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‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts’: Especial usa foto de Emma Roberts ao invés de Emma Watson

O aguardado ‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts‘, especial que comemora o 20º aniversário de lançamento de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ nos cinemas, chegou à HBO Max no primeiro dia de 2022 e veio com um erro que foi rapidamente percebido pelos fãs.

O especial usou uma foto da atriz Emma Roberts por engano enquanto contava um pouco mais sobre o passado da Emma Watson. O erro acontece nos 5 minutos e 50 segundos, quando Watson diz que tinha 8 anos quando o 1º livro foi lançado.

Confira:

Você tinha reparado?

Apesar do errinho, o especial conquistou o público que cresceu com a saga bruxa.

Nas redes sociais, os internautas e os fãs do Universo Mágico comentaram sobre o emocionante teor da produção, dizendo que não conseguiram conter as lágrimas e que ficaram muito felizes com a reunião do elenco.

Confira algumas das reações abaixo:

O especial reúne Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto ao diretor Chris Columbus e outros membros do elenco e da equipe criativa, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.

Anteriormente, Watson se emocionou ao falar pela primeira vez sobre a produção.

“Harry Potter era minha casa, minha família, meu mundo e Hermione (ainda é) minha personagem fictícia favorita de todos os tempos. Acho que um jornalista uma vez disse que era irritante quantas vezes durante uma entrevista eu mencionei como tinha sorte e comecei a contar … MAS EU SABIA BEM!!! E ainda sei Obrigado aos fãs que continuaram a mostrar seu apoio após o último filme. A magia do mundo não existiria sem você. Obrigado por lutar para torná-lo um lugar tão inclusivo e amoroso.

Ainda sinto falta da equipe que fazia esses filmes o tempo todo. Obrigado por todo o seu trabalho árduo também – sei que suas contribuições às vezes são esquecidas.

Feliz 20º aniversário, Potterheads! Esperamos que você aproveite o 20º aniversário de Harry Potter: Retorno a Hogwarts, que vai ao ar no dia de Ano Novo, 1º de janeiro na HBO Max. ⚡️ Muito pelo que esperar. 😊”, ela escreveu.

O especial também traz Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

HBO Max CANCELA série e é criticada por organização LGBTQ+

Não foram apenas os fãs que fizeram devastados com o cancelamento do reality de competição ‘Legendary‘.

Nos EUA, a organização GLAAD (Aliança Gay & Lésbica Contra a Difamação) detonou a HBO Max pela decisão, afirmando que o cancelamento da série é uma grande perda para a inclusão, diversidade e para a comunidade LGBTQ+.

“‘Legendary’ elevou o nível de inclusão na televisão em muitos níveis diferentes, especialmente quando se trata de celebrar a cultura negra e queer. Apesar da série ter sido o mais recente programa LGBTQ a ser cancelado, a equipe criativa priorizou dar destaque a talentos e vozes silenciadas, e esperamos que esse tipo de história possa ser contada novamente.”

Vale lembrar que os cancelamentos recentes fazem parte da nova medida de corte de gastos da Warner Bros. Discovery, que também incluem ‘Minx‘, ‘The Nevers‘, ‘FBoy Island‘, ‘Made for Love‘, ‘Raised by Wolves‘, ‘Gordita Chronicles‘ e até mesmo o filme da ‘Batgirl‘.

reality gira em torno da comunidade dos ballrooms, dos times de voguing (também conhecidos como Casas) que competem em bailes inacreditáveis e mostram suas habilidades de dança e de moda para alcançar o status de “lendários”.

Dez novas Casas disputam pelo cobiçado prêmio de US$100 mil.

Law Roach, Jameela Jamil, Leiomy Maldonado e Keke Palmer são os jurados.

Assista ao teaser trailer LEGENDADO de ‘Divertida Mente 2’

Divulgamos o teaser trailer LEGENDADO de ‘Divertida Mente 2‘, que chega aos cinemas em 13 de junho de 2024.

Assista:

A animação trará quatro novos personagens dentro da sala de controles da cabeça de Riley, a protagonista do filme anterior.

Desta vez, ela terá que lidar personificações da Ansiedade, Vergonha, Tédio e Inveja… Emoções básicas típicas da adolescência.

Confira abaixo a sinopse:

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Primeira foto de ‘Thunderbolts*’ reúne a equipe encabeçada por David Harbour e Florence Pugh

Thunderbolts*’, aguardado filme estrelado pelos anti-heróis do panteão do MCU, ganhou sua primeira imagem oficial reunindo David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Florence Pugh (Yelena Belova) e Wyatt Russell (Agente Americano).

Confira:

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Durante a D23, foi exibido um teaser de ‘Thunderbolts*’, aguardado filme estrelado pelos anti-heróis do panteão do MCU, como Yelena Belova (Florence Pugh), Soldado Invernal (Sebastian Stan) e o Agente Americano (Wyatt Russell).

E a prévia mostra Belova usando um corte de cabelo muito diferente em comparação aos que ela usou em ‘Viúva Negra’ e ‘Gavião Arqueiro‘.

O novo penteado de Belova é bastante parecido com o que Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson) usou em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Por enquanto, o teaser ainda não está disponível, mas uma usuário do Twitter compartilhou uma captura do novo visual de Belova.

Confira:

Lembrando que o The Hollywood Handle divulgou a sinopse preliminar do filme.

Confira, junto com a descrição de cenas exibidas na Comic Con (via ComicBook.com):

“A Marvel Studios apresenta ‘Thunderbolts*’, a irreverente reunião entre a depressiva assassina Yelena Belova com o grupo de desajustados menos esperado da franquia.”

“Yelena bate na porta de Alexei. Ele está babando no sofá e tenta enfeitar o lugar e a si mesmo antes de abrir a porta, mas ainda está muito, muito bagunçado. Ele afirma estar dando passos com muito trabalho e sendo realizado, mentindo claramente. Ele pergunta o que a traz aqui. ‘Há algo errado comigo’, ela diz.

Bucky entra em um tribunal. Um agente dos EUA lê artigos de notícias sobre si mesmo. Yelena tem uma briga no corredor. Ela investiga uma sala, encontra gráficos e leva um tiro desse mesmo agente americano. Ghost vem em seu auxílio enquanto outro inimigo ajuda o o agente. ‘Bob’ entra na sala vestindo uma bata hospitalar. A sala tranca as portas.

Yelena explica que é uma assassina contratada e supõe que alguém quer todos eles mortos. A sala se transforma em uma fornalha. Ao lado do cetro de Loki, guardado em uma caixa de vidro, Bucky não fica feliz em ver Valentina. Ele coloca seu braço de Vibranium.

A música faz todo o filme parecer um pouco delirante. Tons de cores escuras tornam o filme sombrio. Há uma cena em que aparece algo semelhante à Torre dos Vingadores”.

Há algumas semanas, o insider Daniel Richtman revelou que Belova está no centro da trama, tentando extinguir os restos da Sala Vermelha quando é recrutada para o “projeto Thunderbolts*”.

Considerando que o Guardião Vermelho e a Taskmaster (Olga Kurylenko) também fazem parte do elenco, o longa deve explorar a relação de Yelena com a dupla após os eventos de ‘Viúva Negra‘.

No entanto, o filme segue uma narrativa mais independente, assim como ‘Capitão América: Guerra Civil’, que, apesar de ser uma sequência de ‘O Soldado Invernal‘, abriu seu próprio caminho para conectar outras narrativas do MCU.

Por conta disso, haverá também conexões com a série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, explorando a rivalidade entre Bucky Barnes (Sebastan Stan) e o Agente Americano (Wyatt Russell).

Jake Schreier, conhecido por dirigir ‘Cidades de Papel’, vai comanda o projeto, cujo roteiro é escrito por Eric Pearson.

O elenco de ‘Thunderbolts‘ contará com o retorno de Florence Pugh (Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hannah John-Kamen (Fantasma), Louis-Dreyfus (Valentina), Olga Kurylenko (Treinadora) e Wyatt Russell (Agente Americano), além de introduzir Ford.

Atualmente, o filme está programado para estrear no dia 02 de maio de 2025.

Após trailer, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’ ganha cartaz diabólico e sinopse

Após ganhar seu primeiro trailer ontem, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ ganhou um diabólico cartaz e sinopse.

Confira:

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ é o mais novo eletrizante capítulo do icônico universo cinematográfico ‘Invocação do Mal‘, baseado em eventos reais. Vera Farmiga e Patrick Wilson se reencontram, para trabalhar em um último caso, como os renomados investigadores paranormais da vida real Ed e Lorraine Warren, uma considerável e arrepiante adição à franquia sucesso mundial de bilheteria.

O Caso Smurl | Conheça a ARREPIANTE história que inspirou ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

A saga de filmes pode se expandir, tornando-se uma franquia ainda maior, segundo Richard Brener, chefe da New Line Cinema.

Conforme o ComicBook, o executivo compartilhou atualizações recentes sobre a produção: “Está indo muito bem nas exibições e estamos apenas na versão do diretor, na parte de 10 semanas do filme, onde você normalmente está muito, muito preocupado com o status do seu filme. Estamos bem no início do processo, com efeitos visuais preliminares, mas já está indo muito bem. Então, enquanto este é o último filme da chamada fase um, temos esperança de que possamos fazer mais”.

Ao ser questionado sobre o futuro da franquia, Brener afirmou que o novo longa encerra a “fase um” e que a “fase dois está para ser determinada”.

A franquia ‘Invocação do Mal’ já gerou diversos filmes derivados de sucesso, incluindo três filmes de ‘Annabelle’, dois filmes de ‘A Freira’ e ‘A Maldição da Chorona’. 

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

O terror está programado para estrear no dia 04 de setembro de 2025 no Brasil, um dia antes da estreia norte-americana.

A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

Crítica | Uma Passagem para Mário

A amizade e a lealdade residem numa identidade de almas raramente encontrada. Com um relato extremamente emocionante sobre o poder e carinho de uma amizade entre dois grandes amigos, o longa-metragem Uma Passagem para Mario, ao longo de seus curtos 77 minutos, promete deixar dezenas de olhos cheios de lágrimas. O diretor Eric Laurence consegue criar um documentário inovador, com peças que se encaixam perfeitamente e deixando o projeto praticamente impecável tecnicamente, levando a fita a ser um dos grandes títulos nacionais lançados no Brasil neste ano. É o Elena deste ano.

Na trama, conhecemos mais sobre a vida de Mário, um aventureiro gente boa que mora em Recife. Mário faz tratamento contra o com câncer semanalmente mas mesmo assim resolve planejar uma viagem com seu melhor amigo. Assim, somos jogados em várias passagens de tempo que mostra os preparativos dessa grande excursão que parte do Recife, atravessa a Bolívia, até chegar ao deserto do Atacama, no Chile.

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Todos nós já tivemos ou temos uma grande amizade, é algo instintivo de todos nós seres humanos. Talvez, por isso a história de Uma Passagem para Mario chegue bem forte em nossos corações. Mário domina a tela como se tivesse o talento de um grande protagonista. Os diálogos com a família, os carinhos com a sobrinha, os desabafos quase cômicos sobre seus relacionamentos, todos esses elementos se encaixam de maneira sincronizada com o andamento das sequências. Eric Laurence mais parece um mecânico que consegue encontrar cada peça para construir uma máquina. Nesse caso, foi construída uma super máquina de emocionar.

O filme nunca vai deixar de ser uma enorme homenagem à Mario. Na verdade, o poder do cinema vai além, torna qualquer mensagem infinita. O desfecho dessa história é algo inovador, criativo, uma ideia que vai ficar guardada para sempre na memória de todos nós que tivemos a sorte de conhecer um grande ser humano na telona. Bravo!

Crítica | ‘1978’ – Horror sobrenatural que gera expectativas e decepciona na mesma proporção

Trazendo o horror sobrenatural para o centro do palco, com uma construção em forma de crítica social num primeiro momento, o longa-metragem argentino 1978, que entrou recentemente no catálogo da MAX, é uma roda gigante de emoções que vai de um início promissor até virar uma obra sem pé nem cabeça. Dirigido pelos irmãos Onetti (Luciano e Nicolás), esse suspense aterrorizante gera expectativas e decepciona na mesma proporção.

Em 1978, durante o terceiro ano de uma ditadura militar sangrenta na Argentina, um grupo de torturadores inescrupulosos recebem uma informação e invadem um lugar, levando com eles alguns jovens para um centro de detenção clandestino onde acontecem barbaridades diariamente. A questão é que os torturadores levaram as pessoas erradas e logo se percebe que os capturados são parte de um culto sombrio que se manifesta através de uma figura sobrenatural.

A primeira parte da história é feita com uma construção interessante, mostrando através de cenas chocantes as verdades dos tempos sombrios de ditadura no conhecido país vizinho. Inclusive, o filme abre muito bem seu contexto, com uma história passando em apenas um dia e logo na data que marcou a final da copa do mundo de futebol masculino na Argentina, um evento que buscou camuflar os horrores que aconteciam naquele país. Há uma força na crítica social que envolve todo o primeiro ato.

A questão é que num segundo momento, a trama se perde completamente, virando uma série de cenas espaçadas que não encontram muito sentido. O roteiro se mostra confuso, não conseguindo ligar os pontos, em momentos que não entram em contraponto. A entrada do horror sobrenatural é feita sem muitas explicações, mesmo com efeitos até interessantes e alta carga de tensão. O chocar por chocar acaba não fazendo muito sentido quando não conseguimos entender absolutamente nada no meio do desenvolvimento até o desfecho.

1978 força uma ideia de confronto do ‘mal contra o próprio mal’, achando que só isso bastaria para realizar um obra eficiente nas suas mensagens. Tem o mérito de jogar um olhar crítico importante aos horrores dos tempos de ditadura mas o problema é que a narrativa – a maneira como se conta uma história –  não consegue construir elementos concisos suficientes nos levando através da violência e do banho de sangue para um lugar completamente sem sentido.

A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy | Os 35 Anos do TERROR GAY mais famoso do Cinema

A esta altura você que é fã de cinema e principalmente de terror já deve estar mais do que escolado sobre o fato: A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy (1985) é o filme gay mais famoso do gênero. E esta não é nenhuma teoria da conspiração, forçada de barra ou tentativa de lacração – basta uma pesquisa rápida na internet para ter revelada tais informações. Com a sequência do fenômeno A Hora do Pesadelo (1984), de Wes Craven, completando 35 anos em 2020, achamos que este era o momento mais que especial para revisitarmos a obra, e apontarmos a você todas as curiosidades e muitos detalhes sobre a produção. Confira abaixo.

A Hora do Pesadelo, escrito e dirigido por Wes Craven, foi lançado em novembro de 1984 (chegando ao Brasil absurdos dois anos depois em 1986 – e isso devido ao barulho que fez). Com um orçamento de US$1.8 milhão, devolveu aos cofres de um então pequeno e recém inaugurado estúdio chamado New Line Cinema mais que confortáveis US$25.5 milhões somente nos EUA. O sucesso desta pequena obra-prima serviu para colocar o nome de Craven, então um diretor de filmes B, no topo da cadeia de Hollywood (e torná-lo um mestre no gênero); firmar a New Line no mercado e introduzir na cultura pop um dos maiores vilões da história do cinema: o monstro Freddy Krueger (interpretado por Robert Englund). Tanto que até hoje um apelido conhecido da New Line ficou “a casa que Freddy construiu”, já que foi devido à franquia que o estúdio se ergueu.

Naturalmente, o sucesso colossal do primeiro (para seus parâmetros) despertou o interesse do produtor Robert Shaye (irmão da atriz Lin Shaye), fundador e dono então da New Line, em seguir fazendo filmes com Freddy. É reportado também que foi o sucesso deste segundo filme – que com um orçamento de US$3 milhões, retornou para o estúdio US$30 milhões somente nos EUA – que incentivou e estabeleceu a pequena produtora no meio das gigantes da meca do cinema. Hoje, a New Line foi comprada e é subsidiária da Warner Bros.

Curiosamente, no entanto, a primeira ordem de Shaye foi se livrar de tudo em relação ao primeiro filme. Isso apenas pelo motivo financeiro, já que repetir os realizadores originais significaria gastar mais. Craven, o nome mais associado ao projeto, se recusou a ter qualquer envolvimento, pois à princípio não via a história como uma franquia – o diretor inclusive queria terminar o longa original com um final feliz, e foi forçado pelo estúdio a um desfecho sombrio e ambíguo. Nem mesmo a protagonista original Nancy, papel de Heather Langenkamp, foi cogitada para retornar, com a atriz afirmando em entrevistas que sequer recebeu o convite. Langenkamp é um dos nomes mais lembrados em relação à franquia, e sua heroína. A atriz retornaria em Os Guerreiros dos Sonhos (1987) e O Novo Pesadelo (1994). O mais impressionante, porém, era o desejo de substituir o icônico Robert Englund na pele do vilão Freddy. Segundo relatos, Shaye não estava disposto a um salário maior para o ator (que era exigido de seu agente) e testou um dublê no papel – seguindo o que era feito nos filmes Sexta-Feira 13, com Jason a cada filme personificado por um intérprete diferente. Porém, após se mostrar insatisfatória a tentativa de troca, os realizadores perceberam que Englund era a verdadeira alma da franquia e aceitaram o novo acordo salarial.

Assim, entram em cena o roteirista David Chaskin (em sua estreia na função) e o diretor Jack Sholder (O Escondido, 1987) – apesar do roteirista Leslie Bohem ter oferecido suas ideias aos produtores, sobre a trama envolver gravidez e possessão, como forma de homenagear o clássico O Bebê de Rosemary (1968), de Roman Polanski. Chaskin reutiliza o conceito da possessão para o segundo A Hora do Pesadelo, e a ideia da gravidez ganharia vida no quinto filme da franquia, lançado em 1989.

Com novos roteirista e diretor, a continuação ganhava também novos personagens e uma nova história. Diferente de todos os demais slashers da época, A Vingança de Freddy é um dos poucos produtos do gênero a utilizar um protagonista masculino e girar sua trama ao redor dele: fazendo de Jesse (Mark Patton) o único “Scream Queen” homem da franquia. Indo morar com sua família na mesma casa da protagonista do original, Jesse termina virando igualmente alvo do maníaco desfigurado Freddy Krueger em seus pesadelos. Desta vez, porém, Freddy não deseja caçar e matar o rapaz, mas sim “usar o seu corpo”, possuindo-o para poder agir na vida real. A transcendência de Freddy para o mundo real, inclusive fazendo vítimas no território dos “acordados” é considerado por muitos fãs, alguns envolvidos na produção e inclusive o próprio Wes Craven uma traição do conceito original do “assassino dos sonhos”.

Agora chegamos ao tópico do texto: o conceito homoerótico. Por anos, este teor permaneceu como subtexto, uma mera mensagem subliminar, até ser enfaticamente apontado, ao ponto de hoje não conseguirmos olhar para o filme sem perceber o que era óbvio desde o início. Segundo relatos, embora tenha passado despercebido durante muito tempo nos EUA, foi justamente o clima gay de A Vingança de Freddy o que garantiu seu sucesso na Europa o transformando em um cult instantâneo. Foi somente em 2010 que o roteirista Chaskin abriu o jogo e confessou suas intenções, mas afirmando que era para ser uma mensagem sutil. E talvez tenha sido, para uma era de exageros como os anos 1980. Hoje, basta uma segunda olhada para que o longa seja visto com suas reais conotações.

Apesar de ser considerado um terror gay, a controvérsia de A Hora do Pesadelo 2 reside no fato do longa ser considerado também homofóbico. No documentário de 4 horas de duração Never Sleep Again: The Elm Street Legacy (2010), um dos mais completos arquivos sobre toda a franquia, o trecho sobre a parte dois, fazendo uso de entrevistas com os principais envolvidos, é um dos mais esclarecedores. Aparentemente, o ator Mark Patton, que vive o protagonista Jesse, hoje um gay assumido (mas na época ainda no armário), se afastou do mundo do entretenimento após seu trabalho neste filme. O ator buscava o estrelato e se sentiu extremamente traído pelo material visto em tela – como dito, a maioria não sabia, ou fingia não saber de tal subtexto. O caso segue vindo à tona e ano passado outro documentário foi lançado, este intitulado Scream, Queen! My Nightmare on Elm Street (2019), retrospectiva do filme cult e do ator Mark Patton.

O conceito aqui é o seguinte: Freddy Krueger neste filme é uma analogia da descoberta da sexualidade. E no caso de Jesse, da descoberta de sua homossexualidade. É um coming of age no qual o protagonista vê aflorar, tem sonhos (ou pesadelos) com algo que quer dominar seu corpo, sua vida, algo tido como ruim, como monstruoso, que ele precisa lutar para esconder. Freddy quer usar seu corpo para poder sair das sombras, para poder existir fora dos sonhos. Jesse tem uma pretendente nas formas de Lisa (Kim Myers, escolhida por sua semelhança física com Meryl Streep), mas ele não se sente confortável em se entregar a ela. Ele tenta, mas termina sempre voltando aos braços de Ron Grady (Robert Rusler, de Mulher Nota Mil). Para Jesse, Lisa é uma amiga. Já Ron, o que começa como uma rivalidade, uma implicância, desenvolve para uma relação de confidência. As picuinhas envolvem arriar as calças um do outro. E num momento nada sutil, o clima esquenta entre Jesse e Lisa numa cabana perto da piscina. Beijos e amassos, mas quando o ato está para ser consumado, Jesse hesita, fica assustado e foge. Algo não o permite, por mais que tente. É o “monstro”. Ele corre para a casa de Ron, prefere estar por lá, à noite a sós com ele em seu quarto, escondido, mesmo que seja para confessar o que não foi capaz de fazer. Ron retruca, “ela está lá e você prefere ficar aqui comigo?”.

Fora isso, temos, é claro, a infame cena da dancinha, na qual Jesse, sozinho no quarto, usando adereços dignos de Elton John, rebola num ritmo pra lá de homoerótico ao som de “Touch Me (All Night Long)”, da banda Wish com Fonda Rae. A cena é referência à Negócio Arriscado (1983), com Tom Cruise. Temos também seus gritos de medo, estridentes, superagudos e femininos. Mas os elementos gays do filme não se concentram apenas no protagonista. Num nível mais hardcore, temos o personagem do treinador Schneider (Marshall Bell), o professor de educação física que adora punir seus alunos homens e… espioná-los tomando banho no vestiário. Como se não bastasse, num de seus “pesadelos”, Jesse vagueia até um clube de sadomasoquismo gay e quem ele encontra por lá? Justamente o treinador Schneider, um frequentador assíduo. Como forma de “punição”, o tutor leva o rapaz de volta ao colégio e o “castiga” no chuveiro. Porém, o caçador vira a caça quando Jesse “assume seu lado Freddy” e o “mata” jogando bolas em seu rosto, tirando sua roupa, o amarrando nu nas duchas, e chicoteia seu traseiro com toalhas. Somente para descobrir que nada disso havia sido sonho.

Por um lado, A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy pode ser considerado muito corajoso, ainda mais se levarmos em conta o período ultraconservador, de machões que só viviam para distribuir sopapos e levar uma fila de mulheres para a cama, numa verdadeira competição de testosterona que foram os anos 1980 – sem muito espaço para qualquer outra opção sexual que não fosse hétero. Pegar um filme de sucesso e subverte-lo numa obra gay, não é algo visto sequer nos dias de hoje. Por outro lado, a forma como foi feito, mesmo que o espaço encontrado na época tenha sido apenas esse, pode não ser a melhor das mensagens e representações para a comunidade.

Embora a reclamação de Mark Patton seja em relação ao filme tê-lo arrancado do armário à força na época, e o ator ter abraçado em partes a obra como cult hoje, existe uma grande problemática nesta trama subliminar. O que acontece é que Freddy, a homossexualidade enrustida de Jesse, no filme é tratado como algo a ser combatido e derrotado. Como algo ruim, algo maligno que está saindo de dentro dele e de seu controle,  que faz vítimas ao redor, e seu relacionamento com Grady termina inclusive de forma trágica, com o pai do rapaz presenciando o destino do filho. Lisa, a “namorada”, está o tempo todo ao seu lado, apesar de suas “esquisitices”, lutando para que seu “lado sombrio” não se manifeste. No final, Freddy (já nas formas de Jesse) é derrotado por um beijo de Lisa, como se através de um relacionamento hétero (“o amor verdadeiro”) a sombra “do mal” se extinguisse. Assim, o lado obscuro do protagonista o deixa finalmente, e ele está livre para assumir sua sexualidade ao lado de Lisa. Mas por quanto tempo?

 

A conclusão de A Vingança de Freddy, fosse essa a intenção ou não, hoje pode ser muito lida quase como “a cura gay”. O filme estreou no dia 1º de novembro de 1985, em quarta posição no ranking das bilheterias norte-americanas, enfrentando a pesada concorrência de Desejo de Matar 3, Viver e Morrer em Los Angeles e O Fio da Suspeita. No Brasil, chegou novamente com dois anos de atraso. Seja por qual motivo, apesar do sucesso, a franquia sofreria um leve hiato e só viria a lançar um novo produto dois anos depois, em 1987.

E você, já havia percebido esta conotação sexual em A Vingança de Freddy? Curte o filme? Comente.

Crítica | Sobrenatural: A Origem

Um filme de terror da nova safra meia boca, que deixa uma pulga na orelha de todo cinéfilo quando os créditos começam a rolar. Precisamos fazer alguns questionamentos. É esse o terror que queremos? É isso que visamos quando pensamos em um bom filme deste gênero? O que queremos assistir?

Faço essas perguntas por que a maioria dos realizadores convencionou que o que o público quer é susto e nada além disso. Desse jeito fica “fácil” fazer cinema. Um silêncio aqui, um barulho mais alto ali e… Voilà, temos um filme de terror. E não que eu queira atribuir a culpa disso ao espectador, a natureza disto me parece como um ciclo vicioso. Se há uma demanda para este cinema, haverá abutres dispostos a suprir esta demanda; o que quero dizer é que nós como espectadores, temos que observar este maniqueísmo barato, discuti-lo e rejeita-lo quando possível.

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É até injusto eu atentar para isto em ‘Sobrenatural: A Origem‘, já que o filme não é o melhor exemplo dessa safra, mas ele veio logo depois de alguns outros desta categoria. Nesse sentido, o filme até que apresenta certa atmosfera de terror, embora empurrada goela abaixo, e poucos sustos justificados, sendo a maioria aumentos de volume súbito, como quando esquecemos que o som está no volume máximo e colocamos alguma coisa para tocar.

O filme é o terror clássico de possessão. Quinn (Stefanie Scott) é uma garota que sente a falta da mãe, falecida há pouco tempo por um câncer, e que é assombrada por uma entidade misteriosa. Quinn mora com o pai e com um irmãozinho pequeno. A história tem um viés de superação, já que essa entidade ataca apenas o Pai, a filha e uma médium que entra na história após receber uma visita da jovem. Todos estes tentando tocar a vida pra frente após perder um ente querido.

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Esse aspecto não é explorado, de fato, para o que o filme se propõe. Não se vê uma associação ou simbolismo mais claro entorno disso, embora a transição do lamento para a aceitação seja facilmente identificável, não parece que o cineasta quer dizer isso, já que tudo funciona em função de alguns sustos; uns baratos e outros nem tanto, o que é uma pena, já que da metade do filme para frente criei expectativa de um desfecho que ressaltasse esse aspecto e apesar dos sustos, da agonia e repulsa, na maioria dos casos, que se imprime no espectador, a esperança fosse o sentimento final.

Embora hajam alguns sustos devidamente preparados por uma camada narrativa, como no grande acidente que é bem montado, antecedido por uma série de diálogos que te fazem esquecer que aquele filme é de terror (nesse momento pulei da cadeira), há diversos momentos em que o cineasta abre mão dessa preparação para simplesmente assustar com maçanetas e sinos que, convenientemente, fazem barulho após um momento de silêncio. Mas isso não é o que mais preocupa, os personagens e as situações são manjadas e não diferem em nada das convenções do terror.

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Alguns aspectos da história e caracterização são idênticos a ‘Jessabelle‘, um outro filme de 2015 do mesmo estilo meia boca de se fazer terror. A superstição, bem como a falta de luz nos lugares e o plano e contra plano Hitckockiano (quando vemos o personagem e logo em seguida o que ele vê) estão presentes nos dois. As situações batem exatamente uma com a outra. Os dois filmes contém meninas que acabaram de passar por uma perda, são assombradas por uma entidade e até ficam impossibilitadas de caminhar por conta dos mesmos acidentes.

As repetições estéticas de ‘Sobrenatural: A Origem‘ funcionam, em um primeiro momento, mas são utilizadas com tanta repetição que a partir de um momento, esses recursos acabam perdendo força e acostumando o espectador a sua utilização, tornando-se mais fracos no decorrer no tempo. O filme é escuro a todo o momento, mesmo nas ocasiões mais normais como nos diálogos mais simples, não possuindo nenhum momento de claridade.

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O filme chega tropeçando no final, embora as viagens “ao outro mundo” feitas pela médium, Elise (Lin Shaye), adicionem suspense e medo daquele universo, as repetições tratam de te puxar para fora, revelando um terror preocupantemente popular nesses últimos anos. Filmes sem personalidade, sensibilidade ou cuidado, em que seus realizadores se portam como abutres, contentando-se com a carcaça deixada por outros e nunca se preocupando em ir além disso (me desculpem os abutres pela comparação, acho-os animais fascinantes, mas não pensei em comparação melhor).

‘Cães de Berlim’: Nova série de ação da Netflix ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer da sua nova série de ação, ‘Cães de Berlim‘ (Dogs of Berlin).

Confira:

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 7 de dezembro.

Após o assassinato de um astro do futebol, dois detetives de personalidades opostas embarcam em um intenso confronto com o submundo de Berlim.

Felix Kramer, Anna Maria Mühe Urs Rechn estrelam.

 

Patrick Wilson e Vera Farmiga revelam o motivo de terem voltado para ‘Annabelle 3’

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo dos bastidores do terror ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘, com Patrick Wilson e Vera Farmiga revelando o que os fez retornar para o universo da franquia.

Assista:

Assista a crítica:

Crítica | Annabelle 3: De Volta para Casa diverte, mas não assusta

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘The Sinner’: Matt Bomer busca vingança no trailer do ÚLTIMO episódio da 3ª temporada

O canal USA Network divulgou trailer do último episódio da 3ª temporada de ‘The Sinner‘.

Confira:

O desfecho da temporada irá estrear no dia 26 de março.

Bill Pullman retorna como o detetive Harry Ambrose. Matt Bomer estrela o novo ciclo.

Na nova trama, Ambrose investiga um acidente de carro fatal em Nova York, o que o leva a um crime secreto que o coloca no caso mais perigoso e perturbador de sua carreira.

No Brasil, a série foi lançada pela Netflix e os dois primeiros anos estão disponíveis em seu catálogo.

‘The Sinner’: Elisha Henig revela os segredos sombrios da 2ª temporada em entrevista EXCLUSIVA 

‘Glow’: Atriz fala sobre o futuro da série após o cancelamento

Em entrevista ao EW, Alison Brie falou sobre o futuro de ‘Glow‘, após a série ter sido abruptamente cancelada pela Netflix, comentando a possibilidade de um filme para dar um conclusão digna à trama da produção.

“Acredito que um filme poderia dar conclusão à trama. Eu sou um pouco pessimista sobre as chances disso realmente acontecer, considerando tudo o que passamos nesse ano e as dificuldades de retornar à produção por causa do COVID. E eu também fiz parte do elenco de ‘Community’, que tem tentado desenvolver um filme por seis anos, então não estou segurando o meu fôlego. Se acontecer, levará algum tempo.”

Ele continua, “[O cancelamento] definitivamente foi uma pena. Vou sentir falta daquelas mulheres incríveis, e Marc Maron e Chris Lowell. Mas nós tivemos sorte porque fizemos três temporadas perfeitas. Eu amo muito essa série e ela viverá pra sempre na Netflix. As pessoas ainda podem reassisti-las.”

A série havia sido renovada para a 4ª (e última) temporada, mas a Netflix voltou atrás na decisão por causa da pandemia de coronavírus e cancelou a produção.

Crítica | GLOW – Temporada 3: O auge de uma das melhores séries da Netflix

Baseada na adorada série dos anos 80, ‘GLOW‘ conta a história fictícia de Ruth Wilder (Alison Brie). Ruth é uma atriz desempregada e batalhadora em Los Angeles nos anos 80, que encontra sua última chance de virar estrela ao entrar de cabeça no mundo do glitter e dos colãs da luta livre de mulheres.

‘New Amsterdam’: Atriz de ‘True Blood’ entra para o elenco da 4ª temporada

De acordo com o TVLine, Michelle Forbes (‘True Blood’) entrou para o elenco da 4ª temporada de ‘New Amsterdam‘, em caráter recorrente.

A atriz irá interpretar a Dra. Veronica Fuentes, uma médica calma e destemida que chega ao hospital para “reconstrui-lo”.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª temporada!

Na série, que é inspirada por Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

 

Fofo! Ryan Reynolds parabeniza Walker Scobell por sua escalação em ‘Percy Jackson’

Através do seu Twitter, o astro Ryan Reynolds (‘Deadpool’) parabenizou Walker Scobell, com quem dividiu a cena no filme ‘O Projeto Adam‘, por ter sido escalado como o protagonista da série ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, que está sendo desenvolvida pelo Disney+.

“Acho que isso me torna a versão mais velha do Percy Jackson? Parabéns, Walker Scobell! Para mim, você sempre foi um semideus,” comentou o ator.

A produção será baseada na popular saga de fantasia de Rick Riordan.

De acordo com a descrição oficial do personagem, divulgada pela Variety,  Percy é “um garoto inteligente e compassivo com um senso de humor afiado. Ele sempre se viu como um estranho, em grande parte por causa de como o mundo vê seu TDAH e dislexia. Ele é impulsivo e indisciplinado e se irrita rapidamente quando as coisas parecem injustas para ele. Mas por baixo de seu cinismo está um filho carinhoso e amigo leal que só quer fazer o certo por aqueles com quem se importa. Se ele pudesse encontrar um lugar onde ele se encaixa.”

A 1ª temporada da atração contará com oito episódios.

Lembrando que o roteiro da atração está sendo escrito pelo próprio Riordan, em parceria com Jon Steinberg (‘Black Sails’).

Como alguns fãs ficaram desapontados com o resultado dos dois filmes estrelados por Logan Lerman, Riordan garantiu no ano passado que a série não vai repetir os erros das adaptações anteriores e a espera vai valer à pena.

“Ter todos juntos para alinhar nossas visões para a série foi extremamente útil, e acho que muita confusão foi resolvida (falando pelo meu próprio eu confuso, de qualquer maneira!). A boa notícia é: a liderança está organizada sobre como fazer essa série… E fazê-la direito. Muitos deles têm filhos que cresceram lendo ‘Percy Jackson’ também, então eles entendem. Eles entendem que existem milhões e milhões de fãs esperando ansiosamente para ver ‘Percy Jackson’ ganhar vida de uma nova maneira. Nós nos sentimos apoiados e ouvidos, e estou mais confiante do que nunca de que o programa está avançando. Vocês todos fizeram a diferença. Sempre fazem. Aparecendo nas redes sociais, compartilhando sua empolgação com a série… A Disney enxerga vocês. Eles ouviram vocês e querem fazer o certo por vocês, fãs de Percy. Isso, para mim , é a prioridade número um, então estou feliz!” 

“A melhor parte é que James Bobin está à bordo como diretor do nosso piloto”, ele comentou. “James é uma pessoa incrível e um diretor incrivelmente talentoso, alguém que conhece bem os livros da saga ‘Percy Jackson’. Seus filhos são fãs dos livros,. então estamos em boas mãos. Agradeço a todos vocês por seu entusiasmo pela série. Vai ser incrível!”

Segundo o autor, a Disney vai investir alto na série e o orçamento será similar ao de ‘O Mandaloriano‘ e ‘WandaVision‘ – que custaram em média de US$ 100 milhões na primeira temporada.

A série ainda não tem previsão de lançamento.

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘1899’ é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘1899‘ depois de apenas uma temporada.

A notícia foi compartilha pelo cocriador Baran bo Odar, que declarou: “É com o coração pesado que anunciamos que ‘1899’ não foi renovada. Nós teríamos amado finalizar essa incrível jornada com uma segunda e terceira temporada, como fizemos com ‘Dark’. Mas, infelizmente, nem sempre as coisas saem como planejado. A vida é assim. Sabemos que essa notícia irá decepcionar milhões de fãs, mas agradecemos a eles do fundo do nosso coração por fazerem parte dessa incrível aventura. Nós amamos vocês. Nunca se esqueçam.”

Vale lembrar que a série passou por uma grande polêmica após o seu lançamento, sendo acusada de plágio pela ilustradora e quadrinista brasileira Mary Cagnin. A artista havia alegado que diversos elementos da série foram copiados de sua HQ ‘Black Silence‘, publicada em 2016.

A história da série gira em torno das circunstâncias misteriosas da viagem de um navio de imigrantes da Europa para Nova York. Os passageiros, todos com experiências e nacionalidades diferentes, são unidos pelas esperanças e pelos sonhos de um novo século e um futuro em outro país. Quando descobrem um segundo navio vagando no mar aberto que havia desaparecido meses atrás, a jornada toma um rumo inesperado. O que eles encontram a bordo vai transformar a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal, conectando cada um deles a uma teia de segredos.

Palhaço Art toca o TERROR durante o Natal em novo cartaz de ‘Terrifier 3’; Confira!

O relançamento de ‘Terrifier 2‘ nos cinemas norte-americanos trouxe novidades exclusivas do terceiro capítulo da sangrenta franquia. Além do teaser do novo filme, que será exibido ao final das sessões, os espectadores também receberam o primeiro cartaz do terceiro capítulo.

A arte, que ainda não foi divulgada oficialmente na internet, destaca o psicótico Palhaço Art tocando o terror durante o Natal.

Confira:

Anteriormente, o diretor Damien Leone havia afirmado que a cena de abertura do novo filme será “muito controversa”: “Nos primeiros 5 minutos deste filme, um estúdio nunca me deixaria filmar o que planejo filmar.”

Leone também compartilhou sua decisão de produzir o filme de maneira independente, citando a natureza audaciosa e radical do conteúdo que ele deseja explorar.

“Então guarde minhas palavras, garanto que os primeiros 5 minutos desse filme serão muito controversos. Mas essa nem é a grande cena de morte. Então é por isso que eu pensei, eu preciso fazer esse filme sozinho, porque é muito… é muito insano.”

Embora a trama de “Terrifier 3” esteja sendo mantida em sigilo, é confirmado o retorno de membros chave da equipe e do elenco. David Howard Thornton e Lauren LaVera reprisarão seus papéis, enquanto o roteirista e diretor Damien Leone e o produtor Phil Falcone também estarão de volta para dar continuidade ao terror.

As filmagens de ‘Terrifier 3‘ têm previsão de início entre novembro e dezembro deste ano, e a expectativa é de que o filme chegue às telonas no final de 2024. Com um orçamento significativamente maior do que seu antecessor, a produção promete elevar o nível de terror e impacto visual.

‘Terrifier 2‘ surpreendeu ao arrecadar mais de US$ 15 milhões nas bilheterias globais, destacando-se com sua violência gráfica e efeitos práticos marcantes. Com uma pontuação de 85% e 80% entre críticos e público, respectivamente, no Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma base sólida de fãs.

Anteriormente, o diretor Damien Leone confirmou que ‘Terrifier 3‘ está em desenvolvimento, afirma que o próximo capítulo será “o mais aterrorizante da franquia”:

“Um dos meus principais objetivos para Terrifier 3 é recapturar o fator de fluência presente no curta-metragem original. Isso tinha uma atmosfera genuinamente assustadora da qual ainda me orgulho. Se tudo correr como planejado, a parte 3 será o filme mais aterrorizante da franquia”, afirmou.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

 

Megan Fox é uma androide assassina no trailer do terror ‘Subservience’; Confira!

O terror de ficção científica ‘Subservience‘, que traz a Megan Fox (‘Garota Infernal’) como uma androide assassina, ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

S.K. Dale (‘Até a Morte’) é responsável pela direção.

A trama segue um pai que compra uma androide para ajudar a cuidar da casa e sua família… até ela ganhar consciência e se tornar mortal.

Michele Morrone, da franquia ‘365 Dias‘, também estrelará a produção.

“Megan e Michele são perfeitos para esse thriller provocativo! Esse será o terceiro filme da Megan com a gente, que também contará com o talento de Michele para adicionar ainda mais profundidade aos nossos protagonistas. Também estamos ansiosos para ver a reunião entre a Megan e o diretor S.K.,” declarou Jeffrey Greenstein, presidente da produtora Millennium Media.

O roteiro foi assinado por Will Honley (‘Escape Room 2: Tensão Máxima’) e April Maguire (‘Lost Girls’).

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento.

A Longa Marcha: Caminhe ou Morra

(The Long Walk)

 

Elenco:

Judy Greer
Mark Hamill
Charlie Plummer

 

Direção: Francis Lawrence

Gênero: Terror

Duração: 108 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 18 de Setembro de 2025

Sinopse: 

Em A LONGA MARCHA: CAMINHE OU MORRA, 100 garotos devem caminhar por rodovias e estradas dos Estados Unidos acima de uma velocidade mínima estabelecida em um percurso anual que reúne milhares de espectadores em um jogo doentio. Para se manter na disputa, eles não podem diminuir nem um pouquinho o ritmo e nem parar. Cada infração às regras do jogo lhes confere uma advertência.

Crítica: 

Crítica | ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ é um visceral e envolvente suspense distópico

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo do mestre do terror Stephen King, assinado sob o pseudônimo Richard Bachman;

» O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Os Abandonados’: Série faroeste com Lena Headey e Gillian Anderson é CANCELADA pela Netflix

A Netflix cancelou oficialmente a série de faroeste ‘Os Abandonados‘ (The Abandons) depois de apenas uma temporada.

Estrelada por Lena Headey (‘Game of Thrones’) e Gillian Anderson (‘Arquivo X’), a produção passou apenas duas semanas no TOP 10 das produções mais assistidas do serviço de streaming.

Ao total, o seriado registrou apenas 19.8 milhões de visualizações em seus primeiros 28 dias.

Além da péssima recepção por parte dos críticos – alcançando apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a produção também passou por problemas nos bastidores, com o seu criador, Kurt Sutter, abandonando o projeto antes do fim de suas filmagens.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em Washington, na década de 1850, duas famílias lideradas por matriarcas poderosas, uma rica e outra pobre, lutam pela supremacia em uma fronteira sem lei.

O elenco ainda conta com Nick Robinson, Diana Silvers, Aisling Franciosi, Lucas Till, Lamar Johnson e Natalia Del Riego.

A série foi criada por Kurt Sutter (‘Filhos da Anarquia’).

Escritor George R.R. Martin cria estúdio de cinema nos Estados Unidos

O escritor George R.R. Martin está ampliando sua atuação no meio cinematográfico. Segundo o jornal Albuquerque, o mestre por trás das ‘Crônicas de Gelo e Fogo’ e todo o universo de ‘Game of Thrones‘, lançou um projeto intitulado Stagecoach Foundation.

De acordo com a publicação, a iniciativa é um estúdio alocado em Santa Fé, Novo México, onde o escritor reside. Um prédio de 30 mil metros quadrados foi doado ao autor, para o escritório sem fins lucrativos e para a realização de produções. O espaço estará aberto para trabalhar tanto com grandes filmes hollywoodianos como com novos cineastas.

Segundo o prefeito da cidade de Santa Fé, Javier Gonzales, a presença do estúdio aumentará as chances de trazer mais novas produções para a cidade. Além disso, circula rumores de que os irmãos Joel e Ethan Coen, os cineastas por trás de ‘Fargo’ e ‘Onde Os Fracos Não Tem Vez’, estariam planejando usar o Stagecoach Foundation para um de seus próximos projetos.

Ainda não se sabe qual será o grau de envolvimento de Martin no estúdio, mas especula-se que com o novo espaço, o escritor venha a atrasar ainda mais a finalização do livro ‘The Winds of Winter’, a sexta continuação da saga de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’.

 

‘Lost’: Revival da série é “possível”

Lost’ foi uma das séries mais amadas dos anos 2000 e ainda que seu final tenha deixado a desejar para os fãs, o fascínio pela produção permanece latente.

E embora exista o desejo e até mesmo boatos de um revival da série de J.J. Abrams, nenhuma conversa oficial aconteceu.

Segundo a presidente da ABC, Channing Dungey, não existem planos concretos, mas a ideia não está fora da mesa, tão pouco seria impossível de se tornar real.

Durante a coletiva de imprensa do Television Critics Association, ela disse ao TVLine:

“Não tivemos nenhuma conversa oficial sobre isso. Esse assunto é algo que está naquela lista de ‘não seria incrível se nós…’, mas neste momento o revival se encontra apenas ali mesmo”.

‘Lost’ teve 118 episódios e foi originalmente transmitida entre 2004 e 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo.

‘Guardiões da Galáxia 3’ ganha título de produção

Embora a produção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ esteja sofrendo alguns entraves, mediante a saída de James Gunn da direção, a sequência já ganhou um título de produção provisório.

Segundo o Production Weekly, o longa recebeu o nome de ‘Hot Christmas’. Vale ressaltar que a escolha em questão é meramente estratégica para a execução dos trabalhos e não sugere nenhum detalhe ou revelação crucial em relação à trama.

E com o anúncio, os fãs mais curiosos e ansiosos poderão procurar detalhes e atualizações referentes ao andamento da produção.

A continuação segue sem diretor e sem a confirmação oficial de que o roteiro escrito por Gunn será genuinamente usado.

Crítica em Vídeo | ‘História de um Casamento’: Scarlett Johansson a caminho de uma indicação ao Oscar

Filme assistido durante o Festival Internacional de Toronto

A nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de conferir, com EXCLUSIVIDADE, o emocionante drama familiar História de um Casamento, estrelado por Scarlett Johansson e Adam Driver.

Mas será que a produção original da Netflix tem chances no Oscar? Seria essa a primeira indicação de ScarJo à estatueta? Confira sua análise, SEM SPOILERS, e descubra quais são as possibilidades do filme se dar bem na temporada de premiações!

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por  Noah Baumbach, que foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo drama ‘A Lula e a Baleia‘.

Crítica TIFF | História de um Casamento – A chance de Scarlett Johansson no Oscar 2020

A produção conta a história de um diretor de palco (Driver) e de sua esposa e atriz (Johansson), que lutam contra um penoso divórcio, que vai levá-los aos seus pontos mais extremos, tanto em termos pessoais como criativos.

O elenco ainda conta com Laura Dern, Ray Liotta, Merritt Wever e Alan Alda.

‘História de um Casamento’ estreia na Netflix no dia 6 de dezembro.

‘Red Notice’: Filme da Netflix com Gal Gadot ganha nova imagem dos bastidores; Confira!

A produção de ‘Red Notice‘, novo filme de ação da Netflix estrelado por Gal Gadot, Ryan Reynolds e Dwayne Johnson, ganhou uma nova imagem dos bastidores, que traz o trio de protagonistas em destaque.

A imagem, compartilhada por Gadot por meio de sua conta oficial do Instagram, traz o elenco recebendo alguns direcionamentos do diretor.

Na publicação, a atriz ainda aproveitou o registro para desejar um feliz aniversário a Reynolds, que completou 44 anos no último sábado (24).

Confira:

“Essa foto foi tirada enquanto Rawson Marshall Thurber fazia um grande discurso para o aniversário do Ryan Reynolds e antes disso, todos nós começamos a cantar canções de aniversário em hebreu, enquanto bebíamos gin e tequila…Bem, não exatamente…Infelizmente, eu não estou gravando hoje, mas pensei em mandar um grande abraço de forma bem elaborada para o aniversário de Ryan! Parabéns amigo”.

Recentemente,  Reynolds recorreu às redes sociais para mostrar como é o cenário do filme de grande orçamento, além de revelar os lugares incomuns para os quais sua mente vagueia quando deveria estar trabalhando.

Confira:

Na trama de ‘Red Notice‘ (Rawson Marshall Thurber), Dwayne Johnson interpreta um agente da Interpol que busca um ladrão internacional de obras de arte (Ryan Reynolds), conhecido por ser o mais procurado no mundo.  

A estreia acontece em 2021.

‘Noite Passada em Soho’: Suspense com Anya Taylor-Joy conquista 73% de aprovação no RT

O aguardado suspense ‘Noite Passada em Soho‘, estrelado por Anya Taylor-Joy, estreia nos cinemas nesta quinta-feira (28) e as primeiras avaliações da crítica especializada internacional já estão entre nós.

E abrindo com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu elogios pelas performances das atrizes Thomasin McKenzie e Taylor-Joy, bem como pela construção do terror.

De acordo com o consenso geral, “embora lute para manter seu impulso inicial emocionante, ‘Noite Passada em Soho’ mostra flashes de Edgar Wright em sua forma mais elegante e ambiciosa”. 

Confira as principais avaliações:

“Embora Wright não consiga sustentar a tensão durante a meia hora final, Noite Passada em Soho é cheia de prazeres sombrios”. – Moira MacDonald, Seattle Times

“Há muito o que gostar nas partes constituintes do Soho’, mas não há tempo suficiente para saborear genuinamente qualquer uma delas”. – Michael O’Sullivan, Washington Post

“Noite Passada em Soho é cheia de cor e escuridão, e sua mistura de passado e presente evoca uma das maiores cidades do mundo. Isso nunca para”. – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle

“Wright precisava tornar esse projeto realmente horrível ou exagerado. Fazer a coisa pela metade não é uma opção viável”. – Dwight Brown, National Newspaper Publishers Association

“Tirando algumas ideias que são simples, este é um filme de terror belamente feito que utiliza habilmente o talento assustador de suas jovens estrelas e atrai Wright para um capítulo novo e emocionante”. – Beth Webb, Empire Magazine

“McKenzie e Taylor-Joy são os dois lados da mesma moeda. Suas atuações são a melhor coisa sobre o filme, que é bom – mas não tão bom quanto poderia ter sido”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic

Confira o trailer:

Além de dirigir, Edgar Wright também assina o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Matt Smith. Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

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Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features

‘Ginny & Georgia’ lidera ranking de audiência da Nielsen com estreia da 3ª temporada

A nova temporada de ‘Ginny & Georgia‘ chegou com tudo. Com o lançamento da 3ª temporada em 5 de junho, a série da Netflix acumulou impressionantes 2,88 bilhões de minutos assistidos entre os dias 2 e 8 de junho, segundo dados da Nielsen. O desempenho garantiu à produção o primeiro lugar absoluto nas plataformas de streaming durante o período.

Embora a Nielsen não separe os dados por temporada, o relatório destaca que foi a quarta melhor semana de um título em 2025, atrás apenas da estreia da 2ª temporada de ‘Round 6‘ (Squid Game), do retorno de ‘O Agente Noturno‘ e de outro fenômeno pontual.

Em segundo lugar, a surpresa da semana: ‘O Contador 2‘, que após sua breve passagem pelos cinemas, chegou ao Prime Video e acumulou 1,38 bilhão de minutos assistidos. É raro um filme figurar entre os cinco mais assistidos, já que séries naturalmente têm mais conteúdo e tempo total de exibição — o que torna esse feito ainda mais notável.

O sucesso da sequência também impulsionou o original ‘O Contador‘ (2016), que ficou em quinto lugar entre os filmes mais vistos da semana com 308 milhões de minutos somados entre Max e Prime Video.

Outros destaques da semana
Animal Kingdom‘, drama policial da TNT, ficou em terceiro lugar no ranking geral, com 1,1 bilhão de minutos assistidos.

Também da Netflix, as produções ‘Dept. Q‘ e ‘Até a Última Gota‘ ocuparam a quarta e quinta posições, respectivamente.

Love Island USA‘ retornou com tudo na estreia da 7ª temporada, garantindo 772 milhões de minutos assistidos e o oitavo lugar geral. A temporada vem quebrando recordes de audiência da versão americana do reality.

Já ‘Stranger Things‘ provou que ainda tem força: após o anúncio oficial das datas da temporada final, a série retornou ao ranking de originais com 441 milhões de minutos, mostrando o poder duradouro da franquia mesmo com longos hiatos.

Com sua mistura de drama familiar, humor ácido e mistério, Ginny & Georgia parece ter encontrado uma fórmula certeira para manter seu lugar entre os maiores sucessos da Netflix — e os números desta nova temporada só confirmam isso.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

RJ Cyler ainda tem ideias para uma sequência de ‘Power Rangers’

Power Rangers 2‘ ainda não foi confirmado oficialmente, mas isso não quer dizer que RJ Cyler, que viveu o Ranger Azul, não tenha ideias para a sequência.

Apesar da recepção morna, Cyler foi um dos pontos positivos do filme, de acordo com os críticos, e também teve boa aceitação pelo fãs. E enquanto muitos estão esperando a introdução do Ranger Verde, o ator quer mais é ver como seu personagem cresceria. Em entrevista a Inverse, ele contou:

“Billy definitivamente será o mesmo, mas ele ficará mais confortável porque agora tem amigos. Ele tem outras coisa a fazer além explodir coisas. Ele não tem apenas a ciência, agora tem Jason e Zack e Kimberly. No segundo filme, você definitivamente verá uma pessoa mais confiante e mais forte”

Esperamos ver mais do Ranger Azul no futuro próximo.

Para aqueles que tinham esperança, ‘Power Rangers 2‘ ainda pode acontecer, esclarece representante da Saban em declaração oficial, negando que estejam descartando uma possível sequência para o filme.

“A franquia continua tão forte e entusiasmada quanto ao seu futuro como sempre esteve. Power Rangers continua a ser proprietária e renovar centenas de registros de marcas em todo o mundo, inclusive para o filme de 2017. O processo de registro de marca é muito matizado; e o status não tem influência sobre a nossa propriedade ou os planos futuros para Power Rangers “.

‘Power Rangers’ deixou vários ganchos para uma continuação, incluindo um possível retorno para a Rita Repulsa de Elizabeth Banks e a introdução de Tommy como o Ranger Verde. Será que ainda vai acontecer?

Leia mais informações sobre o cancelamento da continuação:

 

Recentemente, o diretor Dean Israelite afirmou que ainda haviam – poucas – esperanças para o filme acontecer.

“Isso não depende de mim, mas eu sei que a Lionsgate e Saban estavam conversando sobre isso seriamente, buscando uma forma de levar o projeto adiante”.

Lord Zedd seria o vilão de ‘Power Rangers 2’ – saiba mais!

‘Power Rangers 2’ pode ser CANCELADO após fracasso nas bilheterias 

Crítica | Power Rangers

 

 

‘Os Incríveis 2’: Otaviano Costa e Evaristo Costa jogam o jogo do banquinho do Raul Gil

A animação da Disney/Pixar‘Os Incríveis 2’, teve quatro nomes anunciados na dublagem nacional: Otaviano Costa, Evaristo Costa, Flávia Alessandra e o apresentador Raul Gil.

Ambos dublarão o outro time de super-heróis que irá ajudar a família Pêra. Para comemorar, eles participaram do famosos “jogo do banquinho”, do programado do Raul Gil. Assista:

De acordo com novas previsões, a sequência da Pixar, ‘Os Incríveis 2‘, pode se tornar a maior abertura da história da empresa de animação. As informações são do THR.

A animação deve arrecadar em torno de US$ 140 milhões no seu primeiro fim de semana, batendo assim o número de ‘Procurando Dory’, atual recordista, com US$ 135 milhões. Além disso, o número também é o dobro da estreia do filme original, de 2004, que fez “apenas” US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

‘Os Incríveis 2’ tem lançamento previsto para 28 de junho de 2018.

Titanic 108 anos | Curiosidades sobre o naufrágio mais famoso da história

O acidente naval mais famoso da história completa 108 anos na madrugada desta terça para quarta. Uma história de amor impossível em meio ao naufrágio encantou o mundo e conquistou nada menos que 11 Oscars. Além de lançar a carreira de Leonardo DiCaprio rumo ao estrelato, o filme atiçou a curiosidade de muita gente acerca do que havia realmente acontecido com o gigante de aço da White Star Line, e até hoje o barco segue navegando pela imaginação das pessoas. Neste aniversário, o CinePOP separou algumas curiosidades sobre o caso.

O Navio está se desintegrando

Habitando o fundo do Oceano Atlântico, próximo ao Canadá, há exatos 108 anos, o Titanic começou a se deteriorar. Enquanto parte do navio está em boas condições, o setor que comportava os alojamentos dos oficiais da tripulação, incluindo a cabine do capitão, está sofrendo o efeito da corrosão causada pela salinidade da água e pelas bactérias que se alimentam de metais. Os pesquisadores já avisaram que a desintegração natural do navio não vai parar, e o próximo setor a ser corroído é o dos grandes salões.

Encontro fatalO iceberg que causou o rompimento do casco do Titanic estava na região há mais de 2 mil anos. E, segundo estudos, o encontro dos dois poderia ter sido evitado caso o Capitão Edward J. Smith tivesse recebido o alerta de iceberg 30 segundos antes do tardio aviso. O choque com o gelo danificou de seis a sete estanques dianteiros. Quando o navio foi projeto, as medidas de segurança previam que ele aguentaria navegar com até quatro estanques danificados. Até hoje, o incidente com o Titanic é o único caso de um navio afundado após colisão com um iceberg.

 

Tinha animais no navio

O Lulu da Pomerânia sobreviveu por mais 7 anos depois do acidente

Sempre que se fala no naufrágio do Titanic, são citados os cerca de 2.200 passageiros que embarcaram e que aproximadamente 1.500 pessoas morreram após a colisão contra o iceberg. Porém, um número curioso do acidente é que havia cachorros no barco, mas apenas 3 deles sobreviveram. No filme de James Cameron, a Rose velhinha (Gloria Stuart) tem um Lulu da Pomerânia. Foi uma homenagem do diretor a um dos três cachorrinhos que sobreviveram. A passageira Margaret Bechstein Hays levou seu cãozinho clandestinamente para o barco. No momento do naufrágio, Hays foi uma das que conseguiram subir à bordo de um dos botes. Ela retribuiu a lealdade de seu Lulu da Pomerânia, levando o mascote junto para o bote salva-vidas número 7. O doguinho ficou vivo até 1919.
Os outros dois cachorrinhos sobreviventes foram o mascote de Elizabeth Rothschild – um cachorro de data não identificada -, que se recusou a embarcar no bota número 6 se não pudesse levar seu cachorro junto. O bote número 3 contou também com o pequinês de Henry e Myra Harper.

No fim, a história mais triste envolvendo os mascotes foi o Frou-Frou de Helen Bishop, que foi abandonado por ele dentro da cabine. Segundo a própria, o cachorrinho ficou os dentes no vestido dela e fez tanta força para ir junto que chegou a rasgar a costura: “A perda do meu cãozinho me machuca muito. Eu nunca vou esquecer como ele segurou minhas roupas. Ele queria tanto me acompanhar”, disse Bishop. Ainda assim, ela o deixou lá para morrer.

Além dos cachorros, outros animais presentes no navio eram gatos, canários e galinhas. Todos morreram.

O problema dos BotesUma das cenas mais marcantes do filme é quando os personagens da primeira classe perguntam se eles vão embarcar nos botes junto com os pobres. O Titanic foi projetado para comportar até 64 botes salva-vidas, porém, por uma questão estética – e até mesmo de arrogância, o projetista Thomas Andrews colocou apenas 20 botes, que não foram desenhados para cobrir longas distâncias, apenas para o transporte de passageiros para embarcações que estivessem por perto.

 

O tempo de naufrágio

Passagem para a primeira classe foi leiloada em 2019

Conforme mostrado no filme, o Titanic não afundou de uma vez. Ele foi naufragando aos poucos. A submersão começou às 23h20 e foi concluída às 2h20 da madrugada de 15 de abril de 1912. Uma curiosidade é que se forem removidas as cenas ambientadas no “presente”, o filme Titanic dura exatamente 2h40, o tempo total do naufrágio.

Mais caro que o original

Foto do Titanic em sua primeira – e última – viagem

O custo de produção do filme foi altíssimo para a época. O valor gasto para rodar as filmagens de Titanic giraram em torno de US$ 200 milhões, enquanto a embarcação de verdade custou US$ 7,5 milhões, o que dá aproximadamente US$ 150 milhões em valores atualizados. O alto valor foi justificado por James Cameron, que buscou utilizar o máximo de efeitos práticos, criando uma versão quase idêntica dos ambientes do navio. Além disso, o diretor forneceu diversas informações sobre os passageiros para os figurantes do filme. Ou seja, eles estavam mesmo interpretando pessoas reais.

Teoria da Conspiração

O Olympic era considerado o “irmão” mais velho do Titanic

Como toda grande tragédia da humanidade, o naufrágio do Titanic também tem algumas teorias da conspiração girando ao seu redor. A mais famosa diz que não foi o Titanic que afundou, mas sim o Olympic, um navio “irmão” mais velho que o Titanic. Essa teoria foi levantada por Robin Gardiner, autor do livro Titanic: O Navio Que Nunca Afundou. Segundo Robin, a White Star Line, companhia dona das duas embarcações, estava à beira da falência e não poderia arcar com os custos de reforma – não cobertos pelo seguro – que o Olympic precisava depois de ter sofrido uma colisão na Ilha de Wight, que danificou sua quilha. Então, visando conseguir o dinheiro do seguro de um navio novinho em folha, a companhia teria feito um reparo desleixado no Olympic para que ele afundasse e a White Star Line recebesse uma enorme quantia do seguro. Gardiner afirma ainda que o Titanic teria sido usado pela empresa por anos e anos sob o nome do Olympic, chegando até a ser usado na Primeira Guerra Mundial, antes de ser aposentado em 1935 e desmontado em 1936.

Crítica | The Little Drummer Girl – Florence Pugh vive Espiã Infiltrada em série da Starzplay

Uma história envolvente, que parece baseada em fatos reais mas que é, na verdade, adaptação de um dos livros do escritor John Le Carré. É assim que chega à plataforma Starzplay a minissérie ‘The Little Drummer Girl’, segunda adaptação deste livro que em 1983 virou filme pelas mãos do diretor George Roy Hill, agora dirigido por Jo Yeong-wook.

Toda a trama é centrada na jovem Charlie (Florence Pugh), uma atriz inglesa desconhecida cujo potencial acaba chamando a atenção de Gadi (Alexander Skarsgard), um espião israelense. Em uma turnê misteriosa com seu grupo de teatro pela Grécia, Charlie conhece Gadi, que, de uma forma inexplicável, a convence, junto com seu grupo de espiões, a usar todo o seu conhecimento dramatúrgico para interpretar o papel da sua vida: fingir ser uma mulher que se envolveu com Michel (Amir Khoury), um homem considerado um perigoso terrorista pelo núcleo israelense. Assim, de atriz desconhecida Charlie se torna infiltrada no núcleo rebelde na Palestina em pleno 1983.

Embora a trama pareça um pouco deslocada no tempo (por que abordar um tema tão delicado e até hoje não resolvido, como o conflito entre Israel e Palestina?), a ficção criada por John Le Carré e roteirizada por Michael Lesslie e Claire Wilson utiliza essa alegoria para jogar luz em um dos pontos principais e originários desse conflito histórico – explicado simbolicamente ao final do penúltimo dos seis episódios da minissérie: “a Inglaterra sempre teve a solução para o problema dos outros”.

O roteiro é inicialmente confuso (se você sequer leu a sinopse antes, fica difícil entender o que está rolando), a relação entre os protagonistas tem etapas puladas e construída de maneira esquisita, como se eles já se conhecessem antes. Passada essa fase inicial, a trama ganha um ritmo bem demorado para se desenvolver, com muitas locações e núcleos concomitantes através dos quais o enredo vai se desenvolvendo em paralelo, e o espectador tem que ligar os pontos de interseção entre eles. O maior desafio desse roteiro – e também dos atores – é a elaboração de um cenário dramatúrgico que é também de espionagem, em que os personagens falam de si em 3ª pessoa e como se fossem outras pessoas, porém em diálogo um com o outro. Imaginem a dificuldade para elaborar esse texto!

Aí entra o bom trabalho do elenco, com destaque para Florence Pugh, ao dar consistência a uma jovem branca de classe média pseudo-radical que alienadamente entra para um grupo radical árabe, literalmente pegando em armas por uma causa que não é dela. Quantas dessas histórias acontecem ainda hoje no mundo? Destaque ainda para Charif Ghattas, que deu um tom humanizado e afetivo ao líder Khalil; o veterano Charles Dance, em participação especial como o Comandante Picton; e a aparição do próprio escritor John Le Carré, como o garçom no restaurante da praça na Alemanha.

The Little Drummer Girl’ surpreende como série de espionagem, com uma trama intrincada que se mantém atual e requer concentração para assistir. É uma boa opção para os assinantes da Starzplay.

‘Roswell: New Mexico’: Showrunner explica motivo dos aliens beberem removedor de esmalte

Em entrevista à EW, a criadora da série ‘Roswell: New Mexico’, explicou uma das coisas mais bizarras do seriado: o fato dos aliens beberem removedor de esmalte para se fortalecerem. Carina Adly MacKenzie explica:

““Não tínhamos permissão para usar molho picante. Nós temos os direitos dos livros, mas não temos os direitos da série original, então tudo o que referencia a série original é uma homenagem; é um festim para os fãs! Então eu pensei, qual é a coisa disponível mais estranha que eu poderia imaginar as pessoas bebendo? Eu literalmente olhei no meu quarto e vi removedor de esmalte de unha e pensei, ‘é isso!’. Nós temos tantas garrafas de removedor pelo set que deveríamos ganhar um patrocínio, mas aí também seria tipo, ‘Não bebam, crianças!'”

Razões legais que restringem o uso de produtos geralmente resultam nessas características únicas em obras audiovisuais. Bastante inusitado, não?

Julie Plec será a produtora executiva da série, e também irá dirigir o primeiro episódio – marcando a sua estreia na direção.

O drama contará a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler Blackburn, Lily CowlesMichael Vlamis.

A CW usará novamente o livro ‘Roswell High’, de Melinda Metz, como base para as novas histórias. 

Roswell‘ contou com três temporadas, exibidas entre os anos de 1999 e 2001. Os dois primeiros ciclos foram transmitidos pela The WB, que atualmente se chama The CW, com sua última temporada no canal UPN. No Brasil, a série ficou sob os cuidados do canal de TV pago, FOX.

‘The Company’: Nova série do Showtime contrata diretor de ‘Esquadrão Suicida’

Segundo a VarietyDavid Ayer fechou contrato com o Showtime e irá dirigir e produzir uma série sobre empresas privadas militares.

Ayer também está atado para escrever o roteiro. O show, por ora, fica conhecido como ‘The Company’ e é descrito como uma perspectiva irreverente da indústria privada militar durante os corolários do fatídico 11 de setembro de 2001

Chris LongJimmy Fox ficam a encargo da produção executiva ao lado do diretor.

Caso o projeto ganhe sinal verde, de fato, esta será a terceira obra de Ayer para a televisão. Ele também é responsável pela criação de ‘Deputy’, da Fox, que tem lançamento marcado para setembro deste ano. ‘Dia de Treinamento’, filme vencedor do Oscar pelo qual ficou a encargo do roteiro, também pode ser adaptado para uma versão seriada na CBS.

Ele também é conhecido por ter dirigido e escrito ‘Corações de Ferro’‘Esquadrão Suicida’‘Marcados para Morrer’.

Nenhuma outra informação foi divulgada.