As filmagens do reboot de ‘Pânico na Floresta’ já terminaram e o terror ganhou classificação indicativa.
O Motion Picture Association of America (MPAA) anunciou hoje que o aguardado reboot ganhou a surpreendente classificação para maiores de 18 anos [RATED R] devido a “forte violência sangrenta, imagens horripilantes e linguagem difusa”.
Recentemente, o diretor Mike P. Nelson divulgou o primeiro cartaz oficial do projeto.
Confira:
O elenco conta com Charlotte Vega (‘The Lodgers’), Matthew Modine (‘Medo Profundo’), Damian Maffei (‘Os Estranhos 2’), Bill Sage, Emma Dumont (‘The Gifted’), Valerie Jane Parker, Chaney Morrow (‘Haunt’) e David Hutchinson (‘American Horror Story’).
Dylan McTee, Adrian Favela, Adain Bradley, Jeremy Ambler, Cory Scott Allen, Gary Ray Stearns, Rhyan Elizabeth Hanavan, Vardaan Arora, Mark Mench, Joshua Stephen Campbell, Jennie Malone, Brian James Fitzpatrick e Mark Angel completam o elenco.
Vale destacar que, entre os nomes dos personagens, há Deer Skull, Ram Skrull, Wild Boar Skull e Wolf Skrull, o que deixa a entender que teremos vilões completamente novos.
Na trama, um grupo de amigos vai escalar em West Virginia e é confrontado pela “Fundação”, uma comunidade que vive nas montanhas desde antes da Guerra Civil – e eles não se dão muito bem com estranhos.
Alan B. McElroy, roteirista do filme original, escreveu o novo roteiro.
‘Infinito’, ficção adaptada do romance ‘The Reincarnations Papers’, de D. Eric Maikranz, ganhou data de estreia no serviço de streaming Paramount+.
Com orçamento de mais de US$ 100 milhões, o filme vai estrear no dia 10 de Junho no streaming.
O filme seria lançado em Agosto de 2020 nos cinemas e havia sido adiado para Maio de 2021. Não foi revelada a nova data de estreia agora que a produção vai direto para o streaming.
O projeto tem sido comparado a ‘Matrix‘ em sua escala e história. Ansiosos?
Mark Wahlberg, Dylan O’Brien, Chiwetel Ejiofor, Sophie Cookson e Rupert Friend estrelam.
A trama acompanha Evan Michaels (Wahlberg), um homem assombrado por lembranças de suas vidas passadas. Quando se depara com uma sociedade secreta formada por indivíduos que possuem recordação total de suas vidas passadas, Michaels descobre que eles são responsáveis por mudanças drásticas de períodos históricos.
Antoine Fuqua dirige e Lorenzo di Bonaventura produz.
A HBO Max divulgou seus lançamentos de Janeiro no streaming, e confirmou que ‘Matrix Resurrections‘ estreia na plataforma já neste mês.
O filme estará disponível no dia 28 de Janeiro de 2022, após uma breve passagem pelos cinemas nacionais.
O novo ‘Matrix‘ estreou nos cinemas nacionais dividindo opiniões entre os críticos e os fãs e concorrendo com o fenômeno ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, e falhou em levar os espectadores aos cinemas do Brasil.
Com a alta concorrência, o filme foi lançado em 950 salas de cinema e arrecadou apenas R$ 5 milhões em seu fim de semana de estreia.
O valor é seis vezes menor que o arrecadado pelo filme do aracnídeo em sua segunda semana, que liderou as bilheterias nacionais com R$ 30,9 milhões. Os dados são do FilmeB.
Mundialmente, a abertura de ‘Resurrections‘ também foi bastante tímida, arrecadando apenas US$ 69 milhões nas bilheterias em sua estreia e sendo visto por 3 milhões de espectadores na HBO Max dos EUA.
Em uma recente entrevista ao site Collider, o produtor James McTeigue revelou que, por hora, o time de ‘Matrix‘ (e isso inclui a diretora Lana Wachowski) não possui planos para desenvolver um novo filme da saga.
“Olhe, para nós no momento existe apenas esse filme que você assistiu. Não temos nenhuma pré-sequência em mente. Não temos nenhuma sequência em mente. Não temos uma trilogia nos planos”.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do terror ‘X – A Marca da Morte‘, novo filme do cineasta Ti West, que já está disponível no Amazon Prime Video.
Assista a crítica, feita na época do lançamento do filme nos EUA:
Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.
O filme conquistou impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com 123 análises publicadas até o momento.
Além da direção, Ti West também é responsável pelo roteiro do filme.
O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).
A DC divulgou quem será a roteirista de ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã‘ (Supergirl: Woman of Tomorrow), que será adaptado dos quadrinhos de mesmo nome escritos por Tom King.
Segundo o The Hollywood Reporter, a atriz e dramaturga Ana Nogueira foi contratada para roteirizar o projeto. O diretor do filme não está definido ainda.
Nogueira roteirizou episódios de ‘The Vampire Diaries‘, ‘The Michael J. Fox Show‘ e ‘The Blacklist‘.
Nos quadrinhos, “Kara Zor-El passou por algumas aventuras épicas ao longo dos anos, mas encontra sua vida sem sentido ou propósito. Aqui está ela, uma jovem que viu seu planeta destruído e foi enviada à Terra para proteger seu primo kryptoniano que acabou não precisando dela. Para que foi tudo isso? Onde quer que ela vá, as pessoas só a veem através das lentes da fama do Superman. Quando ela pensa que já teve o suficiente, tudo muda. Uma garota alienígena a procura para uma missão cruel. Seu mundo foi destruído e os bandidos responsáveis ainda estão por aí. Ela quer vingança e, se a Supergirl não a ajudar, ela mesma o fará, custe o que custar. Agora, um kryptoniano, um cachorro e uma criança zangada e com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que os abalará profundamente.”
O filme trará “uma versão bastante diferente” da personagem.
“Superman foi enviado para a Terra e criado por pais amorosos… mas a Supergirl passou os primeiros 14 anos de sua vida vendo todos ao seu redor morrerem de forma terrível”, afirmou James Gunn sobre a história do filme.
Por enquanto, não foi revelado se Sasha Calle voltará ao papel após sua participação em ‘The Flash‘ ou se a personagem será reescalada.
O drama biográfico ‘Maria’, dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie, será lançado nos cinemas do Brasil.
A Diamond Films confirmou que lançará o filme por aqui, mas não divulgou a data.
O filme estreou no prestigiado Festival de Veneza e recebeu uma aprovação positiva de 85% no Rotten Tomatoes, com base em 13 críticas.
Os críticos destacaram a atuação de Angelina Jolie e a direção de Pablo Larraín, elogiando sua capacidade de capturar a essência da icônica cantora de ópera Maria Callas.
“O comprometimento do ator com sua criação é evidente em cada detalhe… No entanto, o retrato apresentado pelo filme é curiosamente desprovido de profundidade emocional. Callas, a mulher, continua distante e inalcançável; astuta até o fim, ela nos escapa”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.
“A intensidade emocional crua e a tragédia profunda das heroínas operísticas imortais se encaixam de forma tocante na história do final de vida de Callas, servindo como um contraponto eficaz à sua postura estudada e distante nesta interpretação”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“A atuação de Jolie, que combina uma grandiosidade teatral com uma sutileza desveladora, é ao mesmo tempo imersiva e reveladora. Parece que Maria Callas se torna um meio para Jolie resgatar e reafirmar sua própria identidade como artista e ser humano”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“No meio do filme, eu estava pronto para classificá-lo como uma distração exagerada, destinada a ser uma curiosidade de alto nível. No entanto, ele me conquistou e, ao chegar aos créditos finais, Deus nos ajude, eu já estava torcendo por um bis”, disse Xan Brooks do The Guardian.
“Larraín consegue transformar o que parece absurdo no papel em algo profundamente comovente na tela. A cinematografia de Edward Lachman faz com que as transições entre realidade e fantasia, cor e preto e branco, se fundam em um sonho belo e melancólico”, disse Clarisse Loughrey da Independent.
“Apesar das diversas escolhas interessantes, assistir a “Maria” foi uma experiência ambígua, revelando um dilema intrigante”, disse Alexander Harrison do Screen Rant.
“A vencedora do Oscar brilha especialmente nas cenas com Favino, que dá ao leal mordomo e amigo de Callas uma ternura profundamente comovente”, disse Rafaela Sales Ross do The Playlist.
“Larraín emprega a estrutura narrativa do flashback e adiciona toques operáticos para criar um filme focado na atuação que, embora siga o esperado, mantém-se sempre envolvente e fascinante”, disse Fionnuala Halligan do Screen Daily.
‘Maria’ tem direção de Pablo Larraín e roteiro de Steven Knight.
Além de Angelina Jolie, o elenco ainda conta com Pierfrancesco Favino (‘Nostalgia’), Alba Rohrwacher (‘Corações famintos’), Haluk Bilginer (‘Şahsiyet’), Kodi Smit-McPhee (‘2067’) e Valeria Golino (‘Euforia’).
“Baseado em fatos, Maria vai contar a história tumultuada, bela e trágica da vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970”, diz a sinopse.
No início de sua carreira em Hollywood, quando ainda estava construindo sua reputação como ator de sucesso, Will Smith recebeu um conselho valioso de ninguém menos que Steven Spielberg — um dos diretores e produtores mais respeitados da indústria cinematográfica. Esse momento de orientação foi decisivo para que Smith aceitasse um dos papéis mais icônicos de sua trajetória no cinema.
Foi justamente graças à intervenção e persuasão de Spielberg que Will Smith acabou aceitando protagonizar o longa-metragem ‘MIB: Homens de Preto’, lançado em 1997. O filme, que mistura comédia, ação e ficção científica, não só se tornou um enorme sucesso de bilheteria, mas também consolidou de vez o nome de Will Smith como uma das grandes estrelas do entretenimento mundial.
Apesar de hoje parecer impossível imaginar qualquer outro ator no papel do carismático agente Jay, parceiro do agente Kay (interpretado por Tommy Lee Jones), a verdade é que Will Smith esteve muito próximo de recusar a proposta para estrelar o longa. O ator revelou que, naquele momento de sua carreira, estava bastante hesitante em aceitar mais um papel em uma produção de ficção científica.
Essa hesitação veio logo após o sucesso estrondoso de ‘Independence Day’ (1996), outro filme de ficção científica que catapultou a carreira de Smith. Ele temia que aceitar mais um projeto no mesmo gênero o levasse a ser rotulado como um ator limitado a esse tipo de papel — algo comum em Hollywood, onde os artistas muitas vezes são ‘encaixotados’ em categorias específicas.
Foi nesse contexto que Steven Spielberg, que atuava como produtor executivo de ‘Homens de Preto’, entrou em cena. Determinado a ter Will Smith como protagonista, Spielberg decidiu abordar o ator pessoalmente. Segundo Smith, em um vídeo publicado em seu canal oficial no YouTube, o lendário cineasta o convenceu a aceitar o papel com uma única, porém poderosa, frase — embora Smith não tenha revelado exatamente quais foram essas palavras, ele deixou claro que a segurança e a visão de Spielberg o fizeram mudar de ideia imediatamente.
O resultado dessa escolha foi um enorme sucesso. ‘MIB: Homens de Preto’ não só arrecadou mais de 500 milhões de dólares mundialmente, como também gerou sequências, produtos licenciados e uma legião de fãs ao redor do mundo. E, para Will Smith, o filme representou mais do que um sucesso comercial — foi um passo fundamental em sua transformação de estrela promissora para ícone global.
“Não use seu cérebro para isso, use o meu cérebro”, disse Spielberg.
Depois do temporal, vem a calmaria. Lembra dessa frase? Depois de dirigir o chatíssimo Premonição V, o diretor Steve Quale embarca em um projeto cheio de rajadas de ventos, personagens sem carisma, clichês das antigas que gera altas doses de sono. No Olho do Tornado tem efeitos especiais bem legais, até alguns lances de destruição impressionantes (estilo Michael Bay de destruir cenários) mas nada, absolutamente nada, consegue melhorar a fraca história. Outro ponto negativo é o uso de 2D apenas. Esse filme é para ser visto com o óculos 3D grudados nos olhos do espectador (a cabine de imprensa no RJ pelo menos foi em 2D).
Na trama, conhecemos alguns caçadores de tornados. Sim, isso mesmo: pessoas que vivem andando em bando para capturar imagens inéditas dessa força da natureza. Certo dia, após várias investidas que não deram certo, acabam parando em uma cidadezinha que vira alvo do epicentro de um tornado de força 5, um daqueles jamais vistos. Nessa cidade mora o professor Gary (Richard Armitage, o Thorin da saga ‘O Hobbit’) e seus dois filhos que precisam se unir aos caçadores de tornados para juntos tentarem sobreviver em meio ao caos que vira a cidade.
Quando a gente pensa em tornado, cinefilamente falando, lembramos logo do ótimo Twister (1996). E como no cinema sempre analisamos filmes que se parecem, é até vergonhoso querer comparar o filme dos anos 90 com esse de 2014. Vamos apenas dizer que No Olho Tornado é um parente bem, mas muito bem distante do eletrizante filme protagonizado por Helen Hunt e Bill Paxton. O roteiro compromete muito. Os personagens não conseguem prender a atenção do público e as subtramas criadas (casal de jovens apaixonados presos nas ferragens, falecimentos com ações heroicas, viúvo e pai linha dura, etc…) não convencem, parecem artificiais ou fantasiosas demais.
Pra quem gosta muito de filmes de ação, esse trabalho pode incomodar menos. Da maneira como foi filmado, deveria somente ter cópias em 3D, isso ajudaria um pouco pois o ponto alto do filme é exatamente os efeitos especiais. Essa produção deve passar na tela quente ou na temperatura máxima muito em breve. É o tipo de passatempo cinematográfico que pode receber vários tipos de edição das televisões, com dublagem até do vento. Tem filmes melhores em cartaz, bem melhores.
Conseguindo o efeito de uma poderosa bomba criativa que chega na raiz dos seus conflitos de forma acachapante, o filme A Caverna apresenta, de forma contundente, um recorte de uma relação intensa entre mãe e filha. A narrativa, com seus toques alegóricos certeiros, se liberta no denso terreno das emoções, formando uma experiência envolvente que facilmente fisga o olhar de quem enxerga algo próximo de alguma realidade.
Exibido na Mostra Competitiva de Curtas Nacionais da 2ª Edição do Festival de Xerém, esse interessante projeto parte do princípio de que tudo em cena importa, utilizando muitas vezes de um incomodar para chamar a atenção do público. Associado a isso, logo o temporal que se cruza, busca nas infinidades do cinema uma porta de entrada para o ‘fora da caixa’.
Mãe e filha se veem em momentos distantes, com a segunda prestes a sair da casa onde sempre morou e descobrir o mundo que se apresenta através do seu olhar como artista. Nesse conflito, que também tem lampejos do forte amor desse laço eterno, ambas buscam soluções para a relação já fragmentada por cuidados em excesso. Num lugar figurativo, cheio de possibilidades de entendimento – uma caverna – se torna o espaço onde soluções podem ou não serem alcançadas.
Um dilema aliado ao discurso – o ficar ou abandonar – guiados por duas inspiradas artistas em cena (Patrícia Saravy e Natália Garcia), se mostra uma base importante para pensarmos sobre a sociedade e os obstáculos na interrelação. Associado a isso, trazendo um olhar para o real através de um assunto que não se mostra completamente, a Síndrome do Pânico, vamos percorrendo embates fervorosos.
Escrito e dirigido por Louise Fiedler, esse curta-metragem dá margens para interpretações sem perder um ponto fixo onde seu desabrochar acontece.
Recentemente, foi anunciado que a musa duas vezes indicada ao Oscar Scarlett Johansson estrelará como a Noiva de Frankenstein em seu mais novo filme. A intérprete da anti-heroína Viúva Negra inclui esta icônica personagem em seu repertório, num filme que promete uma abordagem original da personagem. Dirigido pelo chileno Sebastián Lelio (Uma Mulher Fantástica, Desobediência e Gloria Bell), Bride será uma reimaginação do clássico, sobre um ponto de vista único, onde a personagem ganhará empoderamento como nunca antes.
Produzido pela excelente A24 e pela Apple (além de contar com a própria Johansson na produção), Bride contará sobre um homem criando uma mulher para que seja a esposa perfeita. No entanto, sua criação termina por rejeitá-lo, construindo uma identidade para si própria, o que acarretará nela sendo vista como um monstro por todos ao redor. A estrela ainda afirmou que já passou da hora da personagem sair da sombra de um homem / ou no caso de um monstro, e ganhar seu protagonismo.
Além de Bride, A Noiva de Frankenstein ainda deverá aparecer em outra produção de prestígio, esta uma refilmagem homônima, produzida pela Universal. A implosão do Dark Universe pôs em stand-by as produções que visavam a reciclagem dos grandes monstros da casa, incluindo este projeto. Não se sabe em que pé o remake se encontra, mas David Koepp segue creditado no roteiro e Javier Bardem como protagonista – provavelmente no papel do Monstro. Antes, Angelina Jolie era visada para o papel título.
Justamente devido a esta nova fase de sol para a clássica personagem do cinema, resolvemos revisitar as mais famosas aparições da Noiva, datando de sua criação na sétima arte ainda na década de 1930. Vamos relembrar as suas principais encarnações no cinema.
A Noiva de Frankenstein
A Noiva de Frankenstein foi um dos filmes importantes para a consolidação do primeiro grande universo compartilhado do cinema: os monstros clássicos da Universal. Este, no entanto, com o aval de uma autora clássica renomada: Mary Shelley, que escreveu Frankenstein. A adaptação seria lançada em 1931, e quatro anos depois, em 1935, chegava sua primeira e mais famosa continuação – que igualmente usa como fonte textos de Shelley. Muitos críticos e cinéfilos, inclusive, dão preferência para esta segunda aparição do monstro nas telonas, enfatizando um maior aprofundamento de personagens e, claro, a adição da icônica noiva, uma companheira para o solitário morto-vivo.
Aqui, em sua primeira aparição nas telonas, a Noiva foi interpretada Elsa Lanchester (indicada para 2 Oscar) – com seu visual único, olhar assustado e cabelos no melhor estilo Marge Simpson (com mechas laterais brancas simulando raios). Comparado ao monstro de Boris Karloff, até que a personagem de Lanchester era uma gracinha. Fora isso, no filme dirigido novamente por James Whale (do Frankenstein original), a atriz interpreta ainda uma segunda personagem, esta sendo a própria Mary Shelley, que abre o longa comentando sobre a intenção de sua obra original, e afirmando ter mais a contar – ao que somos transferidos para a história do filme em si.
A Prometida
Pulando para os inesquecíveis anos 1980, aqui temos uma produção de 1985 bem curiosa, capitaneada pelas presenças de seus protagonistas, dois nomes quentes da época. O primeiro é o do cantor Sting, saído do ambicioso Duna(1984), de David Lynch, e surfando na popularidade da banda The Police, em seu segundo filme como protagonista. O segundo nome é o da atriz Jennifer Beals – que havia feito apenas um filme antes, o mega sucesso que a indicou ao Globo de Ouro, Flashdance: Em Ritmo de Embalo (1983).
Nesta produção da Columbia/Sony, escrita por Lloyd Fonvielle (A Múmia, 1999) e dirigida por Franc Roddam (K2 – A Montanha da Morte), algumas liberdades são tomadas para uma adaptação do clássico Frankenstein, no melhor estilo anos 1980, criando um filme mais sexualizado. Sting protagoniza na pele do Dr. Frankenstein, obcecado após anos de pesquisas e experimentos em criar a mulher perfeita – para ser sua companheira. E ela vem nas formas de Jennifer Beals que, como podemos imaginar, não fica muito contente ao descobrir sua condição. Aqui, ela recebe o nome Ava. Outra curiosidade é que o Monstro, usualmente protagonista, é deixado em segundo plano como coadjuvante, e recebe o nome Viktor (primeiro nome de seu criador), interpretado por Clancy Brown.
Mulher Nota Mil
No mesmo ano de A Prometida, o mestre dos filmes adolescentes John Hughes criava sua própria versão de A Noiva de Frankenstein no estilo filme de comédia teen. Nem precisa dizer que Mulher Nota Mil se tornou um dos grandes clássicos de seu repertório, marcando a infância de toda uma geração, e dando origem a um seriado homônimo. E qual menino não queria ter a ideia genial da dupla de nerds Gary (Anthony Michael Hall) e Wyatt (Ilan Mitchell-Smith) e criar no computador a mulher perfeita. Essa é a premissa exata do clássico do terror, que inclusive aparece sendo exibido na TV dos protagonistas enquanto realizam sua experiência. Referência maior não poderia ocorrer.
Aqui, os “cientistas loucos” são dois jovens nerds sofredores, que viram a escola de cabeça para baixo ao criarem Lisa, a mulher de seus sonhos – papel da estonteante modelo transformada em atriz Kelly LeBrock (recém-saída de A Dama de Vermelho). De perdedores, os dois se transformam na sensação do colégio, com seus atormentadores agora querendo amizade, as meninas descoladas querendo seu afeto, e se tornando donos das melhores festas do pedaço. “Weird Science” no original, ou “Ciência Estranha”, é a mais divertida modernização do clássico.
A Noiva do Re-Animator
Seguindo pelo ano de 1985, Re-Animator – ou como ficou conhecido no Brasil, A Hora dos Mortos-Vivos – se tornou um cult da década, adorado pelos fãs do gênero. A obra é a adaptação de um conto do autor H.P. Lovecraft, sempre de difícil interpretação no cinema, mas cujo diretor Stuart Gordon consegue reimaginar com bastante categoria nas telonas. Até aí nada de Frankenstein, fora o fato de estudantes de medicina estarem brincando de Deus ao reanimar tecidos mortos, assim trazendo de volta à vida cadáveres, o que acarreta no mais puro horror grotesco. Bem, podemos até considerar alguma inspiração da parte do autor, já que ‘Herbert West-Reanimator’, conto que deu origem ao filme, foi escrito entre 1921 e 1922. E Frankenstein, é claro, foi lançado por Shelley em 1818.
Mas o que vamos mencionar aqui é a continuação de Re-Animator, A Noiva do Re-Animator (1990), lançado cinco anos depois, que nada mais tem a ver com a criação de Lovecraft; mas que tem tudo a ver com a criação de Shelley e sua sequência. Ou seja, agora os “médicos loucos” Hebert West (Jeffrey Combs) e Dan Cain (Bruce Abbott) resolvem criar a mulher perfeita, utilizando partes de cadáveres. Sua experiência resulta em Gloria (Kathleen Kinmont).
Frankenstein de Mary Shelley
Na década de 1990, a Columbia/ Sony, e não a Universal, revisitava os monstros clássicos do estúdio rival em novas produções com uma pegada mais “realística”. Assim, Drácula, obra de Bram Stoker, ganhava uma produção luxuosa, comandada por nenhum outro senão Francis Ford Coppola em 1992. Dois anos depois, era Frankenstein – que também exibia o nome de sua criadora literária no título – que ganhava uma roupagem moderna e ambiciosa num filme estrelado e dirigido pelo megalômano Kenneth Branagh.
O cineasta comanda o show e interpreta o cientista Victor Frankenstein, com formas de galã – cabelos longos e barba -, transforma o protagonista numa herói falho e trágico. Suas experiências o levam a dar vida a partes de cadáveres costuradas para se tornar um corpo, que ganha as formas do Oscarizado Robert De Niro no papel do Monstro. Embora reconte a história clássica, o longa de Branagh guarda espaço para a Noiva do Monstro em seu filme, que é interpretada pela então companheira do diretor, Helena Bonham Carter. A atriz interpreta Elizabeth, a irmã adotiva de Victor, que se torna sua noiva. O destino trágico provido pelas decisões do protagonista garantem a transformação de Carter na personagem tema desta matéria.
Ah, os anos 80! A década que a cultura pop não deixa morrer está sempre em voga em nossos corações. Esta época é tão especial que até mesmo os que não viveram nela a celebram como se pertencentes, tendo a memória reativada através de programas de TV, filmes, peças de merchandising e as mais variadas mídias. É por essas e outras que os anos 80 são agora! Não foram embora e jamais irão. Entre inúmeras outras coisas, porque para a cultura pop foi a consolidação dos blockbusters e dos produtos de entretenimento que transcendiam as telas para o nosso dia a dia.
Os filmes mais queridos quando falamos da mais pura diversão saíram desta década. Mas os anos 80 não marcaram apenas no cinema. E a Televisão também atingia picos de popularidade, com programas eternos que jamais esqueceremos. Para mergulhar fundo de cabeça nesta nostalgia, vamos lembrar agora com você as séries de ação mais queridas da década de 80. Confira abaixo.
MacGyver – Profissão Perigo
Esse é inesquecível! Até hoje o termo “MacGyver” é utilizado para se referir a alguém muito safo, que sabe se virar e fazer de tudo um pouco. A grande brincadeira e que de fato acontecia em alguns episódios é que MacGyver criava os artefatos mais elaborados com muito pouco, e assim se livrava das situações mais sem saída. Seu conhecimento científico era sua maior arma. Angus MacGyver, que marcaria para sempre a carreira do ator Richard Dean Anderson, era um agente secreto envolvido nas missões mais mirabolantes. Curiosamente, a fama do ator na época escalou para ele se tornar um símbolo sexual para as mulheres, e toda vez que um interesse amoroso para o protagonista era introduzido no seriado, o canal recebia cartas de fãs reclamando, o que causava a saída da pretendente do programa.
Mais bem sucedido que o item acima, Profissão Perigo (como ficou conhecido no Brasil) teve nada menos que 7 Temporadas, de 1985 a 1992 – quem viveu na época lembra das exibições da Globo aos domingos à tarde. Dois anos após o término da série, em 1994, foram produzidos dois filmes para a TV – MacGyver: Tesouro Perdido de Atlântida e MacGyver: Julgamento Final. Também ao contrário do item acima, a série ganhou um reboot bem sucedido em 2016, que já dura 5 temporadas e tem mais uma garantida para este ano. Quem protagoniza agora é Lucas Till e a produção ficou a cargo de ninguém menos que o mestre James Wan.
A Supermáquina
O ator alemão (!?) David Hasselhoff ganhou seu famoso status galhofeiro graças ao seriado S.O.S. Malibu(Baywatch), no qual interpretava o líder dos salva-vidas heroicos. Bem antes disso, no entanto, ele já marcava seu nome nos anais da TV americana e mundial no programa A Supermáquina. A série fez um enorme sucesso por aqui graças às reprises na TV aberta, mas não ficou no ar por tanto tempo assim. Estreando em 1982, o programa durou “apenas” 4 temporadas, até 1986. Criado por Glen A. Larson (o mesmo de Magnum – que veremos mais adiante na lista), o seriado trazia Hasselhoff contracenando… com um carro! Mas não era um veículo qualquer, a “supermáquina” do título era um equipamento de última geração com direito a inteligência artificial (já naquela época) e até sintetizador de voz, chamado K.I.T.T. – um automóvel da marca Pontiac Firebird Trans Am preto.
Na trama, Hasselhoff era um policial terrivelmente ferido, ficando à beira da morte. Dado como morto, ele na verdade era salvo por um misterioso milionário, que muda seu rosto e sua identidade, agora se tornando Michael Knight. Agora ele passa a trabalhar para seu benfeitor secreto, encarando missões que a justiça não consegue. Ah sim, e KITT é um “presentinho” para ajudá-lo. Alguns anos após o final da série, em 1991, um filme produzido para a TV foi lançado, com o título A Super Máquina 2000, novamente protagonizado por Hasselhoff, mas o carro agora era um Dodge Stealth 1990 vermelho. Um reboot do programa ainda seria tentado em 2008, com A Nova Super Máquina. Aqui, o filho de Michael Knight (papel de Justin Bruening) era o novo protagonista e KITT assumia as formas de um Ford Mustang Shelby GT500KR preto. Duas curiosidades aqui. A primeira é que Hasselhoff retornava para uma participação como Michael, e a outra é que Val Kilmer emprestou a voz para KITT de forma não creditada. O novo programa durou apenas uma temporada.
Miami Vice
Outro que deixou sua marca bem impressa nos anos 80 foi este seriado sobre uma dupla de policiais disfarçados da divisão de narcóticos operando com o belo cenário de Miami como pano de fundo. Igualmente satirizado (como na comédia Friends), homenageado e reconhecido por seus atributos, Miami Vicetalvez seja a série que melhor define a década de 1980. Até mesmo sua sinopse faz questão de frisar que o programa “resplandece com a música, a moda e a vibe dos 80’s”. Don Johnson brilhou e foi alçado ao estrelato na pele do detetive cool James ‘Sonny’ Crockett, que morava num barco vigiado por seu “bichinho de estimação”, o jacaré Elvis. Seu parceiro, o detetive negro Ricardo Tubbs (Philip Michael Thomas), vindo de Nova York, caçava o assassino do irmão. O programa durou 5 Temporadas, de 1984 a 1989. Em 2006, o diretor Michael Mann, um dos produtores do programa televisivo, levou a história para as telonas na forma de uma superprodução mais séria e tensa, onde os protagonistas Crockett e Tubbs eram vividos por Colin Farrell e Jamie Foxx respectivamente.
Esquadrão Classe A
Um dos chamarizes desse programa que emplacou fortemente com as crianças da época era a presença do truculento Mr. T e seu indefectível corte de cabelo moicano. Saído do universo das lutas livres (Wrestling), tendo trabalhado como guarda-costas e leão de chácara, o grandalhão se tornaria uma das personalidades mais curiosas e famosas da década. Sempre utilizando de seu bordão “fool”, chamando todos de tolo, ela acabava de sair do sucesso Rocky III – O Desafio Supremo (1982), onde interpretou o antagonista Clubber Lang. Aqui, ao contrário ele era o herói, o brucutu B.A. (Bad Attitude) Baracus. Criado por Stephen J. Cannell (Super-herói Americano) e Frank Lupo (Tiro Certo), o seriado apresentava quatro veteranos da guerra do Vietnã, acusados de um crime que não cometeram. Assim, eles decidem agir por debaixo dos panos como mercenários, protegendo inocentes enquanto fogem dos militares.
O que chamava atenção aqui verdadeiramente era a química de quatro personagens bem diferentes membros deste Esquadrão: John ‘Hannibal’ Smith (George Peppard, de Bonequinha de Luxo) era o líder, o experiente veterano; Templeton ‘Faceman’ Peck (Dirk Benedict) – ou Cara de Pau, como diz o nome no Brasil, era o mulherengo que usava seu charme como arma; ‘Howling Mad’ Murdock (Dwight Schultz) – Louco Furioso no Brasil -, era o piloto de aviões e helicópteros da equipe, e o desequilibrado de plantão, também o alívio cômico. Com B.A. (Mr. T) eles formavam o quarteto de renegados. O programa ficou no ar por 5 Temporadas, de 1983 a 1987. Esta foi outra série que rendeu um filme para o cinema. Em 2010, Liam Neeson, Bradley Cooper, Sharlto Copley e Rampage Jackson foram as novas caras dos personagens numa superprodução.
Magnum
Conhecida como Magnum P.I. (Private Investigator, ou investigador particular) em seu título original, esta é uma das séries de ação mais bem sucedidas dos anos 1980. O programa ficou no ar nada menos que 8 temporadas, durante praticamente toda a década de 80, de 1980 a 1988. E isso foi tanto uma benção quanto uma maldição para o protagonista bigodudo Tom Selleck. Explico. Ficando marcado para sempre na pele do personagem, um detetive particular com base no Havaí – daí seu figurino repleto de camisas floridas -, o ator ficou impossibilidade de assumir o que seria sem dúvidas um grande passo em sua carreira: Indiana Jones.
Selleck havia sido selecionado por ambos Steven Spielberg e George Lucas para viver o arqueólogo aventureiro no primeiro filme da franquia, Os Caçadores da Arca Perdida (1981), mas os produtores do programa televisivo, que havia acabado de estrear e estava de vento em popa, não abriram mão do ator fazendo valer seu contrato. Assim, Harrison Ford assumiu e o resto é história. Uma curiosidade é que os criadores do desenho animado Tico e Teco – Defensores da Lei (que foi ao ar de 1988 a 1990), da Disney, resolveram brincar homenageando o ocorrido. Assim, os esquilinhos ganharam vestimentas a la Indiana Jones e Magnum. É só conferir abaixo. Magnum é outra série revitalizada para os tempos atuais. Protagonizado por Jay Hernandez, o novo programa estreou em 2018 e já tem 3 temporadas.
As aventuras de Tico e Teco nos anos 80 foram aos moldes de Indiana Jones e Magnum.
Anjos da Lei
O título original aqui é 21 Jump Street, que era o endereço de uma igreja abandonada que servia como base das operações de uma divisão muito peculiar da polícia. E sim, estamos falando do programa que revelou para o mundo o astro Johnny Depp, então um “menino” de 24 anos. Criado pelo mesmo Stephen J. Cannell de Esquadrão Classe A, a trama aqui concentrava em jovens policiais infiltrados em colégios e faculdades para lidar com problemas ligados a este universo estudantil, principalmente tráfico de drogas. A sacada era que estes agentes da lei eram escolhidos justamente por sua aparência muito jovial, o que lhes proporcionava a infiltração perfeita no meio de estudantes. O programa fez um enorme sucesso com o público mais novo pela proximidade do tema, durando 5 temporadas, de 1987 a 1991. Ah sim, a série ganhou uma das investidas cinematográficas mais bem sucedidas, com dois filmes protagonizados por Channing Tatum e Jonah Hill, em 2012 e 2014, que não se levam nem um pouco a sério, escrachando a trama absurda do seriado.
Bônus: Dama de Ouro
Essa é só para quem cresceu na época. O programa foi feito famoso por aqui devido às inúmeras reprises na Globo, que marcaram os anos 80. Porém, em seu país de origem, os EUA, não fez sucesso, rendendo apenas uma temporada de 14 episódios. Mas os que viveram o período jamais esquecerão da policial ruivinha Katy Mahoney. Protagonizado pela bela Jamie Rose e seus cachinhos vermelhos, a série era planejada como uma versão feminina de Dirty Harry, e trazia a policial em casos pela violenta cidade de Chicago, usando de métodos nada ortodoxos no combate ao crime e sempre com seu trabuco, uma Magnum 357 em punho. Danny Aiello interpretava seu chefe na força. O programa foi ao ar em 1985. Seria muito legal tirar a detetive dos anos 80 para os novos tempos. Será que cabe?
Como seria a policial Katy Mahoney nos dias de hoje?
A NBC cancelou oficialmente a série ‘Reverie‘ depois de apenas uma temporada.
A série foi exibida durante o verão norte-americano, período em que as emissoras são mais tolerantes com a audiência. Infelizmente, os números registrados pelo programa – uma média de 0.6 na demo –, não conseguiram salvá-lo.
O trama acompanha Mara Kint, uma ex-negociadora de reféns e especialista em comportamento humano que se tornou uma professora universitária depois de enfrentar uma tragédia pessoal inimaginável. Mas quando ela é encarregada de salvar pessoas que se perderam em um programa de realidade virtual altamente avançado no qual você pode literalmente viver seus sonhos, ela acha que, ao salvar os outros, ela pode realmente ter descoberto uma maneira de salvar a si mesma.
Sarah Shahi, Dennis Haysbert, Kathryn Morris, Sendhil Ramamurthy, Jessica Lu e Hannah Levien estrelam.
A Disney anunciou hoje (3) que a atriz Halle Bailey irá interpretar a Ariel no live-action de ‘A Pequena Sereia‘, mas vários internautas se confundiram e acharam que a Halle Berry (‘John Wick 3‘) havia sido contratada para estrelar o longa.
Confira as reações hilárias:
TRÊS SUSTOS
1 – Não sabia que estavam produzindo o live action (aaahhpqphh) da Pequena Sereia
2 – Ver todo mundo comemorando a escolha da atriz da Ariel, a Halle Bailey e eu NUNCA, NUNQUINHA MESMO, ter ouvido falar dela antes
3 – Eu ter entendido HALLE BERRY e ter BUGADO FORTE pic.twitter.com/cUVuuMEpsl
Eu lendo 300 vezes o nome Halle Berry como Ariel pro live action da Pequena Sereia e pensando “nossa, meio velha pro papel, nao?” pic.twitter.com/0cU35pp30t
— Parideira dos Filhos de Robert Pattinson (@Movie_Freak86) 3 de julho de 2019
eu só consigo ler ‘Halle Berry é a nova pequena sereia’ e lembrar da mulher gato
Awkwafina (‘Jumanji: The Next Level’) está cotada para viver a hilária gaivota chamada Sabidão, e Jacob Tremblay (‘O Predador’), para encarnar o icônico peixinho Linguado.
O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de ‘O Retorno de Mary Poppins’, para comandar o projeto.
Segundo Marshall, o novo filme irá reimaginar as músicas do clássico animado de 1989.
“Há coisas que aprendi sobre como trabalhar para integrar músicas à história, e como elas devem ser orgânicas. Não podem ser simplesmente jogadas, o público deve sentir que tem que existir alguma música ali”, Marshall declarou em entrevista ao site ComicBook.com. “Estamos trabalhando nisso. Ariel tem uma música no filme original – estamos trabalhando para colocar mais material”.
Marshall irá se reunir com Lin-Manuel Miranda, com quem trabalhou na sequência de ‘Mary Poppins’, e com Alan Menken, vencedor de oito estatuetas do Oscar e que também reprisou seu papel como compositor no live-action ‘A Bela e a Fera’ e no aguardado ‘Aladdin’.
Menken ganhou seus primeiros prêmios da Academia por Melhor Música Original e Melhor Trilha Sonora por ‘A Pequena Sereia’.
“Alan Menken e Lin-Manuel Miranda estão escrevendo algumas músicas novas, e isso é muito animador”, Marshall acrescentou. “As lições sobre como criar músicas originais têm sido muito enriquecedoras”.
O terror ‘An English Haunting‘ ganhou um trailer sinistro.
Confira:
O terror é escrito e dirigido por Charlie Steeds.
Na Inglaterra dos anos 60, Blake Cunningham e sua mãe alcoólatra são forçados a se mudar para a misteriosa Clemonte Hall, uma vasta mansão isolada, para cuidar de seu avô moribundo, que mora no sótão. Logo, acontecimentos fantasmagóricos enchem a casa de pavor, à medida que se torna aparente que a doença do avô pode ter uma causa sobrenatural que só pode ser curada descobrindo os segredos terríveis da casa e sua história sombria.
O elenco conta com David Lenik, Tessa Wood, Barrington De La Roche, Emma Spurgin Hussey, Rory Wilton e Jessica Alonso.
O longa será lançado direto em DVD no dia 10 de abril.
De acordo com o Bloody Disgusting, Robert Englund, que deu vida ao lendário Freddy Krueger da franquia original de ‘A Hora do Pesadelo‘, se juntou ao elenco da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘.
O ator irá interpretar Victor Creel, um homem perturbado e intimidador que está preso em um hospital psiquiátrico por causa de um violento assassinato nos anos 50.
Lembrando que a 4ª temporada prevista somente para o fim de 2021.
Assista à nossa crítica da temporada anterior:
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.
A Paramount Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘G.I.Joe Origens – Snake Eyes‘.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.
Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).
Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.
Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.
Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia.
Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.
Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Benedict Wong e Xochitl Gomez.
Emma Roberts
Luke Bracey
Diane Keaton
Susan Sarandon
Richard Gere
Direção: Michael Jacobs
Gênero: Comédia
Duração: 83 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Orçamento: US$ 7.5 milhões
Estreia: 23 de Fevereiro de 2023
Sinopse:
A história conta sobre Michelle e Allen, um casal que chegou a certo ponto em seu relacionamento onde estão considerando os próximos passos. Eles decidem convidar seus pais para finalmente se conhecerem e oferecerem alguma compreensão de porque o casamento funciona. Só não sabem que os pais já se conhecem muito bem, o que leva a algumas opiniões muito distintas sobre o valor do casamento.
De acordo com o Deadline, Mira Sorvino (‘Shining Vale’) entrou para o elenco do terror ‘Home Safe‘, onde dublará uma Inteligência Artificial sinistra e senciente.
O elenco ainda contará com Felisha Terrell (‘A Guerra do Amanhã’), Emily Topper (‘The Thing About Pam’), Michael Shenefelt (‘A Primeira-Dama’) e Jason MacDonald (‘The Vampire Diaries’).
Na trama…
Anna, a editora chefe de uma revista, e seu marido Daniel, o fundador de uma empresa de segurança centrada em IA, são ameaçados por uma pessoa misteriosa enquanto estão esperando seu primeiro bebê. Para se sentirem mais seguros, eles contam com uma inteligência artificial chamada Kiera, que começa a tomar atitudes extremamente sinistras conforme sua senciência aumenta.
Jacob Vaughan (‘Bad Milo!’) será responsável pela direção.
O roteiro foi assinado por Juddy Talt.
As filmagens já foram concluídas, e a expectativa é que a produção seja lançada em 2024.
Tom Cappello, Ryan Ellison, Don Mandrik, Matt Ornstein e Frank Schuler servem como produtores executivos.
Em entrevista ao site People, Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’) confirmou que não retornará na 4ª temporada da aclamada série ‘Only Murders in the Building‘.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de reprisar o seu papel, o ator simplesmente declarou: “Não faço mais parte daquela série”.
Vale lembrar que ele foi introduzido na terceira temporada como Tobert, um cineasta que se torna envolvido romanticamente com a Mabel (Selena Gomez).
O novo ciclo será lançado no Disney+ no dia 27 de agosto.
Na nova temporada, Charles (Martin), Oliver (Short) e Mabel (Gomez) estarão em busca de respostas sobre o assassinato de Sazz, se os culpados estavam realmente mirando em Charles, e por que alguém iria querer matar qualquer um deles.
De acordo com o Deadline, Paul Ben-Victor (‘Ninguém Quer’) foi confirmado no elenco da série live-action ‘Lanternas‘, que está sendo desenvolvida pela HBO e a DC Studios.
Em caráter recorrente, o ator interpretará Antaan, um extraterrestre dedicado a expor a verdade e exigir vingança contra aqueles que injustiçaram seu povo. Consumido por um ódio profundo e implacável pela lei, ele está determinado a fazer justiça com as próprias mãos.
Kyle Chandler e Aaron Pierre serão os protagonistas. Eles irão interpretar Hal Jordan e John Stewart, respectivamente.
A trama da série vai girar em torno do novo recruta John Stewart (Pierre) e a lenda dos Lanternas Hal Jordan (Chandler), dois policiais intergalácticos envolvidos em um mistério obscuro na Terra enquanto investigam um assassinato no coração dos Estados Unidos.
Kelly Macdonald (Xerife Kerry), Nathan Fillion (Guy Gardner), Ulrich Thomsen (Sinestro), Jason Ritter (‘Madlock’), Chris Coy (‘Periféricos’), Sherman Augustus (‘Stranger Things’) e Garret Dillahunt (William Macon) também estão confirmados no elenco.
O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.
Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King são responsáveis pelo roteiro.
A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.
Em VINGADORA, Nikki, uma veterana heroína de guerra, pensava ter deixado seu passado violento para trás para viver uma vida tranquila com sua filha, Chloe. Porém, quando sua filha é sequestrada por uma quadrilha de tráfico humano, Nikki é forçada a mergulhar no submundo do crime da cidade em uma busca implacável.
Ao usar seu treinamento militar para desmantelar um sindicato do crime impiedoso, Nikki atrai a atenção da polícia e do exército, tornando-se a criminosa mais procurada. Nessa corrida contra o tempo, Nikki precisa usar as habilidades de combate que pensava ter deixado para trás para salvar sua filha.
Para os amantes do clássico de 1988, ‘Um Príncipe em Nova York’, a notícia não poderia ser das melhores.
Quase 30 anos depois do lançamento da comédia romântica estrelada por Eddie Murphy, uma continuação já está em desenvolvimento.
A notícia partiu do próprio Eddie, que em seu Twitter publicou uma foto da atriz Vanessa Bell Calloway, uma das pretendentes do personagem vivido pelo comediante, com a legenda: “Continuação de ‘Um Príncipe em Nova York’?”.
Imediatamente o post recebeu reações eufóricas de seus seguidores e o ator acabou não apenas deletando o post, como também desativando sua conta no Twitter.
O site TMZ contatou fontes próximas ao ator que confirmaram que a continuação vai de fato acontecer e que no momento Eddie Murphy estaria trabalhando no roteiro da comédia. Ainda sem detalhes mais precisos em se tratando do título oficial, data de estreia e elenco, o que se sabe é que a atriz Vanessa Bell adoraria retornar ao clássico.
Em um rápido vídeo adquirido pelo TMZ, ela comentou seu entusiasmo: “Eu ia amar. Vamos lá, Eddie, vamos fazer!”
A 5ª temporada de ‘Agents of SHIELD’ já está rolando nos Estados Unidos, mas o próximo ciclo ainda não está confirmado pela ABC.
Durante sua participação no Television Critics Association, a presidente da emissora, Channing Dungey, falou sobre o assunto, afirmando que isso também depende da grade de programação que está sendo planejada para o biênio 2018-2019, além da audiência.
Esperançosa, ela se diz “cautelosamente otimista” com a renovação da série da Marvel:
“Eu diria que estou cautelosamente otimista. Nesse determinado momento do mês de janeiro essa é uma informação que é sempre difícil de confirmar, até porque a decisão também depende do nosso novo desenvolvimento e como nos sentimos a respeito de todas essas coisas que norteiam esse planejamento. É por isso que, no início do ano, é tão difícil dar a certeza sobre o que vai acontecer”.
A terceira temporada de ‘Demolidor’ estreia na próxima sexta-feira (19), na Netflix, e um novo personagem acaba se der confirmado neste ciclo.
Segundo o Deadline, Theo Nelson, irmão mais novo do Foggy, será apresentado na nova temporada. O papel é interpretado pelo ator Peter Halpin.
E de acordo com a publicação, Theo “é tão genial quanto seu irmão mais velho, mas menos focado em sua carreira profissional que o sócio de Matthew Murdock”.
Segundo a descrição da trama do novo ciclo, após meses desaparecido, Matt Murdock (Charlie Cox) ressurge abalado e incerto sobre seu futuro como o vigilante Demolidor e o advogado Matthew Murdock. Mas, quando seu arqui-inimigo Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) sai da prisão, Matt precisa decidir entre se esconder do mundo ou aceitar seu destino de herói.
Como já estava sendo especulado, 2018 será o ano em que todos os heróis da parceria Marvel/Netflix têm suas histórias continuadas em suas séries solo. Depois de novas temporadas de Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, o líder da equipe, o Demolidor, também voltará ainda esse ano.
A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ quase contou com a participação especial de membros do elenco da série ‘The Walking Dead‘. A informação foi compartilhada pelo próprio diretor do longa, Ruben Fleischer.
Em uma conversa com o portal ComicBook, ele revelou que a atriz Emma Stone chegou a sugerir a participação especial, alegando que seria uma surpresa engraçada para os fãs.
Disse:
“Sim, é até engraçado. Emma [Stone] deu a ideia em um determinado momento em que estávamos desenvolvendo o roteiro. Ela achava que seria engraçado se, enquanto eles viajassem por esse visual pós-apocalíptico, eles acabassem encontrando alguns dos membros de ‘The Walking Dead‘ passando por ali, o que eu acho que teria sido bem engraçado. Considerando que eles também gravam a série em Atlanta, assim como nós gravamos o filme, não seria difícil agilizar isso, mas acho que seria metalinguístico demais, a ponto de quebrar a realidade do nosso filme. Mas eu sempre achei que teria sido uma cena bem engraçada, como eu sei que os fãs também teriam amado”.
Apesar de ter demorado 10 anos para a sequência ter sido lançada, parece que a espera valeu a pena. Nos EUA, o filme arrecadou ótimos US$ 26.7 milhões em seu primeiro final de semana – superando a estreia do primeiro filme (US$ 24.7m).
Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 5.3 milhões, elevando sua estreia global a US$ 32 milhões.
Considerando o seu orçamento relativamente baixo de US$ 42 milhões, a produção não deve ter dificuldades em garantir retorno em um curto período de tempo.
Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original formado por Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.
A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.
O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.
Os novatos Zoey Deutch, Avan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.
‘Zumbilândia 2‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.
A nova série antológica cinematográfica de Steve McQueen (‘12 Anos de Escravidão‘), intitulada ‘Small Axe‘, ganhou uma nova imagem oficial.
A foto em questão pertence ao filme ‘Red, White and Blue‘, que é estrelado por John Boyega.
Confira:
Além da imagem oficial, a produção ganhou novos detalhes, com a divulgação dos títulos oficiais de cada um dos seus cinco filmes. São eles: Lovers Rock, Mangrove, Red, White and Blue, Alex Wheatle e Education.
Todos os filmes foram dirigidos e co-escritos por McQueen.
A produção chega à plataforma da Amazon Prime Video em 20 de novembro.
Assista:
Confira outras imagens:
McQueen também assina o roteiro ao lado de Alastair Siddons e Courttia Newland.
A produção antológica é uma compilação de cinco filmes originais que abordam questões raciais. Sua a premissa é retirada de um antigo provérbio caribenho que diz: “se você é a grande árvore, nós somos o pequeno machado”.
Letitia Wright, John Boyega, Malachi Kirby, Shaun Parkes, Rochenda Sandall, Alex Jennings, Jack Lowden e Michael Ward fazem parte do elenco.
A 3ª e última temporada da popular série musical latina da Netflix, ‘Luis Miguel – A Série‘, já está disponível na Netflix. O primeiro episódio teve a sua estreia nesta quinta-feira (28).
Os demais capítulos serão lançados semanalmente na grade de programação do streaming.
Na leva final de episódios, Luis Miguel pensa na possibilidade de compartilhar a história de sua vida enquanto tenta superar conflitos pessoais. Nos anos 1990, ele ainda se envolve com Mariah.
Assista ao trailer:
Diego Boneta é bastante conhecido em Hollywood por ter estrelado os filmes ‘Rock of Ages‘, ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, ‘Monster Hunter‘, ‘Pretty Little Liars‘, ‘Meninas Malvadas 2‘ e ‘Scream Queens‘.
César Bordón, Anna Favella, Óscar Jaenada completam o elenco.
O aclamado diretor italiano Paolo Sorrentino voltará ao Festival de Veneza em grande estilo. Seu novo longa-metragem, ‘La Grazia‘, foi escolhido para abrir a 82ª edição do festival, com estreia mundial marcada para quarta-feira, 27 de agosto, na icônica Sala Grande.
Protagonizado por Toni Servillo e Anna Ferzetti, o filme é descrito como uma obra de grande originalidade e relevância contemporânea. Embora os detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos em sigilo, fontes próximas à produção revelaram ao Deadline que ‘La Grazia‘ acompanha os últimos dias de uma fictícia presidência italiana.
Produzido por The Apartment, Numero 10 e PiperFilm, o longa será distribuído na Itália e tem seus direitos globais adquiridos pela Mubi, com exceção do território italiano.
“Estou muito feliz que o 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza será aberto com o novo e altamente aguardado filme de Paolo Sorrentino,”declarou Alberto Barbera, diretor do festival. “A carreira de Sorrentino começou justamente em Veneza, em 2001, com seu primeiro longa ‘One Man Up’.”
Barbera também relembrou a sólida parceria entre o cineasta e o festival: ‘The Young Pope‘ (temporadas 1 e 2) teve seus episódios exibidos fora de competição, e ‘A Mão de Deus‘ (The Hand of God) recebeu o Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri em 2021.
Nascido em Nápoles, em 1970, Paolo Sorrentino é um dos diretores mais reconhecidos da Itália no cenário internacional. Entre seus principais trabalhos estão ‘As Consequências do Amor‘ e ‘O Amigo da Família‘, ambos selecionados para competir em Cannes nos anos 2000.
Em 2008, ‘Il Divo‘ conquistou o Prêmio do Júri no festival francês, e em 2013, ‘A Grande Beleza‘ levou o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro.
Seu filme mais recente, ‘Parthenope‘, foi exibido na Competição Oficial de Cannes em 2024. Com ‘La Grazia‘, Sorrentino marca seu retorno à competição em Veneza e promete entregar uma obra com profunda conexão com os dilemas e temas do presente.
A estreia mundial de ‘La Grazia‘ promete ser um dos grandes eventos cinematográficos de 2025.
Foi divulgado o primeiro trailer de ‘Mom and Dad’, comédia de humor negro estrelada por Nicolas Cage e Selma Blair. Assista:
A trama narra a história de dois irmãos que precisam sobreviver por 24 horas durante um ataque de histeria em massa que faz os pais ficarem violentos com os filhos.
O roteiro e a direção fica por conta de Brian Taylor, de ‘Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança’.
O filme chega ao cinemas em janeiro. Ainda não há data de estreia para o Brasil.
Após a divulgação de novos trailers, a Paramount Pictures divulgou agora um novo cartaz internacional mostrando Tom Cruise saltando de avião. Confira:
Confira também novos cartazes individuais dos personagens:
Em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.
O elenco conta com Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Alec Baldwin, ao lado das novidades Henry Cavill, Vanessa Kirby e Frederick Schmidt. Ainda não há detalhes sobre a trama.
O filme tem estreia agendada para 26 de julho de 2018.
Ari Aster já desponta como um dos maiores nomes do terror da atualidade. Seu primeiro trabalho de destaque foi The Strange Thing About the Johnsons, um curta de 29 minutos, que fala sobre a paixão de um adolescente no auge hormonal pelo próprio pai. A película acompanha essa relação tensa até a vida adulta do menino e termina de forma chocante. E essa é uma de suas características principais: construir tensão.
A estranha família de ‘The Strange Thing About the Johnsons’ (2011)
Isso fica bem explícito no filme que o lançou ao estrelato: Hereditário (2018). A trama, também escrita por ele, acompanha as desventuras de uma disfuncional família moderna após a morte da pacata avó materna. Só que a senhorinha não era lá um bom exemplo de avó e acabou envolvendo toda sua prole (e agregados) em uma história macabra, com muitas esquisitices, loucura e satanismo. O longa foi um sucesso absoluto de crítica e muitos pediam uma indicação ao Oscar pela atuação visceral de Toni Collette. O novo trabalho de Ari é Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, que já está nos cinemas e vai dividir opiniões.
Toni Collette em ‘Hereditário’ (2018)
Muitas das opiniões negativas vão vir por conta das expectativas geradas por outro filme na mesma pegada de Hereditário. Quem for esperando isso, provavelmente vai se decepcionar. Midsommar, apesar de também ser muito pesado, brinca com os conceitos de cultura e trata dos relacionamentos modernos. Então há momentos de divertimento, deslumbramento, violência gráfica e tensão. É um filme tenso, mas não chega nem perto da tensão de Hereditário. Na verdade, são filmes quase opostos.
O desenvolvimento da carreira de Ari Aster lembra bastante o de outro talentosíssimo diretor da atualidade: Damien Chazelle. Ele também começou com um curta bastante elogiado, depois emplacou Whiplash: Em Busca da Perfeição (2014), que tinha um clima tenso contínuo, e seu segundo filme, La La Land: Cantando Estações(2016), mantinha sua assinatura de roteiro e direção, mas sofreu represália de alguns por não ter a mesma pegada do anterior. Assim como La La Land, Midsommaré um filme de abordagem diferente dentro do gênero que representa, neste caso, o terror.
O Romance de La La Land frustrou quem esperava a agressividade de Whiplash
No embate Hereditário X Midsommar, a maior diferença é a ambientação. Enquanto Hereditário é um filme que te enclausura na escuridão do ocultismo, Midsommarretrata o festival do Solstício de Verão Sueco, e faz sol 24h por dia. Podendo brincar com esse aspecto da iluminação, o diretor enche a tela de cores, proporcionando uma verdadeira viagem alucinógena. Se no filme de 2018 o clima era pesado o tempo todo, o humor e o divertimento ganham espaço no longa de 2019. Faz sentido, porque ele retrata uma viagem de amigos a estudo/ diversão a um lugar novo e “sexualmente interessante”, nas palavras do personagem de Will Pouter. Por fim, enquanto Hereditário era um filme que debatia relações familiares e a distância entre pais e filhos, Midsommarcoloca em pauta os relacionamentos amorosos e como eles tratam pessoas com problemas psicológicos, como depressão e narcisismo. Porém, se há uma coisa na qual os dois são parecidos é a capacidade de te cansar propositalmente. Enquanto Hereditáriocausa um esgotamento mental fortíssimo, Midsommar– muito por conta do clímax – consegue te cansar fisicamente. É frenético, incômodo e envolvente.
Enfim, é injusto julgar Midsommarpela ótica de Hereditário. Ambos são obras-primas do Terror e apostam em abordagens opostas para atingirem a primazia. São longas incríveis que merecem uma análise baseada exclusivamente no que se propõe a entregar e no que elas entregam mesmo.
Você não está preparado para ‘Adú’. Com uma sinopse que faz parecer mais simples do que a porrada que é, ‘Adú’ é um desses filmes que você precisa ter uma boa estrutura para assistir.
Dois núcleos correm em paralelo para construir o enredo deste filme. A primeira é centrada no núcleo branco-espanhol, no qual acompanhamos o drama de três policiais que trabalham na fronteira da Espanha com o Marrocos e acabam derrubando um homem preto que tentava pular o muro; a outra história acompanha Gonzalo (Luis Tosar), que tem uma ONG para cuidar de elefantes no Camarões e que recebe a inesperada visita da filha, Sandra (Anna Castillo), que tem problema com drogas. A segunda história, que é a principal do longa, começa com Adú (Moustapha Oumarou) e sua irmã Alika (Zayiddiya Dissou), que testemunham o terrível assassinato de um elefante e, por causa disso, atravessam uma inacreditável jornada através de diversos países africanos com o objetivo de entrar na Europa.
Como dá pra ver, o filme retrata dois paralelos que compõem a terrivelmente dolorosa realidade da emigração africana para a Europa. Através desses dois núcleos, o roteiro de Alejandro Hernández joga luz sobre a problemática principal que atravessa os personagens de cada uma das histórias: a alienação e a síndrome do branco salvador, que acha que vai para África para dar ordem nos outros porque afinal ele é o dono do projeto e o homem branco deve ser obedecido; e cruel realidade dos cidadãos africanos que veem na Europa um refúgio para vida, e estão dispostos a colocar suas próprias vidas em risco pela chance de chegar ao continente.
O trabalho de Salvador Calvo na direção é consistente e não poupa o espectador [*SPOILER*] de cenas horrorosas, como a da matança dos elefantes para arrancar seus chifres e do retrato de refugiados que se escondem nos pneus dos aviões para tentarem entrar camuflados nos países europeus, mas que acabam congelando e morrendo ali e seus corpos literalmente caem pelos céus quando os aviões tentam pousar (esta é uma realidade inimaginável, que eu mesma descobri acontecer de verdade apenas no início desse ano, quando uma amiga que mora em Londres me contou sobre isso) [*FIM DO SPOILER*]. Ao mesmo tempo o diretor poupa seus personagens de passarem figurativamente por tragédias corporais, o que é um alívio para o espectador diante de um enredo tão pesado.
Com uma história tão sofrida, chega a ser difícil avaliar as atuações, pois é quase impossível acreditar que estamos vendo atores trabalhando, e não uma história real. Ainda assim, o núcleo africano – que inclui Camarões, Marrocos, entre outros – se destaca muito mais, com seu elenco juvenil competentíssimo.
‘Abú’ não é um filme fácil de se assistir, mas é uma temática extremamente relevante que funciona como um importante alerta para a ocidentalidade. Dois posicionamentos resumem o argumento do filme. Em dado momento, um dos policiais pergunta ao outro se sabe o que significa o muro que divide a Espanha da África, e, ao receber a resposta negativa, o policial fala “todo mundo acha que significa ‘vocês não são bem-vindos aqui’, mas, na verdade esse muro significa ‘conserta aí seus próprios problemas’; por outro lado, Adú e Alika percorrem a pé os territórios africanos, e de repente Adú pergunta à irmã “o que acontece se eu morrer?” e ela responde “Eu continuo”.
A visão de dois mundos sobre o direito à vida e à dignidade, através da jornada dolorosamente terrível de uma criança é o fio condutor dessa porrada no estômago que é ‘Abú’, lançamento da semana da Netflix.
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