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Dave Bautista tem 90 minutos para salvar 35 mil pessoas no trailer de ‘Refém do Jogo’

O astro de ‘Guardiões da Galáxia’Dave Bautista, tem 90 minutos para salvar 35 mil pessoas no longa ‘Refém do Jogo’, que a Imagem Filmes e a Califórina Filmes lançam no Brasil dia 08 de Novembro. Confira o trailer:

Na trama, ​Michael Knox é um ex-soldado americano que precisará utilizar todas as suas habilidades militares para salvar uma multidão de 35 mil pessoas em um estádio de futebol. Além disso, sua sobrinha foi sequestrada e está sendo feita refém pelos terroristas. Michael terá apenas 90 minutos para salvar a vida de todos no estádio e impedir que uma tragédia aconteça.

O elenco ainda conta com Pierce Brosnan (‘Mamma Mia!’), Ray Stevenson (‘Thor’), Lucy Gaskell (‘Heróis de Guerra’), Julian Cheung (‘O Grande Mestre’), Lara Peake (‘How to Talk to Girls at Parties’), Alexandra Dinu (‘Alvo Triplo’) e Ralph Brown (‘Alien 3’).

Scott Mann (‘Precious Cargo’) assume a direção.

 

10 curiosidades de ‘Pantera Negra’, um dos grandes clássicos Marvel

Lançado em 2018, Pantera Negra meio que já nasceu clássico. Ele superou tentativas de boicotes de manifestantes de extrema-direita e se tornou um dos maiores sucessos do estúdio. Estrelado por Chadwick Boseman, o filme explorou a rica cultura de Wakanda e trouxe elementos culturais de origem africana para serem valorizados nas telas grandes do mundo inteiro.

Trazendo um elenco sensacional e carismático, uma direção cheia de personalidade e personagens cativantes, o filme se tornou um fenômeno cultural imediato e conquistou fãs no mundo todo. Pensando nesses fãs, o CinePOP separou 10 curiosidades que você talvez não saiba sobre o filme. Confira!

Inspirações

A mitologia do Pantera Negra, seja nos quadrinhos ou nos filmes, é muito influenciada por ícones da vida real do continente africano. Por exemplo, o nome da nação Wakanda é um derivação de Wakamba, uma tribo queniana que existe mesmo. Da mesma forma, a língua utilizada pelos wakandanos é o Xossa, que tem escrita baseada no alfabeto latino e é falada em áreas da África do Sul. Era o mesmo idioma do líder político Nelson Mandela, por exemplo.

Dora Milaje

O mesmo acontece com as Dora Milaje, a Guarda Real de Wakanda, que chama atenção por ser formada por mulheres guerreiras carecas e muito habilidosas na luta. Elas são inspiradas nas Agojie, a Guarda Real do reino de Daomé, onde hoje fica o Benin. Elas eram guerreiras recrutadas na juventude e dedicavam suas vidas a protegerem Daomé e seu rei, mesmo que isso significasse não se relacionar. Estima-se que tenha havido cerca de seis mil Agojie antes do fim do reino.

Panteras Negras

Um dos erros mais comuns sobre o Pantera Negra é que ele tenha sido criado com inspiração no Partido dos Panteras Negras, que atuou nos EUA entre as décadas de 1960 e 1980, divulgando ideais antirracistas e monitorando a violência policial no país contra pessoas negras. Na verdade, o Pantera Negra dos quadrinhos nasceu julho de 1966, enquanto o Partido foi fundado em outubro do mesmo ano. T’Challa surgiu antes.

Tribos

Para compor o conselho de Wakanda, a direção apostou na criação de cinco tribos, como os mineradores, os comerciantes, os Jabari e afins, para conviverem juntos na nação. Mais do que isso, cada tribo traria diferentes fatores culturais de tribos africanas da vida real, inspirando seus designs de figurino, sotaques e comportamentos.

Senhor dos Anéis

O elenco principal do filme conta com apenas dois atores brancos: Martin Freeman e Andy Serkis. Enquanto Freeman deu vida ao Agente Ross, Serkis interpretou o vilão Garra Sônica. Nos bastidores, eles eram chamados de Tolkien Boys, algo como ‘Os meninos de Tolkien, visto que ambos deram vida a ícones do universo de O Senhor dos Anéis (Bilbo Bolseiro e Gollum, respectivamente).

Reflexão

Durante as entrevistas para divulgação do filme, uma das perguntas mais frequentes direcionadas a Martin Freeman era sobre como ele se sentia sendo um dos poucos atores brancos no elenco. Ele sempre respondeu questionando o motivo disso chamar tanta atenção e perguntava: “você já parou para pensar que é assim que os atores negros se sentem na maioria dos filmes?”.

Isolado

Muitos dizem que o vilão do filme, Erik Killmonger (Michael B. Jordan), roubou a cena e o destaque do protagonista. Durante as filmagens, Michael tentou se isolar ao máximo para compreender o personagem e entrar na raiva que tomava conta dele. Segundo o ator, era um personagem complexo e que estava em uma missão muito diferente dos demais, então ele precisava se distanciar deles. Ah, no fim das contas, ele ainda levou um dos uniformes do Killmonger para casa.

Raízes

Um dos pontos mais curiosos sobre o vilão é que ele tem seu corpo coberto por cicatrizes que ele mesmo fez em si. Cada marca representa uma pessoa que ele matou. E como a essência do personagem tem essa busca pela conexão com suas raízes, é claro que a produção procurou inspiração na vida real para essa característico. O processo de automutilação é conhecido como Escarificação e caiu em desuso. Nessas tribos africanas, o uso de objetos cortantes ou queimaduras com água quente eram utilizados como ‘maquiagens’ para mulheres e até mesmo como um demarcador de diferentes classes sociais.

Tendência

Muito criticados pelos fãs, os capacetes de nanotecnologia do Universo Cinematográfico Marvel foram introduzidos em Pantera Negra. Na ocasião, a Shuri (Letitia Wright) até zombou do capacete analógico antigo do irmão. Pouco tempo depois, em Vingadores: Guerra Infinita (2018), o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) aparece com um traje completamente feito por nanotecnologia, o que foi confirmado pela produção que teve influência direta dos cientistas de Wakanda.

Sucesso total

Pantera Negra foi o primeiro filme do MCU a afastar qualquer chance de prejuízo logo no fim de semana de estreia. E olha que não era uma missão fácil, não. O longa custou cerca de 200 milhões de dólares para ser feito, um valor muito alto para a época. Mesmo assim, os riscos ficaram de lado no primeiro fim de semana do filme em cartaz, quando arrecadou pouco mais de 202 milhões de dólares. Ao fim de sua passagem pelas telonas, Pantera Negra arrecadou 1,35 bilhão de dólares, fazendo dele o filme solo de heróis Marvel com maior bilheteria até então – ele viria a ser superado em 2021, por Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (US$ 1,9 bilhão).

Pantera Negra está disponível no Disney+.

Primeiras Impressões | O Caso Robinho – Globoplay Lança Documentário Sobre Violência Cometida por Jogador de Futebol

Nos últimos anos o cenário midiático vem se desmontando aos poucos com os inúmeras e frequentes relatos de casos de violência, e de todos os tipos – sexual, física, psicológica, patrimonial, emocional, etc. Uma vez que o cenário da mídia é amplo – vai desde Hollywood a celebridades locais, passando por ídolos dos esportes e da música e subcelebridades e famosos da internet –, quase todos os dias é noticiado algum episódio de violência de algum tipo envolvendo algum famoso. Se hoje esse assunto é mais amplamente denunciado, o mesmo cenário não ocorria uns dez, quinze anos atrás, principalmente quando uma das partes envolvidas não é famosa. Esse cenário começou a mudar a partir de casos como ‘O Caso Robinho’, cuja história inspirou série documental homônima disponível na Globoplay a partir de hoje.

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O dia 22 de janeiro de 2013 era para ter sido apenas uma noite de festa e curtição para um grupo de amigas, dentre as quais incluía-se Mercedes, uma jovem albanesa que passava as férias em Milão, na Itália. Ela e as amigas foram a uma boate chamada Sio Café, onde o grupo do jogador de futebol Robinho se encontrava. Inicialmente, todos apenas dançaram e flertaram durante a noite, mas, em algum momento, Mercedes começou a reparar que não estava se sentindo bem devido à ingestão de bebida, e foi nesse momento que um dos rapazes a escoltou para um espaço privativo da boate. Depois disso, a próxima memória que Mercedes tem daquela noite é flashs de todos os rapazes daquele grupo a violentando sexualmente. Um tempo depois, enfim tendo entendido a dimensão do que lhe ocorreu, Mercedes decidiu denunciar à justiça a Robinho e a seu grupo de amigos pelo crime de estupro.

Às vésperas do anúncio da convocação dos selecionados para compor a Copa do Mundo masculina de futebol – que no ano de 2014 seria no Brasil –, a notícia de que Robinho (à época um dos grandes nomes do futebol mundial) estava sendo acusado de violência sexual na Itália ganhou as manchetes do mundo inteiro e estourou como um grande escândalo midiático. Foram meses em que cada novo pedacinho dessa história vinha à tona, tecendo um cenário cada vez mais sombrio sobre o comportamento do jogador revelado pelo Santos. Parte desse material investigativo, produzido pela equipe de jornalismo do UOL, serviu como base para a costura dos quatro episódios da série documental ‘O Caso Robinho’, tendo um dos jornalistas como principal depoente acerca de como as notícias foram sendo dadas ao público à época das primeiras investigações.

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Logo no primeiro episódio a série de Rafael Pirrho e Caroline Zilberman surpreende por dois motivos: primeiro, pela abertura da produção, que opta por colocar trechos das mensagens trocadas entre os acusados – dessa forma direcionando os sentimentos que o espectador deve sentir antes mesmo de ver o conteúdo da série, afinal, é inevitável sentir raiva com a forma como Robinho e seus amigos falam sobre o ocorrido; em segundo lugar, é surpreendente como a produção conseguiu, de maneira inédita, um novo depoimento com a vítima, cuja coragem em denunciar levou à prisão o jogador de futebol.

Mesmo que a sociedade atual conheça o caso e saiba de seu desfecho e da maioria dos detalhes daquela noite (já que a mídia divulgou maciçamente essa notícia), a sérieO Caso Robinho’ tem uma construção envolvente, misturando a denúncia da vítima com advogados do caso e, claro, áudios dos criminosos (debochando, rindo e duvidando da situação). Uma série bem construída que infelizmente é inspirada em eventos reais, e que ilustra o comportamento predatório de muitos homens em relação a mulheres em situação de vulnerabilidade.

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Crítica de Álbum | Prism – Um épico amadurecimento

Katy Hudson pode não ser um nome extremamente conhecido na indústria musical, mas o alter-ego Katy Perry realmente é um dos mais conhecidos dos últimos anos e amadurece a cada ano que passa. Lançando seu primeiro álbum como Perry com One of the Boys’ em 2008, a cantora já havia causado um rebuliço gigante ao lançar a música Ur So Gay”, considerada homofóbica devido ao contraditório refrão, e I Kissed a Girl”, que contrariava sua formação evangélica e levou grupos religiosos a condenarem a canção por “estimular a homossexualidade”. Desde então, ela alcançou a fama ao evoluir cada vez mais, fosse na construção de suas composições, fosse na forma como se apresentava ao seu gigantesco fandom – chegando até mesmo a ser elogiada pela lendária Madonna.

Entretanto, seu amadurecimento profissional não daria as caras até 2013, quando Perry voltou ao topo das paradas com Prism’, seu quarto álbum de estúdio. O disco, apesar de ter seus óbvios deslizes, é um dançante e frenético electro-pop que, sem sombra de dúvida, agrada boa parte dos ouvintes, com múltiplos singles bastante competentes que abrem um espaço interessante para as habilidades vocais da artista. E talvez a principal sacada de sua mais nova obra tenha sido começar com uma ótima e prática música, intitulada Roar”, na qual ela conversa com sua independência como mulher dentro de uma indústria comandada majoritariamente por homens – e que, em meio aos instrumentos convencionais, funciona em sua completude, com um espirituoso refrão.

É muito difícil não se apaixonar por algumas das faixas – e essa facilidade de envolvimento é justamente o que cria uma oscilação excessiva ao longo do álbum. Afinal, a segunda música, apesar de buscar por algo novo, respalda em uma formulaica música que seria relida com mais coesão: Legendary Lovers” ganha pontos por seu pré-coro, com a entrada de uma proposital unidimensionalidade tanto da voz quanto do escopo instrumental, mas que se perde em meio a uma fusão de estilos. Essa mesma base, como supracitado, encontraria um lugar muito mais propício para se desenvolver em Dark Horse”, cuja rebeldia é tão alta, que somos praticamente engolfados no sintético ritmo – e a condenável zona de conforto é jogada no lixo para algo novo e inesperado.

É certo dizer que Prism’ se vale muito de uma abordagem mais comercial e dentro de uma bolha que cria. A mensagem é simples e tocante – sair de um lugar obscuro e encontrar a luz (não é à toa que o prisma de luz seja o mote material principal do disco). E conforme vamos entendendo as mensagens, músicas como Ghost”Love Me” e This Moment” acabam por funcionar mais do que deveriam. Porém, não podemos deixar de sentir que as canções que antecedem o grand finale parecem datadas e recicladas umas às outras, mantendo-se em uma linearidade que eventualmente nos cansa, apenas para nos encantar uma vez mais na conclusão do CD.

Todavia, tirar mérito de algumas pérolas que Perry nos entrega é um erro irreparável. Além de Roar”, Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna novamente (principalmente quando cita “Erotika”). Aqui, Klas Ahlund entra com seus maneirismos conhecidos, incluindo a construção de uma atmosfera onírica que dialoga diretamente com suas investidas ao falsete e aos deliciosos agudos.

O grande problema de Prism talvez seja sua falta de ousadia. Não podemos dizer que já não ouvimos os arranjos instrumentais em álbuns anteriores – e isso não teria o menor problema se não se repetisse na maior parte das músicas. De forma resumida, a maior parte das faixar começa do mesmo modo, preparando o terreno para um break que antecede o primeiro refrão, caminhando para o momento em que existe apenas a voz de Perry segundos antes da entrada-clímax. Em suma, é a própria Katy que salva os convencionalismos, seja segurando a nota, seja caminhando para um tom acima do que a track pede. Porém, a originalidade não existe em um âmbito palpável, o que tira o brilho do álbum, ainda que mantenha sua caracterização funcional.

Feliz e contraditoriamente, Unconditionally” consegue usar a fórmula a seu favor e insurge como a melhor música do álbum. A poderosa construção inicia-se em um minimalismo esperado que explode inúmeras vezes com a chegada do refrão tríplice. O power pop faz uso de instrumentos novos, incluindo os tambores tribais que carregam consigo uma catártica potência. Porém, o que mais chama a atenção é a simplicidade da letra que contrasta com aquilo que Perry faz de melhor: nos levar em uma épica e epifânica jornada musical que apenas reafirma o peso de seu nome na indústria fonográfica.

A catarse retorna mais uma vez em outra conclusão que conversa em reverso com a música supracitada: em By The Grace of God”, a cantora retorna às suas raízes e opta por um arranjo mais contido através do piano clássico, explodindo de forma comedida, mas nunca a ofuscar sua irretocável rendição e dizer finalmente a si mesma para erguer a cabeça e acreditar em seu potencial. A belíssima mensagem só ganha mais força pelos poderosos sintetizadores e pelos naturalistas tambores antes do último respiro.

‘Prism’ pode ser repetitivo e perder um pouco o fio da meada em seu miolo, mas representa um amadurecimento aplaudível para a jovem cantora – que, em pouquíssimo tempo, alcançara um status ainda maior daquele que já possui. E o que nos chama a atenção para o disco é a sua polarização: as músicas recicladas passam uma sensação de não finalização, mas as principais iterações são, sem exagero algum, extremamente épicas.

Nota por faixa:

  • Roar – 4,5/5
  • Legendary Lovers – 3,5/5
  • Birthday – 3/5
  • Walking on Air – 4,5/5
  • Unconditionally – 5/5
  • Dark Horse – 4/5
  • This Is How We Do – 3,5/5
  • International Smile – 3/5
  • Ghost – 3,5/5
  • Love Me – 3,5/5
  • This Moment – 3,5/5
  • Double Rainbow – 3,5/5
  • By The Grace of God – 4,5/5

Criadores de ‘Game of Thrones’ não farão mais parte da nova trilogia ‘Star Wars’

Segundo o DeadlineD.B. WeissDavid Benioff, dupla conhecida por seu trabalho na icônica série ‘Game of Thrones’, não estarão mais responsáveis pela nova trilogia da franquia ‘Star Wars’.

Os roteiristas e criadores comentaram em uma declaração oficial que seu contrato com a plataforma Netflix é a principal razão por decidirem se afastar do projeto.

“Nós amamos ‘Star Wars’“, Benioff e Weiss comentaram. “Quando George Lucas construiu [a saga], ele nos construiu. Conseguir conversar sobre isso com ele e com o time atual da franquia foi um momento espetacular, e sempre estaremos em dívida com a saga que mudou tudo”.

“Sentimos que não conseguiríamos fazer justiça para ambos ‘Star Wars’ e nossos projetos com a Netflix”, eles acrescentaram. “Então estamos nos afastando do projeto, com grande arrependimento”.

Os próximos filmes do panteão intergaláctico estavam agendados para lançamento em 16 de dezembro de 2022, 20 de dezembro de 2024 e 18 de dezembro de 2026, respectivamente. Não se sabe se a Lucasfilm ou a Disney irão adiar as estreias.

Enquanto isso, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ é o novo longa-metragem da série a chegar aos cinemas no dia 19 de dezembro de 2019.

‘The Plot Against America’: Último episódio da série ganha trailer oficial; Confira!

HBO divulgou a promo do último capítulo da minissérie ‘The Plot Against America’, que vai ao ar hoje, 21 de abril.

Confira:

Winona RyderJohn TurturroAnthony BoyleZoe KazanMorgan SpectorCaleb MalisAzhy Robertson fazem parte do elenco.

David Simon comanda a produção e entra como produtor-executivo ao lado de Ed BurnsJoe RothNina K. NobleMegan EllisonSue NaegleSusan GoldbergJeff Kirschenbaum.

Baseado no romance de Philip Roth, a minissérie de seis capítulos reimagina a história norte-americana através dos olhos de uma família judia de Nova Jersey, à medida que observam a ascensão política de Charles Lindbergh – herói da aviação militar e populista xenofóbico que se torna presidente e lidera a nação em direção ao fascismo.

Benny Safdie vai estrelar o novo filme de Paul Thomas Anderson

Segundo o The New York TimesBenny Safdie, ator e co-diretor do aclamado ‘Joias Brutas’, foi elencado no novo filme de Paul Thomas Anderson, ainda sem título oficial.

Safdie dará vida a um político gay chamado Wachs. O personagem é inspirado no membro do Conselhor de Los Angeles, Joel Wachs, que foi um “homem reservado e que não se assumiu até se preparar para concorrer a prefeito da cidade em 1999, aos sessenta anos”.

Ainda sem muitos detalhes da trama revelados e sem título oficial, sabe-se que a narrativa trará múltiplas narrativas e terá um estilo semelhante a ‘Magnólia’, um dos clássicos do cineasta.

Sabe-se, também, que o enredo é centrado num colégio dos anos 1970 e que “envolverá diversas tramas que convergem para um jovem ator que estuda na San Fernando Valley”.

Devido a “problemas de orçamento”, a Focus Features não será mais responsável pela produção do longa-metragem. A obra, agora, ficará a encargo da MGM.

Anderson é conhecido por diversas produções de altíssimo calibre, incluindo ‘Embriagado de Amor’, com Adam Sandler, e o subestimado ‘Boogie Nights – Prazer sem Limites’. Sua obra-prima, ‘Sangue Negro’, foi um sucesso de crítica e de público e levou diversos prêmios para casa, incluindo Melhor Diretor pelo NSF. Sua última incursão cinematográfica foi o drama histórico ‘Trama Fantasma’, estrelado por Daniel Day-Lewis e que levou para casa o Oscar de Melhor Figurino (além de ter sido indicado para outras cinco categorias).

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Sessão Pipoca’: Coleção de curtas-metragens da Pixar ganha pôster BELÍSSIMO; Confira!

Disney+ divulgou o cartaz oficial de ‘Sessão Pipoca com a Pixar’, uma nova coleção de dez curtas-metragens do aclamado estúdio que gira em torno de amados personagens do universo animado.

Confira, junto aos trailers dublado e legendado:

A produção, que é homenagem ao Dia Nacional da Pipoca, estreia na plataforma na próxima sexta-feira, 22 de janeiro.

Trazendo criações como Buzz Lightyear, Zezé Pêra, Relâmpago McQueen e outros tantos que caíram no gosto popular, a coleção de filmes é formada pelos seguintes títulos: ‘Dançando com os Carros’‘Incomparável Estacionamento’‘Soul – A Alma da Cidade’‘Cookie Nham Nham’‘Dia de Tarefas – Do Jeito dos Incríveis’‘Dory Procurando’‘Um Dia na Vida dos Mortos’‘Em Forma e Além’‘Coisas Fofas com Patinho e Coelhinho’.

‘Launchpad’: Diretores dos novos curtas da Disney estampam divertidas imagens de bastidores; Confira!

A seleção de curtas-metragens ‘Launchpad’, do Disney+, estreou na plataforma de streaming no último dia 28 de maio e, agora, imagens de bastidores trouxeram os novos diretores da Casa Mouse celebrando essa importante conquista.

Confira:

Relembre os trailers dos seis filmes abaixo:

AMERICAN EID

O JANTAR ESTÁ SERVIDO

ENCARANDO MEUS SEGREDOS

THE LITTLE PRINCE(SS)

SEJA UM TIGRE

O ÚLTIMO DOS CHUPA-CABRAS

O compilado traz seis produções com perspectivas únicas e comandadas pelos seguintes diretores: Aqsa AliafHao ZhengAnn Marie PcaeStefanie Abel HorowitzJessica Mendez SiqueirosMoxie Peng.

Os realizadores passaram por um extenso processo de seleção entre nada menos que 1100 candidatos e, através da gigantesca plataforma da Casa Mouse, ganharam a chance de mostrar seu talento ao mundo.

Segundo a descrição do Disney+, “o objetivo da série de curtas Launchpad é diversificar os tipos de histórias que estão sendo contadas e dar acesso àqueles que historicamente não as contaram. Inspirados na jornada da vida, esses seis primeiros curtas-metragens para o Disney+ são baseados no tema ‘descobrir'”.

‘Launchpad’ já está renovado para a 2ª temporada.

‘Casa Gucci’: Lady Gaga e Adam Driver brilham no novo trailer oficial do longa; Confira!

Universal Pictures Brasil divulgou um novo trailer oficial do aguardado ‘Casa Gucci’, cinebiografia estrelada pela vencedora do Oscar Lady Gaga (‘Nasce Uma Estrela’, ‘American Horror Story’) e pelo indicado ao Oscar Adam Driver (‘História de um Casamento’).

O filme chega aos cinemas em 25 de novembro.

Confira:

Ridley Scott comanda o projeto.

Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

Jeremy IronsJared LetoAl PacinoJack Huston e Reeve Carney também estrelam.

A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

‘Cavaleiro da Lua’: Steven Grant deve fazer uma escolha no novo teaser OFICIAL da série; Confira!

Marvel e o Disney+ divulgaram um novo teaser incrível da aguardada e ambiciosa série ‘Cavaleiro da Lua’, estrelada por Oscar Isaac (Steven Grant).

Confira:

Por conta da trama sobrenatural de ‘Cavaleiro da Lua‘, a série não terá muita relação com os atuais eventos do MCU.

A informação foi revelada pelo produtor executivo Grant Curtis durante uma entrevista para o The Direct.

Além disso, ele confirmou que a trama promete construir o personagem de forma isolada, assim como aconteceu com Homem de Ferro, o primeiro filme da Marvel Studios.

“O que fizemos com ‘Cavaleiro da Lua‘ foi abrir as portas para o misticismo mitológico da Marvel, digamos assim. Até agora, não há muita relação com atual MCU. Ele é um personagem novinho em folha em uma aventura inédita.”

Ele continuou:

“Nós realmente achamos que os fãs vão gostar do que planejamos porque estamos absolutamente abraçando os aspectos sobrenaturais do material original, os rituais e os deuses egípcios, a crença em torno de Khonshu e, principalmente, como ele manipula Marc Spector para fazer sua vontade.”

Por fim, Curtis disse que a série abre inúmeras possibilidades para um lado do MCU que o público ainda não viu.

“Existem vários aspectos do ‘Cavaleiro da Lua‘ que nos deixam animados internamente na Marvel Studios. E um deles é como o potencial do personagem se assemelha ao fizemos com o ‘Homem de Ferro’. Tony Stark também foi um personagem que foi obviamente construído do zero, e acontece o mesmo com Marc Spector, abrindo possibilidades únicas para este universo.”

Lembrando que ‘Cavaleiro da Lua estreia em 30 de março.

Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.

No entanto, a sinopse aponta que Isaac vai atuar majoritariamente como Steven Grant.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Casamento Grego 3’: Nia Vardalos anuncia TÉRMINO das filmagens da sequência!

A realizadora Nia Vardalos revelou em seu Twitter oficial que as gravações de ‘Casamento Grego 3’ (‘My Big Fat Greek Wedding 3’) chegaram ao fim.

Acompanhado de uma imagem de bastidores, o anúncio veio com a seguinte legenda: “bebidas (e cerveja jogada em nós) quando nós terminamos as filmagens! Eu escrevo sozinha, então conheço centenas de pessoas. Eu dirigi este filme com minha calma usual e minha maneira metódica. Por dentro, eu verti em lágrimas de gratidão. Com amor, da Grécia”.

Confira:

O primeiro filme estreou nos cinemas em 2002, com a produção de Tom Hanks e Rita Wilson, custou baixos US$ 5 milhões e arrecadou mais de US$ 360 milhões mundialmente.

A sequência foi lançada em 2016 e contou com o retorno do elenco original, e a então novata Elena Kampouris, interpretando a filha de Nia. O filme faturou apenas US$ 91 milhões mundialmente.

Os fãs da série podem esperar que a família Portokalos e o resto da gangue original se reúnam para a sequência. Vardalos enfatizou que ela e os outros atores da série, incluindo Lainie Kazan, John Corbett e Andrea Martin, ainda estão muito próximos e confirmaram interesse em retornar.

Opinião | ‘Pânico VI’ tem TUDO para ser um dos melhores capítulos da saga slasher

Se há uma franquia que sempre soube o que entregar para o público, esta franquia é ‘Pânico’. Idealizada pela genial mente de Wes Craven, o mesmo nome por trás de ‘A Hora do Pesadelo’, a saga slasher teve início em 1996 e contou a história de Sidney Prescott (Neve Campbell), uma jovem que, ao lado de seus amigos, foi aterrorizada por um assassino mascarado conhecido como Ghostface. O sucesso de crítica e de bilheteria do capítulo inicial não apenas rendeu uma, mas três sequências diretas e um reboot-sequência que chegou aos cinemas no começo do ano passado. Agora, estamos prestes a adentrar mais uma sanguinolenta aventura com o antecipadíssimo ‘Pânico VI’.

Os filmes de Craven sempre trouxeram algo de novo para as telonas, por mais que tenham falhado aqui e ali. Logo de cara, percebemos o apreço do diretor pela metalinguagem, algo que não se via muito no cenário mainstream; na terceira investida, as incursões em questão ganharam uma nova camada, mergulhada em críticas à hipocrisia de Hollywood e em uma história dentro da história (ainda que o resultado tenha sido bem aquém do esperado); no quarto longa-metragem, uma nova geração tanto de vítimas quanto de público foi apresentada à mitologia de Craven; e, a partir da quinta entrada, as promessas se cumpriram e a saga ganhou uma roupagem modernizada e muito bem-feita.

Com o lançamento do trailer de ‘Pânico VI’, percebemos que a franquia ainda tem muito a contar. Essa, inclusive, será a primeira vez em que Ghostface sairá do confinamento de Woodsboro e adjacências, migrando para a gigantesca Nova York, onde “seus gritos não podem ser ouvidos”, como apontou o primeiro teaser promocional da obra. E, se Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin conseguirem efetivar as expectativas alimentadas no coração dos fãs, tudo indica que a sexta iteração será uma das melhores da saga.

E por que digo isso?

De cara, podemos perceber pelo trailer que o novo Ghostface é muito mais perigoso que os outros que já encarnaram o personagem. Seja com Billy Loomis, Jill Prescott ou Amber Freeman, a motivação por trás dos assassinatos sempre foi bastante clara, refletindo os diferentes graus de vingança ou psicopatia adotados pelos antagonistas. Agora, Ghostface está à solta em uma das maiores metrópoles do planeta, livrando-se de todos os escrúpulos e não pensando duas vezes em tirar os obstáculos de seu caminho – ora, quando poderíamos imaginar que o serial killer abandonaria a costumeira faca para empunhar uma espingarda?

E isso não é tudo: uma característica que o torna diferente é a presença de um bizarro santuário que presta “homenagem” a todos que vestiram a aterrorizante máscara. Como explorado em uma matéria do nosso site, são diversos os elementos que compõe o santuário, desde a camisa de flanela de Jill e o uniforme de polícia de Woodsboro à faca ensanguentada e às múltiplas fantasias de Ghostface. É claro que ainda não sabemos da importância do local, mas são várias as teorias que pululam na nossa mente cada vez que reassistimos ao vídeo.

Uma das principais – e que pode ser corroborada pelo frame final do capítulo anterior – é a presença de um mastermind por trás da complexa engrenagem envolvendo Ghostface. Como podemos lembrar, Amber e Richie foram executados por Sam, Tara e os outros sobreviventes, mas isso não quer dizer que eles eram as mentes por trás das mortes. Ambos se conheceram em um fórum online e, possivelmente, foram manipulados em reviverem os trágicos acontecimentos de Woodsboro (mas agora tendo como alvo uma nova geração, como supracitado). Logo, que melhor lugar para esse “gênio criminoso” continuar a missão dos dois que Nova York? Ora, o local é conhecido pela diversidade de pessoas e por ser um antro de assassinos em série – dessa forma, ele poderia se fundir à multidão e garantir que tudo ocorresse como o planejado.

Uma segunda teoria pode indicar que o mastermind não seja quem atua, e sim quem comanda. Não sabemos se ‘Pânico VI’ terá apenas um serial killer ou mais, porém, podemos pensar que o rosto por trás das novas mortes esteja controlando seus asseclas como marionetes. Isso explicaria a presença do santuário e o fato do Ghostface ser diferente de todos que já passaram pela franquia.

Além disso, não podemos descartar a possibilidade de que personagens já consagrados no universo ‘Pânico’ podem estar por trás das mortes. Afinal, Kirby, que acreditávamos estar morta, faz seu retorno triunfal como uma personagem-legado ao lado de Gale para poder ajudar a desmascarar o assassino – ou levá-los na direção errada. Tara, em determinado momento do trailer, olha para a irmã com um semblante que beira a psicopatia, podendo indicar que ela é uma das homicidas (ou até mesmo que seu fim está próximo… De novo).

São vários os aspectos que premeditam ‘Pânico VI’ como um dos melhores capítulos da saga, com grandes chances de revitalizar o gênero slasher com originalidade invejável e com uma história convincente e envolvente. Agora, é só esperarmos até o filme chegar aos cinemas e conferir o ambicioso resultado.

Garoto quer ser um grande MC no novo clipe da comédia musical ‘O Melhor do Mundo’; Confira!

Disney+ divulgou um clipe inédito de ‘O Melhor do Mundo’, sua mais nova comédia musical.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 23 de junho.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Rosham Sethi.

Navegando pelas tumultuadas dificuldades da adolescência, o gênio da matemática Prem Patel, de 12 anos, descobre que seu pai recentemente falecido era um rapper famoso e imediatamente começa a seguir uma carreira para si mesmo como uma estrela do rap. Embora suas ações possam parecer imprudentes e a maneira mais rápida de perder tudo, Prem, fortalecido por fantasias imaginativas movidas a hip-hop onde ele se apresenta com seu pai, está determinado a descobrir se a música realmente está em seu DNA. Afinal, como seu pai sempre dizia, “os melhores do mundo nunca descansam”.

Manny Magnus estrela como Prem.

Utkarsh AmbudkarPunam PatelJake ChoiMax MalasPiper WallaceKayla NjeriDorian GiordanoKathryn GreenwoodChristopher JacksonDoug E. Fresh completam o elenco.

Produtor de ‘Avatar’ revela por que as sequências continuam a ser ADIADAS

‘Avatar 3’ chegará aos cinemas apenas no final de 2025, como confirmou o diretor James Cameron recentemente – e os fãs não poderiam estar mais tristes em esperar um tempo maior para retornar ao mundo de Pandora.

Agora, em entrevista ao Screen Rant, o produtor Jon Landau revelou o motivo pelo qual os próximos capítulos da franquia continuam a ser adiados.

“Qualidade, qualidade, qualidade. Olha, não queremos fazer nada em nenhuma área sem qualidade. E se alguém nos disser: ‘ei, eu sei que seria melhor lançarmos este brinquedo no Natal, mas simplesmente não será perfeito.’ Espere! Faça isso mais tarde, torne-o perfeito, porque essa é a nossa filosofia”, disse ele. “Uma das grandes coisas sobre toda a nossa situação é que, quando se trata de franquia, é a [companhia] Lightstorm quem a controla, não o estúdio, não o executivo do estúdio que precisa ter uma certa meta para atingir todo mês. Nós controlamos isso. Nós escolhemos com quem ir, escolhemos os acordos a fazer, escolhemos o momento.”

Anteriormente, Landau recorreu ao Twitter para divulgar uma imagem dos bastidores do terceiro filme.

Na publicação, o produtor expressou o compromisso da equipe em oferecer uma experiência cinematográfica emocionante e épica, que exige tempo para alcançar o nível de qualidade esperado tanto pelos cineastas quanto pelo público.

Confira:

“Cada filme ‘Avatar’ é uma tarefa emocionante, mas épica, que leva tempo para trazer o nível de qualidade que nós, como cineastas, buscamos e o público espera. A equipe está trabalhando duro e mal pode esperar para trazer o público de volta a Pandora em dezembro de 2025.”

Lembrando que as outras sequências também foram adiadas, com ‘Avatar 4′ indo para 21 de dezembro de 2029, e ‘Avatar 5‘ para 19 de dezembro de 2031.

Vale lembrar que ‘Avatar: O Caminho da Água‘, consolidado como a maior bilheteria de 2022 com US$ 2,3 bilhões, já está disponível no Disney+.

Assista à nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Laura Dern e Margaret Qualley irão estrelar adaptação do romance ‘Para Sempre Interrompido’

Segundo o DeadlineLaura DernMargaret Qualley irão estrelar e produzir a adaptação seriada do romance ‘Para Sempre Interrompido’ (‘Forever, Interrupted’, no original), baseada na obra homônima de Taylor Jenkins Reid.

O projeto será supervisionado pela A24 e pela produtora Jessica Rhoades.

Julia Bicknell fica responsável pelo roteiro e entra como showrunner. A obra será lançada pela Netflix, mas não tem previsão de estreia.

Confira a sinopse (via Amazon):

Elsie e Ben pareciam ter todo o tempo do mundo: vinte e poucos anos, recém-casados, apaixonados. Entre eles as coisas sempre aconteceram depressa, como uma explosão irrefreável de energia. Elsie só não tinha como saber que o brilho de seu romance seria tão fugaz.

Pouco mais de uma semana depois de se casar, Elsie perde Ben em um acidente e sente o futuro se desfazer diante de seus olhos. Só o que resta é um eterno agora, carregado de questões não resolvidas do passado.

Para atravessar sua dor, Elsie precisará inevitavelmente olhar para trás. Não só para entender a dimensão de sua perda, mas também para conhecer a nova família que nunca chegou a ter ― e para descobrir, enfim, quem ela se tornou depois de ter seu final feliz interrompido.

Mais informações não foram divulgadas.

Dern é conhecida por uma variedade de papéis no cinema e na televisão, tendo participado das sagas ‘Jurassic Park’‘Jurassic World’, da série ‘Big Little Lies’ e do drama ‘História de um Casamento’ (que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante). Qualley, por sua vez, é conhecida por seu trabalho em produções como ‘Maid’‘Fosse/Verdon’, além do recente ‘Tipos de Gentileza’‘The Substance’ (ambos exibidos no Festival de Cannes 2024).

‘9-1-1’: 8ª temporada continua a fazer sucesso ESTRONDOSO de audiência

A adorada série ‘9-1-1‘ continua a fazer enorme sucesso entre o público – e a chegada da 8ª temporada apenas reitera a produção como uma das mais populares da atualidade.

O terceiro capítulo do novo ciclo (“Final Approach”) ciclo atraiu nada menos que 10,42 milhões de espectadores após uma semana de exibição nas plataformas de streaming. Para aqueles que não se lembram, a trama do episódio encerra o arco do “bee-nado”, em que os personagens enfrentam um enxame mortal de abelhas.

O número reflete um espetacular aumento de 89% quando comparado ao público que assistiu ao episódio ao vivo (5,52 milhões) (via Deadline).

Como se não bastasse, a iteração teve classificação de 2,01 entre os adultos, com faixa etária de 18 a 49 anos (representando um aumento exponencial de 294%).

Lembrando que a série está disponível no Disney+ Brasil.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

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‘O Contador 2’: Ben Affleck e Jon Bernthal se encaram no cartaz INÉDITO da sequência; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo cartaz oficial de ‘O Contador 2‘, sequência estrelada por Ben Affleck (‘Garota Exemplar’) e Jon Bernthal (‘Justiceiro’).

Confira:

Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Prime Video © Amazon Content Services LLC

Brax (Jon Bernthal) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Anais (Daniella Pineda) and Ray King (J.K. Simmons) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Brax (Jon Bernthal) and Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Christian Wolff (Ben Affleck) and Brax (Jon Bernthal) in THE ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Amazon MGM Studios © Amazon Content Services LLC

Assista o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.

Gavin O’Connor (‘Em Busca da Justiça’) retorna à direção.

Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.

Daniella Pineda, Allison Robertson e J.K. Simmons também estrelam a produção.

Cantora Hayes Warner é escalada para ‘The Shards’, nova série de suspense de Ryan Murphy

Segundo o Deadline, a cantora e compositora Hayes Warner foi escalada para o elenco de ‘The Shards’, série de suspense criada pelo prolífico realizador Ryan Murphy (‘American Horror Story’) (via Variety).

A atração é baseada no romance homônimo de Bret Easton Ellis e conta também com Kaia GerberIgby Rigney, Homer James Jigme GereGraham Campbell foram confirmados no elenco da série que será produzida por Ryan Murphy para o canal FX.

Warner, conhecida por seu trabalho na trilha sonora de ‘The Barbie Chronicles’ e da franquia ‘Os Descendentes’, dará vida a Debbie. Mais informações não foram reveladas.

A série é baseada no livro homônimo de Ellis, lançado em 2023, que mistura elementos autobiográficos com ficção, em uma narrativa tensa ambientada na Los Angeles dos anos 1980.

Na trama, um adolescente de 17 anos vive um turbilhão emocional enquanto tenta desvendar o mistério de um novo colega enigmático e um serial killer à solta — o “Trawler” — cujos crimes parecem se aproximar perigosamente de seu círculo de amigos.

A produção será dirigida por Max Winkler (filho de Henry Winkler) e contará com o próprio Ellis entre os produtores, ao lado de Nick Hall, Kathleen McCaffrey, Brian Young e da equipe da Ryan Murphy Productions.

A série será transmitida pelo canal FX e distribuída pelo estúdio 20th Television, com quem Murphy mantém um contrato de exclusividade.

Com um enredo denso e atmosfera de paranoia juvenil, ‘The Shards‘ promete seguir a linha de sucessos anteriores de Murphy como ‘American Horror Story’ e ‘Dahmer’, explorando o lado sombrio do desejo, do medo e da obsessão em um cenário de privilégios, violência e juventude.

‘The Shards’ ainda não tem previsão de estreia.

‘Cupertino’: Atriz de ‘Fargo’ se junta ao novo drama jurídico da CBS

Segundo o DeadlineRachel Keller (‘Fargo’) foi escalada como coprotagonista do vindouro drama jurídico ‘Cupertino’, desenvolvido pela CBS.

A atriz se juntou aos previamente confirmados Mike Colter (‘Luke Cage’), Ella Stiller (‘The Comeback’) e Renée Elise Goldsberry (‘Hamilton’).

Colter interpretará Michael, um advogado demitido por uma startup do Vale do Silício com a intenção de roubá-lo de suas opções de ações. Recusando-se a recuar, ele une forças com outro advogado recentemente demitido para representar aqueles que são explorados pela elite da tecnologia e ajudá-los a lutar em uma batalha de alto risco contra os Golias que controlam o Vale do Silício.

Keller interpretará Olivia, uma recém-formada em direito do Meio-Oeste dos EUA que é demitida de uma startup do Vale do Silício e se une a Michael para formar um escritório de advocacia independente e enfrentar as gigantes da tecnologia.

Mais detalhes não foram divulgados.

A produção foi criada por Robert e Michelle King – as mentes por trás da popular e aclamada série ‘The Good Wife‘.

A dupla de criadores também está escrevendo o episódio piloto, além de entrar na função da produção executiva.

A expectativa é que a produção seja lançada na temporada 2026-27.

‘Uma Casa na Pradaria’: Conheça a Família Ingalls com o teaser inédito do REBOOT de ‘Os Pioneiros’

Netflix está apostando alto no reboot da clássica série ‘Os Pioneiros’ (‘Little House On The Prairie’) – e acaba de revelar um novo vídeo promocional da atração, nos levando a conhecer a Família Ingalls (que é protagonista dessa apaixonante saga).

Intitulada ‘Uma Casa na Pradaria’, a nova versão chega à plataforma de streaming no dia 9 de julho.

Confira, junto ao trailer:

A nova versão, parte uma história dramática, parte um conto épico de sobrevivência e parte origem da história do Oeste Americano, serve como uma “visão caleidoscópica das lutas e triunfos daqueles que moldaram a fronteira” dos Estados Unidos.

O elenco conta com Alice Halsey (‘Uma Questão de Química’) como a protagonista Laura Ingalls, Luke Bracey (‘Elvis’) e Crosby Fitzgerald (‘Palm Royale’) como os pais Charles e Caroline Ingalls, e Skywalker Hughes (‘Joe Pickett’) como a filha mais velha, Mary Ingalls.

Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’), Ryan Robbins (‘Riverdale’), Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’), Ryan Robbins (‘Riverdale’), Barrett Doss (‘Station 19’), Mary Holland (‘Canina’), Michael Hough (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Kowen Cadorath (‘SkyMed’), Thosh Collins (‘IT: Bem-Vindos a Derry’), Maclean Fish (‘Shoresy’) e Rebecca Amzallag (‘Titãs’) também fazem parte do projeto.

Rebecca Sonnenshine (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão, atuando como showrunner.

“A série ‘Os Pioneiros’ capturou os corações e imaginações de milhões de fãs ao redor do mundo, e nós estamos animados em compartilhar seus temas de esperança e otimismo com uma visão original desta história icônica,” Jinny Howe, vice-presidente de drama do serviço de streaming. “A visão da Rebecca aborda esta versão com uma profundidade emocional que irá agradar fãs novos e já existentes desde amado clássico.”

A produção original acompanhava a saga da família Ingalls, de Wisconsin, no final do século 19, obrigados a abandonar sua casa e caminhar para o Oeste americano, se estabelecendo no Kansas, onde cultivam a terra.

Crítica | Amor ao Primeiro Filho

Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências. Escrito e dirigido por Anne Giafferi Amor ao Primeiro Filho é mais um daqueles filminhos água com açúcar que os franceses adoram produzir ao longo dos anos. Variando entre bons e arrastados momentos, o longa-metragem estrelado pela dupla Isabelle Carré e Patrick Bruel é um daqueles projetos que muitas vezes passam desapercebidos pelo público cinéfilo.

Na trama, conhecemos o arquiteto de sucesso e hipocondríaco Ange (Patrick Bruel) um mulherengo que no passado não quis assumir uma suposta criança que seria seu filho. Como a vida dá voltas, certo dia, uma farmacêutica de meia idade invade seu escritório e pede uma curiosa ajuda de Ange, para ajudá-la a convencer seu suposto filho a assumir a paternidade de uma criança fruto do relacionamento desse suposto filho com a filha da farmacêutica em questão. Confusão criada, agora Ange precisará passar um apressado processo de amadurecimento para poder resolver todas as questões não resolvidas tanto do seu passado, quanto de seu presente.

Ange et Gabrielle, no original, é um típico filme sessão da tarde. O roteiro é raso, apesar de bons diálogos que acompanham a corrida história. A falta de profundidade afasta um pouco o público dos personagens e automaticamente da trama em si. Há bons momentos, principalmente quando o filme ganha uma virada, e o relacionamento entre os protagonistas fica mais próximo. A melhor cena do filme é quando pai e filho precisam cuidar de um bebê e acabam se atrapalhando bastante. Situação já vista em outros filmes e de maneira bem parecida, nada original.

Sem previsão de estreia no circuito brasileiro, com boas possibilidades de ir direto para as locadoras, Amor ao Primeiro Filho não é um filme ruim mas um projeto muito parecido com outros filmes do gênero. Nada mais de especial.

10 filmes que provocam o AUTOCONHECIMENTO e TRANSFORMAÇÃO

Em muitas obras cinematográficas, somos conduzidos a lições profundas ao acompanhar personagens cativantes que percorrem tramas das mais variadas. Refletir sobre a vida é um dos caminhos naturais que essas histórias despertam, reforçando o cinema como uma arte capaz de expor e traduzir diferentes realidades. Pensando nisso, e para você que aprecia filmes que instigam reflexões, preparamos uma lista imperdível para conferir:

 

Antes de Partir (Prime Video)

Buscando traçar muitas reflexões em uma conflituosa relação entre um pai e seu único filho, Antes de Partir nos leva para uma profunda jornada dramática na visão de um senhor na fase final de vida que, sem planejar, encontra o amor de diversas formas, um sentimento congelado ao longo do tempo que se acomodou nos pesares, nas tragédias, na distância.

 

Bem-Vinda, Violeta!

Partindo de uma análise bastante ampla sobre o universo sempre peculiar do processo criativo, Bem-Vinda, Violeta! , inspirado no romance ‘Cordilheira’ do escritor brasileiro Daniel Galera, é um filme que navega nas turbulências emocionais de uma protagonista que se descobre em crise através da personagem que está criando para seu novo livro.

 

Todas As Razões Para Esquecer

Na trama, tendo como pano de fundo uma bela trilha sonora, conhecemos Antônio (Johnny Massaro) que acaba de terminar um relacionamento com Sofia (Bianca Comparato), o grande amor de sua vida. O protagonista não consegue entender os porquês do término e começa a navegar em uma trajetória de autoconhecimento, usando todo tipo de medida nunca antes usada por ele, como ir ao psiquiatra, usar aplicativo de relacionamentos, remédios ansiolíticos, em busca de descobertas para melhorar seus dias.

 

Sobrevivente

Na trama, acompanhamos o tímido e querido pescador Gulli (Ólafur Darri Ólafsson), um homem que durante o inverno de 1984, na Islândia, se vê em uma situação delicada quando o barco onde estava naufraga nas águas do atlântico norte. Após nadar por inacreditáveis seis horas e enfrentar vários percalços nessa desumana trajetória pela sobrevivência, consegue chegar são e salvo em casa. Mais a dor de Gulli não termina por aí, agora precisa enfrentar a dor da perda dos amigos nesse acidente e a curiosidade de cientistas que insistem em fazer testes para descobrir como foi possível um ser humano viver 6 horas nas águas mais geladas do mundo.

 

Um Mundo à Parte

Michele (Antonio Albanese) é um professor do ensino fundamental que está louco pra sair de Roma e ser transferido para um cidade do interior do país. Um dia ele consegue, indo parar numa cidadezinha gelada que tem pouquíssimos habitantes. Quando consegue se estabelecer no lugar, o risco da escola ser fechada o faz ir atrás de soluções ao lado de Agnese (Virgínia Raffaele), a diretora do colégio.

 

Caminhos Cruzados (MUBI)

Lia (Mzia Arabuli) é uma professora de história aposentada moradora da cidade de Batumi, localizada no Mar Negro, na Geórgia, que está em busca da sobrinha, sua única família. Ela acaba se juntando a Achi (Lucas Kankava), um jovem perdido com o que fazer com sua vida, que sabe seu paradeiro. Assim, ambos atravessam a fronteira do sudeste do país, com a Turquia, que na visão de alguns é uma terra de oportunidades. Chegando lá, terão muitas descobertas.

 

Que Horas eu Te Pego? (Prime Video)

Maddie (Jennifer Lawrence) não consegue se desenvolver em nenhuma carreira e com a vida pessoal indo aos trancos e barrancos, estacionada numa acomodada bolha vendo o tempo passar sem sair do lugar. Certo dia, durante o verão nova iorquino, mais precisamente na cidade de Montauk, onde mora, responde a um anúncio feito pelos pais do jovem Percy (Andrew Barth Feldman) onde buscam contratar uma jovem para namorá-lo. Precisando da quantia oferecida, ela embarca nessa jornada e aos poucos começa a entender também o lado do jovem que precisa conquistar.

 

A Felicidade das Pequenas Coisas

O professor Ugyen Dorji (Sherab Dorji), mora com sua avó e tem o sonho de seguir carreira na música e ir morar na Austrália. Ele é contratado do governo de Butão e se vê sempre em desilusões nessa profissão. Certo dia é enviado para Lunana, um lugar distante do grande centro, onde para se chegar é preciso caminhar cerca de uma semana. Sem ter o que fazer, ele embarca para o lugar sem saber que lá passará por lições que nunca mais esquecerá em sua vida.

 

Granizo (Netflix)

Miguel (Guillermo Francella) é um meteorologista que trabalha na televisão faz tempo e agora acaba de ganhar um programa somente seu para falar sobre o tempo. Conhecido como infalível, por nunca ter errado uma previsão do tempo, durante uma dia onde ele fez uma previsão de noite tranquila, uma tempestade nunca antes vista na argentina atinge em cheio Buenos Aires. Nos dias seguintes, fugindo da fúria de seus fãs ele resolve voltar para sua cidade natal, Córdoba, onde reencontra a única filha, a pediatra Carla (Romina Fernandes).

 

O Diário de um Maquinista (Prime Video)

Ilija (Lazar Ristovski) é um homem já beirando a melhor idade, vindo de uma família de maquinistas, profissão que segue desde que se conhece por gente. Certo dia, acaba salvando a vida de Sima (Petar Korac), um jovem deixado na porta de um orfanato. O tempo passa e logo viram pai e filho. Mais velho, o segundo insiste em ser maquinista que nem o primeiro, mas esse não quer isso para o filho por conta de um medo pouco exposto do jovem sofrer e se desgastar em uma profissão que pode trazer algum trauma, exatamente como aconteceu com ele e toda sua família. Assim, ambos embarcam em uma jornada de teimosia rumo a um objetivo incerto.

Crítica | Sem Fôlego – Filme infantil com moldura de cinema de arte adulto

Era uma Vez na América

Todo ano quando chega a época de premiação, ao lado da alegria de ver nossos filmes preferidos indicados a diversos prêmios, também chega a frustração de termos filmes elogiados e com toda pompa e renome, completamente ignorados durante toda a temporada. São os famosos injustiçados. Filmes com toda cara de prêmios, inclusive o Oscar (o maior deles), que por uma razão ou outra simplesmente passam em branco.

Este é exatamente o caso com Sem Fôlego (Wonderstruck), produção ambiciosa e pretensiosa, que marcou sua estreia no Festival de Cannes do ano passado. Trata-se do novo trabalho do americano Todd Haynes, cineasta com visão e narrativa únicos, que gosta de abordar, com muita sensibilidade, o que nos faz humanos. O cineasta possui uma filmografia invejável, na qual destacam-se Longe do Paraíso (2002), Não Estou Lá (2007) e o recente Carol (2015), todos devidamente indicados ao Oscar. Se você já assistiu ou conhece qualquer um dos filmes citados, sabe mais ou menos a sutileza usual utilizada por Haynes em seus longas.

Qual nosso propósito nesta existência? Seguir por um caminho evoluindo para o bem próprio, ou simplesmente tocar e completar outras vidas? Com esta questão universal, Haynes desenha seu novo projeto, uma história enigmática que vai se desvendando perante nossos olhos a cada cena – até sua conclusão, que promete dividir o público. Muitos se sentirão enganados quando descobrirem o verdadeiro propósito da obra, os mais atentos e que gostam verdadeiramente de apreciar uma produção cinematográfica ficarão emocionados pela jornada. Já que a vida, assim como os filmes, vale pela viagem e não pela conclusão.

Vale dizer que Sem Fôlego é baseado no livro do mesmo Brian Selznick de A Invenção de Hugo Cabret (2011), e que suas obras infantis estão com moral, tendo despertado o interesse de gente como Martin Scorsese no filme citado, e agora Todd Haynes. Como os estilos de tais diretores são bem distintos, Scorsese entregou um filme mais palatável ao grande público, enquanto Haynes brinca com ele, disfarçando a simplicidade e fragilidade da história – com roteiro escrito pelo própria Selznick – com uma roupagem de cinema de arte, apostando em uma montagem incomum e até mesmo numa fotografia em preto e branco para uma das histórias.

Na trama, acompanhamos simultaneamente duas histórias envolvendo crianças. A primeira, passada na década de 1970, traz o menino Ben (Oakes Fegley) como protagonista. A segunda, em preto e branco, se passa no fim da década de 1920, e quem se destaca é a pequena Rose (Millicent Simmonds), uma menina surda-muda. Ambos fogem de casa em suas respectivas décadas em busca de um objetivo. O filme narra a jornada de cada um deles, intercalando seus momentos, e deixando o público se questionar a cada cena sobre qual será a conexão entre estas duas tramas – que obviamente não irei revelar aqui.

Particularmente, um forte atrativo no mundo do cinema para este que vos fala, além de um bom roteiro, é uma narrativa incomum. Estamos acostumados a ver e perceber histórias contadas sempre de uma mesma forma, uma forma padronizada. Às vezes recebemos em doses homeopáticas algo fora da caixinha, como histórias contadas de trás para a frente (Amnésia, de Christopher Nolan), ou com narrativa fragmentada, onde começo, meio e fim não estão necessariamente nesta ordem (Pulp Ficiton, de Quentin Tarantino). Existem diversas formas de contar uma história e brincar conosco, o público, e Haynes faz isso muito bem em Sem Fôlego. Aqui o diretor intercala cada uma das histórias de forma muito próxima, como se realmente quisesse juntá-las o máximo possível, deixando-as grudadas. Para isso, o cineasta não deixa passar sequer três minutos em cada história (inicialmente, é claro), já nos jogando de um lado para o outro, do colorido para o preto e branco, e de volta de novo.

Além disso, temos o respaldo de figuras carimbadas em época de prêmios, vide Julianne Moore, o maior nome no elenco e usual colaboradora do diretor. A atriz vencedora do Oscar, e indicada para outros três, interpreta uma estrela da era muda do cinema, e uma outra personagem (que não irei revelar aqui). E Michelle Williams, quatro vezes indicada ao Oscar, numa participação menor, como a mãe do menino Ben. Mas o show é dos pequenos, já que como dito, em seu núcleo, este é um filme infantil. Da dupla, o destaque maior fica com Millicent, que em alguns círculos era cogitada para uma indicação ao Oscar, por seu desempenho mudo.

Sem Fôlego é puro exercício de Todd Haynes, mostrando novamente ser um exímio artista contador de histórias. É exuberância técnica sobre conteúdo. E este é justamente seu maior pecado. A falta de um núcleo verdadeiramente significativo ou emotivo, que crie qualquer conexão com o público além de simplesmente nossa curiosidade em seguir esta história para ver aonde irá dar. Definitivamente todo mistério é mais interessante sem sua resposta.

Margot Robbie | O Top 5 dos MELHORES filmes da estrela de ‘Barbie’

Barbie’ se tornou o maior filme de 2023, ultrapassando a bilheteria mundial de ‘Super Mario bros – o filme’ (longa animado que mantinha o recorde desde abril). Até o momento, apenas estes dois filmes conseguiram romper a barreira de US$1 bilhão nas bilheterias mundiais neste ano, e talvez nenhum outro chegue perto. ‘Barbie’ continua seguindo firme e fazendo dinheiro. Fora isso, possui o prestígio de elogios da crítica e, é claro, dos fãs. Tamanho fenômeno cultural, ‘Barbie’ pode vir a ser indicado ao Oscar em algumas categorias.

Quem deve estar rindo à toa com esse sucesso é a protagonista Margot Robbie, uma das maiores estrelas da atualidade em Hollywood. A atriz australiana de 33 anos era uma ilustre desconhecida há exatos 10 anos, quando conseguiu o papel que mudaria totalmente sua carreira e sua vida. ‘O Lobo de Wall Street’, de Martin Scorsese foi o que colocou o nome de Margot Robbie no mapa. Três anos depois, uma personagem viria como segundo divisor de águas em sua trajetória: Arlequina em ‘Esquadrão Suicida’. Hoje, Robbie tem duas indicações ao Oscar (‘Eu, Tonya’ e ‘O Escândalo’) e temos certeza que o prêmio não irá demorar a sair para ela.

Por ‘Barbie’, Margot Robbie fez um dos maiores acordos para um filme de todos os tempos. Acreditando no potencial do longa, a atriz reduziu seu salário em prol de uma porcentagem das bilheterias – acordo semelhante ao de Jack Nicholson em ‘Batman’ (1989). É um risco, pois se o filme fracassasse, o percentual seria reduzido. Com o sucesso, o somatório do salário mais o percentual ficou em torno dos US$50 milhões, algo como R$250 milhões.

Em homenagem ao sucesso de ‘Barbie’ e da protagonista Margot Robbie, iremos dar uma olhada nos cinco filmes mais queridos de sua carreira na opinião dos fãs e do grande público. Confira abaixo.

05) O Esquadrão Suicida (2021)
Nota: 7.2

A terceira vez é o charme. Essa foi a terceira vez que Margot Robbie interpretou a personagem Arlequina nas telonas, e resultou no filme mais querido do trio. O que acontece é um fato curioso em torno das participações da atriz neste papel. O primeiro ‘Esquadrão Suicida’ (2016) não foi, por assim dizer, um filme muito querido dos críticos e do público. Muito pelo contrário, é difícil encontrar alguma alma caridosa que defenda o longa dos anti-heróis da DC. Porém, mesmo dentro de um filme “marromeno” (para ser bonzinho), uma coisa que todos parecem concordar é que a atuação de Robbie como Arlequina se salva com louvor. De fato, foi muito mais do que isso, porque a personagem se tornou uma verdadeira febre mundial – difícil ver isso em um filme que quase ninguém gosta.

Quatro anos depois saía o filme “solo” da Arlequina, ‘Aves de Rapina’, que, embora mais bem recebido que sua primeira aparição, igualmente falhou em se tornar um grande sucesso. No entanto, mais uma vez Robbie como Arlequina era o grande destaque. Logo no ano seguinte, Robbie voltava ao papel para a versão de James Gunn, que modificou o título apenas com a introdução do artigo “o”. Bastou para que todos soubessem qual era o filme bom e o ruim. Infelizmente, elogios não são o suficiente para mudar a bilheteria de um filme, e embora muito mais querido por todos, o segundo ‘O Esquadrão Suicida’ não atingiu o esperado financeiramente.

04) Barbie (2023)
Nota: 7.3

Barbie’ não é apenas o maior sucesso de 2023, é também disparado o maior sucesso da carreira da atriz Margot Robbie, um filme que a fez subir mais alguns degraus em seu estrelato – pegando Hollywood de assalto de forma definitiva. Nem mesmo seu papel como Arlequina em três filmes, sua estreia bombástica em ‘O Lobo de Wall Street’ ou os elogios de suas duas indicações ao Oscar preparariam Margot Robbie para o sucesso que teria em ‘Barbie’ – um verdadeiro fenômeno midiático de nossos tempos.

E pensar que antes do filme que temos hoje, ‘Barbie’ seria uma produção bem diferente, que teria Amy Schumer como a protagonista tirando sarro dos padrões estereotipados da boneca. ‘Barbie’, porém, se tornou um híbrido entre o que o filme de Schumer seria e um produto descompromissado e divertido. A diretora Greta Gerwig encontrou o equilíbrio perfeito entre um blockbuster de entretenimento e um filme “cabeça” com uma mensagem empoderadora para mulheres – que questiona o “padrão”, mas assina que a mulher pode ser o que ela quiser. Será interessante acompanhar o próximo passo da atriz após esse novo divisor.

03) Eu, Tonya (2017)
Nota: 7.5

Em quatro anos, de 2013 a 2017, Margot Robbie já havia se tornado um nome quente em Hollywood graças a trabalhos em ‘Golpe Duplo’, ‘A Lenda de Tarzan’, uma participação divertida em ‘A Grande Aposta’ e, principalmente, claro, seu papel como Arlequina em ‘Esquadrão Suicida’. Para os que acham que nesta época ela era apenas uma imagem vendável e não uma atriz de verdade, basta procurar o filme ‘Os Últimos da Terra’ (2015) para ter este argumento derrubado.

Mas é seguro afirmar também que nenhum de seus trabalhos anteriores mostraria toda a potência de sua atuação da forma como ‘Eu, Tonya’ fez. A primeira vez que ouvi falar do filme foi durante o festival de Toronto em 2017 quando dois críticos na minha frente, subindo as escadas rolantes, comentavam sobre a atuação de Robbie na obra. Eu havia esquecido que o longa estava no line, mas corri para conferir no mesmo evento, e ali senti que a atriz tinha grandes chances de uma indicação ao Oscar. Não deu outra. Robbie se solta como nunca antes, no papel da patinadora real Tonya Harding, expulsa do esporte graças a uma enorme polêmica envolvendo a eliminação cruel de uma concorrente.

02) Era uma Vez em Hollywood (2019)
Nota: 7.6

Trabalhar com Quentin Tarantino dá nisso: é garantia de sucesso em mãos. Mas o difícil é conseguir trabalhar com o diretor. Só os melhores conseguem. E Margot Robbie descolou o principal papel feminino neste que é até o momento o último trabalho da carreira do cineasta adorado. Um dos movimentos mais inteligentes para qualquer ator é conseguir escalação no filme de grandes nomes, em especial grandes diretores. Assim, ao longo de sua carreira, Margot Robbie garantiu papeis de destaque em produções de gente como Martin Scorsese, Damien Chazalle, Wes Anderson, David O. Russell e James Gunn.

Nessa leva de diretores exemplares é claro que não podemos deixar de citar Quentin Tarantino. A parceria de Robbie com o diretor se deu neste retrato de uma Hollywood de 1969, onde acompanhamos a relação de um ator que começa a cair no ostracismo e seu fiel amigo e dublê. Numa “realidade paralela” acompanhamos a ascensão do “fungo” da geração “paz e amor’, o psicopata Charles Manson, e sua trilha de sangue na cidade dos ricos e famosos. Margot Robbie vive Sharon Tate, a vítima mais famosa do psicopata e seus asseclas; uma jovem atriz que via sua carreira começar a decolar. O curioso é que a segunda indicação de Robbie sairia nesse mesmo ano, mas não por esse filme, e sim por ‘O Escândalo’.

01) O Lobo de Wall Street (2013)
Nota: 8.3

A atuação de Margot Robbie pode até ser melhor em outros filmes, e a atriz pode ter amadurecido em seu desempenho e em suas performances ao ganhar mais experiência; porém, para o grande público e os fãs, o melhor filme no qual a atriz trabalhou segue sendo ‘O Lobo de Wall Street’. Essa é uma das tantas obras-primas dirigidas pelo mestre Martin Scorsese, e de todos os seus últimos filmes (nos últimos dez anos), ainda é o mais querido e mais abraçado por toda espécie de espectador, quebrando a barreira do nicho do público “cinéfilo-cult”.

Bem, talvez eu deva explicar também que aqui foram levados em conta apenas os filmes em que Margot Robbie possui um papel significativo dentro da trama, e não apenas uma ponta rápida. Dessa forma, o igualmente elogiado ‘A Grande Aposta’ (2015) ficou de fora, porque neste longa Robbie faz o papel dela mesma e aparece em duas pontinhas rápidas, como uma espécie de piada interna. Já em ‘O Lobo de Wall Street’ seu papel é importante e dita algumas guinadas do roteiro – como o início da queda do personagem protagonista. Fora isso, como todos sabemos, ‘O Lobo de Wall Street’ serviu para introduzir Margot Robbie no coração e mente de todos os amantes de cinema pelo mundo.

Bônus: Questão de Tempo (2013)
Nota: 7.8

Acho que também é válido mencionar ‘Questão de Tempo’, romance com toques de fantasia lançado no mesmo ano de ‘O Lobo de Wall Street’. A participação de Margot Robbie é pequena, mas ela tem importância significativa no desenvolvimento do protagonista, já que interpreta o interesse amoroso que não dava a menor chance ao sujeito. Ela volta no fim do filme para testar o rapaz, e ver se ele faria a escolha certa. Por ser uma participação pequena, antes da fama atingida pelo outro filme citado lançado no mesmo ano, deixamos ‘Questão de Tempo’ como bônus, já que muitos sequer lembram de Margot Robbie no longa.

‘Grey’s Anatomy’: Atriz não quer que Meredith tenha um novo namorado na 15ª temporada

Apesar da nova showrunner de ‘Grey’s Anatomy‘ ter revelado que a próxima temporada a série será focada no “amor”, Meredith Grey não estará entre os possíveis candidatos a encontrar o seu par perfeito. O presidente da ABC, Channing Dungey, revelou que a personagem terá uma “nova trajetória”.

“Meredith terá uma nova trajetória que irá focar nela como uma mãe solteira e cirurgiã – incluindo sua investigação sobre uma condição médica que é muito próxima de sua história familiar. Ellen [Pompeo] foi muito clara ao dizer que ela não quer que todas as narrativas da Meredith sejam românticas.”

Em janeiro, Pompeo fez comentários bombásticos sobre sua personagem ter um novo relacionamento.

“A tinta ainda não estava nem seca na documentação [de saída do Patrick] quando eles se apressaram em introduzir um novo interesse amoroso. Eu estava de férias, relaxando, e eles me ligavam tipo ‘o que você acha desse cara? e deste?’, e me mandavam fotos. Eu fiquei tipo ‘Vocês estão de brincadeira comigo? Por que vocês acham que têm que substituir esta pessoa?’ Eu não pude acreditar quão rápido o estúdio e a emissora sentiram que eles deviam arrumar um novo pênis.”

Recentemente, o ator Chris Carmack se juntou ao elenco recorrente da série. O astro, que participou do elenco da série ‘Nashville’, viverá um cirurgião ortopedista do hospital Grey Sloan Memorial.

Embora não haja detalhes referentes ao personagem, o pouco que se sabe é que ele é considerado na trama como o ‘deus da ortopedia’.

‘Hellboy’: Elenco reunido em dois novos cartazes do remake; Confira!

O remake de ‘Hellboy‘ ganhou dois novos cartazes.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Nimue (Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.

O elenco inclui David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Sasha Lane e Daniel Dae Kim.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Caça-Fantasmas 3’: Trailer oficial da sequência deve ser lançado essa semana!

De acordo com o Trailer Track, o primeiro trailer oficial da sequência/reboot ‘Caça-Fantasmas 3‘, intitulado ‘Ghostbusters: Afterlife‘, será lançado essa semana.

Com 2 minutos e 28 segundos de duração, o vídeo passará a ser exibido nas salas de cinemas e não deve demorar para ser liberado na internet, mas uma data específica não foi divulgada.

Jason Reitman, filho de Ivan, comanda o projeto.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa‘), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill‘) e Carrie Coon (‘The Sinner‘) fazem parte do elenco protagonista. Paul Rudd também estrela, enquanto Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver retornam.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de julho de 2020.

‘The Walking Dead: World Beyond’: Nova geração enfrenta zumbis no teaser do spin-off

A AMC divulgou um novo teaser da série derivada ‘The Walking Dead: World Beyond‘.

Confira:

A produção tem estreia marcada para o dia 04 de outubro.

Criado por Scott M. GimpleMatthew Negrete, esse é o segundo spin-off do Universo ‘The Walking Dead‘, que também conta com ‘Fear the Walking Dead‘.

A trama irá focar na primeira geração que cresceu durante o apocalipse zumbi.

O elenco conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

‘The Good Doctor’ é renovada para a 5ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série ‘The Good Doctor‘ para a 5ª temporada.

A quarta temporada tem registrado 4.23 milhões de espectadores, com média de 0.6 na demo. Considerando os números do ciclo anterior, há uma queda de 30% na audiência.

Porém, dentre as oito séries de drama exibidas nos últimos meses, ‘The Good Doctor‘ tem a terceira maior audiência da emissora, ficando atrás apenas de ‘Station 19‘ e ‘Grey’s Anatomy‘.

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

‘Grey’s Anatomy’: Filmagens da 18ª temporada são interrompidas por causa da nova variante de COVID

De acordo com o TVLine, as filmagens da 18ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ foram interrompidas por causa da alta da nova variante de COVID, a Omicron.

O site afirma que as filmagens de ‘Station 19‘ e ‘The Rookie‘ também foram pausadas. A expectativa é que a produção dessas séries seja retomada na próxima semana. O estúdio por trás dos três seriados, a ABC Signature, decidiu interromper as filmagens como uma medida de precaução, não por causa de casos específicos de contágio.

Apesar disso, a pausa não deve causar impacto na exibição dos programas.

Vale lembrar que os Estados Unidos registraram mais de meio milhão de novos casos de COVID na última terça-feira (4). O pico de contágio se deve à alta da variante Omicron, que, apesar de ser menos mortal, é altamente transmissível.

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens, Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood, Anthony Hill  e Scott Speedman.

Chamada dos mortos no trailer do terror ‘O Telefone do Sr. Harrigan’; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do terror ‘O Telefone do Sr. Harrigan‘ (Mr. Harrigan’s Phone), adaptação do conto homônimo do mestre Stephen King.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 5 de outubro.

John Lee Hancock (‘Os Pequenos Vestígios’) será responsável pela direção e roteiro.

A história faz parte do novo compilado antológico de King, ‘If It Bleeds‘. A trama gira em torno de um adolescente chamado Craig, que faz amizade com um bilionário velho e recluso, o Sr. Harrigan. Os dois se unem por causa de livros e um iPhone, mas quando o homem morre, o menino descobre que nem tudo que está morto se foi e consegue se comunicar com o amigo falecido através do iPhone que foi enterrado com ele.

O elenco conta com Jaeden Martell (de ‘It – A Coisa’), Donald Sutherland, Kirby Howell-Baptiste, Colin O’Brien, Cyrus Arnold e Joe Tippett.

Ryan Murphy (‘American Horror Story’) e Jason Blum, através da Blumhouse, servem como produtores do projeto.

Mr. Harrigan’s Phone. Jaeden Martell as Craig in Mr. Harrigan’s Phone. Cr. Nicole Rivelli/Netflix © 2022

Após rejeição do público, Netflix se DESESPERA em marketing de ‘The Witcher’

A terceira temporada de ‘The Witcher‘ estreou recentemente na Netflix, mas a produção está sendo rejeitada pelo público.

Além de se afastar do material de origem, os espectadores estão furiosos com a saída do Henry Cavill. O ator será substituído pelo Liam Hemsworth a partir da quarta temporada – uma notícia que desagradou todos os fãs da produção, e coloca em risco o futuro da série.

Com a rejeição do público, a Netflix entrou em desespero e começou a apostar uma estratégia inusitada de marketing para a terceira temporada – que alcançou uma média de apenas 33% de aprovação dos espectadores no Rotten Tomatoes.

O serviço de streaming tentando reforçar ao público que Cavill ainda está presente no terceiro ciclo da série, exibindo a seguinte mensagem em lugares estratégicos: “Sim, ele ainda é o Geralt na 3ª temporada de ‘The Witcher’.”

Vale lembrar que a terceira temporada registrou baixa na audiência.

No primeiro episódio do novo ciclo, a série atraiu cerca de 1,1 milhão de espectadores, representando uma queda de 15% em comparação ao primeiro episódio da segunda temporada, que registrou 1,3 milhão de espectadores.

O declínio na audiência continuou nos episódios subsequentes. O segundo episódio da terceira temporada teve 893.000 espectadores, seguido pelo terceiro episódio com 750.000 espectadores. Já o quarto episódio atraiu 602.000 espectadores, e o quinto episódio registrou 505.000 espectadores.

Em contraste, na segunda temporada, todos os episódios conseguiram atrair mais de 1 milhão de espectadores.

Vale ressaltar que esses números se referem apenas à audiência durante a semana de lançamento e não levam em consideração o público que pode estar aguardando a temporada estar completa para iniciar sua visualização.

A segunda parte da 3ª temporada chega à Netflix em 27 de julho.

Relembre o trailer:

Em uma recente entrevista à EW, a showrunner Lauren S. Hissrich falou sobre os próximos episódios, que serão adaptados do romance ‘Tempo de Desprezo’, e prometeu aos fãs que os próximos episódios serão mais fiéis à saga literária de Andrzej Sapkowski.

“O que é mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais fiel que fizemos no tocante a adaptar os livros”, ela comentou. “Obviamente, não podemos fazer cada página, mas ‘Tempo de Desprezo’ nos deu vários eventos grandes de ação, pontos narrativos, momentos definidores dos personagens e grandes revelações. Há muito que pudemos seguir à risca”.

Anteriormente, Hissrich falou sobre a saída de Cavill e garantiu que a despedida do astro será honrosa devido à sua contribuição até agora.

“Henry se entregou muito para a nossa série e, por isso, queremos honrá-lo adequadamente. E o mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais próxima que fizemos de uma adaptação individual dos livros.”

Ela continuou, destacando a saída do ator.

“A grande virada de Geralt é desistir da neutralidade e fazer tudo o que for necessário para chegar a Ciri. E, para mim, é a despedida mais heróica que poderíamos ter, mesmo que não tenha sido escrita para ser assim… Será uma boa lembrança da última aparição de Cavill como o Bruxo.”

Por fim, ela disse que a troca de atores também vai gerar uma nova abordagem para o personagem:

“Geralt terá uma nova missão em mente quando o encontrarmos na 4ª temporada. Ele será um Geralt um pouco diferente do que esperávamos. E não me refiro à aparência”, brincou ela.

Lembrando que Cavill será substituído por Liam Hemsworth.