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‘Pra Sempre Paquitas’: Ex-paquitas acusam Marlene Mattos de ABUSOS e assédio

pra sempre paquitas globoplay
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O documentário Pra Sempre Paquitas já está disponível no GloboPlay e tem gerado grande repercussão ao expor relatos de abusos e assédio sofridos pelas ex-assistentes de palco de Xuxa Meneghel.

Em um dos episódios, as ex-Paquitas revelam que eram frequentemente chamadas de nomes ofensivos por Marlene Mattos e forçadas a enfrentar situações constrangedoras, como tirar a roupa.

A atriz Bianca Rinaldi compartilhou que se sentiu profundamente humilhada em uma dessas ocasiões, enquanto Priscilla Couto, a Catuxita, destacou as humilhações que sofreu devido à sua aparência física.

Ana Paula Guimarães, a Catu e diretora do documentário, emocionou-se ao discutir a normalização do abuso entre as meninas. Roberta Cipriani, a Xiquitita, expressou seu desconforto ao presenciar o que suas colegas enfrentavam.

Juliana Baroni, por sua vez, afirmou que se recusou a tirar a roupa, mas se sentiu mal ao ver suas amigas passando por essa situação.

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A série é composta por cinco episódios que traçam uma conexão entre o passado e o presente, refletindo sobre a evolução da sociedade desde as gerações de 1980 e 2000.

Os temas abordados incluem questões de gênero na TV, pressão estética, representatividade, competitividade, infância e juventude, assédio e outros assuntos que ressoam com os jovens de hoje.

Relembre o anúncio do projeto:

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Conheça a série documental da Netflix que explora histórias REAIS de ‘Encontros Extraterrestres’

Você adora histórias sobre alienígenas? É fã de ‘Fogo no Céu‘ e filmes no estilo?

Então você precisa conhecer a série documental ‘Encontros Extraterrestres‘, que  “explora quatro histórias extraordinárias de fenômenos de outro mundo”.

Cada episódio cinematográfico e profundamente pesquisado conta uma única história: luzes estranhas no céu de uma pequena cidade do Texas; naves espaciais submersíveis assombrando uma vila costeira do País de Gales; um encontro alienígena com crianças em Zimbabué; inteligência não humana supostamente interferindo em uma usina nuclear no Japão.

Contada a partir da perspectiva de pessoas que vivenciaram experiências em primeira mão – nos locais onde ocorreram os avistamentos – e embasada por cientistas e militares de ponta, a série vai além da ciência para destacar o impacto profundamente humano desses encontros nas vidas, famílias e comunidades.

Confira:

Yon Motskin é responsável pela direção dos quatro episódios.

Artigo | Os 23 anos de ‘Hook – A Volta do Capitão Gancho’, clássico de Steven Spielberg

Em 1911, o irreverente e rebelde Peter Pan ganhava as graças de uma gama de leitores que definitivamente tinham uma afeição por contos de fada. O novelista inglês J.M. Barrie tornou-se um nome muito conhecido em meio à sociedade britânica e seus escritos alcançaram um patamar atemporal ao serem lidos e relidos inúmeras vezes para o cinema e para a televisão – e seu legado foi endossado mais uma vez à medida em que todo o cosmos aventuresco que arquitetou permitiu uma crescente expansão até cair nas mãos de um conhecido nome na indústria dos blockbusters: Steven Spielberg. Partindo da fábula original, o cineasta resolveu trazer uma nova perspectiva para as telonas ao trazer o personagem-título para uma aventura de autodescobrimento e amadurecimento – e ainda que não funcione completamente, sua mais nova obra é, sem dúvida, agradável.

Com Hook – A Volta do Capitão Gancho’, viajamos para uma época mais contemporânea onde uma versão adulta de Peter Pan, intitulada Peter Banning, é um homem de negócios com uma carreira bem-sucedida e que eventualmente coloca sua família em segundo lugar. É claro que essa informação de que o protagonista é na verdade uma versão engessada do “garoto que nunca cresce” deve carregar tanto o semblante de um homem bombardeado pelas necessidades e pelos afazeres de uma sociedade individualista quanto as feições de uma criança perdida – e, nesse quesito, Robin Williams simplesmente acerta em cheio. É claro que, considerando seus papéis anteriores e até mesmo posteriores, fica difícil enxergá-lo dentro de um drama puro, e é justamente que a opção por uma dramédia vem em boa hora, até mesmo para tornar o personagem que encarna ainda mais complexo.

Peter é casado com Moira Banning (Caroline Goodall), uma mãe que se preocupa muito com o relacionamento entre seu marido e os filhos, percebendo pequenos detalhes que farão diferença em determinado momento – no caso, mais cedo do que se imagina. “Daqui poucos anos, eles serão adultos. Tudo passa muito rápido”, ela diz, criticando o marido por causa de sua incessante preocupação acerca do trabalho e da manutenção do status que seu nome carrega. E é claro que essa personalidade amargurada e até mesmo ofensiva encontra tanto um guia quanto um terrível obstáculo: o primeiro emerge na figura da Vovó Wendy Darling (Maggie Smith), uma senhora de idade que, apesar das rugas, nunca abandonou os seus sonhos e jamais deixou seus sonhos serem apagados. É incrível como Smith, mesmo com pouquíssimo tempo de cena, insurge como um dos ápices de uma narrativa desequilibrada e com certos deslizes rítmicos, principalmente por sua envolvência quanto atriz e pelos seus diálogos carregados com poesia e metáforas.

O outro fator decisivo para a brusca mudança de Peter dá as caras no início do segundo ato: como já é de se esperar, o temido e ardiloso Capitão Gancho, cujo nome em inglês é emprestado para o título do filme, retornou de algum modo de seu infame encontro com o crocodilo Tic Tac para orquestrar uma vingança contra seu arqui-inimigo, começando pela captura de seus filhos. Ainda que suas ambições se percam em meio a um roteiro cru, não podemos tirar mérito do incrível Dustin Hoffman, visto que sua perfeita caracterização consegue perpassar o âmbito cômico e o dramático de forma equilibrada e que consiga envolver o público e afastá-lo dos aparentes erros. Entretanto, o antagonista basicamente se vale de seus charmes e de seu poder de convencimento chantagista para atacar Peter, canalizando seus esforços para fazer seu filho Jack (Charlie Korsmo) voltar-se contra o próprio pai.

Ainda que os livros de Barrie sejam pautados em inúmeras críticas, a dupla formada por Jim V. Hart e Malia Scotch Marmo abandona essas pequenas sutilezas e rende-se a vários clichês do gênero de aventura, incluindo a entrada de extensas cenas de luta em detrimento da coesão narrativa. A partir de certo ponto, perdemos a conta da quantidade de furos no roteiro que se mostram aparentes pela falta de cuidado e pela altivez exacerbada da estética fílmica: se o miolo do longa-metragem traz referências incríveis à jornada do herói e permite que o protagonista retorne para seu escopo pueril e inocente, os atos extremos ou são apressados, ou monótonos. Nem mesmo a apurada direção de Spielberg parece encontrar um lugar adequado aqui – seja nos planos-sequência (que talvez sejam sua grande marca registrada), seja pelos enquadramentos mais fechados.

Se Hook’ peca em sua história, definitivamente excede no quesito direção de arte. A utilização de efeitos visuais não é pedante em nenhum momento, visto que os caprichos permanecem na criação de objetos de cena e em grande parte dos cenários: seja dentro da embarcação de Gancho, no píer habitado pelos piratas ou até mesmo na morada dos Garotos Perdidos, Norman Garwood consegue trabalhar cada um dos aspectos de modo soberbo; cada um dos sets principais conversa com uma época fantasiosa sem se valer das impossibilidades cênicas e mesmo assim abrindo margem para que alguns elementos mais contemporâneos entrem no cosmos da Terra do Nunca – como, por exemplo, as bolinha de gude e uma paleta de cores de pigmentação mais forte para contrastar com o uso constante de marrom e amarelo-alaranjado.

Apesar desse cuidado estilístico, o filme tem seus desperdícios – sendo Julia Roberts um deles. A atriz dá vida à famosa e brincalhona fada Sininho, que representa um arquétipo da guardiã e da conselheira de Peter; mas seus trejeitos em cena são muito exagerados e over-the-top, o que se afasta de uma fluidez e de um naturalismo cômico dos outros personagens, incluindo Williams, para fincar-se a uma infeliz canastrice. Roberts faz um uso desnecessário de movimentos com os braços que parecem traduzir seus diálogos de modo errôneo e redundante (por exemplo ao convencer Gancho de lhe dar algum tempo para colocar Pan em forma).

Nem mesmo a trilha sonora consegue alcançar todo o seu potencial e permanece em uma tentativa constante de exprimir catarse para o público. Ainda que John Williams seja um mestre compositor inegável e retorne para mais um trabalho ao lado de Spielberg, ele parece não querer explorar muito uma musicalidade enigmática, preferindo apenas realizar algumas investidas genéricas ao utilizar instrumentos premeditáveis para certas ocasiões – como a grave acentuação do violoncelo para os momentos de tensão e o retorno dos fabulescos violinos para uma atmosfera mais simples ou mais alegre. De qualquer forma, é inesquecível mencionar aqui que o primeiro ato é respaldado por uma risível composição que se assemelha ao escopo sinfônico de basicamente qualquer comédia romântica generalizada.

Spielberg pode não estar em seu melhor momento com Hook – A Volta do Capitão Gancho’, mas certamente sabe apostar em determinados elementos para não deixá-lo à mercê de um fracasso total. Mesmo com seus deslizes, o incrível elenco emociona com atuações envolventes e competentes – e sem sombra de dúvida os esforços acerca da recriação de lúdica atmosfera da Terra do Nunca funcionam em quase sua totalidade.

Novo terror da Blumhouse sobre Ursinho Assombrado estreia no Prime Video; Vale a pena assistir?

É notável como a Blumhouse vem perdendo a mão em diversas produções recentes: apenas de memória, podemos citar o fracasso crítico e comercial de ‘Mergulho Noturno’, a frustrante adaptação de ‘Five Nights at Freddy’s’ e a esquecível investida ‘O Exorcista: O Devoto’ – cada qual mostrando uma fadiga não especificamente do gênero do terror, mas das mentes criativas por trás da companhia e de seus projetos. Agora, a produtora nos apresenta a mais uma tentativa de resgatar o brilho de originalidade que tinham há alguns anos com o lançamento de ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’, que estreou no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem acompanha Jessica (DeWanda Wise), uma mulher recheada de traumas de um passado não muito distante que retorna para a casa de infância ao lado do marido, Max (Tom Payne), e das enteadas – Alice (Pyper Braun) e Taylor (Taegen Burns), esta não tendo uma relação muito próxima ou afetiva com a madrasta. Após se mudarem para o subúrbio a fim de começarem um capítulo novo de suas vidas, Alice cria um amigo imaginário após encontrar um ursinho de pelúcia, dando-lhe o nome de Chauncey e levando Jess a acreditar que aquilo é apenas uma forma da jovem menina lidar com tantas mudanças e com certos fantasmas que continuam voltando a atormentá-la. Entretanto, as coisas mudam drasticamente de forma quando Jess percebe que, de alguma maneira, Chauncey está induzindo Alice a fazer coisas terríveis e que podem colocar todos ali em perigo mortal.

Seguindo os passos de títulos anteriores da Blumhouse, ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é desprovido de qualquer originalidade – mas, nesse caso, essa falta de comprometimento com o novo não é algo ruim. É notável como a construção da obra preza mais pela atmosfera do que pelo conteúdo, aliando-se a performances boas o suficiente para nos engajar ao longo de uma hora e quarenta minutos e a certos jump-scares que, por mais óbvios que sejam, nos fazem pular da cadeira. E percebemos que o longa-metragem, em momento algum, tenta dar um passo maior do que consegue e não se rende aos pecaminosos equívocos da presunção fílmica, tendo plena consciência de seu teor escapista e de que, no final das contas, é um título “pipoca” cujo objetivo é nos engolfar em um cosmos nem um pouco próximo da realidade.

Como já mencionado, a produção é recheada dos mais variados clichês – e tem plena noção disso: temos a famosa casa assombrada com um porão assustador que é palco para o encontro entre o sobrenatural e o mundano; os personagens arquetípicos que são jogados em um mandatório arco de amadurecimento, enfrentando traumas que são materializados em criaturas medonhas; os supracitados jumpscares, talhados em movimentações de câmera que premeditam os sustos; a trilha sonora deliberadamente dissonante e com explosões instrumentais que fecham o ciclo de determinada cena; e muitos outros. Todavia, como esses elementos não se levam a sério, é muito fácil ser envolvido pelo projeto cinematográfico que se desenrola à nossa frente e sair da sala satisfeito, desde que não tenhamos as expectativas muito altas.

Jeff Wadlow, colaborador de longa-data da Blumhouse e responsável por títulos como ‘Verdade ou Consequência’ e ‘Ilha da Fantasia’, senta-se à cadeira de direção e tenta fazer o máximo que pode para fornecer estilizações ao filme. Eventualmente, ele percebe que o caminho mais seguro é focar na simetria angustiante de uma fotografia sóbria, no jogo de campo e contracampo que coloca em conflito as personalidades das protagonistas, e na elementaridade dos planos holandeses que ajudam a cultivar a tensão e a conclusão de cada ato. E, de fato, são as performances de Wise e Braun que nos ajudam nessa desequilibrada jornada, ainda mais pela honestidade que pregam em cena.

Um dos deslizes principais é o roteiro. Assinado por Wadlow, Greg Erb e Jason Oremland, a história poderia ter sido mais bem aproveitada caso não quisesse se valer de uma mitologia muito complexa e que envolve muitas subtramas. Afinal, temos explicações constantes de como o amigo imaginário de Alice corresponde a uma entidade cuja manifestação pode caminhar de duas maneiras – uma protetora e outra vingativa, como é o caso de Chauncey. E isso também se relaciona com o laço que une Alice e Jess e os segredos que se escondem no casarão, abrindo espaço para certas pulsões da psicologia que não deveriam existir, restringindo-se, sim, ao sobrenatural e às clássicas histórias de terror pelas quais somos apaixonados.

‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é um festival de convencionalismos criativos que, por incrível que pareça, tem o seu valor como entretenimento. É muito fácil se divertir com o longa-metragem caso varramos para debaixo do tapete as falhas estruturais e caso não esperemos nada mais do que nos é prometido. No fundo, a produção entrega aquilo que propõe e é uma pedida interessante para se ver em um final de semana menos movimentado, com um conceito muito bem-vindo que, de fato, não explora todo seu potencial.

‘Piece by Piece’: Cinebiografia LEGO de Pharrell Williams conquista 95% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

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Piece by Piece (Peça por Peça, em tradução livre), a cinebiografia do cantor Pharrell Williams, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, alcançando 95% de aprovação com base na análise de 19 críticos.

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Em geral, os críticos elogiaram a criatividade da biografia, mas destacaram que, apesar de sua originalidade, o filme acaba recaindo em alguns clichês do gênero.

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“Surpreendentemente, traz uma frescura e originalidade a um formato documental que o faz parecer completamente novo novamente”, disse Pete Hammond do Deadline.

Piece By Piece revela, de maneira doce e inspiradora, como o produtor que se tornou rapper, cantor e ícone da moda nunca se deixou limitar. Embora seja inovador, o documentário de Neville não consegue evitar completamente as armadilhas do biográfico produzido por celebridades”, disse Lovia Gyarkye do Hollywood Reporter.

“É um filme que leva a brincadeira a sério e é humilde sobre a necessidade de alegria. “Piece by Piece” é, simplesmente, brilhante de forma espetacular”, disse Jason Gorber da
Collider.

“Embora seja uma adição peculiar ao universo da animação LEGO, de certa forma, faz todo o sentido. Se você se interessa pela ideia de um documentário narrado com LEGO ou é fã de Pharrell Williams, “Piece by Piece” certamente merece a sua atenção”, disse Beatrine Shahzad da Discussing Film.

“O brilho da animação só se destaca porque Pharrell e os titãs convidados como comentaristas (como Missy Elliott, Gwen Stefani, Jay-Z e Pusha T, entre outros) são oradores natos com histórias de origem fascinantes para compartilhar”, disse Radheyan Simonpillai do The Guardian.

“É encantador assistir à representação dos dias de infância amados na narrativa da não-ficção? Sem dúvida. Isso certamente deixará o público satisfeito. No entanto, se a felicidade é a verdade, há poucos momentos de alegria a serem encontrados aqui”, disse Maureen Lee Lenker do Entertainment Weekly.

Piece by Piece é, em última análise, um entretenimento superficial, uma experiência leve e visualmente criativa que não oferece muito além de uma reafirmação dos valores do trabalho duro e da autoconfiança”, disse Caleb Hammond do IndieWire.

Piece By Piece é uma delícia que certamente fará o público dançar nos corredores”, disse Kristy Puchko do Mashable.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas em 11 de outubro deste ano.

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“Quem diria que brincar com peças de LEGO quando criança se transformaria em um filme sobre minha vida. Essa é a prova de que você também consegue… #PieceByPiece.”

Produzido pela Focus Features e dirigido por Morgan Neville (conhecido por ‘Roadrunner: A Film About Anthony Bourdain’), o filme conta com a produção de Neville, Caitrin Rogers, Pharrell Williams, Mimi Valdés e Shani Saxon. Jill Wilfert e Keith Malone são os produtores executivos representando o Grupo LEGO.

Reboot de ‘Pretty Little Liars’ é CANCELADO após 2 temporadas

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O Max cancelou oficialmente o reboot de ‘Pretty Little Liars‘ depois de apenas duas temporadas.

“Apesar de não seguirmos em frente com uma terceira temporada de ‘Pretty Little Liars’, somos gratos aos criadores Roberto Aguirre-Sacasa and Lindsay Calhoon Bring, além da equipe na Warner Bros. Television, por reintroduzir esta nova iteração de mentirosas que se unem para enfrentar o mais novo vilão de Millwood,” declarou o serviço de streaming em um comunicado oficial. “A visão criativa moderna e única deles – combinada com o talento incrível do nosso elenco e equipe – rendeu uma série divertida e aterrorizante que trouxe uma verdadeira homenagem ao legado de Rosewood.”

No segundo ciclo, intitulado ‘Pretty Little Liars: Curso de Verão‘, nossas protagonistas enfrentam um destino pior do que a morte – o curso de verão. No entanto, a escola não é a única coisa entre seus sonhos, empregos e relacionamentos divertidos. Uma nova vilã, que pode ter uma conexão com A, chegou à cidade e promete fazer todos passarem por um teste mortal.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, serve como showrunner.

O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).

O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).

Sebastian Stan defende os filmes da Marvel: “É difícil fazer um bom filme repetidamente”

Sebastian Stan, que interpreta o icônico Bucky Barnes, Soldado Invernal/Lobo Branco, no Universo Cinematográfico Marvel, saiu em defesa dos filmes de super-heróis em uma recente entrevista.

O ator, que fez sua estreia na Marvel em ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’, respondeu às críticas que o estúdio vem recebendo em conversa com a Variety.

“Tem se tornado muito conveniente criticar [os filmes da Marvel]”, afirma Stan. “E tudo bem, todo mundo tem uma opinião. Mas eles são uma parte importante do que contribui para este setor e nos permite ter filmes menores também. Isso é uma artéria que circula pelo sistema dessa maquinaria que é Hollywood, alimentando de tantas maneiras que as pessoas não reconhecem”.

Ele concluiu: “Às vezes, fico protetor em relação a isso, porque a intenção é realmente muito boa. É difícil fazer um bom filme repetidamente”.

Sebastian Stan retorna ao universo compartilhado da Marvel Studios em Thunderbolts*’.

“A Marvel Studios apresenta ‘Thunderbolts*’, a irreverente reunião entre a depressiva assassina Yelena Belova com o grupo de desajustados menos esperado da franquia.”

Jake Schreier, conhecido por dirigir Cidades de Papel, vai comanda o projeto, cujo roteiro é escrito por Eric Pearson.

O elenco de ‘Thunderbolts‘ contará com o retorno de Florence Pugh (Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hannah John-Kamen (Fantasma), Louis-Dreyfus (Valentina), Olga Kurylenko (Treinadora) e Wyatt Russell (Agente Americano), além de introduzir Ford.

Atualmente, o filme está programado para estrear no dia 02 de maio de 2025.

Curte filmes de ação? Não perca essas 10 dicas pelos streamings!

Geralmente com um ritmo frenético e cenas explosivas, os filmes de ação sempre conquistaram a atenção do público seja nos cinemas ou agora também pelos streamings. Entre lutas dos mais variados tipos, explosões, correria, perseguições, seguimos a tão falada jornada do herói rumo aos seus objetivos. Pensando em alguns ótimos longas-metragens desse gênero, que estão pelos streamings disponíveis pelo Brasil, segue abaixo uma lista sensacional:

 

Soldado Universal (Telecine)

Dirigido pelo cineasta alemão Roland Emmerich, sua primeira assinatura da direção de um filme norte-americano, o longa-metragem conta a história de Luc (Jean-Claude Van Damme), um soldado enviado ao Vietnã no final da década de 60 que após estar entre a vida e a morte, ganha nova chance de vida, mesmo que forçadamente, agora na pele de super soldado, fruto de uma experiência militar. Buscando entender o mundo décadas depois de quase morrer na guerra, Luc é perseguido por Andrew (Dolph Lundgren), um soldado sanguinário que conhece de outros tempos.

 

Resistência (Disney Plus)

Na trama, numa distopia futurística onde, após uma enorme tragédia, o ocidente trava uma guerra contra a inteligência artificial. Nesse contexto, conhecemos Joshua (John David Washington), um soldado que após um enorme trauma envolvendo sua esposa no seu passado, é chamado de volta para a ação com o objetivo de encontrar e eliminar um inteligente e desconhecido arquiteto que possui em suas experiências o projeto de uma arma poderosa.

 

Sisu: Uma História de Determinação (MAX)

Na trama, conhecemos Aatami (Jorma Tommila), um ex-comandante do exército finlandês, temido pelo próprio batalhão, que abandonou os tempos de guerra, largado em uma terra ao norte, ainda destruída, no meio do nada, onde vira garimpeiro e começa a achar generosas quantidades de ouro. Só que logo seu caminho se cruza com o de nazistas inescrupulosos sedentos pelo ouro encontrado.

 

Vampiros de John Carpenter (Sony One)

Na trama, acompanhamos a jornada sangrenta e bastante perigosa do caçador de vampiros Jack Crow (James Woods), um homem que passa seus dias caçando perigosas criaturas da noite respondendo apenas a igreja por meio de um bispo. Quando em uma de suas missões, um perigoso mestre vampiros chamado Jan Valek (Thomas Ian Griffith) aniquila quase toda sua equipe, em uma emboscada inesperada, Jack embarcará em uma estrada de vingança e destruição em busca de um artefato católico ao lado do amigo Anthony (Daniel Baldwin) e o padre Adam (Tim Guinee).

 

O Abismo (Netflix)

Na trama, acompanhamos a história de Frigga (Tuva Novotny), uma mulher de atitude, mãe de dois, chefe de segurança de uma mina subterrânea Kiirunavaara, situada na cidade de Kiruna. Quando rachaduras enormes vão aparecendo pela cidade, Frigga embarca em uma jornada de sobrevivência tendo que lidar com o sumiço do filho Simon (Edvin Ryding), a recente chegada do novo namorado Dabir (Kardo Razzazi), o relacionamento conturbado com o ex Tage (Peter Franzén) e os embates com a filha Mika (Felicia Truedsson).

 

Sentença de Morte (Prime Video)

Na trama, conhecemos Nick (Kevin Bacon) um homem bem sucedido, com uma família feliz. Tudo muda quando, após parar em uma loja de conveniência, seu filho é assassinado de forma brutal. Completamente desnorteado com o ocorrido, logo seu luto vira vingança e assim, sem medir as consequências de seus atos dá início a uma jornada sem volta.

 

Tropas Estelares (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Johnny Rico (Casper Van Dien), um jovem estudante que por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards) resolve se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares, ela para a força aérea ele para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico aos poucos vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola Dizzy Flores (Dina Meyer).

 

Um Tira da Pesada (Paramount Plus)

Na trama, conhecemos o investigador da polícia Axel Foley (Eddie Murphy), um impulsivo homem da lei que investiga da sua maneira os crimes na cidade de Detroit quase sempre causando a fúria de seus superiores. Após um de seus melhores amigos ser assassinado quando o visitava, Axel parte para Beverly Hills em busca de explicações e na caça do principal suspeito. Nesse caminho, seu destino se cruza com os policiais Rosewood (Judge Reinhold) e Taggart (John Ashton).

 

Velocidade Máxima (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Jack (Keanu Reeves), um oficial da polícia que juntamente com seu parceiro Harry (Jeff Daniels) é chamado para uma situação complicada envolvendo um elevador que está caindo, em uma suposta ação premeditada. Após esses minutos de alta tensão e o resgate do reféns, Jack se vê novamente em confronto com a mente por trás do incidente com o elevador, um psicopata chamado Howard (Dennis Hopper), ex-membro do esquadrão anti-bombas da polícia que agora ameaça um ônibus que não pode chegar na velocidade de 50 milhas por hora senão uma bomba se arma. Jack contará com a ajuda de Annie (Sandra Bullock), uma simpática passageira.

 

60 Segundos (Disney Plus)

Na trama, ambientada na Califórnia, conhecemos Memphis (Nicolas Cage) um ladrão aposentado, adorador de carros, que é chamado de volta à vida de crimes quando seu irmão Kip (Giovanni Ribisi) se mete em uma enrascada após um roubo mal sucedido. Precisando em poucos dias entregar 50 carros de luxo de uma lista de uma mafioso no porto de Long Beach, Memphis reunirá sua velha equipe, inclusive a ex-namorada Sway (Angelina Jolie), e juntos irão atrás desse arriscado objetivo com a polícia na cola deles. Entre os carros, está o xodó do protagonista, o raríssimo Shelby Mustang GT 500 do ano 1967, que ele carinhosamente chama de Eleonora.

 

 

 

Crítica | O Dia Que Te Conheci – Grace Passô e Renato Novaes em Hilária Comédia Romântica do Cotidiano

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Sabe aquelas histórias inacreditáveis que os amigos costumam contar numa mesa de bar? Aquelas que, de tão mirabolantes e surreais, parecem até mentira – mas que, justamente pelo seu irrealismo, só podem ser verdade, afinal, ninguém conseguiria ser tão criativo assim na hora de inventar uma história? Pois bem, são justamente esses os melhores causos para se contar numa festa, num bar, numa roda de amigos e rendem as melhores memórias. E são as que melhor inspiram o cinema a criar filmes com os quais o público consegue se envolver, como o longa ‘O Dia Que Te Conheci’, nova comédia romântica brasileira que chega a partir de hoje nos cinemas brasileiros.

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Zeca (Renato Novaes, que é irmão do diretor do filme) tem um problema gravíssimo: tem séria dificuldade em acordar cedo. Ele tenta, bota mil alarmes, pede ajuda para seu companheiro de apartamento, mas sempre falha. E isso tem severas consequências na sua vida profissional enquanto bibliotecário de uma escola em uma cidade no interior de Minas Gerais, pois sempre acorda atrasado, sai atrasado e chega atrasado na escola. Mas, no dia de hoje, algo de diferente irá acontecer na sua rotina com a visita de Luísa (Grace Passô, de ‘No Coração do Mundo’), que trabalha no RH do colégio. Ao conhecer Luísa, não só a rotina mas a própria vida de Zeca irá mudar completamente nas horas a seguir.

Com surpreendentes setenta e um minutos de duração (pouco mais de uma hora), ‘O Dia Que Te Conheci’ consegue, com seu pouco tempo de tela, contemplar diversas situações cotidianas com as quais boa parte do público poderá se relacionar – como, por exemplo, pegar um ônibus quando se está atrasado e ele quebrar no meio do caminho, atrasando ainda mais a rotina.

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Escrito, dirigido e produzido por André Novais de Oliveira, o ponto forte de ‘O Dia Que Te Conheci’ é justamente os diálogos, escritos de maneira bem próxima das falas comuns da população urbana brasileira. Essas trocas verbais, dentro dos contextos inusitados, arrancam sinceras risadas do público, que consegue entender exatamente todos os sentimentos envolvidos em cada uma das falas, principalmente aquelas proferidas pelo casal protagonista. Aliás, é muito mérito das atuações do par Grace e Renato, que imprime naturalidade e casualidade em todas as cenas, o fato de o público conseguir se envolver tanto com os dois e suas histórias. Mais do que se entregarem, Grace e Renato emprestam aos personagens toda a carga do corre, dos perrengues e dos dias de luta e dias de glória os quais todos nós conhecemos.

Ainda que curtinho, a produção tem surpreendentes cenas longas, a começar pelo início, que coloca os créditos da produção numa abertura estática e bem demorada. Em outro momento, em que o casal protagonista está atravessando uma rua, a produção se demora longos minutos nessa cena sem diálogos, o que acaba quebrando o ritmo da interação entre os protagonistas e do clima para o espectador – pois, nesse momento, já estamos totalmente imersos tanto na comédia quanto no romance proposto pelo filme.

De uma maneira bem autoral, o diretor André Novais de Oliveira imprime sua assinatura do romance na casualidade do cotidiano em ‘O Dia Que Te Conheci’, entregando um filme leve, engraçado e bem real para um público sedento por se reconhecer nas telonas.

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Novos conflitos e gravidez no trailer completo da 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’; Confira!

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A ABC divulgou o trailer completo da 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente em 26 de setembro.

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Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

‘Stranger Things’: 5ª Temporada revela vídeo e fotos dos bastidores; Confira!

Stranger Things, o sucesso da Netflix, divulgou recentemente um vídeo dos bastidores da quinta e última temporada. A série está prevista para retornar em 2025, encerrando sua história.

No vídeo compartilhado nas redes sociais, o elenco jovem da produção revela algumas novidades sobre o que os fãs podem esperar dos episódios finais da série.

Além disso, Shawn Levy compartilhou uma série de fotos nas redes sociais que mostra Millie Bobby Brown e outros integrantes do elenco.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Crepúsculo dos Deuses’: Animação de Zack Snyder conquista 60% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

crepúsculo dos deuses

A animação ‘Crepúsculo dos Deuses’ (Twilight of the Gods), o mais recente projeto de Zack Snyder, já está disponível no catálogo da Netflix. No Rotten Tomatoes, a animação gerou opiniões divergentes, com uma aprovação de 60% com base em 10 análises e 72% de aprovação do público.

crepusculo dos deuses

Os críticos também se dividiram: alguns elogiaram a animação por seu conteúdo épico e pelo trabalho de Snyder, enquanto outros a desmereceram, considerando-a uma produção com roteiro fraco e trama superficial.

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“Como uma obra para ser apenas apreciada, é uma coisa de beleza. Infelizmente, como uma obra em que se pode se envolver emocionalmente, é bastante deficiente”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“O que quer que você esteja procurando na sua próxima maratona de animação adulta—profundidade, emoção, choque—é improvável que você encontre com Zack Snyder, disse Nandini Balial do RogerEbert.

“Com tantas animações fantásticas para escolher, ‘Crepúsculo dos Deuses’ não vale o investimento de tempo de ninguém além dos fãs mais fervorosos da mitologia nórdica ou do trabalho de Zack Snyder, disse Sarah Fields da Tell-Tale TV.

“Avaliando no contexto dos recentes projetos decepcionantes de Zack Snyder, ‘Crepúsculo dos Deuses’ é uma reinterpretação estimulante do folclore nórdico e viking com um drama deliciosamente confuso em seu núcleo. Infelizmente, grande parte de suas divagações não serve à sua história”, disse Isaiah Colbert do IGN Movies.

“‘Crepúsculo dos Deuses’ é mais uma vítima do Complexo Industrial da Temporada Curta e, se a série tivesse sido renovada com mais 12 episódios, haveria muito mais peso emocional e profundidade nos personagens, tanto individualmente quanto em grupo”, disse Kathryn Porter da Paste Magazine.

“‘Crepúsculo dos Deuses’ é absolutamente deslumbrante (…) Snyder e sua equipe se dedicam a imergi-lo neste mundo e garantem que você tenha uma ótima experiência”, disse Pramit Chatterjee do Digital Mafia Talkies.

“A série evoca os contornos históricos e literários da mitologia nórdica para explorar o poder da narrativa”, disse Niv M. Sultan do Slant Magazine.

“Cada faceta do portfólio de Snyder brilha em uma reinterpretação brutal, bela e chocantemente lasciva da mitologia nórdica”, disse Dais Johnston do Inverse.

“Após o fracasso crítico da duologia ‘Rebel Moon’ de Snyder, ‘Crepúsculo dos Deuses’ parece ser uma vitória há muito esperada para o roteirista e diretor, cujas ideias ambiciosas frequentemente são mal interpretadas antes mesmo de chegarem às telas”, disse Maggie Lovitt da Collider.

“Em outras palavras, este é um programa que finalmente responde à pergunta se as cortinas do Thor combinam. O problema é que não tenho certeza se alguém estava fazendo essa pergunta em primeiro lugar”, disse Jonathon Wilson do Ready Steady Cut.

‘Crepúsculo dos Deuses’ já pode ser assistida na Netflix.

Entre os astros do elenco estão John Noble (‘O Senhor dos Aneis: O Retorno do Rei’), que dará voz a Odin, o Pai de Todos. Thor será dublado por Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’), enquanto Loki terá voz de Paterson Joseph (‘Timeless’).

Os demais nomes são Sylvia Hoeks (‘Blade Runner 2049’) como Sigrid, Stuart Martin (‘Medici: Mestres de Florença’) como Leif, Rahul Kohli (‘A Maldiçao da Mansão Bly’) como Egill, Jamie Clayton (‘Sense8’) como Seid-Kona, Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’) como Andvar, Peter Stormare (‘John Wick: Um Novo Dia para Matar’) como Ulfr, Jamie Chung (‘Dragon Ball Evolution)’ como Hela, Lauren Cohen (‘The Walking Dead’) como Inge e Corey Stoll (‘Homem-Formiga’) como Hrafnkel.

Aprovação de ‘Agatha Desde Sempre’ SOBE no RT, mas série permanece uma das MENOS bem avaliadas da Marvel

Agatha: Desde Sempre’, a série derivada de WandaVision estrelada por Kathryn Hahn, já está disponível no Disney+.

No Rotten Tomatoes, apesar da série ter estreado com 69% de aprovação, subiu para consideráveis 79% de aprovação, mas permanece como uma das atrações menos bem avaliadas da Marvel Television.

A encargo de comparação, a atração está acima de títulos como ‘Invasão Secreta’ (52%) e Echo (70%), mas permanece abaixo de outras incursões – incluindo ‘X-Men ’97’ (99%), ‘Ms. Marvel’ (98%), WandaVision (92%), ‘Gavião Arqueiro’ (92%), ‘Loki’ (87%) e ‘Falcão e o Soldado Invernal’ (85%).

Os críticos que assistiram aos primeiros episódios se dividiram: alguns consideram a série incrível e elogiam sua originalidade, enquanto outros questionam se ela realmente precisava existir.

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Agatha: Desde Sempre avança por seu caminho, com o coven discutindo e se unindo em uma série de provas frenéticas, mas sem grande emoção. As virtudes do tema do empoderamento feminino acabam sendo ofuscadas por enredos repetitivos e pouco inspiradores”, disse Mike Hale do New York Times.

“É um projeto raro da Marvel que se justifica não por seu papel em um plano mestre de anos, mas pelo seu próprio potencial criativo. Mesmo em sua versão reduzida, Agatha ainda consegue trazer um certo encantamento”, disse Alison Herman da Variety.

“O projeto evita, em grande parte, se assemelhar a uma daquelas histórias da Marvel que servem apenas para preparar outras narrativas. No entanto, infelizmente, também não consegue transmitir a sensação de ser uma série que realmente precisa existir por si só”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

Agatha: Desde Sempre pode ter seu título inspirado em um flashback, mas tudo o que envolve a série (até agora) indica que há muito mais a ser explorado quando o foco é Agatha o tempo todo”, disse David Fear da Rolling Stone.

Agatha: Desde Sempre representa uma melhoria significativa na fórmula das séries do Disney+ e nos elementos tradicionais do MCU. Mais importante, é uma narrativa envolvente que vai te deixar ansioso para acompanhar até o fim”, disse Tyler Taing do Discussing Film.

“Uma obra única, excêntrica, frequentemente engraçada e genuinamente envolvente, com toques de quadrinhos surpreendentemente marcantes e uma qualidade cinematográfica distinta”, disse Nicole Drum do ComicBook.

“Uma obra sobrenatural, intrigante e fascinante, Agatha All Along é uma sucessora digna de WandaVision e destaca a encantadora Kathryn Hahn como sua nova favorita do MCU, Agatha Harkness”, disse Josh Wilding do ComicBookMovie.

“Superar WandaVision sempre seria um desafio, mas de alguma forma, Agatha All Along nunca erra o passo. A série combina humor, mistério, demônios, amizade, romance e muito mais”, disse Amy West do Total Film.

Relembre o trailer:

Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis ​​se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes. 

Jac Schaeffer entra como showrunner.

Além de Hahn reprisando seu papel como Agatha Harkness, o elenco conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo RuppPatti LuPoneAubrey Plaza.

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Katy Perry | As MELHORES músicas de ‘143’, seu mais recente álbum de estúdio

katy perry

Katy Perry ganhou proeminência ainda em 2008, quando lançava os primeiros singles de seu álbum de estreia, ‘One of the Boys’, ascendendo a uma fama estelar e garantindo músicas de extremo sucesso comercial que a transformaram em uma das artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos.

Álbum a álbum, Perry demonstrou um apreço pela alegria e pela ideia do carpe diem, aprovietando letras chamativas e envolventes para falar sobre amor, aceitação, independência e empoderamento – não pensando duas vezes antes de se arriscar e nunca abaixar a cabeça para os haters.

Em celebração ao lançamento de seu mais recente compilado de originais, 143, preparamos uma lista elencando as cinco melhores melhores músicas do álbum.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita – e qual deixamos de fora:

5. “WOMAN’S WORLD”

“Woman’s World” é permeada pelas conhecidas progressões do synth-pop, nutrindo de similaridades com as demarcações pungentes de faixas como “Stupid Love” “Enigma”, presentes no álbum ‘Chromatica’, de Lady Gaga, pinceladas com versos antêmicos que prezam pela força e pelo empoderamento femininos em um convite às pistas de dança e à uma saudosista jornada por aquilo que Perry já nos entregou em sua carreira. Enquanto as estrofes que precedem o refrão partem de construções mais óbvias, o chorus explode em um frenético up-tempo que nos rememora do motivo de conseguirmos nos conectar com tanta força com as músicas da performer.

4. “ALL THE LOVE”

Em meio a tantas faixas desperdiçadas, “All The Love” nos chama a atenção por dialogar diretamente com a identidade musical e estética de Katy Perry de forma bastante impactante. Logo nos primeiros segundos, a faixa vibra em uma utilização muito bem-vinda de sintetizadores que nos fisga até o inebriante refrão – que mergulha em uma mistura bem-vinda de EDMdance-pop que pincela um tema recorrente em sua discografia com uma espécie de semi-balada melancólica e muito interessante (e que, de certa maneira, presta homenagem a nomes como Kylie MinogueAllie X).

3. “NIRVANA”

“Nirvana” deixa espaço para que a artista se divirta com entregas vocais sólidas, pegando páginas emprestadas do trabalho de Arnthor Birgisson Rami Yacoub (nomes por trás da ótima “Double Trouble”) e rendendo-se a uma conjunção enervante e sinestésica do electro-deep e do techno para discorrer sobre um amor tão forte que é capaz de levá-la a um estado espiritual de plenitude completa.

2. “LIFETIMES”

Acompanhada de um divertido e dançante videoclipe, “Lifetimes” se afasta das tentativas frustradas de crítica social da track anterior e coloca Perry em sua zona de conforto ao estender-se para um vibrante e dançante house que já se inicia com as pesadas notas do piano, aliadas a um limpo e convidativo sintetizador. Aqui, a cantora e compositora percebe que não há necessidade de dar um passo maior que a perna e que resgatar incursões predecessoras da própria carreira.

1. “CRUSH”

“Crush”, a quinta faixa do álbum, é uma imersiva construção de electro-pop e dance-pop que traz o melhor da carreira de Perry aos holofotes, apostando fichas em uma dançante e sensual construção sonora (cortesia do trabalho em conjunto de Dr. LukeRyan Ogren e Kalani Thompson) que entrega exatamente o que queremos em um atemporal refrão e versos prontos para as pistas de dança.

‘Tomb Raider’: Lara Croft enfrenta aventura perigosa no trailer da nova animação da Netflix

tomb raider

A Netflix divulgou o trailer completo de ‘Tomb Raider: A Lenda de Lara Croft‘, série animada que dá continuidade ao jogos recentes da franquia.

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A produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de outubro.

Tasha Huo entra como criador e showrunner.

Hayley Atwell dá voz à personagem titular.

“Os roteiros são fantásticos e eu vi partes da animação”, disse Atwell sobre o projeto em uma entrevista ao The Movie Dweeb. “É realmente comovente, engraçado e leve, e eu adorei fazer isso. Acho que o que eles entendem tão bem é que eles realmente entendem o tom disso, mas também estão avançando no que os fãs querem,
mas é uma progressão natural de onde poderia ir a seguir. Eu amo isso.

Allen MaldonadoEarl Baylon também fazem parte do elenco de voz.

‘Gladiador 3’: Ridley Scott revela interesse e ideias para mais uma sequência

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Gladiador II’ chega em breve aos cinemas, e o cineasta Ridley Scott revelou que seu desejo vai além de uma sequência, confirmando o interesse em um terceiro filme.

Durante uma entrevista a Premiere, Scott declarou: “Com isso, já estou brincando com a ideia de Gladiador 3. Não, sério! Acendi o pavio… O final de Gladiador II é uma reminiscência de O Poderoso Chefão, com Michael Corleone terminando com um emprego que ele não queria, e se perguntando: ‘E agora, Pai, o que eu faço? “Então, o próximo [filme] será sobre um homem que não quer estar onde está”.

Quando contatado para comentar, Mescal, que interpreta Lúcio, respondeu às palavras do diretor: “Sim, Ridley me falou sobre isso, mas foi apenas ontem! Estou aguardando para ver o que acontecerá, mas estou, claro, bastante interessado”.

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Anteriormente, o diretor Ridley Scott disse à Empire que o novo longa é sua maior produção, ou pelo menos uma das mais importantes.

“É a melhor coisa que já fiz. É uma das melhores coisas. Já fiz alguns bons filmes”, ele sorri e garante: “É uma ação brutal e intensa”.

O novo filme estreia em 14 de novembro nos cinemas nacionais.

Lembrando que o filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos, assim como o filme original.

A classificação foi divulgada pela Motion Picture Association, órgão que regula os filmes nos EUA, devido a “cenas com excesso de violência e sangue”.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão). 

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Dublado

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‘Doctor Odyssey’: Trailer bate recorde e ultrapassa ‘This Is Us’

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O trailer de ‘Doctor Odyssey’, a nova série de Ryan Murphy, já fez história ao ultrapassar ‘This Is Us’ como o mais assistido de um programa de TV.

Segundo o Deadline, o vídeo alcançou impressionantes 77,8 milhões de visualizações nas primeiras 48 horas após o lançamento.

O canal oficial da ABC no TikTok foi responsável pela maior parte das visualizações, somando cerca de 38,8 milhões, com o Facebook em segundo lugar com 23 milhões.

Esses números consolidam ‘Doctor Odyssey’ como o programa com o trailer mais visto de todos os tempos. O recorde anterior pertencia ao trailer de ‘This Is Us’, lançado em 2016.

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A produção estreará oficialmente no dia 26 de setembro.

Max (Joshua Jackson) é o novo médico de bordo de um navio de cruzeiro de luxo onde a equipe trabalha duro e se diverte ainda mais. Tudo é possível enquanto Max e sua pequena, mas poderosa, equipe médica navegam por crises médicas únicas e uns aos outros, a quilômetros da costa.

Don Johnson (‘Miami Vice’), Sean Teale (‘The Gifted’) e Phillipa Soo (‘Iluminadas’) também estrelam a produção.

Murphy assina o roteiro ao lado de Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’)
e Joe Baken (‘Eu Sou Michael’).

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‘Ainda Estou Aqui’ é indicado ao ‘ People’s Choice’ do Festival Internacional de Cinema de Toronto; saiba como votar!

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Ainda Estou Aqui, o aclamado longa-metragem nacional com Fernanda Torres e Selton Mello, se destaca como um dos principais candidatos a uma indicação ao Oscar. Recentemente, o filme foi nomeado na categoria ‘Filme Favorito’ do Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF).

Historicamente, o prêmio People’s Choice do TIFF tem se mostrado um forte indicador de sucesso na temporada de premiações. Vários filmes vencedores, como ’12 Anos de Escravidão’, ‘Green Book: O Guia’ e ‘Nomadland’, conquistaram indicações e até ganharam o Oscar.

O prêmio é decidido por voto popular.

Para votar, acesse o link, digite “I’m Still Here” (título em inglês de Ainda Estou Aqui), insira seu e-mail para confirmação e pronto.

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Vale lembrar que o longa irá estrear na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

O festival acontece de 17 a 30 de outubro, em São Paulo.

O elenco principal do filme estará presente na sessão de estreia, assim como o diretor, Walter Salles, e os roteiristas Murilo Hauser e Heitor Lourega.

O filme recebeu o prêmio de melhor roteiro para Murilo Hauser e Heitor Lorega, na competição oficial do 81º Festival de Veneza, o Golden Osella, entregue na cerimônia de encerramento.

O filme recebeu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável de Salles e de Torres.

Confira os comentários:

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

‘My Hero Academia’: Midoriya enfrenta nova ameaça em trailer final!

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My Hero Academia: Your Next’ (My Hero Academia: Você é o Próximo – tradução livre), novo filme baseado em My Hero Academia, ganhou seu trailer final.

O trailer coloca Deku Classe 1-A contra uma nova ameaça, o vilão chamado Dark Might.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Segundo Kohei Horikoshi, criadora da obra, o novo longa é situado após a guerra entre heróis e vilões exibida na sexta temporada do anime.

O filme destará os personagens Izuku Midoriya/Deku, Shoto Todoroki, Katsuki Bakugo e All Might.

Yosuke Kuroda, roteirista dos anteriores filmes baseados no anime, está encarregado do roteiro, enquanto a direção ficará a cargo de Tensai Okamura (‘Tekken: Vingança de Sangue’). A supervisão é realizada por Kohei Horikoshi, a criadora de My Hero Academia’.

Este novo filme será o quarto baseado em My Hero Academia, seguindo My Hero Academia: 2 Heróis’ (2018),My Hero Academia: O Filme – Ascensão dos Heróis’ (2019) eMy Hero Academia: Missão Mundial de Heróis’ (2021).

My Hero Academia: Você é o Próximo’ tem previsão de estreia para 02 de agosto no Japão. Contudo, até o momento, nenhuma data referente ao lançamento mundial foi definida.

Já a sétima temporada do anime está em exibição na Crunchyroll.

Zack Snyder revela qual dos seus filmes de super heróis é o seu favorito

Zack Snyder, aclamado cineasta responsável por sucessos como ‘O Homem de Aço’ e Liga da Justiça de Zack Snyder, além de ser um dos nomes mais proeminentes do Universo Cinematográfico DC, revelou recentemente qual de seus filmes baseados em quadrinhos é o seu favorito.

Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta surpreendeu ao revelar queWatchmen de 2009 é sua preferência.

“Bem, é um pouco estranho, porque por um lado, eu penso em ‘O Homem de Aço’, ‘Batman vs Superman’, ‘Liga da Justiça’, que são obras à parte… Não sei se, para mim, eles se encaixam perfeitamente na definição clássica de filme de quadrinhos. Mas entendo por que as pessoas os consideram assim, já que são adaptações de personagens de quadrinhos. No entanto, minha visão para esses filmes se baseava mais em ideias próprias sobre os personagens”, explicou Snyder.

“Eu diria que ‘Watchmen’, para mim, representa a experiência mais completa de adaptar um quadrinho para o cinema. O processo de transformar o quadrinho em um filme, com todos os desafios e alegrias que isso envolve, foi extremamente gratificante em ‘Watchmen'”, continuou Snyder. “Acho que ‘Watchmen’ é a adaptação mais fluida e satisfatória que já realizei”, completou.

Apesar do reconhecimento crítico, Watchmen não obteve grande sucesso de bilheteria, arrecadando US$185,4 milhões, e nunca teve uma sequência.

Assim como vários filmes de Snyder, como Madrugada dos Mortos, ‘Sucker Punch – Mundo Surreal’ e Liga da Justiça de Zack Snyder, Watchmen também recebeu uma versão estendida do diretor lançada em DVD.

Atualmente, o filme está disponível para ser assistido no Max.

Relembre o trailer de ‘Watchman’.