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Filme solo da ‘Feiticeira Escarlate’ deve estrear em 2026 e ter roteiristas de ‘WandaVision’

Já faz alguns anos que ouvimos rumores sobre um filme solo da ‘Feiticeira Escarlate‘, mas finalmente podemos ter a confirmação (ou o mais perto que chegamos disso) de que a Marvel Studios está desenvolvendo um filme que dará destaque à Wanda Maximoff de Elizabeth Olsen.

O Production Weekly publicou que um filme da ‘Feiticeira Escarlate‘ está em andamento e tem como meta um lançamento em 2026. Os roteiristas de ‘WandaVision‘, Jac Schaeffer e Megan McDonnell, estão trabalhando no roteiro.

O PW é um banco de dados (geralmente) confiável de elenco e equipe, mas os projetos que eles destacam estão frequentemente sujeitos a alterações.

Por enquanto, ainda não há detalhes, então não se sabe se a feiticeira irá retornar dos mortos ou se veremos uma variante.

Você é fã da personagem?

Oscar Isaac surge como Victor ‘Frankenstein’ em foto do filme de Guillermo del Toro

Frankenstein, a nova adaptação dirigida pelo icônico Guillermo del Toro, ganhou uma nova foto.

Nela podemos ver o astro Oscar Isaac como Victor Frankenstein.

Confira:

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O ator Jacob Elordi, conhecido por ‘Saltburn’ e ‘Priscilla’, compartilhou recentemente sua empolgação em viver o monstro.

Durante uma entrevista no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Elordi entusiasmadamente declarou: “Sim, estou interpretando a criatura de Frankenstein… para Guillermo, que é o Deus dos monstros.”

Anteriormente, o papel estava destinado a Andrew Garfield (‘Até o Último Homem’ e ‘O Espetacular Homem-Aranha’), mas o ator teve que deixar o elenco devido a conflitos de agenda.

O projeto também conta com a participação de Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’), Oscar Isaac (‘Cavaleiro da Lua’), Mia Goth (‘Pearl’) e Felix Kammerer (‘Nada de Novo no Front’).

Guillermo del Toro tem desenvolvido o projeto de Frankenstein há algum tempo e sempre expressou seu desejo de criar um filme centrado na icônica história de Mary Shelley. Ainda não se sabe se sua versão será ambientada em uma época específica ou atualmente.

A data de lançamento ainda não foi anunciada.

Chris Hemsworth é questionado sobre por que Thor estava chorando em ‘Deadpool e Wolverine’

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Deadpool & Wolverine‘ é um fenômeno de bilheterias e levantou uma grande questão no MCU. Afinal, por que o Thor (Chris Hemsworth) estava chorando enquanto segurava o Mercenário Tagarela (Ryan Reynolds) em uma cena mostrada na AVT?

Até agora, a cena deixou os fãs bem curiosos.

O ator Chris Hemsworth foi questionado pelo Black Girls Nerds:

“Eu me pergunto a mesma coisa. Eu não sei! Vocês precisam ficar atentos ao Universo Marvel, porque logo teremos uma resposta. É algo que será contado eventualmente”, ele afirmou.

@heychalice I got to ask @Chris Hemsworth the question we all want the answer to… why is Thor crying? Full interview on @blackgirlnerds YouTube and site! @TRANSFORMERS in theaters 9/14! #transformersone #chrishemsworth #briantyreehenry @Paramount Pictures ♬ original sound – HeyChalice

 

Anteriormente, Reynolds brincou em uma publicação no Instagram afirmando que ele já sabe a razão.

“Eu sei por que o Thor estava chorando. Não consigo ‘deixar de saber’ disso.”, afirmou.

Confira:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Moana 2’ ganha imagens inéditas

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A aguardada sequência de ‘Moana‘ teve novas imagens divulgadas.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

Confira o material promocional e siga o CinePOP no Youtube:

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Moana 2 reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’ arrecadou US$ 643 milhões pelo mundo.

Tem medo de FANTASMAS? Corra desses 10 filmes!

Dito por muitos como uma crença popular, o universo fantasmagórico é um prato cheio para criativos roteiristas colocarem na tela histórias onde, muitas vezes, o medo ganha caminhos imprevisíveis. Pensando nisso e na infinidade de produções ligados a esse tema, resolvemos criar uma lista bem legal:

 

O Despertar

A atriz Rebecca Hall conquista o espectador com sua personagem (Florence Cathcart) logo nos primeiros minutos, a trama é muito envolvente em seu início (não deixa o público desgrudar os olhos da telona) mostrando os dramas e as convicções de uma caçadora de fantasmas no início do século XX.

 

100 Feet (Refém do Espírito)

Dirigido por Eric Red, o longa-metragem 100 Feet nos mostra uma mulher que é condenada pela morte do marido e precisa enfrentar o espírito dele que está dominando a casa onde está. No elenco: Famke Janssen e Bobby Cannavale.

 

O Sexto Sentido

Na trama, ambientada no sul da Filadélfia, conhecemos Malcolm (Bruce Willis) um psicólogo infantil que após um trauma com um antigo paciente vê seu casamento entrar em uma crise profunda, sua esposa nem mais o olha sequer. No outono depois, apresentado a um novo paciente, um jovem com diversos conflitos e repleto de medos de algo que não conta a ninguém e por isso tem um cotidiano conflituoso com a mãe. Aos poucos, paciente e psicólogo vão embarcando em uma jornada onde um ajuda o outro quando as surpresas pelo caminho começam a serem reveladas.

 

Sombras da Vida

Na trama, conhecemos o casal C (Casey Affleck) e M (Rooney Mara), jovens com o futuro todo pela frente que moram em uma casa um pouco isolada, provavelmente no interior dos Estados Unidos. Certo dia, C se envolve em um acidente automobilístico e acaba falecendo. Mas, o inusitado acontece, C vira um fantasma e acaba retornando para sua casa onde sua esposa passa por dificuldades emocionais tentando seguir em frente com sua vida. Assim, o filme embarca em uma série de situações, sem comunicação (ou quase isso) entre o casal onde as dores da tragédia são uma estrada ilimitada de emoções.

 

Virgínia

Filme de terror dirigido pelo lendário cineasta norte-americano Francis Ford Coppola, Twixt, no original, nos leva até a história de um escritor que visita uma cidadezinha que é envolvido sobre situações de um assassinato. Com direito a sonhos com fantasmas, cenas peculiares e suspense sobre alguns fatos, o escritor corre atrás para apurar toda a louca história em que se meteu.

 

Ghost Town

Estrelado por Ricky Gervais, o filme mostra a história de um homem que após uma situação de quase morte começa a se comunicar com fantasmas.

 

Os Espíritos

Numa mistura de terror e comédia, Os Espíritos, dirigido pelo excelente cineasta neo zelandês Peter Jackson, nos leva até um profundo recorte na vida de um ex-arquiteto que inventa ter dons paranormais e acaba batendo de frente com um espírito de um serial killer.

 

13 Fantasmas

Nesse misterioso filme de terror, acompanhamos a história de uma mansão herdada por familiares de um excêntrico homem que entre seus gostos peculiares aprisionava alguns fantasmas.

 

Ghost Team

Esse suspense puxado para a comédia, nos mostra um homem, caçador de fantasmas, que precisa enfrentar algumas atividades paranormais em uma fazenda e para isso conta com a ajuda de algumas pessoas.

 

Fantasmas e CIA

Disponível na Netflix, esse filme nos leva até os desenrolares conflituosos de uma família que a se mudar para uma nova casa encontra um fantasma. A situação piora quando um vídeo viraliza.

 

 

Crítica | ‘Às Vezes Quero Sumir’ – Um olhar sensível e imaginativo sobre o estado de solidão

As descobertas rumo ao desabrochar. Contemplando um estado de solidão, dando sentido ao mesmo através do olhar sensível e imaginativo de uma intrigante protagonista, Às Vezes Quero Sumir, novo trabalho da cineasta Rachel Lambert, se joga com muita inteligência no abatimento de uma visão triste do mundo reunindo peças para se chegar em uma autodescoberta de curtos passos. Um filme reflexivo, com ótima direção e uma brilhante atuação de sua protagonista.

Na trama, conhecemos Fran (Daisy Ridley), uma jovem introspectiva que trabalha em um escritório numa cidadezinha norte-americana. Seu cotidiano é pacato, prefiro ficar sozinha na maior parte do tempo, presa em pensamentos quase indecifráveis mas que dizem muito sobre seu estado de espírito. Certo dia, com a chegada do novo funcionário Robert (Dave Merheje), algo desperta nela e começa a perceber que as peças para se encaixarem para algum tipo de final feliz é preciso dedicação e um querer sobrepondo medos e receios.

Costurando interessantes metáforas que nos levam ao inconsciente de uma pessoa nitidamente em conflito com si mesma, somos convidados para um passeio rumo ao passo atrás de um possível ponto de virada de vida. Através da variável nova em sua bolha involuntária, Fran, peça fundamental de uma narrativa lenta, que preza pelos detalhes e pausas para reflexões, se constrói dentro de um silêncio que de alguma forma ilustra seu pensar, seu agir, num profundo mix de emoções.

As diversas interpretações que o filme pode causar só enriquecem o brilhante roteiro. A manipulação do abstrato em imagens marcantes ganham reais sentidos fazendo a curiosidade saltar aos olhos do público. A ebulição dos pensamentos, das emoções de uma introspecção aparente mas que desabrocha com um movimento de um acordar, muitas vezes em diálogos maravilhosos, chegam como contraponto de uma personagem que personifica a realidade de muitos no observar os detalhes do dia a dia com a frieza de um alguém sem esperanças. Para alguns, pode ser fácil se conectar.

Rodado todo na cidade de Astoria, no Estado de Oregon, Às Vezes Quero Sumir se camufla na simplicidade para nos apresentar complexidades de um mundo que cada vez mais nos mostra os conflitos em relação as necessidades de interação e as interpretações dos lados da moeda que podem surgir através de alguns dilemas.

Crítica Netflix | Emily em Paris – Parte 2 : Série faz rotação 180°, Melhora Enredo em Busca do Futuro em Roma

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Quem lembra de Anita Ekberg e Marcello Mastroianni na Fontana di Trevi em A Doce Vida (Frederico Fellini, 1960)?

Lá se vão quatro anos da estreia de Emily em Paris na Netflix, do showrunner Darren Star, mas pela segunda parte da quarta temporada, o seriado acaba de fechar o primeiro ano da vida da jovem de Chicago na capital francesa. Embora tenhamos apreciado amar e detestar os clichês culturais na cidade mais turística do mundo, a obra gritava por uma remodelagem e os últimos cinco episódios lançados no dia 12 de setembro conseguiram dar alguns passos nessa direção.

Conhecido por colocar purpurina e glamour em qualquer produção, Darren Star sofre com seriados que começam bem e começam a se afogar em tramas comezinhas, isto é, tanto Emily em Paris e Younger (2017-2021) — seriado anterior do produtor estendido até a sétima temporada — têm protagonistas em situações emblemáticas a serem seguidas em suas aventuras e diversidades, mas os roteiristas [alguns presentes em ambas as séries] estão interessados em triângulos amorosos. 

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Lily Collins em Megève, nos Alpes franceses

Após a catastrófica terceira temporada com direito a gravidez indesejada, casamento desfeito no altar e — o novo clichê dos seriados, quem viu Ted Lasso? — romance lésbico de personagem até então hétero, a produção precisou dos cincos primeiros episódios para tentar cortar todos os penduricalhos da trama. Se existiu algum interesse amoroso entre Emily (Lily Collins) e o chef Gabriel (Lucas Bravo), esta paixão nem pegou fogo e a palha já secou. 

Com Camille (Camille Razat) interessada em outra mulher ou na própria gravidez, os dois tiveram breves momentos juntos e poucas cenas marcantes, tal como um indício de relacionamento fadado ao aborrecimento, neste caso, do público. Para consertar o grande empecilho entre a mocinha e o galã —  o futuro filho —, os roteiristas deram para a gravidez da temporada anterior um período mais curto que os Aneis Olímpicos Paris 2024 no alto da Torre Eiffel. 

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Emily tire self em frente a Basilique du Sacré-Cœur

Por outro lado, o sexto episódio começa com a promessa de Emily voltar a Chicago para passar o Natal com a família, mas os roteiristas não conseguem tirar a norte-americana da França. Sua família, a qual nunca é mencionada na narrativa, é abandonada por conta de um voo cancelado —  e nunca remarcado — já no Aeroporto Charles de Gaulle. Desse modo, Emily viaja para Megève, uma das cidades dos Alpes franceses, perto da famosa Chamonix-Mont Blanc, no meio das fronteiras entre Suíça e Itália, para passar a festividade com Gabriel, Camille e sua família. 

Sem prática de esqui, Emily é deixada à própria sorte nas montanhas por Gabriel preocupado com a mãe do seu futuro filho. Esta é a deixa para entrada do charmoso Marcello (Eugenio Franceschini) em campo, tal como um anjo salvador. Os poucos minutos em tela do jovem ator italiano são mais contagiantes do que a atuação sem sal de Lucas Bravo e o magnetismo cafajeste de Alfie (Lucien Laviscount).  

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Lily Collins e Eugenio Franceschini tal como Audrey Hepburn e Gregory Peck em A Princesa e o Plebeu (1954)

Para colocar mais tempero no enredo, novos ingredientes eram mais do que esperados e desejados. Dois novos personagens trazem vigor para os episódios finais, os quais despertam nosso ânimo, já sonolento, para acompanhar Emily. Além do italiano rico e cativante, a publicitária ganha finalmente uma rival estadunidense à altura com o sonho de trabalhar com moda em Paris. Embora a protagonista seja impulsiva em alguns aspectos, suas ideias publicitárias continuam metódicas e sua disposição em aprender francês comedida. 

Com as características de abusada e dissimulada, além de saber falar francês, Geneviève (Thalia Besson) não perde tempo em buscar êxito tanto no trabalho quanto na vida pessoal e amorosa, soltando farpas para Emilly e Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu). Filha do cineasta francês Luc Besson (O Quinto Elemento, 1997), aos 21 anos, Thalia Besson incorpora naturalmente todos os pontos da perfeita antagonista, algo deixado um pouco a desejar pela atriz Camille Razat. Já Eugenio Franceschini abraça o fascínio do homem galante, afetuoso e, portanto, sedutor, características até então em falta em todo elenco masculino. 

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Surpresa! Lily Collins, Brigitte Macron e Thalia Besson.

Em contrapartida, Sylvie lança as cartas na mesa e apresenta-se cheia de vida aos 60 anos e as preocupações ao ter se tornado empresária e dona da própria agência, além de segredos do seu movimentado passado. A narrativa também aposta em participações em especiais, como o belo ator italiano Raoul Bova, o talentoso Rupert Everett (O Casamento do Meu Melhor Amigo, 1997) e até a primeira dama Brigitte Macron

Para quem não reconhece o nome Raoul Bova, ele é o galã da adaptação do best-seller Lição de Amor (Scusa ma ti chiamo amore, 2008), de Frederico Moccia, além do amante italiano de Diane Lane em Sob o Sol da Toscana (2003) e o de Sarah Jessica Parker em Todos os Caminhos Levam a Roma (2015). A geração de 30 + agradece a lembrança e homenagem à beleza na maturidade.

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Philippine Leroy-Beaulieu e Raoul Bova soltam faíscas em cena.

Aliás, são as comédias românticas com as belas paisagens da capital italiana que servem de inspiração não somente para os títulos dos dois últimos capítulos, mas também para cenas icônicas na Piazza Venezia e na Fontana de Trevi. Se Audrey Hepburn passeava numa vespa com Gregory Peck em A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday, 1954) , Emily vive os seus dias de Bonequinha de Luxo na garupa do belo italiano e, finalmente, a sua relação com trabalho parece ser mais natural e verídica. 

Dirigidos por Andrew Fleming, os três últimos episódios parecem mais maduros, genuínos e aprazíveis, um frescor de mudança de cenário sem clichês sobre italianos, mas ainda com uma pequena rixa entre quem produz o melhor café, vinho, roupas e, em geral, luxo. Afinal de contas, Emily vende luxo na agência de publicidade Grateau e representar clientes desse setor tem suas vantagens de viver rodeada de glamour, oportunidades e novos horizontes profissionais.

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Geneviève, Julien, Emily e Luc na agência Grateau.

Com as rodas dos vagões realinhados, os roteiristas também suprimiram as ideias bobas da temporada anterior para Mindy Chen (Ashley Park), assim ela parece seguir com mais ousadia e perseverança na sua carreira musical, e surpreende com uma hilária apresentação no cabaré Crazy Horse e uma linda nova composição ao piano. Como alívio cômico, ela junto com Julien (Samuel Arnold) e Luc (Bruno Gouery) têm bastante a acrescentar à narrativa sem apelar para comportamentos estapafúrdios e inverossímeis. 

Com um giro de 180°, Emily em Paris despede-se por cima da sua quarta temporada com fôlego para novas descobertas, alguns desafios para as marcas de luxo e, principalmente, uma protagonista disposta a correr riscos e nos instigar a acompanhá-la em sua jornada. Ainda falta encanto à Emily? Sim!  Contudo, caso haja uma quinta temporada (ainda não é o momento do ponto final), a torcida é que ela seja mais parecida com estes cinco episódios finais do que a caótica e esquecível terceira fase.    

Trailer FINAL de ‘Venom 3’ revela Knull e provoca uma guerra ÉPICA de simbiontes

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A Sony Pictures divulgou o trailer final da aguardada sequência ‘Venom 3: A Última Rodada‘, preparando o cenário para a última aparição de Tom Hardy como o vilão favorito dos fãs que virou super-herói, e finalmente revelando o vilão ultrapoderoso do filme: Knull.

Knull era um deus ancestral das trevas e o criador dos simbiontes. Ele residia no vazio primordial que existia entre o sexto e o sétimo cosmos, Knull alega domínio sobre o vácuo e ser seu avatar, mas ele não é a escuridão primordial em si.

Nenhuma palavra sobre quem está interpretando o Deus dos simbiontes ou a extensão de seu papel, mas parece que teremos uma representação precisa. Quanto ao seu objetivo na trilogia, parece que ele estará caçando Venom e enviando todos os simbiontes em seu arsenal atrás da dupla dinâmica, em uma tentativa de recuperar algo importante, que vamos adivinhar ser o All-Black (ou a versão do Universo Homem-Aranha da Sony), embora tenhamos que esperar para ver.

Depois disso, há muitas cenas novas no trailer para aproveitar, especialmente muitos novos simbiontes retorcidos. Enquanto personagens como Toxin parecem um dado a aparecer, ainda permanece no ar se veremos personagens clássicos adicionais como Scream e/ou até mesmo possivelmente o retorno de Carnificina.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de outubro.

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Tom Hardy.

Eddie (Hardy) e Venom estão em fuga. Caçados por seus dois mundos e com o cerco se fechando, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que fechará as cortinas de sua última dança.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

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Reboot de ‘X-Men’ contrata roteirista e não deve trazer o Wolverine de Hugh Jackman

Kevin Feige garantiu aos fãs que um reboot dos ‘X-Men‘ já está em desenvolvimento, mas até agora não temos muitas novidades. Até agora.

Michael Lesslie (‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) deve escrever o roteiro e, embora um diretor ainda não tenha sido anunciado, acredita-se que o estúdio já tenha começado a se reunir com os cineastas e o desenvolvimento deve ganhar força no início de 2025.

Por enquanto, tudo o que temos são rumores – mas se essas últimas alegações de Daniel Richtman forem verdadeiras, os fãs podem ficar muito surpresos com os planos da Marvel para os heróis mutantes e, mais especificamente, Wolverine.

De acordo com o insider, o reboot dos ‘X-Men‘ do MCU não contará com Wolverine, e a equipe será “similar” à série animada dos ‘X-Men ’97‘ com alguns outros personagens adicionados à mistura. Aparentemente, Logan não estará no elenco porque Hugh Jackman ficará por aí por um bom tempo – possivelmente até mesmo depois de ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.

A expectativa pelo reboot dosX-Men no MCU só aumenta! Após o sucesso de X-Men ’97’,Deadpool & Wolverine e com a promessa de Kevin Feige de uma “Era dos Mutantes”, fãs ansiosamente aguardam novidades.

Além disso, o talentoso Jordan Peele (‘Corra!’) é um forte candidato à direção. O Production Weekly ainda sugere que a produção de X-Men deve começar no “final de 2025”.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Deadpool & Wolverine‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Divertida Mente 2’ ganha data de estreia no Disney+

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Libere o espaço para novas emoções quando a maior animação de todos os tempos, Divertida Mente 2 da Disney e Pixar, chegar ao Disney+ em 25 de setembro!

Com certificado “Fresco” no Rotten Tomatoes™ e celebrado pelos críticos como “perfeição absoluta, hilário” (Jazz Tangcay, Variety) e “uma experiência inesquecível” (Landon Johnson, Awards Watch), a aguardadíssima e emocionante sequência já provou ser um sucesso de bilheteria. Divertida Mente 2 é o filme de animação de maior bilheteria de todos os tempos, a animação a alcançar mais rapidamente US$ 1 bilhão globalmente, e, atualmente, é o oitavo filme de maior arrecadação na história da bilheteria mundial.

O longa superou a arrecadação total de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$1.67B), entrando para o TOP 8 das maiores arrecadações da história do cinema.

Além de já ter ultrapassado sucessos como ‘O Rei Leão‘ (US$1.66B), ‘Os Vingadores‘ (US$1.52B), ‘Velozes e Furiosos 7‘ (US$1.51B) e ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.49B), a produção também superou ‘Frozen 2‘ (US$1.45B) e ‘Super Mario Bros‘ (US$1.36B), tornando-se a maior animação da história.

Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 651.9 milhões, o que representa a maior animação da história do país – ultrapassando ‘Os Incríveis 2‘ (US$608.5M).

Internacionalmente, o longa soma US$ 1,023 bilhão.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$102.3M), Brasil (US$80.2M), Reino Unido (US$74.2M), França (US$63.9M) e Coreia (US$60.9M).

Com quase R$ 450 milhões arrecadados em território nacional, ‘Divertida Mente 2se tornou a maior a bilheteria da história no Brasil, superando ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$353M).

O longa também tornou a maior arrecadação da história do México.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.

O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.

“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”

Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

‘Homem-Aranha 4’: Revelados QUAIS heróis da Marvel devem participar do longa

Homem-Aranha 4’ recebeu uma atualização empolgante com o anúncio de que Destin Daniel Cretton, o diretor de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, será o responsável pela direção do próximo longa. Esse desenvolvimento gerou uma onda de especulações entre os fãs sobre possíveis participações de heróis da Marvel no filme.

De acordo com o ComicBook, há teorias de que ‘Shang-Chi’ possa fazer uma aparição em Homem-Aranha 4’ devido à conexão com Cretton.

Além disso, alguns fãs estão apontando para a possível inclusão da Capitã Marvel, considerando a presença de Brie Larson na cena pós-créditos de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

Embora os detalhes sobre o enredo ainda não tenham sido revelados, Homem-Aranha 4’ tem o potencial de se desdobrar de várias maneiras. Teorias sugerem a possível participação do Demolidor e do Rei do Crime. Por outro lado, se Homem-Aranha 4’ seguir o caminho do conflito Multiverso, seria plausível que Carol Danvers se juntasse à luta contra uma ameaça colossal que poderia colocar a realidade em risco novamente.

A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

Com poucas informações reveladas sobre a sequência, sabe-se que, além de Tom Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ.

 

Próximo projeto de Michael B. Jordan será um REMAKE de clássico filme de assalto

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Segundo o Deadline, o astro Michael B. Jordan já tem seu próximo projeto em mente.

As informações indicam que Jordan atuará como diretor e protagonista do remake do clássico filme de assalto ‘Crown, o Magnífico’, lançado em 1968 e estrelado por Steve McQueenFaye Dunaway.

Esse será o primeiro longa-metragem encabeçado por Jordan desde ‘Creed III’, lançado em 2023.

Amazon MGM Studios fica responsável por supervisionar o projeto.

O título marca a terceira vez que a história em questão chega às telonas: além do clássico dos anos 1960 mencionado acima, a narrativa ganhou um remake protagonizado por Pierce Brosnan e que chegou aos cinemas em 1999 sob o título ‘Thomas Crown – A Arte do Crime’.

Na trama, “Thomas Crown é um homem de negócios milionário que planeja um primoroso assalto a banco. Vickie Anderson é a investigadora da seguradora chamada para resolver o caso. Ao mesmo tempo em que ela desconfia de Thomas, uma forte atração surge entre eles”.

Drew Pearce fica responsável pelo roteiro da nova versão.

Fique ligado para mais informações!

‘Coringa: Delírio a Dois’ BAIXA expectativas e deve arrecadar US$ 70 milhões em estreia nos EUA

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De acordo com o Deadline, ‘Coringa: Delírio a Dois‘ deve estrear abaixo das projeções iniciais no território norte-americano, arrecadando apenas US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana.

Antes da recepção morna do filme no Festival de Veneza, analistas apontavam que o longa teria uma abertura acima de US$ 100 milhões no país.

Apesar de ter conquistado apenas 62% de aprovação dos críticos após sua passagem pelo festival, a média é exatamente a mesma alcançada pelo primeiro filme após sua exibição em Venice e TIFF – que, posteriormente, acabou subindo para 69%.

Com uma projeção de estreia abaixo de US$ 26 milhões em comparação ao lançamento do primeiro filme – que abriu com US$ 96.2 milhões –, a sequência ainda deve quebrar recordes nas bilheterias.

O site afirma que o longa deve se tornar a maior estreia de um filme musical (desconsiderando as produções da Disney), superando ‘Bohemian Rhapsody‘ (US$51M), além de entrar para o TOP 7 das maiores estreias domésticas da história para o mês de outubro.

Coringa 2‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.

Confira as principais críticas:

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

‘O Lobisomem’: Christopher Abbott e Barry Keoghan ELOGIAM o novo terror de Leigh Whannell

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As expectativas para o novo filme de terrorO Lobisomem estão cada vez maiores. Em recente entrevista ao Collider, os atores Christopher Abbott e Barry Keoghan revelaram detalhes emocionantes sobre a produção e o resultado final.

Abbott, que interpreta o protagonista, destacou a experiência intensa de dar vida ao lobisomem: “Foi um trabalho intenso com próteses, muito tempo na cadeira de prótese. Fizemos tudo no estilo antigo, o que eu aprecio”.

O ator também elogiou o design da criatura, criado por Arjen Tuiten, destacando o equilíbrio entre o horror e a beleza: “Achei que [ele] desenhou uma criatura assustadora, bela e, ao mesmo tempo trágica. Estou realmente ansioso para que as pessoas vejam esse trabalho”.

Abbott concluiu comparando o longa com outro sucesso de Whannell, ‘O Homem Invisível’: “Acho que ele fez uma grande adaptação da história, definitivamente a visão dele do que a história poderia ser. Se você gostou de O Homem Invisível, então com certeza vai gostar disso. Ele tem muitos truques na manga, especialmente no quesito visual”. 

Barry Keoghan, após assistir ao trailer, resumiu a experiência em uma palavra: “Incrível”.

O visual do monstro, interpretado por Christopher Abbott (‘Pobres Criaturas’), foi revelado durante o Halloween Horror Nights da Universal e dividiu opiniões dos fãs.

WOLF MAN: First Look At The Movie’s Redesigned Monster Is Bound To Divide Horror Fans
byu/CodMilt inHHN

 

Publicado por @evilhastakenroot
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Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror O Lobisomemé dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

O Lobisomemestreia dia 17 de janeiro de 2025.

Francis Ford Coppola é PROCESSADO por assédio sexual por figurante de ‘Megalópolis’

As polêmicas envolvendo ‘Megalópolis’ continuam, e agora o cineasta Francis Ford Coppola está sendo processado por Lauren Pagone, uma figurante do longa, que o acusa de assédio sexual.

Pagone alega que, durante as filmagens de uma cena de festa, Coppola a abraçou e beijou sem seu consentimento e a apalpou. O processo está tramitando no Tribunal do Condado de Fulton, na Geórgia (EUA). Além de Coppola, o processo inclui as empresas de contratação de figurantes Rose Locke Casting e DL Casting, responsáveis por sua contratação.

De acordo com os advogados de Pagone, “A autora não recebeu nenhum contrato adicional que explicasse os detalhes das diretrizes para conteúdo sexual e/ou nudez no set, nem houve qualquer descrição sobre o que ela ou outros atores poderiam enfrentar”. Pagone também critica a ausência de Coordenadores de Intimidade no set de ‘Megalópolis’.

Entrando com a ação em 10 de setembro, Pagone busca danos não especificados e um julgamento com júri, afirmando ter sido agredida sexualmente por Coppola.

Em uma declaração à Deadline, os representantes de Coppola disseram que não tinham “nenhum comentário adicional no momento”.

Lembrando que em uma entrevista à Rolling Stone, Coppola desmentiu as alegações: “Você está se referindo à matéria do Guardian, que é completamente falsa. Se você ler a matéria, verá que as fontes — e eu realmente não sei quem são — são as mesmas que forneceram citações para a matéria do Hollywood Reporter, que afirmava que todas essas pessoas haviam sido demitidas ou tinham pedido demissão, e que houve um êxodo em massa. A verdade é que estavam apenas procurando algum tipo de sujeira. As jovens que beijei na bochecha, na cena de Ano Novo, eram jovens que eu conhecia”.

“É tudo tão absurdo. Veja o momento da publicação dessa matéria. É bem antes de estarmos prestes a estrear o filme em Cannes. Eles estão apenas tentando prejudicar o filme. Quero iniciar uma conversa. Não se pode ter uma utopia sem uma conversa”, completou.

Quando questionado se sente que está sendo perseguido, o cineasta respondeu:

“Existe uma tendência predominante em Hollywood de dizer que, se você seguir nossas regras, terá uma chance melhor de sucesso. ‘Bem, e quanto ao Francis? Ele não segue suas regras.’ ‘Bem, veja, o que vai acontecer com ele é que ele vai falhar.’ Estou tentando fazer algo diferente aqui. O cinema é mudança. Quero dizer, os filmes que seus netos vão fazer serão nada parecidos com o que vemos agora”, afirmou o cineasta.

Lembrando que em uma entrevista ao The New York Times, Coppola compartilhou: “Minha mãe sempre me ensinou que avançar em direção a uma mulher é desrespeitoso, então com as garotas por quem eu tinha uma queda, eu certamente não as desrespeitei”.

“Eu não sou tão expressivo, sou muito tímido”, concluiu o cineasta.

Já em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Darren Demetre afirmou: “Durante todo o curso do projeto, nunca fui informado de qualquer reclamação de assédio ou comportamento inadequado”.

Ele continuou: “Conheço e trabalho com Francis e sua família há mais de 35 anos. Como um dos primeiros assistentes de direção e produtor executivo em seu novo épico, Megalopolis, ajudei a supervisionar e aconselhar a produção e comandei a segunda unidade. Francis produziu e dirigiu com sucesso um enorme filme independente, tomando todas as decisões difíceis para garantir que fosse entregue no prazo e dentro do orçamento, ao mesmo tempo em que permanecia fiel à sua visão criativa. Houve dois dias em que filmamos uma cena de boate celebratória, semelhante ao Studio 54, onde Francis percorreu o set para estabelecer o espírito da cena dando abraços gentis e beijos na bochecha para o elenco e os figurantes. Foi a maneira dele de ajudar a inspirar e estabelecer a atmosfera da boate, que era tão importante para o filme. Nunca tive conhecimento de qualquer reclamação de assédio ou comportamento inadequado durante o curso do projeto”.

De acordo com um relatório do The GuardianCoppola foi responsável por assediar várias mulheres durante as gravações. Ele teria puxado mulheres para sentar em seu colo e durante uma cena de boate, o cineasta entrou no set e tentou beijar algumas das figurantes femininas de topless e seminuas. Ele aparentemente alegou que estava “tentando colocá-los no clima”.

As coisas vieram à tona em dezembro de 2022, mais ou menos na metade das filmagens de 16 semanas, quando a maioria das equipes de efeitos visuais e arte foram demitidas ou se demitiram.

‘Megalópolis’, que Coppola começou a escrever em 1983, teve um custo aproximado de US$ 120 milhões, financiado em parte pela venda de uma parte significativa de seu império vinícola, avaliada em mais de US$ 500 milhões em um acordo de 2021.

O longa chegará aos cinemas brasileiros no dia 31 de outubro.

Assista:

A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.

O filme, que é um completo mistério, terá um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).

Crítica | 3º episódio da 4ª temporada de ‘Only Murders in the Building’ é DELICIOSAMENTE descompensado

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Se há algo que aprendemos com Only Murders in the Building, é que ainda existem histórias cômicas muito boas a serem contadas – e o terceiro capítulo da 4ª temporada volta a reiterar a produção como uma das melhores das últimas décadas.

A série, estrelada por Steve Martin (Charles), Selena Gomez (Mabel) e Martin Short (Oliver), voltou recentemente para seu mais novo ciclo e apresentou uma reviravolta tão grandiosa a ser acompanhada, que é notável que a iteração vem se sagrando a melhor até agora, apostando fichas em relações mais complexas entre os protagonistas e contando com um ensemble extremamente talentoso cuja química explode em tela. E, com a chegada do novo episódio, é perceptível como os criadores estão comprometidos em pegar elementos emprestados das clássicas histórias detetivescas que sempre fizeram parte do imaginário popular e repaginá-las com tiradas hilárias e propositalmente descompensadas que nos fazem mergulhar de cabeça nesse incrível universo.

Após investigarem um misterioso apartamento na Ala Oeste do Arconia e coletarem informações sobre os vizinhos que, de certa maneira, poderiam ter alguma coisa a ver com o assassinato de Sazz (Jane Lynch), Charles, Mabel e Oliver resolvem dar continuidade às investigações – mas as coisas não saem muito como o planejado quando Eva Longoria, Eugene Levy e Zach Galifianakis aparecem para acompanhá-los no dia a dia, visto que vão interpretá-los na adaptação que a Paramount Pictures está produzindo acerca do podcast que apresentam. E, enquanto Martin, Gomez e Short continuam brilhando com interpretações magníficas, é esse trio infundido numa metalinguagem deliciosa que rouba os holofotes.

Um dos aspectos que mais nos chamam a atenção no capítulo, intitulado “Two for the Road”, é o sagaz roteiro assinado pela dupla Ben Smith e Pete Swanson. A ideia aqui é colocar cada protagonista ao lado do respectivo ator que irá interpretá-lo na releitura cinematográfica do podcast – estreitando, ampliando ou criando laços das maneiras mais improváveis possíveis. Dessa maneira, a narrativa desmembra-se em três blocos distintos que partem de premissa similar, expandem-se de formas distintas até se aglutinarem em um belíssimo “reencontro” que, mesmo se apressando em alguns momentos, faz sentido dentro da estrutura apresentada e nos prepara para a semana seguinte de maneira inteligente e envolvente.

De um lado, Oliver e Zach digladiam para se entenderem de forma a encontrarem um ponto em comum – cujo sucesso só é alcançado em um inesperado momento de vulnerabilidade em que Oliver demonstra ser mais do que um diretor excêntrico que faz de tudo para se manter relevante e para eternizar um legado que acredita possuir; de outro, Eva e Mabel se enfrentam na investigação de Rudy Thurber (Kumail Nanjiani), um morador da Ala Oeste que é aficionado por decorações de natal. Eva deseja descontruir a persona de Mabel em uma releitura própria, enquanto Mabel luta para descobrir quem realmente é em meio a tantas mudanças – incluindo um desesperado anseio de encontrar um lugar para morar; por fim, Charles e Eugene unem-se através de diferenças tão gritantes que o tornam parecidos em impetuosas e desmedidas ações que nos arrancam boas risadas.

Todo o episódio é estruturado com solidez e funciona mesmo não apostando fichas em construções mais ambiciosas e arriscadas – e, considerando que estamos apenas no começo da temporada, essa jogada foi certeira na maioria dos aspectos e preparou terreno para as reviravoltas que irão acontecer e as novas pistas que serão entregues ao público. Em suma, Only Murders in the Building entrega mais uma semana de alta qualidade aos fãs em um enredo que, ao contrário do que poderíamos imaginar, é focado mais na humanidade de seus personagens do que nos arquétipos que representam no conjunto completo da obra.

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‘Creature Commandos’: Animação que marca o início do DCU ganha novo teaser; Confira!

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James Gunn usou suas redes sociais para compartilhar um novo teaser de Creature Commandos, anunciando o painel da série na New York Comic Con (NYCC), marcada para o dia 19 de outubro.

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Vale lembrar queCreature Commandos será a primeira animação a inaugurar Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn. A série estreará no serviço de streaming Max no dia 5 de dezembro.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

‘Crepúsculo dos Deuses’: Animação de Zack Snyder ganha novo trailer; Assista!

Personagem animada gritando e apontando em um ambiente sombrio.
crepúsculo dos deuses

A animação ‘Crepúsculo dos Deuses’ (Twilight of the Gods), o mais recente projeto de Zack Snyder, ganhou um novo trailer. A estreia está marcada para este mês no catálogo da Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 19 de setembro.

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Durante uma conversa com a Collider, Snyder falou sobre a produção: “Basicamente, é assim: há um rei e sua rainha em uma pequena vila viking, e eles querem se casar. Um evento acontece com eles em seu casamento que faz com que Sigrid, que é a noiva, a criança de gigantes, embarque em uma missão louca de vingança. Ela recruta um elenco de personagens – uma vidente, um anão – e eles se unem para formar um grupo com uma missão: encontrar um deus e lutar contra ele. É uma missão, é uma história de vingança. Sigrid é esse personagem bonito, muito escandinavo, frio, mas apaixonado, com quem realmente gostei de trabalhar porque ela é simplesmente incrível. Sylvia Hoeks dá voz a ela.”

O cineasta ainda revelou que a animação terá oito episódios: “eu simplesmente acho que foi uma dessas coisas que não entendemos, primeiro de tudo, as dificuldades do que seria necessário para fazer oito episódios de animação. Se eu soubesse, não sei se teria feito.”

Entre os astros do elenco estão John Noble (‘O Senhor dos Aneis: O Retorno do Rei’), que dará voz a Odin, o Pai de Todos. Thor será dublado por Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’), enquanto Loki terá voz de Paterson Joseph (‘Timeless’).

Os demais nomes são Sylvia Hoeks (‘Blade Runner 2049’) como Sigrid, Stuart Martin (‘Medici: Mestres de Florença’) como Leif, Rahul Kohli (‘A Maldiçao da Mansão Bly’) como Egill, Jamie Clayton (‘Sense8’) como Seid-Kona, Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’) como Andvar, Peter Stormare (‘John Wick: Um Novo Dia para Matar’) como Ulfr, Jamie Chung (‘Dragon Ball Evolution)’ como Hela, Lauren Cohen (‘The Walking Dead’) como Inge e Corey Stoll (‘Homem-Formiga’) como Hrafnkel.

Polêmica: Coppola se pronuncia sobre trailer de ‘Megalópolis’ com citações falsas: “Foi um Erro”

Francis Ford Coppola abordou recentemente a controvérsia em torno do trailer de ‘Megalópolis’, um projeto que representa a realização de um sonho para o cineasta.

Para promover o épico, a Lionsgate utilizou críticas falsas, uma estratégia que acabou se revelando desastrosa e foi amplamente criticada pelo público.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Coppola expressou sua surpresa e descontentamento com a situação. “Foi um erro, um acidente. Não tenho certeza do que aconteceu. Bem, eu sei que houve críticas negativas. Fui eu quem disse que havia críticas negativas”, admitiu o cineasta.

Lembrando que após a controvérsia a Lionsgate decidiu remover o vídeo da internet.

“A Lionsgate está removendo imediatamente nosso trailer de ‘Megalópolis’,” declarou um representante do estúdio.

“Oferecemos nossas mais sinceras desculpas aos críticos envolvidos e ao diretor Francis Ford Coppola por este erro imperdoável em nosso processo de verificação. Nós erramos. Sentimos muito.”

O trailer destacava a reação negativa dos críticos aos trabalhos anteriores do cineasta, como ‘O Poderoso Chefão‘ e ‘Apocalypse Now‘, que atualmente são considerados uns dos maiores clássicos do cinema.

A ideia era capitalizar em torno das reações divisivas do longa em sua estreia em Cannes, mas a inclusão de quotes falsas envolvendo críticos reais foi mal vista pelo público e pelos próprios especialistas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa chegará aos cinemas norte-americanos em 27 de setembro.

A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.

De acordo com o ComicBook, o ambicioso longa recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos devido ao “conteúdo sexual, nudez, uso de drogas, linguagem inapropriada e fortes cenas de violência.”

‘Megalopolis’, fez sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes – e se tornou um dos filmes mais divisivos do ano.

No Rotten Tomatoes, a produção amargou 53% de aprovação com base em 68 reviews até o momento. As avaliações variam entre elogios entusiasmados à “loucura genial” do filme até críticas que o definem como “caótico”, “desconcertante” e “a coisa mais louca já vista”.

Confira alguns comentários!

“É meio Batman, meio Gladiador, meio ‘Tomorrowland’, misturado com um amontoado de ideias e imagens, e o público de Cannes não sabia o que fazer com isso”, disse Sharon Waxman do The Wrap.

“Estou completamente sem palavras com Megalópole. Se Coppola está feliz com isso, então acho que é algo? Saí totalmente desconcertado e desnorteado com ele. Como um filme de 120 milhões pode parecer tão barato? Sinceramente, não sei como devo revisar esse filme, porque nem tenho certeza se poderia dizer qual é o enredo. Sinto que preciso de uma semana para digerir antes de tentar discutir isso. Diria que Audrey Plaza torna tudo mais suportável por causa de sua marca já incorporada de estranheza – estou completamente aqui pelos memes!”, disse Luke Hearfield.

“Megalópolis de Francis Ford Coppola é um sonho febril caótico e psicodélico que faz as histórias do set serem indiscutíveis. Adoro ver diretores seguindo uma ideia, mas o resultado, neste caso, é um filme tão além da compreensão que nem mesmo pode ser desvendado”, acrescentou Billie Melissa.

“Megalópolis é a coisa mais louca que já vi”, declarou Bilge Ebiri.

“A primeira hora de Megalópolis foi um desastre, um desastre cativante, mas ainda podre. Então, a segunda hora chegou; eu realmente me envolvi. Muitas coisas não funcionam no projeto de paixão de Francis Ford Coppola, mas sua linguagem visual é afiada. E há uma cena envolvendo uma mistura que é incrível”, acrescentou Robert Daniels.

“Megalópolis: a extravagância é uma característica, não um defeito! Um retrato grandioso, épico e completamente singular de 120 milhões de dólares, que também é uma fábula sobre a queda da antiga Roma e um apelo para salvar nossa civilização (e seu cinema) de si mesma. Sou grande fã”, disse David Ehrlich.

“Sempre é emocionante ver um cineasta operando em uma escala ambiciosa e arriscando tudo, mas não posso deixar de sentir que Megalópolis, ousado e bombástico como é, ficou um pouco aquém de sua promessa: um debate sobre nosso futuro e o do próprio meio”, declarou Leonardo Goi.

O filme traz um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).

Crítica 2 | Não Fale o Mal: James McAvoy faz seu próprio espetáculo em boa versão pasteurizada de aclamado terror dinamarquês

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Na inquietude dos olhares de canto, das diferenças culturais que cruzam os limites e no fator ensurdecedor de uma trilha sonora pulsante, enérgica e caótica, Não Fale o Mal passeou pelo Festival de Sundance 2022 como uma das produções mais chocantes daquela edição. Alvo das principais conversas entre uma sessão e outra, do intervalo de espera nos pontos de ônibus e das pequenas pausas nas cafeterias locais da pequena cidade de Park City, o longa dinamarquês permaneceu latente e emblemático até hoje por sua urgência. Os questionamentos jamais respondidos e as dúvidas que pairam tanto na audiência, bem como nos personagens, fazem do terror slasher o epicentro da originalidade do cinema mundial. Sem rompantes de heroísmo e fugindo das fórmulas padronizadas tão desgastadas de Hollywood, o filme de Christian Tafdrup e Mads Tafdrup é um vigoroso e assustador sopro de autenticidade.

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Mas Não Fale o Mal, EUA – 2024, não é exatamente esse filme. E tudo bem. Se embriagando da fonte original dos irmãos Tafdrup, o cineasta James Watkins absorve a essência do sucesso dinamarquês, optando por jogar em um campo seguro. Obedecendo as diretrizes de uma Blumhouse que mais foca no cinema comercial e vez outra torce o nariz para o autoral, o remake americano segue a mesma cartilha de uma coletânea infindável de filmes de terror, onde as excessivas explicações e justificativas tentam encorpar as motivações dos vilões, mas apenas diluem o sombrio poder de suas atitudes perversas. Ainda assim, mesmo em um playground repleto de contenções, o diretor e roteirista se sai bem, usufrui do enorme entusiasmo de um James McAvoy absolutamente imerso em seu personagem e faz dessa versão mais “água com açúcar” um ótimo e divertido blockbuster.

Deixando de lado todas as nuances e sutilezas que tornam o original impregnante em nossas mentes e tão avassalador e único, Watkins se preocupa menos em impressionar e surpreender as audiências e se satisfaz com um terror mais pasteurizado, que parece ter saído de uma linha de produção. Mas ainda assim, trabalhar dentro do comum e da zona de conforto lhe cai bem. Aqui, ele entrega seu roteiro nas mãos de McAvoy, que cria um sensual e viril vilão fruto de uma amalgama de personagens populares da cultura online. Com traços de Andrew Tate na composição de Paddy, o talentoso ator escocês abusa de seu sotaque, é pedante em seus discursos e sabe criar a atmosfera mais desconfortável possível ao longo das quase duas horas de filme.

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Tomando a trama inteiramente para si, sua presença inevitavelmente ofusca todas as demais, fazendo dos outros protagonistas meros espectadores do espetáculo que é James McAvoy. Uma força da natureza, ele nos arrebata em sua desconcertante hipersexualidade e constrói a tensão a seu redor a todo momento, sempre nos tragando para o seu doentio – e exageradamente óbvio – comportamento. Aisling Franciosi, Mackenzie Davis e Scoot McNairy completam o elenco com performances sólidas, mas é o pequeno Dan Hough que brilha ao lado do vilão, como um garotinho aflito que vive em constante estado de alerta. Juntos, eles são os responsáveis pela sombria atmosfera do terror, que faz de sua fotografia idílica e bucólica uma contraposição aos horrores que aguardam os fãs do gênero.

Com uma trilha sonora de menor impacto e algumas cenas desnecessárias que apenas reforçam a escassa habilidade de Hollywood em sair de sua zona de conforto, Não Fale o Mal pode não ser o melhor filme de gênero que se esperaria, mas é válido como uma aposta segura da Blumhouse. Aproveitando boa parte dos elementos do original, mas descartando a maior riqueza que poderia fazer da nova versão um hercúleo fôlego no cinema comercial, o longa de Watkins é mais um programa pipoca do que uma genuína e arrebatadora experiência cinematográfica. Mas trabalhando muito bem um vasto leque de jumpscares, com takes que exploram a dinâmica gato e rato tão popular do subgênero slasher, ele sabe extrair os sustos de seu público, com impulsos de violência que nos capturam. Tentando criar seu próprio final ousado, o cineasta acena uma vez mais para o material fonte, mas eventualmente recua, opta pelo caminho mais seguro e entrega uma versão americana que pode render boas bilheterias, mas facilmente será esquecida com o tempo.