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Mazzaropi

Elenco:

Direção:

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Downtown/Paris Filmes

Orçamento:  US$ — milhões

Estreia: —-

Sinopse:

A cinebiografia de Amácio Mazzaropi, ator e cineasta brasileiro.

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

‘Holmes & Watson’: Comédia ganha sua primeira imagem com Will Ferrell

A comédia Holmes & Watson, baseada nos livros de Sherlock Holmes estrelada por Will Ferrell e John C. Reilly, teve sua primeira imagem divulgada pela EW.

Na imagem, vemos Ferrell como Sherlock e Reilly como Watson. Confira:

O longa tem roteiro e direção de Etan Cohen (‘Trovão Tropical’) e Ralph Fiennes (‘Harry Potter’) interpreta Moriarty; Hugh Laurie (‘Dr. House’) vive Mycroft; Kelly Macdonald (‘Valente’) é a Sra. Hudson. Rebecca Hall (‘Homem de Ferro 3’) também está no elenco como a Doutora Grace Hart.

Holmes & Watson estreia em 24 de janeiro de 2019 no Brasil.

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Terceiro episódio traz monstros e estética retrô

[ANTES DE COMEÇAR A ANÁLISE, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o terceiro episódio de Monarch – Legado de Monstros, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Divulgação/ AppleTV+

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Segundo episódio une os dois núcleos

O terceiro episódio da série enfim foca na aventura do trio de 2015, com eles interagindo mais com o Lee Shaw de Kurt Russell. A dinâmica dos flashbacks entre os anos 50 e 2015 segue segue ditando a narrativa, o que é interessante, mas também complica um pouco o desenrolar da história.

Não que o time mais recente tenha uma história ruim, mas é que tudo nos anos 50 é tão mais interessante que meio que tira o brilho do resto. E neste terceiro capítulo, em especial, é ainda mais legal porque envolve os testes nucleares do Atol de Bikini, em 1954, que remete à essência do Godzilla em si. Mais do que isso, o próprio Rei dos Monstros dá as caras, mostrando um pouco mais das origens das imagens de arquivo que costumam aparecer nas aberturas e encerramentos dos filmes do Monsterverse.

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A dinâmica do trio dos anos 50, que está tentando estudar os monstros, mas acaba atraindo os militares para o meio, é sensacional. E como Kurt Russell e Wyatt Russell estão interpretando o mesmo personagem em épocas diferentes, a direção ruma por um caminho subversivo: ela desenvolve a versão mais jovem de Lee Shaw, diretamente envolvido com o exército, como um militar em desconstrução, enquanto sua versão idosa assume o papel do herói de ação.

Então, vemos Wyatt conversando e aprendendo, enquanto Kurt engana policiais federais, atua como piloto de fuga e até mesmo pilota um avião em queda. Foi muito inesperado ver essa representação se desenvolver dessa forma, principalmente diante do histórico recente de papéis de Wyatt, em que ele assume essa pose do “herói de ação”.

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E mesmo que não seja tão interessante quanto a trama dos anos 50, o trio de 2015 é apresentado, nesse episódio, ao Lee. E sem saber se podem confiar nele, os jovens acabam embarcando de vez nessa jornada contra a Monarch e vão parar no Alasca. Essa relação de desconfiança entre eles é muito divertida, permitindo principalmente a Kurt Russell esbanjar carisma em tela.

Mas o grande destaque mesmo é o momento de revelação do Godzilla em meio às Ilhas Marshall. A direção vai revelando o monstro aos poucos e o apresenta ao público dando uma sensação de escala por meio de uma câmera que vai quase escalando por sua carapaça. A opção por mostrá-lo por meio das lentes dos binóculos também passa uma sensação incrível da imponência do Rei dos Monstros.

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Esse terceiro episódio é uma mistura muito competente da ficção com a fantasia e parece sintetizar bem o mote da série, que terá cada vez mais monstros aparecendo, como podemos ver na reta final desse capítulo.

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Os novos episódios de Monarch – Legado de Monstros estreiam toda sexta no Apple TV+.

Crítica | Sem Ar – Mulher Fica Presa Debaixo D’Água em ANGUSTIANTE Suspense Dramático

Não tem conselho amigo que impeça uma pessoa de cometer uma irresponsabilidade se ela estiver determinada a fazê-lo. Vemos com frequência esse tipo de impulso em filmes nos quais os personagens decidem sair por aí sem avisar ninguém e algo dá errado no meio do caminho, de modo que eles têm que se virar sozinhos para sobreviver. Mas às vezes o que dá errado é simplesmente uma terrível coincidência, como ocorre no suspense dramático ‘Sem Ar’, estreia dessa semana nos cinemas brasileiros.

Drew (Sophie Lowe) e May (Louisa Krause) são irmãs que cresceram aprendendo a mergulhar em alto mar. Era o tipo de atividade que as duas praticavam juntas com o pai e que as conectava na irmandade. Porém, desde que May fora embora houve um distanciamento entre elas, de modo que a viagem anual que Drew organiza se torna uma tentativa de reaproximação dos laços fraternais com a irmã. Dessa vez Drew planejou que as duas mergulhassem em um local inédito para elas, perto de um costão. Tudo ia bem no passeio até que um acidente faz com que May fique presa no fundo do mar. Com um tanque de oxigênio quase acabando e as pernas presas, ela terá que contar com a agilidade da irmã para buscar ajuda ao mesmo tempo em que lhe entrega outros tanques de oxigênio, mas o relógio está correndo e as duas têm pouquíssimo tempo para sobreviver debaixo da água.

Refilmagem ensolarada do longa ‘Além das Profundezas’, de 2020, ‘Sem Ar’ é uma versão alemã da história com uma premissa interessante, porém seu maior desafio é fazer com que a trama preencha seus 90 minutos de duração. Logo de cara o espectador observa as protagonistas já chegarem no local de destino e realizarem o mergulho – tudo isso em menos de dez minutos de exibição. Talvez se a introdução fosse um pouco mais longa, desenvolvendo os desafetos familiares já nesse começo, o filme de Maximilian Erlenwein não passasse tanto a sensação de nada estar acontecendo.

O roteiro de Maximilian Erlenwein e Joachim Hedén se apressa em entrar logo no objetivo da história – o tal mergulho – porém não traz muitos elementos de desenvolvimento, assim, o primeiro e o segundo arcos ficam longuíssimos, e sendo constantemente interrompidos por flashbacks de um tempo (a infância das protagonistas) que não é apresentado no filme. Ou seja, o espectador tem que sozinho entender que as duas são irmãs e que as imagens que vemos são referentes a um passado (algo que não fica muito claro nas primeiras vezes que surge na telona). Por outro lado, é um roteiro que dá bastante espaço para que ambas as atrizes desenvolvam seus potenciais, pois as duas sozinhas carregam o filme que só tem elas como personagens.

Sem Ar’ entra na categoria de filmes angustiantes por colocar personagens presos em situações de difícil saída, que automaticamente causam a sensação de ansiedade no espectador. Não é terror e se desenvolve num leve suspense, focando mais na carga dramática da história. Um filme que, como diz o seu título, nos deixa ‘Sem Ar’.

‘Alita: Anjo de Combate’: Criador fala que adaptação é ‘o melhor filme do mundo’

Alita: Anjo de Combate dividiu as respostas da crítica e da audiência, visto que os fãs se apaixonaram com a fidelidade da adaptação cinematográfica aos quadrinhos originais.

Felizmente, o criador da série mangá, Yukito Kishiro, assistiu ao filme cinco vezes e declarou recentemente que, “graças à incrível equipe, [‘Alita’] se tornou o melhor filme do mundo”. Comparecendo à première especial realizada no Japão, Kishiro aproveitou o momento para dizer que “a composição é maravilhosa. Todas as cenas são especiais e não há cenas desnecessárias”.

Desde o começo das produções, o criador se posicionou a favor da releitura norte-americana, até mesmo compartilhando uma ilustração especial para divulgação do longa de James CameronRobert Rodriguez.

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Harry Potter’: Ralph Fiennes duvida que J.K. Rowling volte a revisitar a saga original

Já faz doze anos desde que o último livro da saga Harry Potter foi lançado, e oito anos desde que o último filme chegou aos cinemas. Entretanto, a aparente conclusão não durou muito tempo, visto que em 2016 a expansão do Mundo Mágico ganhou seu spin-off intitulado Animais Fantásticos e Onde Habitam – que, apesar de não trazer os personagens da franquia original, é ambientado no mesmo universo.

Não demorou muito para que alguns fãs começassem a se perguntar se o bruxinho mais famoso dos últimos anos voltaria a protagonizar outra história – isto é, além da peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’. Entretanto, o ator Ralph Fiennes, que interpretou o vilão Voldemort na saga, duvida que a autora J.K. Rowling volte a revisitar os heróis, pelo menos por enquanto.

“Não vejo isso acontecendo. Acho que J.K. Rowling… Minha intuição é que, não sei sobre isso, é que ela sente que já fez tudo e que agora está desenvolvendo [o Mundo Mágico] com outros filmes”, ele disse em entrevista ao site ComicBook.com.

De qualquer forma, Fiennes também admitiu que não sabe o que futuro aguarda para Harry Potter, comentando que “quem sabe o que [ela] pensa, quem sabe? Você nunca sabe?”.

Apesar de nenhuma confirmação ter sido feita, a franquia spin-off retorna para sua terceira iteração em breve, com estreia marcada para o dia 12 de novembro de 2021.

‘Katy Keene’ e ‘Riverdale’ já têm data para retornar a CW!

The CW anunciou uma pausa na transmissão de suas séries originais em meio à pandemia do novo coronavírus, mas revelou hoje (30) que várias das produções já têm data para voltar.

Dentre as confirmadas, temos RiverdaleKaty Keene, que voltam na quarta-feira, 15 de abril, e quinta-feira, 16 de abril, respectivamente.

Confira a promo dos próximos episódios:

‘Mulan’: Christina Aguilera lança DOIS videoclipes oficiais da canção “Loyal, Brave, True”; Confira!

Christina Aguilera parou o mundo hoje (14) ao lançar não um, mas sim dois videoclipes oficiais de “Loyal, Brave, True”, nova canção original do vindouro remake em live-action de Mulan.

Além da versão em inglês, a popstar também divulgou o clipe em espanhol, intitulado “El Mejor Guerrero”.

Confira:

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione no catálogo em 2021.

Nos Estados Unidos, o longa será lançado em 04 de setembro.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

Em entrevista ao Digital Spy, Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

‘The Elder Scrolls’: Netflix está desenvolvendo nova série baseada na clássica franquia de jogos

Depois de The WitcherCastlevaniaResident Evil, chegou a hora da Netflix investir em mais uma adaptação de clássicos games‘The Elder Scrolls’.

Segundo o site Gaming Bible, a gigante do streaming está se reunindo com a desenvolvedora Bethesda para uma nova série original. Os rumores vêm de Daniel Richtman, jornalista conhecido por seus diversos furos do mundo do entretenimento.

Criada em 1994, ‘The Elder Scrolls’ é uma saga de RPG (role-playing game) que se tornou uma das mais famosas de todos os tempos, ganhando aclame por parte da crítica especializada e por parte do público, ainda mais pelo diferencial estético e pelas inovações apresentadas nos primeiros jogos.

A série principal é composta por cinco títulos: ‘Arena’‘Daggerfall’‘Morrowind’‘Oblivion’‘Skyrim’, sendo que os três últimos levaram para casa diversos prêmios de Jogo do Ano. No total, a franquia já vendeu mais de 40 milhões de cópias.

Vale lembrar que a Netflix pretende investir em peso na nova produção, da mesma maneira que fez com The Witcher.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘Bridgerton’: Regé-Jean Page leva para casa a estatueta de Artista Revelação no MTV Movie & TV Awards 2021

Bridgerton tornou-se um dos maiores sucessos da Netflix e, durante a popular cerimônia de vencedores do MTV Movie & TV Awards 2021, o astro Regé-Jean Page, que deu vida ao Duque de Hastings na 1ª temporada, saiu vitorioso com o prêmio de Artista Revelação.

Page venceu em cima de nomes como Maria Bakalova (‘Borat 2’) e Ashley Park (‘Emily em Paris’).

Vale lembrar que a 2ª temporada trará quatro novos nomes ao elenco: Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’) e Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Phoebe Dynevor, Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Wonka’: Timothée Chalamet é Willy Wonka na primeira imagem de bastidores da pré-sequência; Confira!

Através do Instagram, o astro Timothée Chalamet (‘Duna’) compartilhou a primeira imagem de bastidores de Wonka, pré-sequência do clássico A Fantástica Fábrica de Chocolate que contará a história do famoso chocolateiro Willy Wonka.

Confira:

Além de Chalament no papel titular, o elenco conta com Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O filme será lançado pela Warner Bros. nos cinemas dia 17 de março de 2023.

O projeto não contará exatamente o origem do personagem, mas mostrará as suas primeiras aventuras e pode conter outros personagens conhecidos, como Charlie, por exemplo.

O produtor David Heyman revelou ao Collider que a história será uma pré-sequência, mostrando a juventude de Wonka.

“Estamos procurando a história ideal, mas já sabemos que será uma pré-sequência. Mostraremos como Willy construiu a fábrica de chocolate, a história por traz do ticket dourado e como ele era antes disso. Porque ele se isolou na fábrica por anos? Vamos explorar isso.”, afirmou. 

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddignton’, dirige.

‘American Horror Story’: 11ª temporada não será dividida em duas partes, revela presidente da FX

A décima temporada de American Horror Story trouxe uma nova abordagem à icônica e premiada antologia de Ryan Murphy e dividiu a trama em duas – uma ambientada em terra e outra no mar, sem qualquer relação uma com a outra.

Para aqueles que esperariam algo similar para o próximo ciclo, o presidente da FXJohn Landgraf, descartou a possibilidade de narrativas paralelas e confirmou que a nova iteração terá apenas um enredo.

“O que posso dizer é que o conceito da 11ª temporada é uma história só”, ele disse, em entrevista ao The Wrap“Ela, na verdade, é ambientada em linhas do tempo diferentes, mas é um enredo, uma história, com começo, meio e fim, da mesma maneira de entradas anteriores”

Landgraf também comentou que gostou do formato de ‘Double Feature’, mas acredita que a ideia para a próxima temporada é tão interessante quanto.

“Acho que foi muito boa [a ideia]. Eu gostei do formato das duas histórias. Mas realmente gosto desta ideia também. Acho que é bem legal”.

Nenhuma outra informação foi revelada, mas acredita-se que o novo ciclo deva estrear ainda em 2022.

 

‘A Roda do Tempo’: Série do Prime Video é RENOVADA para a 3ª temporada!

Durante a San Diego Comic-Con 2022, o Prime Video trouxe ótimas notícias aos fãs de A Roda do Tempo ao anunciar que a série fantástica foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.

Entretanto, detalhes sobre o futuro ciclo não foram revelados.

Lembrando que a 2ª temporada teve suas gravações finalizadas recentemente.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também estrelam a produção.

As 10 Melhores Produções LGBTQIA+ de 2022

Estamos perto de dar as boas-vindas a um novo ano e, continuando nossas matérias especiais, chegou a hora de relembrar o melhor do cinema e da televisão LGBTQIA+.

Em 2022, diversas produções ganharam as telonas e as telinhas e conquistaram o público e a crítica, desde o retorno da aclamada série Gentleman Jack, passando pela estreia da ótima adaptação Heartstopper e chegando na divertida rom-com Mais que Amigos.

Pensando nisso, separamos as dez melhores produções queer que nos deliciaram nesses últimos doze meses.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. LOVE, VICTOR

Dois anos depois da estreia oficial da série, o público retornou uma última vez para Creekwood e deu adeus a personagens que aprenderam a amar, despedindo-se com um instigante finale que, de fato, irá deixar saudades. Nos oito episódios finais, acompanhamos Victor (Michael Cimino) completando sua jornada de autodescoberta e percebendo que deve tomar decisões complexas sobre como seguir com a vida em meio a turbulências amorosas, realizações impactantes e uma constante evolução que não diz respeito apenas a ele, mas também a sua família e a seus amigos.

9. MORTE MORTE MORTE

No divertido slasher da A24, um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota. A celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um. Além da belíssima química do elenco protagonista, é muito interessante a perspectiva original que a diretora Halina Reijn traz para os relacionamentos queer, apostando fichas na complexa relação entre o casal formado por Sophie (Amandla Stenberg) e Bee (Maria Bakalova).

8. YOUNG ROYALS

A série sueca Young Royals veio comendo pelas beiradas desde sua estreia em 2021 e, em pouco tempo, fez um sucesso gigantesco de crítica e de público. Ambientada na escola de elite Hillerska, a trama companha o Príncipe Wilhelm da Suécia (Edvin Ryding) e seu romance com o estudante Simon Eriksson (Omar Rudberg) – bem como os dramas em virtude de seu relacionamento. A 2ª temporada aproveita o universo apresentado aos fãs para aumentar a carga dramática e analisar de forma bela e apaixonante o que acontece quando duas pessoas que se amam estão separadas.

7. WARRIOR NUN

Infelizmente, a Netflix decidiu cancelar Warrior Nun pouco depois de uma espetacular 2ª temporada – mas isso não nos impediu de aproveitar os incríveis episódios. Ainda que o foco da série também seja destinado aos eventos sobrenaturais e aos ácidos comentários sociais e religiosos, um outro aspecto merece reconhecimento e contribui para a beleza da série: o relacionamento entre Ava (Alba Baptista) e Beatrice (Kristina Tonteri-Young), que gritam representatividade e que é muito mais explorado no último ciclo.

6. CRUSH: AMOR COLORIDO

É bem provável que ‘Crush’ tenha passado longe de seu radar, mas não do nosso. A adorável e divertida comédia coming-of-age trouxe vários talentos jovens às telas, incluindo Rowan BlanchardAuli’i CravalhoIsabella Ferreira, e contou a história de Paige, uma artista que luta para encontrar seu lugar no mundo e que entra para o time de atletismo de seu colégio para ficar mais próxima de sua crush – até perceber que está se aproximando de outra jogadora. A produção nos ganha o coração ao apostar na singuralidade do amor adolescente e pela química explosiva do elenco.

5. HEARTSTOPPER

Heartstopper foi lançada como HQ em 2017 e, considerando o longo tempo que obras literárias demoram para ser adaptadas ao audiovisual, até que os fãs dos quadrinhos não morreram de ansiedade esperando por uma releitura. Em certo aspecto, ficamos com um pé atrás quando conhecemos o catálogo oscilante da Netflix, que tem capacidade de entregar projetos ótimos e ruins ao mesmo tempo. Felizmente, a série emerge como uma das melhores do ano, não por promover uma revolução estética ou uma desconstrução das fórmulas, mas por utilizá-las em prol de um ideal bem delineado, gestando um sólido coming-of-age que nos envolve com força gigantesca e nos gruda a cada um dos breves oito episódios. Desde a singela atuação do elenco protagonista à competente direção de Euros Lyn, a temporada de estreia de Heartstopper é uma carta de amor às rom-coms adolescentes e ao fato de toda forma de amor ser válida.

4. GENTLEMAN JACK

Gentleman Jack é uma das séries mais incríveis deste século e, provavelmente pela falta de um marketing digno, não tem o reconhecimento que merece. A trama acompanha a vida de Anne Lister (Suranne Jones), uma mulher com ideias avançadas para seu tempo. Anne é dona de terras, comanda seu negócio, não tem receio de bater de frente com os homens e ainda nutre grande amor por uma mulher. Enquanto a temporada de estreia serviu como apresentação dessa narrativa, o mais recente ciclo aprofundou os relacionamentos e a personalidade da protagonista, encantando do começo ao fim.

3. TUDO É POSSÍVEL

Billy Porter ganhou fama mundial depois de estrelar o aclamado drama ‘Pose’, conquistando inclusive uma estatueta do Emmy Award por sua icônica interpretação como Pray Tell. E, pouco depois de ter quebrado barreiras de gênero ao interpretar a fabulosa Fada Madrinha na adaptação musical de ‘Cinderela’, Porter resolveu mergulhar de cabeça no mundo cinematográfico ao fazer sua estreia diretorial com a vindoura dramédia romântica Tudo é Possível – cujas fórmulas do gênero são utilizadas para se afastar de convencionalismos e criar uma divertida e funcional narrativa destina não só à comunidade LGBTQIA+, mas essencialmente às pessoas trans (cuja representatividade na mídia ainda permanece muito escassa).

2. MAIS QUE AMIGOS

Dirigido por Nicholas Stoller, que não é nenhum estranho às rom-coms, e contando com o roteiro de Billy Eichner e Stoller, o longa-metragem desmistifica os estereótipos encontrados em filmes similares ao trazer para o centro dos holofotes um homem gay chamado Bobby (que também é interpretado por Eichner), que beira os quarenta anos e praticamente desistiu do amor. Logo no começo da história, é notável como Bobby talvez tenha percebido que não nasceu para ficar com alguém em uma relação duradoura – e ele nem sequer procura por isso. Afinal, sua carreira de sucesso fala por conta própria, considerando que ele é diretor do vindouro museu LGBTQIA+ de Nova York, além de comandar um podcast que abarca discussões queer e fala com abertura invejável sobre o que bem quiser (indesculpável e descaradamente).

1. FIRE ISLAND: ORGULHO & SEDUÇÃO

Talvez o aspecto mais emblemático de ‘Fire Island’ seja sua concisão e o fato de ser destinado a um público específico, a comunidade queer. É nesse universo exuberante que o diretor Andrew Ahn arquiteta uma singela e hilária aventura em uma ilha conhecida como Fire Island – uma espécie de refúgio que, como anunciado logo nas primeiras cenas, funciona como uma “Disneyland gay”. Aqui, o comediante Joel Kim Booster, que também empresta suas habilidades para o exímio e coeso roteiro, interpreta Noah, um jovem rapaz despreocupado com assuntos do coração e que carrega um mote bastante específico de estar livre para se relacionar com quem quiser e sempre permanecer ao lado de sua família.

Miles Morales enfrenta o Mancha no novo clipe de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’; Confira!

A aguardada sequência ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ ganhou um novo clipe oficial.

O vídeo traz o embate entre Miles Morales contra o Mancha, um dos grandes vilões do Cabeça de Teia.

Confira:

Vale lembrar que os críticos aclamaram a sequência, considerando-a ainda melhor que o primeiro filme. Além disso, o estilo de animação voltou a ser universalmente elogiado ao lado da história bem construída do longa – que aprofunda satisfatoriamente os personagens e seus universos.

Confira as reações dos críticos:

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é mais do que uma obra-prima – é uma obra de arte. Todos os frames mereciam ser exibidos em um museu. As piadas e referências à mitologia do Homem-Aranha são perfeitas. É SENSACIONAL. É o melhor filme do Homem-Aranha. Talvez seja o meu filme favorito de todos os tempos.” – CinemaBlend

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é outra vitória para o universo produzido pelo Lord Miller. Hailee Steinfeld realmente evoluiu como Gwen Stacy e as cenas dela com a Capitã Stacy são verdadeiramente especiais. Esse filme é mais obscuro e triste do que eu esperava, mas foi necessário.” – THR

“O primeiro filme realmente havia elevado o nível com sua animação única e o tipo de narrativa, e essa sequência conseguiu superar tudo isso. Há reviravoltas chocantes, surpresas e uma história que realmente faz sentido neste multiverso insano. O novo filme do Homem-Aranha é incrível!” – Tessa Smith

“A história de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ está ainda mais grandiosa, dividida entre este filme e o próximo, mas ainda gira em torno do Miles querer ser aceito pelo que ele é. Eu ri alto em umas oito cenas.” – Uproxx

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é absolutamente incrível. É visualmente surpreendente, com novos mundos expressivos (o universo da Gwen é o meu favorito), mas o poder real do filme é a sua profundidade emocional e tom melancólico. Eu amei demais esse longa.” – The Wrap

“Eu amei ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’. Tive vontade de pausar o filme diversas vezes para apreciar as incríveis artes em exibição. Absolutamente recomendo este filme e já estou ansioso para assisti-lo novamente – em IMAX, na próxima vez.” – Collider

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Retorne para o Japão Feudal no teaser INÉDITO da série épico-histórica ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’

FX divulgou um teaser inédito da série épico-histórica ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell.

A produção chega ao Star+ em fevereiro de 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira, junto ao trailer:

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

Ranking | Do pior ao melhor álbum de Taylor Swift – incluindo ‘The Tortured Poets Department’

Taylor Swift decidiu se tornar uma cantora e compositora de grande sucesso ainda em 2004, quando tinha apenas quinze anos. Mal sabia ela que, dois anos mais tarde, com o lançamento de seu álbum de estreia epônimo, daria origem a uma das carreiras de maior sucesso da atualidade.

Onze produções e centenas de prêmios mais tarde, Swift quebrou diversos recordes, tornou-se a primeira artista da história a levar para casa quatro estatuetas do Grammy por Álbum do Ano e, constantemente, ela procura reinvenções que a mantenham viva na memória popular – por mais que, nem sempre, essas remodelações tenham um resultado muito positivo.

Para celebrar sua discografia recheada de ótimas incursões musicais e algumas pérolas da esfera mainstream, fizemos um breve ranking de todos os seus álbuns, incluindo o recente The Tortured Poets Department.

Confira:

11. TAYLOR SWIFT (2006)

É claro que o álbum de estreia da artista se manteria bastante fiel à sua jovem mentalidade e ao modo como contava suas histórias – incluindo um conteúdo lírico pautado no romantismo e/ou na desilusão amorosa. Entretanto, à medida que os anos passam, é notável como a produção batida do compilado de originais torna-se cada vez mais cansativa e movida por reciclagens que, por falta de outros termos, se consagram como mergulhos esquecíveis.

10. THE TORTURED POETS DEPARTMENT (2024)

“Apesar dos pontuais ápices, The Tortured Poets Department é uma roda de Samsara – uma falsa sensação de originalidade que, na verdade, demonstra a inevitabilidade de uma fadiga criativa. Nesse álbum, Taylor parece estagnada em um tempo que não mais lhe pertence, procurando alimentar um microcosmos do qual não consegue escapar e recusando-se a explorar algo afora obviedades clichês e circunspecções em demasia” – T.N.

9. REPUTATION (2017)

Taylor Swift sabe como vender e criar músicas que serão consumidas por milhões de fãs. Porém, ‘Reputation simplesmente não consegue fazer jus ao que ela já nos apresentou, funcionando mais como um projeto descartado que algo que realmente queria fazer – e, mesmo se quisesse ter se apresentado de um jeito novo, poderia ter encontrado meios muito melhores para isso.” – Thiago Nolla

8. SPEAK NOW (2010)

O terceiro álbum de Taylor Swift foi lançado há uma década e, apesar de sua produção bastante competente, parece ser uma continuação reciclada do impecável Fearless. Entregando nada menos que seis singles promocionaisSpeak Now pode não ter sido um estouro na temporada de premiações, mas tornou-se o favoritinho do circuito do American Music Awards e um dos mais relembrados pelos fãs.

7. MIDNIGHTS (2022)

“Não posso tirar mérito, entretanto, de referências inesperadas que aparecem no álbum. O art rock, mesmo não esquadrinhado em sua totalidade, é fruto de emulações que provém de atos como Triumvirat e Wallenstein, seja na confecção das vibrantes notas, seja na amálgama entre o sintetizador, a guitarra, o baixo e a bateria; já a universalização conceitual permite que Swift mantenha-se fiel ao que fazia desde sua estreia no cenário fonográfico – que é conquistar o público pelo que sabe fazer de melhor: enredar coisas comuns a todos nós” – T.N.

6. LOVER (2019)

“Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).” – T.N.

5. FEARLESS (2008)

Dois anos após sua estreia na indústria fonográfica, Taylor Swift resolveu investir em sua independência artística e mergulho de cabeça na produção musical. Dessa forma, aliou-se a Nathan Chapman para dar vida a Fearless, um dos álbuns de country mais aclamados de todos os tempos que trouxe singles como “Fifteen”“You Belong with Me”“Love Story” e levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards – incluindo sua primeira de Álbum do Ano.

4. 1989 (2014)

“‘1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.” – T.N.

3. EVERMORE (2020)

“[…] o nono álbum de Taylor não carrega a mesma finesse, por assim dizer, que seu predecessor, mas é uma incrível entrada para alguém que ainda tem muito a nos contar. Evermore é uma continuação que esperaríamos de Folklore, mas talvez carregue consigo uma dramatização muito maior de histórias consideraríamos cotidianas e efêmeras. Swift tem uma capacidade de transformar o mundano em alegórico, o simples em puro êxtase instrumental – e continua fazendo isso com paixão que ainda não vimos. Seja com as conhecidas teclas ecoantes do piano, seja com a utilização de instrumentos bastante originais, essa iteração é exatamente que precisávamos para terminar o ano em seu auge” – T.N.

2. RED (2012)

Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com o supracitado 1989. Retomando sua parceria com Max MartinShellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

1. FOLKLORE (2020)

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas. “The Last Great American Dynasty”, por exemplo, permanece dentro da mesma imagética instrumental, mas volta-se para uma trama um pouco mais dinâmica; “Exile” é um dueto inesperado que une as vozes de Swift com a grave epopeia Bon Iver, criando um cenário belamente conflitante e emocionante.” – T.N.

Crítica | 3ª temporada de ‘Heartstopper’ reitera a série como um dos maiores ACERTOS da Netflix

Em pouco tempo após sua estreia na Netflix em 2022, Heartstopper se tornou uma das produções mais populares da atualidade, ganhando inúmeros elogios em virtude de sua representação da comunidade LGBTQIA+, de ótimas performances de um elenco estelar e de seu comprometimento com o material original assinado por Alice Oseman. E, com sua segunda temporada, a série nos surpreendeu com uma construção narrativa e técnica tão sólida quanto a anterior – preparando terreno para um terceiro ciclo recém-estreado na plataforma de streaming que mostrou que o time criativo estava guardando o melhor esse tempo inteiro.

Apostando fichas em um drama ainda mais profundo e intrincado que os ciclos predecessores, é notável como Oseman, aliando-se ao diretor Andy Newbery, sabe que pode acrescentar camadas mais complexas a cada um dos personagens – aproveitando que já teve a oportunidade de apresentá-los e descrevê-los de maneira bastante prática, bem como a chance de trazer reviravoltas aos arcos principais. Agora, está na hora de garantir que as investidas coming-of-age tomem força considerável para que as falhas, as inseguranças e os medos dos protagonistas e coadjuvantes dialoguem com os espectadores e os mostrem sob uma nova ótica. O resultado não poderia ser diferente: a 3ª temporada beira a maestria e deixa bem claro que, a partir daí, não há mais espaço para ter medo em ousar para além das obviedades.

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Como bem sabemos, Nick (Kit Connor) e Charlie (Joe Locke) seguem em um relacionamento que, à superfície, parece livre de quaisquer obstáculos. Porém, os oito capítulos abrem espaço para que os dois comecem a demonstrar uma vulnerabilidade que é, ao mesmo tempo, necessária e envolvente: de um lado, Nick se vê encurralado num beco sem saída, não sabendo se deve ficar ao lado de Charlie e escolher uma universidade perto de sua cidade natal, ou se deve se colocar em primeiro lugar ao menos uma vez na vida; em contraposição, Charlie lida com seus próprios problemas, passando por um crescente distúrbio alimentar que ele não aceita ter – até se sentir no fundo do poço, espiralando em um inescapável labirinto mental que pode colocar sua relação com Nick em perigo.

Apesar da questão dramática ter peso inegavelmente maior no ciclo em questão, Oseman garante que a condução do enredo não seja uma novela, e sim uma exploração do que significa ser um adolescente Gen-Z e onde a pós-modernidade, infelizmente, é um fator determinante para a autoaceitação. Há fragmentações de personalidade e de caráter que tornam os personagens mais palpáveis e palatáveis, talvez como resposta a algumas críticas acerca da hiper-romantização da experiência queer comentadas por certos espectadores: para além de Nick e Charlie, temos Yasmin (Elle Argent) singrando pelas atribulações de ser uma mulher trans, mas querer ser reconhecida por sua arte e pelas habilidades que têm a oferecer; Isaac (Tobie Donovan) continua a explorar sua assexualidade arromântica e percebe que o que acreditava reconhecer sobre si mesmo era apenas um espectro; e Darcy (Kizzy Edgell), também se redescobrindo, permite se entender como uma pessoa não-binária.

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Percebemos como a temática LGBTQIA+ continua importante, mas a ideia aqui é estender as ramificações tanto para questões sexuais quanto para incursões sobre saúde mental. Nick e Charlie enfrentam seus próprios obstáculos e, quando conseguem superá-los, têm certeza de que estão mais unidos e mais fortes do que antes – podendo deixar que as impulsões carnais sejam colocadas em pauta, mas de maneira sutil e muito natural; Yasmin compreende que confia o suficiente em Tao (William Gao) para que eles fiquem mais íntimos, ambos se sentindo confortáveis para isso; e Tara (Corinna Brown) se vê navegando por crises de pânico quando a pressão por uma perfeição inatingível, seja no relacionamento com Darcy, seja no que sua família e seus amigos esperam de seu futuro.

Enquanto o roteiro acerta em cheio no desenvolvimento das múltiplas tramas, sem deixar os episódios sobrecarregados ou cansativos, não podemos desviar o olhar para as pontuais falhas que, na verdade, destinam-se ao capítulo de encerramento do terceiro ciclo: afinal, considerando o que Nick e Charlie, nossos reais protagonistas, enfrentaram – incluindo problemas familiares que servem de impulso para que eles se envolvam cada vez mais -, a conclusão do ciclo é um tanto quanto anticlimática (mas não em um sentido positivo). Não obstante essa espécie de “frustração”, a conclusão já começa a fomentar o que esperaremos da próxima temporada.

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Heartstopper retorna em boa forma e nos presenteando com seu melhor até então, não pensando duas vezes antes dar todas as cartas do jogo e assegurar um ritmo íntegro e uma atmosfera bem arquitetada e equilibrada que sabe usar o melodrama e a tragicomédia a seu favor e nos convidar a uma instigante montanha-russa emocional que reitera a série como um dos maiores acertos da Netflix.

7ª temporada de ‘F1: Dirigir para Viver’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A 7ª temporada da série documental ‘F1: Dirigir para Viver‘ já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 07 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.

Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.

Saiba QUANDO estreia o novo capítulo da franquia ‘Um Lugar Silencioso’

Recentemente, a Paramount Pictures confirmou um novo capítulo da franquia de terror Um Lugar Silencioso.

O terceiro capítulo da saga principal e quarto no geral (incluindo Um Lugar Silencioso: Dia Um’) chega aos cinemas no dia 9 de julho de 2027 e trará John Krasinski de volta à cadeira de direção. Ele também fica responsável pelo roteiro e pela produção do longa-metragem.

Nenhum elenco foi revelado e detalhes sobre a trama seguem sob segredo. Todavia, é provável que Emily BluntMillicent SimmondsNoah Jupe, protagonistas dos longas originais, retornem à nova empreitada.

Krasinski e Allyson Seeger produzem o filme através da Sunday Night Productions, em cooperação com a Platinum Dunes.

A franquia Um Lugar Silencioso arrecadou mais de US$900 milhões no mundo todo com seus três filmes, que incluem Um Lugar Silencioso e Um Lugar Silencioso – Parte II’, ambos dirigidos por Krasinski, e a pré-sequência comandada por Michael Sarnoski, Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’: Vídeo explora as TEMÍVEIS criaturas do longa; Confira!

Avatar: Fogo e Cinzas’ é o terceiro capítulo da popular franquia sci-fi de James Cameron – e acaba de ganhar um novo vídeo promocional.

No material, o diretor e roteirista James Cameron nos leva aos bastidores do longa e exploras as temíveis criaturas da narrativa.

Confira:

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

Michelle Pfeiffer revela o que os fãs podem esperar da 2ª temporada de ‘Madison’: “Vai ser muito mais DIFÍCIL”

Madison‘, nova série do prolífico criador Taylor Sheridan (‘Yellowstone’) estrelada por Michelle Pfeiffer, se tornou um dos grandes sucessos da Paramount+ este ano e não apenas já teve as gravações da 2ª temporada finalizadas, como foi renovada para um terceiro ciclo.

Em uma recente entrevista ao Deadline, Pfeiffer comentou sobre o que os fãs do expansivo universo televisivo de Sheridan podem esperar dos próximos episódios.

“Acho que a lua de mel acabou, e acho que nós — ou a família — percebemos, e até a Stacy percebe — que isso vai ser muito mais difícil do que o idealismo de Montana. E a beleza e o romantismo de estar lá começam a se dissipar, e vemos que a situação pode ser insustentável”, ela disse.

Contando com seis episódios, o ciclo de estreia trouxe Pfeiffer e Kurt Russell no elenco protagonista, explorando “o luto e a conexão humana que acompanha uma família de Nova York no vale do rio Madison, no centro de Montana”.

O elenco ainda conta com Patrick J. Adams, Elle Chapman, Matthew Fox, Beau Garrett, Amiah Miller, Alaina Pollack, Ben Schnetzer, Rebecca Spence, Danielle Vasinova e Kevin Zegers, previamente anunciados.

Taylor Sheridan, criador da série original, é responsável pelo novo spin-off.

Sean Bean já morreu 23 VEZES e faz pedido para os produtores; Confira!

Em entrevista ao The Sun, Sean Bean revelou que passou a recusar ofertas em filmes e séries em que seus personagens possam morrer.

Depois de ser morto 23 vezes, Bean disse que prefere evitar finais previsíveis, já que o público está acostumado com a morte de seus personagens.

“Eu aceitei um trabalho e me disseram: ‘Nós vamos matar você’, e eu fiquei tipo: ‘Ah, não!’ E então eles disseram: ‘Bem, podemos te machucar gravemente?’, E eu respondi: ‘Tudo bem, desde que eu fique vivo desta vez’”, brincou o astro.

Em 2014, os próprios fãs deram início à campanha #dontkillseanbean, e o ator aderiu à proposta.

Confira a lista de produções nas quais Sean Bean foi morto:

Ranuccio em ‘Caravaggio’ (1986)
Soldado alemão em ‘War Requiem’ (1989)
Tadgh McCabe em ‘The Field’ (1990)
Carver Doone em ‘Lorna Doone’ (1990)
Robert Lovelace em ‘Clarissa’ (1991)
Gabriel Lewis em ‘Diga-me do que você gosta’ (1991)
Sean Miller em ‘Jogos Patrióticos’ (1992)
Lord Richard Fenton em ‘Scarlett’ (1994)
Alec Trevelyan em ‘007 Contra Goldeneye’ (1995)
Dave Toombs em ‘Airborne’ (1998)
Jason Locke em ‘Essex Boys’ (2000)
Patrick Koster em ‘Refém do Silêncio’ (2001)
Boromir em O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’ (2001)
Clérigo Errol Partridge em ‘Equilibrium’ (2002)
Robert Aske em ‘Henry VIII’ (2003)
Dr. Merrick em ‘A Ilha’ (2005)
John Ryder em ‘A Morte Pede Carona’ (2007)
Bryant em ‘Os Fora da Lei’ (2007)
Loki em ‘Far North’ (2007)
John Dawson em ‘Em Busca de um Assassino’ (2008)
Pyke Kubic/Reese Kubic em ‘Reféns do Crime’ (2010)
Ulrich em ‘Morte Negra’ (2010)
Markus Kane em ‘Corrida Mortal 2’ (2010)
Jones em ‘Comando de Elite (2011)
Eddard ‘Ned’ Stark em Game of Thrones’ (2011)
Harry em ‘Silent Hill: Revelação’ (2012)
Frank Stinson em ‘Jogo da Morte’ (2014)
Inspetor John Marlott em ‘As Crônicas de Frankenstein’ (2015)

Atriz de ‘Loki’ admite que não é uma grande fã da Marvel

Agora que Gugu Mbatha-Raw faz parte do elenco de ‘Loki‘, a vindoura série da Disney+, os fãs da atriz querem saber sua expectativa em fazer parte do MCU.

No entanto, a estrela conversou com a Variety e admitiu que não é uma grande fã da Marvel.

“Para falar a verdade, não sou o tipo de pessoa que sempre foi fã da Marvel e não sou uma viciada em quadrinhos. Mas estou feliz por participar [do elenco de Loki‘] porque essas adaptações são uma grande parte da nossa cultura e eu tenho consciência disso.”

Mbatha-Raw disse que o que mais a deixou animada foi poder contracenar com Tom Hiddleston, seu antigo colega dos palcos de teatro.

“O destino é engraçado porque eu estudei teatro ao mesmo tempo que Tom Hiddleston e já nos esbarramos algumas vezes, então fiquei muito animada em revê-lo. Há dez anos, quando eu vim gravar um piloto de ‘Infiltrados’, ele estava filmando o primeiro ‘Thor’ ao mesmo tempo. Lembro-me da época que conversamos e ele me contou como estava empolgado com essa experiência.”

Por fim, ela elogiou o trabalho da diretora Kate Herron e disse que a cineasta nasceu para isso.

“Ela é tão nova, mas é muito interessante, sábia e extremamente profissional. Mesmo lidando com esse grande universo, ela faz tudo parecer tão íntimo e acolhedor. Ela tem um jeito único de olhar para os personagens e suas e emoções. Parece que ela nasceu para trabalhar com isso.”

Por enquanto, os detalhes sobre o papel da atriz não foram divulgados, mas rumores apontaram que ela será é uma personagem de destaque, descrita como a protagonista feminina.

Vale lembrar que as gravações da série foram pausadas devido ao surto do Coronavírus, e a trama irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e se irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

A previsão de estreia é para o outono de 2021

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Liga da Justiça’: Cena divulgada mostra o épico duelo entre a Mulher-Maravilha e o Lobo da Estepe

Agora que faltam apenas dois dias para a estreia do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça, um canal do YouTube divulgou dois novos clipes da adaptação.

Um deles mostra o épico duelo entre a Mulher-Maravilha (Gal Gadot) e o Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) com seu visual repaginado e ainda mais ameaçador.

Na outra, os membros da Liga discutem sobre o retorno do Superman (Henry Cavill).

Ambas as cenas estavam presentes na versão de 2017, mas os efeitos da luta estão muito mais detalhados, e o diálogo entre a equipe é mais elaborado.

Confira:

Lembrando que o Snyder Cut deLiga da Justiça‘ agradou mais aos críticos do que a versão do Joss Whedon, que foi contratado pela Warner para terminar o filme e mudar a visão do diretor original.

Enquanto o corte de Joss Whedon amargou 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, o corte do Snyder abriu com 74% de aprovação.

Pelo visto, o diretor estava correto em relação às intervenções do estúdio sobre sua obra.

A nota média do Snyder ficou em 6.7 de 10 contra 5.3 de 10 do Whedon.

Confira:

O filme será lançado no dia 18 de março.

Confira as críticas e as reações dos jornalistas:

“O corte de 2017 acabou com os personagens. Aqui, no entanto, ele é conquistado por meio de batalhas sinceras até chegarem a se entender e de transmitir bem que todos eles têm algo pelo que lutar.” Perri Nemiroff.

“A duração permite a oportunidade de dar corpo às introduções dos personagens (e nesse sentido, é bem melhor), mas ao mesmo tempo, o tipo particular de narrativa e sensibilidade visual de Snyder está muito em exibição.” – Alonso Duralde – TheWrap

Liga da Justiça de Zack Snyder” é um produto criado para celebrar sua própria existência.” – Eric Kohn – indieWire

“O filme poderia ser visto como uma caricatura intencional do gênero super-herói, se não fosse tão tortuosamente tedioso.” – Revista Slant 

“Em sua essência, é um filme gigante e exaustivo de quatro horas que não serve particularmente a ninguém fora da minoria que exigiu sua existência.” Clarisse Loughrey – Independent

“Uma maneira perfeitamente normal de passar quatro horas.” – Alexander Zalben – Decider

“Devido ao seu longo tempo de execução, o anunciado ‘Snyder Cut’ nunca mostra seu escopo épico.” – Collider

“Claro que esta foi a última chance do diretor de mostrar sua visão ampla para o DCEU, então é compreensível por que ele incluiu tudo, mas no final das contas é um relógio trabalhoso.” – Eammon Jacobs  – Radio Times

Liga da Justiça de Zack Snyder parece mais uma edição estendida do lançamento que chegou nos cinemas em 2017. É melhor do que aquele filme, mas é tão fraco que não quer dizer muito.” – Matt Rodriguez  – Shakefire

“Embora hajam arcos de personagens individualmente interessantes e significativos e seja muito superior ao filme de 2017, Liga da Justiça de Snyder é fragmentado.” – Mae Abdulbaki – Screen Rant

 

O filme, que chega ao Brasil no dia 18 de março, será lançado com uma versão dublada. Nas vozes dos personagens estarão Jorge Lucas como Batman, que já dublou o super-herói em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça, e Guilherme Briggs como Superman, que também deu voz ao personagem nos filmes O Homem de Aço, Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Liga da Justiça de 2017.

O filme conta também com as vozes de Flavia Saddy como Mulher Maravilha, já tendo dublado Daphne em Scooby! O Filme, Marcos Souza dando vida a Cyborgue, já tendo trabalhado como Bill Denbrough em It – Capítulo Dois, Francisco Jr no papel de Aquaman e Charles Emannuel como Flash, que também deu voz ao herói na Liga da Justiça de 2017.

Já os vilões ganham vida nas vozes de Sergio Fortuna como Steppenwolf, já tendo dublado outro vilão poderoso com Darth Vader em Star Wars: Rebels, Ricardo Juarez como DeSaad, conhecido pela dublagem de Melman em Madagascar e Johnny Bravo, além de Guilherme Lopes como Darkseid.

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

‘Um Castelo para o Natal’: Assinantes da Netflix estão AMANDO a comédia romântica com Brooke Shields; Confira as reações!

Chegou ao catálogo da Netflix a comédia romântica Um Castelo para o Natal, que já está conquistando os assinantes da plataforma.

Estrelada por Brooke Shields e Cary Elwes, a trama acompanha uma escritora americana que deseja comprar um castelo na Escócia, mas o dono mal-humorado não quer fazer negócio com ela, o que leva a um grande impasse com um desfecho surpreendente.

Nas redes sociais, o público está comentando que o longa dirigido por Mary Lambert (‘Cemitério Maldito’) tem tudo o que um filme natalino merece ter, como o roteiro clichê, mas contagiante, a trilha sonora mágica e o clima de fim de ano.

Além disso, os principais elogios são à química entre o casal, provando que até mesmo as maiores diferenças podem levar a um belo e inesperado romance.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

Com roteiro assinado por Ally CarterKim Beyes-Johnson, o filme também conta com
Lee Ross, Andi Osho, Tina Gray, Eilidh Loan, Stephen Oswald, Vanessa Grasse e Desiree Burch.

A produção fica por conta de Shields, junto com Amanda PhillipsSteven R. McGlothenSteve BermanKatrina Stagner e Eric Jarboe.

 

Brasileiros são vítimas de golpes cobrando multas de até R$ 3 mil por pirataria

De acordo com o Tilt, internautas brasileiros estão sendo multados por supostos crimes de pirataria, e o valor das cobranças pode chegar até R$ 3.000.

Este foi o caso relatado por uma jovem que preferiu não ser identificada. No entanto, ela pode ter sido apenas uma das vítimas do golpe conhecido como copyrights trolls.

Especialistas do Partido Pirata do Brasil já alegaram que esses aproveitadores costumam enviar falsas notificações judiciais envolvendo direitos autorais para obterem lucros.

Fundado em 2012, o PPB surgiu a fim de garantir a liberdade e proteção da privacidade na Internet e vem oferecendo auxílio jurídico gratuito às vítimas do golpe.

Em entrevista ao portal, a jovem disse que estava checando seus e-mails quando tomou um susto ao ver uma notificação extrajudicial em nome dos proprietários intelectuais de um filme que ela supostamente havia baixado.

O documento dizia que ela teria que arcar com parte do prejuízo devido ao download ilegal, mas ela desconfiou da mensagem e se justificou:

“Não baixei [esse filme], mas mesmo que tivesse, não pagaria.”

Orientada pelos amigos, ela ignorou a notificação, mas passou a tomar mais cuidado na hora de baixar seus filmes e séries.

“Não parei de usar programas para baixar filmes, mas agora uso um VPN para me garantir”, concluiu ela.

Para quem não sabe, os chamados VPN são softwares que ocultam o registro e a localização do computador, criando assim uma rede privada indetectável.

Outro internauta também desconfiou da notificação e, por com TI (tecnologia da informação), acredita que rastrearam seu IP através de métodos ilegais.

“Não faço ideia de como chegaram até mim porque eu uso VPN. Sei que pelo menos um dos filmes da lista eu tinha baixado, mas eu sempre uso VPN enquanto faço downloads. Não sou um noobie [gíria para ‘novato’ no universo geek], então devem ter usado algum método ilegal.”

Por outro lado, há aqueles que acabam caindo no golpe por medo de se envolverem em alguma infração, mesmo que não haja provas sobre o possível crime.

Só em 2020, mais de 70 mil pessoas foram acionadas, e se cada uma pagasse a multa sugerida de R$ 3.000, os criminosos teriam faturado em torno de R$ 210 milhões.

“Alguém viu uma oportunidade de fazer um lucro fácil, que ainda não havia sido explorada, e decidiu tentar”, afirmou o PPB na época que o golpe ganhou força. “A principal forma de se manter distante dos aproveitadores é ignorar as mensagens, não faça o que eles pedem, não ceda, não pague, não caia no jogo psicológico.”

Muitas pessoas caem nesses golpes porque a lei de direitos autorais no Brasil não é atualizada desde 1998, e os usuários não sabem o que podem ou não podem quando se trata do consumo de entretenimento na internet.

Inclusive, André Houang, pesquisador do InternetLab e coordenador da seção de direitos autorais da Creative Commons Brasil, afirma que o Congresso vem discutindo sobre a atualização da Lei de Direitos Autorais.

O problema é que estas ações “parecem um teste para ver como as autoridades e o público reagirão, e depois propor determinadas mudanças à lei em seus interesses”, reforça o pesquisador.

Vale lembrar que consumir uma obra pirata geralmente não é motivo de ações judiciais, já que o crime está no ato de distribuir o material com fins lucrativos sem a permissão dos proprietários.

Normalmente, os alvos de processos envolvendo essa modalidade de crime são sites que compartilham filmes e séries, como deixou claro Omar Kaminski, advogado especializado em internet, novas tecnologias e direitos autorais.

“Os esforços geralmente se concentram contra quem lucra com os downloads ilegais, por meio de anúncios nos websites onde estão disponíveis ou cobrando pelo acesso ao material protegido.”

Nos EUA, o consumo de filmes piratas de forma individual raramente é levado a sério ao ponto de virar um julgamento, já que o custo não compensa. Na maioria das vezes, é a imagem dos detentores do direito que fica manchada… Imagine um grande estúdio perseguindo um indivíduo por assistir um filme baixado online?

Houang aponta que “diversos estudos, inclusive um recente da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, têm mostrado que uma das melhores formas de se combater a pirataria é facilitando o acesso legal a mais conteúdos online.”

Especialistas em variadas leis de consumo na internet ressaltam que este é um problema que vai muito além da pirataria, já que ter acesso a IPs indetectáveis por meio de VPN é considerada uma grave infração de privacidade.

Mesmo que o detentor de um direito autoral descubra que sua obra está sendo pirateada, seus representantes não podem obter dados de quem supostamente baixou os filmes, o que leva à discussão de crime de acesso indevido a informações pessoais.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Daniela Melchior revela detalhes de seu visual em imagens dos bastidores; Confira!

Agora que ‘Guardiões da Galáxa Vol. 3‘ já está em exibição nos cinemas, Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) compartilhou uma imagem dos bastidores revelando seu papel como a alienígena Ura.

Na legenda, ela interage com os fãs, perguntando como eles se sentiram ao fim da trama, e também agradece à equipe de maquiagem que a transformou radicalmente.

Confira:

“Para quem acabou de assistir ‘Guardiões da Galáxia‘… Conte-me tudo! O que você sentiu? Quais emojis melhor descrevem seu rosto durante os créditos? Eu vou primeiro:
Ps: parabéns para @cassierussek @dj10kisses e @samanthawardmakeup por me tornarem irreconhecível como URA!”

E aí, você já assistiu ao filme?

Confira algumas reações da crítica:

“[‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] tem cenários de ação espetaculares, é divertido, divertido e emocionante. É um encerramento perfeito e bonito para seus personagens e a saga. E é o melhor filme da Marvel desde Ultimato (e Top 3 em geral).”Valentina Morillo, do El Español.

“Posso confirmar que derramei uma lágrima durante [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’]. E que ficaria muito feliz em assistir a um filme solo de Adam Warlock. Revisão completa (e entrevistas com o elenco) em breve.”Rory Cashin, da Joe.

“Este filme… meu coração está cheio e partido ao mesmo tempo, foi MUITO para processar, uma história muito complexa, mas me deixou incrível”@ForumLily.

“‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ é um final brilhante para uma trilogia brilhante. É muito engraçado, emocionante e todos têm seu momento de destaque. Warlock de Will Poulter é uma adição incrível, mas o foco está justamente em contar um final satisfatório para os Guardiões. Vou sentir falta deles.”Ian Sandwell, do Digital Spy.

“[‘Guardiões da Galáxia Vol.3 ‘] é provavelmente o filme mais triste e sombrio do MCU e uma conclusão maravilhosamente arredondada para a trilogia de Gunn, onde todos na luta contra um vilão malvado (mas bastante superficial) obtêm seu grande momento novamente. Tenha lenços prontos!”Markus Trutt, do FilmStarts.

“Fui com uma ideia preconcebida para [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] e James Gunn conseguiu me surpreender de vez. É mais sombrio e tem até toques de terror, mas ainda é muito engraçado e com muito de personalidade. Rocket e Nebulosa se destacam em uma despedida muito digna.”Jesús Agudo, do Ecartelera.

“‘[Guardiões da Galáxia Vol. 3’] é, mais do que nunca, Star Wars como uma comédia idiota. Estranhos adoráveis, grande ação da Marvel e piadas bobas.
Mas nada pode prepará-lo para todas as emoções. A história de origem de Rocket Raccoon é linda e comovente.”Alexander Kardelo, do Movie Zine.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Diretor de ‘Godzilla Minus One’ dá sua OPINIÃO sobre um dos filmes mais criticados da franquia

Godzilla Minus One‘ consolidou seu lugar na história do cinema, com 98% de aprovação dos críticos e como o único título da franquia a receber uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

E é claro que o diretor Takashi Yamazaki se tornou a nova sensação entre os fãs do gênero e do cinema em geral.

Por conta disso, o cineasta foi questionado pelo Movie Maker sobre sua opinião em relação ao filme do ‘Godzilla‘ dirigido por Roland Emmerich em 1998.

Para quem não sabe, o longa é um dos mais criticados da franquia, tanto pelos fãs quanto pelos críticos, avaliado com míseros 20% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Muitos reclamam do visual modificado do monstro e, principalmente da narrativa, que parece ter copiado muitos elementos de ‘Jurassic Park 1 e 2‘.

No entanto, Yamazaki disse que não acha o filme tão ruim quanto dizem.

“O ‘Godzilla’ de 1998 foi bastante bem montado e é um filme divertido, mas posso entender as pessoas que também dizem que este não é o Godzilla. Mas, para mim, acho que se enquadra muito bem como um filme do tipo terror Kaiju, e é muito bem executado.”

 

E aí, você concorda ou discorda de sua opinião?

Relembre o trailer de ‘Godzilla Minus One‘ e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, devastado pela guerra, o Japão enfrenta uma nova crise na forma de um monstro gigante, o Godzilla.

Estrela de ‘Heartstopper’ vai protagonizar filme de TERROR

O ator Kit Connor, de ‘Heartstopper‘, foi escalado para estrelar o terror e mistério ‘One Of Us‘, que começará a ser filmado em Belfast, na Irlanda do Norte, no final deste mês. As informações são do Deadline.

No filme, os membros de uma família começam a morrer um a um em um funeral, enquanto Youngest (Connor) procura o responsável pelas mortes, que está entre eles.

Callum Woodhouse, Charlotte Hope, Siobhan Fallon-Hogan e Ian Beattie também estrelarão o longa, que marca a estreia do roteirista e diretor Stefan van de Graaff.

Raquel Baldwin está produzindo, com a co-produção de Robert Machoian e a produção executiva de van de Graff. Bianca Cline será a diretora de fotografia, que trabalhou recentemente no longa ‘Marcel The Shell With Shoes On‘, indicado ao Oscar nesta temporada na categoria de Melhor Animação.

Enquanto isso, Kit Connor vai reprisar seu papel como Nick Nelson na 2ª temporada de ‘Heartstopper‘, que estreia na Netflix ainda esse ano.

Relembre o trailer da primeira temporada:

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

Joe Locke, Kit ConnorWilliam GaoYasmin FinneyCorinna Brown e Kizzy Edgell fazem parte do elenco.

Lily Gladstone é destaque em vídeo promocional de ‘Assassinos da Lua das Flores’; Confira!

A Paramount divulgou um vídeo inédito de ‘Assassinos da Lua das Flores‘, novo filme do diretor Martin Scorsese, que reforça sua parceria com Leonardo DiCaprio e Robert De Niro.

Com estreia marcada para 19 de outubro, o longa gira em torno de Ernest Burkhart, (DiCaprio) um americano apaixonado por uma indígena (Lily Gladstone) e que se associa a empresas para tomar terras nativas e explorar petróleo.

O vídeo apresenta mais da personagem de Gladstone.

Confira, junto ao trailer:

O longa-metragem abriu com nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8.60/10 baseada em 68 reviews até o momento.

Confira as principais avaliações:

“Com quase 3 horas e meia de duração, ‘Assassinos da Lua das Flores’ está em uma alta classificação no cânone de Scorsese do século 21, mas pede aos espectadores paciência substancial” – Irish Times.

“[O filme] é um soco no estômago rápido, feroz e sem remorso” – Slashfilm.

“Parece uma ferida aberta até o fim” – New York Magazine/Vulture.

“Esse é um filme de decadência e violência desapaixonada, uma extensa rede de complacência e podridão com um elenco rotativo de personagens coadjuvantes e algumas participações especiais surpreendentes ao longo do caminho” – iNews.co.uk.

“Talvez um filme muito bom e desigual, em vez de um inequivocamente ótimo” – Little White Lies.

Com 3 horas e 54 minutos de duração, esse é o filme mais longo da carreira de Scorsese.

Escrito por Eric Roth (‘Duna’), o filme será lançado em circuito limitado nos EUA no dia 6 de outubro, com sua estreia principal marcada para o dia 20 do mesmo mês. Após uma janela de aproximadamente 30 dias, o longa será lançado na Apple TV+. No Brasil, não há data de estreia confirmada.

Baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann, o longa acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração. 

A trama também gira em torno de Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), um americano apaixonado por uma indígena (Lily Gladstone) que se associa a empresas para tomar terras nativas e explorar o petróleo.

O grandioso elenco ainda conta com Robert de Niro, Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse PlemonsJason IsbellSturgill SimpsonLouis CancelmiWilliam Belleau, Tatanka MeansMichael Abbott Jr.Pat Healy e Scott Shepherd.

‘Vínculo Mortal’: Terror com Nicolas Cage é ACLAMADO com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; Veja as críticas!

O terror psicológico ‘Vínculo Mortal’ (Longlegs), estrelado pelo veterano Nicolas Cage, fez sua estreia no Rotten Tomatoes com uma aprovação impecável de 100%, obtida a partir de 7 avaliações.

Cartaz de filme Longlegs. Disponível em breve.

Os críticos, em geral, elogiaram a atmosfera do filme, descrevendo-a como aterrorizante, e aclamaram-no como uma obra-prima.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Existem momentos em que “Vínculo Mortal” parece ser um filme que você já viu antes, porém com uma camada de mal sobreposta: Isso se revela tanto uma fraqueza quanto uma força, pois o surrealismo de horror de Perkins torna o familiar estranho e o estranho, familiar”, disse Katie Rife do IGN Movies.

“Vínculo Mortal se infiltra sob sua pele e fica lá, imergindo-o tão profundamente na natureza repulsiva e desconfortante do mal, por meio de imagens aterrorizantes e uma atmosfera palpável, que se torna inabalável”, disse Meagan Navarro da Bloody Disgusting.

“É o filme de terror mais aterrorizante de 2024, uma obra que se instala sob sua pele e possivelmente nunca mais sairá”, disse Bill Bria do Slashfilm.

“Vínculo Mortal é incontestavelmente um dos filmes mais assustadores e melhores do ano”, disse Mary Beth McAndrews da Dread Central.

“Uma obra-prima; uma mistura sagrada e aterrorizante de alta arte e ansiedade, um filme no qual cada quadro é um pesadelo, e é belo”, disse J Hurtado da ScreenAnarchy.

“É como se o festival cinematográfico bizarro de Oz Perkins tivesse sido moldado no Inferno por Satanás e trazido como um artefato para o nosso mundo como um presente sinistro”, disse Courtney Howard da Fresh Fiction.

“Finalmente, a experiência de horror pura que esperávamos. Sem dúvida, é o filme mais assustador da década”, disse EJ Moreno do Flickering Myth.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de Agosto.

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é BOICOTADO por manifestantes pró-Palestina

Nos Estados Unidos, diversos manifestantes pró-Palestina se reuniram para protestar contra a estreia de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, o novo longa da Marvel.

Segundo a Variety, os manifestantes estão pedindo um boicote ao filme devido à inclusão da super-heroína israelense Ruth Bat-Seraph, também conhecida como Sabra, interpretada por Shira Haas.

Com cartazes contendo mensagens como “Sabra tem que sair”, “Disney apoia o genocídio”, “Boicote ‘Capitão América'” e “Rezem pela Princesa Jasmine”, os manifestantes também entoaram slogans como “Livre, livre, livre Palestina” e “Disney, Disney, você não pode se esconder”.

A inclusão de Sabra, que nos quadrinhos é uma agente do Mossad, gerou controvérsia entre os fãs palestinos em 2022. A Marvel logo emitiu uma declaração garantindo que adotaria uma “nova abordagem” para a personagem em ‘Admirável Mundo Novo’.

“Embora nossos personagens e histórias sejam inspirados nos quadrinhos”, afirmou a Marvel em uma declaração à Variety, “eles são sempre reinterpretados para as telas e o público atual, e os cineastas estão adotando uma nova abordagem com a personagem Sabra, que foi introduzida nos quadrinhos há mais de 40 anos”.

O produtor de ‘Admirável Mundo Novo’, Nate Moore, acrescentou em fevereiro que Sabra “não é do Mossad” no filme, e “trabalha no governo dos EUA” em vez disso.

“O que achamos interessante é que muitos dos personagens no filme giram em torno do Presidente Thaddeus Ross [Harrison Ford]”, disse Moore. “Ruth trabalha no governo sob Ross, então sua perspectiva sobre aquele personagem e a de Sam acabam colocando-os em rota de colisão. Ela é israelense de primeira geração, mas trabalha no governo dos EUA”.

Lembrando que o longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.