Nesta última quinta-feira (15), foi confirmado que o vencedor do Oscar Nicolas Cage dará vida ao lendário treinador de futebol americano e locutor de rádio John Madden na vindoura cinebiografia ‘Madden’ (via ComicBook.com).
Supervisionado pela Amazon/MGM, o longa será dirigido por David O. Russell (‘O Lado Bom da Vida’, ‘Trapaça’).
Will Ferrell estava sendo considerado para o projeto em meados do ano passado, bem como Hugh Jackman. Entretanto, ambos não conseguiram o papel.
Em uma declaração oficial, Russell exaltou Cage:
“Nicolas Cage, um dos maiores e mais originais atores, dará vida ao melhor do espírito americano de originalidade, diversão e determinação, em que tudo é possível, como a amada lenda nacional John Madden. Junto com o estilo feroz, o estilo e o individualismo inspirador de Al Davis, dono dos Oakland Raiders, o filme será sobre a alegria, a humanidade e a genialidade que foi John Madden em um mundo amplamente inventivo e instigante dos anos 1970″.
Com poucos detalhes revelados, sabe-se que a narrativa funcionará como a história de origem da ‘Madden NFL’, uma das maiores franquias de videogames de todos os tempos – afastando-se da estrutura conhecida das cinebiografias.
No ano passado, foi revelado que a comédia ‘Coyote vs. Acme’ havia sido oficialmente engavetada pela Warner Bros. após decisões criativas internas da companhia.
Agora, em uma recente entrevista ao The Wrap, o astro John Cena (que seria o protagonista do projeto) comentou sobre o cancelamento do longa e expressou desejo de que a Warner desse uma chance à história.
“Tem muita coisa aqui”, ele explicou. “E a perspectiva de todos é diferente. Nós não possuímos o filme. Essa é a parte mais difícil nessa área, você tem um senso de propriedade, porque investe corpo e alma. E [o diretor] Dave Green e todos os envolvidos, nós fizemos o que acreditávamos ser um bom um filme”.
Cena continua: “gostaria de tê-lo visto ganhar uma chance. Mas sou só uma pessoa. E, se foi engavetado, eu gosto de acreditar que foi engavetado pelos motivos certos e que foi uma decisão mercadológica boa. Acho que eu teria um arrependimento enorme se eu olhasse de volta para o legado do filme e ele tivesse sido cancelado por outras razões. Então, tenho que acreditar no processo. E eu amo o filme, meu corpo e minha alma estão lá, mas é o projeto de outra pessoa para que ela faça o que quiser”.
Todavia, o filme ainda pode ser lançado.
Segundo o New York Times, a notícia de que a Warner Bros. vai destruir o filme em troca de uma redução de impostos de US$ 40 milhões é “imprecisa”. O estúdio ainda está cogitando lançar a produção, depois de tentar vendê-la para outros estúdios e não conseguir.
O método de cancelamento de filmes tornou-se uma norma preocupante para os cineastas, com os estúdios optando por cancelar filmes para receber benefícios fiscais em vez do dinheiro que o filme poderia render nas bilheterias.
“Até onde eu sei, está em andamento. Acho que estamos todos com o coração partido. Esperamos que de alguma forma ele encontre seu lar e não acabe preso em um cofre pelo resto do tempo. Essa seria uma ótima resolução”, disse o roteiristaSamy Burch no ano passado. “Eu sei que eles têm exibido lugares e acho que ainda estão. Espero poder dizer isso. Estou sendo completamente desonesto aqui. É simplesmente o melhor grupo de pessoas. Dave Green, que o dirigiu, Eu adoro muito. Will Forte está incrível no filme. Vi a versão final do filme completo e estou muito orgulhoso dele”.
‘Coyote vs. Acme’ foi dirigido por Green a partir de um roteiro escrito por Burch e uma história concebida por James Gunn, Jeremy Slater e Burch. A narrativa foi, segundo relatos, parcialmente inspirada por um artigo do The New Yorker, escrito por Ian Frazier em 1990.
O filme centrava-se no personagem Looney Tunes, Wile E. Coyote, que finalmente decide processar a Acme Corporation após anos lidando com produtos defeituosos que o feriam constantemente e o impediam de capturar o Papa-Léguas. O elenco incluía John Cena como o chefe da Acme, Will Forte como o advogado de Wile E. Coyote, e Lana Condor em um papel não revelado.
Em ‘O Poderoso Chefão’ conhecemos a famíliaCorleone, e o jeito (torto) de eles resolverem tudo na base da violência alegando a família como motivação. A mesma vibe pode ser enxergada na franquia ‘Velozes e Furiosos’, que começa com uma competição de corrida de rua mas se transforma em algo maior, onde os competidores constroem vínculos afetivos que os torna, como diz Toretto, o protagonista, uma família. A ideia de família vem se ampliando no cinema, trazendo retratos diferentes daqueles convencionalmente compreendidos, e um novo olhar sobre esse conceito é trazido no filme japonês ‘Família’, drama que chega essa semana ao circuito exibidor.
Seiji Kamiya (Kôji Yakusho, do indicado ao Oscar ‘Dias Perfeitos’) é um senhor viúvo que vive na região mais rural de Kyoto, trabalhando calmamente fazendo cerâmicas que, reconhece, não dá dinheiro. Quando seu filho Satoru (Ryô Yoshizawa, de ‘Kamen Rider’) o visita depois de muito tempo vivendo na Argélia, onde trabalha, Seiji fica feliz, principalmente porque o filho anuncia seu noivado com Naida (Malyka Ali). A breve temporada de reconexão pai-filho é interrompida com a repentina aparição no meio da noite de Marcos (Lucas Sagae), jovem imigrante brasileiro que está sendo perseguido por uma gangue ligada à yakuza. Comovido, Seiji decide ajudar o jovem em apuros, e essa pequena gentileza irá unir os destinos de todos esses personagens para sempre.
O roteiro original de Kiyotaka Inagaki debruça um olhar atento para as relações interculturais que ocorrem naquela região do Pacífico: por um lado, mostra um Japão para além da grande metrópole frenética; por outro, mostra a realidade de imigrantes não-asiáticos num país onde pessoas com traços ocidentais são a minoria; por outro, também mostra como as atuais gerações de jovens estão procurando trabalho em países estrangeiros e, por conta disso, também estão se relacionando com pessoas de outras culturas.
Todas essas relações interpessoais são finamente retratadas no filme de Izuru Narushima, que demora o tempo necessário para que os personagens se apresentem no enredo. Aliás, o tempo é um marcador fundamental na história de ‘Família’, não só porque dura duas horas o longa, mas principalmente pelo contraste dos tempos entre a vida do protagonista Seiji e o núcleo de brasileiros, marcado pelo corre-corre. Aqui no Brasil, aliás, ver ‘Família’ é uma experiência interessante, pois o filme começa com diálogos em português legendados, o que pode parecer estranho, mas democratiza melhor a compreensão do filme. Também chama a atenção a desenvoltura da atriz Fadile Waked, que apresenta uma personagem brasileira (Erica) que consegue falar perfeitamente o português brasileiro e também o japonês, além de já incorporar os trejeitos do país onde nasce o sol.
Para aqueles que amaram o ‘Dias Perfeitos’ de Wim Wenders, que fez todo mundo se apaixonar por aquele sujeito simples que encontrava amor no cotidiano mesmo limpando banheiros públicos no Japão, o filme ‘Família’, estrelado pelo mesmo Kôji Yakusho, traz um personagem bem parecido, que tenta encarar os desafios da vida de maneira resiliente na rotina de cerâmica, que exige paciência e dedicação.
‘Família’ traz as múltiplas formas de se relacionar no mundo contemporâneo, em relações nem sempre consanguíneas, nem sempre perfeitas, nem sempre planejadas. Um filme que emociona e faz refletir, encabeçado pelo sempre ótimo Kôji Yakusho.
Beau DeMayo, criador de ‘X-Men ’97’, usou as redes sociais para alegar que foi demitido da Marvel Studios após publicar uma arte gay em comemoração ao Mês do Orgulho LGBT.
A Marvel Studios respondeu rapidamente às alegações, emitindo uma declaração oficial (via THR):
“O Sr. DeMayo foi demitido em março de 2024 após investigações internas. Devido à gravidade dos achados, decidimos romper imediatamente nossos vínculos com ele, e ele não possui mais qualquer afiliação com a Marvel”.
Embora detalhes específicos ainda não tenham sido divulgados, de acordo com Jeff Sneider, via Culture Crave, as acusações que levaram à demissão de DeMayo incluem:
Envio de nudes de si em poses sexualmente sugestivas de “herói” para jovens funcionários do projeto, afirmando que eles poderiam usá-las como “inspiração”.
Apalpamento de um assistente em várias ocasiões.
Comportamento emocional e fisicamente abusivo com outros funcionários.
Lembrando que DeMayo também reagiu ao comunicado da Marvel, escrevendo: “A verdade será revelada. Após o fiasco do Disney Plus, a Marvel quer desviar a atenção com supostas violações contratuais sobre tweets. É trágico que tenha chegado a isso, mas não surpreendente. Fiquem ligados”.
“The truth will be revealed. After their Disney Plus disaster, Marvel wants to mislead with alleged contract breaches over tweets. It’s tragic it’s come to this but unsurprising. Stay tuned.” https://t.co/D4d5tXfPP0
Vale destacar que nesta quinta-feira, DeMayo usou as redes sociais para acusar a Marvel, afirmando que foi demitido por um post em comemoração ao Orgulho LGBT.
“Em primeiro lugar, sou muito grato por ter trabalhado em #XMen97, colaborando com algumas pessoas incrivelmente talentosas. Criar este revival foi um sonho tornado realidade e o apoio que os fãs demonstraram é tão comovente. No entanto, senti que estava pressionando para eu falar depois de deixar o show”, começou.
“Acima está uma arte de fã de #XMen que postei no Instagram para o Orgulho Gay em junho. Em 13 de junho, a #Marvel enviou uma carta notificando-me de que haviam retirado meus créditos da Temporada 2 devido à postagem. Infelizmente, este é o mais recente episódio em um padrão preocupante que eu enfrentei enquanto trabalhava em #XMen97 e #Blade”.
“Terei mais a dizer em breve, mas preciso dar um passo para trás das redes sociais para encontrar um espaço mais seguro para estar fora, orgulhoso e nerd. Fiquem ligados”, concluiu.
Firstly, I’m so grateful to have worked on #XMen97, collaborating with some amazingly talented folks. Creating this revival was a dream come true and the support fans have shown is so touching. However, I felt it pressing for me to speak up in the wake of leaving the show… pic.twitter.com/kbOTL3IQJj
O cinema e a literatura para crianças e jovens busca, entre outros objetivos, estimular a imaginação no primeiro público e fazer com que essas crianças adentrem no mundo lúdico, onde sonhar é possível e não há limites entre a realidade e o inimaginável. Muitas vezes essas duas artes se juntam em uma terceira vertente, que mistura elementos desses dois universos para uma narrativa mais atual com o vocabulário aproximado com o que a pimpolhada está acostumada. E essa é a pegada de ‘Os Inseparáveis’, nova animação que chega essa semana aos cinemas brasileiros.
No antigo teatro do Central Park, em Nova York, uma antiga trupe de marionetes se apresenta diariamente para crianças, contando histórias de donzelas em perigo, mocinhos que viram herói e palhaços bufões. Mas, depois que as crianças vão embora, as marionetes ganham vida, e Don (na voz original de Eric Judor), a marionete que sempre faz o papel de palhaço, decide que não quer mais se prestar a esse papel, pois acredita que o mundo é muito grande e cheio de aventuras, às quais ele está animado para viver. No meio do trajeto pelo Central Park, conhece DJ Doggy Dog (dublado por Jean-Pascal Zadi), um ursinho de pelúcia com voz embutida que fora perdido no parque e que tudo que mais deseja é conseguir uma família. Juntos, os dois vão viver aventuras mirabolantes e não planejadas, que irá fazer crescer a amizade entre os dois.
Escrito porJoel Cohen e Alec Sokolow, criadores da história que deu origem à franquia ‘Toy Story’, da Disney, podemos ver que em ‘Os Inseparáveis’ o mote é basicamente o mesmo: uma dupla de dois amigos “homens”, que, na verdade, são brinquedos (um mais no modelo original, o outro mais modernoso), que saem de seus ambientes originais para viver uma aventura no grande mundo, encarando os desafios e obstáculos da vida real.
Ainda que em ‘Os Inseparáveis’ as “pessoas” que a dupla encontra no caminho não é outros brinquedos, mas sim animais falantes (aos quais os brinquedos conseguem entender, mas isso é detalhe), a principal diferença aqui pra franquia da Pixar é que o protagonista Don é, na verdade, uma releitura do personagem Don Quixote, criado pelo espanhol Miguel de Cervantes. Por conta disso, Don é um sujeito bastante sonhador que não consegue visualizar a realidade como ela é, fantasiando por cima do que vê – o que, muitas vezes, pode colocá-lo em risco. Don, assim como Quixote, é retratado como um sujeito alto e magro, enquanto seu escudeiro (aqui, seu amigo) DJ é baixinho e gordinho, tal qual o comparsa da literatura espanhola Sancho Pança.
Aliás, são as cenas de devaneio sonhador de Don que a estética da produção muda, ganhando traços mais clássicos da animação 2D, o que é uma boa escolha feita pelo diretor Jérémie Degruson pois deixa bem claro para o público mais jovem o que é realidade e o que é devaneio dentro da realidade ficcional do desenho animado.
Bem-feitinho e com bom domínio estético, ‘Os Inseparáveis’ reconta a história de amizade de Don Quixote e Sancho Pança com um quê de Woody e Buzz Lightyear, só que repaginados agora em novos personagens em uma aventura fofa e agradável.
Lá em meados dos anos 2000, era costumeiro de boa parte dos apaixonados por música ligar o rádio e se deliciar com as incríveis canções dance que dominavam as estações – e quem faziam parte de um compilado conhecido como Summer Eletrohits.
A coletânea em questão era lançada à época do verão e trazia uma variedade de artistas conhecidos no escopo da música eletrônica e que, de alguma maneira, tiveram palco considerável em solo nacional. Afinal, até os dias de hoje, é muito difícil encontrar uma única pessoa que nunca tenha ouvido os toques do saxofone de “Destination Calabria” ou que não conheça a dark e sensual melodia de “Set Me Free”.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores canções do Summer Eletrohits.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
10. “THE KILLER’S SONG”, Carolina Márquez (2004)
A artista ítalo-colombiana Carolina Márquez causou grande impacto em 2004 com o lançamento de “The Killer’s Song”, promovendo uma hábil e eclética mixórdia de diversos gêneros da música eletrônica. Inspirada pela faixa “Twisted Nerve”, que foi assinada por G. Hermann para o filme ‘Kill Bill’, Márquez nos apresentou a uma experimental faixa que buscou referências no ítalo-house, no disco e até mesmo no pop latino.
9. “MR. SAXOBEAT”, Alexandra Stan (2010)
“Mr. Saxobeat” veio um tanto quanto “tarde” como parte do compilado em questão, mas, sem sombra de dúvida, deixou uma marca significativa na cultura pop da época. Lançada em 2010, a faixa é encabeçada pela cantora romena Alexandra Stan e sagra-se seu maior sucesso até hoje. O enredo, que fala sobre a idealização do homem perfeito pelos olhos da artista, é notável pelo uso do saxofone e de buzinas, bem como pela popularização de um subgênero eletrônico conhecido como popcorn (uma mistura de dance e techno que se originou no país natal da performer).
8. “PUMP IT UP”, Danzel (2004)
Facilmente a música de maior sucesso de Danzel, “Pump It Up” é uma das canções que melhor define a estética vibrante e escapista do compilado Summer Eletrohits. Focando na maximização sonora, com a potência de sintetizadores limpos ao longo da música, versos cativantes e que ficam presos à memória, e uma progressão instrumental que seria emulada inúmeras vezes nos anos seguintes.
Funcionando como terceiro single do álbum ‘In Orbit’, de September (nome artístico de Petra Marklund), “Cry for You” é atemporal por uma série de razões: de um lado, temos uma melancólica letra que fala sobre um relacionamento prestes a terminar; de outro, temos o melhor do house sendo incorporado às pulsões inebriante do Eurodance – e tudo movido a uma explosiva e instigante jornada sensorial que, inclusive, foi resgatada por Charli XCX e Rina Sawayama na faixa “Beg For You”, do álbum ‘CRASH’.
6. “KEEP ON RISING”, Ian Carey feat. Michelle Shellers (2007)
Enquanto o dance e o EDM regiam a segunda metade dos anos 2000, o saudoso DJ e produtor Ian Carey abria espaço para um resgate do gênero house para suas canções – permitindo se deixar levar pelo escapismo sonoro da melhor maneira possível. Em 2007, ele uniu-se à cantora Michelle Shellers para a impecável “Keep On Rising” – cuja antêmica estrutura é acompanhada de versos de empoderamento e de superação que antecipam um refrão muito famoso e provocante.
5. “DRAGOSTEA DIN TEI”, O-Zone (2003)
Por mais que o nome “Dragostea Din Tei” não soe familiar, você provavelmente conhecer o icônico refrão que foi traduzido e regravado por Latino na música “Festa no Apê”. A faixa original, entretanto, é assinada pelo grupo moldavo O-Zone e representa um dos ápices do cenário europeu ao amalgamar Eurodance, Europo e dance-pop em um mesmo lugar. Apesar da atmosfera dançante e muito própria do início dos anos 2000, a letra fala carinhosamente sobre um relacionamento amoroso – e que viralizou ao redor do mundo com força estupenda.
4. “CALL ON ME”, Eric Prydz (2004)
Com mais de vinte anos de carreira, o DJ Eric Prydz é um dos nomes mais importantes do cenário europeu eletrônico – e, em 2004, começou a mudar o escopo do gênero com o lançamento de “Call on Me”. Originalmente estendendo-se por nada menos que sete minutos e meio (e apenas com a frase-título repetindo-se em meio a progressões que se tornariam clássicas dentro desse escopo).
3. “SET ME FREE”, House Boulevard feat. Samara (2008)
“Set Me Free” é uma das queridinhas das baladas e, mais de quinze anos depois de sua estreia oficial, soa tão original quanto antes. A beleza da faixa está na forma como é conduzida, seja na progressão sonora marcada pelas notas dissonantes do baixo e da guitarra, seja pela explosão em sintetizadores que irrompe no memorável refrão. Mais do que isso, a sensual rendição da cantora Samara é a cereja do bolo de uma faixa envolvente e enervante da melhor maneira possível.
2. “EVERYTIME WE TOUCH”, Cascada (2005)
Antes mesmo da explosão da música eletrônica no começo dos anos 2010, o trio alemão conhecido por Cascada já explorava o gênero com competência e habilidade invejáveis. E, em 2005, o grupo entregou não apenas a melhor faixa de sua carreira, como um dos emblemas do EDM e do dance-pop com “Everytime We Touch” – mergulhando de cabeça nas referências do Eurodance e do techno para orquestrar uma envolvente jornada de amor movida pelo uso indiscriminado de sintetizadores e de uma atmosfera bastante upbeat.
1. “DESTINATION CALABRIA”, Alex Gaudino feat. Crystal Waters (2006)
Nenhuma outra canção desse compilado poderia ocupar o primeiro lugar da lista além de “Destination Calabria”. A faixa, promovida em colaboração entre o DJ Alex Gaudino e a lendária cantora e compositora Crystal Waters, é uma fusão de duas faixas diferentes, “Calabria” e “Destination Unknown”, cujo resultado é espetacular e memorável mesmo quase vinte anos depois de seu lançamento. Aqui, a estrutura é pautada na potência do saxofone e dos sintetizadores, criando uma explosão de EDM e dance que nos faz imediatamente querer dançar.
O astro em ascensão Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’) recentemente comentou sobre a possibilidade de interpretar um super-herói em uma produção da Marvel ou da DC.
“Você sabe, eu nunca recebi uma ligação da DC ou da Marvel. Mas sou fã de tudo o que eles fazem. Acabei de assistir ‘Deadpool [& Wolverine]’. Foi uma diversão total. O que Shawn [Levy] e Ryan [Reynolds] fizeram com isso é extraordinário e traz um sabor muito divertido para o público. Eu torço por eles e adoro o que [eles fazem]”.
Ele acrescentou: “Acho que James Gunn, Peter Safran e o que estão fazendo na DC — acho que vai ser realmente bom para o setor. Então, sim, torço por todos eles. Sou um grande fã dos filmes”.
Sucesso entre os críticos, a produção alcançou 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter conquistado sólidos 93% de aprovação dos espectadores no site.
Anteriormente, o editor-chefe Renato Marafon entrevistou o especialista em caçar tempestades Dr. Osmar Pinto Junior e o jornalista Ernesto Paglia. Eles explicaram como se salvar em uma tempestade de raios, o aumento das tragédias climáticas e a inversão de polos do Planeta Terra.
Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.
O icônico fenômeno brasileiro ‘Avenida Brasil’, que conquistou fãs em mais de 140 países, ganha agora uma versão turca chamada ‘Leyla’, que ganhou seu primeiro teaser.
O remake traz Cemre Baysel no papel da protagonista Leyla, adaptação da Nina, e Gonca Vuslateri como Nur, a versão turca da emblemática Carminha.
No Brasil, ‘Leyla’ está prevista para estrear no dia 18 de setembro no canal Now.
A Globo anunciou no ano passado a venda dos direitos da trama para a Ay Yapim, uma das principais produtoras de novelas turcas. Na ocasião, o autor João Emanuel Carneiro expressou sua satisfação com a adaptação:
“É um prazer saber que a primeira adaptação de ‘Avenida Brasil’ será realizada em um país que adora novelas e que se tornou um dos mais prolíficos produtores e exportadores desse gênero no mundo, assim como o Brasil”.
‘Wildwood’, a nova animação da Laika, ganhou seu primeiro teaser e já está gerando grande expectativa. O estúdio, conhecido por seus filmes como ‘Coraline’ e ‘ParaNorman’, tem previsão de estreia.
A produção é baseada na saga fantástica infantil homônima assinada por Colin Meloy e ilustrada por Carson Ellis.
A história acompanha duas crianças, Prue e Curtis, que descobrem uma floresta mágica enquanto estão em uma missão para salvar um bebê, Mac, que viram ser raptados por uma revoada de corvos.
O indicado ao Oscar Chris Butler, que escreveu os filmes ‘ParaNorman’, ‘Kubo e as Cordas Mágicas’ e ‘Link Perdido’ para a companhia, fica responsável pelo roteiro. Travis Knight entra como diretor.
Em entrevista ao Variety, o diretor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’) revelou por que ‘Alien: Romulus‘ foi planejado originalmente como um lançamento exclusivo para o serviço de streaming do Hulu.
O diretor confessa que a indústria cinematográfica estava passando por um momento difícil por conta da pandemia de COVID, mas sempre considerou o projeto ambicioso demais para não ser exibido nos cinemas.
“[O lançamento direto no serviço de streaming do Hulu] foi uma reação aos cinemas estarem em um momento complicado [por causa da pandemia de COVID]. Aquela decisão havia sido tomada em um período em que os cinemas não estavam indo muito bem, mas ‘Alien: Romulus’ sempre foi um filme muito ambicioso para ser lançado direto em streaming.”
Ele completa, “Eu lembro quando anunciei a todos que o filme seria lançado nos cinemas, e todos comemoraram. Todos ficaram felizes que o longa seria lançado nas telonas.”
Sucesso nos cinemas, ‘Alien: Romulus‘ arrecadou sólidos US$ 6.5 milhões em sua pré-estreia no território norte-americano.
Para termos de comparação, o valor ficou na média de sucessos recentes como ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$6.7M na pré-estreia, com US$52M de abertura), ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘ (US$6.6M, US$58M) e ‘Bad Boys: Até o Fim‘ (US$6.1M, US$57M).
No Brasil, o longa abriu na terceira colocação, ficando atrás de ‘É Assim que Acaba‘ e ‘Deadpool e Wolverine‘.
De acordo com o Deadline, o novo filme da franquia ‘Alien‘ deve fechar o final de semana com sólidos US$ 40 milhões nos EUA. Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 35 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 75 milhões.
Vale lembrar que o terror está sendo extremamente aclamado pelos críticos, tendo conquistado 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca a competente direção, os visuais e o “insano” terceiro ato do longa. Além disso, a produção foi aclamada por suas cenas violentas e homenagens à franquia.
“‘Alien: Romulus’ presta uma homenagem perfeita aos filmes originais, trazendo de volta efeitos práticos e momentos aterrorizantes e cheios de suspense. O terceiro ato é absolutamente insano e certamente será divisivo.” (Mama’s Geeky)
“Tudo se torna grosseiramente psicossexual, delirante e terrivelmente sombrio, como é característico do Fede Alvarez, mas nunca em um nível que leve ao exagero.” (Daily Dead)
“Por mais bem elaborado e assustador que este filme seja, ele não consegue escapar da sombra dos dois primeiros clássicos da franquia e, em certo ponto, simplesmente para de tentar.” (Rue Morgue Magazine)
“Este filme traz um banho de sangue que combina melhor com a franquia ‘A Morte do Demônio’ do que com o terror sufocante de ‘Alien’. O diretor prefere torturar seu elenco do que desenvolver seus personagens.” (IndieWire)
“Fede Alvarez se superou com seu melhor filme até agora! ‘Alien: Romulus’ é uma carta de amor à franquia. Lindo, aterrorizante, retorcido, estranho, grotesco, sangrento e, acima de tudo, profundo e cheio de camadas.” (Zach Pope Reviews)
“Cailee Spaeney pode parecer, à primeira vista, uma sucessora improvável da franquia, mas a estrela de ‘Priscilla’ certamente faz sua presença ser reconhecida no terceiro ato do filme.” (Deadline)
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.
O longa será ambientado entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), e já recebeu a aprovação de ninguém menos que Ridley Scott e James Cameron, os lendários diretores por trás dos clássicos originais.
Sucesso de crítica e bilheteria, Guardiões da Galáxia completou 10 anos nas últimas semanas. O filme angariou uma legião de fãs, mas sua real importância no Universo Cinematográfico Marvel é muito maior do que o valor arrecadado na aventura inicial: ele foi responsável por uma verdadeira revolução de conceitos no MCU.
Na época em que foi anunciado, o filme sofreu com uma grande desconfiança por parte dos fãs. Em meio a projetos como Capitão América 2: O Soldado Invernal e Thor: O Mundo Sombrio, personagens que já estavam com uma base de fãs consolidada, a galera viu Guardiões como uma grande incógnita, ainda mais com uma direção que vinha de projetos indie e um elenco cujos vazamentos de insiders pareciam mais animadores do que os nomes escalados. Quis o destino que aquilo que mais preocupou os fãs fosse justamente o que faria desse filme um dos maiores acertos de toda a história da Marvel.
A ideia de fazer um filme sobre personagens praticamente desconhecidos do grande público era uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo que o projeto poderia sofrer com o desinteresse do público, a equipe criativa teria mais liberdade para trabalhar a adaptação desses personagens, que era uma crítica muito comum ao MCU naquela época: faltava liberdade criativa.
Diante disso, Kevin Feige ousou e trouxe James Gunn, um cineasta cujos maiores trabalhos consistiam nos roteiros das adaptações Live Action de Scooby-Doo e do remake de Madrugada dos Mortos, e na direção dos filmes Seres Rastejantes, um terror alternativo sensacional, e Super. Este último, inclusive, foi o filme que convenceu Feige a trazer Gunn para o projeto.
Super conta a história de um fracassado que perde a esposa para um traficante. Após assistir um programa adolescente cristão, ele passa por uma experiência supostamente divina bizarra e acredita ter se tornado um super-herói.
É um longa com o típico humor ácido de James Gunn. E o mais curioso é que o filme traz uma série de atores que viriam a integrar a mitologia dos Guardiões nos cinemas, já que integrava o time de confiança do diretor. Infelizmente, logo Rainn Wilson (o Dwight deThe Office) acabou ficando de fora dessa transição de filme indie para o MCU. A aventura esquisitona se constrói de forma interessante e muito original. Essa originalidade e a forma carismática de retratar perdedores foi tudo que Feige queria para os anti-heróis espaciais.
Com uma visão muito própria, Gunn conseguiu trazer um frescor que todos queriam, mas foi além. Ele trouxe uma visão criativa que moldou todo o universo cósmico da Marvel, que passaria a ditar os rumos de todo esse universo. Inclusive, o conceito das Joias do Infinito nos cinemas foi criado pelo diretor, que recebeu a missão de apresentar oficialmente esses objetos em seu longa. Pouca responsabilidade, né?
Transcendendo o próprio Universo Cinematográfico Marvel, não é exagero dizer que Gunn remodelou todo o cinema ‘pop’ da atualidade. Parte fundamental do filme ter o que chamamos de ‘coração’ foi a forma como ele manejou a trilha musical. Com uma playlist escolhida a dedo, apostando em canções parcialmente conhecidas, mas não extremamente populares, o diretor tratou a trilha como se fosse um personagem vivo.
Essa abordagem foi repetida à exaustão em projetos seguintes que nada tinham a ver com a Disney ou a Marvel. Ficou a sensação de que todos os jovens diretores queriam uma Awesome Mix para chamar de sua. No fim das contas, apenas um grande realizador conseguiu manejar a trilha musical de forma tão espetacular quanto Gunn, que foi o sensacional Edgar Wright no amado Em Ritmo de Fuga, mais conhecido comoBaby Driver.
No fim das contas, os Guardiões da Galáxia saíram de um bando de desconhecidos para alguns dos personagens mais amados da Cultura Pop mundial. Sua pequena revolução no MCU foi fundamental para o sucesso de longas como Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato, que concluíram a primeira grande era dos heróis ‘compartilhados’ nas telonas. E até hoje, uma década depois, os fãs seguem esperando uma surpresa tão boa e marcante quanto o primeiro Guardiões no MCU.
Nem sempre a qualidade de um filme caminha junto com sua performance financeira. O que temos muitas vezes são filmes elogiados pela crítica e também pelos fãs, mas que o grande público de forma geral simplesmente não se dá ao trabalho de assistir, garantindo assim seu fracasso de bilheteria. Por outro lado, tantas vezes temos filmes massacrados pelos especialistas, e também pelos fãs, mas que se tornam franquias bilionárias (porque possuem uma base de fãs fiéis, que não ligam muito para críticas), como por exemplo, ‘Crepúsculo’, ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘Transformers’ e ‘Piratas do Caribe’.
Ou seja, muitas vezes o que temos são filmes considerados bons que se tornam fracassos financeiros, e outros considerados ruins gerando verdadeiras fortunas. É dito que um filme precisa de duas e meia a três vezes o valor de seu orçamento (dependendo do que foi gasto no marketing de divulgação também) para ao menos ficar quite. Em 2024 não seria exceção, e tivemos alguns fracassos monumentais, que já entraram para a história como enormes bombas. Conheça abaixo esses fiascos do ano.
Ryan Reynolds protagonizou um dos maiores sucessos de 2024 com ‘Deadpool e Wolverine’, o mais novo membro do seleto clube do US$1 bilhão. Mas o ator também estrelou uma das maiores decepções de bilheteria do ano. Falamos do infantil ‘Amigos Imaginários’, confeccionado por John Krasinski (produção, direção e roteiro), o qual Reynolds também produziu. Com orçamento de US$110 milhões, o filme não conseguiu sequer fazer US$200 milhões nas bilheterias mundiais.
Os maiores filmes do ano passado foram ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’, que juntos fizeram uma dobradinha inesperada e bastante lucrativa. Assim, Ryan Gosling e Emily Blunt – presentes nos filmes respectivamente, se tornaram dois dos astros mais quentes de Hollywood naquela temporada. Naturalmente, unir os dois em um novo projeto seria uma receita de sucesso. E assim foi feito, na adaptação de uma série dos anos 80 com ‘O Dublê’. As críticas foram bastante favoráveis, no entanto, com orçamento de US$125 milhões, o longa do diretor David Leitch obteve uma bilheteria mundial de US$178 milhões apenas, sendo mais um que falhou em atingir a marca de US$200 milhões sequer.
Passamos da metade do oitavo mês de 2024 e ‘Madame Teia’ segue como o pior filme do ano na opinião de grande parte dos fãs de cinema e dos críticos. Um filme que ninguém pediu, r que resultou em um filme que ninguém viu. Os poucos que viram não gostaram. Apesar desse baque sofrido na carreira da jovem estrela Dakota Johnson, ‘Madame Teia’ não foi o maior fracasso financeiro de 2024. Mas sem dúvida está no top 10. Com orçamento de US$80 milhões, o filme arrecadou US$100 milhões mundiais – ao menos serviu para criar o meme: “Ele estava na Amazônia com a minha mãe quando ela estava pesquisando sobre aranhas, logo antes de morrer”.
07) Furiosa: Uma Saga Mad Max
Muitos podem confundir e achar que algum dos filmes de Mad Max já foi considerado um blockbuster. A trilogia original é na verdade formada por pequenas obras australianas de baixo orçamento que se tornaram cult. Já ‘Estrada da Fúria’ (2015), esse fim foi o primeiro exemplar caro da franquia com orçamento de US$150 milhões, mas uma bilheteria de menos de US$400 milhões mundiais. Apesar de todo o sucesso, ‘Estrada da Fúria’ não foi um filme rentável. Ainda pior foi o resultado do derivado ‘Furiosa’ esse ano, entrando para os livros como a pior estreia do feriado Memorial Day desde 1995. Com orçamento de USS$168 milhões, o filme arrecadou US$172 milhões, falhando sequer a chegar perto de seu predecessor.
Adiado do ano passado para esse, ‘Clube dos Vândalos’ é um resgate a um gênero esquecido do cinema, que faz referência a clássicos como ‘Sem Destino’ (1969), ‘O Selvagem’ (The Wild One, 1953), com Marlon Brando, e ‘O Selvagem da Motocicleta’ (1983), de Francis Ford Coppola. No filme, temos retratada a história real de um famoso clube de motociclistas dos EUA. Mas o que chama atenção mesmo é o elenco de peso, encabeçado por Austin Butler, Jodie Comer e Tom Hardy. Tinha tudo para ser o sucesso surpresa de 2023, mas o adiamento deixou o público descrente. Com orçamento de US$40 milhões, o filme fez apenas US$35 milhões mundiais, falhando inclusive em se pagar.
Chegamos agora ao top 5 dos maiores fracassos de 2024. Precisamos levar em conta que o ano ainda reserva quatro meses e meio, e nesse tempo poderão surgir outras bombas homéricas. Ocupando a quinta posição, temos a tentativa do diretor Guy Ritchie em criar seu próprio ‘Bastardos Inglórios’. O fracasso nos EUA, fez com que o longa fosse lançado direto no streaming aqui no Brasil, e depois de um tempo sem ter inclusive um título em português, o nome ‘Guerra sem Regras’ foi escolhido para ele. Esse é mais um veículo estrelado por Henry Cavill que fracassou em 2024 – o ator não tem tido a melhor sorte em Hollywood. Com orçamento “pequeno” para os padrões de filmes assim, de US$60 milhões, o longa sequer ficou quite, com apenas US$27 milhões arrecadados ao redor do mundo.
Existe uma grande teoria da conspiração, dessas que dizem que Elvis não morreu e que Walt Disney foi congelado, que acredita que o homem nunca pisou na lua, ou ao menos que sua primeira viagem ao satélite da Terra tenha sido encenado em um estúdio, a fim de vencer a corrida espacial com a Rússia. Essa é a proposta desta comédia, falsificar o primeiro passo do homem na lua, criando um romance em torno disso. Para tal, nada melhor de dois dos astros mais quentes da atualidade: Scarlett Johansson (que também produz) e Channing Tatum. Mas um romance passado nos anos 60 não era o que o público procurava como entretenimento para o verão americano, e com orçamento astronômico de US$100 milhões para este tipo de filme (muito do qual deve ter ido parar no bolso dos protagonistas), ‘Como Vender a Lua’ arrecadou míseros US$40 milhões mundiais até o momento.
Adentrando o top 3, temos um projeto de vaidade do astro Kevin Costner, que se tornou um dos maiores fracassos homéricos de nosso tempo. Com o título ‘Horizon: An American Saga – Chapter 1’, é dito que Costner financiou US$70 milhões para o orçamento do próprio bolso. A intenção era lançar o segundo capítulo (que já foi gravado) ainda esse ano, mas o fracasso financeiro do primeiro fez com que a Warner retirasse a continuação de seu calendário de estreias, deixando o destino do filme no escuro por enquanto. Pior é que Costner havia planejado mais dois filmes, que certamente não irão ocorrer. Costner não é estranho a fracassos monumentais, vide ‘Waterworld’ e ‘O Mensageiro’ (ambos dos anos 90). Uma das maiores reclamações é que o público não sabia do que esse faroeste se tratava. Com orçamento de US$100 milhões, o filme arrecadou apenas US$34 milhões por onde foi exibido.
Mal estreou nos cinemas dos EUA e pelo mundo (como no Brasil), ‘Borderlands’ já se tornou um dos maiores fiascos de 2024. Adaptação de um famoso videogame querido pelos fãs, o longa passou por uma pós-produção infernal depois de pronto em 2021 – ficando engavetado por três anos. Aliás, isso foi uma das coisas que mais confundiu o público, já que grande parte acreditava que o filme já havia sido lançado. Com um elenco de peso de nomes como Cate Blanchett, Jamie Lee Curtis, Kevin Hart e Jack Black, ‘Borderlands’ custou US$115 milhões, mas o estúdio não se preocupou muito em divulga-lo, gastando apenas US$30 milhões em marketing. Dessa forma, até o momento, o filme juntou um pouco mais de US$15 milhões pelo mundo, e dificilmente fará muito mais do que isso, já se tornando o número 2 dos maiores fracassos de 2024. Mas ainda existe um filme que o supera em questão de má performance.
01) Argylle
É claro que não poderia ser outro. O ano é dele. Dificilmente algum longa de 2024 amargará um destino tão cruel quanto ‘Argylle’. Sim, 2024 reservou alguns desastres de trem do tamanho de ‘Madame Teia’ e o recente ‘Borderlands’, mas o ano abriu com o fiasco do filme do super espião fictício, e provavelmente fechará com ele. Com um elenco de peso, era vendido que esse filme de espionagem e comédia era um veículo para Henry Cavill, mas o resultado mostra que o astro não aparece tanto assim no filme. Quem encabeça mesmo é Bryce Dallas Howard e Sam Rockwell – ganhando um elenco de apoio do nível de Samuel L. Jackson, John Cena e até mesmo a cantora Dua Lipa. Esse é outro filme que vinha sendo jogado de um ano para outro, sem que o estúdio soubesse muito bem o que fazer com ele. Resultado, com um orçamento absurdo de US$200 milhões, o filme sequer chegou à metade desta marca, rendendo US$96 milhões mundiais.
A segunda temporada de ‘A Casa do Dragão’ chegou ao fim, deixando um sabor agridoce entre os fãs. Enquanto a série manteve o alto padrão de qualidade da primeira temporada, o desfecho abrupto e a ausência de uma das batalhas mais esperadas da Dança dos Dragões geraram frustração entre os espectadores.
A decisão de encerrar a temporada de forma mais tranquila, adiando a tão aguardada batalha, tem sido alvo de muitas críticas. No entanto, segundo a CBR, a escolha criativa pode ter sido influenciada por fatores externos.
A HBO, que agora faz parte da Warner Bros. Discovery, teria solicitado um corte de dois episódios na segunda temporada, reduzindo-a de dez para oito episódios. A decisão teria sido tomada pouco antes do início das filmagens, gerando um grande desafio para a equipe de roteiristas.
Elio Garcia, co-fundador do Westeros.org e co-autor de “Fogo & Sangue”, confirmou a informação em uma publicação no site.
“Era para ser uma temporada de 10 episódios. Um mês antes das filmagens, após 8 meses de escrita, a HBO disse para cortar episódios. Então, a greve dos roteiristas começou três meses depois, e os roteiristas não puderam trabalhar durante as filmagens para reorganizar as coisas. Então, sim, a HBO deu um tiro no pé com pessoas que estão incomodadas com esse aspecto da temporada”.
A parceira de escrita de Ryan Condal, Sara Hess, também confirmou a dificuldade em ajustar a trama em um prazo tão curto, afirmando em entrevista à Entertainment Weekly que “não foi realmente nossa escolha”.
Lembrando que de acordo com a Variety, o showrunner e co-criadorRyan Condal explicou por que o final da segunda temporada, não incluiu a Batalha do Gullet, um ponto icônico da história de Fogo & Sangue.
“Estamos tentando dar ao Gullet, que é indiscutivelmente o evento de ação mais esperado, bem, eu diria talvez o segundo evento mais esperado, de ‘Fogo & Sangue’, o tempo e o espaço que ele merece. Obviamente, como qualquer pessoa que tenha visto o final sabe, estamos nos preparando para esse evento. Esse evento acontecerá muito em breve em termos da narrativa”, afirmou.
“Com base no que sabemos agora, deve ser o maior feito que realizamos até o momento”, disse Condal. “E queríamos ter o tempo e o espaço para fazer isso de uma maneira que empolgue e satisfaça os fãs, como o evento merece”.
O chefe de ‘A Casa do Dragão’ concluiu: “Eu sei que todo mundo gostaria que isso acontecesse todo verão. É que o show é tão complexo que estamos realmente fazendo vários filmes por temporada. Então, peço desculpas pela espera, mas apenas digo que, se Rook’s Rest e o Red Sowing são qualquer indicação, vamos realizar uma grande conquista com a Batalha do Gullet no futuro”.
Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.
No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussainté Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly Alcock e Emily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
Lady Gaga e Bruno Mars são dois dos nomes mais importantes e relevantes da indústria musical contemporânea – e qual foi nossa surpresa quando ambos anunciaram uma antecipadíssima colaboração intitulada “Die With a Smile”. Afinal, os dois artistas sempre declararam amor, respeito e inspiração um pelo o outro e, agora, puderam unir um talento infinito para o que apenas podemos encarar como a melhor música de 2024.
É impressionante como tanto Gaga quanto Mars possuem um tanto invejável no tocante a baladas. E essa canção pop-rock regada a vocais esplêndidos e a uma narrativa prática e irretocavelmente escrita, é a cereja do bolo que todos precisávamos para um ano que vem se provando um dos mais fabulosos para o cenário fonográfico mainstream. Seja com as potentes e apaixonantes rendições dos performers, seja com um comprometimento aplaudível para com a cristalina produção (pela qual os dois também ficam responsáveis), cada uma das engrenagens se encaixa com perfeição e nos engolfa em uma escapista epopeia romântica por pouco mais de quatro minutos que passam em um piscar de olhos.
Quando pensamos em colaborações musicais, é costumeiro ficarmos com um pé atrás pelo fato de, talvez, um dos nomes envolvidos ofuscar o outro. Porém, considerando o calibre artístico e performático de Mars e Gaga, sabíamos que essa certeira parceria havia encontrado sucesso antes mesmo do lançamento oficial: não existe uma superposição de entregas que se digladia para roubar os holofotes, e sim uma comunhão sinérgica e simbiótica que se desenrola com naturalidade apaixonante e que, ao nos arrancar de uma brutal realidade, transporta os ouvintes a um lugar perdido no tempo em que nada importa além de um amor que atravessa os mais árduos obstáculos.
Para além dos potentes instrumentais e da óbvia química entre os artistas, um dos pontos positivos da faixa é a dilacerante melancolia que permeia versos assinados com honestidade, navegando pela tênue linha que separa a brutalidade sentimental da sinceridade universal que une o tema da obra – com destaque para os versos “eu iria querer te segurar, só por um tempo/ e morrer com um sorriso”, cujo claro mote emerge com explícita ternura.
“Die With a Smile” é um explosivo acerto de Lady Gaga e Bruno Mars que, sem sombra de dúvida, irá tocar o coração até dos mais céticos. E, eventualmente, não é nenhuma surpresa que dois dos maiores nomes da música tenham dado vida a uma impecável balada – e, de fato, não poderíamos imaginar uma parceria mais certeira e emocionante que essa.
A tão aguardada segunda temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder’ chegará em breve ao Prime Video, mas com uma novidade inesperada: a série ganhará classificação indicativa para maiores de 18 anos em alguns países, segundo o SlashFilm.
A mudança surpreende, já que a primeira temporada era indicada para maiores de 13 anos. Nos Estados Unidos, a série manterá a classificação TV-14, a mesma da temporada anterior.
Os motivos para a nova classificação ainda não foram oficialmente divulgados, mas é provável que a intensificação de cenas de violência tenha influenciado a decisão. Adaptações recentes de obras de fantasia têm demonstrado uma tendência a retratar elementos mais sombrios e violentos, o que pode ter impactado a classificação da série.
— The Lord of the Rings on Prime (@TheRingsofPower) August 14, 2024
Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.
“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunnerPatrick McKay. “O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.
Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.
“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.
“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber. “Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.
A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
O relacionamento de sete anos entre o vocalista do Coldplay, Chris Martin, e a atriz Dakota Johnson chegou ao fim. Conforme o Daily Mail, o casal decidiu encerrar o noivado e seguir caminhos separados.
Uma fonte do portal revelou: “Chris e Dakota tentaram desesperadamente nos últimos meses fazer o relacionamento funcionar. Eles sempre terão amor um pelo outro, mas ambos chegaram à conclusão de que o relacionamento não pode ser sustentado a longo prazo”.
“São pessoas ocupadas, Chris tem estado na Europa com o Coldplay, e ambos têm prioridades pessoais, paixões e compromissos de trabalho que não se entrelaçam naturalmente”, continuou.
“Queriam que funcionasse, mas simplesmente não funcionou, e agora aceitaram que é melhor seguir em frente”, concluiu.
Além disso, Dakota Johnson foi vista sem sua aliança de noivado em um passeio com seu cachorro em Malibu. A atriz, de 34 anos, dividia o local com Martin.
O casal, que iniciou o namoro em 2017, já havia enfrentado uma breve separação em 2019, supostamente devido a divergências sobre ter filhos. Na época, eles reataram o relacionamento.
Em maio deste ano, rumores de um novo rompimento ganharam força após Chris Martin dar uma carona a uma fã que publicou nas redes sociais que o cantor estava “solteiro”. No entanto, em junho, fontes afirmaram que o casal havia se reconciliado e estava “mais forte do que nunca”.
No começo do ano, os fãs da Marvel ficaram em choque ao descobrir que, pouco antes da estreia de ‘X-Men ’97’, o estúdio confirmou que o showrunner e criador da atração Beau DeMayo havia sido demitido do time criativo.
Detalhes sobre a brusca e inesperada mudança não haviam sido revelados, mas, agora, DeMayo rompeu silêncio sobre a polêmica.
Nesta última quinta-feira (15), o realizador recorreu às redes sociais para revelar que recebeu uma carta da Marvel no dia 13 de junho, notificando-o de que ele havia sido cortado dos créditos da 2ª temporada por causa de uma postagem em seu Instagram celebrando o Orgulho LGBTQIA+ alguns dias antes.
DeMayo também compartilhou o post em questão, expressando gratidão por ter trabalhado na animação, mas afirmando que terá “mais a dizer em breve”.
“Primeiramente, sou grato por ter trabalhado em ‘X-Men ’97’, colaborando com pessoas incrivelmente talentosas. Criar esse revival foi um sonho se tornando real e o apoio que os fãs demonstraram é tocante. Todavia, me senti compelido a falar sobre minha saída do show”, ele escreveu.
Confira:
Firstly, I’m so grateful to have worked on #XMen97, collaborating with some amazingly talented folks. Creating this revival was a dream come true and the support fans have shown is so touching. However, I felt it pressing for me to speak up in the wake of leaving the show… pic.twitter.com/kbOTL3IQJj
Não demorou muito até que a Marvel respondesse às acusações, dizendo, em uma declaração oficial (via THR):
“O Sr. DeMayo foi demitido em março de 2024 após investigações internas. Dada a natureza egrégia dos achados, nós cortamos laços com ele imediatamente e ele não possui mais quaisquer afiliações com a Marvel”.
Vale lembrar que a 1ª temporada já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.
O fenômeno de bilheteira ‘Barbie’ pode estar prestes a ganhar um novo filme, desta vez em formato de animação, produzido pela Illumination.
De acordo com o Puck, Chris Meledandri, CEO da Illumination, está em negociações com a Mattel para uma possível adaptação animada. A escolha pela Illumination surge após o grande sucesso de ‘Super Mario Bros.: O Filme’, que foi uma colaboração bem-sucedida entre o estúdio e a Nintendo.
É importante ressaltar que, até o momento, nemGreta Gerwig, nem Margot Robbie estão envolvidas no projeto, que ainda não foi oficialmente confirmado pela Mattel.
Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais em 2023.
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
‘Deadpool e Wolverine’ continua fazendo história nas bilheterias e já ultrapassou ‘Coringa’ como maior bilheteria mundial para um filme com classificação indicativa para maiores de 18 anos.
Em menos de um mês, o longa faturou US$ 1,086 bilhão, contra os US$ 1,074 bilhão que o filme estrelado por Joaquin Phoenix fez em 2019.
Em comemoração, o diretor Shawn Levycompartilhou um pôster inédito da adaptação.
É importante destacar que ‘Deadpool e Wolverine’ alcançou a marca de US$ 1 bilhão em um tempo recorde, superando a bilheteria de ‘Coringa’, mesmo com o filme de Joaquin Phoenix não tendo sido lançado na China.
Além disso, o filme se consolidou como o segundo maior sucesso de bilheteria de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2’.
Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Em entrevista ao The Tonight Show, Halle Berry (‘Chamada de Emergência’) foi questionada se gostaria de retornar em uma possível sequência de ‘Mulher-Gato‘.
O longa, que foi massacrado na época de seu lançamento – e acabou rendendo à atriz um Framboesa de Ouro –, voltou a ganhar popularidade recentemente, despertando apreciação em uma nova leva de espectadores.
“Talvez [eu retornaria], se eu pudesse dirigir [a sequência],” declarou a atriz.
Berry ainda refletiu sobre as reações positivas que o longa tem despertado nos últimos anos: “Estou feliz que a nova geração está redescobrindo este filme. E eles estão amando. Eu me sinto vingada porque atualmente eles estão dizendo que é um filme legal.”
Anteriormente, a atriz havia revelado por que não retornou como a icônica mutante Tempestade no fenômeno ‘Deadpool e Wolverine‘, que recentemente ultrapassou a marca histórica de US$ 1 bilhão mundialmente.
A atriz confirmou que chegou a ser abordada pela Blake Lively, esposa do Ryan Reynolds, sobre um possível retorno – mas nunca chegou a ser oficialmente convidada para participar da produção.
“Blake Lively chegou a me perguntar uma vez se eu aceitaria retornar [como a Tempestade em ‘Deadpool & Wolverine’]. Eu encontrei com ela durante um desfile de moda do Marc Jacobs – e ela disse: ‘Você aceitaria retornar como a Tempestade no filme do meu marido?’. Eu disse que sim, mas [o Ryan Reynolds] nunca chegou a me perguntar.”
Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.