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Kirsten Dunst revela humilhação que a faziam passar no set de ‘Homem-Aranha’

Um dos papéis de maior destaque na carreira de Kirsten Dunst foi como a Mary Jane na trilogia ‘Homem-Aranha‘, dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007.

No entanto, a estrela revelou à revista Marie Claire que se sentiu bastante desconfortável com um apelido que recebeu nos bastidores.

Ela relembrou que os membros da equipe a chamavam de ‘mulherzinha‘ quando a chamavam para gravar suas cenas.

Dunst se arrepende de nunca ter falado abertamente sobre isso na época, mas sugeriu que, como uma jovem em ascensão em Hollywood, ela pensava que que não tinha escolha a não ser abaixar a cabeça e aceitar.

“Era uma piada, mas no ‘Homem-Aranha, às vezes eles me chamavam de ‘mulherzinha’ no walkie-talkie toda vez que eu precisava ir gravar. ‘Precisamos da mulherzinha no set’, eles diziam. Mas eu nunca disse nada para me defender, tipo ‘Parem de me chamar assim’.”

Ela continuou:

“Quando você é nova e em busca de um sonho, você não diz nada. Você apenas aceita.”

Dunst estrelou a adaptação de ‘Adoráveis Mulheres‘ (1994), cujo título original é Mulherzinhas.

Ainda assim, ela disse que adoraria reprisar o papel ou atuar em um novo filme de super-heróis, com a justificativa de que:

“Você recebe muito dinheiro. Tenho dois filhos para criar e sou eu que cuido da minha mãe. Então, sim, eu aceitaria.”

Lembrando que o próximo filme da estrela é ‘Guerra Civil‘, sci-fi distópico co-estrelado por Wagner Moura (‘Narcos’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Guerra Civil‘ é dirigido por Alex Garland, também responsável por ‘Ex_Machina‘.

Em um futuro próximo nos EUA, a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson Nick Offerman.

Chris Evans revela QUAL foi o MELHOR filme do herói; Você concorda?

O renomado astro Chris Evans, conhecido por sua interpretação de Steve Rogers/Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), compartilhou suas reflexões sobre a época em que deu vida ao herói.

Durante sua participação na Emerald City Comic Con (via ComicBook), Evans foi questionado sobre qual era seu filme favorito do MCU, ao que ele respondeu:

“Entre os que atuei, ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ é meu filme favorito da Marvel. Não é apenas pelo filme em si, mas pela experiência. No primeiro filme, eu estava tão nervoso… Você sabe no que está se metendo e, como resultado, está jogando na defesa. Jogando para não perder.”

Ele continuou:

“Quando a sequência foi anunciada, estávamos jogando para vencer. E é o primeiro filme com os Irmãos Russo. Estávamos correndo mais riscos e o personagem parecia mais desenvolvido. Foi uma das experiências mais satisfatórias que tive em minha carreira na Marvel.”

Anteriormente, ele conversou com a Variety e defendeu o gênero baseado em quadrinhos de super-heróis, argumentando que eles não recebem o crédito que merecem.

“Filmes de quadrinhos em geral, por alguma razão, nem sempre recebem o crédito que merecem. São produções grandiosas, com muitos envolvidos no processo. Mas a evidência empírica está aí: não são fáceis de fazer. Se fosse simples, haveria muito mais sucessos. Não estou criticando! Participei de alguns que não alcançaram o esperado. Acontece. Fazer um filme é um desafio. Mais gente envolvida no projeto não torna as coisas mais simples. Não quero destacar filmes específicos do catálogo da Marvel, mas alguns são fenomenais. São excelentes obras, objetivamente falando, e merecem um pouco mais de reconhecimento.”

Embora Evans não tenha mencionado nenhum filme específico de quadrinhos que ele considerou ter ficado aquém, ele apontou que Capitão América: O Soldado Invernal’, lançado em 2014, é seu “favorito pessoal” entre os filmes do Marvel Studios em que atuou.

“É meu filme favorito da Marvel em que estive envolvido. Não apenas pela obra em si, mas pela experiência”, explicou ele.

“No primeiro filme, estava bastante nervoso. Você sabe no que está se metendo e, como resultado, joga na defensiva, tentando não falhar. Quando ‘Soldado Invernal’ chegou, estávamos jogando para vencer. Foi o primeiro filme com os Irmãos Russo. Assumimos mais riscos, e o personagem estava mais desenvolvido. Foi uma das experiências mais gratificantes da minha jornada na Marvel.” 

Chris Evans desempenhou o papel de Steve Rogers/Capitão América nos três filmes solo do herói, bem como em todas as produções de Os Vingadores. Seu trabalho foi uma peça fundamental no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), e seu último filme foi ‘Vingadores: Ultimato’.

Todos os filmes do Universo Cinematográfico da Marvel estão atualmente disponíveis no Disney Plus.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Netflix está desenvolvendo reality inspirado em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’

De acordo com o Deadline, a Netflix está desenvolvendo um reality de competição baseado no clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘.

O site afirma que a Eureka Productions adquiriu os direitos para produzir o programa após uma disputa acirrada.

O processo levou cerca de alguns meses, com a Eureka vencendo diversas outras produtoras – incluindo a Wall to Wall, companhia britânica por trás de ‘Who Do You Think You Are?‘; Nobody’s Hero, produtora de ‘O Blefe de 1 Milhão‘; e The Garden, de ‘Round 6: O Desafio‘.

No final das contas, a decisão foi tomada levando em consideração o melhor conceito para o reality.

A produtora vencedora já é uma antiga colaboradora do serviço de streaming, sendo responsável por ‘O Sabotador‘, ‘Os Queridinhos de Byron Baes‘ e ‘Dating Around‘.

Infelizmente, detalhes sobre o reality competitivo não foram revelados.

Baseada no conto de Roald Dahl, a adaptação de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ segue o jovem Charlie Bucket e seu avô Joe. Eles se juntam a um pequeno grupo de ganhadores de uma competição, os quais vão para um passeio na mágica e misteriosa fábrica do excêntrico Willy Wonka. Ajudado por seus anões trabalhadores, Wonka esconde uma surpresa para durante o passeio.

Disney não está interessada em ‘Independence Day 3’, revela diretor

Fãs de Independence Day aguardam ansiosamente por um terceiro filme desde o lançamento da sequência em 2016, mas o diretor Roland Emmerich teme que a aquisição da 20th Century Fox pela Disney tenha colocado um obstáculo nesse desejo.

Em entrevista ao The Playlist, Emmerich explicou que a Disney, atual detentora dos direitos da franquia, não demonstra interesse em concluir a trilogia. O cineasta ainda a morte do personagem de Will Smith no segundo filme como um obstáculo para a continuação da história original.

“Bem, sim. Eu sempre pensei, ‘[O personagem de Will] morreu no segundo filme'”, compartilhou Emmerich. “Mas agora a Disney tem a decisão de fazê-lo, o que é ainda pior, porque eles nunca fizeram o meu contrato”.

No entanto, o diretor ainda demonstra entusiasmo pela ideia de continuar a história de Independence Day, seja em um terceiro filme ou em uma série de TV.

“Eles agora têm um serviço de streaming e precisam de produto. Eu adoraria fazer talvez um terceiro, ou uma série de TV, continuando a história”, explicou Emmerich ao ComicBook em 2021. “Quando fizemos Independence Day: O Ressurgimento, já tínhamos, também, a terceira parte pronta. E na verdade, a terceira parte tem muito mais a ver com a primeira parte, porque aprendemos, mais ou menos, que lá fora existem muitos refugiados e eles estão vivendo em um planeta de refugiados. E onde [os alienígenas] finalmente chegam lá porque, de alguma forma, esses alienígenas na Terra descobriram sobre isso e telepaticamente ou o que seja deram para a sua super rainha. Todos eles são humanos, mas em todas as formas diferentes. Então, é essa coisa que temos Brent Spiner e Jeff Goldblum e temos eles com todas essas diferentes formas de pessoas, o que seria um ótimo filme. Mas veremos o que acontece”.

A icônica franquia teve início em 1996 e fez um sucesso considerável de crítica, alcançando 65% de aprovação no Rotten Tomatoes. Nas bilheterias, o primeiro longa-metragem arrecadou mais de US$817 milhões, trazendo em seu elenco nomes como Will Smith, Bill Pullman, Jeff Goldblum, Mary McDonnell, Judd Hirsch e outros.

Em 2016, Emmerich voltaria para a cadeira de direção com Independence Day: O Ressurgimento’, que falharia em manter a originalidade da saga.

Estrelado por Liam Hemsworth, Jeff Goldblum, Bill Pullman, Vivica A. Fox e outros, o Segundo longa arrecadou US$389,7 milhões e teve recepção fria por parte da crítica (alcançando meros 29% de aprovação).

Independence Day: O Ressurgimento’ está disponível no Disney+.

Crítica | 4ª temporada de ‘The Boys’ é um verdadeiro teste de paciência

Poucas séries na atualidade despertavam tanta curiosidade do público quanto The Boys. Lançada em uma época em que o Prime Video ainda estava buscando seu espaço no mercado brasileiro, a série virou peça-chave para o sucesso da Amazon no Brasil e no mundo. Com uma ironia deliciosa, um desprezo pela vida humana assustador e um caminhão de críticas à sociedade global, a produção, inspirada nos quadrinhos de Garth Ennis, foi conquistando o público de fãs de HQs e conseguiu furar a bolha, se tornando a produção de maior sucesso do streaming.

Por conta disso, a quarta temporada era muito aguardada pelos fãs, já que a terceira temporada havia sofrido com a irregularidade dos episódios, mas terminava com um grande gancho para o que viria a seguir: o Capitão Pátria surtando e matando quem se opusesse a ele com aprovação de parte do público.

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Porém, a série não conseguiu aprender com os próprios erros e conseguiu fazer uma temporada ainda pior que a anterior. Se a terceira sofreu com a irregularidade das tramas, a quarta temporada foi a própria falta de constância. Dessa vez, a quantidade de episódios realmente bons não chegou nem perto dos vários episódios insuportavelmente ruins.

Com a trama da morte de Billy Bruto (Karl Urban), o núcleo do anti-herói foi drasticamente alterado. Ele perdeu aquela relação de ‘mentor’ do Hughie (Jack Quaid), que era uma das coisas mais legais da produção, e teve sua abordagem alterada para retratar sua relação com o personagem de Jeffrey Dean Morgan, que foi a trama mais manjada e óbvia das quatro temporadas da série até aqui. Ele ser a ‘voz do V’ no cérebro de Billy já estava clara desde o início e foi assumida com um flashback mais expositivo que clipe de novela ruim.

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Outra frustração foi a Luz Estrela (Erin Moriarty) e a abordagem dada a ela. Pelo que foi prometido na temporada anterior, a personagem seria ponto central da história, mas acabou sendo engolida pela própria falta de carisma e sufocada por outras incontáveis subtramas que deixaram sua representatividade para as pessoas daquele universo como algo banal, sem importância. A ideia seria o início de uma guerra civil, mas sequer rolou uma briga de rua. E é uma pena como a equipe criativa parece ter se empenhado para destruir qualquer sobra de carisma que pudesse haver na personagem, que chega ao fim da temporada comparada à Mary Jane Watson da Kirsten Dunst. Pouquíssimo para quem deveria assumir protagonismo.

Por outro lado, quem tem um desenvolvimento legal, mas poderia ter mais tempo é a Kimiko (Karen Fukuhara). A personagem é muito boa, esconde segredos do passado e até tem um pouco dele mencionado em alguns momentos, só que para nisso. A série não permita que ela avance mais. O mesmo com o Francês (Tomer Capone), que ganha um desenvolvimento no início da temporada, mas logo é ignorado para que ele volte a assumir o papel de coadjuvante. A situação dele é tão complicada que o personagem fica descartado por alguns episódios, como se não soubessem mais o que fazer com ele.

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No fim das contas, há alguns momentos bons que remetem àquilo que a série já foi um dia. O grande problema dessa temporada é que já havia uma crítica de que eles já não tinham mais o que fazer para segurar a trama. Agora, ficou mais do que explícito para todos, inclusive para os próprios produtores, que realmente não dá mais para estender a produção por uma dezena de temporadas. O desgaste é tão grande que até o mais apaixonado fã já começa a se questionar até quando eles vão ficar dando voltas e voltas para terminar no mesmo lugar.

É uma série que está implorando para acabar, mas tem dado retorno demais para que seja encerrada por agora. Erik Kripke já disse que a quinta será a última temporada, só que poderia ter terminado agora na quarta e ninguém teria reclamado. Há momentos forçados até mesmo para esse universo, mostrando uma covardia fora do normal do time criativo, como no momento em que os protagonistas estão com o Profundo (Chace Crawford) desmaiado no sofá da casa deles e decidem não matá-lo por pura preguiça.

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Claro que houve alguns poucos momentos que funcionaram, como o episódio que reuniu as paródias do Batman e do Homem-Aranha em uma trama bizarríssima de sacanagem e preconceito, que remeteu aos dias de glória da série. O arco de redenção do Trem-Bala (Jessie Usher) também é interessante e deixou aquele gosto de ‘quero ver mais disso’, mas no geral foi uma série de decepções. É como se a série tivesse se perdido em meio a suas paródias e acabasse virando aquilo que jurou tirar sarro.

A própria estrutura dos episódios foi cansativa, já que ‘enchia linguiça’ o capítulo inteiro e fazia uma promessa de melhora nos dez minutos finais. O problema é que chegava a semana seguinte e a tal promessa não era cumprida. A esperança agora é que o time criativo entenda que a quinta é a última temporada e deixe de enrolar, desenvolvendo a trama de verdade e fazendo valer cada segundo de tela, porque sinceramente tá difícil de aturar essa série. Os episódios da quarta temporada foram verdadeiros testes de paciência.

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A quarta temporada de The Boys está disponível no Amazon Prime Video.

O que fez de ‘Betty, A Feia’ um SUCESSO mundial? Elenco responde! [EXCLUSIVO]

Betty, A Feia – A História Continua‘, série baseada na clássica produção latina, já está disponível no Prime Video.

O CinePOP entrevistou os astros Julián Arango, Natalia Ramirez e Lorna Cepeda, que explicaram por que a novela se transformou na mais assistida da história.

“Tivemos três coisas importantes. A primeira, um bom roteirista. A segunda, um bom diretor. E a terceira, nós como atores, pudemos ter esse apoio tão impressionante entre diretor e roteirista. Isso fez com que o público tivesse empatia com esses personagens, por que é uma história universal. Então foi uma bênção estar lá”, afirma Lorna.

Já Natalia acredita que a série traz a história da Cinderela ao contrário:

“É uma ótima história. É uma história contada de traz pra frente, a história da Cinderela de traz para frente. Sempre tínhamos a história da garota perfeita, a linda mulher, pobre, mas com grandes inspirações. E graças a sua beleza podia chegar ao topo. Betty chega ao topo graças a sua inteligência”

Assista:

20 anos depois, Ana María Orozco (Betty) e Jorge Enrique Abello (Armando) retornam às telas para a sequência ‘BettyA Feia‘.

Enquanto a Betty empoderada continua casada com seu marido e líder da companhia Armando Mendoza, ela tenta reconstruir seu relacionamento com a filha adolescente, Mila, e navegar pela crise que atinge a empresa da sua família, questionando se, há 20 anos, ela escolheu o caminho que realmente a faz feliz.

Considerada pelo Guinness World Records como a novela mais bem sucedida na história, ‘Eu sou Betty, a feia‘ foi exibida em 180 territórios, dublada em 15 línguas e adaptada em 28 territórios, como Índia, África do Sul e nos Estados Unidos e se mantém na lista de 10 produções mais assistidas no México, Argentina, Chile e Colômbia da Prime Video.

Fuja do fraco ‘Mergulho Noturno’ e conheça um SURPREENDENTE suspense sobre piscina no Prime Video

Nos últimos anos, com a computação gráfica dominando os principais sucessos de bilheteria do cinema mundial, houve uma série de filmes lançados que tentaram compensar histórias fracas com efeitos especiais espetaculares. Houve também casos de longas com tramas ruins e um CGI tão fraco quanto. No entanto, o filme do qual vamos falar hoje seguiu o caminho oposto ao do recente ‘Mergulho Noturno ao trazer um roteiro simples, mas eficaz. E apesar da boa execução, esse filme tem os piores efeitos visuais que você possa imaginar.

Em A Piscina, acompanhamos um jovem que acorda cheio de machucados e com uma dor incômoda. Então, quando ele olha pra baixo, se depara com um crocodilo enorme mastigando sua perna. O rapaz tenta se livrar do bicho e então nos é revelado que ele está preso em uma piscina vazia com o animal. Então, a direção volta no tempo e mostra como tudo começou. O protagonista estava trabalhando como assistente na gravação de um comercial. Então, quando as filmagens chegaram ao fim, ele aproveitou para aproveitar a piscina com 6 metros de profundidade. O problema é que enquanto ele cochilava em uma boia, seu amigo de trabalho deixou o sugador ligado e foi embora. Assim, quando o menino acorda, a piscina está com a água pela metade e ele não consegue mais sair.

Para piorar a situação, um crocodilo escapou da região com as enchentes que aconteceram dias antes e acaba entrando na piscina. Como se isso não fosse desesperador o suficiente, a desatenta namorada do rapaz vai a seu encontro, não percebe que a piscina está pela metade e sem escadas, tenta mergulhar e acaba se machucando. Agora, a dupla tentará sobreviver ao crocodilo e às condições climáticas, enquanto procuram uma forma de escapar dessa situação terrível.

Conduzido de forma não linear, o filme já apresenta seu protagonista numa situação deplorável, fazendo o público se questionar como ele chegou àquele ponto. Então, já tendo noção de que ele irá se machucar bastante ao longo da história, o público fica aflito a cada tentativa de fuga que dá errado. E a direção também não poupa o coitado, que passa por situações dignas de um ser humano desesperado pela sobrevivência, se prestando a arriscar sua integridade física para poder sobreviver.

Para mostrar que ele está disposto a tudo, a direção usa de cenas cheias de sangue e com um realismo incômodo, como no momento em que ele machuca o dedo, que vai inflamando conforme os dias se passam, e as oportunidades diversas de escapar que se esvaem num piscar de olhos, mas não sem deixar sequelas físicas ou emocionais no coitado.

Mas o grande mérito mesmo é saber explorar o cenário e o mundo ao redor desta dupla isolada. Ao longo do filme, o roteiro e a direção criam diversas possibilidades para que o jovem escape. Seja um entregador que aparece na hora errada, um telefone que começa a vibrar em direção a piscina ou até mesmo um drone que sobrevoe a região, tudo indica que ele irá escapar. Porém, seja pelas ações do próprio garoto ou pelo infortúnio de aparecerem na hora errada, tudo que poderia ajudá-lo não funciona. Ou pior: complica ainda mais sua vida.

É uma ferramenta muito inteligente da direção, que cria o suspense por meio da aflição e da frustração. Com isso, o público começa a torcer pelo protagonista, que passa o filme inteiro sob a ameaça de um terrível crocodilo faminto. E talvez por entender que a computação gráfica do animal estava explicitamente ruim, a direção realmente usa o crocodilo apenas como apoio para o drama e a sensação de perigo, deixando o suspense mesmo para as tentativas de fuga do menino.

E por mais que isso tivesse tudo para dar errado, a direção de Ping Lumpraploeng é tão competente em criar um clima de agonia e desespero, que o público até faz vista grossa para algumas (in)conveniências do roteiro diante do clima de tensão criado. Porém, fora o CGI do crocodilo, outro ponto negativo é o drama do casal. Há uma subtrama deles discutindo sobre ter ou não um filho, que pouco acrescenta ao desenrolar da história, mas é compreensível que tenham apelado para isso, talvez como forma de motivar ainda mais o protagonista em sua fuga.

No final das contas, esse suspense tailandês de apenas 1h30 se mostra surpreendentemente bom, apesar da má primeira impressão causada pelo crocodilo. E por se tratar de um suspense oriental, há situações realmente distantes do cotidiano do entretenimento do ocidente, que podem causar um desconforto ainda maior do que ver um rapaz se machucando e sofrendo de diferentes formas. É um bom entretenimento para quem quer se angustiar com uma obra interessante e diferente dos suspenses padrões de Hollywood. Sem contar que esse filme aqui é um tapa na cara dos diretores de blockbusters que se apoiam num orçamento gigantesco e não conseguem criar 1/3 da tensão dessa história de um rapaz preso numa piscina com um crocodilo. Vale a assistida.

A Piscina está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.

Como ficará a Marvel após as novas mudanças no MCU feitas por ‘Deadpool & Wolverine’?

Nos últimos anos, a Marvel vem sofrendo para conquistar o interesse do público da mesma forma como fazia antes da pandemia. Com o encerramento da saga dos principais Vingadores originais, os fãs parecem não ter se empolgado tanto com os novos personagens introduzidos nas fases seguintes, causando uma série de longas com bilheterias e críticas bem abaixo do que havia virado padrão na década passada.

Conforme comentamos na análise do momento do estúdio, partindo da ótica do fracasso de As Marvels, um dos pontos mais complicados desse novo MCU é a falta de uma “luz no fim do túnel”.

Aquele filme-evento ao fim da fase que reúne os personagens e faz o público se interessar pelos outros projetos. No entanto, segundo informações do insider Daniel Richtman, mais conhecido como DanielRPK, parece que a Disney vai aproveitar esse atraso causado pela Greve de Hollywood para realinhar a rota da Marvel nos cinemas.

Opinião | Machismo? Cansaço? O que está implícito no desinteresse em ‘As Marvels’?

Segundo ele, as reações iniciais a Capitão América: Admirável Mundo Novo, que vai trazer Sam Wilson (Anthony Mackie) como Capitão América pela primeira vez nos cinemas, foram um fracasso. E o filme é considerado de alta importância, não só por envolver um dos maiores ícones da casa, mas por estar sendo trabalhado para resgatar o universo do Hulk, cujos direitos de adaptação voltaram para a Marvel há alguns meses.

Com o filme tendo seu lançamento adiado para 2025, a produção vai poder reescrever e regravar tudo aquilo que não está funcionando em cena. Mais do que isso, há rumores de que os eventos do longa vão influenciar diretamente em outro projeto que chegará aos cinemas em 2025: Thunderbolts. Ao que parece, o novo Capitão América será uma peça-chave para um núcleo de heróis mais urbanos que talvez não influenciem tanto nos próximos filmes-eventos do estúdio, mas que certamente terão importância para resolver pontas soltas de projetos anteriores, como o próprio O Incrível Hulk (2008) e Eternos (2021). E há rumores de que a trama desses dois filmes podem preparar o terreno para o tão aguardado filme dos X-Men.

Harrison Ford estreia no MCU assumindo o papel do General Ross, anteriormente interpretado por William Hurt, que faleceu.

Falando da “luz no fim do túnel”, haverá dois filmes dos Vingadores que prometem fechar essa fase tão polêmica do estúdio, Vingadores 5 (2026) e Vingadores: Guerras Secretas (2027). E diante de tantos problemas envolvendo o ator Jonathan Majors e a falta de interesse do público nesse núcleo do Kang, parece que os executivos entenderam que a chance maior de redenção é voltando seus esforços para fazer um Guerras Secretas inquestionável.

Para isso, segundo o insider, a Marvel trabalha com quatro projetos fundamentais para construir essa trama e chamar a atenção do público: Deadpool 3 (2024), Quarteto Fantástico (2025), Shang-Chi 2 e Homem-Aranha 4. Esses dois últimos ainda não têm data de lançamento, mas Daniel afirmou que o estúdio já trabalha com uma data para o início das filmagens da segunda aventura do Mestre do Kung Fu entre 2024 e 2025. Com isso, os rumores de que o filme sairia entre os dois próximos Vingadores ganha força.

Shang-Chi ganhará uma importância ainda maior no MCU. Seus ‘Dez Anéis’ devem entrar no centro do Multiverso.

Por fim, ele afirma que o motivo da Marvel não ter adiado Deadpool 3, assim como fez com outros projetos, mantendo sua estreia para 2024, é que o estúdio entende que a trama é importantíssima para o desenrolar dessa trama de guerra no Multiverso e que confia muito no poder e carisma do Deadpool (Ryan Reynolds), e no antigo desejo do público de ver o Wolverine de Hugh Jackman no MCU para atrair os fãs.

Isso, inclusive, teria pesado muito na hora da torná-lo o único filme do Universo Cinematográfico Marvel a ser lançado nos cinemas em 2024. Eles entendem que será também uma forma de dar um “descanso” para que o público fique ansioso pelas próximas produções do estúdio que virão em 2025.

Ah, ele também afirmou que duas séries do Disney+ que fizeram bastante barulho, Cavaleiro da Lua e Mulher-Hulk, terão suas segundas temporadas confirmadas em breve, para a alegria dos fãs.

Deadpool 3’ chega em 2024 para juntar Deadpool e Wolverine em cena, algo aguardado pelos fãs há mais de uma década

Ou seja, diante das notícias trazidas pelo insider, dá para perceber que a Marvel mudou sua estratégia nessa fase. Em vez de apostar nos novos personagens, trazendo tramas aparentemente desconexas, a Marvel vai voltar a usar o método que fez sucesso nas Fases 2 e 3, que é se apoiar na imagem de heróis consagrados para despertar o interesse do público até o grande filme-evento que irá encerrar a Fase 5.

Deadpool & Wolverine é o filme que promete tirar a Marvel de uma onda de azar e filmes pouco queridos pelo público. E claro, ser uma das maiores bilheterias do ano e também de todo o MCU.

Depois de dois filmes espetaculares (com o segundo conseguindo ser ainda melhor), este ano teremos mais um exemplar protagonizado pelo mercenário tagarela, que elevou a carreira de Ryan Reynolds a um novo patamar. Tudo é maior e mais ambicioso nesse terceiro filme, a começar que será o primeiro debaixo dos domínios da Disney, no MCU.

Deadpool & Wolverine chega aos cinemas em 25 de julho de 2024.

Lisa Kudrow quer retornar para 3ª temporada de ‘The Comeback’

Em entrevista ao Newsweek, Lisa Kudrow (‘Friends’) revelou que adoraria voltar a interpretar a Valerie Cherish em uma possível 3ª temporada de ‘The Comeback‘.

O segundo ciclo foi lançado em 2014, após uma pausa de quase 10 anos.

“Eu e o Michael Patrick King estamos sempre conversando sobre o que poderia acontecer [na terceira temporada]. Já se passaram nove ou dez anos atualmente. Está na hora [de fazermos mais um ciclo].”

Anteriormente, ela havia agradecido o interesse dos espectadores na produção: “Estou animada e adoro qualquer pessoa que tem o mesmo nível de apreciação por ‘The Comeback’ que o nível de orgulho que eu tenho por estrelar aquela série.”

Na trama, Kudrow interpreta uma atriz que perdeu o prestígio e dificuldades em ser reconhecida no cenário. No entanto, ela planeja fazer um retorno, contratando uma equipe de cinegrafistas para documentar as dificuldades e os triunfos de sua jornada.

Sucesso entre os críticos – a segunda temporada alcançou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a série recebeu quatro nomeações do Emmy, incluindo Melhor Atriz de Comédia e Melhor Direção de Comédia.

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Spin-off de ‘Suits’ é CONFIRMADO pela NBC; Confira a 1ª imagem oficial!

De acordo com o Deadline, a NBC deu sinal verde para ‘Suits L.A.‘, série derivada do aclamado drama jurídico ‘Suits‘.

A emissora também encomendou ‘Grosse Pointe Garden Society‘, estrelada por Melissa Fumero (‘Brooklyn Nine-Nine’) e Aja Naomi King (‘How to Get Away with Murder’)

Vale lembrar que o spin-off será estrelado por Stephen Amell (‘Arrow’), que interpretará Ted Black, um ex-promotor federal de Nova York que “se reinventou representando os clientes mais poderosos de Los Angeles”.

Confira a primeira imagem oficial:

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O elenco ainda conta com Bryan Greenberg, Josh McDermitt, Lex Scott Davis e Troy Winbush.

“Para salvar sua empresa em crise, Ted Black deverá assumir um papel que desempenhou com desprezo durante toda a sua carreira. Ele estará acompanhado por um grupo estelar de pessoas que testam sua lealdade, enquanto falham em evitar misturar suas vidas pessoais e profissionais.”

Aaron Korsh, criador da série original, assinará o roteiro do piloto e servirá como produtor executivo ao lado de David Bartis, Doug Liman, Gene Klein e da diretora Victoria Mahoney.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Antônio Fagundes critica remakes de novelas: “Parece preguiça de criar algo novo”

O renomado ator brasileiro Antônio Fagundes, conhecido por seu talento e extensa carreira na televisão, expressou recentemente sua opinião sobre a tendência crescente de remakes de novelas.

Em entrevista ao programa TV Fama, Fagundes não se mostrou muito receptivo à ideia, ressaltando a dificuldade de se comparar a uma obra original: “Sempre acho que não tem comparação, vai ser uma outra novela”.

Para o veterano, a repetição de histórias já existentes representa uma oportunidade perdida para a criação de novos conteúdos: “Qualquer coisa pode ser refeita, só sinto um pouco de pena das pessoas não estarem criando coisas novas. Isso parece um pouco uma preguiça de criação e cria um vácuo que a gente não consegue entender, mas que bom, que sejam felizes”.

Embora esteja com diversos projetos em andamento para 2024, Fagundes admite que a possibilidade de retornar às novelas em um futuro próximo é remota: “Vai ser difícil. Agora estou fazendo tanta coisa fora que vai ser ruim ficar preso em um estúdio tanto tempo quanto uma novela exige que a gente fique, mas se tiver um grande convite, a gente pode mudar de ideia”.

Lembrando que em breve o ator estará nas telonas em ‘MMA – Meu Melhor Amigo‘, ao lado de Marcos Mion.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2025.

Max, um grande campeão de MMA que está enfrentando o fim de sua carreira, está afastado do ringue enquanto se recupera de uma lesão séria no ombro. Quando descobre ser pai de um menino autista de 8 anos, ele precisa enfrentar dois desafios: compreender seu filho, conquistar seu carinho e ressignificar seus valores e se preparar para a maior luta da carreira, a sua última chance de uma grande volta.

É importante ressaltar que o apresentador tem se dedicado intensamente para viver o lutador e compartilhou os resultados de seu treinamento nas redes sociais.

Além de protagonizar, Mion é coautor do roteiro com Paulo Cursino. O longa é produzido pela Formata Produções e Conteúdo, com coprodução da Star Original Productions.

O elenco também inclui Antonio Fagundes, Andreia Horta, Hoji Fortuna, Guilherme Tavares, Vanessa Giacomo, Laura Luz, Augusto Madeira, entre outros.

Terror que estreou na Netflix se consagra ao abandonar moralismo em trama DEMONÍACA

Nos últimos anos, Hollywood vem emplacando uma série de filmes de terror enlatados ridiculamente moralistas. Chega a ser desanimador pagar ingresso para ver esse tanto de demônio que se contenta em correr atrás de criança em corredor escuro e matar homem de meia idade se jogando de lugar alto. É tanto ‘mais do mesmo’ que chegou ao ponto de filmes que não são do gênero construindo melhor o terror – e explorando suas vertentes – do que os ditos filmes de terror.

Na contramão do cinema norte-americano, que chega ao Brasil com exaustão, cinemas de outros países, como Coreia do Sul, Tailândia e Japão, que não costumam contar com boa distribuição de seus longas por aqui, estão apostando cada vez mais na subversão desse moralismo exacerbado, pegando temas e personagens polêmicos em longas repletos de sangue, tensão e crueldade sem fim. Embarcando nessa onda, O Mal Que Nos Habita estreou na Netflix e traz a nata do cinema argentino em produção subversiva e esteticamente embalada para conquistar os principais mercados do mundo.

Estrelado por Ezequiel Rodríguez e Demián Salomón, o filme se passa numa cidadezinha no interior da Argentina, onde dois irmãos vivem isolados do mundo. Certa noite, após ouvirem tiros, eles encontram um cadáver cortado ao meio nas terras do lado. Eles investigam e descobrem que há um homem possuído na casa da vizinha. Eles procuram as autoridades, mas esbarram na burocracia de um Estado que não liga para seu povo. Ao saber da situação, outro vizinho chama os irmãos para ajudá-lo a se livrar do possuído antes que o demônio traga maldições para sua esposa grávida. O problema é que eles não respeitam as regras do ocultismo e acabam liberando uma entidade sem escrúpulos que vai caçar um por um, indo atrás de quem eles mais amam no caminho.

É interessante ver como o diretor e roteirista Demián Rugna trabalha a história em uma escala bem pequena, recorrendo a simplicidade para tornar o filme grandioso. Durante a sessão, comentei que o início lembrava um capítulo da série Carga Pesada, já que a dinâmica dos protagonistas têm essa pegada de um mais carrancudo e outro que embarcou de gaiato no navio. No entanto, ele não tem as limitações da TV e consegue construir a tensão sem precisar se importar com até onde ele pode ir sem chocar tanto a audiência. Neste filme, Rugna quer deixar o público devastado e cria um caminhão de tensão, fazendo com que o espectador realmente tema pelo que virá a seguir.

Antes de qualquer coisa, é preciso aplaudir a escalação de Ezequiel Rodríguez. Seu trabalho é visceral e dá o tom caótico do filme. A situação fica ainda mais curiosa ao sabor que Ezequiel é conhecido na Argentina por seus trabalhos em seriados do Disney Channel. Neste longa, ele é o grande protagonista. Pedro é um homem já entrando na velhice que perdeu praticamente todos que amava ao longo dos anos. Porém, ao saber do possuído, ele vai atrás de todo mundo por quem já nutriu sentimentos, tentando salvá-los. O problema é que esse apego é justamente sua ruína. Ele fica tão vidrado em proteger quem ama que passa a ignorar sinais claríssimos de que está fazendo tudo errado.

Esse terror que apela para a ignorância pode dar muito certo ou muito errado, porque basta um deslize para suspender a crença do público e jogar o projeto por água abaixo. Mas aqui, dado o contexto do protagonista ser um homem extremamente simples e estar desesperado, funciona perfeitamente. Além disso, ele tem uma boa química com Jimmy (Salomón), seu irmão mais novo que começa a duvidar da sanidade de Pedro. É curioso, porque há uma tendência dos bons filmes de terror da nova safra explorarem incertezas junto ao público. Ou seja, eles costumam criar aquela dúvida se existe mesmo uma criatura sobrenatural por trás da história ou se tudo não passa de um grande delírio do protagonista. Jimmy tenta ser essa voz da dúvida, mas as situações pelas quais eles passam são tão grotescas e bizarras que o personagem fica sem qualquer moral para duvidar do irmão.

Na fuga dos irmãos, os personagens com quem eles se envolvem acabam sofrendo tragédias inescrupulosas. E nesse caminho que ocorre a grande subversão. Sabe os estereótipos de Hollywood? Esqueça todos. O longa não perdoa ninguém, colocando no caminho do demônio crianças muito pequenas, idosos adoráveis, famílias felizes e até mesmo um menino com autismo. É interessante ver essa variedade de personagens sendo massacrados, porque os enlatados hollywoodianos dão essa sensação de que as entidades do mal são preconceituosas, só possuindo homem branco e matando homens negros e adolescentes com hormônios à flor da pele. Nesse longa, o diretor mostra que o demônio não discrimina e quer matar todo mundo.

Dito isso, as mortes são brutais. O longa investe muito em efeitos práticos, deixando todos os homicídios extremamente impactantes. É um banho de sangue realista e brutal. Vale destacar que toda essa carnificina só funciona porque a construção da tensão é exemplar. A maior prova disso é a sequência na casa da ex-esposa de Pedro, em que a direção faz as crianças rodearem um cachorro maior que elas, enquanto o protagonista – perseguido pelo demônio – tenta explicar o que está acontecendo. A tensão é tão nítida que dá quase para tocar. Ainda mais porque momentos antes, em um diálogo no carro, eles conversam sobre essas entidades se aproximarem das pessoas por meio de criaturas mais inocentes, como animais e crianças. E o que vem em seguida é de traumatizar qualquer um.

Enfim, falar bem desse filme é chover no molhado. Suas qualidades são muito expressivas e mostram as credenciais do diretor, cujo trabalho foi excelente. Porém, O Mal Que Nos Habita não é perfeito. Bem na metade do filme, o diretor começa a explicar o ‘manual’ das possessões e cria uma ‘barriguinha’ na história. Para alguns, esses momentos podem soar explicativos demais, mas é uma opção da direção até para desenvolver melhor o carisma de alguns personagens que serão calcinados futuramente. Isso certamente não vai agradar a todos. No entanto, pela conclusão da trama, não me incomodou tanto, porque me fez sentir muito a morte de uma certa personagem que brilha justamente nessa ‘barriga’. Ainda assim, é compreensível que possa cansar parte do público.

Para quem busca um terror de qualidade, sem medo de chocar e acabar com crianças, adultos e idosos, O Mal Que Nos Habita é o melhor terror do ano até o momento.

O Mal Que Nos Habita está disponível na Netflix.

RANKING | Os MELHORES Filmes do extinto Universo Estendido DC

O Universo Estendido DC chegou ao fim com Aquaman 2: O Reino Perdido, lançado no finalzinho de 2023. Após um início promissor no auge da ‘Era dos Super-Heróis’ nos cinemas, esse universo compartilhado começou a se perder diante da falta de liderança do estúdio e da ausência de convicção no projeto.

Leia também: DCEU | Os piores filmes do extinto Universo Estendido DC

O problema é que nem só de bombas viveu o falecido DCEU. É impossível só fazer porcaria quando se contrata alguns dos melhores nomes do mercado para trabalhar em um projeto que durou uma década. E são esses filmes que vão deixar saudade nos fãs e criar aquela sensação de que talvez fosse possível tê-lo salvado. Por isso, o CinePOP vai elencar os cinco melhores filmes nesta matéria. Confira!

5. O Homem de Aço (2013)

O primeiro capítulo do DCEU nos cinemas foi bem controverso na época de seu lançamento. Utilizando metáforas cristãs à exaustão para descrever o herói, o diretor Zack Snyder tentou transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um tipo de épico bíblico de super-heróis. E por mais polêmica que seja essa abordagem, é curioso ver como funcionou bem em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante deu um ar épico ao longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço teve de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme foi mais no ato final, no qual o diretor perdeu um pouco da linha e corrompeu de forma complicada fatores morais intrínsecos ao personagem.

Sem contar a lógica dos Power Rangers de “destruir a cidade para salvar a cidade”. Sério, pelo estado que ficou Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar também o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer fez na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado ao tema do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e criou scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

4. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou nesses dez anos de Universo Estendido DC: arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga da Justiça, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o DCEU, Wan conseguiu fazer com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.

Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganhou pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos “com cara  de histórias em quadrinhos”, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher-Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo Estendido DC, Mulher-Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana teve sua história de origem desenvolvida com base em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins foi muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trouxe. Então, foi um longa que honrou o legado da super-heroína, explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também conseguiu fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.

Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surgiu com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não deveriam se entregar aos vilões, porque ela estava ali para ajudá-los e isso os motivou a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pegou seu escudo e atravessou a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiraram e avançaram junto a ela. De arrepiar.

Além disso, os personagens de apoio foram todos muito carismáticos, e a direção não perdeu tempo tentando sexualizar a Mulher-Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo.

2. Shazam! (2019)

Shazam! é um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa foi a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou tão longe no nosso ranking. Ele está aqui porque conseguiu trazer elementos próprios que fizeram dele muito mais que uma adaptação exemplar.

É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos nas telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado foi uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

1. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseou exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo.

Parte importante para esse filme funcionar foi ter roteiro, direção e elenco entendendo que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente poderia ter sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo foi visto como um monte de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolver as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso significasse não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, fosse pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida contou ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que o de praticamente todos os outros filmes da casa.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

Primeiras impressões | ‘Deadpool & Wolverine’ é TUDO que os fãs queriam

Na noite desta segunda-feira (15), o CinePOP compareceu ao Fan Event de Deadpool & Wolverine, onde foram exibidos os 37 minutos iniciais do filme. Repleto de momentos hilários, o longa traz o Mercenário Tagarela ao Universo Cinematográfico Marvel pela primeira vez em uma trama repleta de diversão, piadas de duplo sentido, quebras de quarta parede sensacionais e muita violência explícita.

E claro, tem o adicional de um Hugh Jackman completamente entregue ao papel de Wolverine. O ator segue muito confortável no papel, mas dessa vez é uma outra ‘encarnação’ do Carcaju. Aquele Logan que morreu no filme de 2017 segue falecido, então Jackman dá vida ao anti-herói de outra realidade. Ele vem de uma linha do tempo em que falhou em momentos importantes e decepcionou a todos. O ‘Wolvie’ está desiludido, frustrado e muito irritado de ter sido tirado de sua vidinha simples e fracassada para embarcar em uma jornada pelo tempo e o espaço.

O filme é provavelmente o mais engraçado já feito do Mercenário Tagarela. E uma das preocupações dos fãs foi ouvida aqui. O Deadpool não perdeu seu senso de humor politicamente incorreto porque foi para a Disney. Ele segue extremamente boca suja, manteve suas piadocas de cunho sexual, continua trazendo o que as pessoas têm de pior e ainda é capaz de acabar com a paciência de todos ao seu redor, principalmente do Wolverine.

O elenco de sua franquia retorna após os eventos do segundo filme, mostrando como a vida seguiu após o Deadpool usar a máquina do tempo do Cable (Josh Brolin). Há algumas surpresas aí, mas o pessoal não aparece por muito tempo. Afinal, a maior parte do filme já se passa no Universo 616 (o MCU).

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Ryan Reynolds está no auge. Seu timing cômico é perfeito, enquanto faz de tudo para ‘salvar o MCU’ e seu universo do fim certo. Em dados momentos, ele parece até mais ácido do que nos filmes da Fox, mas sem perder aquele jeito bobão dele. Sua química com Hugh Jackman é fantástica e dá ao filme momentos de puro humor, típico de um anti-herói que sabe que está em um filme de super-heróis.

E essa dinâmica dele saber que está em um filme é fantástica. Ele assistiu os longas do MCU, como já havia indicado em Deadpool 2 (2019), então sabe exatamente o que o espera nessa aventura, além de referenciar o tempo todo que teve reuniões com Kevin Feige e que está esperando participações especiais sem sentido. Ele chega, inclusive, a sacanear o momento terrível que o estúdio tem vivido dentre crítica e bilheteria nesses últimos anos.

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E se tem uma coisa que a falecida Fox soube trabalhar nos longas anteriores foi a trilha sonora. Dentre as canções originais e as licenciadas, foram músicas que marcaram os longas e ajudaram a criar momentos épicos. Com a ida para a Disney, porém, fica a sensação de que os caras abriram os bolsos e apostaram em canções mais famosas.

Sério, você vai sair da sessão com N’Sync na cabeça.

Por fim, o filme vai trazer um caminhão de participações especiais. Só nos primeiros 37 minutos já foram diversos personagens conhecidos que deram as caras. Mas pelo clipe exibido ao final, fica subentendido que não vimos nem 10% da galerinha que vai aparecer ao longo da trama. É um prato cheio para os caçadores de easter eggs.

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Pelo que pudemos assistir, Deadpool & Wolverine será o grande sucesso dessas férias. Mesmo com a classificação para maiores, o filme é diversão purinha e tem ótimas cenas de ação. Mas o grande destaque mesmo é a química entre os anti-heróis do título. Sério, eles são tão perfeitos em cena que a gente custa a acreditar que esperaram tantos anos para colocá-los em tela desse jeito. É um filme que sabe e constrói tudinho que os fãs sempre sonharam em ver nos cinemas.

Deadpool & Wolverine estreia em 25 de julho de 2024.

Kevin Feige dá atualização sobre ‘Homem-Aranha 4’

Kevin Feige, o presidente da Marvel Studios, revelou ao io9 detalhes sobre ‘Homem-Aranha 4‘, estrelado por Tom Holland.

“Amy Pascal e eu já estamos trabalhando neste filme. Os roteiristas vão entregar o primeiro rascunho do roteiro muito em breve”, ele afirmou. 

Previsto para iniciar as filmagens em janeiro de 2025, o longa segue sem diretor definido, mas as especulações sobre o elenco, o roteiro e os vilões que Peter Parker enfrentará já movimentam a internet.

Um dos rumores mais empolgantes é a possível participação de Miles Morales, o Homem-Aranha do universo animado Homem-Aranha no Aranhaverso’. Segundo fontes do ComicBookMovie, a introdução de Miles Morales no MCU live-action estaria em “planos para o futuro”, mas ainda levaria um tempo para acontecer.

Os rumores indicam que o Rei do Crime, Wilson Fisk, interpretado por Vincent D’Onofrio, será o principal antagonista deHomem-Aranha 4’. Ele buscaria eliminar o Homem-Aranha e o Demolidor (Charlie Cox).

Outras especulações apontam para a participação da Gata Negra, possivelmente interpretada por Sydney Sweeney, e do Venom de Tom Hardy. A aparição de Venom é alimentada pela cena pós-créditos de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

Há rumores de que Peter Parker usará o traje alienígena do simbionte emHomem-Aranha 4’, algo que já era especulado desde o final do terceiro filme.

É esperado que Tom Holland e Zendaya reprizam seus papéis como Peter Parker e MJ, respectivamente.

Fontes ainda indicam que o Homem-Aranha “será um personagem muito importante para estas próximas histórias”, incluindo os próximos filmes dos ‘Vingadores’. Isso significa que o herói terá um papel crucial na próxima fase do Universo Cinematográfico Marvel.

Mas calma, ainda é cedo para cravar algo. O filme ainda não tem um título oficial, e também não há diretor nem roteirista confirmados.

É importante ressaltar que essas informações ainda não foram oficialmente confirmadas e devem ser tratadas apenas como rumores.  

A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

Suspense com Nicolas Cage e John Cusack que DIVIDIU os críticos faz sucesso na Netflix

Lançado originalmente em 2013, o suspense policial ‘Sangue no Gelo‘ chegou ao catálogo da Netflix e ficou semanas entre os títulos mais assistidos do streaming.

Baseada em uma história real, a trama dirigida por Scott Walker gira em torno do detetive Jack Halcombe (Nicolas Cage) e sua determinação em em acabar com a fúria assassina de Robert Hansen (John Cusack), um serial killer que tem silenciosamente perseguido vítimas pelas ruas de Anchorage por mais de 13 anos.

À medida que os corpos das mulheres começar a aumentar, o sargento Halcombe parte em uma caçada pessoal para encontrar o assassino.

Tudo fica ainda mais eletrizante quando a jovem Cindy Paulson (Vanessa Hudgens), escapa do monstro, levando Halcombe a crer que a lei poderá ser cumprida.

Lutando por sua vida, a adolescente tem o sargento Halcombe como seu único aliado, unindo-se a ele para trazer o serial killer à justiça.

Apesar de parecer uma premissa instigante, ‘Sangue no Gelo‘ não foi um sucesso unânime, dividindo os críticos com apenas 61% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as avaliações:

“Apenas mais uma adição a um gênero bastante desgastado e que está destinado a ocupar as caixas de pechinchas dos supermercados mais cedo do que o esperado.” – CineVue

“Aqui está uma prova da tensão considerável que pode ser criada por um elenco determinado a oferecer performances realistas junto a um diretor que mostra domínio na construção de personagens realistas.” IonCinema

“As cenas em que Cage encara o personagem de Cusack são a melhor coisa deste suspense mediano, que passaria despercebido sem a presença dos referidos astros.” – Movie Chambers

“Você vai descobrir que a tensão irá mantê-lo grudado na tela, graças ao tenso jogo de gato e rato entre os velhos astro de ‘Con Air’, Cusack e Cage.” – Metro UK

“O filme nos influencia a estarmos de luto pelo assassinato das mulheres ou empolgados com seus traumas, saboreando o seu abuso? Um filme de emoções baratas, que destroem quaisquer intenções de reflexão, resumindo o esforço de Walker à mais banal das entradas de filmes B.” – Blu-ray.com

Chega no Brasil o PODEROSO faroeste com Nicolas Cage que traz reflexões profundas e filosóficas

A natureza e todos os seus aspectos. Baseado na obra Butcher’s Crossing, escrito pelo professor e autor norte-americano John Williams, Jornada para o Inferno nos apresenta a caminhada de um jovem e sua necessidade de encontrar conexões entre o homem e a natureza, esbarrando de forma abrupta no medo que se mistura ao desbravar. Através de uma narrativa imersiva ao contexto do velho oeste americano e os modos de sobrevivência daqueles tempos, o longa-metragem propõe reflexões profundas e filosóficas.

Dirigido pelo cineasta Gabe Polsky, e tendo como um dos seus protagonistas o vencedor do Oscar Nicolas Cage, o projeto estreou no prestigiado Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2022 e já está disponível no Brasil para os assinantes do Telecine.

Na trama, conhecemos Will (Fred Hechinger), um jovem estudante que larga a prestigiada Universidade de Harvard para descobrir o mundo longe da bolha que vivia. Chegando na cidade de Kansas, em meados de 1870, logo conhece um experiente caçador de búfalos chamado Miller (Nicolas Cage). Ambos embarcam em uma perigosa caça, em uma região ao norte, numa imensidão de terras não habitadas, um lugar temido por muitos. Ao longo de dias intensos, ao lado de Miller e outros dois personagens, o protagonista vai de encontro a descobertas que o farão entender melhor sobre a vida e a natureza.

A nevasca, a insanidade, a fé, as crenças, a necessidade do ganhar dinheiro para se sustentar, se somam a uma aterrorizante sensação de estarem perdidos, algo que se torna uma constante. Os desdobramentos de interpretações da moral logo mostra suas facetas em meio a uma natureza selvagem de paisagens belas e perigos iminentes. O conflito se abre como uma oportunidade para se refletir. É muito simplista definir esse como apenas um filme sobre sobrevivência, há mais olhares. A filosofia e as questões da existência logo ganham paralelos com os valores sociais principalmente as definições sobre liberdade.

O que é preciso ver para se entender a vida? Essa é uma pergunta que podemos nos fazer ao ampliar o olhar crítico para tudo que nos é mostrado. Através dos olhares de seus protagonistas, a condução de Gabe Polsky vira ferramenta fundamental para o enorme alcance de definições que muitas interações entre os personagens nos dizem. Há espaço para alcançarmos contextos amplos daquele país naquele momento e as novas maneiras de viverem e pensarem os avanços da sociedade até ali. O desfecho diz muito pelas entrelinhas. Junta-se a isso, a enormidade de interpretações para as ações do homem no encontro com a natureza.

Rodado em menos de três semanas em algumas locações no Estado de Montana, numa região conhecida como Montanhas Rochosas, Jornada para o Inferno joga a definição de faroeste a outros patamares, amplia seus horizontes de reflexões sobre um período marcante no século XIX norte-americano.

 

‘Fallout’: 2ª temporada da ELOGIADA série ganha atualização PROMISSORA

Fallout, a elogiada adaptação da franquia de jogos de mesmo nome, já foi renovada para a 2ª temporada – e, agora, ganhou uma atualização promissora.

Em entrevista ao DeadlineVernon Sanders, Chefe de Televisão da Amazon MGM Studios, revelou alguns detalhes sobre o próximo ciclo, afirmando que, apesar de não ter uma data de lançamento confirmada, ele pode estrear mais cedo do que o imagino.

Sanders comentou que os roteiros da segunda iteração já estão “em mãos”.

“Em Fallout, a equipe sempre teve uma visão nítida e clara, então posso compartilhar que já temos roteiros em mãos para a segunda temporada. Estabelecemos um padrão de alta qualidade, então vamos garantir que A 2ª temporada não apenas faz jus à 1ª temporada, mas oferece ainda mais. Temos um plano com o qual estamos avançando muito rapidamente. Não posso dizer uma data exata, mas acho que todos ficarão felizes com a rapidez que poderemos voltar com a segunda temporada”, ele contou.

Lembrando que a série concorre a nada menos que 16 categorias da 76ª edição do Emmy Awards, incluindo Melhor Série de DramaMelhor Ator em Série de Drama para Walton Goggins.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.

Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa JoyAthena Wickham, Todd HowardJames Altman.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

‘Deadpool e Wolverine’: Quem vai interpretar a Ladypool?

Deadpool e Wolverine está prestes a chegar aos cinemas, apresentando pela primeira vez Ladypool, também conhecida como Wanda Wilson, o que tem gerado diversos rumores sobre quem interpretará essa adorada variante.

Entre os principais candidatos estão a cantora Taylor Swift, Morena Baccarin, Blake Lively e até mesmo Ryan Reynolds.

No entanto, segundo o ComicBookMovie, um novo rumor confirmou que Blake Lively está sob a máscara. Além disso, o rumor afirma que outra variante vista no teaser mais recente, Cowboy Deadpool, será interpretada nada menos que por Matthew McConaughey!

Lembrando que até o momento, trata-se apenas de um rumor.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que Deadpool & Wolverine é o único longa da Marvel desse ano e será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Novo filme de Dave Bautista decepciona os críticos, mas pode agradar os fãs de comédia de ação e espionagem; Confira!

Já disponível no catálogo da Prime Video, ‘Aprendiz de Espiã: Na Cidade Eterna‘, traz Dave Bautista e Chloe Coleman na aguardada continuação da comédia de ação de 2020, reunindo a dupla em uma aventura familiar em alguns dos destinos mais famosos da Europa.

Na trama, quando o coral da escola de Sophie (Coleman) é selecionado para uma turnê italiana que culmina com uma apresentação para o Papa na Cidade do Vaticano, JJ (Bautista) vê isso como uma oportunidade de criar laços com sua nova enteada. Ele se voluntaria para ajudar a acompanhar o grupo pelos canais venezianos, pelas famosas pontes de Florença e pelos locais mais históricos de Roma.

Em vez disso, JJ descobre que ele e Sophie se tornaram peças em um plano terrorista que pode acabar com o mundo como o conhecemos.

O longa conta com o retorno dos roteiristas Jon e Erich Hoeber, bem como do diretor Peter Segalque tentam elevar o nível de ação em escala global e apostam em mais momentos de de tirar o fôlego impactantes da continuação agora que Sophie já tem idade para dirigir e enfrentar o perigo junto com seu padrasto.

Infelizmente, o longa registrou míseros 18% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, sendo descrito como um clichê sem paixão e que não acrescenta nada de novo ao gênero e nem ao próprio universo que tenta construir.

Confira as análises:

“O diretor Pete Segal parece inseguro como condutor de comédias de ação, confiando no que funcionou no passado sem perceber que essas técnicas não beneficiariam seu filme atual.” – Collider

“Talvez quatro anos entre os filmes tenham sido tempo demais para uma tentativa fracassada de emplacar uma franquia. ‘Aprendiz de Espiã 2: Na Cidade Eterna‘ traz todas as características de uma sequência sem rumo e sem nada a acrescentar.” – AV Club

“Em um filme que deveria ser engraçado e cheio de travessuras de espionagem, ‘Aprendiz de Espiã 2: Na Cidade Eterna‘ é terrivelmente conveniente e completamente chato.” – LeisureByte

“‘Aprendiz de Espiã 2: Na Cidade Eterna‘ luta para encontrar o equilíbrio de tom entre uma comédia de ação para crianças e uma comédia de ação apropriada para adultos.” – Screen Rant

“Muitas vezes, esse filme é confuso e nunca chega a um tom apropriado, explorando os pontos de espionagem com uma seriedade tão severa que você se questiona se é uma comédia adolescente ou um filme de ação fracassado.” – New York Times

“Apostar seriamente nos elementos de um filme de ação faz com que a sequência perca a natureza reconfortante e agradável que o primeiro filme tinha. Até os cenários criados com tela verde se tornam dolorosamente perceptíveis no final. No geral, este não é um filme que valha a pena assistir novamente e nem pela primeira vez.” – Coming Soon

Relembre o trailer:

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Os astros Ken Jeong e Kristen Schaal, que estão de volta, são acompanhados por Anna Faris, Craig Robinson e Flula Borg nessa nova comédia de ação do diretor Pete Segal (Get Smart, 50 First Dates).

No trama original, após uma missão dar muito errado, o agente da CIA JJ (Bautista) é rebaixado para a função de vigilância. Em serviço, ele acaba sendo descoberto pela menina Sophie (Coleman). Chantageado pela garota, ele se vê forçado a ensiná-la todas as técnicas para ser uma espiã.