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Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Star Wars: Maul’, série animada com Wagner Moura

O Disney+ divulgou o trailer completo da série animada ‘Star Wars: Maul – Lorde das Sombras‘, que focará no icônico vilão Darth Maul, da franquia ‘Star Wars‘.

O astro brasileiro Wagner Moura, indicado ao Oscar de Melhor Ator no aclamado ‘O Agente Secreto‘, dubla o Capitão Brander Lawson, descrito como “um respeitado detetive”.

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A série será lançada no serviço de streaming no dia 6 de abril.

Sam Witver, que dublou o personagem em inúmeras iterações da franquia, reprisa o papel.

A produção ainda conta com as vozes de Gideon Adlon, Richard Ayoade, Dennis Haysber, Chris Diamantopoulos, Charlie Bushnell, Vanessa Marshall, David W. Collins, A.J. LoCascio e Steve Blum.

A trama é ambientada após os eventos da última temporada de ‘A Guerra dos Clones‘, onde Darth Maul se reergue para liderar facções do submundo. O personagem apareceu pela primeira vez em ‘Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma‘, em 1999.

Dave Filoni é responsável pela série.

 

‘Cara de Um, Focinho de Outro’: Novo filme da Pixar supera arrecadação de ‘Elio’ em apenas 10 dias

A nova animação da Pixar, ‘Cara de Um, Focinho de Outro’, continua dominando as bilheterias mundiais. Com apenas dez dias em cartaz, o longa já fez história ao superar a arrecadação total deElio, o lançamento anterior do estúdio.

Segundo dados do ComicBook, o filme liderou o seu segundo fim de semana consecutivo, somando cerca de US$ 28,5 milhões apenas nos Estados Unidos. Com isso, o total global da produção atingiu a marca de US$ 164,7 milhões, ultrapassando os US$ 154,2 milhões acumulados por Elio durante todo o seu período de exibição.

Atualmente, a obra ocupa o posto de terceira maior bilheteria de 2026 no mundo e detém o título de animação mais lucrativa do ano até o momento. Caso o ritmo se mantenha, 2026 poderá marcar uma virada histórica para a Pixar, sendo a primeira vez em anos que o estúdio emplaca dois grandes sucessos no mesmo calendário.

Historicamente, a Pixar costuma intercalar fenômenos com resultados mornos. Em 2015, enquantoDivertida Mente arrecadou US$ 859 milhões, O Bom Dinossauro parou nos US$ 332 milhões (gerando prejuízo). Já em 2017, o sucesso de ‘Viva: A Vida é uma Festa’ (US$ 823 milhões) contrastou com o desempenho abaixo do esperado de Carros 3’ (US$ 383,9 milhões).

A expectativa agora se volta para o próximo lançamento do estúdio este ano:Toy Story 5’. Considerando o legado da franquia, especialistas acreditam que o filme tenha potencial para ultrapassar a barreira de US$ 1 bilhão.

Crítica | ‘Cara De Um, Focinho De Outro’ é a REDENÇÃO da Pixar nos cinemas

‘Cara de Um, Focinho de Outro’ segue em exibição nos cinemas de todo o Brasil.

Emily Blunt e Cillian Murphy são confirmados em ‘Um Lugar Silencioso 3’; Confira o elenco completo!

Através do seu Instagram, o diretor John Krasinski (‘Amigos Imaginários’) anunciou o elenco principal da aguardada sequência ‘Um Lugar Silencioso: Parte III‘.

Emily Blunt, Millicent Simmons, Noah Jupe e Cillian Murphy irão retornar, reprisando seus papéis dos filmes anteriores. O elenco ainda irá introduzir Jack O’Connell (‘Pecadores’), Jason Clarke (‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’) e Katy O’Brian (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’).

“Tenho muito orgulho de fazer parte desta família [da franquia ‘Um Lugar Silencioso’]… rostos novos e conhecidos! Vamos lá,” declarou o cineasta.

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O longa está programado para estrear no dia 30 de julho de 2027.

O novo capítulo marcará o retorno de John Krasinski nas funções de diretor, roteirista e produtor executivo, consolidando sua visão criativa sobre o universo pós-apocalíptico.

‘Um Lugar Silencioso 3’ vai acontecer? Produtor responde!

Os primeiros filmes da franquia estão disponíveis no catálogo do Paramount+.

‘Casamento Sangrento 2’ ganha novo e EXPLOSIVO vídeo de bastidores; Confira!

A aguardada sequência ‘Casamento Sangrento: A Viúva‘ chega aos cinemas nacionais no próximo dia 19 de março – e, agora, a Searchlight Pictures divulgou um vídeo inédito de bastidores.

O material reúne os diretores e o elenco do longa-metragem e explora as icônicas cenas de “combustão humana” da minifranquia.

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O filme conquistou 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, esta continuação é extremamente divertida, grandiosa, sangrenta e cheia de ação. Samara Weaving (‘Pânico VI’) se estabelece como uma grande revelação do gênero, e se beneficia de uma excelente química com a Kathryn Newton (‘Abigail’).

Separamos os trechos das principais críticas:

“Em ‘Casamento Sangrento 2’, mais é mais. Apostas maiores, um campo de batalha mais amplo, um número de mortes maior (e mais sangrento) e até o dobro de protagonistas. Tudo pensado para proporcionar a máxima diversão para o público.” (Bloody Disgusting)

“Quer um exemplo de elenco perfeito? São Samara Weaving e Kathryn Newton como irmãs. A química entre elas é impecável. Elas fazem tudo: arrancam boas risadas, mantêm uma tensão realista e infundem o filme com emoção.” (Perri Nemiroff)

“A abordagem de ‘tudo ou nada’ desta sequência significa que há menos surpresas desta vez. No entanto, à medida que a noiva de Samara Weaving, sempre cativante, fica ainda mais ensanguentada, é difícil não esboçar um sorriso diante da diversão implacável.” (Empire Magazine)

“‘Casamento Sangrento 2’ confirma Samara Weaving como uma das estrelas mais talentosas do gênero e lhe oferece a vitrine perfeita para brilhar intensamente.” (Dread Central)

“‘Casamento Sangrento 2’ se mostra tão explosivamente divertido quanto seu antecessor, mesmo sendo essencialmente ‘o mesmo filme, só que melhor’.” (Slashfilm)

“Nada no [filme original] necessariamente indicava a necessidade de uma continuação. Mas se eles querem nos dar uma? Ei, eu não vou reclamar. ‘Casamento Sangrento 2’ é exatamente a sequência sangrenta que queríamos.” (Nerdist)

“Esta sequência repleta de ação e sangue é exatamente o que os fãs esperavam nos últimos sete anos, abrindo caminho para uma trilogia neste mundo sinistro criado pelo Radio Silence.” (Deadline)

Momentos após sobreviver a um ataque sangrento da família Le Domas, Grace (Weaving) descobre que alcançou o próximo nível do jogo mortal — e, desta vez, com sua irmã distante, Faith (Newton), ao seu lado. Grace tem apenas uma chance de sobreviver, manter sua irmã viva e reivindicar o Alto Assento do Conselho que controla o mundo. Quatro famílias rivais estão à sua caça pelo trono, e quem vencer governará tudo.

O elenco ainda conta com Sarah Michelle Gellar, Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, David Cronenberg, Elijah Wood, Kevin Durand, Olivia Cheng, Varun Saranga e Daniel Beirne.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, de ‘Pânico VI‘, retornam à direção.

O roteiro de ‘Casamento Sangrento 2‘ foi assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia.

Patrick Wilson se junta ao elenco da 3ª temporada de ‘The Last of Us’

De acordo com o Deadline, Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’) foi confirmado no elenco da 3ª temporada da adaptação live-action de ‘The Last of Us‘.

O ator interpretará Jerry, o pai da Abby (Kaytlin Dever).

O próximo ciclo ainda irá introduzir Jason Ritter (‘Freddy vs. Jason’), Clea DuVall (‘Prova Final’) e Jorge Lendeborg Jr. (‘As Passageiras’). Este último dará vida ao Manny Alvarez, substituindo o ator Danny Ramirez (‘Falcão e o Soldado Invernal’), que teve que deixar o elenco por causa de conflitos na agenda.

Vale lembrar que a nova temporada também não contará com o retorno do cocriador Neil Druckmann. Em entrevista ao Variety, ele quebrou o silêncio sobre seu afastamento: “Nossos objetivos para a série — eu tinha vários objetivos, alguns deles egoístas. Eu queria elevar The Last of Us para além das pessoas que já jogaram o jogo”, ele explicou. “Senti que essa história poderia encontrar um público maior para pessoas que nunca jogarão videogames. Eu queria elevar a Naughty Dog, e a PlayStation tem sido meu lar há 21 anos, tendo me dado todo o apoio para contar essas histórias maravilhosas. Era um objetivo muito louco, mas eu queria que alguém assistisse a essa série sem ter ideia de que era baseada no videogame, e depois pensasse: ‘Espera aí, isso é baseado em um videogame?'”.

Druckmann acrescenta:

“Foi bastante desafiador estar tão envolvido como co-showrunner na 1ª e na 2ª temporadas, enquanto comandava um estúdio, trabalhava, dirigia e escrevia um jogo. Eu realmente gostei, na Naughty Dog, do número pessoas que se destacaram enquanto eu estava trabalhando na 2ª temporada. Especificamente, me esforcei bastante no Episódio 206 — preparando-o, escrevendo-o, dirigindo-o. Eu não tinha certeza se conseguiria fazer isso de novo. Então, senti que, naquele período em que estávamos encerrando toda a divulgação para a imprensa e prestes a começar a sério a 3ª temporada, era um bom momento para reavaliar tudo”.

Ele também revelou o momento em que decidiu se afastar do projeto. “Foi bem quando estávamos prestes a começar a sala dos roteiristas para a 3ª temporada. Eu olhei para o que estava na minha frente, como seria a próxima temporada, e com todas as coisas de The Last of Usem que estou trabalhando — não apenas a série —, com todos os jogos em que estou trabalhando […]. Senti que poderia cumprir melhor todas as minhas responsabilidades se permanecesse em um nível mais alto”.

Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2027.

Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Lanternas’: Aclamado roteirista dos quadrinhos detona série após fãs afirmarem que produção tem “vergonha” de Lanterna Verde

O primeiro teaser deLanternas, nova aposta do DC Studios para o DC Universe, gerou uma onda de debates entre os fãs. Embora a série prometa uma trama investigativa com clima semelhante ao de True Detective, a ausência de cores vibrantes e de ação cósmica no vídeo desagradou parte do público.

Conforme o ComicBookMovie, Agora, o renomado roteirista de quadrinhos Grant Morrison se juntou às críticas, questionando a postura dos produtores em relação ao material original.

“Apesar dos comentários do roteirista e produtor Damon Lindelof, o ‘verde’ de laterna verde não é ‘estúpido’. Por que um roteirista se envolve com uma narrativa se acha que ela é fundamentalmente estúpida? Você não entrega roteiros de CSI a escritores que desprezam peritos forenses e seus cortes de cabelo, então por que contratar pessoas que parecem envergonhadas do material de quadrinhos que receberam para desenvolver? Por que não recusam trabalhos para os quais não são adequados?”, questionou.

Vale lembrar que, após a divulgação do teaser da sérieLanternas, fãs resgataram um comentário antigo de Damon Lindelof em que ele teria dito: “Chama-se Lanternas porque todos concordamos que o ‘Verde’ era estúpido”.

Morrison continuou criticando a postura do criador: “Não é como se ele precisasse do dinheiro, e Lindelof já provou que consegue criar suas próprias ideias. O que essa rejeição meio arrogante às convenções dos super-heróis pretende provar? Ele acha que isso faz parecer menos nerd? Já é tarde demais para isso. As únicas pessoas que realmente se importam com a série Lanternas são os fãs de Lanterna Verde. Por que afastá-los logo no começo? Isso sim parece ‘estúpido’”.

O autor também comentou sobre o título da série:

“Lanterna Verde é um título muito mais evocativo e dramático do que Lanternas. Quem não entende isso não deveria estar perto de histórias de super-heróis. A série pode até ser boa, mas imagine o quanto poderia ser melhor se os estúdios contratassem as pessoas certas, em vez de chamar amigos constrangidos para suavizar o material original. Hollywood vai morrer de isolamento e repetição”, concluiu.

Vale destacar queLanternas conta com o roteirista Tom King, conhecido por dar novas abordagens a personagens como Supergirl nos
quadrinhos, além do envolvimento de Damon Lindelof na produção da série.

‘Valor Sentimental’: Noruega celebra primeira vitória no Oscar de Melhor Filme Internacional; “Momento histórico”

A Noruega celebrou ontem um marco inédito em sua cinematografia: o filme Valor Sentimental (Sentimental Value), dirigido por Joachim Trier, conquistou a estatueta de Melhor Filme Internacional. Esta é a primeira vez que o país vence nesta categoria, consolidando o prestígio global da produção nórdica.

Segundo a Variety, o clima era de êxtase entre a delegação norueguês no Dolby Theatre.

“Este é um momento histórico para o cinema norueguês”, afirmou Kjersti Mo, diretora do Instituto Norueguês de Cinema, que acompanhou a cerimônia ao lado da ministra da Cultura e Igualdade, Lubna Jaffery.

“Antes de tudo, quero parabenizar os cineastas, produtores, atores e todos que contribuíram para a realização deste filme. Este é um enorme reconhecimento aos criadores por trás da obra e a uma extraordinária colaboração artística”, acrescentou.

Segundo Mo, o primeiro Oscar da Noruega também demonstra a importância da colaboração nórdica e europeia para o cinema do país.

“Quando uma pequena nação cinematográfica como a Noruega recebe esse tipo de reconhecimento internacional, isso mostra o que pode acontecer quando os cineastas recebem tempo, confiança e liberdade artística para desenvolver suas histórias. Esse sucesso também é resultado de muitos anos de políticas públicas para o cinema, nas quais construímos comunidades criativas fortes e abrimos espaço para ambição artística”, destacou.

A ministra Lubna Jaffery também parabenizou a equipe, ressaltando o impacto global da obra: “Parabéns a todos por trás de Sentimental Value pelo primeiro Oscar da Noruega de Melhor Filme Internacional”.

“Seu filme conquistou o público e os amantes do cinema ao redor do mundo, e agora vocês alcançaram o maior reconhecimento que um filme internacional pode receber. Após esse resultado histórico, também quero parabenizar toda a comunidade cinematográfica norueguesa pelo trabalho realizado ao longo de tantos anos”, acrescentou.

Lembrando que Valor Sentimental venceu na categoria Melhor Filme Internacional, superandoFoi Apenas um Acidente (França), Sirat (Espanha),A Voz de Hind Rajab (Tunísia) e o brasileiro O Agente Secreto’.

Estrelado por Stellan Skarsgård, Renate Reinsve e Elle Fanning, o longa explora a relação de um diretor de cinema com suas filhas.

Em seu discurso de agradecimento, Joachim Trier trouxe um tom político ao parafrasear James Baldwin“Este filme é sobre uma família muito disfuncional. Quero terminar citando, ou melhor, parafraseando, o grande escritor americano James Baldwin, que nos lembra que todos os adultos são responsáveis por todas as crianças. Não vamos votar em políticos que não levem isso a sério”.

Valor Sentimental’ está disponível na Apple TV.

Kevin O’Leary defende Timothée Chalamet em meio à polêmica sobre balé e ópera; “Levou a culpa injustamente”

A cerimônia do Oscar 2026 foi palco de debates sobre as recentes declarações de Timothée Chalamet, que classificou o balé e a ópera como artes “sem apelo popular”. No tapete vermelho, o investidor e agora ator Kevin O’Leary saiu em defesa do jovem astro.

“Ele é um cara incrível e levou a culpa injustamente”, disse O’Leary à Variety. “Acabei de apostar mil dólares na Kalshi ao entrar aqui que ele vai ganhar, porque sei que a votação termina muito antes dessa controvérsia acontecer. O garoto é um ótimo garoto. Ele levou a culpa por algo injustamente. E, aliás, acabou dando muita divulgação para casas de ópera e companhias de balé”.

O cantor Josh Groban, que se apresentou na noite, também comentou o caso com diplomacia: “Precisamos das artes para nos lembrar da nossa humanidade, de quem somos como seres humanos, especialmente quando todos tentam nos dizer o quanto somos diferentes ou o quanto devemos estar com raiva. Precisamos dessas formas de arte para nos unir”.

Groban acrescentou: “Acho que o fato de os comentários dele terem feito as pessoas falarem e celebrarem essas áreas das artes acabou tendo um efeito positivo acidental. Todos nós já dissemos coisas das quais nos arrependemos, e muita gente já falou muito sobre isso. Eu não vou acrescentar mais nada, apenas dizer que devemos apoiar essas artes 100%”.

A polêmica teve origem em um painel (town hall) da Variety e CNN. Na ocasião, em conversa com Matthew McConaughey, o astro sugeriu que as artes eruditas lutam para manter a relevância.

“Eu não quero trabalhar em algo do tipo: ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe”, declarou. Ao notar a repercussão negativa, o ator ainda ironizou a situação, afirmando que teria perdido apenas “14 centavos de audiência” com o comentário.

Primeiras Impressões | Michelle Pfeiffer enfrenta o luto e a letargia no competente drama ‘Madison’, de Taylor Sheridan

Taylor Sheridan é um dos realizadores mais prolíficos e prestigiados do cenário cultural contemporâneo e, após ter conquistado uma indicação ao Oscar pelo drama criminal neo-western ‘A Qualquer Custo’, encontrou popularidade e sucesso ainda maiores com o lançamento da série Yellowstone. Estendendo-se por cinco temporadas, a produção caiu no gosto do público e da crítica, dando origem a incursões derivadas como ‘1883’ e ‘1923’ e abrindo espaço para que Sheridan continuasse a explorar a condição humana em meio ao cenário idílico e quase épico do interior dos Estados Unidos – colocando os personagens infundidos em uma atmosfera de natureza que arranca solilóquios e reflexões sobre a própria existência.

Agora, ele nos convida a conhecer as densas florestas e as alterosas montanhas de Montana com Madison, que estreou hoje, 14 de março, no catálogo da Paramount+ – com os três primeiros episódios de seis agendados. Ambientada no Vale do Rio Madison, a trama logo nos apresenta aos dois eixos principais que serão esquadrinhados à medida que se desenrolam: o primeiro vem na forma de Preston Clyburn (Kurt Russell), um entusiasta da vida interiorana que, às vésperas do seu aniversário, desfruta de um momento de paz ao lado do irmão, Paul (Matthew Fox). O segundo insurge com Stacy (Michelle Pfeiffer), matriarca da família Clyburn que vibra em meio ao frenesi de cores e luzes de Nova York, singrando pela high society ao lado das filhas, Paige (Elle Chapman) e Abigail (Beau Garrett).

Porém, o cotidiano dos protagonistas vira de cabeça para baixo quando, durante uma estrondosa tempestade, Preston e Paul sofrem um acidente de avião, falecendo logo após a queda e levando Stacy a reavaliar tudo o que conhecia conforme deixa para trás o irruptivo escopo urbano para se reconectar consigo própria quando é engolfada pelas extensas pradarias e bosques de Montana – embarcando em um turbilhão de emoções ao lado da família que a coloca frente a frente com o luto, a melancolia, a saudade e o amor. E, à medida que se lança a um necessário e doloroso processo de cura e reerguimento, Stacy redescobre o apreço pela vida da maneira mais inesperada possível.

Ainda que não conte com a mesma pungência de suas conterrâneas, Madison triunfa ao reduzir o escopo imagético e ao traçar um fabuloso estudo de personagens que é guiado pelo talento nato de um elenco estelar. Russell, mesmo encontrando um prematuro fim no episódio piloto, nos encanta com um magnetismo inescapável e uma habilidade de transformação invejável, principalmente quando nos recordamos de seu recente trabalho na série ‘Monarch: Legado de Monstros’; desfrutando de uma ótima química com Fox, cujas faíscas explodem nas breves sequências que protagonizam, o astro garante que Preston seja um ponto de convergência entre arquétipos que sagram a complexidade e a humanidade do personagem.

Pfeiffer, por sua vez, parte de uma ideia diferente, um oposto complementar de Russell que é refletido nas vestimentas de alta costura que ostenta em Nova York, ou até mesmo nos lugares que frequenta – procurando estabelecer qualquer tipo de conexão com o cotidiano digital e supérfluo em que as filhas e as netas estão. Não demora muito até que Stacy seja despida da armadura metropolitana, rendendo-se a um misto de frustração, ódio e luto quando recebe a ligação de que o marido faleceu. Aqui, devo mencionar a entrega impecável da atriz em uma mixórdia tocante de confusão e consternação, que logo é emplastrada com uma esmagadora letargia que navega por uma justificável instabilidade emocional.

A temporada de estreia é comandada por Christina Alexandra Voros, que já trabalhou com Sheridan em Yellowstone e em ‘1883’. Veterana do universo televisivo do realizador, Voros sabe exatamente o que pretende com cada um dos frames – garantindo que o impactante conflito entre o expressivo frenesi urbano de uma das maiores metrópoles do mundo e a bucólica calmaria do Vale do Rio Madison sejam condizentes com a jornada que cada um dos personagens enfrentará. Não é surpresa, pois, que mesmo em investidas panorâmicas e expansivas, haja uma espécie de enclausuramento labiríntico que encontra universalidade na particularidade.

É claro que há uma certa unidade estilística nas produções de Sheridan – e o fato de o realizador ficar responsável pelo roteiro de cada um dos capítulos é um indicativo de que ele tem um apreço gigantesco pelas histórias que cria. Entretanto, essa coesão identitária às vezes sucumbe aos convencionalismos repetitivos de dramas intergeracionais e familiares, algo que constantemente vemos em seus múltiplos projetos e que, para alguns, pode soar como “o mais do mesmo”. Apesar desses equívocos, Madison nos presenteia com um prático melodrama que acredita piamente no cerne de sua história e que deixa o elenco brilhar para nos encantar do começo ao fim.

Lembrando que os três próximos capítulos serão lançados em 21 de março na Paramount+.

‘O Agente Secreto’: Tania Maria deixa recado para Wagner Moura após derrota no Oscar; “O molho continua sendo do baiano”

A atriz Tania Maria, que conquistou o público brasileiro com sua atuação como Dona Sebastiana emO Agente Secreto, usou as redes sociais para parabenizar o colega Wagner Moura. O ator estava indicado ao Oscar de Melhor Ator no Academy Awards, mas acabou sendo derrotado por Michael B. Jordan, premiado por Pecadores.

Vale lembrar que, apesar do grande sucesso de crítica e público, O Agente Secreto terminou a noite sem nenhuma estatueta. O longa dirigido por Kleber Mendonça Filho conquistou quatro indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco e Melhor Ator para Wagner Moura, mas não venceu em nenhuma das categorias.

“Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso ao se mudar de São Paulo para Recife, com a intenção de recomeçar a vida. Marcelo chega à capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual sempre quis escapar. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditava que o acolheria está longe de ser seu refúgio”, diz a sinopse.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com Udo Kier, Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Hermila Guedes, João Vitor Silva, Alice Carvalho e Roney Villela.

“Raparigou ou não raparigou?”: Grande dúvida de ‘O Agente Secreto’ é finalmente respondida

O Agente Secreto’ está disponível na Netflix.

‘A Pequena Sereia’: Odessa A’Zion revela que perdeu o papel de Ariel após situação constrangedora

A atriz Odessa A’Zion, que interpreta Rachel Mizler em Marty Supreme, revelou recentemente que quase conseguiu o papel de Ariel no live-action deA Pequena Sereia. Segundo ela, apesar de ter chegado perto de conquistar o papel, acabou errando durante o teste.

Durante uma entrevista à Variety no tapete vermelho do Oscar, A’Zion relembrou a experiência, que descreveu como “realmente constrangedora”.

“Eu cantei Part of Your World. Eu estava tão nervosa que esqueci a letra de ‘Part of Your World’ enquanto estava cantando”, contou. “E como eu estava fazendo isso com a voz da Ariel, tipo uma voz de princesa, eles disseram: ‘Faça normal’. E eu não consegui fazer normal. Eu tinha memorizado tudo naquela voz”.

“Eu saí de lá pensando: ‘Essa foi a coisa mais constrangedora do planeta Terra’. E depois não tive retorno, não recebi um segundo teste”, continuou a atriz.

No filme dirigido por Rob Marshall, o papel acabou ficando com a cantora, atriz e compositora Halle Bailey.

A Pequena Sereia’ está disponível no Disney+.

Amy Madigan, vencedora do Oscar por ‘A Hora do Mal’, celebra reconhecimento do terror pela Academia

A atriz Amy Madigan, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho como a Tia Gladys emA Hora do Mal, celebrou recentemente sua vitória na premiação e não hesitou em comentar o que esse momento representa para o gênero de terror como um todo.

Durante uma entrevista ao Collider, ao ser questionada sobre o que a ascensão do terror diz sobre a indústria atualmente, Madigan respondeu:

“Sabe, o terror, como todos sabemos, era meio que visto como se você estivesse na mesa das crianças no Dia de Ação de Graças. Você ficava ali no cantinho, o que sabemos que não é verdade. Basta olhar para os grandes filmes de terror do cinema mudo que deram início à nossa indústria. Ainda é preciso um grande roteirista, um grande diretor, atores maravilhosos e uma ótima equipe”, afirmou.

A atriz também destacou que sua vitória não aconteceu de forma isolada. Neste ano, outros filmes do gênero também ganharam destaque na temporada de premiações. Produções como Pecadores eFrankenstein receberam indicações importantes e conquistaram algumas estatuetas, mostrando que o terror vem ganhando cada vez mais reconhecimento na indústria.

“Este ano é realmente incrível. Veja Pecadores, que aborda tantas desigualdades raciais, mas faz isso nessa abordagem de vampiros com os irlandeses, de onde vem meu povo. Eu gosto da ideia de diversidade, porque todo mundo pode fazer parte da mistura. Isso me deixa muito feliz e espero que continue abrindo espaço para outros”, acrescentou.

A Hora do Mal’ está disponível no HBO Max.

Sean Penn faz história no cinema e se torna o mais novo ator três vezes vencedor do Oscar de Melhor Ator

Sean Penn consolidou seu nome na história do cinema ao vencer o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação como o Coronel Steven J. Lockjaw em Uma Batalha Após a Outra. Com a vitória, Penn tornou-se um dos poucos artistas a conquistar três estatuetas douradas em categorias de atuação, um feito alcançado por apenas oito pessoas na história da Academia.

Segundo o ComicBook, Penn é agora o quarto homem a atingir essa marca, juntando-se a nomes lendários como Jack Nicholson e Daniel Day-Lewis. Seus prêmios anteriores foram ambos como Melhor Ator principal, por Sobre Meninos e Lobos (2004) e Milk: A Voz da Igualdade (2009).

Ele agora compartilha o panteão dos grandes vencedores com:

Apesar do peso histórico da conquista, o ator não compareceu à cerimônia. O prêmio foi aceito em seu nome pelo ator Kieran Culkin, que comentou de forma enigmática que Penn “não pôde ou não quis” estar presente.

A ausência, embora notada, não foi uma surpresa total: o ator já havia faltado ao SAG Awards e ao BAFTA deste ano, premiações nas quais também saiu vencedor. Curiosamente, sua única aparição na temporada foi no Globo de Ouro, onde acabou perdendo para Stellan Skarsgård.

Uma Batalha Após a Outra’ está disponível no HBO Max.

Conan O’Brien ironiza Timothée Chalamet após polêmica sobre balé e ópera

A cerimônia do Oscar 2026, realizada ontem, não deixou passar em branco a recente polêmica envolvendo Timothée Chalamet. O apresentador Conan O’Brien juntou-se ao coro de celebridades que criticaram o ator após suas declarações controversas sobre o balé e a ópera, artes que ele classificou como “datadas e sem apelo popular”.

Durante o monólogo de abertura, O’Brien brincou com o clima de tensão:

“A segurança está extremamente rígida esta noite”, afirmou, segundo o Deadline. “Fui informado de que há preocupações com possíveis ataques das comunidades da ópera e do balé.”

O ápice da piada veio em seguida, quando o apresentador disparou que Chalamet “provavelmente esqueceu de incluir o jazz” em sua lista de artes esquecidas.

As câmeras da transmissão focaram imediatamente em Chalamet, que apareceu sorridente na plateia vestindo um terno branco.

A polêmica teve origem em um painel (town hall) da Variety e CNN. Na ocasião, em conversa com Matthew McConaughey, o astro sugeriu que as artes eruditas lutam para manter a relevância.

“Eu não quero trabalhar em algo do tipo: ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe”, declarou. Ao notar a repercussão negativa, o ator ainda ironizou a situação, afirmando que teria perdido apenas “14 centavos de audiência” com o comentário.

Não veio o Oscar, mas o cinema brasileiro continua com o molho

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A noite do dia 15 de março de 2026 já ficou marcada na história do nosso cinema, independentemente do resultado. O equipe de O Agente Secreto, com suas quatro indicações, e o diretor de fotografia Adolpho Veloso – com um belíssimo trabalho no ótimo Sonhos de Trem – representaram o Brasil na maior cerimônia do cinema mundial, o Oscar.

E que orgulho de todos eles! A cada menção exibida na tela de milhões de pessoas pelo mundo, surgiam gritos eufóricos em vários cantos do nosso país – com direito até a salas de cinemas cheias apenas para acompanhar o evento. Também foi lindo, pelas redes sociais, a mobilização positiva que foi vista ao longo das mais de três horas de duração de cerimônia. A negativa a gente finge que não vê, para não estragar a nossa alegria em celebrar o nosso cinema.

OSCAR 2026: 21 filmes indicados e imperdíveis para assistir no streaming 

Na categoria de Melhor Filme Internacional – talvez a nossa maior chance – a estatueta dourada ficou com o também excelente filme dinamarquês Valor Sentimental. Na categoria de Melhor Elenco, uma estreia no Oscar, o prêmio ficou com os ótimos artistas de Pecadores. Nosso Wagner Moura passou perto, mas quem venceu o prêmio de Melhor Ator foi Michael B.Jordan, por um trabalho muito bem realizado no já mencionado Pecadores, líder em indicações neste ano. Adolpho Veloso também não venceu: o Oscar de Melhor Fotografia ficou com Autumn Durald Arkapaw (também por Pecadores) – a primeira mulher na história a conquistar o prêmio nessa categoria.

Aí, com a frustração e o calor do momento, você pode se perguntar: é possível dizer que houve injustiça? Que fomos roubados? Não. Um absurdo pensar assim. Todos os prêmios mencionados foram justos. Qualquer cerimônia de cinema nunca foi – e nunca será – uma disputa, e sim uma celebração. O fato de termos sido indicados já é uma enorme conquista, um reconhecimento mundial das nossas histórias, dos nossos talentos, das nossas verdades. E esse prêmio ninguém tira de nós!

Nosso cinema é plural, rico em narrativas, e marcado por uma diversidade que revela nossas realidades, nossas angustias e nossos desejos – deixando para todos que assistem várias reflexões. Ao longo da história do cinema brasileiro, passamos por várias fases, algumas de grande dificuldade, mas sobrevivemos e seguimos em frente, trazendo histórias que precisam ser contadas e vistas pelo mundo. Não veio o Oscar, mas o cinema brasileiro continua com o molho.

BOMBA! Globoplay é proibido de exibir o Oscar e anuncia em cima da hora

O Oscar 2026 aconteceu ontem, premiando os melhores filmes de 2025. Apesar da grande divulgação feita pela TV Globo, que transmitiu a cerimônia, muitos espectadores que abriram o Globoplay para assistir ao evento foram pegos de surpresa ao encontrar a exibição da Formula 1.

Isso porque, de última hora, o aplicativo informou nas redes sociais que não exibiria a cerimônia. Segundo o comunicado, a premiação seria transmitida apenas na TV aberta e nos sites da emissora.

“Não vai rolar transmissão do OSCAR no Globoplay. Saiba como acompanhar o evento: você vai poder assistir à premiação na TV Globo, após o Show da Vida. Haverá sinal simultâneo da TV Globo no Gshow e no portal G1 para quem quiser acompanhar a cerimônia. Agora é só torcer por mais um prêmio para o nosso Brasil”, escreveu a plataforma nas redes sociais.

 

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Nos comentários, ao ser questionada sobre o motivo da decisão, a plataforma explicou que não poderia exibir a premiação por motivos contratuais. Assim, a transmissão ficou restrita à TV aberta, ao G1 e ao Gshow. Já no streaming, a cerimônia foi exibida pelo HBO Max, que possui os direitos exclusivos de transmissão do evento.

Durante o horário da premiação, o aplicativo exibiu a corrida da Chinese Grand Prix de Fórmula 1.

A mudança pegou muitos assinantes de surpresa, principalmente por ter sido anunciada em cima da hora, o que gerou confusão entre os usuários.

Vale lembrar que esta edição do Oscar era especial para os brasileiros, já que o país contava com cinco indicados. O filme O Agente Secreto conquistou quatro indicações importantes: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e a estreia da categoria de Melhor Elenco. Além disso, o Brasil também marcou presença em Melhor Fotografia, com Adolpho Veloso pelo trabalho emSonhos de Trem’.

Infelizmente, o Brasil acabou saindo da cerimônia sem nenhuma estatueta.

Oscar 2026 | ‘Valor Sentimental’ leva o prêmio de Melhor Filme Internacional

Oscar 2026 | ‘Uma Batalha Após a Outra’ leva o prêmio de Melhor Filme

Uma Batalha Após a Outra, o novo longa estrelado por Leonardo DiCaprio, se tornou um dos filmes mais elogiados do ano – e foi um dos principais relembrados na lista de vencedores do Oscar 2026.

A produção conquistou o maior prêmio da noite, o de .

Além disso, Sean Penn levou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por sua aclamada performance como o Coronel Steven J. Lockjaw, e o filme conquistou a estatueta de Melhor Direção Melhor Roteiro Adaptado.

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“Um grito de guerra de ideais políticos intransigentes, Uma Batalha Após a Outra está entre as obras mais contundentes de Paul Thomas Anderson, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

Paul Thomas Anderson captura brilhantemente a crescente histeria política da América moderna em Uma Batalha Após a Outra. Chase Infiniti se consolida como uma estrela de cinema em ascensão ao lado de uma das melhores performances da carreira de Leonardo DiCaprio, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Apesar de todo seu humor, Anderson pode ser um cineasta frio e cerebral, e o calor emocional de DiCaprio no papel equilibra isso. Drama e comédia coexistem aqui com uma facilidade notável e virtuosa”, disse Caryn James da BBC.

“Algumas partes são tão absurdamente engraçadas que parecem uma fusão entre a vida real e a arte da forma mais relevante possível para 2025. Brilhantismo alucinante é pouco para descrever”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Pode-se dizer que voltei a acreditar em Anderson, mas eu colocaria da seguinte forma: depois de anos de teatralidade excessivamente forçada, ele voltou a ser um mestre”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“É uma visão assustadora e galvanizante, com Anderson deixando de lado sua nostalgia complicada por tempos antigos (e mais facilmente compreendidos) para confrontar, com um propósito desarmadoramente nobre, o aqui e agora”, disse Richard Lawson do The Hollywood Reporter.

“Com seu décimo filme, Uma Batalha Após a Outra, Anderson realiza seu projeto mais grandioso até agora, e é o tipo de filme que, enquanto você assiste, parece que um novo clássico está se revelando diante dos seus olhos”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Um filme incrível que mistura gêneros e, apesar de sua longa duração, passa voando em ritmo acelerado. Ele começa com tudo e não desacelera em nenhum momento. Todo o elenco brilha, mas Leonardo DiCaprio e Sean Penn são os grandes destaques”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

Oscar 2026 | Jessie Buckley conquista o prêmio de Melhor Atriz por ‘Hamnet’

O drama aclamado Hamnet – A Vida Antes de Hamlet (Hamnet), estrelado por Paul Mescal (‘Gladiador II’) e Jessie Buckley (‘Pequenas Cartas Obscenas’), foi um dos principais relembrados dos vencedores do Oscar 2026.

Buckley foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz por seu impecável trabalho no longa-metragem.

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao [Festival do Rio 2025]

Hamnet – A Vida Antes de Hamlet tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 26 de janeiro de 2026, mais de um mês após seu lançamento nos Estados Unidos.

O longa é uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao assina o roteiro junto a O’Farrell.

Oscar 2026 | Michael B. Jordan leva o prêmio de Melhor Ator por ‘Pecadores’

O sucesso de bilheterias ‘Pecadores‘, dirigido por Ryan Coogler e estrelado por Michael B. Jordan, continua a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio de ganhadores do Oscar 2026, Jordan conquistou uma das principais categorias da noite, a de Melhor Ator, por seu incrível trabalho duplo como os gêmeos Fuligem e Fumaça.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Na trama, os irmãos gêmeos vividos por Jordan retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

O elenco do longa ainda conta com Hailee Steinfeld no papel de Mary, bem como Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton e Christian Robinson,

Oscar 2026 | Paul Thomas Anderson vence o prêmio de Melhor Direção por ‘Uma Batalha Após a Outra’

Uma Batalha Após a Outra, o novo longa estrelado por Leonardo DiCaprio, se tornou um dos filmes mais elogiados do ano – e foi um dos principais relembrados na lista de vencedores do Oscar 2026.

Paul Thomas Anderson conquistou o prêmio de Melhor Direção por seu trabalho.

Além disso, Sean Penn levou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por sua aclamada performance como o Coronel Steven J. Lockjaw, e o filme conquistou a estatueta de Melhor Direção de Elenco.

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“Um grito de guerra de ideais políticos intransigentes, Uma Batalha Após a Outra está entre as obras mais contundentes de Paul Thomas Anderson, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

Paul Thomas Anderson captura brilhantemente a crescente histeria política da América moderna em Uma Batalha Após a Outra. Chase Infiniti se consolida como uma estrela de cinema em ascensão ao lado de uma das melhores performances da carreira de Leonardo DiCaprio, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Apesar de todo seu humor, Anderson pode ser um cineasta frio e cerebral, e o calor emocional de DiCaprio no papel equilibra isso. Drama e comédia coexistem aqui com uma facilidade notável e virtuosa”, disse Caryn James da BBC.

“Algumas partes são tão absurdamente engraçadas que parecem uma fusão entre a vida real e a arte da forma mais relevante possível para 2025. Brilhantismo alucinante é pouco para descrever”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Pode-se dizer que voltei a acreditar em Anderson, mas eu colocaria da seguinte forma: depois de anos de teatralidade excessivamente forçada, ele voltou a ser um mestre”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“É uma visão assustadora e galvanizante, com Anderson deixando de lado sua nostalgia complicada por tempos antigos (e mais facilmente compreendidos) para confrontar, com um propósito desarmadoramente nobre, o aqui e agora”, disse Richard Lawson do The Hollywood Reporter.

“Com seu décimo filme, Uma Batalha Após a Outra, Anderson realiza seu projeto mais grandioso até agora, e é o tipo de filme que, enquanto você assiste, parece que um novo clássico está se revelando diante dos seus olhos”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Um filme incrível que mistura gêneros e, apesar de sua longa duração, passa voando em ritmo acelerado. Ele começa com tudo e não desacelera em nenhum momento. Todo o elenco brilha, mas Leonardo DiCaprio e Sean Penn são os grandes destaques”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!