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Épico de guerra com Viola Davis faz sucesso na Netflix e foi ACLAMADO com 94% de aprovação dos críticos

Entre os séculos XVII e XX, existiu um grupo de mulheres guerreiras no Reino de Daomé, no continente africano (hoje conhecido como Benim). Tais guerreiras eram conhecidas como Agojie, ou, como foram apelidadas pelos brancos europeus, Amazonas de Daomé, em virtude de suas similaridades com as amazonas que povoaram a mitologia greco-romana por tantos anos. Responsáveis por compor boa parte do exército do reino, as Agojie eram lutadoras poderosas – uma formação feminina e incomum para a época, mas que foram recrutadas pelo rei em virtude da forte baixa de guerreiros homens nas múltiplas batalhas enfrentadas. Agora, a história dessas incríveis mulheres chega ao catálogo da Netflix com o épico de ação ‘A Mulher Rei’.

O longa-metragem, comandado por Gina Prince-Bythewood (‘The Old Guard’) é uma celebração da cultura africana e, além de seu caráter esplendoroso, ajuda a desmistificar os estereótipos perpetuados pela visão segregada dos europeus – que, como bem sabemos, enxergavam a África como um grandioso mercado de escravos e nem ao menos tratavam suas populações como pessoas. A diretora, dessa maneira, consegue capturar cada um dos elementos com respeito máximo, promovendo uma exaltação da pluralidade cultural e escalando um elenco estelar que brilha do começo ao fim da produção. E o mesmo pode ser dito do roteiro assinado por Dana Stevens, que, aliando-se a Maria Bello para desenvolver a trama, faz questão de trazer as clássicas referências da jornada do herói para recriar essas mulheres que não têm o devido reconhecimento nos nossos estudos.

A trama é centrada em Nanisca (Viola Davis), uma general que fica responsável pelo treinamento das Agojie e que é a peça principal do iminente conflito entre os Fons, povo que habita Daomé, e a comunidade inimiga conhecida como Oyó, que os vem subjugando há décadas. Depois de serem ameaçados pelo perigoso e mortal Oba Ade (Jimmy Odukoya), que nutre de um terrível passado com a protagonista, cabe a Nanisca defender seu povo e livrá-los das correntes de uma exploração interminável – que inclusive coloca em risco a vida de suas meninas e o poder do Rei Ghezo (John Boyega). E é nessa necessidade de fortalecimento que entra Nawi (Thuso Mbedu), uma jovem rebelde que recusa a se casar e é entregue ao Rei para que seja treinada como uma Agojie – algo que lhe vem a calhar muito bem, considerando que ela, por fim, encontra quem é de verdade.

Dizer que Davis faz um trabalho espetacular é cair na redundância; afinal, a atriz, que venceu o Oscar por sua performance irretocável em ‘Um Limite Entre Nós, é considerada uma das melhores de todos os tempos e consegue se metamorfosear como nenhuma outra. Em ‘A Mulher Rei’, isso não seria diferente – e sua própria escalação é motivo o suficiente para querermos ver a produção. Como bem sabemos, Hollywood não tem uma reputação boa em relação a atrizes mais velhas, mas isso não impediu que Prince-Bythewood e o time de produtores executivos contratasse Davis para um dos maiores papéis de sua carreira, permitindo que ela esmiuçasse lados ainda não vistos em sua carreira e comandando cada cena com imponência de tirar o fôlego. Desde o modo como encarna Nanisca até os olhares cândidos que lança ao final do filme são elementos que nos dão confiança que ninguém mais além dela poderia viver a General nas telonas.

Todavia, não é apenas Davis quem está primorosa: Mbedu utiliza os convencionalismos da supracitada jornada do herói para fugir das restrições irreverentes e arrogantes de Nawi e se tornar uma guerreira ímpar, não pensando duas vezes antes de defender suas irmãs e lutar contra aqueles que querem tirar sua recém-descoberta família. Lashana Lynch volta com força tremenda como Izogie, mentora de Nawi, desfrutando de uma química apaixonante com Mbedu; e Sheila Atim interpreta Amenza, braço-direito de Nanisca que não apenas a acompanha em todas as batalhas, mas aponta quando ela comete erros ou quando deixa as dúvidas tomarem conta dela. Atim e Davis, ambas com background considerável no teatro, até mesmo aproveitam o espaço para pincelar suas rendições com alguns detalhes sutis, mas que fazem toda a diferença em cena (como o timing impecável e o confronto de olhares).

A diretora também tem preocupação considerável em se livrar das fórmulas com que o continente africano foi retratado no cenário mainstream, recusando-se a usar os costumeiros e ofensivos filtros alaranjados e abrindo espaço para arquitetar cenários idílicos que refletem a fauna e a flora com respeito. E isso não seria possível sem a presença de Polly Morgan, cuja direção de fotografia é emocionante e instigante, e a trilha sonora de Terence Blanchard, cujo resgate dos estilos musicais da época é certeiro em boa parte do longa (mesmo que no final peque no excesso melodramático que poderia ser mais cauteloso).

Apesar de fabulosamente bem solidificado, a obra não é livre de falhas, como já falei no parágrafo anterior – e talvez o problema que mais apareça é a multiplicidade de tramas que, por vezes, são deixadas de lado. Além da presença desnecessária de dois europeus (cujo sotaque forçado também não os ajuda a personificar os personagens), temos Ode (Adrienne Warren), uma das mulheres do reino vizinho que é capturada pelas Agojie e que se torna uma delas (“aqui eu vou ser a caçadora, não a caça”, ela diz em certo momento). Ode é olhada com certa esnobação pelas outras guerreiras, mas prova seu valor; porém, visto que esse arco não é perscrutado como deveria, ficamos com uma sensação de incompletude que é resolvida com um triste adeus.

Mesmo com deslizes eventuais, ‘A Mulher Rei’ é um majestoso espetáculo que cumpre com o que promete, nos avivando e nos comovendo com uma potente narrativa que precisa ser vista na maior das telas. Não lidamos apenas com a recontagem de uma história necessária, mas uma recriação que, à medida que se vale de uma nostalgia muito bem-vinda, é original, encantadora e aplaudível em sua totalidade.

Ridley Scott afirma que ‘Gladiador 2’ é O MELHOR filme que já fez

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Ridley Scott, o aclamado cineasta conhecido por obras grandiosas como ‘Blade Runner’ e ‘Napoleão’, está prestes a retornar às telonas com seu novo épico, Gladiador 2’, a aguardada sequência do clássico.

Em uma entrevista à Empire, Scott afirmou que o novo longa é sua maior produção, ou pelo menos uma das mais importantes.

“É a melhor coisa que já fiz. É uma das melhores coisas. Já fiz alguns bons filmes”, ele sorri e garante: “É uma ação brutal e intensa”.

Paul Mescal, que protagoniza o filme, declarou: “Sempre tive uma ambição latente de fazer algo mais muscular e físico. Do ponto de vista egoísta, eu queria surpreender o público, porque sabia que tenho esse tipo de papel dentro de mim. Quando surgiu a oportunidade, pensei: ‘Isso é algo que ninguém que tenha visto o meu trabalho anterior estará esperando’, e é Ridley Scott”.

Sobre as cenas de batalha no Coliseu, Mescal acrescenta: “Tentamos não parecer polidos. Você sente como se os corpos estivessem desacelerando enquanto lutam. Não é ting-ting-ting! É mais brutal. Você sente a fadiga”.

Lembrando que o novo filme estreia em 14 de novembro nos cinemas nacionais.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão). 

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dublado

Legendado

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Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe. 

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

‘Visão’: James Spader retornará como Ultron em derivado de ‘WandaVision’

O icônico Ultron, interpretado por James Spader, está confirmado para retornar ao Universo Cinematográfico Marvel na nova série ‘Vision Quest’ (título ainda não oficial), que será centrada em Vision, interpretado por Paul Bettany.

De acordo com o The Hollywood Reporter, Spader reprisará seu papel no derivado de WandaVision. Embora os detalhes específicos ainda não tenham sido revelados, a trama abordará a busca de Visão por um novo propósito na vida.

Segundo o Inverse, o executivo e produtor Terry Matalas (‘Jornada nas Estrelas: Picard’), será o roteirista-chefe da série.

Matalas chamou a atenção de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios.

“Foi por causa de seu trabalho incrível na Temporada 3 de Picard”, revela Feige. “Eu disse: Isso é incrível. Eu não sei como isso existe. Deixe-me encontrar a pessoa que fez isso”.

Lembrando que Agatha Desde Sempre’, será a próxima série da Marvel e estreia dia 18 de setembro no Disney+.

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‘Batman’: Michael Keaton credita Tim Burton pelo SUCESSO dos filmes de super-heróis

Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ marca a mais nova colaboração entre Michael Keaton e o diretor Tim Burton.

Além do filme original de 1988, a dupla trabalhou na adaptação de ‘Batman’ e em ‘Batman: O Retorno‘, lançadas em 1989 e 1992, respectivamente.

Ambos são citados entre os filmes mais adorados pelos fãs de quadrinhos, consolidando o gênero desde então.

E, durante uma entrevista para a GQ, Keaton rendeu elogios a Burton, dizendo que ele foi o responsável pelo sucesso de filmes de heróis, pavimentando o caminho para os atuais universos cinematográficos da Marvel e da DC.

Tim merece um enorme crédito por. Ele mudou o jogo. Não posso necessariamente confirmar isso, mas há uma forte possibilidade de que não haveria Universo Marvel e Universo DC hoje sem Tim Burton. Antes de decolarmos, duvidaram e questionaram o trabalho dele, mas foi um sucesso.”

Por falar nisso, Burton foi questionado pela Variety sobre a possibilidade de retornar ao universo dos super-heróis.

Questionado sobre a possibilidade de dirigir um novo filme de super-herói, Burton foi direto:

“No momento, eu diria que não. Como eu disse, eu abordo as coisas de diferentes pontos de vista, então eu nunca diria nunca para nada. Mas, no momento, não é algo que eu esteja interessado”, revelou.

O cineasta também relembrou os desafios enfrentados ao longo de sua carreira, como o projeto arquivado de ‘Superman’ com Nicolas Cage.

“Tudo é uma surpresa, porque sempre há essa jornada no estilo de “Jasão e os Argonautas” que todos enfrentam para fazer um filme. Eu trabalhei em alguns filmes que não aconteceram depois de anos de trabalho neles, e essas experiências são bastante traumáticas. Eu apenas tento me concentrar nas coisas que eu sinto com muita intensidade e eliminar todo o barulho ao redor delas”, concluiu.

Lembrando que ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’ será o próximo filme da dupla e estreia dia 05 de setembro nos cinemas nacionais.

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Burton retorna à cadeira de direção.

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‘Pisque Duas Vezes’: Taylor Swift elogia o longa de Zoë Kravitz

A cantora Taylor Swift usou as redes sociais para elogiar a diretora Zoë Kravitz pelo seu mais recente trabalho, ‘Piscar Duas Vezes’.

A artista descreveu o filme como: “Emocionante, distorcido, terrivelmente engraçado e visualmente deslumbrante. As atuações são fenomenais”.

Zoë Kravitz idealizou, escreveu e se dedicou a cada detalhe, dirigindo com uma visão tão clara e ousada. Estou muito impressionada com o que ela conquistou aqui e mal posso esperar para que todos descubram este filme e essa cineasta brilhante”, acrescentou.

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O longa está em cartaz nos cinemas nacionais.

A trama acompanha a garçonete Frida, que é convidada por um bilionário a passar as férias dos sonhos em sua ilha particular. No entanto, ela logo percebe que há algo errado com este lugar, e terá que descobrir a verdade sinistra se quiser sobreviver…

Com 31 críticas publicadas até o momento, o suspense ‘Pisque Duas Vezes‘ (Blink Twice), dirigido por Zoë Kravitz, conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia a direção competente da cineasta estreante, o tom da produção – que equilibra humor e suspense na medida certa –, e a forte performance de seus protagonistas, com Channing Tatum sendo um dos destaques.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“Sem a confiança [de Zoë Kravitz] em contar a história, este filme não funcionaria — além das sólidas performances de Naomi Ackie, Channing Tatum e Adria Arjona, com Christian Slater roubando a cena.” (Arizona Republic)

“‘Pisque Duas Vezes’ é uma visão frustrantemente tímida da classe bilionária, ocupada demais se deslumbrando com a figura de Channing Tatum para sequer perceber que está cometendo esse erro.” (Vulture)

“Um thriller realmente eficaz e incisivo que estabelece Zoë Kravitz como um talento ousado na direção e mostra um lado de Channing Tatum que você nunca viu antes.” (Empire Magazine)

“‘Pisque Duas Vezes’ é um filme muito disperso, sobrecarregado pelas exigências de seus temas pesados, imagens chamativas, pontos de enredo mal elaborados e personagens parcialmente desenvolvidos.” (The Hollywood Reporter)

“Apesar das implicações mais pesadas do filme de Zoë Kravitz, a cineasta estreante mantém uma dinâmica invejável do começo ao fim, combinando humor e suspense na medida certa. Você vai rir, vai ficar chocado e se vai se divertir muito.” (IndieWire)

“Talvez a maior surpresa de ‘Pisque Duas Vezes’ seja o quão maliciosamente humorístico este filme é.” (Mashable)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Zoë Kravitz (‘Batman’), a produção originalmente era intitulada Pussy Island.

Quando o bilionário de tecnologia Slater King (Channing Tatum) conhece a garçonete Frida (Naomi Ackie) em sua gala de arrecadação de fundos, faíscas voam. Ele a convida para se juntar a ele e seus amigos nas férias dos sonhos em sua ilha particular. É o paraíso. Noites selvagens se misturam com dias ensolarados e todos estão se divertindo. Ninguém quer que esta viagem acabe, mas à medida que coisas estranhas começam a acontecer, Frida começa a questionar a sua realidade. Há algo errado com este lugar. Ela terá que descobrir a verdade se quiser sair viva desta festa.

O elenco conta com Alia Shawkat, Simon Rex, Adria Arjona, Haley Joel Osment, Christian Slater, Kyle MacLachlan e Geena Davis.

Kravitz também assina o roteiro e a produção do filme, ao lado de ET Feigenbaum (‘Alta Fidelidade’).

 

‘Planeta dos Macacos: O Reinado’: Vídeo explora a criação dos efeitos visuais da sequência; Confira!

Já disponível na Disney+, Planeta dos Macacos: O Reinado’ apresenta uma nova legião de macacos liderados por Proximus César (Kevin Durand), que monta uma rede de escravos símios para orquestrar um plano contra os humanos que ainda são inteligentes.

Através do Twitter, a página Cosmic Marvel divulgou um vídeo inédito explorando a criação dos efeitos visuais do aclamado longa.

Confira:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

‘Deadpool e Wolverine’: Blade quase teve visual mais fiel aos quadrinhos; Confira as artes conceituais!

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Uma das maiores surpresas de ‘Deadpool e Wolverine‘ foi o retorno do Wesley Snipes ao universo da Marvel como Blade, o caçador de vampiros, papel que desempenhou originalmente entre 1998 e 2006.

E o personagem quase teve um visual mais fiel aos quadrinhos.

Em seu perfil do Twitter, o artista Wesley Burt compartilhou algumas artes conceituais destacando os diferentes figurinos sugeridos para o herói.

E um deles é semelhante à versão clássica dos quadrinhos.

Confira:

“Primeiras ideias para o Blade atualizadoa no Vazio em ‘Deadpool e Wolverine’, que você verão mais no próximo artbook! Também foi muito divertido trabalhar em uma homenagem à versão clássica de quadrinhos.”

Em entrevista à EW, Wesley Snipes revelou como sua participação em Deadpool & Wolverine se concretizou.

Tudo começou com um convite inesperado de Ryan Reynolds. “Eu não achava que fosse possível. Não achava que ele conseguiria concretizar. Não achava que a Marvel estivesse interessada. A Disney estava interessada”, disse Snipes, referindo-se ao fato de que Mahershala Ali havia sido escalado para interpretar Blade em um novo filme da Marvel.

No entanto, a paixão de Reynolds pelo projeto e a oportunidade de trabalhar com um amigo o convenceram a aceitar o convite.

Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Aposentadoria? Denzel Washington revela que poucos filmes ainda o interessam

HOLLYWOOD, CALIFORNIA - JUNE 06: Honoree Denzel Washington speaks onstage during the 47th AFI Life Achievement Award honoring Denzel Washington at Dolby Theatre on June 06, 2019 in Hollywood, California. (Photo by Michael Kovac/Getty Images for AFI)

O astro Denzel Washington, de 69 anos, parece estar considerando a aposentadoria das telonas. Recentemente, ele mencionou que Gladiador 2’, épico dirigido por Ridley Scott, é um dos poucos filmes que ainda despertam seu interesse.

Em uma entrevista à Empire, Washington revelou:

“Há muito poucos filmes que me interessam e eu preciso ser inspirado pelo cineasta. E eu fui tremendamente inspirado por Ridley”, disse o ator.

Sobre sua parceria com Ridley Scott, Washington comentou: “Tivemos uma ótima experiência na primeira vez e aqui estamos nós. Ele está engajado, animado com a vida e com seu próximo filme. Ele é uma inspiração. Todos deveríamos querer sentir isso aos 86 anos”.

Em relação aGladiador 2’, Washington declarou: “É a melhor coisa que eu já fiz. Uma das melhores coisas. Eu já fiz algumas boas”.

Lembrando que ‘Gladiador 2’ estreia em 14 de novembro nos cinemas nacionais.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

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A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

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O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Confira uma foto dos bastidores.

 

 

Temuera Morrison e Jacob Batalon se juntam a Jason Momoa e Dave Bautista no novo filme de AÇÃO do diretor de ‘Besouro Azul’

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De acordo com The Hollywood Reporter, mais cinco nomes foram escalados para ‘The Wrecking Crew’, filme de ação do diretor Ángel Manuel Soto (‘Besouro Azul’).

Entre eles, Temuera Morrison (‘O Livro de Boba Fett’), Jacob Batalon (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’), Frankie Adams (‘The Expanse’), Miyavi (‘Kate’) e Stephen Root (‘Barry’).

O grupo se junta a Jason Momoa (‘Aquaman’) e Dave Bautista (‘Blade Runner 2049’).

A trama gira em torno de dois meio-irmãos, um é um policial nada ortodoxo (Momoa) e o outro é um fuzileiro naval respeitado e disciplinado (Bautista).

Após mais de vinte anos sem se falarem, eles devem trabalhar juntos para desvendar a conspiração por trás do assassinato de seu pai no Havaí.

Morrison dará vida ao governador do Havaí, enquanto Batalon será um investigador particular atrevido e experiente que conhecia o pai dos irmãos.

Com o início das gravações programado para outubro na Nova Zelândia, o longa foi escrito por Jonathan Topper (‘O Projeto Adam’).

Assista a nossa entrevista com o diretor Angel Manuel Soto:

‘Maria’: Diretor explica a escolha de Angelina Jolie para o papel

Angelina Jolie (‘Malévola’) e Pablo Larraín (‘O Conde’) se uniram para trazer à vida a história da lendária cantora de ópera Maria Callas no filme Maria’. A parceria, fruto de uma admiração mútua, promete ser um dos destaques do cinema.

Larraín, conhecido por seus retratos de figuras femininas complexas, como em ‘Jackie’ e ‘Spencer’, revelou em entrevista à Vanity Fair que desejava trabalhar com Jolie há algum tempo. Após assistir a ‘Spencer’, a atriz aceitou o convite para interpretar a diva da ópera.

“Conversei com Angie e disse: ‘Olha, eu gostaria de fazer um filme com você. Não vou te contar o que é, mas por favor vá assistir a Spencer'”, lembrou Larraín.

A escolha de Jolie para o papel não foi por acaso. Larraín buscava uma atriz que encarnasse a força e a fragilidade de Callas, e encontrou em Jolie a combinação perfeita de beleza, talento e intensidade. A preparação da atriz foi árdua, envolvendo aulas de canto, estudo da postura e do sotaque característico da cantora.

“Ela se tornou a soma das tragédias que interpretou no palco. O filme é sobre alguém que, após dedicar sua vida ao público ao redor do mundo que a ouviria, decide encontrar sua própria voz, sua própria identidade, e finalmente fazer algo apenas para si mesma”, declara Larraín. 

“Esta é a maior diva do século XX, e quem poderia interpretá-la? Eu não queria trabalhar com alguém que não tivesse isso já. Eu precisava de uma atriz que naturalmente e organicamente fosse essa diva, carregasse esse peso, fosse essa presença. Angelina estava lá”, explica o cineasta.

O filme se aprofunda na vida pessoal e artística de Maria Callas, explorando a relação entre sua vida pública e privada. Larraín destaca a fragilidade por trás da imagem de diva, mostrando como a busca pela perfeição artística pode ter um alto custo pessoal.

“Enquanto ela cantava, ela estava vivendo tudo o que passou no palco. É por isso que ela também era muito respeitada, não apenas pela qualidade e cor e especificidade de sua voz, mas também pela maneira como se apresentava. Eu me conectei através da forma como a elaboração do seu trabalho pode, às vezes, ser devastadora”, explica Larraín,

“Embora esta seja a história de uma mulher que viveu dos anos 20 aos anos 70 e teve uma vida completamente diferente da minha, há uma fragilidade que é inevitável. É impossível esconder a si mesmo. Ela queimou sua voz, sua vida, ao fazer seu trabalho — e acho que eu queimei um pouco de mim mesmo ao fazer isso”, concluiu.

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Maria tem direção de Pablo Larraín e roteiro de Steven Knight.

Além de Angelina Jolie, o elenco ainda conta com Pierfrancesco Favino (‘Nostalgia’), Alba Rohrwacher (‘Corações famintos’), Haluk Bilginer (‘Şahsiyet’), Kodi Smit-McPhee (‘2067’) e Valeria Golino (‘Euforia’).

“Baseado em fatos, Maria vai contar a história tumultuada, bela e trágica da vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970”, diz a sinopse.

Lembra dele? | ‘Se Beber, Não Case!’, comédia clássica dos anos 2000, completa 15 anos

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Quando começamos com a coluna ‘Lembra dele?’, a ideia era relembrar alguns filmes que fizeram sucesso no passado e marcaram época, trazendo aquela sensação gostosa de nostalgia, mas confesso que perceber que o mês de agosto marca o aniversário de 15 anos de Se Beber, Não Caserendeu uma sensação terrível de velhice.

Lançado em agosto de 2009, esse filme foi um fenômeno fora de série na época da estreia, não à toa acabou virando uma trilogia. Ao sintetizar com perfeição o espírito da quinta série, a comédia de Todd Phillips marcou uma geração ao trazer a história de um grupo de amigos que vão para Las Vegas em uma despedida de solteiro e acabam passando da linha. No dia seguinte, eles descobrem que perderam o noivo e que fizeram os maiores absurdos possíveis durante a noite. Sem lembrarem do que aconteceu, eles começam a reconstruir os passos em busca do amigo, antes que tenha início o casamento.

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Há uma série de fatores pelos quais esse filme fez sucesso, mas o maior deles é o apelo ao absurdo por meio do humor de identificação. A história parte de um princípio extremamente comum que é uma ressaca história. Que atire a primeira pedra quem nunca acordou no dia seguinte a uma noitada tendo feito alguma burrada colossal. Partindo dessa premissa, Phillips deixou a criatividade aflorar para pensar nos maiores absurdos possíveis, mas de uma forma que ficasse crível.

E o mais divertido disso tudo é ver como ele trabalha a comédia por meio de dois extremos, representados pelo Alan (Zach Galifianakis) e pelo Stu (Ed Helms). Ao lado de Phil (Bradley Cooper), eles integram esse trio inusitado que é extremamente comum por aí. Phil é o amigo quarentão que ainda acha ser um adolescente, Stu é o amigo sério que deu certo na vida profissional, mas perdeu o brilho de viver, já Alan é o ‘agregado’ esquisito, geralmente representado pelo amigo ou parente da namorada de alguém do grupo, mas que conquista seu espaço com seu jeito peculiar. E a construção desse trio é fantástica, porque entende perfeitamente seu público-alvo.

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Phil é o ponto de identificação para o público (sim, galera. A autoestima masculina é assim mesmo), por isso que ele é o personagem mais ‘normal’ da trama. Seu jeitão genérico de incentivar as burradas sem exagerar é o ponto de equilíbrio, porque permite que Alan e Stu percam completamente a linha. Enquanto vemos o dentista arrancar o próprio dente ou casar com uma garota de programa, ou o irmão da noiva se envolver com a máfia e urinar na frente do tigre do Mike Tyson, é Phil, o professor do ensino médio, quem traz a galera de volta para a realidade.

Ao mesmo tempo, ele assume um tom de ‘responsável’ pelo grupo, enquanto realiza algumas das fantasias mais comuns da meia-idade masculina, como dirigir uma viatura de polícia, flertar o tempo inteiro, pagar por uma cobertura caríssima no hotel mais famoso da cidade, ter uma noitada digna dos ‘velhos tempos’ com os amigos, tirar a sorte grande em um cassino e conhecer seu ídolo de infância. Sem o Phil, Alan e Stu não brilhariam tanto. Um exemplo disso é Se Beber, Não Case! 3 (2013), que é mais focado em Alan e coloca o Phil para embarcar mais nas loucuras da história, o que não funciona tão bem.

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Mais do que isso, Se Beber, Não Case! se destaca não apenas por ser uma comédia muito boa, mas por ser um filme muito bom. A direção de Todd Phillips é muito boa para a época, e a ousadia do roteiro foi muito grande. Na época, o politicamente correto começava a crescer no cinema. Um debate necessário estava sendo criado e os frutos estão começando a ser vistos hoje. Nesse cenário, o diretor decidiu realizar sua fantasia adolescente e deixar qualquer debate de lado em prol da diversão e do humor politicamente incorreto. O resultado foi tão positivo que acabou influenciado uma série de comédias mais babacas lançadas pela Warner nos anos seguintes, como Quero Matar Meu Chefe (2011), mas nenhuma foi tão precisa em acertar o ‘politicamente incorreto aceitável’ quanto esse filme.

Mais do que isso, a direção dele foi muito inventiva. Há momentos que remetem a filmes de crime, outros a comédias clássicas, só que tudo isso condensado de forma original. O visual estético do longa, inclusive, praticamente definiu o padrão das comédias que viriam a partir dali. Foi algo tão bem feito que nem mesmo os capítulos seguintes da franquia conseguiram replicar.

8984140c297b0146a70b12794628e1d3Além do trio principal, o longa eternizou um personagem completamente excêntrico, que arrancou risadas inesperadas por seu jeito sem noção: o Sr. Chow.

Interpretado pelo humorista Ken Jeong, o chefão do tráfico internacional virou ícone dos cinemas com sua vozinha fina, calça apertada, sapatos de criança, vício em jogo e traços claros de psicopatia. A existência de um personagem como o dele, repleto de estereótipos, é algo que não acontecerá mais nas telonas, só que o trabalho do humorista é tão fora da curva que fica impossível não rir das atrocidades que ele faz e fala.

 

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No fim, quando todas as trapalhadas – e crimes – do trio dão certo, e eles chegam ao casamento como se nada tivesse acontecido, o filme consolida nessa grande aventura adolescente em um dos melhores filmes ‘quinta série’ já feitos.

Quinze anos depois de fazer os cinemas do mundo gargalharem, Se Beber, Não Case! é um filme que aparentemente não tem mais espaço na atualidade, mas segue como uma das melhores comédias feitas no século XXI. Afinal, fazer o público rir das próprias fantasias e ver o quanto elas são bobas na vida real é algo muito difícil e extremamente divertido quando bem executado.

Se Beber, Não Case! está disponível no MAX.

‘Cidade de Deus: A Luta Não Para’ estreia neste domingo com o desafio de trazer o universo clássico para os streamings

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Os fãs de Cidade de Deus podem comemorar. Após 22 anos do lançamento do filme que revolucionou as produções nacionais, popularizando o filão de ‘Favela Movies’, esse universo ganhará uma continuação que estreia neste domingo (25) no Max. No entanto, o formato da vez será diferente. Saem as telonas e entram as telinhas, já que Cidade de Deus: A Luta Não Para será uma série semanal de seis episódios.

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A série derivada é a grande aposta do Max para esse período, já que o filme é um sucesso internacional, citado constantemente nas listas de “filmes essenciais” de grandes diretores renomados. Ou seja, a ideia é que a produção seja um fenômeno não apenas no Brasil, mas no mundo. E para isso, a plataforma reservou um horário mais do que nobre para a série: domingos às 21h. Para quem não está familiarizado, essa é praticamente a mesma faixa de lançamento dos episódios da franquia Game Of Thrones, que foram lançados religiosamente às 22h de domingo.

Dessa forma, o Max mostra não apenas o prestígio da produção nacional, como também funciona como uma aposta da plataforma para tentar conquistar a audiência carente dos episódios de A Casa do Dragão, por exemplo, trazendo novamente um ‘compromisso’ para os fãs no horário tradicional do fim de semana.

A série agora se passa no ano de 2004, quando Buscapé (Alexandre Rodrigues) se consolidou como um fotógrafo prestigiado pela imprensa, já que conseguiu acesso aos crimes da Cidade de Deus para vender as imagens para os jornais. O problema é que isso trouxe um debate social muito forte, já que os veículos passaram a utilizar as imagens do crime na comunidade para pressionar as autoridades a enviarem um policiamento brutal que começou a tratar todos os moradores da favela como se fossem criminosos.

Diante desse conflito, a série vai abordar a vida na Cidade de Deus pela perspectiva de diferentes moradores, sejam eles boas pessoas, que estão apenas tentando seguir a vida, sejam eles criminosos que ajudam a manchar a imagem da comunidade. É uma produção que pega o ‘Favela Movie’ e tenta expandir o debate que tanta polêmica gerou nesses últimos anos. Ou seja, é uma série repleta de possibilidades e potencial.

Para a série, Fernando Meirelles deixa a cadeira da direção e assume a produção. Para o cargo de diretor, Aly Muritiba, de Deserto Particular (2021), foi chamado e vai tentar não apenas honrar, mas principalmente expandir o legado do filme original. Só que é claro que a missão não será fácil, e isso se estende a todos os setores da produção.

Um dos roteiristas da série, Estevão Ribeiro comentou sobre os desafios de criar uma série derivada para dar continuação ao universo de Cidade de Deus.

“Há todos os desafios possíveis. Cidade de Deus é simplesmente o segundo filme de língua não inglesa mais visto no mundo (atrás de Os intocáveis) e que inaugurou um estilo, uma estética e também ‘vendeu’ para o mundo um Brasil longe dos cartões-postais. Nossa proposta é vender esse mesmo Brasil, agora amplamente conhecido pelos outros filmes e séries que vieram na trilha do sucesso [de ‘Cidade de Deus’], mas mostrando a visão da população, que sofre em meio à guerra, mas não esmorece, e luta diariamente”, explicou Estevão Ribeiro.

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O time de roteiristas, inclusive, é muito vasto. Além de Estevão, Sérgio Machado, Armando Praça, Renata Di Carmo e Rodrigo Felha integram o time que vai trazer as novas aventuras de Buscapé e dos novos personagens da Cidade de Deus para as telas.

Estevão Ribeiro falou um pouco mais sobre como foi trabalhar com essas galera para poder revisitar e expandir esse universo.

“Trabalhar em sala de roteiro é um exercício de desapego e argumentação. É um ambiente onde ganha-se mais adicionando à ideia alheia do que competindo para que o seu plano entre no lugar do outro. Agregar é sempre melhor, mas é importante saber quando derrubar algo que não se sustenta. E quando se tem profissionais de experiências diversas – Sênior, Pleno e Junior – com cada um trazendo os calos ou o frescor de suas vivências, e se consegue traduzir tudo isso em história, é ótimo, como foi no caso desta série. Agora só posso torcer pelo sucesso da série”, comentou o roteirista.

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Com essa proposta diferente, a série estreará um episódio por semana no streaming. E não há dúvida de que não faltam histórias incríveis a serem desenvolvidas nesse universo. A questão é saber como os fãs vão reagir a essa trama sem contar com um dos maiores personagens de todos os tempos: Zé Pequeno (Leandro Firmino).

Cidade de Deus: A Luta Não Para estreia neste domingo (25) no Max. Ansiosos?

Dica do fim de semana | Animações estilizadas para conferir nos streamings

Nos últimos anos, Hollywood parece ter entendido que os filmes animados precisam ser criativos e não necessariamente realistas. Com direito a estilos mais divertidos, as animações 3D passaram a apostar em técnicas diferenciadas para surpreender artisticamente os fãs.

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Em meio a essa tendência, o CinePOP vai indicar cinco (na verdade, seis) animações nessa pegada para você assistir nos streamings neste final de semana. As plataformas estão

Os Caras Malvados

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Lançado em 2022, esse filme é maravilhoso, mas acabou não recebendo tanta atenção quanto merecia. Inspirado nos quadrinhos infantis homônimos, o longa traz um grupo de criminosos ‘tarantinescos’ que são animais antropomórficos. Em sua jornada de bandidagem, o grupo reúne bichos cujas habilidades naturais são perfeitas para as missões de roubo e invasão. O problema é que eles sempre foram vistos como vilões, então meio que abraçaram essa ideia de serem maus por natureza. Só que um dos roubos dá errado e eles acabam salvando pessoas, sendo vistos pela primeira vez como heróis. Diante desse sentimento novo, o grupo vai tentar embarcar em aventuras pelo bem, fazendo deles aprendizes de heróis para escaparem da prisão por seus crimes antigos.

Onde assistir: Netflix

 

As Tartarugas Ninja: Caos Mutante

Já indicamos esse filme aqui ao longo de 2023, mas agora que está no catálogo da Netflix, é uma chance de ouro para conferir a nova – e melhor – adaptação das Tartarugas Ninja para os cinemas. O longa tem uma arte que mistura estilos por meio da tecnologia 3D. Há cenas, por exemplo, que parecem ser feitas em stop-motion. Mas o que realmente conquista é a reinterpretação dos heróis adolescentes, que agora são realmente adolescentes. Seja pelo comportamento brincalhão e cheio de inseguranças, seja pelos elencos compostos por crianças (incluindo a versão brasileira), essa aventura espetacular é um dos maiores acertos dos últimos anos.

Onde assistir: Netflix

Gato de Botas 2: O Último Pedido

Depois de um primeiro filme mediano, a sequência de O Gato de Botas (2011) demorou 11 anos para ser lançada, mas é tão boa que fez valer cada ano de espera. Trazendo uma estética inspirada na nova tendência de animações 3D e movimentações fortemente inspirada pelos animes, os desenhos japoneses, o longa mostra o mercenário peludo mais amado dos cinemas vivendo suas aventuras pelo universo dos contos infantis. Entretanto, ele descobre que suas nove vidas estão chegando ao fim, levando o gato a encarar a real possibilidade da morte levá-lo de uma vez por todas. Acometido pelo medo de morrer, ele vai atrás da lendária estrela dos desejos para recuperar as oito vidas perdidas. Mas, para que essa missão dê certo, ele terá que se antecipar a outros mercenários e superar a ameaça de um caçador de recompensas aterrorizante, que é interpretado pelo Wagner Moura.

Onde assistir: Telecine

 

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

Sucesso dos streamings na pandemia, A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é um daqueles filmes que foi salvo pela Netflix. Após passar anos em produção, o longa foi arquivado pela Sony, que topou vender o projeto prontinho para a Netflix pudesse lançá-lo no streaming, já que os lançamentos nos cinemas, na época, só davam prejuízo. A história é completamente surtada e divertida, mas também traz uma mensagem muito legal. Isso porque Katie, uma aspirante a cineasta, está indo para a faculdade. E quem não está lidando muito bem com isso são seus pais, que terão de se separar da filhinha pela primeira vez na vida. Para tentar aproveitar seus últimos momentos com ela, a família Mitchell cancela as passagens de avião da garota e decide levá-la de carro para a faculdade. O problema é que a revolução das máquinas começa a acontecer no meio do caminho, então, eles terão de se entender na estrada para levarem a garota em segurança e sobreviverem ao apocalipse robótico.

Onde assistir: Netflix

 

Homem-Aranha no Aranhaverso

Grande responsável pela introdução desse estilo mais ‘ousado’ de animações 3D, revolucionando a busca pelo fotorrealismo da Pixar, Homem-Aranha no Aranhaverso é uma aventura pela vida de Miles Morales, um jovem de Nova York que é picado por uma aranha geneticamente alterada na noite em que o Homem-Aranha foi morto pelo Duende Verde. Sem Peter Parker, Miles vê seus poderes despertarem, mas só vai seguir seu destino depois de uma incursão do Multiverso levar até ele diferentes versões do Cabeça de Teia, que precisa de ajuda para voltarem para casa antes que eles sejam apagados da realidade. É uma aventura divertida sobre poder e responsabilidade, que traz também uma trilha sonora pesadíssima. E para quem curtir, a sequência, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, está disponível no Max.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Crítica | ‘Vidas Bandidas’ é uma minissérie SENSACIONAL

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Disponível no catálogo do Disney+ e um dos grandes projetos originais nacionais da plataforma para 2024, Vidas Bandidas é uma minissérie sensacional! A trama conta a história de uma traição revoltante entre dois assaltantes de turistas no Rio de Janeiro. Porém, essa sacanagem feita entre os bandidos resulta em uma jornada de vingança e descontrole repleta de ação, adrenalina, malandragem e surpresas que transitam entre o revoltante e o cativante.

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Serginho (Rodrigo Simas) e Raimundo (Thomas Aquino) são dois bandidos que integram um esquema de assalto a turistas no Rio de Janeiro. Só que cada um traz ambições diferentes. Enquanto Raimundo sonha em juntar dinheiro para largar essa vida e formar uma família para trabalhar como pescador em Cabo Frio, Serginho almeja o luxo, uma vida de emoções, milhões na conta e belas mulheres ao ao seu lado. E ambos estão muito próximos de realizar seus desejos. Basta realizarem um último assalto, mas dessa vez em alto-mar.

Serginho chama o companheiro de ‘trabalho’ para assaltar um iate/ cassino que reúne milionários e suas fortunas nas águas da Baía de Guanabara. No entanto, o que Raimundo não sabia é que além da grana, o ‘amigo’ visava também humilhar a chefe do crime do Rio, Bruna (Juliana Paes), que havia dado um belo esculacho na dupla dias antes. Acontece que Serginho estraga tudo, compromete a invasão e deixa Raimundo para trás. Além de deixar o rapaz nas mãos da polícia, o pilantra ainda causa a fúria de Bruna, que não vai parar enquanto não puser as mãos neles.

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Seis anos se passam e Raimundo deixa a cadeia. Nesse tempo, Serginho aumentou suas pilantragens chegou a um nível de traição realmente imperdoável. Paralelamente a isso, Bruna descobre que os dois ladrões estão ‘na pista’ novamente e vai pessoalmente atrás deles. Ou seja, de uma só vez, dois personagens extremamente perigosos partem em busca de sua vingança. Sabendo disso, Serginho busca se proteger para deixar o país o quanto antes para realizar seu sonho de uma vida digna dos comerciais de cerveja da década de 1990.

E apesar da série ser contada mais pela perspectiva de Raimundo, em mais uma grande atuação de Thomas Aquino, é o Serginho de Rodrigo Simas que movimenta a trama. Ele é simplesmente desprezível e babaca, mas é de sua malandragem sem fim que as coisas acontecem. Quando o espectador pensa que chegou ao fim as pilantragens, ele vai lá e arma um novo golpe para se dar bem. É uma personagem muito irritante e, de certa forma, cativante, porque faz uma série de burradas que prendem o público para saber como isso vai terminar.

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Mas não é só a dupla de protagonistas que está muito bem. O elenco inteiro tem uma sinergia muito interessante, como se tivessem trabalhado juntos por anos e anos. Com destaque especial para o grande nome do time, Juliana Paes. Trazida como a grande atriz do projeto, ela interpreta a chefona do crime e faz isso de forma espetacular. Na verdade, Juliana tem dado vida a criminosas tão impressionantes que faz o público lamentar que tenham demorado tanto tempo para dar papeis assim a ela.

Quem também se destaca é a jovem Larissa Nunes, que interpreta a coitada da Marina, noiva de Raimundo que acaba envolvida na tramoia dos dois. Ela é uma mulher simples, que sonha com uma vida simples, mas honesta. Para isso, mantém seu salão e tenta ao máximo não se envolver com as falcatruas. Outro nome sensacional é Otávio Müller. Famoso por seus papeis humorísticos, Otávio dá vida a um bandidão do interior do estado que surpreendentemente diverte em cada aparição.

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Essa presença surpreendente do humor em meio a essa trama de vinganças ajuda a conquistar o público, porque deixa a série ainda mais deliciosa de ser vista. E por ser uma minissérie de apenas quatro episódios, totalizando cerca de 2h de duração, ela incentiva o espectador a maratonar. Do momento do play até o fim, é impossível pausar os episódios de tão interessantes que são. E muito disso se deve ao texto, que é muito dinâmico, e à direção, que ficou nas mãos de Gustavo Bonafé.

Para os que não conhecem, Bonafé foi o responsável por dirigir o primeiro filme de super-herói do Brasil, O Doutrinador (2018). E isso parece influenciar bastante nesse trabalho, porque Vidas Bandidas tem todo o jeitão de filme inspirado em histórias em quadrinhos. Se fosse uma produção norte-americana, certamente teria fã procurando alguma graphic novel do início dos anos 2000 para comparar. É uma direção que aposta mesmo no dinamismo e na compreensão do formato de séries. Por mais que possa ser assistida como um filme, maratonando os quatro capítulos, a minissérie em momento algum abandona o formato episódico, que desenvolve a trama perfeitamente.

vb s1 ep1 sc35 00013Outro mérito da produção é seu timing de lançamento. A série vem na ressaca da quinta temporada de Impuros, que foi lançada de uma vez no início do mês. Com os fãs carentes por uma produção nacional de ação, Vidas Bandidas vem para divertir e impressionar o público com uma história fechadinha e cativante. E para não dizer que a série é perfeita, quatro episódios são muito pouco para o carisma e potencial desses personagens. A série termina e você quer ver mais deles.

Parte importante da estratégia de reforço do Disney+ no Brasil, Vidas Bandidas é uma produção fantástica. Até mesmo quem não está dando muito por ela, quando der o play, só vai conseguir parar de assistir quando descobrir quem vai conseguir sua vingança, seja ela poética ou não.

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Vidas Bandidas está disponível no Disney+.

Palhaço assassino retorna em novo cartaz da sequência ‘Terrifier 3’; Confira!

A sequência ‘Terrifier 3‘, que trará o psicótico palhaço Art atacando durante o Natal, ganhou um novo cartaz sinistro.

De acordo com o insider Critical Overlord, o trailer completo do terceiro filme será lançado oficialmente na próxima segunda-feira (26).

Confira a arte e siga o CinePOP no Youtube:

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro, pela Diamond Films.

David Howard Thornton retornará como o psicótico palhaço Art.

O elenco ainda contará com o retorno de Lauren LaVera (Sienna), Samantha Scaffidi (Victoria Heyes) e Elliot Fullam (Jonathan Shaw), além de introduzir Chris Jericho (Burke) e Daniel Roebuck (Papai Noel) e Tom Savini.

Damien Leone retorna como diretor e roteirista.

Vale lembrar que, sucesso nos cinemas, o segundo longa arrecadou impressionantes US$ 15 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 250 mil. E, além de ter despertado a curiosidade dos espectadores, a produção também agradou os críticos, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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Robert Downey Jr. e conexão com ‘Vingadores’: História ORIGINAL de ‘Deadpool & Wolverine’ seria diferente…

O vindouro 'Deadpool 3' vai trazer os heróis da Fox para o MCU

A união deDeadpool e Wolverine nas telonas foi um dos eventos mais aguardados pelos fãs de quadrinhos. No entanto, a produção do longa foi marcada por diversas mudanças e reescritas, resultando em um filme que divergiu significativamente dos primeiros rascunhos do roteiro.

Segundo o ComicBookMovie, inicialmente, a história se concentrava em uma trama envolvendo a Autoridade de Variância Temporal (TVA) e a busca por um Logan Supremo.

O filme deveria começar com a TVA prendendo Wade por interferir na máquina do tempo do Cable. Enquanto está na prisão, ele descobre que a TVA está recrutando Seres Âncoras de todo o multiverso para formar um exército contra os Kangs, e estão à procura de uma versão do Logan.

Decidido a encontrar esse Logan Supremo antes da TVA, Wade planeja trazê-lo para seu próprio mundo para que possam ser melhores amigos para sempre. Isso porque ele tentou ser BFFs com o Logan de seu mundo por anos, mas o Logan que ele conhecia agora está morto.

A partir desse ponto, a trama se assemelha ao filme oficial, com os personagens viajando pelo multiverso, o que também teria explicado melhor a cena na Torre dos Vingadores com Happy Hogan. No final, eles acabam no Vazio e seguem um caminho similar ao que foi exibido nas telonas.

O final original do filme incluía Johnny Storm fazendo críticas a Cassandra Nova, enquanto a cena pós-créditos mostrava Deadpool retornando à Torre dos Vingadores e finalmente encontrando Tony Stark, que o rejeita.

No entanto, após o fracasso de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ e a condenação de Jonathan Majors, a Marvel teve tempo para reconsiderar e optou por tornar o filme mais independente. Já que a trama original estava muito conectada com o cancelado ‘Vingadores: A Dinastia de Kang’.

Quanto à aparição de Robert Downey Jr., a informação divulgada é que o ator só queria retornar se fosse para algo significativo.

Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Novo filme ‘Resident Evil’ está disponível na Max; Assista ao trailer legendado!

Resident Evil: Ilha da Morte‘ (Resident Evil: Death Island) já está disponível no catálogo da Max.

O filme é uma sequência direta de ‘Resident Evil: Vendetta‘  e reúne alguns dos personagens mais clássicos da franquia: Jill Valentine, Leon S. Kennedy, Claire Redfield, Chris Redfield e a Rebecca Chambers.

Assista:

Eiichiro Hasumi é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Makoto Fukami.

O agente Leon S. Kennedy está em uma missão para resgatar o Dr. Antonio Taylor de sequestradores, mas uma mulher misteriosa acaba frustrando seus esforços. Enquanto isso, o agente Chris Redfield está investigando um surto de zumbis em San Francisco, onde a causa da infecção não pode ser identificada. A única coisa que as vítimas têm em comum é que todas visitaram a Ilha de Alcatraz recentemente. Seguindo essa pista, Chris e sua equipe seguem para a ilha, onde um novo horror os espera.

Diretor de ‘Kingsman’ deve dirigir reboot de ‘007’, diz insider

De acordo com o insider Daniel Richtman, o diretor Matthew Vaughn (‘Kingsman: Serviço Secreto’, X-Men: Primeira Classe’) é mais um nome cotado para dirigir o próximo reboot da franquia ‘007‘, que está em desenvolvimento.

Essa notícia surge após relatos recentes de que Christopher Nolan também está na lista de diretores considerados para o projeto.

No entanto, é importante ressaltar que, por enquanto, todas essas informações devem ser tratadas como rumores, uma vez que nenhuma decisão oficial foi anunciada.

Relembre o trailer de ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘:

Em ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘, James Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.

Sucesso entre os críticos (84% de aprovação no Rotten Tomatoes) e nos cinemas, o longa arrecadou US$ 774 milhões mundialmente – tornando-se a segunda MAIOR bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga, o elenco também contou com Rami MalekRalph FiennesLéa SeydouxAna de ArmasNaomie HarrisRory KinnearBen WhishawLashana LynchBilly MagnussenDali BenssalahDavid Dencik e outros.

Venom vai aparecer em ‘Homem-Aranha 4’? Roteiristas respondem!

Uma das cenas pós-créditos de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ mostra que uma parte do simbionte permaneceu no MCU depois que Eddie Brock (Tom Hardy) é enviado de volta ao seu universo.

Para quem não se lembra, o personagem é transportado por um breve tempo para o MCU, onde o Venom vê uma reportagem sobre o Homem-Aranha.

Obviamente, tudo foi planejado para que o simbionte se junte a Peter Parker (Tom Holland) em algum momento, fazendo o herói finalmente ganhar seu traje alienígena, como nos quadrinhos.

Durante uma entrevista para o IGN, os roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna garantiram que esta união será mostrada por um ponto de vista bem original.

“Veja bem, quadrinhos, animações e um filme já mostraram como o Venom se conecta ao Homem-Aranha. O legal do MCU é que permite inúmeras novas possibilidades criativas e originais, e é esse o nosso objetivo”, disse McKenna.

Em relação ao próprio Venom, Sommers e seu colega não sabem quando ele irá aparecer em algum filme além de sua franquia.

“Eu não tenho ideia sobre isso porque é algo que está acima do nosso salário. Somos parte de um universo maior, do qual não somos deuses, somos apenas mortais. Acho que foi uma ideia divertida mostrar um parte do simbionte ficando para trás no universo do MCU, mas só sei o que me permitiram ficar sabendo.”

Vale lembrar que ainda não se sabe se o Venom fará parte do próximo filme do Homem-Aranha…

No entanto, um designer da Marvel envolvido com os filmes do Aranha desenhou uma arte conceitual imaginando Parker usando uma versão bem fiel do traje simbionte do Aranha.

Além disso, ele pôs uma legenda bem intrigante.

Confira:

“Enquanto espero o sinal verde mostrar o trabalho que fiz em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, aqui está uma pequena visão do que pode vir a seguir.”

E aí, será que teremos Homem-Aranha contra Venom em breve?

‘Dead Space’ vai ganhar adaptação com Jason Momoa no elenco, afirma site

De acordo com informações do site Giant Freakin Robot, o ator Jason Momoa, conhecido por seu papel como Aquaman, está em negociações avançadas para integrar o elenco da adaptação cinematográfica do jogo ‘Dead Space‘.

O projeto seria dirigido por ninguém menos que James Wan, aclamado cineasta responsável por sucessos como ‘Aquaman‘ e ‘Invocação do Mal‘.

Embora as negociações estejam em andamento, as fontes consultadas não forneceram detalhes sobre qual personagem Momoa poderia interpretar no filme, caso a participação do ator seja confirmada. Especula-se que ele possa ter o papel de Isaac Clarke, o protagonista do game.

Ainda não há muitas informações sobre o enredo do filme, mas espera-se que ele siga a história do primeiro jogo da franquia.

Em 2013, o lendário cineasta John Carpenter, de ‘O Enigma de Outro Mundo‘ e ‘Halloween – A Noite do Terror‘ expressou interesse em dirigir uma adaptação do game, mas o projeto não foi a frente.

Dead Space‘ foi lançado em 2008 para Playstation 3, Xbox 360 e PC, e é conhecido por sua atmosfera sombria e perturbadora, além de seu uso inovador de recursos de jogabilidade, como a falta de uma interface de usuário na tela.

Em janeiro, o jogou ganhou um remake pela EA Games para Xbox Series, Playstation 5 e PC.

Confira o trailer:

Quando Isaac Clarke e a USG Kellion foram em uma missão para reparar a nave de mineração USG Ishimura, não faziam ideia de como uma missão de rotina ia se transformar tão rapidamente em um dos piores pesadelos. O que a tripulação da Ishimura descobriu na escuridão? O que aconteceu com ela? E qual é o significado disso para o futuro da humanidade?