Lançada na última semana, a minissérie O Som e a Sílaba é a nova produção nacional original doDisney+. Escrita e dirigida por Miguel Falabella, a série é uma adaptação da peça teatral homônima e traz para as telinhas uma questão bastante complexa de ser retratada: a vida de uma jovem no espectro autista.
A trama mostra a vida deSarah Leighton (Alessandra Maestrini), uma jovem que sempre se sentiu diferente, tanto que sempre saía de costas nas fotos da infância. Rejeitada pela própria mãe, ela cresceu muito apegada ao pai e à ópera. Já adulta, ela segue vítima do preconceito, mas vê sua vida mudar quando seu irmão a inscreve em aulas com a soprano Leonor (Mirna Rubim), sua grande referência na arte. De início, elas não se entendem muito bem, só que vão encontrando meios de se falar pela música.
Antes de qualquer coisa, não tenho conhecimento sobre o autismo para falar se a série é ou não uma boa adaptação sobre pessoas nesse espectro. No entanto, é interessante ver como há uma preocupação em mostrar os personagens de forma respeitosa. Em entrevista, Maestrini me revelou ter entrado em contato com pessoas no espectro autista para repassar o texto e checar se havia algo ofensivo para elas ali.
A personagem de Sarah é leve e determinada. Mesmo diante do preconceito em sua própria casa, ela segue firme a quem é e não se deixa mudar pelo entorno para tentar se encaixar. Na verdade, quem mais muda ao longo da série é Leonor, a professora. Sua personagem começa extremamente fechada e rancorosa, vivenciando uma solidão terrível por conta de traumas do passado, refletido principalmente no afastamento da filha. Conforme a série se desenvolve, ela vai se aproximando de Sarah, que adentra sua vida e traz uma luz para seu isolamento.
E é nessas ‘incursões’ de Sarah na personalidade de Leonor que os personagens secundários brilham. O núcleo do prédio em que a soprano mora ganha um desenvolvimento leve e adorável. É um amor puro que vai surgindo e consegue divertir nesse processo.
Paralelamente, Sarah desenvolve uma trama de primeiro amor que surge de forma orgânica, apesar da motivação dela buscar um namoradinho seja justamente para tentar entender sua personagem na ópera. Mais do que isso, a trama do concurso internacional, em que a protagonista comete seus pequenos ‘delitos’ para se inscrever, é divertidíssima.
Mais do que a pureza de Sarah e da bondade de suas intenções, o que mais prende na tela é a voz de Maestrini e a playlist da série. A capacidade vocal da atriz é fascinante, e a série faz questão de explorar isso ao máximo, principalmente nos episódios finais. E a escolha de músicas foi a dedo, trazendo obras, nas palavras de Falabella, ‘palatáveis para todos’, mas sem perder o refinamento das grandes óperas.
E por ser uma história ambientada nesse meio da ópera, a leveza da produção é uma surpresa muito positiva, já que essas tramas geralmente são mais trágicas que divertidas. Enfim, é uma boa surpresa dessa leva de produções nacionais do Disney+ e uma série muito bem-vinda para quem curte o mundo da música.
Fundada em 31 de agosto de 1939, a Marvel chegou aos 85 anos como um verdadeiro império do entretenimento. Nascida com o nome de Timely Comics, ele chega sob forte influência de um gênero de gibis – e cinema – que acabou caindo no esquecimento com o passar dos anos: o Faroeste. Isso se deu porque seu grande fundador, Martin Goodman, era filho da chamada ‘Grande Depressão’. Com os EUA em crise, ele rodou o país atrás de emprego até se encontrar em Nova York, onde começou a trabalhar com editoras de revistas ‘pulp’.
Essas revistas eram feitas com polpa de celulose, um papel mais barato – considerado menos nobre – e que permitia a produção de maior quantidade de exemplares. Não havia um gênero específico dessas revistas, mas predominavam a ficção científica, o faroeste e as tramas noir. Ou seja, era um entretenimento sem muita preocupação técnica, voltada para uma diversão rápida. Um ‘fast food’ artístico. Com esses trabalhos na bagagem, Martin se arriscou e abriu uma sociedade para lançar a editora que viria a se tornar a Archie Comics. Mais tarde, em sua nova empreitada, foi a vez da Timely, a futuraMarvel.
Porém, com nomes como Superman e Batman fazendo sucesso na DC, eles entenderam que era a vez de arriscar no mercado dos super-heróis, mas sem perder a identidade que havia consolidado as revistas pulp. Dessa forma, Martin lança a Marvel Mystery Comics #1, em outubro de 1939, trazendo ao mundo os dois primeiro ícones do panteão de supers da Universo Marvel: Namor,o Príncipe Submarino, e o Tocha Humana. E foi um sucesso estrondoso de vendas.
Para encorpar o time da Timely, ele contratou nomes como Joe Simon e Jack Kirby, além do primo de sua esposa, um tal de Stanley Martin Lieber, que começaria como auxiliar de escritório e viraria quadrinista, assinando suas obras com o nome Stan Lee. A maioria vinha do time da Funnies Inc, que criava histórias bem-humoradas. Esses nomes coincidiram com a chegada da Segunda Guerra Mundial, trazendo para os quadrinhos um cenário muito propenso a explorar a criatividade dos quadrinistas: os heróis atuando no front. Daí surgem nomes como o Capitão América, Bucky, Miss América e muitos outros.
Os anos 40 foram excelentes para a Timely, que virou sucesso entre a molecada, que não tinha TV para acompanhar as notícias da guerra, então restava ouvir as notícias no rádio e ler as revistinhas com os super-heróis defendendo os interesses do país no front. Com o fenômeno dos heróis, outras revistas da editora foram ganhando verba para lançarem histórias de terror, religiosas, de espionagem e até mesmo sobre personalidades famosas da época. O céu era o limite. Ou assim parecia…
Na década de 1950, com o fim da Segunda Guerra Mundial, os super-heróis perderam o apelo. Com uma crise financeira chegando, eles mudaram o nome da Timely, que passou a ser chamada de Atlas Comics. Houve também uma mudança editorial, que priorizou as histórias essencialmente infantis, em vez de produzir contos para jovens, como vinha fazendo na reta final da última década.
Houve uma tentativa de reviver seus super-heróis, mas parecia não haver mais espaço para eles no gosto popular. O sucesso da vez eram as histórias de monstros e as grandes criaturas que dominavam os cinemas e matinês. Porém, na virada dos anos 50 para os 60, a DC teve êxito em seu projeto de resgatar os heróis.
Vendo o sucesso da concorrência, em 1961, a Atlas virou Marvel Comics e Stan Lee ganhou liberdade para reformular a empresa e implementar o chamado ‘Método Marvel’, em que os artistas desenhavam as histórias e a equipe de texto escrevia os argumentos com base na arte. Mas havia algo além desse método que fez toda a diferença: enquanto a DC olhava para o espaço e as ameaças megalomaníacas, a Marvel olhava para o cotidiano.
Suas histórias não eram ambientadas em planetas distantes ou terras exóticas, mas no quintal de casa, em Nova York. Seus heróis tinham superpoderes, mas seus dilemas pessoais ocupavam mais espaço nas páginas do que as ameaças dos vilões. Dessa proposta, surgiram nomes como Quarteto Fantástico, Homem de Ferro, Incrível Hulk,X-Men, Demolidor, Wolverine, Vingadores e claro, o Homem-Aranha.
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Na década de 60, aMarvel ‘nadou de braçada’, tirando as histórias em quadrinhos exclusivamente das mãos das crianças e levando esses gibis para as universidades. E como os times criativos eram provenientes daquela leva de quadrinistas da Funnies, trazida por Martin como apostas nos anos 40, o bom humor era presença certa nos textos. As tramas jovens e divertidas trouxeram uma leveza para as propostas típicas da ficção científica.
O debate chegou aos estudiosos da época, que começaram o debate se gibis eram literatura ou não. Mas isso pouco importava para os fãs, que viram seus heróis ganharem as telas entre as décadas de 1970 e 1980. Se nos quadrinhos os super-heróis viviam uma fase mais sombria, com histórias mais adultas e repletas de dilemas tensos, os desenhos animados adaptavam de forma simples as HQs dos anos 60, enquanto as séries de TV tinham suas liberdades criativas para fazerem de heróis como O Incrível Hulk e o Homem-Aranha ‘furarem a bolha’.
Dessa forma, a Marvel deixou de ter apenas heróis dos quadrinhos e passou a te verdadeiros ícones da Cultura Pop sob seus domínios. Na categoria de TV, por exemplo, a empresa produziu animações como Transformers e Caverna do Dragão.
Na década de 1990, a maior crise da história da empresa levou a Marvel a tomar medidas desesperadas. Comprada pelo empresário Ronald Perelman na reta final dos anos 80, a Marvel viu as promessas de lançar uma quantidade maior de títulos de quadrinhos virar fumaça, dando espaço às acusações que Perelman havia desviado verba da empresa para seus uso próprio. Ele também fechou o estúdio de animação e a editora se viu em meio a uma crise financeira sem precedentes.
Após uma longa batalha judicial, Isaac Perlmutter, da Toy Biz, assumiu o controle da Marvel em 1997 e apertou os cintos da empresa. Ele licenciou os heróis para adaptações cinematográficas e vendeu os direitos para estúdios como Sony e 20th Century Fox. A medida foi controversa, mas deu certo. Para tentar lucrar mais, os quadrinhos lançaram um novo selo de histórias adultas, o Marvel MAX, e foi estabelecida a filosofia de renovar os heróis para os tempos atuais.
Os anos 2000 chegaram e as adaptações dos super-heróis da Marvel começaram a fazer sucesso nas telonas. Filmes comoBlade, X-Men e Homem-Aranha fizeram dos ícones Marvel fenômenos de popularidade e sinônimo de boa bilheteria. E apesar da Marvel Comics não lucrar diretamente, eles recebiam uma verba monstruosa de produtos licenciados e indiretamente lucravam com o interesse público pelos heróis dos quadrinhos.
Assim surgiu o Universo Ultimate, que repaginava os supers para a realidade dos tempos atuais e traziam elementos próximos dos filmes. No universo regular, os heróis foram encontrando seus públicos novamente até chegarem a uma verdadeira revolução nas HQs: Guerra Civil. A saga reuniu todos os títulos da empresa e fez o maior crossover da história desse universo, mobilizando fãs no mundo inteiro a comprarem até mesmo títulos que não acompanhavam regularmente para não perderem nada dessa trama eletrizante.
Em 2008, em parceria com a Paramount, um antigo sonho do produtor Kevin Feige tomou forma. Ele queria fazer filmes que se conectassem nos cinemas, reunindo os principais heróis da Marvel em grandes produções cinematográficas. O primeiro e o segundo capítulos foram lançados naquele ano, com Homem de Ferro e O Incrível Hulk, este último lançado em parceria com a Universal. Assim nasceu o Universo Cinematográfico Marvel.
Houve quem não botasse fé no projeto, principalmente depois da escalação de Robert Downey Jr., um dos atores mais problemáticos da época, já que havia sido preso e convivia com um complicado vício em drogas, mas foi justamente desta união inesperada que surgiu a galinha dos ovos de ouro da Casa das Ideias. O longa virou um sucesso, Downey Jr. ficou eternizado no papel e o Marvel Studios virou realidade.
No ano seguinte, em 2009, um acordo bilionário chocou – e mudou – o mundo do entretenimento de uma vez por todas. ADisney abriu os bolsos e comprou aMarvel pela bagatela de 4 bilhões de dólares. O valor impressiona, mas quando se percebe que somente Vingadores: Ultimato (2019) arrecadou cerca de 2,8 bilhões em bilheteria, fica claro que o Mickey pagou barato na Casa das Ideias.
Com a nova parceria, a Marvel nunca mais passou dificuldade financeira e passou a dominar não apenas as bancas de jornais, mas também os cinemas, as TVs e agora os streamings. O sonho de Kevin Feige virou realidade e a Marvel virou, por mais de uma década, sinônimo de qualidade e sucesso. Atualmente, porém, a empresa passa por uma reformulação interna, já que recuperou os direitos de praticamente todos os seus personagens, ficam sem o controle apenas do Homem-Aranha e seus personagens, que participam dos filmes por meio de um acordo costurado com a Sony.
Há quem diga que a Marvel passa por uma crise atualmente, mas com o sucesso de Deadpool & Wolverine, que passou dos 1,2 bilhão de dólares em bilheteria e ainda segue em cartaz, parece que a tal crise começou a ser contornada.
São 85 anos de altos e baixos e milhares de personagens inesquecíveis que marcaram e vão marcar a vida de bilhões de pessoas pelo mundo. Um marca dos sonhos para qualquer empresa que viva do entretenimento.
O status de um ator em Hollywood funciona muito como um passe de jogador, por exemplo. Conforme mais a estrela brilha, mais ela vale. No esporte, o passe de um jogador se valoriza de acordo com seu desempenho, acompanhando o número de gols, jogadas ou passes, mesmo que seu time não seja sempre o vencedor. Com o cinema de Hollywood o mesmo acontece. Primeiramente, o valor pago a um ator aumenta exponencialmente de acordo com o sucesso dos filmes em que estrela – muitas vezes creditado a sua presença.
O sucesso de um ator pode se dar também pela qualidade dos projetos em que se envolve, o que não necessariamente reflete em sucesso financeiro. Além, é claro, do talento performático do intérprete, o que pode resultar em prêmios para tal artista. O melhor dos dois mundos é quando um artista possui reconhecimento de prêmios por seu trabalho, ao mesmo tempo em que mescla filmes populares e de muito sucesso. Pensando nisso, seguimos com a segunda parte da matéria dos artistas mais populares desta temporada, agora focando nos atores do momento. Confira abaixo.
Não tem jeito, o nome do momento em Hollywood é Glen Powell. Embora muitos possam pensar que o ator apareceu do dia para a noite, Powell já está rodando no meio há bastante tempo, desde o início dos anos 2000 para ser mais preciso – e marcou presença em blockbusters como ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ e ‘Os Mercenários 3’. Powell tem uma presença física imponente e seu jeitão do galã faz dele um astro nato. O reconhecimento veio após a participação em ‘Top Gun: Maverick’ em 2022, mas no fim do ano passado foi quando ele se tornaria um nome quente de verdade ao estrelar como protagonista a comédia romântica ‘Todos Menos Você’. Esse ano o ator marcou mais dois golaços, com ‘Assassino por Acaso’, da Netflix, e ‘Twisters’, o sucesso surpresa da temporada.
Reynolds também já está na estrada há bastante tempo – desde a época da série ‘Três é Demais’ (Two Guys, a Girl and a Pizza Place, 1998-2001). O ator canadense de 47 anos já esteve em tudo quanto é tipo de blockbuster, mas se tornou verdadeiramente um astro após mostrar que tem força na indústria, tirando o filme ‘Deadpool’ (2016) do papel e fazendo do seu jeito. Os dois primeiros foram sucessos, mas com ‘Deadpool e Wolverine’, o ator atingiu um novo patamar em sua carreira – estrelando seu primeiro filme de US$1 bilhão em bilheteria.
Em um lugar semelhante está o australiano Hugh Jackman, ator indicado ao Oscar, de 55 anos, que se tornou um astro de reconhecimento mundial graças ao papel do mutante Wolverine, o qual já interpretou em dez filmes diferentes. Jackman dividiu o sucesso de ‘Deadpool e Wolverine’ com o colega Ryan Reynolds, e é igualmente parte desta vitória. O filme foi, entre outras coisas, a consolidação de uma rivalidade de mentirinha, alimentada pelas redes sociais desde que os dois trabalharam juntos pela primeira vez em 2009, com ‘X-Men Origens: Wolverine’.
Outro ator que dispensa apresentações, Henry Cavill recai na categoria dos bons atores, queridos pelos fãs, mas que não são, por assim dizer, um grande sucesso de bilheteria. É claro que Cavill apareceu para o mundo com o maior super-herói de todos na versão realista, sombria e violenta de Superman em ‘O Homem de Aço’, de Zack Snyder. Foram mais três vezes no papel, mas Cavill precisou se despedir da capa vermelha com a reformulação do universo DC nas telonas. O ator lançou dois filmes em 2024 (‘Argylle’ e ‘Guerra sem Regras’), mas o motivo de sua nova onda de popularidade se deve por uma pequena participação no maior filme do ano, ‘Deadpool e Wolverine’, no qual deu asas ao desejo dos fãs e apareceu como uma versão bombada de Wolverine – criando expectativa sobre um futuro no universo Marvel.
Todos esperam por anos um ressurgimento do ator Josh Hartnett. Tendo surgido em cena de forma extremamente promissora no fim dos anos 90 em filmes como ‘Halloween H20’ e ‘Prova Final’, Hartnett seguiu para trabalhos ao lado de cineastas como Sofia Coppola, Michael Bay, Ridley Scott, Robert Rodriguez e Brian De Palma, até ver sua estrela se apagar em meados dos anos 2000. É incrível perceber o quanto o ator ainda é querido, e o quanto os fãs desejam que sua carreira ressurja. Com ‘Armadilha’, novo filme de M. Night Shyamalan, lançado há pouco tempo, não faltaram elogios para o ator, e seu desempenho como um psicopata, que carrega o longa, apesar de pouco entusiasmo com o resultado da obra em si.
Outro que parece estar dando a volta por cima é Channing Tatum. Curiosamente, a vida pessoal das celebridades nunca esteve tão próxima como nesses tempos em que tempos uma mídia de fofocas no alcance de nossos dedos – chamado rede social. Sendo assim, o que muitos artistas fazem em suas vidas pessoais afetam a percepção que os fãs têm deles de maneira imediata. Foi o caso com Tatum e seus relacionamentos amorosos. Apesar disso, o ator teve a chance de concretizar um sonho que parecia perdido: interpretar Gambit nas telonas, graças ao amigo Ryan Reynolds e seu ‘Deadpool e Wolverine’. E Tatum logo emendou com o suspense ‘Pisque Duas Vezes’, que vem lhe rendendo elogios.
Bill Skarsgard
A vida de um ator não é fácil. E ser conhecido significa que você fez trabalhos que atingiram o público, por bem ou por mal. Bill Skarsgard vem se provando a cada novo trabalho. Desde seu aterrorizante retrato do palhaço Pennywise em ‘It – A Coisa’, ficamos esperando o novo trabalho do ator. ‘Noites Brutais’, ‘John Wick 4’ e ‘Contra o Mundo’ são alguns dos últimos filmes do ator. Seu desempenho mais recente é no remake de ‘O Corvo’, que não recebeu as melhores críticas, mas todas elas mencionaram a entrega do ator. Esse ano ele voltará ao terreno assustador como o Conde Orlok do remake de ‘Nosferatu’. E ano que vem coloca a maquiagem do palhaço novamente para ‘Bem-vindo a Derry’, série de tudo relacionado a Stephen King.
Mark Wahlberg é outro ator consagrado, que define bem a palavra astro em Hollywood. Seu mais recente sucesso e o que o colocou nessa nova lista de popularidade é o thriller de ação e comédia ‘A Liga’, da Netflix – que tem arrasado nos números da plataforma, sendo a produção original mais assistida de qualquer streaming no mês de agosto. Wahlberg já havia feito outros dois filmes originais da plataforma (‘Troco em Dobro’ e ‘De Férias da Família’), mas é certo dizer que esse foi o maior sucesso da parceria. Esse ano ele lança ainda o suspense ‘Ameaça no Ar’, dirigido por Mel Gibson.
Vencedor do Oscar e indicado a outros dois prêmios da Academia, o lendárioRussell Crowe parece apenas perder seu tempo atualmente em filmes indignos de seu talento, em especial alguns filmes de terror sobre exorcismo (o ator já fez dois!). Quem já foi rei jamais perde a majestade, por outro lado, e Crowe voltou aos radares dos cinéfilos, graças a projetos futuros do ator e um específico que sequer faz parte. Acontece que em breve será lançado nos cinemas ‘Gladiador II’, que NÃO traz o ator no elenco, mas é claro que o interesse pelo filme original voltou a bombar – e Crowe voltou à fama por uma obra do passado. E não é só isso, porque o ator estará no blockbuster ‘Kraven’, como Nikolai, o pai do protagonista vivido por Aaron Taylor-Johnson.
O último ator mais popular da temporada é também o mais desconhecido do lote. Bem, desconhecido para todos que não assistiram ao sucesso ‘Alien: Romulus’, e se você ainda não viu, o que está fazendo? Corra para o cinema para conferir esse exercício magistral em adrenalina. Jonsson é um dos atores mais comentados da atualidade graças ao seu desempenho com Andy, um personagem que rouba totalmente a cena no mais recente capítulo da ficção científica / terror espacial – que promete colocar a franquia novamente nos eixos. No meio de um elenco inspiradíssimo, Jonsson consegue ganhar grande parte dos holofotes. Esperamos que o ator tenha novas oportunidades de brilhar. Ele merece.
Todos nós sabemos que crime perfeito não existe. Mesmo assim, dentro do universo cinematográfico, conhecemos histórias de personagens que buscam romper essa certeza. Pensando sobre isso, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 filmes onde há a tentativa de crimes perfeitos:
Homens de Ouro
Um mirabolante plano que tinha tudo para dar errado em alguma hora. Baseado em fatos reais que aconteceram na cidade de Turim, na Itália, em meados na década de 90, Homens de Ouro, que teve exibições em uma das edições do Festival de Cinema Italiano (que acontece todo ano no Brasil), nos mostra os detalhes de um roubo à um carro de transporte de valores dos correios italiano. Focando em algumas perspectivas sobre início, meio e presente em relação ao roubo, somos apresentados a histórias que se unem pela insatisfação que vivem em suas vidas naquele momento. A direção é do cineasta Vincenzo Alfieri.
A Verdadeira História do Roubo do Século
As explicações entre o simples e o mirabolantes de um dos mais famosos roubos de todo o mundo. Disponível no catálogo da Netflix, o documentário A Verdadeira História do Roubo do Século nos leva de volta à Argentina no ano de 2006 onde um grupo de pessoas conseguiu roubar uma enorme quantia (até hoje não se sabe ao certo quanto) de dinheiro do Banco Río em Acassuso (situada na brande Buenos Aires). Aqui, com depoimentos dos próprios criminosos e pessoas que estiveram como coadjuvantes no dia do roubo, vamos sabendo surpreendentes detalhes desde o plano até o intenso pós assalto.
Na trama, acompanhamos Fernando (Diego Peretti) um homem de meia idade, fumante, falador que vai ao psicólogo toda semana buscando encontrar algum sentido para sua vida. Certo dia, após sair da aula de Jiu Jitsu, próximo a uma locadora encapada por diversos filmes clássicos do cinema, percebe que o banco que fica de frente à locadora pode ser roubado e o dinheiro ser ‘resgatado’ por uma correnteza de água que passa por debaixo daquela parte da cidade. Assim, resolve ir atrás de ajuda e acaba encontrando algumas outras pessoas fundamentais para o sucesso do plano, entre eles, Luis Mario (Guillermo Francella) um trambiqueiro e ladrão conhecido da região.
Na trama, conhecemos um grupo de velhinhos que planejam roubar joias de um conhecido lugar no centro de Londres. O líder do grupo, Brian Reader (Michael Caine), é procurado por um jovem que mexe com eletrônica, o único com menos de 50 anos no grupo, aqui chamado de Basil (Charlie Cox) para realizar esse roubo que consiste em acessar o poço de um elevador e conseguir pegar dezenas de milhões de libras.
Na trama, ambientada no começo da década de 80 no Rio de Janeiro, conhecemos Peralta (Paulo Tiefenthaler, em grande atuação) um trambiqueiro, flamenguista e corretor de seguros que passa os dias se atolando em dívidas de jogo e dando pouco atenção a sua charmosa esposa Dolores (Taís Araújo). Certo dia, após receber um singelo ultimato do dono da casa de jogos onde passa a maioria de suas noites perdendo dinheiro, tem a inusitada ideia de invadir a sede da CBF com a ajuda do enrolado amigo Borracha (Danilo Grangheia) e roubar a Taça Jules Rimet, que está em posso dos brasileiros após o tricampeonato mundial, após vencer a Copa do Mundo de Futebol do México, em 1970. Obviamente muitas coisas dão erradas após o roubo e a polícia começa a desconfiar da dupla de malandros.
Na trama, voltamos ao ano de 1983 na Holanda, onde o magnata holandês de cervejas Freddy Heineken (Anthony Hopkins) foi seqüestrado e ficou preso, junto de seu motorista, durante 3 semanas em um galpão. Ambos só foram soltos depois do pagamento de 35 milhões de guilders holandeses (aproximadamente 21 milhões de dólares) aos criminosos, o valor mais alto da história pago por um sequestro. O bando de criminosos era comandando por Cor Van Hout (Jim Sturgess) um desiludido homem que a beira do desespero e com a esposa grávida resolve arquitetar este plano juntamente com outros quatro colegas.
Na trama, conhecemos Will (Yahya Abdul-Mateen II), um ex-fuzileiro do exército norte-americano que se vê em uma situação muito difícil atualmente tendo que conseguir dinheiro para pagar a operação que a esposa precisa. Assim, acaba indo procurar trabalho com seu irmão Danny (Jake Gyllenhaal), um criminoso que já participou de mais de 30 assaltos a bancos, conhecido pelo alto escalão da polícia. Sem muitas opções, Will acaba entrando para a equipe de um próximo assalto o que desencadeia uma série de consequências que vão fazer parar as ruas de Los Angeles. Em paralelo a isso, conhecemos uma destemida paramédica de ambulância, Cam (Eiza González), que cruzará o caminho dos irmãos.
Na trama, conhecemos o caçador de tesouros, o milionário Walter (Liam Cunningham), um homem que reúne equipes pelo mundo em busca de tesouros e mais especificamente um em especial que lhe fora tomado pelas autoridades espanholas em alto mar deixando esse objeto preso no Banco da Espanha, um dos lugares mais seguros de toda a Europa. Walter descobre uma maneira de entrar no local mas precisará de um brilhante engenheiro para conseguir decifrar alguns enigmas sobre como é feita a segurança no local, assim chega ao nome de Thom (Freddie Highmore) um brilhante estudante de Cambridge que fica de cara fascinado em ser peça fundamental no plano e na equipe de Walter.
Na trama, conhecemos Gisela Werler (Nadeshda Brennicke), uma batalhadora que trabalha em uma fábrica de impressão e vive, além de sustentar, os pais já bem idosos. Sem propósitos na vida, vivendo uma solidão evidente desencontrada com seus sonhos de ser popular, ou mesmo, ter a mesma vida das modelos de revistas que sempre observa, a protagonista conhece Hermann (Charly Hübner), um ladrão de bancos que após algumas situações resolve desafiar Gisela para um assalto a banco. A partir desse ponto, a vida de Gisela muda e ela se torna impulsiva e imprevisível. Dentro de um universo machista, acaba sendo elemento surpresa durante um bom tempo.
Quando pensamos em filmes sobre engenhosos e premeditadas ações criminosas, impossível não pensar nesse filme! Dirigido por Spike Lee e com um elenco maravilhoso, Em O Plano Perfeitoum grupo invade um banco em Nova Iorque e confunde a polícia a toda instante sobre qual o objetivo da ação.
Durante a conversa, Gravelle comentou sobre o arco de seu personagem que, no 3º episódio, encabeça uma espécie de “golpe de Estado” em Númenor, destronando a rainha regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson) e se “autoproclamando” o novo governante. Todavia, Gravelle não acredita que o personagem esteja fadado ao carma, considerando que isso anteciparia que ele teria feito algo de errado.
“Não acredito nisso, porque isso sugere que ele fez algo errado, não é?”, ele comentou, em meio a risada de Córdova e Walker. “Ele está em uma posição onde pode ajudar seu povo. Pensemos em termos humanos, por exemplo, como as tartarugas gigantes dos Galápagos, que vivem cerca de 500 anos. Ou o tubarão da Groenlândia. Você não os inveja; mas, de repente, você pega outra espécie humanoide que são imortais. Você foi colocado nesta ilha, não pode ir para o Oeste. O relacionamento deles com a natureza é muito diferente do seu, é muito mais profundo. Sua vida é cheia de conflitos e dificuldades. Você tem que superar a natureza. Sua relação com os pássaros, as abelhas, os animais. Tudo é muito diferente. Eles podem esperar que as árvores cresçam e amadureçam e talvez tenham um tipo diferente de conexão com elas”.
O ator continua: “esse não é o nosso caso. Portanto, nosso relacionamento com a terra em que estamos é muito mais parecido com um cavalo com viseiras, e isso pode ser bastante irritante. Agora, estamos em uma posição em que podemos seguir um de dois caminhos: aderir aos velhos costumes dos elfos, dos fiéis, continuar vivendo como cidadãos de segunda classe; ou podemos compreender o nosso próprio destino e acreditar na nossa ideologia sobre o que poderíamos ser e realizar”.
Confira a entrevista na íntegra:
Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.
“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunnerPatrick McKay. “O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.
Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.
“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.
“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber. “Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.
A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
‘Homem-Aranha 4‘ — que deve ser lançado entre ‘Vingadores: Apocalipse‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ — se encontra sem diretor porque Jon Watts não retornará para comandar a próxima aventura do escalador de paredes.
Em conversa com o The Hollywood Reporter, o cineasta quebrou o silêncio sobre deixar o MCU ao admitir que está ciente de que será quase impossível acompanhar o sucesso de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘.
“Aquele foi um momento muito específico, e a reação ao filme foi simplesmente inacreditável”, ele diz, explicando que chegou à conclusão de que “nunca mais será assim”.
A Sony Pictures ainda não contratou nenhum diretor para comandar a sequência.
Dentre os vários rumores, nomes como Justin Lin (‘Velozes e Furiosos’) e Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’) estavam cotados para supervisionar o novo capítulo da saga super-heroica – mas, segundo o World of Reel, Sam Raimi tornou-se o favorito para assumir o projeto.
As informações indicam que o aclamado cineasta, que recentemente dirigiu ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, deve receber uma oferta nos próximos dias, ainda que nada tenha sido formalmente oficializado. Vale lembrar que Raimi não é nenhum estranho ao cosmos do “Cabeça de Teia”, considerando que comandou a trilogia original estrelada por Tobey Maguire.
A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.
Com poucas informações reveladas sobre a sequência, sabe-se que, além de Tom Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ.
O Prime Video anuncia os lançamentos e destaques no Brasil para o mês de setembro. Os membros Prime podem conferir esses e outros conteúdos exclusivos nas versões on-line, via streaming, ou off-line, por meio de download, e também podem perguntar para a Alexa quais são os principais lançamentos do mês.
Confira a lista:
Magic Mike: A Última Dança (2023) – 2 de setembro
Lisa Frankenstein (2024) – 2 de setembro
A Garota de Miller (2024) – 4 de setembro
Terremoto Magnitude 9.5 (2022) – 4 de setembro
Enclausurados (2018) – 4 de setembro
O Cara da Piscina (2023) – 6 de setembro
65: Ameaça Pré-Histórica (2023) – 7 de setembro
Thiago Ventura (2024) – 11 de setembro
Assassino Por Acaso (2023) – 12 de setembro
Imaculada (2023) – 13 de setembro
Flutuar (2023) – 13 de setembro
Garotas em Fuga (2024) – 16 de setembro
Detetive Knight: Redenção (2023) – 18 de setembro
He Went That Way (2023) – 18 de setembro
Imaginário – Brinquedo Diabólico (2024) – 19 de setembro
Ilha da Tentação: Brasil – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
Courtois – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
Armageddon Time (2022) – 23 de setembro
A Morte do Demônio: A Ascensão (2023) – 23 de setembro
A produção, intitulada ‘Fireflies in The Sun‘, teve a sua estreia na primeira posição nos cinemas locais, faturando impressionantes US$ 54.2 milhões. No total, o filme somou épicos US$ 177 milhões nas bilheterias chinesas.
Segundo a Variety, a franqueza da abordagem sociopolítica da trama original, dirigida porNick Cassavetes, foi o aspecto que mais chamou a atenção da produtora Wanda Pictures, responsável pelo remake.
Os problemas com o próprio sistema de saúde da China aparentemente criaram um terreno fértil para que tais comentários fossem explorados por meio do cinema.
‘Fireflies in the Sun’ é descrito como “a história de Lin Rilang, um pai e marido cujo filho é diagnosticado com um coração dilatado e que acaba reunindo todos os seus esforços para arrecadar o dinheiro necessário para a cirurgia do garotinho“.
Em ‘Um Ato de Coragem‘, John Q. Archibald é um homem comum, que trabalha em uma fábrica e vive feliz com sua esposa Denise e seu filho Michael. Até que Michael fica gravemente doente, necessitando com urgência de um transplante de coração para sobreviver. Sem ter condições de pagar pela operação e com o plano de saúde de sua família não cobrindo tais gastos, John Q. se vê então numa luta contra o tempo pela sobrevivência de seu filho. Em uma atitude desesperada, ele decide tomar como refém todo o setor de emergência de um hospital, passando a discutir uma solução para o caso com um negociador da polícia e com um impaciente chefe de polícia, que deseja encerrar o caso o mais rapidamente possível.
Embora tenha sido duramente criticado na época de sua estreia, o longa lançado em 2002 e escrito por James Kearns foi abraçado pelos cinéfilos e acabou se tornando um clássico cult.
Mais do mesmo? Quem diria que um videogame, baseado em um outro chamado Sweet Home, criado pela empresa Capcom em meados dos anos 90 ultrapassaria as barreiras dos consoles e invadiria as telas cinematográficas passando de geração a geração suas histórias recheadas de tensão? Reunindo pela primeira vez todos os protagonistas da super conhecida franquia trabalhando juntos num mesmo objetivo, a sexta animação da saga Resident Evil – Ilha da Morte está disponível no catálogo da Max.
Dirigido por Eiichirô Hasumi, com roteiro assinado por Makoto Fukami, o filme gira em torno da já conhecida luta de organizações de combate ao bioterrorismo contra criaturas horripilantes, provocada pela mente psicopata da vez.
Na trama, acompanhamos um surto de criaturas zumbis na cidade de São Francisco provocadas por um enigmático vilão com um passado repleto de culpa. Com o número de pessoas infectadas aumentando, com o objetivo de ser usadas futuramente como armas através de contato com biodrones, Leon, Jill, Rebecca, Chris e Claire, cada um à sua maneira (já que fazem parte cada qual da sua respectiva organização: BSAA, DSO, Terrasave), descobrem que vítimas estão interligadas por visitas recentes à famosa prisão desativada de Alcatraz. Assim, os heróis precisarão trabalhar em conjunto para combater o inimigo.
Com muitas referências aos jogos ligados à franquia, ainda mais com a reunião de personagens emblemáticos no mesmo campo de ação, o roteiro se prende na bolha acomodada de abordar os já conhecidos dilemas, as formas como acontecem a transformação dos infectados, batalhas intermináveis, que andam na estrada do alto clima de tensão. A história, que vem sendo desenvolvida desde o lançamento do jogo Resident Evil 3, possui uma narrativa toda pensada como se o espectador tivesse a mesma sensação de estar jogando o videogame no confortável de sua casa.
A Indiferença e o resto da humanidade. Com um olhar mais observador, podemos perceber nessa produção japonesa que há um elemento de forte razão existencial que contorna parte do roteiro, algo que também é visto ao longo dos outros projetos. A traição já vista no passado da saga, aqui se enxerga a culpa. Pena que a maneira simplista como são resolvidos os conflitos transformam o roteiro em algo completamente previsível, longe de qualquer surpresa.
Mais uma aresta oriunda do famoso videogame, Resident Evil – Ilha da Morte não é um total naufrágio, quem adora Resident Evil desde o primeiro vai assistir de qualquer forma, mas foi perdida uma chance de surpreender os milhões de fãs com uma história mais sólida sem perder toda a essência desse enorme sucesso do mundo dos games.
A 3ª temporada de ‘Origem‘ (FROM) ganhou trailer legendado e data de estreia nos EUA. A série chega no MGM+ no dia 22 de setembro.
A terceira temporada verá a fuga se tornar uma possibilidade tentadora e muito real à medida que a verdadeira natureza da cidade entra em foco e os habitantes da cidade se ofendem contra a miríade de horrores que os cercam.
No Brasil, a data ainda não foi confirmada pelo Globoplay, mas acontece no último trimestre do ano.
A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aqueles que chegam lá. Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens (Harold Perrineau) tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.
‘Deadpool & Wolverine‘ simplesmente não abre mão do primeiro lugar nas bilheterias. Agora, o único filme do MCU de 2024 está se aproximando dos US$ 600 milhões nas bilheterias nacionais e US$ 1,222 bilhão mundialmente.
Agora, o fim de semana do Dia do Trabalho deve marcar mais um recorde para o filme que ficará em primeiro lugar nas bilheterias em sua SEXTA semana em cartaz e vai conseguir trazer para casa outros US$ 20 milhões ou mais.
Além de ter se tornado a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B), ‘Deadpool e Wolverine‘ também subiu para o TOP 8 das maiores arrecadações do MCU. O longa recentemente ultrapassou ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$1.15B), e deve superar ‘Homem de Ferro 3‘ (US$1.21B) nos próximos dias.
Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Quando se analisa o MCU atualmente, produzindo épicos espaciais, grandes batalhas em escala universal e tudo mais, parece difícil lembrar que começou de forma bem mais pé no chão, com um filme sobre a indústria armamentista, cujo protagonista era um bilionário fanfarrão. E isso deu certo para público e crítica, que se apaixonaram pela proposta diferente do estúdio. Porém, tinha uma parcela da audiência que ainda não havia embarcado tanto no hype: o público feminino. Dessa forma, se espelhando pelo tipo de filme que fazia sucesso para essa galera na época, surgiu a franquia Thor, que resolveu introduzir o herói mitológico-espacial nos cinemas deixando as guerras mitológicas e espaciais de lado para apostar numa versão mais romântica. O resultado foi a franquia com menor avaliação de todo esse universo.
Na época, as sagas de romance adolescente, como Crepúsculo, estavam movendo milhões em bilheteria e dominando as revistas voltadas para o público feminino. Provando que ninguém é perfeito,Kevin Feige apostou nessa abordagem para tentar atrair essa galera. Para isso, Kenneth Branagh, famoso por sua visão shakespeariana de cinema, foi chamado para comandar as aventuras amorosas do deus nórdico do trovão na Terra. Foi uma adição interessante porque permitiu, principalmente na questão da ambientação e da caracterização, que muito do universo clássico deAsgard dos quadrinhos fosse explorado. Em termos estéticos, foi um dos longas mais ousados do MCU. O problema é que o roteiro se esforçou tanto em empurrar um romance goela abaixo entre Thor e Jane Foster, que toda a questão da origem do herói ficou em segundo plano. É praticamente uma comédia romântica cheia de diálogos metafóricos embalando uma trama água com açúcar com o mesmo ritmo de uma telenovela mexicana.
A direção desse primeiro filme é tão perdida que eles dão um close na Natalie Portman apenas para ela falar “meu Deus” e olhar maravilhada para o Thor.
E essa questão da construção dos personagens foi realmente terrível, não só por desperdiçar uma atriz do calibre da Natalie Portman em um papel completamente esquecível e de motivações pífias, mas também por trazer um inexperiente Chris Hemsworth para fazer um Thor ausente de personalidade. É complicado quando um personagem conhecido por sua personalidade forte vai para os cinemas e fica irreconhecível. Se não fosse o martelo e o capacete com asinhas, talvez nem identificassem que era o Thor. Isso sem contar a subutilização de atores consagrados, como Anthony Hopkins e Rene Russo, para servirem de escada para a trama.
Odin, o (Meu) Pai de Todos, ficou subutilizado na trama original
Essa questão dos personagens sem personalidade refletiu diretamente em toda a bagunça que foi o Thor nos anos seguintes. Com o desempenho mediano do filme, o personagem ficou meio em baixa e teve pouco tempo de tela em Os Vingadores (2012), onde ganhou uma abordagem mais grosseira, quase como um Viking Playboy. E mesmo com esse pouco tempo, os fãs já viram um avanço ali. Assim, a sequência deveria ter esse jeitão mais de “épico mitológico”. Então, chamaram Patty Jenkins (Mulher Maravilha), para a dirigir a continuação. Só que, por divergências criativas, ela pediu para sair e foi substituída por Alan Taylor, que dirigiu alguns episódios de Game Of Thrones. Mais uma vez, o Thor sofreu com a falta de personalidade e excesso de romance meia boca, e ganhou um filme vazio, avaliado como um dos piores do MCU. Paralelamente a esse fracasso nos filmes solo, o personagem ganhava um jeitão mais divertido e poderoso quando estrelava cenas nos filmes dos Vingadores. E assim, em 2017, chegou aos cinemas Thor: Ragnarok, que redefiniu toda a franquia e enfim deu uma personalidade ao deus do trovão. Dirigido por Taika Waititi, o longa abandonou de vez os laços amorosos do herói e deu a ele um upgrade nos poderes e um jeito mais irônico, arrogante e divertido. A partir deste filme, o Thor se tornou um dos personagens favoritos dos fãs e foi muito bem desenvolvido, se tornando peça chave para Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).
A falta de personalidade do Thor em seu filme de introdução fez com que o personagem passasse por diversos ‘reboots’ ao longo da franquia.
Entretanto, se teve uma coisa positiva no filme que completa dez anos de existência hoje, essa coisa é o Loki. Interpretado de forma irônica e charmosa por Tom Hiddleston, o deus da trapaça se tornou um dos queridinhos dos fãs. Além disso, não é absurdo dizer que ele foi o único que conseguiu o objetivo principal do filme: se aproximar do público feminino. Quem habitava a internet na década passada provavelmente se lembra da enxurrada de GIFs e vídeos postados por meninas no Tumblr, Twitter e Facebook exaltando o Loki. E veja só, foi logo um dos poucos personagens do filme que não tinham absolutamente nada a ver com a pegada romântica e acabou fazendo sucesso com o público feminino. É uma prova de que esse planejamento e mapeamento de mercado que é constantemente associado ao Marvel Studios nem sempre foi tão bom como é hoje.
O sucesso do Loki foi tão grande que, além de ter roubado o protagonismo do filme, se fazendo mais popular que o herói do título, ele retornou para praticamente todas as outras produções envolvendo o meio-irmão, incluindo três dos quatro filmes dos Vingadores. Ele também ganhou duas temporadas no Disney+.
E mesmo que o Loki acabe se revelando o verdadeiro vilão da trama, o filme acaba gastando um dos rivais icônicos das HQs em um única cena completamente esquecível no meio de uma rua numa cidadezinha do interior. Chega a ser triste ver como utilizaram uma arma poderosíssima como o Destruidor – que teve uma caraterização perfeita, diga-se de passagem – e o coloca em cena por apenas 10 minutos para uma batalha besta que desperdiça totalmente o potencial visual que esse embate teria nas mãos de alguém focado em contar uma boa história de aventura.
Sério, isso aqui não tem perdão.
Outro personagem que apareceu na trama, mas aposto que muitos esqueceram, foi o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Sim, ele foi introduzido em uma cena rapidinha de “Thor”, na qual o herói que dá nome ao filme invade uma instalação da S.H.I.E.L.D. e tenta recuperar o Mjölnir. Entretanto, ele ainda não é digno e fracassa na tentativa, fazendo com que o Gavião não jogasse uma flecha nele, apenas o observasse falhar.
Responda com honestidade: você lembrava dessa cena?
Atualmente, os personagens que sofreram com a introdução em Thor estão sendo resgatados e “rebootados” em outras produções do MCU. O próprio Thor ganhou uma nova personalidade e está viajando com os Guardiões da Galáxia, Loki vai ganhar um série própria viajando pelas linhas temporais, Darcy Lewis (Kat Dennings) virou doutora em WandaVision, e depois a Dra. Jane Foster ganhou poderes ao se tornar a Poderosa Thor em Thor: Amor e Trovão.
Darcy voltou para as telas em WandaVision
É interessante ver como o fracasso inicial da franquia resultou em algo não muito comum de se ver nas telonas, que é a “correção” de praticamente todos os personagens. A ideia inicial era muito promissora e até louvável, que era levar o mundo dos super-heróis para algo que atraísse mais as meninas e mulheres, só que a abordagem foi errada, baseada numa visão deturpada do que queria o público feminino, que acabou sendo eventualmente conquistado pelas outras aventuras que se preocupavam mais em contar boas histórias do que criar algum tipo de romance. Entre erros e acertos, essa franquia foi se acertando com o tempo e, atualmente, o Thor é um dos heróis mais amados pelos e pelas fãs de todo o mundo.
A expectativa dos fãs agora é que Jane ganhe um papel maior do que a cientista apaixonada.
Todos os filmes do Thor estão disponíveis no Disney+
Há pouco mais de três anos, o mundo vivia uma das maiores catarses coletivas da história do cinema: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa enfim estreava, após uma série de especulações que tomaram a cabeça dos fãs em meio a pandemia de Covid-19.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Jon Watts revelou que o buzz que eles conseguiram com o filme ao trazer de volta dois astros anteriores da franquia dificilmente vai acontecer novamente.
“Aquele foi um momento tão único e a reação do público ao filme foi tão inacreditável. Nunca mais vai ser assim”, afirmou.
Opinião | ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ foi a MAIOR catarse coletiva da história do MCU
Em novembro de 2020, o ator Tom Holland postou uma foto nos sets da Sony/ Marvel usando seu traje do Homem-Aranha e uma máscara de proteção em cima. O terceiro filme do Cabeça de Teia do MCU estava previsto para estrear em novembro de 2021, sendo que todo mundo já aceitava a ideia de que ele seria adiado indeterminadamente. Não só por conta do vírus mortal que tomava o planeta, mas principalmente porque era um projeto enorme e os filmes que estavam saindo nos cinemas não correspondiam às expectativas financeiras. E todos sabem que os estúdios não gostam de perder dinheiro, né?
Pois bem, as filmagens voltaram e como o lockdown ainda estava em alta, parece ter havido um menor cuidado na hora de esconder os atores que integrariam o elenco.
Em outubro, o ator Jamie Foxx já havia postado uma foto no Instagram confirmando que voltaria a interpretar o Electro– da franquia de Andrew Garfield – no novo filme doHomem-Aranha. Mais do que isso, a foto do vilão tinha três Homens-Aranhas olhando para o raio azul do Electro. Junto a isso, não demorou muito para que os paparazzi flagrassem Alfred Molina, o Doutor Octopus de Homem-Aranha 2 (2004) nos sets. Em seguida, o estúdio confirmou que ele repetiria o papel e também seria o vilão do filme. Com os boatos de que o longa seria inspirado na polêmica saga Um Dia a Mais, em que Peter Parker faz um pacto demoníaco para que as pessoas esquecessem sua identidade secreta, misturado a uma aventura no multiverso, os fãs logo assumiram que não seriam apenas os vilões a voltar para a sequência. Já era mais que óbvio para todos que a tão sonhada reunião dos Homens-Aranhas do cinema estava prestes a acontecer.
Só que produtores, atores e diretores negavam constantemente que a reunião aconteceria. Enquanto isso, os fãs passaram a vasculhar e fazer ‘marcação pesada’ em cima de Andrew Garfield e Tobey Maguire. Stories, fotos, tweets… Tudo era motivo de especulação de fãs desesperados à procura de qualquer pista que indicasse a volta dos outros Peters.
Então, saiu o primeiro trailer, confirmando Octopus como vilão. Essa prévia foi o bastante para deixar os fãs maluquinhos. A cena do Otto aparecendo no final rendeu memes comparando o personagem com o comentarista esportivo Walter Casagrande e viralizou em todas as redes sociais. Pouco tempo depois, vazaram fotos de Willem Dafoe, o Duende Verde do Sam Raimi, nos sets de filmagem. Dessa vez, eles não confirmaram a presença do ator e seguraram até o lançamento do outro trailer, que terminou com o próprio Duende Verde dando as caras no final.
Então, começaram os vazamentos. É bem provável que tenha sido o maior caso de vazamentos de arquivos da Sony desde os polêmicos e-mails da empresa em 2015, que acabaram redefinindo diversas franquias da Cultura Pop, incluindo a do Homem-Aranha.
O primeiro deles foi a já clássica imagem do Andrew Garfield com o traje do segundo filme em uma tela azul, apoiando o braço numa estrutura de ferro. Faltando poucos meses para o lançamento do longa, os fãs explodiram de emoção com o vídeo de milissegundos. A Sony, obviamente, negou que aquilo era real. Na mesma época, um prestigiado youtuber do meio da edição de vídeo gravou um vídeo “provando” que o conteúdo vazado era falso. Isso abriu uma grande discussão dentre os fãs para debater se era ou não real.
Mas a situação perdeu o controle mesmo com os vazamentos dos figurinos. Nas fotos, era possível ver o traje clássico do Aranha dos anos 2000, mas com leves alterações. Também era possível ver o uniforme de Andrew Garfield e a roupa preta que Tom Holland usa no filme. Para piorar as coisas, o trailer final brasileiro cometeu uma gafe que rodou o mundo. Na cena em que os vilões se unem para atacar o Homem-Aranha, o Lagarto tomava chute invisível na cara.
Durante a edição, um desavisado não percebeu o chute de Andrew Garfield e o apagou do vídeo, deixando sua ação ser executada por um indivíduo invisível. Quando os fãs perceberam e começaram a postar os prints, o perfil apagou o vídeo e colocou uma versão alterada. Mas já era tarde demais. O mundo já havia visto.
Então, na semana da estreia, milhões de fãs queriam ver o filme exclusivamente para saber se Tobey e Andrew fariam a participação ou não. Nas redes sociais, campanhas pedindo para não espalharem spoilers tomaram conta. E no fim das contas, esse tanto de vazamentos acabou servindo como uma publicidade espetacular para o filme, que não saía da boca do povo em meio a pandemia. E o melhor de tudo é que a primeira dose da vacina foi lançada alguns meses antes, então já seria mais seguro ir aos cinemas de máscara, contanto que estivessem vacinados. Ou seja, era o menos pior dos cenários dentre o inferno que o mundo vivia.
Para a Sony, o resultado foi fantástico. Nem mesmo o mais otimista investidor podia esperar que, em plena pandemia, o filme fosse não só romper a marca do bilhão, mas de chegar pertinho de fazer dois bilhões de dólares em bilheteria, mostrando que o cinema poderia sobreviver aos anos fechados.
Atualmente, há quem discuta qual momento seria o ápice da Cultura Pop envolvendo os super-heróis. Se é Sem Volta Para Casa ou a sensacional batalha final de Vingadores: Ultimato (2019). Enquanto um foi o resultado de mais de dez anos de planejamento do estúdio, com 21 filmes levando até aquele momento, o outro transcendia o próprio MCU, reunindo de três gerações de fãs para conferir os heróis de suas respectivas épocas interagindo em tela.
Diante disso, fica até complicado de discordar que nenhum ato dos filmes inspirados em quadrinhos supera o encontro dos Peters em tela. E o mais interessante disso é que Sem Volta Para Casa, tal qual a HQ que serviu de base, conseguiu fazer um retcon no Peter Parker do MCU de forma quase natural. Isso porque o filme desenvolve a história do garoto, redefinindo ideias anunciadas previamente – como a de não mostrar a perda traumática do Tio Ben, mas substituindo o momento pela morte da Tia May – e redirecionando o protagonista para um caminho mais próximo do que os fãs queriam.
Nas redes sociais, era muito comum ver as reclamações de que o Peter do Tom Holland era muito mimado e distante do garoto simples das HQs. Da mesma forma, sua dependência das figuras paternas era um incômodo. Então, o filme tratou de terminar com o menino sozinho, sem faculdade, sem amigos ou namorada, se mudando para um muquifo em Nova York. É aquilo, né? Quanto mais ferrado o Peter, mais felizes ficam os fãs.
No fim das contas, os fãs que tiveram o privilégio de ver esse filme nos cinemas puderam viver uma experiência que dificilmente se repetirá tão cedo. A catarse das sessões pelo mundo foi algo único, com fãs vibrando como um gol em final de Copa do Mundo quando Andrew Garfield apareceu pela primeira vez. O que parecia ser impossível aconteceu. O sonho antigo de gerações se realizou e a Marvel, dois anos depois, conseguiu superar a sensação da batalha final de Ultimato, em um momento que mexeu diretamente com o emocional de diferentes públicos.
Para muitos, esse foi o grande ato final doMCU que conquistou milhões pelo mundo, já que as produções seguintes não chegaram perto de repetir o sucesso deste filme.
Lançado em 2012, ‘O Espetacular Homem-Aranha’ apresentou uma nova versão do icônico herói, desta vez interpretado por Andrew Garfield. Agora, um vídeo dos bastidores do filme revela as gravações das cenas de ação antes da adição dos efeitos visuais.
A sinopse do filme descreve: “O jovem Peter Parker está em busca de respostas sobre sua origem. Ao encontrar uma pasta que pertenceu ao seu pai, ele tenta descobrir o motivo do desaparecimento de seus pais. Sua investigação o leva à Oscorp e ao Dr. Curt Connors, que possui um alter ego letal: o Lagarto”.
monstros irmãos menendez assassinos dos pais (7) (1)
Após o sucesso de ‘Monstros: Dahmer – Um Canibal Americano’, a Netflix anunciou o lançamento da segunda temporada, ‘Monstros: Irmãos Menendez – Assassinos dos Pais’, que explorará um dos crimes mais horrendos da história dos EUA.
Mas qual é o crime que inspirou a série?
Aviso: pode conter possíveis spoilers da produção.
Os irmãos Lyle e Erik Menendez foram condenados em 1996 pelo assassinato de seus pais, o executivo de Hollywood José Menendez e sua esposa Mary Louise.
O crime ocorreu na noite de 20 de agosto de 1989, quando José e Kitty estavam assistindo TV na sala de sua casa em Beverly Hills. Lyle, então com 21 anos, e Erik, com 18 anos, atacaram o casal com espingardas que haviam comprado alguns dias antes.
Os irmãos dispararam contra os pais diversas vezes. José recebeu um tiro na nuca que quase o decapitou, e os tiros que atingiram o rosto de Kitty a deixaram irreconhecível. Após o crime, Lyle ligou para a polícia, alegando que os assassinatos haviam ocorrido enquanto eles estavam no cinema assistindo a ‘Batman’.
Após a morte dos pais, os irmãos começaram a gastar a fortuna da família: Lyle com artigos de luxo e Erik contratando um treinador de tênis particular, entre outros gastos. Acredita-se que, em um curto período, eles tenham gasto cerca de US$ 700 mil.
Esse comportamento chamou a atenção da polícia, que começou a suspeitar dos irmãos. Durante a investigação, as autoridades encontraram os cartuchos das espingardas e, principalmente, gravações das sessões de terapia de Erik com seu psicólogo, Jerome Oziel, onde ele confessava o crime.
Lyle foi preso em 8 de março de 1990, e Erik se entregou três dias depois, após retornar de Israel. Ambos permaneceram na cadeia, separados, até dezembro de 1992, quando a corte aceitou as gravações como prova e acusou formalmente os dois pelo assassinato dos pais.
O julgamento dos irmãos passou por duas audiências: a primeira foi transmitida pela televisão e a segunda foi mais intimista. Durante o julgamento, os irmãos declararam que foram levados ao assassinato por uma vida inteira de abusos nas mãos de seus pais, especialmente abuso sexual pelo pai, descrito como um perfeccionista cruel e pedófilo.
A mãe foi descrita como uma viciada em drogas, alcoólatra, egoísta e mentalmente instável, que encorajava o comportamento do marido e, às vezes, também era violenta com os filhos.
A promotoria, no entanto, discordou das acusações e afirmou que o motivo do crime foi exclusivamente o dinheiro da família.
Ao final do processo, em 2 de julho de 1996, o juiz Weisberg proferiu a sentença de condenação dos irmãos: prisão perpétua sem direito à liberdade condicional.
Atualmente, os irmãos Lyle, com 56 anos, e Erik, com 53 anos, estão presos na unidade prisional Richard J. Donovan.
Com a estreia de ‘Alien: Romulus’ no fim de semana passado, os fãs de terror, suspense e ficção científica receberam um grande presente. Uma das franquias mais icônicas destes gêneros citados, ‘Alien’ parece ter sacudido a poeira e dado a volta por cima. Assim como o colega ‘Predador’ havia feito em 2022, no lançamento de ‘Prey’ direto no streaming. Esse era o futuro reservado para o novo ‘Alien’, mas a mudança de planos para o cinema fez muito bem a ele. O filme já é um sucesso de crítica e público.
‘Alien’, no entanto, não foi o único terror elogiado em 2024. Muito pelo contrário, já que recentemente foi lançado nos cinemas dos EUA (e algumas partes do mundo) o angustiante ‘Longlegs – Vínculo Mortal’, um digno herdeiro de longas como ‘Seven’ e ‘O Silêncio dos Inocentes’. O filme chega por aqui no fim deste mês.
É claro que não podemos esquecer outros exemplares elogiados do gênero no ano, como ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’, que igualmente caiu nas graças de todos e ainda está em cartaz nos cinemas. 2024 ainda teve ‘Imaculada’, ‘A Primeira Profecia’, ‘Entrevista com o Demônio’, ‘Abigail’, ‘Sob as Águas do Sena’ e ‘Maxxxine’ na lista dos filmes de terror queridos do ano.
Não pense você que acabou. Pois 2024 ainda reserva grandes promessas do gênero nos próximos meses e certamente algumas surpresas. Nessa nova matéria, iremos conhecer os filmes de terror mais badalados que chegam ainda este ano.
A nova categoria da nossa lista é: “sorrisos maliciosos”. E para inaugurar não poderia ser outro senão a continuação do sucesso ‘Sorria’, de 2022, que trazia a filha de Kevin Bacon, Sosie Bacon, como uma psiquiatra descobrindo uma terrível maldição passada através de sorrisos para lá de assustadores. No novo filme, a história dá uma guinada, seguindo outra protagonista. Agora iremos conhecer uma cantora pop sensação, papel de Naomi Scott. Ela vive Skye, a nova figura que irá encontrar a maldição do sorriso e dela precisará escapar. A estreia é no dia 17 de outubro.
Agora seguimos para o segundo filme da categoria “galãs malvados”, com James McAvoy. Ao contrário de Channing Tatum, McAvoy não é estranho a papeis de vilões, como em uma de suas melhores performances da carreira: ‘Fragmentado’. Aqui ele segue por esse caminho, mas interpreta um sujeito aparentemente agradável, casado e pai de família, que convida um casal que conheceu em uma viagem, formado por Mackenzie Davis e Scoot McNairy, para passar férias na casa de sua família. E bem, as coisas não são o que aparentam. O filme é o remake da produção dinamarquesa homônima de 2022. A estreia do remake é no dia 12 de setembro.
Agora dentro da categoria temos a ciência medicinal como foco. Vencedor do prêmio de melhor roteiro no badalado festival de Cannes deste ano, esse promete ser um dos filmes mais interessantes da segunda metade de 2024. Uma crítica ferrenha ao fanatismo do culto do corpo e a busca incessante pela juventude eterna, ‘A Substância’ traz Demi Moore no papel que pode definir esta nova fase de sua carreira, na meia idade. Ela vive uma atriz decadente, considerada velha, algo que ela conhece como ninguém, tendo sido um símbolo sexual nos anos 90. Ela adere a uma nova droga experimental, que ativa seu DNA e a transforma em uma versão mais jovem dela (no caso a atriz Margaret Qualley). Mas é claro que o abuso desta substância trará consequências letais. O filme tem estreia prometida para o dia 19 de setembro.
Salem – A Hora do Vampiro
Anteriormente conhecido como ‘Os Vampiros de Salem’ (assim como no original), esse filme inaugura uma nova categoria na lista. Bem, essa é clara: as criaturas de dentes afiados conhecidas como vampiros. Esse segmento é dedicado a elas. O primeiro é este longa que ficou engavetado por muito tempo e por pouco não foi cancelado. Aqui temos a que seria a primeira adaptação do famoso conto de Stephen King para o cinema, já que a versão anterior era uma minissérie. Mas eis que a Warner muda de ideia e resolve lançar o filme direto na plataforma da HBO Max. Ou seja, não foi desta vez. Na trama, um escritor retorna à sua cidadezinha, só para perceber que ela está tomada por criaturas que só saem à noite e se alimentam de sangue. A data escolhida é outubro deste ano.
Ainda na categoria dos filmes de vampiro este ano, temos uma obra bem mais renomada e badalada que o problemático item acima. Isso porque, apesar de termos mais uma refilmagem em mãos, aqui no comando temos um dos jovens cineastas de maior prestígio atualmente na indústria, Robert Eggers, o diretor de ‘A Bruxa’, ‘O Farol’ e ‘O Homem do Norte’. Seu novo trabalho é justamente a adaptação do livro Drácula, de Bram Stoker, em sua versão mais primitiva, ‘Nosferatu’. Quem vive o vampirão é o sempre medonho palhaço Pennywise em pessoa, Bill Skarsgard. E o elenco de peso conta ainda com Nicholas Hoult, Aaron Taylor-Johnson, Lily-Rose Depp, Emma Corrin e Willem Dafoe. A estreia é mais para o fim do ano, em dezembro.
De um sorriso amaldiçoado, passamos para o sorriso de um bom moço inglês, a última pessoa que pensaríamos poder nos fazer mal. Bem, é verdade que o astro britânico Hugh Grant começou a carreira como o bobo ingênuo de plantão, especialista em comédias românticas sempre no papel do bom moço atrapalhado. Bem, o que podemos dizer é que nessa nova fase, na meia idade, Grant tem aceitado papeis bem mais maliciosos e ousados. E o próximo da lista para o ator é o de um sádico psicopata. Ele é o dono de uma casa arquitetada para a tortura, que recebe em sua porta duas jovens missionárias, tentando convertê-lo à sua religião. Bem, como uma espécie de ‘Jogos Mortais’ misturado com ‘Escape Room’, as moças sem dúvida pensarão duas vezes antes de sua próxima visita. A estreia é no dia 21 de novembro.
Agora chegamos à categoria “ciência maligna”. Os próximos dois itens na lista trazem avanços na ciência humana criada para nos ajudar, mas que terminam se tornando um enorme problema na vida dos que as experimentam. O primeiro diz respeito à tecnologia. Já vimos a inteligência artificial como fonte de muitos filmes de terror recentemente, do remake de ‘Brinquedo Assassino’, passando por ‘M3GAN’, até os episódios de ‘Black Mirror’ e inclusive Megan Fox como uma boneca artificial no recente ‘Subservience’. Agora é a vez de Katherine Waterston e John Cho terem sua família aterrorizada por uma nova tecnologia no estilo Alexa. A estreia é prometida para o dia 29 de agosto, mas será que o título não receberá uma versão em português?
Não Solte!
Na última categoria, temos “mulheres desesperadas”. Duas grandes atrizes em papeis viscerais. A primeira é a vencedora do Oscar Halle Berry (que recentemente viu um filme seu em parceria com a Netflix ser jogado no lixo – a ficção e aventura ‘The Mothership’ – que depois de pronto jamais será lançado). Mas aqui falamos sobre ‘Não Solte!’, que traz Berry no papel de uma mãe de dois filhos pequenos, vivendo em uma cabana isolada. A recomendação é para que todos sempre saiam de casa amarrados em uma corda, só assim não serão feridos por algo que espreita na floresta. Mas o que será? Com um dos grandes mistérios do ano, o filme é prometido para o dia 10 de outubro.
Finalizando a matéria, ainda na categoria “mulheres desesperadas”, quem aparece agora é a sumida Amy Adams, indicada a 6 Oscar. A estrela não lança um filme nos cinemas como protagonista em nada menos que oito anos, quando estrelou o thriller ‘Animais Noturnos’. Como coadjuvante, o último foi ‘Vice’, de 2018. Desde então, estrelou três filmes, todos lançados direto para streaming – dois da Netflix e um da Disney+ (esse sendo a sequência do sucesso ‘Encantada’, que passou sem ser notado, até mesmo pelos fãs do original). E isso já tem dois anos. Mas nos próximos anos, Adams tem nada menos que seis trabalhos engatilhados. O primeiro a chegar será o terror ‘Nightbitch’, que ainda não tem título em português e fala sobre uma mulher exausta na vida de mãe, tendo abandonado sua carreira, descobrindo seu lado selvagem à noite. Pense no filme ‘Tully’ com Charlize Theron, porém, bem mais intenso – quando uma fera sai de dentro da mulher. O filme irá estrear no festival de Toronto no início de setembro e tem estreia programada para dezembro nos EUA.
Em ‘Babygirl‘, novo filme da A24, Nicole Kidman interpreta Romy, uma poderosa CEO que força os limites em um jogo de dominação sexual em um caso secreto com seu novo estagiário, Samuel, vivido porHarris Dickinson.
Embora não seja um filme de arte convencional, ‘Babygirl’ conquistou o público do Festival de Cinema de Veneza, sendo aplaudido de pé por mais de seis minutos, segundo a Variety.
Enquanto o público aplaudia, Kidman abraçou a diretora Halina Reijn, sorriu e corou com toda a atenção.
Estreando no circuito competitivo do evento, o longa que também conta com Antonio Banderas, Sophie Wilde e Esther McGregor, gerou comentários intensos por conta de sua natureza ousada e momentos repletos de de erotismo.
Inclusive, Reijn justificou que “todos nós carregamos uma pequena caixa preta cheia de fantasias escondidas, que talvez nunca compartilharemos com ninguém”, reforçando o tom de provocação da obra.
Depois de Veneza, ‘Babygirl‘ deve estrear na América do Norte no Festival de Cinema de Toronto antes de chegar aos cinemas, em 25 de dezembro.
O longa também recebeu 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Os críticos elogiaram amplamente o trabalho de Reijn e de Kidman, descrevendo o filme como uma experiência única e marcante.
“[Halina Reijn] deixa muitas questões em aberto, fazendo com que Babygirl persista na mente por mais tempo do que se espera. Isso abre um caminho para que artistas femininas, prontas e dispostas, abordem essas questões sensíveis e as explorem ainda mais profundamente”, disse Damon Wise do Deadline.
“Babygirl segue por caminhos inesperados, não apenas para alimentar o suspense, mas para explorar de forma autêntica a experiência erótica feminina na era do controle”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“O que torna o filme envolvente não é apenas a habilidade dos atores em lidar com os desafios complexos, mas também a forma como o roteiro evita julgamentos e normas morais rígidas”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Reijn faz com que pareça que estamos espiando os personagens através de um espelho de dois sentidos. Embora isso não diminua o interesse da trama, pode-se sentir falta de um pouco mais de intensidade em um filme tão disposto a explorar temas íntimos”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.
“É uma história sobre amor próprio, e uma das descobertas é que tudo bem permitir-se ser pequeno por um tempo”, disse Alison Willmore do New York Magazine/Vulture.
“Babygirl, de Halina Reijn, busca criar um retrato provocativo do poder, mas acaba se revelando apenas prejudicial”, disse Martin Tsai do Collider.
“Sem a performance destemida de Kidman e a direção precisa de Dickinson para levar a trama ao seu limite, “Babygirl” não teria o impacto que tem. É uma obra sensual, sombriamente engraçada e ousada. Não perca!”, disse Ryan Lattanzio da IndieWire.
“Halina Reijn se inspira nas diretrizes de seu mentor Paul Verhoeven para criar uma homenagem ao clássico thriller erótico, explorando um intenso relacionamento entre uma executiva poderosa e um funcionário mais jovem”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.
“Na trama, uma CEO bem-sucedida inicia um caso extraconjugal com um estagiário muito mais jovem”.
Antes dos streamings e da TV por assinatura se popularizarem no Brasil, as crianças e adultos dependiam da programação da TV aberta para assistirem as grandes séries que faziam sucesso lá fora. E isso criou uma geração praticamente acostumada a ver as mesmas coisas e debater ou comentar sobre os episódios no dia seguinte às exibições.
Neste fim de semana, o CinePOP separou cinco produções que ficaram eternizadas no imaginário popular brasileiro justamente por conta das exibições na TV aberta e que agora estão disponíveis nos streamings. Confira!
Responsável por lançar a carreira de Will Smith para o estrelato, Um Maluco no Pedaço foi garantia de risadas histéricas de toda uma geração entre a hora do almoço e a faixa das 18h na TV aberta. A trama acompanha o jovem Will, um rapaz da Filadélfia que é mandado para morar com os tios ricos de Bel-Air depois de se envolver em uma briga de rua em sua terra natal. Na nova mansão, ele vai sofrer um choque cultural gigantesco, enquanto vê sua vida ganhar novos capítulos em um colégio de adolescentes ricos. Diante desta nova realidade, ele vai tentar não perder sua identidade, mas vai entendendo que há mais na vida do que seus conceitos adquiridos na Filadélfia. É uma série hilária que também traz reflexões sociais fortíssimas. É uma produção realmente excepcional.
Integrando o curioso hall das séries que não fizeram tanto sucesso nos EUA, mas viraram febre no Brasil, Eu, a Patroa e as Crianças dialogou com o público nacional com as transmissões nas tardes e noites da TV aberta. Muito dessa identificação se deu pela dublagem brasileira, que é realmente extraordinária, só que ainda assim a série tinha um texto muito bom. A aposta era começar com um humor mais ‘pé no chão’, voltado para a identificação em situações cotidianas, mas o time criativo foi cedendo cada vez mais para o humor sem noção conforme as temporadas foram passando. É divertidíssimo acompanhar as confusões da família Kyle.
Classiquíssimo dos anos 80, Alf, o ETeimoso contou com uma grande força da TV aberta brasileira para atravessar gerações. A série conta a história de um alienígena trapalhão que segue ondas de rádio e acaba caindo na Terra, mais especificamente na Califórnia. Por lá, ele é resgatado por uma família de classe média que o esconde dos soldados do exército, que buscava o ET para dissecá-lo. Agora vivendo com os Tanners, Alf vai viver uma troca cultural sem igual, enquanto apronta as maiores confusões possíveis e impossíveis por ser um alienígena vivendo escondido na Terra.
“Querida, cheguei!”. Recheada de expressões e bordões eternizados no imaginário popular brasileiro, Família Dinossauros é uma das séries mais espetaculares já produzidas na televisão norte-americana. Estrelada por atores que vestiam trajes animatrônicos, a série usava o cenário da Pangeia para brincar com situações típicas da sociedade dos anos 90. Com personagens ridiculamente carismáticos, como o intrépido Baby, e um humor afiadíssimo, a produção passeou pelos principais canais da TV aberta durante os anos 2000, sempre trazendo uma audiência de respeito.
Uma das principais séries em live action da Disney, As Visões da Raven apostou no humor sem noção para acompanhar a adolescência de Raven Baxter (Raven-Symoné), uma vidente aprendendo a controlar seus poderes. Junto a seus amigos, ela tenta conciliar os problemas típicos dessa faixa etária, enquanto lida com as confusões criadas por sua habilidade de ver parcialmente o futuro. A produção fez sucesso na TV por assinatura, mas só se tornou o fenômeno que foi aqui no Brasil por conta das incessantes transmissões na TV aberta.
Nos últimos tempos, parece que todo filme que chega aos cinemas com grande investimento tem duração maior do que 2h, o que vem rendendo algumas críticas de parte dos fãs, principalmente após a pandemia e o efeito das redes sociais de vídeos curtos na forma das pessoas consumirem audiovisual.
Pois bem, se você se enquadra nessa galera, a dica deste fim de semana não é para você. Selecionamos filmes considerados muito grandes para você sentar no sofá e assistir sem hora para acabar. Ah sim, todos estão disponíveis na Netflix. Confira!
Com 3h09 de duração, Babilônia é o filme mais apoteótico de Damien Chazelle(La La Land). Trazendo nomes como Margot Robbie, Brad Pitte Tobey Maguire, o filme é contado pela ótica de um imigrante mexicano (Diego Calva) que sonha em virar produtor de Hollywood na década de 1920. Seu caminho se cruz com o de uma aspirante a atriz extremamente problemática (Robbie) e eles vão meio que crescendo juntos, mesmo que separados, em meio a toda a depravação e luxúria do mundo do cinema do século passado, atravessando algumas das principais transformações do cinema norte-americano e suas consequências para o mercado.
Já adianto que esse é o menor filme da lista, com apenas 2h22 de duração. No entanto, a trama atravessa tantos momentos históricos e tem tantas viradas que ele parece até maior do que realmente é. Vencedora do Oscar de Melhor Filme, essa aventura acompanha o ingênuo Forrest Gump (Tom Hanks), um rapaz que tem inteligência considerada abaixo da normal, mas que jamais desistiu de sua vida. Tendo nascido em um momento chave da história norte-americana, ele acaba servindo seu país na Guerra do Vietnã e embarca em uma jornada dramática, mas surpreendentemente bem-humorada atrás do grande amor de sua vida, mostrando que as boas intenções superam qualquer teste de QI.
Missão: Impossível – Acerto de Contas
Com 2h43, a primeira parte da aventura final deEthan Hunt (Tom Cruise) é a mais pura nata do cinema de ação da atualidade. A trama gira em torno de uma inteligência artificial que pode ser usada para controlar as principais nações do planeta. Um velho inimigo está atrás das partes faltantes para por as mãos nesta tecnologia. Porém, Ethan e seus amigos vão até as raias do absurdo para impedir que a chave de acesso caia nas mãos errada, mesmo que isso signifique saltar de moto de um penhasco, percorrer as ruas de Roma como se não houvesse amanhã ou tentar sobreviver a uma queda de trem. É tiro, porrada e bomba que não acaba mais.
Não existe falar em filmes longos sem citar este épico de Peter Jackson. Vivendo o auge de sua carreira, após enfileirar Oscars com a trilogia O Senhor dos Anéis, o diretor deu sua visão à história do King Kong, transformando a aventura em um filmão de 3h21. O longo tempo de duração pode assustar, mas é um longa recheado de efeitos visuais espetaculares, carregado de um CGI superior ao de muitas produções atuais, ação de primeira linha e um elenco repleto de carisma, com nomes como Jack Black, Naomi Watts, Andy Serkis e Adrien Brody.
Encerrando a lista, temosO Poderoso Chefão, vencedor do Oscar de Melhor Filme de 1973 e considerado por muitos como um dos melhores longas de todos os tempos. Obra atemporal deFrancis Ford Coppola, o filme usa suas 2h55 de duração para contar a história da família Corleone, encabeçada por Don Vito (Marlon Brando), grande chefe da máfia em Nova York. No entanto, apesar do grande líder ser Don Vito, o longa volta sua atenção para a transformação de Michael Corleone (Al Pacino) de um idealista universitário para um cruel chefe do crime organizado de Nova York.
O universo de ‘Game of Thrones’ continua se expandindo! Após o sucesso de ‘A Casa do Dragão’, a HBO está desenvolvendo uma nova série focada na Conquista de Aegon Targaryen, o primeiro rei de Westeros.
Em uma entrevista ao Nexus Point News, o roteirista Mattson Tomlin (‘O Exterminador do Futuro: Zero’) compartilhou detalhes sobre esse ambicioso projeto.
Tomlin revelou que está se baseando fortemente no livro “Fogo & Sangue” de George R.R. Martin:
“Começa com o que George fez. Eu agora passei bastante tempo com ele, e houve muitos momentos de ‘não posso acreditar’ apenas revisando Fogo e Sangue, destacando trechos e perguntando a ele: O que isso significava? O que é isso? O que eu acho que é. Às vezes, realmente questionando-o, ‘Eu não entendo, o que está acontecendo aqui?’ E outras vezes, dizendo, ‘Eu acho que isso poderia significar isso.’ Mas é realmente pegar aquele texto e tratá-lo como se fosse história real”, afirmou.
O roteirista também destacou a importância de equilibrar a fidelidade ao material original com a necessidade de criar uma narrativa dramática e envolvente:
“Uma das coisas que minha abordagem foi que Fogo e Sangue, é escrito como uma história real e essas coisas aconteceram. Sabemos a história de Alexandre, o Grande; sabemos a história de Napoleão. Sabemos quais foram as batalhas. Sabemos muitas das pessoas que morreram. Sabemos em alguns casos o que foi dito ou o que poderia ter sido dito, mas não sabemos tudo. Temos esses marcos que nos dizem como marchamos pela história. Mas também há aquela grande citação que alguém muito mais inteligente do que eu disse: a história é escrita pelos vencedores. E então há isso também”, acrescentou.
“Para mim, é sobre garantir que eu respeite George e respeito o texto. E então, ainda precisa ser uma história dramática. Aqueles personagens têm que passar por uma jornada; eles têm que mudar; eles têm que ir de um começo a um meio e a um fim. Descobrir como fazer tudo isso com as pistas que aquele livro didático deixou para mim e dizer, ok, vou interpretar essa história muito real e tentar fazer um show realmente vívido que espero que as pessoas amem e não odeiem, fazendo o melhor que eu posso”, concluiu.
A história acompanhará Aegon Targaryen e suas irmãs/esposas, Visenya e Rhaenys, em sua conquista de Westeros, montando seus imponentes dragões Balerion, Vhagar e Meraxes.
Lembrando que a série derivada de ‘Game of Thrones’, ‘A Casa do Dragão’, já está disponível na Max. A atração original também está disponível na plataforma de streaming.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussainté Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly Alcock e Emily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
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