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Emmy Awards 2024 | ‘Quiz Lady’, com Sandra Oh e Awkwafina, leva o prêmio de Melhor Filme para Televisão

Quiz Lady‘, comédia para maiores estrelada por Awkwafina (‘Oito Mulheres e um Segredo’) e Sandra Oh (‘Killing Eve’), se tornou um dos melhores filmes do ano passado – e, agora, começa a colher frutos de seu sucesso.

Durante o anúncio de vencedores do Creative Arts Emmy, a produção levou para casa o prêmio de Melhor Filme para Televisão.

Na trama, Anna e sua irmã caótica, Jenny, precisam trabalhar juntas para cobrir o valor das dívidas de apostas de sua mãe. E ,quando o cachorro da Anne é sequestrado, elas farão de tudo para conseguir o dinheiro.

Relembre o trailer legendado:

O filme é dirigido por Jessica Yu (‘Fosse/Verdon’), com roteiro assinado por Jen D’Angelo.

Anne, uma mulher tensa e obcecada por game shows, deve se juntar a sua caótica irmã Jenny para ajudar a pagar as dívidas de jogo de sua mãe. Quando o amado cachorro de Anne é sequestrado, elas terão que fazer uma viagem pelo país para conseguir o dinheiro de que precisam. Para fazer isso, terão que aproveitar as habilidades de Anne, transformando-a na campeã do game show que ela sempre quis ser.

Jason SchwartzmanTony HaleHolland TaylorWill Ferrell completam o elenco.

Emmy Awards 2024 | Jon Bernthal conquista o prêmio de Melhor Ator Convidado por ‘O Urso’

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A 3ª temporada de O Urso, estrelada pelo ator Jeremy Allen White (‘Shameless’), conquistou a crítica e o público e reiterou o status da série como uma das melhores da atualidade.

Durante o 2º dia da cerimônia de vencedores do Creative Arts Emmy Awards, a mais recente iteração conquistou inúmeros prêmios – incluindo Melhor Atriz Convidada para Jamie Lee Curtis (sagrando-se a primeira estatueta do evento para a artista) e Melhor Ator Convidado para Jon Bernthal.

Vale lembrar que a cerimônia principal ocorrerá em 15 de setembro.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

Emmy Awards 2024 | Jamie Lee Curtis conquista o prêmio de Melhor Atriz Convidada por ‘O Urso’

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A 3ª temporada de O Urso, estrelada pelo ator Jeremy Allen White (‘Shameless’), conquistou a crítica e o público e reiterou o status da série como uma das melhores da atualidade.

Durante o 2º dia da cerimônia de vencedores do Creative Arts Emmy Awards, a mais recente iteração conquistou inúmeros prêmios – incluindo Melhor Atriz Convidada para Jamie Lee Curtis (sagrando-se a primeira estatueta do evento para a artista) e Melhor Ator Convidado para Jon Bernthal.

Vale lembrar que a cerimônia principal ocorrerá em 15 de setembro.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

‘O Menino e a Garça’: Vencedor do Oscar de Melhor Animação ganha data de estreia na Netflix!

O mais recente filme do Studio Ghibli, O Menino e a Garça (The Boy and the Heron), que ganhou o Globo de Ouro e o Oscar de Melhor Animação, ganhou data de estreia na Netflix.

O longa animado, que marcou o retorno de Hayao Miyazaki, chega à plataforma de streaming no próximo dia 07 de outubro.

Confira o novo trailer:

Dica | Filmes ‘Ghibli’ para quem gostou de ‘O Menino e a Garça’

“Depois de perder a mãe durante a guerra, o jovem Mahito muda-se para a propriedade de sua família no campo. Lá, uma série de eventos misteriosos o levam a uma torre antiga e isolada, lar de uma travessa garça cinzenta. Quando a nova madrasta de Mahito desaparece, ele segue a garça cinzenta até a torre e entra num mundo fantástico partilhado pelos vivos e pelos mortos. Ao embarcar em uma jornada épica com a garça como guia, Mahito deve descobrir os segredos deste mundo e a verdade sobre si mesmo.”

Hayao Miyazaki (‘A Viagem de Chihiro‘) assina o roteiro e direção.

Além de ter sido aclamado pelos críticos – com impressionantes 96% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa agradou aos espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore.

A animação é inspirada em uma obra infantil de 1937, escrita por Yoshino Genzaburo. O livro original acompanha um jovem de 15 anos que reflete sobre a vida em um Japão pré-guerra, o filme foi descrito como uma “grande e fantástica história”.

‘Downton Abbey II: Uma Nova Era’ chega ESTA SEMANA a um novo streaming; Saiba qual!

Downton Abbey II: Uma Nova Era’, sequência do filme lançado em 2019, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 11 de setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Simon CurtisJulian Fellowes, criador da série, fica responsável pelo roteiro.

O tão esperado retorno cinematográfico do fenômeno global reúne o amado elenco em uma grande jornada ao sul da França para desvendar o mistério da villa recém-herdada da Condessa Viúva.

O elenco conta com Laura HaddockMaggie SmithTuppence MiddletonMichelle DockeryHugh BonnevilleElizabeth McGovern, Hugh Dancy, Dominic WestNathalie Baye e outros.

‘É Assim que Acaba’ ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

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Sucesso! O romance ‘É Assim que Acaba‘, estrelado pela Blake Lively (‘Águas Rasas’), conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

O filme se tornou a maior arrecadação de um drama romântico desde ‘Nasce uma Estrela‘ (US$436.4M), tendo superado sucessos como ‘A Culpa é das Estrelas‘ (US$307.1M), ‘Podres de Ricos‘ (US$239.3), ‘Todos Menos Você‘ (US$220.2M) e ‘Como Eu Era Antes de Você‘ (US$208.4M).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 141.3 milhões. No mercado internacional, a adaptação do livro de Colleen Hoover acrescenta US$ 168 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 309.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$26M), Austrália (US$14M), México (US$14M), Alemanha (US$13.6M) e Brasil (US$9.8M).

Vale lembrar que o romance superou as expectativas em sua estreia nos EUA, arrecadando US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana. O valor ficou muito acima das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 23-30 milhões.

Desconsiderando sua participação especial no novo filme do Deadpool, ‘É Assim que Acaba‘ se tornou o segundo maior lançamento da carreira de Lively, atrás apenas do live-action de ‘Lanterna Verde‘ (US$53.1M).

Vale lembrar que o romance já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

‘Divertida Mente 2’ ultrapassa ‘Jurassic World’ e se torna a 8ª maior bilheteria da HISTÓRIA

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Sucesso! A sequência ‘Divertida Mente 2‘ conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1,671 bilhão nas bilheterias mundiais.

O longa superou a arrecadação total de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$1.67B), entrando para o TOP 8 das maiores arrecadações da história do cinema.

Além de já ter ultrapassado sucessos como ‘O Rei Leão‘ (US$1.66B), ‘Os Vingadores‘ (US$1.52B), ‘Velozes e Furiosos 7‘ (US$1.51B) e ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.49B), a produção também superou ‘Frozen 2‘ (US$1.45B) e ‘Super Mario Bros‘ (US$1.36B), tornando-se a maior animação da história.

Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 651.9 milhões, o que representa a maior animação da história do país – ultrapassando ‘Os Incríveis 2‘ (US$608.5M).

Internacionalmente, o longa soma US$ 1,023 bilhão.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$102.3M), Brasil (US$80.2M), Reino Unido (US$74.2M), França (US$63.9M) e Coreia (US$60.9M).

Com quase R$ 450 milhões arrecadados em território nacional, ‘Divertida Mente 2se tornou a maior a bilheteria da história no Brasil, superando ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$353M).

O longa também tornou a maior arrecadação da história do México.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.

O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.

“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”

Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

‘Alien: Romulus’ ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

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Sucesso! O aclamado ‘Alien: Romulus‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa segue no TOP 10 das maiores arrecadações do ano, tendo superado sucessos como ‘É Assim que Acaba‘ (US$309.3M) e ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$261.5M) – tornando-se o maior filme de terror de 2024.

Além disso, a produção também superou ‘Alien: Covenant‘ (US$240.8M), tornando-se a segunda maior arrecadação da franquia – atrás apenas de ‘Prometheus‘ (US$403.3M).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 97.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 217.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$100.6M), Reino Unido (US$15.9M), Coreia (US$13.9M), França (US$10.7M) e México (US$7.9M).

Em IMAX, a produção soma US$ 37.2 milhões, tornando-se a maior arrecadação para um filme de terror da história do formato.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Orçamento em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ já se tornou um novo sucesso da franquia.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

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‘Bad Boys: Até o Fim’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

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Sucesso! A sequência ‘Bad Boys: Até o Fim‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa segue como a segunda maior arrecadação da franquia, atrás apenas de ‘Bad Boys para Sempre‘ (US$426.5M). Além disso, o filme se encontra no TOP 7 das maiores bilheterias do ano.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 193.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 209.7 milhões – totalizando US$ 403.3 milhões mundialmente.

O sucesso do filme fez a franquia ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão globalmente.

Vale lembrar que a sequência arrecadou US$ 56 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA. Para termos de comparação, o novo longa se tornou a segunda maior estreia da franquia – atrás apenas de ‘Bad Boys para Sempre‘, que arrecadou US$ 62.5 milhões em seu primeiro final de semana, em 2020.

O primeiro e o segundo filme da saga abriram com US$ 15.5 milhões e US$ 46.5 milhões, respectivamente.

Com orçamento estimado de US$ 100 milhões, ‘Bad Boys: Até o Fim‘ já pode ser considerado mais um sucesso da franquia.

Crítica | Will Smith e Martin Lawrence estão de volta no DIVERTIDÍSSIMO ‘Bad Boys: Até o Fim’

O longa chegará ao streaming do Max no dia 13 de setembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘Black Rio! Black Power!’ é mais que maravilhoso, é necessário!

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A vida de filme nacional não é das mais fáceis, de documentário nacional então… Mais difícil ainda. Caso não atraia multidões no primeiro fim de semana, raramente terá vida longa nos cinemas do país. E nessa ânsia do lucro, muitas pérolas acabam se perdendo. E esse parece ser o caso de Black Rio! Black Power!, de Emilio Domingos.

Lançado na última quinta-feira (5), o documentário está com pouquíssimas sessões nos cinemas do Rio de Janeiro. O que beira o absurdo, visto que é um filme que dialoga diretamente com a história e formação cultural e social da própria cidade. O longa revisita a quadra do Grêmio de Rocha Miranda, lar do movimento Soul, ou movimento Black, que tomou os salões das periferias cariocas entre as décadas de 1970 e 1980.

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Sob influência das canções norte-americanas, os negros e pobres da cidade passaram a se reunir nesses bailes para ‘tomar sua Coca-Cola, curtir sua dança e dar seus beijos’, como é dito em certo momento do filme. Mais do que isso, porém, esses salões viraram involuntariamente fagulhas políticas, já que eram espalhadas mensagens motivacionais, como ‘estude!’ e ‘você é preto e você é bonito, você tem valor’, para parcelas da sociedade que eram propositalmente escanteadas, alimentando a baixo custo o sistema da época.

Nesse contexto, nights como o Soul Grand Prix e as raízes da (equipe poderosa) Furacão 2000 ferveram a juventude do Rio com passos de dança, liberdade de expressão, mensagens de valorização e muita música boa. Ao som de James Brown, a galera excluída podia enfim se sentir importante, se sentir ser humano.

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Dito isso, o trabalho de Emilio Domingos nesse filme é um espetáculo. Se você prestou bem atenção na década que o documentário retrata, deve saber o que estava acontecendo no país naquela época. Em meio à Ditadura Militar, sair nas ruas com um sapato alto, com um cabelo afro já era o bastante para ser enquadrado por vadiagem. Imagine então se reunir em núcleos supostamente político-raciais. Sob o fantasma de um comunismo que jamais chegou perto de acontecer, os bailes Soul foram rapidamente recriminados pelos militares. E como as principais empresas de TV e jornais acabaram apoiando o regime, não demorou para que a valorização dessa cultura black brasileira fosse marginalizada, transformada em coisa de vagabundo.

Então pense na dificuldade de fazer um documentário em vídeo sobre um tema que era extremamente periférico, em uma época em que não havia telefones celulares e nem acesso fácil a câmeras de vídeo. Mais do que isso, abordar um tema que foi propositalmente apagado e recriminado pelo governo e imprensa da época. O trabalho de pesquisa de Emilio e sua equipe foram hercúleos em encontrar vídeos, fotos e reportagens que mostrassem os bailes da época. Inclusive, ele conseguiu recuperar imagens feitas em matérias jornalísticas daqueles tempos que criticavam os bailes. Com esse material, ele subverte o propósito das imagens e as usa como forma de valorizar aquela galera. É muito representativo.

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A condução do documentário é feita da forma mais brasileira possível: de forma oral. Emilio entrevista nomes lendários da cena Soul carioca, como Dom Filó – o grande pai do Soul Grand Prix – e Carlos Dafé, o Príncipe do Soul. Mais do que essas lendas vivas, ele vai atrás de agitadores culturais e frequentadores desses bailes. Por meio das histórias contadas por ele, o documentário se desenrola e se expande de forma deliciosa, como conversar com seu avô em um fim de semana ao som de sua música favorita tocando na vitrolinha.

São depoimentos sinceros, riquíssimos em detalhes e muito descontraídos. E há momentos em que o público consegue ver essa galera nas fotos da época para vê-los bem velhinhos logo em seguida. É impactante, porque os espectadores veem todo o seu desenvolvimento, se encantam com o que eles têm a dizer e entendem que mesmo com o tempo tendo passado, eles continuam gigantes. Mais ou menos como ouvir uma canção contagiante.

E há momentos incríveis, como o debate que a mídia da época tentou forçar para descredibilizar o movimento Soul. Eles diziam que era uma tentativa de ‘americanizar’ os brasileiros, já que o povo dançava músicas dos EUA em vez de samba. E esse discurso absurdo, que desconsiderava o contexto de embranquecimento do samba da época, foi prontamente abraçado pelos militantes de esquerda. Ou seja, o Soul apanhava do regime e da esquerda. Era porrada de todo lado em uma galera que só queria dançar, curtir e ser feliz.

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Em tempos em que o discurso de igualdade vem crescendo cada vez mais, ter um filme como esse é fundamental. Não existe futuro para quem não conhece seu passado. E para entender a cultura atual, é preciso compreender de onde ela veio. O Soul andou para que o Funk pudesse correr, por exemplo. Black Rio! Black Power! é uma poesia de menos de duas horas, que ensina mais do molejo e espírito do carioca que qualquer aula de antropologia. É uma poesia musical de encher olhos, ouvidos e a alma. É um filme mais que maravilhoso, é necessário.

E a cena final… A chave de ouro de uma obra-prima. Resta torcer para que os cinemas deem uma segunda chance para ele ficar em cartaz pelo menos até a Semana do Cinema, porque ele merece demais ser assistido.

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Black Rio! Black Power! está em cartaz nos cinemas.

Exclusivo | Entrevista Cidade; Campo – Juliana Rojas: “O Corpo Também é um Território; uma Espaço de Afeto e Identidade”

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“Processar luto, processar trauma e lidar com o recomeço são as temáticas do filme”, explica Juliana Rojas sobre Cidade; Campo. Lançado nos cinemas brasileiros no último dia 29 de agosto, o quarto longa da diretora brasileira teve sua estreia mundial, e foi premiado, na 74° Berlinale – Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. 

Durante o evento na capital alemã, o CinePOP teve a oportunidade de uma entrevista exclusiva com a cineasta antes da sua premiação como Melhor Direção da mostra paralela Encounters. Ao longo do bate-papo, Juliana falou das suas inspirações para o projeto, as causas sociais debatidas, como exploração do trabalho e representatividade lésbica, além de não deixar de lado sua marca registrada: a atmosfera fantasmagórica. 

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Cidade; Campo conta duas histórias de migração, memória e fantasmas entre a cidade e o campo. Após enchentes devastadoras em sua cidade natal, a trabalhadora rural Joana (Fernanda Vianna) se muda para São Paulo para encontrar sua irmã Tânia (Andrea Marquee), que mora com o neto Jaime (Kalleb Oliveira). 

Em um segundo momento, Flávia (Mirella Façanha) e Mara (Bruna Linzmeyer) lutam para recomeçar a vida em uma casa abandonada, mas a primeira desconfia haver algo na mata ao redor da residência e essa suspeita abala o relacionamento entre as duas. Confira abaixo a entrevista com a nossa maior cineasta do horror fantástico brasileiro atualemente. 

Um Ponto e o Recomeço

CinePOP: Como você escolheu este título Cidade; Campo, a poética do ponto e vírgula, como uma pausa e recomeço? Você já tinha a intenção de fazer o filme em duas narrativas? 

Juliana Rojas: É uma linguagem poética, um ponto e vírgula tem uma pausa, mas também tem uma ideia de continuidade na mesma sentença. É isso que eu queria pro filme, dividido em duas partes, duas histórias com personagens e locais diferentes, mas que tivesse também uma relação entre esses dois espaços e entre os elementos dessas histórias. A motivação do filme é refletir sobre as nossas origens e como isso nos afeta. Além disso, conhecer a existência e a identidade desses dois lugares [cidade e campo]. 

Relações de Exploração do Trabalho 

CinePOP: Você trata nos seus outros filmes Trabalhar Cansa (2011) e As Boas Maneiras (2017) dessa relação do patrão empregado, e agora com a precarização do trabalho com aplicativo, e o que não tínhamos visto antes que é o trabalho rural. Como você teve a ideia de integrar o trabalho do campo nessa sua perspectiva do horror da relação entre as pessoas e o trabalho?  

Juliana Rojas:  O trabalho rural entra num aspecto diferente do que na cidade; embora tenha a ver com elementos que eu venho falando nos outros filmes, nesse a precarização é o que chamamos de “uberização” da força de trabalho. Acredito que é um elemento interessante da história da Joana [que vem do campo para cidade]. 

Já o campo acho que tinha a ver com como essas relações de trabalho dentro do campo, mesmo numa lógica de uma fazenda que você está cultivando para você e para vender. Com a chegada opressora dos cultivos de soja, de cana, de milho pelas grandes empresas,  que compram espaços gigantescos de terra, isso tem mudado. Existe não somente a questão da agressividade para expulsar o pequeno produtor, mas também a questão ambiental, de como isso afeta e destroi os recursos naturais desses lugares. Os mais vulneráveis sempre são as pequenas comunidades.

Juliana Rojas
Letícia Alassë e Juliana Rojas no Festival de Berlim 2024

Baseada nos Casos de Mariana e Brumadinho?

CinePOP: Um assunto também que acredito que é bastante ousado em Cidade; Campo é falar sobre a tragédia que aconteceu com a ruptura da barragem nas cidades de Minas Gerais. A personagem Joana representa esse sobrevivente que perdeu tudo e tenta recomeçar, é isso muito impactante pra gente relembrar. Quando você decidiu trazer essa essa tragédia para narrativa?

Juliana Rojas: Para mim, a inspiração foram relatos de pessoas que foram vítimas do desastre tanto de Mariana quanto Brumadinho, porque foi algo que me impactou pessoalmente até por eu ter vários familiares, não na região específica, mas em Minas Gerais, então uma região que eu conheço. Essa região foi totalmente destruída, a natureza, o rio, as pessoas, as comunidades, tudo desapareceu. 

Acompanhei muito de perto, para mim, além do simbólico, é [uma reflexão de] um desastre causado por uma empresa estrangeira que vem explorar recursos no Brasil e causar um impacto natural extremamente agressivo. Eles destroem os locais e depois seguem em frente, seguem lucrando.

Representa, portanto, muito bem como funciona o capitalismo. Não cito no filme [as cidades] porque não é um filme sobre esses eventos em particular. Apesar de remeter, não achei adequado, porque se eu fosse falar desse episódio particular teria que ser um filme inteiro sobre isso. [Este assunto] é muito complexo e tem muitas camadas e muitos personagens. 

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Sexualidade Homoafetiva Feminina na Tela

CinePOP: Outro assunto que eu queria trazer é também a ousadia da segunda parte do filme, com o casal Flávia e Mara e a cena de relação sexual entre elas. Atualmente, o público tá muito pudico. Por exemplo, Pobres Criaturas [filme de Yorgo Lanthimos, indicado a 11 Oscars, 4 vitórias], as pessoas reclamam por ter cenas de sexos. Como você decidiu introduzir uma cena que a gente não tá habituado no cinema brasileiro de forma natural, não sendo esta a temática principal. Qual a importância dela no filme ?

Juliana Rojas: A presença dessa cena tem vários aspectos. A história sobre esse casal busca compreender essa mudança de construir a vida nesse outro local, nessa fazenda, após a morte do pai da Flávia. Essa parte é sobre a relação delas e como elas lidam com essa mudança. Era importante tê-las como um casal sapatão e que eu representasse o amor delas, até porque depois dessa sequência começa uma fase da história que elas começam a se afastar. Ou seja, tinha a ver com a construção dramatúrgica dessa segunda parte, além disso acho que tem a ideia também de representação do corpo.

Como a Mirella [Façanha], que faz a Flávia, falou no debate da premiere tem a questão de serem corpos que não são geralmente representados nos filmes e ainda mais em cenas assim, pois são copos sapatões, gordo e negro, portanto existe a importância de criar essas imagens e também a ideia de que o corpo também é um território da gente, um espaço de afeto e identidade.

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Cinema de Gênero Brasileiro

CinePOP: Para finalizar, queria falar do aspecto fantasmagórico do filme. Como você encontrou essa atmosfera, teve alguma inspiração? Para mim, remete ao filme Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas, que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2010, do Apichatpong Weerasethakul. Você o tinha visto e o teve como referência? 

Juliana Rojas: Com certeza, assisti muitos filmes que lidam com fantasmas e com relação à natureza. Buscando inspiração, eu lembro do filme japonês A Floresta dos Lamentos [2007], da Naomi Kawase, e tem a ver com uma personagem num processo de luto e ela recorre a floresta como um significado de espiritualidade, é um filme que me marcou bastante. Tio Boonmee [quer dizer, o cineasta Apichatpong] também gosto muito da cinematografia dele, acho que temos elementos em comum, como a relação entre o passado e o presente, isto é, a memória e o presente, a relação entre a natureza e o urbano, várias coisas, então, com certeza, teve uma inspiração.  

CinePOP: Falei que era a última ,mas por curiosidade, depois de Sinfonia da Necrópole [Juliana Rojas, 2014] e agora que tem uma canção original “Alecrim” neste filme, você planeja fazer um filme totalmente musical? 

Juliana Rojas: Não, por enquanto não, mas eu adoraria. Tenho vontade sim, tenho vontade de ver um filme totalmente musical. “Alecrim”, do filme, foi minha mãe que compôs a letra e a música 

Veja a entrevista completa no YouTube: 

Confira mais um teaser INÉDITO de ‘O Professor’, nova série de comédia do Disney+!

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Foi divulgado mais um teaser inédito de ‘O Professor‘ (English Teacher), série de comédia criada e estrelada por Brian Jordan Alvarez (‘Jane the Virgin’).

Confira, junto ao trailer dublado, e siga o CinePOP no YouTube:

A produção estreou no último dia 02 de setembro no canal FX, mas ainda segue sem previsão no Brasil.

A trama traz Alvarez como Evan Marquez, um professor do ensino médio em Austin, Texas, que muitas vezes se encontra na interseção dos aspectos pessoais, profissionais e políticos do trabalho em uma escola secundária. Evan quer ser uma pessoa de princípios, mas muitas vezes enfrenta problemas por causa disso.

Stephanie KoenigEnrico ColantoniSean PattonCarmen ChristopherJordan FirstmanLangston Kerman e outros completam o elenco.

Alvarez também entra como produtor executivo ao lado de Paul SimmsJonathan KriselDave King.

Confira o novo cartaz INCRÍVEL da 2ª e ÚLTIMA temporada de ‘Arcane’!

Personagens da série animada Arkane brigando.
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A Netflix divulgou um cartaz inédito da 2ª (e última) temporada da aclamada animação ‘Arcane‘.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O ciclo final está programado para estrear em novembro.

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Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

A série foi criada por Christian Linke e Alex Yee.

Barry Keoghan irá REPRISAR seu papel com Coringa em ‘Batman: Parte II’? Astro responde!

Em uma recente conversa com a Variety, o indicado ao Oscar Barry Keoghan comentou sobre a já confirmada e antecipadíssima sequência ‘Batman: Parte II’ – e foi questionado se iria reprisar seu papel como Coringa no longa-metragem.

Keoghan recebeu diversos elogios ao encarnar o Palhaço do Crime no filme de Matt Reeves, dividindo as telonas com Robert Pattinson como o personagem titular, mas não pôde revelar muitos detalhes sobre seu suposto retorno.

“Não posso dizer muito”, ele afirmou. “A câmera está olhando diretamente para mim. Vamos ver o que acontece. Novamente, foi uma experiência incrível… E, sim, não posso falar nada…”.

Reeves e Mattson Tomlin são os roteiristas de ‘Batman: Parte II‘, com Reeves também retornando à cadeira de diretor. As filmagens têm previsão para iniciar em março de 2024.

Lembrando que o filme será lançado no dia 03 de outubro de 2025, conforme revelado por James GunnPeter Safran.

Pattinson retorna como o protagonista.

No original, a trama mostra um Bruce Wayne recluso, que evolui de uma misteriosa e temida criatura da noite para um símbolo de esperança numa Gotham City aterrorizada pela cruzada do Charada (Paul Dano) contra a elite.

Sendo assim, é mais do que natural explorar como Wayne vai encarar e lidar com o novo status que o Batman adquiriu no desfecho do longa.

Por enquanto, os detalhes do próximo filme estão sendo mantidos na Batcaverna. Ainda não está claro se a sequência contará com o Coringa, o clássico inimigo de Batman provocado nos momentos finais do filme de Reeves e interpretado por Barry Keoghan.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ está disponível na HBO Max.

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‘Deadpool e Wolverine’ se torna a 15ª MAIOR arrecadação de bilheteria dos EUA

deadpool e wolverine

Deadpool e Wolverine, a iteração mais recente da Marvel Studios, chegou aos cinemas em julho deste ano – e, em pouco tempo, quebrou inúmeros recordes de bilheteria ao redor do mundo.

Agora, o longa-metragem estrelado por Ryan Reynolds como o Mercenário Tagarela e Hugh Jackman como o icônico mutante, sagrou-se a 15ª maior bilheteria da história dos Estados Unidos, firmando US$608,5 milhões na arrecadação doméstica.

Internacionalmente, o projeto já abarcou US$660,8 milhões, conquistando US$1,269 no total.

Isso não é tudo: após o sucesso financeiro do longa, rumores de que um quarto capítulo da franquia Deadpool começaram a despontar – mas não há qualquer confirmação de que mais um filme esteja em desenvolvimento ativo pelo estúdio.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Alec Baldwin e Geena Davis iriam RETORNAR nas primeiras versões de ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’

Três décadas e meia depois de chegar aos cinemas, Os Fantasmas se Divertem ganhou uma divertida sequência que estreou recentemente nas telonas ao redor do mundo.

E, apesar de trazer inúmeros nomes de volta para o elenco, incluindo Winona Ryder como Lydia Deetz, Michael Keaton como Beetlejuice e Catherine O’Hara como Delia Deetz, dois nomes ficaram de fora da história – Alec BaldwinGeena Davis como Adam e Barbara Maitland.

Agora, em uma recente entrevista à EW, o co-roteirista Alfred Gough confirmou que as primeiras versões do enredo traziam ambos os personagens através de participações especiais – mas as logísticas de colocá-los idênticos aos seus semblantes de 1988 e a presença de outros personagens inviabilizaram os planos.

“É engraçado com os Maitlands, porque perguntamos [ao diretor] Tim Burton e ficávamos indo e vindo”, ele explicou. “Houve uma versão em que eles apareciam apenas no final, mas o problema é que eles são fantasmas. Então, eles precisavam parecer com 35 anos, o que nunca aconteceria. Acho que Tim sentiu isso, e [o co-roteirista] Miles [Millar] e eu concordei, a história deles já havia sido contada. Então, como seguimos em frente?”.

Com o filme original focando nos Maitlands transicionando do mundo dos vivos para o mundo dos mortos, os realizadores queriam que a sequência focasse na família Deetz.

“O primeiro filme é sobre os Maitlands”, Gough afirmou. “Era um filme do Alec Baldwin e da Geena Davis por uma boa parte. Eles eram os protagonistas que chamavam Beetlejuice contra a família Deetz. Então, [Burton] disse que queria focar neles”.

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme traz de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência.

‘Imaculada’: TERROR protagonizado por Sydney Sweeney chega ESTA SEMANA ao streaming!

O recente filme de terror Imaculada, estrelado por Sydney Sweeney, chega esta semana ao Prime Video.

O longa-metragem chega ao catálogo da plataforma de streaming no próximo dia 13 de setembro.

Na trama, Cecilia (interpretada por Sweeney) é uma mulher de fé dedicada que recebe uma oferta para um papel especial em um conceituado convento italiano. Contudo, sua calorosa recepção logo se transforma quando segredos sombrios e arrepiantes começam a revisitar na nova moradia.

Relembre o trailer:

Além de estrelar, Sweeney também assume a produção ao lado da Black Bear e da Middle Child Pictures.

O elenco também conta com Simona Tabasco (‘The White Lotus’), Álvaro Morte (‘La casa de papel’), Benedetta Porcaroli (‘Baby’) e Dora Romano (‘Bang Bang Baby’).

10 Personagens do cinema extremamente caloteiros!

Levar um calote não é algo bom ainda mais quando confiamos nas pessoas que achávamos serem nossos fiéis amigos. No mundo do cinema, entre ficções e projetos baseados em fatos reais, personagens desse tipo ganharam histórias e contextos que muitas vezes nos lembram alguém da nossa própria realidade. Pensando nisso, criamos uma lista que não existe em quase lugar nenhum, 10 personagens do cinema extremamente caloteiros!

 

Simon Leviev, de O Golpista do Tinder

No filme, conhecemos algumas mulheres que foram enganadas pelo mesmo homem, o israelense Simon Leviev. Ele oferecia passeio de avião, luxuosos jantares, eventos muito chiques, Joias, sumia por algum tempo e voltava pedindo dinheiro que nunca pagaria de volta. Um esquema repetido inúmeras vezes, em vários lugares do mundo. O projeto mostra todo o abalo emocional sofrido por algumas das vítimas que de alguma forma reuniram forças para denunciar e acabaram descobrindo outras mulheres na mesma situação. Há um curioso olhar sobre as autoridades que nunca conseguiam capturar ou provar os crimes mais graves contra esse criminoso que inclusive continua solto até hoje.

 

Sérgio, de Descanse em Paz

Na trama, conhecemos Sérgio (Joaquín Furriel) um empresário de classe média, pai de dois filhos e casado com a dentista Estela (Griselda Siciliani). Em meados da década de 90, sua situação é alarmante, dívidas e mais dívidas se acumulam na sua frente, a mais complicada delas é a que fez com um agiota chamado Brenner (Gabriel Goity), esse último, um homem inescrupuloso que começa a ameaçar o protagonista. Buscando alguma luz no fim do túnel, certo dia acaba passando na hora e lugar de um atentando à associação Israelita (AMIA). Aproveitando a oportunidade em meio ao caos instaurado, resolve fugir e acaba durante anos se afastando de tudo e todos. Mas quando a vontade de reencontrar seus parentes bate à sua porta, uma série de consequências acontecem.

 

Rahim, de Um Herói

Na trama, conhecemos Rahim (Amir Jadidi), um homem de fala mansa, preso por não honrar uma dívida. Quando tem a oportunidade de sair da prisão por dois dias, faz de tudo para conseguir resolver sua situação com seu credor e enfim chegar à liberdade. Com o tempo passando e tentativas frustradas se amontando, ele recebe uma bolsa com algumas moedas de ouro, achada por uma namorada, e como isso não resolveria sua situação resolve devolver o dinheiro. Quando ficam sabendo do fato, um homem preso devolvendo um dinheiro que supostamente achou, ele logo recebe a atenção da mídia e vira um herói nacional até que boatos começam a acontecer.

 

Eddie, de Apostando Tudo

Na trama, conhecemos Eddie (Jake Johnson), um homem perto dos 40 anos, sem emprego fixo, que vive de trocos trabalhando em um estacionamento de um estádio de baseball e gastando tudo que possui em apostas nas mesas de carteado clandestinas na cidade. Certo dia, um amigo pede para ele guardar uma bolsa com dinheiro pois irá passar um tempo na prisão. Eddie, em mais um daqueles dias alucinantes, trocando o dia pela noite, de maneira impulsiva gasta parte do dinheiro do amigo ficando com uma dívida que não sabe como pagar. Buscando alguma segunda chance na vida, o protagonista consegue um emprego fixo, conhece uma enfermeira mexicana super legal chamada Eva (Aislinn Derbez) e tenta dar a volta por cima na vida mesmo que seu vício o coloque sempre próximo de conflitos e confusões.

 

Bernie, de Má Sorte

Na trama, conhecemos Bernie (William H. Macy) um homem já rumando para fase final de sua vida que após anos lutando contra um vício em apostas acaba indo para em um famoso Cassino tendo que pagar durante seis anos uma dívida de jogo com o proprietário do lugar o indecifrável Shelly (Alec Baldwin). O curioso é que Bernie tem uma função como poucas outras, ele é o chamado ‘Má Sorte’, uma pessoa que acaba repassando essa estranha condição em mesas onde clientes estão ganhando muito dinheiro. Perto de enfim conseguir sua liberdade, faltando poucos dia para sua liberdade acaba se envolvendo em um intenso romance com Natalie (Maria Bello) uma funcionária do lugar além de um reencontro que lhe trará diversos problemas.

 

Peralta, de O Roubo da Taça

Na trama, ambientada no começo da década de 80 no Rio de Janeiro, conhecemos Peralta (Paulo Tiefenthaler, em grande atuação) um trambiqueiro, flamenguista e corretor de seguros que passa os dias se atolando em dívidas de jogo e dando pouco atenção a sua charmosa esposa Dolores (Taís Araújo). Certo dia, após receber um singelo ultimato do dono da casa de jogos onde passa a maioria de suas noites perdendo dinheiro, tem a inusitada ideia de invadir a sede da CBF com a ajuda do enrolado amigo Borracha (Danilo Grangheia) e roubar a Taça Jules Rimet, que está em posso dos brasileiros após o tricampeonato mundial, após vencer a Copa do Mundo de Futebol do México, em 1970. Obviamente muitas coisas dão erradas após o roubo e a polícia começa a desconfiar da dupla de malandros.

 

Gerry, de Mississippi Grind

Na trama, conhecemos Gerry (Ben Mendelsohn) um homem à beira do fracasso que vaga pelas noites da cidade onde vive apostando tudo, e praticamente o que não tem, em diversas mesas de jogos de apostas diferentes. Certo dia, em uma mesa de pôquer, conhece Curtis (Ryan Reynolds) um simpático falastrão que logo de cara fica amigo de Gerry. Ambos resolvem realizar uma espécie de Road Trip em busca de dinheiro. Entre uns drinks e outros, entre as mais diversas mesas de poker e jogos de azar dos Estados Unidos, a dupla de amigos faz uma viagem rumo à liberdade da solidão.

 

Roy, de Os Vigaristas

Na trama, dirigida pelo aclamado cineasta Ridley Scott, conhecemos Roy e Frank, dois parceiros de trambiques. Quando o primeiro descobre que tem uma filha que nunca conheceu, ele se prepara para um último golpe.

 

Connie e Jojo, de As Trambiqueiras

Na trama, conhecemos a ex-atleta olímpica da marcha atlética Connie (Kristen Bell), uma mulher perto dos 40 anos, que após anos se dedicando a um esporte que poucos ligam, virou uma dona de casa. Ela é muito infeliz no casamento com o marido Rick (Joel McHale), um homem grosseiro que viaja pelos Estados Unidos pelo seu trabalho na receita federal. Connie só tem uma grande amiga, Jojo (Kirby Howell-Baptiste). Ambas são viciadas em conseguir cupons de desconto e essa satisfação que sentem acaba virando uma ideia de empresa quando elas descobrem brechas em vendas desses cupons de forma online, porém totalmente ilegal. Ganhando milhões, elas começam a criar suspeitas no analista de cupons Ken (Paul Walter Hauser) que se junta ao agente federal dos correios Simon (Vince Vaughn) para tentar parar a dupla de amigas.

 

Bernie Madoff, de O Mago das Mentiras

Na trama, conhecemos a vida de fortuna e status de Bernie Madoff (Robert de Niro), ex-guarda vidas que fundou aos poucos uma empresa mundialmente conhecida, principalmente em Wall Street, se tornando presidente de uma sociedade de investimento que tem o seu nome e que fundou no início da década de 60. Bernie mantinha sua empresa ao lado de seus únicos dois filhos Andrew (Nathan Darrow) e Mark (Alessandro Nivola) que trabalhavam para ele mesmo eles não tendo um controle sobre realmente tudo que acontecia por ali. No ano de 2008, resolveu se entregar a polícia norte americana assumindo a culpa de um esquema fraudulento que deixou o mercado financeiro mundial em total colapso com perdas na casa dos 60 bilhões de dólares. Após assumir a culpa e praticar se entregar (seus filhos quando souberem tomaram a frente nesse sentido) Bernie, isolado em uma prisão de segurança máxima, vai enfrentar não só a ira de todos que foram roubados, da imprensa e do governo norte americano mas também verá a decadência de sua família que nunca mais encontrou uma gota de esperança em ser feliz.

Você é da época do VHS, DVD ou Blu-ray? Não perca esses 10 filmes!

As novas gerações nunca mais vão saber como é chegar em uma locadora de filmes, ficar minutos deliciosos escolhendo alguns, levar pra casa e ter que voltar lá dias depois pra devolver. E na época do VHS ainda tinha que rebobinar! Esses tempos não voltam mas é sempre bom relembrar alguns ótimos filmes que alugamos nessa época. Pensando nisso, segue abaixo uma lista bem legal:

 

Momento Crítico

Dirigido pelo cineasta Stuart Baird, esse ótimo filme de ação apresenta boas surpresas ao longo das suas intensas duas horas de projeção. Na trama, quando um grupo de criminosos sequestra um avião, um agente especial e um coronel precisam entrar em sintonia para resolver a situação.

 

Inimigo Íntimo

Reunindo dois super astros, Harrison Ford e Brad Pitt, o longa-metragem lançado em 1997 nos leva até o clima de tensão que se estabelece entre um policial nova iorquino e um terrorista ligado ao IRA.

 

Os Últimos Passos de um homem

Dirigido pelo ator e diretor Tim Robbins, baseado em fatos reais, esse forte drama reflete sobre a pena de morte. Na trama, acompanhamos um preso e condenado à morte que pede ajuda a uma freira em uma estrada de sentimentos conflitantes.

 

K-Pax

Lançado cerca de 20 anos atrás, baseado em uma obra homônima escrita por Gene Brewer, em K-Pax conhecemos um homem em uma instituição psiquiátrica afirmando ser de outro planeta fato que deixa seu psiquiatra em enormes conflitos.

 

Sleepers – A Vingança Adormecida

Na trama, após serem condenados ao reformatório por uma ação que deu errado, quatro jovens sofrem bastante nesse período nas mãos dos funcionários do lugar. Anos se passam, eles se reencontram e tem a chance de se vingar.

 

Círculo de Fogo

Na trama, ambientados em tempos da mais terrível das guerras, conhecemos a saga do atirador de elite russo Vassili Zaitsev (Jude Law) que é transformado em herói, fato esse que o faz ser perseguido por um major dos alemães durante a Batalha de Stalingrado.

 

O Filho da Noiva

Um dos maiores sucessos do cinema argentino, O Filho da Noiva, dirigido por Juan José Campanella é uma deliciosa comédia que nos mostra a história de um homem com muitos conflitos que após um acontecimento passa pelo processo de enxergar a vida por outras óticas.

 

Disque M para Matar

Esse é mais um filme onde há uma ampla reflexão sobre a mente humana e vingança. Na trama, conhecemos um homem que após descobrir a traição da esposa resolve matá-la e para isso chantageia um antigo amigo.

 

Vidas em Jogo

Dirigido pelo grande David Fincher no final da década de 1990, Vidas em Jogo é um suspense enigmático que nos mostra um banqueiro em imerso em um jogo cheio de complicações.

 

Os Indomáveis

Com Russel Crowe e Christian Bale no elenco, esse poderoso filme indicado para dois Oscars, nos leva até o velho oeste norte-americano, onde conhecemos um fazendeiro que precisa escoltar um prisioneiro até um tribunal. Pelo caminho, diversos conflitos acontecem.

 

 

‘Relatos Selvagens’: 10 anos de um dos filmes mais lembrados dos últimos tempos!

Explorando a natureza selvagem do ser humano, com relações frágeis, destrutivas, em um planeta cada vez mais impaciente, 10 anos atrás chegava ao cinemas um filme que chocaria a todos por conseguir adaptar para a ficção o caos das emoções de uma sociedade doente. Escrito e dirigido pelo cineasta Damián Szifron, Relatos Selvagens derrama na tela de forma brilhante seis histórias que refletem sobre o comportamento humano em situações caóticas.

Na trama, acompanhamos pessoas em situações de desequilíbrios emocionais. Um homem perturbado reúne desafetos em um avião com desenrolares inimagináveis; uma garçonete enxerga uma oportunidade quando seu destino se cruza novamente com um agiota inescrupuloso e arrogante que destruiu sua família; uma briga de trânsito toma enormes proporções em uma estrada isolada; um engenheiro, perito em demolição e dominado pelo estresse do cotidiano, vai até as últimas consequências com o Detran argentino; um empresário ricaço precisa lidar com as consequências de um ato trágico feito pelo filho; uma mulher descobre que foi traída em meio a comemoração de sua união.

Quando o ser humano se sente acuado em algum contexto uma interrogação surge entre ações e possíveis inconsequências. Partindo desse ponto, esse maravilhoso roteiro consegue costurar histórias de pessoas comuns, talvez até imperceptíveis no dia a dia, e transformar isso em observações sobre a incapacidade de lidar com determinadas situações extremas. A narrativa une os pontos entre as histórias, deixando os rastros dessas interseções de forma bem objetiva, transformando os seis episódios em elementos complementares.

São várias as leituras que podem existir a partir de tudo que acompanhamos ao longo das duas horas de projeção. O campo de reflexões é amplo! Preconceitos, desequilíbrios emocionais, traições, o sistema e suas burocracias, é um projeto com rápidas associações com o cotidiano que usa muitas vezes do tragicômico – mas completamente possível – para fisgar a atenção do público. E parece que deu certo, não é?  Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro – perdeu a estatueta para o também ótimo IDA – até hoje é um dos filmes mais lembrados do cinema argentino, inclusive com uma nota altíssima no IMDB.

 

E claro que toda boa história precisa de bons artistas para ajudar na imersão. Relatos Selvagens não deixou isso de lado e reuniu logo uma constelação de astros argentinos! Oscar Martínez, Erica Rivas, Nancy Dupláa, Rita Cortese, Darío Grandinetti, Leonardo Sbaraglia, além do mais famoso ator do cinema dos nossos hermanos, o excepcional Ricardo Darín. Esse último inclusive está numa das histórias mais lembradas desse filme, seu personagem, ‘bombita’ é um enorme sucesso até hoje.

 

Vale mencionar que esse longa-metragem de antologia com histórias bem simples, rodado em apenas oito semanas, é uma reunião de ideias de filmes isolados do próprio diretor. Ele não poderia ter sido mais certeiro, botou tudo num pacote só e realizou uma obra-prima! Se você ainda não, faz o seguinte: liga agora na MAX e corre pra ver! Você não vai se arrepender!