A produção será lançada na plataforma no dia 2 de agosto.
Quando a Fenda do Biquíni é repentinamente retirada do oceano, Sandy Cheeks e Bob Esponja viajam para o estado natal de Sandy, no Texas, onde conhecem a família de Sandy e devem salvar a Fenda do Biquíni das mãos de um CEO malvado.
A produção conta com as vozes de Carolyn Lawrence, Tom Kenny, Clancy Brown, Bill Fagerbakke, Rodger Bumpass, Mr. Lawrence, Johnny Knoxville, Craig Robinson e Grey DeLisle.
Vale lembrar que o quarto filme do ‘Bob Esponja‘ está programado para 19 de Dezembro de 2025 – mesmo dia do terceiro filme da franquia bilionária de James Cameron.
Os quatro primeiros episódios do próximo ciclo irão estrear no dia 19 de julho, com os dois seguintes sendo lançados no dia 26 de julho e os capítulos finais chegando no dia 2 de agosto.
Conheça os participantes com as novas imagens promocionais:
No reality, jovens solteiros e cheios de energia passam seus dias numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que, para ganhar o prêmio de 100 mil dólares, eles precisam renunciar ao sexo.
O projeto marcará o seu retorno ao gênero quinze anos após o lançamento de ‘Arraste-me Para o Inferno‘. Ele também comandou clássicos como a trilogia original de ‘A Morte do Demônio‘, ‘Darkman: Vingança Sem Rosto‘ e ‘O Dom da Premonição‘.
Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas a história alegadamente será ambientada em uma ilha.
A produção está sendo descrita como uma mistura entre ‘Louca Obsessão‘ e ‘Náufrago‘.
Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy vs. Jason‘ e o reboot de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.
Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor do filme.
A Marvel StudiosBrasil divulgou o incrível trailer dublado de ‘Agatha Desde Sempre‘, que estreia em 18 de Setembro no Disney+.
Confira:
Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes.
As estrelas Kathryn Hahn ePatti LuPone teceram elogios à produção da série, destacando o uso mínimo de CGI e a grandiosidade dos cenários.
“A coisa mais emocionante sobre este show foi que Jac Schaeffer, que o escreveu e também escreveu WandaVision, considerou muito importante, juntamente com Mary Livanos, nossa produtora, que o uso de CGI fosse mínimo. Então, há muito pouco que não seja magia prática ou apenas a nossa magia. Isso foi incrivelmente emocionante porque pudemos provar repetidamente que poderíamos fazê-lo. É mínimo em termos de CGI, mas foi extremamente emocionante. Os sets são incríveis… Foi uma experiência imersiva e deliciosa.”
Patti LuPone acrescentou que a produção é tão bem feita que a série parece mais um filme de grande orçamento do que uma série de televisão.
“Posso dizer que, nesse ponto, o cenário, o design de produção, os decoradores de set, a iluminação, os figurinos, tudo, quando chegamos ao set, parecia que todos no lado criativo estavam no auge de seu jogo. Ao falarmos sobre a Estrada das Bruxas, ficou claro para todos nós o quão linda ela era. Quando chegamos ao set e vimos a Estrada das Bruxas real, ficamos emocionados. Além de contar uma história fantástica, é um prazer visual. Parece um filme de US$100 milhões.” Mephisto, Wiccano e muito mais: Confira os rumores de ‘Agatha All Along’!
Confira o vídeo LEGENDADO dos bastidores e as primeiras imagens:
Vale lembrar que, em uma recente entrevista ao Collider, Murphy revelou que já começou a gravar suas falas para o próximo capítulo – e também confirmou que a DreamWorks está trabalhando também em um spin-off focado em seu personagem, o Burro..
“Comecei a gravar [para] ‘Shrek 5’ […]. E estamos fazendo um [filme] focado no Burro também”, ele disse.
Mais detalhes sobre o quinto filme da franquia não foram revelados.
‘Shrek’ tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.
Inicialmente programado para 3 de outubro de 2025, a Warner Bros. anunciou que o reboot de ‘A Noiva de Frankenstein‘ (The Bride!) teve sua estreia adiantada em uma semana.
Agora, a nova versão estreará oficialmente no dia 26 de setembro de 2025, e irá bater de frente com a sequência ‘Jogos Mortais XI‘, que será lançada no mesmo dia.
Christian Bale (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’) interpretará o monstro Frankenstein, enquanto Jessie Buckley (‘Men: Faces do Medo’) viverá sua noiva titular.
Confira a primeira imagem da produção:
O elenco ainda contará com Penelope Cruz, Peter Sarsgaard, Jake Gyllenhaal e Annette Bening.
Na década de 1930, o solitário Frankenstein viaja para Chicago para buscar a ajuda do Dr. Euphronius, na esperança de que ele possa criar uma companhia para si mesmo. Os dois trazem de volta uma jovem assassinada e ela se torna a Noiva. Ela está além do que eles haviam imaginado, impulsionando uma chama de romance, a atenção da polícia e um movimento social selvagem e radical.
Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.
Na trama original de ‘A Noiva de Frankenstein‘, lançado em 1935, o Dr. Frankenstein e seu monstro retornam, pois não estavam mortos como inicialmente se acreditava. O pesquisador planeja parar suas demoníacas experiências, mas quando um cientista louco sequestra sua esposa, ele concorda em ajudá-lo em criar uma nova criatura, uma mulher, para ser companheira do monstro.
Lembrando que o compilado de originais já está disponível.
Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’, ‘Folklore’ e ‘Midnights’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’, ‘Red’, ‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.
A icônica popstarKaty Perry está pronta para fazer seu retorno ao mundo da música!
Através das redes sociais, a performer divulgou dois teasers oficiais do videoclipe oficial de “Woman’s World”, lead single de seu próximo álbum de estúdio.
O clipe será lançado no dia 12 de julho, às 20h (horário de Brasília), um dia depois da estreia da canção nas plataformas de streaming.
Vale lembrar que Perry se apresentará no Brasil, no Rock in Rio, no dia 20 de setembro no Palco Mundo – no mesmo dia que Ivete Sangalo e Cindy Lauper.
Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último compilado de originais, ‘Smile’, foi lançado em 2020.
O site afirma que o cobiçado projeto despertou o interesse dos grandes estúdios, e chegou a ser disputado pela A24, Netflix, Sony Pictures e Warner Bros.
Parker Finn, diretor de ‘Sorria‘, comandará a nova versão – retomando sua parceria com o estúdio.
Ele também ficará responsável pelo roteiro, além de servir como produtor ao lado de Pattinson.
Na trama original…
Após retornar de uma longa viagem, tudo que Marc quer é encontrar sua esposa Anna e seu filho novamente. No entanto, assim que chega a Berlim, Marc percebe que Anna mudou radicalmente de comportamento e, assim que pode, ela pede o divórcio. O homem inicialmente suspeita que ela foi infiel, contudo os eventos dão uma guinada sinistra e ele percebe que está em uma situação macabra.
O novo filme está sendo descrito como uma versão “mais expansiva e elevada, mas ainda íntima” do longa original.
O medo do outro foi e é um dos maiores catalizadores de atrocidades da humanidade. O medo de quem é diferente do padrão, do que é chamado de senso comum. Num mundo regido pelos princípios masculinos (a centralização de poder, as regras, os gostos), qual espaço a mulher ocupa? Qual espaço é permitido a elas? Mais especificamente: qual espaço é permitido às mulheres que se recusam a performar de acordo com as regências machistas do mundo? Embora muitas conquistas tenham sido conseguidas (principalmente nas últimas décadas), até pouco tempo atrás verdadeiros horrores eram cometidos contra as mulheres – como, por exemplo, a internação compulsória seguindo a vontade do marido ou do pai. Sim, isso aconteceu no Brasil, até meados dos anos 1980, e agora virou tema do filme ‘Ninguém Sai Vivo Daqui’, que chega a partir dessa semana aos cinemas brasileiros.
Elisa (Fernanda Marques) era uma jovem apaixonada pelo namorado, mas, após engravidar dele e se recusar a se casar com um homem bem mais velho que ela, que seu pai estava armando, a jovem é internada no Hospital Psiquiátrico Colônia, na cidade de Barbacena, em Minas Gerais. A princípio, pensa tratar-se de um engano, mas em bem pouco tempo fica claro para Elisa que seu pai a internara em um hospício porque ela pensara que poderia reger sua própria vida de acordo com suas vontades e desejos. Uma vez lá dentro, ela começa a entender a dinâmica do lugar, fazer amizade com outras reclusas e que o tal médico da instituição nem médico é. Para sobreviver ao local, Elisa precisará encontrar forças para superar os maus tratos e fugir dali.
‘Ninguém Sai Vivo Daqui’ é um projeto curioso. Baseado no livro “Holocausto Brasileiro”, da jornalista Daniela Arbex (que tem escrito sobre outras tragédias brasileiras, como a do Ninho do Urubu), o filme é, também, uma derivação de uma série de dez episódios lançada em 2021, de nome ‘Colônia’ (disponível na Globoplay), com os mesmos personagens, mesmo elenco e mesma sinopse.
Isto dito, ao contrário da série no filme a dinâmica dos eventos se dá de maneira mais acelerada; até por conta disso, a produção tem apenas uma hora e vinte de duração. Assim, o roteiro deMarco Dutra, Rita Glória Curvo e André Ristum enxuga os desenvolvimentos pessoais dos personagens periféricos e até mesmo da protagonista Elisa, em prol da objetividade do drama central do enredo. Essa escolha do diretor André Ristum serve, inclusive, como um convite a quem quiser se aprofundar mais no tema do Hospital Colônia.
Todo filmado em preto e branco, a produção conta com nomes tarimbados no elenco, como Andréia Horta (como uma reclusa na beira do colapso mental), Augusto Madeira (como um médico inescrupuloso), Rejane Faria (de ‘Marte Um’) e Bukassa Kabengele (de ‘O Jogo Que Mudou a História’), que se dedicaram em inúmeros ensaios no set para ambientar a trama naquele ambiente de horror vivido por tantas e tantos brasileiros.
Partindo do drama pessoal quase inocente, ‘Ninguém Sai Vivo Daqui’ evolui para um terror psicológico inspirado em eventos reais, o que piora a sensação de horror diante das torturas e maus-tratos sofridos pelos pacientes. Pela ficção, o filme joga luz sobre um tenebroso passado recente da história psiquiátrica brasileira, cujos respingos ainda pulsam nas veias desse país.
A Warner Bros finalmente anunciou quando a sequência ‘Invocação do Mal 4: Os Últimos Rituais‘, que marcará o último capítulo da franquia, será lançado.
O terror está programado para estrear no dia 5 de setembro de 2025.
Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) será responsável pela direção.
O cineasta já é uma figura conhecida no universo da saga, tendo comandado ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.
David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o roteiro do terceiro filme ao lado do James Wan, assinará o enredo do capítulo final.
Patrick Wilson e Vera Farmiga devem retornar como Ed e Lorrain Warren, respectivamente.
As filmagens estão programadas para o verão norte-americano, em Atlanta.
A relação do ser humano com a constatação de um milagre. Baseado na obra The Green Mile do lendário escritor norte-americano Stephen King, lançado em seis volumes no Brasil em meados da década de 90, chegava aos cinemas de todo o planeta duas décadas e meia atrás um filme que todo mundo que assiste nunca mais esquece. Dirigido pelo competente cineasta Frank Darabont, À Espera de um Milagre, ao longo de mais de três horas de duração nos leva à reflexões sobre as dores do mundo, o milagre e suas interpretações, uma caminhada pelas verdades intensas da realidade onde a crueldade e o amor andam pelas mesmas estradas.
Na trama, conhecemos Paul Edgecomb (Tom Hanks) que mora em um asilo e resolve contar segredos do seu passado para uma amiga. Assim, conhecemos sua vida anos atrás, quando era carcereiro da equipe que cuidava do chamado ‘corredor da morte’ de uma prisão norte-americana durante a grande depressão da década de 30. Entre idas e vindas de prisioneiros e suas histórias, uma em especial ele jamais esqueceu: a de John Coffey (Michael Clarke Duncan), um gigante gentil que tem um dom inexplicável de cura. Conforme vai chegando o dia da execução de John, Paul busca soluções para ajudar de alguma forma o novo amigo.
Nesse poderoso drama, que conta com uma trilha sonora eficiente assinada pelo craque Thomas Newman, a morte e a vida ganham uma lupa, um enxergar diferente a partir do antes e depois de situações que fogem do que é compreendido. Essa alegoria de contrastes sobre os momentos de toda uma trajetória logo se juntam à conflituosas questões que batem de frente com as dores do mundo e o fardo oriundo de algo que não se explica. À Espera de um Milagre é uma explosão de sentimentos, um passo a passo rumo a uma investigação sobre a natureza humana.
A partir dessa fantasia chega-se aos paralelos com os valores morais, críticas sociais, reunindo cada detalhe para alguma reflexão. O olhar para a fé chega ao mesmo tempo que o choque entre o acreditar ou não no sobrenatural é instaurado, as bifurcações dos caminhos nos fazem olhar além de apenas uma direção. O milagre e seus pontos de vistas se tornam um só elemento que vira o motor de um roteiro brilhantemente adaptado das linhas escritas por King tempos antes do filme ser rodado.
A narrativa e toda a criatividade para se contar uma história nos leva até o palco principal, um corredor da morte que logo ganha muitos significados. Esse é um ponto importante, a ambientação e todos os jogos de câmeras para simular um gigante numa prisão e todos os efeitos especiais são feitos com muita eficácia, méritos de uma direção de arte impecável e uma condução primorosa de Darabont. Tudo gira em torno do impacto que os personagens precisam passar através de suas ações, dos seus olhares.
Uma das poucas obras adaptadas de King que ultrapassou a barreira dos 100 milhões de dólares em bilheteria (faturou quase 300 no mundo todo), o projeto teve seu reconhecimento em algumas importantes premiações, foi inclusive indicado para quatro Oscars no ano 2000 mas não levou nenhuma estatueta. À Espera de um Milagre e toda sua potente arte de fazer emocionar está disponível na Prime Video. Um filme pra ver e rever.
As declamações do passo a passo de um amor visto por muitos com impossível. Tendo um agradável bairro londrino como palco, 25 anos atrás chegava aos cinemas uma história de amor digna das telonas: um relacionamento entre um anônimo e uma estrela do cinema que conquistaria cinéfilos de todo o planeta. Dirigido pelo cineasta sul-africano Roger Michell e escrito pelo excelente roteirista britânico Richard Curtis, Um Lugar Chamado Notting Hillapresenta uma narrativa envolvente que utiliza o acaso e o inusitado como fortes elementos. Quando pensamos em comédias românticas, essa é sem dúvidas uma das mais lembradas.
Na trama, conhecemos o simpático William (Hugh Grant), um dono de uma pequena livraria no bairro de Notting Hill que nunca deu sorte no campo amoroso. Certo dia, vê seu mundo virar de cabeça pra baixo quando conhece a estrela de cinema Anna (Julia Roberts) que aparece de surpresa em seu estabelecimento. Ao longo dos meses que se seguem, os dois buscam um no outro um complemento para uma linda história de amor mas sem deixar de passar por alguns obstáculos.
Temos que ter um cuidado ao analisar essa obra pois é muito mais do que uma história de amor, há pontos importantes que são jogados para reflexões. Num olhar mais profundo e com atenção se chega a muitos outros méritos. Os lados bons e ruins da fama, o machismo, as indefesas contra o circo midiático, são alguns dos pontos que o filme transborda na sua poesia romântica. Mesmo de forma descontraída encontra espaço para profundos dramas existenciais, entre uma cena e outra podemos achar a história mais fofa do mundo e logo depois ficar chocado com os dramas vividos, principalmente pela personagem Anna.
A narrativa caminha pelos conflitos ligados ao coração para nos apresentar de forma leve e romântica as possibilidades e as suas lutas constantes contra as impossibilidades. O caminho feito é bem simples, pegou-se dois mundos diferentes apresentou os choques provocados e as ações que se chegaram até virarem complementares. Mas nada disso seria possível se os protagonistas não tivessem uma harmonia perfeita em cena (Grant e Roberts estão maravilhosos), além de coadjuvantes carismáticos como o amigo de William, Spike (interpretado pelo sempre ótimo Rhys Ifans).
O poder midiático de um clique em tempos ainda longe dos avanços da internet é a crítica mais escancarada que vemos por aqui. Uma parte importante dos conflitos dos personagens chega exatamente do assédio da imprensa à vida particular da artista, algo que acontece com muitos famosos até hoje. Com o consumismo por esse tipo de jornalismo nunca perdendo a força, impressos se alimentando dos deslizes (nos novos tempos soma-se às redes sociais), muitas vezes rompendo linhas tênues da ética e a moral. Olhando mais profundamente para isso, o projeto não deixa de fixar essa importante crítica social.
E pensar que essa história poderia ser maior, o corte final passou das três horas, depois editado para a minutagem que fora lançada. Mas Um Lugar Chamado Notting Hilllogo se tornou atemporal e não seria um absurdo encontrar pessoas que imaginam o depois de quando o filme termina. E como esquecer da música She na versão de Elvis Costello? Uma canção completamente associada ao filme que só de escutarmos já lembramos de William e Anna. Esse é um dos raros filmes que quando estão passando pela televisão ainda paramos para ver. Para quem quer rever ou assistir pela primeira vez, o filme está no catálogo da Disney Plus.
De acordo com o Deadline (via Discussing Film), Lamorne Morris (‘New Girl’) foi adicionado ao elenco de ‘Homem-Aranha Noir‘, vindoura série live-action produzida pela Amazon Prime Video e que será estrelada por Nicolas Cage (‘Motoqueiro Fantasma’).
O astro dará vida ao jornalista Robbie Robertson, funcionário do Clarim Diário.
Nos quadrinhos, ele é conhecido por sua honestidade e por ser um grande defensor do Homem-Aranha, ao contrário e seu patrão, J. Jonah Jameson.
Por enquanto, ainda não há muitos detalhes em torno de como Robertson será adaptado na trama, então não se sabe se ele já estará trabalhando com Jameson.
Confira a publicação:
Lamorne Morris has been cast as Robbie Robertson in ‘SPIDER-MAN NOIR’ alongside Nicolas Cage.
Anteriormente, o insider Daniel Richtman (via JoBlo) disse que Brendan Gleeson (‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’) foi escalado como vilão da atração.
Até o momento, não se sabe se o personagem será adaptado dos quadrinhos ou se será uma criação original.
Como o projeto ainda está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Vale lembrar que Cage foi confirmado ao papel principal depois de dublar o personagem na animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ (2018), que foi um grande sucesso de crítica e público.
Nas redes sociais, os cinéfilos foram à loucura com o anúncio:
Pô pprt que essa série do Spider Noir com Nicolas cage não vai ter relação com o aranha?
Simplesmente vai ter uma série do homem aranha noir live action e Nicolas cage vai ser o protagonista e pra melhorar roteirista de justiceiro tá no meio ,absolute cinema.
Nicolas Cage talvez seja o ator de Hollywood que mais oscila em relação a qualidade de suas atuações. Alterna papeis brilhantes como em Despedida em Las Vegas e PIG a outros bisonhos como o Motoqueiro Fantasma e O Imperador. Sua escalação como Homem Aranha noir é uma incógnita.
— alexandre clistenes (@alexclistenes) May 14, 2024
Bicho Nicolas Cage vai ser o Noir em Homem-aranha, os cara n erra uma mn GRAÇAS A DEUS
A série foi encomendada pela MGM+ em parceria com a Amazon Prime Video.
O anúncio foi feito antes da apresentação inicial da Amazon aos anunciantes em Nova York, hoje.
“Expandir o universo Marvel com ‘Noir’ é uma oportunidade única e especial e estamos honrados em trazer esta série para nossos clientes globais do Prime Video”, disse Vernon Sanders, chefe de televisão da Amazon MGM Studios.
“O extremamente talentoso Nicolas Cage é a escolha ideal para o nosso novo super-herói e o excelente equipe de produção com Phil Lord, Christopher Miller, Amy Pascal e a incrível equipe da Sony está empenhada em expandir esta franquia da forma mais autêntica.”
‘Noir‘ contará a história “de um investigador particular (Cage) envelhecido e sem sorte na Nova York dos anos 1930, que é forçado a lidar com sua vida passada como o único super-herói da cidade”.
Oren Uziel (Mortal Kombat) e Steve Lightfoot (O Justiceiro) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) será o diretor.
‘Homem Aranha no Aranhaverso’ está disponível no Prime Video.
Assim como os fãs, o próprioHugh Jackman achou que havia se aposentado para sempre como Wolverine após ‘Logan‘, papel que interpretou entre 2000 e 2017.
No entanto, o astro retorna ao universo dos ‘X-Men’ em ‘Deadpool e Wolverine‘… Desta vez caracterizado com o clássico traje amarelo e azul dos quadrinhos e animações.
E, durante um evento para fãs em Xangai, onde aMarvel Studios exibiu uma pequena parte do filme, o astro disse que ‘Deadpool e Wolverine‘ lhe deu a chance de fazer coisas que nunca pôde com o personagem. (via Comic Book)
“Eu pensei que tinha me aposentado sete anos atrás. Mas, assim que surgiu essa ideia, soube que era a batalha que as pessoas queriam, que eu queria, que Ryan queria, que os fãs queriam. Acho que esse filme traz nuances do Wolverine que nunca tive a oportunidade de mostrar antes, e isso foi um grande desafio. Sinto que os fãs vão ver algo mais completo e bem diferente. Como ator, foi emocionante para mim, e espero que também seja para o público.”
Lembrando que a estreia está marcada pra 25 de julho.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Sobre o desfecho da produção, o criador Jeb Stuart declarou:
“Sou muito grato por ter tido a oportunidade de contar as histórias de Leif, Harald e Freydis através de três temporadas. Eu sabia desde o começo que eu queria mostrar a evolução de três dos Vikings mais famosos da história, sobre como eles se tornaram os ícones que conhecemos atualmente. E nós fizemos exatamente isso.”
Ele completa, “Espero que, quando os espectadores conferirem a nova temporada, eles ficarão animados com a jornada dos nossos heróis. Quando começamos este projeto, há cinco anos, trabalhei pesado com esse elenco e equipe talentosos para construir uma narrativa satisfatória.”
A trama se aprofunda em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.
Enquanto o cenário mainstream costuma ditar as tendências a serem seguidas em praticamente todos os âmbitos, é notável como produções independentes e alternativas têm um espaço considerável de apreço e de importância dentro do escopo do entretenimento – principalmente quando nos referimos à música.
Dentre inúmeros artistas que, mesmo ganhando maior reconhecimento na atualidade, auxiliaram a calcar esse estilo fonográfico como uma importante engrenagem do mundo artístico, podemos citar Fiona Apple, FKA Twigs, Arcade Fire como alguns de seus integrantes (cada qual explorando gêneros diferentes e pelos quais carregam apreço significativo).
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns alternativos do século XXI (ao menos até agora), incluindo compilados que exploram construções do pop, do rock, do indie e até mesmo do synth.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
Charli XCX fazia o grande lançamento de sua carreira em 2017, com a divulgação da mixtape‘Pop 2’. Ganhando aclame pela crítica especializada, a cantora e compositora britânica apostava fichas em um pesado PC music, pincelado com avant-pop e industrial pop (cortesia do lendário produtor A.G. Cook) e foi liderado pelo single “Out of My Head”, com Alma e Tove Lo.
Oito anos depois de seu último álbum, o cantor e compositor belga Stromae retornou com o incrível ‘Multitude’ – que, apesar de lançado em 2022, causou um impacto gigantesco em sua própria carreira e no cenário musical europeu. O álbum foi aclamado pelos críticos e mergulhou de cabeça na mistura estilística de vários gêneros, como visto em “Santé” e “L’enfer”. Em entrevista ao TF1, Stromae disse que a narrativa do álbum foi inspirada pelas frequentes viagens que ele fazia com a mãe.
O álbum de estreia homônimo da banda Vampire Weekend causou grande comoção quando lançado e é relembrado como um dos melhores do século pelos fãs. Com produção de Rostam Batmanglij, a produção amalgama indie pop, música de câmara e Afropop e foi elogiado à época de seu lançamento – além de trazer singles como “Mansard Roof”, “A-Punk”, “Oxford Comma” e vários outros.
A épica estreia de Arcade Fire, ‘Funeral’, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.
FKA Twigs lançou o álbum de sua carreira em 2019 com o irretocável ‘MAGDALENE’, principalmente por misturar o vanguardismo do art pop com uma pessoalidade urgente e tocante. O compilado foi inspirado no término de seu relacionamento com o ator Robert Pattinson e trouxe um grupo considerável de co-produtores que a ajudou a manter o álbum coeso e limpo. Dentre os vários singles, podemos mencionar “Cellophane” e “Sad Day” como os destaques.
“Weyes Bloodvinha trabalhando no CD desde 2017, logo após ter assinado contrato com a gravadora Sub Pop e se reunir com Jonathan Rado. Não demorou muito para que ela abrisse espaço para homenagear um dos filmes que mais impactaram em sua vida, ‘Titanic’, dirigido por James Cameron em 1997 – ora, não é à toa que o título seja homenagem ao gigantesco transatlântico e premedite e tragédia que acometeu o navio em pleno oceano Atlântico. É a partir dessas concepções que “A Lot’s Gonna Change” dá o tom dessa perifrástica aventura, invadindo as ideias memorialísticas e saudosistas de um tempo que não mais irá voltar – como também nos abraça numa narcótica necessidade de compreender a misteriosa atmosfera setentista da qual ela se vale.” – T.N.
4. OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES (2018)
“Colocar tanto a performer quanto sua magnum opus em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, como “It’s Okay to Cry”, enquanto a impactante des-organização proposital de “Whole New World/Pretend World” rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop; “Immaterial”, uma alusão às incursões oitentistas e noventistas, já se rende às peculiaridades do avant-pop à medida que critica e a reutilizada, numa desconstrução experimental e envolvente; mesmo “Infatuation”, que flerta com baladas, é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias” – T.N.
‘Masseduction’ recebeu aplausos diversos pelos especialistas internacionais e promoveu uma profunda mudança na identidade sonora de St. Vincent – que já havia entregado diversos álbuns incríveis. Focando em temas como sexo, drogas, tristeza e imperialismo predatório, o disco funde electro-pop, new wave e glam rock e conta com quatro singles oficiais, incluindo a irretocável faixa “Los Ageless”.
Björk é uma das artistas mais interessantes da história da música e sempre construiu narrativas únicas e originais que a afastavam do mainstream e criavam tendência no escopo experimental. Depois de ‘Homogenic’, a cantora e compositora islandesa entregou mais uma obra espetacular com ‘Vespertine’, considerado um dos melhores de sua carreira. Além da música eletrônica, o compilado nos chama a atenção pelo uso inesperado do art pop e do glitch pop.
“A verdade é que ‘Fetch The Bolt Cutters’ vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o mais recente álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.” – T.N.
Um dos motivos da greve dos atores do SAG-AFTRA no passado foram protestos contra o uso de inteligência artificial, já que alguns produtores de Hollywood queriam armazenas as imagens e vozes e diversos artistas em bancos de dados para usarem posteriormente.
E isso é algo que vem assustando grande parte dos artistas, inclusive Nicolas Cage (‘Motoqueiro Fantasma’).
Enquanto promovia seu próximo filme, o terror psicológico ‘Vínculo Mortal’, Cage conversou com o The New Yorker e confessou que tem muito medo de substituído por uma versão digital de si mesmo.
O assunto surgiu quando ele mencionou o trabalho digital que irá se submeter para a vindoura série live-action do ‘Homem-Aranha Noir’ e como isso piorou suas preocupações sobre a interferência da inteligência artificial na arte.
“Eles têm que me colocar em um computador, comparar a cor dos meus olhos e mudar… Não sei. Eles vão simplesmente roubar meu corpo e fazer o que quiserem com ele por meio de IA digital. Deus, espero que não seja IA. Sinceramente, estou apavorado com isso. Isso me faz pensar onde a essência dos artistas vai parar? Seremos substituídos? Onde vai ficar o batimento cardíaco? Nossas emoções? Quero dizer, o que você vai fazer com meu corpo e meu rosto quando eu estiver morto? Eu não quero que façam nada com a minha imagem depois que eu morrer!”
Por falar nisso, o astro acabou sendo substituído por uma versão digital em ‘The Flash‘, no qual deveria aparecer vestindo o traje do Superman.
Lembrando que ‘Vínculo Mortal‘ estreia em 29 de agosto nos cinemas nacionais.
Na trama, o astro dará vida a um sinistro serial killer.
E um vídeo promocional divulgado pela página oficial do longa registra a reação da atriz Maika Monroe ao ver Cage caracterizado como o vilão.
A prévia destaca que os batimentos cardíacos da atriz chegaram a 170 pulsações por minuto, deixando claro seu medo genuíno do personagem, já que os batimentos cardíacos de um humano em repouso são de 76 por minuto.
“Existem momentos em que “Vínculo Mortal” parece ser um filme que você já viu antes, porém com uma camada de mal sobreposta: Isso se revela tanto uma fraqueza quanto uma força, pois o surrealismo de horror de Perkins torna o familiar estranho e o estranho, familiar”, disse Katie Rife do IGN Movies.
“Vínculo Mortal se infiltra sob sua pele e fica lá, imergindo-o tão profundamente na natureza repulsiva e desconfortante do mal, por meio de imagens aterrorizantes e uma atmosfera palpável, que se torna inabalável”, disse Meagan Navarro da Bloody Disgusting.
“É o filme de terror mais aterrorizante de 2024, uma obra que se instala sob sua pele e possivelmente nunca mais sairá”, disse Bill Bria do Slashfilm.
“Vínculo Mortal é incontestavelmente um dos filmes mais assustadores e melhores do ano”, disse Mary Beth McAndrews da Dread Central.
“Uma obra-prima; uma mistura sagrada e aterrorizante de alta arte e ansiedade, um filme no qual cada quadro é um pesadelo, e é belo”, disse J Hurtado da ScreenAnarchy.
“É como se o festival cinematográfico bizarro de Oz Perkins tivesse sido moldado no Inferno por Satanás e trazido como um artefato para o nosso mundo como um presente sinistro”, disse Courtney Howard da Fresh Fiction.
“Finalmente, a experiência de horror pura que esperávamos. Sem dúvida, é o filme mais assustador da década”, disse EJ Moreno do Flickering Myth.
“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”
Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.
Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.
Cage também entra como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).
Através do Twitter, a Apple TV+ divulgou um misterioso e sombrio teaser para promover a 2ª temporada de ‘Ruptura‘, elogiada série de suspense sci-fi estrelada por Adam Scott.
Na prévia, vemos apenas um corredor mal iluminado com um ponto de luz vermelho piscando ao fundo, apo som de uma trilha sonora que aumenta ainda mais a tensão.
Lembrando que a nova temporada estreia ainda em 2024.
Criada por Dan Erickson, a série é dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.
“Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”
De acordo com o Deadline, um produtor de Hollywood afirmou que já assistiu ao filme de Ridley Scott e descreveu o longa como “algo fantástico”, e acredita que “é um forte concorrente ao Oscar 2025”.
O produtor também rendeu elogios às performances dePaul MescaleDenzel Washington, que dão vida ao protagonista e ao vilão do novo filme, respectivamente.
Foi dito que “Mescal está ótimo no papel”, enquanto Washington “faz um trabalho extraordinário”.
Por fim, ele mencionou que ‘Gladiador 2′ e ‘Here‘, novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks e Robin Wright, podem ser dois candidatos acirrados na disputa pelo Oscar de 2025.
O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).
Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.
O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.