Site Página 1563

‘Uma Batalha Após a Outra’: Teyana Taylor rebate críticas sobre “sexualização” de sua personagem

A atriz Teyana Taylor manifestou-se recentemente sobre seu trabalho emUma Batalha Após a Outra, defendendo sua atuação como Perfidia Beverly Hills. Conforme o Deadline, Taylor rebateu as alegações de que sua personagem seria excessivamente sexualizada no novo longa de Paul Thomas Anderson.

“Acredito que as pessoas não gostam de encarar a dura realidade, mas é exatamente isso o que está acontecendo”, afirmou a atriz. Ela questionou a percepção do público sobre a natureza de sua personagem: “Outra pessoa me disse que achavam a Perfidia ‘exageradamente sexual’. E eu pensei: vocês percebem que a primeira coisa que vemos dela é ela apontando uma arma para a cabeça de um cara enquanto ele a chama de ‘docinho’? Estamos assistindo ao mesmo filme?”

Taylor explicou que, na trama, Perfidia utiliza a própria sexualidade como uma ferramenta estratégica contra o Coronel Lockjaw (interpretado por Sean Penn), invertendo a dinâmica de poder.

“Ela mergulha na ideia de: ‘Ah, você me acha atraente? Ótimo, aceito a aposta. Se para continuar fazendo o que preciso eu só tenho que mostrar um pouco de decote, que seja’”, concluiu a atriz, reforçando que a personagem tem o controle da situação.

Confira nossa crítica sobre Uma Batalha Após a Outra e siga o CinePOP no YouTube:

“Um grito de guerra de ideais políticos intransigentes, Uma Batalha Após a Outra está entre as obras mais contundentes de Paul Thomas Anderson, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

Paul Thomas Anderson captura brilhantemente a crescente histeria política da América moderna em Uma Batalha Após a Outra. Chase Infiniti se consolida como uma estrela de cinema em ascensão ao lado de uma das melhores performances da carreira de Leonardo DiCaprio, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Apesar de todo seu humor, Anderson pode ser um cineasta frio e cerebral, e o calor emocional de DiCaprio no papel equilibra isso. Drama e comédia coexistem aqui com uma facilidade notável e virtuosa”, disse Caryn James da BBC.

“Algumas partes são tão absurdamente engraçadas que parecem uma fusão entre a vida real e a arte da forma mais relevante possível para 2025. Brilhantismo alucinante é pouco para descrever”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Pode-se dizer que voltei a acreditar em Anderson, mas eu colocaria da seguinte forma: depois de anos de teatralidade excessivamente forçada, ele voltou a ser um mestre”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“É uma visão assustadora e galvanizante, com Anderson deixando de lado sua nostalgia complicada por tempos antigos (e mais facilmente compreendidos) para confrontar, com um propósito desarmadoramente nobre, o aqui e agora”, disse Richard Lawson do The Hollywood Reporter.

“Com seu décimo filme, Uma Batalha Após a Outra, Anderson realiza seu projeto mais grandioso até agora, e é o tipo de filme que, enquanto você assiste, parece que um novo clássico está se revelando diante dos seus olhos”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Um filme incrível que mistura gêneros e, apesar de sua longa duração, passa voando em ritmo acelerado. Ele começa com tudo e não desacelera em nenhum momento. Todo o elenco brilha, mas Leonardo DiCaprio e Sean Penn são os grandes destaques”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

‘A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça’: Sony vai fazer REBOOT estrelado por Sydney Sweeney

A Sony Pictures venceu uma disputa acirrada em Hollywood e garantiu os direitos deHollow, uma releitura contemporânea e ambiciosa do clássicoA Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça. O longa será protagonizado e produzido por Sydney Sweeney (‘A Empregada’, ‘Todos Menos Você’).

O projeto é baseado no romance de estreia de Lindsey Anderson Beer (‘Cemitério Maldito: A Origem’), que também assinará a direção, o roteiro e a produção da adaptação. No mercado editorial, o livro já é um fenômeno, tendo os direitos de publicação internacional vendidos por valores recordes.

Inspirada no conto original de Washington Irving (publicado em 1819), que já rendeu o famoso filme de Tim Burton em 1999 e a série da FOX, a nova trama traz uma virada ousada: a história será contada pela perspectiva de Katrina Van Tassel (papel que foi de Christina Ricci nos anos 90).

Em vez de ser apenas o interesse romântico, Katrina assume o papel central de um perigoso mistério e de um sedutor triângulo amoroso sobrenatural. A produção promete misturar: Atmosfera gótica, Suspense psicológico e Elementos de thriller erótico.

A Sony já iniciou os testes para escalar os intérpretes de Brom Bones e Ichabod Crane, personagens que completarão o trio de protagonistas. A escolha do elenco já é considerada uma das disputas mais concorridas da indústria atualmente.

Hollow marca o primeiro longa-metragem produzido pela Honey Trap, produtora recém-lançada por Sydney Sweeney que possui um acordo de prioridade com a Sony. O projeto conta ainda com o apoio da LuckyChap (produtora de Margot Robbie) e da Lab Brew, de Beer.

Sweeney vive um momento de estrondoso sucesso comercial. Além do fenômeno da comédia romântica ‘Todos Menos Você’ (US$ 210 milhões em bilheteria), ela estrelou recentementeA Empregada ao lado de Amanda Seyfried, que faturou quase US$ 400 milhões mundialmente e já tem sequência garantida.

Novas informações sobre o elenco e o cronograma de filmagens deHollow devem ser divulgadas em breve.

James Mangold, diretor de ‘Logan’ e ‘Indiana Jones 5’, fará biografia de Buster Keaton

O diretor de ‘Logan‘, James Mangold, deve dirigir um filme sobre a vida do cineasta e comediante Buster Keaton. De acordo com o Deadline, Mangold e a Fox estão desenvolvendo um projeto sobre Keaton, do qual o cineasta está definido para dirigir e produzir o longa.

O filme será baseado no livro ‘Buster Keaton: Cut to the Chase‘, de Marion Meade. Como o filme ainda está em desenvolvimento, nenhum detalhe adicional sobre o projeto está disponível no momento.

Joseph Frank “Buster” Keaton é um dos grandes ícones do cinema e entretenimento americano. Keaton foi um pioneiro durante os primeiros dias do cinema mudo e é conhecido até hoje por alguns de seus feitos de dublê e de comédias físicas durante sua carreira, em filmes como ‘A General‘ e ‘Sherlock Jr.‘. É uma grande estrela e também visto como um dos maiores diretores da história do cinema.

Indiana Jones 5‘, também dirigido por James Mangold, está atualmente programado para chegar aos cinemas no dia 30 de junho de 2023.

God of War e sua IMENSA importância para o Playstation

Um passeio pela história

Preferências e fanatismos a parte, desde o início da oitava geração, com o caminhar dos lançamentos e das projeções mercadológica, a Sony liderou e deve continuar no pódio de vendas, na área de consoles, por um bom tempo. Essa predominância já havia ocorrido anteriormente com o Playstation 1 e também com o Playstation 2, esse de maneira ainda mais intensa.

Apenas na sétima geração, quando meteram os pés pelas mãos, com o Playstation 3, onde a Microsoft “liderou”, merecidamente, durante um bom tempo, é que eles se deram mal. Mas, ainda assim, no final da carreira do terceiro console, a Sony investiu pesado em exclusivos, em uma máquina mais barata e recuperou o prestígio, tanto que passou o número de vendas do próprio Xbox 360.

E coloquei aspas na liderança momentânea do Xbox 360 porque, obviamente, a Nintendo foi a líder de vendas da 7ª geração com folga por causa do Nintendo Wii, mas que tinha outra proposta em relação aos concorrentes.

Porém, com a Sony estabelecida no mercado de videogames, é fácil a gente pensar que a empresa sempre teve tato para isso… Mas não é bem assim, pois antes de se aventurarem no ramo, como muitos devem saber, eles haviam trabalhado com a Nintendo desenvolvendo componentes e periféricos para eles, e só depois com uma racha entre as empresas que a Sony resolveu lançar o seu próprio console.

Acreditem, muita gente fazia piada na época da chegada do PlayStation, diziam que a Sony era marca de TV e de som, e que eles não entendiam nada de videogames. Porém, contratando os profissionais certos, fazendo parcerias com grandes estúdios e contando com a arrogância da própria Nintendo, a companhia conseguiu chegar no patamar atual.

Logo no Playstation 1, os caras já conseguiram emplacar diversos clássicos que foram exclusivos na plataforma. Aliás, a exclusividade com algumas desenvolvedoras sempre foi um dos grandes trunfos da Sony. Títulos como ‘Metal Gear Solid’, ‘Final Fantasy VII’, ‘Silent Hill’, ‘GTA’ e ‘Gran Turismo’ ficavam restringidos ao Playstation, já que para joga-los, você tinha que ter a máquina. Isso sem contar com os jogos multiplataformas que venderam pra valer só no Playstation, exemplos como ‘Castlevania Symphony of the Night’, ‘Resident Evil 2’, ‘Tomb Raider’ e outros mais falam por si só.

Precisavam de um símbolo

Porém, assim como a Sega e a Nintendo, a empresa precisava de algo que representasse sua marca de maneira tão querida quanto o Sonic e o Mario. Um símbolo em definitivo.

Então, mesmo já entrando em desuso, essa coisa de usar animais antropomórficos bonitinhos em jogos de plataforma, o hoje clássico ‘Crash Bandicoot‘ foi um tremendo sucesso. Vendeu quase 7 milhões de unidades, conquistou o coração dos gamers no mundo todo e ganhou diversas continuações – inclusive mais três no próprio Playstation original, contando com Crash Team Racing.

Ainda assim, Crash era visto como um Sonic e Mario wanna be. Foi exatamente nesse jogo que nasceu a parceria com o também hoje renomadíssimo estúdio, a Nauty Dog, que é sem duvida o carro chefe da empresa atualmente por criar franquias como ‘Uncharted’ e ‘The Last of Us’.

É, mas antes de chegarem nesses jogos tão adorados hoje em dia, no meio do caminho tinha o Kratos; tinha o Kratos no meio do caminho… Pois é, eis que somente no Playstation 2, exatamente em 2005, a Sony teria enfim o jogo, a franquia, o personagem que seria o seu maior símbolo. Diferente de ‘Crash Bandicoot’, ‘God of War’ ainda é o jogo que melhor sintetiza a essência do Playstation.

Não é o melhor game da companhia, quer dizer, até pode ser para alguns, mas indiscutivelmente é nele que vemos as características recorrentes na maioria dos grandes títulos da Sony. É uma produção repleta de cenas cinematográficas; set pieces ambiciosas e momentos megalomaníacos. O gameplay eletrizante utiliza de várias ferramentas audiovisuais para causar um impacto catártico nos jogadores. É instantâneo, você bate o olho em ‘God of War’ e na hora lembra do Playstation!

Como o lançamento de ‘God of War Ragnarok’, que deve continuar a saga de Kratos por Asgard e manter o nível do game anterior que ganhou o prêmio de Jogo do Ano, a gente resolveu relembrar aqui como tudo isso começou, de onde vieram as primeiras ideias do jogo. Quais foram as principais influencias que os desenvolvedores tiveram e como ao longo do tempo esses jogos influenciaram na indústria de maneira geral.

A origem de tudo

Tudo começou a ser planejado ainda em 2002, com a Santa Monica Studios elaborando algumas mecânicas para um jogo de hack and slash com temática mitológica grega. Mesmo naquele tempo várias ideias que seriam recorrentes no produto final já haviam sido pensadas, como as habilidades especiais da cabeça da Medusa, do raio de Zeus e os embates contra criaturas como os ciclopes gigantes.

Mas a coisa só andou mesmo quando um maluco chamado David Jaffe entrou para o time. Ele que na geração anterior foi responsável pelo insano jogo de confronto de carros, ‘Twisted Metal’. E nessa vibe louca ele trouxe vários conceitos que seriam marcas registradas de ‘God of War‘.

A personalidade do Kratos, aquele jeitão sempre emburrado, agressivo e o modo brutal nas lutas sempre foram coisas pensadas por Jaffe. E algo recorrente em entrevistas é como a equipe fala que ele sempre queria todo mundo participando do processo de criação do game.

Algo no mínimo curioso, pois é preciso dizer que, atualmente, David Jaffe é um cara meio relegado na indústria, com seguidos projetos fracassados e tudo mais. O último dele foi ‘Drawn to Death’, aquele multiplayer online todo cartunizado em páginas de caderno, com alguns tubarões atirando uns nos outros. Enfim, é uma maluquice tremenda.

Aliás, as más línguas hoje citam que muito do sucesso de ‘God of War‘ se deu pela equipe segurar as doideiras do camarada. Boatos ou não, David Jaffe é um cara que já tem seu nome marcado na indústria dos games e teve sacadas fantásticas. A própria Santa Monica e ele pensavam em fazer um jogo de ação que reunisse outros elementos como puzzles, navegação ampla pelos cenários e os famosos quick time events.

Claro, tudo isso precisava ser embalado por muitas batalhas cheias de impacto e trazer um clima apoteótico cinematográfico constante. A ideia era mostrar o poder do Playstation 2 e dar ao o público uma experiência épica jamais vista. Algo visceral não apenas pela violência, mas que explorou o sexo até como no design de gameplay, que era algo bem presente nas histórias de mitologia grega.

Cópia ou referência?

Só que seria injusto falar tanto sobre esses pontos e não citar a existência de ‘Rygar – The Legendary Adventure’, uma franquia da geração 8 Bit que ganhou uma reimaginação para o Playstation 2, em 2002 – exatamente o ano em que ‘God of War’ começou a ser feito.

E realmente não há como negar que houve, sim, uma clara influência e o reaproveitamento de inúmeras particularidades desse game. A mais gritante sem dúvidas está nas batalhas e na estética, o personagem possui uma arma praticamente idêntica a famosa blades of chaos do Kratos. Tematicamente, se assemelha por tratar de temas mitológicos ou por trazer criaturas como os benditos ciclopes e harpias.

As lutas contras os chefes seguem a mesma lógica de design com inimigos gigantes. Até a forma como o personagem interage com o cenário se parece. Só que ‘Rygar’ foi um tremendo fracasso em sua época de lançamento, e até depois quando foi relançado no Wii. Então, essa coisa de pegar mecânicas e ideias de jogos menores e reproduzi-las com maior dimensão em outros títulos sempre existiu no mundo dos games.

Tudo em ‘God of War’ é superior em relação a ‘Rygar’, todas essas características foram refinadas. Fora os elementos fundamentais que existem no jogo da Santa Monica, como as cutscenes, o carisma dos personagens e o impacto nas cenas de batalha.

Apesar de não ter vendido tanto quanto ‘Crash Bandicoot’, até pelo jogo de Kratos não ser um jogo para todos os públicos, ‘God of War’ ultrapassou a marca de 4,6 milhões de unidades. Para um exclusivo com classificação indicativa mais alta, era um baita resultado.

Só que o maior feito do jogo foi sobre marcar na indústria e dar a cara definitiva do Playstation. Vieram diversas outras continuações, o segundo título da franquia também saiu ainda no Playstation 2, mesmo que curiosamente o Playstation 3 já existia na época do seu lançamento. Mas quiseram deixar o jogo na sua plataforma de origem.

Até porque, com a chegada de ‘God of War 3’, o mundo parou de novo para conferir como seria a entrada do Deus da Guerra na sétima geração. E sendo sincero, não existiu outro título no Playstation 3 que trouxesse tanta imponência quanto ‘God of War 3’, já em sua abertura. Ah, o PSP também ganhou dois jogaços, os maravilhosos ‘Chains of Olympus’ e ‘Ghost of Spartan’.

É verdade que com o passar dos anos a série foi perdendo força. Começaram as zoeiras de que o jogo podia ser terminado com apenas um botão; que era simplista demais e que o Kratos era uma caricatura ridícula.

O cansaço ficou evidente em ‘God of War Ascession’, que tinha gráficos muito bonitos e algumas cenas espetaculares, mas que repetia as mesmas ideias dos anteriores e com o tempo tudo ficava realmente cansativo. Tanto que depois de todo esse histórico o jogo vendeu menos que o primeiro. Era hora de dar uma pausa e se renovar…

Novos Deuses, Novos Tempos

Surgindo quase que como um reboot, sem nenhuma numeração ou subtítulo, e com um visual absolutamente embasbacante, com o estilo de jogabilidade com elementos das franquias Souls e explorando agora a mitologia nórdica, o novo ‘God of War’ do Playstation 4 chegou do jeito que o Kratos gosta: chutando bundas e arrasando quarteirões.

As críticas foram as melhores possíveis, a experiência dos jogadores extrapolou tudo que se podia imaginar de boa recepção e a franquia ganhou novamente folego. O Deus da Guerra ganhou novamente a indústria dos games, faturou centenas de prêmios e, dentre eles, o The Game of the Year, com toda justiça do mundo.

Assim como lá no comecinho, quase 15 anos depois, Kratos deu a Sony a imponência que faltava para um título da geração do Playstation 4 – ainda que ‘Uncharted 4’ e ‘Horizon Zero Dawn’ tenham ensaiado isso muito bem – ‘The Last of Us 2’ repetiu o feito anos depois. Mas o Bom de Guerra é foi sem dúvidas o divisor de águas nesse sentido.

E parece que o aguardadíssimo ‘God of War Ragnarok’ consegue melhorar tudo que o jogo anterior fez – o que é uma façanha e tanto, conquistando notas ainda maiores. Nos resta então aguardar e ver se o jogo é isso tudo mesmo que falam. E você, sempre curtiu ‘God of War’ ou começou a jogar depois desse refinamento completo? Acha o Kratos um chatão que vive se lamentando ou simplesmente considera ele o maior personagens dos games?

Linha de Frente

(Homefront)

 

Elenco:

Winona Ryder, James Franco, Jason Statham, Rachelle Lefevre, Frank Grillo, Kate Bosworth, Clancy Brown, Christa Campbell, Steffie Grote, Omar Benson Miller, Joe Chrest.

Direção: Gary Fleder

Gênero: Ação

Duração: 100 min.

Distribuidora: Califórnia Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 06 de Dezembro de 2013

Sinopse:

Linha de Frente é estrelado por Jason Statham no papel de um ex-agente do departamento de narcotráficos, Phil Broker, um homem de família que sai de cena com sua filha para tentar fugir de seu passado conturbado. No entanto, o entorno de Broker se revela nada tranquilo quando ele descobre que o submundo das drogas e a violência assombram a pequena cidade. Logo, um chefão sociopata do tráfico de metanfetamina, Gator Bodine (James Franco), coloca Broker e sua filha em perigo, forçando o ex-agente a voltar à ativa para salvar sua família e a cidade.

Curiosidades:

» Escrito por Sylvester Stallone (‘Os Mercenários’).

» A direção é de Gary Fleder (‘O Júri’).

 

Trailer:

Cartazes:

linhadefrente_1

homefront_2

Homefront

 

Fotos:

Saiba qual será a motivação do vilão em ‘X-Men: Apocalipse’

O co-roteirista Michael Dougherty, de ‘X-Men: Apocalipse’, revelou em entrevista ao IGN que a psicologia do Apocalipse estará amplamente ligada a ideia da perseguição dos mutantes realizada pelos humanos.

“Ele vem de uma era da história onde os mutantes são reverenciados como Deuses, e quando ele desperta nos tempos modernos e vê que os mutantes se tornaram uma minoria perseguida, certamente ele não vai aceitar. Ele é um ser que só tinha conhecido dos humanos a reverência. Então, ele sente a necessidade de corrigir o que ele vê como um passo em falso no mundo. À partir desta mentalidade, Apocalipse vai além de uma dominação e procura ser o Deus da destruição, apesar dele ser um ser com coração”, afirmou.

Vale lembrar que a busca de roteiristas e diretores em adaptações de quadrinhos para o cinema é justamente tornar aquele mega vilão, que nas páginas é tratado como um verdadeiro deus, em um antagonista com características humanas. Já que ele precisa se tornar real, verossímil, para os expectadores.

Com isso, a ideia de ter sentimentos torna-se ao mesmo tempo a única solução para tais personagens, porém se realizada de forma superficial teremos o efeito Ultron. Um vilão que nos quadrinhos é tratado como um dos grandões ao lado de Thanos, mas que na produção de Joss Whedon morreu, apenas, com o coração retirado de um corpo de vibranium.

Trailer de ‘X-Men: Apocalipse’ ganha previsão de lançamento

X-Men: Apocalipse‘ trará os jovens mutantes lutando contra seu inimigo mais temível: o devastadoramente perigoso Apocalipse. O vilão lendário usa suas incríveis  habilidades  para alterar sua forma física, roubar superpoderes de outros mutantes e recrutar os Quatro Cavaleiros para serem seus servos.

Recentemente, o quadrinista Stan Lee revelou que está bastante empolgado com o novo filme dos mutantes, principalmente por que ele fará a cena com uma pessoa bastante importante (que ele não quis revelar o nome).

Jennifer Lawrence visita hospital infantil durante folga de ‘X-Men: Apocalipse’ 

Jennifer Lawrence deixará de viver Mística após ‘X-Men: Apocalipse’

Os veteranos James McAvoy (Professor Xavier), Michael Fassbender (Magneto), Jennifer Lawrence (Mística) e Nicholas Hoult (Fera) retornam. Tye Sheridan (‘A Árvore da Vida’), Sophie Turner (‘Game of Thrones’), Alexandra Shipp (‘Aaliyah: The Princess of R&B’), Kodi Smith McPhee (‘Planeta dos Macacos: O Confronto’), Lana Condor e Ben Hardy, respectivamente os jovens Ciclope, Jean Grey, Tempestade, Noturno, Jubileu e Arcanjo, formam o elenco de novatos. Oscar Isaac faz o vilão Apocalipse.

Vilão de ‘X-Men: Apocalipse’ será mistura de maquiagem com CGI

Patrick Stewart e Ian McKellen não estarão em ‘X-Men: Apocalipse’

Este novo filme da série ‘X-Men‘ se passará uma década após os eventos de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ e será focado nos jovens mutantes da franquia, servindo como uma continuação de ‘X-Men: Primeira Classe‘.

‘X-Men: Apocalipse’ se passará nos anos 80 e terá “destruição em massa”

Bryan Singer dirige. Este é o quarto filme da série mutante dirigido por Singer, depois de ‘X-Men‘ (2000), ‘X-Men 2‘ (2003) e ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014).

X-Men: Apocalipse’ tem estreia marcada para 27 de maio de 2016.

‘Snowden’: Joseph Gordon-Levitt no polêmico trailer legendado

A cinebiografia do ex-analista de sistema da CIA e da NSAEdward Snowden, dirigida por Oliver Stone, ganhou seu trailer legendado.

O longa é baseado no livro ‘The Snowden Files‘, escrito pelo jornalista do jornal britânico The Guardian, Luke Harding, sobre o ex-analista da NSA (Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos), vivido por Joseph Gordon-Levitt, acusado de trair os EUA após vazar informações sigilosas de segurança do país.

Assista:

Completam o elenco: Nicolas Cage, Shailene Woodley (‘A Série Divergente’), Scott Eastwood (‘Corações de Ferro’), Zachary Quinto (‘Star Trek’), Melissa Leo (‘Os Suspeitos’), Tom Wilkinson (‘O Cavaleiro Solitário’), Joely Richardson (‘Academia de Vampiros’) e Timothy Olyphant (série ‘Justified’).

Stone é conhecido por seus filmes políticos, e venceu o Oscar de Melhor Direção por ‘Platoon‘, 1986, e ‘Nascido em 4 de Julho‘, 1989.

Snowden atualmente é o homem mais procurado do planeta pelos EUA, e está asilado em algum lugar de Moscou, capital da Rússia.

A estreia nos EUA acontece em 16 de Setembro.

snowden060415

snowden-2

snowden-1

Terminam as filmagens de ‘Alien – Covenant’

O perfil oficial da franquia ‘Alien‘ no Twitter confirma o término das filmagens de ‘Alien – Covenant’.

Na imagem, estão Ridley ScottKatherine Waterston

Confira:

alien

Vale lembrar que Noomi Rapace também estará de volta em ‘Alien – Covenant‘ como Elizabeth Shaw. E segundo a Variety, será apenas para algumas cenas pontuais (saiba mais aqui!).

alien covenant

alien

aliencovenant_1

aliencovenant_2

aliencovenant_1

Michael Fassbender retornará como o android David.

O elenco ainda conta com Billy Crudup (‘Watchmen’), Katherine Waterston (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’), Danny McBrideDemián Bichir (‘Os 8 Odiados’), Carmen Ejogo (‘Selma’), Jussie Smollett (‘Empire’), Amy Seimetz (‘Upstream Color’) e Callie Hernandez (‘Machete Mata’).

Noomi Rapace, que interpretou a Dra. Elizabeth Shaw em ‘Prometheus‘, está oficialmente fora do elenco da sequência – saiba mais!

A ideia é que a franquia iniciada com ‘Prometheus‘ encoste nos eventos de ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘, de 1979.

Michael Green (‘Lanterna Verde’) assina o roteiro, substituindo  o novato Jack Paglen. Green recentemente escreveu o roteiro do novo ‘Blade Runner‘ ao lado de Ridley Scott.  

Ridley Scott diz que sequências de ‘Blade Runner’ e ‘Prometheus’ já estão escritas

Produzido por US$ 130 milhões, o primeiro Prometheus arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. O filme é uma espécie de spin-off ou prólogo da franquia Alien.

A caminho de um planeta remoto no local mais longínquo da galáxia, a tripulação da nave colonial Covenant descobre aquilo que eles achavam ser um paraíso inexplorado. Na verdade, trata-se de um mundo sombrio e perigoso que tem como seu único hospedeiro o androide David (Michael Fassbender), sobrevivente da amaldiçoada expedição Prometheus.

alien-covenant

‘Festa da Salsicha’: Alimentos são ASSASSINADOS no trailer dublado da animação para adultos

Antes que alguém leve o filho para assistir  ‘Festa da Salsicha‘ e depois dê piti, como aconteceu com ‘Ted‘, já estamos avisando que essa animação é para MAIORES DE IDADE.

No trailer dublado, vemos alimentos sendo ASSASSINADOS.

Assista:

O longa, que já arrecadou mais de US$ 90 milhões nos Estados Unidos, é lançado no Brasil com uma parceria inédita: o canal Porta dos Fundos é o responsável pela adaptação do roteiro e tem as vozes de todos os seus atores fixos no filme.

No elenco estão Antonio Tabet, Gregorio Duvivier, Fábio Porchat, Thati Lopes, Rafael Portugal, Luis Lobianco, Karina Ramil, Gabriel Totoro e João Vicente de Castro, marcando a estreia dos quatro últimos na dublagem.

A animação também traz as vozes de dubladores profissionais, entre eles, Guilherme Briggs, como Frank.

Festa da Salsicha‘, a primeira animação para adultos, conta a história de uma salsicha que lidera um grupo de produtos de supermercado em um jornada para descobrir a verdade sobre a sua existência e o que realmente acontece quando eles são escolhidos da prateleira.

A animação estreia no Brasil no dia 6 de outubro.

Seth Rogen quer ‘Festa da Salsicha 2’

festadasalsicha_1

 

Primeiras imagens do episódio de ‘Supergirl’ comandado por Kevin Smith

A seguir, você confere as primeiras imagens de ‘Supergirl’ Lives, episódio que marca o retorno da série para o restante da sua segunda temporada.

Kevin Smith dirige.

Vale lembrar que o TV Show já tem a terceira temporada garantida pelo canal CW.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio!

A série ‘13 Reasons Why, que tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados), se transformou em um fenômeno mundial.

Porém, nem tudo são flores e o tema é bastante polêmico.

Em seu Facebook, o psiquiatra Luís Fernando Tófoli divulgou um texto com 13 Alertas sobre ’13 Reasons Why’ para pais, educadores e profissionais de saúde.

Confira:

1. A alardeada série da Netflix, “13 Reasons Why”, baseada em um livro homônimo de Jay Asher (publicado no Brasil como “Os 13 Porquês”), aborda uma série de questões sérias: bullying no ensino médio, machismo, LGBTfobia, abuso sexual e, de uma forma geral, a difícil missão de adolescer. A série, porém, é focada em uma questão central, pivô de toda a história: o suicídio de uma jovem de 17 anos, Hanna Baker, que faz 13 gravações em fitas cassetes, apontando o dedo as pessoas que a desapontaram em seu calvário na High School de uma pequena cidade americana.

2. Eu me vi na obrigação de assistir a todo o seriado para poder trazer algumas informações para pais e profissionais de saúde e educação. Não vou me estender na qualidade artística, até porque não é minha função aqui, eu penso. No entanto, afianço que apesar da tensão que prende a assistência até a resolução do mistério, os episódios são longos e cansativos demais. A sensação final é de ser chantageado a aguentar a narrativa arrastada só para poder saber por qual razão o protagonista e bom-moço Clay Jensen foi incluído nas fitas de Hannah.

3. A razão principal pela qual eu escrevo estes parágrafos é para focar na questão crucial de uma peça de ficção construída sobre um suicídio adolescente. O suicídio está entre as principais causas de morte na adolescência, competindo com acidentes causados por veículos e, no caso de países como o Brasil, violência armada. Como um agente de formação no campo da Psiquiatria e da Saúde Mental, me vejo na obrigação de fazer alguns comentários – e, porque não, alguns alertas – sobre esta série.

4. Há sinais preocupantes de que as taxas de suicídios de jovens estão crescendo no mundo e no Brasil. O país, aliás, está na contramão das estatísticas no mundo: também os índices gerais estão subindo – e já o estavam antes da crise econômica – ao invés de cair. Há várias hipóteses sobre o que pode estar levando isso a acontecer, mas acho que o mais importante é frisar que nunca tivemos uma campanha nacional responsável de prevenção do suicídio – apesar do reconhecidamente importante papel do voluntariado do CVV-Centro de Valorização da Vida – e de haver documentação sobre formas de se fazer essa política pública de maneira eficiente.

5. Meu ponto principal neste texto não é estragar a série ou dar spoiler, e sim de que pais, educadores e adolescentes estejam cientes de que o programa tem o potencial de causar danos a pessoas que estão emocionalmente fragilizadas e que poderão, sim, ser influenciadas negativamente. Não é absurdo inclusive considerar que, para algumas pessoas, a série possa induzir ao suicídio. Portanto, pessoas em situações de risco deveriam ser desencorajadas a assistir a série. Não estou sozinho nisso, já há pelo menos um crítico no Brasil, o Pablo Villaça, que explicitamente está recomendando que não se assista ao seriado (http://goo.gl/Z2Op17).

6. O principal erro da série é, de longe, mostrar o suicídio de Hannah. A cena, que acontece no episódio final, é absolutamente desnecessária na narrativa e claramente contrária ao que apregoam os manuais que discutem prevenção de suicídio e mídia. Chega a ser absurdo que os autores da série ignorem completamente o que indicam explicitamente as recomendações da Sociedade Americana para Prevenção do Suicídio, que foram publicadas após a morte do ator Robin Williams (http://goo.gl/vAQkg6) e cheguem à cara de pau de tocar (não neste episódio) a música “Hey, Hey”, de Neil Young, que foi citada na carta suicida do músico Kurt Cobain (http://goo.gl/droI3I).

7. É verdade que as recomendações são em geral destinadas à imprensa, mas chega a ser absurdo que os realizadores de uma produção sobre o tema não tenham se informado sobre os impactos do que é conhecido como ‘efeito Werther’ – cujo nome vem de uma obra de arte e não de uma ação de imprensa. O efeito é baseado no suposto impacto de Os Sofrimentos do Jovem Werther, livro do século XVIII que alçou Goethe à fama (http://goo.gl/2h4N8U).

8. Embora o aumento de suicídios na Alemanha atribuídos ao livro jamais possa ser objetivamente medido, há já um consenso entre suicidologistas de que o fenômeno sofre contágio pela mídia e de que há maneiras pelas quais ele não deva ser retratado. Uma delas, e na qual a série fracassa desgraçadamente, é em não romantizar ou embelezar um suicídio. Evitar a divulgação de cartas suicidas é outro ponto – e é desnecessário dizer que a série toda é uma enorme carta suicida, que embora ficcional, é ouvida pela voz da protagonista, a narradora póstuma da história.

9. Outro problema sério da história, especialmente para os sobreviventes (esse é o termo utilizado para os parentes e entes queridos de quem se suicida), é a ideia da culpabilização do suicídio. Grande parte da tensão da série gira em torno de quem é a “culpa” pelo suicídio de Hannah: ela, seus amigos, a escola (que é processada pelos pais da menina), a sociedade. Os especialistas entendem que a busca por culpados é dolorosa e improdutiva. O suicídio é, na sua imensa maioria das vezes, um ato complexo, desesperado e ambíguo, e achar que ele possa ter responsabilidade atribuível é equivaler sua narrativa à de um crime. Embora isso seja compreensível em uma peça de ficção, isso é muito deletério na discussão do tema no mundo real, onde ele de fato os suicídios acontecem.

10. Dois fatos chamam a atenção ainda, como erros essenciais da produção. Um é não tocar a questão do adoecimento mental, uma vez que a maioria das pessoas que se suicidam apresentam transtornos mentais. O suicídio de Hannah é discutido – como sói frequentemente aos americanos, um povo obcecado pela pretensa liberdade de escolha – como uma “opção”, esquecendo que na grande maioria das vezes a pessoa está aprisionada por um cenário falseado de opções causado pelo seu estado mental. O outro fato é a impressão passada pela narrativa – em especial no último episódio – de que buscar por ajuda é inefetivo, quando isso pode ser a diferença, literalmente, entre a vida e a morte.

11. Ainda sobre pedir ajuda, a divulgação da série pretende vender a ideia de conscientização – contando, no Brasil, inclusive com o apoio do CVV. Durante todos os 13 episódios que assisti no Netflix, no entanto, não há qualquer sinal, indicação ou legenda que aponte a hotline do CVV no Brasil (141) ou o seu site (http://www.cvv.org.br) para pessoas que necessitem de apoio e estejam assistindo a história. Após o fim da trama há um extra, meio documentário, meio making of que fala sobre prevenção de suicídio, mas seria necessário, no mínimo, divulgar meios de socorro no início e no fim de cada episódio.

12. Nunca é demais lembrar que indagar uma pessoa sobre seu risco de suicídio não aumenta a chance dele acontecer e pode ser a atitude salvadora em diversos casos. Isso é particularmente importante para profissionais de saúde e de educação, que têm muito medo de fazer essa pergunta. Na maioria das vezes, para um potencial suicida, essa pode ser a oportunidade de compartilhar seu desespero e abrir a chance para uma ajuda efetiva.

13. Concluindo, a premissa de “13 Reasons Why” é excelente: discutir a crueldade cotidiana dos jovens (que me parece ser a mesma crueldade dos humanos, embora em uma fase particularmente frágil da vida) e como ela pode nos afetar de forma devastadora, em alguns casos. No entanto, infelizmente, por negligência ou por pura arrogância, a série acaba fazendo provavelmente um desserviço maior do que sua beneficência. A oportunidade perdida de se discutir suicídio de uma forma cuidadosa se perdeu em meio ao hype, infelizmente.

Parágrafo adicional motivado por alguns comentários (considerem como a 14ª gravação, rs): 14. Gostaria de frisar que não defendo de maneira alguma a censura ou a proibição da série, e muito menos que se evite o debate das questões seríssimas do bullying, da violência de gênero e do estupro. A questão é de, sem querer ofender quem amou a série, refletirmos juntos se alguns cuidados poderiam ser tomados para evitar o prejuízo a pessoas fragilizadas. Elas são a minoria da população, mas o impacto já foi medido e mais de um estudo sobre o efeito Werther. A pergunta aqui é: será que o meu entretenimento vale a vida de alguém? Será que ao recusar ao olhar os vacilos da produção da série eu não estarei contribuindo de alguma forma para o suicídio de alguma Hannah da vida real? Grato a todo mundo pelo interesse.

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix

 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

‘XX’: Terror dirigido somente por mulheres estreia na Netflix Brasil

O terrorXX’ acaba de ser lançado na Netflix Brasil.

Composto por vários curtas com histórias horripilantes, o filme apresenta uma lista atraente de cineastas, incluindo Annie Clark (conhecida também como a cantora e compositora St. Vincent), Roxanne Benjamin (‘Southbound‘) e a produtora de animações Sofia Carrillo.

O nome mais animador para os fãs de terror é Karyn Kusama, diretora de ‘Garota Infernal’ e do inesquecível ‘The Invitation’.

A trama explora várias histórias diferentes, mas que por determinados motivos elas passam a convergir. O elenco de ‘XX‘ é composto por Natalie Brown, Melanie Lynskey, Breeda Wool, Angela Trimbur e Sheila Vand.

Assista ao trailer legendado e clipes:

Roteiro do filme solo do ‘Coringa’ será apresentado a Warner na próxima semana

Segundo Justin Kroll, da Variety, o roteiro do longa solo do ‘Coringa’ será entregue aos executivos da Warner Bros. na semana que vem.

Justin disse ainda que a perspectiva do estúdio é iniciar as filmagens em 2018.

“Ouvi que o roteiro do Coringa será entregue na próxima semana, muito rápido, considerando quando o anúncio foi feito, filmagens possivelmente em 2018.”

Todd Phillips, de ‘Se Beber, Não Case‘, assina o roteiro e a direção.

Leonardo DiCaprio pode viver o novo ‘Coringa’ dos cinemas

Leto deve retornar para ‘Esquadrão Suicida 2‘ e ‘Coringa vs. Arlequina‘.

Desde o lançamento de ‘Esquadrão Suicida‘, Jared Leto se mostrou um tanto chateado com a Warner e DC, sobretudo, por conta das várias cenas do Coringa que foram cortadas da produção.

Leto, inclusive, chegou a dizer numa entrevista que se ele morresse no dia seguinte, a DC teria material suficiente para um filme solo do vilão.

Em entrevista ao programa de rádio australiano Kyle and Jackie, o ator falou a respeito.

“Houve muita besteira que foi falada sobre o que teria acontecido em Esquadrão Suicida, mas acho que é uma coisa divertida de falar. Mesmo quando o filme estreou, houve tantas falsas representações sobre o que aconteceu, sobre o “método de atuação”, só que 90% não era verdade. Foi uma experiência incrível, todos foram incríveis. Margot Robbie é uma das pessoas mais incríveis, uma das melhores atrizes com quem já trabalhei e adorei trabalhar com ela. Eu penso que as cenas que fizemos juntos foram algumas das mais divertidas que já fiz em um set antes… Tudo está excelente e estou muito orgulhoso de fazer parte disso.”

Esquadrão Suicida‘ não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.

‘Batman’: Anne Hathaway quer voltar a viver a Mulher-Gato 

13ª temporada de ‘Supernatural’ estreia sábado no SBT com direito a maratona

Após a Netflix remover as 11 temporadas de ‘Supernatural‘ de seu catálogo, o SBT anunciou que lançará a 13ª temporada em tempo recorde na TV aberta: a estreia acontece neste sábado, dia 12 de maio, com direito a maratona.

À partir das 23 horas desse sábado, o SBT exibirá o último episódio da 12ª temporada e os três primeiros episódios da 13ª temporada. 

A série também é exibida no Brasil pelo canal pago Warner Channel e foi renovada para sua 14ª temporada na última semana.

Além deSupernatural, a CW também renovou ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Legends of Tomorrow’, ‘Raio Negro’, ‘Supergirl’, ‘Dynasty’, ‘Crazy Ex-Girlfriend’ e ‘Jane the Virgin’.

Crossover de ‘Supernatural’ com ‘Scooby-Doo’ ganha trailer estendido

‘Caça-Fantasmas 3’: Trio do original tem retorno CONFIRMADO!

Ernie Hudson confirmou ao Daily Mail que ele retornará ao terceiro ‘Caça-Fantasmas’ como o icônico Winston Zeddemore, e confirmou também a presença de Dan Aykroyd (Dr. Raymond Stantz) e Bill Murray (Dr. Peter Venkman). A única baixa no elenco será de Harold Ramis, que faleceu em 2014.

Apesar de trazer o trio original de veteranos, o longa será protagonizado por duas crianças, sendo elas um menino e uma menina. O primeiro terá 13 anos de idade e é descrito como um apaixonado por teorias de fantasia e conspiração. Além disso, ele aparentemente aborda todas as situações com “excitação desenfreada pelo desconhecido”. O que talvez seja mais interessante é que ele muitas vezes narra a vida em tempo real, acrescentando “cor descritiva” às pessoas que encontra!

Quanto à menina, ela cruza caminho com o garoto em algum momento do filme e, rapidamente, eles se tornam amigos. Ela tem 12 anos de idade e é considerada uma criança insanamente inteligente! Porém, muitas vezes tem dificuldade em “interpretar e expressar emoções e fala com uma entrega fixa que torna suas observações engraçadas”. Embora ela queira se conectar com outras pessoas, ela tem problemas para interpretar como sua família e amigos se sentem e têm dificuldade em compartilhar seus próprios sentimentos. Ainda assim, sua “perspicácia da ciência” é considerada inestimável em toda a história.

Sobre a trama em si, pouco foi falado, mas até o momento se sabe que o filme se concentrará em uma família que se muda de volta para uma pequena cidade. Enquanto lá, eles começam a “aprender mais sobre quem eles são e os segredos da própria cidade”. Como os Caça-Fantasmas irão se conectar com este núcleo familiar ainda é um mistério, mas levando em consideração que até pouco tempo ninguém sabia que o filme iria acontecer, podemos esperar que em breve novos detalhes serão divulgados.

A trama terá toques do sucesso ‘Stranger Things‘, da Netflix.

https://www.facebook.com/sitecinepop/videos/374328140018318

O filho do diretor dos dois filmes originais, Ivan Reitman, dirigirá a produção. Em entrevista à EW, Jason Reitman contou:

“Eu sempre me imaginei como o primeiro fã de Caça-Fantasmas, ao visitar o set quanto tinha 6 anos de idade. Eu queria fazer um filme para todos os outros fãs. Esse é o próximo capítulo da franquia original. Não é um reboot. O que aconteceu nos anos 80, aconteceu nos anos 80, e esse é ambientado nos dias atuais. Ainda é muito cedo, e eu quero que o filme se desembrulhe como um presente. Nós temos muitas surpresas maravilhosas e novos personagens para o público conhecer.”

.

A estreia acontece no verão americano de 2020.

Festival do Rio pode ser CANCELADO por falta de verbas

O cinema nacional passa por uma fase muito difícil. Após 20 anos de existência e sucesso de realização para o audiovisual brasileiro e internacional, o Festival do Rio corre a chance de ser cancelado por problemas financeiros.

Em nota oficial para a imprensa, o Festival revelou que a edição de 2019 pode não acontecer.

Confira:

“Estamos buscando apoio junto a várias empresas e parceiros com interesse na viabilidade do Festival do Rio e que apostam também no Estado e na Cidade do Rio de Janeiro.

No entanto, vivemos a possibilidade real de cancelamento do nosso evento, com todas as perdas que tal decisão acarretará para o cinema brasileiro, para todo o mercado audiovisual e ainda para cidade e o país.

Decidimos tornar pública e oficial esta realidade, pois dentro de poucos dias, chegará o momento de bater o martelo caso não tenhamos os recursos necessários para a realização, ainda que em formato compacto, do Festival do Rio, com data prevista de 7 a 17 de novembro.

Este é um apelo final!”

O Festival do Rio surgiu em 1999, como resultado da fusão de dois festivais de cinema anteriores, o Rio Cine Festival e a Mostra Banco Nacional de Cinema, criada em 1988.

‘Pânico 5’ irá honrar o legado de Wes Craven, afirma Kevin Williamson

Em entrevista ao Comic Book, Kevin Williamson, roteirista de quase todos os filmes da franquia ‘Pânico‘, revelou que já leu o roteiro da nova sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inventivo” e irá “honrar o Wes Craven”.

“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico’. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Casamento Sangrento’ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico’. Estou animado por fazer parte disso.”

Sobre o envolvimento do Williamson, como produtor executivo da nova sequência, e seu legado na franquia, os diretores declararam: “É impossível expressar totalmente o quanto o trabalho do Wes Craven e os filmes da franquia significam para nós, tendo grande impacto em nós como roteiristas. As histórias incríveis do Kevin Williamson nos inspiram há décadas e estamos honrados por ter a oportunidade de fazer parte desse universo que o Wes e o Kevin construíram juntos. O roteiro do Jamie [Vanderbilt] e o Guy [Busick] é incrível e faz justiça ao legado da saga. Estamos animados para trazer a vocês esse novo capítulo da franquia.”

Recentemente, foi confirmado que o ator David Arquette irá reprisar seu papel como Dewey Riley na nova sequência.

Através de um comunicado, o astro disse:

“Estou emocionado por interpretar Dewey novamente e me juntar aos antigos e novos membros da família ‘Pânico‘. Essa franquia tem sido uma grande parte da minha vida e, para mim e para os fãs, espero honrar o legado de Wes Craven.” 

Lembrando que Neve Campbell revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme, que será uma sequência, e não um reboot.

Na trama, veremos Sidney Prescott no século 21.

“Acho que você sempre pode contar mais com essas histórias, e são filmes divertidos. Obviamente, há um grande público para eles, e o público quer ver mais deles. Você sempre pode ir além com a jornada. Certamente, com Sidney, ela chega a uma nova mudança em sua vida, em uma nova era” 

‘Pânico 5’: Teoria aposta que Sidney será assassinada logo no início do filme

Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt (‘Casamento Sangrento’) convenceram a atriz que a sequência será uma homenagem ao finado diretor Wes Craven.

“Bem, eu não estou 100% em Pânico 5, mas para ser honesta, os dois diretores (Bettinelli-Olpin e Gillett) fizeram um ótimo trabalho. Eu assisti os filmes deles, e eles são realmente talentosos. Eles escreveram uma carta para mim, expressando que grandes fãs do trabalho de Wes são e como estão honrados por terem a chance de fazer Pânico 5, porque a franquia Pânico é a razão de serem diretores agora. Então, isso foi muito fofo. Eles realmente querem honrar o estilo de trabalho de Wes e honrar os filmes. Foi uma coisa adorável de se ouvir. Então, vamos ver. Felizmente, todos nós podemos olhar nos olhos em tudo e queremos fazer algo ótimo, mas é um processo.”, afirmou.

Kevin Williamson, que roteirizou quase todos os filmes da franquia, será o produtor executivo do novo longa.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

 Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015. Neste ano, o show ganhou uma terceira e última temporada. 

Fique ligado para mais informações!

 

Crítica em Vídeo | A Ligação – Terror da Netflix é inteligente, inovador e angustiante!

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do terror sul-coreano ‘A Ligação‘ (The Call), que estreou de mansinho no catálogo da Netflix e está dando o que falar nas redes sociais.

Assista a nossa crítica:

 

Conectada a outra mulher por telefone, mas separada dela no tempo, uma serial killer põe em risco o passado e a vida da sua interlocutora para mudar o próprio destino.

Com uma história assustadora e cheia de reviravoltas inteligentes, o terror conquistou o público brasileiro.

O elenco traz grandes nomes, como Park Shin Hye e Kim Sung-Ryung. O filme também revelou ao mundo a estrela Jeon Jong-Seo.

O filme é do diretor e roteirista estreante Chung-Hyun Lee.

‘Evangelion: 3.0+1.01’ já arrecadou US$ 90 milhões no Japão e segue quebrando recordes

Evangelion:3.0+1.01 Thrice Upon a Time‘ está batendo recordes de bilheterias no Japão. Lançado em março, o filme já soma mais de US$ 90 milhões (10 bilhões de ienes) nos cinemas de lá, segundo o Silicorena.

Já são 6,54 milhões de ingressos vendidos.

O anime é o filme de maior bilheteria de toda a filmografia do diretor-chefe Hideaki Anno e a produção mais assistida nos cinemas japoneses em 2021.

O longa é o quarto e último capítulo da nova saga ‘Evangelion‘ para os cinemas.

No Brasil, o filme será lançado no Amazon Prime no dia 13 de agosto.

Assista ao trailer:

O filme é comandado pelos cineastas Kazuya Tsurumaki, Katsuichi Nakayama e Mahiro Maeda, bem como pelo lendário criador da franquia, roteirista e diretor-chefe Hideaki Anno (Shin Gojira).

Para comemorar o final da franquia, o Prime Video também lançará os três filmes anteriores, EVANGELION:1.11 YOU ARE (NOT) ALONE., EVANGELION:2.22 YOU CAN (NOT) ADVANCE. e EVANGELION:3.33 YOU CAN (NOT) REDO. para os fãs em mais de 240 países e territórios.

A franquia é um fenômeno da cultura pop de anime baseado na história de ‘Evangelion‘, um humano artificial e arma biomecânica multifuncional; e dos Anjos, uma forma de vida desconhecida que ocorre depois que a Terra foi destruída por um evento cataclísmico. O filme apresenta todos os atores de voz originais, incluindo Megumi Ogata, Megumi Hayashibara e Yûko Miyamura e usa a mais recente tecnologia de imagem para mostrar as personalidades e relacionamentos de seus personagens únicos enquanto lutam pela sobrevivência. EVANGELION:3.0+1.01 THRICE UPON A TIME será dublado em dez idiomas, incluindo inglês, francês, alemão, português, espanhol e italiano; e oferecerá legendas em 28 idiomas.

Desde a primeira série de TV lançada em 1995, Evangelion teve um impacto significativo na cultura pop japonesa e elevou o gênero anime em todo o mundo. A lendária franquia de anime renasceu como uma nova série de filmes chamada Evangelion: New Theatrical Edition em 2007 e este quarto e último longa lançado nos cinemas do Japão em março de 2021 quebrou recordes, tanto para os filmes de Hideaki Anno quanto para os cinemas japoneses, ocupando o posto de filme mais assistido nos cinemas no ano. EVANGELION: 3.0 + 1.01 THRICE UPON A TIME no Amazon Prime Video será a versão mais recente da produção, que inclui cenas revisadas e que está sendo lançada nos cinemas japoneses agora.

“Os filmes de EVANGELION emocionam os fãs há anos e sabemos que há um grande interesse em todo o mundo pelo final”, disse Brad Beale, vice-presidente mundial de licenciamento para o Amazon Prime Video. “Estou animado para os membros Prime em todo o mundo finalmente terem a oportunidade de assistir a obra-prima do anime EVANGELION: 3.0 + 1.01 THRICE UPON A TIME, assim como os três filmes anteriores”.

“Gostaria de agradecer a todos os fãs de Eva no mundo por seu apoio contínuo”, disse Hideaki Anno, criador, roteirista e diretor chefe. “Estávamos procurando a melhor maneira de oferecer o filme aos fãs no exterior o mais rápido possível em uma situação desafiadora com cinemas durante a pandemia da COVID-19, e estamos felizes em ter encontrado o Prime Video como parceiro para transmiti-lo globalmente. É altamente recomendável assistir em uma grande tela de TV para uma melhor experiência”.

Sobre EVANGELION:3.0+1.01 THRICE UPON A TIME

Este é o quarto e último capítulo de Rebuild of Evangelion. Misato e o grupo anti-NERV, Wille, chegam a Paris, uma cidade vermelha em função dos núcleos. A tripulação da nave Wunder pousa em uma torre de contenção. Eles têm 720 segundos para restaurar a cidade. Quando EVAs da NERV aparecem, Mari deve interceptá-los com sua nova unidade 8. Enquanto isso, Shinji, Asuka e Rei (provisório) perambulam pelo Japão.

Novo ‘Planeta dos Macacos’ começa a ser filmado em 2022

Steve Asbell, presidente da 20th Century Studios, revelou ao Hollywood Reporter que o próximo filme da franquia ‘Planeta dos Macacos‘ começa a ser filmado ainda em 2022.

A estreia é prevista para 2023 ou 2024.

“Estamos aguardando a primeira versão do roteiro, que ficará pronta em breve”, afirmou.

Durante uma entrevista para o Discussing Film, o diretor Wes Ball (Maze Runner‘) deu alguns detalhes sobre o projeto.

“As ideias já estão em desenvolvimento e temos uma equipe de artistas incríveis trabalhando nas artes conceituais. Já vi vários designs e fiquei muito animado com as ideias. O roteiro também está sendo escrito pelo meu colaborador Josh Friedman (‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’). Ainda vai levar algum tempo para tudo ficar perfeito, mas não estamos com pressa. O interessante é que há a possibilidade da produção começar antes do esperado porque a maioria das cenas que planejamos serão feitas em computação.”

Questionado se o longa será uma continuação da última trilogia, Ball foi evasivo:

“Nós temos nossa própria abordagem sobre isso. Eu acho que muitos vão sentir que é uma trama ligada a essa trilogia, mas ao mesmo tempo, vamos apresentar coisas novas e empolgantes que não trazem conexões com o que já foi mostrado ao público, sabe? Estou ansioso para ver a reação dos fãs.”

Agora resta saber do que se trata a história.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Anteriormente, o cineasta revelou que está animado por trabalhar com a aclamada franquia.

“Eu vou dizer isso sobre ‘Planeta dos Macacos‘… Eu cresci assistindo o original e amo a recente trilogia. Eu só faria isso se sentisse que poderia oferecer algo especial, além de honrar o material que veio antes. Estamos preparando um capítulo incrível para essa franquia.” 

Lembrando que o filme original ganhou um remake em 2001, estrelado por Mark Wahlberg, Tim Roth, e Helena Bonham Carter.

Dirigido por Tim Burton, o longa arrecadou US$ 362 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 100 milhões.

 

 

“Eu sou o Batman!”: Assista ao trailer DUBLADO de ‘The Flash’

O filme ‘The Flash‘ teve seu trailer DUBLADO divulgado pela Warner Bros.

Confira, com os cartazes que destacam o herói principal do filme, vivido por Ezra Miller, a Supergirl de Sasha Calle e o retorno de Michael Keaton no papel de Batman.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Andy Muschietti dirige.

Série FENÔMENO de audiência estrelada por Kevin Costner será lançada na Netflix

Yellowstone‘, série de faroeste estrelada por Kevin Costner que é um dos maiores fenômenos de audiência nos EUA, será adicionada ao catálogo da Netflix em 15 de janeiro.

A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.

Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly ReillyWes BentleyCole Hauser estrelam.

Assista ao trailer:

A saga épica da família Dutton está prestes a se expandir ainda mais, conforme a Paramount confirma o desenvolvimento de duas novas séries derivadas de Yellowstone’.

Após o sucesso das séries derivadas ‘1883‘ e ‘1923‘, que exploraram diferentes épocas na história da família Dutton, os fãs podem esperar mais duas adições ao universo Yellowstone’: as séries ‘1944‘ e ‘2024‘.

Chris McCarthy, presidente e CEO da Showtime & MTV Entertainment Studios, expressou entusiasmo pela evolução da franquia.

“Em cinco anos, transformamos ‘Yellowstone’ de um programa de TV a cabo de sucesso nos EUA para uma franquia global com mais de 100 milhões de fãs em todo o mundo e múltiplos derivados – e estamos apenas começando”, disse McCarthy.

“Nossos novos derivados planejados, ‘1944’ e ‘2024’, levarão o público a uma jornada emocionante, nova e inesperada com uma narrativa complexa e convincente que se tornou uma marca registrada da franquia.”

Não foram revelados detalhes sobre a trama ou o elenco, mas foi revelado anteriormente que o ator Matthew McCounaghey estava em negociações para estrelar um derivado de ‘Yellowstone‘.

Disney+ vai BLOQUEAR compartilhamento de senhas no Brasil

O Disney+  começou a implementar restrições de compartilhamento de senhas entre domicílios diferentes, e no Brasil vai começar a valer a partir de 12 de novembro. As informações indicam que a plataforma poderá e irá revogar acesso às contas que forem flagradas compartilhando senhas de contas que não pertençam ao mesmo lar.

“A menos que permitido de outra forma por seu nível de serviço, você não pode compartilhar sua assinatura fora de sua casa”, aponta.

“‘Domicílio’ significa o conjunto de dispositivos associados à sua residência pessoal principal que são usados ​​pelos indivíduos que nela residem”. 

“Podemos, a nosso exclusivo critério, analisar o uso de sua conta para determinar a conformidade com este Contrato. Se determinarmos, a nosso exclusivo critério, que você violou este Contrato, poderemos limitar ou encerrar o acesso ao Serviço e/ou tomar quaisquer outras medidas permitidas por este Contrato”.

O monitoramento e a consequente punição dos usuários que violem os termos exigidos pela plataforma começam a acontecer em Junho. Anteriormente, o CEO da DisneyBob Iger, havia comentado que a política de não compartilhamento de senhas poderia não acontecer até 2025.

Variety revela que série de ‘Invocação do Mal’ está em desenvolvimento

Após rumores de uma pré-sequência, a Variety revelou o desenvolvimento de uma série de ‘Invocação do Mal‘ na HBO Max.

Nancy Won foi abordada para roteirizar e servir como produtora executiva e showrunner. Além disso, Peter Cameron e Cameron Squires também devem roteirizar o projeto. A Hbo Max não se posicionou sobre o assunto.

A série foi anunciada em 2023 e desde então nenhuma novidade foi anunciada.  Peter Safran será produtor executivo, junto com a produtora Atomic Monster, de James Wan.

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 187 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais. No último filme, vimos os personagens na juventude sendo interpretados por Madison Lawlor e Orion Smith.

Internacionalmente, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ soma US$ 104 milhões através de 66 mercados – o que representa o maior lançamento internacional da história do gênero.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$13.3M), Reino Unido (US$8.8M), Brasil (US$7.7M), Índia (US$6.7M) e Indonésia (US$5.6M).

Nos EUA, o terror abriu com US$ 83 milhões, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).

Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Xuxa – O Documentário’: Rainha dos Baixinhos fala sobre o passado, filme POLÊMICO e Michael Jackson

Estivemos presentes no lançamento do novo projeto da Globoplay, Xuxa, O Documentário em uma badalada première na zona sul do Rio de Janeiro onde foi exibido para imprensa e convidados o primeiro dos cinco episódios. O lugar estava repleto de famosos e centenas de fãs. A eterna rainha dos baixinhos conversou com a imprensa sobre o projeto e desfilou simpatia e carisma com todos os presentes respondendo de forma muito carinhosa as perguntas que foram feitas. Ao longo do papo, que aconteceu antes da exibição do primeiro episódio, Xuxa passou um pouco por sua vida, de coração aberto, e alguns pontos que vamos ver no projeto que tem direção geral de Pedro Bial.

A nossa eterna rainha começou falando sobre os lugares que visitou para gravações do projeto e as emoções de retornar em alguns momentos do passado: “O fato de eu ir em Santa Rosa (cidade onde nasceu, no Rio Grande do Sul) e levar a minha filha pra poder conhecer minhas raízes foi emocionante. Eu queria mostrar os lugares onde eu andei, foi bastante emocionante, mexeu muito comigo. Um dos pontos que pra mim também foi muito forte, foi o de poder reencontrar pessoas e ver a minha história através delas, como: o Boni, a Marlene (Mattos) e algumas pessoas que trabalhavam comigo. Quando você vive sua história, você enxerga os fatos através do seu olhar, do que você tá sentindo. É muito diferente ver sua história através das pessoas que estavam perto de você. E revisitei a minha história através do olhar das pessoas.”

Xuxa comentou de alguns fatos curiosos que até ela mesmo não sabia, como uma situação envolvendo Michael Jackson: “Eu não sabia por exemplo os motivos de não falar mais com um diretor que trabalhou comigo lá fora (em uma das passagens de Xuxa na carreira internacional). Eu não sabia também como ele me descobriu, e fiquei sabendo no documentário que foi o Michael Jackson que me apresentou a ele, isso pra mim foi uma grande surpresa.”

Perguntada se esse documentário da Globoplay vai conseguir surpreender até mesmo aqueles fãs que conhecem tudo sobre ela, Xuxa comentou: “Eu acredito que sim. Tem coisas no documentário que a gente não colocou, teve uma coisa que eu pedi pra tirar e outras que eles não colocaram pois acharam não relevante colocar. Não tem como você colocar 40 anos de profissão em 5 episódios. Eu vi duas vezes o documentário, achei bem compacto e não mudaria nada. Foi um trabalho de pesquisa muito grande, onde vi muito respeito pela minha história. Por mais que não seja um documentário para me colocar nas alturas, tem puxadas de orelha, eu vi coisas e pensava: como eu falava isso? Como eu fiz isso? Por que eu fiz isso? Não botaram só o lado bom, não só de pessoas que trabalhavam comigo mas também o meu lado também. Tiveram muito respeito, um trabalho de pesquisa muito grande, eu me senti muito respeitada.”

Sobre toda caminhada até aqui, os momentos marcantes e a construção como pessoa da Xuxa nos dias de hoje, a apresentadora tocou em momentos dolorosos de sua vida: “É tão difícil eu falar um ponto só. Até as coisas desagradáveis, por exemplo, eu falei sobre os abusos que passei. Pra eu me tornar a pessoa que me tornei hoje ter revivido essas coisas, ter remexido nisso, me fortalece muito para ser a pessoa que sou hoje, não só a pessoa que as pessoas viram na minha vida profissional mas eu como ser humano. Quando eu me proponho a fazer uma campanha em relação a exploração de crianças e adolescentes eu não só tô vestindo a camisa, tá na pele, tá tatuado em mim, tá cravada em mim essa dor. Eu acredito que essas coisas que passei me fortaleceram pra ser quem eu sou hoje. Essa visita a esses lugares e situação me fizeram quem eu sou mas reviver isso é bem dolorido, dá um enjoo, gostaria de jogar no fundo do mar e esquecer mas é importante porque cada vez que eu digo, não é que eu me liberto, eu mostro para as pessoas que viveram ou estão vivendo essa situação que não estão sozinhas.”

Xuxa também comentou sobre o filme lançado no início da década de 80, Amor Estranho Amor, dirigido por Walter Hugo Khouri: “Até hoje as pessoas querem falar desse filme, eu fiz o filme com 17 pra 18, eu tô com 60 anos, até hoje tem Fake News sobre. As pessoas não veem como ficção, as pessoas não veem a história do filme, que é sobre uma menina que foi vendida pra um prostíbulo, ou seja, aborda a exploração sexual contra adolescentes e que existe até hoje. Querem usar coisas para me machucar, a ignorância de algumas pessoas me machucam. Eu ainda sofro até hoje com isso, com as Fake News ou comentários ridículos. Queria tanto que as pessoas vissem esse filme e lutassem comigo sobre o assunto que o filme realmente aborda.”

Já no final do bate-papo, Xuxa revelou o que pode aparecer no documentário que a choca em relação a sua fama: “O que me choca mais é como as pessoas veem certas situações. Eu falei por exemplo que fui uma pessoa assediada moralmente, fisicamente, também psicologicamente. E tem gente ainda na internet ou em outros lugares que ficam do lado do abusador e não do lado da vítima. Isso me choca. Algumas pessoas arrumam um jeito de falar: ‘Isso é normal’, ‘Naquela época’. Você não pode ficar do lado do malvado. Ficar do lado ruim não dá! Eu sempre fui Xuxa contra o baixo astral!”

Xuxa, O Documentário estreou no streaming global no dia 13 de Julho, sempre com um episódio toda quinta-feira. Já vimos o primeiro episódio e as primeiras impressões são excelentes!

Crítica | O Roubo da Taça

Uma Nostálgica volta no Tempo

O trailer de O Roubo da Taça é muito bom, divertido e dinâmico, conseguindo automaticamente despertar o interesse para o filme. Porém, num feito difícil de ser alcançado, o filme em si consegue ser ainda melhor, superando as expectativas em relação à já aguardada produção. O grande diferencial é a importância dada a todos os detalhes que costumam preencher uma obra, pelo diretor Caito Ortiz, neste primeiro filme nacional produzido pelo colosso Netflix.

A história, parte do folclore de nosso país, retrata de forma irreverente o infame roubo da taça Jules Rimet, conquistada na copa do mundo de 1970, da sede da CBF no Rio de Janeiro. Misturando ficção e realidade num roteiro acertadíssimo, confeccionado pelo próprio diretor, em parceria com Lusa Silvestre (dos ótimos Estômago e Mundo Cão), O Roubo da Taça se mostra uma aula de como fazer cinema acessível de qualidade. O cineasta Ortiz, mais conhecido pela série da HBO (fdp), acerta o tom, transitando entre o humor e um teor mais sério. Esta é uma comédia diferente, que faz uso de todos os atrativos de dramas de prestígio, vide uma direção de arte chamativa, figurinos, maquiagem e uma bela fotografia, que compõem satisfatoriamente a época retratada de 1983.

o-roubo-da-taca-cinepop-2

O sentimento de uma época e costumes considerados hoje politicamente incorretos estão alinhados com perfeição, nos transportando de forma nostálgica a um período um pouco mais inocente e muito mais divertido. A malandragem carioca é a nossa anfitriã durante toda a projeção, e o inspirado desenvolvimento de personagens tão carismáticos e memoráveis se torna outro ponto a favor deste roteiro.

Os louros também devem ser entregues ao elenco de peso, encabeçado por um trio que faz toda a diferença. Falar sobre o talento de Milhem Cortaz, aqui interpretando o policial encarregado do caso, se torna um exercício de pura redundância. De Tropa de Elite (2008) a O Lobo Atrás da Porta (2013), Cortaz é um dos melhores atores brasileiros em atividade e seus bordões seguem sendo entregues de forma como só ele poderia proferir. Taís Araújo… ah, Taís Araújo irá tirar o sono de muito marmanjo na pele da dissimulada Dolores, um mulherão de parar o trânsito – usando uma expressão do período. A atriz, que nunca esteve tão bela, é um dos pontos chave da trama, sendo ao mesmo tempo a voz da razão e a motivadora da tramoia. Araújo brilha em cena com talento de sobra na pele de uma personagem fictícia, nos fazendo desejar que mais produções nacionais a utilizem em seus elencos.

o-roubo-da-taca-2

Finalizando os elogios ao elenco principal, não poderia deixar de apontar para o protagonista Peralta, vivido de forma sublime (na falta de qualquer outro elogio poderoso) por Paulo Tiefenthaler. O sujeito havia capturado minha atenção na pele de Fernando Pamplona no filme Trinta (2014), biografia de Joãozinho Trinta. Criando algo totalmente oposto para seu Peralta, o ator até nos faz perdoá-lo por sua participação no horrendo A Noite da Virada (2014). Tiefenthaler possui um excelente timing cômico, virando o tipo de atuação no momento certo, para um tom mais dramático, por exemplo. O acerto em sua personificação está em fugir de uma caricatura. Ele cria um tipo, um ser humano e o interpreta desta forma, arrancando a comicidade das situações e nunca de trejeitos, assim deixando o público descobrir a graça, e não a forçando goela abaixo da audiência.

Ao sair da sessão para a imprensa do longa, uma novidade bem vinda chegou aos meus ouvidos, trazida pelos colegas. Aquele filme que causara deleite raro para o que vos fala, havia sido premiado em quatro categorias no Festival de Gramado – encerrado no dia 3 de setembro – melhor ator (Tiefenthaler), melhor roteiro (Ortiz e Silvestre), melhor fotografia (Ralph Strelow) e melhor direção de arte (Fábio Goldfarb), todos mais que merecidos. O Roubo da Taça é cinema nacional raro, é a melhor comédia do ano e uma das mais gratas surpresas de 2016. Pena ter ficado fora da corrida por uma vaga no Oscar.

Mel Brooks está de volta! Relembre as Grandes Comédias do Diretor

Recentemente o mundo do entretenimento foi pego de surpresa com o anúncio da nova série da plataforma Star+ (Hulu nos EUA): A História do Mundo Parte 2. Os fãs de filmes e séries mais novos podem até ter ficado confusos quanto ao título e se perguntar onde está a parte 1 desse negócio que nunca tinham ouvido falar? Acontece que se trata da continuação de A História do Mundo: Parte 1, de 1981, comédia cult de sucesso dirigida por Mel Brooks. O diretor está por trás da nova produção também, que serve de sequência 42 anos depois – assim como Cobra Kai continua a franquia Karatê Kid lá dos anos 80. Mas se você pegou esse bonde andando, não se preocupe, pois tanto o filme de 1981, quanto a vindoura série (que estreia em março) são formadas por esquetes sem muita ligação uns com os outros. A sacada é a paródia criada em cima de acontecimentos históricos muito famosos de nossa humanidade.

Leia também: ‘A História do Mundo: Parte 2’ | O icônico Mel Brooks volta aos holofotes aos 96 anos!

Os fãs do diretor e de seu tipo de humor não poderiam estar mais eufóricos. Isso porque Mel Brooks não criava nada desde 1995. E resolveu sair da aposentadoria em 2023 aos… 96 anos! Pois é, e você, o que tem feito da vida? Entrando no clima da série em 8 episódios que chega em breve e traz grandes nomes da atualidade protagonizando, como Seth Rogen, Jack Black, Taika Waititi e Zazie Beetz, por exemplo, o CinePOP resolveu apresentar Mel Brooks para uns, e relembra-lo para outros, ao reunir nessa matéria todos os filmes dirigidos pelo ícone da comédia mundial. Confira abaixo.

Primavera para Hitler (1967)

A estreia de Mel Brooks como cineasta foi neste sucesso que se tornou ícone do gênero da comédia. Além da direção, Brooks também escreveu o roteiro do longa, que traz dois trapaceiros visando dar um golpe elaborado em seus investidores numa peça de teatro da Broadway. Zero Mostel vive Max, um experiente produtor de espetáculos teatrais que se encontra falido, devendo dinheiro para “Deus e o mundo”. O igualmente icônico Gene Wilder (em sua estreia num filme do diretor) é Leo, um contador medroso e cheio de manias, que sonha em trabalhar com arte. Assim, os dois criam uma inusitada parceria. Eles irão criar a pior peça de todos os tempos, um texto realmente de mau-gosto, que enaltece Hitler. O motivo? Querem que a peça seja cancelada logo após a estreia, assim podem embolsar o dinheiro já investido por seus financiadores e se safar da crise. O texto logo foi reconhecido como obra-prima do humor, e realmente ganhou os palcos, inclusive no Brasil. Foi o anúncio da genialidade de Mel Brooks. Primavera para Hitler foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante para Wilder e levou o Oscar de melhor roteiro original para Brooks.

Banzé na Rússia (1970)

O termo “Banzé” foi usado em dois dos filmes de Mel Brooks, e significa algo como barulho, algazarra, zorra. Esse aqui, no entanto, trata-se do filme menos conhecido da filmografia do diretor. Um fator recorrente na obra do cineasta é que Brooks gosta de passear pelos gêneros cinematográficos como um bom cinéfilo. Afinal, todo bom amante de cinema que se preze adora todo estilo de filme. Mel Brooks é assim, e aqui começa a demonstrar isso, ao criar seu próprio épico russo – é claro, tudo na forma de paródia. Curiosamente, a trama é baseada em um livro, que em livre tradução ficou conhecido como ‘Diamonds to Sit On’, algo como ‘Diamantes para se Sentar’. Isso porque o título original do longa é ‘The Twelve Chairs’, ou ‘As Doze Cadeiras’. Na história passada na Rússia Soviética da década de 1920, um aristocrata falido, um padre e um vigarista começam uma caça ao tesouro. Eles estão atrás das citadas doze cadeiras de uma mesa de jantar, já que em uma delas estão escondidas joias valiosas, perdidas durante a revolução. Aqui, Mel Brooks também protagoniza.

Banzé no Oeste (1974)

O ano de 1974 se mostraria um dos mais produtivos da carreira de Mel Brooks. Isso porque foi o único ano em que lançou dois filmes. E os dois se tornaram sucesso de crítica e público, mostrando que o diretor não era fogo de palha, após sua estreia glamorosa. Aqui, a brincadeira é com os clássicos faroestes. Na trama, um rico e inescrupuloso magnata resolve arruinar uma cidadezinha e para isso nomeia um xerife negro, acreditando que a população jamais o aceitaria e o respeitaria. No entanto, Bart (Cleavon Little) se mostra muito eficiente em sua função, e resiste para colocar o lugar nos eixos, declarando guerra ao corrupto vilão. Aqui, Gene Wilder aparece em sua segunda colaboração com Mel Brooks, que também participa como ator em um papel coadjuvante. Uma curiosidade é que esta poderia ter sido a primeira parceria entre Wilder e Richard Pryor, uma dupla muito famosa nos anos 80 – com uma dobradinha de quatro filmes (O Expresso de Chicago, Loucos de Dar Nó, Cegos Surdos e Loucos, e Um Sem Juízo Outro Sem Razão). Acontece que Pryor tinha um comportamento problemático e imprevisível nos bastidores, assim não querendo arriscar por ser um diretor novato, Brooks apostou em Cleavon Little para o papel principal. Banzé do Oeste foi indicado para 3 Oscar: melhor atriz coadjuvante (Madeline Kahn), melhor edição e melhor canção original (‘Blazing Saddles’).

O Jovem Frankenstein (1974)

O segundo filme de Mel Brooks no ano de 1974 se tornou igualmente icônico e pelo título você já pode imaginar o tipo de obra que o diretor homenageia e satiriza aqui. Sim, os clássicos em preto e branco do terror, em especial Frankenstein, de 1931, baseado no livro de Mary Shelley. Quem protagoniza em seu terceiro filme com o diretor é Gene Wilder, no papel do neto do cientista original, que criou um monstro com partes humanas e lhe deu vida. Já deu para perceber que as produções de Mel Brooks não são meramente filmes de comédia, e sim obras de muito prestígio, reconhecidas até mesmo na Academia do Oscar, sempre rendendo indicações. E com O Jovem Frankenstein não foi diferente. O longa recebeu duas nomeações ao maior prêmio do cinema: melhor roteiro adaptado (para Mel Brooks e Gene Wilder em colaboração) e melhor som.

A Última Loucura de Mel Brooks (1976)

É curioso pensar com funcionava a mente dos responsáveis por dar títulos em português aqui no Brasil para as produções de Hollywood no passado. Ainda hoje nos deparamos com certas atrocidades na hora da tradução. Uma das mais curiosas no passado era a que incluía o nome dos atores no título do filme, criando uma metalinguagem existente apenas em nosso país varonil. É só lembrar de Stallone Cobra (1986) – que nos EUA é apenas Cobra mesmo (já que algum “esperto” da época leu o nome do astro acima do título no cartaz e resolveu incluí-lo aqui no Brasil). Pior ainda é esta comédia, que em seu país de origem é chamada Silent Movie, ou “Filme Mudo”. Ok, é sobre isso que a trama fala. Quem estrela é o próprio Mel Brooks, que também escreveu o roteiro e dirigiu. Ele interpreta um diretor de cinema, com uma audaciosa proposta: criar uma superprodução muda, que será o primeiro filme neste estilo silencioso em 40 anos. Por alguma razão, por aqui o título do filme ficou como A Última Loucura de Mel Brooks – que além de tudo não foi a última, mas contou com grandes nomes da época em pontas, vide Paul Newman, Burt Reynolds, James Caan, Liza Minnelli e até a esposa do diretor, Anne Bancroft.

Alta Ansiedade (1977)

Aqui sobrou até para os clássicos do mestre do suspense Alfred Hitchcock. Como um cinéfilo aplicado, Mel Brooks usa muito humor para homenagear o lendário cineasta rotundo, e dedica seu longa a ele, parodiando várias de suas obras mais famosas neste filme, como Um Corpo que Cai, Psicose, Os Pássaros, Intriga Internacional, Disque M para Matar, O Homem que Sabia Demais, entre outros. O mais curioso, no entanto, é que Brooks realizou um trabalho tão bom que muitos fãs casuais de cinema constantemente confundiam este título como sendo uma das obras de Hitchcock, já que até o nome do filme soa como um thriller. O filme era para ser protagonizado por Gene Wilder em mais uma parceria, mas devido a conflitos de agenda o ator precisou se ausentar do projeto. Ao invés de substitui-lo por outro ator, Brooks resolveu ele mesmo protagonizar seu próprio filme no papel do psiquiatra Dr. Richard Thorndyke, um homem com vertigem de altura, metido numa trama macabra de enorme conspiração. Imperdível para ambos os fãs de Mel Brooks e de Alfred Hitchcock.

A História do Mundo: Parte 1 (1981)

Citado no início do texto, esse foi o motivo da matéria. Quando os cinéfilos e até mesmo os fãs do diretor achavam que nunca mais ouviriam falar em um projeto novo de Mel Brooks, eis que o cineasta se prepara para lançar a sequência desta obra e retornar aos holofotes aos 96 anos de idade. Isso é apenas uma desculpa para que possamos falar muito e mostrar para os mais novos o conjunto da obra deste lendário e importante diretor. Aqui Mel Brooks viaja pelo passado da humanidade, desde os primórdios do homem primata, passando pela era bíblica de Moisés e os dez mandamentos, o Império Romano, a Inquisição Espanhola e chegando até a Revolução Francesa em 1799. O longa é formado por esquetes e Brooks aparece em quase todos vivendo diferentes personagens. Outra curiosidade é que esta foi uma nova tentativa de parceria entre Brooks e Richard Pryor (um dos grandes nomes do humor da época). Mas infelizmente, Pryor sofreu um acidente na época que quase o matou, e não pôde participar, sendo substituído por Gregory Hines.

S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço (1987)

A geração que cresceu nos anos 80 e 90 talvez comece a reconhecer melhor os filmes de Mel Brooks a partir deste item. E se o diretor já havia tirado sarro de faroestes, de clássicos do terror e até mesmo dos thrillers do mestre do suspense Hitchcock, é claro que daria sua própria versão zoada para um dos maiores sucessos dos anos 80, Star Wars. Spaceballs (como é conhecido no título original) é uma sátira sem-vergonha e descarada da trilogia original de George Lucas e conta com nomes muito queridos da época protagonizando, como John Candy e Rick Moranis (as adaptações de Chewbacca e Darth Vader na visão do diretor). O próprio Mel Brooks também participa em papel duplo: como o mestre do bem Yogurt (paródia de Yoda), e o líder do mal, Presidente Skroob (uma versão para o Imperador).

Que Droga de Vida! (1991)

É curioso perceber que em sua época de auge, após ter entregue vários sucessos, o diretor Mel Brooks não foi muito produtivo durante os anos 80, a época mais galhofa do cinema. Nesta década, Brooks lançou apenas dois filmes. Adentrando os anos 90, o diretor estreava na década com este filme sobre um milionário que faz uma aposta em seu trabalho. Um colega afirma que ele não conseguiria sobreviver se fosse desprovido de todo o seu dinheiro. Ele, se achando muito sagaz, pensa o contrário, que consegue se virar do zero nas ruas. Assim, o sujeito começa a penar como sem teto e a reavaliar os valores da vida. Que Droga de Vida! foi muito exibido nas reprises das Sessões da Tarde da vida, mesmo assim ainda é um dos filmes menos falados da carreira do diretor – que novamente estrela em seu próprio filme aqui.

A Louca! Louca História de Robin Hood (1993)

Mel Brooks foi mais produtivo nos anos 90 do que nos anos 80, entregando três filmes no período. O segundo foi esta sátira do clássico Robin Hood, um dos primeiros ícones da sétima arte. O curioso é que dois anos antes, o herói que roubava dos ricos para dar aos pobres havia ganhado uma roupagem moderna, o que incluía seu visual, com o filme Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões (1991), estrelado por Kevin Costner. Assim, muitos acreditavam que esta paródia de Mel Brooks era uma brincadeira com aquele filme. Mas não, o que o diretor faz aqui é uma zoação com os clássicos lá da era de ouro dos anos 20 e 30, estrelados por Douglas Fairbanks e Errol Flynn, onde o herói usava sua roupinha verde e chapeuzinho de pena. Justamente por isso, em inglês o título se refere aos tights, as roupas coladas usadas pelo personagem nos clássicos. É claro, sobrou também para o filme de Costner, em especial à técnica da “câmera na flecha”.

Drácula – Morto, mas Feliz (1995)

Esse foi o último filme lançado por Mel Brooks como diretor. Novamente uma paródia de um grande clássico do cinema, também baseado num livro. Desta forma podemos dizer que o diretor criou suas próprias versões de Frankenstein e também de Drácula, com os filmes fazendo uma boa dobradinha de sessão dupla do cineasta. Quem estrela como a criatura vampira da noite é o icônico Leslie Nielsen, então saído dos sucessos da franquia Corra que a Polícia Vem Aí! e se sentindo muito em casa nesse estilo de comédia pastelão. Mais uma vez, coincidentemente ou não, Brooks realizava uma paródia de um clássico que havia ganhado nova roupagem pouco tempo antes. Foi ninguém menos que Francis Ford Coppola quem tirou do papel Drácula de Bram Stoker, remodelando com novos conceitos o clássico atemporal. Três anos depois era a vez de Mel Brooks, num filme que muitos acharam ser sátira do longa de 1992.

Bônus: Sou ou Não Sou (1983)

Este item foi incluído como bônus por ser o filme mais famoso que Mel Brooks protagoniza, mas não dirigiu ou sequer escreveu, embora muitos possam creditar como sendo um filme seu. Trata-se da refilmagem de Ser ou Não Ser (1942), comédia dramática passada durante a Segunda Guerra Mundial. Mel Brooks protagoniza e estrela ao lado da esposa Anne Bancroft. A trama mostra uma trupe teatral de artistas poloneses sendo ajudada por rebeldes da resistência contra os nazistas a escapar da Polônia e das garras da ocupação alemã.

‘Glow’: 2ª temporada teve a terceira maior audiência da Netflix nos EUA

De acordo com os dados do Nielsen Numbers, a 2ª temporada de ‘Glow‘ registrou a terceira maior audiência da Netflix nos EUA, ficando atrás apenas de ‘The Crown‘ e ‘House of Cards‘.

Vale lembrar que esses dados são referentes apenas aos EUA, e só leva em consideração as pessoas que assistem a Netflix pela televisão. Ainda assim, foi uma enorme surpresa que ‘Glow‘ encontra-se entre os programas mais assistidos do serviço de streaming, o que deve sinalizar que uma renovação não deve estar muito distante.

Baseada na adorada série dos anos 80, ‘GLOW‘ conta a história fictícia de Ruth Wilder (Alison Brie). Ruth é uma atriz desempregada e batalhadora em Los Angeles nos anos 80, que encontra sua última chance de virar estrela ao entrar de cabeça no mundo do glitter e dos colãs da luta livre de mulheres.

Confira nossa crítica e as divertidas imagens da 2ª temporada:

Crítica | GLOW – Netflix ressuscita os anos 80 em mais uma série “da hora” 

‘Hellboy’ está pronto pra briga no novo cartaz do reboot; Confira!

O reboot de ‘Hellboy‘ ganhou um novo cartaz.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas nacionais em 11 de abril.

‘The InBetween’ é CANCELADA pela NBC após uma temporada

A NBC cancelou a série ‘The InBetween‘ depois de apenas uma temporada.

A primeira temporada registrou uma média de 0.4 na demo e um total de 2.5 milhões de espectadores – o que representa uma das menores audiências do canal.

A série foi criada por Moira Kirland.

Cassie Bishop (Dyer), uma jovem que nasceu com um dom, embora possa chamá-lo de uma maldição. Ela pode ver e se comunicar com os mortos, ajudando-os com seus problemas não resolvidos… quer ela goste ou não.

O elenco inclui Harriet Dyer, Justin Cornwell, Cindy Luna, Anne-Marie Johnson e Paul Blackthorne.

WWE faz homenagem ao terror ‘Midsommar’ em cartaz do novo evento

O WWE está promovendo uma “noite de terror”, um evento anual de Regras Extremas, e divulgou um novo cartaz que faz homenagem ao elogiado ‘Midsommar‘.

Confira e compare:

O evento irá ao ar hoje, dia 19 de julho, e trará algumas lutas temáticas, incluindo “Luta na Pântano”, entre Braun Strowman e Bray Wyatt, e “Olho por Olho”, entre Seth Rollins e Rey Mysterio.

Além disso, Asuka defenderá o seu título contra Sasha Banks.

‘Uncharted’: Adaptação com Tom Holland é ADIADA em uma semana nos EUA

De acordo com o Deadline, a adaptação de ‘Uncharted‘, estrelada por Tom Holland (‘Homem-Aranha’) e Mark Wahlberg (‘Transformers’), teve sua estreia adiada em uma semana nos EUA.

A Sony Pictures anunciou que o longa será lançado no dia 18 de fevereiro de 2022.

A mudança na data impede que o filme bata de frente com o suspense ‘Morte no Nilo‘ e a comédia ‘Marry Me‘, estrelada pela Jennifer Lopez. Além disso, o site alega que a Sony não queria lançar a produção no mesmo final de semana do Super Bowl.

Confira as primeiras imagens:

Dirigida por Ruben Fleischer, a adaptação da Sony será ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor Sully (Wahlberg).

Para quem não conhece, Fleischer é responsável pelo sucesso de Venom, que arrecadou mais de US$850 milhões nos cinemas, além de ter trazido às telonas a franquia Zumbilândia e o filme de ação ‘Caça aos Gangstêres’.

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio BanderasTati Gabrielle também fazem parte do elenco.

‘Peacemaker’: Elenco se reúne em novo cartaz da série derivada; Confira!

Após o lançamento do trailer, a HBO Max divulgou o novo cartaz de ‘Peacemaker‘, série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 13 janeiro.

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por John Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.