Em OS INSEPARÁVEIS, quando as luzes se apagam em um antigo teatro do Central Park, os bonecos ganham vida. Entre eles está Don, que sonha em desbravar o mundo e ter uma vida própria. Quando sai do teatro em busca dessa realização, ele conhece DJ Doggie Dog, um animal de pelúcia abandonado que quer se tornar uma estrela do rap. Juntos, vão tentar transformar seus sonhos em realidade.
Em BORDERLANDS, Lilith, uma infame fora da lei com passado misterioso, relutantemente retorna para seu planeta natal, Pandora, para encontrar a filha perdida do ser mais poderoso do universo, Atlas. Lilith forma aliança com um time inesperado – Roland, um ex-mercenário de elite, agora desesperado por redenção; Tiny Tina, uma pré-adolescente demolicionista; Krieg, protetor de Tiny Tina; Tannis, cientista que beira a insanidade; e Claptrap, um robô persistentemente sábio. Esses heróis nada convencionais devem lutar contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar e proteger a jovem desaparecida, a qual detém a chave para um poder inimaginável. O destino do universo pode estar nas mãos deles – mas eles irão lutar por algo muito maior: uns pelos outros”.
» O elenco completo é formado por Cate Blanchett (Lilith), Jack Black (Claptrap), Florian Munteanu(Krieg), Kevin Hart(Roland),Jamie Lee Curtis(Dra. Patricia Tannis), Ariana Greenblatt (Tiny Tina), Edgar Ramirez (Atlas) e Haley Bennett como uma personagem original;
» Eli Roth é conhecido por comandar inúmeros longas-metragens de terror ou suspense, incluindo ‘Canibais‘, ‘Hostel‘, ‘Cabana do Inferno‘ e ‘Bata Antes de Entrar‘;
» O longa é baseado na homônima saga de games que foi lançada em 2009 e teve três sequências: ‘Borderlands 2’ (2012), ‘Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e ‘Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios;
O MENSAGEIRO segue a história da relação entre a mãe de uma presa e um soldado, mostrando a possibilidade de diálogo entre pessoas em situações opostas. A memória de tempos difíceis vista através de personagens sempre tratados como secundários. A mãe é uma senhora casada, conservadora, católica. O jovem soldado, recém-chegado do Sul, assiste constrangido a uma série de barbaridades. Ele decide correr riscos ao aceitar levar uma mensagem da filha presa para a mãe, criando um vínculo pautado por inúmeras contradições.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Lúcia Murat também assina o roteiro ao lado de Tunico Amâncio;
Em É ASSIM QUE ACABA, Lily acredita que encontrou o amor verdadeiro com Ryle, mas quando um incidente doloroso desencadeia um trauma do passado, ela deve decidir se apenas o amor conseguirá levar seu casamento adiante. No entanto, as coisas se complicam quando seu primeiro grande amor retorna à sua vida.
Em ‘ARMADILHA‘, um pai e sua filha adolescente assistem a um badalado show de música pop, quando percebem que estão no epicentro de um evento sombrio e sinistro.
» Sobre o projeto, Shyamalan declarou: “Meu novo filme será lançado em 2024. Será um thriller. Vai ser um filme muito diferente em comparação aos filmes que dirigi recentemente. Estou muito animado com a história, e mal posso esperar para poder compartilhar mais sobre ela.”;
» Recentemente, o cineasta fechou contrato com a Warner Bros. para a produção e direção de projetos originais. O acordo foi firmado pouco depois da Warner também ter fechado contrato com outros grandes nomes da indústria do entretenimento – incluindo Akiva Goldsman e Baz Luhrmann;
Em O ÚLTIMO PUB, o dono de um pub luta para manter seu negócio vivo em uma cidade decadente. Quando refugiados sírios começam a ocupar as casas vazias da região, a tensão aumenta e a união dos habitantes locais é colocada à prova.
Curiosidades:
» Paul Laverty, de ‘A Parte dos Anjos‘ e ‘Ventos da Liberdade‘, assina o roteiro;;
Em HAROLD E O LÁPIS MÁGICO, o aventureiro Harold consegue fazer dar vida à qualquer coisa simplesmente desenhando em seu livro. Depois que ele cresce e se desenha fora das páginas do livro e dentro do mundo real, Harold descobre que ele tem muito o que aprender sobre a vida real – e que seu confiável lápis roxo pode criar mais diversão do que ele jamais achou possível. Quando o poder da imaginação ilimitada cai nas mãos erradas, vai precisar da criatividade de todos os amigos do Harold para salvar o mundo real e o seu próprio. Harold e o Lápis Mágico é a primeira adaptação da amada série de livros que cativou gerações por décadas.
Curiosidades:
» O diretor brasileiro Carlos Saldanha também é conhecido por comandar ‘Robôs‘, os três primeiros filmes da franquia ‘A Era do Gelo‘ e a duologia ‘Rio‘;
» O longa é baseado no homônimo livro infantil escrito por Crockett Johnson;
Em BERNADETTE, no palácio Eliseu, Bernadette espera finalmente ser reconhecida após trabalhar durante anos à sombra do seu marido, para que ele se tornasse presidente. Esquecida e considerada antiquada, Bernadette decide se vingar, tornando-se uma figura pública famosa.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Léa Domenach também assina o roteiro ao lado de Clémence Dargent;
Em O EXORCISMO, Anthony Miller é um ator que começa a perder o controle enquanto filma um filme de terror sobrenatural. Sua filha distante se pergunta se ele está voltando aos seus vícios anteriores ou se há algo mais sinistro acontecendo.
Apesar de não ter agradado muito os críticos, os assinantes da plataforma revelaram que o filme rende ótimas piadas.
Confira:
JACKPOT: uma bobagem divertidíssima estrelada por John Cena e Awkwafina. Engraçadinho, sem nenhum compromisso com a realidade, perfeito pra ver desligando o cérebro um pouquinho.
“Jackpot” é divertido com sua premissa tola e disposição de esticar a piada, algo q Awkawafina e John Cena defendem com esmero admirável. O que mais me impressiona no filme é msm o talento de Cena. Ele dá dignidade e graça ao papel mais bobo q existe e o faz com sagacidade pic.twitter.com/zHIyQWonDo
Achei “Jackpot – Loteria Mortal” uma ótima pedida. A trama simples, poucas explicações e o resto ficando pelo carisma de John Cena e Awkwafina na comédia e principalmente, nas cenas de ação.#FilmesAF#JackpotMovie#Jackpot
Acabei de assistir esse tal de Jackpot. Mas assim, imagina um filme tão ruim que chega a ser bom ?! A premissa do roteiro é interessante, mas o negócio não se importar com nada kkkkkk
Se não fosse todos os palavrões eu falaria que era filme de sessão da tarde dos anos 90
eu ia dar duas estrelas e meia para jackpot inteiramente pela primeira cena de luta do john cena e o cabelo da awkwafina mas aí eles colocaram bloopers nos créditos o que é uma imediata promoção a uma estrela completa
Caraca…..acabei de ver aquele filme JACKPOT do prime video…..MUITO DAHORA kra! Legal ver algo bakana q se passa num futuro não tão longe assim….sei q é comédia e ficção masss vai sabe neh….pode ser meio assim msm kkkk imagina se fosse por aki….
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com apenas 41% de aprovação, com base em 32 críticas até o momento. Entre os espectadores, o projeto teve uma recepção parecida, amargando apenas 43% de aprovação.
Confira os principais comentários:
“Embora a ação certamente esteja disponível em abundância, a única coisa que falta é a comédia” – Houston Community Newspaper.
“Uma premissa original, dois atores excelentes e uma disposição geral de arriscar tudo tornam esta uma maneira agradável de passar duas horas” – Aisle Seat.
“[O] terceiro ato do filme acaba fica no caminho de um esforço considerável” – Mark Reviews Movies.
“Este não é um filme ‘divertido e ruim’ e, embora haja momentos divertidos, eles não são suficientes para durar quase duas horas” – LeisureByte.com.
“Uma comédia de ação perfeitamente boa e muitas vezes engraçada que prospera com a união [do diretor Paul Feig] com Awkwafina e Cena” – The Weekend Warrior.
A trama segue a vencedora de uma loteria criada recentemente na Califórnia, Katie Kim, e sua luta para sobrevir e reivindicar seu bilhete premiado com o apoio do Cassidy, enquanto fogem do Louis Lewis (Simu Liu) e dos caçadores do prêmio.
Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) é responsável pela direção.
O terceiro ato de ‘Alien: Romulus’ pegou o público de surpresa ao retratar o nascimento de um híbrido humano-xenomorfo.
A cena em questão mostrou uma Kay grávida (Isabela Merced), injetando-se com a mesma substância que apareceu em ‘Prometheus’, deixando os fãs tentando adivinhar o que aconteceria após ela sofrer o processo de mutação. Todavia, poucos esperavam que a gosma iria causar mutações em seu filho, resultando em uma abominação que é assustadoramente semelhante à “criança” de Ellen Ripley (Sigourney Weaver) em ‘Alien – A Ressurreição’.
A comparação não escapou aos fãs obstinados da franquia, que ficaram divididos sobre o tratamento que o novo filme dá à tradição.
Em entrevista à Variety, o diretor Fede Álvarez afirmou que o easter-egg não foi deliberadamente pensado – e que ele não havia pensado no monstro de ‘A Ressureeção’ enquanto rodava ‘Romulus’. O diretor, inclusive, credita o próprio filho por ter notado a comparação.
“Ele assistiu recentemente com um amigo todos os filmes de ‘Alien’ e, quando o filme foi lançado, ele disse: ‘e como em ‘Ressurreição’“, ele conta. “Eu não tinha processado isso dessa maneira — mas é verdade, é essa abominação que surge”.
Vale lembrar que o filme arrecadou ótimos US$18 milhões nesta última sexta-feira.
A expectativa é que o filme encerre o fim de semana nos EUA com US$ 40 milhões a US$ 42 milhões.
A melhor abertura para um filme Alien vai para ‘Prometheus‘ de Ridley Scott, de 2012, que registrou um primeiro dia de US$ 21,4 milhões em prévias/sexta-feira e encerrou o fim de semana com US$ 51 milhões.
Com a franquia produzida porRidley Scott arrecadando US$ 26 milhões no exterior até sexta-feira, isso prenuncia um lançamento de US$ 60 milhões internacionalmente, totalizando US$ 100 milhões globalmente (mais ou menos) — um começo fantástico e com semanas claras pela frente.
Além de 81% de aprovação dos críticos, o longa que resgata a franquia de terror sci-fi recebeu nota B+ no CinemaScore.
Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.
A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.
Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.
Confira as análises:
“Fede Alvarez se superou com seu melhor filme até agora! #AlienRomulus não é apenas uma carta de amor, é um amálgama da franquia alienígena como um todo. Lindo, aterrorizante, macabro, estranho, distorcido, grotesco, sangrento e, acima de tudo, profundamente repleto de referências à mitologia da franquia. Estou um pouco impressionado com o filme inteiro… E, como alguém que não cresceu totalmente com a franquia ‘Alien‘, mas sempre a amou… Estou muito feliz em dizer que amei ‘Alien: Romulus‘. Além disso, NENHUM de vocês está preparado para os 20 MINUTOS finais! JESUS CRISTO!”
Fede Alvarez has outdone himself with his best film yet! #AlienRomulus isn’t just a love letter it’s an amalgamation of the alien franchise as a whole. Beautiful, terrifying, gnarly, weird, twisted, grotesque, gory, & most of all deeply layered with mythology/ideas. I’m a bit… pic.twitter.com/fB48iRnaxU
“‘Alien: Romulus‘ se apoia fortemente em suas origens de terror para criar uma viagem de emoção implacável e visceral que começa lentamente e aumenta em intensidade até que você fica sem fôlego no final. Desprovido de qualquer profundidade temática, ele incorpora tantas referências e momentos de fan service que muitas vezes se esquece de tentar fornecer algo novo ou profundo. Ainda assim, as performances fundamentadas de Cailee SpaenyeDavid Jonsson entregam peso emocional suficiente para manter o público envolvido durante o massacre. Definitivamente o mais direto da franquia.”
ALIEN: ROMULUS leans heavily into its horror origins to craft a relentless, visceral thrill ride that starts off slowly and increases in intensity until you’re left gasping for breath by the end. Devoid of any thematic depth, it incorporates so many winks, nods, and moments of… pic.twitter.com/QSKZdj6cwm
“Adorei #AlienRomulus. Fascinante do começo ao fim com apostas emocionais surpreendentes e um terceiro ato absolutamente deslumbrante. Álvarez traz imenso estilo e criatividade para a franquia. Os efeitos práticos/cenários reais capturaram o mundo sombrio e corajoso da franquia lindamente. Tenso e assustador, mas nunca exagerado. Graças a Deus, o filme não foi lançado em streaming porque está incrível nas telonas.”
I loved #AlienRomulus. Riveting from start to finish w/ surprising emotional stakes & an absolutely stunning third act. Álvarez brings immense style & creativity to the franchise. The practical effects / real sets captured the dark & gritty world of ALIEN beautifully. Tense &… pic.twitter.com/ko2qESEpe8
“Eu vi #AlienRomulus. É muito bom, às vezes fantástico. Acima de tudo, é um filme lindamente filmado, ótimo trabalho de câmera, Fede Alvarez e o diretor de fotografia Galo Olivares têm um ótimo senso de luz, sombra e cor. Definitivamente um dos filmes mais bonitos do ano.”
I’ve seen #AlienRomulus. It’s very good, sometimes fantastic. Above all, it’s a beautifully filmed movie, great camera work, Fede Alvarez and DOP Galo Olivares have a great sense of light, shadow and colour. Definitely one of the best looking films of the year. pic.twitter.com/cN9UtBFKio
“Sujo, corajoso e vívido, #AlienRomulus perde oxigênio enquanto arrasta seu elenco por uma manopla infernal de horrores antigos e novos. O balanço do ato final é admirável, mas é mais impressionante em seu comando de escala, a maneira como é assustadoramente íntimo e melindricamente expansivo. O CGI, no entanto…”
Grimy, gritty, & lived in, #AlienRomulus
loses oxygen as it rakes its cast through a hellish gauntlet of old & new horrors. Final act swing is admirable yet it’s most impressive in its command of scale, the way it’s frighteningly intimate & squeamishly expansive. The CGI tho … pic.twitter.com/Gbw8Gc2RzJ
“Senhoras e senhores, ‘Alien: Romulus‘ é de longe o melhor filme do ano. É o melhor da franquia e pode ser meu novo terror favorito. Mal posso esperar para vê-lo novamente e estou muito animado para que o mundo aproveite esta obra-prima como fizemos esta noite.”
Ladies and Gentlemen, Alien Romulus is by far the best movie of the year. It’s the best in the franchise, and may be my new favorite horror. Can’t wait to see it again and I’m so excited for the world to enjoy this masterpiece like we did tonight. -hat guy (video taken by the… pic.twitter.com/cDLj64ub27
— The Escape Pod Podcast (@EscapePodcastAA) August 9, 2024
“ALIEN: ROMULUS‘ é incrível. Efeitos práticos insanos (uma transformação humano-alienígena verdadeiramente assustadora) e um número musical inesperado no terceiro ato que não tem razão para funcionar, mas funciona completamente. Spaeny grita, luta, dança e canta para entrar no Hall da Fama das Final Girls.”
ALIEN: ROMULUS is incredible. Insane practical effects (a truly wretched human-alien transformation) and an unexpected third act musical number that has no reason to work but completely does. Spaeny screams, fights, dances, and sings herself into the Final Girl Hall of Fame. pic.twitter.com/CoYJ1D9Thi
— Sharon Haircut at the Movies (@HoleAndOates) August 9, 2024
“#AlienRomulus A maldita franquiaestá de volta. Eu estava cética no começo, mas este é facilmente um dos melhores filmes da franquia. Fede Álvarez não decepciona. O design de som e a construção deste mundo estão incríveis. Os efeitos práticos são tão bons que o filme me deu pesadelos.”
#AlienRomulus The bitch is back. Was skeptical going in, but this is easily one of the better films in the franchise. Fede Álvarez doesn’t disappoint. Awesome sound design and world-building. The practical effects are so good that the film gave me nightmares. pic.twitter.com/Z46KNWxYhn
“VISCERAL e INTENSO. Tem suspense, é ousado e dramático. Uma produção cinematográfica que traz a franquia de volta às suas raízes. Sustos cheios de ação com toques sensuais. Este não é apenas mais um filme de terror, é uma das MELHORES prequelas de todos os tempos! Um final adequado que prepara o que vem a seguir. Fede Álvarez define a saga ‘Alien‘ para uma nova geração e até supera o ‘Aliens’, de James Cameron, e o ‘Alien’ original deRidley Scott. Este é um horror cinematográfico em níveis sem precedentes, um banquete para a alma. Dê a ele todos os filmes alienígenas que ele deseja!”
Há quarenta anos, Robert Englund fez história na sétima arte ao encarnar o icônico Freddy Krueger na franquia ‘A Hora do Pesadelo’. Desde então, o ator se aposentou de interpretar o personagem – mas um dos membros do elenco original acredita que ele não deveria fazer isso ainda.
Em uma recente entrevista ao Bloody Disgusting, Heather Langenkamp, que interpretou Nancy Thompson no primeiro capítulo da saga de terror, comentou sobre a possibilidade de um novo filme e disse que tem esperanças de que a Warner Bros. invista em mais uma narrativa.
“Essa é a parte agridoce de tudo”, disse ela. “É tão bom conseguir algo no 40º aniversário que as pessoas possam colecionar [referindo-se ao lançamento em 4K do filme]. Muito foi feito para manter vivo o espírito de ‘A Hora do Pesadelo’. Espero que a próxima coisa em que a Warner Bros. se concentre seja recriar Freddy Krueger de uma forma que todos nós possamos realmente desfrutar em um novo filme”.
Sobre o retorno de Englund, a atriz afirmou que tem certeza de que ele poderia voltar mais uma vez como o personagem.
“Recentemente saí com ele e ele tem muita energia”, ela contou. “Ele é uma pessoa que mal consigo acompanhar em nossos passeios pelo país. Se ele não consegue fazer isso, ninguém consegue; é o que gosto de dizer. Até vê-lo com seu andador tropeçando pela rua, eu tenho certeza de que Robert Englund pode interpretar Freddy Krueger.”
Anteriormente, o produtor Jason Blum, criador da Blumhouse, afirmou que acredita ser possível convencer Englund a reprisar o seu papel como o icônico vilão em um reboot da franquia.
“Eu poderia convencê-lo a reprisar o papel. Eu poderia convencer qualquer um. Quero dizer, Ellen Burstyn tem 87 anos, e eu a convenci a retornar na sequência de ‘O Exorcista’.”
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Blum havia comentado sobre seu interesse nos possíveis reboots das franquias ‘Sexta-Feira 13‘ (Friday the 13th) e ‘A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare on Elm Street).
Assista:
O filme mais recente da franquia é o remake de mesmo nome, dirigido por Samuel Bayer, que estrela Rooney Mara.
O filme fracassou entre os críticos, conquistando apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, o longa foi um sucesso de bilheteria, tendo arrecadado US$ 117 milhões mundialmente.
A 2ª temporada de ‘Pachinko’, série épico-dramática que acompanha quatro gerações de uma família coreana lutando para alcançar seus sonhos, chega este mês ao catálogo da Apple TV+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito fazendo um resumão do ciclo de estreia.
Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 23 de agosto.
A série foi escrita por Soo Hugh e baseada no romance homônimo best-seller assinado por Min Jin Lee.
Recheada com temas universais sobre família, amor, triunfo, destino e resiliência, ‘Pachinko’ acompanha as esperanças e os sonhos de uma família de imigrantes coreanos através de quatro gerações, conforme deixam sua terra natal em uma jornada indômita para sobreviver e prosperar. Começando na Coreia do Sul no começo dos anos 1900, a narrativa é contada através dos olhos de uma marcante matriarca, Sunja, que supera todos os obstáculos. Sua história é justaposta ao do neto, Solomon, na década de 1980.
O longa-metragem foi disponibilizado no último dia 16 de agosto na plataforma de streaming.
Na trama, um homem com personalidade múltipla sequestra três garotas, e elas precisam achar um meio de escapar antes que uma nova personalidade sinistra se manifeste.
Relembre o trailer:
Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.
O elenco ainda conta com Anya Taylor-Joy Casey, Betty Buckley, Haley Lu e Jessica Sula.
A 3ª e última temporada de ‘De Volta aos 15’, adorada série estrelada por Maísa, estreia esta semana na Netflix.
Os episódios de encerramento da atração chegam à plataforma de streaming no dia 21 de agosto.
Confira:
Vale lembrar que, recentemente, a atriz Juliana Paiva foi escalada para o ciclo de encerramento.
Paiva dará vida à versão adulta de Filipa, que passa a conhecer a protagonista Anita na faculdade. A versão mais jovem da personagem será vivida por Larissa Manoela, que se reúne com a ex-colega da novela ‘Carrossel’, Maísa.
Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.
A série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunistaBruna Vieira.
Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava. Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência. Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.
Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15’ terá seis episódios na 1ª temporada.
‘Deadpool & Wolverine’ já se estabeleceu como um marco no cinema, superando uma série de recordes desde o seu lançamento. O longa, que marca o retorno deRyan Reynolds e Hugh Jackman como os icônicos mutantes, já arrecadou impressionantes US$ 516,8 milhões em bilheteira mundial e US$ 568,8 milhões apenas na estreia nos EUA.
O filme ganhou um trailer comemorando os recordes de bilheteria após superar ‘Coringa‘ como a maior bilheteria Rated-R de todos os tempos. Com US$ 1,08 bilhão em seus cofres, o filme de Shawn Levy enfrenta uma competição assustadora nas bilheterias neste fim de semana com ‘Alien: Romulus‘ entrando em cena.
Assista:
O filme ultrapassou ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ como a 11ª maior bilheteria da Marvel.
Confira o Top 12:
1. Vingadores: Ultimato – US$ 2.748.242.781
2. Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2.048.359.754
3. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – US$ 1.908.532.719
4. Os Vingadores – US$ 1.515.100.211
5. Vingadores: Era de Ultron – US$ 1.395.316.979
6. Pantera Negra – US$ 1.334.157.082
7. Homem de Ferro 3 – US$ 1.215.392.272
8. Capitão América: Guerra Civil – US$ 1.151.899.586
9. Homem-Aranha: Longe de Casa – US$ 1.132.937.929
10. Capitã Marvel – US$ 1.129.576.094
11. Deadpool e Wolverine – US$ 1.085.616.895
12. Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – US$ 952.224.986
O longa já arrecadou impressionantes US$ 1,085 bilhão e desbancou o sucesso de ‘Coringa’, que havia arrecadado US$ 1,074 bilhão em 2019.
É importante destacar que ‘Deadpool e Wolverine’ alcançou a marca de US$ 1 bilhão em um tempo recorde, superando a bilheteria de ‘Coringa’, mesmo com o filme de Joaquin Phoenix não tendo sido lançado na China.
Além disso, o filme se consolidou como o segundo maior sucesso de bilheteria de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2’.
Aqui estão todos os outros recordes que o filme já bateu:
Maior bilheteria da história para um filme para maiores, desbancando ‘Coringa’ (US$ 1,074 bilhão em 2019)
Maior estreia mundial para um filme para maiores de idade: Superou ‘Coringa’ (2019), que arrecadou US$ 147 milhões.
Maior estreia para um filme para maiores nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), que arrecadou US$ 132,4 milhões.
Maior estreia da carreira de Ryan Reynolds nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), com US$ 132,4 milhões.
Maior estreia da carreira de Hugh Jackman nos EUA: Superou ‘X-Men: O Confronto Final’ (2006), que arrecadou US$ 102,7 milhões.
Maior estreia da carreira deShawn Levy nos EUA: Superou ‘Uma Noite no Museu 2’ (2009), que arrecadou US$ 54,1 milhões.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
O mundo das séries nos apresenta também enormes desafios para entendermos as reflexões propostas e geralmente quando começamos a entender não desgrudamos nossos olhos da televisão. Pensando em alguns projetos seriados para você conferir e que se encaixam nesse contexto, segue abaixo uma lista bem legal:
Ruptura (Apple Tv Plus)
Na trama, criada por Dan Erickson, que é uma das mais difíceis de se definir por conta de seu campo amplo, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas não lembram de nada do trabalho. Até que um dia um ex-colega deles de trabalho, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo das duas realidades.
Debaixo da Ponte: A Verdadeira História do Assassinato de Reena Virk (Disney Plus)
Na trama, conhecemos Rebeca (Riley Keough), uma mulher que volta para casa, na cidade de Vitória, capital da Colúmbia Britânica no Canadá, para escrever um livro. Logo após sua chegada, um terrível assassinato é cometido, uma jovem de 14 anos chamada Reena (Vritika Gupta) é encontrada sem vida levando a policial Cam (Lily Gladstone), uma velha conhecida de Rebeca, para uma complexa investigação, repleta de telefone sem fio, que foca em outros jovens que viram a vítima pela última vez.
O Problema dos 3 Corpos (Netflix)
Na trama, conhecemos uma jovem cientista lá na década de 60, em meio à revolução cultural chinesa, que após passar por um trauma acaba recebendo a chance de trabalhar num lugar secreto que tem como objetivo colocar a China como líder na comunicação interestelar. Um dia, ela consegue contato com seres de outro planeta e uma decisão nessa comunicação acaba vindo a ter consequências anos depois atingindo em cheio as vidas de um grupo de amigos e brilhantes cientistas que estão na Europa nos tempos atuais.
O Consultor (Prime Video)
Na trama, conhecemos alguns funcionários de uma empresa de jogos que certo dia presenciam a trágica saída de seu chefe e a chegada de um misterioso consultor chamado Regus Patoff (Christoph Waltz) que de maneira nada ortodoxa muda completamente as regras do cotidiano do lugar. Assim, conhecemos mais a fundo a trajetória dos amigos Elaine (Brittany O’Grady) e Craig (Nat Wolff), dois funcionários dessa empresa que passará por mudanças profundas na sua gestão.
A Garota na Fita (Netflix)
Na trama, conhecemos um casal com uma filha pequena que vai até o tradicional Desfile dos Reis Magos nas ruas de Málaga, na Espanha. Durante o evento, a filha deles desaparece, levando a uma busca durante anos. A jornalista Miren (Milena Smit) fica obcecada pela investigação e resolve da sua forma ajudar a solucionar o mistério.
Na curiosa trama, conhecemos um grupo de pessoas que compram uma passagem de navio saindo de um país da Europa para os Estados Unidos. Nesse grupo de pessoas, de diversos países diferentes, estão, entre outros: Maura (Emily Beecham), Ling Yi (Isabella Wei), Krester (Lucas Lynggaard Tønnesen), Eyk (Andreas Pietschmann), Ángel (Miguel Bernardeau) Ramiro (José Pimentão), Jérome (Yann Gael), Clémence (Mathilde Ollivier), Lucien (Jonas Bloquet) Sra. Wilson (Rosalie Craig), Olek (Maciej Musial), Tove (Clara Rosager), Franz (Isaak Dentler). Parece que esses personagens, que se tornam os principais da história, possuem um elo que são os fortes traumas que viveram em um passado nem tão distante. Ao longo do trajeto dessa viagem, muitas coisas estranhas começam a acontecer e decisões sobre o que fazer colocará todos eles em risco.
Na trama, acompanhamos a história de Don Chase (Jeff Bridges) um homem que vive solitariamente com seus dois cães em uma cidade do interior dos Estados Unidos e que teve a perda da esposa anos atrás. Durante uma invasão à sua casa, ele percebe que seu passado como agente da CIA acaba batendo novamente à sua porta. Assim, ele resolve ir atrás da resolução de um situação de algumas décadas atrás e descobre que um homem perigoso está atrás dele. Contando com a ajuda da filha Emily (Alia Shawkat), por quem só se comunica por telefones descartáveis acaba entrando em uma gangorra de emoções que tem uma outra peça importante, o ex-companheiro da CIA Harold Harper (John Lithgow).
Na trama, conhecemos os amigos Rebecca (Hannah Ware), James (Dimitri Leonidas) e Ben (Amir El-Masry), um trio de estudiosos com um futuro de sucesso nas suas áreas. Certo dia, Rebecca e James descobrem uma maneira de que a partir de um teste de DNA uma pessoa possa encontrar seu parceiro perfeito. Assim, montam uma enorme empresa chamada The One (que logo vira um sucesso) comandada nos tempos atuais por Rebecca e com James bem afastado dela. Aos poucos, entre flashbacks detalhados e informações entrelaçadas vamos conhecendo segredos que aconteceram no passado, no início da criação da empresa e também os motivos da morte de Ben, que é investigada pela detetive Kate (Zoë Tapper).
O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo vive em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.
Um dos mais impactantes seriados de todos os tempos mostrou a saga de um grupo de pessoas de diversos lugares que sofrem um acidente de avião e conseguem abrigo em uma ilha repleta de mistérios. Criada por J.J. Abrams, Jeffrey Lieber e Damon Lindelof esse projeto marcou uma geração de fãs de séries que repercutem o desfecho até hoje.
Um dos capítulos mais tristes da relações humanas é a não aceitação do próximo seja pelo motivo que for. Algumas obras cinematográficas desenvolvem suas tramas a partir desses conflitos.
Pensando em algumas dessas, segue abaixo alguns filmes para e refletir sobre esse tema:
A Filha do Pescador
Na trama, conhecemos Samuel (Roamir Pineda) um experiente pescador que mora em uma ilha e vive seus dias dedicado 100% ao seu trabalho. Amargurado com o passar do tempo, sem se livrar das desilusões, aprendeu a viver com a solidão. Certo dia, seu filho que não via faz mais de uma década, volta pra casa, agora como uma mulher trans chamada Priscila (Nathalia Rincón), que fugiu da cidade onde morava por conta de uma situação. Quando Samuel se machuca após uma ida ao mar e precisa de alguém para cuidá-lo, esse pode ser o momento que precisam para se entenderem.
Antonia, Uma Sinfonia
Na trama, conhecemos Antonia (Christanne de Bruijn), uma jovem com um talento evidente para a música clássica que possui um único grande sonho: ser uma regente de uma importante orquestra. Mas sua vida não é fácil, vinda com a família da Holanda para os Estados Unidos, onde mais tardar descobre ter sido adotada, sofre todo tipo de preconceito em terras americanas em busca do sonho de estudar e alcançar respeito no mundo do música.
Filadélfia
Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.
Na trama, acompanhamos Suellen (Maeve Jinkings, em grande atuação) uma mulher batalhadora que trabalha como cobradora de um pedágio em Cubatão, São Paulo. Ela tem um filho, Tiquinho (Kauan Alvarenga), perto de completar 18 anos, que adora fazer vídeos e imitar divas da música. Ao longo do tempo, Suellen passou a se incomodar com algumas situações envolvendo o filho e de maneira inconsequente resolve ser parte de uma pequena gangue que rouba relógios, tudo isso para financiar a ida de seu filho à uma cura gay organizada por um pastor gringo.
Na trama, conhecemos os inseparáveis amigos Patrick (Josh O’Connor) e Art (Mike Faist) que tem como elo uma paixão pelo esporte favorito, o tênis. Disputando alguns torneios ainda adolescentes, um dia conhecem pessoalmente Tashi (Zendaya), uma jovem promissora nesse esporte. Após algumas idas e vindas, um triângulo amoroso acaba sendo instaurado sem possibilidades de se prever o que aguardaria seus destinos.
Na trama, conhecemos Paloma (Kika Sena), mãe da pequena Jenifer que mora com o companheiro Zé (Ridson Reis) em uma casa humilde em Saloá, município de Pernambuco, uma pequena cidade nordestina com pouco mais de 15.000 habitantes. Paloma é transexual e trabalha diariamente como agricultora (numa colheita de mamão) e de vez em quando faz bico como cabeleireira. Ela tem um desejo dentro dela que acaba saltando em seu presente: ela quer se casar na igreja de véu e grinalda. Em uma conversa com o padre da cidade, ela fica sabendo que somente o papa poderia dar autorização para ela casar na Igreja. Assim, resolve escrever uma carta para a maior autoridade católica do planeta. A partir dessa iniciativa, conhecemos alguns conflitos que a protagonista atravessa na caminhada para seus sonhos e sem nunca perder sua fé.
Reflect
Na trama, que explora os conceitos de disformia corporal, acompanhamos uma bailarina que tem um grande problema com o espelho por não se sentir bem com seu corpo. Nas aulas de balé, se sente com vergonha mas acaba descobrindo uma maneira de encarar essa situação quando se aprofunda nesse conflito. Ela se projeta para dentro de uma metáfora sobre o medo percebendo que pode reverter toda sua não aceitação e a jogar para escanteio.
Dirty God
Na trama, conhecemos Jade (Vicky Knight), uma jovem, mãe, que mora com a sua, em um pequeno apartamento. Jade sofreu um terrível ataque com ácido e teve parte do corpo, parte do rosto inclusive, queimado. Vamos acompanhando a protagonista no retorno dela a sua vida, nas novas condições, no trabalho, no relacionamento conturbado com a mãe e tentando criar um sentido em sua vida inclusive para tentar ser uma boa mãe para sua filha ainda bebê.
Na trama, conhecemos Saúl (Gael García Bernal), um jovem nascido em El Paso (Texas) que tem o sonho de ser lutador profissional de luta livre e mora com a mãe Yocasta (Perla De La Rosa) no lado mexicano da fronteira com os Estados Unidos. Ele é gay e está em um relacionamento escondido com um homem casado. Enfrentando o preconceito em um esporte machista, quando começa a se destacar, resolve adotar o nome de ‘Cassandro’ virando uma referência para milhares de amantes desse esporte.
Na trama, conhecemos Armand (Robin Williams) e Albert (Nathan Lane) um casal homossexual de meia idade que possuem um clube gay super badalado na Flórida, repleto de apresentações. Certo dia, o filho de Armand, Val (Dan Futterman) diz ao pai que vai casar com Barbara (Calista Flockhart), a filha de Louise (Dianne Wiest) e do senador conservador Keeley (Gene Hackman), esse último prestes a ser reeleito mas metido em um escândalo. A questão é que Val pede ao pai que ele e Albert não entreguem num jantar de comemoração que são gays. Assim, é instaurada uma enorme confusão.
Uma história clássica é conhecida e reconhecida por pessoas do mundo inteiro, pois são atemporais. Ainda assim, sempre dá para dar aquela abrasileirada, aquele tempero só nosso que torna a história mais palpável para o nosso povo. Foi o que a escritora best-seller Paula Pimenta fez ao criar uma série de livros que recontavam as clássicas histórias de princesas, só que se passando aqui no Brasil, contemporaneamente, com jovens gente como a gente. Foi questão de tempo até a série (lançada no Brasil pela editora Galera Record) ganhar adaptação cinematográfica – primeiro, com ‘Cinderela Pop’, e, agora, com ‘Princesa Adormecida’, nova aventura romântica que chega a partir do dia 15 no circuito exibidor nacional.
Rosa (Pietra Quintela, de ‘Poliana Moça’) perdeu os pais muito jovem e, por isso, fora criada por seus três tios (Aramis Trindade, Claudio Mendes e René Stern) e passara toda sua vida enclausurada em um internato só para moças. Às vésperas de seu aniversário, Rosa se sente infeliz, por isso sua melhor amiga, Clara (Lívia Silvia, de ‘Um Ano Inesquecível: Primavera’ e atualmente na novela ‘Renascer’ como Teca) decide armar uma escapada da escola para ir com Rosa à apresentação da DJ Cinderela (Maisa) em uma boate. Porém, essa simples aventura juvenil tem consequências terríveis, que colocarão a vida de Rosa em risco, mas, também, trarão verdades à tona e fará com que ela conheça um crush misterioso (Guilherme Cabral, de ‘Travessia’).
Recuperando elementos tradicionais da história da Bela Adormecida, ‘Princesa Adormecida’ faz um bom jogo dos anseios contemporâneos dos jovens mesclado com o imaginário lúdico da realeza. Assim, ao mesmo tempo em que temos os protocolos reais de apresentação da princesa, por exemplo, também vemos os personagens tomando bronca em sala de aula como qualquer plebeu. Talvez uma coisa que fique deslocada é a frequência com que os personagens, mesmo os jovens, falam em francês em território brasileiro, sem que haja uma explicação efetiva para tal.
O roteiro de Bruno Garotti (‘Diários de Intercâmbio’) e Marcelo Saback (‘Pérola’) faz uma boa adaptação do livro homônimo, o que certamente irá agradar às fãs e leitoras de Paula Pimenta. Para uma boa história, a produção de arte e a direção de fotografia apresentaram sincronia requintada, trazendo cenários que estimulam a imaginação sobre palacetes reais (gravados entre locações no Rio de Janeiro e Belo Horizonte) e bonitos planos abertos que ajudam a situar o espectador sobre em que ponto da história estamos. Soma-se a isso um trabalho dedicado do figurino, que criou não só um vestido fofo para a princesa, mas também um bonito uniforme escolar que contrasta com o ambiente, e o trabalho da equipe de cabelo e maquiagem, que trouxe uma gama de opções principalmente para as amigas protagonistas, com belos penteado descolados que se destacam em cada close.
Oriundo da televisão, Cláudio Boeckel entrega um bom trabalho como diretor, realizando escolhas acertadas com sua equipe para transpor em cenas o imaginário do público leitor. Super desenvolta, Maisa se destaca em breve participação especial, assim como Lívia Silva, supersegura de si em todas as cenas e funcionando bem como a voz da consciência e certo alívio cômico da história. Por essas e outras, ‘Princesa Adormecida’ é um filme bem adolescente feito e pensado em seu público-alvo, e irá fácil, fácil divertir e fazer suspirar à garotada nos cinemas.
Lúcia Murat é uma diretora e roteirista que, em sua trajetória no cinema, quase sempre abordou o tempo da ditadura militar brasileira como cenário de boa parte de seus filmes. Tendo a própria diretora sido presa pelos militares na época, aos poucos, em seus filmes, a diretora vai tecendo episódios e temáticas que costuram uma cortina que busca trazer um panorama para o espectador do que teria sido a vivência de alguém naquela época, fosse de que lado fosse. Se em boa parte dos filmes o olhar sempre foi sobre o cidadão comum que sofre nas mãos dos militares (como abordado no documentário ‘Que Bom Te Ver Viva!’, de 1989), dessa vez a diretora oferece um olhar diferenciado sobre os algozes, no filme de ficção ‘O Mensageiro’, que chega essa semana aos cinemas brasileiros.
Vera (Valentina Herszage, do inédito ‘As Polacas’) é uma jovem que acaba de ser presa pelos militares, trancafiada em uma cela minúscula em algum quartel em algum lugar do Brasil. Ela passa os dias sendo machucada e ignorada pelos militares. Em paralelo, sua mãe, Maria (Georgette Fadel) não mede esforços e visita cada estabelecimento dos militares em busca de notícias de sua filha, enquanto Henrique (Floriano Peixoto), o pai da jovem, tenta seguir sua vida normalmente. Isolada de tudo e de todos, aos poucos Vera conquista a simpatia de Armando (Shi Menegat), um soldado inocente que começa a desconfiar das ordens que recebe de seus superiores. Nesse ambiente hostil, uma inesperada relação de pseudo-amizade surge entre eles.
Grandíssimo vencedor do Festival Internacional de Cinema de Paraty (tendo levado oito prêmios para casa, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Direção e Melhor Roteiro), ‘O Mensageiro’ é um filme que, curiosamente, aposta no diálogo como principal ferramenta para construir um enredo de época que parte de elementos reais que se fundem dentro da ficção proposta pelo filme.
Escrito pela própria diretora Lúcia Murat com Tunico Amâncio, o roteiro surpreende em focar o protagonismo da trama no soldado, e não na jovem estudante. Se de certa forma isso traz certa novidade às abordagens sobre o período da ditadura militar, por outro causa estranhamento, afinal, mesmo não intencionalmente, ao construir um soldado inocente e crédulo que é inserido num sistema cruel ao qual não escolheu e no qual é apenas uma peça, o filme faz uma escolha ousada e humaniza o algoz, oferecendo um olhar mais suavizado sobre essas figuras que causaram tanta dor à tantas famílias. Talvez o público não receba muito bem essa mudança de olhar.
Escolhas à parte, ‘O Mensageiro’ é um filme bem-produzido, especialmente no quesito de reprodução de arte para reconstruir uma época, com dedicação ao figurino, à estética e aos objetos de cena. Desse conjunto, destaca-se a atuação de Shi Menegat, com muitos closes que favorecem a construção da empatia no espectador a esse jovem soldado que, de tão ingênuo, parece perdido naquele ambiente duro e violento da ditadura. Destaca-se, também, a aparição da própria diretora ao final do longa, em uma cena como professora de história, em que conversa indiretamente com o público abrindo o caminho para o debate – e o diálogo – entre agredidos e agressores.
Corajoso e diferente, ‘O Mensageiro’ é um filme de drama que flerta com o documental, propondo um diálogo improvável dentro de um dos períodos mais doloridos da história contemporânea do Brasil.
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