A Max divulgou um vídeo compilando seus próximos lançamentos e aproveitou para divulgar cenas inéditas de ‘Duna: A Profecia‘, que servirá de pré-sequência a aclamada adaptação cinematográfica de ‘Duna‘.
A produção será ambientada 10.000 anos antes do nascimento de Paul Atreides.
Sem data de estreia, o seriado está programado para novembro de 2024.
“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”
Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.
‘Deadpool e Wolverine’ já é um verdadeiro sucesso, trazendo diversos heróis do antigo universo Fox, incluindo Wesley Snipes no icônico papel de Blade, o vampiro da Marvel.
“Não há Universo Marvel da Fox ou MCU sem Blade ter primeiro criado um mercado”, afirmou Reynolds. “Ele é o pai da Marvel. Por favor, retuite para uma despedida ao estilo Logan”.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
A estrela do cinema Viola Davis usou suas redes sociais para parabenizar a ginasta Rebeca Andrade pela vitória no solo, conquistada nesta segunda-feira, 5 de agosto. A brasileira superou as americanas Simone Biles, que ficou com a prata, e Jordan Chiles, que levou o bronze.
Nas redes sociais, a vencedora do Oscar declarou: “Eu celebro você, Brasil!!! REBECA!!!!! Você é uma luz!!!! Esta é a imagem mais bela de esportividade, respeito e amor!”.
Com essa vitória, Rebeca se tornou a brasileira com o maior número de medalhas, totalizando seis. A atleta conquistou quatro dessas medalhas apenas neste ano.
A Screen X divulgou um pôster inédito para promover ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘, que estreia em 05 de setembro nos cinemas nacionais.
A imagem destaca os principais personagens da sequência.
Confira, junto com o trailer final:
os fantasmas ainda se divertem
Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
Em entrevista ao The Playlist, o cineasta M. Night Shyamalan foi questionado se gostaria de comandar uma sequência de ‘Armadilha’, seu mais recente filme de suspense.
Durante a conversa, Shyamalan revelou que teve uma resposta bastante positiva por parte do público durante um teste de exibição – e que ele mesmo já está sentindo saudades dos personagens que criou.
“Exibimos o filme para o público e eles ficaram muito animados. E no final, em uma exibição teste, alguém perguntou ao público: ‘quantos de vocês querem ver uma sequência?’. E todas as mãos no cinema se levantaram e eu estava me escondendo. E eu vi e pensei: ‘uau'”, ele conta. “Eu terminei esse filme há três semanas, voltei para o escritório no dia seguinte e senti uma saudade absoluta por não estar com esses personagens novamente. Eu costumava correr para a sala de edição, adorei esse filme e queria estar com essa música e esses personagens e Cooper e Riley e Lady Raven, todos eles. E foi uma sensação estranha. Eles se tornaram parte de você quando você estava fazendo esses personagens. o público pode sentir isso”.U
O suspense será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.
Escrito e dirigido por Shyamalan, ‘Armadilha‘ é estrelado por Josh Hartnett, Ariel Donoghue, Saleka Shyamalan, Hayley Mills e Allison Pill.
Na história de ‘Armadilha‘, um badalado show da cantora pop Lady Raven vira alvo de uma operação policial obscura na busca de um serial killer apelidado de O Açougueiro, que aterroriza a população com seus assassinatos brutais.
Um dos momentos mais engraçados de ‘Deadpool & Wolverine‘ acontece logo na abertura do filme, quando o Mercenário Tagarela dança ao som de ‘Bye Bye Bye – NSync‘ enquanto mata os agentes da AVT com o esqueleto de adamantium do Logan.
Mas, o que poucos fãs lembraram ou sequer notaram é que a abertura faz referência tanto a ‘X-Men 2‘ (2003) quanto a ‘Deadpool 2‘.
A primeira referencia o momento em que o Wolverine sai da Mansão Xavier em companhia da Vampira, Homem de Gelo e Pyro a bordo do carro de Scott, o Ciclope.
Na cena, Pyro diz que fica incomodado com silêncios desconfortáveis e liga o rádio, que sintoniza ‘Bye Bye Bye‘, irritando o Wolverine.
A segunda referência está ligada a ‘Deadpool 2‘, que conta com a canção ‘Ashes‘, de Céline Dion, em sua trilha sonora.
Acontece que, no clipe da música, o Mercenário Tagarela e discute com a cantora, dizendo: “Meus Deus, eu deveria ter escolhido o NSYNC”.
E aí, você percebeu a ligação de ‘Bye Bye Bye‘ com esses filmes?
Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine‘ continua dominando os cinemas mundiais, onde já arrecadou impressionantes US$ 824.1 milhões. Em menos de duas semanas, o valor supera bilheteria total dos dois primeiros filmes – que arrecadaram US$783 milhões e US$786 milhões, respectivamente.
O novo longa da Marvel também conseguiu superar a arrecadação total de ‘Duna: Parte 2‘ (US$711.8M) e ‘Meu Malvado Favorito 4‘ (US$689.1M), subindo para o TOP 2 das maiores bilheterias de 2024.
Atualmente, a produção só se encontra atrás de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.5B).
Além disso, o novo filme do mercenário tagarela entrou para o TOP 3 das maiores arrecadações globais de um filme para maiores da história do cinema, atrás apenas de ‘Coringa‘ (US$1B) e ‘Oppenheimer‘ (US$977M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 395.6 milhões – superando ‘A Paixão de Cristo‘ (US$370.7M), e se tornando a maior arrecadação de um filme para maiores na história do país.
Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 428.5 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$45.2M), Reino Unido (US$42.4M), México (US$32.8M), Austrália (US$24.6M) e Alemanha (US$19.1M).
Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Adam MacDonald (‘Sobreviventes’) é responsável pela direção.
A trama segue uma mulher (Peregrym) que leva seu noivo (Damon Runyan) para sua cabana isolada nas profundezas da natureza para conhecer seu melhor amigo (Joris Jarsky). Enquanto estão lá, as tensões entre os dois homens aumentam, antes de eles partirem em uma caçada que revela o lado mais sombrio da natureza, deixando um rastro de horror verdadeiramente aterrorizante…
Enuka Okuma assina o roteiro, a partir de uma história que criou ao lado de Joris Jarsky e Adam MacDonald.
O suspense será lançado em VOD no dia 30 de agosto.
A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.
De acordo com o Deadline, Tyler Labine (‘New Amsterdam’) entrou para o elenco da 5ª temporada de ‘For All Mankind‘.
Em caráter recorrente, o ator interpretará Fred, um pacificador de Marte.
O próximo ciclo ainda irá introduzir Mireille Enos (‘The Killing’) e Costa Ronin (‘The Americans’), previamente anunciados.
Vale lembrar que a Apple TV+ deu sinal verde para um spin-off da série. Intitulado ‘Star City‘, o derivado está sendo descrito como “uma expansão do universo”.
Ronald D. Moore, Matt Wolprt e Ben Nedivi, criadores da série original, ficarão responsáveis pelo spin-off. Nedivi e Wolpert entram como showrunners.
“Nosso fascínio pelo programa espacial soviético cresceu a cada temporada de ‘For All Mankind’“, disseram Wolpert e Nedivi em uma declaração oficial. “Quanto mais aprendíamos sobre esta cidade secreta nas florestas nos arredores de Moscou, onde os cosmonautas e engenheiros soviéticos trabalhavam e viviam, mais queríamos contar esta história do outro lado da corrida espacial. Não poderíamos estar mais entusiasmados para continuar a construir descobrir o universo histórico alternativo de‘For All Mankind’ com nossos parceiros da Apple e da Sony”.
Matt Cherniss, presidente de programação da Apple TV+, também fez uma declaração oficial, dizendo: “A cada nova temporada, ‘For All Mankind’ continua a construir um mundo fascinante e a encantar os espectadores por meio de narrativas de alta qualidade que foram desenvolvidas com tanta habilidade por Ron, Matt e Ben. Há muito para explorar e, junto com nossos parceiros da Sony, mal posso esperar para mergulhar neste próximo capítulo do fascinante universo [da série]”.
Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.
Com estreia marcada para o dia 21 de agosto na plataforma, a série traz Paes como Bruna, uma chefe de quadrilha especializada em assaltar turistas no Rio de Janeiro”.
A Apple TV+ finalmente anunciou quando a 2ª temporada da comédia dramática ‘Shrinking‘ será lançada.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 16 de outubro.
A trama acompanha Jimmy (Jason Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… incluindo a sua própria.
A produção retornará com episódios inéditos no dia 6 de setembro.
A trama começa dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.
‘Deadpool & Wolverine’ já é um verdadeiro sucesso, marcando o retorno de vários mutantes da antiga era FOX. Uma das grandes surpresas do longa foi a participação de Channing Tatum como Gambit, um sonho antigo do ator e dos fãs.
Em entrevista à Variety, o diretor Shawn Levy revelou bastidores do longa.
“Estou obcecado com Channing como Gambit neste filme. O que entrou nisso, em primeiro lugar, foi uma década de Channing querendo interpretar esse papel e uma década de Channing quase interpretando esse papel na Fox”, declarou.
Levy então revelou que esteve muito próximo de dirigir o filme ‘Gambit’.
“Eu sei disso pessoalmente porque, naqueles anos, fui um dos 25 diretores diferentes que se encontraram com Channing para dirigir o filme “Gambit” da Fox, e, ainda assim, isso nunca aconteceu. Então, quando decidimos ter Gambit neste filme, sabíamos que seria profundamente gratificante para Channing”, afirmou.
“Nós escrevemos muitas dessas falas que beiram o nonsenso. Colocamos no roteiro. Mas então Channing adicionou muito do sabor Cajun e francês. Até hoje, há algumas coisas que ele diz — como quando ele vê Hugh bebendo sua bebida e joga uma carta carregada na direção dele, e diz algo que soa muito como cooyain-zwah — onde eu não faço ideia das palavras. Quando o Deadpool continuava dizendo “Isso não é uma palavra. Quem é seu treinador de dialeto… os Minions?” isso era muito de nós no set. Nós amamos absolutamente isso”, concluiu.
Lembrando que segundo a Variety, Tatum usou as redes sociais para expressar sua gratidão a Ryan Reynolds por possibilitar sua participação no longa, afirmando que deverá ao astro da Marvel “provavelmente para sempre”.
Em seu post, Tatum compartilhou duas fotos lado a lado com Reynolds na Comic-Con.
“Essas fotos têm quase 10 anos de diferença. Eu estava na plateia quando Ryan Reynolds mostrou o primeiro vislumbre de Deadpool 1 e acho que corri para os bastidores logo depois para encontrá-lo. Eu o abracei e disse: ‘Caraca, você conseguiu, cara. Está perfeito’”, escreveu Tatum.
“Eu não o conhecia bem naquela época. Mas, desde então, posso afirmar que quase ninguém teve minhas costas nesta indústria mais do que @VancityReynolds”, continuou.
Tatum também expressou o quanto significou para ele finalmente trazer Gambit à vida, mencionando que “achava que havia perdido Gambit para sempre”, mas Reynolds“lutou por mim e pelo Gambit”.
“Eu devo a ele provavelmente para sempre”, disse Tatum. “Porque não sei como poderia fazer algo que se igualasse ao que isso significou para mim. Eu te amo, amigo”.
Além disso, Tatum elogiou o diretorShawn Levy chamando-o de “verdadeiramente um criador brilhante em todos os níveis”.
“Todas as coisas acontecem por uma razão. Estou tão grato por estar neste filme. É uma obra-prima na minha opinião. E é pura alegria incrível. Eu estava literalmente gritando no cinema. Vamos nessa!!”, concluiu Tatum.
These pictures are almost 10 years apart to the day. I sat in the audience when Ryan Reynolds showed his first peek of Deadpool 1 to the world and I think I ran back stage right after and found him and I think I just hugged him and was like holy shit you did it man. It’s perfect.… pic.twitter.com/B5viY2f7nl
Lembrando que Tatum, ao lado de e seu parceiro de produção, Reid Carolin, passaram quatro anos desenvolvendo um filme solo sobre o Gambit para a 20th Century Fox, mas o projeto foi cancelado quando a Disney e a Fox se fundiram em 2019.
Vale ressaltar que com 85 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Deadpool & Wolverine‘ abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes – a média mais baixa da franquia.
Para termos de comparação, os dois primeiros filmes conquistaram uma média de aprovação de 85% e 84% no site agregador de críticas, respectivamente.
O consenso geral destaca o tom divertido e violento da produção, mas alguns especialistas reclamaram a dependência do filme em nostalgia e participações especiais.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Dirigido com entusiasmo por Shawn Levy, este filme é um sonho hiperativo que reúne dois dos melhores personagens da Marvel e um elenco de apoio que deixará os nerds espumando pela boca.” (Times UK)
“Há uma diferença entre se apoiar em referências e fazer um filme que seja genuinamente engraçado, emocionante, enérgico e inovador. Quase sempre, ‘Deadpool e Wolverine’ parece trabalhar em oposição direta em ambos aspectos.” (Globe and Mail)
“‘Deadpool e Wolverine’ faz um trabalho surpreendentemente eficaz ao convencer seu público de que este é um filme sobre nostalgia de personagens amados, quando na verdade é apenas uma ponte entre a produção de uma empresa para a outra.” (Vanity Fair)
“‘Deadpool e Wolverine’ não só entrega a equipe do século, mas também o melhor filme da Marvel em cinco anos.” (Solzy at the Movies)
“Apesar de ser ridícula até mesmo para os padrões dos super-heróis, a história consegue se manter mais ou menos coerente.” (Boston Globe)
“Assim como nos filmes anteriores, aqueles que não suportam o Deadpool ou que não estão familiarizados com a mitologia dos filmes da Marvel irão detestar completamente. O resto estará no céu.” (The Daily Beast)
“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Dirigido por Ryan Coonan, o longa serve como uma expansão do curta-metragem Waterborne, de 2014.
A trama segue a jovem policial Maddy, que está determinada a viver de acordo com o legado de seu falecido pai. Sua coragem é posta à prova quando moradores locais são encontrados brutalmente despedaçados por Rippy, o Canguru Zumbi. Enquanto a fera morta-viva deixa um rastro de carnificina, Maddy, com a ajuda de seu excêntrico tio Schmitty e da resiliente tia Donna, deve embarcar em uma batalha de alto risco para salvar a cidade.
O elenco conta com Michael Biehn, Tess Haubrich, Aaron Pederson e Angie Milliken.
O terror será lançado nos cinemas australianos no dia 31 de outubro. No Brasil, segue sem previsão.
De acordo com o Deadline, Jenna Ortega (‘Wandinha’) está em “negociações finais” para estrelar o novo filme do diretor J.J. Abrams, ainda sem título divulgado.
O site ainda afirma que Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’ e ‘Twisters’) também está finalizando o seu acordo se juntar ao elenco.
Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto está sendo descrito como “um filme de viagem no tempo”.
Além de dirigir, Abrams também assina o roteiro e servirá como produtor através de sua companhia Bad Robot.
Vale lembrar que Ortega retornará aos cinemas na aguardada sequência ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘, que estreará no dia 5 de setembro.
O filme ganhou classificação indicativa PG-13 nos EUA, ou seja, não recomendado para menores de 13 anos.
Em justificativa, a Motion Picture Association, órgão que regula a faixa etária das produções norte-americanas, aponta que o filme traz “conteúdo violento, imagens macabras e sangrentas, linguagem inadequada e material sugestivo em relação ao uso de drogas”.
Embora alguns desses elementos sejam encontrados no filme original, o longa de 1988 teve classificação livre, então não se sabe se o novo filme trará mais intensidade em relação ao motivo das restrições.
Anteriormente, o Cryptic HD QUALITY revelou que a sequência terá 1 hora e 44 minutos de duração.
O filme original de 1988 tinha 1 hora e 32 minutos.
O longa-metragem da Warner Bros. será exibido fora da competição do evento, no dia 28 de agosto, na Sala Grande.
Em uma declaração oficial, o diretor Tim Burton disse: “estou muito animado por isso. Significa muito para mim ter a estreia mundial deste filme no Festival de Veneza”.
A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 05 de setembro.
Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
A expectativa pelo reboot dos ‘X-Men’ no MCU só aumenta! Após o sucesso de ‘X-Men ’97’, ‘Deadpool & Wolverine’ e com a promessa de Kevin Feige de uma “Era dos Mutantes”, fãs ansiosamente aguardam novidades.
Segundo o Word Of Reel, atrás das câmeras, a disputa pela escrita do roteiro está acirrada entre Rafe Judkins (‘A Roda do Tempo’) e Michael Lesslie (‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’).
Além disso, o talentoso Jordan Peele (‘Corra!’) é um forte candidato à direção. O Production Weekly ainda sugere que a produção de ‘X-Men’ deve começar no “final de 2025”.
Enquanto isso, vale lembrar que ‘Deadpool & Wolverine‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
O terror é um gênero que permeia por diversos temas para arrancar as piores reações do público, seja em tramas envolvendo serial killers, fantasmas, demônios, alienígenas e até mesmo brinquedos amaldiçoados.
O problema é que o gênero já estão tão saturado, que é difícil encontrar uma trama original e que realmente cause uma sensação de medo.
No entanto, um título que elevou a credibilidade e o potencial do gênero recentemente é ‘Exhuma’, dirigido por sul-coreano Jang Jae-hyun.
Misturando elementos das tradições folclóricas e do espiritismo, ‘Exhuma’ está sendo considerado um dos melhores filmes de terror de 2024.
Na trama, Depois de sofrer com uma série de eventos paranormais, uma família rica de coreanos que vivem em Los Angeles convoca uma jovem dupla de xamãs em ascensão para salvar o recém-nascido da família, acometido de uma doença que os médicos não conseguem determinar.
Assim que eles chegam, os xamãs sentem que a aura maléfica de um ancestral da família se apoderou de seus membros, sugando sua energia vital lentamente.
No entanto, os xamãs descobrem que o ancestral está enterrado em um local sombrio em uma remota vila na Coreia. Mesmo assim, eles decidem viajar para exumar o cadáver e realizar um ritual para quebrar a maldição.
Sem saber das consequências, a exumação é realizada, desencadeando a libertação de uma entidade mais perigosa do que todos imaginavam.
Por outro lado, o mais assustador em ‘Exhuma’ não são os espíritos raivosos ou criaturas estranhas à espreita em um túmulo, mas a sensação apavorante presente em cada segundo faz o público acreditar que há algo mais na espreita, aumentando a tensão gradualmente.
O filme tem um enredo bem dinâmico, que incentiva o público a olhar além da simples premissa que o filme cria deliberadamente para enganar os espectadores.
‘Exhuma’ foge do convencional e busca a convicção por meio da própria narrativa, sem apelar aos personagens dizendo ao público o nível de maldade com o qual estão lidando. Por conta disso, a construção dos acontecimentos são suficientes para convencer os espectadores do realismo da história.
Embora o primeiro arco pareça uma versão improvisada de um filme de terror sobrenatural qualquer, o decorrer da trama é muito mais cativante, destacando a importância dos contos e mitos antigos para aqueles que neles acreditam fielmente.
Dessa forma, o longa quebra os padrões e abre caminho para uma nova era para o gênero do terror, fugindo dos clichês e apostando em temas não convencionais para subverter as expectativas de quem está assistindo, ao mesmo tempo em que consegue implantar uma sensação de pânico que outros filmes não conseguiram nos últimos anos.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia no Brasil.
Em 2018, a Sony Pictures conquistava o mundo com o lançamento de ‘Buscando…’, um suspense que, pegando onda na nova onda de found footages que ganhava expressividade desde meados dos anos 2010, apresentou um novo capítulo ao gênero e arrebatou o público com uma narrativa de tirar o fôlego. Agora, a companhia retorna com uma sequência antológica intitulada ‘Desaparecida’, que parte do mesmo princípio estético do capítulo anterior (isto é, um longa screen life) e que, surpreendendo a todos, alcançou um resultado parecido, quiçá melhor.
Como já mencionado, a imagética da produção é idêntica ao título predecessor: toda a narrativa é confinada a telas de computadores, tablets, celulares ou câmeras de segurança – e, dessa vez, acompanha June Allen (Storm Reid), uma jovem que perdeu o pai ainda muito nova e que, agora, vive apenas com a mãe, Grace (Nia Long). Entretanto, o relacionamento entre as duas é bastante desequilibrado, principalmente pela falta de comunicação e por uma disparidade de crenças que se transforma em contínuas brigas e desentendimentos. Quando Grace revela que vai viajar com o novo namorado, Kevin (Ken Leung), June vê a oportunidade de se divertir e cair na farra com os amigos – ao menos pelo pouco período de tempo que ficará sozinha e sem a presença superprotetora da mãe. Entretanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando Grace vai buscá-la no aeroporto e ela não aparece.
A princípio confusa, June volta para casa e entra em contato com quem consegue para descobrir o que aconteceu – seja com Heather (Amy Landecker), uma das amigas mais próximas de Grace, seja com o hotel em que o casal ficou hospedado. Mas a constante descoberta de informações estranhas a leva a imaginar que algo horrível pode ter acontecido a eles, como um sequestro. E é a partir daí que ela pede ajuda da polícia e une forças com pessoas de confiança para entender o que, de fato, aconteceu – e onde está sua mãe.
Se Aneesh Chaganty fez um trabalho primoroso com ‘Buscando…’, a dupla Will Merrick e Nick Johnson teria de manter o frescor narrativo e criativo – esquivando-se de equívocos amadores e de escolhas repetidas que poderiam cansar o público. Dessa forma, Merrick e Johnson seguem os passos de Chaganty e abraçam uma simples premissa de forma eficaz e que consegue honrar a produção original e evoluí-la dentro de uma espécie de “universo compartilhado” que ainda tem muito a nos contar. Ora, os diretores e roteiristas inclusive fazem referência à história de 2018 de maneira inesperada e com a dosagem certa de humor – abrindo espaço para investidas metalinguísticas que apenas auxiliam na expansão desse enervante cosmos.
De certa maneira, é a condução do enredo que insurge como elemento de maior destaque. A intrincada trama é complexa em sua totalidade e funciona dentro de um espaço considerável de tempo – não muito curto a ponto de deixar as resoluções apressadas demais, nem muito longo para nos cansar. O arco de June atravessa todos os estágios de uma conturbada psique humana que inclui confusão, temor, resignação e obstinação, fazendo de tudo para desvendar senhas e fazer conexões quase impossíveis para chegar ao fundo de um mistério que, dia após dia, ganha mais capítulos. E, se você gosta de uma história com múltiplas reviravoltas, com certeza vai se divertir com esse filme.
Reid entrega uma performance incrível, dominando os holofotes com uma atuação repleta de minúcias apaixonantes e uma naturalidade invejável: ainda que não divida a maior parte das cenas com outros atores, ela transparece uma química aplaudível, inclusive com Long, que permanece fiel à backstory de sua personagem até não aguentar mais. Joaquim de Almeida também participa da produção como Javier, um eletricista e faz-tudo colombiano com quem June entra em contato para ajudá-la nas investigações e que se torna um de seus confidentes e amigos. Cada engrenagem destila importância e convida os espectadores a conjecturar sobre o que aconteceu e como juntar as peças desse angustiante quebra-cabeça.
É inevitável traçar paralelos entre as duas obras – e o fato óbvio de se entrelaçaram por uma estética que merece mais reconhecimento no escopo mainstream. Talvez a familiaridade mais gritante (e que não necessariamente é algo ruim) é a sensação claustrofóbica e inescapável que abate os protagonistas: em ‘Buscando…’, David Kim (John Cho) se vê desamparado por todo mundo, engolfado em um misto de culpa e impotência que o deixa à beira da loucura; aqui, June se vê numa situação parecida que se torna mais derradeira pelo fato de ser mais nova – e por lidar com um movimento virtual que cria teorias da conspiração e diminuem a credibilidade das investigações e a benevolência da mãe.
O filme não é livre de erros, como algumas escolhas criativas que forçam um pouco a credulidade da situação e quebram a ótima atmosfera construída no primeiro ato. Entretanto, mesmo tangenciando uma conclusão deus ex machina, os breves deslizes não são fortes o bastante para drenar a excelência fílmica de ‘Desaparecida’ – que merece ser assistido na Max.
Foi divulgado o emocionante trailer de Othelo, o Grande.
Grande Othelo foi um dos mais brilhantes atores brasileiros do século XX. Negro, órfão e neto de escravizados, ele desafiou o racismo estrutural ao eternizar seus personagens no cinema e na TV, abrindo caminhos para as futuras gerações de artistas negros.
Assista:
Buscando por meio de imagens de arquivos e depoimentos sobre diversos temas, contar de forma breve a trajetória de um intérprete de vários sentimentos que logo se tornou um dos mais destacados artistas da história dos palcos e telas de nosso país, Othelo, o Grande nos declama a genialidade do improviso e o dom de fazer rir se tornando um projeto fundamental para quem ama a sétima arte. O documentário, dirigido por Lucas H. Rossi traz em seu paralelo importantes momentos do cinema brasileiro.
Ao longo de hipnotizantes 82 minutos de projeção, acompanhamos parte da história de Sebastião Bernardes de Souza Prata, nascido na hoje conhecida Uberlândia, em 1915, um homem que tinha a política de fazer rir! Lutando contra o preconceito em praticamente todas as fases de sua vida, logo ficou conhecido como Grande Otelo, sendo o grande responsável por dar vida à personagens com enorme apelo popular que estão nas memórias de muitas pessoas até hoje.
Trechos de muitos de seus trabalhos mais conhecidos ganham pequenos recortes e reflexões, como: Macunaíma do cineasta carioca Joaquim Pedro de Andrade e Fitzcarraldo, do aclamado cineasta alemão Werner Herzog. Entre os momentos mais marcantes, seu encontro com Orson Welles gera um depoimento sobre o sumiço de filmes que mostravam grandes verdades do Brasil na década de 40, fato que poucos conhecem. A dupla com Oscarito não foi esquecida, essa que marcou uma fase impressionante da comédia brasileira.
O início da Atlântida (famosa produtora de filmes), no início da década de 40, além dos rumos do cinema brasileiro ganham alguns depoimentos de Grande Otelo tiradas de algumas das inúmeras entrevistas que o documentário conseguiu em sua excelente pesquisa. Durante todo o tempo em que esteve ativo no mercado, o ator nunca escondeu o que pensava sobre os bastidores. As tragédias da vida pessoal também ganham espaço, flertou com esse momento inclusive em plena Avenida Presidente Vargas sem ser época de carnaval.
Othelo, o Grande venceu o prêmio de Melhor Documentário no Festival do Rio 2023, um merecido prêmio para um filme que mostra com muita riqueza de detalhes, a vida de um gigantesco artista brasileiro.