roma’ na verdade é uma história sobre o amor” – Rafaela Gomes
2. FILHOS DA ESPERANÇA (2007)
“Cuarón é não considerado um dos melhores cineastas de todos os tempos por qualquer razão – e seu longa pós-apocalíptico ‘Filhos da Esperança’ é mais um lembrete de seu poder narrativo e técnico dentro da sétima arte. Navegando por um planeta devastado pela derradeira extinção da raça humana, Cuarón sagra-se um autor cinematográfico de calibre inexplicavelmente irretocável. A trama nos leva ao ano de 2027, em que a infertilidade é uma ameaça real para a civilização – e o último humano a nascer em anos acaba de morrer. Frente a um cenário pessimista sobre o futuro, um burocrata desiludido se torna o herói improvável que pode salvar a humanidade. Para isso, ele enfrenta seus próprios demônios e tenta proteger a última esperança do planeta: uma jovem mulher milagrosamente grávida, descoberta pela ativista inteligente com quem fora casado” – Thiago Nolla
1. E SUA MÃE TAMBÉM (2001)
“No cenário mainstream, Cuarón ganhou aclame e fama mundiais ao comandar títulos como ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’ e ‘Filhos da Esperança’. Porém, em 2001, ele lançou a obra-prima de sua carreira com a espetacular dramédia coming-of-age‘E Sua Mãe Também’. Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original, o filme acompanha Julio e Tenoch, dois adolescentes que, junto com Luisa, uma mulher mais velha, embarcam em uma jornada para uma praia paradisíaca. Em uma viagem de carro pelo México, os três acabam se envolvendo e aprendem muito sobre si mesmos e suas relações” – Thiago Nolla
MENÇÃO HONROSA: HARRY POTTER E O PRISONEIRO DE AZKABAN (2004)
“Foi com o longa de 2004 que Cuarón provou ter uma sagacidade invejável e admirável para blockbusters, imprimindo uma estética muito diferente tanto dos capítulos anteriores quanto dos seguintes. É claro que, ao contrário de outras incursões, esta aqui carrega uma importância no escopo mainstream e permite que seu nome caia em dezenas de milhões de pessoas apaixonadas pelo universo mágico – e, apesar das limitações impostas pelo estúdio e talvez por J.K. Rowling, ele conseguiu construir algo único, guiado por peculiaridades que explodem em um divisor de águas importante inclusive para o arco das personagens” – Thiago Nolla
Alfonso Cuarón não é considerado um dos melhores diretores da história do cinema por qualquer motivo: ao longo de sua expressiva carreira, o realizador deu origem a diversas produções de calibre altíssimo, reiterando a si próprio como um criador respeitável da sétima arte. Apenas a encargo de exemplificação, Cuarón encabeçou o terceiro capítulo da saga ‘Harry Potter’ (considerando a melhor entrada da franquia mágica), o suspense pós-apocalíptico ‘Filhos da Esperança’, a epopeia sci-fi‘Gravidade’ e o drama ‘Roma’ – cada qual infundido com uma estética única e, ao mesmo tempo, reunindo os principais elementos que o sagraram no escopo do entretenimento.
Em outubro deste ano, ele fez um glorioso retorno com a minissérie ‘DISCLAIMER*’: baseada no romance homônimo de Renée Knight, a trama acompanha uma famosa jornalista chamada Catherine Ravenscroft (Cate Blanchett) que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando um romance recém-publicado expôs um sombrio segredo sobre seu passado e a lançou em uma empreitada para não apenas trazer a verdade à tona, mas proteger sua família de um vingativo pai de família que deseja destruir tudo o que ela conhece a qualquer custo. O resultado não poderia ter sido outro: a produção não apenas se sagra como uma das melhores do ano, como mostra que até mesmo narrativas conhecidas podem ser recontadas e remodeladas quando nas mãos de um hábil time criativo.
A série se inicia com Catherine recebendo um prêmio por seu trabalho jornalístico, sendo invejada pelos colegas de trabalho e mantendo-se numa zona de conforto dentro de seu casamento com Robert (Sacha Baron Cohen), enquanto pisa em ovos em sua relação com o distante filho Nicholas (Kodi Smit-McPhee). Porém, após receber a cópia de um romance inédito, ela percebe que alguém tem conhecimento de seu condenável passado – o autor da obra, Stephen Brigstocke (Kevin Kline), que deseja se vingar de Catherine por considerá-la culpada pela morte de seu único infante, o jovem Jonathan (Louis Partridge), quando se encontraram em uma viagem na idílica costa italiana. Expondo o infame segredo, Stephen e Catherine se veem engolfados em um embate psicológico de proporções e consequências catastróficas (e que envolvem o público desde os primeiros minutos).
A produção emerge como um intrincado compilado de engrenagens que é manejado com escolhas que beiram a perfeição técnica: afinal, não são muitos os realizadores que conseguem trabalhar uma narrativa tripartida – cada uma contando com um tipo específico de narrador, a fim de garantir que os espectadores compreendem o que se estende diante deles. Ficando responsável também pelo roteiro, Cuarón escolha a primeira pessoa para contar a história de Stephen, colocando-o como um relator não-confiável e movido por frustrações, cego por uma vendeta pessoal que se recusa a enxerga o óbvio; já a personagem de Blanchett, centro do enredo, é auxiliada por uma narradora em 2ª pessoa que parece consolá-la em meio a eventos derradeiros; as outras personas, enfim, são guiadas pela onisciência da 3ª pessoa, colocando-as em uma alienação perturbadora e angustiante.
Os arcos confluem em um ponto em comum – as cenas em flashback que acompanham Jonathan e uma jovem Catherine (interpretada por Leila George), cujo relacionamento é-nos contado através de uma falsa sensação de cumplicidade e tragédia. E, à medida que o roteiro explora as camadas dessa densa análise da condição humana, Cuarón lança-se a uma divisão certeira de técnicas que variam da sobriedade melancólica de uma paleta de cores quase monocromática (movida pela unilateralidade dos tons frios) ao pseudo-onirismo de algo que, como descobrimos, nunca aconteceu (marcado pelo uso constante de cores mais quentes e de uma luminosidade paradisíaca). O diretor, inclusive, promove referências a diversas produções pelas quais ficou responsável, seja com longos planos-sequências, seja com momentos que trazem paisagens oceânicas como reflexo de emoções primordiais e inescapáveis.
A série nos convida a conhecer personagens complexos ao longo de sete episódios – mas esse enorme sucesso não seria alcançado sem o árduo trabalho de um elenco estelar. Baron-Cohen, Kline e Smit-McPhee brilham em seus respectivos microcosmos, unindo-se, eventualmente, em uma espécie de cruzada contra a “inimiga número um” em que Catherine se transforma; entretanto, é Blanchett quem domina a minissérie em uma das melhores performances de sua carreira. Recém-saída de uma entrega fabulosa e espetacular em ‘TÁR’, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, a multipremiada atriz rende-se a um tour-de-force melodramático que em momento algum tangencia um apreço novelesco. Ela desfruta de uma química invejável com seus parceiros de cena, singrando pela tênue linha entre o trauma e a insanidade com facilidade aplaudível.
‘DISCLAIMER*’ é uma obra-prima televisiva, uma conquista audiovisual cuja altíssima qualidade é cortesia de um dos nomes de maior prestígio das últimas décadas. E, enquanto Cuarón arquiteta um thriller epopeico que honra o romance de Knight, o elenco insurge como a cereja de um delicioso bolo – alicerçado, especialmente, em uma interpretação irretocável e narcótica de Blanchett.
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, a dupla Adam Schindler e Brian Netto, responsáveis pelo recente e elogiado suspense ‘Não Se Mexa’, revelaram que têm dois projetos dos sonhos que adorariam comandar.
O primeiro deles envolve Darkman – um super-herói original criado por Sam Raimi (produtor executivo do filme mencionado acima). O segundo envolve ninguém menos que o adorado Miles Morales (protagonista de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’).
“Minha esposa é do Porto Rico, então meu filho é birracial. Ele é negro e porto-riquenho, assim como Miles”, Netto explicou. “A cara que ele fez quando viu Miles Morales foi a mesma que eu fiz quando o vi pela primeira vez – e isso incrível”.
Ele continua: “então, trazer Miles à vida nas telonas, um dia, seria incrível. Eles provavelmente não fazer isso amanhã, então temos um tempo para trabalhar nessa ideia”.
Sobre Darkman, Schindler afirmou:
“Se estamos falando em relação às produções de Sam [Raimi], é Darkman. Falamos sobre isso [com ele]. Temos um amor e uma afinidade em comum por Darkman”.
Lembrando que ‘Não Se Mexa’ está disponível na Netflix.
Na trama, um serial killer que injeta uma substância paralisante em uma mulher. E ela deve fugir, lutar e se esconder antes que seu corpo perca completamente seus movimentos.
O roteiro foi assinado pela dupla T.J. Cimfel e David White.
Capstone Studios também irá produzir o longa ao lado da Raimi Productions e Hammerstone Studios.
Em uma recente entrevista ao Collider, o showrunner e criador Eric Kripke trouxe atualizações muito interessantes sobre a aguardada 5ª temporada de ‘The Boys’.
Durante a conversa, Kripke revelou que o novo ciclo está a poucos dias de começar a ser rodado.
“Começamos a gravar uma semana depois da próxima segunda-feira. Isso dá menos de duas semanas [para o início das filmagens]”, ela afirmou.
Kripke também foi questionado se o elenco da atração sabe como a série terminará – considerando que o próximo ciclo será o último.
“Não contei [a eles]”, ele respondeu. “Já estamos avançados o suficiente para que eu possa definir os arcos amplos dos personagens – mas são os arcos emocionais, para que os atores possam começar a trabalhar em como é sua jornada e no direcionamento de algumas reviravoltas. Francamente, ainda estamos trabalhando em alguns deles, mas temos uma noção sólida do ponto de chegada, emocionalmente falando”.
Lembrando que a temporada final deve estrear apenas em 2026.
Mason Dye (‘Stranger Things’) fará parte da nova temporada interpretando Bombsight, um dos supers mais antigos que estava bastante ativo nos anos 1950. Além disso, Jensen Ackles (‘Supernatural’) reprisará seu papel como Soldier Boy
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
Segundo o Deadline, Emma Roberts e sua companhia Belletrist Productions irão produzir uma série baseada no elogiado romance ‘One Fifth Avenue’.
Intitulada ‘One Fifth’, Roberts entra como produtora ao lado de Marci Klein.
O romance, publicado em 2008, é assinado por Candace Bushnell.
Confira a sinopse oficial:
O One Fifth Avenue, uma beleza art déco que se eleva sobre um dos bairros mais antigos e historicamente descolados de Manhattan, é um endereço único – o tipo de edifício em que você precisa entrar de uma forma ou de outra. Para as mulheres protagonistas do romance, esse edifício é essencial para as vidas que cuidadosamente estabeleceram – ou esperam estabelecer. Da esposa do rei de um fundo de finanças à idosa colunista de fofocas e à atriz de espírito livre (uma refugiada recente de Los Angeles), o plano de jogo de cada pessoa para uma vida rica se reúne sob o telhado alto desse prédio histórico.
Bushnell, que também é o nome por trás da coluna e do livro ‘Sex and the City’, entra como produtora executiva e roteirista.
As informações também indicam que Roberts tem chances de estrelar o projeto.
Mais detalhes não foram divulgados.
Uma adaptação seriada de ‘One Fifth Avenue’ estava em desenvolvimento pela ABC entre os anos de 2011 e 2012, trazendo Josh Safran e Mark Gordon como criadores. Todavia, a atração foi descartada.