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Tim Burton revela se consideraria dirigir outro filme de super-heróis

Em recente entrevista à Variety, o aclamado cineasta Tim Burton, conhecido por sua estética gótica e filmes como ‘Batman’ e a sequência ‘Batman: O Retorno’, abordou a possibilidade de retornar ao universo dos super-heróis.

Questionado sobre a possibilidade de dirigir um novo filme de super-herói, Burton foi direto:

“No momento, eu diria que não. Como eu disse, eu abordo as coisas de diferentes pontos de vista, então eu nunca diria nunca para nada. Mas, no momento, não é algo que eu esteja interessado”, revelou.

O cineasta também relembrou os desafios enfrentados ao longo de sua carreira, como o projeto arquivado de ‘Superman’ com Nicolas Cage.

“Tudo é uma surpresa, porque sempre há essa jornada no estilo de “Jasão e os Argonautas” que todos enfrentam para fazer um filme. Eu trabalhei em alguns filmes que não aconteceram depois de anos de trabalho neles, e essas experiências são bastante traumáticas. Eu apenas tento me concentrar nas coisas que eu sinto com muita intensidade e eliminar todo o barulho ao redor delas”, concluiu.

Lembrando que ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’ será o próximo filme do cineasta.

O filme estreia dia 5 de setembro nos cinemas nacionais.

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Burton retorna à cadeira de direção.

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Brandy fala sobre possível RETORNO no novo ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’

Em entrevista ao Entertainment Tonight, Brandy (‘The Front Room’) voltou a comentar sobre o seu retorno como a sobrevivente Karla Wilson no novo filme da franquia ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘.

A atriz, que já havia expressado seu desejo em participar da próxima iteração, indicou que já começou a conversar sobre a possibilidade de reprisar o papel, mas nada foi confirmado até o momento.

“Ouvi algumas coisas sobre [isso, sobre o filme]. Espero poder retornar. Minha personagem sobreviveu [à sequência ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’], como estava no meu contrato.”

Ela completa, “Eu não sei como ela poderia retornar. Ainda não pensei sobre isso, mas sei que ela deveria retornar. Ela definitivamente deveria retornar. Veremos o que irá acontecer.”

O novo longa deve seguir a mesma fórmula de ‘Pânico‘ (2022), trazendo o retorno dos sobreviventes originais e apresentando um novo grupo de jovens e potenciais vítimas.

Jennifer Love HewittFreddie Prinze Jr. estão em negociações para retornarem ao reboot.

Camila Mendes (‘Riverdale’), Sarah Pidgeon (‘The Wilds’), Madelyn Cline (‘Outer Banks’), Tyriq Withers (‘Atlanta’) e Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) foram confirmados no elenco.

O terror estreará nos cinemas nacionais no dia 17 de julho de 2025 – um dia antes do lançamento no território norte-americano.

Anteriormente, Hewitt havia revelado uma condição para reprisar o seu papel no novo filme: “Eu não interpreto a Julie James morta. Eu já havia dito isso quando tinha 18 anos, e digo novamente aos 45 anos. Não irá acontecer.”

“Acho que o próximo filme deveria ser intitulado ‘Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram Naquele Verão’. Só posso dizer que o novo filme está em desenvolvimento. Eu já tive algumas discussões sobre isso no telefone, mas é muito legal ver que as pessoas estão animadas com a possibilidade do meu retorno. Se tudo der certo, eu não sei como vou me sentir; provavelmente sobrecarregada e grata.”

Ela completa, “Honestamente, estou aterrorizada porque já faz 26 anos [desde o filme original]. Há poder em estar mais velha. Depois de ter três filhos, tenho a sensação de que posso fazer qualquer coisa atualmente. A vulnerabilidade da Julie James, presente nos dois primeiros filmes, definitivamente não existe mais. Estou animada em mostrar uma versão mais madura da personagem.”

Jennifer Kaytin Robinson (‘Justiceiras’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick (‘M.F.A.’).

Escrito por Kevin Williamson (franquia ‘Pânico’) e dirigido por Jim Gillespie, o filme de 1997 acompanha quatro adolescentes – vividos por Jennifer Love HewittSarah Michelle GellarRyan Phillippe e Freddie Prinze Jr., até então atores desconhecidos – e um assassinato que muda a vida de todos.

Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.

Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.

Relembre o trailer:

Tim Burton revela os bastidores da criação de seus clássicos filmes do ‘Batman’: “Eu tive sorte”

Em uma recente entrevista à Variety, o renomado diretor Tim Burton compartilhou detalhes sobre a criação de seus icônicos filmes do ‘Batman’ e os desafios enfrentados ao longo da produção.

Ao falar sobre o primeiro filme da franquia, Burton destacou a liberdade criativa que teve:

“Eu tive sorte porque, naquela época, a palavra “franquia” não existia. Então, “Batman” parecia um pouco experimental. … Ele se desviou do que se percebia como um filme de super-herói. Por isso, você não ouvia esse tipo de feedback do estúdio, e, estando na Inglaterra, isso ficava ainda mais distante. Nós realmente conseguimos focar no filme e não pensar nas coisas que agora eles consideram até antes de você começar”

Essa liberdade permitiu que Burton criasse uma visão única e sombria do Homem-Morcego, que se tornou um marco do gênero.

No entanto, a liberdade criativa de Burton foi testada durante a produção de ‘Batman: O Retorno’. O diretor revelou que, embora tenha se divertido explorando personagens como o Pinguim e a Mulher-Gato, a pressão da Warner Bros. começou a aumentar:

“Eu realmente não estava interessado em fazer uma sequência, mas gostei do Pinguim e da Mulher-Gato, então me reenergizei com a ideia. E foi nessa época que começamos a ouvir a palavra “franquia” e o estúdio começou a questionar: “O que é aquela substância preta saindo da boca do Pinguim?” Foi a primeira vez que eu senti o vento frio desse tipo de pressão”, revelou.

‘Batman’ está disponível no Max.

Confira o trailer LEGENDADO da última temporada de ‘My Brilliant Friend’

O Max divulgou o trailer completo da 4ª (e última) temporada de ‘My Brilliant Friend‘.

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O ciclo final estreará oficialmente no dia 9 de setembro.

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Criada por Saverio Costanzo, a série é baseada nos livros da ‘Série Napolitana‘, de Elena Ferrante.

A trama acompanha Elena Greco, uma autora que decide escrever suas memórias de infância depois de receber um telefonema sobre o sumiço de sua antiga melhor amiga. Ela estava na primeira série quando conheceu Lila, uma criança brilhante e sagaz. Se Elena precisa estudar e se esforçar muito para ser uma das melhores da turma, Lila não tem dificuldade em estar à frente da série que foi designada. As duas rapidamente desenvolvem uma amizade baseada em competição, contudo, Elena é fascinada pela facilidade com que Lila aprende coisas além de sua capacidade. Por viverem em um bairro pobre e violento, ninguém espera que as meninas vão muito além do ensino fundamental. Elas acabam seguindo caminhos diferentes depois que os pais de Elena apoiam, mesmo que relutantes, que a menina continue na escola, sendo o oposto do que acontece com Lila. Lila precisa enfrentar uma realidade diferente de Elena e, ao longo dos anos, acompanhamos o desenvolvimento da amizade e rivalidade entre as duas até a vida adulta. 

Elisa Del GenioLudovica NastiAnna Rita VitoloLuca GalloneImma VillaAntonio MiloAlessio Galo e outros estrelam a produção.

Marcos Mion vive campeão de MMA no trailer de ‘MMA – Meu Melhor Amigo’; Confira!

A Star Distribution divulgou o trailer completo de ‘MMA – Meu Melhor Amigo‘, filme nacional estrelado por Marcos Mion.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2025.

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Max, um grande campeão de MMA que está enfrentando o fim de sua carreira, está afastado do ringue enquanto se recupera de uma lesão séria no ombro. Quando descobre ser pai de um menino autista de 8 anos, ele precisa enfrentar dois desafios: compreender seu filho, conquistar seu carinho e ressignificar seus valores e se preparar para a maior luta da carreira, a sua última chance de uma grande volta.

É importante ressaltar que o apresentador tem se dedicado intensamente para viver o lutador e compartilhou os resultados de seu treinamento nas redes sociais.

Em uma postagem, o apresentador declarou:

“Todas as manhãs, envio uma foto e meu peso para Eduardo Correa. Esta foto foi a de hoje. E por que postei? PORQUE ESTOU SENTINDO MUITO ORGULHO DE ESTAR ME SUPERANDO e superando o que esperavam de mim!”

Além de protagonizar, Mion é coautor do roteiro com Paulo Cursino. O longa é produzido pela Formata Produções e Conteúdo, com coprodução da Star Original Productions.

O elenco também inclui Antonio Fagundes, Andreia Horta, Hoji Fortuna, Guilherme Tavares, Vanessa Giacomo, Laura Luz, Augusto Madeira, entre outros.

‘Beast In Me’: Matthew Rhys é escalado para a nova minissérie de SUSPENSE da Netflix

Netflix revelou hoje (22) que Matthew Rhys, conhecido por seu trabalho na elogiada série ‘Perry Mason’, foi escalado para a nova minissérie The Beast In Me.

Com poucas informações reveladas, Rhys se junta à previamente confirmada Claire Danes, que será a protagonista.

Confira o anúncio:

A produção foi escrita por Gabe Rotter, enquanto Howard Gordon entra como showrunner.

Desde a trágica morte do seu filho, a aclamada autora Aggie Wiggs (Danes) afastou-se da vida pública, incapaz de escrever, como um fantasma do seu antigo eu. Mas ela encontra um tema improvável para um novo livro quando a casa ao lado é comprada por Nile Sheldon, um famoso e formidável magnata do mercado imobiliário que já foi o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. Ao mesmo tempo horrorizada e fascinada por este homem, Aggie se vê caçando compulsivamente a verdade – perseguindo seus demônios enquanto foge dos seus próprios – em um jogo de gato e rato que pode se tornar mortal.

Vale lembrar que Gordon e Danes já trabalharam juntos no drama ‘Homeland’.

Mais informações não foram reveladas.

‘Baby’: Longa brasileiro conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Baby, o longa brasileiro dirigido por Marcelo Caetano, conquistou a crítica internacional e obteve recentemente a aprovação máxima no Rotten Tomatoes, com 100% de avaliações positivas de cinco críticos.

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O filme recebeu elogios generalizados pelo trabalho de Caetano e pelo roteiro inovador.

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Baby pode ser definido pelo trabalho excepcional que faz ao extrair a suavidade dos lugares mais inesperados”, disse Jonathan Holland do Screen.

“O diretor Marcelo Caetano, que coescreveu o roteiro com Gabriel Domingues, retrata com habilidade o fascínio que essa dinâmica de poder predatória pode exercer sobre alguém jovem e impressionável”, disse Martin Tsai do AwardsWatch.

Baby — influenciado pelo cinema de Wong Kar-Wai, Pedro Almodóvar e Claire Denis — é uma narrativa sobre dependência e libertação, desejo e dor, que se desenvolve e oferece uma rica dose de sensibilidade e intimidade”, disse Diego Batlle do Otroscines.

“Os espectadores não levam apenas uma história consigo, mas também uma visão mais rica de diversas vidas e momentos em São Paulo — ser queer, sentir-se vivo, escapar da polícia, celebrar o aniversário com amigos”, disse Olivia Popp do Cineuropa.

Baby se sustenta pelas atuações; um filme impulsionado pela corporeidade e energia de seus personagens, mais do que pela força de sua narrativa”, disse Gustavo Vegas Aguinaga do Cinencuentro.

“A trama segue Wellington, conhecido como Baby, um jovem recém-libertado de um centro de detenção para menores que se vê perdido nas ruas de São Paulo. Em uma visita a um cinema de filmes pornográficos, ele conhece Ronaldo, um garoto de programa que se torna seu mentor, ensinando-o sobre os aspectos mais sombrios da vida e novas formas de sobrevivência. A partir daí, desenvolve-se uma relação complexa entre os dois, marcada por uma tensão constante entre exploração e proteção, ciúme e cumplicidade”.

Baby é estrelado por Ricardo Teodoro, João Pedro Mariano e Bruna Linzmeyer, com direção e roteiro de Marcelo Caetano, coescrito com Gabriel Domingues.

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‘Casamento às Cegas: Reino Unido’: Série derivada é RENOVADA para a 2ª temporada!

A Netflix revelou que o reality show derivado de Casamento às CegasCasamento às Cegas: Reino Unido’, foi oficialmente renovado para a 2ª temporada.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo tem previsão de lançamento para 2025, ainda sem dia específico anunciado.

Confira o anúncio:

Emma e Matt Willis são os apresentadores da nova versão.

O ciclo de estreia já está disponível na plataforma de streaming.

Lembrando que as sete temporadas do reality original e as quatro temporadas da derivada Casamento às Cegas: Brasil’ estão disponíveis na Netflix.

A ideia do programa é juntar 15 homens e 15 mulheres que se comunicam se ver uns aos outros, conversando através de espécies de cápsulas que se assemelham a salas. No final, os casais que tiveram uma real conexão se unem em matrimônio (e se veem pela primeira vez).

Confira o novo teaser HILÁRIO de ‘O Professor’, nova série de comédia do Disney+!

Foi divulgado um teaser inédito de ‘O Professor‘ (English Teacher), série de comédia criada e estrelada por Brian Jordan Alvarez (‘Jane the Virgin’).

Confira, junto ao trailer dublado, e siga o CinePOP no YouTube:

A produção estreará no dia 2 de setembro no canal FX, mas ainda segue sem previsão no Brasil.

A trama traz Alvarez como Evan Marquez, um professor do ensino médio em Austin, Texas, que muitas vezes se encontra na interseção dos aspectos pessoais, profissionais e políticos do trabalho em uma escola secundária. Evan quer ser uma pessoa de princípios, mas muitas vezes enfrenta problemas por causa disso.

Stephanie KoenigEnrico ColantoniSean PattonCarmen ChristopherJordan FirstmanLangston Kerman e outros completam o elenco.

Alvarez também entra como produtor executivo ao lado de Paul SimmsJonathan KriselDave King.

‘Deadpool e Wolverine’: Ryan Reynolds pede mais filmes com Wesley Snipes após o retorno triunfante de Blade

A animação dos fãs com o retorno de Wesley Snipes como ‘Blade’ emDeadpool & Wolverine não para de crescer. O ator, que reprisou seu icônico papel de caçador de vampiros, tem sido um dos destaques do filme, e seu desempenho tem sido celebrado tanto pelo público quanto por seus colegas de elenco.

Ryan Reynolds, intérprete do irreverente Deadpool, expressou sua admiração pela participação de Snipes em uma postagem no Instagram.

“A reação quando Wesley Snipes entra no filme é a coisa mais intensa que já ouvi em um cinema. Pessoas gritando com alegria e amor irreprimíveis é também o som de um legado”, compartilhou Reynolds, demonstrando a importância da presença de Snipes para os fãs.

“Mais Blade, por favor. Uma despedida no estilo Logan, especificamente.”, concluiu.

O entusiasmo de Reynolds é compartilhado por muitos espectadores, que veem a participação de Snipes como um verdadeiro presente.

Em entrevista à EW, Wesley Snipes revelou como sua participação em Deadpool & Wolverine se concretizou.

Tudo começou com um convite inesperado de Ryan Reynolds. “Eu não achava que fosse possível. Não achava que ele conseguiria concretizar. Não achava que a Marvel estivesse interessada. A Disney estava interessada”, disse Snipes, referindo-se ao fato de que Mahershala Ali havia sido escalado para interpretar ‘Blade’ em um novo filme da Marvel.

No entanto, a paixão de Reynolds pelo projeto e a oportunidade de trabalhar com um amigo o convenceram a aceitar o convite.

Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Frasier’: 2ª temporada do revival ganha trailer e data de estreia; Confira!

Paramount+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada do revival de Frasier, que traz Kelsey Grammer de volta como o icônico personagem titular.

O novo ciclo estreia no próximo dia 19 de setembro.

Confira:

Vale lembrar que, recentemente, Patricia Heaton foi escalada em âmbito regular e dará vida a Holly, descrita como “pé no chão, despretensiosa e zombando abertamente de tipos excessivamente intelectuais. Nativa de Boston que atende bares em restaurantes e eventos sofisticados, Holly se sente extraordinariamente confortável com quem e onde ela está na vida – uma qualidade que Frasier, considera tão estranha quanto atraente”.

Além de Heaton e do elenco protagonista, foi confirmado que Peri Gilpin irá reprisar seu papel como Roz Doyle em caráter recorrente. Gilpin interpretou o personagem na sitcom original e fez uma breve aparição no último episódio da temporada de estreia do reboot.

Como se não bastasse, James Burrows foi escalado para o time de diretores do novo ciclo. Burrows não é nenhum novato ao universo Frasier, visto que comandou 32 episódios da série original e 236 episódios de ‘Cheers’ (programa que introduziu o icônico psiquiatra ao mundo).

Mais informações não foram reveladas.

reboot foi criado por Chris HarrisJoe Cristalli.

O elenco também conta com Nicholas Lyndhurst como Alan, Toks Olagundoye como Olivia, Jess Salgueiro como Eve, Anders Keith como David, Bebe Neuwirth como Lilith e Jack Cutmore-Scott como Freddy.

Pouco depois da morte de seu pai, Martin, e do fim de seu relacionamento de quase 20 anos com Charlotte, o Dr. Frasier Crane voltou para Boston. Na esperança de um relacionamento melhor com seu filho, Frederick, agora bombeiro de Boston, Frasier assume o cargo de professor na Universidade de Harvard e se muda para o prédio de Freddy. Com a ajuda de sua família e de seus novos colegas, Frasier está prestes a embarcar em seu “terceiro ato”.

sitcom acompanha um psiquiatra que apresenta um programa de rádio e transmite sagacidade e sabedoria aos ouvintes. No entanto, ele tem muitas dificuldades de lidar com seus próprios problemas: um irmão pretensioso, seus amigos e colegas de trabalho.

No Brasil, a série foi exibida pelo canal Sony.

‘Paris Has Fallen’: Derivado de ‘Invasão à Casa Branca’ ganha seu primeiro cartaz; confira!

Paris Has Fallen (Invasão a Paris – tradução livre) a nova série baseada na franquia cinematográfica que começou com Invasão à Casa Branca, ganhou seu primeiro cartaz de divulgação.

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A série será protagonizada por Mathieu Kassovitz (‘Missão Babilônia’), enquanto Gerard Butler, estrela dos filmes originais, fará apenas uma participação especial.

Na trama, Kassovitz interpretará Vincent, um agente encarregado de proteger um ministro francês que se torna alvo de um grupo terrorista liderado pelo vilão Jacob. Vincent se une à agente do MI6, Zara, para garantir a segurança do político. No entanto, eles acabam descobrindo uma conspiração maior e suspeitam que um colega do serviço de segurança esteja vazando informações para Jacob, que está sempre um passo à frente na sua missão de derrubar Paris.

A primeira temporada de terá oito episódios, escritos por Howard Overman (‘Misfits’), com direção de Oded Ruskin (‘Absentia’).

A produção ainda não tem previsão de estreia.

Invasão à Casa Branca’ está disponível na Netflix. 

Novo ‘O Senhor dos Anéis’ ganha trailer ÉPICO

Dirigida por Kenji Kamiyama (‘Ghost in the Shell: Stand Alone Complex’), a animação ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra de Rohirrim‘ ganhou seu trailer épico.

A animação é ambientada na mesma era dos filmes de Peter Jackson, e é uma pré-sequência de ‘O Hobbit‘ e da trilogia ‘O Senhor dos Anéis‘.

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De acordo com o Culture Crave, a produção terá 2h30 minutos de duração e se passa cerca de 183 anos antes de O Hobbit‘, que por sua vez se passa antes da trilogia, cronologicamente.

Lembrando que a esteia está agendada para 13 de dezembro deste ano.

A primeira prévia do longa foi divulgada durante Festival de Cinema de Annecy, e parece que a animação pode ser um grande sucesso, considerando a empolgação dos jornalistas.

Confira as reações:

“‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim‘ já está no topo dos meus filmes mais esperados de 2024. A prévia (muito curta e inacabada) mostrada no #Annecy2023 foi fantástica. Está 100% alinhada com a trilogia original, ao mesmo tempo em que é muito diferente. é em anime. Mal posso esperar.”

 

“Acabei de terminar o trabalho em andamento para o novo filme ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim‘, e devo dizer que o casamento entre a franquia e o estilo #anime nunca pareceu tão bom! O mundo e os personagens pareciam muito autênticos. Mal posso esperar para ver isso nos cinemas no ano que vem.”

Outros membros da imprensa, como o CloneWeb, admitiram que choraram ao assistir à prévia.

“Estou secando as lágrimas dos meus olhos, estou limpando todas essas páginas de anotações e estou lhes dizendo, ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra de Rohirrim’ está em muito boas mãos. Este é um belo 2D de novos desenhos de John Howe e Alan Lee. É Rohan completa e a história, baseada em três parágrafos, é protagonizada por uma jovem, Hera, filha de Helm Hammerhead [eu acho que deveria ser ‘Hammerhand’.]”

Lembrando que ‘A Guerra de Rohirrim‘ está programado para chegar em abril de 2024 e vai acompanhará as conquistas de Helm Hammerhand, o Rei de Rohan, e a criação do Abismo de Helm – fortaleza que é destaque em ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres‘.

A produção da New Line Cinema em parceria com a Warner Bros. Animation.

Anthony Mackie garante que o novo ‘Capitão América’ é melhor que os filmes do Tom Holland

Anthony Mackie em breve retornará às telonas como o novo Capitão América, Sam Wilson, no aguardado filme ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’. Segundo o ComicBook, Mackie comparou seu filme com os longas do ‘Homem-Aranha’ estrelados por Tom Holland, afirmando que o seu será superior.

“Bem, ele é o Cap. Finalmente”, Mackie riu. “Agora o vemos realizando missões sozinho e tentando descobrir seu lugar no mundo. Isso é muito melhor do que qualquer filme do Tom Holland. E eu ainda tenho o Harrison Ford!”.

Mackie também elogiou seu colega de ‘Falcão e o Soldado Invernal’, Danny Ramirez, que retorna como Joaquin Torrez. “O que ele está fazendo com seu personagem é incrível. O sabor, a beleza e a alegria que ele traz para o papel. Sinto que isso traz uma nova energia para o Universo Marvel”.

Ramirez, por sua vez, está entusiasmado por assumir o manto. “É uma bela passagem de bastão geracional… Colocar o traje e sentir o que eu senti. É um sentimento de, ‘Oh, é assim que se faz o filme.’ Finalmente pude entender como foi para Anthony [Mackie] vestir o traje”.

Lembrando que ‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Confira o trailer:

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Ridley Scott afirma que ‘Gladiador 2’ é uma obra-prima: “É uma ação brutal e intensa”

Ridley Scott, o aclamado cineasta conhecido por obras grandiosas como ‘Blade Runner’ e ‘Napoleão’, está prestes a retornar às telonas com seu novo épico, Gladiador II’, a aguardada sequência do clássico.

Em uma entrevista à Empire, Scott afirmou que o novo longa é sua maior produção, ou pelo menos uma das mais importantes. “É a melhor coisa que já fiz. É uma das melhores coisas. Já fiz alguns bons filmes”, ele sorri e garante: “É uma ação brutal e intensa”.

Paul Mescal, que protagoniza o filme, declarou: “Sempre tive uma ambição latente de fazer algo mais muscular e físico. Do ponto de vista egoísta, eu queria surpreender o público, porque sabia que tenho esse tipo de papel dentro de mim. Quando surgiu a oportunidade, pensei: ‘Isso é algo que ninguém que tenha visto o meu trabalho anterior estará esperando’, e é Ridley Scott”.

Sobre as cenas de batalha no Coliseu, Mescal acrescenta: “Tentamos não parecer polidos. Você sente como se os corpos estivessem desacelerando enquanto lutam. Não é ting-ting-ting! É mais brutal. Você sente a fadiga”.

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Lembrando que o novo filme estreia em 14 de novembro nos cinemas nacionais.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

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O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Confira uma foto dos bastidores.

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De acordo com o Deadline, um produtor de Hollywood afirmou que já assistiu ao filme de Ridley Scott e descreveu o longa como “algo fantástico”, e acredita que “é um forte concorrente ao Oscar 2025”.

O produtor também rendeu elogios às performances de Paul Mescal e Denzel Washington, que dão vida ao protagonista e ao vilão do novo filme, respectivamente.

Foi dito que “Mescal está ótimo no papel”, enquanto Washington “faz um trabalho extraordinário”.

Por fim, ele mencionou que ‘Gladiador 2′ e ‘Here‘, novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks e Robin Wright, podem ser dois candidatos acirrados na disputa pelo Oscar de 2025.

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Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe. 

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

Crítica em Vídeo | ‘Longlegs – Vínculo Mortal’ traz o astro Nicolas Cage em atuação assustadora

O editor-chefe Renato Marafon já assistiu ao aclamado terror psicológico ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, que traz o astro Nicolas Cage como um sinistro serial killer.

O longa seria lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de agosto, e agora será lançado um dia antes, no dia 28.

Assista nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

O filme ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões mundialmente.

O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Exhuma‘ (US$97.9M), subindo para o TOP 2 dos maiores filmes de terror do ano, atrás apenas de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$260.7M).

Nos EUA, a produção soma US$ 72 milhões. O longa superou arrecadação total do aclamado ‘Parasita‘ (US$53.3M) no país, tornando-se a maior bilheteria da história da NEON.

Além de ter se tornado a maior bilheteria doméstica de um terror para maiores de 2024, a produção também se tornou a maior arrecadação para um terror indie dos últimos dez anos nos EUA – superando sucessos como ‘Fale Comigo‘ (US$48.2M) e ‘Hereditário‘ (US$44M).

Com orçamento estimado em menos de US$ 10 milhões, o longa já arrecadou mais de dez vezes o valor de seu custo de produção.

Aclamado entre os críticos e considerado “um dos melhores filmes de terror dos últimos anos”, ‘Longlegs‘ alcançou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

O elenco ainda conta com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

 

POLÊMICA! Estúdio pede desculpas após usar críticas falsas no trailer de ‘Megalópolis’

Após uma controvérsia envolvendo “falsas quotes de críticas negativas” no trailer de ‘Megalópolis‘, próximo filme Francis Ford Coppola (‘O Poderoso Chefão’), a Lionsgate decidiu remover o vídeo da internet.

“A Lionsgate está removendo imediatamente nosso trailer de ‘Megalópolis’,” declarou um representante do estúdio.

“Oferecemos nossas mais sinceras desculpas aos críticos envolvidos e ao diretor Francis Ford Coppola por este erro imperdoável em nosso processo de verificação. Nós erramos. Sentimos muito.”

O trailer destacava a reação negativa dos críticos aos trabalhos anteriores do cineasta, como ‘O Poderoso Chefão‘ e ‘Apocalypse Now‘, que atualmente são considerados uns dos maiores clássicos do cinema.

A ideia era capitalizar em torno das reações divisivas do longa em sua estreia em Cannes, mas a inclusão de quotes falsas envolvendo críticos reais foi mal vista pelo público e pelos próprios especialistas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa chegará aos cinemas norte-americanos em 27 de setembro.

A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.

De acordo com o ComicBook, o ambicioso longa recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos devido ao “conteúdo sexual, nudez, uso de drogas, linguagem inapropriada e fortes cenas de violência.”

‘Megalopolis’, fez sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes – e se tornou um dos filmes mais divisivos do ano.

No Rotten Tomatoes, a produção amargou 53% de aprovação com base em 68 reviews até o momento. As avaliações variam entre elogios entusiasmados à “loucura genial” do filme até críticas que o definem como “caótico”, “desconcertante” e “a coisa mais louca já vista”.

Confira alguns comentários!

“É meio Batman, meio Gladiador, meio ‘Tomorrowland’, misturado com um amontoado de ideias e imagens, e o público de Cannes não sabia o que fazer com isso”, disse Sharon Waxman do The Wrap.

“Estou completamente sem palavras com Megalópole. Se Coppola está feliz com isso, então acho que é algo? Saí totalmente desconcertado e desnorteado com ele. Como um filme de 120 milhões pode parecer tão barato? Sinceramente, não sei como devo revisar esse filme, porque nem tenho certeza se poderia dizer qual é o enredo. Sinto que preciso de uma semana para digerir antes de tentar discutir isso. Diria que Audrey Plaza torna tudo mais suportável por causa de sua marca já incorporada de estranheza – estou completamente aqui pelos memes!”, disse Luke Hearfield.

“Megalópolis de Francis Ford Coppola é um sonho febril caótico e psicodélico que faz as histórias do set serem indiscutíveis. Adoro ver diretores seguindo uma ideia, mas o resultado, neste caso, é um filme tão além da compreensão que nem mesmo pode ser desvendado”, acrescentou Billie Melissa.

“Megalópolis é a coisa mais louca que já vi”, declarou Bilge Ebiri.

“A primeira hora de Megalópolis foi um desastre, um desastre cativante, mas ainda podre. Então, a segunda hora chegou; eu realmente me envolvi. Muitas coisas não funcionam no projeto de paixão de Francis Ford Coppola, mas sua linguagem visual é afiada. E há uma cena envolvendo uma mistura que é incrível”, acrescentou Robert Daniels.

“Megalópolis: a extravagância é uma característica, não um defeito! Um retrato grandioso, épico e completamente singular de 120 milhões de dólares, que também é uma fábula sobre a queda da antiga Roma e um apelo para salvar nossa civilização (e seu cinema) de si mesma. Sou grande fã”, disse David Ehrlich.

“Sempre é emocionante ver um cineasta operando em uma escala ambiciosa e arriscando tudo, mas não posso deixar de sentir que Megalópolis, ousado e bombástico como é, ficou um pouco aquém de sua promessa: um debate sobre nosso futuro e o do próprio meio”, declarou Leonardo Goi.

O filme traz um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).

Crítica | Motel Destino – Suspense Erótico Brasileiro mistura Voyerismo e Luxúria

Com tons de gêneros mesclados entre o erótico, o suspense e o policial, Karim Aïnouz volta à sua terra natal nas areias e sol escaldante do Céara em Motel Destino. Apresentado na Competição Oficial do Festival de Cannes 2024, o longa brasileiro esbanja sensualidade e tem como pano de fundo os ruídos das relações sexuais alheias tal como uma sessão de tortura, isto é, o prazer e a dor caminham lado a lado.

Completamente distante da sua última passagem por Cannes em 2023, no qual apresentou o ainda inédito no circuito comercial brasileiro Firebrand, situado na corte britânica do século XVI, o cineasta cearense mergulha no nordeste brasileiro. Desse modo, Karim Aïnouz pinta na tela do cinema suas cores, música e essência através do trio de personagens Heraldo (Iago Xavier), Elias (Fábio Assunção) e Dayana (Nataly Rocha). 

Logo no início somos apresentados a Heraldo, o qual compartilha com seu irmão os planos de deixar o litoral nordestino e tentar a sorte em São Paulo. Os dois cresceram com os pais ausentes e, atualmente, trabalham para o tráfico de drogas da região abastecida pela visita de estrangeiro à praia. Antes de seguir os seus planos, Heraldo precisa quitar sua dívida com uma matriarca do crime.

Aos 20 anos, o rapaz se vira com as oportunidades que aparecem no seu caminho. Embora tenha a importante missão de “cobrar” uma dívida de um comerciante francês no dia seguinte, ele passa a noite no forró e acaba no motel com uma moça desconhecida. Depois da noite de prazer, Heraldo acorda sozinho e sem um tostão na carteira. Atrasado para o seu compromisso, ele tenta negociar o pagamento da pernoite.

Nomeado Motel Destino, o local não é batizado assim por acaso. Este é o lugar que muda a sorte do rapaz. Com uma trajetória de miséria e esperança, Motel Destino lembra-nos dos filmes anteriores do diretor, como Praia do Futuro (2014) e O Céu de Suely (2006). Ouso dizer que esses dois têm um acabamento de roteiro melhor do que o novo longa, escrito por Karim em parceria com Wislan Esmeraldo e Maurício Zacharias

Os filmes anteriores contavam com co-autoria de Felipe Bragança, o qual trazia camadas profundas aos personagens e resoluções difíceis e factíveis. Após as trágicas consequências do seu atraso para missão, Heraldo é jurado de morte, sem dinheiro e opção, o jovem pede refúgio no motel da noite anterior. 

Là, o casal proprietário Elias e Dayana o recebem com a condição de trabalhar em pequenos reparos no local e também, claro, por o acharem atraente. Enquanto Elias apruma o rabo de pavão macho e tira vantagem do rapaz, Dayana o tem como amante às escondidas do marido, mas não das câmeras do estabelecimento. 

Escondido entre os corredores do motel e dos hábitos peculiares de seus proprietários, Heraldo navega entre o desejo que Dayana despertou nos seus jovens hormônios e a tolerância do jeito bonachão de Elias. Dono de dois jumentos, os quais observa em delírio o acasalamento, Elias é um voyeur e espia os clientes em pleno ato sexual.

Pouco a pouco, Heraldo percebe que Elias e Dayana estão longe de ser pessoas de bom caráter, além dos constantes abusos e ameaças entre eles. Essas atitudes explicam o interesse de Dayana no garoto mais novo, como uma válvula de escape ou mesmo uma saída literal da vida de limpar esperma do coito alheio.

Filmado em 16mm, Motel Destino tem uma textura tanto do granulado em tela como do suor impregnado na pele dos atores. A sensação é de estarmos numa prisão com esses três personagens e os gemidos do sexo são gritos de tortura para livrar-se desse ambiente cercardo, fechado e clausurado, além da presença constante dos desejos acima da razão.

O clima de tensão entre os três personagens é bem desenhado, mas o desenrolar das descobertas é embaralhado e pouco palpável. Todos os atores são brilhantes em cena, mesmo o novato Iago Xavier, cuja atuação vacila somente nos minutos finais, não por culpa do ator, mas pelo estranho texto teatral e fora do tom. 

Com algumas arestas para acertar, Motel Destino exala sensualidade, porém não nos alvoroça os sentidos como esperado. O tom do suspense é morno, a tensão sensual comedida e o desfecho módico perante tantas possibilidades para personagens bem esculpidos. Ao prometer uma pornochanchada, Karim Aïnouz entrega uma original ambientação, mas pouco atrevida.

CHATOS! 10 Filmes sobre pessoas inconvenientes

Na vida real já nos deparamos inúmeras vezes com pessoas inconvenientes que fazem de tudo para tirar nossa paciência. No mundo do cinema, alguns personagens tem suas trajetórias passando por situações como essa que colocam outros personagens à beira da loucura. Pensando em algumas obras que relatam um ou mais personagens nesse contexto, segue abaixo uma lista bem legal:

 

Um Santo Vizinho

Na trama, conhecemos o peculiar ranzinza Vincent (Bill Murray), um homem que leva uma vida sem sentido. Vincent é um homem ex-herói de guerra norte-americano que vive sozinho com seu gato persa passando o dia bebendo e apostando em corridas de cavalo. Dançando bêbado em frente à jukebox, discutindo arduamente com o gerente do banco, maltratando a muitas pessoas gratuitamente, Vincent parece não ter mais solução. Certo dia, novos vizinhos chegam para morar ao lado dele e assim conhece o jovem Oliver com quem logo faz uma grande amizade.

 

Las Fieras

Na trama, ambientada na parte da Argentina na região da Patagônia, conhecemos o casal Clara (Mariana Anghileri) e Julián (Andrés Ciavaglia), que resolvem fazer uma viagem até as terras do pai do primeiro já que o mesmo está em estado terminal. A questão que se soma é a de que algumas questões mal resolvidas pelo dono daquelas terras acabam explodindo em Julián, o levando para um provável dilema e relações conturbadas, distantes e inconsequentes com os funcionários do pai.

 

A Intrometida

Na trama, conhecemos a carinhosa Marnie Minervini (Susan Sarandon), uma mulher já na metade final de sua vida que recentemente perdeu seu companheiro de toda uma vida. Completamente sem rumo, resolve se mudar para mais próximo de sua filha Lori (Rose Byrne), em Los Angeles, na Califórnia. Expondo sua solidão de diversas e muitas vezes engraçadas maneiras, Marnie acaba invadindo a privacidade de sua filha a todo instante (fruto de uma carência do momento) e após um chega pra lá de Lori, Marnie embarca em uma jornada de descobertas onde irá conhecer pessoas que mudarão para sempre esse momento instável que vive.

 

Shirley

Na trama, conhecemos a indelicada, inconveniente, provocativa, excêntrica, adivinhadora de futuros, que sofre com conflitos internos, tem uma visão complicada do mundo, vive tragédias diárias em seu casamento, a escritora Shirley Jackson (Elisabeth Moss) que passa sua vida reclusa em uma casa confortável, tendo a companhia do seu marido Stanley (Michael Stuhlbarg), um prestigiado professor de universidade. Com a chegada do jovem casal Rosa (Odessa Young) e Fred (Logan Lerman) para morarem durante um tempo na casa de Shirley e Stanley, a nova dinâmica mexerá bastante com a rotina depressiva da primeira que entre outros feitos, embarca em uma análise angustiante sobre si mesma e tudo que cria nos seus elogiados textos influenciando a imatura e sem experiência de vida Rosa.

 

Doente de mim Mesma

Na trama, conhecemos Signe (Kristine Kujath Thorp), uma jovem que está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.

 

Um Homem Chamado Ove

Baseado no livro A Man Called Ove, de Fredrik Backman, Um Homem Chamado Ove conta a história de um senhor já na terceira idade chamado Ove (Rolf Lassgård) que vive seu cotidiano isolado de todos e vivendo em um conjunto habitacional que ele mesmo ajudou a fundar. Já sem muitas alegrias, principalmente pelo abalo que o falecimento da esposa causou em sua vida, tenta a todo instante cometer o suicídio e sempre algo acontece na hora do ato final. A vida desse personagem, completamente rabugento, começa a mudar um pouquinho com a chegada de seus novos vizinhos e Ove começa a repensar melhor sobre o simples ato de viver.

 

Vizinhos

Na trama, conhecemos o casal Mac (Seth Rogen) e Kelly (Rose Byrne) que vivem tranquilamente com sua filhinha em um simpático bairro no subúrbio dos Estados Unidos. Certo dia, o grupo de uma fraternidade aluga a casa ao lado da deles, desencadeando uma série brigas e confusões em meio a festas de grandes proporções.

 

Duas Vezes Você

Na trama, conhecemos Daniela (Melissa Barrera) e Tania (Anahi Davila), duas primas muito unidas que após saírem de um casamento ao lado de seus respectivos maridos, Rodrigo (Mariano Palacios) e Benny (Daniel Adissi), resolvem disputar um racha onde o marido de uma está no carro da outra. A brincadeira sem noção não dá certo e um dos casais morre fruto de um acidente sem chances de salvamento. Assim, as vidas dos que sobrevivem começam a passar por estranhas situações.

 

A Chefa

Na trama, conhecemos a empresária de sucesso Michelle Darnell (Melissa Mccarthy), uma mulher fútil e odiada por todos ao seu redor, exceto por Claire (Kristen Bell), seu braço direito. Certo dia é enviada para a prisão ao negociar informações confidenciais do mercado e passa meses em reclusão. Ao sair, tenta se reerguer aos poucos comandando um empreendimento a partir de deliciosos doces feitos por Claire, porém ainda precisa amadurecer e entender o valor da amizade e da família para ter sucesso.

 

Saltburn

Na trama, conhecemos o recém chegado à faculdade de Oxford, o aparente solitário Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo de Felix, de riqueza e poder. Até que um dia que Felix o convida para passar o verão na mansão da família, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.

Ranking | Da PIOR à MELHOR reviravolta dos filmes de M. Night Shyamalan….

M. Night Shyamalan parece carregar um fardo em sua carreira: afinal, após O Sexto Sentido, o cineasta trouxe um elemento novo às narrativas de suspense ao maximizar o plot twist e nos deixar em um profundo estado de choque – algo que ele tentaria fazer em suas obras seguintes. É claro que, em certas produções, Shyamalan alcançou o objetivo que almejava, como Sinais, Fragmentado e o subestimado A Vila, enquanto falhou miseravelmente em entregar conclusões e reviravoltas com títulos como A Dama na Água, Vidro e ‘Tempo’. Agora, o diretor está de volta com um ambicioso projeto intitulado ‘Armadilha’ (que, permitindo que ele se restrinja aos próprios impulsos, sagra-se como uma de suas obras mais honestas).

Pensando nisso, resolvemos criar uma nova matéria homenageando o diretor. Mas não apenas isso, aqui ao invés de falarmos de seus filmes, iremos ranquear as reviravoltas contidas em suas produções. Portanto, tenha em mente que o ranking não diz respeito ao filme como um todo, e sim apenas aos seus desfechos.

Além disso não levarei em conta as séries do diretor, vide Wayward Pines e Servant. Ah sim, lembrando que o ranking vai da pior à melhor reviravolta – e reflete a opinião deste que vos escreve (deixe a sua nos comentários). E claro, o texto conterá spoilers sobre os desfechos dos filmes do diretor.

#12 – Sem Reviravolta

armadilha

‘Armadilha’ posa como um dos longas mais “pé no chão” de Shyamalan. Em outras palavras, é notável a diferença estrutural e criativa entre recentes incursões como ‘Batem à Porta’ e ‘Tempo’ (envolvidos em uma agourenta ambientação quase sobrenatural) e esta: a simples narrativa ganha força ao não tentar dar um passo maior que a perna, permitindo que o realizador utilize as cartas que lhe são dadas sem construir enredos pedantes e ambiciosos demais para serem levados a sério. De fato, o desenrolar dos eventos é pautado em um sólido e enervante thriller que usa e abusa da ótima habilidade performática do elenco, em especial a de Hartnett.

A plot twist de ‘Armadilha’ já é revelada no trailer, mesmo assim o filme guarda ótimas surpresas até seu desfecho.

#11 – Diabo Fanfarrão

Sim, Demônio (2010) é um filme de M. Night Shyamalan. Embora não tenha sido dirigido pelo cineasta, tem produção, roteiro e a proposta era que lançasse o selo de terror de Shyamalan, o Night Chronicles, que morreu na praia logo na largada devido à recepção do filme. Night só não dirigiu porque estava ocupado com O Último Mestre do Ar, também lançado em 2010, e que por sinal não se encontra na lista por não possuir uma reviravolta propriamente dita.

O lance com Demônio é que é simplesmente idiota demais. A proposta era ter cinco pessoas presas em um elevador, sendo uma delas o próprio diabo se divertindo um pouco com os humanos. A ideia é criativa e poderia render um grande suspense ou terror, enquanto os espectadores nervosos brincam de adivinhar quem é o coisa ruim. O resultado, porém, trouxe o diabo apagando a luz do local para dar mordidas nas pessoas?!! Fora isso, trapaceia sobre a identidade verdadeira, já que mata o culpado, só para depois trazê-lo de volta.

#10 – Agência anti-heróis

Decepção, teu nome é Vidro. Acho que agora, dois anos após a estreia do filme, podemos finalmente dizer: Vidro não é bom. Pelo contrário, jogou na privada nossas expectativas sobre o encontro de dois outros grandes filmes do diretor: Corpo Fechado (2000) e Fragmentado (2017). Depois de sua nova subida rumo ao sucesso com A Visita (2015) e Fragmentado, o mundo estava novamente de olho no diretor, e Vidro era um projeto ambicioso.

Esse é justamente o problema com o diretor, para ele, ser ambicioso vem atrelado a ser pretensioso. Assim, ao invés de uma trama muito legal sobre heróis reais vivendo no nosso mundo, Shyamalan inexplicavelmente decide centrar o filme todo dentro de um hospital psiquiátrico com os protagonistas presos grande parte da projeção. E o final? Não poderia ser mais anticlimático e broxante, com um grupo secreto trabalhando para exterminar “os super” da face da Terra, e pior, tendo êxito, eliminando da pior forma possível qualquer possibilidade da história continuar.

#9 – Shyamalan, o salvador do mundo

Essa era a fase em que o diretor havia iniciado uma guerra com os críticos de cinema, numa birra após metade dos jornalistas terem detonado A Vila (2004). Assim, neste trabalho seguinte, Shyamalan criou para si como ator no filme um personagem importante (o seu maior até então): um escritor cujo texto será responsável por salvar o mundo!? E não, não é uma paródia. Ele leva essa história a sério! A tentativa era dar um tapa de luva de pelica nos jornalistas, e para isso o cineasta inclusive inclui na trama um crítico de cinema (esse sim, um personagem pedante na visão do diretor), o vilão da história, a quem Shyamalan tratou de dar uma morte horrível no filme.

Será que o diretor não percebeu realmente quem estava sendo pretensioso e egocêntrico com estes argumentos? Tudo é muito ruim no texto de A Dama na Água, um exercício em futilidade extremamente enfadonho, saído de um conto de fadas de ninar que o diretor contava para seus filhos (só ele para levar algo assim para os cinemas na forma de uma produção de milhões de dólares). Resultado: é bobo demais para os adultos e sombrio demais para as crianças. Ah sim, a reviravolta aqui é saber quem dentre os condôminos de um prédio que mais parece um manicômio irá desempenhar papeis numa guerra mitológica contra criaturas meio lobo meio planta – e sim, o crítico de cinema e o personagem de Shyamalan estão no meio disso.

#8 – A “força” de Will Smith jr.

Este filme trouxe Shyamalan apenas como diretor de aluguel, o que não deixa de ser triste para um realizador autoral como ele, que surgiu fazendo tanto barulho. Tudo bem, ao menos ele estava colaborando com o astro Will Smith e sua família, baseada em uma ideia do próprio sobre os mantras da cientologia, e estaria realizando uma obra de ficção científica e ação, numa superprodução – um tipo de obra a qual não estava acostumado. Sem dúvida Depois da Terra trouxe uma experiência muito enriquecedora para o diretor como profissional.

Deu certo? Não muito. O filme não tem nada de verdadeiramente especial. Nem mesmo a reviravolta podemos dizer que é daquelas tão ruins (como as citadas acima) que nos deixa de queixo caído. É simplesmente… bléh. Aqui, logo de cara nos dizem que o planeta onde Will Smith pai e “Will Smith filho” caem é a Terra, tirando qualquer possibilidade de surpresa, vide O Planeta dos Macacos. Fora isso, a verdadeira reviravolta é saber que o monstro conhecido como Ursa escapou e que a prole de Smith precisa superar seu medo e enfrenta-lo, deixando fluir o seu “rage”, uma espécie de “força” do filme.

#7 – Plantas matam, mas será que falam?

Aqui temos o oposto de Sinais (2002), um bom filme com uma reviravolta, digamos, que deixa a desejar. Fim dos Tempos é um filme ruim, com uma reviravolta que até faz sentido na trama, não é das mais imbecis e que, se fosse bem trabalhada num filme melhor, seria melhor aceita. Fim dos Tempos soa muito como um episódio de Além da Imaginação (Twilight Zone). Na época foi muito vendido por ser o primeiro filme de censura alta de Shyamalan e seu projeto mais declaradamente dentro do terror. Ok, gostamos.

A ideia é que pessoas em massa começam a se matar, e logo os EUA suspeitam de algum ataque terrorista químico. Boa, tocando na paranoia americana. No fim das contas, tudo estava relacionado a uma substância exalada pelas plantas através do vento. Tudo bem, tem algum respaldo científico. O maior problema aqui é que o filme possui muitas, mas muitas mesmo, cenas ruins, como quando Mark Wahlberg fala com uma planta (e pior, ela é de plástico) – a cena já virou meme e gerou um quadro no SNL. Fora isso, as atuações, em especial de Wahlberg e Zooey Deschanel (que faz sua esposa no filme) estão piores do que iniciantes em um curso de teatro. Bem, talvez seja o diálogo duvidoso que Shyamalan os serviu

#6 – Extraterrestres “Cascão”

Sinais (2002) não é um filme ruim, muito longe disso. De fato, na época, trouxe de volta o nome do diretor ao topo das bilheterias, fazendo as pazes com o sucesso após a recepção morna de Corpo Fechado (2000). Em matéria de críticas e público, Sinais lembrava mais O Sexto Sentido. Desta vez, ainda mais puxado para o terror, sem esquecer do drama, o elemento sobrenatural era a presença de possíveis alienígenas visitando nosso planeta e encontrando humanos incautos numa cidade rural do interior dos EUA. Até aí tudo bem.

Embora ninguém tenha percebido muito na época ou realmente ligado, com o passar dos anos um fato no filme começou a incomodar demais os fãs e a ser debatido constantemente nas redes sociais: sim, existem alienígenas no filme e a única coisa capaz de derrota-los é… água! E como assim essas criaturas vêm para um planeta onde a maior parte que o constitui é justamente a substância que pode mata-los?! Bom, ao longo dos anos também surgiram argumentos defendendo o roteiro de Shyamalan. Dentre as possíveis explicações estaria o desesperado desta raça ou simplesmente o fato de terem mandado na frente os “espiões” para averiguarem a situação por aqui e retornar para informar.

#5 – O “mentor” era o terrorista

Shyamalan abre o filme com uma cena impactante. Numa viagem de trem, um terrível acidente mata todos os passageiros, menos um. E não apenas isso, o sujeito sai ileso. Uma premissa para lá de intrigante, que poderia seguir por diversos caminhos. O escolhido pelo diretor foi fazer um comentário sobre super-heróis de quadrinhos, numa bela homenagem, e questionar como seria se eles vivessem realmente entre nós. Tudo bem… continua sendo único e precursor para a época. Mesmo que no percurso recaia a alienar a todos que não necessariamente sejam adeptos do subgênero.

Afinal, todos estavam indo ao cinema assistir ao novo filme do diretor de O Sexto Sentido. Ainda assim viveu para ser um dos mais cultuados do cineasta, especialmente pelos nerds. Agora, a reviravolta em si… bem, digamos apenas que deixou muita gente a ver navios, pelo mesmo motivo comparativo com O Sexto Sentido. O protagonista é inquebrável. Sua contraparte se quebra com facilidade. O protagonista descobre que o “sr. Vidro” foi o responsável pelo atentado no trem, assim como vários outros atos criminosos, e o fez apenas para encontrar sua antítese, se revelando como um super-vilão.

#4 – Esses não são os seus avós

Depois de um período em baixa, Shyamalan encontrou o caminho de volta rumo ao topo, e sua redenção foi esta pequena obra despretensiosa, que foi sendo descoberta aos poucos pelos fãs, sem fazer muito alarde em sua estreia. Para tal, o diretor aderiu a um estilo que estava em voga na época, o found footage. Sem nomes muito conhecidos no elenco, A Visita é quase uma experiência documental. Na trama, dois adolescentes vão passar um tempo na casa dos avós, os quais não tinham muito contato devido ao relacionamento não muito saudável entre sua mãe e eles. Assim, a mãe manda os filhos para outra cidade para ficar com os parentes, enquanto todos os dias fala com as crias através de ligações em vídeo.

A primeira reviravolta é que os idosos estão se comportando de forma completamente bizarra e assustadora. Estariam eles possuídos? Seriam alienígenas disfarçados? Vampiros? Não, aqui Shyamalan dá um tempo de elementos sobrenaturais para uma reviravolta final bem gélida e real. Acontece que os tais idosos não eram os avós dos meninos, e sim dois loucos fugidos de um manicômio das redondezas, que mataram os parentes dos protagonistas e assumiram seus lugares, inclusive recebendo os rebentos “em sua casa”. Macabro demais e uma das reviravoltas mais perturbadoras em um filme do diretor. Pena que ele se estende além da conta no terceiro ato.

#3 – A introdução do Shyamaverso

Depois de ter voltado à boa forma com A Visita de forma mais tímida, Shyamalan estava pronto para passos maiores. E o deu com este Fragmentado, cuja recepção o colocava de volta aos tempos áureos, lá da época de O Sexto Sentido e Sinais. Não bastasse o novo filme ser uma experiência arrepiante e pra lá de sombrio, que tocava em assuntos bem sérios como sequestro e abuso de jovens mulheres, também mostrava o lado mais delirante do autor, novamente voltando a usar temas que ficam entre o real e o sobrenatural.

Um verdadeiro tour de force do protagonista James McAvoy – que de tão impressionante, na época muitos pediam por sua indicação ao Oscar -, Fragmentado mostra o ator vivendo um sujeito dono de inúmeras personalidades, entre elas uma mulher e uma criança. E McAvoy realmente arrebenta. No final vislumbramos a fera tão temida e anunciada durante a projeção. Mas a verdadeira reviravolta veio quase na cena pós-créditos, que mostrava Bruce Willis de volta ao seu personagem de Corpo Fechado, anunciando o universo interligado de Shyamalan no cinema. A empolgação não podia ser contida. Pena que dois anos depois ganhamos Vidro

#2 – A alegoria da caverna de Shyamalan

É neste momento que serei apedrejado. Mas calma, lembre-se que esta é a minha lista de melhores reviravoltas do diretor. Aceitamos todas as opiniões e por isso queremos que você coloque a sua aqui embaixo, nos comentários. Existem dois tipos de pessoas, os que odeiam A Vila e os que amam A Vila. Tudo bem, admito que os que odeiam provavelmente estão em maior número. O que posso dizer também é que os que odeiam estão errados (risos). Sim, A Vila é anticlimático também. Brinca de uma forma muito interessante, inventiva e aterrorizadora como o mito da Alegoria da Caverna de Platão – de onde também saíram obras-primas como O Show de Truman (1998), por exemplo. Aqui, uma comunidade vivendo numa aldeia rural da Pennsylvania de 1897, é atormentada por criaturas monstruosas que vivem numa trégua com os humanos, desde que estes não atravessem a floresta que cerca a aldeia.

Quando aparições das bestas se tornam mais constantes, um acidente fará uma jovem cega enfrentar seus medos e atravessar a floresta em busca de medicamentos. A ideia sem dúvida é ambiciosa. A primeira revelação é a que não existem os tais monstros de verdade. E essa acontece bem antes do filme terminar, o que talvez tenha sido um erro. A segunda e mais comentada é que de fato toda a história se passa nos tempos atuais, ou seja, em 2004 quando o filme foi lançado. A ideia por trás do porque os mais velhos criaram tamanha farsa é identificável e muito melancólica. Pode não ser um filme perfeito, mas uma de suas maiores qualidades é nos fazer temer algo, sem realmente saber o que. Capacidade de um bom contador de histórias. Ainda hoje, A Vila segue como obra subestimada e meu favorito na filmografia do diretor.

#1 – Bruce Willis estava morto

Não tinha como ser diferente. O Sexto Sentido é a obra-prima de M. Night Shyamalan e também sua maldição. Pouquíssimos são os casos de um diretor que chega em cena chutando a porta com os dois pés como Shyamalan fez aqui. Em pouco tempo, ele era enaltecido como o novo Deus da sétima arte e isso foi algo bem nocivo para sua carreira. Especialmente porque após a reviravolta aqui, todo mundo esperava que seus próximos filmes seguissem nessa linha. As produções de Shyamalan precisavam ter uma reviravolta criativa, inteligente e chocante. Todos os outros filmes de sua carreira possuem detratores.

Com O Sexto Sentido pode até ser que exista um ou outro maluco que diga que não goste para chamar atenção, no demais é um filme bem unânime. E por mais que não seja necessariamente o meu favorito, é indiscutível que é o favorito da maioria, em especial do grande público. Nessa não tem erro. Bruce Willis estava morto o tempo todo. O menino que via gente morta era uma distração muito clara para o que era óbvio e estava o tempo todo na nossa frente. Como não vimos? Talvez os poucos que não gostem tenham sido os que receberam spoilers de “amigos” que viram o filme antes. O Sexto Sentido também pode ser considerado um dos carros-chefes do movimento “não conte o final” (conhecido hoje como spoilers) para os novos tempos.