O Prime Video divulgou um novo clipe oficial do thriller de mistério ‘Scarpetta’, estrelado por ninguém menos que as vencedoras do Oscar Nicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) e Jamie Lee Curtis(‘Borderlands’).
A produção tem estreia agendada para o dia 11 de março na plataforma de streaming.
A atração é baseada no romance homônimo de Patricia Cornwell e conta com a Blumhouse Television supervisionando o projeto.
A trama acompanha a vida da legista-chefe Kay Scarpetta (Kidman), que está voltando para casa em Richmond, Virgínia, para continuar de onde parou. Enquanto tenta manter o foco em seu trabalho, forças externas começam a se infiltrar na vida cotidiana de Kay com ressentimentos e segredos emergindo das sombras. Para Kay, desembaraçar a teia desses relacionamentos complicados começa em casa com sua irmã, Dorothy (Curtis).
David Gordon Green (‘O Exorcista: O Devoto’) entra como diretor dos dois primeiros episódios, enquanto Liz Sarnoff (‘Lost’, ‘Barry’) assume as cadeiras de roteirista, produtora executiva e showrunner.
O longa, que fez sua estreia ano passado no Festival de Toronto, chega aos cinemas norte-americanos em 17 de abril – ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Confira:
O filme foi escrito e dirigido por Chandler Levack, baseando-se em sua própria vida jovem-adulta como crítico de música e realizador.
Na trama…
Grace Pine (Ferreira) é uma crítica musical de 24 anos que, no verão de 2011, está escrevendo um livro sobre ‘Jagged Little Pill’, de Alanis Morissette, quando se envolve romanticamente com duas pessoas da mesma banda de indie rock em ascensão. Ambientado na cena musical de Mile End, em Montreal, onde Mac DeMarco, Arcade Fire e Grimes começaram suas carreiras, o filme é um olhar honesto sobre uma jovem escritora que busca recuperar sua voz, repleto de sexo, drogas e rock and roll.
Na trama, um britânico viciado em trabalho (Merchant) é empregado em um hotel de luxo em Nova York e precisa de uma esposa para manter as aparências. Ele faz um acordo com uma comediante iniciante (Diaz) que está desesperada por um plano de saúde. O casamento de fachada começa como uma transação, mas termina em um romance inesperado.
A escritora Colleen Hoover, autora do best-seller ‘É Assim que Acaba’, voltou a comentar sobre a conturbada adaptação cinematográfica de sua obra. Em declarações recentes, Hoover destacou como tem tentado processar o sucesso do filme em meio ao mediático embate jurídico envolvendo os protagonistas Blake Lively e Justin Baldoni.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a autora admitiu a dificuldade de ver uma história tão pessoal cercada por tantas controvérsias.
“Sim, está se tornando mais fácil separar as coisas porque eu também foco no sucesso do filme”, afirmou Hoover. “No fim de semana de estreia, todos ficamos chocados com a adesão dos leitores e com o desempenho da produção; com o quanto ela tocou as pessoas. Tenho muito orgulho deste projeto. Acredito que os atores, o diretor e toda a equipe fizeram um trabalho incrível, então preciso olhar para todo o resto de forma isolada, separado do filme e do livro”.
Hoover descreveu a situação atual como “infeliz”, mas ressaltou que permanece “muito grata por ter visto a história ganhar vida”.
Anteriormente, em entrevista à revista Elle em novembro, a autora já havia demonstrado o impacto emocional dos bastidores.
“Sinto que [o processo] acabou ofuscando tudo. Sinto quase vergonha de dizer que escrevi o livro. Quando as pessoas perguntam o que eu faço, apenas digo: ‘Sou escritora. Por favor, não me pergunte o que escrevi’”, desabafou na ocasião.
O lançamento do longa foi marcado por rumores de desentendimentos entre o elenco, que culminaram em ações judiciais severas. A atriz Blake Lively moveu um processo contra Justin Baldoni (que também dirigiu o filme), alegando um ambiente de trabalho hostil, assédio e retaliação. Por outro lado, Baldoni rebateu as acusações com um processo por difamação contra a atriz.
O julgamento que decidirá o desfecho desta disputa entre Lively e Baldoni está agendado para o dia 18 de maio.
A cineasta Lynne Ramsay manifestou-se recentemente sobre o desfecho de seu mais novo longa, ‘Morra, Amor’, confessando que a finalização do projeto ocorreu de forma apressada. Devido a isso, a diretora revelou que ainda não está totalmente convencida sobre o encerramento da obra e admitiu a possibilidade de alterá-lo, mesmo meses após a estreia nos cinemas, ocorrida em novembro passado.
De acordo com o portal World of Reel, a cineasta escocesa afirmou que o longa, estrelado por Jennifer Lawrence e Robert Pattinson, teve sua pós-produção acelerada para que ficasse pronto a tempo do Festival de Cannes. Ramsay revelou que considera voltar à ilha de edição para implementar um final alternativo que chegou a ser filmado durante a produção.
“Talvez um dia eu retorne a esse final e o mude, fazendo com que ela o salve da floresta em chamas”, comentou a diretora.
“Cannes queria o filme, mas ele não estava pronto. Quando o longa foi vendido por essa quantia, surgiu uma pressão enorme. Pensei: ‘Droga, não posso mudar isso agora’. Nunca estive nessa posição antes. Se você compra algo por esse valor, espera receber exatamente o que viu, certo?”, explicou Ramsay.
Esta não é a primeira vez que Ramsay enfrenta problemas de cronograma em Cannes. Em 2017, seu filme ‘Você Nunca Esteve Realmente Aqui’ foi exibido no festival ainda sem os créditos finais. Meses após a estreia, a versão que chegou ao circuito comercial apresentava mudanças visíveis de ritmo, tom e montagem.
‘Morra, Amor’ está disponível no catálogo da MUBI,
Morra, Amor acompanha Grace (Lawrence) e Jackson (Pattinson), um casal que deixa a agitação de Nova York para viver em uma casa isolada no campo à espera do primeiro filho. O isolamento e a maternidade levam Grace a uma jornada psicológica intensa, onde ela descobre uma força indomável através de sua própria imaginação.
A 2ª temporada da série live-action de ‘One Piece‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix.
O novo ciclo da elogiada adaptação dos mangás e do anime homônimos foi lançado hoje, 10 de março, na plataforma de streaming.
Na segunda iteração, Luffy e os Chapéus de Palha viajam para a Grand Line, o trecho de mar lendário onde perigos e maravilhas os aguardam a cada esquina. Enquanto navegam por este reino imprevisível em busca do maior tesouro do mundo, eles encontrarão ilhas bizarras e uma série de novos e formidáveis inimigos.
Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!
Pete Docter, diretor criativo da Pixar, comentou recentemente sobre os bastidores da animação ‘Elio’, abordando rumores de que o estúdio teria interferido no projeto para reduzir a pauta ambiental e descartar a subtrama que retrataria o protagonista como um personagem queer.
“Estamos fazendo um filme, não centenas de milhões de dólares em terapia”, afirmou Docter. A frase parece ser uma referência direta ao desejo do diretor original, Adrian Molina, que é abertamente gay, de explorar suas próprias experiências de infância através do personagem.
Reportagens confirmam que uma cena importante foi cortada: nela, uma versão futura de Elio aparecia criando uma criança ao lado de um parceiro masculino.
Segundo o texto, a prioridade de Docter é produzir filmes de “apelo universal”, priorizando histórias abrangentes em vez de narrativas semiautobiográficas guiadas estritamente pela visão pessoal dos diretores.
“Com o passar do tempo, percebi que meu trabalho é garantir que os filmes agradem a todos. Se vamos simplesmente produzir lixo, então é melhor fechar as portas. Prefiro morrer tentando fazer algo em que realmente acreditamos”, declarou o executivo.
Antes do lançamento, a liderança da Pixar modificou drasticamente o longa. Fontes internas revelam que uma cena mostrava Elio recolhendo lixo na praia para transformá-lo em roupas artesanais, incluindo uma regata rosa que serviria como uma codificação queer do personagem, refletindo a identidade de Molina.
Embora Molina não planejasse uma história de saída do armário, dado que o protagonista tem apenas 11 anos, o personagem foi tornado “mais masculino”após feedbacks da diretoria. Elementos como seu interesse por moda e ambientalismo foram removidos, assim como qualquer indício de um interesse amoroso masculino.
Na versão final, Elio continua usando roupas feitas de materiais reciclados, mas sem a explicação contextual original.
Essas divergências criativas teriam deixado Molina descontente, resultando em sua substituição pelas codiretoras Madeline Sharafian e Domee Shi. Embora tenha recebido a opção de permanecer no projeto como codiretor, Molina optou por sair à medida que sua visão original era descaracterizada.
Apesar das alterações visando o “apelo universal”, Elio não obteve o sucesso esperado nas bilheterias, encerrando sua exibição com apenas US$ 154 milhões arrecadados mundialmente.
“Elio, um azarão com uma imaginação fértil, se vê inadvertidamente teletransportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária com representantes de galáxias distantes. Identificado erroneamente como embaixador da Terra para o resto do universo, ele começa a formar novos laços com alienígenas excêntricos enquanto descobre quem ele realmente deveria ser”, diz a sinopse.
A estrela de cinema Whoopi Goldberg juntou-se ao coro de vozes que condenaram o ator Timothée Chalamet, após declarações polêmicas em que ele sugeriu que a ópera e o balé seriam artes fracassadas na atualidade.
De acordo com o Deadline, Goldberg utilizou o palco do programa The View para criticar a postura de Chalamet. Ela rebateu o fato de o ator ter atacado as artes enquanto tentava fazer piada com a situação, ironizando que ele provavelmente perdeu apenas “14 centavos” após os comentários.
“Você vem de uma família da dança. Então, quando você menospreza a forma de arte de outra pessoa, isso não é legal. Não é bom de ver, e você provavelmente não percebeu a gravidade até dizer: ‘Ah, estou em apuros’. Mas aí você piorou tudo ao mencionar esses ’14 centavos’. Não; quando as pessoas ficam bravas, o prejuízo será muito maior. Então tenha cuidado. Só estou dizendo: cuidado, garoto”, afirmou Goldberg.
Vale lembrar que a linhagem artística de Chalamet é profundamente ligada à dança: sua avó, sua mãe e sua irmã são bailarinas e possuem histórico no prestigiado New York City Ballet.
Goldberg observou que, para ela, Chalamet ainda é apenas “um garoto”, acrescentando um “com todo respeito” à sua fala, devolvendo o mesmo termo que o ator utilizou ao encontrar o público após suas críticas. “E, sinceramente, não peça desculpas depois de insultar, porque não soa verdadeiro. Você não pode dizer ‘isso é idiota, com todo respeito’, isso é um desrespeito absoluto!”.
Ainda durante o debate, a coapresentadora Sarah Haines brincou: “Parece que isso é um problema de família”.
Já Sunny Hostin declarou-se “ofendida” e “decepcionada”com as falas de Chalamet, citando sua experiência como integrante do Dance Theatre of Harlem, uma companhia de balé clássico formada por artistas negros: “Eu não percebia que ele era tão vazio e superficial”.
Lembrando que durante um evento no formato town hall ao lado de Matthew McConaughey, o artista sugeriu que a ópera e o balé são formas de arte estariam perdendo o apelo popular e lutando para permanecerem relevantes.
“Eu não quero trabalhar em balé ou ópera, ou em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso”, afirmou Chalamet.
Ao perceber o peso da fala, o ator tentou minimizar o impacto imediatamente: “Todo respeito às pessoas do balé e da ópera”. Ele ainda brincou com a possível perda de público após a declaração: “Acabei de perder 14 centavos de audiência. Dei um tiro no próprio pé sem motivo”.
Nicola Coughlan, a estrela por trás de Penelope Featherington em ‘Bridgerton’, revelou recentemente uma situação constrangedora envolvendo a reação de fãs ao seu corpo. Conforme à Variety, a atriz detalhou como o foco excessivo em sua aparência, em vez de seu trabalho, tornou-se “tedioso” e desconfortável.
Coughlan também comentou sobre a percepção distorcida do público. Durante as filmagens da terceira temporada, ela estava usando manequins menores (tamanho 38/40) devido à rotina intensa de exercícios, mas ainda assim era rotulada como “plus size” por muitos espectadores.
“Uma coisa realmente bizarra foi que, quando eu estava filmando essa temporada, eu estava me exercitando bastante porque sabia que precisava, então perdi muito peso, eu provavelmente vestia tamanho 10 e um dos corsets era tamanho 8. E então as pessoas falavam sobre como eu era ‘plus size’, e eu pensava: ‘Como é possível que eu seja a maior mulher que vocês querem ver na tela?'”, desabafou a atriz.
A atriz relembrou um episódio bizarro com uma fã embriagada que começou a comentar abertamente sobre sua forma física em um banheiro:
“Eu me lembro de uma garota muito bêbada uma vez falando comigo no banheiro: ‘Eu amei Bridgerton por causa do seu corpo’. Ela começou a falar do meu corpo e eu fiquei tipo: ‘Eu quero morrer. Eu odeio isso…’. É muito difícil quando você trabalha em algo por meses e meses da sua vida, não vê sua família, se dedica completamente, e no final tudo se resume à sua aparência, é tão entediante”, acrescentou
Conhecida por sua postura firme, Nicola já havia pedido aos seguidores em 2022 que não enviassem opiniões sobre seu corpo diretamente a ela. Em 2024, ela decidiu levar esse empoderamento para a tela. Durante a terceira temporada, a atriz insistiu em aparecer “bem nua”.
“Eu pedi especificamente que certas falas e momentos fossem incluídos. Há uma cena em que estou muito nua diante da câmera, e isso foi ideia minha, escolha minha. Pareceu o maior ‘foda-se’ para toda a conversa sobre o meu corpo; foi incrivelmente empoderador. Eu me senti linda naquele momento e pensei: ‘Quando eu tiver 80 anos, quero olhar para trás e lembrar de como eu estava incrivelmente gostosa!'”, afirmou na época.
“Oito irmãos inseparáveis buscam amor e felicidade na alta sociedade de Londres, enfrentando os desafios e escândalos da competitiva temporada de casamentos”, diz a sinopse.
Apesar de ter feito sua estreia na adaptação de 2017 de ‘Adoráveis Mulheres’, Maya Hawke alcançou estrelato mundial ao interpretar Robin Buckley na popular e premiada série de ficção científica e terror ‘Stranger Things’. Imediatamente conquistando os assinantes e a crítica, Hawke encontrou espaço para se tornar uma das celebridades mais conhecidas da atualidade – além de manter o sólido legado artístico dos pais, Uma Thurman e Ethan Hawke, vivo. Integrando o elenco de produções como ‘Rua do Medo’, ‘Asteroid City’ e ‘Justiceiras’, a atriz vem se sagrando uma das mais versáteis de sua geração.
Mas não apenas no cinema e no streaming Hawke encontrou sucesso: em 2020, pouco depois de ter debutado no original Netflix, ela deu início a uma carreira musical que se recusou a seguir as tendências do mainstream e apostou em uma identidade mais introspectiva e pautada no folk-rock, que tomou forma com o compilado ‘Blush’. Não demorou muito até que a performer esquadrinhasse ramificações diversas das peculiaridades que fomentou para se fixar no cenário musical – e, com isso, ela traçou um percurso de contínua maturidade que passou por ‘MOSS’ e por ‘Chaos Angel’. Agora, ela está pronta para embarcar em sua próxima era com o recém-anunciado ‘MAITREYA CORSO’.
Com lançamento agendado para 1º de maio, o compilado de originais estreará sob o selo Mom + Pop e contará com treze faixas inéditas – e a primeira delas já está entre nós, oferecendo um vislumbre diferente da imagem que Hawke vinha nos presenteando nestes últimos anos. E, considerando que um dos principais trabalhos de sua carreira chegou ao fim há alguns meses, nada mais justo que ela abrisse espaço para um novo capítulo e um novo mote artístico: a defesa da integridade e do processo criativo. Nesse quesito, o lead single“Devil You Know” insurge como uma síntese da jornada que em breve conheceremos.
Aliando-se a Christian Lee Hutson e Benjamin Lazar Davis, a faixa é um encontro entre diversos artistas que sempre se mostraram dispostos a “remar contra a maré”: seja com os filtros vocais que robotizam o refrão, seja com uma melódica verborragia que se estende por pouco mais de três minutos, Hawke demonstra apreço pelas conhecidas incursões de Fiona Apple, em especial com a magnum opus‘Fetch the Bolt Cutters’, explorando altos e baixos que, a princípio, se espalham profusamente. Porém, à medida que compreendemos as mensagens que os irruptivos versos escondem, tudo fica mais claro.
Hutson e Davis também ficam responsáveis pela produção, ao lado de Jonathan Low, optando por cercear os principais aspectos do indie-pop, do bedroom-folk e do synth-pop – mas sem esbarrar em explosões sem sentido e estruturas convencionais. Pelo contrário, a ideia é construir uma espécie de semi-balada que, acompanhando as pulsões da psique humana e da melancolia individualista, segue um fluxo de consciência que clama pela materialização do sentido (neste caso, fugindo de um abstracionismo e tentando encontrar controle em meio ao caos). A ideia não é apenas tecer análises sobre a predação inescapável que mina a expressividade artística, mas a necessidade de se lidar com “o diabo que conhecemos” a fim de encontrar uma solução e fugir daquilo que é problemático.
‘MAITREYA CORSO’ tem lançamento marcado para o dia 1º de maio.
Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, manifestou-se recentemente sobre a polêmica envolvendo Timothée Chalamet. O ator tornou-se alvo de críticas após insinuar que a ópera e o balé seriam formas de arte “fracassadas” ou sem apelo no cenário atual.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, Gascón respondeu a um meme no Instagram postado por seu empresário, Sandro Rubini. A imagem mostrava o personagem de Chalamet no filme ‘Marty Supreme’ ligando para a atriz em busca de conselhos, sugerindo que suas chances no Oscar estariam em risco devido à repercussão negativa de suas falas.
“Olá Karla, você acha que vão me deixar passar pelo tapete vermelho do Oscar?”, dizia a legenda da postagem, em uma referência direta ao histórico de polêmicas da própria atriz.
Vale lembrar que, no ano passado, Gascón enfrentou duras críticas após o ressurgimento de postagens antigas contendo comentários preconceituosos contra muçulmanos, negros e outros grupos. Na ocasião, a atriz pediu desculpas e apagou as publicações, mas o desgaste foi suficiente para que ela não passasse no tapete vermelho da grande premiação, embora tenha comparecido na cerimônia.
Em resposta ao meme, Gascón escreveu nos seus Stories: “Você é uma mulher trans? Então não se preocupe com isso, Tim. Além disso, adoro sapatilhas de balé e já vi O Fantasma da Ópera dez vezes. Não sei se isso conta para alguma coisa. Boa sorte com os prêmios”.
A atriz ainda acrescentou: “Embora ninguém tenha me visto ou ouvido dizer nada [recentemente], enquanto todos viram e ouviram você, as pessoas ainda parecem preferir acreditar em tudo o que os malfeitores alegam que eu disse”.
Timothée Chalamet tornou-se o centro de uma controvérsia após comentários sobre a relevância da ópera e do balé. Durante um evento no formato town hall, ao lado de Matthew McConaughey, o ator sugeriu que essas artes estariam perdendo o apelo popular e lutando para permanecerem vivas.
Ao comparar a preservação do cinema com a do setor erudito, Chalamet declarou: “Eu não quero trabalhar em balé ou ópera, ou em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso”.
Ao perceber o impacto negativo imediato, o ator tentou minimizar a situação: “Todo respeito às pessoas do balé e da ópera”. Ele ainda brincou com a possível perda de prestígio: “Acabei de perder 14 centavos de audiência. Dei um tiro no próprio pé sem motivo”.
Após uma abertura desastrosa nas bilheterias mundiais, o remake do clássico ‘A Noiva de Frankenstein‘ deve gerar um prejuízo milionário para a Warner Bros.
O longa arrecadou apenas US$ 7.3 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, tornando-se a pior abertura do estúdio desde ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim‘ (US$4.5M).
De acordo com o Deadline, ‘A Noiva!‘ deve dar um prejuízo de US$ 90 milhões para a Warner. Além de desembolsar mais de US$ 80 milhões na produção do longa, o site afirma que o estúdio gastou em torno de US$ 65 milhões em marketing global.
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 6 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 13.6 milhões.
Com 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma péssima nota C+ do público no CinemaScore – uma média extremamente baixa para o gênero, que deve afetar diretamente sua estabilidade nas próximas semanas.
‘A Noiva!‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”
Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.
A série de ‘Harry Potter’ é, sem dúvida, uma das produções mais aguardadas da HBO, prometendo uma nova e fiel adaptação do icônico mundo bruxo deJ.K. Rowling. No entanto, a produção encontra-se agora sob os holofotes devido a uma polêmica: de acordo com o jornal The Sun, foram relatados casos de bullying envolvendo membros do elenco e da equipe técnica nos sets de filmagem.
Conforme a reportagem, as denúncias já chegaram à alta administração da Warner Bros. Discovery. Em um dos episódios citados, dois figurantes de 12 anos teriam sido vistos em meio a um desentendimento, com uma testemunha afirmando ter ouvido um deles gritar: “Vou pegar você depois das filmagens”.
Uma fonte interna declarou: “Há muitos jovens no set ao mesmo tempo, e a realidade é que nem todos vão se dar bem. É um problema preocupante, e os chefes querem eliminar qualquer ‘maçã podre’ entre o elenco e a equipe”.
Diante da gravidade das acusações, os responsáveis pelo projeto emitiram avisos formais sobre conduta. Foi deixado claro que qualquer pessoa denunciada por bullying será imediatamente demitida, independentemente do cargo ou nível de fama. Como o planejamento das filmagens deve se estender por oito anos, a produção está determinada a cortar qualquer comportamento inadequado pela raiz.
As filmagens ocorrem no Leavesden Studios, próximo a Watford, onde foi construída uma “mini-cidade”orçada em cerca de £1 bilhão, equipada inclusive com escola e centro médico para atender à equipe.
A fonte acrescentou: “Os relatos de bullying foram tratados com extrema seriedade. Os responsáveis aconselharam todos sobre quem devem procurar caso sejam vítimas”.
Para mitigar o problema e garantir o bem-estar dos profissionais, a Warner implementou as seguintes medidas:
Canais de Denúncia: E-mails foram enviados explicando como reportar condutas inadequadas, inclusive de forma anônima.
Suporte Psicológico: Foram oferecidas sessões gratuitas de aconselhamento online, coaching e recursos de bem-estar para todo o elenco e equipe.
Até o momento, a Warner Bros. se recusou a comentar oficialmente as alegações.
Sherlock Holmes é um dos personagens mais conhecidos da cultura pop mundial, tendo atravessado séculos desde sua estreia nos escritos do romancista e contista Sir Arthur Conan Doyle e se sagrado como um dos maiores detetives fictícios da história da literatura. Não é surpresa que o icônico personagem, que serviu de base para incontáveis narrativas de mistério e investigação, tenha sido eternizado por vários atores com o passar das décadas – incluindo o vencedor do Oscar Robert Downey Jr., Henry Cavill e Benedict Cumberbatch (apenas para citar alguns).
Mais do que isso, a obra de Doyle é constantemente alvo de readaptações e expansões por fãs inveterados desse explosivo e instigante universo, como é o caso de Andrew Lane, nome por trás da saga ‘O Jovem Sherlock Holmes’, que nos apresenta ao personagem titular em sua adolescência e o início da fase adulta. Agora, o Prime Video nos convida a retornar para esse panteão com a série ‘Jovem Sherlock’, que traz os mistérios de Lane às telinhas conforme destrincha mais ainda a conspícua mente de Doyle – e que, estendendo-se por oito episódios, cumpre exatamente com o que promete e nos fisga desde os primeiros minutos.
Nessa nova versão, Peter Harness se une a Guy Ritchie – responsável pela duologia cinematográfica estrelada por Downey Jr. – para uma releitura que não pensa duas vezes antes de mergulhar na Inglaterra vitoriana de meados do século XIX, colocando Hero Fiennes Tiffin no papel do prestigiado detetive. Mas Tiffin encarna um Sherlock Holmes antes da fama, mas já dotado de uma predileção pela confusão e pela total ausência de consciência social. Não é surpresa, pois, que nosso primeiro vislumbre do herói venha numa cela de prisão, em que Sherlock está confinado por roubar carteiras (como parte de um experimento “inofensivo”) e por desacato à autoridade.
Porém, o nome Holmes é conhecido em meio à high society, e cabe a Mycroft (Max Irons), irmão mais velho de Sherlock, livrá-lo da sentença e colocá-lo em uma espécie de “punição branda”: como serviçal da Universidade Candlin, em Oxford, enganando-o ao fazê-lo pensar que ele seria escalado como um dos prestigiados estudantes da academia. É claro que a impetuosa e imparável mente de Sherlock o impede de se exilar em suas funções, permitindo que ele tenha acesso quase total a centenas de livros e a um conhecimento secular que o interessa mais do que tudo. Entretanto, as coisas não saem como o planejado: após fazer amizade com o jovem James Moriarty (Dónal Finn), ele é acusado de roubar pergaminhos milenares do filósofo Sun Tzu, trazidos pela princesa Shou’an (Zine Tseng) da China, a fim de reafirmar as estreitas relações comerciais entre o país e a Inglaterra.
Determinado a encontrar o culpado e a não voltar para o cárcere, Sherlock mal imagina que esse seria apenas o início de uma perigosa e intrincada jornada marcada por explosões, assassinatos e uma caótica artimanha que dá o pontapé inicial na errática personalidade do personagem que aprendemos a amar. E, através de uma história de origem não apenas de Sherlock, mas de outras personas conhecidas do panteão de Doyle, Richie e Harness encontram um tom que mescla dramédia a um ar despojado que, em boa parte, sucede no que se propõe – ainda que algumas escolhas técnicas soem um pouco fora de contexto.
Tiffin, que ascendeu ao estrelato após estrelar a franquia ‘After’, encontra merecido destaque como o personagem-título e, incrementando a personalidade de Sherlock com sua própria visão, faz um sólido trabalho que se apoia não apenas em um charme nato, mas em um comprometimento considerável que pega páginas emprestadas de conterrâneos que já o interpretaram. O astro desfruta de uma química rompante com Finn, construindo um subnúcleo que explora os laços de amizade entre Moriarty e Sherlock antes de se tornaram arqui-inimigos, e com Tseng, que usa uma unidimensionalidade proposital para esconder as habilidades de Shou’an. Integrando o elenco, temos Colin Firth retomando parceria com Ritchie como o moralmente controverso e ardiloso Sir Bucephalus Hodge; e Scott Reid como o Policial Lestrade, que, à época da pré-sequência, não tinha um bom relacionamento com o detetive.
Se o formidável corpo de atores e atrizes é forte o suficiente para nos envolver, Ritchie e Harness desandam em alguns aspectos técnicos e artísticos: de um lado, temos uma preocupação irretocável com o cenário e com o design de produção, colocando um tempero a um panorama marcado pela urbanização desenfreada e pelo constante embate social entre as classes; de outro, a montagem e a direção, por vezes, ousam em momentos equivocados, trazendo uma estilização desnecessária que descompensa o ritmo e o dinamismo do frenético. E, como era de se esperar, Bruce Broughton assina uma caprichosa trilha sonora que emula o arranjo dos filmes estrelados por Downey Jr. sem se deixar levar pelo saudosismo exacerbado.
‘Jovem Sherlock’ tem seus problemas, mas consegue varrê-los para debaixo do tapete ao acreditar com firmeza na essência do projeto ao esquadrinhar um ponto de encontro entre o legado de Doyle e os escritos de Lane. Ao canalizar os esforços a fim de deixar que o elenco seja o motor de uma alucina e deliciosa aventura, o resultado é aprazível o bastante para nos manter vidrados nas telas do começo ao fim.
Lembrando que a série está disponível no Prime Video.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de abril.
Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.
O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.
O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.
Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).
Faltam poucos dias para a cerimônia do Oscar2026! E é justamente nessa reta final que a maioria de nós, cinéfilos, acaba dando um jeito de encontrar tempo para ver a muitos dos indicados ao prêmio. Tirando os favoritos e as categorias mais badaladas (e o nosso representante brasileiro, ‘O Agente Secreto’), é legal também esticar o olho para outras categorias, que ganham menos espaço de mídia. É o caso dos indicados a Melhor Documentário, os quais muitos sequer chegam a ser exibidos no Brasil. Felizmente este ano o cinéfilo poderá conferir ao menos um dentre estes indicados: o documentário ‘Alabama: Presos do Sistema’, disponível aos assinantes da plataforma da HBO.
Gravado boa parte de maneira clandestina (uma vez que, obviamente, não é permitido câmeras dentro dos presídios, mas a produção conseguiu imagens dos locais graças aos celulares contrabandeados para dentro das celas e enviados pelos próprios detentos), já quase no final do longa um dos detentos confessa: as imagens feitas ali dentro só foram possível graças ao fato de eles (os detentos) terem decidido quebrar as regras. Só que é mais que isso: ao realizar as próprias imagens e enviá-las para fora do confinamento, todos os participantes conseguiram quebrar o sistema de narrativa única dos fatos, mostrando, sem ressalvas, a verdade do que acontece nos presídios dos Estados Unidos – e, mais especificamente, no cárcere do estado do Alabama, que é onde tudo começa.
Ao longo de quase duas horas o filme de Charlotte Kaufman e Andrew Jerecki parte de uma denúncia aparentemente simples, embora grave – o espancamento de um detento, por parte dos carcereiros, sem explicações e que levou o detento a um coma profundo, resultando, posteriormente em sua morte. A partir desse episódio, os relatos e o filme vão desmembrando a sequência de absurdos surreais que fazem parte do cotidiano de quem vive nesse confinamento, mas que não chega aos ouvidos da sociedade por um sistema que abafa as vozes das partes vulneráveis da pirâmide social. Sem serem ouvidos nem vistos, quem se importará(ia) com o que se passa dentro daqueles muros? Este é o questionamento pautado silenciosamente em ‘Alabama: Presos do Sistema’.
Os diretores-roteiristas fizeram um bom trabalho de levantamento de material para corroborar os depoimentos corajosamente colhidos e as denúncias apresentadas. De maneira organizada, demonstra como a partir de uma injustiça outras e mais outras ocorrem sistematicamente nos presídios do Alabama, o que faz com que as famílias do lado de fora fiquem às cegas sobre o que acontece com seus entes queridos e também faz com que muitos detentos busquem alternativas para si mesmos – como, por exemplo, estudar Direito, numa tentativa de se defender melhor e entender como funciona o sistema. Mesmo assim, o documentário também salienta a desesperança em, apesar da dedicação, estes mesmos detentos terem suas apelações negadas.
Dentre tanto desalento, o documentário foi feliz em conseguir registrar uma ponta de luz no fim do túnel: a insurreição interna que uniu todos os presídios do Alabama em uma greve generalizada reivindicando melhorias para os detentos, que pararam de trabalhar.
Corajoso, posto que num país onde não se pode falar de suas próprias falhas sociais, ‘Alabama: Presos do Sistema’ expõe a degradação cívica onde uma sociedade é capaz de causar a desumanização de seus pares em um ambiente controlado e longe dos olhos do povo. Talvez não ganhe o Oscar, mas o fato de ter chegado tão longe numa premiação tão importante, já sinaliza que o importante aqui é a denúncia – e, quanto mais gente assistir, mais chances de mudar a sociedade e o sistema.
A distribuidora GKIDS confirmou que as primeiras cenas da aguardada sequência ‘Godzilla Minus Zero‘ serão exibidas durante o CinemaCon 2026.
O evento acontecerá em Las Vegas, no dia 14 de abril, o CinePOP fará a cobertura completa in loco.
O diretor e roteirista Takashi Yamazaki subirá no palco para apresentar o conteúdo inédito.
“Há muito tempo defendemos a importância da experiência cinematográfica compartilhada. Acreditamos que não há lugar melhor para lançar ‘Godzilla Minus Zero’, de Yamazaki-san, do que no CinemaCon, ao lado das pessoas que apresentam essa magia nas telonas: os donos de cinema,” declarou David Jesteadt, presidente da GKIDS.
O longa está programado para estrear nos cinemas norte-americanos no dia 6 de novembro.
‘Godzilla Minus One‘ foi um sucesso estrondoso, sendo aclamado pela crítica e pelo público. O filme fez história ao se tornar o primeiro da icônica franquia kaiju a conquistar um Oscar, vencendo na categoria de Melhores Efeitos Visuais.
Detalhes exatos da trama de ‘Godzilla Minus Zero‘ ainda não foram revelados, mas o novo filme deve manter o estilo e o tom dramático e sério que marcaram o filme original.
O título ‘Minus One‘ se referia ao Japão ter voltado a um estado “menos um” (abaixo do zero) após o fim da guerra. O novo título, ‘Minus Zero‘, indica que a sequência apresentara uma possível reflexão sobre a reconstrução e o trauma coletivo.
De acordo com o Deadline, Noah Beck (‘O Bad Boy e Eu’) foi confirmado no elenco do reboot de ‘Baywatch: S.O.S. Malibu‘, que está sendo desenvolvido pela FOX.
O ator interpretará Luke, um salva-vidas novato e o caçula de uma família de bombeiros que escolheu a praia em vez do quartel. Luke é o típico garoto de praia charmoso do sul da Califórnia, surfista e paquerador, mas quando se trata de salvar vidas, ele é um dos melhores. Ele ainda tem muito o que amadurecer, e Baywatch é uma parte importante disso, especialmente seu relacionamento com Hobie Buchannon (Stephen Amell), a quem ele vê como um mentor e um segundo pai.
O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.
Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.
“Desde nosso primeiro encontro, Stephen Amell apresentou exatamente o que este novo capítulo de ‘Baywatch’ exige: coração, intensidade e a inegável energia de herói. Ele é o tipo de protagonista que consegue correr para o perigo, carregar o peso emocional e ainda criar um clima divertido. Estamos ansiosos para começarmos,” declarou Nix.
O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.
Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.
As filmagens estão programadas para meados deste ano, em Venice Beach e nos estúdios da Fox em Century City.
O indicado ao Oscar Sylvester Stallone foi contratado como produtor executivo da vindoura pré-sequência de ‘Rambo’, intitulada ‘John Rambo’.
Stallone interpretou o personagem original no clássico de 1982, reprisando o papel em mais quatro longas-metragens. Apesar de ter assinado o roteiro de todos os capítulos da franquia de ação – e inclusive ter dirigido ‘Rambo IV’ -, o astro nunca assumiu a cadeira de produtor executivo, fazendo sua estreia na função com o novo capítulo.
“Olá, aqui é Sylvester Stallone.Rambo foi uma parte enorme da minha vida e da minha carreira. Mas há mais história para contar. Existe a origem, o início e que vem aí. Eu serei o produtor executivo desta história de origem.”
As gravações da pré-sequência já iniciaram em Bangkok, na Tailândia.
Jalmari Helander (‘Sisu – Uma História de Determinação’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Rory Haines & Sohrab Noshirvani (‘Adão Negro’). A história será centrada em um jovem John Rambo durante a Guerra no Vietnã.
Millennium Media (‘Os Mercenários’) é o estúdio por trás do projeto.
Vale lembrar que a franquia ‘Rambo‘ já acumula cinco filmes e uma bilheteria mundial superior a US$ 800 milhões mundialmente. O capítulo mais recente, ‘Rambo: Até o Fim‘ (2019), arrecadou US$ 92 milhões nas bilheterias globais.
Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.
Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”