‘Palm Royale’ é uma verdadeira história de Maxine Simmons (Wiig), uma mulher que se esforça para entrar na alta sociedade de Palm Beach. Enquanto Maxine tenta cruzar a linha impermeável entre os que têm e os que não têm, a série faz a mesma pergunta que ainda nos confunde hoje: “quanto de você está disposto a sacrificar para conseguir o que outra pessoa tem?”. Ambientado durante o explosivo ano de 1969, ‘Palm Royale’ é uma prova de que todos os forasteiros lutam por sua chance de realmente pertencer a algum lugar.
Sylvia também produz o projeto, ao lado do indicado ao Oscar Tate Taylor (‘Últimas notícias de Yuba County’, ‘Histórias Cruzadas’), que dirige os episódios.
O texto a seguir está livre de spoilers e cobre os dois primeiros episódios da nova temporada.
Dizer que ‘Game of Thrones’ se tornou um fenômeno é, grosso modo, subestimar o impacto que a série causou no cenário televisivo contemporâneo. Além de se consagrar como a produção mais premiada do Emmy Awards, a adaptação da saga de romances de George R.R. Martin ditou as obras do gênero que seriam lançadas nos anos seguintes e ganhou um elogiado spin-off intitulado ‘A Casa do Dragão’ – focado na Casa Targaryen, duzentos anos antes dos eventos da trama original e 172 anos antes do nascimento de Daenerys Targaryen (eternizada pela incrível performance de Emilia Clarke).
Agora, somos convidados a regressar para esse icônico panteão fantástico com a segunda temporada, que tem estreia agendada para o próximo dia 16 de junho no catálogo da Max e na HBO. E, seguindo os passos da iteração predecessora, Martin e Ryan Condal mantiveram o alto nível ao aproveitar as tramas apresentadas nos capítulos anteriores para aprofundá-las e construir uma espécie de thriller político guiado por atuações impecáveis e por um comprometimento artístico de tirar o fôlego. É claro que, nos dois primeiros episódios do novo ciclo, lidamos com alguns vícios de linguagem que insistem em dar as caras – mas nada que não possa ser ofuscado por elementos eximiamente arquitetados.
Para aqueles que não se recordam, a iteração predecessora foi concluída com a inesperada morte de Lucerys Velaryon (Elliot Grihault), um dos filhos de Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy), pelas mãos de Aemond (Ewan Mitchell), filho de Alicent Hightower (Olivia Cooke). Logo, não é surpresa que o capítulo de reestreia abra com uma trama focada no luto sentindo por Rhaenyra, que arranca uma atuação digna de aplausos de D’Arcy e que preza por uma dramatização emocionante que foca em expressões de frustração, apatia, tristeza e ódio – tudo concentrado em uma única sequência. E, enquanto sofremos com a perda da personagem e sua autojornada de reencontro para se reerguer, sabemos que as cartas do jogo foram dadas e que o restante do ciclo será banhado em sangue, fogo e assuntos inacabados.
De outro lado, Alicent navega pelas atribulações de sua própria casa, tentando manejar um acordo com Rhaenyra e Daemon Targaryen (Matt Smith), que deseja que o assassinato seja pago na mesma moeda com a morte de um dos descendentes da Rainha, bem como com a impetuosa personalidade de seus filhos, incluindo o Rei Aegon II Targaryen (Tom Glynn-Carney em um trabalho esplendoroso), cuja implacabilidade é refletida nas escolhas que faz e em seu desejo de varrer seus inimigos da face de Westeros de uma vez por todas. É notável como Condal, assinando o roteiro, não procura meias-palavras e faz questão de mostrar uma conhecida crueza desse universo fantástico para explorar as múltiplas camadas dos personagens e de que forma as peças se movem num intrincado tabuleiro de xadrez.
Como já mencionado, há alguns deslizes que aparecem nos episódios – incluindo subtramas a priori desnecessárias e que poderiam ter sido deixadas para iterações futuras, por exemplo, ou problemas de ritmo que mancham a estrutura técnica. Porém, a solidez da direção de Alan Taylor e de Clare Kilner permite que esqueçamos disso e sejamos engolfados nos corolários do início da Dança dos Dragões, premeditando a ruína da Casa Targaryen e os constantes embates entre “os verdes e os pretos” – e é essa antecipação que nos mantém presos do começo ao fim, angustiados para saber o que irá acontecer. Taylor e Kilner também parecem trabalhar em conjunto, destilando um comando cênico que promove um movimento mútuo de expansão e introspecção, apostando fichas em um reflexo micro e macrocósmico.
Se a temporada de estreia foi esquadrinhada em uma arquitetura de apresentação, desenvolvimento e clímax, o segundo ciclo é pautado em um vórtice de reviravoltas que fornece um irresistível dinamismo que pode se tornar cansativo – e que, em virtude dos múltiplos acontecimentos, pode não agradar parte dos espectadores. Entre artimanhas, mentiras e vendetas pessoais, nota-se que nada e ninguém serão poupados para que a série supere a si mesma. Entretanto, é preciso comentar que o time criativo por trás dessa iteração tome cuidado para não elevar demais as expectativas e não conseguir cumprir com aquilo que promete.
A segunda temporada de ‘A Casa do Dragão’ começa de maneira bastante positiva, mantendo-se fiel à identidade mostrada dois anos atrás e buscando maneiras de inovar uma estrutura que poderia ceder aos cansativos convencionalismos do gênero. Agora, não temos nada a fazer a não ser esperar o que o futuro nos reserva – e se essa profunda e instigante atmosfera não será apenas uma fachada superficial ou decepcionante (algo que, pessoalmente, acho muito difícil de acontecer).
Programado para o segundo semestre de 2024 – quase uma década após o lançamento do longa original –, o novo filme será intitulado ‘Wallace & Gromit: Vengeance Most Fowl‘ (Wallace & Gromit: A Vingança das Aves, em tradução livre).
Gromit está ficando preocupado com o fato do Wallace estar se tornando muito dependente de suas invenções. Wallace acaba inventando um gnomo ‘inteligente’ que parece desenvolver mente própria. Quando ele descobre que uma figura vingativa do passado pode estar querendo um acerto de contas, cabe ao Gromit combater forças sinistras e salvar o seu mestre… ou Wallace poderá nunca mais ser capaz de inventar nada novamente.
Nick Park e Merlin Crossingham são responsáveis pela direção.
A produção contará com as vozes de Ben Whitehead, Peter Kay, Lauren Patel, Reece Shearsmith, Diane Morgan, Adjoa Andoh, Muzz Khan e Lenny Henry.
Mark Burton (‘Madagascar’) assina o roteiro ao lado de Park.
Tendo estreado em 1991, a franquia em questão ganhou notoriedade em 2005 com o lançamento de ‘Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais‘, cujo sucesso rendeu ao longa-metragem o Oscar de Melhor Animação no ano seguinte.
A história girou em torno dos dois personagens-títulos em uma missão para desvendar o mistério que vem devastando os jardins do vilarejo onde moram, ante que a ameaça destrua a competição anual do maior vegetal da comunidade.
Whoopi Goldberg reuniu o elenco de ‘Mudança de Hábito 2 – De Volta ao Convento’ para recriar a icônica cena da música “Oh Happy Day”, comemorando os 30 anos desta sequência de sucesso.
Lembrando que em entrevista ao ET, Goldberg não apenas confirmou a produção do terceiro filme, como também garantiu que ele chegará em breve. “Posso dizer que está chegando. Está chegando ao redor da montanha quando chegar. Estará aqui em breve. Estou animada. É hora para isso, sabe, é hora”.
A atriz, que reprisará seu papel como Deloris Van Cartier/Irmã Mary Clarence, também refletiu sobre os motivos do atraso do projeto e por que este é o momento perfeito para revisitá-lo. “Foram anos de espera. Mas acho que agora é a hora certa. Porque precisamos rir, sabe? Não sei para onde estamos indo, mas seja lá o que for, vou precisar rir muito… Acho que estou bem quando faço outras pessoas rirem também”.
Vale destacar que em entrevista ao The Tonight Show with Jimmy Fallon, Whoopi Goldberg comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência ‘Mudança de Hábito 3‘.
“Eu realmente gostei do roteiro [da sequência ‘Mudança de Hábito 3’], mas há muitos obstáculos para o projeto sair do papel. Se ninguém ficar no caminho, o novo filme será muito bom.”
Anteriormente, a atriz havia revelado que adoraria trazer Maggie Smith de volta como a Madre Superiora: “Quero que Maggie Smith saiba de uma coisa: estou segurando o papel de Madre Superiora para você, porque simplesmente não posso fazer isso com ninguém além de você. Então, se você precisar que eu venha aqui e grave um pedido especial e faça o que tivermos que fazer, faremos o que você quiser que façamos. Mas não queremos fazer isso sem você, Maggie.”
O novo filme vai contar com o retorno de Jenifer Lewis, que contracenou com Goldberg em ambos os filmes da franquia.
Na trama, Lewis deu vida a uma das cantoras ao lado de Deloris Van Cartier, personagem de Goldberg, que acaba se escondendo em um convento após ser testemunha de um assassinato.
Kathy Najimy(‘Abracadabra 2’), que interpretou a Irmã Mary Patrick, também demonstrou interesse em atuar no novo filme.
Até o momento, ainda não há informações oficiais sobre o início das gravações da sequência
Tim Federle, conhecido por seu trabalho na série ‘High School Musical’ e no recente e elogiado ‘Apresentando, Nate’ (ambos do Disney+), fica responsável pela direção do projeto.
Madhuri Shekar, da antologia ‘Welcome to the Blumhouse’, assina o roteiro.
Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o produtor Tyler Perry confirmou que Shekar já está trabalhando nos rascunhos do projeto.
“O roteiro já está sendo escrito e eu entrei como produtor. Trouxemos um diretor incrível [Federle] e Whoopi [Goldberg]está muito animada para começar a gravar. Acho que é exatamente disso que o país precisa. Precisamos daquele momento de bem-estar nos filmes em que você diz: ‘Meu Deus, saí de lá cantando’. Essa é a minha esperança.”
Infelizmente, Perry não deu nenhum detalhe sobre a trama do novo filme, que ainda não tem previsão de estreia.
Para quem não se lembra, o original trouxe Goldberg como Deloris Van Cartier, uma cantora que acaba sendo enviada para um convento depois de ter sido colocada em um programa de proteção a testemunhas. Ao longo do filme, ela consegue contagiar todo o grupo de freiras com sua personalidade descontraída, além de trazer mais harmonia, felicidade e encrenca para a vida das irmãs.
Há alguns meses, a estrela indicou que o novo filme não será uma continuação direta da sequência lançada em 1993, e sim uma releitura do original, dirigido por Emile Ardolino em 1992.
Jake Gyllenhaal falou recentemente sobre sua condição física, revelando que é legalmente cego devido a ter nascido com um olho preguiçoso.
Mesmo após correção, ele tem usado lentes corretivas intensivas desde os seis anos de idade.
Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Gyllenhaal compartilhou sua situação: “Gosto de pensar que é vantajoso. Nunca conheci nada diferente. Quando não consigo ver de manhã, antes de colocar meus óculos, é um momento onde posso estar comigo mesmo.”
Gyllenhaal explicou que sua cegueira às vezes melhora sua atuação. Por exemplo, quando a polícia informa ao seu personagem sobre a morte de sua esposa no filme de boxe de 2015, ‘Nocaute’, o ator removeu suas lentes de contato para se forçar a ouvir atentamente.
Gyllenhaal também usa óculos fundo de garrafa, suficientemente fortes para corrigir sua visão de 20/1250.
Vale ressaltar que em 2017, ele falou sobre como usar óculos fundo de garrafa na escola em Los Angeles causava atenção indesejada e provocação. “Eu era um alvo fácil. E sempre fui uma criança sensível.”
Na trama, Gyllenhaal dá vida a Dalton, um antigo lutador do UFC, que aceita um trabalho como segurança, mas logo descobre que nem tudo é o que parece neste paraíso tropical.
A escolha da faixa-etária foi decidida por conta das “cenas de extrema violência, linguagem inadequada e momentos de nudez”.
Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) será responsável pela direção.
A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.
O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.
Beck Bennett usou as redes sociais para comemorar sua escalação como Steve Lombard, o jornalista esportivo do Planeta Diário, no filme ‘Superman’, que marca o início do novo Universo DC, sob a direção de James Gunn.
“Muito obrigado, James Gunn! Tem sido muito divertido. Eu adoro Lombard”, escreveu o ator em seus Stories.
Lembrando que a escalação do ator foi divulgada pelo The Hollywood Reporter e posteriormente confirmada por Gunn em suas redes sociais.
“Bem-vindo ao DCU, Steve Lombard! Beck Bennett”, declarou Gunn.
Lembrando que ‘Superman’ (anteriormente ‘Superman – O Legado’) contará com David Corenswet (‘Hollywood’) como o Homem de Aço e Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.
“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.
O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.
A Netflix confirmou que a 2ª temporada da série animada ‘Jurassic World: Teoria do Caos‘, sequência de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘, será lançada ainda em 2024.
O próximo ciclo está previsto para o outono norte-americano (período entre os meses de setembro e novembro).
Confira as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada:
A nova série é ambientada seis anos depois ‘Acampamento Jurássico‘, e os membros dos Seis de Nublar estão tendo dificuldades para se encontrar após saírem da ilha, tendo que lidar com um mundo cheio de dinossauros e pessoas que querem machucá-los. Reunidos por uma tragédia, eles irão descobrir uma nova conspiração global que ameaça os dinossauros e a própria humanidade.
A Netflix confirmou que um novo derivado da animação clássica ‘Bob Esponja‘, focado no vilão ‘Plankton‘, será lançado em 2025.
Dave Needham, artista por trás de ‘Os Pinguins de Madagascar‘ (2014) e ‘Lego Batman: O Filme‘ (2017), será responsável pela direção.
Na trama…
O mundo do Plankton vira de cabeça para baixo quando seu plano para a dominação mundial é frustrado. Ele administra um restaurante Chum Bucket ao lado de Karen, um computador à prova d’água que também é sua companheira e esposa.
A produção contará com os vozes de Mr. Lawrence, Jill Talley, Tom Kenny, Bill Fagerbakke, Carolyn Lawrence, Clancy Brown e Rodger Bumpass.
Mr. Lawrence também assina o roteiro ao lado de Kaz e Chris Viscardi.
Mahuia Bridgman-Cooper é responsável pela músicas ao lado dos supervisores Karyn Rachtman e Otis Ratchman. As canções originais foram escritas por Bret McKenzie, Linda Perry, Mark Mothersbaugh & Bob Mothersbaugh.
Vale lembrar que o quarto filme do ‘Bob Esponja‘ está programado para 19 de Dezembro de 2025 – mesmo dia do terceiro filme da franquia bilionária de James Cameron.
A série será ambientada em duas linhas do tempo. Em 2022, uma guerra do futuro já está acontecendo há décadas entre os poucos humanos sobreviventes e o interminável exército das máquinas. Em 1997, uma Inteligência Artificial conhecida como Skynet ganha ciência e começa a planejar sua guerra contra a humanidade.
Presa entre o seu futuro e o passado no qual ela foi enviada para alterar o destino da humanidade, uma soldado deve proteger um cientista chamado Malcolm Lee, que trabalha para lançar um novo sistema de IA projetado para competir com o ataque iminente da Skynet à humanidade. Enquanto Malcolm navega pelas complexidades morais de sua criação, ele é caçado por um implacável assassino do futuro que altera para sempre o destino de seus três filhos.
Apesar de se passar no mesmo universo da franquia, o seriado focará em novos personagens.
O projeto será supervisionado pela Production I.G, cujos créditos incluem ‘Ghost in the Shell‘ e ‘Star Wars: Visions‘.
A produção está programada para estrear no dia 29 de agosto.
Confira as imagens oficiais:
Masahi Kudo entra como diretor da série, enquanto Mattson Tomlin é o showrunner. Tomlin também assina o roteiro.
2022: uma guerra futura é travada há décadas entre os poucos sobreviventes humanos e um exército interminável de máquinas. 1997: a IA conhecida como Skynet ganhou autoconsciência e iniciou sua guerra contra a humanidade. Preso entre o futuro e o passado, está uma soldada enviada de volta no tempo para mudar o destino da humanidade.
Ela chega em 1997 para proteger um cientista chamado Malcolm Lee, que trabalha para lançar um novo sistema de IA projetado para competir com o ataque iminente da Skynet à humanidade. Enquanto Malcolm navega pelas complexidades morais de sua criação, ele é caçado por um implacável assassino do futuro que altera para sempre o destino de seus três filhos.
‘O Exterminador do Futuro: A Série Animada’ contará com oito episódios e ainda não tem previsão de lançamento.
A luta entre policiais e bandidos assume ares de uma guerra de verdade: a comunidade é cercada por um enorme muro, helicópteros rondam os céus, batalhões desfilam pelas ruas, os bandidos possuem um verdadeiro exército de guerreiros. Tudo isso se passa na gigantesca periferia urbana chamada de Grande Sertão.
Em JARDIM DOS DESEJOS, Narvel Roth é o meticuloso horticultor dos Jardins Gracewood. Ele é tão dedicado em cuidar dos terrenos desta bela e histórica propriedade quanto em agradar sua empregadora, a rica viúva Sra. Haverhill. No entanto, o caos invade a existência espartana de Narvel quando a Sra. Haverhill exige que ele aceite sua problemática e conturbada sobrinha-neta Maya como nova aprendiz, desvendando segredos sombrios de um passado violento enterrado que ameaçam a todos eles.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Paul Schrader também assina o roteiro do longa;
Em BAD BOYS: ATÉ O FIM, os Bad Boys preferidos do mundo todo estão de volta com a mistura icônica de ação eletrizante e comédia escrachada mas, dessa vez, com uma virada: os melhores de Miami são agora os mais procurados.
OS OBSERVADORES conta a história de Mina, artista de 28 anos, que se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites.
As informações indicam que Browning dará vida a Jenny, “uma detetive da Corregedoria com um senso de humor seco e um comportamento absurdamente calmo. Ela se apresenta como uma mulher de temperamento calmo que parece não se importar com o mundo. Jenny é muito inteligente; seu pai era um criminoso e ela a ama trabalho – o que lhe dá o direito de questionar, assediar, aterrorizar e prender policiais o dia todo. Jenny foi criada com Leo (Hunnam) como seu companheiro de brincadeiras/amigo/irmão de sangue para o resto da vida”.
Hunnan dará vida a Leo, um ladrão mestre que abomina a violência e a evita sempre que possível. Seus colegas criminosos o consideram um covarde, especialmente se comparado ao seu pai, Tommy (Richard Jenkins), um lendário ladrão lendário que foi preso pelo assassinato do temido bandido Teeg Lawless.
Adria Arjona (‘Star Wars: Andor’) também faz parte da produção, dando vida à Greta, uma ladra de alto nível e mãe viúva de Angie. Desde que seu marido morreu em um roubo que deu errado, Greta tem lutado consigo mesma sobre como escapar da única vida que conheceu – e do único lugar onde prosperou.
O problema é que ela é boa nessa vida de crimes, mas ela está procurando uma grande oportunidade – um roubo milionário que possa tirar ela e sua filha dessa vida de uma vez por todas.
Ao longo da jornada, os caminhos de Leo e Greta vão acabar se cruzando, o que pode dar início a uma formidável dupla ou a um desastre completo devido à diferença de personalidades.
Conhecido no gênero, Ed Brubaker já trabalhou tanto para a Marvel quanto para a DC Comics. Ele também integrou a equipe de roteiristas da série ‘Westworld‘, da HBO.
Em um presente para os fãs da ação frenética, o astro Will Smith compartilhou nas redes sociais um vídeo eletrizante dos bastidores de ‘Bad Boys: Até o Fim’, novo filme da icônica franquia.
Nas imagens, o ator aparece com a câmera acoplada em seu corpo enquanto atua com arma de fogo em mãos.
A trama do novo filme é motivada pela corrupção dentro do Departamento de Polícia de Miami, com o capitão Conrad Howard (Joe Pantoliano) acusado de trabalhar com os cartéis de drogas durante anos.
Por conta disso, os detetives Mike Lowrey (Smith) e Marcus Burnett (Lawrence) montam uma equipe para limpar o nome de Howard, mas acabam se tornaram suspeitos no processo.
A direção fica por conta de Bilall Fallah e Adil El Arbi, responsáveis pelo filme anterior.
A sequência também conta com Ioan Gruffudd, Paola Núnez, Vanessa Hudgens, Eric Dane, Alexander Ludwig e Tasha Smith.
Após o sucesso de ‘Sintonia’, a Netflix anunciou a criação de um reality show centrado no Rap e Trap, intitulado ‘Nova Cena’. O vencedor do programa receberá um prêmio de 500 mil reais e terá também uma participação garantida na 5ª temporada da série.
De acordo com o Metrópoles, o programa contará com 18 concorrentes e os episódios foram gravados em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
O rapper Kamau será o apresentador, enquanto Filipe Ret, Djonga e Tasha & Tracie atuarão como jurados. A parte musical ficará a cargo da DJ Miya B.
‘Nova Cena’ é uma produção da Endemol Shine Brasil, com direção de Cacá Marcondes e co-direção de Fábio Ock e Maristela Mattos.
“Percebemos que não tinha nenhum reality musical que trazia essa profundidade sobre o rap e o trap. Aproveitamos a boa repercussão do filme do Racionais na Netflix e idealizamos o projeto Nova Cena”, declarou Elisa Chalfon, diretora de realities da Netflix.
Lembrando que através do Instagram, a Netflix e a página oficial da série brasileira ‘Sintonia‘ anunciaram que as gravações da 5ª e última temporada já foram iniciadas.
Por enquanto, mais detalhes sobre o próximo ciclo não foram revelados, então não se sabe quando os próximos episódios estarão disponíveis no catálogo.
Até lá, confira o anúncio e relembre o trailer da 4ª temporada:
A produção brasileira segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.
Na prévia, Daryl (Norman Reedus) tenta voltar da França para casa, enquanto Carol sai em busca de sua melhor amiga que desapareceu na cidade de Freeport, Maine.
A nova temporada substitui o extinto spinoff ‘Daryl & Carol‘, reunindo as co-estrelas de longa data da franquia após sua despedida no final da série original.
Confira o teaser:
McBride já havia feito uma participação especial no episódio final do primeiro ciclo, onde sua personagem buscava pelo seu amigo desaparecido, o Daryl Dixon.
Em entrevista à EW, o showrunnerDavid Zabel contou como a personagem será integrada ao próximo ciclo: “Bem, está bem definido o que vimos nos episódios 5 e 6. Existem principalmente dois elementos. O primeiro elemento é que, por algum motivo, ela se sentiu compelida a sair em busca de Daryl, sobre o que aprenderemos mais à medida que nos aprofundarmos nahistória. Mas ela provavelmente está preocupada com ele e se sentiu compelida a sair em busca dele. Ele meio que atende a chamada de rádio que vimos no episódio 5 porque se presumiu que ele voltaria para casa, e então ele nunca fez isso. Logo, podemos entender isso. Mas [Daryl] nunca voltou para casa, então, ela está preocupada com ele. E a ligação pelo rádio deu a ela pelo menos uma pequena pista sobre como localizá-lo”.
Zabel continua: “e a beleza disso é que ela tem uma história muito ativa sobre tentar encontrar e proteger seu amigo, com quem está preocupada. […] Mas há toda uma história interna de Carol que se desenrola ao longo dos episódios da segunda temporada. Já filmamos um pouco disso e será fantástico quando tudo estiver pronto”.
Além de Norman Reedus, o elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne Charrier, Eriq Ebanouey, Laika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi e Romain Levi.
O que você quer ser quando crescer? Esta é uma pergunta recorrente feita às crianças e, posteriormente, aos adolescentes na época de decidir qual profissão seguir. A resposta normalmente está relacionada aos modelos construídos ao redor desta pessoa ao longo dos anos. Em Diamante Bruto (Diamant Brut), a diretora estreante Agathe Riedinger, nos apresenta a jovem Liana (Malou Khebizi), de 19 anos, com os sonhos de tornar-se famosa e conhecida por seus atributos.
Em lançamento mundial na Mostra Competitiva do Festival de Cannes 2024, Diamante Bruto fala diretamente sobre a geração Z, pessoas nascidas entre 1997 e 2010, e suas aspirações futuras. Partindo do microuniverso de uma jovem do subúrbio da cidadezinha de Fréjus, localizada na região de Côte d’Azur, na França, o enredo engloba qualquer jovem de classe média baixa do planeta, a qual cresceu na era dos “influenciadores” e de pessoas famosas por atrair atenção dos outros sobre elas mesmas.
Morando com a mãe e a irmã dez anos mais nova, Liana quer escapar do seu cotidiano precário. Reprova a vida sexual ativa da sua mãe, realiza furtos em lojas para revender e publica o seu cotidiano de selfies no Instagram em busca da atenção renegada pela família e pelos colegas de saideira. Liana maquia-se pesadamente para festas, sempre procura roupas para tirar uma boa foto e tudo que mais deseja é participar de um reality show e torna-se, finalmente, famosa.
Para essa geração que cresceu assistindo participantes de realities tornarem-se estrelas e serem admirados por milhares de pessoas, esta é uma profissão tão almejada quanto ser atriz, médica ou advogada em outras épocas. Além do dinheiro, o glamour e, principalmente, a atenção são fatores chaves para que diversas jovens desejem ser tão conhecidas e ricas quanto todas as mulheres da família Jenner/Kardashian.
Qual é o melhor exemplo de retorno milionário em consequência de compartilhar intimidades do cotidiano com os outros? Somos uma sociedade voyerista? Com certeza, em certa medida, um dos maiores clássicos de suspenses da sétima arte — Janela Indiscreta(1954), de Alfred Hitchcock — é exatamente sobre o tão cativante e interessante pode ser observar a vida alheia.
Diamante Bruto, no entanto, coloca as lentes sobre o outro lado da equação. O quanto você é capaz de fazer para receber este tipo de atenção? A família Kardashian ganhou interesse midiático a partir do emblemático julgamento de O.J. Simpson, já outros têm a sua aparência e personalidade como pontos preciosos para serem selecionados em um casting de reality show e nos entreter, os voyeurs.
A jovem protagonista deseja apenas isso, uma oportunidade de participar de um programa chamado Ilha do Milagres. Ao ser chamada por um teste, ela acredita fielmente ter chegado o seu momento de glória. Nesse entremeio, ela faz em si mesma uma tatuagem, junta dinheiro para colocar silicone nas nádegas, após já ter posto nos seios, tudo em busca de seguidores fiéis nas suas redes.
Embora Liana sofra com os comentários alheios sobre a sua aparência, digamos “too much”, ela encontra o jovem Dino (Idir Azougli), o qual aparenta gostar dela sem poréns. Sem outros planos para o futuro, Liana tem apenas um objetivo: participar do reality show e, como explica algumas vezes no filme, viver de promoções para marcas após tornar-se conhecida.
Diretora e roteirista, Agathe Riedingeraborda um tema pertinente na nossa sociedade, mas constrói uma personagem perdida em sua própria busca. Embora Liana mostra-se super sexy nas redes, ela é sexualmente inativa e despreza a sua progenitora exatamente por não se colocar no papel de mãe em frente ao de mulher. Embora acompanhamos, um despertar sexual da jovem, a sua personalidade é demolida pela importância dada ao seu corpo no filme.
Liana rouba, mente e engana, mas é impossível julgá-la diante da sua vida precária e sem bons exemplos. A personagem, entretanto, não desperta a nossa empatia, apenas comiseração. Apesar de usar o seu corpo para ganhar seguidores, a jovem não se deixa tocar, é como se fosse a gata borralheira do século XXI. Com o pouco de conhecimento dado pelo mundo ao seu redor, ela espera a sua salvação.
Na era do capitalismo digital, o resgate não é mais representado pelo “príncipe encantado” e a promessa de um casamento, mas a combinação dos algoritmos a serem trocados por publicidade e uma renda para manter-se nesse mundo de fantasias. Se ser amada por apenas um homem não é mais o objetivo, a gata borralheira da geração Z quer ser amada por milhares. Com o pé na fantasia, Agathe Riedingerrecria uma ilusória busca pela felicidade e promove uma mensagem “consoladora” à geração Z.
A AMC divulgou imagens inéditas da 2ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, além de confirmar que o primeiro episódio estará disponível no dia 29 de setembro deste ano.
Na prévia divulgada anteriormente, Daryl (Norman Reedus) tenta voltar da França para casa, enquanto Carol sai em busca de sua melhor amiga que desapareceu na cidade de Freeport, Maine.
A nova temporada substitui o extinto spinoff ‘Daryl & Carol‘, reunindo as co-estrelas de longa data da franquia após sua despedida no final da série original.
Confira o teaser:
McBride já havia feito uma participação especial no episódio final do primeiro ciclo, onde sua personagem buscava pelo seu amigo desaparecido, o Daryl Dixon.
Em entrevista à EW, o showrunnerDavid Zabel contou como a personagem será integrada ao próximo ciclo: “Bem, está bem definido o que vimos nos episódios 5 e 6. Existem principalmente dois elementos. O primeiro elemento é que, por algum motivo, ela se sentiu compelida a sair em busca de Daryl, sobre o que aprenderemos mais à medida que nos aprofundarmos nahistória. Mas ela provavelmente está preocupada com ele e se sentiu compelida a sair em busca dele. Ele meio que atende a chamada de rádio que vimos no episódio 5 porque se presumiu que ele voltaria para casa, e então ele nunca fez isso. Logo, podemos entender isso. Mas [Daryl] nunca voltou para casa, então, ela está preocupada com ele. E a ligação pelo rádio deu a ela pelo menos uma pequena pista sobre como localizá-lo”.
Zabel continua: “e a beleza disso é que ela tem uma história muito ativa sobre tentar encontrar e proteger seu amigo, com quem está preocupada. […] Mas há toda uma história interna de Carol que se desenrola ao longo dos episódios da segunda temporada. Já filmamos um pouco disso e será fantástico quando tudo estiver pronto”.
Além de Norman Reedus, o elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne Charrier, Eriq Ebanouey, Laika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi e Romain Levi.
Viggo Mortensen interpretou Aragorn na trilogia d’O Senhor dos Anéis‘ e herdou a icônica espada Andúril, cuja lâmina derrotou Sauron milênios antes dos eventos de ‘A Sociedade do Anel‘.
Como presente após o fim das gravações, Mortensen ganhou uma réplica da Andúril e ele vai usá-la em seu próximo filme, ‘The Dead Don’t Hurt‘, dirigido e estrelado por ele.
O filme não é do gênero de aventura e fantasia, mas sim um romance de cowboys – mas ainda há uma cena que traz uma luta de espadas…
Em entrevista para a GQ, Mortensen admitiu que, quando soube que haveria uma cena com luta de espadas, ele decidiu perguntar aPeter Jackson se estava tudo bem usar a Anduril que ele tinha pendurada em sua sala.
Jackson deu sua bênção, mas o aconselhou a pedir permissão à New Line ou para a Warner Bros., e Mortensen recebeu um ‘ok’.
“Tínhamos tudo que precisávamos para a sequência de duelo com espadas”, disse o astro. Tudo estava certo, e então eu disse: ‘Bem, só falta a espada. Então eu pensei: ‘E se eu pudesse usar a espada de Aragorn que eu tenha guardada em casa?’ Parecia uma ideia realmente muito boa e fico feliz por ter ganhado a permissão de usá-la.”
Ainda sem previsão de estreia, ‘The Dead Don’t Hurt‘ é uma história de amantes infelizes na fronteira oeste dos EUA na década de 1860. Vivienne Le Coudy (Vicky Krieps) é uma mulher extremamente independente que inicia um relacionamento com o imigrante dinamarquês Holger Olsen (Viggo Mortensen). Depois de conhecê-lo em São Francisco, ela concorda em viajar com ele para sua casa perto da pacata cidade de Elk Flats, Nevada, onde eles começam uma vida juntos.
No entanto, a eclosão da guerra civil os separa quando Olsen toma a decisão fatídica de lutar pela União. Isso deixa Vivienne sozinha em um lugar controlado pelo prefeito corrupto Rudolph Schiller (Danny Huston) e seu parceiro de negócios inescrupuloso, o poderoso fazendeiro Alfred Jeffries (Garret Dillahunt).
Quando Olsen retorna da guerra, ele e Vivienne devem confrontar e fazer as pazes com a pessoa que cada um se tornou. Ao mesmo tempo, o filme representa uma trágica história de amor, conflito, vingança e perdão através de uma mulher apaixonada e determinada a defender-se num mundo implacável dominado por homens cruéis.
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