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Actor Awards 2026 | Keri Russell leva o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por ‘A Diplomata’

a diplomata

A 3ª temporada do aclamado drama político ‘A Diplomata‘, estrelado por Keri Russell, continua a marcar preseça na temporada de premiações – e levou o primeiro prêmio da 32ª edição do Actor Awards.

Russell foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por seu impecável trabalho.

Lembrando que as duas primeiras iterações já estão disponíveis na plataforma.

A série foi criada por Debora Cahn (‘Homeland’, ‘The West Wing’).

A obra é descrita como um thriller político ambientado na Embaixada dos Estados Unidos em Londres e acompanha uma diplomata que consegue um novo papel como embaixadora em Londres – mas com grandes implicações para seu trabalho e vida pessoal. Isso tudo enquanto uma crise internacional está se desenrolando em segundo plano.

O elenco ainda conta com Rufus SewellDavid Gyasi, Ali Ahn, Rory Kinnear, Allison JanneyAto Essandoh.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’: Vídeo compila os HILÁRIOS erros de gravação da 1ª temporada; Confira!

A 1ª temporada de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, nova série derivada do universo Game of Thrones, chegou ao fim recentemente e já está disponível na íntegra para os assinantes da HBO Max.

Agora, foi divulgado um vídeo promocional inédito do spin-off, compilando alguns dos hilários erros de gravação.

Confira:

Já renovada para a 2ª temporada, a série agora irá abordar o livro ‘A Espada Juramentada’, de George R.R. Martin – e o showrunner e cocriador Ira Parker trouxe algumas atualizações recentes, apesar de manter mistério sobre a narrativa dos próximos episódios.

Atualmente imerso na produção, Parker destacou à Entertainment Weekly que seu principal motor é o carinho pela obra original: “É muito interessante ver as reações ao que fizemos até agora. Mas, no fim das contas, o prazer está em ser fã”.

“Não tenho uma agenda oculta; quero contar boas histórias sobre personagens que amo e garantir que o público se divirta. Esse é o objetivo final”, concluiu.

Baseado em ‘Contos de Dunk & Egg’, de George R.R Martin, a trama nos um século antes dos eventos da série original, onde dois heróis improváveis percorreram Westeros: um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto (Peter Claffey), e seu diminuto escudeiro, Egg (Dexter Sol Ansell). Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Dexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Você não está preparado: 10 filmes inquietantes e com muita tensão!

No mundo do cinema, chegar até a tensão não é algo tão fácil. É preciso uma narrativa envolvente, a partir de um roteiro que induza o uso de elementos cinematográficos que ajudem a chegar nesses momentos. Seja em um suspense psicológico ou mesmo em um filme de zumbis, várias produções nos deixam inquietos na cadeira, na expectativa do que vai acontecer. Se você gosta de filmes que chegam forte na tensão, segue uma lista de sugestões abaixo:

 

Mother’s Baby (Estreia em breve nos cinemas)

A euforia diante de uma possibilidade até o silêncio das incertezas e imprevisibilidades são traços marcantes de um longa-metragem perturbador que nos leva até a mente de uma mãe de primeira viagem. Em Mother’s Baby caminhamos na linha tênue entre o drama e o suspense, presenciando de forma intensa e profunda a maternidade sob uma perspectiva imersiva da depressão pós-parto.

Crítica | ‘Mother’s Baby’ – A maternidade sob a perspectiva imersiva da depressão pós-parto

 

Corta-Fogo (Netflix)

Mara (Belén Cuesta) chega com a filha Lide (Candela Martínez) e o cunhado Luis (Joaquín Furriel), sua esposa Elena (Diana Gómez) e o filho do casal, para encaixotar roupas e objetos da sua casa que será vendida – decisão tomada após a perda do marido. Enquanto estão no local, uma torre de telefonia em meio à floresta solta faíscas que rapidamente se propagam, culminando em um incêndio florestal arrasador. Prestes a irem embora, Lide desaparece, levando a família a uma corrida contra o tempo – somada a uma variável que surge de forma inesperada.

Crítica | ‘Corta-Fogo’ – A moral no campo das suposições marca suspense da Netflix

 

Unhas e Dentes (Netflix)

Ambientado em um mundo distópico onde a fome se tornou um dos graves problemas da humanidade, um lutador de Muay Thai (Mark Prin Suparat) sobrevive do jeito que pode ao lado da companheira, a cirurgiã Rin (Nuttanicha Dungwattanawanich). Quando o local onde ela trabalha é tomado por uma epidemia zumbi, o lutador fará de tudo para conseguir salvá-la.

 

Zafari (Em cartaz nos cinemas)

Criando uma atmosfera de confinamento a partir de uma distopia que mostra classes sociais em conflito, indo da sensação de ameaça a o silêncio desconcertante, em Zafari somos jogados até uma distopia sarcástica que apresenta um retrato impactante do comportamento humano quando o instinto de autopreservação está por um fio – ultrapassando qualquer linha de moral.

 

Harpía: Presença Maligna (HBO MAX)

Mãe solteira e de primeira viagem, Harper (Katie Parker) – com algum trauma no passado – chega com seu bebê de seis meses à casa da mãe, Sadie (Patricia Heaton), no sul do país. No início, tudo é uma maravilha, mas logo começa a perceber estranhos acontecimentos que a colocam em estado de alerta para manter a salvo tanto o bebê quanto a si mesma.

 

Os Malditos (HBO MAX)

Em algum momento do século XIX, Eva (Odessa Young) é uma mulher que vive numa aldeia de pescadores, situada em uma região completamente tomada pela neve, após a morte do marido. Um dia, ao encontrar um barril, ela e os homens da comunidade partem mar adentro em busca de mais produtos que possam estar perdidos, mas acabam encontrando algumas pessoas ilhadas pedindo ajuda. Com medo de quem sejam eles, o grupo de Eva resolve abandoná-los e, nos dias que se seguem, uma série de situações sinistras passa a afetar o vilarejo.

 

Dois Procuradores (Em cartaz nos cinemas)

Um dos filmes mais angustiantes que chegarão aos cinemas brasileiros neste primeiro semestre de 2026, Dois Procuradores nos guia a uma imersão sombria e sufocante em um centro de detenção soviético nos tempos de Stalin. Exibido no Festival de Cannes do ano passado, onde concorreu à Palma de Ouro, o projeto dirigido pelo cineasta ucraniano Sergey Loznitsa mostra, em detalhes, os absurdos cometidos ao estado de direito em uma época marcada pela legitimação de atos imperdoáveis por meio de confissões forçadas de inocentes.

 

A Grande Inundação (Netflix)

A trama, ambientada em uma Seul (Coreia do Sul) dos tempos atuais, gira em torno de An-Na (Kim Da-mi Koo), uma cientista e pesquisadora que acorda em um dia com um tsunami atingindo o prédio de 30 andares onde mora com o filho, Ja In (Kwon Eun-sung). Correndo contra o tempo para encontrar uma saída em meio ao caos, seu destino se cruza com o agente de segurança Hee-jo (Park Hae-soo), que está no local para resgatá-la. Aos poucos, vamos entendemos que essa história não se resume só a isso, com algo misterioso sendo revelado aos poucos.

 

Um Fantasma na Batalha (Netflix)

Inspirado em fatos reais ocorridos na Europa, mais precisamente entre a Espanha e a França, a partir das ações terroristas de um grupo separatista que logo chegou à luta armada cometendo atentados em diversos lugares, o longa-metragem Um Fantasma na Batalha, recém-adicionado à Netflix, é um thriller político com pitadas generosas de espionagem, que joga nossos olhares para o lado sombrio do ser humano, onde a inconsequência é rompida.

 

Xamã: O Exorcista Pagão (HBO MAX)

Candice (Sara Canning) chegou tempos atrás com seu marido Joel (Daniel Gillies) e o filho Elliot (Jett Klyne) até ao Equador para evangelizar toda uma região indígena que mora numa região fria e remota. Aceita pela comunidade, os planos são de ampliar a estadia e cumprir o objetivo proposto. Só que isso tudo muda quando seu filho é possuído por uma espírito maligno, e tudo que ela acredita cai por terra, tendo que encontrar soluções ligadas à uma sabedoria que desconhece, e até mesmo ao exorcismo, conforme a situação se complica.

‘Um Cabra Bom de Bola’ ultrapassa US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de três semanas, a animação ‘Um Cabra Bom de Bola‘ (GOAT) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, a produção tem registrado uma excelente estabilidade, sofrendo uma queda recente de apenas -28% em comparação ao final de semana anterior. Ao total, o longa já soma S$ 73.9 milhões no país.

No mercado internacional, o filme acrescenta US$ 56.5 milhões.

Vale lembrar que, apesar de ter estreado no TOP 2 no território norte-americano, a animação conseguiu desbancar o remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes‘ no final de semana seguinte e assumiu o topo das bilheterias domésticas. A virada se deu por conta da ótima estabilidade do longa nas telonas.

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore.

Um Cabra Bom de Bola’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, um pequeno bode chamado Will ganha a chance de sua vida ao se juntar aos profissionais e jogar roarball, um esporte de alta intensidade e contato total, dominado pelos animais mais velozes e ferozes do mundo.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é estrelada por Caleb McLaughlin (‘Stranger Things’) e o vencedor da NBA Stephen Curry, além de contar com um elenco de voz que inclui Gabrielle Union (‘Bad Boys II’), Nick Kroll (‘Big Mouth’), Nicola Coughlan (‘Bridgerton’), David Harbour (‘Thunderbolts*’), Jenifer Lewis (‘I Love That for You’) e Patton Oswalt (‘Ratatouille’).

O filme marca a estreia diretorial de Tyree Dillihay, que é auxiliado por Adam RosetteAaron BuchsbaumTeddy Riley assinam o roteiro.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’: Andy Samberg comenta possível retorno como Ben Reilly

O ator Andy Samberg, que dá voz ao Ben Reilly (Aranha Escarlate), uma paródia das versões do herói dos anos 90, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar o papel emHomem-Aranha: Além do Aranhaverso’.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Samberg revelou que, embora esteja no escuro sobre o roteiro, está totalmente aberto a voltar.

“Eu realmente não sei de nada! Com base em como o último filme termina, parece que o Ben Reilly deveria voltar, mas eu nunca dou nada como certo neste negócio”, afirmou o ator entre risos. “Se eles me quiserem, estou dentro para o que precisarem.”

Diretores de ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ detalham processo de construção do terceiro filme

Até o momento, os detalhes da sequência permanecem sob sigilo. No entanto, durante a CinemaCon, o cineasta Phil Lord adiantou que o longa começará com Miles Morales foragido e perseguido por outros heróis do Aranhaverso.

Lord também justificou a demora para o lançamento: “Simplesmente não podíamos fazer às pressas. Decidimos usar o tempo necessário para garantir que o filme fique perfeito. Será um final gigantesco para a trilogia.”

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ está disponível no Prime Video.

Remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Em menos de três semanas, o remake do clássico ‘O Morro dos Ventos Uivantes‘ (Wuthering Heights) já conseguiu arrecadar US$ 192 milhões nas bilheterias mundiais.

A quantia representa mais que o dobro do valor que a Warner Bros. desembolsou para adquirir os direitos da adaptação (US$80M).

Após três finais de semana, a produção segue no TOP 3 dos filmes mais assistidos nos cinemas dos EUA – sofrendo uma queda recente de apenas -50% em comparação ao final de semana anterior.

Nos EUA, o longa soma US$ 72.3 milhões. Internacionalmente, foram US$ 119.7 milhões através de 77 mercados.

Vale lembrar que a nova versão, estrelada por Jacob Elordi (‘Frankenstein’) e Margot Robbie (‘Barbie’), abriu com US$ 83 milhões em sua estreia global.

Com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore.

O Morro dos Ventos Uivantes‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.

Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.

‘Pânico 7’: Diretores originais revelam que sequência “iria acabar com você”

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandaram o renascimento de Pânico, revelaram recentemente detalhes sobre as ideias que tinham para a sequência antes de deixarem o projeto.

Conforme à Variety, a dupla explicou que precisou se afastar da franquia para dirigir o terror Abigail.

“Nunca chegamos a ler um rascunho de qualquer versão de ‘Pânico 7’ que iríamos fazer, porque já tínhamos saído para filmar ‘Abigail’”, afirmou Bettinelli-Olpin. “O que tínhamos em mente para ‘Pânico 7’ era algo como: ‘Até onde podemos ir com isso?’ Era algo de que falávamos muito. Para nós, a ideia sempre foi que, se ‘Pânico 6’ era quase um filme secretamente ‘good vibes’, ‘Pânico 7’ iria acabar com você. Foi o máximo a que chegamos”. 

Tyler Gillett acrescentou que a ideia era seguir o caminho oposto ao filme anterior, que expandiu a escala para Nova York.

“Como expandimos o escopo da história ao ir para Nova York, outra coisa que conversamos, só eu e o Matt, não foi uma conversa com os roteiristas — foi: ‘Como fazer o oposto no 7?’ Tipo, reduzir tudo e transformar em algo ultra contido, quase contínuo, minuto a minuto. Mas, fora essa nossa ideia meio maluca, não sabíamos de nenhum plano além de ‘Vai ter outro’”, concluiu.

A versão que chegou às telas, dirigida pelo criador da franquia Kevin Williamson, traz o retorno triunfal de Sidney Prescott (Neve Campbell).

Na trama, um novo Ghostface surge na cidade onde Sidney reconstruiu sua vida, transformando sua filha (Isabel May) no próximo alvo. Determinada a proteger sua família, Sidney encara os horrores do passado para encerrar o massacre de vez.

O elenco conta ainda com Courteney Cox, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding e grande elenco, com roteiro assinado por Guy Busick e Kevin Williamson.

Crítica 4 | Pânico 7 – Sequência PREVISÍVEL segue as regras em vez de quebrá-las

Pânico 7’ já está em exibição nos cinemas!

Crítica 4 | Pânico 7 – Sequência PREVISÍVEL segue as regras em vez de quebrá-las

Em 1996, ‘Panico‘ redefiniu as regras do gênero. Com um texto inteligente e uma metalinguagem afiada, o longa de Wes Craven rapidamente se tornou um clássico e abriu as portas para uma franquia de sucesso. Agora, três décadas depois, o sétimo capítulo promete um grande retorno à fórmula, mas o resultado é um filme irregular com crise de identidade que segue as regras em vez de quebrá-las.

Desta vez, Sidney Prescott (Neve Campbell) retorna ao foco da ação após sua filha, Tatum (Isabel May), se tornar o alvo de um novo Ghostface. Ela conta com a ajuda da Gale Weathers (Courteney Cox) para desmascarar essa nova ameaça enquanto literalmente precisa encarar o seu passado, que ela pensava estar morto e enterrado.

Os problemas desta sequência se tornam aparentes desde a abertura. Pouco inventiva, a cena parece querer criticar a nostalgia ao mesmo tempo em que se apoia nela. Além de não surpreender e entregar o mínimo denominador comum que se pode esperar da franquia, a cena falha em se conectar à trama geral e em causar qualquer impacto.

O maior trunfo deste novo filme é a presença da Neve Campbell, que traz um retorno competente e seguro como a icônica sobrevivente Sidney Prescott. A relação entre mãe e filha é a alma e o coração desta sequência, e, neste aspecto, Isabel May se mostra uma figura promissora para o futuro da saga.

Infelizmente, todos os outros personagens – veteranos e novatos – apenas gravitam em torno da dupla principal, sem propósito. Mesmo com a ausência inexplicável (e questionável) de certas sobreviventes, o elenco veterano ainda é numeroso, e o roteiro faz um péssimo trabalho ao tentar integrá-lo à narrativa. Gale tem uma das introduções mais espetaculares da saga, e há vestígios de uma tentativa de desenvolvimento, mas até mesmo ela é abandonada sem cerimônia à medida que o roteiro se apressa rumo a um desastroso terceiro ato.

O uso de Inteligência Artificial deveria ter sido o grande diferencial deste novo capítulo, mas, apesar do potencial e da temática relevante, a abordagem medíocre desafia não apenas a inteligência da Sidney, como também a nossa. O retorno de alguns rostos conhecidos no terceiro ato parece deslocado em vez de nostálgico – como uma ideia que os roteiristas começaram a desenvolver, perderam o interesse e esqueceram de remover da edição final.

E o terceiro ato é um show de horrores à parte; rápido, anclimático e fora de tom, indiscutivelmente a pior conclusão e motivação da franquia. É tão ruim que ofusca os dois primeiros atos que, apesar de não apresentarem nada inovador, têm seus momentos e entregam o que você espera de um filme da saga. Apesar dos pontos negativos, ‘Pânico 7‘ não é a bomba que muitos estão apontando. É um filme decente, mas que sofre com um roteiro desconexo, incapaz de explorar o potencial de suas próprias ideias.

Ao receber prêmio honorário, Jason Blum fala sobre IAs e sobre “acreditar no impossível”

Ao aceitar o prêmio honorário na 37ª edição anual do Producers Guild Awards, o produtor Jason Blum agradeceu a vários colaboradores e apoiadores, começando por seu amigo de longa data, Barry Diller, o bilionário presidente da IAC, que lhe entregou o prêmio (via Deadline).

Referindo-se a si mesmo como “este humilde produtor de meia-idade”, Blum disse que Diller “é meu amigo há muito tempo e meu mentor, alguém que admiro muito, e ele mudou minha vida de muitas maneiras”.

Blum, então, prestou homenagem à esposa Lauren, à sua parceira Donna Langley, da Universal Pictures, e ao aclamado realizador James Wan, frequente colaborador de diversos projetos encabeçados pela Blumhouse.

Pouco depois, o realizador comentou sobre a situação atual da indústria do entretenimento, que vem sofrendo certas ameaças em virtude da popularização dos adventos tecnológicos e das inteligências artificiais – que, inclusive, estão sendo utilizadas como motor de produções artísticas diversas.

“Estamos vivendo em uma época em que as máquinas têm muita confiança de que podem escolher o que vai funcionar, que os algoritmos podem nos dizer tudo o que já assistimos e o que devemos assistir em seguida, e que a IA pode nos dizer o que assistir em streaming e qual será nosso humor na próxima terça-feira”, ele disse.

O que as máquinas não conseguem fazer, no entanto, é “se apaixonar por algo” ou “ter instinto”.

O produtor acrescentou: “se você tivesse pedido a um algoritmo alguns meses atrás para prever o desempenho de uma série de baixo orçamento sobre um romance gay no hóquei, sem nenhum astro conhecido, eu garanto que o algoritmo teria dito: ‘não façam essa série’. Mas é por isso que ‘Heated Rivalry’ precisava de nós; precisava de produtores.”

Ao concluir, Blum deixou a seguinte mensagem para a plateia: “continuem acreditando em suas histórias, em seus diretores, atores e roteiristas impossíveis, e, acima de tudo, em seus produtores impossíveis, mesmo quando estivermos no nosso auge”.

Shia LaBeouf nega problemas com álcool e atribui prisão a “complexo de Napoleão”

LONDON, ENGLAND - OCTOBER 03: Actor Shia LaBeouf attends "The Peanut Butter Falcon" UK Premiere during 63rd BFI London Film Festival at the Embankment Gardens Cinema on October 03, 2019 in London, England. (Photo by John Phillips/Getty Images)

O ator Shia LaBeouf manifestou-se recentemente para apresentar sua versão sobre a prisão ocorrida no início deste mês, durante as celebrações do Mardi Gras, em New Orleans. Ele enfrenta duas acusações de agressão simples.

Em entrevista à Variety, o ator questionou a necessidade de retornar à reabilitação, medida que foi ordenada por um juiz local.

“Meu comportamento… eu preciso lidar com isso. Isso significa que eu tenho que ir para a reabilitação de novo? Eu simplesmente não estou nessa, cara. Eu não acho que minhas respostas estejam lá. Não acho. Sinceramente, de verdade, não acho. Se eu realmente achasse, eu iria. Não acho que eu tenha um problema com bebida”, afirmou.

Em vez disso, o ator acredita que seu comportamento agressivo deriva de um “complexo de homem pequeno” (ou complexo de Napoleão).

“Eu acho que tenho um problema diferente, e vou enfrentá-lo. Acho que tenho um complexo de homem pequeno. Acho que tem mais a ver com raiva e ego do que com a minha bebida, mas é aí que estou agora na minha jornada, e estou tentando navegar por isso. Eu vou descobrir”, explicou.

Sobre a confusão que levou à sua detenção, LaBeouf alegou que o conflito começou após ser tocado por três homens em um estabelecimento.

“Vou ser honesto com você, homens gays grandes me assustam. Eu estava lá, parado sozinho, e três caras gays ao meu lado, tocando minha perna, eu fico assustado. Desculpa se isso é homofóbico. Então eu sou isso”, afirmou.

Questionado se acontece com frequência, ele respondeu: “Só aconteceu uma vez recentemente… Bem, foi por isso que eu fui preso. Eu estou errado por tocar em qualquer pessoa, em qualquer circunstância. E isso encerra minha declaração sobre toda essa merda”.

De acordo com o Departamento de Polícia de New Orleans, o ator teria causado tumulto em um local na Royal Street e agredido uma vítima com socos após ser retirado do prédio.

Shia LaBeouf é PRESO em Nova Orleans e publica: “Me libertem”

Cara Delevingne reflete sobre saúde mental e o impacto das redes sociais

A atriz e modelo Cara Delevingne refletiu recentemente sobre a urgência das conversas sobre saúde mental e o impacto das redes sociais. Atualmente, seu foco está voltado para o bem-estar emocional e o apoio a comunidades marginalizadas.

“Estamos rindo e fazendo piada agora dizendo: ‘Está tudo pegando fogo’. Virou esse humor sombrio em torno do fato de que ninguém está se sentindo muito bem… A saúde mental é tão importante neste momento, poder fazer o bem para si mesmo para poder fazer o bem para os outros”, afirmou em entrevista a Variety.

Para lidar com os “dias de merda”, Delevingne recorre a páginas do GoFundMe: “Eu gosto de ver o impacto real que você pode causar ao ajudar alguém”.

Segundo ela, o debate sobre saúde mental é indissociável das redes sociais: “Esse algoritmo não foi feito para coisas boas. Eu ainda não cheguei ao ponto de apagar o Instagram do meu telefone, mas estou constantemente trabalhando no autocontrole porque me pego entrando lá sem nem perceber… É assustador”.

Como estratégia de resistência, ela busca “corrigir” o próprio algoritmo seguindo perfis de boas ações e notícias positivas sobre mulheres.

“Eu sigo muitas contas sobre boas ações e boas notícias. Tem uma conta só de boas notícias sobre mulheres. Isso sempre me deixa feliz, porque sinto que, quando o pêndulo está indo tão para o outro lado, com direitos das mulheres sendo retirados, pessoas negras ou a comunidade LGBTQIA+ sendo afetadas, precisamos tentar empurrá-lo de volta. Se eu ficar constantemente com medo, simplesmente não saio de casa, e aí nada nunca vai ser feito”, concluiu.

‘Pânico 7’ quebra RECORDES e arrecada quase US$ 100 milhões em estreia GLOBAL

GIGANTE! A sequência ‘Pânico 7‘ arrecadou US$ 97.2 milhões em sua estreia global.

Internacionalmente, o sétimo filme da franquia abriu com US$ 33 milhões através de 52 mercados – o que representa um desempenho 35% acima do capítulo anterior neste mesmo período.

Vale destacar que esta a primeira vez que a franquia supera a marca dos US$ 30 milhões em sua estreia internacional.

Nos EUA, o terror arrecadou US$ 64.1 milhões em seu primeiro final de semana, tornando-se o maior lançamento da história da franquia no país.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Além disso, o sétimo filme recebeu uma nota B- do público no CinemaScore. Apesar de ser a menor média de aprovação da franquia (ao lado de ‘Pânico 4‘), a nota não está muito longe da maior (B+), alcançada pelo longa original, sua primeira sequência e os dois capítulos estrelados pela Melissa Barrera e Jenna Ortega.

Os críticos, por outro lado, não parecem ter gostado muito da sequência – que permanece como a pior média de aprovação da saga no Rotten Tomatoes, com apenas 34%.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Pânico 7‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Crítica de Temporada | ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ é uma sublime adição ao universo ‘Game of Thrones’

Em 2011, os escritos do aclamado e prestigiado autor George R.R. Martin ganharam vida nas telinhas com a adaptação Game of Thrones – que, em pouco tempo, não apenas se tornou uma das séries mais elogiadas da história, como se transformou em um projeto seminal para os dramas fantásticos, acompanhando o legado deixado pela saga ‘O Senhor dos Anéis’. Após oito temporadas, a produção chegou ao fim, mas não antes de expandir seu universo com a pré-sequência A Casa do Dragão, que encontrou sucesso similar entre os espectadores e os críticos ao focar no auge e na decadência da Casa Targaryen.

Este ano, fomos convidados mais uma vez a voltar para Westeros com a ambicioso ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, adaptação de ‘Os Contos de Dunk e Egg’ que se destrinchou em seis breves episódios supervisionados por Martin e pelo realizador Ira Parker – e que nos encantou com uma instigante narrativa centrada em Ser Duncan, o Alto (Peter Claffey), um honesto Cavaleiro Andante com ganas de ser celebrado por sua vocação e de pertencer a algum séquito; e em Aegon Targaryen (Dexter Sol Ansell), apelidado carinhosamente de Egg, que esconde sua verdadeira identidade para auxiliar Ser Duncan em sua empreitada, assumindo o posto de fiel escudeiro. E, navegando com calma pela atribulada atmosfera política e social de Westeros, o spin-off chegou ao fim recentemente e já se sagra como uma das melhores produções audiovisuais de 2026.

Todo o cerne da obra volta-se para os clássicos tropos da Jornada do Herói, como exploradas por Joseph Campbell em seu influente manual. É claro que Parker, aliando-se a um time de hábeis diretores e roteiristas, bebe das fórmulas para remodelá-las a seu bel-prazer, garantindo que os ritos de passagem clássicos do herói mítico estejam em sintonia com o explosivo e sangrento universo de Martin. Dessa forma, Dunk e Egg se reúnem em caminhos similares que os arremessam ao “cruzamento do limiar” em arcos paralelos e, ao mesmo tempo, convergentes dentro do que representam um para o outro e para si próprios. De um lado, Dunk deseja entrar para o Torneio de Vaufreixo, a fim de honrar a memória de seu falecido mestre, Ser Arlan (Danny Webb); de outro, Egg visa se afastar do legado de perdição da Casa Targaryen, vendo em Dunk a possibilidade de ser um escudeiro e ajudá-lo.

Os dois protagonistas partem de um lugar-comum – um espaço de marginalização por não se encaixarem em quaisquer grupos que se espalham por Vaufreixo e pelas justas que acontecem. E é justamente nessa ambientação que eles encontram semelhanças entre si que podem beneficiá-los de alguma maneira. Dunk é a representação máxima do caráter mítico e epopeico do herói clássico, pincelado com uma ingenuidade que em momento algum se transforma em fraqueza, e sim é traduzida em uma necessidade ímpar de proteger os mais fracos e inocentes. Eventualmente, sua benevolência o coloca em disputa com o psicótico e impiedoso Aerion Targaryen (Finn Bennett), irmão de Egg, que o desafia para uma batalha até a morte a fim de que o Cavaleiro Andante prove sua inocência após ousar desmoralizar o nome da Casa do Dragão.

A configuração do spin-off tem um comportamento diferente de suas conterrâneas, deixando de lado o aspecto mais incisivo, ao menos nos primeiros episódios, para oferecer uma perspectiva mais suave e fabulesca, por assim dizer: à medida que algumas assinaturas aparecem logo de cara, o uso de uma trilha sonora mais altiva e a construção do laço entre Dunk e Egg mergulha em uma ambientação de “conto de fadas” – que prenuncia a derradeira obscuridade do quarto episódio, “The Seven”, e o clímax do irretocável “In The Name of the Mother” (facilmente um dos melhores capítulos de todo o panteão Game of Thrones).

Parker tem uma ideia muito clara por trás da adaptação e mostra, com as duas iterações mencionadas no parágrafo acima, que Westeros está imbuído em um ciclo interminável de guerra e destruição – como Dunk percebe quando mais jovem, quando tentava sobreviver ao lado da ardilosa e contundente Rafe (Chloe Lea), antes de ser tutelado por Ser Arlan. Não é surpresa que mesmo o vibrante e festivo Torneio se renda às lutas de poder e à mandatória exigência de reafirmar um status “divino”, culminando na empoeirada e labiríntica sequência do Julgamento dos Sete, que denota a força de vontade de Dunk e a maneira como o Cavaleiro existe em um lugar que não comporta as engrenagens regentes do mundo que conhece.

O showrunner sabe como usar os breves 30 minutos de cada episódio a fim de não criar excessos descartáveis ou resoluções apressadas: ao alistar Owen Harris e Sarah Adina Smith como diretores, ambos fazendo sua estreia no universo Game of Thrones, ele mostra que ainda há muitas histórias a serem contadas – e faz isso com a presença implacável de Claffey e Ansell, e de nomes como explodem em cena, como Bertie Carvel (Baelor Targaryen), Sam Spruell (Maekar Targaryen), Daniel Ings (Lyonel Baratheon) e Shaun Thomas (Raymun Fossoway), apenas para citar alguns atores que se entregam de corpo e alma a um dos melhores enredos televisivos do ano.

Em breves seis episódios, ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ reafirma a genialidade de George R.R. Martin no cenário da fantasia e da aventura, expandindo esse ígneo cosmos de maneira aplaudível e capturando tanto os fãs de longa data quanto os novos – que podem se deliciar em meio a incríveis cenas de combate e a personagens complexos que nos encantam logos nos primeiros minutos.

Lembrando que a série está disponível na HBO Max.

Produtora de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ explora o caráter DURADOURO da franquia: “É uma história humana”

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega às telonas este ano, prometendo mais um ótimo capítulo da saga super-heroica estrelada por Tom Holland.

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, a produtora Amy Pascal foi questionada sobre o filme e aproveitou para explorar o caráter duradouro da franquia, explicando o que realmente importa quando uma nova história do Cabeça de Teia será levada aos cinemas.

“Bem, como você sabe, há muita gente que trabalha nos filmes do Homem-Aranha. Eu não me considero a única. Mas o que tem sido importante para mim desde que adquirimos os direitos, quando eu estava na Sony Pictures, até hoje, quando tenho a sorte de estar aqui fazendo esses filmes, é que se trata de uma história sobre Peter Parker, e nunca sobre qualquer outra coisa. Começa e termina com uma história humana, e todo o resto deriva daí”, ela explicou.

Pascal também contestou a ideia de que os filmes inspirados em quadrinhos operam sob alguma regra narrativa alternativa: “às vezes, as pessoas pensam em filmes de quadrinhos como um gênero à parte, com regras diferentes. Eu não os vejo dessa forma. Vejo-os como dramas e comédias, filmes que precisam tocar o coração”.

“Um filme é apenas um personagem fazendo uma escolha, e isso precisa ser tão verdadeiro para Peter Parker quanto para Jo March [de ‘Adoráveis ​​Mulheres’], Katharine Graham [de The Post’] ou qualquer outro personagem”, ela acrescenta.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ estreia em 31 de julho de 2026.

Além do retorno de Holland como o Cabeça de Teia, o longa contará com participações especiais de peso do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), com destaque para o implacável Justiceiro, interpretado por Jon Bernthal, e para o icônico Hulk, vivido por Mark Ruffalo.

Em entrevista ao ComicBook.com, Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, trouxe alguns detalhes sobre o mais novo capítulo da franquia, afirmando que “dirigir Homem-Aranha foi um dos [maiores] trabalhos da minha vida”, explicando que, embora normalmente não goste de rotular projetos como o “ápice” de sua carreira, Um Novo Dia’ com certeza faz parte desse grupo.

“Analiso cada projeto em que trabalho e penso: ‘nunca fiz isso antes, será que vai me empolgar pelos próximos dois anos?'”, acrescentou o cineasta. “E Homem-Aranha definitivamente é isso.”

“Todos os nomes envolvidos quando entrei para o projeto queriam fazer algo diferente”, observou Cretton. “Claro, ainda é o Homem-Aranha que todos amam, mas este é um novo capítulo em sua vida, e essa mudança de tom foi algo realmente empolgante para mim. Foi uma experiência extremamente gratificante e diferente”.

Charlie Cox estampa os novos cartazes INCRÍVEIS da 2ª temporada de ‘Demolidor: Renascido’; Confira!

Demolidor: Renascido’ retorna para sua 2ª temporada muito em breve no catálogo do Disney+ – e acaba de ganhar novos cartazes promocionais.

Como divulgado nas redes sociais, o próximo ciclo teve pôsteres espalhados pela cidade de Nova York, trazendo Charlie Cox como Matt Murdock e sendo procurado pelas autoridades.

Confira:

Lembrando que a próxima temporada estreia em 24 de março no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

‘Vingadores: Guerras Secretas’ começa a ser rodado ainda ESTE ano, revela insider

Boas notícias para os fãs do Universo Cinemático Marvel!

De acordo com o famoso jornalista e insider Daniel Richtman, as filmagens de Vingadores: Guerras Secretas devem começar em agosto deste ano.

Com lançamento marcado para 17 de dezembro de 2027, o longa funciona como sequência direta de Vingadores: Doutor Destino (agendado para 17 de dezembro de 2026) e irá encerrar o arco conhecido como Saga do Multiverso – que teve início com a aclamada série ‘WandaVision’, em 2021.

Robert Downey Jr. irá reprisar seu papel como Doutor Destino/Victor von Doom no encerramento da saga, mas mais detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Joe e Anthony Russo assumem a cadeira de direção.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Filme de DINOSSAUROS com Anne Hathaway e Ewan McGregor ganha novo título; Saiba mais!

E parece que a Warner Bros. está pronta para nos convidar a mais uma aventura fantástica!

Há alguns meses, a companhia havia anunciado um novo longa-metragem intitulado ‘Flowervale Street’, dirigido por David Robert Mitchell (‘Corrente do Mal’) e estrelado pela vencedora do Oscar Anne Hathaway (‘Os Miseráveis’) e por Ewan McGregor (‘Trainspotting – Sem Limites’).

Agora, foi revelado que o projeto ganhou um novo título e chegará aos cinemas em 14 de agosto deste ano sob o nome The End of Oak Street (via World of Reel).

Descrito como um thriller de aventura ambientado nos anos 1980, a trama traz McGregor e Hathaway interpretando pais que moram na Rua Flowervale, que começam a notar mudanças sutis em sua vizinhança. Quando uma violenta tempestade atinge a região, eles — e seus filhos e vizinhos — acordam e se veem “transportados de volta no tempo para a era pré-histórica”, cercados por dinossauros e outras criaturas selvagens.

Pam AbdyMichael De Luca, chefes da Warner Bros., também descrevem o filme como um “episódio de ‘Além da Imaginação’.

Sabe-se que o projeto conta com um orçamento de US$85 milhões.

Mais detalhes não foram divulgados.

Revelados os planos da Paramount Skydance para a WBD, a HBO Max e produções em IA

Ontem (26), foi revelado que a Netflix saiu da disputa pela aquisição da Warner Bros. Discovery, recusando-se a igualar a oferta da Paramount Skydance – que agora tem caminho livre para comprar os ativos de cinema, televisão e canais a cabo da empresa.

Segundo a Bloomberg, a Paramount pretende manter grande parte da empresa intacta, com o CEO e acionista David Ellison mantendo as equipes criativas da Warner Bros. Pictures e da HBO. A maior mudança seria a consolidação das equipes de marketing e distribuição.

Curiosamente, Ellison planeja integrar a HBO Max à plataforma de streaming Paramount+ existente. Assim, a HBO Max deixará de existir como a conhecemos, criando um único serviço com os catálogos de ambas as empresas para “tornar a Paramount+ mais atraente para os assinantes”.

O relatório também revela que Ellison utilizará inteligência artificial para produzir mais filmes e programas de TV e pretende lançar 30 filmes por ano pelas empresas combinadas, visto que o executivo já afirmou ser um grande defensor da experiência cinematográfia.

Porém, algumas preocupações ainda persistem, principalmente por causa dos estreitos laços que a família Ellison mantém com o presidente Donald Trump – e, considerando que a Paramount será proprietária da CBS News e da CNN em breve, certos conflitos ideológicos podem impactar na produção de filmes e séries.

A desistência da Netflix na disputa de aquisição veio depois que o conselho da WBD considerou que a oferta de US$31 por ação da Paramount Skydance pela empresa inteira era “superior” à proposta de US$83 bilhões da Netflix pelo estúdio e seus ativos de streaming.

‘Pânico 7’ supera US$ 60 milhões e se torna a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Sucesso! De acordo com o Deadline, a aguardada sequência ‘Pânico 7‘ arrecadou impressionantes US$ 64.1 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Para termos de comparação, o novo longa ultrapassou a abertura do sexto filme (US$44.4M), tornando-se o maior lançamento da história da franquia no país.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Além disso, o sétimo filme recebeu uma nota B- do público no CinemaScore. Apesar de ser a menor média de aprovação da franquia (ao lado de ‘Pânico 4‘), a nota não está muito longe da maior (B+), alcançada pelo longa original, sua primeira sequência e os dois capítulos estrelados pela Melissa Barrera e Jenna Ortega.

Os críticos, por outro lado, não parecem ter gostado muito da sequência – que permanece como a pior média de aprovação da saga no Rotten Tomatoes, com apenas 34%.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vale lembrar que ‘Pânico 7‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

CEO da Sony Pictures aponta o que deu errado no UCM atual: “A escassez tem valor”

Tom Rothman, CEO da Sony Pictures, compartilhou recentemente sua visão sobre a atual saturação do gênero de super-heróis no cinema. Em uma análise franca, o executivo sugeriu que a expansão agressiva do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) para o streaming teve um papel na recente queda de entusiasmo do público.

Conforme relatado pelo The Direct, Rothman argumentou que a onipresença da marca afetou o interesse dos fãs, defendendo que a “escassez” é uma ferramenta vital para manter o engajamento.

“Só acho que ele diria a mesma coisa. Eu diria assim: quando sempre precisamos equilibrar isso, equilibramos isso e respondemos sua pergunta sobre o Homem-Aranha. A escassez tem valor. Você tem que fazer o público sentir sua falta…. a ausência faz o coração crescer mais apaixonado”, afirmou o executivo.

Apesar da análise crítica sobre a estratégia anterior, Rothman reforçou sua admiração por Kevin Feige, o arquiteto do MCU.

“Vou te dizer uma coisa, tem duas pessoas sobre quem eu diria isso e talvez mais se eu pensar bem, mas essas duas me vêm à cabeça: nunca aposte contra Jim Cameron, ok, e nunca aposte contra Kevin Feige, acrescentou.

Agora, com a nova filosofia de “menos é mais”, o CEO da Sony acredita que a franquia recuperará sua força total, especialmente com grandes eventos cinematográficos.

“Ele sabe o que está fazendo, sabe, certamente eles se envolveram, você pode ver isso em uma correção de curso, menos televisão, acho que foi realmente a televisão e a elaboração dessa interconexão que fazia você ter que estar tão dentro, sabe, senão se sentia excluído”, destacou.

Por fim, ele concluiu: “E esse foi um mandato que ele recebeu de uma administração anterior da Disney. E ele é um bom soldado corporativo. Então ele fez o que lhe pediram para fazer. Mas acho que ele sabe muito bem que agora, até certo ponto, menos será mais e muito mais. Não se preocupem com Vingadores [Dr. Destino], pessoal”.