O suspense de ação ‘Zona de Perigo‘ chegou discretamente ao catálogo da Netflix, mas rapidamente conquistou espaço entre os assinantes. Estrelado por Bruce Willis, o longa estreou diretamente em 3º lugar no ranking dos filmes mais assistidos da plataforma, mostrando a força do astro mesmo em produções mais recentes lançadas no streaming.
A trama acompanha um ex-detetive que está convencido de que seu pai foi vítima de um assassino em série. Ele decide provar que o culpado é um policial, mas sua caçada obsessiva prejudica sua relação com outro parceiro.
A produção, que mistura tensão militar com sequências intensas de combate, vem chamando atenção principalmente entre os fãs do gênero e do ator, conhecido por clássicos como Duro de Matar. Mesmo sem grande campanha de divulgação, o filme conseguiu se destacar em meio a grandes lançamentos recentes da Netflix.
O bom desempenho de ‘Zona de Perigo‘ reforça uma tendência curiosa: produções estreladas por nomes consagrados continuam encontrando um novo fôlego no streaming, alcançando públicos que muitas vezes não passaram pelos cinemas.
Resta saber se o longa conseguirá subir ainda mais no ranking nos próximos dias — mas, por enquanto, já garantiu seu espaço entre os favoritos do momento.
A atriz sueca Rebecca Ferguson, conhecida por seu papel como a agente secreta Ilsa Faust na aclamada franquia Missão: Impossível, não retornou em Missão: Impossível – O Acerto Final após o trágico desfecho de sua personagem no sétimo filme. Mas sua morte não foi apenas uma decisão do roteirista, mas sim da atriz.
A decisão foi tomada de forma consciente e planejada, segundo a própria atriz, que explicou os motivos em recente entrevista ao site JoBlo.
“Para ser absolutamente clara — porque sei que muitas pessoas estão tristes com essa notícia, e eu também estou —, eu participei de três filmes da franquia. Meu contrato chegou ao fim”, revelou Ferguson de maneira sincera. “E eu a amo além das palavras. Amo profundamente a Ilsa. Acho que ela é uma das personagens mais incríveis e complexas que já interpretei. Ela é fantástica, cheia de nuances.”
Ilsa Faust foi introduzida no universo da franquia em Missão: Impossível – Nação Secreta(2015) e rapidamente se tornou uma das personagens favoritas dos fãs. Sua inteligência, habilidades de combate e dilemas morais trouxeram uma profundidade inesperada à história, além de estabelecer uma química magnética com Ethan Hunt (Tom Cruise). Ferguson reprisou o papel nas sequências Missão: Impossível – Efeito Fallout(2018) eMissão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um(2023), consolidando sua posição como uma das figuras centrais da narrativa.
Apesar do sucesso e da popularidade da personagem, Ferguson explicou que foi convidada a retornar para o oitavo filme, mas preferiu recusar a proposta. Segundo ela, a decisão não foi motivada por problemas de bastidores, mas por um desejo criativo de preservar a integridade e o legado da personagem.
“Eu senti que a Ilsa, como personagem, precisava ser preservada”, afirmou. “Com o aumento do número de personagens na franquia, há o risco de que figuras marcantes como ela acabem perdendo espaço e significado. Ilsa sempre foi uma agente solitária, cheia de mistérios, ousadia e imprevisibilidade. Ela não era uma peça no tabuleiro, ela era o próprio jogo. E, com tantas novas adições ao elenco, senti que talvez já não houvesse mais espaço para ela brilhar como antes.”
Ferguson também destacou que essa escolha partiu de um profundo respeito pela personagem e pelos fãs. “Eu queria sair no auge, mantendo a essência de Ilsa intacta. Não queria que ela se tornasse apenas mais uma entre muitos. Prefiro deixá-la como a lembrança forte e independente que todos conheceram.”
Outro fator importante na decisão de Ferguson foi o tempo e a dedicação exigidos para fazer um filme de ‘Missão Impossível’.
“Egoisticamente, é muito tempo para fazer um filme de ‘Missão’. E a menos que você vá ter muito tempo de tela, é muito tempo sentado esperando para filmar um grande filme que pode levar mais de um ano para ser filmado. É dedicação. Há um momento em que você pensa que precisa valer a pena, não apenas amar o personagem e abraçar Tom e [McQuarrie] e a história. Eu quero trabalhar, cara. Eu quero trabalhar. Eu não quero ficar sentada em um trailer e saber que talvez haja uma cena nos créditos”.
‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 599 milhões nas bilheterias mundiais e estreou recentemente na Netflix.
Com 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o capítulo final da saga ‘Missão: Impossível‘ contou com um orçamento exorbitante que girou em torno de US$ 300-400 milhões.
Esta segunda-feira (6) marca os 25 anos do lançamento internacional de Pokémon 3: O Feitiço dos Unown, terceiro capítulo cinematográfico da franquia mais bem-sucedida da história da Cultura Pop. O lançamento desse filme é curioso porque aconteceu num momento específico da chamada “PokéMania”, em que parte do mercado acreditava que a franquia começaria a dar sinais de cansaço, deixando de ser uma febre mundial.
Por isso, o longa contou com menos investimento publicitário da 4Kids e daWarner Bros. Animation para divulgar a aventura no cenário internacional, ao contrário do que havia acontecido em Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca e Pokémon: O Filme 2000. Curiosamente, esse longa chama atenção de como as produções japonesas ainda enfrentavam um grande hiato até chegarem ao Ocidente nesse período. Pokémon 3 foi lançado oficialmente no Japão em 8 de julho de 2000, mas só começou sua jornada mundo afora em 6 de abril de 2001, quando estreou nos Estados Unidos. No Brasil, o longa estrearia apenas em 6 de julho do mesmo ano, aproveitando a janela das férias de inverno.
Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures
Por mais que o terceiro capítulo seja menos lembrado que os dois anteriores, ele não fez feio nas bilheterias. Na verdade, teve um desempenho tão interessante que segue como o sexto maior público de um anime nos cinemas brasileiros até hoje, tendo vendido quase 584 mil ingressos. Talvez o filme não tenha ficado tanto na memória dos fãs justamente pela falta de investimento na divulgação, já que, ao contrário dos dois capítulos anteriores e de seu sucessor, o terceiro filme não deu cartas colecionáveis de brinde para quem comprava os ingressos.
Mesmo com esse rótulo extraoficial de “esquecido”, Pokémon 3 segue como um dos capítulos mais interessantes de toda a saga por adotar uma trama que se assemelha a um conto de fadas sob a perspectiva do terror psicológico. A história é ambientada na brilhante região de Johto, onde o Dr. Spencer Hale dedica sua vida e recursos financeiros a pesquisar sobre os Unown, misteriosos Pokémon ancestrais que supostamente teriam envolvimento na própria criação da vida. Sua obsessão por essa espécie fez com que sua esposa o abandonasse, deixando o rapaz sozinho com a filha, a pequena Molly. Durante a noite, ele recebe uma chamada urgente de suas equipes de escavações, afirmando terem encontrado pistas determinantes sobre os Unown. O cientista deixa seu lar e vai em direção ao sítio arqueológico, onde acaba sendo absorvido pelos Pokémon.
Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures
O assistente do Dr. Hale encontra o computador do rapaz e as peças arqueológicas relacionadas aos Unown. Com peso na consciência, ele leva o material de volta para a casa do doutor, onde dá a notícia à pequena Molly. Desesperada, a menina pega as peças e começa a chorar, despertando os Unown, que decidem ajudá-la a ter uma nova família. Com seus poderes psíquicos, os Pokémon invocam o cão lendário Entei para assumir o papel de pai da garotinha e acabam sequestrando a mãe de Ash Ketchum, que estava pela região, para assumir o papel de mãe de Molly.
Agora, com o poder de um Pokémon lendário e as habilidades especiais de criação dos Unown ao seu lado, a garotinha cria um palácio mágico de gelo, sequestrando a cidade com um inverno eterno para formar seu mundo perfeito. Em meio a esse caos, Ash, Pikachu e seus amigos tentam invadir o castelo para resgatar a mãe do protagonista e convencer Molly de que suas ações podem ser perigosas. É curioso ver como essa trama acabou sendo ‘esquecida’ dentro da franquia, mas foi praticamente reaproveitada no fenômeno do streaming, WandaVision, da Disney.
Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures
Com essa pegada mais mística, apostando em uma antagonista que não é verdadeiramente uma vilã, mas uma menininha assustada que só quer sua família de volta, o filme é conduzido como uma grande negociação… Como um policial tentando negociar com um sequestrador. No início, a mãe de Ash está sob o feitiço dos Unown e sob a guarda de Entei, então age de forma automática. Quando o transe termina, ela não perde a paciência e nem se desespera. Pelo contrário: ela entende a situação de Molly e tenta negociar com a menina, mostrando a ela que suas ações trazem consequências.
Paralelamente, Ash não mede esforços para encarar o lendário cão de fogo no processo para salvar sua mãe. Em uma das sequências mais espetaculares de toda a franquia animada, um velho conhecido retorna mais poderoso do que nunca, trazendo esperança para o público e criando algumas das cenas mais sensacionais da saga. Sim, o Charizard ouve o pedido de ajuda de Ash e voa do Vale Charicífico, onde foi deixado para treinar, diretamente para ajudar seu treinador e amigo no embate contra um dos Pokémon mais poderosos da região. É simplesmente espetacular!
Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures
Mais do que isso, Pokémon 3: O Feitiço dos Unown é o último filme da franquia a ser animado em célula. Ou seja, de forma artesanal, com os artistas desenhando cenários e personagens individualmente em células de acetato. A partir do quarto filme, a animação digital tomou conta — apesar de ainda haver alguns detalhes manuais. Esse fator confere ao filme um visual único, de muito valor nos dias de hoje, em que a animação 3D tomou conta dos cinemas e das TVs. É um filme esteticamente belíssimo, completamente diferente das produções atuais. Dá para sentir o esmero dos artistas em cena, compondo cenários fantásticos e surrealistas criados pela mente de uma criança de cinco anos que acabou de perder o pai.
As batalhas Pokémon dessa aventura talvez sejam as mais agradáveis da saga, visualmente falando. A começar pelos cenários, que são mais próximos da vida real, como parques públicos, praças e campos. Cá entre nós, se os Pokémon existissem de verdade, o que mais teria por aí seriam batalhas nos parquinhos das cidades. A sequência de abertura, em que Ash enfrenta uma adversária no parque ao som da música tema da temporada, é a mais incrível da franquia justamente por apostar nessa simplicidade de imaginar uma batalha no mundo real. A fluidez dos movimentos da luta somada aos monstrinhos aproveitando os brinquedos do parque como apoio ou obstáculos, faz dessa sequência simplesmente hipnótica. É o auge estético da franquia.
Infelizmente, no momento, Pokémon 3: O Feitiço dos Unown não está disponível no catálogo de nenhum streaming. O longa, porém, pode ser encontrado para compra ou aluguel no YouTube Filmes.
O roteirista e produtor Bob Gale, uma das mentes criativas por trás da aclamada trilogia ‘De Volta para o Futuro’, quebrou o silêncio recentemente sobre as constantes pressões para uma nova sequência. Em entrevista ao ScreenRant, Gale foi categórico ao afirmar que, apesar do sucesso estrondoso e do apelo nostálgico, um quarto longa-metragem está completamente fora de cogitação.
Para Gale, a jornada iniciada em 1985 atingiu sua conclusão ideal em 1990, com o lançamento da terceira parte. Segundo o produtor, o principal obstáculo para qualquer tentativa de retorno é a indissociável imagem de Michael J. Fox como o protagonista Marty McFly. Após o diagnóstico de Parkinson revelado pelo ator, Gale reforçou que a ideia de seguir sem ele perderia qualquer propósito artístico.
“Desde o terceiro filme, as pessoas perguntam: ‘Quando vocês vão fazer o quarto?’. E a resposta é: nunca”, declarou Gale. “Você gostaria de ver De Volta para o Futuro sem Michael J. Fox? Quando faço essa pergunta, as pessoas imediatamente recuam e entendem o nosso ponto”.
Além do fator humano,Bob Gale destacou uma preocupação com a integridade da obra. Ele acredita que um novo filme dificilmente alcançaria o nível de excelência dos originais e citou o declínio de outras grandes franquias de Hollywood que perderam sua essência ao insistirem em continuações puramente comerciais.
A intenção dos criadores, incluindo o diretor Robert Zemeckis, é preservar a trilogia como um monumento intocado da cultura pop.
A saga, que se tornou um pilar do cinema de ficção científica e aventura, acompanha o adolescente Marty McFly em uma jornada acidental rumo ao ano de 1955, após um experimento do excêntrico cientista Doc Brown (Christopher Lloyd) dar errado. A bordo de um DeLorean modificado, Marty precisa garantir que seus pais se apaixonem para não ser apagado da existência, enquanto tenta desesperadamente retornar ao seu tempo original para salvar a vida de seu mentor.
A aguardada sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘ promete ir muito além de um simples retorno nostálgico às bilheterias. Mais do que revisitar personagens icônicos, o novo longa surge como uma poderosa vitrine para a indústria da moda — algo que já era forte no original, mas que agora deve alcançar um nível ainda mais estratégico e lucrativo.
Desde o primeiro filme, estrelado porMeryl Streep e Anne Hathaway, a relação entre cinema e moda foi central. No entanto, de acordo com publicações internacionais como Variety e WWD (Women’s Wear Daily), a sequência foi concebida em um momento em que o “product placement de luxo” se tornou uma das maiores fontes de receita e visibilidade para grandes marcas — e Hollywood sabe muito bem explorar isso.
O orçamento de ‘O Diabo Veste Prada 2‘ ainda não foi oficialmente divulgado, mas estimativas da imprensa especializada apontam para algo entre US$ 100 milhões — significativamente maior que o filme original. Parte desse valor, inclusive, pode ser compensado por parcerias estratégicas com grifes de alto padrão, que veem no longa uma oportunidade única de exposição global.
Marcas como Chanel, Prada, Gucci e Dior são frequentemente citadas como possíveis envolvidas — seja por meio de figurinos exclusivos, empréstimo de peças ou acordos financeiros diretos. No primeiro filme, o guarda-roupa já ultrapassava US$ 1 milhão em valor, com muitas peças cedidas por estilistas renomados. Agora, com a força das redes sociais e o impacto viral da moda, esse número pode ser ainda mais impressionante.
Segundo analistas da indústria, a sequência deve funcionar quase como um “desfile cinematográfico”, onde cada look é pensado não apenas para a narrativa, mas também para gerar tendência, desejo e consumo. Essa estratégia é reforçada pelo fato de que o público atual está mais conectado à moda do que nunca, acompanhando tendências em tempo real por plataformas como Instagram e TikTok.
Além disso, há uma mudança importante no próprio mercado de luxo: as marcas estão cada vez mais investindo em storytelling e experiências culturais para se manterem relevantes. Participar de um filme com apelo global — especialmente um que já tem status cult — é uma maneira eficaz de dialogar com novas gerações.
Com isso, ‘O Diabo Veste Prada 2‘ se posiciona não apenas como um evento cinematográfico, mas como um fenômeno de marketing integrado, onde moda, entretenimento e negócios caminham lado a lado. O resultado pode ser um dos exemplos mais claros de como Hollywood e a indústria fashion se tornaram praticamente indissociáveis na era moderna.
Quase 20 anos depois de dar vida aos icônicos personagens Miranda, Andy, Emily e Nigel, Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt eStanley Tucci retornam às elegantes ruas de Nova York e aos sofisticados escritórios da revista Runway na aguardada sequência do sucesso de 2006 que marcou toda uma geração.
O filme reúne o elenco principal original com o diretor David Frankel e a roteirista Aline Brosh McKenna, e apresenta uma nova leva de personagens que entram na passarela, vividos por Kenneth Branagh, Simone Ashley, Justin Theroux, Lucy Liu, Patrick Brammall, Caleb Hearon, Helen J. Shen, Pauline Chalamet, B.J. Novak e Conrad Ricamora. Tracie Thoms e Tibor Feldman também reprisam seus papéis como Lily e Irv, do primeiro filme.
A 20th Century Studios divulgou o trailer final dublado do longa, ao som de “Runway” – faixa original performada pelas vencedoras do Grammy Lady Gaga e Doechii.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com pré-estreias pagas no dia 29.
Confira:
A continuação, que adapta elementos da obra “A Vingança Veste Prada”, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.
Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.
É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.
A casa mais vigiada do Brasil está em seu modo turbo na reta final do programa. Já são quase 90 dias de programa vinte e quatro horas no ar, o que, no fim das contas, já deu pra fazer a gente sentir a energia de cada participante e eleger nossos favoritos. Até por isso, dá pra ter uma ideia de qual filme combinaria mais com cada um, por isso fizemos aqui uma listinha com dicas de filmes para cada um dos dez finalistas do BBB. Quem é o seu ou a sua favorita esse ano?
Ainda que com uma sólida carreira como atriz, quem assistiu à participação de Solange no BBB ouviu os comentários polêmicos que ela falou, e não dá para pensar em nenhum outro filme para recomendar a ela que não ‘Canina’, comAmy Adams. Conta a história de uma mulher que abandonou a carreira para cuidar do filho e, com a dinâmica da rotina, vai entendendo que foi se perdendo de si mesma, mas, ao ouvir o latido da matilha, vai se reconectando com seu instinto de alcateia. Disponível na Disney+.
A coitada da Chai Chai só se lasca! Tudo dá errado pra ela, nunca fala a coisa certa, se enrola na hora de fazer as coisas e, no final, ainda riem. Com uma energia tão sincera e natural, só dá pra pensar que Chaiany poderia tranquilamente ser um personagem em ‘Os Farofeiros’, onde três famílias saem de férias e tudo dá errado. Aliás, a comédia fez tanto sucesso que já teve o filme 2 e o 3 está em andamento. Quem sabe ela não vai na pré? Gratidãão Prô Prô! Disponível na Globoplay.
O filme ainda está em cartaz, Eumira, então, talvez quando ela sair da casa ainda consegue passar no cinema e ver a história desse rapaz que era para ser o herdeiro de uma grande fortuna, porém, porque sua mãe brigara com seu avô, ele crescera na pobreza. Após a morte de sua mãe, o protagonista decide ir atrás da herança que lhe seria por direito, e, para isso, não vai medir esforços em eliminar um a um na linha sucessória.
Quem nunca deslumbrou com um homem bonito por perto né? A gente te endente, Gabi! É bem a vibe de ‘Tudo Por um Pop Star’, onde três adolescentes do interior unem esforços para viajar juntas até o Rio de Janeiro para assistir ao show de sua banda favorita e, quem sabe, conhecer o ídolo de perto. Tem na Globoplay.
6 – Marcilene – ‘O Último Azul’
E se a Amazônia, terra de Marciele, se tornasse o refúgio final escolhido pelo próprio governo para levar aos idosos do país em seu último asilo forçado? E, nesse cenário, uma senhora de 70 anos decide que não vai se submeter ao programa e foge, rio acima na imensidão amazônica. Tem na Netflix.
5 – Leandro Boneco – ‘À Procura da Felicidade’
A história de um homem preto, adulto, que precisa lutar todos os dias para conseguir o pão do dia. Que chora em silêncio, calado, e não demonstra emoções. Cuja realidade não contempla momentos de lazer, de presentes, de luxo. Mas cujo sonho é conseguir estabilidade e dignidade financeira para si e sua família. Boneco tem a mesma energia de ‘À Procura da Felicidade’, disponível na AppleTV+.
Depois que Tadeu a chamou de Barbie Morena, não tem como pensar em outro filme né. Até porque o filme da ‘Barbie’ mais do que contar a história da boneca (que é uma mulher muito bonita) conta, acima de tudo, a história da autonomia e da independentização dessa mulher, que é forte e resiliente e não precisa de um Ken. Tá na HBO Max.
Apesar de ser um touro, Ferdinando não quer torear na arena, nem matar ou machucar os toureiros. Ele tem zero interesse em demonstrar testosterona, como os outros de sua espécie; ao contrário, ele é sensível, amável, educado e, por isso, querido por todos. É difícil fazer os outros entenderem, mas, eventualmente, o comportamento de Ferdinando faz quebrar o ciclo da masculinidade tóxica. Esta animação está na DisneyPlus.
2 – Milena – ‘Lino – O Filme’
Esta é uma animação brasileira e dublada por ninguém menos que Selton Mello. Conta a história de um rapaz que trabalha como recreador infantil sendo atormentado por crianças o tempo todo, até que, para seu infortúnio, acaba se transformando efetivamente em um grande bonecão, um gato chamado Lino. Esse desenho tá na Disney+ tá Tia Milena?
A grande loba do programa, que soube provocar o melhor e o pior das pessoas, articulando e movimentando a casa todos os dias tem muito a energia de ‘O Lobo de Wall Street’ né? Afinal, em ambos os casos, todas as ações de ambos os personagens foram motivadas pelo grande prêmio: o dinheiro. Disponível na Netflix.
Em comunicado ao Deadline, representantes da diretora Emerald Fennell (‘Bela Vingança’) desmentiram os rumores sobre seu envolvimento no reboot de ‘Instinto Selvagem‘ (Basic Instinct).
“Não há nenhuma verdade nisso. Ela não está envolvida em nenhuma capacidade,” declararam.
A Amazon MGM Studios também negou a notícia, chamando-a de “categoricamente falsa”.
Anteriormente, o roteirista Joe Eszterhas havia revelado que a diretora estava em negociações para assumir o comando da nova versão: “Os produtores estão negociando com uma diretora muito interessante – uma britânica, Emerald Fennell -, que dirigiu ‘Bela Vingança‘ e ‘O Morro dos Ventos Uivantes‘. Sua sensibilidade está na medida certa. Ela é alguém que não tem medo de controvérsias e sexualidade. Então, estou muito ansioso por isso. Espero que dê certo”.
Clássico cult dos anos 90, o longa original acompanhou Catherine Tramell, uma escritora extremamente sedutora que se torna suspeita de um brutal assassinato. Dessa forma, o policial Nick Curran é escalado para investigar e desvendar o crime – mas, sentindo-se fortemente atraído pela mulher, ele coloca a própria vida em risco. Dirigido por Paul Verhoeven, o longa dividiu a crítica internacional e se tornou um dos filmes mais controversos da época, mas logo se transformou em um clássico cult e é celebrado como um dos melhores e mais ambiciosos títulos da carreira de Stone e Douglas.
Fennell ganhou proeminência como diretora ao encabeçar o elogiado ‘Bela Vingança’, estrelado por Carey Mulligan e que rendeu à realizadora o Oscar de Melhor Roteiro Original. Seus outros créditos incluem o thriller cômico ‘Saltburn’, com Barry Keoghan e Jacob Elordi, e o remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, com Margot Robbie e Elordi.
A aclamada animação adulta ‘Rick e Morty‘ está prestes a voltar com novos episódios!
A 9ª temporada da produção ganhou seu trailer completo e já tem data para chegar ao streaming: o novo ciclo será lançado no Adult Swim e na HBO Max Brasil em 25 de maio.
Confira:
https://www.youtube.com/watch?v=NW2CRIFAVnk
Lembrando que as oito primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
Inicialmente programado para o primeiro semestre de 2026, o novo filme de ação estrelado por Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’), intitulado ‘Código Vingança‘ (Munity), foi adiado em alguns meses no Brasil.
Agora, o longa chegará aos cinemas nacionais no dia 10 de setembro.
Na trama…
Após testemunhar o assassinato de seu patrão bilionário, Cole Reed é injustamente incriminado pelo crime, forçando-o a fugir enquanto tenta desvendar uma conspiração internacional.
Produzido por Statham e sua recém-criada produtora, Punch Palace Productions, em colaboração com Marc Butan, o filme marca mais uma parceria entre Richet, Butan e Davis.
Aaron Zelman e Glenn Kessler irão permanecer como showrunners no próximo ciclo. Eles se juntaram à produção no metade da primeira temporada, substituindo os showrunners originaisEd Whitmore & Tracey Malone e David Schulner.
A produção recebeu uma atenção especial da emissora, estreando no cobiçado slot após o jogo da NFC – o que garantiu uma audiência de 16.2 milhões de espectadores através de todas as plataformas, tornando-se a série mais assistida do canal em seis anos.
Na trama, um assassino de aluguel leva uma vida dupla e esconde um segredo pessoal ainda mais mortal.
No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da HBO Max.
O seriado é inspirado pelo filme bélgico De Zaak Alzheimer (La Memoire Du Tueur), de 2003. O longa ganhou um remake hollywoodiano, ‘Assassino Sem Rastro‘, quase duas décadas depois.
Na trama…
Angelo Ledda (Dempsey) vive duas vidas completamente separadas — um temível assassino de aluguel de Nova York e um sonolento vendedor de fotocopiadoras e pai de família de Cooperstown. Ambos se sentem ameaçados quando ele é diagnosticado com Alzheimer, doença para a qual já perdeu seu irmão mais velho.
Para complicar ainda mais as coisas, ele descobre que a morte recente de sua esposa pode não ter sido um acidente. Quando alguém vai atrás de sua filha — que está grávida — fica claro que o muro entre suas vidas foi rompido. Angelo precisa deter quem quer que esteja atrás de sua família, vasculhando seus antigos casos em busca de pistas, e a lista é muito longa…
A Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘Mating Season‘ (Temporada de Acasalamento, em tradução livre), nova série animada adulta dos criadores de ‘Big Mouth‘.
A produção será estrelada por ursos, guaxinins, veados, raposas e vários outros animais com tesão da floresta, enquanto eles lidam com o amor, relacionamentos sexuais e a necessidade universal de encontrar um parceiro.
A HBO divulgou o trailer oficial de ‘Half Man‘, nova série dramática de suspense criada e estrelada por Richard Gadd– a mente por trás do fenômeno ‘Bebê Rena‘.
A produção está programada para estrear no dia 23 de abril.
Ambientada no decorrer de quarenta anos – desde 1980 até os dias atuais –, a história segue dois irmãos distantes, Niall e Ruben. Quando o seu irmão aparece no dia de seu casamento, isso leva Niall a um confronto violento que nos leva a testemunhar os acontecimentos ao longo de suas vidas.
A produção irá se aprofundar no relacionamento entre os irmãos, desde adolescentes até seu desentendimento como adultos. Além disso, a série também promete capturar a energia em constante mudança da cidade e do mundo.
Após o sucesso do live-action de ‘One Piece‘, a Netflix irá expandir o universo da série com sua versão LEGO.
Intitulado ‘Lego One Piece: A Série‘, o especial de duas partes estreará no dia 29 de outubro, e irá recontar os eventos das primeiras duas temporadas.
Vale lembrar que a 3ª temporada do live-action está confirmada para 2027.
Intitulado ‘One Piece: A Batalha de Alabasta‘, o próximo ciclo explorará uma rebelião que ameaça destruir a nação, alimentada em segredo por um dos Sete Shichibukai, o implacável Sir Crocodile, e seu sindicato clandestino, Baroque Works, que buscam conquistar Alabasta para si. Em uma temporada marcada por laços inquebráveis e escolhas impossíveis, os Chapéus de Palha precisam enfrentar uma guerra civil iminente e um poderoso Shichibukai para salvar o reino de Vivi antes que ele se desfaça em areia.
📍 PRÓXIMA PARADA: ALABASTA.
A 3ª temporada de ONE PIECE: A Série estreia em 2027, e o Bando do Chapéu de Palha vai ter que encarar a batalha na terra da princesa Vivi. JÁ PODE COMEÇAR A FICAR ANSIOSO, SIM! 🏴☠️👒 pic.twitter.com/5RZZcloehB
Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.
Inspirada em “As Mil e Uma Noites”, ‘100 Nights of Hero’ acompanha a história de duas mulheres apaixonadas, Cherry e Hero. Cherry é casada com Jerome, que, apesar do casamento, faz uma aposta com seu amigo Manfred, um vilão lascivo. Jerome aposta que Manfred conseguirá seduzir Cherry em 100 noites; se Manfred tiver sucesso, Jerome entregará Cherry a ele. Cherry, entretanto, não está interessada e desenvolve um plano com Hero. Ao longo das 100 noites, Hero contará uma série de histórias fascinantes para desviar Manfred de suas tentativas de sedução.
Uma ilha onde desejos se realizam, mas nunca sem custo. É a partir dessa premissa que se desenvolve ‘Magia, o Musical’, espetáculo autoral que marca a primeira produção da Girassol Produções em parceria com Marília Lopes, em cartaz no novo Centro Cultural IBT – Instituto Brasileiro de Teatro, em São Paulo, com temporada até 12 de maio, sessões às terças e, ocasionalmente, às quartas, e ingressos à venda pela Sympla. Na trama, a montagem conduz o público por uma história fantástica atravessada por temas como desigualdade social, opressão e identidade cultural.
Escrito por Nathan Leitão e Letitia Bullard, o musical parte de um universo ficcional para construir uma alegoria sobre o funcionamento das estruturas sociais. Na trama, a ilha de Tekoha abriga uma fonte mágica capaz de realizar desejos: ao completar 17 anos, cada cidadão tem um pedido atendido. O que se apresenta como privilégio, no entanto, revela uma lógica invisível, já que, a cada desejo concedido, algo de igual valor é retirado da ilha vizinha, Deyo.
É nesse contexto que surge Leilani, jovem habitante de Deyo que atravessa fronteiras em busca da magia capaz de salvar a vida de seu pai. Sua jornada, ao mesmo tempo íntima e política, conduz a história por uma pergunta central: o que é, afinal, a verdadeira magia em uma sociedade que naturaliza desigualdades e sustenta seus próprios desequilíbrios?
Com direção de Samuel Gonçalves, que conta com Mafê Alcântara como assistente de direção e diretora residente, direção musical assinada por Leitão, em parceria com Felipe Sushi, e coreografia de Julia Sanchis, o espetáculo articula diferentes camadas de linguagem para construir uma encenação que equilibra fantasia, ritmo e reflexão. A condução criativa se ancora em um processo colaborativo que atravessa desde a concepção até a realização em cena.
Mais do que um espetáculo de fantasia, ‘Magia’ se organiza como uma construção de camadas, em que o encantamento visual convive com uma reflexão sobre pertencimento, acesso e identidade. A encenação sustenta esse equilíbrio ao propor uma experiência que transita entre o imaginário e a observação crítica do mundo contemporâneo.
O projeto nasce de um encontro artístico e cultural. Leitão e Bullard se conheceram durante o mestrado em Composição para Teatro Musical na Berklee College of Music, em Nova York, onde identificaram pontos de contato entre suas origens, brasileira e bahamense. A partir desse diálogo, desenvolveram uma mitologia própria, atravessada por referências culturais diversas e por uma investigação sobre dinâmicas sociais compartilhadas entre diferentes territórios.
Desde então, ‘Magia’ vem sendo desenvolvido em um circuito internacional de formação e experimentação. O musical participou de showcases em Nova York com instituições como New York Theater Barn e Prospect Musicals, integrou o NAMT em 2025 e passou por processos de desenvolvimento na Syracuse University e na Manhattan School of Music. Atualmente, a obra segue em aceleração pela Yale University, etapa que impulsionou a realização simultânea de montagens no Brasil e nas Bahamas em 2026.
Essa circulação amplia o alcance do projeto e reforça sua vocação de dialogar com diferentes públicos a partir de uma história que, embora fantástica, se ancora em experiências reais. A estreia brasileira também carrega um dado central: sua realização só foi possível por meio de financiamento coletivo, mobilizando uma rede de centenas de apoiadores e evidenciando o caráter independente da produção.
Pensado como uma experiência acessível e envolvente para diferentes faixas etárias, ‘Magia, o Musical’ se apresenta como uma porta de entrada para novos espectadores no teatro, ao mesmo tempo em que oferece densidade temática suficiente para dialogar com públicos já familiarizados com o gênero. Ao articular entretenimento e reflexão sem recorrer a simplificações, a obra propõe um deslocamento: olhar para o extraordinário não como fuga, mas como uma forma possível de ler e repensar o mundo ao redor.
Em uma recente entrevista ao Collider, o diretor e roteirista Jake Schreier, que alcançou sucesso considerável com seu trabalho no elogiado ‘Thunderbolts*’, trouxe algumas atualizações muito interessantes sobre o vindouro reboot de ‘X-Men’, da Marvel Studios.
Durante a conversa, Schreier revelou que Lee Sung Jin e Joanna Calo, que colaboraram com Schreier no roteiro do filme estrelado por Florence Pugh e Lewis Pullman e na 2ª temporada da antologia ‘Treta’, foram escalados para reescrever a mais nova aventura dos icônicos mutantes.
“Ainda estamos desenvolvendo. Sabe, uma das coisas interessantes [e] que está ligada a ‘Treta’ é que Sonny [Lee Sung Jin] e Joanna [Calo] trabalharam nesta temporada. Obviamente, ‘Treta’ é o programa do Sonny, e Joanna também trabalhou na iteração, e nós trabalhamos juntos no primeiro ciclo [da antologia] e em ‘Thunderbolts*’. Eles vieram e estão trabalhando em um roteiro agora, o que é realmente empolgante – poder reunir esse grupo de pessoas novamente”.
Schreier também falou sobre o quanto adora “a escrita de Sonny em ‘Treta’“ e o que admira nele, que é “a capacidade de pegar pequenas dinâmicas interpessoais e expandi-las para um panorama muito maior”, o que será fundamental para escrever um ótimo filme dosX-Men. Ele também admitiu estar muito feliz por ter Lee e Calo a bordo, criadores de “duas das séries mais interessantes da televisão atualmente”.
Ele acrescenta: “quando você relê as histórias em quadrinhos dos X-Men, há ideologia, mas também drama interpessoal, quase como uma novela. Se tivermos roteiristas que entendam como conduzir a ideologia a partir de interesses pessoais, se acertarmos nisso, é o que parecerá mais autêntico ao que os X-Men podem ser”.
Mais detalhes sobre o reboot não foram divulgados.
Na trama, Jason é sequestrado e transportado para uma versão alternativa da sua própria vida. O espanto rapidamente se transforma em pesadelo enquanto ele tenta retornar à sua realidade através da impressionante gama de histórias que poderia ter vivido.
O livro ‘Matéria Escura‘ entrou instantaneamente para a lista de mais vendidos do New York Times, além de ser traduzido para 35 línguas diferentes.
Blake Crouch, autor do romance original, entra como criador e showrunner da adaptação. O ciclo de estreia alcançou 82% de aprovação no Rotten Tomatoes e conquistou os assinantes da plataforma de streming.
De acordo com o roteirista Joe Eszterhas, a vencedora do Oscar Emerald Fennell (‘Bela Vingança’) está em negociações para dirigir o reboot de ‘Instinto Selvagem’, clássico thriller erótico dos anos 1990.
“Os produtores estão negociando com uma diretora muito interessante – uma britânica, Emerald Fennell -, que dirigiu ‘Bela Vingança’ e ‘O Morro dos Ventos Uivantes’“, disse o roteirista em entrevista ao The Guardian (via Deadline). “Sua sensibilidade está na medida certa. Ela é alguém que não tem medo de controvérsias e sexualidade. Então, estou muito ansioso por isso. Espero que dê certo”.
Eszterhas assinou o roteiro do longa-metragem original, lançado em 1992 e estrelado por Sharon Stone e Michael Douglas. No ano passado, foi revelado que ele havia firmado contrato com a Amazon MGM Studios para escrever o reboot do suspense.
Mais informações não foram divulgados.
‘Instinto Selvagem’ acompanhou Catherine Tramell, uma escritora extremamente sedutora que se torna suspeita de um brutal assassinato. Dessa forma, o policial Nick Curran é escalado para investigar e desvendar o crime – mas, sentindo-se fortemente atraído pela mulher, ele coloca a própria vida em risco. Dirigido por Paul Verhoeven, o longa dividiu a crítica internacional e se tornou um dos filmes mais controversos da época, mas logo se transformou em um clássico cult e é celebrado como um dos melhores e mais ambiciosos títulos da carreira de Stone e Douglas.
Fennell ganhou proeminência como diretora ao encabeçar o elogiado ‘Bela Vingança’, estrelado por Carey Mulligan e que rendeu à realizadora o Oscar de Melhor Roteiro Original. Seus outros créditos incluem o thriller cômico ‘Saltburn’, com Barry Keoghan e Jacob Elordi, e o remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, com Margot Robbie e Elordi.
‘Consequência’ é uma comédia sombria sobre Reef Hawk (Reeves), um amado astro de Hollywood obrigado a encarar seus segredos mais obscuros ao sofrer uma extorsão. Ameaçado por um vídeo misterioso que pode manchar sua imagem e destruir sua carreira, ele conta com seus amigos próximos, Kyle (Diaz) e Xander (Bomer), e seu advogado de crises, Ira (Hill), para buscar perdão junto a antigos conhecidos com quem possa er agido mal para descobrir o chantagista. O corroteirista e diretor Jonah Hill traz uma jornada nostálgica única e transformadora sobre como o acerto de contas com o passado pode salvar o futuro.
Com roteiro de Hill e EzraWoods, ‘Consequência’ é uma produção do Apple Studios. O longa é produzido por Matt Dines, Ali Goodwin e Hill pela produtora Strong Baby. AdamMerims assina como produtor executivo da obra.
Segundo o Deadline, Chris Messina (‘AIR: A História por Trás do Logo’), Michael Peña (‘Homem-Formiga’), Esai Morales (‘Missão: Impossível’) e Gigi Zumbado (‘O Poder e a Lei’) foram escalados para o elenco do thriller psicológico ‘Tumor’.
O grupo se junta aos previamente confirmados Sam Rockwell (‘Três Anúncios para um Crime’) e Maisy Stella (‘Meu Eu do Futuro’).
A história acompanha um detetive particular de baixo escalão de Los Angeles (Rockwell). Quando a filha (Stella) de um rico empresário (Morales) desaparece, ele embarca em uma missão no mundo da jovem e privilegiada elite da cidade dos sonhos para encontrá-la. Completamente perdido e lutando contra os sintomas debilitantes de um tumor cerebral em estágio avançado, sua percepção da realidade se torna cada vez mais precária. Enquanto a improvável dupla foge, antigas memórias se misturam com o presente, trazendo à tona segredos sombrios de seu passado.
As filmagens do longa já foram encerrada em Los Angeles, Califórnia.
‘Tumor’ marca o novo projeto de Will Bridges após o romance sci-fi‘Por Inteiro’, que chegou ao catálogo do Apple TV ano passado e contou com Brett Goldstein e Imogen Poots como protagonistas. Bridges fica responsável pela direção e pelo roteiro do suspense.
Detalhes sobre os papéis de Messina, Peña e Zumbado não foram revelados.
O longa-metragem ainda não tem previsão de lançamento nos cinemas.