A seguir, você confere o que vem por aí no episódio da próxima semana de ‘Prison Break‘
Assista:
No novo capítulo deste intenso drama, vamos acompanhar os acontecimentos que seguem a aparente morte de Michael Scofield (Wentworth Miller). Sara (Sarah Wayne Callies) segue sua vida e cria o filho com seu novo marido (Mark Feuerstein). Após ela descobrir que Michael talvez esteja vivo, Sara unirá forças com Lincoln (Dominic Purcell) para arquitetar uma nova escapada ao lado dos mais notórios fugitivos da penitenciária Fox River, T-Bag (Robert Knepper), C-Note (Rockmund Dunbar) e Sucre (Amaury Nolasco).
Wentworth Miller e Dominc Purcell vão estrelar como Michael Scofield e Lincoln Burrows. Sarah Wayne Callies (‘The Walking Dead’) reprisa o papel da Dra. Sara Tancredi.
Robert Knepper volta como T-Bag; Rockmond Dunbar como C-Note; e Amaury Nolasco retorna ao papel de Fernando Sucre.
A nova temporada terá 12 episódios e seguirá os eventos de ‘The Final Break‘, telefilme lançado diretamente em DVD.
Dana Walden, co-presidente da Fox, revelou que a reinicialização será “uma sequência” e mostrará os personagens vários anos após os acontecimentos da última temporada.
Originalmente exibida entre 2005 e 2009, ‘Prison Break’ teve quatro temporadas produzidas e foi uma das séries mais populares da história da TV americana.
Com 14 críticas contabilizadas, o filme está com aprovação máxima no agregador de críticas.
Confira:
Na trama, que se passa em 1983, o astro será Red Miller, um homem atormentado e fragilizado após a morte de sua esposa por uma seita religiosa. Ele decide se vingar do grupo e sai em uma caçada mortal.
Sob a tutela do estúdio Umedia and Piccadilly Pictures, o longa foi exibido recentemente no Festival de Sundance. A data de lançamento em circuito comercial não foi divulgada.
É muito triste quando um filme há muito esperado se mostra um total fiasco. Por mais que faltem alguns meses para a estreia de ‘X-Men: Fênix Negra‘, já faz um tempo que diversos sites tem relatado que a nova aventura mutante irá decepcionar os fãs, e de acordo com as primeiras reações do filme, podemos esperar exatamente isso.
Segundo o site We Got This Covered, um espectador que já viu o filme (em exibição teste) decidiu compartilhar sua opinião com o mundo. Confira:
“Eu fui e vi o Fênix Negra alguns meses atrás. Enquanto eu não gostava do Apocalipse, eu ainda tinha grandes esperanças, porque eu ainda amava o Primeira Classe e o Dias de Um Futuro Esquecido. Infelizmente, o filme foi uma grande decepção. Roteiro terrível, visuais insossos e a estranha escolha de recriar cenas de X-Men: O Confronto Final – outra tentativa (falha) da Fox de adaptar o enredo de Fênix Negra. Há um tipo de interessante reviravolta no meio do caminho, mas isso não fez muito para mim.”
Sobre a vilã, interpretada pela atrizJessica Chastain, a fonte comentou:
“Jessica Chastain – geralmente uma atriz que eu adoro – é simplesmente SURPREENDENTE nisso. Talvez um dos piores vilões de um filme de história em quadrinhos que eu vi. Os vilões alienígenas também são insossos em geral. Então, resumindo: excessivamente dramático, mal escrito, com grandes atores dando performances terríveis. Apenas um constrangimento para todos os envolvidos. Estou triste que uma das minhas franquias favoritas esteja terminando com uma nota tão baixa. Mal posso esperar para ver o que Feige tem em mente para os personagens no MCU. Graças a Deus, a era da Fox está prestes a acabar.”
E aí, o que você acha disso?
‘X-Men: Fênix Negra‘ estreia dia 7 de junho de 2019.
A BrasileiraAlice Braga se tornou uma das maiores sensações de Hollywood, e já estrelou filmes como ‘Cidade de Deus‘, ‘Eu Sou a Lenda‘, ‘Elysium‘ e ‘Predadores‘.
A atriz filmou ‘Os Novos Mutantes‘ em 2016, quando a franquia ‘X-Men‘ ainda era da Fox, mas o filme atualmente está sendo reeditado para ser lançado como uma produção Marvel Studios.
Antes mesmo da estreia, Alice decidiu mudar de casa e assinou com a DC para estrelar a adaptação dirigida por James Gunn.
A 3ª temporada de ‘The Sinner‘ ganhou data de estreia na Netflix. Intitulada ‘The Sinner: Jamie‘, o novo ano estreia dia 19 de Junho no catálogo do serviço de streaming.
O Detetive Harry Ambrose investiga um acidente de carro que acaba se tornando um dos casos mais complicados de sua carreira.
Teria ‘Vingadores: Ultimato‘ um easter-egg da personagem Gwen Stacy, dos quadrinhos do ‘Homem-Aranha‘? Segundo a perspicaz observação de um usuário do Reddit, é possível que sim.
Nos momentos finais do longa, mais precisamente quando Peter Parker e Ned se reencontram – após o estalo de Thanos ter sido desfeito -, uma peculiar personagem aparece no canto esquerdo da tela, sugerindo a possibilidade de ser um pequeno vislumbre de Gwen Stacy.
A informação não foi comprovada pelaMarvel Studios, tão pouco pelos Irmãos Russo, mas alguns aspectos no visual da figurante sugerem que talvez estejamos diante de um easter-egg.
Com cabelos loiros, a menina aparece de costas, trajando uma mini saia com teias de aranha e uma mochila rosa. Todos esses símbolos são parte da marca registrada de Gwen Stacy, principalmente quando ela se transforma na Spider-Gwen, nos quadrinhos.
O que você acha da possibilidade desse easter-egg? Você concorda?
Assista a nossa crítica sobre o filme:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
A Hot Toys divulgou as imagens de um colecionável ‘Homem-Aranha 3: Sem Caminho para Casa’ (‘Spiderman: No Way Home’) que revela em detalhes o uniforme Preto e Dourado do herói.
O action-figure hiper-detalhado em escala 1/6 de Peter Parker nos dá nossa melhor visão do figurino.
O colecionável apresenta a cabeça mascarada e desmascarada, um terno preto e dourado altamente detalhado, uma manopla, efeitos de teia “aranha-mística” que tem um sistema semelhante ao do Doutor Estranho.
Confira:
A trama de ‘Homem-Aranha 3’ continua repleta de mistérios, mas parece que o Aranhaverso está se confirmando cada vez mais.
Após o dublador espanhol Roger Pera comentar que foi contratado pela Marvel Studios para dublar um dos personagens na versão espanhola do longa, o dublador brasileiro Manolo Rey revelou que também fará parte do elenco.
Questionado se ele voltará dublando Maguire, ele fez suspense mas indicou que sim. Confira:
Nossos queridos Renato Marafon, Wilker Medeiros e Raphael Camacho comentam sobre o novo filme do ‘Batman‘.
Assista:
‘Batman‘ estreou fazendo bonito nas bilheterias brasileiras, e teve a maior abertura de 2022.
O longa atraiu 1,5 milhão de pessoas e arrecadou R$ 32.1 milhões no fim de semana.
Se levar em consideração as pré-estreias, já acumula 2,2 milhões de público e R$ 45 milhões em bilheterias. As informações são do FilmeB e da Comscore.
Para comparação, a maior abertura da história e da era pandêmica é a de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, que levou mais de5.2 milhões de pessoas ao cinema e arrecadou R$ 105 milhões – incluindo as pré-estreias pagas.
Nos EUA, ‘Batman‘ fez US$ 134 milhões. Mundialmente, foram US$ 248,5 milhões.
Assista a nossa crítica:
Além disso, o filme recebeu uma das melhores pontuações no CinemaScore, alcançando a nota ‘A-‘.
A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.
Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.
A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.
Confira a publicação:
“Estivemos nos cinemas hoje à noite para fazer uma pesquisa sobre ‘Batman’ e o filme recebeu a nota ‘A-‘. Parabéns a @wbpictures, #RobertPattinson e ao resto do elenco e equipe! #CinemaScore.”
“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”
“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”
Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).
Um dos últimos filmes da carreira do astro Bruce Willis, que se afastou dos holofotes e anunciou pausa na carreira após ser diagnosticado com afasia, estreou no Amazon Prime Video.
‘Vingança e Redenção‘ (White Elephant) acompanha um ex-fuzileiro que se tornou executor da máfia (Willis) e recebe ordem para matar qualquer ameaça ao grande líder (Michael Rooker). A sua nova missão é apagar dois policiais que testemunharam um assassinato. No entanto, as coisas não vão sair como o esperado, levando o grande chefão da máfia entrar em ação para pôr um fim em um dos seus funcionários.
O filme não agradou o público nem a crítica. No Rotten Tomatoes, a produção conquistou apenas 14% de aprovação dos críticos e 12% do público.
Bruce Willis foi oficialmente diagnosticado com demência frontotemporal, anunciou sua família. A demência é uma condição ou grupo de distúrbios causados pela perda progressiva de células nervosas nos lobos frontal ou temporal do cérebro. Isso representa uma progressão do diagnóstico de afasia queBruce Willis recebeu no ano passado e indica uma progressão constante da deterioração futura.
A família de Willis divulgou uma declaração conjunta da esposa de Bruce, Emma, ex-esposa Demi Moore, e filhas, Rumer, Scout, Tallulah, Mabel e Evelyn.
“Como uma família, queríamos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos pelo derramamento de amor e compaixão por Bruce nos últimos dez meses”, escreve a família Willis. “Sua generosidade de espírito foi impressionante e estamos tremendamente gratos por isto. Por sua gentileza e porque sabemos que você ama Bruce tanto quanto nós, gostaríamos de atualizá-lo.
Desde que anunciamos o diagnóstico de afasia de Bruce na primavera de 2022, a condição de Bruce progrediu e agora temos um diagnóstico mais específico: demência frontotemporal (conhecida como FTD). Infelizmente, os problemas de comunicação são apenas um sintoma da doença que Bruce enfrenta. Embora isso seja doloroso, é um alívio finalmente ter um diagnóstico claro.
FTD é uma doença cruel da qual muitos de nós nunca ouvimos falar e pode atingir qualquer pessoa. Para pessoas com menos de 60 anos, a FTD é a forma mais comum de demência e, como o diagnóstico pode levar anos, a FTD provavelmente é muito mais prevalente do que sabemos. Hoje não há tratamentos para a doença, uma realidade que esperamos que possa mudar nos próximos anos. À medida que a condição de Bruce avança, esperamos que qualquer atenção da mídia possa se concentrar em lançar uma luz sobre esta doença que precisa de muito mais conscientização e pesquisa.
[Bruce] sempre acreditou em usar sua voz no mundo para ajudar os outros e aumentar a conscientização sobre questões importantes, tanto pública quanto privadamente. Sabemos em nossos corações que — se ele pudesse hoje — ele gostaria de responder trazendo atenção global e uma conexão com aqueles que também estão lidando com esta doença debilitante e como ela afeta tantos indivíduos e suas famílias.
Bruce sempre encontrou alegria na vida – e ajudou todos que ele conhece a fazer o mesmo. Significa o mundo ver esse sentimento de cuidado ecoado de volta para ele e para todos nós. Ficamos muito comovidos com o amor que todos vocês compartilharam por nosso querido marido, pai e amigo durante este período difícil. Sua compaixão, compreensão e respeito contínuos nos permitirão ajudar Bruce a viver uma vida tão plena quanto possível.”
Em poucas horas, o filme se tornou o mais assistido da plataforma de streaming. Atualmente, ele figura em 5º lugar no TOP 10.
Confira:
Na trama, Hancock é um super-herói desajeitado, que protege os cidadãos de Los Angeles mas causa danos colaterais a cada ato heroico que realiza. Hancock não se importa com o que as pessoas pensam. Entretanto, após salvar a vida de um executivo, ele conhece a bela esposa dele e descobre que, apesar de tudo, é um homem sensível.
‘Hancock‘ recebeu críticas mistas dos críticos, e arrecadou US$ 624 milhões mundialmente em 2008.
Aclamado pelos críticos, o terror conquistou impressionantes 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral destaca as cenas ultraviolentas, ressaltando o excelente uso de efeitos práticos. Apesar da trama fraca, os críticos sabem exatamente o que os espectadores querem do filme: muitas cenas sangrentas e mortes inventivas!
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘Terrifier 3’ continua a tendência da franquia de apresentar uma trama rasa recheada de uma experiência cinematográfica ultraviolenta.” (Slant Magazine)
“‘Terrifier 3’ entrega aos fãs exatamente o que eles querem — mortes ainda mais memoráveis. É um filme mais sombrio e cruel, que alguns podem achar menos lúdico do que o anterior. No entanto, o cenário natalino adiciona um toque fresco e animado à brutalidade.” (Sean Chandler Talks About)
“‘Terrifier 3’ traz uma abundância de efeitos práticos impressionantes, mas sua narrativa é dispersa de maneiras que prejudicam a sequência.” (IGN Movies)
“Art traz sua carnificina ultraviolenta para o feriado natalino, e eu estou totalmente a favor disso! O novo filme consegue apresentar um ótimo equilíbrio entre o tom dos filmes anteriores, enquanto continua a alcançar novos limites de violência. Lauren LaVera brilha como uma Sienna vingativa e desequilibrada!” (Cody Leach)
“‘Terrifier 3’ apresenta algumas mortes satisfatórias e efeitos práticos incríveis, mas com uma duração de mais de duas horas, é improvável que isso satisfaça alguém além dos fãs mais dedicados da franquia.” (FandomWire)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.
Após a vitória histórica do longa nacional ‘Ainda Estou Aqui’ na última edição do Oscar, todas as atenções se voltam para qual será o próximo representante brasileiro na categoria de Melhor Filme Internacional em 2026.
A Academia Brasileira de Cinema vai divulgar o escolhido hoje, ao vivo, as 12 horas.
A lista final dos indicados ao Oscar será anunciada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA no dia 17 de janeiro, após a divulgação das pré-listas no final deste ano.
“Depois de ser liberado de um centro de detenção juvenil, Wellington, de 18 anos, se vê sozinho e perdido nas ruas de São Paulo, sem nenhum contato com seus pais e sem recursos para reconstruir sua vida. Ele encontra Ronaldo, um homem maduro, que o ensina novas formas de sobrevivência. Gradualmente, a relação entre os dois se transforma em uma paixão conflituosa”, diz a sinopse.
“Dé é um adolescente negro da periferia da Chatuba, Rio de Janeiro, que recebe a notícia de que sua avó, Almerinda, está na fase terminal da doença de Alzheimer. Ele tem a ajuda de seus dois melhores amigos, Adrianim e Martins, para enfrentar o mundo e aproveitar os últimos dias de vida com ela”, diz a sinopse.
“‘Manas narra a história de Marcielle/Tielle, uma jovem de 13 anos que vive na Ilha do Marajó (PA) junto ao pai, Marcílio, à mãe, Danielle, e os três irmãos. Ela cultua a imagem de Claudinha, sua irmã mais velha, que teria partido para bem longe após ‘arrumar um homem bom’ nas balsas que passam pela região. Conforme amadurece, Tielle vê ruírem muitas das suas idealizações e se percebe presa entre dois ambientes abusivos. Preocupada com a irmã mais nova e ciente de que o futuro não lhe reserva muitas opções, ela decide confrontar a engrenagem violenta que rege a sua família e as mulheres à sua volta”, diz a sinopse.
“‘O Agente Secreto’ é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura”, diz a sinopse.
“Tereza tem 77 anos, mora numa cidade industrializada na Amazônia e é convocada oficialmente pelo governo a se mudar para uma colônia habitacional compulsória. Lá, os idosos “desfrutam” de seus últimos anos de vida, enquanto a juventude produtiva do país trabalha sem se preocupar com os mais velhos. Antes do exílio forçado, ela embarca numa jornada pelos rios e afluentes da região para realizar um último desejo, algo que pode mudar seu rumo para sempre”, diz a sinopse.
“No sertão de Goiás, homens brutos que não conseguem lidar com suas fragilidades são constantemente abandonados pelas mulheres que amam. Tristes e amargurados, eles se voltam violentamente uns contra os outros”, diz a sinopse.
Em 2015, o CinePOP completa 15 anos. E como só queremos uma desculpa, vamos listar as 15 atrizes que surgiram nos últimos 15 anos. São atrizes que começaram suas carreiras nos últimos 15 anos ou que, ao menos, o seu primeiro trabalho relevante apareceu nesse período. São mulheres que mantiveram nesse tempo uma importância seja por suas qualidades artísticas, ou pela sua popularidade ou por seu poder nos bastidores. Lista em ordem alfabética:
Sem maior ressonância junto ao grande público, Amy Adams tem oferecido ao público personagens excepcionais. Encantada (Enchanted), de 2007, foi seu primeiro destaque. Logo, ela começaria a expor sua potência dramática, compondo figuras tão diversas quanto a dúbia Peggy Dodd, de O Mestre (The Master), ou a impetuosa Sydney Prosser, de Trapaça (American Hustle). Não me surpreenderá se ela vier a ser um dos nomes mais premiados de sua geração.
Depois de Os Miseráveis (Les Misérables), Anne Hathaway ganhou antipatia de alguns, por causa de sua campanha no período do Oscar. O que não mancha sua carreira, uma das mais diversificadas dos últimos 15 anos. Começando com as indefectíveis comédias voltadas para o público feminino – O Diário da Princesa (The Princess Diaries) – logo começaria a variar o cardápio, com O Segredo de Brokeback Mountain (Brokeback Mountain). Fez imenso sucesso em O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada). Sempre variando os estilos, um de seus melhores papéis foi em O Casamento de Rachel (Rachel Getting Married). Recentemente, a contenção dramática que faltou em Os Miseráveis, esteve presente em Interestelar (Interstellar).
Carey Mulligan estreou nos cinemas em Orgulho e Preconceito (Pride & Prejudice). Seu primeiro destaque foi em Educação (An Education), no qual estabeleceu um tom de interpretação de sutileza e sensibilidade que se manteve nos trabalhos seguintes. Em Shame, de 2011, há um instante síntese de seu estilo, quando canta New York, New York. Mesmo sendo a menos popular da lista, Carey Mulligan possui uma interpretação “marca d’água”: sutil e marcante.
A sua fabulosa Hit-Girl, em Kick-Ass, colocou-a no radar do público. Foi uma estreia arriscada: por ser uma personagem muito peculiar, Chloë Grace Moretz poderia ter ficado marcada pelo filme. Seus trabalhos posteriores comprovaram que o encanto da Hit-Girl não se devia ao fato de colocarem uma criança dando porrada em todo mundo, mas porque tínhamos uma potência artística ali. Recentemente, mostrou que tem pulso ao contracenar com Juliette Binoche no filme Acima das Nuvens (Sils Maria), de Olivier Assayas.
Nunca vi muito sal em nada na carreira de Emma Stone. Até 2012, seus maiores destaques haviam sido Zumbilândia (Zumbiland) e Histórias Cruzadas (The Help); enfim, nada de grande voltagem. Nem mesmo o blockbuster O Espetacular Homem-Aranha foi bastante para colocá-la na lista. Apenas agora, em 2014, ela começa a demonstrar potencial. Protagonizou Magia ao Luar (Magic in the Moonlight) e fez comovente interpretação em Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) [Birdman Or (The Unexpected Virtue of Ignorance)]. Aguardar…
Uma queridinha do público! Um tipo de atriz que cresceu diante das câmeras. Em 2001, começou como a Hermione da série Harry Potter. Dentre os atores mirins da série, ela foi a que melhor dirigiu sua carreia, sem ser engolida pela personagem. Bling Ring: A Gangue de Hollywood (Bling Bing), de 2013, mesmerizou a plateia com a personagem Nicki. Junto com Chloë Grace Moretz, Emma Watson é, sem dúvida, um dos nomes mais fortes da novíssima geração.
Fato, ela anda em baixa. Seu último trabalho de maior repercussão foi Amelia, de 2009. Desde então, seus filmes têm tido repercussão quase nula. Talvez por isso ela esteja já envolvida em uma série de TV – será que é moda entre estrelas apagadas? Hilary Swank entra na lista, entretanto, por suas inegáveis qualidades artísticas. Ela despontou no Oscar de 2000 pelo filme Meninos Não Choram (Boys Don’t Cry), de 1999, no qual interpretava uma mulher que fingia ser homem, um espanto! Suas qualidades artísticas foram confirmadas com Menina de Ouro (Million Dollar Baby). Ganhou o Oscar pelos dois filmes! Infelizmente em baixa, não poderia faltar da lista por suas inegáveis qualidades artísticas.
Um dos nomes mais conhecidos da nova geração, Jennifer Lawrence já surgiu para o público fazendo barulho com Ree de Inverno da Alma (Winter’s Bone). Mas, sua popularidade viria com as séries X-Men e, principalmente, Jogos Vorazes (The Hunger Games). Deve-se ao sucesso deste filme, em parte, a derrubada da ideia de que filmes de ação protagonizados por mulheres não vende ingresso. Jennifer Lawrence, contudo, não se deixou tragar pelas mega produções, e investiu em papeis com potencial dramático, como nos filmes dirigidos por David O. Russel: embora tenha levado o Oscar por O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook), foi com a transbordante Rosalyn Rosenfeld de Trapaça (American Hustle) que ela foi mais alto.
Ela não tem o mesmo destaque de uma Jennifer Lawrence, nem mesmo de uma Amy Adams, mas é, de longo, um dos nomes com maior potencial dramático da lista. Com uma carreira ainda curta – começou em séries como Plantão Médico e Veronia Mars – estourou entre 2011 e 2012, quando 7 filmes seus entraram em cartaz. Os maiores destaques foram: Histórias Cruzadas (The Help), primeiro filme seu de maior repercussão, apesar de não ter se tornado conhecida; A Árvore da Vida (The Tree of Life), no qual interpretou Mrs. O’Brien, papel pelo qual ainda será muito lembrada; A Hora Mais Escura (Zero Dark Thirty), seu estouro, no qual deu vida a uma das personagens mais duras do cinema nesta década.
Nome controvertido. Keira Knightley não chega a ser unanimidade entre a crítica e nem é a mais popular. Alguns críticos consideram sua interpretação “muito cheia de caras e bocas”. Foi acusada de ter uma interpretação histérica em Um Método Perigoso (A Dangerous Method). Exageros à parte, ela vem conseguindo equilibrar trabalhos mais comerciais com outros mais dramáticos. Parceira constante do diretor Joe Wright, protagonizou Orgulho e Preconceito (Pride & Prejudice), Desejo e Reparação (Atonement) – um dia, esse título nacional infame ainda será banido da mente dos cinéfilos – e Anna Karenina. Keira Knightley também tem desenvoltura na comédia, como no delicioso Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (Seeking a Friend for the end of the World).
Sejamos justos, seu primeiro grande papel foi Sarah Altman, em O Quarto do Pânico (Panic Room), de David Fincher, ainda em 2001. Tinha futuro a pequena. Entre 2001 e 2008 algo aconteceu e ela reapareceu no sofrível sonífero chamado Crepúsculo (Twilight), de 2008. Tá, não vamos pegar pesado, antes ela fez outros filmes e também vem buscando trabalhos mais profundos. E mesmo que não consiga, seu fã-clube já a habilita para entrar na lista.
Com carreira que remonta à década de 1990, foi com a impressionante interpretação de Edith Piaf que Marion Cotillard tornou-se internacionalmente conhecida. Com nome frequentemente ligado ao drama, trabalhou no francês Ferrugem e Osso (De rouille et d’os) e no americano Era Uma Vez em Nova York (The Immigrant). Até mesmo quando participa de grandes produções, são em papeis mais dramáticos, como em O Origem (Inception). Em todos esses, ela sempre deixa o público mesmerizado.
Nome menos conhecido da lista, Melissa McCarthy ainda é mais promessa do que destaque. Seus trabalhos na série Mike & Molly e no filme Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids) apontam o talento da moça para a comédia. Se o reboot dos Caça-Fantasmas (Ghostbusters) se concretizar, poderemos confirmar se ela foi além da promessa.
Apesar de já ter destaque na década de 1990 – e de ter sido Padmé na trilogia apócrifa de Star Wars – Natalie Portman consolidou-se nos últimos 15 anos. Fez um papel forte em V de Vingança (V for Vendetta), trabalhou com o diretor israelense Amos Giati (Free Zone), marcou em Closer: Perto Demais (Closer) e fez seu maior papel em Cisne Negro (Black Swan), em umas das interpretações mais viscerais a levar um Oscar. Acompanhando a tendência, ela hoje está no Universo Marvel como par romântico do Thor. E já estou na expectativa de sua Elizabeth em Knight of Cups, do grande diretor Terrence Malick.
Sua carreia começou na década de 1990, chegando até a fazer filmes com certa repercussão como Segundas Intenções (Cruel Intentions), de 1999. Reese Witherspoon estourou em 2001, com a comédia romântica Legalmente Loira (Legally Blonde), que rendeu curiosa continuação em 2003. Nesses filmes, mostrou talento para o humor. Em Johnny & June, ela prometia virar a carreia, deixando o estereótipo das comédias românticas. Promessa não cumprida. Agora, em 2014, ela procura se reinventar. Além de protagonizar Livre (Wild), é com sua recém-fundada produtora que Reese Witherspoon promete; a Pacific Standard foi responsável por Garota Exemplar (Gone Girl), simplesmente um dos filmes mais interessante do ano passado. Sua militância por maior espaço das mulheres no cinema é o outro elemento nessa reinvenção. Ela promete ser um dos principais destaques nos próximos anos.
É a Girl Power da lista! Scarlett Johansson reuni prestígio artístico e popularidade. Começando com alguns filmes B, ela destacou-se em 2003 com Encontros e Desencontros (Lost inTranslation), da também girl PowerSofia Coppola. Logo, se tornaria musa de Woody Allen, participando de dois grandes filmes recentes do diretor: Match Point e Vicky Cristina Barcelona. Seu nome ficou muito conhecido entre os geeks (um nerd chic), por seus trabalhos nas adaptações das HQs, especialmente por Os Vingadores. Recentemente, vem buscando contrabalançar esse lado com produções mais alternativas como Sob a Pele (Under the Skin) e Ela (Her), no qual emprestou sua voz para Samantha.
Muitos filmes não deixam com a pulga atrás da orelha em narrativas cheias de mistérios onde vamos descobrindo aos poucos as verdades de cada trama. Pensando em filmes que estão dentro desse recorte, fizemos uma lista abaixo com ótimas obras:
O abismo e as reflexões. Lançado na Prime Video nesse início de 2025, o suspense alemão O Assassino do Calendárionos apresenta peças embaralhadas num suspense que tem como estrutura base fortes reflexões sobre a violência doméstica. Partindo da tensão criada por ações de um serial killer inescrupuloso que coloca em dilema suas vítimas, partimos para um forte drama tendo dois personagens que não se conhecem no epicentro dos acontecimentos durante horas de um dia cheio de variáveis. A direção é de Adolfo J. Kolmerer.
Destrinchando o desespero através de uma história que envolve uma distopia repleta de zumbis que correm e um desenrolar sombrio de um casamento por um fio, Lá Fora, lançamento filipino da Netflix que logo alcançou o Top 10, é uma obra tensa, violenta, que alcança seu primor no suspense psicológico. Seguindo a frase: ‘não há beleza no caos’, nos aproximamos de uma história dura, um soco no estômago que explora o estado de sobrevivência. O projeto é escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Ledesma.
O plano perfeito não existe. Chegou recentemente ao catálogo da Netflix um intrigante longa-metragem que nos mostra ao longo de uma noite, reviravoltas e surpresas em meio a um banho de sangue, numa busca da descoberta de quem é a pessoa mais esperta daquele lugar. Escrito e dirigido pelo roteirista vencedor do Oscar Graham Moore, e ambientado numa época de forte predomínio das máfias nos Estados Unidos, seguimos os passos de um intrigante personagem e sua aparente fuga da violência mas que esconde segredos conforme vamos entendendo melhor essa história.
O obscuro no mundo das aparências. Chegou aos cinemas brasileiros no início de abril do ano passado um suspense brasileiro que consegue estabelecer suas bases em um clima de tensão constante onde é construída a chegada até um esgotamento, os caminhos da paranoia, a quebra de confiança, um castelo de cartas que vai desmoronando rumo ao imprevisível. Dirigido por José Eduardo Belmonte, Uma Família Feliz coloca para reflexões o mundo das aparências, as verdades imprecisas, o linchamento público, a maldade, novos olhares para uma família taxada por todos como perfeita.
Na trama, ambientada na década de 60, conhecemos duas amigas, vizinhas, praticamente inseparáveis: Celine (Anne Hathaway) e Alice (Jessica Chastain). Quando uma tragédia acontece, essa relação entre as amigas é completamente abalada. Assim, ao longo dos dias, entre o luto e a culpa, no campo das suposições uma série de desconfianças encontra o caminho das personagens.
Na trama, conhecemos o casal Claire (Annabella Sciorra) e Michael (Matt McCoy), ela uma dona de casa, ele um engenheiro genético. A dupla percorre seus dias felizes e com a recente chegada do novo filho resolvem ir procurar uma babá para ajudá-los, assim encontram Peyton (Rebecca De Mornay). Só que a nova babá não é quem diz ser e aos poucos emplaca um plano de vingança. O título do filme veio inspirado em uma frase escrita pelo poeta William Ross Wallace que relaciona a maternidade com as mudanças no mundo.
Na trama, conhecemos Aaron (Eric Bana) um agente federal australiano que após saber da morte do melhor amigo em circunstâncias misteriosas resolve voltar para a cidadezinha onde foi criado, Kiewarra, no interior da Austrália, para ajudar a família do amigo a desvendar o crime. Só que ele não estava preparado para encontrar de frente seu passado e um outro mistério, ocorrido na sua adolescência, a morte de uma jovem, começa a encontrar suas verdades.
Na trama, conhecemos Lee Na Mi (Woo-hee Chun) uma jovem super alegre que conseguiu uma oportunidade numa empresa de geleias e ainda ajuda seu pai no bem frequentado café da família. Certo dia, após uma noitada daquelas, ela deixa seu celular cair no ônibus. Uma misteriosa pessoa encontra o aparelho e a partir daí um jogo maquiavélico é imposto por um obsessivo criminoso. Ela precisara lutar com todas as forças quando seu mundo desaba completamente.
Na trama, conhecemos Alice (Bárbara Lennie, simplesmente fabulosa no papel) uma investigadora muito inteligente, que está em um momento conturbado no relacionamento com o marido, e resolve aceitar uma investigação de um crime em um hospital psiquiátrico. Para tal, resolve inventar uma personagem com determinado sintoma (aqui, a paranoia) e se internar por livre e espontânea vontade. Durante sua estadia nesse lugar, investigando de perto médicos e pacientes, passará por situações onde descobrirá segredos que aos poucos vão colocando tudo que ela própria pensa em xeque.
Na trama, conhecemos Finney (Mason Thames), um jovem de cerca de 13 anos que vive uma vida repleta de conflitos ao lado da irmã Gwen (Madeleine McGraw). Eles moram com o pai, o alcóolatra Terrence (Jeremy Davies), um homem conservador e muito rígido que está repleto de infelicidade em sua rotina. Finney sofre bullying na escola diariamente e possui o forte elo de carinho e afeto com a irmã como sendo um Oasis em meio ao caos de conflitos emocionais que atravessa. Na cidade onde moram, algumas crianças começam a desaparecer. Um dia, voltando da escola, Finney acaba sendo sequestrado por um homem em uma van repleta de balões pretos. Ele vai parar um porão onde tem apenas uma cama e um telefone preto, sem o fio. Conforme os dias vão passando, algo inusitado acontece, o telefone começa a tocar e Finney percebe que os outros jovens sequestrados pelo mesmo homem estão tentando ajudá-lo a sair daquela situação.
Para cada fenômeno como Harry Potter, Crepúsculo e Jogos Vorazes, diversas outras franquias de fantasia juvenil baseadas em livros de sucesso morrem na praia. Fazer sucesso não é fácil. E muitos parecem ainda acreditar que basta colocar uma superprodução na praça que seu público-alvo irá consumi-la como água.
O CinePOP reuniu numa lista os 15 principais filmes do gênero que não deram certo no cinema – ou tiveram suas sagas interrompidas nas telonas. Vem conhecer.
Começamos a lista com um item que a motivou. Antes de virar uma série aguardada na HBO, a obra de Philip Pullman tentou emplacar sem sucesso nas telonas. Aqui temos um urso polar com a voz de Sir Ian McKellen, e Nicole Kidman, Daniel Craig e Eva Green à frente do elenco. A história mostra a jornada da pequena Lyra para salvar seus amigos sequestrados, em um universo paralelo. Apesar de existir como uma trilogia na forma literária, apenas o primeiro exemplar foi adaptado ao cinema – já que o filme não fez o sucesso esperado. O que ficou na mente de todos, no entanto, foi a cena em que Kidman esbofeteia seu animalzinho de estimação: um mico leão dourado.
Esta também é uma série de livros do autor Daniel Handler, usando seu pseudônimo Lemony Snicket. A história fala sobre um trio de irmãos órfãos que após a morte dos pais num incêndio precisa ir morar com seu vilanesco tio distante, o Conde Olaf (vivido por um Jim Carrey em estado de glória). O longa conta ainda com Meryl Streep, e apesar de sua qualidade não fez o sucesso esperado. A Netflix adquiriu as obras e as transformou numa série (lançada em 2017), assim podendo adaptar o restante da história.
Essa dói no coração dos fãs. Os livros do autor Rick Riordan sobre o jovem Percy Jackson e os Olimpianos são cinco ao total. A história sobre o menino normal (papel de Logan Lerman) que se descobre descendente de Deuses do Olimpo e precisa aprender sobre seus poderes numa escola própria para isso, foi aos cinemas em 2010, com Percy Jackson e o Ladrão de Raios – o primeiro livro. O filme não fez o sucesso esperado, mas devido a uma entusiasmada legião de fãs, a FOX forçou a barra e lançou três anos depois a continuação:Percy Jackson e o Mar de Monstros (2013). Novamente sem o resultado esperado, o estúdio deu uma travada nas produções. Agora é esperar que algum canal de streaming a resgate na forma de uma série.
Caso parecido ocorreu com esta franquia baseada numa obra clássica. O autor C.S. Lewis era colega de J.R.R. Tolkien (autor de Senhor dos Anéis) e é dito até mesmo ter influenciado em sua obra literária mais famosa. No cinema, no entanto, o destino das franquias dos amigos foi bem diferente. Enquanto Senhor dos Anéis se tornou um fenômeno enchendo os cofres da Warner, As Crônicas de Nárnia a cada exemplar perdia a força até ser cancelada. Os dois primeiros filmes foram lançados pela Disney, que não quis mais a propriedade, sendo adquirida pela FOX para o lançamento do terceiro filme. Depois disso, a franquia foi interrompida nos cinemas.
Parte de uma quadrilogia de livros escritos pelo jovem Chistopher Paolini, a história pegava clara carona na mitologia clássica da fantasia, com guerreiros medievais e dragões falantes – aqui, a criatura protagonista tinha a voz de Rachel Weisz. Apesar da pretensão, a FOX resolveu parar logo no primeiro, após o fracasso do filme pelo mundo.
Na década passada, todo produtor de Hollywood via futuro na adaptação de obras de fantasia juvenis ao cinema. Poucos estavam certos. Produzido pela Paramount e pela Nickelodeon, aqui temos uma história sobre duendes, fadas e magia sombria cercando os arredores de uma casa na floresta. O jovem talentoso Freddie Highmore é quem protagoniza em papel duplo, vivendo irmãos gêmeos. Apesar de uma grande quantidade de livros dentro deste universo, apenas um filme foi adaptado aos cinemas.
Baseado nos livros de Susan Cooper, esta é mais uma história sobre um menino que se descobre “o escolhido” para lutar contra as forças do mal. O protagonista é vivido por Alexander Ludwig, da série Vikings e que estará em Bad Boys 3. Aqui também temos uma série de cinco livros que resultaram em apenas um filme, já que sua bilheteria não foi nada encorajadora para que a FOX continuasse a investir nas produções.
Aqui temos uma história curiosa. A autora Christianna Brand foi a criadora da personagem mágica e extremamente feia, que surge como uma Mary Poppins moderna para as crianças mal comportadas de uma família. Quem interpreta a protagonista é a vencedora do Oscar Emma Thompson, que também adapta o roteiro. Uma das mudanças de Thompson foi justamente o nome da protagonista e o título da obra. Originalmente Nanny McPhee era Nurse Matilda. Nurse era uma denominação para babá na década de 1960, quando o livro foi lançado. E a mudança de Matilda foi devido ao filme homônimo de 1996. Aos trancos e barrancos, um segundo filme foi lançado cinco anos depois. Mas o terceiro nunca viu a luz do dia.
Parte de uma trilogia literária escrita por Cornelia Funke, esta foi outra pretensa série que parou logo na largada, com um primeiro filme produzido apenas. A história mostra uma menina descobrindo um dom sobrenatural de seu pai (vivido por Brendan Fraser). O sujeito consegue extrair para o mundo real os personagens de seus livros. Agora, juntos, eles devem impedir um terrível vilão. A Dama Helen Mirren também está no elenco.
Os autores James Frey e Jobie Hughes lançaram a série de livros de fantasia e ficção Eu Sou o Número Quatro sob o pseudônimo Pittacus Lore. Apesar dos sete livros lançados, esta história sobre alienígenas vivendo na Terra e se adaptando na forma de estudantes colegiais e seus familiares, só rendeu um filme até hoje. Alex Pettyfer viveu o protagonista.
Nem mesmo a popularidade da série Diários de um Vampiro(2009-2017) foi o suficiente para fazer este filme emplacar no gosto popular na época de seu lançamento nos cinemas. Mais na vibe de comédias adolescentes como As Patricinhas de Beverly Hills do que de um terror propriamente dito, o longa é baseado na série de livros da autora Richelle Mead. O filme, protagonizado pela carismática Zoey Deutch, foi inclusive lançado direto em vídeo por aqui, sem passar por nossos cinemas.
Parte de uma quadrilogia escrita por Kami Garcia e Margaret Stohl, este filme foi lançado na esteira do sucesso de Crepúsculo – cuja saga chegava ao fim no ano anterior -, tentando capturar seus fãs órfãos. A obra cinematográfica é criada nos mesmos moldes: um romance proibido entre um humano e uma criatura sobrenatural. Aqui, troca-se apenas um clã de vampiros por um clã de bruxas.
Outro filme que tentou pegar carona na lacuna deixada por Crepúsculo, no percurso tentando deslanchar a carreira de Lily Collins – que ainda não garantiu um grande sucesso em sua filmografia. A continuação, inclusive, já estava sendo produzida quando este primeiro estreava. Ao se depararam com o resultado de crítica e bilheteria, os produtores resolveram cancelar de uma vez o segundo filme. Três anos depois, a obra virou uma série de TV, com elenco inteiramente renovado.
Se Dezesseis Luas foi o Crepúsculode “segunda”, Divergente foi claramente o Jogos Vorazesde “segunda”. Aqui, no entanto, a culpa recai nos produtores ambiciosos. Depois que a franquia Harry Potter resolveu dividir seu último livro em dois filmes, para melhor adaptar a história, todos os produtores de Hollywood viram no fato a chance de lucrar mais. Assim, Crepúsculo e Jogos Vorazes igualmente trataram de dividir seus últimos livros em dois filmes. Divergente, que não era um fenômeno com os citados (apesar do elenco grandioso encabeçado por Shailene Woodley e Kate Winslet), resolveu fazer o mesmo com as obras de Veronica Roth – uma trilogia originalmente. Assim, após o resultado mais que morno do terceiro filme, o estúdio se negou a produzir um quarto. E a história ficou sem conclusão.
Parte de uma saga de doze livros, escritos por Darren Shan, a obra teve uma adaptação para o cinema em 2009 – com participação de nomes como John C.Reilly e Salma Hayek, e dirigida por Paul Weitz (Um Grande Garoto). Um circo de aberrações regido por um vampiro é o tema desta história de terror de mentirinha. Curiosamente, o autor se inclui na história como o protagonista, um jovem que entra em contato com estes seres sobrenaturais. O filme não fez sucesso e não continuou suas aventuras nas telas.
Assim como várias adaptações do tipo, Maze Runner teve um começo promissor no cinema. A continuação deu uma decaída e logo depois foi quando a tragédia se abateu sobre a produção. O jovem Dylan O’ Brien (o protagonista) sofreu um grave acidente durante as filmagens, que colocaram um hiato de três anos até o terceiro filme. Apesar de se tratarem de seis livros, os produtores resolveram encerrar a saga com o terceiro filme nos cinemas, para evitarem mais problemas. Um caso curioso e inédito. Ao menos deram uma conclusão à história.
Todo fã de cinema conhece o conceito dos “blockbusters” ou arrasa-quarteirões. Em resumo, bem resumido, são os filmes que deixam de ser filmes e se tornam eventos culturais. Porém, ainda existe confusão sobre o que de fato cria um blockbuster. Muitos acreditam que os blockbusters são planejados e dependem unicamente do tamanho de seu orçamento. Hoje, a coisa até pode ser assim. É só pensar que os filmes mais caros serão os que terão mais retorno financeiro.
Mas se formos olhar para os primórdios dos blockbusters, para os filmes que deram origem ao conceito, entenderemos que os blockbusters quem faz é o público. Ou seja, são os filmes que caem nas graças dos espectadores, e eles sim o elegem e o transformam em fenômeno. Alguns blockbusters hoje até tentam ser fabricados, mas nem todos conseguem.
‘Tubarão’, de Steven Spielberg, com mais de US$200 milhões nos EUA, foi o primeiro blockbuster da história do cinema.
Em 2025 os blockbusters fazem 50 anos de idade. Pois é, querido leitor, temos apenas meio século com estes filmes que atingiram um novo patamar. Se levarmos em conta que o cinema tem 130 anos, a coisa é relativamente recente. E qual foi o primeiro blockbuster da história, você pergunta? Esta resposta, todo cinéfilo de carteirinha sabe. Foi ‘Tubarão’, de Steven Spielberg. Este filme foi lançado em 1975 e está completando 50 anos este ano – trazendo consigo um rastro de meio século dos blockbusters.
É claro que antes de ‘Tubarão’ já tínhamos grandes sucessos da sétima arte. Obras lendárias como ‘E o Vento Levou’ e ‘O Mágico de Oz’ podem ser consideradas algumas das superproduções da sétima arte. O que acontece é que depois da revolução cultural da década de 1970, e a chegada de realizadores que formavam “a nova Hollywood”, a forma de consumo dos filmes mudou, e o contato do público com tais obras também. Era aberto um espaço maior de entretenimento, de produções mais dinâmicas, que visavam entregar um espetáculo antes inimaginável ao espectador.
Os blockbusters no cinema completam 50 anos em 2025. Isso porque ‘Tubarão’ também completa a mesma idade.
‘Tubarão’, bancado pela Universal Pictures, custou ao estúdio US$7 milhões. Para o comando foi trazido um diretor novato, mas cheio de aspirações. Seu nome: Steven Spielberg. Hoje, já foi muito relatado em entrevistas, vídeos e livros, o pesadelo que o jovem de então menos de 30 anos passou no comando da obra. Nada funcionava. O boneco mecânico do tubarão só quebrava. E o cineasta descobriu da pior maneira o que significa filmar na água. É irônico, como em muitos casos no cinema, ‘Tubarão’ era para ter se tornado um fiasco. Mas quando o produto ficou pronto, foi a sensação do verão norte-americano de 1975. Literalmente tirando as pessoas das praias para as salas de cinema. Ao término das sessões, as filas se formavam de novo.
‘Tubarão’ estreou no seu primeiro fim de semana com o exato valor de seu orçamento, se pagando nos primeiros três dias. É claro que o longa permaneceu em cartaz por muito tempo – e qual cinema era louco de tirá-lo de cena? Na América do Norte, o filme terminou sua carreira com US$267 milhões. Ou seja, por isso recebeu o título de primeiro blockbuster de todos, sendo o primeiro filme a atingir esse valor na história de Hollywood. Pelo resto do mundo a coisa foi ainda melhor, já que naquela época, ‘Tubarão’ chegou perto do meio bilhão de dólares, com US$ 477 milhões mundiais. Algo impressionante e sem precedentes.
Mesmo com filmes como ‘Rocky’, ‘Superman’ e ‘Alien’, depois de ‘Tubarão’, o próximo blockbuster seria ‘Star Wars’.
Na segunda metade dos anos 1970, ainda teríamos grandes sucessos do cinema, como ‘Rocky – Um Lutador’ (1976), ‘Superman – O Filme’ (1978) e ‘Alien – O Oitavo Passageiro’ (1979). Todos se tornaram filmes muito queridos, mas havia ficado estipulado por ‘Tubarão’ que para se tornar um verdadeiro blockbuster, um filme precisava ultrapassar a marca de US$200 milhões dentro dos EUA. E nenhum destes atingiu esta meta. O próximo filme que viria a realizar o feito iria ainda mais longe, criando um universo próprio, e mesclando como nunca o cinema e a cultura popular.
É claro que falamos de ‘Star Wars’, antes conhecido como ‘Guerra nas Estrelas’. Criado pelo amigo de Steven Spielberg, e também parte do movimento da “nova Hollywood’, George Lucas escreveu, produziu e dirigiu a aventura espacial com toques de cinema matinê, que estreou em 1977. Uma aposta arriscadíssima, em um filme que misturava ficção científica, aventura, efeitos especiais revolucionários, maquiagem, criaturas, robôs, em um produto antes tipicamente consumido por crianças.
Com ‘Star Wars’, George Lucas conseguiria transformar sonho e realidade, e criar uma marca que gera lucro até hoje.
A aventura espacial de George Lucas bebeu em muitas fontes para criar sua mitologia, em especial os seriados de matinê exibidos nos cinemas nas manhãs dos fins de semana, antes da criação da televisão. ‘Star Wars’ capturou a imaginação dos fãs de cinema e atingiu um público muito maior do que o planejado, pois criou algo sem precedentes para a sétima arte. George Lucas começava a demonstrar que não existia limites para a imaginação e que o cinema era realmente um lugar de magia, de sonhos, onde tudo poderia virar realidade.
‘Star Wars’ se tornou um passo acima de ‘Tubarão’, em especial porque criou algo que ainda dá frutos até hoje. E não apenas isso, como também se tornou uma das maiores marcas do entretenimento mundial, um empreendimento multibilionário, que domina diversas vertentes, como parques temáticos, videogames, animações, livros, quadrinhos, brinquedos, séries de TV e, claro, filmes. ‘Tubarão’ ganhou três Oscar e foi indicado para melhor filme naquele ano. ‘Star Wars’ também foi indicado para melhor filme no Oscar, e levou para casa outras seis estatuetas.
O próximo filme a ser considerado um blockbuster legítimo seria ‘O Império Contra-Ataca’, de 1980, a continuação de ‘Star Wars’.
Essa fase inicial dos blockbusters misturava cinema entretenimento na sua melhor forma, com a qualidade de um cinema de alto padrão, e o prestígio de prêmios. Qualidade essa que veio se diluindo até chegar aos dias de hoje. ‘Star Wars’ custou US$11 milhões, e arrecadou só na América do Norte US$460 milhões. Mundialmente, fez impressionantes US$775 milhões. Nem mesmo o trabalho seguinte de Steven Spielberg, o pai de ‘Tubarão’, conseguiria se tornar um blockbuster. ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ foi lançado no mesmo ano de ‘Star Wars’ e foi eclipsado pela aventura espacial. ‘Contatos…’ mostra da forma mais realista até então, a visita de seres de outro planeta na Terra, um tema que fascina o diretor.
O terceiro blockbuster da história viria pelas mãos de George Lucas novamente. E sem grandes surpresas, ele era a continuação de ‘Star Wars’. O primeiro filme da saga começa com um texto em que o anuncia como o episódio 4. Se não tivesse dado certo, ficaria por aí mesmo. O final, apesar de vermos nitidamente que o vilão não morreu, é fechadinho e não deixa necessariamente a porta aberta. Mas o sucesso absurdo garantiu o episódio 5. E para a surpresa de todos, ele era ainda melhor que o filme original, embora mais sombrio e melancólico.
Depois de criarem os blockbusters com ‘Tubarão’ e ‘Star Wars’, Steven Spielberg e George Lucas se uniram em ‘Indiana Jones’.
‘O Império Contra-Ataca’ foi lançado em 1980, e não fez o mesmo sucesso financeiro que o anterior. A continuação acrescentou muito à mitologia original, apresentando novos personagens e novas questões; além de possuir a maior reviravolta que o cinema já viu, quando ao final é revelada uma paternidade inesperada, que mexeu com os alicerces do que poderia ser um roteiro de um filme de entretenimento – ou seja, mexer com as emoções do público em outro nível. ‘O Império Contra-Ataca’ custou US$18 milhões e arrecadou nos EUA US$292 milhões, mundialmente fazendo US$550 milhões. Mas seu maior feito foi ser considerado pelos fãs como o melhor filme da saga até hoje.
Os blockbusters surgiram no fim da década de 1970. Mas foram apenas dois filmes que causaram tamanha comoção. Esse número aumentou na década seguinte, por isso dizemos que os arrasa-quarteirões engataram mesmo nos anos 1980. Na primeira metade da década, George Lucas e Steven Spielberg se revezavam criando a cada ano um novo blockbuster. A dupla de amigos é considerada os pais deste cinema grandioso. Daí vieram ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ (1981), ‘E.T. – O Extraterrestre’ (1982) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983), todos superando a marca em bilheteria para se tornar um blockbuster verdadeiro.
No início dos anos 80, Spielberg e Lucas se revezavam a cada ano lançando um novo blockbuster. ‘E.T.’ e ‘O Retorno de Jedi’ estão na lista.
Em 1984, outros estúdios e diretores resolviam entrar na brincadeira, confiando no carisma de seus astros. Lucas e Spielberg começavam a perder um pouco de força a partir daí, mas não deixaram de ser a cara da década, em especial o pai de ‘Tubarão’ e ‘E.T.’. O segundo ‘Indiana Jones’, considerado o mais sombrio e de forma geral o menos apreciado da trilogia original, não chegou perto do sucesso do primeiro e não se tornou um blockbuster legítimo, arrecadando menos de US$200 milhões em seu país de origem. Por outro lado, comédias de ação e fantasia como ‘Os Caça-Fantasmas’ e ‘Um Tira da Pesada’ se juntavam ao clube dos blockbusters, impulsionados pelos carismas de Bill Murray e Eddie Murphy, respectivamente.
Curiosamente, na década de 1980, teríamos apenas mais dois blockbusters legítimos: ‘De Volta para o Futuro’ (1985) e ‘Batman’ (1989). Nem mesmo as sequências ‘Indiana Jones 3’, ‘De Volta para o Futuro 2’ e ‘Os Caça-Fantasmas 2’ conseguiram atingir o status de blockbuster. Eles fizeram sucesso sim, e mundialmente fizeram fortuna, mas não chegaram à marca de US$200 milhões no mercado interno. Ou seja, com o fim dos anos 1980, tínhamos ao todo 10 blockbusters.
Esse número aumentaria significativamente com a chegada de mais uma década, os anos 1990. Com o surgimento do CGI e o investimento cada vez maior em superproduções, a nova década elevou o jogo em todos os sentidos. Mais do que isso, as “regras” para definir os blockbusters agora haviam mudado. Isso porque o mercado internacional começou a contar muito, e os estúdios prestaram atenção nisso. Por exemplo, um filme não dependia mais unicamente de sua bilheteria no próprio território. Ele poderia lucrar muito mais internacionalmente e se tornar um sucesso, mesmo que dentro dos EUA não tivessem ultrapassado a marca de US$200 milhões.
Esse efeito também serviu para apontar a diferença entre os continentes e países, no que diz respeito ao gosto. Por exemplo, alguns filmes são produzidos com o público americano em mente, em especial os filmes de esportes como o baseball. Isso prova que certos filmes fazem enorme sucesso nos EUA, mas passam em branco em outros locais pelo mundo, como o Brasil, por exemplo. Em contrapartida, alguns filmes caem nas graças dos fãs pelo mundo, mesmo que nos EUA não tenham se tornado fenômeno.
A década de 1990 serviu também para redefinir o jogo em termos de o quanto um filme poderia arrecadar em bilheteria. Isso porque em 1997 foi lançado ‘Titanic’, um filme problemático, que muitos classificavam prematuramente como fracasso (por ter estourado o orçamento e o prazo da produção). Demonstrando que nunca se deve apostar contra ele, James Cameron entregou um filme que se tornou sensação mundial, e o primeiro longa da história a ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheteria pelo mundo.
Bem, se o mundo fosse justo mesmo esse título pertenceria a outro filme. Clássico dos clássicos dos anos 1990, ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, de 1993, fez estrondosos US$914 milhões mundiais, e por muito pouco não se tornava o primeiro filme bilionário na história do cinema, ainda no início da década. Hoje, o filme ultrapassou essa marca (meio que como uma questão de honra) devido a diversos relançamentos nos cinemas. Ao contrário de ‘Jurassic Park’, ‘Titanic’ não precisou de uma segunda vez nos cinemas (embora também tenha tido várias) para atingir a marca. O filme parecia nunca deixar as salas de cinema, você lembra? Era preciso diversas idas até finalmente encontrar vaga em algum horário para conseguir assistir ao fenômeno.
‘Titanic’, em 1998, foi o primeiro filme da história a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundial. ‘Jurassic Park’ por pouco não chegou.
Hoje, o que seria classificado como blockbuster não mais é medido por US$200 milhões nos EUA, mas sim por US$1 bilhão no mundo. Hoje temos o chamado “clube do bilhão”, um seleto grupo de filmes cuja popularidade parece poder ser sentida até na lua. É claro que hoje também temos um investimento gigantesco nestas superproduções, já que vivemos numa era de excessos. A grande diferença, como dito no início, é que esse espetáculo cada vez maior acabou sacrificando boas histórias e personagens. A coisa hoje funciona como uma busca desenfreada pelo sucesso, já que a indústria se profissionalizou em blockbusters. E não mais o sucesso como consequência da qualidade.
A estreia no Brasil está programada para 02 de Novembro de 2018.
O aguardado remake de ‘Suspiria’, de Luca Guadagnino, promete ser um dos filmes mais macabros do ano e o diretor prometeu, durante uma nova entrevista ao The Hollywood Reporter, que a experiência será perturbadora.
“Espero que este filme seja uma experiência implacável que vai entrar fundo em sua pele e descer por sua espinha. Quero que essa seja a experiência mais perturbadora que você possa ter nos cinemas. O filme é sobre ser imerso em um mundo de turbulência e escuridão implacável”
No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”
Para capitalizar em cima de ‘Godzilla: O Rei dos Monstros‘, a Syfy e The Asylum divulgaram o trailer de seu novo filme original, ‘Monster Island‘.
Confira:
O longa foi escrito e dirigido por Mark Atkins.
Enquanto o mundo tenta parar um gigante Kaiju determinado a destruir tudo pela sua frente, mais e mais monstros continuam a aparecer – cada um pior do que o anterior –, deixando a humanidade sem defesa até que eles encontram um especialista no folclore dessas criaturas.
O elenco inclui Toshi Toda, Eric Roberts, Chris Fisher, Adrian Bouchet, Meghan Oberholzer, Natalie Robbie e Donna Cormack.
O longa será lançado hoje (1) no canal Syfy, nos EUA.
De acordo com o TVLine, a Netflix está em negociações com a Warner Bros. para estender a série ‘Lucifer‘ para além da 5ª temporada, que foi anunciada como o ciclo final da produção.
Vale lembrar que a série se tornou uma das produções originais do serviço de streaming de maior repercussão em 2019, dominando o topo de “mais assistida” por semanas após o seu lançamento.
A temporada final da série irá estrear em 2020, e será dividida em duas partes, cada qual com oito episódios. Além disso, foi confirmado que o último ano terá um episódio musical.
Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.
A NBC divulgou um novo teaser da 6ª temporada de ‘Superstore’.
Confira:
O próximo ciclo será lançado oficialmente no dia 29 de outubro.
Vale lembrar que a atriz America Ferrera deixará o elenco da produção, mas participará dos dois primeiros episódios do sexto ano.
Dessa forma, a despedida de sua personagem acontecerá exatamente no 100º episódio da série.
“Nós temos sorte suficiente de termos a America por mais dois episódios,” declaram os showrunners Jonathan Green e Gabe Miller. “Há muitas coisas que queríamos explorar sobre o COVID-19 e como a pandemia mudou o mundo dos funcionários da Cloud 9, então decidimos focar nisso nos primeiros episódios, com a Amy começando seu novo trabalho a distância enquanto ainda tenta manter controle na loja.”
A comédia acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.
A Sony Pictures divulgou o ATERRORIZANTE trailer dublado da sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘. E nossa… bem pesado!
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de agosto.
O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.
A trama se passará diversos anos após o primeiro filme, com o homem cego vivendo uma vida tranquila… até que os pecados do seu passado o encontram. O homem cego tem se vivido em uma cabana isolada após adotar uma garotinha de um orfanato. A vida tranquila deles é perturbada quando um grupo de sequestradores aparece e pega a criança, forçando o homem cego a deixar seu lar para salvá-la.
O terror ‘Watcher‘, estrelado por Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), ganhou data de estreia.
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos pelo IFC Midnight no dia 3 de junho.
O primeiro trailer deve ser divulgado em breve. Fiquem ligados!
Confira as primeiras imagens oficiais:
Chloe Okuno, responsável por um dos segmentos do vindouro terror antológico ‘V/H/S/94‘, será responsável pela direção.
A trama segue um jovem casal, Julia (Monroe) e Francis (Glusman), enquanto eles se mudam para um novo apartamento em Bucareste, enquanto um pânico em toda a cidade está se formando sobre um possível serial killer à solta. Julia, que se encontra isolada nesse novo ambiente, torna-se cada vez mais atormentada pela certeza de que está sendo perseguida por um observador invisível no prédio adjacente.
Karl Glusman (‘Animais Noturnos’),Burn Gorman (‘Enola Holmes’) e Ciubuciu Bogdan Alexandru também estrelam a produção.
O roteiro, que figurou na Blood List, foi escrito por Zack Ford.
Em entrevista ao ComicBook, o corroteirista Jon Kasdan revelou que adoraria retornar para uma sequência de ‘Han Solo: Uma História Star Wars‘, afirmando que a história e os personagens têm grande potencial para serem melhor aprofundados em um novo filme.
“Uma boa razão para desenvolver a sequência ‘Han Solo 2’ certamente gira em torno dos ótimos personagens que introduzimos no primeiro filme. O maior argumento para um novo filme seria ter a chance de ver Alden [Ehrenreich] dar vida ao personagem novamente. Eu adoraria vê-lo retornar ao papel.”
Vale lembrar que os fãs do universo de ‘Star Wars‘ celebram carinhosamente o aniversário do filme todo mês de maio: “Eu certamente sou um desses fãs. Quando essa época do ano finalmente chega, eu fico pensando em todas as coisas incríveis que planejávamos para esses personagens.”
Anteriormente, Lawrence Kasdan, que também assinou o roteiro do longa ao lado de Kasdan, falou sobre uma possível série da Disney+ que daria sequência aos eventos do filme estrelado por Alden Ehrenreich.
Kasdan foi perguntado sobre a possibilidade de uma série que desse continuidade aos eventos do filme. Ele revelou que, não apenas não houveram conversas sobre uma série da Disney+, como ele próprio prefere a ideia de um segundo filme.
“Não, não há nenhuma conversa sobre isso. Eu nunca fui particularmente atraído para expandir Han Solo em uma série. Mas, eu falo muito com Jon Kasdan e Ron Howard sobre o que deu certo e o que deu errado com a o filme. Eu estaria mais interessado em fazer outro filme, não uma série de TV”, falou o roteirista.
A prequel ‘Solo: Uma História Star Wars‘ decepcionou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 392.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 275 milhões. No entanto, a produção parece ter encontrado um público maior no mercado de vídeo e streaming.
Apesar de registrar a pior bilheteria da franquia entre os filmes desenvolvidos pela Disney, ‘Solo: Uma História Star Wars’ acumulou 70% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A HBO Max divulgou o novo trailer legendado da 2ª temporada da série de terror ‘30 Monedas‘.
Confira:
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 23 de outubro.
A série foi criada pelo aclamado realizador Álex de la Iglesia (‘O Dia da Besta’).
Na trama, Padre Vergara (Eduard Fernández) é um exorcista, boxeador e ex-presidiário que é enviado como sacerdote para o interior da Espanha. Entretanto, enquanto busca esquecer o passado, coisas estranhas começam a acontecer na cidade onde foi realocado e uma improvável força-tarefa formada pelo Prefeito Paco (Ángel Silvestre) e a veterinária Elena (Megan Montaner) parte em busca da verdade, enquanto a realidade é distorcida por uma moeda amaldiçoada que está no centro de uma conspiração mundial.
Originalmente intitulado ‘The Department‘, o projeto é uma adaptação do drama francês ‘Le Bureau des Légendes, The Agency‘.
A produção está sendo descrita como “um thriller político de espionagem”, que irá focar em Martian (Fassbender), um agente da CIA recebeu ordem de abandonar sua vida secreta e retornar à agência de Londres.
Quando o amor que ele deixa para trás reaparece, sua carreira, sua verdadeira identidade e sua missão são jogados contra o seu coração, colocando os dois e um jogo mortal de intriga internacional e espionagem.
George Clooney e Grant Heslov servem como produtores executivos.
“Michael Fassbender é uma dos melhores atores do nosso tempo,” declarou Chris McCarthy, presidente do Showtime. “É traz uma complexidade para todos os personagens que interpreta, e é por isso que estamos animados em tê-lo como protagonista de ‘The Agency’ enquanto começamos o lançamento de novas produções originais do canal.”
As filmagens estão acontecendo atualmente, em Londres.
Esta série marcará o primeiro projeto de Fassbender nas telinhas desde ‘The Devil’s Mistress‘, em 2008.
No próximo capítulo, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.
O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).
O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.
Apesar disso, o cineasta se mostrou hesitante em se comprometer com uma continuação.
“Eu definitivamente tem uma ideia para a trama de ‘A Espiã que Sabia de Menos 2’, mas não sei [se vai acontecer]. Estou me divertindo muito fazendo coisas novas. E eu estou satisfeito com o primeiro filme. Às vezes, quando revisitamos algo, percebemos que ‘satisfeito’ é o suficiente.”
Ele completa, “Eu costumava dizer que não tinha interesse em fazer sequências, mas, então, dirigi ‘Outro Pequeno Favor’. Mas isso levou cinco anos, e nós tínhamos uma ideia para uma história que parecia a direção certa.”
Na trama original, Susan Cooper é uma despretensiosa analista de base da CIA e uma heroína não reconhecida por trás das missões mais perigosas da Agência. Mas quando seu parceiro sai da jogada e outro agente fica comprometido, Susan decide se infiltrar no mundo de um traficante de armas mortais e evitar um desastre global.
Melissa McCarthy (‘As Bem-Armadas’) estrela como a espiã titular.
A trama acompanha a crise de um casal em Berlim Ocidental. Após pedir o divórcio ao marido, uma mulher passa a exibir comportamentos cada vez mais perturbadores e violentos. O que inicialmente parece ser um drama sobre infidelidade e separação rapidamente escala para uma espiral de horror surrealista e sobrenatural.
Além de dirigir, Finn também assume as funções de roteirista e produtor do longa. O projeto busca revitalizar a obra visceral de Andrzej Żuławski, que se tornou um cult absoluto ao longo das décadas.
O capacete do personagem Senhor das Estrelas, vivido por Chris Pratt, foi leiloado recentemente por US$ 160 mil. O artefato em questão foi o item de maior valor durante o leilão da Prop Store, que aconteceu no Reino Unido nesta semana.
Ao lado do capacete, outros 599 artigos pertencentes a filmes e séries de TV foram vendidos, entre eles, o figurino de Alien da primeira produção, lançada em 1979, e a túnica e o capacete de Merlin, ambos de ‘Excalibur‘. O primeiro objeto atingiu a marca de US$ 80 mil, enquanto estes dois foram comercializados por US$ 120 mil.
Segundo o site TMZ, o leilão faturou aproximadamente US$ 4 milhões ao todo.
A 4ª temporada de ‘Better Call Saul‘ estreia no dia 6 de agosto e para divulgar o novo ciclo, o astro Bob Odenkirk esteve na San Diego Comic-Con e compartilhou seu desejo de ter o personagem Jesse Pinkman, de ‘Breaking Bad‘, na produção.
Durante a coletiva de impressa da série, ele disse:
“Eu não vejo porque não. Aqui vai o que eu sei. Eu sei que Hank Schrader conhece Saul. Quando eles se encontram no corredor, eles se conhecem e discutem. Se você se lembra dessa primeira vez, sabe que Hank conhece Saul. Além disso, tem aquilo que o Jesse fala pro Walt: ‘você não precisa de um advogado criminal, você precisa de um advogado criminoso’. É claro que Jesse viu o comercial de Saul em ‘Breaking Bad’. Nós sabemos disso. Mas não acho que isso tenha sido o bastante para Jesse indicar que eles fossem atrás de Saul. Foi só um comercial. Mas ele conhece Saul e sua reputação, então eu acho que os dois deveriam se conhecer”.
Recentemente, foi anunciado que o ator Stefan Kapicic, de ‘Deadpool‘, entrou para o elenco recorrente do novo ano. Sobre a oportunidade, ele comentou: “Estou muito feliz por fazer parte do universo de ‘Breaking Bad‘ e, tanto o elenco, como a equipe de produção, são incríveis e talentosos. ‘Better Call Saul‘ é uma das minhas séries favoritas”.
‘Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtorPeter Gould como co-showrunners da primeira temporada.
A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.
Os fãs do universo de ‘Jogos Vorazes’ podem ficar animados, pois mais um novo longa da franquia deve ser lançado nos cinemas.
A autora da saga de livros,Suzanne Collins, anunciou que está escrevendo uma pré sequência da saga, que ainda não possui título oficial e está sendo chamada de ‘Untitled Panem Novel’. A obra já possui data de lançamento e chega às livrarias em 19 de maio de 2020.
E segundo uma fonte interna ao The Wrap, a Lionsgate, estúdio responsável pela adaptação da trilogia para os cinemas, já está em negociações para desenvolver a versão cinematográfica da nova obra.
A nova narrativa se passará 64 anos antes dos eventos de ‘Jogos Vorazes‘, exatamente na manhã da Colheita para a décima edição dos Jogos Vorazes.
Em um comunicado oficial, a autora Suzanne Collins falou sobre o novo projeto e o que ele abordará:
“Com este livro, eu queria explorar o estado da natureza, quem somos e o que percebemos é necessário para nossa sobrevivência. O período de reconstrução dez anos após a guerra, comumente chamado de Dias Sombrios – enquanto o país de Panem se recupera – fornece terreno fértil para os personagens lidarem com essas questões e, assim, definirem suas visões da humanidade ”.
Os quatros filmes da franquia ‘Jogos Vorazes‘ acumularam o montante de US$ 2.9 bilhões ao redor do mundo.
O novo filme será distribuído pela Paris Filmes no Brasil.
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