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POLÊMICA! Processo de Sean ‘Diddy’ Combs troca de Juiz sem justificativas claras

sean combs
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As polêmicas em torno de Sean “Diddy” Combs continuam aumentando, enquanto a situação parece longe do fim.

Agora, mais um capítulo surgiu, com o processo ganhando um novo juiz sem motivos conhecidos. Segundo informações do jornalista Meghann Cunniff, o juiz Andrew L. Carter deixou a causa sem qualquer explicação revelada.

Ainda de acordo com o jornalista, o juiz distrital Arun Subramanian foi o escolhido para substituir Carter.

Com a mudança, especula-se que Sean “Diddy” Combs tentará um novo pedido de fiança, aproveitando o fato de que o novo juiz tem liberdade para diferir das decisões tomadas anteriormente.

Enquanto isso, o processo toma proporções cada vez maiores.

Recentemente, Bryan Freedman, afirmou que muitas celebridades estão perdendo a tranquilidade após Tony Buzbee, que representa supostas 120 vítimas do cantor, ter afirmado que um grupo de cúmplices importantes do rapper será nomeado na ação conjunta contra o cantor.

“Muitas pessoas do mais alto nível, incluindo artistas, executivos, empresários e outros, não estão dormindo bem agora. Aqueles que permitiram ou encorajaram conscientemente o comportamento, enquanto permaneciam em silêncio, devem se preocupar. Eu represento uma série de pessoas que estão preocupadas em serem mencionadas injustamente”, explicou Bryan Freedman.

Devido ao fato de o rapper ter uma carreira significativa e bem-sucedida, especula-se que muitas pessoas da indústria musical podem estar envolvidas no caso de Sean Combs.

O ‘Caso Diddy‘ também ganhou outro capítulo polêmico na última quinta-feira, com o relato de um homem que afirma ter comparecido a uma festa do rapper quando tinha apenas seis anos.

Justin Litovsky confirmou, em entrevista ao New York Post, que presenciou uma das festas polêmicas, afirmando ter visto drogas, além de mulheres fazendo topless na piscina.

A festa em questão ocorreu no dia 3 de julho de 1999.

“Me lembro de ter muita maconha e um bando de mulheres fazendo topless na piscina, e ao redor dela. Toda vez que íamos a algum lugar com piscina, eu queria nadar”

De acordo com o New York Post, a festa em questão ocorreu nos Hamptons, em Nova York. Jay-Z,Lil’ Kim, Donna Karan, Magic Johnson, Patti LaBelle e Keith Richards eram alguns dos famosos presentes no churrasco de Diddy.

rapper e produtor Sean “Diddy” Combs continua sob forte investigação após ser acusado por diversas vítimas de tráfico sexual, extorsão e promoção de prostituição.

Vale lembrar que Diddy foi preso no último dia 16 de setembro com o que o Departamento de Justiça caracterizou como um esquema de anos para abusar e explorar sexualmente mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.

ENTENDA O CASO

As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.

Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.

Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.

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No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&B Aaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.

Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.

Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.

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Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney “Lil Rod” Jones, que trabalhou com Diddy em seu último álbum de estúdio (‘The Love Album: Off the Grid’), alegou em mais um processo que Combs e seus associados engajaram em “atividades ilegais”.

Jones acompanhava Combs e viaja com ele no período entre setembro de 2022 e novembro de 2023. Ele afirma que, durante essa época, ele sofria assédios sexuais constantes de Combs, sendo pressionado a participar de atos sexuais ou até mesmo a procurar profissionais do sexo para seu chefe – além de testemunhá-lo drogando pessoas em suas festas. Jones, inclusive, possuía horas e mais horas de material em câmera, visto que era forçado a gravá-lo constantemente: o conteúdo em questão inclui videoclipes que comprovam inúmeros eventos promovidos por Combs com garotas menores de idade e profissionais do sexo.

Jones também alega que Diddy tentou forçá-lo a ter relações sexuais com ele, tendo sofrido inúmeros assédios e abusos enquanto vivia na cada de Combs na Flórida, em Los Angeles e em Nova York – e até mesmo no iate que alugou nas Ilhas Virgens Americanas.

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Em virtude de sua influência, Combs teve relacionamentos com grandes nomes do cenário musical e do entretenimento. Entre os anos de 1999 e 2001, ele namorou Jennifer Lopez e, à época, foi detido após um tiroteio em Manhattan por “violações de armas e acusações adicionais”. No mesmo período, Thalia Graves revelou ter sido drogada e estuprada por Diddy quando tinha apenas 25 anos de idade.

Outros nomes relacionados a Combs incluem 50 Cent, que sempre teve uma rixa de proporções midiáticas com o produtor – acusando-o, inclusive, de ser responsável pela morte de Notorious B.I.G.. Em 2023, 50 Cent revelou que estava trabalhando em um documentário para explorar as múltiplas alegações contra Combs, intitulado Diddy Do It?’. Jay-Z também possuía um forte relacionamento com Diddy, e foi inclusive criticado por 50 Cent e por Nicki Minaj por não ter se pronunciado frente às polêmicas.

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Na ocasião, Nicki afirmou: “queremos saber se você estava presente durante o abuso de adolescentes e crianças. É o que queremos saber. [Todos] eles precisam manter os holofotes em mim para que ninguém lhes pergunte sobre as acusações contra o melhor amigo deles”.

Vale lembrar que Minaj trabalhou tanto com Combs quanto com Jay-Z no passado. Todavia, Jay-Z não foi citado em qualquer dos processos.

Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.

‘As Branquelas’ foi INSPIRADO nas polêmicas de Diddy? Confira e compare!

A prisão de Sean “Diddy” Comb foi marcada por graves acusações de crimes sexuais, e gerou uma onda de especulações nas redes sociais, incluindo uma teoria que sugere que o filme ‘As Branquelas’, lançado em 2004, pode ter sido inspirado pelos comportamentos do músico em suas festas extravagantes.

Internautas afirmam que o personagem Latrel Spencer, interpretado por Terry Crews, foi baseado em Diddy reflete o comportamento abusivo que ele exibia na indústria do entretenimento.

Além dele, o personagem Russ, vivido por Steven Grayhm, poderia ter sido inspirado na relação entre Diddy e Leonardo DiCaprio, que era frequentador assíduo de suas festas durante os anos 2000. Russ é abusado por Latrel e sai em uma cadeira de rodas.

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Em uma das cenas, a protagonista é leiloada e afirma que não quer ser arrematada pelo Buff Daddy.

Outro ponto que chamou a atenção foi uma cena do filme em que todos os convidados precisam usar roupas brancas, similar às festas temáticas que Diddy costumava realizar, especialmente nas Hamptons. Os irmãos Wayans, criadores do filme, também foram frequentadores dessas festas, mas Marlon Wayans comentou em uma entrevista que nunca presenciou nada de anormal, embora se perguntasse sobre as atividades que ocorreram após sua saída.

Diddy, que foi um ícone do hip hop nas décadas de 1990 e 2000, agora enfrenta sérias acusações de extorsão, sequestro e tráfico sexual, com sua ex-namorada Cassie Ventura afirmando ter sido abusada durante o relacionamento.

As investigações estão em andamento, e a busca em suas casas em Miami e Los Angeles resultou na descoberta de mil frascos de óleo de bebê, levantando mais suspeitas sobre suas práticas.

A conexão entre as festas de Diddy e ‘As Branquelas’ levanta questões intrigantes sobre a linha entre a vida real e a ficção no entretenimento, fazendo com que muitos se perguntem sobre a verdadeira inspiração por trás do filme.

Nos anos 1990, Sean John Combs, conhecido por seu nome artístico Diddy, tornou-se um dos principais nomes não apenas do cenário hip-hop, como da música. Responsável por descobrir nomes como The Notorious B.I.G., Mary J. Blige e Usher, Combs ascendeu a uma fama estrondosa, coletando frutos de seu trabalho nas décadas seguintes. Porém, a carreira e a vida pessoal do artista deram uma guinada potente nos últimos dias quando ele foi preso após ser acusado de extorsão, tráfico sexual forçado e transporte para fins de prostituição.

Marlon Wayans se pronunciou sobre o caso e confirmou que frequentava as festas de Diddy; no entanto, também afirmou que não costumava ver muito do que acontecia no local.

“Mesmo que eu frequentasse essas festas, nunca via nada disso. Quando ouço falar sobre, eu me pergunto ‘que horas isso aconteceu?. Eu sempre saia cedo. Sempre fui embora umas 3h30 da madrugada!”, afirmou Marlon Wayans.

Diddy foi preso no último dia 16 de setembro com o que o Departamento de Justiça caracterizou como um esquema de anos para abusar e explorar sexualmente mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.

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As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.

Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.

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‘Terrifier 3’ se torna o primeiro terror a ser BANIDO para menores na França desde ‘Jogos Mortais 3’

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A sequência ‘Terrifier 3‘ continua causando polêmica ao redor do mundo! De acordo com o Bloody Disgusting, o Comitê de Classificação da França baniu menores de idade de assistirem ao terceiro filme da franquia.

Em outras palavras, nenhum menor de idade poderá conferir a produção nas telonas, mesmo acompanhado de um adulto responsável.

Essa é a primeira vez que isso acontece no país desde o lançamento de ‘Jogos Mortais 3‘, de 2006.

Em comunicado ao site, os distribuidores francesas declararam: “Só podemos lamentar essa inesperada decisão final, que prejudicará seriamente o lançamento do filme, que está sendo aguardado por dezenas de milhares de espectadores franceses. ‘Terrifier 3’ é um filme do gênero slasher, com violência exagerada e irrealista. O filme nunca se leva muito a sério, e sabemos que os espectadores terão a maturidade necessária para entender e apreciar essa abordagem artística.”

Vale lembrar que onze pessoas abandonaram a sessão do longa durante sua estreia no Reino Unido.

Nove desses espectadores deixaram o cinema durante a cena de abertura, antes mesmo dos créditos iniciais, e um espectador chegou a vomitar antes do filme alcançar 10 minutos de exibição.

“Onze pessoas deixaram a sessão de ‘Terrifier 3’, nove durante a cena de abertura, e teve um fã que acabou vomitando. […] Uma mulher levantou e foi embora durante a cena do massacre no chuveiro. Outra mulher abandonou a sessão e disse que estava começando a ter um ataque de pânico por causa de uma cena em que o Art está fingindo ser o Papai Noel, cercado por crianças no shopping.”

Aclamado pelos críticos, o terror conquistou impressionantes 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral destaca as cenas ultraviolentas, ressaltando o excelente uso de efeitos práticos. Apesar da trama fraca, os críticos sabem exatamente o que os espectadores querem do filme: muitas cenas sangrentas e mortes inventivas!

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Terrifier 3’ continua a tendência da franquia de apresentar uma trama rasa recheada de uma experiência cinematográfica ultraviolenta.” (Slant Magazine)

“‘Terrifier 3’ entrega aos fãs exatamente o que eles querem — mortes ainda mais memoráveis. É um filme mais sombrio e cruel, que alguns podem achar menos lúdico do que o anterior. No entanto, o cenário natalino adiciona um toque fresco e animado à brutalidade.” (Sean Chandler Talks About)

“Com ‘Terrifier 3’, o diretor Damien Leone pinta sua Capela Sistina com sangue e tripas. Lauren LaVera arrasa!” (Fresh Fiction)

“‘Terrifier 3’ traz uma abundância de efeitos práticos impressionantes, mas sua narrativa é dispersa de maneiras que prejudicam a sequência.” (IGN Movies)

“Art traz sua carnificina ultraviolenta para o feriado natalino, e eu estou totalmente a favor disso! O novo filme consegue apresentar um ótimo equilíbrio entre o tom dos filmes anteriores, enquanto continua a alcançar novos limites de violência. Lauren LaVera brilha como uma Sienna vingativa e desequilibrada!” (Cody Leach)

“‘Terrifier 3’ apresenta algumas mortes satisfatórias e efeitos práticos incríveis, mas com uma duração de mais de duas horas, é improvável que isso satisfaça alguém além dos fãs mais dedicados da franquia.” (FandomWire)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Crítica | A Forja – O Poder da Transformação: Filme Cristão Retrata Mudança de Vida Através da Palavra de Cristo

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O Brasil é um dos países que mais possui pessoas que se identificam com a religião cristã e com o catolicismo. São mais de quinhentos anos desde a primeira chegada dessa religião nesse território, e a fé se mantém firme desde então. E mais recentemente as histórias e exemplos oriundas dessa religião tem ganhado espaço na dramaturgia, seja na televisão aberta (com novelas inspiradas em passagens da Bíblia), seja nos cinemas, com histórias e personalidades da Bíblia ou de pessoas que tiveram suas vidas transformadas a partir do contato com a palavra de Deus. Parte desse segundo segmento, estreou na semana passada, no circuito nacional, o longa ‘A Forja’, filme cristão estadunidense que poderia tranquilamente ser um filme brasileiro.

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Isaiah (Aspen Kennedy) é um jovem maior de idade que não estuda nem trabalha, e passa o dia todo jogando videogame ou jogando basquete. Sua mãe, Clara (Karen Abercrombie), preocupadíssima com a falta de responsabilidades do filho, lhe dá um ultimato: ele tem um mês para encontrar um emprego e começar a pagar um aluguel em casa, afinal, ela não vai ficar se matando de trabalhar para sustentar um garoto folgado. A contragosto, Isaiah vai para rua procurar um emprego e acaba esbarrando na loja de produtos de ginástica Moore Fitness, cujo dono, Joshua Moore (Cameron Arnett), decide dar uma oportunidade para esse jovem arredio. Mas, o que era para ser apenas um emprego para pagar as contas acaba transformando a vida do jovem Joshua para sempre.

O argumento de ‘A Forja’ é simplesmente brilhante, e isso é mérito dos inteligentes roteiristas Alex Kendrick e Stephen Kendrick. O longa simplesmente pega todos os elementos comuns a todas as sociedades do mundo, e com os quais o espectador comum rapidamente se identifica: a história de um jovem homem preto abandonado pelo pai e criado por uma mãe solo, que não quer responsabilidades com a vida e cuja mãe – batalhadora, e que obviamente é cabeleireira – faz das tripas coração para sustentar sua vida; amigos suspeitos que tentam desvirtuar o protagonista, um homem bondoso que decide dar uma chance à ovelha desgarrada; um jovem que milagrosamente ouve o chamado de Deus e da noite para o dia justifica todos os méritos de sua vida a Ele; uma história de superação com base no esforço coletivo, que é motivado pela fé em Cristo; um exemplo de transformação a partir do perdão e da reviravolta de uma vida desocupada para um exemplo a ser seguido graças à disciplina da fé.

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Com todos esses elementos tão comuns e tão clichês, não é difícil tocar o coração do seu público-alvo, que justamente quer e espera ver esses exemplos. Nesse sentido, realmente não importa a origem do filme, pois a história se encaixa na vida de qualquer pessoa – principalmente quando o filme é amplamente divulgado e ganha cópias dubladas, o que permite que o longa seja um programa inspirador em família.

Para além de todos esses lugares-comuns, o grande lance do filme é a tal ‘A Forja’ – local de encontro de um grupo de homens que forjam uns aos outros na palavra de Jesus. Se tirarmos o elemento cristão dessa equação, fica muito claro que, na real, o que todo mundo precisa é de um grupo de apoio, uma “forja” onde possa se refugiar, onde possa pedir ajuda e possa receber suporte de todo tipo, pois todos ali estão na mesma sincronia. E a história da humanidade é toda forjada por clubinhos desse tipo, principalmente frequentado por homens, então, para além da ficção e da fé, fica a dica de o espectador procurar seus grupos de apoio, seja ele dentro ou fora da igreja.

Inteligentemente construído, ‘A Forja’ é um filme inspirador que faz uso dos clichês mais clichês para tocar o espectador. Com elenco carismático, merece mesmo todo o sucesso que vem conquistando.

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10 ÓTIMOS filmes que poucas pessoas conhecem e estão na prime video!

Uma das vantagens da chegada dos streamings de forma definitiva em nossas vidas é conhecer muito mais filmografias de todos os lugares do mundo. Como algumas dessas obras ficam perdidas pelos vastos catálogos, fizemos uma enorme pesquisa, num dos maiores streamings disponíveis no Brasil, o Prime Video, e indicamos abaixo 10 ótimos filmes:

 

A Viagem de Fanny

Na trama, ambientado na década de 40 na França, e baseada em fatos reais, conhecemos a jovem Fanny (Léonie Souchaud) uma menina corajosa e teimosa que vive com as irmãs em um lar repleto de outras crianças judias. Na França, durante a segunda guerra, judeus confiavam seus filhos a diversas instituições encarregadas de protegê-los de qualquer ameaça. Certo dia, com a iminente invasão nazista a instituição que Fanny estava, ela precisa fugir com um grupo de outros pequenos e tentar de todas as formas chegar até o território suíço.

 

Detrás De La Montaña

Na trama, conhecemos Miguel (Benny Emanuel), um responsável jovem, abandonado pelo pai no nascimento, que trabalha como datilógrafo em um escritório público na Cidade do México. Sua vida é simples, vive com sua mãe – que sofre até o presente pelo abandono do marido – em um humilde apartamento e tem o sonho de chamar Carmela (Renée Sabina), uma cliente regular do seu trabalho, para um encontro. Após uma tragédia, dominado por sentimentos conflitantes nos quais se vê amplamente perdido, resolve ir atrás do pai para dar um ponto final na história dele.

 

A Noite do Traidor

Na trama, conhecemos Marie (Nathalie Baye), uma mulher da alta sociedade francesa no pós guerra que resolve reunir alguns amigos de um grupo que fez parte da resistência francesa durante a ocupação nazista mas que não se viam faz mais de uma década. Após amistosas reapresentações, o clima esquenta, com o grupo descobrindo que seu líder, morto em uma possível emboscada durante os conflitos de outrora, foi traído por um deles. Assim, uma pergunta terá que ter respostas, qual deles foi o traidor?

 

Un Actor Malo

Na trama, durante um dia cheio de reviravoltas, conhecemos Daniel (Alfonso Dosal) e Sandra (Fiona Palomo), dois artistas com bom relacionamento fora das câmeras que estão rodando um filme. Numa das cenas, Sandra acusa Daniel de má conduta, desencadeando uma série de situações. Ela vai em busca de apoio jurídico para uma denúncia, enquanto a produção do filme tenta contornar a situação. Ao longo dessa jornada, as consequências são mostradas de várias formas, chegando até mesmo ao circo midiático que logo se mostra presente.

 

Todo o Silêncio

Na trama, conhecemos Miriam (Adriana Llabres), filha de pais surdos que trabalha como professora de libras em uma escola. Ela vive uma vida feliz ao lado da namorada Lola (Ludwika Paleta) e investe tempo e dedicação na carreira teatral. Às vésperas de interpretar uma personagem de uma peça de Tchekhov, após uma consulta médica, descobre estar ficando totalmente surda, fato esse que mudará para sempre sua trajetória e sonhos.

 

Uma História em Montana

Na trama, conhecemos Cal (Owen Teague), um jovem estudando para ser engenheiro civil  volta às pressas para o rancho da família no Estado de Montana para ajudar no momento crítico em que se encontra seu pai, à beira da passagem. Buscando resolver os problemas burocráticos, afetado pelas dívidas de seu progenitor, acaba reencontrando seu irmã Erin (Haley Lu Richardson), após sete anos. Os irmãos, que se mantiveram distantes durante todo esse tempo, precisarão encontrar novas formas de entender um ao outro, além de resolver um impactante trauma do passado.

 

Uma Lição de Amor

Na trama, acompanhamos Antoine (Thomas Blanchard) um jovem que teve escolhas difíceis no passado que retorna para a cidade onde nasceu e foi criado logo procurando Camile (Judith Chemla), sua ex-namorada e sua filha, a pequena Elsa que nunca conheceu. Quando Camille resolve deixar Elsa com Antoine, o protagonista embarca em uma jornada de descobertas sobre o valor de ser um pai presente.

 

O Charlatão

Na trama, conhecemos em diversas passagens de sua vida o curandeiro Jan Mikolásek (Ivan Trojan) que na adolescência, depois de ajudar a irmã que estava à beira de ter a perna direita amputada, começa a acreditar que possui um dom ou mesmo alguma habilidade quase inexplicável pelo seu conhecimento de ervas medicinais. Filho de um jardineiro, ele possui um relacionamento muito complicado com o pai que é rompido de vez quando o protagonista foge de casa e busca mais explicações para suas técnicas que se baseiam em diagnósticos por meio de análises das urinas dos que procuravam sua ajuda, técnica que lapidou com uma curandeira no início de sua fase adulta. O tempo passa e a questão da fé e também do amor começam a ganhar protagonismo na sua reclusa vida.

 

Belos Sonhos

Baseado no livro Fai Bei Sogni, de Massimo Gramellini, Belos Sonhos, conta a história de Massimo, um amante do futebol que tempos mais tarde vira jornalista de um importante jornal que possui um grande trauma, quase uma lacuna não preenchida sobre as lembranças que cercam o falecimento de sua mãe quando Massimo era apenas uma criança. Percorrendo uma linha do tempo que vai e volta, vamos juntando aos poucos o complexo quebra cabeça da trajetória emocional de Massimo com muitas surpresas e momentos de redenções ao longo dos emocionantes 134 minutos de projeção.

 

Flocking

Na trama, conhecemos a jovem Jennifer (Fatime Azemi), uma estudante do ensino médio que após uma festa no vilarejo onde vive denuncia que foi abusada por um jovem de sua idade chamado Alex (John Risto), filho de uma influente família da região. Assim que todos na comunidade onde vivem ficam sabendo da denúncia, Jennifer vira a vilã da história pois todos acreditam que Alex nunca poderia ter cometido uma violência desse tamanho. Assim, ao longo de todo o processo de denúncia, Jennifer e sua família sofrerão dolorosamente punições da comunidade onde sempre viveram.

 

 

 

Crítica 2 | Coringa: Delírio a Dois – Um Filme Que Faz Jus ao Seu Título

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Em 2019, foi unanimidade: o filme do “Coringa” era excelente. Desde suas primeiras exibições, nos festivais internacionais, até sua estreia, o burburinho comprovava a maestria do longa – tanto que foi indicado ao Oscar, e ganhou dois, de melhor trilha sonora e melhor ator. Mas, como tudo que faz sucesso no mundo capitalista, houve uma demanda (e até certa pressão) para derivações desse primeiro longa, e assim começaram as conversas para o que hoje se tornou “Coringa: Delírio a Dois”, a grande estreia nos cinemas mundiais nessa semana.

Após matar cinco pessoas em Gotham City, Arthur Fleck (Joaquim Phoenix) foi encarcerado na prisão de Arkham, um asilo para presos com distúrbios psicológicos. Medicado, Arthur passa os dias sem nenhuma diferença, recebendo visitas da sua advogada (Catherine Keener). Porém, um dia Arthur é levado a uma outra ala, onde casualmente conhece Lee (Lady Gaga), que chama sua atenção. À medida que os dois frequentam aulas de canto juntos na ala A, a paixão entre eles aumenta, mas a proximidade do julgamento final de Arthur desperta gatilhos que poderão acordar o Coringa adormecido dentro dele.

Existe um ditado que diz “um bom roteiro nas mãos de um diretor ruim se torna um bom filme, mas um roteiro ruim nas mãos de um diretor competente de torna um filme ruim”. E é verdade isso, porque cinquenta por cento de qualquer filme (qualquer filme!) tem a ver com a história. O resto é técnica, entrosamento, dedicação – tudo isso pode estar lindamente em sincronia, mas, com uma história que não agrada, o filme não vai pra frente. E (parte-me o coração dizer isso) esse é o caso de “Coringa: Delírio a Dois”.

O roteiro de Scott Silver, Todd Phillips e Bob Kane pouco traz da atmosfera de Gotham City ao mundo do atual Arthur Fleck. O Batman, por exemplo, é sequer mencionado. A sensação é a de estarmos vendo um filme de drama processual cujo réu é um palhaço assassino. E se fosse isso estava tudo bem, mas tratava-se do Coringa, da DC… e tudo isso ficou em terceiro plano.

Terceiro, porque numa escala de prioridades, Lady Gaga veio antes nas preocupações da produção. Claro, ela é uma excelente cantora, mas, como Harley Quinn… ela simplesmente não entrou no personagem. Sua atuação fica algo entre o que já vimos em “Nasce uma Estrela” (logo quando ela surge no filme) e “Casa Gucci”, que é o que toma conta. As interações Fleck/Lee ocupam quase duas horas do roteiro, em sequências de repetições de ideias, de músicas, de falas que não levam a lugar algum na trama. Uma vez que a produção se demora muito mais nesse segundo ato (que é o tal delírio a dois), o filme acaba perdendo o espectador, que, confuso, torce inconscientemente para que o enredo volte aos eixos.

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Novamente, é a técnica de “Coringa: Delírio a Dois” que se destaca, trazendo uma vez mais sua canção tema que, toda vez que toca, é um prenúncio de tragédia. A direção de fotografia, cenografia e a direção do próprio Todd Phillips são de tirar o fôlego, com incontáveis cenas belíssimas- muitas das quais nas sequências musicais, que remetem a clássicos do gênero dos anos 50.

Coringa: Delírio a Dois” é um filme tecnicamente perfeito, mas com uma história delirante. Mesmo que no fim tudo se resuma ao Coringa ser um estado de espírito e não uma pessoa (e linkar com o Coringa de Heath Ledger), a sensação é a de termos visto um filme cuja piada todo mundo desejou rir, mas ninguém entendeu. Ainda assim, é possível que o longa seja indicado em quesitos técnicos do Oscar.

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Crítica | Chabadabadá – A Dramédia dá o tom do Universo Masculino em Série com Matheus Nachtergaele

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O homem, assim como a mulher, é um ser frágil. Todos nós levantamos nossos muros de proteção, mas, por dentro, possuímos armadilhas, gatilhos, ativações que podem despertar a qualquer momento e mostrar um lado nosso mais vulnerável, o qual lutamos fortemente para manter íntegro a maior parte do tempo. Essa imagem de dureza é especialmente requisitada socialmente aos homens, a quem o choro é algo proibido. Ou será que não? E o que acontece quando essa represa masculina de sentimentos se rompe, para onde vão as emoções? Esse é o mote de ‘Chabadabadá’, nova série brasileira em parceria entre o Canal Brasil e a Globoplay, que estreou no último final de semana.

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Quincas (Matheus Nachtergaele) está confortável na sua vidinha mediana. Colunista comportamental em um jornal, recebe seu salário, passa todas as noites num bar, certo de que todos os dias sua companheira, Rita (Lalá Vieira), estará esperando-o na cama, com a casa limpa e o cachorro deles, alimentado. Porém, certa manhã, Quincas acorda de uma ressaca e percebe que Rita não está. Pior: ela o abandonara. Incrédulo e perdido, Quinca não sabe o que fazer, o que sentir, e ainda com um cachorro a quem não sabe cuidar. Em busca de um novo rumo, ele começa a se envolver com Joana (Hermila Guedes), veterinária de Bombom, e a conversar com Mafê (Aura do Nascimento), com quem troca confidências on-line.

Dividida em seis episódios com menos de trinta minutos cada, ‘Chabadabadá’ captura a essência das ideias de Xico Sá, autor do livro homônimo no qual a série se inspira. Mais além, uma vez que o subtítulo do livro é “aventuras e desventuras do macho perdido e da fêmea que se acha”, tanto no bom sentido quanto no duplo sentido.

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A trama se desenrola pelas ruas do Recife, o que traz certo frescor aos olhos do espectador. A produção inclui atores locais para personagens que entram no enredo ao longo dos episódios, iluminando talentos da terrinha que se destacam devido às confusões em que se metem, como Mohana Uchôa e Aura do Nascimento.

Na contramão do que se anda produzindo, ‘Chabadabadá’ centra sua história no núcleo de um protagonista masculino e masculinizado, e que, mesmo diante do abandono por sua companheira, vai procurar seu conforto em um outro relacionamento, no qual entra por luxúria e que só ao fim encontra algo de retentor. Aliás as personagens femininas todas têm suas vidas atravessadas por atitudes machistas, que direta e indiretamente fazem com que elas sejam ultrapassadas de alguma forma e que acabem se conformando a contragosto com o ponto em que chegam em suas vidas.

Dirigido por Tuca Siqueira e Júlia Moraes e com uma boa fotografia, ‘Chabadabadá’ mostra o quão frágil é a fortaleza masculina, apesar dos esforços sociais para se provar o contrário. Com humor e ironia, vai descamando a dramédia que é a vida desse protagonista que se enraizou no centro do seu próprio mundo, incapaz de enxergar o entorno, para ilustrar a masculinidade e o machismo em suas diferentes formas.

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Crítica 2 | ‘Emilia Pérez’ – Explosão de BRILHANTISMO que se joga em uma impecável estrutura musical [Festival do Rio 2024]

O filme de abertura da 26ª edição do Festival do Rio é uma constante explosão de brilhantismo que se joga em uma impecável estrutura musical, sem limites para profundidades de seus complexos personagens, conversando com um contexto repleto de variáveis que vão desde os fortes sentimentos que afloram, após uma radical mudança, até a ganância e o poder. Não há tempo para escantear a violência. A corrupção, os cartéis, ganham seus espaços e reflexões. Por esse caminho, chegamos na força de sentimentos que entram em conflito, que logo se tornam pulsantes, com números musicais inesquecíveis.

Vencedor de dois prêmios no prestigiado Festival de Cannes desse ano, Emilia Pérez nos apresenta a brilhante advogada dominicana – que mora no México – Rita (Zoe Saldaña), completamente infeliz por estar sempre em casos duvidosos que mesmo com a vitória a deixa com a consciência nada tranquila. Um dia, recebe uma proposta inusitada de um dos mais perigosos chefes da máfia do país, Manitas (Karla Sofía Gascón – em atuação espetacular), que consiste em ela o ajudar a se tornar uma mulher e assim desaparecer, além de abandonar a vida no crime. Mas o que será que o destino aprontará ao longo dos próximos anos?

Livremente adaptada do romance Ecoute de Boris Razon, nesse filme marcante podemos equilibrar a narrativa em dois momentos que logo alcançam ações complementares, dentro do antes e depois de uma cirurgia de total mudança. Criar a desconstrução proposta e manter o discurso afiado, imersos em dilemas, é um caminho que o roteiro segue sem deixar as menções das emoções em cada parte. Através de números musicais que ficarão marcados em nossas memórias, o longa-metragem, fortíssimo candidato para o próximo Oscar – em algumas categorias – conhecemos personagens fascinantes com uma série de descobertas carregadas por sentimentos extremos.

Há um achado psicológico interessante, que navega por toda a trama. Como não existe a transferência de consciência, o roteiro estabelece a chegada da aceitação para se descobrir sentimentos próximos do amar, quase uma reversão em relação ao caos de outrora. Quando nos enxergamos nesse ponto, guiados por uma sensibilidade que salta ao exímio conjunto de imagens que conversam com o abstrato do pensar, temos dois olhares: a de um óbvio álibi e seus dilemas e o de um alguém em busca de mudanças mas não sabe muitas vezes lidar com marcas que acumulou por toda uma outra vida.

Indicado da França para o próximo Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard – diretor também do excelente Ferrugem e Osso – esse é um dos filmes imperdíveis da edição do festival carioca.

‘Amarga Navidad’: Pedro Almodóvar já está PREPARANDO seu próximo filme

Pedro Almodóvar já prepara seu próximo projeto após ter conquistado o Leão de Ouro com ‘O Quarto ao Lado’ no Festival de Veneza 2024.

O cineasta afirmou, em entrevista com Anne Thompson, do IndieWire, que seu novo filme se chamará ‘Amarga Navidad’ e marcará um retorno ao cinema em língua espanhola.

O cineasta, que completou 75 anos recentemente, em setembro, contou que já está finalizando o roteiro do filme. A obra será ambientada na Espanha, trazendo uma mistura de emoções com sua trama.

“Será uma tragicomédia sobre gênero. Há momentos de comédia e momentos de tragédia”, afirmou Pedro Almodóvar.

‘Amarga Navidad’ mostrará a história de uma mulher que acaba sendo abandonada por seu companheiro no período de Natal. As filmagens do longa devem começar no próximo ano.

Enquanto isso, Pedro Almodóvar estará ocupado divulgando ‘O Quarto ao Lado’, filme que gera grandes expectativas na temporada de premiações

O filme conta com as talentosas Julianne Moore (‘Segredos de Um Escândalo’) e Tilda Swinton (‘Era uma Vez um Gênio’), que vivem duas amigas de juventude, Ingrid e Martha, se reencontrando após anos separadas. Na trama, a amizade de ambas é colocada à prova por uma situação extrema, mas estranhamente doce.

O longa estreia dia 24 de outubro aqui no Brasil.

Confira o trailer legendado:

o quarto ao lado pôster
o quarto ao lado pôster

Lançado no Festival de Veneza 2024, ‘O Quarto ao Lado’ teve recepção bastante acalorada por parte do público.

Após a exibição, o longa-metragem foi ovacionado durante nada menos que 18 minutos e 36 segundos. Vale lembrar que tanto Almodóvar quanto Moore e Swinton estavam presentes no evento.

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‘O Poço 2’ estreia na Netflix | Analisamos o filme original, um dos mais VISCERAIS da Netflix

O gênero distópico sempre teve um lugar especial na literatura e nas telonas – principalmente no tocante à inclinação crítica. A criação de mundos que passaram por grandes reviravoltas e que encontraram um modo complexo e problemático de resolver seus problemas data desde o surgimento da arte fílmica, ganhando impulso com a emergência do cinema falado e novos capítulos na contemporaneidade. Desde adaptações como 1984′ e Admirável Mundo Novo’ até releituras de V de Vingança’ e Jogos Vorazes’, as narrativas normalmente trazem personagens comuns para o primeiro plano e os colocam em um arco de reflexão que quebra paradigmas e que acende uma faísca que urge por mudança – e, com frequência, por justiça.

Seguindo a estética e a preferência supracitadas, a Netflix investiu, em 2020, em um longa-metragem intitulado O Poço, que acaba de ganhar uma sequência.

O filme original incrementa o suis-generis com aspectos do thriller, do suspense e gore. Ambientada em uma prisão vertical com centenas de andares, o enredo gira em torno de Goreng (Iván Massagué), um homem que acorda numa cela cúbica ao lado de Trimagasi (Zorion Eguileor), um detento veterano que já está lá há dez meses e que tenta explicar (do modo mais cínico e mais árduo possível) como aquele lugar funciona. A cada trinta dias, uma dupla de prisioneiros é destinado a um dos andares e, para sobreviverem, só podem comer os restos da comida devorada pelos níveis superiores. Logo de cara, Trimagasi deixa bem claro que o lugar onde se encontram (a 48ª cela) é consideravelmente agradável, visto que podem se alimentar o suficiente para sobreviverem. Os problemas (e a verdadeira face de todos) vêm à tona quando, no mês seguinte, acordam no nível 171.

É um fato dizer que a soma de todos os fatores da produção é bem mais positiva pelas metáforas que induz com simulacros da realidade e por gentis inclinações a simbologias escondidas. A história, por si só, expande-se em um competente suspense que perdura os pouco mais de 90 minutos e nos envolve do começo ao fim – isso é, até o rechaçável grand finale que resolve não amarrar as pontas e transformar o protagonista num mártir messiânico sem consolidar o lado empático de sua personalidade. Na verdade, é-nos revelado que Goreng erroneamente escolheu ser trancafiado no Poço para “parar de fumar” ou algo assim, até descobrir, tarde demais, que não deveria jamais ter pensado nisso. Afinal, ele é atacado por um psicótico Trimagasi, tenta salvar uma perigosa e lunática assassina chamada Miharu (Alexandra Masangkay) e observa impotente enquanto alguns “colegas” se jogam no infindável buraco para acabarem com sua miséria.

As coisas começam a mudar de figura quando, depois do espetacular assassinato de seu algoz, o protagonista é transferido para o 33º nível e divide a cela com Imoguiri (Antonia San Juan), ex-funcionária que também resolveu entrar na prisão para se livrar de seus pecados e trazer um pouco de sensatez a bárbaros desumanos que não se importam com ninguém além de si mesmos. É Imoguiri, em sua conturbada autorrealização, que tenta em vão convencer as outras pessoas a comerem apenas o necessário e permitir que a plataforma de comida chegue com alimento o suficiente para os dos níveis mais baixos. Eventualmente, Goreng decide destruir o mecanismo de dentro para fora, aliando-se com Baharat (Emilio Buale Cokan) para racionar comida e permitir que todos comam.

Apesar dos claros deslizes, o filme constrói-se com uma estética impecável que transcende as expectativas da audiência e transforma claustrofóbicos quartos em uma imensidão de culpa internalizada e loucura, cortesia do diretor Galder Gaztelu-Urrutia. À medida que busca uma identidade própria, nutre suas habilidades de outros thrillers intimistas como O Quarto do Pânico’Jogos Mortais’ para analisar, ainda que na superfície, o retorno do ser humano à condição de selvageria e de impotência frente a um obstáculo invisível e amedrontar: a fome. O grande deslize, entretanto, isola-se no início do terceiro ato, que ergue-se num pedantismo épico sem sentido e acaba jogando todas as incríveis sutilezas no lixo em prol de uma presunçosa e infeliz resolução que não alcança a catarse à qual se propõe nem a crítica que explora nos blocos anteriores.

Na verdade, as próprias alegorias trazidas pela equipe criativa premeditam o que se pode esperar das reviravoltas: cada um dos prisioneiros pode trazer consigo um objeto qualquer; Goreng escolhe o clássico romance Dom Quixote’, de Miguel de Cervantes, mas não à toa: tanto a trama do livro quanto a do filme discorrem sobre a necessidade do sacrifício e da morte, e caminham para um final que nunca resolve as questões levantadas, fazendo com que nos perguntemos se realmente absorvemos tudo o que foi apresentado. Mesmo os nomes dos personagens principais e coadjuvantes não foi escolhido ao acaso; pelo contrário, trouxeram significados mais profundos que explicam partes dos arcos e ações a priori incompreensíveis.

O Poço é uma interessante adição ao catálogo da plataforma de streaming – e um convite à reflexão de extrema importância nos dias de hoje, almejando a tópicos de discussão como empatia e comunhão. Apesar da agridoce decisão do roteiro em mudar o curso principal, somos envoltos em uma névoa de tensão que nos impede de desviar os olhos por sequer um segundo (inclusive nas cenas mais explícitas).

Agora, a sequência já está disponível no catálogo. Será que o filme precisava de uma continuação?

‘Ninguém Quer’: Sucesso da Netflix foi inspirado em romance real; Conheça a história!

ninguem quer
ninguem quer

Ninguém Quer (Nobody Wants This), a nova série de comédia estrelada por Kristen Bell (‘The Good Place’) e Adam Brody (‘Ficção Americana’), já está disponível na Netflix. Baseada em fatos reais, a trama tem conquistado os corações do público.

Durante uma entrevista ao Los Angeles TimesErin Foster, a criadora da série, revelou que se inspirou em sua própria vida para desenvolver a história de uma apresentadora de podcast sobre sexo que se apaixona por um rabino.

Foster é casada com Simon Tikhman, embora ele não seja um rabino, ele é judeu, e as diferenças culturais entre eles serviram de inspiração para o enredo.

O casal se conheceu em 2018, em uma academia em Los Angeles. Naquela época, Foster analisou o perfil de Instagram de Simon, que apresentava apenas fotos dele com os pais ou jogando em um time de basquete local, o que a deixou ainda mais interessada.

No entanto, havia um aspecto importante da identidade dele: ele era judeu.

Embora esse detalhe não tivesse grande relevância para ela, para Simon era uma questão significativa.

Durante o primeiro encontro do casal, enquanto tomavam suco após o treino, Tikhman compartilhou: “Com quem eu me casar, ela tem que ser judia”. Embora não se considere particularmente religioso, ele carrega a herança cultural da sua família, que fugiu da antiga União Soviética em 1979 por serem perseguidos por sua religião.

Foster cresceu em uma família sem religião e, mesmo assim, a ideia de se converter nunca a assustou. Ela buscava a tradição que lhe faltou na infância.

“Uma grande parte do que me atraiu em Simon foi que ele é engraçado, legal e moderno, mas também tem um toque de tradição. Ele sempre se preocupava em manter os laços familiares”, diz Foster.

Após se apaixonarem, Foster se converteu ao judaísmo e o casal se casou em uma celebração de Ano-Novo em 2019. Em maio, deram as boas-vindas à sua primeira filha, uma menina.

Para Erin Foster, a série é uma verdadeira “carta de amor” ao seu relacionamento, refletindo a complexidade e a beleza da união que construíram.

Ninguém Quer’ está disponível na Netflix.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

A primeira temporada conta com dez episódios.

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‘O Sobrevivente’: Katy O’Brian se junta ao elenco do remake estrelado por Glen Powell

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De acordo com o Deadline, Katy O’Brian (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’) entrou para o elenco do remake do clássico ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man), que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Glen Powell (‘Twisters’) será o protagonista da nova versão.

O longa está programado para estrear no dia 21 de novembro de 2025.

Os últimos finais de semana do ano geralmente são muito competitivos nos cinemas norte-americanos e o filme enfrentará uma disputa direta com ‘Wicked: Parte 2‘ e um blockbuster ainda não especificado da Warner Bros.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Corte original de ‘A Hora do Vampiro’ tinha 3 HORAS de duração, afirma diretor

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Em entrevista ao Den of Geek, Gary Dauberman (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) revelou que o corte original de ‘A Hora do Vampiro‘ (Salem’s Lot), adaptação da obra de Stephen King, tinha cerca de três horas.

O diretor afirmou que teve que cortar muitas cenas – especialmente envolvendo os personagens secundários –, incluindo a sequência de abertura, que adaptaria um plot do livro que foi completamente ignorado na nova versão.

“Meu primeiro corte de ‘A Hora do Vampiro’ tinha cerca de três horas de duração. Tivemos que deixar muita coisa de fora. Meu primeiro rascunho do roteiro tinha umas 180 páginas porque eu estava tentando incluir tudo [do livro]. Muitos desses cortes envolviam os personagens secundários, então foi triste ter que tirar essas cenas, mas foi um mal necessário.”

Ele completa, “No livro, Ben entra na Mansão Marsten e vê o fantasma do Hubert Marsten. Eu filmei essa cena e a usei como a abertura do filme, mas parecia muito confusa para os espectadores; uma história de fantasma dentro de um filme de vampiros. Para mim, aquela cena era importante para mostrar o motivo do Ben acreditar em vampiros, mas não estávamos contando aquela história, então tivemos que cortar a cena.”

Vale lembrar que o terror já está disponível no serviço de streaming do Max.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Gary Dauberman, roteirista de ‘It: A Coisa‘ e ‘A Freira 2‘, é responsável pela direção.

Ben Mears regressou a Jerusalem’s Lot com a esperança de que entrar na Casa Marsten, uma velha mansão há muito alvo de rumores obscuros – e Ben já atravessou aquela porta, ainda criança -, o ajude a exorcizar os seus próprios demônios e lhe forneça inspiração para o seu próximo romance.

Salem’s Lot é uma pequena cidade em New England, as casas revestidas com ripas de madeira pintadas de branco, as ruas ladeadas por árvores, os sinos no topo da igreja… No entanto, quando dois rapazes se aventuram no bosque próximo e apenas um deles sai, Ben suspeita que a povoação possa estar rodeada por algo mais sinistro.

Na verdade, a sua cidade está sitiada por forças obscuras muito para lá da imaginação e apenas ele e um pequeno séquito de aliados podem fazer frente ao Mal que cresce em ‘Salem’s Lot.

O elenco ainda conta com Makenzie Leigh (Susan Norton), Bill Camp (Matt Burke), Alfre Woodard (Dra. Cody), John Benjamin Hickey (Padre Callahan), Pilou Asbæk (Richard Straker) e Spencer Treat Clark (Mike Ryerson).

O livro foi previamente adaptado para as telinhas em 1979, com direção de Tobe Hooper. Em 1987, Larry Cohen comandou a sequência. Em 2004, a TNT lançou uma minissérie dividida em duas partes, estrelada por Rob Lowe.

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‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ deve ser RENOVADA para 3ª temporada ainda esse mês

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Os showrunners JD Payne e Patrick McKay estão focados no futuro de ‘Os Anéis de Poder; no entanto, a terceira temporada ainda não foi confirmada oficialmente.

A situação gerou especulações, já que a segunda temporada havia sido confirmada pela Amazon antes mesmo da estreia do primeiro ano. Porém, a renovação parece ser apenas uma questão de tempo.

Na apresentação durante a UK Upfront, a Amazon destacou o sucesso da série, que resultou em mais de 55 milhões de espectadores no Prime Video com a segunda temporada.

Jennifer Salke, chefe do estúdio, revelou no evento que O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poderse mantém entre as cinco séries mais assistidas do serviço de streaming.

Dessa forma, a expectativa sobre uma renovação cresceu consideravelmente. Especula-se que a terceira temporada da produção ambientada na Terra-média será confirmada ainda neste mês de outubro.

De acordo com os showrunners, a equipe de roteiristas para a terceira temporada já está pronta, composta por nomes como Justin Doble e Ben Tagoe.

Enquanto os fãs aguardam pela renovação, a 2ª temporada completa de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ já está disponível no catálogo do Prime Video.

O 8º e último capítulo do ciclo, intitulado ‘Sombra e Chama’, foi ao ar na última quinta-feira, 03 de outubro, na plataforma de streaming – e agora os fãs podem assistir na íntegra à iteração.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Ahsoka’: Nova temporada pode DEMORAR mais do que o esperado

A segunda temporada de ‘Ahsoka enfrentará uma espera maior do que o esperado, com a produção começando apenas após 2024.

Estrelada por Rosario Dawson, que interpreta Ahsoka Tano, a série foi renovada após o sucesso da primeira temporada. No entanto, não retornará tão cedo, enquanto a equipe criativa tem foco em outro projeto.

Liderado por Dave Filoni, o time está trabalhando atualmente em ‘O Mandaloriano & Grogu’, que teve as filmagens iniciadas em julho deste ano.

Segundo o THR, fontes afirmam que a nova temporada de ‘Ahsoka só entrará em produção no próximo ano, o que indica que o lançamento não deve ocorrer antes de 2026.

A previsão de estreia se alinha com a estratégia da Lucasfilm, que aparentemente está ajustando seu calendário de lançamentos na tentativa de equilibrar as produções de filmes e séries nos próximos anos.

Enquanto os fãs aguardam por novos episódios de Ahsoka, a protagonista Rosario Dawson não esconde seu entusiasmo sobre a continuação da história.

Questionada pelo podcast Table Read se já leu os roteiros dos novos episódios, ela disse o seguinte:

“Não. Mas estou extremamente animada para continuar a série. Quer dizer, é uma grande história. É enorme. Eu amo todo mundo dessa equipe e elenco. É um elenco incrível. É um ótimo grupo de pessoas e temos espero ter mais entre Ahsoka e Sabine.”

Ela continuou:

“Espero termos mais desses personagens de uma forma que pareça algo novo, por mais que tenhamos assistido todas as séries e filmes anteriores e tudo mais. Então, espero que haja novos trajes e estou louca para saber o que vai acontecer.”

Lembrando que todos os episódios de ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.

Relembre o trailer:

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Anne Hathaway confirma retorno para ‘O Diário da Princesa 3’: “De volta a Genóvia”

A estrela Anne Hathaway usou suas redes sociais para celebrar o anúncio de ‘Diário da Princesa 3’ e confirmar seu retorno ao papel da princesa Mia Thermopolis.

Em sua conta no Instagram, Hathaway compartilhou um divertido vídeo comemorando a novidade. Na legenda, ela escreveu: “Milagres acontecem. De volta a Genóvia com Adele Lim. O conto de fadas continua”.

Lembrando que a diretora Adele Lim, conhecida por seu trabalho em ‘Loucas em Apuros – Joy Ride’ e como co-roteirista de ‘Podres de Ricos’, foi oficialmente escolhida para dirigir ‘Diário da Princesa 3’.

A cineasta já se pronunciou após ser anunciada no projeto e afirmou que está ansiosa para trabalhar em um título importante para o poder feminino. Lim, contou que é uma grande fã do longa original.

“Como uma fã ardorosa do original ‘Diário da Princesa’, estou muito empolgada por fazer parte da criação da terceira iteração deste amado franquia. Estamos ansiosos para celebrar seus principais princípios de poder feminino, alegria e mentoria com o público mundial.”

O terceiro filme da franquia foi confirmado pela Disney em 2022, com Aadrita Mukerji como roteirista. Além disso, também foi revelado que Debra Martin Chase, que trabalhou no filme original, retorna para produzir o novo longa.

O Diário da Princesa‘ (The Princess Diaries) foi lançado em agosto de 2001, e estrelado pela então novata Anne Hathaway (sua estreia no cinema) como Mia Thermopolis, uma adolescente que descobre que ela é a herdeira do trono do Reino fictício de Genovia, governado por sua avó, a rainha viúva Clarisse Renaldi (Julie Andrews).

O filme arrecadou US$ 165 milhões mundialmente. Já a sequência foi lançada em 2004 e fez US$ 134 milhões no mundo todo.

O Diário da Princesa‘ está disponível no Disney Plus.

Conheça o filme evangélico que estreou em PRIMEIRO LUGAR no Brasil com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes

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a forja o poder da transformação (1)

‘A Forja – O Poder da Transformação’ é um drama evangélico que já está em cartaz nos cinemas nacionais e abriu em primeiro lugar nas bilheterias.

No Rotten Tomatoes, o filme alcançou uma aprovação de 73% da crítica especializada e impressionantes 99% do público.

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Os críticos destacaram como a produção consegue dialogar tanto com fiéis quanto com não evangélicos, elogiando sua trama consistente, boas atuações e direção cuidadosa.

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“‘A Forja’ é um drama baseado na fé que segue uma fórmula agradável, mas tende a ser moralista e mundano. No entanto, as atuações são sólidas e os personagens são cativantes nesta história sobre um jovem que encontra sua identidade e propósito”, disse Carla Hay da Culture Mix.

“As lutas nesta história são sutis, espirituais e nunca melodramáticas, mas os personagens são retratados de forma rica e envolvente… você sai com a sensação de que conhece e se importa com essas pessoas de maneira surpreendentemente profunda”, disse Michael Medved do The Michael Medved Show.

“O que os irmãos Kendrick fizeram com seu mais recente filme, “A Forja”, foi começar com uma base religiosamente sólida e, em seguida, adicionar camadas de personagens fortes e uma trama projetada para ressoar com todos os espectadores”, disse Rick Bentley da KGET-TV.

“‘A Forja’ é um filme que prega para os convertidos, mas os não crentes que assistirem podem ainda assim apreciar os temas de crescimento, compaixão, perdão e redenção”, disse Sandie Angulo Chen da Common Sense Media.

“‘A Forja’ é mais um sucesso dos Irmãos Kendrick. É um filme baseado na fé que transmite sua mensagem e entretém ao mesmo tempo”, disse Jackie K. Cooper da Jackiekcooper.

“‘A Forja’ está longe de ser perfeita, mas cumpre o propósito do que está tentando vender para um público específico”, disse Ricky Valero da FandomWire.

“A história baseada na fé de um jovem negro desviado encontra alguns momentos genuinamente tocantes em meio a todas as referências a Jesus”, disse Christopher Lloyd da The Film Yap.

“Imperdível para os fãs de cinema baseado na fé”, disse Mike McGranaghan da Aisle Seat.

‘A Forja – O Poder da Transformação’ está em cartaz nos cinemas nacionais

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Produzido pela Paris Filmes, ‘A Forja – O Poder da Transformação’ é dirigido e roteirizado por Alex e Stephen Kendrick, conhecidos por sucessos como ‘Quarto de Guerra’, ‘Mais Que Vencedores’ e ‘Prova de Fogo’.

“A sinopse revela a história de Isaiaias, um jovem que, após concluir o ensino médio sem perspectivas, recebe apoio de sua mãe religiosa e de um empresário de sucesso, motivando-o a tomar melhores decisões para seu futuro”.

O elenco conta com talentos como Cameron Arnett, Karen Abercrombie, Priscilla C. Shirer e Aspen Kennedy.

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Andrew Garfield revela desejo de retornar a filmes de baixo orçamento: “Voltar às origens”

Andrew Garfield, conhecido por seus papéis em ‘Até o Último Homem’ e ‘O Espetacular Homem-Aranha’, falou recentemente sobre seus planos para os próximos lançamentos e expressou seu desejo de voltar às origens com produções de baixo orçamento.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Garfield compartilhou suas lembranças sobre fazer filmes caseiros.

“Eu gostaria de voltar às origens de fazer filmes com meu pai ou com meus amigos da escola, que estiveram comigo em San Sebastián. Lembramos de quando tínhamos uma produtora chamada Budget Productions — ‘budget’ pronunciado à francesa, como ‘boo-shay’. Liderados pelos nossos amigos Ben e David Morris, fazíamos filmes de gênero. Gravávamos com a câmera na mão, editávamos na hora e fazíamos paródias de James Bond quando estávamos muito bêbados e chapados, com 15 ou 16 anos, entre as sessões de skate. É como voltar àquele primeiro impulso de brincar e criar algo que é apenas alegre e divertido”, relembrou com carinho.

Garfield também falou sobre seus trabalhos recentes.

“Consegui trazer esse espírito para ‘Tick, Tick… Boom!’, com certeza. E os últimos dois projetos [‘The Magic Faraway Tree’ e ‘After the Hunt’], embora sejam muito diferentes em tom e processo — um é um grande e doce filme de fantasia familiar, e o outro é um drama sério e maduro — ainda assim foram experiências muito lúdicas. Luca é um diretor extremamente brincalhão. A criatividade dele é pura imaginação e liberdade, algo livre, radical e sublime”, destacou.

“Com Ben Gregor, nosso diretor em ‘Faraway Tree’, e todos os envolvidos, incluindo Simon Farnaby, o roteirista, e os atores, foi uma experiência realmente divertida. Estou muito animado com esses projetos. Sinto-me revitalizado, como quando encenava peças com meus primos e amigos para nossas famílias no Natal. É como se estivesse vivendo isso novamente”, ressaltou.

Sobre os gêneros de cinema que gostaria de explorar, o ator comentou: “Estou considerando todas essas coisas neste momento. Eu adoraria fazer um filme ou uma série que traga a mesma sensação das coisas com as quais cresci, como os anos 90 e o início dos anos 2000. Algo no estilo da Amblin Entertainment, uma aventura à la Indiana Jones. Humorístico, dramático, romântico — uma grande aventura épica que agrade ao público. Isso seria realmente, realmente divertido de fazer”. 

Ele concluiu afirmando: “Além disso, também estive pensando em grandes filmes como ‘Atração Fatal’ e ‘Infiéis’, de Adrian Lyne. Um thriller erótico seria algo interessante”.

Vale lembrar que o romance Todo Tempo Que Temos (We Live In Time), da A24, será o próximo longa do astro, onde ele contracenará com Florence Pugh (‘Adoráveis Mulheres’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

John Crowley é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nick Payne.

As vidas de Almut (Pugh), uma talentosa chef de cozinha, e Tobias (Garfield), um homem recém-divorciado, mudam para sempre quando eles se conhecem. Após um encontro inusitado, eles se apaixonam e constroem o lar e a família que sempre sonharam, até que uma verdade dolorosa põe à prova essa história de amor. Decididos a enfrentar as dificuldades, Almut e Tobias embarcam numa jornada emocionante, onde vão aprender que cada minuto conta quando estamos ao lado de quem amamos.

O elenco ainda conta com Adam JamesMarama CorlettAoife HindsNikhil ParmarHeather CraneyKara Lynch.

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Remake de ‘O Sobrevivente’, estrelado por Glen Powell, ganha data de estreia

glen powell o sobrevivente
glen powell o sobrevivente

De acordo com o Deadline, a Paramount Pictures finalmente confirmou quando o remake do clássico ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man) será lançado.

O longa está programado para estrear no dia 21 de novembro de 2025.

Os últimos finais de semana do ano geralmente são muito competitivos nos cinemas norte-americanos e o filme enfrentará uma disputa direta com ‘Wicked: Parte 2‘ e um blockbuster ainda não especificado da Warner Bros.

Glen Powell (‘Twisters’) será o protagonista da nova versão.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo.

Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Vicious’: Novo terror do diretor de ‘Os Estranhos’ tem estreia ADIANTADA em cinco meses

A Paramount Pictures atualizou o seu cronograma de lançamentos e anunciou que a estreia de ‘Vicious‘, novo terror do diretor Bryan Bertino (‘Os Estranhos’), foi adiantada em mais de cinco meses.

Originalmente programado para agosto, o longa passará a estrear nas telonas no dia 28 de fevereiro de 2025.

Na trama…

“Uma jovem deve passar a noite lutando por sua existência após perder a noção da realidade ao receber um misterioso presente de um visitante noturno.”

Dakota Fanning (‘Os Observadores’) estrelará a produção.

O elenco ainda contará com Kathryn Hunter, Mary McCormack, Rachel Blanchard Devyn Nekoda.

Além de dirigir, Bertino também é responsável pelo roteiro da produção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.