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‘Elsbeth’: Michael Emerson é escalado para a 2ª temporada do spin-off de ‘The Good Wife’

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A 2ª temporada de Elsbeth, série derivada de The Good Wife, estreou recentemente nos Estados Unidos – e acabou de escalar mais um membro ao seu elenco.

Segundo o DeadlineMichael Emerson (‘Evil’, ‘Lost’) foi contratado para os novos episódios em um papel recorrente. Mais detalhes não foram revelados.

Emerson é esposo de Carrie Preston, que interpreta a personagem titular do spin-off.

 

A série serve como uma extensão do seriado original e foca na personagem de Preston, a talentosa advogada Elsbeth Tascioni.

Após uma carreira de sucesso em Chicago, a história seguirá a astuta (mas não convencional) advogada enquanto ela utiliza seu ponto de vista singular para fazer observações únicas e pegar criminosos brilhantes ao lado do NYPD.

Wendell Pierce (‘Jack Ryan’) e Carra Patterson (‘Turner & Hooch’) também fazem parte do elenco.

Jonathan Tolins servirá como showrunner e produtor executivo. O roteiro será assinado pela dupla Robert King e Michelle King, criadores da série original.

Vale lembrar que Carrie Preston participou de 14 episódios de ‘The Good Wife‘ – que lhe rendeu um Emmy como Melhor Atriz Convidada –, e 5 episódios de ‘The Good Fight‘.

Francisco de Assis Pereira, conhecido como o Maníaco do Parque, pode ser SOLTO em 2028

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Maníaco do Parque‘, filme baseado no caso real que aterrorizou São Paulo nos anos 90, chegou recentemente ao catálogo do Prime Video.

Com Silvero Pereira (‘Pantanal’) no papel do motoboy Francisco de Assis Pereira, condenado por uma série de ataques e assassinatos, o filme acompanha a jornada de Elena, uma jovem jornalista interpretada por Giovanna Grigio (‘As Five’), em busca de desvendar a identidade do maníaco. A intensa cobertura da imprensa e o clima de tensão da época são retratados de forma realista, transportando o espectador para o centro dos acontecimentos.

serial killer foi apreendido pelas autoridades em 04 de agosto de 1998 e foi condenado a nada menos que 280 anos de prisão pelos crimes de estupro, homicídio qualificado, ocultação de cadáver e atentado violento ao pudor.

Atualmente com 56 anos de idade, o criminoso continua cumprindo sua pena em Iaras, penitenciária localizada na cidade de São Paulo. Porém, de acordo com a legislação brasileira, nenhum detento pode permanecer mais de três décadas na cadeia.

Isso significa que Pereira pode sair de seu cárcere em 2028, quando a prisão completar 30 anos. Todavia, é necessário que ele passe por inúmeros testes psicológicos para conseguir a autorização de liberação, provando que está apto a retornar à convivência em sociedade.

Vale lembrar que tanto o advogado de defesa quanto o advogado de acusação se posicionaram contra a soltura do condenado.

Além de Pereira e Grigio, o elenco conta com nomes como Marcos Pigossi (‘Cidade Invisivel’), Xamã (‘Renascer’), Mel Lisboa (‘Cara e Coragem’) e Christian Malheiros (‘Biônicos’).

A direção fica por conta de Maurício Eça, conhecido por seus trabalhos em filmes baseados em fatos reais, como a trilogia sobre o caso Suzane von Richthofen.

O filme é roteirizado por L.G. Bayão com Thaís Nunes, jornalista investigativa e documentarista, atuando como pesquisadora principal.

Crítica | Canina – Amy Adams Corre com os Lobos em TERROR Psicológico Cômico [Festival do Rio 2024]

Mulher com rosto sujo e cabelos molhados.
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Muitas gerações de mulheres cresceram condicionadas ao ambiente doméstico e a tudo que ele representa. Mulher não bebe, não fuma, não sai sozinha, não vai a festas, não senta de pernas abertas, não usa calças, não vota, etc. Essas construções foram acondicionando a mulher moderna cada vez mais dentro do ambiente do lar, onde sua única função era ser esposa – em vez de ser mulher – e, na maioria dos casos, ser mãe. Exercer essas duas funções que orbitam a vida do marido foi a única opção para muitas ao longo dos séculos – em muitos casos, ainda o é até os dias de hoje. Mas em 1992 uma psicanalista, Clarissa Pinkola Estés fez um estudo sobre esse tema, em que aponta os mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem. Partindo dessa filosofia, teve exibições no Festival do Rio 2024 o longa de terror psicológicoCanina’.

Mulher sorridente em supermercado.

Uma mãe (Amy Adams, de ‘A Chegada’) está fazendo compras no mercado com seu bebê e, enquanto seleciona os alimentos, se deixa invadir por pensamentos intrusivos, que a levam a questionar seu papel como mãe e a estagnação em que se encontra em sua vida. Seu marido (Scoot McNairy, de ‘Monstros’) viaja com frequência, ficando dias fora trabalhando, e, quando está em casa, comporta-se como um visitante, sem saber onde estão as coisas nem como agir. Enquanto aos poucos vai perdendo o juízo, essa mulher começa a ter insônias e, ao longo da madrugada, passa a ouvir ao chamado dos cães do lado de fora. Paulatinamente, essa mulher vai abandonando os comportamentos sociais e civis e passa a conviver com os cães, comportando-se cada vez mais selvagemente, tanto de dia quanto de noite.

Baseado no livro de sucesso ‘Nightbitch’ (que é o título original do filme), de Rachel Yoder (que também participa do roteiro), a produção traz os personagens e a construção do romance da escritora, ok, mas não menciona em nenhum momento a fonte dos estudos de Estés, que é quem coloca em palavras o pensamento sobre a mulher selvagem e cujo livro em que consta esses estudos se chama, literalmente, ‘Mulheres que correm com os lobos’. Então, é no mínimo deselegante não mencionar a autora, cuja pesquisa consta em todos os questionamentos da protagonista.

Ressalvas a parte, Amy Adams mais uma vez demonstra que sua essência está bem longe da Giselle de ‘Encantada’, buscando trabalhos cada vez mais desafiadores. Em ‘Canina’ a atriz basicamente carrega todo o arco dramático do filme sozinha, seja com diálogos em off consigo mesma, seja interagindo com outros personagens que não fazem ideia dos conflitos dentro dela. As cenas em que a personagem vai se entendendo como cachorra, observando o crescer dos pelos e dos dentes e saboreando carne crua com gosto reiteram porque Amy é uma atriz de cinquenta anos que já foi indicada ao Oscar três vezes.

Mulher olhando espelho com expressão surpresa.

Uma vez que o filme de Marielle Heller (de ‘Um Lindo Dia na Vizinhança’) é sobre o despertar da mulher selvagem, o contexto da maternidade é apenas um atrativo para o público, pois não é o foco do filme. O despertar na mulher selvagem nesse contexto é impulsionado pela solidão parental, em que embora ame seu filho, a mãe é anulada como mulher para ser tão somente mãe – e mais ainda, a mãe feliz.

Para tornar todo esse debate ainda mais atraente, a roupagem do terror ajuda a levar essa protagonista ao mais cru do comportamento animal, com boas cenas que são dosadas com inserções de humor repentinos, quase histéricos, diante do absurdo das situações em que a personagem se observa.

Mais do que um filme comercial de terror ou de comédia, ‘Canina’ é um filme filosófico, que tenta passar uma mensagem subliminar às suas espectadoras mulheres. Tomara que o público a entenda, mas ainda não temos previsão de estreia no Brasil.

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Já viu Todos? Conheça 12 Remakes de Clássicos de Terror dos Anos 80!

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Os anos 80 foram igualmente uma década inesquecível, muito querida, mas também uma época, digamos, peculiar. Com seus altos e baixos, seu lado positivo e negativo, os anos 80 são simplesmente inigualáveis. Algumas produções atuais que se passam nos anos 80 conseguem, através de um excelente trabalho de caracterização de época, recriar o sentimento do que foi o período para todos aqueles que não o conheceram compreender o que significou. Um bom exemplo disso é a série ‘Stranger Things’.

Mas temos também casos de produções dos anos 80 que terminam saindo da querida década para os tempos atuais. Isso se deve quando alguma refilmagem de um clássico do período ganha forma. O segredo é trazer a ideia toda para a modernidade. Bem, em alguns casos dá certo em outros não. Aqui, iremos adereçar doze remakes de clássicos dos anos 80, focando exclusivamente no nosso gênero preferido, o terror. Confira abaixo.

Hellraiser (2022)

Começaremos com o filme mais recente do lote. O remake de ‘Hellraiser – Renascido do Inferno’ foi lançado exclusivamente para o streaming e infelizmente quase ninguém assistiu. O filme até recebeu elogios modestos dos que se aventuraram, mas a conclusão foi de que o original é o que ainda prevalece. ‘Hellraiser’ não é uma franquia que podemos citar como bem-sucedida, e muitas de suas sequências lançadas direto em vídeo são dignas de qualquer nota. A verdade é que o original de 1987 ainda permanece como um baita filme de terror e um dos maiores representantes do gênero nos anos 80.

Brinquedo Assassino (2019)

Agora passamos para um remake que eu curiosamente gosto. Isso porque os realizadores desta reimaginação do boneco Chucky acertam na abordagem e na transição do conceito para os dias de hoje. Certos filmes dos anos 80 não cabem mais nos dias de hoje, a não ser que sua essência mude. Foi o caso com ‘Brinquedo Assassino’. Em 1988, um serial killer conhecedor de magia negra consegue através dos ritos transportar sua alma moribunda para dentro de um boneco. Amamos o original, mas hoje essa premissa seria digna de risadas. Assim, a ideia foi transformar em um boneco tecnológico dono de inteligência artificial, em uma história sobre amizade deturpada. Funciona muito.

Cemitério Maldito (2019)

No mesmo ano do remake de ‘Brinquedo Assassino’, ganhamos uma refilmagem sem qualquer personalidade. O ‘Cemitério Maldito’ original, de 1989, assombrou as crianças e adolescentes no fim dos anos 80 com seu tema macabro da vida além-túmulo. Alguns momentos do filme ainda marcam o subconsciente dos espectadores. Porém, é um filme que não resistiu ao teste do tempo, portanto, talvez seja melhor deixar as lembranças apenas na cabeça e não tentar revisitar o longa. O remake foi tão esquecível, que mesmo quem assistiu não consegue lembrar.

Poltergeist (2015)

Por falar em remakes sem personalidade e completamente esquecíveis, aqui temos um dos piores exemplares do lote. ‘Poltergeist’, de 1982, é um dos clássicos mais icônicos do período, que ganhou fama de ser extremamente assustador. O filme tem seus momentos, mas está longe do nível de ‘O Exorcista‘, por exemplo. Isso não tira de forma alguma seus muitos méritos como uma das melhores pedidas até hoje para o dia das bruxas. Mas esqueça suas sequências. Agora um que certamente não irá mexer com você é a deplorável reimaginação de 2015, mesmo contando com atores do porte de Sam Rockwell e Rosemarie DeWitt.

A Morte do Demônio (2013)

Voltamos para os bons remakes de clássicos. Ainda bem. ‘Evil Dead – A Morte do Demônio’, de Sam Raimi, lançado em 1981, foi o primeiro filme do diretor. E dizer que foi lançado talvez seja muita bondade, afinal se trata de uma produção tão independente que foi descoberta em rodinhas cult muito tempo depois de sua finalização. Foi a partir de ‘Uma Noite Alucinante’ (1987), a sequência, que todos começaram a procurar o original, inclusive aqui no Brasil. O remake pega bem o espírito da coisa, mas transforma em um resultado tão barra-pesada, que apesar de ser bom, muitos não conseguiram identifica-lo como ‘Evil Dead’. Acontece que o original e suas continuações possuem um clima próprio, dono de bastante humor nas entrelinhas – ausente na refilmagem.

A Hora do Espanto (2011)

Com um pé lá e outro cá, no meio termo entre uma refilmagem satisfatória e uma decepção, está essa atualização no clássico de vampiros ‘A Hora do Espanto’. O filme original, de 1985, foi um ponto tão fora da curva, um sucesso adorado, que nem mesmo uma continuação lançada três anos depois conseguiu fazer jus ao antecessor. E o que dirá uma refilmagem. Aqui temos o mesmo diretor de ‘Eu, Tonya’, Craig Gillespie, e o sujeito até que tenta de forma empenhada. Algumas coisas funcionam, como centrar a trama em Las Vegas (a cidade que propositalmente troca o dia pela noite), e outras não (como a caracterização do melhor amigo do protagonista). Colin Farrell, como sempre, está inspirado como uma versão moderna de Jerry Dandrige

A Hora do Pesadelo (2010)

O filme original do saudoso Wes Craven está completando 40 anos de lançamento em 2024. ‘A Hora do Pesadelo’ segue ainda hoje como um dos melhores exemplares, não apenas de uma produção slasher, como de um filme de terror dos anos 80 e de todos os tempos. O maníaco dos sonhos Freddy Krueger se tornou ícone pop e nos anos 80 estava em todos os lugares. A impressão foi tão forte que o personagem ainda ecoa até hoje. O que não ajudou muito foi a tentativa de reimaginar o clássico em 2010 – sem o intérprete que o imortalizou, Robert Englund. Os fãs podem até chiar, mas é o que terá que ser feito daqui para a frente, pois Englund se encontra com 77 anos. O remake não é de todo ruim, mas ficou soando como uma cópia carbono totalmente apagada do original.

Sexta-Feira 13 (2009)

Um ano antes de o remake de ‘A Hora do Pesadelo’, o outro ícone dos anos 80 ganhava nova roupagem. A verdade é que ambos ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’ pareciam ter tentado de tudo nos anos 80 e 90, e não se tinha muito mais para onde levar os personagens – a não ser para tramas repetitivas. Assim, Jason foi pro espaço, Freddy foi para o mundo real e os dois até mesmo se enfrentaram em um crossover (esse sim deveria ter ganhado uma continuação). Os anos 2000 ficaram conhecidos como a década dos remakes para os filmes do terror, e não apenas isso, mas reimaginações mais sombrias, dramáticas e realistas. O de ‘Sexta-Feira 13’ também fica entre erros e acertos. Um ponto onde acerta é no prólogo, em que conta o primeiro e o segundo filme logo na abertura, fazendo o remake na verdade ser do terceiro filme.

Dia dos Namorados Macabro (2009)

Dia dos Namorados Macabro’, de 2009, saiu no mesmo ano do remake de ‘Sexta-Feira 13’ e foi um filme bem melhor. Um dos motes da refilmagem foi se aproveitar do artifício que bombava na época: as salas e óculos 3D. O original era uma cópia canadense de ‘Halloween’ e ‘Sexta-Feira 13’, que pegava carona no sucesso slasher do início dos anos 80. O filme ficou conhecido como o slasher proletário, porque seus personagens eram todos jovens trabalhadores de uma mina de carvão em uma pequena cidade. No dia dos namorados, um maníaco começa a matar a população e ficamos tentando adivinhar quem dentre os personagens é o assassino. O remake segue essa linha, brinca bem com a situação e apresenta uma história bastante criativa. Esse é um dos melhores remakes de um slasher de todos os tempos.

Prom Night (2008)

De um remake slasher bastante satisfatório, passamos para um que deixou bastante a desejar. Assim como ‘Dia dos Namorados Macabro’ original, aqui temos um exemplar ainda mais obscuro, que apenas os aficionados pelo subgênero conhecem. Falo de ‘Baile de Formatura’, de 1980, que mesmo contando com a presença de Jamie Lee Curtis (saída de ‘Halloween’) continua nos dias de hoje sendo uma produção desconhecida do grande público. O remake achou que podia fazer o que quisesse, afinal o original não teria tantos defensores assim. Isso é verdade, já que não cabia tentar reproduzir o que havia sido feito lá atrás. Apesar de quase ninguém ligar para ‘Baile de Formatura’, o sentimento foi o mesmo quando todos deram de ombros para ‘A Morte Convida para Dançar’, o título até criativo da refilmagem, que escolheu falar sobre abuso contra a mulher, mas manteve uma censura baixa.

A Morte Pede Carona (2007)

A Morte pede Carona’ é outro clássico dos anos 80 que deixou toda uma geração apavorada com suas cenas para lá de chocantes. Seja a cena da lanchonete com “batatas fritas” bem diferentes ou quando o psicopata interpretado por Rutger Hauer resolve testar a elasticidade do corpo humano. Recentemente, ouvi a comparação de que o filme original de 1986 é basicamente uma outra versão de ‘O Exterminador do Futuro’ – e sem dúvida aqui também temos um maníaco que não pode ser parado. O remake não se atreve muito a se distanciar do que foi apresentado antes, apenas coloca o protagonismo em um casal e não apenas somente em um rapaz. Aliás, no desfecho ganhamos inclusive uma troca de gênero de protagonismo. Apesar dos esforços louváveis, esse é outro remake que ninguém fala.

Fog (2005)

Quando um remake tem o título diferente de seu original, optamos por chama-lo por seu nome em inglês (esse sim, igual no Brasil e nos EUA). O ‘Fog’ original é de 1980, também conta com Jamie Lee Curtis no elenco e é dirigido por John Carpenter. Por esse motivo, é claro que se trata de um filme cult com bastante fãs. Esse foi o filme que Carpenter fez depois de ‘Halloween’, mas não obteria o mesmo sucesso. Com o passar dos anos, mais e mais pessoas descobriram ‘Fog’, que no Brasil se chamou ‘A Bruma Assassina’. O Remake de 2005 resolveu chamar o filme de ‘A Névoa’, e criou um longa genérico e sem grandes atrativos – que surge como o típico produto da época e dessa categoria que se tornou um subgênero no período. É claro que efeitos especiais ocuparam o lugar dos efeitos práticos bacanas do original – assim, criando uma atmosfera mais artificial possível.

 

Crítica | The Outrun – Saoirse Ronan é ‘Lady Bird’ Adulta em Drama Sobre Alcoolismo [Festival do Rio 2024]

Pessoa de cabelo vermelho com mar ao fundo.
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A dependência é uma condição que, quando toma conta de alguém, se torna difícil de controlar. Quem vive ou viveu com alguém em seu convívio social que é dependente químico, emocional, financeiro etc, sabe o quão difícil é deixar esse estado. Porque depender é uma condição em que coloca o indivíduo a revelia de sua própria vontade, uma vez que é preciso alimentar e/ou responder ao vínculo invisível que a dependência cria, que amarra a pessoa numa posição de subjugação que muitas vezes têm consequências irreversíveis. Esse é o fio condutor do dramaThe Outrun’, que teve exibições ao longo do Festival do Rio 2024 e que ainda não tem previsão de estreia em circuito brasileiro ou nos streamings.

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Nora (Saoirse Ronan, de ‘Adoráveis Mulheres’ é uma jovem mulher de 29 anos em um relacionamento sério com Daynin (Paapa Essiedu, de ‘I May Destroy You’), com quem divide um apartamento em Londres. Mas a verdade é que não só o relacionamento deles não está bom, mas a própria vida de Nora está uma bagunça, uma vez que ela tem um problema de vício em bebidas alcoólicas e não consegue parar uma vez que começa, o que transforma qualquer evento em potencial auto humilhação. Sem saber muito como retomar as rédeas da própria vida, Nora retorna à Orkney, uma ilha no interior mais longínquo da costa da Escócia, onde vive seus pais, na esperança de se distanciar das tentações da capital e, assim, colocar sua vida nos eixos novamente.

Baseado no livro homônimo de Amy Liptrot, em poucos minutos fica claro ao espectador que ‘The Outrun’ mistura ficção e realidade com uma pitada de vida pessoal da produção envolvida. Amy co-escreve o roteiro com Nora Fingscheidt, adaptando o livro que é de memórias da própria Amy. A protagonista, Rona, além de ter um nome muito similar ao sobrenome da atriz principal – Ronan – tem comportamentos muito similares ao que já vimos em muitos outros trabalhos da atriz, como em ‘Lady Bird’ e ‘Desejo e Reparação’, fazendo com que realidade e ficção se misturem tanto na produção quanto no resultado final do filme.

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The Outrun’, na verdade, pode ser resumido como a versão adulta da adolescente que conhecemos em ‘Lady Bird’. Se naquele filme ela era uma jovem rebelde com uma mãe controladora, que tinha impulsos irresistíveis e uma grande capacidade de se autodestruir, aqui conhecemos Rona, uma jovem mulher de 29 anos que ninguém sabe como se sustenta financeiramente, mas ela vive de bar em bar e de boate em boate em Londres bebendo todas e se metendo em muitas confusões às quais é conduzida pelo excesso de bebida. Um filme parece ser a sequência do outro.

De uma maneira bem próxima, ‘The Outrun’ busca retratar a personalidade caótica de uma mulher viciada em bebida alcóolica, com dificuldades de assumir o vício para si mesma e de manter qualquer tipo de tratamento para melhorar. Dessa forma, acompanhamos um ano bem caótico na vida de Rona, indo e vindo em suas viagens e em suas tentativas de cura, até um final totalmente simbólico e metafórico.

The Outrun’ tem boa atuação de Saoirse Ronan, mas não traz nada que já não tenhamos visto dela ou em outros filmes. Com belas paisagens e uma narrativa tão bagunçada quanto a vida da protagonista, o espectador tem dificuldades para sentir empatia ou para se conectar, devido as constantes ruptura com o arco dramático.

Pessoa pensativa em cozinha à noite, olhando janela.

10 Filmes de drama sobre o universo MUSICAL para assistir na Netflix!

A Netflix tem um dos melhores acervos dos streamings quando pensamos em quantidade. O bom disso é que podemos navegar por temas e sempre achamos coisas boas por lá. Pensando nisso, resolvemos separar uma lista com 10 filmes de drama sobre o universo musical para assistir na Netflix!

 

Conheça o Tomás?

Dirigido por María Torres, essa comédia dramática mexicana nos mostra um homem que promete a namorada cuidar do irmão dela durante um dia e acaba indo parar num casamento onde os conflitos acontecem.

 

99 canções

Na trama, conhecemos um homem em busca de alcançar um espaço no concorrido cenário musical que um dia topa o desafio de compor 100 músicas para a mulher que ama.

 

A Voz Suprema do Blues

Na trama, acompanhamos quatro músicos negros que chegam para tocar em um estúdio com uma das cantoras mais aclamadas da época, Ma Rainey (Viola Davis). Dona de uma forte personalidade e cheia de exigências para iniciar a gravação, vamos ao longo dos pouco mais de 90 minutos de projeção vendo seus conflitos com seu agente Irvin (Jeremy Shamos), o dono do estúdio Sturdyvant (Jonny Coyne) e principalmente um de seus músicos que também compõe, Levee (Chadwick Boseman).

 

Rocketman

Na trama, que teve um orçamento na casa dos 40 milhões de dólares, conhecemos pitacos da vida de Sir Elton John (Taron Egerton, na maior parte do tempo) ao longo dos anos, da infância até a adolescência, dos tempos que estudava na prestigiada Royal Academy of Music até perto do ano de 1970 quando começa uma parceria fenomenal com o compositor Bernie Taupin (seu amigo até hoje) e se torna aos poucos, com shows de tirar o fôlego, uma das grandes lendas do universo musical do planeta Terra. Sempre com suas roupas chamativas e seus óculos coloridos, Elton John foi criando uma história linda que merecia ganhar as telonas.

 

Não olhe para Trás

Na trama, conhecemos o famoso cantor Danny Collins (Al Pacino), um homem que vive de fama, whisky, shows e drogas faz 40 anos.  Sem lançar um novo sucesso por bastante tempo e sem ter muitas esperanças em seu futuro, após receber de presente uma carta que John Lennon escreveu para ele anos atrás e que ele não sabia, resolve embarcar em uma jornada comovente buscando resolver positivamente seu relacionamento com seu único filho Tom Donnelly (Bobby Cannavale). Nessa jornada, acaba reencontrando sentimentos que estavam perdidos em seu cotidiano, um deles, quem provoca é a gerente de hotel Mary Sinclair (Annette Bening), por quem Danny criará sentimentos fortes.

 

Já fui famoso

Na trama, acompanhamos um músico que fez sucesso no passado quando era integrante de uma boy band. Mais velho, tem uma surpreendente segunda chance de alcançar o sucesso.

 

Elis

Na trama, conhecemos a vida pessoal e carreira de Elis Regina, uma das maiores vozes de nosso país. A direção é de Hugo Prata e o projeto é protagonizado por Andréia Horta.

 

Gonzaga de Pai pra Filho

Dirigido por Breno Silveira, o longa-metragem Gonzaga de Pai pra Filho conta a história do excelente músico Luiz Gonzaga, seus dramas, sua carreira e a relação conturbada com o filho, Gonzaguinha.

 

Simonal

Dirigido por Leonardo Domingues e protagonizado pelo excelente ator Fabrício Boliveira, o longa-metragem nos mostra partes da vida pessoal e carreira de um dos cantores de maiores sucessos da MPB, Wilson Simonal.

 

Whiplash

Na trama, acompanhamos o jovem músico Andrew (Miles Teller), um garoto talentoso que estuda na escola de música mais prestigiada dos Estados Unidos. O protagonista é um prodígio da bateria e não pensa em outra coisa a não ser estudar e aperfeiçoar todos seus movimentos. Certo dia, durante uma seleção surpresa para a principal banda de Jazz da escola em que estuda, Andrew é recrutado pelo temido professor Fletcher (J.K. Simmons) e assim começa uma trajetória de dor, sofrimento, dedicação, esforço e amor pela música.

 

Crítica | Betânia – Sensibilidade e Humor Envolvem os Lençóis Maranhenses em Delicioso Filme [Festival do Rio 2024]

Uma das melhores coisas de um festival de cinema é a oportunidade que se tem de ver a filmes que, do contrário, talvez o público não tivesse acesso, dada as janelas pequenas de exibição no circuito. Ainda mais se tratando de filme brasileiro, cuja oportunidade de ver em tela grande é sempre menor, pois a concorrência com as produções estrangeiras é enorme. Felizmente no Brasil temos eventos como o Festival do Rio, que trouxe para o grande público o filme ‘Betânia’, que, após bela jornada no Festival de Berlim, desembarcou no Rio de Janeiro para duas emocionantes exibições, com direito a cortejo do boi maranhense ao final das sessões.

Duas pessoas conversando em lagoa cercada, árvores ao redor.

Num pequeníssimo povoado, no interior do Maranhão, Betânia (Diana Mattos) resiste em sair de sua casa após a morte do seu marido, pois, segundo ela, agora que a energia elétrica chegou à sua casa, ela não vai embora. Suas filhas – Irineusa (Michelle Cabral) e Jucélia (Rosa Ewerton Jará) – se preocupam com o isolamento da mãe e a convencem a se mudar para a casa de uma delas, em Betânia, onde Tonhão (Caçula Rodrigues), genro de Betânia, trabalha como guia de turismo aos visitantes dos Lençóis Maranhenses. Entre dias de luta e dias de mais luta, a família passa o tempo entre os percalços do cotidiano e as pequenas vitórias que dão gosto à vida.

Betânia’ é um filme que você começa a assistir sem saber o que esperar e, sem perceber, ele vai te conquistando e te conduzindo para um universo de sensações surpreendentes, de cores e sabores de um pedaço de Brasil longe dos holofotes do centro urbano, mas recheado de personagens e personalidades maravilhosos.

O coração dessa produção certamente são os personagens, bem escritos e bem encontrados pelo diretor Marcelo Botta (que anteriormente levou ao festival a comédia ‘Abestalhados 2’). Betânia, a protagonista, é tão natural e adorável, que passa aquela sensação de que é a mãe/avó de alguém que conhecemos, pois age e fala como se não tivesse uma câmera ali; não à toa, a atriz ganhou Menção Honrosa no Festival do Rio 2024. Tonhão (Caçula Rodrigues), com seu jeitão observador, protagoniza a sequência mais hilária do filme, um talento nato do cinema brasileiro. Vitória (Nádia D’Cássia) e Antonio Filho (Ulysses Azevedo) super naturais como filhos/netos desses personagens, protagonizando os clássicos embates de geração causam identificação no espectador. Todo o elenco – que conta ainda com Tião Carvalho, Vitão Santiago e Anouk Mulard – é excelente, em perfeita sintonia, fazendo a gente acreditar que são mesmo uma família.

O roteiro de Marcelo Botta parte da história da protagonista ‘Betânia’ para contar uma história de família, tendo o desértico Maranhão desconhecido (a época de baixa temporada dos Lençóis) como pano de fundo, costurando, assim, um retrato de Brasil tão real quanto as situações colocadas no filme, e, dessa forma, provocando o riso, a empatia e o afeto no espectador. Soma-se a isso a ótima escolha de locações e a belíssima fotografia (de Bruno Graziano), que transporta a gente para aquele cenário paradisíaco de deserto e de água da ponta extrema do país.

Betânia’ é simplesmente um filme adorável, com um elenco em perfeita sintonia e que emociona de verdade. Com ares de filme arte, ‘Betânia’ surpreende pela excelente qualidade de sua história e de sua equipe, e mostra que o melhor do Brasil é o brasileiro. Imperdível, e está também em exibição na Mostra de Cinema de São Paulo.

Pessoas celebram ao redor de uma fogueira na praia.

‘Like a Dragon: Yakuza’: Adaptação em live-action chega ESTA SEMANA ao streaming!

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A aguardada adaptação live-action deLike a Dragon: Yakuza chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

A série tem lançamento marcado para o dia 25 de outubro na plataforma de streaming.

Sob a direção de Take Masaharu e Takimoto Kengo, a série narra a história de Kiryu Kazuma, um poderoso e respeitado membro da Yakuza, que se destaca por seu forte senso de justiça e humanidade. A trama se desenvolve em dois períodos, 1995 e 2005, mostrando as consequências das escolhas de Kiryu e de seus amigos de infância.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Takeuchi Ryoma interpreta o protagonista Kazuma Kiryu, enquanto Kento Kaku vive o antagonista Akira Nishikiyama.

O roteiro e a história da série foram elaborados por Sean Crouch e Nakamura Yugo, com roteiro japonês de Yoshida Yasuhiro e Yamada Kana.

A série Like a Dragon: Yakuza será lançada em dois lotes de três episódios cada, com estreia marcada para os dias 25 de outubro e 1º de novembro no Prime Video. Para garantir que a história alcance o público global, a série contará com legendas e dublagens em 30 idiomas.

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Confira o trailer dos episódios FINAIS de ‘Grotesquerie’, série de TERROR de Ryan Murphy

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O Disney+ finalmente anunciou quando ‘Grotesquerie‘, nova série de terror do Ryan Murphy (‘American Horror Story’), será lançada em seu catálogo nacional.

A produção estreará no serviço de streaming no dia 23 de outubro.

Na trama, uma série de crimes hediondos abala uma pequena comunidade. A detetive Lois Tryon sente que esses crimes são assustadoramente pessoais, como se alguém — ou algo — a estivesse provocando. Sem pistas e sem saber a quem recorrer, ela aceita a ajuda da Irmã Megan. No entanto, elas se encontram presas em uma teia sinistra que só parece levantar mais perguntas do que respostas.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Niecy Nash-Betts (‘Dahmer’) estrela a produção, que ainda conta com Courtney B. Vance (‘Lovecraft Country’), Lesley Manville (‘Nosso Amor’) e Travis Kelce no elenco.

‘Inexplicável’: Letícia Spiller e Eriberto Leão em trailer de filme sobre MILAGRE real

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‘Inexplicável’, o novo longa nacional estrelado por Letícia Spiller (‘O Sétimo Guardião’) e Eriberto Leão (‘Além da Ilusão’), acaba de divulgar seu trailer oficial.

O longa tem estreia marcada para o dia 07 de novembro nos cinemas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado no livro “O Menino que Queria Jogar Futebol: Uma História de Fé e Superação”, de Phelipe Caldas, o filme retrata a vida do jogador mirim paraibano Gabriel Varandas. Após conquistar um título de campeão no futsal, o jovem enfrentou graves problemas de saúde e chegou a ser dado como morto. Milagrosamente, ele se recuperou, deixando os médicos sem explicação.

Dirigido por Fabrício Bittar (‘Amor Sertanejo’), o longa conta com um elenco de peso, incluindo Letícia Spiller, no papel da mãe de Gabriel, Yanna; Eriberto Leão, interpretando o pai, Marcus; e Miguel Venerabile dando vida ao protagonista.

André Ramiro (‘Tropa de Elite’) vive o Dr. Christian, o médico que luta pela vida do jovem atleta, enquanto Suely Franco (‘Minha Mãe É uma Peça’) interpreta a avó, Suelene.

Adriana Lessa (‘Amado’) e Victor Lamoglia (‘Tá Escrito’) completam o elenco.

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‘Espíritos na Escola’: 2ª temporada da série de suspense ganha teaser e data de estreia!

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de ‘Espíritos na Escola‘ (School Spirits), série de suspense estrelada por Peyton List (‘Cobra Kai’).

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 09 de março de 2025.

Confira:

Lembrando que o próximo ciclo traz o retorno dos criadores Megan TrinrudNate Trinrud e do showrunner Oliver Goldstick.

Na trama, Maddie é uma adolescente presa na vida após a morte investigando seu próprio desaparecimento misterioso; ela parte em uma jornada para resolver crimes enquanto se ajusta ao ensino médio na vida após a morte, mas quanto mais perto ela chega da verdade, mais segredos e mentiras ela descobre.

Criada por Megan Trinrud e Nate Trinrud, a série é baseada no livro homônimo escrito pela própria dupla ao lado da Maria Nguyen.

O elenco ainda conta com Kristian Flores, Milo Manheim, Spencer MacPherson, Kiara Pichardo, Sarah Yarkin, Nick Pugliese e Rainbow Wedell.

‘Creature Commandos’: Animação que marca o início do DCU ganha trailer INCRÍVEL; Confira!

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Foi divulgado o trailer completo de Creature Commandos, nova animação da DC Studios.

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Vale lembrar queCreature Commandos será a primeira animação a inaugurar Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn.

A série estreará no serviço de streaming da Max no dia 05 de dezembro.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os capítulos serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros‘, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

‘The Big Bang Theory’: Kaley Cuoco revela que ADORARIA reprisar seu papel como Penny

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Em entrevista à PEOPLEKaley Cuoco revelou que adoraria reprisar seu papel como Penny em uma produção derivada da adorada série The Big Bang Theory.

A popular sitcom se estendeu por nada menos que 12 temporadas, sendo exibida entre 2007 e 2019, e levou diversos prêmios para casa.

“Eu passei doze anos interpretando esse papel, e realmente deu uma guinada na minha carreira. Devo muito à personagem, ao show, ao [criador] Chuck Lorre, ela disse. “Foram alguns dos melhores anos da minha vida, e me diverti muito”.

Cuoco continua: “eu adoraria reprisar esse papel”.

Anteriormente, em entrevista ao Who’s Talking To Chris Wallace?, Jim Parsons também comentou sobre a possibilidade de retornar ao universo de ‘The Big Bang Theory‘.

Apesar de não ter planos para reprisar o papel do protagonista Sheldon Cooper, o ator não descarta voltar a viver o personagem no futuro:

“No momento, não tenho planos [para reprisar o papel], mas eu nunca diria nunca para nada. A vida é muito longa e muda constantemente.”

Ele completa: “a série original é muito especial, mas seria muito difícil dar continuidade a ela. Não há necessidade [de fazer uma sequência]. É como eu me sinto no momento. Mas, como já disse, a vida é muito longa.”

Vale lembrar que o ator narrou e retornou para o último episódio do spin-off ‘Young Sheldon‘, que, por sua vez, ganhará o seu próprio derivado: ‘Georgie & Mandy’s First Marriage‘.

Estrelada por Montana JordanEmily Osment, a produção estreou no último dia 17 de outubro.

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‘Terrifier 3’ já arrecadou mais de VINTE VEZES o valor do seu orçamento

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Sucesso! A sequência ‘Terrifier 3‘ já arrecadou sólidos US$ 41.5 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de vinte vezes o valor do seu custo de produção – que girou em torno de US$ 2 milhões. Para termos de comparação, o filme anterior havia contado com um orçamento de apenas US$ 250 mil.

Nos EUA, o terror arrecadou US$ 9.3 milhões em seu segundo final de semana, sofrendo uma queda de apenas -50% (considerada baixa para o gênero). Ao total, o longa já soma US$ 36.2 milhões no país.

No mercado internacional, a produção acrescenta US$ 5.3 milhões.

Vale lembrar que o longa estreou no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 18.3 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana. O valor quase dobrou as projeções iniciais, que indicavam uma estreia doméstica em torno de US$ 10 milhões.

O terror independente ainda conseguiu desbancar filmes de grandes estúdios, como ‘Robô Selvagem‘ (US$13.5M) e ‘Coringa 2: Delírio a Dois‘ (US$7.1M) – que amargou uma queda de -82% em seu segundo final de semana no país, o que representa um recorde negativo para uma produção de super-heróis.

Aclamado entre os críticos – com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o terror também parece ter agradado os espectadores. O longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore – que é considerada uma boa média para o gênero.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

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‘Venom 3: A Última Rodada’: Knull segura a NECROESPADA em nova imagem inédita

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Uma nova imagem de ‘Venom 3: A Última Rodada‘ mostra o Deus dos Simbiontes, Knull, pela primeira vez com a famosa Necroespada.

A imagem oficial foi postada pela insider “MyTimeToShineHello”, exibindo o vilão em um momento imponente, sentado em seu trono enquanto segura a poderosa espada, que também já foi utilizada por Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Confira:

Recentemente, ‘Venom 3: A Última Rodada’ também ganhou um novo clipe que revela a voz do Knull, o grande vilão da sequência.

Assista:

 

Com estreia marcado para o dia 24 de outubro no Brasil, e 25 nos Estados Unidos, ‘Venom 3: A Última Rodada’ deve ter uma sólida bilheteria de lançamento.

Segundo o Deadline, o terceiro capítulo da franquia deve abrir com US$70 milhões em sua estreia nos cinemas.

Os rumores de uma possível batalha entre Venom e o Homem-Aranha estão gerando muitos debates entre os fãs.

A expectativa do público para um encontro entre os dois personagens é muito alta; no entanto, até agora, nada foi confirmado oficialmente.

Em entrevista, Tom Hardy, o protagonista de ‘Venom’, afirmou que sempre soube que faria três filmes com o personagem, porém, deixou o futuro em aberto, indicando que poderá reprisar o papel em outros filmes.

“Eu amo interpretar o Venom, mas o contrato acabou e sempre soubemos que faríamos três, e este é o melhor de todos. Demos tudo de nós nisso e absolutamente amamos. É um ambiente baseado no que as pessoas querem, então quem sabe o que o futuro reserva?”, revelou Tom Hardy.

Com isso, também surge a possibilidade de Eddie Brock ficar frente a frente com o Homem-Aranha, o que traria o aguardado conflito entre o Amigão da Vizinhança e Venom.

Quando questionado sobre o Homem-Aranha, Hardy se mostrou empolgado para enfrentar o herói nas telonas; no entanto, terminou a resposta em tom de brincadeira, possivelmente para despistar os fãs.

“Vou lutar contra o Homem-Aranha quando ele quiser… Eu adoraria isso, quem não adoraria? Eu adoraria lutar contra o Batman como Venom. Há muito a se fazer com esses personagens.” 

Relembre o trailer:

O longa mostrará a maior ameaça já enfrentada por Eddie e o simbionte: o vilão Knull.

Knull é um dos vilões mais poderosos da Marvel, conhecido como o “Deus dos Simbiontes”.

Com a habilidade de manipular a escuridão primordial, ele pode controlar sombras e também simbiontes, incluindo aquele que se liga a Eddie Brock. Sua presença representa uma grande ameaça, prometendo uma trama intensa em ‘Venom 3: A Última Rodada’.

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

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‘Sorria 2’ arrecada US$ 23 milhões e SUPERA estreia do 1º filme nos EUA

Pessoa sorrindo artificialmente com ajuda das mãos.

Sucesso! A sequência ‘Sorria 2‘ alcançou o topo das bilheterias dos EUA, arrecadando sólidos US$ 23 milhões em seu primeiro final de semana.

O valor conseguiu superar o lançamento do primeiro filme no país, que abriu com US$ 22.6 milhões, em 2022.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 23 milhões através de 62 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 46 milhões.

Para termos de comparação, ‘Sorria 2‘ registrou um lançamento 41% acima do desempenho do longa original. Além disso, a produção se tornou a maior abertura do ano para um filme de terror em 13 mercados, incluindo França, Alemanha e Itália.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência também parece ter agradado os espectadores, recebendo uma nota B do público no CinemaScore. Além de ser uma ótima avaliação para o gênero, a média também supera a nota recebida pelo primeiro filme (B-).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

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Prestes a embarcar em uma turnê mundial, a cantora pop Skye Riley (Naomi Scott) começa a viver experiências aterrorizantes e inexplicáveis. Tomada pelo horror e pela pressão da fama, Skye é forçada a confrontar seu passado para retomar o controle de sua vida antes que seja tarde demais.  

Parker Finn retorna à direção.

Kyle Gallner reprisa seu papel do primeiro filme. O elenco ainda conta com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).

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Silvero Pereira e Giovanna Grigio falam sobre ‘Maníaco do Parque’ e elegem ‘Monster’ como o MELHOR True Crime [EXCLUSIVO]

Três pessoas, duas sorrindo, uma com expressão séria.
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Maníaco do Parque, inspirado no caso real que aterrorizou São Paulo nos anos 90, já está disponível no Prime Video.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Silvero Pereira e Giovanna Grigio falaram sobre a produção que narra a história de um dos mais notórios serial killers do Brasil.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Com Silvero Pereira (‘Pantanal’) no papel do motoboy Francisco de Assis Pereira, condenado por uma série de ataques e assassinatos, o filme acompanha a jornada de Elena, uma jovem jornalista interpretada por Giovanna Grigio (‘As Five’), em busca de desvendar a identidade do maníaco. A intensa cobertura da imprensa e o clima de tensão da época são retratados de forma realista, transportando o espectador para o centro dos acontecimentos.

Além de Silvero Pereira e Giovanna Grigio, o elenco conta com nomes como Marcos Pigossi (‘Cidade Invisivel’), Xamã (‘Renascer’), Mel Lisboa (‘Cara e Coragem’) e Christian Malheiros (‘Biônicos’).

A direção fica por conta de Maurício Eça, conhecido por seus trabalhos em filmes baseados em fatos reais, como a trilogia sobre o caso Suzane von Richthofen.

O filme é roteirizado por L.G. Bayão com Thaís Nunes, jornalista investigativa e documentarista, atuando como pesquisadora principal.

Irmã de Liam Payne faz TOCANTE homenagem ao cantor após tragédia: “Me desculpe por não ter conseguido te salvar”

Casal sorrindo em casamento, vestido e terno.
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Liam Payne, ex-membro do One Direction, faleceu aos 31 anos, abalando o mundo da música.

Agora, Ruth Gibbins, irmã do cantor, divulgou uma tocante homenagem em suas redes sociais para lamentar a tragédia ocorrida e celebrar sua memória.

Em seu Instagram oficial, Gibbins escreveu:

“Não acredito que isso esteja acontecendo. Muitas vezes abri meu coração publicamente com orgulho de Liam, mas não muito sobre a vida como sua irmã. Liam é meu melhor amigo, [ninguém] jamais conseguia me fazer rir tanto quanto ele”.

Ela explicou que Payne “se mudou quando tinha dezessete anos para ir atrás de seus sonhos” e que ela o visitava constantemente durante sua passagem pelo programa The X Factor, do qual participou antes de ganhar fama mundial como membro do grupo One Direction.

Gibbins também diz que o astro sempre adorou a boyband da qual fez parte e que se referia constantemente aos outros membros como seus “irmãos”.

“Liam, minha mente está lutando para acompanhar o que está acontecendo e não entendo para onde você foi”, ela continua, dirigindo-se diretamente ao irmão. “Eu só quero dirigir até sua casa e entrar no embalo da música e encontrar você sentado lá, escrevendo uma canção”.

Gibbins acrescenta que Payne possuía uma grande “bondade” e tinha a “capacidade de me fazer rir”. Ela também afirmou que sente orgulho de “chamá-lo de meu irmão e de meu melhor amigo”.

“Não acho que este mundo era bom ou gentil o suficiente com você e, muitas vezes, nos últimos anos, você teve que se esforçar muito para superar tudo o que estava sendo direcionado a você. Você só queria ser amado e fazer as pessoas felizes com sua música. Você nunca acreditou que era bom o suficiente, espero que agora você possa ver essa onda de amor que não recebeu antes”.

Gibbins conclui a postagem com os seguintes dizeres: “me desculpe por não ter conseguido te salvar. Te amo, e meu coração sente muito a sua falta, Ru. Pela última vez, preciso que você saiba: estou aqui se precisar de qualquer coisa, eu dirigiria até o fim do universo para trazê-lo de volta”. 

Segundo informações do The Guardian, Payne faleceu devido a múltiplos traumas e sangramentos internos e externos provocados por uma queda de uma sacada no terceiro andar de um hotel em Buenos Aires.

A autópsia confirmou que as lesões na cabeça do pop star foram suficientes para resultar em sua morte.

As investigações também indicaram que ele estava sozinho no momento da queda. Cinco testemunhas foram ouvidas, e substâncias apreendidas em seu quarto sugeriram o consumo de álcool e drogas.

DC Studios não seguirá o modelo da Marvel em seus filmes

James Gunn, diretor e co-chefe dos DC Studios, compartilhou sua visão sobre os futuros lançamentos do estúdio, destacando que cada projeto terá seu próprio estilo.

Descartando a possibilidade de o universo cinematográfico seguir um padrão, assim como a Marvel faz com o UCM, Gunn garantiu que a DC Studios fará filmes únicos, sem uma estética geral a ser seguida.

“Cada projeto que sairá da DC Studios é algo próprio. Comando das Criaturas, por exemplo, será diferente do Superman quando for lançado. É um universo conectado, mas não estamos impondo nenhum tipo de estética geral”, afirmou Gunn.

Dessa maneira, os fãs da DC podem esperar por experiências variadas nos próximos projetos da marca, com histórias que contenham uma identidade própria.

Vale lembrar que, recentemente, o co-CEO da DC Studios afirmou que o estúdio pode desistir de projetos anunciados no futuro, priorizando apenas o desenvolvimento de filmes que tenham bons roteiros.

Para deixar claro, eu mencionei que todos os projetos que anunciamos inicialmente ainda estão em desenvolvimento, mas isso não significa que eles ainda serão lançados. O que vai definir isso são os roteiros! Nunca colocaremos um roteiro ruim em produção só porque foi anunciado”, escreveu James Gunn.

 Superman’, filme que tem lançamento marcado para o dia 11 de julho de 2025, será o início do DCU sob o comando de Gunn.

David Corenswet interpretará o Super-Homem, enquanto Rachel Brosnahan viverá Lois Lane no longa.

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Novo thriller de espionagem com Kate Beckinsale chega ESTA SEMANA ao streaming!

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Canário Negro‘ (Canary Black), novo thriller de espionagem estrelado por Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’), chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 24 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Pierre Morel é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Matthew Kennedy.

Uma agente de alto escalão da CIA, Avery Graves, é chantageada por terroristas para trair seu próprio país para salvar seu marido sequestrado. Separada de sua equipe, ela recorre a seus contatos do submundo para sobreviver e ajudar a localizar a cobiçada inteligência que os sequestradores querem. Traída a cada passo, ela deve confiar em seu treinamento de ponta e habilidades primitivas de luta em uma corrida mortal para realizar um resgate que pode desencadear uma crise global.

O elenco ainda conta com Rupert Friend, Ray Stevenson, Saffron Burrows, Ben Miles, Goran Kostić e Michael Brandon.

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