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‘9-1-1’ e ‘9-1-1: Nashville’ batem recorde de audiência com novos episódios

A franquia de sucesso 9-1-1 e seu mais recente derivado, 9-1-1: Nashville’, alcançaram um marco importante para a rede ABC ao baterem seus próprios recordes de audiência no dia 26 de março, registrando os maiores índices da atual temporada.

Segundo dados do Deadline e da Nielsen National Live + Same Day, a produção principal atraiu 4,8 milhões de espectadores às 20h, enquanto o spin-off estreante, 9-1-1: Nashville’, segurou o público com 4,02 milhões às 21h, um recorde histórico para a nova série.

O desempenho é considerado excepcional, pois os dramas enfrentaram a forte concorrência do torneio March Madness na CBS e da abertura da temporada da MLB na NBC, além de superarem a tradicional queda de audiência causada pelo início do horário de verão nos Estados Unidos.

A importância desses números reflete a resiliência da TV aberta: manter bons índices lineares é crucial para a receita publicitária, mesmo com a migração massiva do público para o digital. No entanto, o sucesso se estende para além da televisão.

Ao contabilizar três dias de exibição multiplataforma, incluindo ABC, Hulu e Disney+, o alcance de 9-1-1 saltou para 7,33 milhões de espectadores (um aumento de 53% sobre o ao vivo), enquanto 9-1-1: Nashville’ atingiu 6,23 milhões (alta de 55%). Esses resultados sólidos garantiram que ambas as séries fossem prontamente renovadas para novas temporadas.

Ambos os programas já foram renovados para a próxima temporada.

No campo da narrativa, os episódios exibidos nesta semana elevam a tensão para os personagens. Em 9-1-1, a equipe 118 encara uma investigação interna severa, precisando justificar cada decisão tomada em um incêndio recente, enquanto Buck trabalha nos bastidores para apoiar os colegas e garantir seu retorno à estação.

Já em 9-1-1: Nashville’, o drama pessoal entre Blue e Dixie se intensifica após Dixie ignorar o aniversário da parceira. Paralelamente, um chamado de emergência evolui para uma investigação de homicídio sob o comando de Cammie, ao mesmo tempo em que a equipe corre para evitar que uma clínica de fertilidade perca seu material genético devido a uma queda de energia.

9-1-1’ está disponível no Disney+.

A produção é estrelada por um elenco de peso que inclui Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Marcanthonee Reis e Gavin McHugh.

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Matthew Lillard revela que quase viveu Negan em ‘The Walking Dead’: “Minha abordagem teria sido diferente”

O ator Matthew Lillard, conhecido por seus papéis em Scooby-Doo e ‘Five Nights at Freddy’s’, revelou recentemente que quase fez parte de uma das séries mais populares da televisão. Segundo ele, por pouco não integrou o elenco deThe Walking Dead, onde interpretaria ninguém menos que o icônico vilão Negan.

Conforme o portal The Wrap, Lillard relembrou o intenso processo de seleção conduzido pela AMC. O ator revelou que passou por três rodadas de audições, chegando a ser a escolha principal da equipe de produção por um curtíssimo intervalo de tempo. No entanto, o estúdio acabou seguindo uma direção diferente, selecionando Jeffrey Dean Morgan para dar vida ao líder dos Salvadores.

Lillard analisou as diferenças fundamentais entre as interpretações:

“O Negan do Jeffrey é extremamente durão e masculino. Minha abordagem teria sido diferente; eu teria sido mais perverso e engraçado. Ele foi extremamente durão e masculino. Teríamos abordagens bem diferentes”, explicou o ator, sugerindo uma versão que talvez se aproximasse mais do tom sarcástico e imprevisível presente nos quadrinhos de Robert Kirkman.

A confirmação de que o papel esteve em suas mãos veio de forma inesperada durante a San Diego Comic-Con, enquanto Lillard promovia o revival de ‘Twin Peaks’. Na ocasião, ele teve um encontro com a equipe criativa da série de zumbis.

“O criador da série veio até mim e disse: ‘Você não faz ideia. O papel foi seu por uns 10 minutos’. Naquele momento, eu teria garantido mais uns 10 anos de trabalho”, contou Lillard.

Apesar da frustração momentânea, ele reconhece o impacto cultural que Morgan trouxe ao personagem: “Esse personagem seguiu em frente. Ele se tornou uma lenda. Em qualquer convenção que você vai, há uns 10 Negans andando por aí”.

Criador de ‘The Walking Dead’ explica a POLÊMICA decisão de matar Glenn

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Baseada na premiada graphic novel de Robert Kirkman, The Walking Dead estreou em 2010 e tornou-se um fenômeno cultural ao longo de suas 11 temporadas. A trama acompanha o policial Rick Grimes (Andrew Lincoln) liderando um grupo de sobreviventes em um mundo devastado por mortos-vivos, onde a maior ameaça muitas vezes não são os zumbis, mas a própria natureza humana sob pressão extrema.

A série foi responsável por impulsionar as carreiras de nomes como Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Danai Gurira, Chandler Riggs e Steven Yeun, consolidando Jeffrey Dean Morgan como um dos pilares da fase final da produção e de seus derivados subsequentes.

the walking dead

‘Resident Evil’: Novas exibições-testes afirmam que o reboot é “ótimo”

Parece que, dessa vez, a maldição pode finalmente ser quebrada. A franquia ‘Resident Evil‘, que há anos divide fãs e críticos no cinema, pode estar prestes a ganhar a adaptação definitiva — ou pelo menos a mais promissora até agora.

O novo reboot da saga, comandado por Zach Cregger (de Noites Brutais), passou recentemente por sua primeira exibição-teste — e as reações iniciais são animadoras. Segundo o insider Daniel RPK, o longa foi classificado como simplesmente “ótimo” pelos espectadores presentes na sessão confidencial, algo que rapidamente elevou o hype entre os fãs.

E não para por aí. O jornalista Gene Park, conhecido por seus bastidores ligados ao mundo dos games, reforçou o coro positivo ao afirmar: “Também ouvi coisas boas a respeito.” Ou seja, mesmo vindo de fontes diferentes, o burburinho parece consistente — pelo menos por enquanto.

Mas calma lá. Antes de decretar que finalmente teremos o filme definitivo da franquia da Capcom, vale lembrar o contexto. As chamadas exibições-teste são sessões fechadas organizadas pelos estúdios com versões ainda inacabadas do filme. É nesse momento que os executivos avaliam ritmo, narrativa e recepção geral, muitas vezes promovendo mudanças significativas antes do corte final.

Em outras palavras: o que foi exibido ainda deve passar por ajustes importantes, incluindo edição, mixagem de som e finalização de efeitos visuais. Além disso, estamos falando da reação de um grupo pequeno e selecionado — o que sempre pede uma boa dose de cautela.

Ainda assim, é inegável que o clima é de otimismo. Depois de tantas tentativas divisivas nas telonas, a nova aposta pode finalmente acertar o tom e entregar algo à altura dos jogos que marcaram gerações.

Agora resta esperar para ver se o hype vai sobreviver até a estreia — ou se estamos diante de mais um falso alarme em Raccoon City.

Em entrevista ao The New York Times, Cregger voltou a comentar sobre sua aguardada adaptação de ‘Resident Evil‘.

O cineasta acredita alguns fãs irão “crucificá-lo” por causa das liberdades criativas, mas promete que a produção canalizará o “espírito” dos jogos.

“Eu amo a ideia de ser jogado em um universo que está determinado a aniquilar você. É um conceito apenas divertido, e eu ainda não vi um filme que oferece este tipo de experiência.”

Ele completa, “Eu definitivamente não estou tentando ser completamente obediente à mitologia dos jogos. Estou tentando contar uma história que pareça autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos.”

O novo reboot chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de Setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

Zach Cregger, diretor dos aclamados ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, comanda a produção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Rumores indicam que o filme terá uma história inédita, focada em Bryan (Austin Abrams), um entregador que atropela uma mulher misteriosa numa estrada nevada perto de Raccoon City, envolvendo-se em um surto de mutações com tentáculos, resgatando o terror original e se passando entre os eventos de RE2 e RE3, sem personagens clássicos, prometendo voltar às raízes de terror com mais fidelidade aos jogos.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Resident Evil Bem Vindo a Raccoon City

‘Supergirl’ ganha EMPOLGANTE vídeo dos bastidores com cenas inéditas

A Warner Bros. divulgou um empolgante vídeo dos bastidores do live-action de ‘Supergirl‘, estrelado pela Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’).

Nele, vemos cenas inéditas, entrevistas e um pouquinho de como o filme foi filmado.

Enquanto comemora seu aniversário de 21 anos, Kara Zor-El viaja pela galáxia com seu fiel cão Krypto, até que cruza o caminho da jovem Ruthye Marye Knoll e embarca em uma missão mortal de vingança.

A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Diferente de uma prática comum em Hollywood, na qual novos atores costumam buscar conselhos com quem já viveu o papel, Alcock revelou ao ComicBookMovie que optou por não procurar Benoist, que interpretou a heroína por seis temporadas na televisão, nem Calle, que deu vida à kryptoniana no filme ‘The Flash’ e nem Laura Vandervoort, que interpretou a heroína em ‘Smallville: As Aventuras do Superboy’.

“São apenas pessoas vivendo suas vidas. Não é como se tivéssemos um laço de sangue”, afirmou a atriz, de forma direta.

Apesar disso, as intérpretes anteriores demonstraram apoio à nova Supergirl. Na época, Benoist declarou: “Eu acredito que todas as interpretações da personagem são valiosas pelo que ela representa. Supergirl, como entidade, é icônica por um motivo e tem sido desde os anos 50. Pessoalmente, acho que cada versão dela é importante para que jovens possam se ver representadas”.

Vandervoort, que interpretou a heroína na série Smallville, também se manifestou nas redes sociais: “Enquanto celebramos a escalação de Milly Alcock como a nova Supergirl, achei apropriado compartilhar algumas artes de fãs que remetem ao meu tempo com esse ‘manto’. Obrigada por isso”.

Por sua vez, Calle também apoiou Alcock, afirmando: “Divirta-se muito. Você parece incrível, adorei isso. Arrase completamente”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

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supergirl 3

supergirl poster

‘Casamento Sangrento 3’ não deve acontecer após segundo filme FRACASSAR nas bilheterias

Após ‘Casamento Sangrento: A Viúva‘ fracassar nas bilheterias, o terceiro filme da franquia não deve acontecer.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett abordaram o futuro da franquia ao discutirem o final da sequência. Os diretores refletiram sobre se a história deixa espaço para uma continuação ou se sinaliza um ponto final natural.

Em uma entrevista para o Inverse , eles indicaram que um terceiro filme não é uma prioridade no momento. Bettinelli-Olpin afirmou:

“Acho que fizemos este filme como um final definitivo”, reconhecendo, porém, que “também fizemos o primeiro filme como um final definitivo”.

A sequência expande a premissa do filme original ao introduzir uma rede mais ampla de famílias ligadas ao Sr. Le Bail. Ela se baseia em um conceito não utilizado do primeiro roteiro. Bettinelli-Olpin explicou: “Havia uma cena extra que os roteiristas… escreveram, que era uma conferência de Le Bail com várias outras famílias”, descrevendo como a ideia “já vinha sendo amadurecida há muito tempo”. 

Crítica em Vídeo | Casamento Sangrento 2: Viúva é SANGRENTO, assustador e divertido igual o original

Casamento Sangrento 2: A Viúva‘ chegou aos cinemas norte-americanos tentando repetir o sucesso cult do original, mas sua estreia ficou abaixo das expectativas.

Nos Estados Unidos, a sequência arrecadou cerca de US$ 9,1 milhões em seu primeiro fim de semana, ficando fora do top 3 do período e enfrentando uma recepção comercial considerada morna para o gênero.

Apesar disso, o número não chega a ser um desastre — principalmente quando colocado lado a lado com o desempenho do primeiro filme.

Lançado em 2019, ‘Casamento Sangrento‘ (2019) abriu com aproximadamente US$ 8 milhões no seu primeiro fim de semana tradicional (ou cerca de US$ 11 milhões em um período estendido de cinco dias), mostrando um início até um pouco mais tímido que o da sequência.

No entanto, a grande diferença aparece no desempenho a longo prazo. O primeiro longa teve uma excelente sustentação nas semanas seguintes e encerrou sua trajetória com cerca de US$ 28,7 milhões apenas nos Estados Unidos, consolidando-se como um sucesso dentro do seu baixo orçamento.

Casamento Sangrento 2 ainda está em cartaz e soma cerca de US$ 16 milhões no mercado doméstico até agora, com um total global de aproximadamente US$ 23 milhões — o que indica um caminho mais incerto nas bilheteiras.

Com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore – que é considerada uma boa avaliação para o gênero.

A média de aprovação do público é a mesma alcançada pelo longa original, em 2019.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Momentos após sobreviver a um ataque sangrento da família Le Domas, Grace (Weaving) descobre que alcançou o próximo nível do jogo mortal — e, desta vez, com sua irmã distante, Faith (Newton), ao seu lado. Grace tem apenas uma chance de sobreviver, manter sua irmã viva e reivindicar o Alto Assento do Conselho que controla o mundo. Quatro famílias rivais estão à sua caça pelo trono, e quem vencer governará tudo.

O elenco ainda conta com Sarah Michelle Gellar, Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, David Cronenberg, Elijah Wood, Kevin Durand, Olivia Cheng, Varun Saranga e Daniel Beirne.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, de ‘Pânico VI‘, retornam à direção.

O roteiro de ‘Casamento Sangrento 2‘ foi assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia.

‘Super Mario Galaxy’ tem estreia INFERIOR ao primeiro filme nas bilheterias do Brasil

O encanador mais famoso dos games voltou com tudo — mas já começou a dividir comparações. ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘ estreou nos cinemas brasileiros no dia 1º de abril e mostrou força nas bilheteiras, levando mais de 150 mil espectadores às salas já em seu primeiro dia. Os dados estimados são do Filme B Box Office Brasil.

A estreia rendeu cerca de R$ 3,2 milhões apenas na quarta-feira, o que equivale a aproximadamente US$ 620 mil. Um resultado sólido, mas que fica um pouco abaixo do desempenho do primeiro longa da franquia, ‘Super Mario Bros.: O Filme‘ (2023), que havia conquistado 184,4 mil espectadores em sua estreia no Brasil — um número que colocou o filme como um verdadeiro fenômeno na época.

Ainda assim, o novo capítulo estrelado pelo mascote da Nintendo mostra que o apelo continua gigantesco — e não só por aqui. A estreia internacional vem surpreendendo com números robustos ao redor do mundo, consolidando o longa como mais um sucesso global em potencial.

Somando todos os mercados, ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘ já acumula US$ 68,4 milhões logo em sua estreia global — um número que mostra a força absurda da marca, mesmo com comparações inevitáveis ao primeiro filme.

Crítica | Super Mario Galaxy: O Filme – Nova Aventura tem Bastante Jogabilidade, Mas História Morna

Fontes internas da Universal projetam uma arrecadação de US$ 186 milhões nos primeiros cinco dias de Galaxy nos Estados Unidos, incluindo US$ 128,2 milhões no fim de semana prolongado. Alguns donos de cinemas acreditam que a bilheteria pode chegar a US$ 200 milhões, comparável aos US$ 204,6 milhões arrecadados por Super Mario nos mesmos cinco dias do feriado.

No exterior, a expectativa é de uma estreia com 175 milhões de dólares, o que facilmente a tornaria a maior bilheteria de estreia mundial de 2026 até o momento, superando ‘Devoradores de Estrelas‘ (US$141M) e o longa chinês ‘Pegasus 3‘ (US$152M). As informações são do THR.

‘Michael’, ‘Super Mario’, ‘O Drama’ e os Filmes Mais Esperados de Abril 2026 nos CINEMAS!

Para termos de comparação, os números estão na média do lançamento do primeiro filme, que abriu globalmente com US$ 377 milhões em 2023.

Super Mario Galaxy‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

Agora é OFICIAL! Viggo Mortensen não volta como Aragorn em ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’ e personagem será reescalado

A Terra-média vai ganhar um novo rosto — e isso já está dando o que falar. A reformulação do icônico Aragorn em ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum‘ (2027) segue como um dos assuntos mais quentes entre os fãs, e agora o próprio Andy Serkis resolveu colocar um pouco de ordem (ou mais lenha na fogueira) na situação.

Em entrevista ao Screen Rant, o ator e diretor — que retorna ao universo que o consagrou como Gollum — confirmou aquilo que muitos já temiam: Viggo Mortensen não voltará ao papel do herdeiro de Isildur. A decisão faz parte de uma nova abordagem para a franquia, que busca renovar seu elenco para essa nova fase sob o selo da Warner Bros..

Mas se você já estava apostando em um substituto, talvez seja melhor segurar a empolgação. Serkis também comentou sobre os rumores envolvendo Leo Woodall, nome que vinha ganhando força nas redes como possível novo Aragorn — e tratou de esfriar as expectativas.

“Não sei exatamente o que está circulando no momento, mas há muita especulação online. Digamos apenas que estamos reformulando o elenco e estamos a caminho de encontrar alguém”, declarou o cineasta.

A fala deixa claro que o processo de escalação ainda está em andamento, e que nenhum nome foi oficialmente fechado — embora também não descarte totalmente as apostas dos fãs. Ou seja: o mistério continua.

Isso levou os fãs a imaginarem quem dará vida ao poderoso guerreiro, considerando que Andy Serkis (Gollum), Ian McKellen (Gandalf), Elijah Wood (Frodo) e Orlando Bloom (Legolas) irão retornar para o longa-metragem.

Gollum Sad in Lord of the Rings Two Towers

Andy Serkis confirma início da produção de ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’

O enredo de ‘A Caçada por Gollum’ se passará em um período que não foi explorado nos filmes originais, detalhado nos apêndices dos livros de J.R.R. Tolkien.

A trama focará na busca por Gollum após ele deixar as Montanhas Sombrias, quando Gandalf suspeita que a criatura sabe a localização do Um Anel. Nos livros, o mago pede a Aragorn para rastrear Gollum pela Terra-média antes que as forças de Sauron o encontrem.

Serkis assume a cadeira de direção.

Ian McKellen revela que Gandalf e Frodo irão aparecer em ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’

A Warner Bros. Pictures e a New Line Cinema anunciaram oficialmente que ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’ será lançado nos cinemas em 17 de dezembro de 2027.

Senhor dos anéis

Trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ pode ser lançado na próxima semana, afirma insider! Saiba o dia…

Os fãs da Marvel já podem começar a marcar o calendário — mas com um pé atrás. Em meio aos rumores de que ‘Vingadores: Doutor Destino‘ (2026) pode ter sua estreia antecipada nos cinemas, uma nova atualização aponta quando finalmente veremos o primeiro grande vislumbre do filme.

De acordo com o insider Daniel RPK, conhecido por antecipar novidades da indústria, a Marvel Studios estaria preparando um “grande trailer e pôster” em parceria com a Disney para o dia 6 de abril. A informação surgiu em seu Patreon e rapidamente movimentou os fãs — especialmente depois da decepção com a ausência de material inédito durante o Super Bowl 2026, onde muitos esperavam pelo menos um teaser.

Ainda assim, o cenário está longe de ser definitivo. O próprio informante levantou a possibilidade de que a data possa, na verdade, estar reservada para ‘The Dog Stars‘, novo projeto do veterano Ridley Scott para o estúdio. Ou seja: a disputa por atenção pode ser interna — e os fãs da Marvel podem acabar tendo que esperar um pouco mais.

Enquanto isso, ‘Vingadores: Doutor Destino‘ (2026) segue cercado de expectativas e mistério. O longa, que promete mexer profundamente com os rumos do MCU, deve entrar em um período de refilmagens em breve, algo comum nas produções da casa, mas que sempre levanta teorias sobre mudanças na história.

Por ora, tudo deve ser tratado como rumor — mas, se a data se confirmar, estamos a poucos dias de um dos trailers mais aguardados dos últimos anos.

VINGADORES – Doutor Destino‘ vai trazer a próxima grande reunião da Marvel e terá o retorno de Robert Downey Jr.. O Doutor Destino chegou oficialmente ao Universo Cinematográfico da Marvel. Esse vilão, um mestre das ciências avançadas e da magia poderosa, vai desencadear uma crise em cascata ao redor do Multiverso.

“Personagens que aparecerão em Vingadores – Doutor Destino:

Deadpool, Wolverine, Os Homens-Aranha, O Quarteto Fantástico, Os Thunderbolts, Os Jovens Vingadores, Doutor Estranho, Clea, Hulk, Mulher-Hulk, Shang-Chi, Pantera Negra (Shuri), Capitão América Sam Wilson, Capitã Marvel, Monica Rambeau, Cavaleiro da Lua, Demolidor, Gavião Arqueiro, Senhor das Estrelas, Loki, Thor, Visão Branco, Wanda, Agatha Harkness, Homem-Formiga, Máquina de Combate, Pepper Potts.”

Vingadores: Doutor Destino tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027. 

vingadores doutor destino

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Resident Evil’: Diretor acredita que alguns fãs irão “CRUCIFICÁ-LO” por sua adaptação

Em entrevista ao The New York Times, Zach Cregger (‘A Hora do Mal’) voltou a comentar sobre sua aguardada adaptação de ‘Resident Evil‘.

O cineasta acredita alguns fãs irão “crucificá-lo” por causa das liberdades criativas, mas promete que a produção canalizará o “espírito” dos jogos.

“Eu amo a ideia de ser jogado em um universo que está determinado a aniquilar você. É um conceito apenas divertido, e eu ainda não vi um filme que oferece este tipo de experiência.”

Ele completa, “Eu definitivamente não estou tentando ser completamente obediente à mitologia dos jogos. Estou tentando contar uma história que pareça autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos.”

O novo reboot chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de Setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

Zach Cregger, diretor dos aclamados ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, comanda a produção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Rumores indicam que o filme terá uma história inédita, focada em Bryan (Austin Abrams), um entregador que atropela uma mulher misteriosa numa estrada nevada perto de Raccoon City, envolvendo-se em um surto de mutações com tentáculos, resgatando o terror original e se passando entre os eventos de RE2 e RE3, sem personagens clássicos, prometendo voltar às raízes de terror com mais fidelidade aos jogos.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Resident Evil Bem Vindo a Raccoon City

10 Filmes com mais climão que almoço pós-treta!

Segredos revelados, tretas de família, são tantas situações que podem acontecem ao nosso redor que nos sentimos em um Big Brother praticamente todos os dias de nossas vidas! Para você que gosta de filmes com bons debates, e surpresas inacreditáveis que chegam após conflitos, segue abaixo uma lista abaixo:

 

Segredos em Família (Reserva Imovision)

Um ambicioso casal, em busca de um empreendimento, leva os pais de uma das partes para visitar uma ilha onde supostamente daria um ótimo hotel. O intuito desse convite é conseguir uma boa parte do dinheiro de entrada desse negócio. Acontece que o responsável pela casa na ilha, após algumas situações constrangedoras com elementos da família, acaba fugindo e deixando o restante das pessoas sem ter como sair da ilha. O que era pra ser um passeio agradável, logo vira um ambiente tenso, onde facetas escondidas logo vem à tona.

 

Um Silêncio (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Astrid (Emmanuelle Devos), esposa do advogado François Schaar (Daniel Auteuil), esse último trabalhando em um caso midiático onde defende parentes que tiveram os filhos sequestrados. Quando um segredo é aberto, os olhos da justiça se voltam por completo para essa família, deixando Astrid em dúvidas sobre o que fazer.

 

Confissões

Na trama, conhecemos uma família rica que fica completamente abalada com o sequestro da filha mais nova. Quando os sequestradores entram em contato, eles são surpreendidos: os criminosos não querem dinheiro, mas se encontrar com eles, pois, alguém naquela casa, esconde um segredo sobre um ato terrível. Assim, ao longo de uma madrugada, verdades começam a aparecer.

 

Saltburn (Prime Video)

Na trama, conhecemos o recém chegado à faculdade de Oxford, o solitário Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo de riqueza e poder. Até que um dia Felix o convida para passar o verão na sua mansão, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.

 

The Humans (MUBI)

Na trama, acompanhamos a reunião de uma família para comemorar o dia de ação de graças no novo apartamento duplex do casal Brigid (Beanie Feldstein) e Richard (Steven Yeun), no centro de Manhattan. Ao longo de uma noite fria, intensa e cheia de situações que beiram ao inexplicável, vamos percorrendo lembranças de todas essas gerações que se chocam refletindo sobre a vida uns dos outros.

 

A Verdade (Diamond Films +)

Na trama, conhecemos Fabienne (Catherine Deneuve), uma excêntrica estrela do cinema francês que resolve lançar um livro de memórias. Isso faz com que sua filha Lumir (Juliette Binoche), que mora nos Estados Unidos, precise ir até a França para visitá-la, junto de seu marido, Hank (Ethan Hawke), um ator de trabalhos coadjuvantes da televisão norte-americana. Chegando na casa de sua mãe e voltando para a rotina de set de filmagens e difíceis conversas, o passado chega forte com assuntos mal resolvidos dentro de uma profunda amargura de ambos os lados.

 

Que Mal Fiz a Deus? (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Claude Verneuil (Christian Clavier) vive seu final de vida ao lado da esposa, com quem tem quatro filhas. A pacata vida deste orgulhoso cidadão francês é completamente abalada quando é apresentado aos pretendentes de suas filhas.

 

Morte no Funeral (HBO MAX)

Lançado em 2007, esse longa-metragem britânico dirigido pelo cineasta Frank Oz, nos mostra surpreendentes revelações de alguns integrantes de uma família que se reúne para um funeral. Matthew Macfadyen e Peter Dinklage estão no ótimo elenco dessa excelente produção.

 

Nimby

Na trama, conhecemos Marvi e Kata, duas jovens que namoram faz um ano, só que ambas ainda não contaram para suas famílias sobre esse relacionamento. Buscando resolver essa situação, aproveitam a ida da mãe de Kata (uma famosa comissária da União Europeia) até a Finlândia para conversar sobre o assunto. Mas nesse meio tempo, Marvi convence a namorada de irem primeiro contar para sua família, no interior do mesmo país. Muitas situações acontecem, mas as famílias das duas se encontram e precisarão de muita compreensão para todos se entenderem.

 

Qual o nome do bebê?

Vincent está prestes a se tornar pai. Ele e sua esposa, Anna, são convidados para jantar na casa de sua irmã, Elisabeth. Chegando lá, encontram Claude, um velho amigo de infância. Nesse encontro, uma confusão é instaurada na sala de estar por conta de perguntas, piadas e opiniões fortes sobre sua futura paternidade, transformando um simples jantar em um verdadeiro caos.

Crítica | ‘O Mago do Kremlin’ é um thriller político que não sabe qual caminho seguir

O Mago do Kremlin parte de uma premissa bastante “simples”, no sentido pragmático do termo: baseado no romance de mesmo nome de Giuliano da Empoli, o projeto é inspirado na vida do político e empresário Vladislav Surkov, aqui reimaginado como o protagonista Vadim Baranov (Paul Dano). Tendo sido um jovem apaixonado pelas artes, Vadim ingressou na política da maneira mais inesperada possível e se tornou braço-direito de Vladimir Putin (Jude Law), ajudando-o a ascender à presidência da Rússia num período em que o poder era tudo o que importava para garantir a soberania do país frente às crescentes investidas estadunidenses.

A narrativa nos convida para uma jornada pelo comportamento polvoroso do território russo entre as décadas de 1970 e 2010, utilizando Vadim como guia. Exilado de aparições públicas, ele é visitado pelo acadêmico Rowland (Jeffrey Wright), que, em visita a Moscou, é convocado pelo ex-político a ouvir sua versão de um complexo e intrincado enredo que ainda está longe de terminar. A partir de então, o protagonista devaneia sobre como cada uma de suas ações culminou em um exílio no esquecimento e numa cíclica letargia existencialista. O problema é que, apesar da densa atmosfera que se estende por quase duas horas e meia de tela, o filme não tem ideia de qual caminho quer seguir.

o mago do kremlin 2

Toda a estrutura do longa-metragem é pautada em uma análise histórica e ideológica bastante clara e que, assim como o livro original, escolhe uma perspectiva particular que é delineada através de vários capítulos. Dessa maneira, acompanhando os escritos de De Empoli, há uma afeição significativa pela explosiva mistura entre suspense político e drama satírico que, de certa maneira, escolhe a veracidade como ponto de remodelação revisionista. Não é surpresa que a trama seja acompanhada de um narrador em primeira pessoa que traz a subjetividade de sua vivência para comover o público – abrindo espaço para a efervescência revolucionária dos anos 1990 à afasia política que colocou em xeque as relações de poder mundiais.

Olivier Assayas fica a encargo da direção – e o realizador não é nenhum estranho a ambiciosos projetos cinematográficos. Responsável por títulos voltados para um âmbito mais conceitual, como ‘Personal Shopper’, ‘Vidas Duplas’ e ‘Irma Vep’, o cineasta parece ter se esquecido de um elemento imprescindível de suas obras anteriores para sua nova incursão: o objetivo. Ainda que essa inflexão semibiográfica conte com pontuais ápices criativos, nada justifica a existência do projeto como ele é – ou seja, assemelhando-se a uma aula de História ou uma página de enciclopédia do que um produto que traga o mínimo de originalidade. Em outras palavras, a disposição soa engessada demais para escapar dos convencionalismos, rendendo-se a várias redundâncias e repetições.

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Eventualmente, percebemos uma preocupação maior com a estética do que com o conteúdo: Assayas constrói planos que beiram a contemplação niilista ao engolfar os espectadores no isolamento social do frio e da neve – e acerta em boa parte deles, aproveitando a memorabília de que Vadim se dispõe para pulsões de tensão e de instabilidade. Porém, coassinando o roteiro com Emmanuel Carrère, o realizador se apoia demais em metáforas vencidas e diálogos previsíveis que não têm qualquer lugar dentro de um projeto como esse – e que promovem uma frustrante unidimensionalidade aos personagens.

De qualquer forma, há certos aspectos que merecem nossa atenção, com destaque quase absoluto ao trabalho elenco. Dano entrega uma performance impecável que transforma até mesmo as falas mais sem brilho em potentes discursos sobre as engrenagens que regem o planeta e que se agravam dia após dia – principalmente com as investidas controversas que Putin defende e que colocam um ponto de interrogação no verdadeiro impacto das decisões de Vadim. Law, por sua vez, oferece uma assombrosa interpretação do atual presidente da Rússia, trazendo mais peso à narrativa. E, junto a eles, Wright, Alicia Vikander, Will Keen e Tom Sturridge têm cada um seu momento de brilhar, oferecendo alguns vislumbres de profundidade.

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É claro que Assayas adota um viés óbvio para singrar entre a realidade e a ficção, optando por uma abordagem melodramática como forma de assegurar a atenção do público. Todavia, o resultado de O Mago do Kremlin fica no meio do caminho: o longa não chega a ser ruim, mas não traz nada de novo ao gênero, construindo uma adaptação profusa que se beneficia do comprometimento do elenco para o mínimo de entretenimento.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 9 de abril.

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‘Harry Potter’: Polícia investiga ameaças contra Paapa Essiedu após escalação como Snape

As gravações da série Harry Potter, que adaptará a obra literária de J.K. Rowling, tornaram-se alvo de atenção da policia após a revelação de que o ator Paapa Essiedu sofreu graves ataques online. Escalado para viver o icônico Professor Severo Snape, personagem eternizado nos cinemas por Alan Rickman, Essiedu teria sido alvo de ameaças de morte após o anúncio de sua participação na obra.

Conforme reportado pelo portal TMZ, as autoridades do Reino Unido já estão cientes da situação. A polícia de Hertfordshire, região onde se localizam os estúdios de filmagem, confirmou que, embora não tenha sido registrado um boletim de ocorrência formal até o momento, mantém contato direto com a Warner Bros. para monitorar a segurança do elenco.

Em entrevista à Variety, Casey Bloys, presidente da HBO, confirmou que a produção reforçou os protocolos de proteção. O executivo destacou que a emissora já previa reações intensas devido à natureza apaixonada da base de fãs da franquia.

“Situações assim podem se tornar assustadoras. Em projetos de grandes franquias, buscamos oferecer treinamento sobre boas práticas em redes sociais e como lidar com essas exposições. Contamos com uma equipe de segurança robusta e tentamos ser o mais cuidadosos possível”, afirmou Bloys.

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A Warner Bros. Discovery projeta a série como o maior evento da história do setor de streaming. Segundo JB Perrette, CEO de streaming global, o objetivo é capitalizar sobre uma marca que já moveu bilhões de dólares em livros e cinemas, oferecendo uma releitura profunda que dedicará uma temporada inteira para cada um dos sete livros originais.

Para garantir a fidelidade e o rigor técnico, a HBO escalou nomes de prestígio: Francesca Gardiner (‘Succession’) atua como showrunner e Mark Mylod (‘Game of Thrones’) assume a direção de episódios fundamentais.

Apesar das polêmicas externas, o cronograma segue com o elenco principal já definido para o arco de “A Pedra Filosofal”:

A nova versão promete explorar detalhes dos livros que foram omitidos nas adaptações cinematográficas, aprofundando a jornada de Harry desde sua descoberta como bruxo. A estreia global da primeira temporada está marcada para o dia 25 de dezembro de 2026, com exclusividade no serviço de streaming HBO Max.

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‘O Diabo Veste Prada’: Meryl Streep revela que primeiro filme teve orçamento mínimo por ser considerado “filme de mulherzinha”

A lendária Meryl Streep surpreendeu o público recentemente ao relembrar os desafios financeiros enfrentados durante a produção do clássico O Diabo Veste Prada. Conforme à Variety, a atriz revelou que o filme, onde imortalizou a icônica editora Miranda Priestly ao lado de Anne Hathaway, sofreu com um orçamento reduzido na época devido a preconceitos da indústria cinematográfica.

Segundo Streep, o longa foi injustamente rotulado pelos estúdios como um “filme de mulherzinha”, termo pejorativo usado para justificar investimentos limitados em produções centradas no universo feminino.

“Essa classificação não envelheceu bem. Após sucessos estrondosos como Barbie e Mamma Mia!, os estúdios finalmente entenderam que o público anseia por histórias protagonizadas por mulheres”, afirmou a veterana. “Naquela época, tivemos que lutar por cada centavo do orçamento”.

A atriz revelou ainda ter conversado com a diretora Greta Gerwig, observando que, mesmo décadas depois, produções comoBarbie ainda enfrentam certas resistências comparadas a grandes blockbusters de ação.

Contudo, para a aguardada continuação, o cenário mudou drasticamente: “Desta vez, querido, eles não economizaram!”.

A vencedora de três Oscars também esclareceu um mito persistente sobre a inspiração para sua personagem. Embora o livro de Lauren Weisberger faça referências à editora Anna Wintour, Streep buscou referências em dois gigantes do cinema masculino para construir a autoridade de Miranda: Mike Nichols e Clint Eastwood.

“Se Mike Nichols e Clint Eastwood tivessem um filho, seria Miranda Priestly. Pela autoridade no set. Mike tinha um humor irônico, e Miranda sabe que o que diz pode soar ácido, mas também é engraçado. E a calma vem do Clint, que nunca levantava a voz, ele fazia as pessoas se inclinarem para ouvir o que dizia”, concluiu.

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O Diabo Veste Prada 2’ tem estreia confirmada para o dia 1º de maio de 2026.

Com um orçamento robusto estimado em US$ 100 milhões e sob a direção de David Frankel, a sequência mergulha nas transformações brutais da mídia contemporânea. O roteiro, que utiliza elementos da obra “A Vingança Veste Prada”, reencontra Andy Sachs (Anne Hathaway) duas décadas após sua saída da revista Runway.

Agora uma jornalista investigativa de renome, Andy vê sua trajetória colidir novamente com a de Miranda, que enfrenta o maior desafio de sua carreira: manter a relevância em um mercado dominado por influenciadores digitais e pela decadência das publicações impressas.

A sequência garante o retorno do quarteto que definiu o sucesso do primeiro filme: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci

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Wagner Moura em ALTA! Ator vai estrelar filme de vampiros com Kristen Stewart e remake de filme franco-iraniano

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Wagner Moura (‘O Agente Secreto’) não ganhou o Oscar, mas conquistou Hollywood. O astro já tem dois projetos grandes em vista. Além de ter sido escalado para o elenco de Flesh of the Gods, novo thriller de vampiros estrelado por Kristen Stewart (‘Spencer’), ele também vai estrelar o remake de ‘Gosto de Cereja‘ —  filme franco-iraniano de 1997 do falecido cineasta iraniano Abbas Kiarostami, vencedor da Palma de Ouro.

Na trama de ‘Gosto de Cereja‘, Badii é um homem rico de meia-idade que está pensando em cometer suicídio e procura desesperadamente alguém que possa ajudá-lo. Ele já fez a sua cova embaixo de uma cerejeira nas montanhas, mas precisa que alguém enterre seu corpo.

O aclamado cineasta argentino Lisandro Alonso (‘Eureka’) vai dirigir o remake. Mais detalhes não foram revelados.

Assista ao trailer:

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Em Flesh of the Gods‘ ele substitui Oscar Isaac (‘Cavaleiro da Lua’), que deixou o projeto em virtude de conflitos de agenda, e se junta a Elizabeth Olsen (‘WandaVision’) e Stewart.

Descrito como “glamoroso, surrealista e cheio de violência”, Flesh of the Gods acompanha Raoul (Moura) e Alex (Stewart), um casal na glamorosa Los Angeles dos anos 80 que, todas as noites, desce de seu luxuoso apartamento em um arranha-céu e se dirige para um mundo noturno eletrizante. Quando cruzam o caminho da misteriosa e enigmática Sem Nome e seu grupo de festeiras, Raoul e Alex são seduzidos por um mundo glamoroso e surreal de hedonismo, emoções fortes e violência.

Ela se junta a Stewart e Oscar Isaac (‘Cavaleiro da Lua’), previamente anunciados.

O filme será dirigido por Panos Cosmatos, mais conhecido por seu alucinante filme de terror de 2018, ‘Mandy‘.

“Como a própria Los Angeles, Flesh of the Gods habita o reino liminar entre a fantasia e o pesadelo”, disse Cosmatos em comunicado. “Ao mesmo tempo propulsivo e hipnótico, Flesh irá levá-lo em um passeio de rodinhas nas profundezas do coração brilhante do inferno.”

O diretor também fica responsável pelo roteiro ao lado de Kevin Walker (‘Se7en’).

Crítica | ‘Comer, Rezar, Ladrar’ – Um tour pelo vínculo afetivo com nossos AUmigos

O vínculo afetivo que temos com os animais pode ser uma das mais belas páginas que compõem a nossa história. Buscando trazer esse tema com delicadeza e humor, chegou à Netflix Comer, Rezar, Ladrar, um longa-metragem alemão que, sem rodeios, nos leva até os caminhos do trauma, da lealdade e do apego. É uma pena que a insistência em levar suas simpáticas reflexões por meio de estereótipos acabe deixando o projeto na corda bamba da inconsistência.

Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que buscam um famoso lugar especializado em técnicas de adestramento, com o foco de melhorar a relação dos donos com os seus animais. Assim, conhecemos a política Ursula (Alexandra Maria Lara), a atrapalhada Babs (Anna Herrmann), o casal Helmut (Devid Striesow) e Ziggy (Doga Gürer), e também o policial Hakan (Kerim Waller). Durante alguns dias, eles vão criar uma forte ligação com seus cachorrinhos, sob o olhar do misterioso Nordon (Rúrik Gíslason).

Menos chocolate, mais cinema: 10 filmes pra adoçar seu feriado

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Dirigido pelo cineasta alemão Marco Petry, o projeto é repleto de boas intenções – um ponto que precisamos levar em consideração antes de qualquer análise mais aprofundada. Em sua construção narrativa linear e de fácil compreensão, a obra nos entrega resoluções simplistas, personagens caricatos e conveniências; mesmo assim, sua força está nas mensagens, que chegam com certa força e de maneira bem objetiva.

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Transmitir boas reflexões sobre a relação entre nós e o mundo canino não é algo tão simples e, aqui, com um ritmo cadenciado e pitadas de comédia, consegue-se aos poucos se chegar nos conflitos emocionais que dizem muito mais sobre as pessoas do que propriamente os animais. Para se chegar até esse ponto importante de reflexão – bem amplo, mas aqui condensado em situações que conduzem a revelações –, é sugerido um olhar como o reflexo, logo se chegando na interdependência e responsabilidades.

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Há também espaço para um flerte com a atualidade, por meio do cancelamento da personagem Ursula – que personifica toda a desconfiança em torno do mundo político.  Também é abordado, bem nas entrelinhas, as dificuldades de prosperar um pequeno negócio nichado, bem como a necessidade de criar um fato inusitado – aqui, representado pela inserção da cultura celta, para tornar místico algo que é essencialmente mundano, caso do personagem Nordon.

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Em resumo, Comer, Rezar, Ladrar atinge ao que se propõe: fazer as pessoas refletirem sobre suas relações com os animais, se tornando um passatempo agradável, mesmo com inconsistências.

 

Menos chocolate, mais cinema: 10 filmes pra adoçar seu feriado

A Páscoa chegou, e a corrida pelos chocolates se torna algo recorrente e típico da data. Mas algumas pessoas preferem mesmo aproveitar o feriado sentado no conforto de seu sofá e assistir a uma sequência de filmes. Se esse é o seu caso, seguem abaixo algumas boas sugestões:

 

O Último Gigante (Netflix)

Boris (Matías Mayer) é um guia turístico no Parque Nacional Iguazú, na Argentina, um lugar que é Patrimônio Cultural da Humanidade e complementar do Parque Nacional do Iguaçu, situado no lado brasileiro. Um dia, ele se depara com a visita de seu pai, Julián (Oscar Martínez), um piloto de avião aposentado que nunca esteve presente em sua vida. Quando Boris descobre que Julián está com um câncer terminal, os quase 30 anos de distância precisam, de alguma forma, ser resolvidos em pouco tempo.

Crítica | ‘O Último Gigante’ – O abandono afetivo e o perdão moldam novo filme na NETFLIX

 

Deixe-o Partir (Netflix)

Na trama, ambientada no início da década de 1950, conhecemos o casal Margaret (Diane Lane) e George (Kevin Costner) Blackledge, que vive sua rotina na simplicidade em uma casa, na cidade de Montana. Eles passam os dias com o filho, a nora Lorna (Kayli Carter) e o recém-nascido neto. Certo dia, de maneira inesperada, o filho deles morre em um acidente com um cavalo. O tempo passa e a Lorna resolve se casar com Donnie Weboy (Will Brittain), um homem que maltrata ela e o neto deles. Quando Donnie e Lorna se mudam sem avisar, Margaret e George embarcam em uma road trip em busca de resgatar o neto deles. Só que enfrentarão muitos absurdos pelo caminho, principalmente os provocados pela líder do clã Weboy, a maquiavélica Blanche (Lesley Manville).

 

40 Acres (Netflix)

Hailey (Danielle Deadwyler) é uma ex-militar do exército que volta para casa e, pouco tempo depois, uma pandemia fúngica dizima a biosfera animal, instaurando no planeta uma guerra civil por sobrevivência. Ela forma uma família ao lado de Galen (Michael Greyeyes), seu filho Manny (Kataem O’Connor) e outras três adolescentes, criando uma pequena comunidade que vive em uma enorme fazenda e se organiza em tarefas com alta disciplina. Quando a paz do lugar é quebrada por um grupo de canibais impiedosos, tem início um confronto sangrento.

Crítica | ‘40 Acres’ – Canibais e a luta pela sobrevivência em uma narrativa eficiente

 

Vidas Passadas (Netflix)

Esse filme transborda sentimentos conflitantes aos olhos de duas almas que parecem complementares, mas cujo o momento certo de se encontrarem muda completamente os rumos de seus destinos. Vidas Passadas nos leva de forma avassaladora para o núcleo do sentimento mais profundo que existe.

 

A Mão de Deus (Netflix)

Escrito e dirigido pelo talentoso cineasta italiano Paolo Sorrentino, A Mão de Deus, produção da Netflix, é uma obra que mergulha em temas como o luto, a perda e as escolhas que moldam nossas trajetórias.

 

53 Domingos (Netflix)

Julián (Javier Cámara), Natalia (Carmen Machi) e Victor (Javier Gutiérrez) são três irmãos, com pouca convivência recente, que precisam se reunir para discutir sobre os próximos passos em relação à situação do pai, que mora sozinho e já está na casa dos 90 anos. Julián é o anfitrião e conta com a ajuda da esposa, a enfermeira Carol (Alexandra Jiménez), para organizar um encontro na casa deles. No entanto, com as desavenças do passado vindo à tona logo que começam a conversar, o assunto principal acaba girando em torno de um romance escrito por um deles.

Crítica | ‘53 Domingos’ – Filme na NETFLIX é um deleite para quem gosta de refletir sobre dinâmicas familiares

 

Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria (Telecine)

Nesse angustiante filme, acompanhamos uma terapeuta que enfrenta um verdadeiro caos no seu presente. Ela precisa lidar com um buraco que inundou sua casa, seu marido completamente ausente, a doença da filha, os problemas dos seus pacientes e os embates com seu terapeuta. A cada dia que passa, se sente mais sufocada e sem ver a luz no fim do túnel.

 

Durante a Tormenta (Netflix)

Filme espanhol escrito e dirigido por Oriol Paulo, se joga no conceito do efeito borboleta, onde uma junção entre duas linhas de tempo modifica completamente a vida de uma mulher.

 

Um Pai para Lily (Netflix)

A vida da jovem Lily Trevino (Barbie Ferreira) não tá fácil, completamente esquecida pelo pai Robert (French Stewart), trabalha como cuidadora para se sustentar. Um dia, numa navegada pelo facebook acaba acidentalmente chegando até um homônimo de seu progenitor, um outro Bob Trevino (John Leguizamo), um homem casado e com uma perda recente irreparável. Logo uma linda amizade surge e juntos vão aprender um pouquinho sobre a arte do recomeçar.

 

Comer, Rezar, Ladrar (Netflix)

Um grupo de pessoas vai até uma região isolada para receber treinamento de adestramento e buscar uma melhor relação com seus cachorrinhos. Nesse lugar, muitas surpresas os aguardam.

Filmes de terror ajudam na depressão e na ansiedade, afirmam pesquisas

O terror sempre foi associado ao medo puro e simples — mas a ciência tem mostrado que o gênero pode ir muito além do susto. Estudos recentes sugerem que filmes de horror podem ajudar a aliviar sintomas de ansiedade, depressão e até reduzir pensamentos negativos, funcionando como uma espécie de “treino emocional” para o cérebro.

Uma das pesquisas mais citadas sobre o tema, conduzida por pesquisadores da Universidade de Chicago, analisou como fãs de terror reagiam ao estresse do mundo real. O resultado foi curioso: pessoas que consomem frequentemente filmes assustadores demonstraram maior resiliência psicológica e estavam mais preparadas para lidar com incertezas e situações extremas.

Outro estudo publicado na revista científica Personality and Individual Differences reforça essa ideia. A pesquisa aponta que o consumo de terror permite que os espectadores simulem cenários de perigo em um ambiente seguro, o que pode fortalecer mecanismos de enfrentamento emocional. Em outras palavras, é como se o cérebro “praticasse” lidar com o medo sem correr riscos reais.

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Especialistas também destacam o conceito de “medo controlado”. De acordo com análises divulgadas pelo site Healthline, assistir a um filme de terror ativa respostas fisiológicas como aumento da frequência cardíaca e liberação de adrenalina — mas com a consciência de que tudo não passa de ficção. Esse contraste ajuda o cérebro a processar melhor emoções intensas, reduzindo a sensibilidade a estímulos negativos no dia a dia.

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Além disso, um artigo da Verywell Health explica que, após o pico de tensão causado pelo susto, o corpo libera dopamina e endorfina, gerando uma sensação de prazer e alívio. Esse efeito pode contribuir para a melhora do humor, funcionando de forma semelhante a atividades como exercícios físicos ou atrações radicais.

Há também evidências científicas publicadas no banco de dados da National Center for Biotechnology Information (NCBI) indicando que experiências intensas e controladas, como as proporcionadas pelo terror, podem ajudar na regulação emocional e na redução de pensamentos intrusivos — especialmente em pessoas que já apreciam o gênero.

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Mas os especialistas fazem um alerta: os efeitos não são universais. Para algumas pessoas, especialmente aquelas com ansiedade mais severa, o terror pode ter o efeito oposto, aumentando o estresse, provocando insônia ou intensificando medos já existentes.

Ainda assim, quando consumido de forma equilibrada, o gênero pode ser mais do que entretenimento. Ao colocar o espectador frente a frente com seus medos — ainda que fictícios — o terror pode servir como uma ferramenta inesperada de autoconhecimento e fortalecimento emocional.

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No fim das contas, talvez encarar um filme assustador seja, de certa forma, uma maneira de treinar a mente para enfrentar os verdadeiros desafios da vida real.

Patrulha Canina: Uma Aventura Dino

(PAW Patrol: The Dino Movie)

 

Elenco:

Mckenna Grace
Fortune Feimster
Jameela Jamil
Terry Crews

 

Direção: Cal Brunker

Gênero: Animação

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Agosto de 2026

Sinopse: 

Em PATRULHA CANINA: UMA AVENTURA DINO, a Patrulha Canina pousa em uma misteriosa ilha de dinossauros após uma tempestade, onde eles encontram Rex, um filhote encalhado. Quando a mineração imprudente de Humdinger aciona um vulcão, a equipe enfrenta sua maior missão de resgate até agora para salvar a ilha.

Curiosidades: 

» Os atores mirins Lucien Duncan-Reid e Nylan Parthipan retornam aos papéis dos filhotes Rubble e Zuma, respectivamente, e se juntam a Carter Young (Marshall), Hayden Chemberlen (Rex), Rain Janjua (Chase), William Desrosiers (Rocky) e Henry Bolan (Ryder);

» O novo filme chega pouco depois da comemoração de 10 anos da marca Patrulha Canina, sucesso da empresa canadense Spin Master, e promete manter o ritmo dos dois filmes anteriores, que juntos arrecadaram mais de US$ 350 milhões mundialmente;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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‘Super Mario Galaxy’ tem a MAIOR abertura do ano nas bilheterias dos EUA

Super Mario Galaxy‘ teve uma bela estreia nas bilheterias norte-americanas, arrecadando US$ 34 milhões no primeiro dia – já que chegou aos cinemas na quarta-feira para aproveitar o feriado de Páscoa.

Essa foi a maior bilheteria de estreia do ano até o momento, menos de duas semanas depois de ‘Devoradores de Estrelas‘ ter estabelecido o recorde anterior com US$ 33,1 milhões. A arrecadação de Galaxy também superou os US$ 31 milhões obtidos pelo primeiro filme do ‘Super Mario Bros‘. em sua primeira quarta-feira antes da Páscoa. O filme de 2023 rapidamente se tornou um sucesso de bilheteria, chegando a US$ 1,36 bilhão em todo o mundo e consolidando uma nova franquia de sucesso para a Universal, Illumination Entertainment e Nintendo.

Crítica | Super Mario Galaxy: O Filme – Nova Aventura tem Bastante Jogabilidade, Mas História Morna

Fontes internas da Universal projetam uma arrecadação de US$ 186 milhões nos primeiros cinco dias de Galaxy nos Estados Unidos, incluindo US$ 128,2 milhões no fim de semana prolongado. Alguns donos de cinemas acreditam que a bilheteria pode chegar a US$ 200 milhões, comparável aos US$ 204,6 milhões arrecadados por Super Mario nos mesmos cinco dias do feriado.

No exterior, a expectativa é de uma estreia com 175 milhões de dólares, o que facilmente a tornaria a maior bilheteria de estreia mundial de 2026 até o momento, superando ‘Devoradores de Estrelas‘ (US$141M) e o longa chinês ‘Pegasus 3‘ (US$152M). As informações são do THR.

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Para termos de comparação, os números estão na média do lançamento do primeiro filme, que abriu globalmente com US$ 377 milhões em 2023.

Super Mario Galaxy‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

Crítica | Super Mario Galaxy: O Filme – Nova Aventura tem Bastante Jogabilidade, Mas História Morna

Em 2023, o mundo recebeu a estreia de um dos filmes de cultura pop mais bacanas dos últimos tempos – a versão em longa-metragem e animada do famoso jogo de videogame Super Mario Bros. O público foi ao delírio, a bilheteria foi um sucesso e, obviamente, começou a demanda por uma continuação. E hoje, depois de quase três anos de espera, chega aos cinemas brasileiros mais uma aventura dos encanadores mais famosos do mundo pop: ‘Super Mario Galaxy: O Filme’.

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Rosalina (na voz original de Brie Larson, a ‘Capitã Marvel’) é uma linda princesa de uma galáxia distante onde todas as noites conta historinha para seus filhos – as estrelinhas –, até que um dia é sequestrada pelo vingativo Bowser Jr. (Benny Safdie), que busca, com isso, usar os poderes da princesa para criar uma arma letal e, assim, resgatar seu pai, Bowser (Jack Black, de ‘Jumanji’), que fora feito prisioneiro no castelo da princesa Peach (Anya Taylor-Joy, de ‘Duna: Parte 2’). É nesse momento que Peach recebe um pedido para resgatar Rosalina, e ela deixa o castelo aos cuidados dos irmãos Luigi (Charlie Day) e Mario (Chris Pratt, de ‘Guardiões da Galáxia‘), mas, obviamente, tudo sai do controle e, assim, os irmãos terão que sair numa aventura pelas galáxias para ajudar a ambas as princesas.

Com quase uma hora e quarenta de duração, ‘Super Mario Galaxy: O Filme’ tem um visual incrível e, neste quesito, não decepciona. Ao contrário, supera o que fora apresentado no primeiro longa, mesclando muito mais as técnicas em 3D e a estética do videogame em 2D, o tempo todo levando o espectador de volta ao universo do game, lembrando-nos de onde todos esses personagens vieram. Esse jogo é muito legal, pois faz com que a gente reconheça cenários, sons, elementos e até mesmo estratégias para jogar. É como se a gente estivesse mesmo jogando aquela história.

Com tudo isso funcionando bem, o trabalho dos diretores Aaron Horvath e Michael Jelenic foi basicamente juntar esses elementos e fazerem eles funcionarem com o roteiro. Mais que isso, a dupla entregou um bom trabalho na condução da história, carregando no ritmo nas cenas de ação e de aventura em cenários acelerados e hipercoloridos – elementos esses que ajudam no engajamento da atenção principalmente do público infantil. Dá vontade de viver nesses cenários (principalmente se você ver um filme em uma tela de qualidade).

Se por um lado a parte técnica funciona bem, é justamente o roteiro, a história, que ficou sem sabor. O roteiro de Matthew Fogel (que escreveu ‘Uma Aventura Lego 2’ e ‘Minions 2: A Origem de Gru’) parte da história da princesa Rosalina e, quando a gente percebe, tem um monte de história paralela correndo por fora. É Mario e Luigi correndo pra lá e pra cá tentando chegar na galáxia, é a Peach tentando carona na galáxia como se estivesse num episódio de ‘O Mandaloriano’, é o bebê-vilão Bowser Jr se autoexplicando, é o pai, Bowser, vivendo na sofrência, e é também um monte de personagem novo que chega na história e que, querendo ou não, acabou até mesmo ofuscando outros que fizeram sucesso no primeiro filme. Com tanta trama em paralelo, ficou uma sensação de várias histórias escritas em separado que, de alguma forma, tentaram costurar, mas o fizeram de maneira frágil e sem dosar com a experiência do espectador, que ora tem sua atenção retida, ora pode se sentir entediado com determinados núcleos.

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Mesmo com os protagonistas ofuscados, ‘Super Mario Galaxy: O Filme’ se garante com os novos personagens, que são alguns dos queridinhos do público, e muitos easter eggs e referências em sua trama. Sendo o longa uma coprodução da Universal, uma das mais perceptíveis é uns personagens que lembram bastante os Minions – mas também há referências a outros sucessos como ‘Zootopia’ e ‘Diário de um Banana’, para citar alguns.

Ainda que com uma história morna, ‘Super Mario Galaxy: O Filme’ entrega um belo visual somado a uma jogabilidade contagiante num enredo que nos transporta às nossas próprias experiências no jogo. E, a ver pelas duas cenas pós-créditos, vem aí o filme 3!

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