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‘Corrida dos Bichos’: Novo longa de Fernando Meirelles finaliza as filmagens

Corrida dos Bichos, o novo longa-metragem de Fernando Meirelles, finalizou oficialmente suas filmagens.

Produzido pela Prime Video, o filme se passa em um Rio de Janeiro distópico, onde a corrida de bichos se torna um grande espetáculo de entretenimento. Neste momento, a produção está em fase de pós-produção.

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O filme conta com um elenco de peso, que inclui Rodrigo Santoro (‘300’), Isis Valverde (‘A Força do Querer’), Bruno Gagliasso (‘Cordel Encantado’), Grazi Massafera (‘Verdades Secretas’), Seu Jorge (‘Cidade de Deus’), João Guilherme (‘Tudo por um Popstar’), Silvero Pereira (‘Pantanal’), Leandro Firmino (‘Impuros’), Jade Sassará (‘Mar do Sertão’), Thainá Duarte (‘Cangaço Novo’), Anitta (‘Elite’) e Matheus Abreu (‘Dois Irmãos’). 

O orçamento está na casa dos R$ 20 milhões.

Corrida dos Bichos é co-dirigido por Meirelles, que já dirigiu sucessos como Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel, e Ernesto Solis, que também assina o roteiro ao lado de Rodrigo Lages. A produção fica por conta de Andrea Barata Ribeiro e Cris Abi, da O2 Filmes.

“Estamos muito animados para iniciar as filmagens de Corrida dos Bichos. O filme está repleto de efeitos visuais incríveis, cenas de ação intensas e um elenco repleto de estrelas, com talentos brasileiros de renome mundial. O público vai se surpreender ao ver um futuro distópico imaginado no Rio de Janeiro. Essa produção continuará a destacar o poderoso talento que o Brasil tem a oferecer ao mundo”, diz Javiera Balmaceda, chefe de Originais para a América Latina, Canadá, Austrália e Nova Zelândia do Amazon MGM Studios.

Corrida dos Bichosainda não tem data de estreia.

Conspiração, assassinato e mentiras no trailer da 3ª temporada de ‘O Poder e a Lei’; Confira!

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A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada do elogiado drama jurídico ‘O Poder e a Lei‘ (The Lincoln Lawyer).

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O novo ciclo será lançado na plataforma no dia 17 de outubro.

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Lembrando que, recentemente, Merrin Dungey (‘Big Little Lies’), Allyn Moriyon (‘Watch Them Come Blood’), John Pirruccello (‘Casal de Fachada’) e Philip Anthony-Rodriguez (‘Em Má Companhia’) foram escalados para os novos episódios.

Dungey interpretará a juíza Regina Turner, enquanto Moriyon será um personagem chamado Eddie Rojas. Pirruccello será William Forsythe e Anthony-Rodriguez será Adam Suarez.

Além dos novos membros do elenco, ‘O Poder e a Leiestá trazendo alguns rostos familiares de volta para a nova temporada. As estrelas Becki Newton, Jazz Raycole, Angus Sampson e Yaya DaCosta estão prontas para retornar aos seus papéis e permanecer como parte do elenco principal.

Neve Campbell, sem dúvida o nome mais notável na lista de convocações, terá um papel muito menor na 3ª temporada, aparecendo apenas de forma recorrente.

Os novos episódios vão adaptar ‘The Gods of Guilt’, o 5º livro da série de romances intitulados ‘The Lincoln Lawyer‘, escritos por Michael Connelly.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada na saga de livros ‘Nos Meandros da Lei‘, de Connelly.

A trama acompanha o idealista iconoclasta Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) que comanda uma firma de advocacia no banco de trás de seu carro, trabalhando em pequenos e grandes casos em Los Angeles. Após algum tempo longe do direito, Mickey está tentando encontrar um novo caminho na profissão. Quando retorna para Los Angeles, ele se depara com um mistério para resolver assim que inicia o novo negócio.

O elenco ainda conta com Neve Campbell, Becki Newton, Jazz Raycole, Angus Sampson e Christopher Gorham.

‘Emilia Pérez’: Longa com Selena Gomez e Zoe Saldaña ganha trailer, cartaz e data de estreia; Confira!

O filme ‘Emilia Pérez’, estrelado por Selena Gomez, Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz, acaba de ganhar seu trailer, cartaz e a data oficial de estreia.

No Brasil, o longa será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro de 2025.

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“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

Leigh Whannell deseja reinventar ‘O Lobisomem’: “Uma experiência puramente aterrorizante”

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Em entrevista à Empire, o diretor Leigh Whannell, conhecido por seu trabalho em ‘O Homem Invisível’, revelou detalhes sobre seu mais novo projeto: O Lobisomem. Além de compartilhar uma imagem inédita do filme, Whannell discutiu sua abordagem única para essa clássica criatura da mitologia.

“Upgrade: Atualização era mais focado em ação e ficção científica”, explicou Whannell. “Já com ‘O Homem Invisível’, ‘me inspirei em thrillers psicológicos. Agora, com ‘O Lobisomem’, busco uma experiência puramente aterrorizante”.

O diretor vê esta nova adaptação como uma oportunidade de reinventar o gênero, assim como fez com ‘O Homem Invisível’. “Não quero criar uma versão nostálgica ou retrô do lobisomem. Quero que o público saia do cinema pensando: ‘Nunca vi um filme de lobisomem como esse antes'”, afirma Whannell.

Para alcançar esse objetivo, Whannell realizou uma pesquisa aprofundada sobre as adaptações anteriores do lobisomem. “Listei tudo o que já havia sido feito e me concentrei em criar algo completamente original”, revelou.

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No centro da trama, está Christopher Abbott, que interpreta Blake, um homem que retorna à sua cidade natal na floresta de Oregon. Após um ataque misterioso, Blake começa a se transformar em uma criatura monstruosa, colocando em risco a vida de sua esposa Charlotte (Julia Garner) e de sua filha Ginger (Matilda Firth).

O visual do monstro, interpretado por Christopher Abbott (‘Pobres Criaturas’), foi revelado durante o Halloween Horror Nights da Universal e dividiu opiniões dos fãs.

WOLF MAN: First Look At The Movie’s Redesigned Monster Is Bound To Divide Horror Fans
byu/CodMilt inHHN

 

Publicado por @evilhastakenroot
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Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror O Lobisomemé dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

O Lobisomemestreia dia 17 de janeiro de 2025.

A Noiva Cadáver | Relembrando a ICÔNICA animação de Tim Burton, que faz 19 anos HOJE!

A Noiva Cadáver é uma das animações mais conhecidas pelo público infanto-juvenil e até mesmo pela audiência que cresceu acompanhando as obras de Tim Burton. Além de conversar em diversos âmbitos através de uma narrativa mirabolante e que traz inúmeras referências à sutileza e à ambiguidade dos clássicos contos de fada, o filme marca um retorno do cineasta para sua zona de conforto sem se valer das saídas formulaicas e podendo explorar o bizarro em sua forma mais pura, até mesmo valendo-se de algumas inclinações para o caricato.

Primeiramente, devo dizer que qualquer stop-motion merece uma visita, ainda que o resultado não seja satisfatório o suficiente. Entretanto, nesse longa-metragem, tudo é trilhado por um caminho eximiamente bem construído que preza por uma fluidez cênica aplaudível. Todos os personagens são dotados de movimentos teatrais e burlescos que conversam com características próprias da commedia dell’arte, até mesmo em suas representações faciais. Desse modo, espere encontrar inúmeros estereótipos colocados um ao lado do outro e que, dentro do mórbido escopo idealizado tanto por Burton quanto pelo co-diretor Mike Johnson, são aproveitados ao máximo dentro de uma atmosfera tragicômica incrível. As concepções estéticas resgatam também homenagens à distorção de O Estranho Mundo de Jack’, seja pelas construções corporais exageradas – muito magras e altas ou muito gordas e baixas -, seja pelos movimentos floreados.

E além de tudo isso, essa é uma narrativa bem diferente de todas as outras por inclinar-se às vertentes musicais; essa fábula vitoriana gira em torno do jovem e descuidado Victor Van Dort (Johnny Depp, marcando mais uma colaboração com o cineasta), que tenta portar-se como um cavalheiro à medida em que seu casamento arranjado com a pálida e assustada Victoria Everglot (Emily Watson) para que as duas família finalmente encontrem um pouco de estabilidade financeira em meio à crescente crise da Inglaterra. De forma quase imperceptível, o pano de fundo é colocado como base para a construção das múltiplas subtramas, incluindo a tendência amalgamada entre teocentrismo e capitalismo, a subjugação à santidade do matrimônio e o conservadorismos dos valores tradicionalistas das famílias nobres.

Esse conflito ideológico é muito visto entre os pais do futuro casal, os quais abrem o filme em uma incrível sequência com a música According to Plan”: vemos a diferença entre ambos os núcleos, um otimista, acompanhado por uma animação melancólica do órgão, e o outro pautado no pessimismo claro, refutado tanto por suas expressões de desgosto quanto pela construção sonora que preza pelos tons mais graves. De qualquer forma, esses dois grupos extremamente distintos almejam pela mesma coisa – e já podemos imaginar que esse desejo nunca será concretizado pela atmosfera que os circunda: a construção do pequeno vilarejo é tomado por uma paleta monocromática neutra, pendendo para o frio, e que funciona como um receptáculo carcereiro para seus habitantes, os quais permanecem em uma inquebrantável rotina.

Tal ciclo é reafirmado também nos momentos iniciais, em que a câmera habilmente desliza pela tela nos apresentando a diversos tipos sociais – o magnata, o peixeiro, o vendedor – em movimentos repetitivos que seguem o tique-taque de um relógio de fundo, colocado como estratégia metadiegética que se mantém pelos breves oitenta minutos de exposição, ainda que não o tempo todo.

As coisas começam a desandar com o fracasso do ensaio de casamento, que culmina na entrada do principal antagonista da trama, o charmoso e charlatão Lorde Barkis Bittern (Richard E. Grant), que logo de cara dá a entender ser um dos obstáculos para a conquista do final feliz de cada figura. Após ser duramente criticado pelo Pastor Galswells (Christopher Lee), Victor aventura-se pelas sombrias e enevoadas florestas que circundam o vilarejo para treinar seus votos, acidentalmente fazendo o pedido para o corpo semienterrado de uma cadáver, a qual levanta de seu túmulo para levá-lo ao mundo dos mortos.

Helena Bonham Carter retorna para sua terceira colaboração com Burton, seguindo um padrão de afinidade que também se repete com Depp, dando vida a uma trágica noiva desiludida que foi assassinada enquanto esperava seu amor verdadeiro à sombra de um carvalho para fugirem. Ela finalmente parece ter encontrado a sua paz quando Victor a pede em casamento, iludindo-se ao extremo e levando-o para o mundo dos mortos, cuja construção é muito mais vívida que o dos vivos, ironicamente. Além das estruturas distorcidas e irreverentes e de uma composição que preza pelo uso profuso de inúmeras cores complementares. Até mesmo os personagens não seguem o mesmo padrão, sendo caracterizados das mais diversas formas até encontrarem uma “estabilidade instável” em suas próprias completudes. É exatamente isso o que os torna envolventes e únicos, muito mais que a inexpressividade acinzentada dos vivos.

A noiva, intitulada Emily, tem o seu arco já finalizado desde o começo, não havendo muito espaço para amadurecimento, mas sim para respaldar a compreensão de Victor em relação ao que aconteceu. Ele tenta de diversas formas retornar para sua antiga vida através de indetectáveis mentiras e consegue eventualmente avisar Victoria do que está acontecendo. A partir daí, entramos em uma montagem paralela que fornece complexidade para os personagens e que trilham caminhos diferentes até encontrarem um ponto em comum, no qual os três protagonistas se veem cara a cara, enfrentando a grande revelação do meio do terceiro ato que envolve a real identidade de Lorde Barkis.

Talvez o grande problema da animação seja sua duração: os eventos do segundo ato correm em uma velocidade desnecessária, e nem mesmo a belíssima rendição de Remains of the Day” por Danny Elfman como o esqueleto dançarino Bonejangles consegue ofuscar esse frenesi narrativo. O longa em si passa em um piscar de olhos, mas Burton e Johnson poderiam ter se estendido um pouco mais sem perder o ritmo para suprimir uma necessidade além de básica por parte do público, o qual acaba desfrutando apenas da superfície da história. A chegada do último bloco realmente consegue retomar as rédeas e traz comédia, drama e ação em um mesmo ambiente, mas não deixamos de nos sentir um pouco incomodados com o gostinho de “quero mais”.

A Noiva Cadáver é um filme extremamente envolvente que poderia ter usado e abusado de sua potencialidade ao máximo. Mas não podemos tirar o crédito de seus realizadores, visto que eles entregam uma iteração incrível às animações, criando ambientes mórbidos e perscrutados com o melhor da tragicomédia, além de utilizarem-se muito bem das técnicas em stop-motion para garantir fluidez e animosidade através do encontro de dois mundos totalmente distintos.

‘LOST’ completa 20 anos e produtores são acusados de manter “ambiente TÓXICO” nos bastidores da série

O livro Burn It Down, Power, Complicity and A Call For Change in Hollywood foi lançado nos EUA e expôs as problemáticas nos bastidores das produções hollywoodianas, incluindo ‘Lost‘ – que completa 20 anos de sua estreia esse mês.

Damon Lindelof e Carlton Cuse, produtores executivos da série ‘LOST‘, foram acusados de manter uma cultura de toxicidade por trás das câmeras.

Escrito por Maureen Ryan, o livro traz entrevistas com diversas pessoas envolvidas com o seriado clássico da ABC. As declarações, que incluem depoimentos da roteirista Monica Owusu-Breen, expõem um clima pesado de bullying e comentários inapropriados sobre raça.

“Eu só queria escrever bons episódios nesta série incrível, mas era impossível realizar essa tarefa com aquela equipe. Não havia como lidar com aquela situação. Parte disso envolvia o fato de que eles não gostavam dos seus personagens não caucasianos. Quando você precisa chorar por uma hora antes de chegar em casa para ver os seus filhos, você não tem condições de escrever nada bom,” declarou Owusu-Breen.

Ao responder as acusações de bullying e racismo, Lindelof comentou:

“Em minha inexperiência como chefe, eu falhei em meu papel como alguém que deveria comandar um clima criativo e fornecer segurança e conforto dentro deste processo.”

Além disso, Harold Perrineau, que interpretou o Michael Dawson, também revelou ter pedido para sair da série durante a segunda temporada após expressar preocupação sobre o arco narrativo do seu personagem. O ator ficou particularmente chateado pelo seu personagem não parecer se importar com o paradeiro de seu filho, que havia sido raptado pelos Outros:

“Eu não podia ser mais uma pessoa que não se importa com crianças pretas desaparecidas, mesmo no contexto de uma ficção. Essa história apenas fortalecia a narrativa de que ninguém se importa com crianças pretas, nem mesmo os seus pais.”

Lost‘ foi criada por Damon Lindelof e J.J. Abrams, e revolucionou as produções de TV do gênero de aventura e ficção científica.

Na trama, um avião cai em uma ilha deserta e um grupo de passageiros precisa lutar para sobreviver na inóspita região. Liderados pelo médico Jack Shephard (Matthew Fox) e pelo misterioso John Locke (Terry O’Quinn), eles irão descobrir que o local esconde perigosos segredos.

A atração chegou ao fim em 2010, com 118 episódios.

No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo. Hoje, está na Netflix.

‘O Quarto ao Lado’: Novo filme de Almodóvar com Julianne Moore e Tilda Swinton ganha trailer legendado

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O cineasta espanhol Pedro Almodóvar (‘A Pele Que Habito’) está de volta aos holofotes com um novo longa-metragem, intitulado ‘O Quarto ao Lado.

O filme, que conta com as talentosas Julianne Moore (‘Segredos de Um Escândalo’) e Tilda Swinton (‘Era uma Vez um Gênio’), que vivem duas amigas de juventude, Ingrid e Martha, se reencontrando após anos separadas. A amizade, que floresceu nos tempos de revista, é colocada à prova por uma situação extrema, mas estranhamente doce.

O filme estreia dia 24 de outubro aqui no Brasil.

Confira o trailer legendado:

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Lançado no Festival de Veneza 2024, ‘O Quarto ao Lado’ teve recepção bastante acalorada por parte do público.

Após a exibição, o longa-metragem foi ovacionado durante nada menos que 18 minutos e 36 segundos. Vale lembrar que tanto Almodóvar quanto Moore e Swinton estavam presentes no evento.

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2ª temporada de ‘Jurassic World: Teoria do Caos’ ganha trailer INÉDITO; Saiba quando estreia!

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O cana oficial da franquia ‘Jurassic World‘ divulgou o novo trailer da 2ª temporada de ‘Jurassic World: Teoria do Caos‘, animação que dá sequência a ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘.

A prévia também anuncia que os novos episódios estarão disponíveis na Netflix em 17 de outubro.

Confira o trailer, junto com as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada:

Dinossauros na floresta com luz do sol ao fundo.

Personagens animados olhando para uma luz em um ambiente escuro.

A nova série é ambientada seis anos depois ‘Acampamento Jurássico‘, e os membros dos Seis de Nublar estão tendo dificuldades para se encontrar após saírem da ilha, tendo que lidar com um mundo cheio de dinossauros e pessoas que querem machucá-los. Reunidos por uma tragédia, eles irão descobrir uma nova conspiração global que ameaça os dinossauros e a própria humanidade.

‘O Lobisomem’: Foto inédita do novo terror de Leigh Whannell

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O Lobisomem ganhou uma imagem inédita.

Confira:

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Em recente entrevista ao Collider, os atores Christopher Abbott e Barry Keoghan revelaram detalhes emocionantes sobre a produção e o resultado final.

Abbott, que interpreta o protagonista, destacou a experiência intensa de dar vida ao lobisomem: “Foi um trabalho intenso com próteses, muito tempo na cadeira de prótese. Fizemos tudo no estilo antigo, o que eu aprecio”.

O ator também elogiou o design da criatura, criado por Arjen Tuiten, destacando o equilíbrio entre o horror e a beleza: “Achei que [ele] desenhou uma criatura assustadora, bela e, ao mesmo tempo trágica. Estou realmente ansioso para que as pessoas vejam esse trabalho”.

Abbott concluiu comparando o longa com outro sucesso de Whannell, ‘O Homem Invisível’: “Acho que ele fez uma grande adaptação da história, definitivamente a visão dele do que a história poderia ser. Se você gostou de O Homem Invisível, então com certeza vai gostar disso. Ele tem muitos truques na manga, especialmente no quesito visual”. 

Barry Keoghan, após assistir ao trailer, resumiu a experiência em uma palavra: “Incrível”.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror O Lobisomemé dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

O Lobisomemestreia dia 17 de janeiro de 2025.

Após trailer, ‘Gladiador 2’ tem dois cartazes divulgados…

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Gladiador II‘ ganhou dois novos cartazes, estampados pelo elenco estelar – quee conta com Paul Mescal, Denzel Washington, Pedro Pascal e Joseph Quinn

Sequência do longa vencedor de 5 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, teve a nova prévia divulgada hoje, além de um novo pôster oficial. O filme chega aos cinemas brasileiros em 14 de novembro.

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

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Dublado

Legendado

Gladiador II‘ continua a saga épica de poder, intriga e vingança ambientada na Roma Antiga. Anos depois de testemunhar a morte do venerado herói Maximus, Lucius (Paul Mescal) é forçado a entrar no Coliseu depois que seu lar é conquistado pelos imperadores tirânicos que agora comandam Roma com mão de ferro. Com a raiva em seu coração e o futuro do Império em jogo, Lucius deve olhar para o seu passado para encontrar força e honra para devolver a glória ao povo romano.

O novo filme estreia em 14 de novembro nos cinemas nacionais.

Lembrando que o filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos, assim como o filme original.

A classificação foi divulgada pela Motion Picture Association, órgão que regula os filmes nos EUA, devido a “cenas com excesso de violência e sangue”.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).  

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‘Maré Alta’: Trailer legendado do filme gay hollywoodiano com Marco Pigossi que estreia no Festival do Rio

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O Hugo Gloss divulgou o trailer legendado de ‘Maré Alta’ (High Tide), filme hollywoodiano dirigido pelo italiano Marco Calvani (‘A Better Half’) e estrelado por seu marido, o brasileiro Marco Pigossi (‘Cidade Invisível’).

O filme terá sua primeira exibição no Brasil em 5 de outubro, durante o Festival do Rio.

O longa gira em torno de Lourenço (Pigossi), um brasileiro com visto prestes a expirar, que se sente desolado após seu namorado americano deixá-lo inesperadamente sozinho em Provincetown. Enquanto se encontra perdido e angustiado com seu futuro incerto, ele conhece o enfermeiro Maurice (James Bland), criando uma inesperada conexão ao descobrir que ele também se sente deslocado.

Confira o trailer e o pôster:

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Lembrando que o longa alcançou uma avaliação perfeita no Rotten Tomatoes, obtendo 100% de aprovação dos críticos com base em 7 resenhas.

“Um drama disperso, porém íntimo. Pigossi entrega uma performance impressionante que praticamente une as partes díspares do filme, tornando-o coeso mesmo com as falhas em sua construção”, disse Siddhant Adlakha da Variety.

“Uma performance principal envolvente de Marco Pigossi, imersa em melancolia e dor intensa, mas também em momentos de abertura, otimismo e até alegria, ajuda a tornar High Tide um retrato comovente de homens gays em busca de conexões significativas e genuínas”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

High Tide é um filme que desafia você a não se sentir obcecado — e atraído — pelo seu protagonista”, disse Ryan Lattanzio do indieWire.

“Sexy, porém não sua típica comédia romântica gay frívola, o filme de Marco Calvani aborda de forma comovente a depressão, o preconceito e os desafios de ser uma alma sensível em um ambiente repleto de frequentadores de bar com atenção dispersa”, disse Dennis Harvey do 48 Hills.

“Um estudo profundo de alguém que teme ter se tornado um hóspede permanente na casa de outra pessoa”, disse Stephen Saito do Moveable Fest.

“O filme é um lembrete provocante de que, mesmo quando acreditamos que nossas circunstâncias não podem melhorar, sempre pode surgir alguém para mudar nossa perspectiva sobre o que valorizamos e mantemos próximo ao coração. A química entre Pigossi e Bland torna a experiência ainda mais cativante”, disse Matthew Creith do
Edge Media Network.

“Calvani se detém no doce olhar entre os amantes quando eles expõem suas almas um ao outro… À medida que High Tide se aproxima do final, sua irregularidade inicial se equilibra, destacando-se pela performance cativante de Pigossi”, disse Debopriyaa Dutta 
do High on Films.

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“Maré Alta acompanha a história de Lourenço, um imigrante gay brasileiro indocumentado que vive em Provincetown, Massachusetts. Trabalhando como faxineiro e enfrentando os desafios de construir uma nova vida, Lourenço descobre um mundo completamente novo. Sua vida toma uma reviravolta quando ele se apaixona por Maurice, o que o leva a refletir sobre as complexidades das relações humanas”.

Marco Calvani assina o roteiro e a direção do filme.

No elenco, além de Marco Pigossi (‘Gen V’), estão James Bland (‘Giants’), Marisa Tomei (‘Meu Primo Vinny’), Bill Irwin (‘O Grinch’) e Bryan Batt (‘Mad Men’).

O filme marca a primeira colaboração de Pigossi e Calvani desde que se casaram em uma cerimônia privada em 2023.

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Lost faz 20 anos | Uma das séries mais queridas de todos os tempos está na Netflix

Série fenômeno já passou por outros serviços de streaming no passado

Seguindo a mecânica de rotatividade no catálogo dos serviços de streaming, a Netflix incluiu no seu “cardápio” a presença de Lost – bem a tempo do aniversário de 20 anos da estreia da série. Não é a primeira vez que o título figura em uma empresa do tipo, visto que anteriormente o Prime Video detinha os direitos de exibição.

Esse é aquele tipo de seriado que dispensa maiores introduções e tem um nome automaticamente reconhecível para muitos. Iniciada em setembro de 2004, a série primeiramente introduziu para o público o acidente envolvendo o voo 815 da Oceanic que, durante o percurso Sidney\Los Angeles, sofreu uma queda em uma ilha paradisíaca mas completamente isolada.

Esse acidente, no entanto, foi apenas a primeira de muitas desventuras que os passageiros encontrarão na ilha que é tudo menos vazia. Criada pela dupla até então desconhecida J. J. Abrams e Damon Lindelof, Lost apresenta um leque bastante atrativo de personagens, cada um com personalidades definidas desde o início e que variam entre si; isso acaba tornando cada sobrevivente bastante único e cativante.

Variedade de personagens interessantes foi um dos segredos para o sucesso de “Lost

Narrativamente falando a série utilizou um esquema de flashbacks intercalados com o presente; ou seja, em momentos chave de algum personagem em certo episódio a cena seguinte levaria a uma situação na vida dele antes de embarcar no avião e que, de alguma forma estaria relacionada com a questão que ele tinha quer resolver no presente. Dessa forma a direção consegue expor mais claramente um crescimento de determinado personagem.

Flashbacks aliás que possuem uma outra função narrativa e apresentaram para o mundo tanto uma característica artística de J. J. Abrams quanto pavimentaram a série para seu polêmico final: mystery box. Esse termo foi exposto pelo próprio Abrams anos depois de Lost como uma representação do estilo dele em fomentar um mistério ou uma questão em aberto para com o público durante todo o filme ou seriado, para que no final seja apresentada uma explicação.

Dessa maneira ele possui um jeito “simples” de manter o interesse do público até o fim. No entanto, o calcanhar de Aquiles dessa estratégia reside justamente na necessidade de elucidar o mistério e o quão tortuoso pode ficar o caminho da história até esse clímax. Lost ainda é, na filmografia do J. J. Abrams, um exemplo do quanto o uso de mystery box pode prejudicar a história que se deseja contar, pois dessa forma o foco maior é a questão em aberto e não os personagens ou seus objetivos. A partir do momento que eles deixam de ser o foco para um mistério, as chances da trama não terminar bem fechada é muito grande.

Por muitos anos o mistério do monstro de fumaça moveu a trama da série

Todos os problemas e questões levantados ao longo da projeção precisam de uma resposta que pode ou não ser coerente. No caso das desventuras dos sobreviventes na ilha, foi cometido o erro de acumular, ao longo de seis temporadas, inúmeras questões deixadas em aberto até chegar ao ponto que os personagens não mais tinham a trama girando para melhor trabalhá-los, mas havia se tornado o contrário; eles existiam unicamente para manter os mistérios no ar e produzirem novos.

Partindo para um ponto de vista da equipe técnica, é importante lembrar que Lost foi uma grande vitrine para muitos nomes famosos no cinema atual. O compositor Michael Giacchino se tornou muito mais proeminente no período em que esteve à frente das trilhas sonoras da série; em 2010 ele recebeu um Oscar de melhor Trilha Sonora Original por seu em trabalho em UP – Altas Aventuras.

Durante todo seu período de exibição, a série recebeu frequentes indicações ao Emmy e Golden Globe Awards, bem como vencendo diversos prêmios menores. Seu elenco e história instigantes eram constantemente apontados como o motivo do sucesso. Culturalmente, a série foi um fenômeno durante toda sua existência, sendo a primeira a inspirar o surgimento de comunidades inteiras em uma internet que ainda caminhava para algo mais abrangente. 

Ao mesmo tempo que Lost é um exemplo sobre o perigo de apoiar toda história em prol de mistérios, ela goza de muito carinho por aqueles que acompanharam todas as paranormalidades que aconteciam na ilha ou o drama pessoal de cada sobrevivente, servindo também como um exemplo positivo de bom desenvolvimento de personagens na televisão.

Sucesso em Festivais, ‘Ainda Estou Aqui’ é o escolhido para representar o Brasil no OSCAR 2025

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A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta segunda-feira, dia 23 de setembro, o longa-metragem que vai representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional na 97ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences – Oscar®️ 2025.

Ainda Estou Aqui, o aclamado longa-metragem nacional com Fernanda Torres e Selton Mello, foi escolhido por unanimidade pela Comissão de Seleção.

Ainda Estou Aqui‘ disputou com outras 11 produções, inscritas e habilitadas a concorrer à vaga e, na semana passada, passou para o segundo turno com outros cinco títulos: “Cidade Campo”, de Juliana Rojas; “Levante”, de Lillah Halla; “Motel Destino”, de Karim Aïnouz; “Saudade Fez Morada Aqui Dentro”, de Haroldo Borges; e “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião.

“Estou orgulhosa de presidir essa comissão, que foi unânime na escolha desse grande filme sobre memória, um retrato emocionante de uma família sob a ditadura militar. ‘Ainda Estou Aqui’ é uma obra-prima, sobre o olhar de uma mulher, Eunice Paiva, e com atuações sublimes das duas Fernandas. Esse é um momento histórico para nosso cinema. Não tenho dúvida que esse filme tem grandes chances de colocar o Brasil de novo entre os melhores do mundo. Nós, da indústria do audiovisual brasileiro, merecemos isso”, disse Bárbara Paz, presidente da Comissão de Seleção.

Exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, selecionado para o Festival de Nova York, e vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, o filme conta com Fernanda Torres, Fernanda Montenegro e Selton Mello no elenco principal.

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Vale lembrar que o longa irá estrear na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

O festival acontece de 17 a 30 de outubro, em São Paulo.

O filme recebeu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável de Salles e de Torres.

Confira os comentários:

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

Prime Video tem recurso para MELHORAR a clareza do áudio de diálogos em filmes e séries; Conheça!

O Amazon Prime Video tem uma interessante funcionalidade chamada Dialogue Boost, que permite que os espectadores aumentem o volume do diálogo em relação à música e aos efeitos sonoros de filmes e séries disponíveis na plataforma.

A ferramenta foi inicialmente criada para atender a clientes com deficiência auditiva, mas qualquer pessoa pode utilizá-la para ajustar suas preferências pessoais de audição.

Conheça:

A ferramenta está disponível mundialmente em algumas produções originais do Prime Video em inglês, como as séries ‘Maravilhosa Sra. Maisel‘, ‘Jack Ryan de Tom Clancy‘ e Harlem’, e filmes como ‘Apresentando os Ricardos‘. A empresa afirmou que adicionará suporte para o Dialogue Boost em mais títulos ao longo deste ano.

De acordo com a Amazon, o Dialogue Boost analisa o áudio original de um filme ou série e identifica pontos em que o diálogo pode ser difícil de ouvir. Em seguida, padrões de fala são isolados e o áudio é aprimorado para tornar o diálogo mais claro.

Raf Soltanovich, vice-presidente de tecnologia da Prime Video e Amazon Studios, afirmou que a Amazon está comprometida em criar uma experiência de streaming inclusiva, equitativa e agradável para todos os seus clientes.

“Nossa biblioteca de conteúdo legendado e com descrição de áudio continua a crescer, e ao aproveitar nossas capacidades tecnológicas para criar inovações pioneiras na indústria, como o Dialogue Boost, estamos dando mais um passo para criar uma experiência de streaming mais acessível”, disse Soltanovich.

O Dialogue Boost está disponível em todos os dispositivos que suportam a Prime Video, e os espectadores podem escolher o nível de aprimoramento do diálogo por meio do menu de áudio e legendas durante a reprodução do conteúdo. “Inglês Dialogue Boost: Médio” ou “Dialogue Boost: Alto” são as opções disponíveis.

O Prime Video foi o primeiro serviço global de streaming a oferecer a funcionalidade de aprimoramento de diálogo.

Halsey revela data de lançamento de ‘The Great Impersonator’, seu NOVO álbum de estúdio

halsey

A cantora e compositora Halsey revelou hoje (27) que seu quinto álbum de estúdio já tem data de estreia confirmada .

Intitulado The Great Impersonator, o compilado de originais será lançado no dia 25 de outubro e conta com os singles “The End”“Lucky”, “Ego” “Lonely is the Muse”.

Lembrando que o disco anterior da artista foi o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, que se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano passado e inclusive entrou para nossa lista de melhores álbuns de 2021, conquistando o terceiro lugar da lista.

Crítica | Halsey entrega o melhor álbum da carreira com o incrível e politizado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’

O disco veio acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey, além de trazer produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com Badlands, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: Hopeless Fountain Kingdom (2017) e o elogiado Manic (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.

Marvel divulga o EMPOLGANTE trailer Dublado e Legendado de ‘Thunderbolts*’

thunderbolts 2
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Thunderbolts*‘ teve seu explosivo trailer divulgado, nas versões Dublado e Legendado.

O filme terá David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Florence Pugh (Yelena Belova) e Wyatt Russell (Agente Americano).

Confira:

thunderbolts 3
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“A Marvel Studios apresenta ‘Thunderbolts*’, a irreverente reunião entre a depressiva assassina Yelena Belova com o grupo de desajustados menos esperado da franquia.” 

Há algumas semanas, o insider Daniel Richtman revelou que Belova está no centro da trama, tentando extinguir os restos da Sala Vermelha quando é recrutada para o “projeto Thunderbolts*”.

Considerando que o Guardião Vermelho e a Taskmaster (Olga Kurylenko) também fazem parte do elenco, o longa deve explorar a relação de Yelena com a dupla após os eventos de ‘Viúva Negra‘.

No entanto, o filme segue uma narrativa mais independente, assim como ‘Capitão América: Guerra Civil’, que, apesar de ser uma sequência de ‘O Soldado Invernal‘, abriu seu próprio caminho para conectar outras narrativas do MCU.

Por conta disso, haverá também conexões com a série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, explorando a rivalidade entre Bucky Barnes (Sebastan Stan) e o Agente Americano (Wyatt Russell).

Jake Schreier, conhecido por dirigir ‘Cidades de Papel’, vai comanda o projeto, cujo roteiro é escrito por Eric Pearson.

O elenco de ‘Thunderbolts‘ contará com o retorno de Florence Pugh (Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hannah John-Kamen (Fantasma), Louis-Dreyfus (Valentina), Olga Kurylenko (Treinadora) e Wyatt Russell (Agente Americano), além de introduzir Ford.

Atualmente, o filme está programado para estrear no dia 02 de maio de 2025.

thunderbolts

‘Coringa: Delírio a Dois’: Vídeo INÉDITO explora o retorno de Joaquin Phoenix como Arthur Fleck; Confira!

Coringa: Delírio a Dois’ ganhou um novo vídeo promocional divulgado pela Warner Bros. Brasil.

O material explora como o vencedor do Oscar Joaquin Phoenix retornou como Arthur Fleck/Coringa para a sequência.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Coringa 2‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

Confira as principais críticas:

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Batman (1989), de Tim Burton, retorna aos cinemas | Relembre a PRIMEIRA Superprodução do Herói – Um Marco do Cinema

Os clássicos ‘Batman‘ de 1989 e ‘Batman‘ de 2022 reestrearam nos cinemas nacionais nesta quinta-feira! De 19 a 25 de setembro, não perca a chance de ver esses filmes icônicos nas grandes telas novamente.

Em homenagem à ótima notícia, nossa proposta aqui é revisitar onde tudo começou: a primeira superprodução de Batman, lançada lá em 1989.

Batman, de Tim Burton, um dos primeiros filmes de super-heróis de todos os tempos, teve seu lançamento em 1989 (no dia 19 de junho mais precisamente). Em 2019, o filme completou 30 anos de lançamento, e uma produção tão importante para o entretenimento quanto essa, obviamente ganhou diversas homenagens. Aqui no Brasil a rede Cinemark trouxe de volta este clássico para as telonas por duas noites, e o CinePOP esteve presente para relembrar toda a glória da obra. Este foi o primeiro filme americano que este amigo que vos fala assistiu no cinema. Confira abaixo a trajetória do Homem-Morcego das tirinhas de quadrinhos e da série de TV para as telonas em grande estilo.

Hoje em dia, filmes de super-heróis são tão comuns que se tornaram a fonte mais rentável e bem sucedida da Hollywood atual. Mas se formos voltar ao passado e olhar mais de 30 anos atrás, esta realidade era bem diferente. Foi em 1989 que a Warner tirou do papel o primeiro filme do icônico personagem criado pelo artista Bob Kane em 1939, ou seja, em seu aniversário de 50 anos. Antes disso, a imagem mais popular que se tinha do personagem era a interpretada por Adam West no seriado camp da década de 1960 – aquele do “Pow”, “Soc”, “Wham”. Essa versão do personagem era mais voltada ao humor, dono de um tom extremamente farsesco e caricato. Também gerou um longa-metragem em 1966, que nada mais era do que uma extensão do programa de TV.

Desta forma, Batman (1989) foi a primeira vez que o personagem de fato ganhou um tratamento diferenciado e cinematográfico – no melhor sentido da palavra. Não havia muito precedente, já que na época histórias em quadrinhos ainda eram consideradas coisa de criança e todo estúdio que se prezava via o material como um tremendo risco. A não ser a própria Warner, que em 1978 tirou do papel, recebeu inúmeros elogios e lucrou com outro famoso herói: o Superman. Essa foi a primeira vez que um filme tratou tais obras com seriedade, apelando tanto aos adultos quanto às crianças. Richard Donner, o diretor, fez com que todos acreditassem que um homem podia voar – esse era inclusive o slogan da produção. No elenco, grandes astros da época davam o respaldo necessário, trazendo credibilidade ao projeto. Marlon Brando – o maior ator da época – viveu o pai alienígena do herói, e Gene Hackman (o ator tinha duas indicações e uma vitória no Oscar na época) deu vida ao vilão Lex Luthor.

Com Batman, o desejo do estúdio era por uma proposta similar: uma obra calcada no realismo, sem esquecer se tratar de uma história de quadrinhos. Essa mescla de fantasia com sobriedade, e elementos adultos, fazia toda a diferença. Mas nem sempre foi assim, o filme quase seguiu os moldes zombeteiros do seriado de TV, e por pouco não teve Bill Murray como o Homem Morcego e Eddie Murphy como Robin. Já imaginou? Nesta época, o diretor Ivan Reitman (Os Caça-Fantasmas) era cotado para comandar a produção.

Mas a opção da Warner e dos produtores Peter Guber e Jon Peters (os homens que fizeram este motor girar) foi mesmo por um tom mais sério, maduro, intenso e sombrio. Depois de muitos diretores serem considerados, o comando do filme terminou nas mãos de Tim Burton, então um cineasta novato de 30 anos de idade, vindo do setor de animação da Disney, com apenas dois longas no currículo – o infantil As Grandes Aventuras de Pee-Wee (1985) e Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice, 1998). Foi inclusive o sucesso do segundo, lançado pela própria Warner, que fez os produtores escolherem Burton de vez – o diretor teve assim mais de um ano para o lançamento Batman, já que Beetlejuice estreou no início de 1988.

De Burton, que depois adotaria de vez o estilo sombrio e o visual gótico, saído do expressionismo alemão, partiu a ideia para a criação daquele universo particular – que englobou a construção de Gotham City e sua direção de arte, o visual dos personagens (como o uniforme do herói – uma armadura negra), a trilha sonora imponente de Danny Elfman, e os demais elementos. O visual de Batman mistura elementos típicos do cinema noir, com uma criminalidade pulsante (bem similar a filmes de gângsteres dos anos 1930, o filme inclusive parece passado em tal década), com o visual fantástico, de sombras e cenários de angulações distorcidas, do expressionismo do cinema alemão, vide F.W. Murnau.

Por falar nesta atmosfera, muitos acreditavam que o filme sequer era indicado para seu público-alvo. O crítico Gene Siskel na época chegou a dizer que Batman “não era um filme para crianças”. Já seu companheiro de programa, Roger Ebert, foi além e citou: “Não é apenas um filme sombrio ou noir, mas existe um grande nível de hostilidade e raiva neste filme, um grande nível de sentimentos ruins. É um filme extremamente perturbador”.

Quanto aos atores, depois de muita procura e ofertas – como é esperado num filme assim, de orçamento estimado na casa dos US$35 milhões (o que na época era um absurdo) -, a produção optou por Michael Keaton, um ator que vinha basicamente de comédias e não tinha o porte do personagem. A opção de Burton era por um homem comum, extremamente identificável, que deixava fluir seu lado sombrio e assustador devido a um grande trauma. A proposta de entregar algo completamente fora do padrão, do esperado e atuando contra o estereotipo se mostrou muito bem sucedida e Keaton ainda permanece como o Batman preferido de muitos. Mas obviamente, a batalha não foi ganha sem chiados e reclamações. Quando foi divulgado como o protagonista, Keaton sofreu uma onda de boicotes dos fãs – que não o viam como o personagem. Mais de 50 mil cartas foram enviadas para a Warner se manifestando contra a escolha do ator, numa era pré-internet.

Para acalmar os ânimos, a Warner divulgou imagens do ator dentro da armadura – os fãs imaginavam o collant típico dos heróis, como nos quadrinhos, na série de TV e o usado por Christopher Reeve em Superman (1978). A ideia da armadura foi revolucionária e coloca o herói, que não possui poderes sobre-humanos como os outros super-heróis, numa situação de vantagem, se tornando inclusive à prova de balas. Como não haviam pensado nisso? A roupa também dava todos os músculos que Keaton precisava para ser o herói. Recentemente, Shazam! usou a mesma estratégia com o ator Zachary Levi.

Quanto ao vilão Coringa, o astro Jack Nicholson só topou interpretá-lo quando a Warner armou uma “armadilha” para o ator. A fim de que o renomado artista aceitasse, chegou aos seus ouvidos que Robin Williams iria ficar com o papel – a quem o personagem havia realmente sido oferecido. Assim, Nicholson pulou na oferta, e Williams por outro lado não gostou nada de ter sido usado como isca. Nicholson fecharia ainda um contrato por uma porcentagem da bilheteria ao invés de um salário fixo pelo filme – já tendo a visão e plena confiança do sucesso da superprodução. Uma manobra arriscada se o filme se mostrasse um fracasso. Mas, visionário, Nicholson acabou embolsando cerca de US$60 milhões de dólares para viver o palhaço do crime – ainda hoje, um dos maiores pagamentos a um ator na história.

Kim Basinger, não topou de primeira viver a repórter Vicki Vale, sendo substituída pela atriz Sean Young (Blade Runner – O Caçador de Androides). Young chegou a gravar cenas como Vale, mas numa delas, na qual andava a cavalo, caiu e quebrou a clavícula, precisando se afastar por completo da produção. Assim, Basinger foi chamada às pressas e depois de reajustes na oferta salarial, topou o desafio. Além disso, Basinger insistiu para aumentar seu papel no filme. Na cena final em que o duelo ocorre entre Batman e Coringa na catedral de Gotham, Vale ficaria de fora lá embaixo. Basinger insistiu para que sua personagem estivesse no ato final, assim os roteiristas ao lado da atriz reescreveram o desfecho para incluí-la. Isso que é iniciativa.

Realmente talvez seja muito difícil para a geração de hoje, nascida numa era de filmes eventos e colossos semanais, entender o fenômeno cultural que foi Batman. Não existia precedentes para esta magnitude. Só em matéria de merchandising, por exemplo, os materiais promocionais de Batman (como cartazes e outdoors) começaram a ser veiculados um ano antes da estreia. Até mesmo no Brasil – lembro claramente na infância de ver o símbolo do herói espalhado pela cidade. Era como se viravam antes da internet. O filme lucrou mais de US$40 milhões em sua estreia, somando mais de US$250 milhões só nos EUA. Pelo mundo, Batman arrecadou mais de US$410 milhões – um verdadeiro arrasa-quarteirão para a época.

Era o início de uma nova era. E o que temos hoje no terreno de superproduções megalomaníacas se deve muito a este filme. Os blockbuters haviam dado seu start com Tubarão (1975) e depois disso, na década de 1980, abriam a porta como nunca antes para o cinema entretenimento. Mas é seguro dizer que Batman elevou o jogo a outro patamar. Como previu o astro Sylvester Stallone após o lançamento deste filme, o cinema comercial estava prestes a mudar, atores davam lugar a marcas, efeitos e personagens.

‘Não se Mexa’, novo terror produzido por Sam Raimi, ganha trailer DUBLADO; Confira!

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A Netflix Brasil divulgou o trailer oficial e dublado do terror ‘Don’t Move‘, produzido pelo mestre Sam Raimi (‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio’).

O longa chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de outubro, bem a tempo das comemorações de Halloween.

Confira:

Na trama, um serial killer que injeta uma substância paralisante em uma mulher. E ela deve fugir, lutar e se esconder antes que seu corpo perca completamente seus movimentos.

Kelsey Asbille (‘Yellowstone’) e Finn Wittrock (‘American Horror Story’) estrelam.

Adam Schindler e Brian Netto (’50 States of Fright’) ficam responsáveis pela direção.

O roteiro foi assinado pela dupla T.J. CimfelDavid White.

Capstone Studios também irá produzir o longa ao lado da Raimi Productions e Hammerstone Studios.

‘O Poço 2’: Sequência ganha TENSO trailer oficial; Confira!

A Netflix divulgou o trailer ofical e completo de ‘O Poço 2‘, sequência do polêmico e visceral filme de 2019.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 04 de outubro.

Confira, junto às imagens:

Milena Smit e Hovik Keuchkerian serão os protagonistas do novo filme.

Galder Gaztelu-Irrutia retorna à direção.

Infelizmente, detalhes sobre a trama da sequência não foram revelados. O primeiro filme foi ambientado em uma prisão vertical, onde os presos são designados para um nível e forçados a racionar comida de uma plataforma que se move entre os andares. Os presidiários dos andares superiores comem melhor do que os de baixo, e um homem tenta fazer mudanças para que todos tenham o suficiente.