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Batalha épica na prévia LEGENDADA do próximo episódio de ‘A Casa do Dragão’; Confira!

a casa do dragão
a casa do dragão

A HBO divulgou a prévia legendada do quarto episódio da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon).

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Vale lembrar que o terceiro episódio será lançado no dia 7 de julho.

Confira o cronograma de exibição dos próximos capítulos:

Calendário de episódios da série "A Casa do Dragão".

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Kevin Costner afirma “Eu faço filmes para homens. É isso que eu faço”

kevin costner em horizon an american saga

Kevin Costner, aclamado astro de Yellowstone, falou recentemente sobre seu novo projeto épico, Horizon: An American Saga, enfatizando que seus filmes são direcionados para homens, mas ressaltando a importância de incluir mulheres fortes em seus trabalhos.

Segundo a VarietyCostner declarou: “Eu faço filmes para homens. É isso que eu faço”.

Ele ressalta, no entanto, que seus filmes sempre terão personagens femininas fortes e complexas: “Mas eu não farei um filme a menos que tenha personagens femininas fortes. Assim conduzi minha carreira. Acredito que é por isso que tenho um bom público. Agradeço às mulheres por trazerem seus homens até aqui. Afinal, trata-se de um faroeste. Simplesmente não consigo imaginar um filme sem [mulheres fortes]”.

Costner, que também dirige e co-escreve ‘Horizon’, explicou que sua abordagem será diferenciada dos clássicos do gênero, destacando que os personagens femininos “impulsionam a história em cada linha de enredo”.

Costner enfatizou que não poderia conceber uma cena que não envolvesse uma mulher enquanto desenvolvia a narrativa.“Este filme apresenta uma quantidade significativa de mulheres. Elas desempenham papéis cruciais no Oeste e no que se passou lá. Muitas vezes foram levadas para lá contra sua vontade, com seus filhos, na esperança de encontrar algo grandioso. Porém, não havia nada além de um grupo de pessoas que viviam ali há milhares de anos. As mulheres enfrentaram circunstâncias terríveis e conseguiram superá-las. De alguma forma, elas estão ausentes nos filmes de faroeste, mas em ‘Horizon’, elas são as protagonistas”.

‘Horizon’ acompanha a história de diversos personagens durante e após a Guerra Civil Americana, enquanto eles lutam para sobreviver e construir uma vida no Oeste Selvagem.

Ao lado de Kevin Costner, um elenco de peso dá vida aos personagens: Sienna Miller, Jena Malone, Isabelle Fuhrman, Abbey Lee e Ella Hunt.

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Baseada em história real, antologia explora uma das polêmicas mais marcantes da vida do escritor Truman Capote; Confira

feud capote vs the swans
feud capote vs the swans

Intitulada ‘Feud: Capote vs. the Swans‘, a segunda parte da antologia criada por Ryan Murphy (‘American Horror Story’) já está disponível na Disney+.

Os novos episódios seguem os passos de ‘Feud: Bette and Joan‘, se aprofundando em conflitos famosos e dinâmicas complexas entre figuras polêmicas.

‘Capote vs. the Swans’ mergulha na conturbada relação entre o escritor Truman Capote e um grupo de mulheres da sociedade burguesa, conhecidas como ‘Os Cisnes‘.

Capote foi um dos escritores mais renomados do século XX, famoso por sua personalidade atraente e por suas obras marcantes, como ‘Bonequinha de Luxo. Por outro lado, sua relação com as classes sociais mais altas de Nova York, principalmente com os Cisnes, ficou marcada como uma passagem obscura e trágica em sua vida.

Já Os Cines era formado por um grupo de mulheres admiradas por sua beleza, presença marcante, charme e influência, que foram inspirações para Capote, atribuindo-lhe uma passagem para o glamour da burguesia, mas também a revelações íntimas.

Foi a partir daí que Capote deu início a Súplicas Atendidas‘, umas de suas obras mais cobiçadas devido ao teor de polêmicas que contém em suas páginas, expondo segredos da elite de Nova York e também das Cisnes, gerando um grande atrito em sua relação com as mulheres do grupo, o que levou a um escândalo midiático.

A obra acabou sendo considerada um ato de traição, transformando Capote em um figura ignorada no meio da elite social, destruindo a reputação de Capote.

A atração aproveita para fazer um retrato detalhado da Nova York nos anos 60 e 70, exibindo ao público festas luxuosas, os estilo da moda e as dinâmicas sociais, junto com temas profundos como isolamento e a busca por aceitação em meio à superficialidade da fama.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco inclui Tom Hollander (Truman Capote), Naomi Watts (Babe Paley), Diane Lane (Slim Keith) e Chloë Sevigny (C.Z. Guest), além de Calista Flockhart, Demi Moore, Molly Ringwald e Jessica Lange.

A produção é baseada no livro Capote’s Women: A True Story of Love, Betrayal, and a Swan Song for an Era, escrito por Laurence Leamer.

Gus Van Sant dirige todos os oito episódios, com Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’) servindo como roteirista e showrunner.

Anteriormente, Ryan Murphy havia anunciado que a segunda temporada iria focar no divórcio de Charles e Princesa Diana, mas a narrativa foi eventualmente descartada.

Negociador de reféns deve agir RÁPIDO no trailer do suspense ‘Nem Tudo é Negociável’; Confira!

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Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Nem Tudo é Negociável’thriller de sequestro estrelado por Mauricio Ochmann.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 26 de julho.

Confira:

O filme é dirigido por Juan Taratuto (‘Um Namorado para Minha Esposa’).

Alan Bender (Ochmann) é um habilidoso negociador de reféns, o melhor do México, que em breve enfrentará o caso mais crucial de sua carreira quando o presidente e sua amante forem sequestrados. O sequestrador exige negociar apenas com ele.

Leonardo OrtizgrisTato AlexanderGeraldine ZinatFernanda Borches completam o elenco.

‘Um Tira da Pesada 4: Axel Foley’: Sequência com Eddie Murphy estreia ESTA SEMANA na Netflix!

Um Tira da Pesada: Axel Foley‘, quarto filme da franquia estrelada por Eddie Murphy, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming nesta próxima quarta-feira, 03 de julho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O detetive Axel Foley (Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.

Mark Molloy‎‎ é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.

Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de ‎‎Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.

Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.

Primeiras Impressões em Vídeo | Ti West e Mia Goth criam MÁGICA com o inebriante terror neo-noir ‘MaXXXine’

MaXXXine, sequência do terror ‘X – A Marca da Morte’, chega em breve aos cinemas nacionais, mas já tivemos oportunidade de conferir o longa-metragem.

Abaixo, você confere as primeiras impressões em vídeo do filme, assinadas pelo nosso jornalista e crítico Thiago Nolla:

No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação de 91% baseada em 32 críticas até o momento.

Os críticos elogiaram o filme de maneira geral, destacando especialmente o desempenho da protagonista, Goth.

Confira os principais comentários:

MaXXXine frequentemente aborda, às vezes de maneira desajeitada, mas na maioria das vezes com precisão, a questão da objetificação e humilhação das mulheres em Hollywood, tanto por parte de atores e diretores, quanto pela minimização do gênero de terror”, disse Damon Wise do Deadline.

Maxxxine, tão divertido quanto o filme possa ser ao mergulhar na nostalgia dos anos 80 à meia-noite, apresenta uma estrutura moral que é ao mesmo tempo mais tradicional e mais frágil”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“No final das contas, este é o espetáculo de Mia Goth e os fãs não aceitariam de outra forma. Ela é uma presença magnética que reforça seu domínio como uma nova estrela do terror, capaz de infligir punições tanto quanto recebê-las”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“A trilogia X de West provavelmente será lembrada na história como uma das mais prolíficas empreitadas de terror da década. Certamente, cada um terá seus favoritos distintos e, embora MaXXXine possa não ser o preferido de todos aqui, certamente terá seus fãs dedicados”, disse Jamie Jirak do ComicBook.

“Há camadas complexas que Goth precisa explorar, e ela cria um personagem multifacetado que é simultaneamente vítima e sobrevivente”, disse Tatiana Hullender do
Screen Rant.

“Bacon e Debicki se deleitam em seus papéis, enquanto Goth se diverte intensamente como a personagem principal, uma mulher que sabe se impor. E se você está aqui pela carnificina, MaXXXine certamente saciará seu desejo por sangue”, disse James Mottram da Total Film.

“O resultado é um cataclismo erótico de mortes impressionantes, uma estética de tirar o fôlego, e mais uma atuação poderosa de Mia Goth, disse BJ Colangelo do Slashfilm.

“Estiloso e divertido, mas o mais fraco da trilogia”, disse Chris Bumbray do JoBlo’s Movie.

O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de julho, uma semana após sua estreia nos EUA.

Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Ti West (‘A Casa do Diabo’) retorna à direção.

‘Elden Ring’: ACLAMADO game criado por George R.R. Martin pode ganhar filme ou série de TV

Elden Ring é um dos games mais aclamados dos últimos tempos – e a história foi criada por ninguém menos que o ovacionado escritor e roteirista George R.R. Martin (‘Game of Thrones’).

O jogo foi lançado em 2022 e ganhou uma popularidade incrível, quebrando recordes de público e levando para casa diversos prêmios (além de citar citado como um dos melhores games já criados). E, desde então, rumores indicam que uma adaptação cinematográfica ou televisiva está em desenvolvimento.

As primeiras especulações partiram do diretor do jogo, Hidetaka Miyazaki, que afirmou anteriormente que a desenvolvedora FromSoftware está aberta a explorar uma releitura audiovisual com a parceria certa.

Agora, em seu blog oficial, Martin alimentou tais boatos ao indicar que coisas estão acontecendo nos bastidores em relação à adaptação. Ele não abordou os rumores de forma direta, mas, nas entrelinhas, fomentou o desejo dos fãs em ver Elden Ring sob uma nova ótica.

“Ah, e sobre esses rumores que vocês ouviram de que Elden Ring pode ganhar um filme ou uma série de televisão…”, ele disse. “Nenhuma palavra, não, nem uma coisinha, eu não sei de nada, vocês nunca ouviram nada de mim, mum mum mum. Que rumor?”.

Elden Ring é apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.

Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. Elden Ring também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.

Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.

Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.

‘Branca de Neve’: Terminam as filmagens do live-action estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot

Através dos stories do Instagram, Rachel Zegler (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) revelou que as gravações do remake em live-action de Branca de Neve já foram finalizadas.

As boas novas foram reveladas com uma imagem inédita de bastidores e a seguinte legenda: “e isso é tudo para Branca de Neve e estou muito orgulhosa e emocionada. Amo muito essas pessoas”.

Lembrando que o filme é co-estrelado por Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha’) como a Rainha Má.

Há alguns meses, Zegler, que interpreta a icônica princesa titular, revelou que o remake terá bastante mudanças em relação à animação de 1937, que mostra a personagem como a típica mocinha indefesa e inocente.

Já o remake dará a ela uma personalidade forte e destemida, entre outras alterações na trama.

Em entrevista para o Collider, a estrela voltou a tocar no assunto e disse que apoia essas mudanças.

Para ela, essa foi uma importante adição feita pelo diretor Marc Webb (‘O Espetacula Homem-Aranha’), a fim de mostrar que a personagem não é uma donzela indefesa.

“Marc e eu chamamos essa nova visão de abertura de um terceiro olho. Há momentos nos quais ela se expressa como se fosse alguém que já acumulou muita experiências em outras vidas, e isso é algo com o qual eu me identifico, algo que foi dito sobre mim durante toda minha vida.”

Ela continuou:

“Trazer essa sabedoria para uma personagem que eu amo tão profundamente e que interpretei por tanto tempo é simplesmente incrível, e eu mal posso esperar para que as pessoas testemunhem isso na tela.”

O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

‘A Máquina do Destino’: Série de comédia da Apple TV+ é CANCELADA após duas temporadas

De acordo com o Deadline, a Apple TV+ cancelou a adorada série de comédia ‘A Máquina do Destino’ (‘The Big Door Prize’) após duas temporadas.

Baseada no romance homônimo de M.O. Walsh, a atração contou a história de uma pequena cidade que muda para sempre quando uma máquina misteriosa aparece no armazém local, prometendo revelar o verdadeiro potencial de vida de cada residente.

Lembrando que o ciclo mais recente chegou à plataforma de streaming em abril deste ano.

A série foi criada e escrita por David West Read (‘Schitt’s Creek’).

Chris O’DowdGabrielle DennisDamon GuptonJosh SegarraChristian AdamSammy FourlasDjouliet AmaraAlly MakiCrystal R. FoxJim Meskimen e outros fizeram parte do elenco.

‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada da ACLAMADA série ganha data de estreia no Prime Video Brasil

A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, elogiada série baseada na clássica saga literária de Anne Rice, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O novo ciclo chegará à plataforma do Prime Video no próximo dia 22 de julho, quase dois meses depois do lançamento da primeira temporada.

Uma reinvenção sensual e contemporânea do revolucionário romance gótico de Anne Rice, Entrevista com o Vampiro segue a história épica de amor e sangue de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Bailey Bass), e os perigos da imortalidade, contados ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian). Irritando-se com as limitações da vida de um homem negro na Nova Orleans dos anos 1900, Louis acha impossível resistir à oferta de fuga definitiva do libertino Lestat de Lioncourt: juntar-se a ele como seu companheiro vampiro. Mas os novos poderes inebriantes de Louis têm um preço violento, e a introdução da mais nova novata de Lestat, a criança vampira Claudia, logo os coloca em um caminho de décadas de vingança e expiação.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Crítica | Tô de Graça: O Filme – Famoso Seriado de Humor da Multishow Ganha EMOCIONANTE Filme à Altura de Sua Graça

O ano era 2017 quando o canal por assinatura Multishow estreou seu então mais novo programa de humor, chamado ‘Tô de Graça’. Com atores trazidos de outro programa de humor de sucesso, o Zorra Total, o ‘Tô de Graça’ tinha uma proposta um pouco diferente, pois centrava sua história no dia a dia de uma mãe periférica moradora de uma favela do Rio de Janeiro que, com uma penca de filhos, precisava dar conta da rotina sem deixar faltar nada a eles nem a si mesma. Da rotina, vinha a piada. A identificação pelo público foi imediata, o que fez com que o programa de esquetes durasse por seis temporadas e agora, a partir dessa semana, ganhasse um filme só dele, o ‘Tô de Graça: O Filme’, que já chegou aos cinemas de todo o país.

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Graça (Rodrigo Sant’Anna) acaba de receber a rescisão de seu antigo emprego e, com o dinheiro, pretende comprar o vestido de formatura da sua filha Briti Sprite (Isabelle Marques), mas tudo anda muito caro. Quando volta à casa, porém, recebe a notícia de que sua outra filha, Sara Jane (Roberta Rodrigues), vai viajar com o noivo (Pedro Carvalho) para Búzios, onde o rapaz é dono de um resort, mas, com vergonha da própria família, Sara Jane vai viajar sozinha. Indignada com a postura da filha, Graça decide gastar o dinheiro da rescisão para levar sua família de férias até Búzios e forçar um encontro com o rapaz, porém, no meio do caminho, além de se meterem em muitas confusões, eles ainda terão que procurar por Shubakira.

Pensando no imenso público que ajudou a série a se tornar o sucesso que a manteve por seis anos no ar, os roteiristas Rodrigo Sant’Anna, Sabrina Garcia e Junior Figueiredo constroem uma história que é recheada de eventos que remetem à trama original do humorístico da Multishow. Entretanto, mais do que repetir as piadas conhecidas, o roteiro insere novos elementos no enredo que ajudam a ampliar o universo dos personagens e, mais ainda, se preocupa em apresentar uma mensagem importantíssima ao final do longa – mensagem esta que, considerando o público-alvo da produção, se torna ainda mais relevante, o que pode proporcionar uma emoção repentina no espectador no final da projeção.

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Dirigido por César Rodrigues (da série de humorNada Suspeitos’), quando o filme acompanha a protagonista, a produção flui sozinha, o que comprova o total domínio de Rodrigo Sant’Anna não só da sua personagem, mas da intenção e da direção que essa personagem vai na vida. Dos outros personagens que compõem o cenário, definitivamente Maicon (Andy Gerker) é o que arranca mais risadas do público, pois suas falas fluem com naturalidade dentro de um contexto de fácil identificação do público.

Numa pegada ‘Os Farofeiros’, ‘Tô de Graça: O Filme’, surpreendentemente, é um filme que faz rir e emocionar, capaz até mesmo de fazer escorrer uma lágrima no fim. Para aqueles que torcem o nariz para a comédia brasileira de grande impacto, ‘Tô de Graça: O Filme’ é uma produção que prova o contrário: dá, sim, para agradar o público fiel e conquistar um novo público, entregando os elementos que tornaram sua história um sucesso e inserindo uma linda mensagem ao fim. ‘Tô de Graça: O Filme’ é uma comédia engraçada à altura de Maria das Graças Xuxa a Meneghel.

Reboot de ‘Highlander’ começa a ser rodado em JANEIRO

Em uma recente entrevista ao Collider, o diretor Chad Stahelski revelou que as gravações do ambicioso reboot de Highlander começam muito em breve.

Durante a conversa, o cineasta contou que as filmagens têm início agendado para janeiro de 2025, na Escócia.

“Nós começamos a rodar em Janeiro, na Escócia. Por isso vou para lá assim que sair [do Festival de Filme de Malta]. Vou para a Escócia na segunda para fazer a última exploração de locação”, ele afirmou.

Anteriormente, em entrevista ao ComicBook, o astro Henry Cavill revelou que a nova versão do clássico o está colocando em uma “jornada séria” para se preparar ao papel.

Ele disse que começou sua rotina de exercícios para ficar em forma para o filme… Mas, além disso, ele está quieto.

“Não vou responder ainda”, disse Cavill sobre o que esperar do reboot. “Ainda há muito trabalho a ser feito da minha parte. Será uma jornada séria, isso eu posso lhe dizer.”

O reboot de Highlander está sendo produzido pela Summit Entertainment, estúdio administrado pela Lionsgate, e a ideia já vinha sendo abordada desde 2009, quando Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 9’) foi cogitado para assumir a direção.

Vale lembrar que o estúdio planeja investir inicialmente cerca de US$ 100 milhões no projeto, indicando uma produção de grande escala.

O primeiro Highlander‘ estreou em 1986 e trouxe Christopher Lambert como Connor MacLeod, um homem imortal do século 16. O filme gerou duas sequências e uma série de TV na década de 1990.

Para quem não se lembra a série acompanha as aventuras de outro imortal, Duncan MacLeod, vivido por Adrian Paul.

Em 2000 e 2007 foram lançados mais dois filmes, que ampliaram o universo ambientado na série de TV.

Andrew McCarthy, Debby Ryan e outros vão estrelar o SUSPENSE sci-fi ‘Orion’

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Segundo o DeadlineAndrew McCarthy (‘Brats’), Drew Van Acker (‘Last Survivors’) e Debby Ryan (‘Insatiable’) serão os protagonistas do novo thriller sci-fi Orion.

O longa-metragem é dirigido por Jaco Bouwer (‘Gaia’), e as gravações já foram finalizadas.

Anne Vithayathil faz sua estreia oficial no cenário do entretenimento como roteirista.

O filme gira em torno de um acalorado interrogatório entre um especialista da Inteligência dos Estados Unidos encarregado de ajudar um astronauta amnésico a recuperar sua memória, a fim de determinar “quem” ou “o que” matou o resto da tripulação antes que eles pousassem de volta à Terra.

O elenco também conta com Karin AnnNatalia LeszTheodora MiranneDanny Bisla.

Van Acker, Elle ArmyScott ArmySunil Perkash entram como produtores.

‘A Mulher no Lago’: Série de SUSPENSE com Natalie Portman ganha imagem inédita; Confira!

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A Apple TV+ divulgou uma imagem inédita da série de suspense ‘A Mulher no Lago‘ (‘Lady in the Lake’), estrelada pela vencedora do Oscar Natalie Portman (‘Segredos de um Escândalo’).

A produção, baseada no romance de Laura Lippman, chega à plataforma de streaming no dia 19 de julho.

Confira, junto ao trailer:

Na trama, Portman interpreta Maddie Schwartz, uma dona de casa que decide se reinventar como uma jornalista investigativa. Determinada a resolver um assassinato sem resolução, sua jornada a faz entrar em colisão com (Cleo Sherwood), uma mulher trabalhadora que tenta equilibrar suas responsabilidades como mãe, seus vários empregos e a sua paixão com a agenda progressista da comunidade negra.

O elenco ainda conta com Y’lan Noel (‘Insecure’), Brett Gelman (‘Stranger Things’), Byron Bowers (‘The Chi’), Noah Jupe (‘Franklin’), Josiah Cross (‘Mestres do Ar’), Mikey Madison (‘Better Things’) e Pruitt Taylor Vince (‘The Mentalist’).

Alma Har’el entra como diretora e criadora do projeto, além de servir como produtora executiva ao lado de Portman.

‘Planeta dos Macacos: O Reinado’ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente

O aclamado ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘, que alcançou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já arrecadou quase US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1B), ‘Duna: Parte 2‘ (US$711.8M), ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$567.7M) e ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$543.6M).

Nos EUA, a produção soma US$ 168 milhões. No mercado internacional, foram US$ 221 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 389 milhões.

Os maiores mercados internacionais contam com a China (US$28.7M), França (US$21.5M), México (US$19.2M) e Reino Unido (US$18.2M).

Apesar de ter perdido o título de maior arrecadação do ano no Brasil, o filme já soma mais de R$ 60 milhões em território nacional.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 56.5 milhões nos EUA, superando as estreias de ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ (US$54.8M) e ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘ (US$56.2M).

Orçada em US$ 165 milhões, a produção infelizmente recebeu uma nota B dos espectadores no CinemaScore – o que é considerada baixa para o gênero. Para termos de comparação, essa é a menor nota da franquia desde o criticado reboot de Tim Burton, de 2001.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

‘Bad Boys: Até o Fim’ ultrapassa US$ 330 milhões nas bilheterias mundiais

Dois homens em cena de ação com armas e algemas.
bad boys até o fim

A sequência ‘Bad Boys: Até o Fim‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 330 milhões nas bilheterias mundiais.

O novo capítulo já conseguiu superar a bilheteria global dos dois primeiros filmes da franquia, ficando atrás apenas de ‘Bad Boys para Sempre‘ (US$426.5M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 165.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 166.7 milhões – totalizando US$ 331.9 milhões mundialmente.

Em seu quarto final de semanas em cartaz nos EUA, a produção arrecadou US$ 10.3 milhões e se manteve no TOP 4 das maiores bilheterias do país, sofrendo uma queda de apenas -45% em comparação ao final de semana anterior.

O sucesso do filme fez a franquia ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão globalmente.

Vale lembrar que, ao estrear com US$ 56 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, a produção se tornou a maior abertura de um filme para maiores desde ‘Oppenheimer‘.

Para termos de comparação, o novo longa se tornou a segunda maior estreia da franquia – atrás apenas de ‘Bad Boys para Sempre‘, que arrecadou US$ 62.5 milhões em seu primeiro final de semana, em 2020.

O primeiro e o segundo filme da saga abriram com US$ 15.5 milhões e US$ 46.5 milhões, respectivamente.

Com orçamento estimado de US$ 100 milhões, ‘Bad Boys: Até o Fim‘ já pode ser considerado mais um sucesso da franquia.

Crítica | Will Smith e Martin Lawrence estão de volta no DIVERTIDÍSSIMO ‘Bad Boys: Até o Fim’

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa entrevista:

Kit Harington é um lobisomem no trailer LEGENDADO do terror ‘The Beast Within’; Confira!

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O terror ‘The Beast Within‘, estrelado por Kit Harington (‘Game of Thrones’), ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Alexander J. Farrell é responsável pela direção.

Depois de uma série de acontecimentos estranhos que a levam a questionar a vida isolada da sua família num complexo fortificado nas profundezas de um bosque inglês, Willow, de 10 anos, segue os seus pais numa das suas secretas caminhadas noturnas até o coração da antiga floresta. Mas ao testemunhar seu pai passar por uma terrível transformação, ela também acaba sendo afetada pelo obscuro segredo ancestral que eles tentaram desesperadamente esconder.

O elenco ainda conta com Ashleigh Cummings, James Cosmo, Caoilinn Springall, Miriam Arabella Maslin e Adam Basil.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 26 de julho.

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As 10 Melhores Músicas Internacionais de 2024 (Até Agora)

A década de 2020 vem se mostrando um ótimo momento para a música – seja com a presença de gêneros que estavam às vésperas de conquistar uma popularização necessária, seja com o resgate de incursões mais antigas com roupagens modernizadas e nostálgicas.

E é claro que 2024 não ficaria de fora de um ano incrível para artistas apresentarem o que têm de melhor, ao menos neste primeiro semestre que agora se encerra. Ora, dentre nomes que dominaram os holofotes nesses meses, podemos citar Taylor SwiftBeyoncéAriana GrandeSabrina Carpenter, Kendrick Lamar e vários outros.

Pensando nisso, montamos mais um ranking musical relembrando o suprassumo de 2024 ao elencar as dez melhores canções internacionais do ano até agora.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “LOML”, Taylor Swift

Para aqueles que acompanham a carreira de Swift, sabe-se que a performer tem uma habilidade invejável e espetacular de construir baladas pungentes e bastante impactantes – e é claro que ‘The Tortured Poets Department’ traria algumas incursões muito bem arquitetadas. Nesse âmbito, insurge “Loml”, uma derradeira reflexão desde os primeiros toques do piano clássico, reiterando a mágica que Swift tem a habilidade de criar com o instrumento, projetando uma tristeza teatral e confessional em cada uma das palavras proferidas.

9. “TRAINING SEASON”, Dua Lipa

“Training Season” é alicerçada na potência do euro-disco, revelando as predileções da cantora e compositora por um passado não muito longínquo e que ganha uma roupagem, ao mesmo tempo, nostálgica e modernizada; os versos, que falam das dúvidas de um amor em potencial que apenas se concretizará caso entregue exatamente o que ela queira, são demarcados por batidas profundas e saudosistas, afastando-se de um conceitualismo exaustivo ou de uma reinvenção do gênero. O que Dua promove é a celebração daquilo que a inspira até hoje – e que reitera seu merecido status no escopo da música.

8. “BROKEN MAN”, St. Vincent

Três anos depois de sua última incursão no cenário fonográfico, St. Vincent voltou com força total com o lançamento de ‘All Born Screaming’, um dos melhores álbuns do ano e uma das melhores entradas de sua fabulosa e encantadora carreira. Dentro desse exuberante compilado de originais, a cantora e compositora deu início à era com o potente art-rockrock industrial de “Broken Man”: aqui, as impactantes e dissonantes notas da guitarra são acompanhadas de versos angustiantes que preza por uma roupagem punk e pós-industrial de tirar o fôlego.

7. “THE DINER”, Billie Eilish

“THE DINER”, considerado por este que vos escreve como a melhor canção do álbum ‘Hit Me Hard and Soft’ – e como uma das melhores incursões da década no mundo fonográfico -, nos leva de volta a algo similar ao que Lenka nos presenteara em 2009 com a ótima “Trouble Is a Friend” – remodelada ao bel-prazer de Billie e garantindo mais uma performance aplaudível que une “bad guy”“oxytocin” “nda” em um mesmo lugar.

6. “YA YA”, Beyoncé

Como bem sabemos, Beyoncé é um gênio no tocante a construir baladas que ficam marcadas como algumas de suas melhores canções – procurando uma atmosfera cândida para declamar e explorar angústias internas. Mas seu lado mais insano e indesculpável explode em avidez quando ela se apropria de arquiteturas uptempo e dançantes – como é o caso da vibrante “Ya Ya”. Seguindo uma menção à lendária Linda Martell, a track é uma amálgama dançante de country-popcountry-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra – e que nos carregam em uma aventura frenética e inescapável.

5. “VON DUTCH”, Charli XCX

Charli XCX já vinha nos preparando para a exagerada e vibrante jornada de ‘BRAT’ com a divulgação de vários faixas promocionais, incluindo a irretocável investida “Von Dutch” – uma mistura pungente e dançante de electroclash e dance-pop, cuja lírica é uma exploração de um autoempoderamento necessário e que é tradução quase direta da intitulação do álbum, com uma repetição antêmica da frase “eu sou sua número 1” (“I’m your number one”), quase funcionando como um epítome que resume as principais mensagens.

4. “WE CAN’T BE FRIENDS (WAIT FOR YOUR LOVE)”, Ariana Grande

O segundo single de ‘eternal sunshine’ se tornou uma das iterações mais bem construídas do álbum e, em um piscar de olhos, conquistou os ouvintes ao redor do planeta pela produção nostálgica e pela lírica pungente. “we can’t be friends (wait for your love)”, arquitetado sobre uma estrutura synth-pop cortesia das habilidosas mãos de Max Martin e Ilya Salmanzadeh, nutre de similaridades envolventes com o trabalho de Robyn, por exemplo, e serve como reflexo de um coração partido que precisa se curar.

3. “NOT LIKE US”, Kendrick Lamar

São poucas as pessoas que não conhecem a infame rixa entre os rappers DrakeKendrick Lamar, que se iniciou na década de 2010 e estendeu-se até os dias de hoje. O conflito entre ambos os artistas chegou a uma espécie de fim com a última “pá de cal” jogada por Lamar no impressionante e chocante single “Not Like Us”: o single, que quebrou inúmeros recordes de vendas (alcançando o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard) é uma inflexão do hip-hop e do hyphy pautada em versos tão cínicos e impactantes que chega a ser difícil não ficar boquiaberto. Ora, Kendrick não pensa duas vezes antes de criticar a posição de Drake no cenário raphip-hop, chamando-o de “colonizador” e de estar afiliado a um grupo de pedofilia.

2. “16 CARRIAGES”, Beyoncé

“16 Carriages” emerge como uma culminação testamentária do que Bey já nos ofereceu até hoje. Diferente de “Texas Hold ‘Em”, que aposta fichas no bluegrass e na comunhão de instrumentos como o banjo, a viola e o cajón, aqui ela volta-se para a potência retumbante da guitarra elétrica, em uma atmosfera soul-country pincelada com uma percussão apaixonante – e que reitera sua predileção por investidas, ao mesmo tempo, conceituais e mercadológicas. Há aspectos do rock que dão as caras nos quase quatro minutos da track, possivelmente premeditando o capítulo de encerramento de ‘Renaissance’; há uma junção do country com o gospel à medida que caminhamos para o terceiro ato da canção; e, mais do que tudo, temos rendições vocais que nos recordam do egrégio status da cantora no cenário musical.

1. “GOOD LUCK, BABE!”, Chappell Roan

Chappell Roan finalmente está tendo o reconhecimento que merece, sagrando-se como uma das maiores artistas da nova geração – em um nível que a propulsiona e a prevê como uma artista a níveis de Lady Gaga ou Beyoncé. E, com “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora explora um dos temas mais difíceis de ser analisado no cenário fonográfico: o da heterossexualidade compulsória. Através de uma pungente e ansiosa lírica, movida por uma construção pop e orquestral arrepiante e irretocável do começo ao fim, Roan fala sobre as angústias de uma personagem que não consegue aceitar quem é por quaisquer que sejam as razões. E, para além do enredo indesculpavelmente potente, temos uma rendição performática aplaudível que puxa elementos até mesmo do oitentismo irrefreável de Kate Bush.

Os 10 Melhores Álbuns de 2024 (Até Agora)

Por incrível que pareça, já chegamos ao fim do primeiro semestre de 2024 – e, até agora, tivemos uma coleção considerável de ótimas produções musicais que conquistaram o público e a crítica (e ajudaram a aumentar ainda mais as nossas playlists).

Dentre os artistas que fizeram um retorno significativo, podemos citar o ótimo Orquídeas, de Kali Uchis, a infusão country-gospel de Cowboy Carter, que continuou a trilogia de Beyoncé iniciada com ‘Renaissance’, a antecipada volta de Billie Eilish com Hit Me Hard and Soft e de Ariana Grande com Eternal Sunshine – e vários outros.

Pensando nisso, montamos um ranking elencando os dez melhores álbuns do ano até agora.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu favorito:

10. FUNK GENERATION, Anitta 

“O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que Funk Generation mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista” – T.N.

9. ONLY GOD WAS ABOVE US, Vampire Weekend

only god was above us

Indie rockchamber popneo-psychedelia são os estilos musicais que regem a soberba e inebriante arquitetura de Only God Was Above Us. O quinto álbum de uma das melhores bandas de rock da atualidade, Vampire Weekend, é inesperadamente emblemático para o grupo em si, funcionando como uma melódica exploração de seus membros em um intrincado enredo pelo conflito entre beleza e feiura, melodia e silêncio. E, talvez, o aspecto de maior sucesso seja a capacidade da banda em condensar temas de difícil escrutínio em apenas dez faixas simples e muito funcionais.

8. SUPERNOVA, Jão

Pessoa caminhando à noite com um dragão assustador voando.

Meses depois de ter lançado o ótimo ‘Super’Jão anunciou uma aguardada versão deluxe com nada menos que oito faixas inéditas – uma delas funcionando como extensão de uma das tracks presentes no álbum original. O resultado foi uma impecável e vibrante jornada que passeia por diversos gêneros, incluindo o MPB, o synth-pop e as baladas orquestrais, construindo narrativas que oscilam do teatral ao melodramático, do confessional ao sensual – e tudo convergindo a um arauto metarreferencial pincelado com uma lírica pungente e uma exaltação testamentária do artista a si próprio.

7. ETERNAL SUNSHINE, Ariana Grande

“Enquanto muitos poderiam estar com um pé atrás com a suposta pressa com que o álbum foi construído, é notável como eternal sunshine é uma obra pensada com minúcia e muita atenção a cada um dos detalhes. O resultado é uma gloriosa jornada tour-de-force que nos guia por um amadurecimento compulsório, um abandono da imagem que Grande carregava consigo e a abertura de um novo capítulo recheado de questões pendentes que só podem ser resolvidas com seu próprio eu – e que a eterniza como uma das vocalistas e compositoras mais honestas da contemporaneidade” – T.N.

6. TIGERS BLOOD, Waxahatchee

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Waxahatchee, projeto musical firmado por Katie Crutchfield, parece existir em uma suspensão animada que não lhe dá o devido crédito – e, por mais um ano em que nos agracia com sua música, ela volta a criar mágica com o idílico Tigers Blood. O álbum, cujo lançamento foi precedido pelos singles “Right Back to It”“Bored”“365”, é um compilado de contos elegíacos que se abrem em um intimismo universalizante ao narrar histórias sobre conflitos amorosos ou amizades fragilizadas pelo tempo – tudo acompanhado de versos e construções sonoras deslumbrantes.

5. ORQUÍDEAS, Kali Uchis

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É inegável como Kali Uchis vem se mostrando uma power-house da música ano após ano, investindo esforços em uma transmutação artística que une passado, presente e futuro em um mesmo cosmos. Logo, não é nenhuma surpresa que Orquídeas seja mais uma obra-prima de sua discografia: ao unir forças com nomes como Peso PlumaKarol GRauw Alejandro, Uchis denota sua predileção para o R&B, o reggaeton e o pop em catorze faixas bem articuladas e estilizadas ao bel-prazer da performer.

4. ALL BORN SCREAMING, St. Vincent

Se St. Vincent havia nos presenteado com uma impecável jornada indie-rock com ‘Daddy’s Home’ lá em 2021, ela estava apenas preparando terreno para um comeback espetacular, narcótico e viciante com a explosão artística de All Born Screaming. Em seu sétimo compilado de originais, a artista usa e abusa de suas habilidades para uma mixórdia inescapável e indesculpável de art rockrock industrial, reiterando sua importância no cenário contemporâneo da música e o motivo pelo qual é considerada uma das melhores guitarristas de todos os tempos.

3. HIT ME HARD AND SOFT, Billie Eilish

Hit Me Hard and Soft não foca apenas em um mercadológico produto para alimentar sua crescente legião de fãs, como posa em um conceitualismo marcante que amalgama diversos gêneros em um microcosmos vibrante e recheado de inflexões rítmicas arrepiantes e que nos mantêm dinamizados e energizados dentro de uma jornada sinestésica. À medida que Billie e Finneas continuam a se aventurar nos altos e baixos da indústria e firmam seus nomes para as futuras gerações de artistas, percebe-se uma renegação do que está em voga e um contraposto movimento de vaivém que nos impede de imaginar o que eles estão nos preparando” – T.N.

2. BRAT, Charli XCX

Palavra "brat" em fundo verde.

“É notável como, partindo da premissa de que Charli tem uma afeição descomunal pelo experimentalismo, ela poderia escorregar em repetições cansativas e que poderiam não trazer nada de novo à sua discografia. Todavia, ela sabe como trabalhar cada uma de suas eras a fim de construir um laço que as una em uma identidade vulcânica e disruptiva, sem ceder às falácias de uma pseudo-reinvenção. É claro que temos a presença do hyperpop, do club e do synth regendo a estrutura das faixas, mas a comunhão dos instrumentos é rearranjada a seu bel-prazer, pincelada com excessos viciantes que nos convidam a uma aventura como nenhuma outra – e é essa beleza que nos chama mais a atenção em relação a BRAT” – T.N.

1. COWBOY CARTER, Beyoncé

“Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro” – T.N.

Confira o trailer DUBLADO de ‘Festa da Salsicha: Comilândia’, derivado da animação de 2016

festa da salsicha
festa da salsicha

O Prime Video divulgou o trailer dublado de ‘Festa da Salsicha: Comilândia‘ (Sausage Party: Foodtopia), série derivada da animação adulta de 2016.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 11 de julho.

Criada por Seth Rogen, o projeto promete ultrapassar os limites do inacreditável e deixar o público boquiaberto.

Em uma entrevista exclusiva à Empire no ano passado, Rogen revelou que a série será “inacreditavelmente chocante” e até mesmo o elenco foi pego de surpresa com o conteúdo impactante. Ele mencionou uma cena específica que foi exibida para as equipes de relações públicas da Amazon, destacando a necessidade de se preparar para o que está por vir.

“Vocês devem começar a se preparar agora. Vocês provavelmente terão que falar muito sobre isso”, disse Rogen, deixando claro que a série trará momentos que desafiarão as expectativas e a sensibilidade do público.

O criador da série também compartilhou uma experiência envolvendo a atriz Kristen Wiig durante as gravações. Ele revelou que, mesmo com o elenco acostumado com o teor provocativo da animação, houve momentos em que até mesmo eles ficaram surpresos com a audácia das cenas.

“Tivemos Kristen Wiig gravando algumas falas outro dia, e acho que todos nós nos tornamos insensíveis a isso, porque apenas dissemos ‘Gravem a cena!’, e então ela ficou tipo ‘Meu Deus?! Isso é insano!'”, relatou Rogen.

Grande parte do elenco de vozes do longa estará de volta. Ou seja, além de Rogen e Wiig, Michael Cera, David Krumholtz e Edward Norton irão retornar. Will Forte, Sam Richardson, Natasha Rothwell e Yassir Lester são as novidades.