‘Coringa: Delírio a Dois’ teve uma estreia decepcionante nas bilheteiras dos EUA, arrecadando US$ 37,8 milhões em seu primeiro final de semana, conforme relatado pelo Deadline. Esse valor ficou abaixo dos US$ 40 milhões inicialmente mencionados pelo estúdio na manhã anterior.
Entretanto, a fraca arrecadação não ocorreu apenas nas bilheterias domésticas, mas também nas internacionais.
Segundo a Variety, a sequência teve um fraco início de apenas US$77 milhões ao redor do mundo – uma queda considerável das projeções iniciais de US$81,1 milhões.
Os números antecipam um desastre gigantesco para a Warner Bros.. Afinal, para aqueles que não se recordam, o primeiro filme abriu com sólidos US$96,2 milhões apenas nos Estados Unidos, eventualmente arrecadando US$1 bilhão mundialmente. Analistas acreditam que ‘Coringa 2’ tenha chances de fazer apenas US$275 milhões em toda sua corrida nos cinemas – 75% a menos que o capítulo anterior.
Até agora, o longa arrecadou apenas US$114,8 milhões no total.
“Acho que o elemento musical foi a direção errada”, Jeff Block, um dos analistas do Exhibitor Relations, revelou ao site. “Se você olhar para o que fez de ‘Coringa’ um sucesso, foi ir para os lugares sombrios. [O diretor] Todd Phillips quis fazer algo completamente diferente. Mas, se você não está dando ao público o que ele quer, não tenho certeza do que está entregando”.
‘Coringa: Delírio a Dois‘ continua em exibição nos cinemas nacionais!
Contrariando todas as expectativas, ‘Coringa: Delírio a Dois’ vem se mostrando um grande fracasso de crítica e de público – tendo amargado fracos 33% de aprovação no Rotten Tomatoes, estreado com uma baixíssima bilheteria e até mesmo tornando-se o pior filme de super-heróis da história de acordo com o CinemaScore (recebendo uma nota D por parte dos espectadores).
Um dos motivos da recepção tão fraca, talvez, tenha sido o fato do diretor e roteirista Todd Phillips não ter feito nenhuma exibição-teste para monitorar de que modo o público reagiria à sequência. Em virtude disso, James Gunn comentou que continuará fazendo esses testes no novo DCU.
“Eu uso testes de exibição como forma de deixar os filmes melhores. Acho que eles ajudam, desde que não vire um escravo delas. São boas para ver, no geral, o que funciona, o que não funciona, e onde existem confusões em potencial”, ele escreveu no Threads.
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À luz do fracasso retumbante de ‘Coringa 2’, inúmeros fãs da DC começaram a se perguntar se o lançamento do novo DCU em 2025, com ‘Superman’, teria chances de ser afetado.
Todavia, Gunn relembrou os internautas de que a DC Studios, da qual é co-CEO, não teve nada a ver com a continuação.
Ao ser questionado do motivo do filme não abrir com o logo da DC, Gunn escreveu: “é porque não é um filme DC”.
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Vale lembrar que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais.
Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.
Em uma recente entrevista àEntertainment Weekly, o diretor Todd Phillips comentou sobre o controverso final de ‘Coringa: Delírio a Dois’ – defendendo o modo como a narrativa se desenrolou.
Na produção, após revelar que queria apenas viver como quem era, Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) é rejeitado por Lee (Lady Gaga) e por boa parte de seus seguidores, retornando, enfim, para o Asilo Arkham. Lá, ele é esfaqueado até a morte por outro detento (Connor Storrie), que idolatrava o Coringa. Após contar uma “piada matadora”, o prisioneiro começa a sorrir – indicando que o anti-herói ainda vive.
“Ele percebe que tudo é tão corrupto, que nunca vai mudar – e a única maneira de consertar isso é queimar tudo”, Phillips explicou. “Quando aqueles guardas matam aquele jovem [no hospital], ele percebe que colocar maquiagem não vai mudar nada. De certa forma, ele aceita o fato de que sempre foi Arthur Fleck; ele nunca foi essa coisa que colocaram sobre ele, essa ideia que as pessoas de Gotham colocaram sobre ele, que ele representa”.
O diretor continua: “ele é um ícone involuntário. Essa coisa foi colocada sobre ele, e ele não quer viver mais como algo falso – ele quer ser quem. E quem ele quer ser é Arthur Fleck”.
O filme continua em exibição nos cinemas.
No filme, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, o personagem não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.
A HBOdivulgou o trailer oficial da 3ª temporada da série de comédia ‘Alguém Em Algum Lugar‘.
O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 27 de outubro na plataforma da Max.
Confira:
https://youtu.be/mbygqK1dB9I?si=ZYhICK4oNXq_X3_K
Na trama, Sam é um verdadeiro Kansan na superfície, mas por baixo de tudo luta para se encaixar no molde da cidade natal. Enquanto ela luta contra a perda e aceitação, cantar é a graça salvadora de Sam e a leva em uma jornada para descobrir a si mesma e uma comunidade de estranhos que não se encaixam, mas não desistem, mostrando que encontrar seu povo e sua voz , é possível. Em qualquer lugar. Algum lugar.
Danny McCarthy, Jeff Hiller, Bridget Everett, Mary Catherine Garrison e Mike Hagerty estrelam a produção.
O terror cômico ‘Identidades em Jogo‘, estrelado pela Alycia Debnam-Carey (‘Fear the Walking Dead’), já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo nos levando aos bastidores da atração.
Na trama, uma festa pré-casamento se transforma em um pesadelo para um grupo de amigos da faculdade depois que um convidado inesperado aparece carregando uma mala misteriosa.
Sucesso entre os críticos, o longa conquistou 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O filme fez sua estreia no Festival de Cinema de Sundance de 2024 e foi adquirido pela Netflix por US$ 17 milhões.
O longa tem Colman Domingo como produtor executivo, ao lado de Ulf Ek e Robert Kapp. Os produtores incluem William Rosenfeld, Kate Andrews, Jason Baum e Raúl Domingo.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ será o primeiro longa com Sam Wilson assumindo o escudo do herói da Marvel Comics.
Marcando uma nova era para o Capitão, o filme gera grande expectativa entre os fãs. No entanto, o filme estrelado por Anthony Mackie teve reações desfavoráveis em suas exibições de teste.
Recentemente, duas versões do filme foram apresentadas a um público seleto, e os relatos indicam que o filme é “irrelevante” e “sem vida“ o que causa preocupação nos fãs do herói.
As pessoas que participaram das exibições foram divididas em dois grupos, recebendo pulseiras vermelha ou verde, e a maioria não demonstrou entusiasmo em relação ao projeto.
Vale lembrar que, em agosto, o filme passou por refilmagens, o que pode explicar as duas versões exibidas para teste.
As refilmagens incluíram três grandes sequências de ação que precisaram passar por mudanças.
‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
Confira o trailer:
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Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘The Last Night at Tremore Beach’, sua mais nova minissérie de suspense.
A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de outubro.
Confira:
A produção conta com oito episódios e foi criada e dirigida por Oriol Paulo.
Inspirada no romance best-seller‘La Última Noche en Tremore Beach’, a minissérie foi escrita por Paulo, com Jordi Vallejo e Lara Sendim.
Na trama, o compositor Peter Harper, recuperando-se do divórcio, se retira para uma casa de praia isolada na Irlanda, na esperança de encontrar inspiração. A isolada casa de campo em Tremore Beach parece perfeita até que uma forte tempestade chega em uma noite fatídica, atrapalhando seus planos.
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 25 de dezembro.
James Mangold(‘Ford vs Ferrari’) é responsável pela direção.
O elenco ainda conta com Elle Fanning (‘Por Lugares Incríveis’), Edward Norton(‘O Incrível Hulk’) interpretando Pete Seeger e Boyd Holbrook(‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) como Johnny Cash.
Com roteiro de Jay Cocks(‘Silêncio’), o filme acompanhará a ascensão meteórica do jovem Dylan no mundo da música no início da década de 60.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro de 2025.
Fernando Fraiha (‘Choque de Cultura’) é responsável pela direção.
“Chico Bento vive uma vida tranquila na Vila Abobrinha, cercado por seus amigos e goiabas, até que a construção de uma estrada nas terras de seu Nhô Lau ameaça sua goiabeira e mobiliza toda a turma.”
A produção será lançada na plataforma no dia 25 de outubro.
Um músico e compositor em crise se isola em uma cidade costeira do norte para terminar seu último trabalho. Seus únicos vizinhos num raio de vários quilômetros são um casal que mora na casa ao lado, na praia. Após um grave acidente durante uma tempestade, ele começa a ter visões assustadoras sobre seus vizinhos.
Hoje em dia é tão difícil um enorme sucesso de bilheteria nos cinemas que algo assim é para se valorizar! Quando saem dos circuito exibidor esses filmes logo ganham espaços nos mais variados streamings. Na Netflix, tem alguns campeões de bilheteria. Abaixo, deixamos uma lista com 10 dessas obras:
Jerry Maguire – A Grande Virada
Na trama, conhecemos Jerry Maguire (Tom Cruise), um badalado empresário de esportistas que vai do céu ao inferno quando, no auge da carreira, é demitido da empresa onde trabalha. Buscando um recomeço no mercado competitivo que está, vai em busca de firmar parceria com um jogador de futebol americano chamado Rod (Cuba Gooding Jr.) que é puro coração. Nessa jornada, Jerry contará com a ajuda da ex-secretária Dorothy (Renée Zellweger) com quem viverá um grande amor.
Django Livre
No ano de 1858, em algum lugar do Texas, começa a história do caçador de recompensas Dr. King Schultz (Christoph Waltz) e do seu fiel amigo Django (Jamie Foxx), um ex- escravo que possui apenas um objetivo na vida: resgatar o amor de sua vida das garras de um terrível senhor de terra. A amizade entre os dois vai crescendo conforme a lista de bandidos mortos vai subindo e assim ambos partem para a missão mais difícil de suas vidas. Mas o caminho não é nada fácil, muito sangue e perigosos criminosos tentarão atrapalhar essa jornada.
Lançado 13 anos atrás nos cinemas e dirigido pelo craque Martin Scorsese, A Ilha do Medo é um daqueles filmes que você pode esperar uma reviravolta. Durante uma investigação numa ilha, que também abriga um hospital psiquiátrico, um dos detetives envolvidos no caso vai descobrindo muitas surpresas sobre si mesmo.
Dirigido pelo cineasta Michael Mann e protagonizado por Daniel Day-Lewis, em O Último dos Moicanos, ambientado no século XVIII, no período conflituoso da América colonial, conhecemos a história de um homem criado por índios que vai faz de tudo para defender o que acredita. Baseado no livro homônimo de James Fenimore Cooper.
Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!
Na trama, acompanhamos Sophie (Amanda Seyfried), filha de Donna (Meryl Streep) e o início dos preparativos para uma festa em homenagem a mãe que falecera faz um ano. Conforme vão passando os dias, e exatamente no lugar onde a mãe passou os melhores anos de sua vida, Sophie busca em suas memórias relembrar os momentos passados de sua mãe, sempre com a ajuda dos seus três pais Bill (Stellan Skarsgård), Sam (Pierce Brosnan) e Harry (Colin Firth), as melhores amigas de Donna, Rosie (Julie Walters) e Tania (Christine Baranski), seu futuro marido Sky (Dominic Cooper) e também sua avó que pouco conhece, Ruby (Cher). Cheio de vai e vém em sua linha temporal, o projeto apresenta a excelente atriz britânica Lily James como Donna, na época que estava grávida de Shopie.
Dirigido por Anthony Minghella e lançado no Brasil 20 anos atrás, Cold Mountain, baseado na obra homônima de Charles Frazier, nos mostra conflitos que se seguem, durante a Guerra Civil Americana, quando um soldado resolve desertar e voltar para sua esposa.
À Procura da Felicidade
Lançado 18 anos atrás nos cinemas e logo se tornando um enorme sucesso, em À Procura da Felicidade conhecemos pai e filho que passarão por muitas situações complexas, chegando a morar na rua, enquanto buscam uma solução para o cenário em que estão.
John Wick – De Volta ao Jogo
Na trama, após a morte precoce da esposa, o pacato John Wick (Keanu Reeves) vive dias dolorosos em uma grande mansão longe dos agitados de uma Nova York dominada pelos bandidos. Aposentado da profissão de assassino a bastante tempo, resolve voltar à ativa quando sofre uma violência gratuita de um novo bando de bandidos que acabam despertando sua fúria.
Dirigido por Dexter Fletcher e trazendo para as telonas a história de Freddy Mercury, Bohemian Rhapsody foi um enorme sucesso de bilheteria. É um desfile de sucessos do Queen em um roteiro que navega muito pela vida pessoal do inesquecível artista.
Lançado duas décadas atrás, a simpática comédia romântica Como perder um homem em 10 Dias conta a história de um publicitário que aposta com outra pessoa que consegue conquistar alguém e acaba escolhendo uma jornalista que também ele para seus planos.
Toda história de amor tem seus conflitos, seus dilemas. As obras cinematográficas que circulam nesse tema podem de alguma forma trazer reflexões com a realidade e ampliar nossa visão de mundo com seus contextos. Pensando nisso, criamos uma lista com 10 romances cheios de altos e baixos disponíveis na Netflix!
Por Lugares Incríveis
Na trama, logo de cara somos testemunhas do primeiro encontro inusitado entre os jovens Violet (Elle Fanning) e Theodore (Justice Smith), a primeira está a beira de se jogar de uma ponte por não conseguir se livrar de pensamentos de uma tragédia e o segundo passava pelo local durante suas diárias corridas. A partir desse ponto as duas almas se conectam, principalmente pelo esforço de Theodore em entender o porquê daquela situação que conheceu Violet. Aos poucos, a jovem vai se abrindo e nisso vai nascendo uma grande amizade que chega em seu clímax quando resolvem ser uma dupla para realizar um trabalho que consiste em visitar lugares incríveis de Indiana.
Um Clímax entre Nós
Na trama, conhecemos Luna (Gaite Jansen) uma estrategista de comunicação que vive dias intensos em seu presente com a afirmação de seu relacionamento com Mink (Martijn Lakemeier), um estudante que trabalha em um bar e ainda não se afirmar no que deseja fazer com sua vida. O relacionamento entre os dois pombinhos é muito carinhoso, com ótimos momentos mas existe uma situação que incomoda a protagonista, durante as vezes que faz sexo com o namorado não consegue chegar ao orgasmo, nunca encontrando seu ponto g. Para tentar mudar a situação e longe de ir para o diálogo (que deveria ser a alternativa mais certeira), resolve propor para Mink uma noite de aventura num Ménage à trois. Em busca da ponta do triângulo que falta, eles conhecem Eve (Joy Delima). Após uma noite cheia de prazeres, Luna começa a questionar de forma mais profunda seu relacionamento.
Na trama, conhecemos Adri (Álvaro Cervantes), um jornalista que trabalha em uma revista badalada escreve sobre os mais diversos e muitas vezes polêmicos temas. Certa noite, saindo com dois inseparáveis amigos e acaba conhecendo Carla (Susana Abaitua) da maneira mais inusitada possível e ambos resolvem curtir aquela noite sem compromisso e depois não se verem mais. A questão é que a tal noite é intensa e inesquecível, deixando Adri desesperado nos dias seguintes atrás daquela mulher que acabara de mudar sua maneira de enxergar o mundo. Ele acaba a achando, e descobre que Carla é paciente em uma clínica psiquiátrica. Assim, o protagonista precisará bolar um plano bem fora do comum para tentar passar mais alguns dias perto do amor de sua vida.
Na trama, ambientada no início da década de 80 em algum lugar belíssimo do norte da Itália, conhecemos o jovem e inteligente Elio, que está passando férias na enorme casa que a família possui na Riviera italiana. Elio está na fase das descobertas, tem amigos mas prefere os livros, a música e uma calma solidão. Certo dia durante as férias, um estudante chamado Oliver, amigo de seu pai, o Sr. Perlmann, que é professor, chega para passar algumas semanas. Logo, Elio e Oliver começam a ver que possuem muitas coisas em comum, rapidamente se aproximam e sentimentos afloram de maneira intensa marcando para sempre as vidas dos dois.
Na trama, ambientada em meados de 1800, conhecemos Mary Anning (Kate Winslet), uma cientista famosa mas pouco conhecida pessoalmente, uma caçadora de fósseis Descobridora de ossadas, ou melhor vestígios, como por exemplo de um Ictossauro que está em um museu famoso. Certo dia, um homem que nutre a mesma paixão pelos fósseis bate em sua porta e assim ela conhece a esposa do mesmo, Charlotte Murchison (Saoirse Ronan). Após uma situação complicada de resolver entre marido e mulher, Mary e Charlotte acabam passando um bom tempo juntas na mesma casa e assim nasce uma paixão.
Como contar uma história de amor em forma de poesia? O cineasta Bruno Barreto teve a difícil missão de mostrar na tela grande um amor entre duas fortes e diferentes mulheres. Flores Raras é uma história de outro tempo, onde todas as emoções viravam poesia. As atrizes principais, em seus respectivos papéis, dão um show em cena, valorizando cada segundo do bom trabalho de Barreto atrás das câmeras. Roteiro baseado no livro Flores Raras e Banalíssimas, de Carmen L. Oliveira.
Um dos filmes mais conhecidos da carreira do cineasta chinês Ang Lee (que inclusive levou pra casa sua primeira estatueta do Oscar de Melhor direção), lançado nos cinemas de todo o mundo no ano de 2005, O Segredo de Brokeback Mountain conta com duas atuações magistrais de Heath Ledger e Jake Gyllenhaal. Na trama, conhecemos Jack e Ennis que se conheceram em um trabalho anos atrás e tem uma paixão que nasce desse encontro. Anos mais tarde, já casados com suas respectivas esposas, eles resolvem se ver novamente. Namorados pra sempre
Na trama, conhecemos Oliwka (Anna Szymanczyk), uma jovem chef de cozinha, num presente bem impaciente, com uma promissora carreira pela frente e que já trabalha em um restaurante badalado de um grande centro da Polônia. Quando recebe a notícia de que sua avó faleceu, ela volta até a cidadezinha onde foi criada e lá vai precisar cuidar dos negócios da fazenda que pertence à sua família. Nesse caminho, acaba encontrando o mais forte dos sentimentos na figura de um empresário e fazendeiro local.
Na trama, conhecemos o advogado Dante (Edoardo Leo) que após uma peculiar situação, que tinha tudo para ser constrangedora, acaba conhecendo uma delicada e romântica ilustradora chamada Alice (Barbara Ronchi). Eles logo começam a namorar e a morar juntos. Cheios de planos e aos trancos e barrancos mantendo acesa a paixão no casamento, o casal sofre com a falta de tempo de Dante, um workholic consumido pelas quase inacabáveis horas que se dedica ao trabalho. Certo dia, Dante se vê preso em uma situação angustiante, começa a perceber que está pulando de forma aleatória para o futuro, de ano a ano, o fazendo viver alegrias e tristezas como se fosse um espelho do que, daquela forma que vive o presente, seria seu futuro.
Esta noite, Você Dorme Comigo
Na trama, conhecemos Nina (Roma Gasiorowska), uma organizada jornalista que precisar fazer o malabarismo de sua agitada vida lidando entre questões do trabalho e a educação de suas duas filhas. Ela é casada com Maciek (Wojciech Zielinski), um pai ausente, machista, que joga todas as obrigações na criação dos filhos em cima da esposa. Nina se encontra em um momento muito infeliz no casamento quando de repente reaparece em sua vida Janek (Maciej Musial), um antigo amor que voltou da Holanda após 10 anos e foi parar no mesmo trabalho que ela. Assim, Nina precisará decidir seu futuro.
No centro da bandeira brasileira há uma frase que diz “ordem e progresso”. O lema, que buscava inspirar e encorajar os cidadãos do país, em outras palavras também diz que, sem ordem, não há progresso. Já a Revolução Francesa tinha como lema a frase “igualdade, fraternidade e liberdade”, que inspirou milhares de estudantes e trabalhadores a lutar contra o sistema absolutista no século XVIII. Desde as primeiras sociedades civis, desde que as pessoas começaram a se juntar em grupos, houve-se a necessidade de se criar regras, leis, normas para que o convívio se tornasse minimamente aprazível para o grupo. Todos os animais da Natureza vivem sob regras – de sobrevivência, de liderança, de hierarquia. Esse é o mote de ‘O Poço 2’, continuação do filme homônimo que virou fenômeno na Netflix no primeiro ano da pandemia.
Perempuán (Milena Smit, de ‘Mães Paralelas’) acaba de se candidatar para entrar no Poço. Ela precisa de tempo para esquecer, para perdoar, para seguir adiante e, por isso, acredita que passar uma temporada naquele lugar a ajudará a refletir sobre sua vida. Logo no primeiro dia ela conhece Zamiatin (o Bogotá de ‘La Casa de Papel’), seu companheiro de cela, e, já no primeiro dia a comida que pediram chega faltando – culpa de revoltosos nos andares de cima. Zamiatin fica enfurecido e quer comer o que deseja, porém, Robespierre (Bastien Ughetto, de ‘Adeus, Idiotas’) lhes informa as Leis do local: cada um deve comer apenas o prato que lhe é destinado, ou, do contrário, os andares mais baixos ficarão sem comida e em pouco tempo isso causaria barbárie e desordem. Aos poucos, Perempuán e Zamiatin vão percebendo que as Leis existem por um motivo, mas que, nem sempre, elas estão ali para beneficiar a todos.
Assim como no longa anterior, absolutamente nada é por acaso em ‘O Poço 2’. A protagonista, por exemplo: Perempuán significa “mulher” em indonésio, o que já implica uma grande mudança com relação ao anterior, focado nos homens. O personagem que anuncia as leis do Poço se chama Robespierre – político e líder do governo francês que, após a Revolução, implementou uma ditadura de controle e de segurança, tendo prendido mais de 500 pessoas, e cujo período de governo ficou conhecido na História como Período do Terror. E é a partir do anúncio das Leis no enredo que se instaura o período de terror no filme.
Se por um lado o roteiro de David Desola, Galder Gaztelu-Urrutia, Egoitz Moreno e Pedro Rivero é muito inteligente em trazer esses emblemas políticos para criticar os muitos sistemas políticos (há uma cena de “revolução” em que literalmente há personagens levantando uma foice e um martelo), por outro é um desfile de críticas a todos os sistemas, sem apresentar nem motivo, nem solução, nem saída, nem esperança. Em outras palavras, é fácil critica o sistema, sem trazer nenhuma alternativa. Sobra também críticas à religião e ao sistema jurídico – afinal, quem, senão Deus e a justiça dos homens, para dizer o que é certo e errado? Não à toa, o personagem que incorpora essa carga é um sujeito esteticamente parecido com Jesus, porém, teve seus olhos arrancados e, portanto, é cego, como a justiça é – ou seria.
‘O Poço 2’ se dedica a criticar todo sistema de controle e de sociedade, mas esquece de construir uma história envolvente ou personagens cativantes para conquistar o espectador. Nem mesmo a presença dos protagonistas anteriores conseguem ajudar no nosso envolvimento. Com cenas de violência explícita, principalmente contra o corpo da mulher, há momentos bastante desconfortáveis neste ‘O Poço 2’. Um filme controverso, que não é de fácil digestão.
“Foi incrível construir esse relacionamento com Timmy, ele se dedicou muito para dar vida a esse papel. O que vocês vão ver é ele cantando de verdade, se entregando de corpo e alma. Foi algo especial testemunhar isso pessoalmente porque ele é um amigo de longa data. Então, sim, estou muito feliz em fazer parte disso.”
A estrela também aproveitou para comentar sobre sua personagem.
“Na trama, minha personagem se chama Sylvie Russo, mas é inspirada em Suze Rotolo, que aparece com Bob Dylan na capa do álbum ‘The Freewheelin’. Suze era uma mulher incrível, foi muito interessante ler suas memórias e saber sobre o relacionamento entre eles. Afinal, ela foi seu primeiro amor.”
Além de Chalamet e Fanning, o elenco conta com Edward Norton(‘O Incrível Hulk’) interpretando Pete Seeger e Boyd Holbrook(‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) como Johnny Cash.
Com roteiro de Jay Cocks(‘Silêncio’), o filme acompanhará a ascensão meteórica do jovem Dylan no mundo da música no início da década de 60.
A trama gira em torno de duas missionárias que se encontram presas em um jogo mortal de gato e rato depois de baterem na porta errada durante um temporal.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 31 de outubro.
A série foi criada por Debora Cahn (‘Homeland’, ‘The West Wing’).
A obra é descrita como um thriller político ambientado na Embaixada dos Estados Unidos em Londres e acompanha uma diplomata que consegue um novo papel como embaixadora em Londres – mas com grandes implicações para seu trabalho e vida pessoal. Isso tudo enquanto uma crise internacional está se desenrolando em segundo plano.
Pouco depois do sucesso gigantesco de ‘É Assim que Acaba’, a Universal Pictures revelou que já assinou contrato para adaptar outro romance de Colleen Hoover para as telonas.
A trama acompanha Kenna Rowan, que retorna à cidade após cinco anos de prisão, na esperança de se reunir com sua filha de quatro anos. Mas as pontes que Kenna queimou estão a revelar-se impossíveis de reconstruir. Todos na vida de sua filha estão determinados a excluir Kenna, não importa o quanto ela se esforce para provar seu valor. A única pessoa que não fechou a porta para ela completamente é Ledger Ward, dono de um bar local e um dos poucos vínculos restantes com a filha de Kenna. Os dois formam uma conexão apesar da pressão que os rodeia – mas, à medida que o romance cresce, o risco também aumenta. Assim, Kenna deve encontrar uma maneira de absolver os erros do seu passado para construir um futuro cheio de esperança e cura.
O livro vendeu mais de 5 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, bem como 6,5 milhões de cópias globalmente – além de ter sido traduzido para 45 línguas diferentes.
Hoover fica responsável pelo roteiro da adaptação ao lado de Lauren Levine (‘Ponte para Terabítia’). As duas também entram como produtoras através da Heartbones Ent.
O projeto ainda não tem diretor ou elenco confirmados.
Em entrevista ao Collider, Genndy Tartakovsky trouxe uma atualização bastante promissora acerca da 3ª temporada da aclamada série animada adulta ‘Primal’.
Durante a conversa, Tartakovsky contou que o próximo ciclo será lançado em 2025 e revelou que, atualmente, está trabalhando no roteiro do décimo episódio da nova iteração.
“Está chegando. Estou terminando o décimo episódio agora, e temos mais dez de meia hora cada. Estamos em produção, e vai deixar todo mundo de queixo caído, creio eu”, ele disse. “Já terminamos metade da animação”.
Lembrando que a série está disponível na Max.
A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.
A série foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky(‘Samurai Jack’, ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).
A série ‘Pinguim’, do MAX, está mergulhando profundamente no crime e na corrupção de Gotham, enquanto entrega um conteúdo maduro aos fãs do Batman.
Ambientada logo após os eventos de ‘The Batman’, a série explora as consequências devastadoras do plano do Charada no filme. Em seu episódio mais recente, a produção trouxe um peso ainda maior para as ações do vilão.
Enquanto anteriormente havíamos visto de maneira superficial o dano da inundação causada pelo Charada, em ‘Pinguim’ temos uma noção real da cruel realidade enfrentada pelos menos favorecidos em Gotham.
No terceiro episódio, intitulado ‘Bliss’, a história do novo aprendiz do Pinguim, Victor Aguilar (interpretado por Rhenzy Feliz), é aprofundada, trazendo mais detalhes sobre a inundação.
Através de um flashback, descobrimos que o plano do Charada acabou tirando a vida de toda a família de Victor, enquanto o garoto testemunhou o caos em cima de um dos telhados de Gotham.
A revelação não serve apenas para dar ainda mais contexto ao personagem, mas também traz profundidade aos atos do Charada.
Pela primeira vez, o público consegue sentir, de fato, como a inundação afetou as pessoas de forma terrível em Gotham.
victor pinguim
Vale lembrar que o Max já divulgou o trailer do 4º episódio de ‘Pinguim‘, série estrelada por Colin Farrell.
Intitulado “Cent’anni”, o episódio vai ao ar no dia próximo dia 13 de outubro.
O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
A série ‘The Acolyte’, criada por Leslye Headland e ambientada no universo de ‘Star Wars’, foi oficialmente cancelada pela Disney após a exibição de sua primeira temporada, que foi ao ar neste ano.
A produção contava a história das gêmeas Mae e Osha, interpretadas por Amandla Stenberg, e se desenrolava um século antes de ‘Star Wars: Episódio I — A Ameaça Fantasma’.
A série recebeu uma avaliação de 78% de aprovação pela crítica no Rotten Tomatoes, mas enfrentou uma recepção negativa do público, resultando em uma avaliação da audiência de apenas 18%.
Uma das principais razões apontadas para o cancelamento foi o alto custo de produção. De acordo com relatórios, o orçamento inicial da série estava estimado em $180 milhões, mas acabou alcançando $230 milhões.
O fato de a produção contar com personagens totalmente em CGI, além de grandes nomes como Carrie-Anne Moss e Lee Jung-jae, acabou inflacionando ainda mais o orçamento. A série custou cerca de $28,7 milhões por episódio.
Além dos altos custos de produção, ‘The Acolyte’ também enfrentou dificuldades em manter a audiência após cada episódio lançado no serviço de streaming.
Apesar de uma estreia promissora, com a série se tornando a maior estreia na história do Disney+, os números caíram rapidamente.
Para tornar tudo ainda mais complicado, ‘The Acolyte’ se tornou alvo de fãs tóxicos por envolver questões relacionadas à diversidade racial e à inclusão de personagens queer, o que resultou em muita pressão e ataques de grupos conservadores.
Com muito gasto, um desempenho ruim e ataques de fãs tóxicos, ‘The Acolyte’ acabou sendo cancelada, mesmo deixando pontas soltas para o futuro.
Na trama de ‘The Acolyte’, um grupo de Cavaleiros Jedi investiga uma série de assassinatos dos membros da ordem ligado à uma antiga aprendiz, o que os leva a descobrir o surgimento de inimigos que cultuam o Lado Sombrio da Força.