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10 Dicas de Filmes onde a SOBREVIVÊNCIA é a palavra chave!

Sabe aqueles filmes onde são apresentados enormes conflitos para o protagonista? Onde um erro em uma ação pode-se colocar tudo à perder? Geralmente, essas produções possuem ritmo intenso, principalmente as que abordam o instinto de sobrevivência. Pensando nesse recorte, segue abaixo uma lista com 10 filmes onde a ‘Sobrevivência’ é a palavra chave!

 

Sangue e Ouro

Na trama, ambientada na primavera de 1945, conhecemos Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão que acabara de desertar e logo é sentenciado à morte. Só que o destino lhe ajuda e coloca em seu caminho a humilde fazendeira Elsa (Marie Hacke) que o salva e cuida do seus ferimentos na casa onde mora com o irmão. Os nazistas que sentenciaram Heinrich estão na cidade em busca de ouro deixado para trás por judeus em fuga, fato que todos ali naquela região parecem conhecer. Logo, uma imensa batalha é vista, com vários lados em busca de seus objetivos.

 

A Mãe

Na trama, conhecemos uma ex-militar (Jennifer Lopez), exímia atiradora, que se meteu em várias enrascadas através de conhecidos, se tornando uma impiedosa assassina, vivendo como nômade, fugindo de serviço em serviço. Um dia ela descobre estar grávida e após um acordo com o FBI, resolve se distanciar da filha ainda bebê. O tempo passa, e sua filha Zoe (Lucy Paez), agora uma adolescente vivendo com os pais adotivos, corre perigo de vida, situação que a faz estar novamente no radar de impiedosos bandidos.

 

O Despertar de Aurora

Na trama, voltamos em uma extensa linha temporal, até a Primavera de 1925 onde conhecemos Aurora, uma jovem até então com 14 anos que travou uma enorme luta para fugir dos horrores do genocídio armênio e anos depois conseguiu chegar em Nova York onde conheceu as várias facetas da fama em meio a uma Hollywood na era do cinema mudo. Contando sua história ao mundo, no forte mercado de cinema, interpretou a si mesma no filme Auction of Souls (Leilão de Almas, 1919), um filme que se perdeu com o tempo, caindo no esquecimento.

 

Casamento Sangrento

Na trama, conhecemos Grace (Samara Weaving), filha de pais adotivos que sempre sonhou em ter uma família e está prestes a realizar seu sonho já que encontrou seu príncipe encantado, Alex (Mark O’Brien), um apaixonado futuro marido. No dia do casamento, ela vai passar as futuras horas na mansão da família do rapaz (que fez fortuna ao longo do tempo no início com uma fábrica que criava baralhos, depois vendia jogos de tabuleiros, e mais pra frente empreendedores bem sucedidos), e lá acaba conhecendo melhor uma tradição macabra onde o destino pode ser definido ao puxar uma carta que faz parte de um jogo que vem de ancestrais passados. Assim, em uma enorme mansão, cheia de passagens secretas, câmeras por todos os lados, vemos uma surpreendida protagonista que vai precisar ser muito corajosa em uma luta pela sobrevivência.

 

Filhos de Istambul

Na trama, conhecemos o esforçado Mehmet (Çagatay Ulusoy), um administrador de um depósito de resíduos sólidos em um bairro de classe média baixa em Istambul. Sua rotina é ajudar pessoas desabrigadas e dar um trabalho como catadores de papeis e outros objetos em determinadas zonas da cidade. Mas ele não anda bem de saúde, na fila do serviço público de saúde na espera de um transplante de rim passa seus dias em uma agonia sem fim. Certo dia, um menino chamado Ali aparece de surpresa no local de trabalho de Mehmet sem ter para onde ir. Mehmet então resolve ajudar o garoto e acaba entrando em uma jornada de autodescoberta.

 

Noites Brutais

Na trama, conhecemos uma jovem chamada Tess (Georgina Campbell) que chega em Detroit para uma importante entrevista de emprego e aluga uma casa pelo Airbnb. Só que quando chega ao local, uma região bem complicada longe do centro da cidade, acaba dando de cara com Keith (Bill Skarsgård) que também fez a mesma reserva da casa para aquela noite. Eles entram em acordo e ambos dormem no lugar. No dia seguinte, ao voltar pra casa Tess acha um corredor no porão escondido e lá é surpreendida. Logo após isso, conhecemos um outro importante personagem AJ (Justin Long) que vai acabar encontrando Tess em um momento perturbador.

 

A Queda

Na trama, conhecemos as amigas Becky (Grace Caroline Currey) e Hunter (Virginia Gardner), duas aventureiras que adoram praticar o alpinismo que em uma dessas aventuras acabam presenciando uma fatalidade com o namorado de uma delas. Um ano se passa e a dupla de amigas volta a se reunir, dessa vez para um novo desafio: subir até uma antena de transmissão que fica a mais de 600 metros do chão localizada em um deserto na Califórnia. Algo de inesperado acontece e as amigas precisarão se unirem ainda mais para buscar soluções nas alturas.

 

Treze Vidas – O Resgate

Na trama, voltamos ao ano de 2018 onde em meados de julho, durante a Copa do Mundo de Futebol Masculino, um grupo de jogadores de um time amador denominados Javalis Selvagens, após um treino e para iniciarem as comemorações de aniversário de um deles, resolvem junto ao seu treinador fazer um passeio por dentro de uma região repleta de cavernas que sempre foi ligado à questões folclóricas e fica perto da fronteira da Tailândia com um país chamado Mianmar. O tempo muda radicalmente quando eles estão dentro de uma das cavernas e um passeio que era pra ser rápido acaba durando muitos dias. Os familiares ao notarem o sumiço dos jovens, chamam as autoridades e constata-se que o grupo ficou preso em algum lugar dentro da caverna. Logo as autoridades são chamadas e uma ajuda internacional chega em seguida. Assim, conhecemos o experientes mergulhadores Rick Stanton (Viggo Mortensen) e John Volanthen (Colin Farrell) que terão papéis fundamentais nesse incrível salvamento.

 

Kompromat

Na trama, conhecemos Mathieu (Gilles Lellouche), um simpático e muito querido diretor da Aliança Francesa, que trabalha na região da Sibéria, na Rússia, que certo dia é detido pelas formas militares russas (ligadas à FSB, órgão que substituiu a KGB) acusado de um crime que não cometeu. Sem saber direito o que fazer nessa situação, e com os diplomatas franceses em Moscou reféns da diplomacia nesse país sempre complicado, vamos acompanhando as estratégias de sobrevivência dele ao longo de 5 meses em território hostil. Para ajudá-lo, somente uma jovem russa que ele conhecera em uma festa que pode ser também um dos fatores que levaram aos motivos de sua prisão.

 

Veja por Mim

Na trama, conhecemos a ex-esquiadora de relevante sucesso Sophie (Skyler Davenport), uma jovem que após algumas conquistas na carreira promissora acabou ficando cega. Essa nova condição a levou a uma certa rebeldia que faz com que seu relacionamento com a mãe fica amargurado e chegando ao ponto de inconsequentes roubos em trabalhos que arruma cuidado de lares de pessoas que viajam. Um dia, após aceitar mais um trabalho desse tipo, acaba ficando refém de uma situação inusitada quando ladrões invadem a casa em que ela está para arrombar um cofre. Sem saber direito o que está acontecendo, ela consegue fazer uma chamada de um aplicativo que ajuda pessoas cegas, conhecendo assim Kelly (Jessica Parker Kennedy), uma veterana do exército, que a ajuda a encontrar soluções para que a noite não termine em uma grande tragédia.

 

Crítica | Um Dia Cinco Estrelas é uma comédia colorida, FRENÉTICA e bastante humana…

Viver entre os seres humanos traz desafios sociais que, por mais que a gente tente, ouça e busque outros caminhos, eventualmente acaba cometendo o mesmo erro novamente. Parte desse condicionamento à frustração tem a ver com a quantidade de expectativas que depositamos em algo ou alguém, e, quando não alcançamos aquilo que almejamos, o resultado acaba gerando decepção. De uma maneira metafórica e levemente cômica, chega a partir do próximo dia 6 de julho no circuito nacional a nova comédia brasileira, ‘Um Dia Cinco Estrelas’.

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Pedro Paulo (Estevam Nabote) só tem olhos para o seu Mozão, um Opala dos anos 70. Apesar de casado com Manuela (Aline Campos), e ser pai de uma filha, é o seu carro que é o seu grande xodó. Acontece que Pedro Paulo está desempregado e sua esposa é quem sustenta a casa. Às vésperas de conseguir uma promoção no emprego, Manu está ansiosa, mas também animada com a chegada de sua sogra, Dona Nilda (Nany People), que veio passar uns dias em sua casa antes de embarcar para Buenos Aires para realizar seu sonho de dançar tango na capital portenha no dia do seu aniversário. Porém, um diluvio destrói o telhado da casa e os planos têm que ser adiados. Para tentar minimizar as frustrações familiares, Pedro Paulo decide trabalhar como motorista de aplicativo, pensando em, assim, arrecadar dinheiro para sustentar sua família. Ele só não imaginava que o seu primeiro dia como motorista seria com passageiros tão surreais…

Estrelando seu primeiro papel como protagonista, o comediante Estevam Nabote constrói um personagem de bom coração e bastante tímido perante a imprevisibilidade do mundo, passando a sensação de que a qualquer momento a vida irá engoli-lo. Neste universo, tem destaque o elenco feminino: Aline Campos está ótima, completamente afastada da figura de mulher fatal na qual sempre a colocavam; bem à vontade com a câmera, Nany People confere o carisma de uma mãe/avó com a qual o espectador espontaneamente cria afeto; em participação especial, Danielle Winits retoma seu papel como mulher histérica, energizando a reta final do filme com requintes de humor trapalhão e exagerado.

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O roteiro de Ricky Hiraoka e Cris Wersom é um bocado metafórico e talvez sua intenção não fique clara ao espectador, que irá se deparar com um filme de comédia familiar com ares inocentes bem estilo Sessão da Tarde. Numa camada mais profunda, o espectador poderá enxergar a metáfora da vida através desse motorista de aplicativo: como bem entendemos naquele episódio de ‘Black Mirror’, vivemos numa sociedade que anseia ser qualificada e conseguir as 5 estrelas – qualquer coisa diferente disso gera frustração e descarte. Ao mesmo tempo em que Pedro Paulo quer ser um motorista de qualidade para prover o sustento da família e oferece, para tal, seu grande Mozão (que na prática, é um carro antigo e que não atende aos padrões de uma empresa desse tipo de serviço), é nas relações interpessoais que este herói do cotidiano tenta conseguir suas 5 estrelas – com a esposa, com a mãe, com a filha, com as pessoas que conhece no caminho – por conta das expectativas geradas sobre ele. Generoso, honesto, esforçado e de bom coração, Pedro Paulo é um retrato do trabalhador brasileiro que tenta muito vencer na vida, mas cujo direito às 5 estrelas permanece bem longe de seu caminho.

O diretor Hsu Chien mais uma vez se debruça no grande público brasileiro que lota as salas de cinema com a comédia de riso fácil e entrega um filme com o qual este público vai se identificar, se emocionar e reconhecer objetos, situações e personagens comuns ao seu cotidiano.

Colorido, frenético e bastante humano, ‘Um Dia Cinco Estrelas’ é um filme quem pega metrô espremido e trabalha terceirizado prestando serviços sem direitos trabalhistas. Um retrato, através da comédia, da uberização das relações sociais.

Os 10 Melhores Álbuns Internacionais de 2023 (Até Agora)

O primeiro semestre já chegou ao fim e, como é de costume aqui no CinePOP, está na hora de trazer os melhores do ano – até agora.

Depois de selecionarmos as 20 melhores canções, apresentamos a vocês os dez melhores álbuns de 2023, que contam com aparições de Jessie WareLana Del ReyMiley Cyrus.

Veja abaixo as nossas escolhas e diga para nós qual o seu favorito:

10. PORTALS, Melanie Martinez

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“O terceiro álbum de Melanie Martinez é um convite cosmológico para conhecer o mundo que ela o enxerga – uma tradução fantasiosa e recheada de elementos narcóticos que, ao mesmo tempo, é reflexo de suas experiências e uma metafórica análise sociológica do que significa estar vivo em um lugar tão caótico. Apesar dos breves deslizes, Portals consagra-se como a obra-prima da artista e uma incursão que merece ser apreciada em seus mínimos detalhes” – Thiago Nolla

9. ENDLESS SUMMER VACATION, Miley Cyrus

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“Nessa nova investida, Miley não tem medo de explorar recursos novos e nem mesmo de referenciar aqueles que a inspiraram desde o começo da carreira. Temos, por exemplo, o avant-rock de “Rose Colored Lenses”, que se une com vibrantes sintetizadores e com o baixo (este ditando, basicamente, toda a progressão); em “Handstand”, ela se volta para o icônico ‘Erotica’, de Madonna, abrindo espaço para o trip house e o synth-pop, além de introdução falada e exalando delineações literárias à medida que pinta paisagens psicodélicas que constroem um elo entre os instrumentos escolhidos e a tríptica viagem a que nos convida; “Jaded”, por sua vez, soa como uma homenagem da artista a si mesma, promovendo um movimento regressivo a seus álbuns anteriores” – T.N.

8. THIS IS WHY, Paramore

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“A obra inteira é movida a discursos propositalmente contraditórios, regados a uma ironia apaixonante que nos envolve do começo ao fim. Em “Running Out of Time”, o math rock volta e se alia a um experimentalismo conceitual que parte desde o fraseamento vocal ao vibrante emplastro sonoro que não segue quaisquer regras – e que critica a efemeridade do tempo, cujo conceito foi, de fato, inventado por um capitalismo predatório que nos mantém reféns do relógio e da produtividade exacerbada. Aqui, Williams inclusive aproveita para quebrar a quarta parede em uma reflexão metalinguística, convidando o ouvinte agente ativo da própria experiência fonográfica” – T.N.

7. STRAYS, Margo Price

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“À medida que Margo se aventura em incursões não exploradas em sua discografia, ela não abandona as raízes do country – como visto na irretocável canção “Radio”, performada ao lado de Sharon Van Etten. A breve track poderia se alongar para vários minutos de duração e, de fato, não sentiríamos o tempo passar. A química vocal de ambas as artistas é invejável e comovente, destilando uma explosão estoica de solidão – algo que é buscado pelo eu-lírico, não imposto. “Eu preciso tirar um tempo de folga” dá início a uma jornada de autodescoberta que presta críticas à efemeridade do tempo e das próprias relações humanas – com detalhes enraizados na crescente ambiguidade dos avanços tecnológicos. Já “Change Of Heart”, mantendo-se fiel ao americana e ao bluegrass, tem um desenrolar críptico e angustiante que fala sobre um relacionamento falido – e que vem acompanhado de uma multiplicidade coesa de camadas, cortesia da produção on point de Jonathan Wilson” – T.N.

6. MY 21ST CENTURY BLUES, RAYE

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“Ao longo de quinze faixas e breves quarenta e seis minutos, RAYE constrói uma emocionante e íntima jornada que amalgama elementos sonoros que vêm tomando espaço no escopo mainstream, à medida que utiliza incursões mais conceituais para arquitetar cada uma das faixas. O glorioso resultado ecoa em uma beleza pungente que não tem papas na língua e que não pensa duas vezes antes de entregar-se a uma indesculpável denúncia da podridão que existe no show business – e de que forma ela conseguiu lidar com os traumas e transformar os fantasmas de um passado não muito longínquo em pura poesia. Não é surpresa, pois, que o disco nos chame a atenção por seu caráter irônico e por uma estruturação metadiegética que quebra a quarta parede da música e convida os ouvintes a serem agentes ativos nessa delicada e vibrante trajetória” – T.N.

5. RAVEN, Kelela

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Kelela encontrou sucesso significativo com o lançamento de Raven, seu segundo álbum de estúdio. Contando com uma gama considerável de produtores e guiado pela escrita pungente e deliciosamente acurada da artista, o disco é marcado por incrementações do step, do breakbeat, do dance e do house em um vibrante compilado autorreflexivo; a ideia por trás da obra é colocar Kelela refletindo sobre si própria, reagindo ao sentimento de solidão dentro da indústria musical.

4. DID YOU KNOW THAT THERE’S A TUNNEL UNDER OCEAN BLVD., Lana Del Rey

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“Ao longo de dezesseis copiosas faixas, a artista prova que não se preocupa com a rapidez industrial que se apoderou da música nos últimos anos. Enfrentando um status quo cansativo que, volta e meia, consegue se desvencilhar das fórmulas, Del Rey não precisa de ajuda para caminhar por conta própria e faz o que bem entende – arquitetando narrativas literárias que perpassam diversos gêneros e borram as linhas entre múltiplas artes. Mais do que isso, ela aposta fichas em uma produção cinemática, aliando-se com seu colaborador de longa data, Jack Antonoff, e outros incríveis nomes para não nos presentear com um mero álbum, mas uma obra-prima e um state-of-art que a reitera como um dos símbolos do entretenimento atual” – T.N.

3. FOUNTAIN BABY, Amaarae

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Amaarae provavelmente é uma artista de que você nunca ouviu falar – mas que, de fato, deveria. A cantora e compositora ganense-americana fez sua estreia em 2020 e, em 2023, retornou com um explosivo compilado de originais intitulado ‘Fountain Baby’. Essa obra-prima conta com catorze faixas e quase quarenta minutos de duração que se transformam em uma atemporal e narcótica viagem através de uma fusão certeira de inúmeros gêneros – incluindo afrobeatR&Bpop.

2. DESIRE, I WANT TO TURN INTO YOU, Caroline Polachek

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“Quatro anos depois, [Caroline Polachek] está de volta com o aguardado ‘Desire, I Want To Turn Into You’ – sem dúvida, uma das produções mais aguardadas do primeiro semestre de 2023. E, assim como boa parte dos discos que saíram desde 2020, a obra foi arquitetada durante a pandemia do COVID-19 e vem como um arauto bastante eclético de gêneros que nos envolvem desde as primeiras batidas. Não é surpresa, pois, que o compilado de originais já pode ser considerado uma das grandes rendições da memória recente, imbuído com uma pessoalidade intrínseca e um complexo movimento de introspecção e expansão. Dentro desse narcótico universo, somos engolfados em uma jornada sinestésica que age por conta própria e, ao mesmo tempo, precisa de nossa total atenção para compreender as belíssimas mensagens escondidas nas entrelinhas” – T.N.

1. THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware

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“É quase impossível escolher um ponto alto da produção, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música” – T.N.

10 Filmes para VOCÊ que se considera uma pessoa Dramática

Você se considera uma pessoa dramática? Ou mesmo conhece alguém assim? Buscando ser comovente em discursos sobre os conflitos que enfrentam personagens enxergamos em algumas narrativas, que emocionam facilmente, a busca pela comoção quase sempre. Pensando nesse curioso recorte sobre o universo dos sentimentos e a maneira como lidamos com a força emocional que chega em nossas vidas, segue abaixo uma lista com 10 filmes para você que se considera uma pessoa dramática:

 

A Família Perfeita

Na trama, conhecemos Lucía (Belén Rueda), uma mulher com a vida equilibrada, rica que mora como o marido, o astrônomo Ernesto (Gonzalo de Castro) em um luxuoso apartamento na capital espanhola. Um dos seus grandes sonhos é que seu filho Pablo (Gonzalo Ramos) case com uma mulher que lhe agrade. Só que quando ele lhe apresenta a pretendente, Sara (Carolina Yuste), ela não gosta mas isso acaba ficando em segundo plano pois Lucía acaba se apaixonando pelo pai de Sara, Miguel (Jose Coronado). A partir dessa inusitada situação Lucía, a grande protagonista dessa história, acaba embarcando em uma jornada de auto descoberta.

 

Pedro e Inês

Na trama, conhecemos a saga em vários tempos de Pedro (Diogo Amaral) e Inês (Joana de Verona). Duas almas que parecem conectadas além tempo, mudando histórias, trajetórias e gerando choques de pensamentos dos que os circulam em todas essas linhas temporais impostas pela história. A dor e o desespero dos sentimentos acompanham esses amantes que em todas as fases desse amor enfrenta o conflito entre a felicidade completa aos seus respectivos olhos e a tragédia, esse último quase um fio condutor de qualquer ação que eles tomem para se manterem unidos.

 

Os Olhos de Tammy Faye

Na trama, conhecemos algumas fases da vida de Tammy Faye (Jessica Chastain), primeiro uma criança criada com a religião muito próxima de sua família, depois sua chegada na faculdade de estudos bíblicos, onde conhece o futuro marido Jim Bakker (Andrew Garfield). A partir do momento que se casa, resolve com o marido jogarem as mensagens de fé e esperança pelos Estados Unidos até que começam a perceber uma oportunidade de alcançar cada vez mais pessoas indo para a televisão e criando um show cristão. Só que o tempo passa, o sucesso chega, mas os pecados cometidos nesses tempos de ganância e ego inflado batem à porta deixando poucas escolhas aos envolvidos.

 

Amor, Casamentos & Outros Desastres

Na trama conhecemos uma série de personagens que se encontram em um ponto de interseção, um casamento. Um homem, que é irmão do futuro prefeito, dentro de um reality show que vale um milhão de dólares; uma organizadora de casamentos enrolada que teve um vídeo viralizado com seu ex-namorado famoso; um senhor solitário, ranzinza que trabalha com casamentos acaba conhecendo por meio de amigos uma mulher cega que mexe com suas emoções; um jovem guia turístico que à bordo do seu ônibus busca o seu grande amor que viu apenas uma vez vida; um músico com conflitos com seu melhor amigo encontra o amor em uma jovem atrapalhada. Assim, essas almas buscarão encontrar seus destinos que envolve amor e outros desastres.

 

Giraffe

Na trama, acompanhamos Dara (Lisa Loven Kongsli) uma pesquisadora voltada à área de antropologia cultural e social que parece registrar um estudo sobre habitantes de uma cidadezinha na Dinamarca (parece ser uma ilha) que terão suas casas demolidas (e assim memórias perdidas) para a construção de inovador túnel que ligará o país até a Alemanha. Se estabelecendo no lugar durante o período da pesquisa, acaba conhecendo o jovem polonês Lucek (Jakub Gierszal) com quem tem um affair.

 

O Mundo Fora do Lugar

Na trama, conhecemos a doce Sophie (Katja Riemann) uma mulher forte e determinada que busca a carreira de cantora na cidade onde mora na Alemanha, além e trabalhar como mestre de cerimônias de casamentos. Certo dia, após receber uma ligação de seu pai, acaba descobrindo uma estranha história e a possibilidade de uma cantora de ópera norte americana Caterina Fabiani (Barbara Sukowa) ter algum parentesco com ela pela tamanha semelhança de Caterina com sua mãe já falecida. Assim, Sophie embarca em uma viagem para ir de encontro com as verdades de seu passado.

 

Overboard

Na trama, conhecemos a esforçada Kate (Anna Faris), uma mãe solteira com três filhas para criar que sonha em terminar seu curso de enfermagem. Entre um bico e outro, acaba indo prestar um serviço no iate do megamilionário Leonardo (Eugenio Derbez), com quem logo se estranha e é bastante mal tratada. Alguns dias após esse choque, Anna descobre via matéria de televisão que o mesmo Leonardo está em um hospital desnorteado, pois perdeu a memória. Assim, por incentivo de sua melhor amiga Theresa (Eva Longoria) bola um plano para convencer Leonardo de que é sua esposa.

 

Os Odiados do Casamento

Na trama, conhecemos uma família que por muito tempo ficou longe, entre os Estados Unidos e a Inglaterra. Assim, conhecemos Donna (Allison Janney) e seus filhos: a mais velha Eloise (Cynthia Addai-Robinson), fruto de seu relacionamento com Henrique (Isaach De Bankolé), e os outros dois Paul (Ben Platt) e Alice (Kristen Bell), fruto do segundo casamento. No início os filhos eram muito unidos mas a distância (Eloise mora na Inglaterra e os irmãos no Estados Unidos) acabou afastando a família gerando uma série de situações que praticamente romperam a relação forte e poderosa que tinham. Anos se passam e Eloise vai se casar em Londres e chama a mãe e seus irmãos para o casamento o que ocasiona em um série de situações onde todos precisarão enfrentar seus conflitos afim de se entenderem melhor.

 

Unidas pela Esperança

Na trama, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.

 

O Charlatão

Na trama, conhecemos em diversas passagens de sua vida o curandeiro Jan Mikolásek (Ivan Trojan) que na adolescência, depois de ajudar a irmã que estava à beira de ter a perna direita amputada, começa a acreditar que possui um dom ou mesmo alguma habilidade quase inexplicável pelo seu conhecimento de ervas medicinais. Filho de um jardineiro, ele possui um relacionamento muito complicado com o pai que é rompido de vez quando o protagonista foge de casa e busca mais explicações para suas técnicas que se baseiam em diagnósticos por meio de análises das urinas dos que procuravam sua ajuda, técnica que lapidou com uma curandeira no início de sua fase adulta. O tempo passa e a questão da fé e também do amor começam a ganhar protagonismo na sua reclusa vida.

Crítica | 1ª parte da 3ª temporada de ‘The Witcher’ foca em tensões políticas e muita AÇÃO

Em 2019, a Netflix dava início a uma de suas empreitadas mais ambiciosas – a adaptação seriada de The Witcher, baseada nos romances homônimos de Andrzej Sapkowski. E, apesar de uma desequilibrada temporada de estreia, o contínuo investimento na produção nos presenteou com um segundo ciclo muito sólido, recheado de boas aventuras e de reviravoltas soberbas. Mas será que a série criada por Lauren S. Hissrich conseguiria manter o momentum com a vindoura e antecipada terceira iteração?

Para a nova leva de episódios, a gigante do streaming apostou em uma divisão aos moldes de ‘Stranger Things’: os cinco primeiros capítulos seriam disponibilizados no final de junho, enquanto os três restantes, no mês seguinte – talvez como forma de amenizar a já confirmada saída de Henry Cavill como Geralt de Rivia. E, apesar do gostinho agridoce que nos prepara para a despedida do ator, o conjunto inicial é marcado por intrigas políticas, tensões bélicas e muitas cenas de ação que devem agradar aos fãs dos livros originais. Além do cuidado estético e técnico, é sempre ótimo revisitar esse fantasioso mundo e se deleitar com um elenco de peso que continua não perdendo a mão na hora de entregar performances valiosas.

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Diferente das iterações predecessoras, a terceira temporada é marcada por uma melancolia derradeira, que acompanha os protagonistas desde os primeiros minutos: Geralt, Yennefer (Anya Chalotra) e Ciri (Freya Allan) fogem de seus inimigos, sendo obrigados a se mudar constantemente para não serem achados – e para que forças malignas, élficas ou humanas, coloquem a mão em Ciri, cujo poder se tornou artigo de troca entre os poderosos. Entretanto, eles também devem lidar com problemas entre si; afinal, Geralt e Yennefer não estão em bons termos depois que a feiticeira o enganou quanto em suas verdadeiras intenções com Ciri – que, por sua vez está sendo orientada por Yennefer para desenvolver suas habilidades mágicas. Enquanto isso, Ciri e Geralt continuam a navegar pela complexa relação “pai-filha” à medida que enfrentam perigos inimagináveis.

Como se não bastasse, a frágil paz que existe no Continente está ameaçada pela própria existência de Ciri – cujo destino está atado a uma profecia milenar. A jovem tem um alvo em suas costas e, por essa razão, é assistida de perto por Geralt e Yennefer; mas isso não impede que forças élficas e humanas arquitetem os próprios planos para capturá-la e usá-la como bem entender. Ora, até mesmo o pai de Ciri, o Imperador Emhyr (Bart Edwards), participa dessa caçada, o que torna tudo mais complicado. Logo, é notável como a narrativa, que já foi apresentada e explorada nos capítulos passados, agora tem liberdade o suficiente para tomar seu tempo e abrir ramificações mais específicas.

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Comentar sobre o trabalho do elenco soa desnecessário, visto que cada um dos atores e atrizes entrega-se de corpo e alma aos personagens que encarnam. Cavill é o centro de nossa atenção, embebido em uma letárgica visão de mundo que começa a dar ares de simpatia por Ciri e de um complexo e controverso amor por Yennefer; o astro nutre de uma química invejável com Chalotra e Allan, ambas amadurecidas dentro de seus próprios arcos e com uma força descomunal que trazem às telinhas. E é claro que não poderíamos deixar de mencionar a performance de Jaskier (Joey Batey), nosso adorado bardo que sai das sombras de Geralt para perseguir os próprios sonhos e continuar como um dos favoritos do público.

Outro aspecto que merece aplausos é o roteiro: Hissrich, acompanhada de uma competente equipe criativa, nos guia por um enredo sombrio e nebuloso, que não pensa duas vezes antes de destilar reviravoltas e acontecimentos chocantes, cliffhangers motivadores e um bem-vindo suspense que toma força a partir do quarto episódio. A ideia, aqui, é revelar as engrenagens políticas e ideológicas que se escondem por trás dos líderes do Continente – e quem controla quem. Afinal, é notável o peso dramático que paira sobre um status quo em frangalhos e de que forma isso premedita os eventos futuros. A confiança se tornou uma relíquia a ser resguardada; todos estão contra todos e não há acordo de paz que consiga selar a trégua entre membros até mesmo da própria aliança.

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A temporada encontra sucesso em sua completude, ainda que alguns deslizes existam: temos desavenças rítmicas ou extensões cansativas de um mesmo núcleo que mancham um pouco a nossa experiência, mas nada que consiga ofuscar o brilho da nova temporada. Até mesmo as investidas técnicas melhoraram, afastando-se da inebriante paleta de cores monocromática ou dos efeitos visuais execráveis e dando espaço a um comprometimento visível.

A primeira parte do terceiro ciclo de The Witcher serve como ótima continuidade aos eventos do passado e acerta em cheio em quase todos os pontos. O gostinho amargo existe, mas não pela perda de potencial, e sim por saber que, muito em breve, seremos forçados a dar adeus a Cavill como o icônico bruxo – motivo pelo qual somos levados a apreciar com muito mais carinho esse ótimo encerramento (ao menos até agora).

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Dica do fim de semana | Filmes de terror cômicos para ver nos streamings

Terror e Comédia são gêneros que funcionam bem separados, mas que podem ser ainda melhor juntos. Ao longo da história, vários projetos apostaram no “Terrir” e desempenharam bem nas críticas e bilheterias. Na dica deste fim de semana, escolhemos cinco filmaços nessa pegada que estão disponíveis nos streamings para você conferir. Dá uma olhada!

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Freaky: No Corpo de Um Assassino 

Lançado nos tempos sombrios de pandemia, Freaky é uma espécie de Se Eu Fosse Você do mal. A história acompanha uma inocente nerd do colégio que cruza caminho com um clássico assassino em série, daqueles dos filmes dos anos 80. O problema é que rola uma anomalia e os dois trocam de corpo. Agora, a coitada vai tentar convencer seus amigos de que é ela no corpo deste psicopata cinquentão, enquanto ele vai tocar o terror na escola sob a angelical figura da garotinha.

Onde assistir: Netflix

 

A Morte Te Dá Parabéns

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Lançado em 2017, esse filme foi o responsável pelo revival dos filmes “Terrir” nos cinemas. Ele conseguiu trazer frescor para o slasher e ainda assim contar uma boa e divertida história. A trama gira ao redor de uma jovem universitária comemorando seu aniversário. No entanto, ela começa a ser perseguida por um assassino em série que usa máscara de bebê. O problema é que ela acaba morrendo, só que desperta novamente, condenada a viver o dia de sua morte eternamente ou até descobrir quem é o responsável por seu fim. Agora, ela vai tentar encontrar uma forma de quebrar esse ciclo, explorando as maneiras mais grotescas possíveis.

Onde assistir: Globoplay

 

A Babá

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Clássico Netflix, A Babá é uma grande releitura de Esqueceram de Mim, mas com muito mais violência e sangue. Ele conta a história de um garoto comum, cujos pais ainda não confiam o bastante para deixá-lo sozinho em casa. Então, eles chamam sua já tradicional Babá para tomar conta dele. Só que a loirinha tá envolvida em um ritual satânico que precisa do sangue de um inocente para realizar os desejos dos participantes. Agora, o menino vai tentar sobreviver à noite, enquanto seus pais não voltam. E como ele é muito esperto, vai infernizar a vida dos servos do capeta, enquanto bola armadilhas e situações que vão levá-los ao pior que alguém pode viver.

Onde assistir: Netflix

 

Zumbilândia

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Outro grande clássico desses filmes de terror mais descontraídos, Zumbilândia segue dois solteirões em meio a um terrível apocalipse zumbi. Um deles é todo cheio de regras e só quer voltar para casa na esperança de encontrar seus pais ainda vivos, enquanto o outro é um caipira revoltado, cuja única missão é matar o máximo de zumbis possíveis. No caminho, eles vão se entendendo melhor e aprendendo a conviver, até que encontram duas irmãs pela estrada, que vão se juntar ao grupo, mudando completamente a dinâmica de suas relações e crenças sobre o que fazer nessa jornada apocalíptica.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

O Pequeno Demônio

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Um homem comum se apaixona por uma mulher aparentemente normal, que leva seus dias como mãe solteira. O que poderia ser uma linda comédia romântica, logo se revela um Terrir de primeira ao conhecermos o “anjinho da mamãe”. Essa é a trama de Pequeno Demônio, um original Netflix da época em que eles bancavam projetos ridiculamente criativos. E o mais legal dessa história é que eles flertam bastante com a possibilidade do menino não ser o Capeta Jr., mas apenas uma criança muito excêntrica e peculiar. Em meio a essa dúvida, o coitado que só queria amar eternamente a mãe do garoto vai às raias da loucura para tentar entender o que está acontecendo entre ele e o pimpolho e como fazer para trazer essa criança para o lado da luz. É um Terrir repleto de sarcasmo e elementos do ocultismo, perfeito para uma noite descompromissada.

Onde assistir: Netflix

Caso REAL sobre seita de abuso sexual é narrado em documentário assustador da Star+; Confira!

A Star+ adicionou ao catálogo a série documental intitulada ‘548 Dias: Capturadas por uma Seita‘, que narra a história real de Patricia Aguilar, uma jovem que permaneceu refém de uma seita no Peru entre 2016 e 2018.

Desaparecida misteriosamente aos 18 anos, a jovem espanhola só foi encontrada um ano depois, no país da América do Sul, apresentando sinais de manipulação psicológica enquanto estava em cativeiro numa seita que cometia abusos sexuais.

Dirigida por Olmo Figueredo e José Ortuño, a produção acompanha o caso desde o desaparecimento de Patricia até o envolvimento com o líder da seita, que se passava por um guru enquanto violentava mulheres de diversas idades.

Ao longo de três episódios, a série mostra depoimentos das vítimas, detlhando como a funcionava a seita, como Patricia chegou até lá e qual era o seu papel em meio a tudo isso.

Tudo começou em 2016, quando ela começou a trocar mensagens nas redes sociais com um homem que se identificava como Félix Steven Manrique, um suposto guru que queria repovoar o mundo depois que o apocalipse acontecesse.

Na tentativa de encontrar repostas para suas questões espirituais após a morte do tio, Patricia criou um vínculo com Félix, que se aproveitou de seu momento de fragilidade pra convencê-la de que sua busca seria concretizada através do ocultismo.

Com um pai ausente e uma mãe depressiva, Patricia seguiu os conselhos de Félix acreditando que poderia se conectar com a vida após a morte por meio da seita que ele comandava.

Em 2017, quando completou 18 anos, a jovem decidiu conhecer o guru pessoalmente e partiu em viagem para o Peru, onde Félix vivia. O problema é que ela se viu em meio a um cenário bem diferente do prometido, vivendo junto com outras mulheres, tomadas como mães dos filhos dele.

Sem ter como voltar para casa, Patricia acabou se tornando refém e engravidou do abusador, sem esperanças de um dia retornar para casa.

Felizmente, seus pais não desistiram de encontrá-la e conseguiram ajuda do consulado espanhol no Peru e das emissoras do país, então deram início a uma investigação para achar seu paradeiro.

 

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‘Invasão Secreta’: Samuel L. Jackson diz que a Marvel não teve MEDO de explorar o tema do racismo

Invasão Secreta‘ é o projeto mais recente da Marvel Studios, que traz o retorno de Samuel L. Jackson como o agente Nick Fury, responsável pela formação inicial dos ‘Vingadores’.

Enquanto promovia a série, o astro conversou com a Variety e revelou que a Marvel Studios não teve medo de fazer uma coisa muito específica com a série, explorando o tema do racismo.

“Como é para Fury ter tanto poder como um homem negro?”, disse o astro. “E como esses poderes podem ser diminuídos a qualquer momento por alguém apenas dizendo uma coisa específica ou mudando a trajetória de uma carreira por causa disso? Personagens como James Rhodes e Nick Fury chegaram a este lugar onde temos uma certa quantidade de poder… E embora sejamos melhores do que a maioria das pessoas que têm poder, ainda temos que nos suprimir de uma maneira específica. E a Marvel não tem medo de nos deixar explorar isso.”

Jackson revelou que o roteiro de ‘Invasão Secreta‘ também incorporou situações reais vividas por ele para desenvolver a história de fundo de Fury.

“Eu costumava pegar o trem todo verão de Chattanooga, Tennessee, para Washington, DC. Não podia ir em um vagão-restaurante porque era segregado. Quando eles me colocaram no trem, eles me deram uma caixa de sapatos com comida dentro, então eu comi aquilo. Usamos coisas que eram reais para mim como pessoa para dar a Nick Fury o tipo de história que ele tem, para informar a história de uma maneira real sobre como ele nem sempre foi tão poderoso, ou porque ele enxerga a América de outra maneira.”

Lembrando que o próximo episódio será exibido em 05 de julho.

Com somente dois episódios exibidos para a crítica especializada, a série detém marca negativa para Marvel Studios no Rotten Tomatoes.

A produção está atualmente com uma porcentagem de aprovação de 66% baseada em 55 críticas.

Isso coloca ‘Invasão Secreta‘ como a produção menos bem avaliada do Universo Cinematográfico Marvel até o momento.

Anteriormente, o título de menor aprovação pertencia a ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, que detinha uma avaliação de 80%. Agora, a nova série protagonizada por Samuel L. Jackson e Emilia Clarke superou essa marca negativa.

É importante destacar que as avaliações podem evoluir ao longo do tempo, uma vez que mais episódios são disponibilizados e novas críticas são feitas. No entanto, o resultado inicial de indica uma recepção morna por parte da crítica, o que contrasta com o histórico de sucesso do MCU no site.

Confira algumas avaliações:

“‘Invasão Secreta’ mostra-se tão morna quanto parada.” – IndieWare

Samuel L. Jackson parece tão farto da fórmula da Marvel assim como uma parte crescente do público.” – Daily Telegraph (UK).

“É divertido o suficiente. Afinal, esta é uma série da Marvel, o que significa que é um caso liso e polido que traz diversos Easter Eggs para os fãs saborearem.” – London Evening Standard

“Como um dos projetos mais maduros do MCU até hoje, ‘Invasão Secreta’ é um drama tenso e fascinante que presenteia seus atores com material de peso e encoraja seu público a olhar além do brilho do super-heroísmo.” – Empire

“No geral, ‘Invasão Secreta’ tem ideias que se contentam em provocar um ritmo que um filme da Marvel pode não permitir.” – Variety.

“Na maior parte, ‘Invasão Secreta’ é mais sombrio e até monótono do que se poderia esperar.” – The Hollywood Reporter

Além de Jackson e Ben Mendelsohn, a trama também conta com James Rhodes (Don Cheadle), Sonya Falsworth (Olivia Colman), G’iah (Emilia Clarke), Gravik (Kisngsley Ben-Adir), Maria Hill (Cobie Smulders), Everett Ross (Martin Freeman) e os misteriosos personagens de Carmen Ejogo e Killian Scott.

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‘Batman 2’ terá RETORNO do diretor de fotografia do original

Durante uma entrevista para o podcast Team Deakins, o diretor Matt Reeves indicou que a sequência de Batman terá o retorno do diretor de fotografia Greig Fraser.

Vencedor do Oscar por seu trabalho em Duna‘ (2021), Fraser é um colaborador de longa data de Reeves, tendo trabalho com o cineasta também em ‘Deixe-me Entrar‘, terror lançado em 2010.

“Eu tive tantos colaboradores maravilhosos para trabalhar e quando você encontra alguém que ama trabalhar com você, você só quer dizer: ‘Vamos, por favor, vamos continuar trabalhando juntos porque isso é tão… Sabe? Podemos ir mais longe?'”, disse Reeves. “Tenho conversado com Greg sobre isso, estou tentando escrever o próximo filme agora com meu parceiro, estamos fazendo isso e ele diz: ‘Ok, vamos ir mais longe’.”

Por enquanto, não está totalmente claro se Fraser já assinou contrato para a sequência ou se ele e Reeves apenas estão negociando a ideia.

No início do ano, o roteirista Mattson Tomlin quebrou o silêncio sobre as boas novas da sequência.

Tomlin, que assina a história ao lado de Matt Reeves, postou um GIF com a seguinte legenda: “parte II”. Ele também aproveitou para marcar o cineasta na publicação.

Confira:

Lembrando que o filme será lançado no dia 03 de outubro de 2025, conforme revelado por James GunnPeter Safran.

Robert Pattinson retorna como o protagonista.

No original, a trama mostra um Bruce Wayne recluso, que evolui de uma misteriosa e temida criatura da noite para um símbolo de esperança numa Gotham City aterrorizada pela cruzada do Charada (Paul Dano) contra a elite.

Sendo assim, é mais do que natural explorar como Wayne vai encarar e lidar com o novo status que o Batman adquiriu no desfecho do longa.

Por enquanto, os detalhes do próximo filme estão sendo mantidos na Batcaverna. Ainda não está claro se a sequência contará com o Coringa, o clássico inimigo de Batman provocado nos momentos finais do filme de Reeves e interpretado por Barry Keoghan.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ está disponível na HBO Max.

Assista à nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

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Marvel Studios cogitou DESCARTAR série ‘Echo’ após FINALIZADA, afirma dublê

Em uma entrevista ao podcast Ikuzo Unscripted, o dublê Chris Brewster revelou que a Marvel Studios está descontente com o resultado final da série ‘Echo‘ e cogitou descartá-la após o término da produção. (via The Direct)

Brewster deixou claro que a Marvel não está satisfeita com o resultado final da série, especialmente levando em consideração a recepção negativa das obras da Fase 4 do MCU. Ele mencionou a insatisfação do estúdio e a possibilidade de refilmagens antes do lançamento da série.

“Eu sempre ouço o boca a boca. Ouvi dizer que eles estavam indo dar uma de ‘Batgirl’ com a série”, afirmou Brewster, fazendo referência ao filme da ‘Batgirl‘ que foi cancelado pela Warner Bros. durante o estágio de pós-produção. “Eles não estavam felizes com o resultado e agora estão fazendo refilmagens e planejando o lançamento. Mas acho que também pode ter algo a ver com o fato de que há uma greve acontecendo e não há muito conteúdo pronto para ser lançado no momento, então, é tipo, ‘Já está pronto’.”

A série está marcada para ser lançada em 29 de novembro, com todos os episódios disponíveis.

O lançamento completo é uma decisão atípica, considerando que as principais séries da Marvel tiveram seus episódios lançados semanalmente, mas o descontentamento do estúdio com a produção pode ser a justificativa da escolha.

Nas redes sociais, alguns já teorizavam que a Marvel decidiu lançar tudo de uma vez por medo da queda de audiência, caso a série fosse lançada em episódios semanais.

Confira as reações:

A série é um spin-off da personagem de ‘Gavião Arqueiro’, interpretada por Alaqua Cox.

O elenco ainda contará com Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Chaske Spencer, Tantoo Cardinal, Devery Jacobs, Cody Lightning, Graham Greene e Zahn McClarnon.

Filme de TERRIR Slasher divertidíssimo estreia na Netflix e você PRECISA assistir…

Um filme de terrir, que mistura terror e comédia, estreou na Netflix após uma tímida passagem pelos cinemas e merece ser assistido.

Assista ao trailer:

Christopher Landon é um dos nomes mais interessantes do cenário cinematográfico contemporâneo, principalmente quando pensamos no gênero do terror. Além de ter ficado responsável por diversas entradas da franquia Atividade Paranormal’, Landon também emprestou sua criatividade sem limites a um suis generis que parece ganhar mais espaço a cada ano que chega: o terrir. Misturando as clássicas entradas do suspense e do agonizante slasher a escapes cômicos muito bem estruturados em um roteiro irreverente, o realizador deu vida a Como Sobreviver a um Apocalipse Zumbi’ e à inesperada saga A Morte Te Dá Parabéns – esta última abrindo espaço para incursões da ficção científica em uma nostálgica e pungente atmosfera à la Pânico’ e Sexta-Feira 13′.

Com a chegada de 2020, Landon abriu portas para mais uma investida interessante e que retomaria as inflexões sci-fi ao lado de Jason Blum, um dos produtores mais conhecidos da atualidade. Inspirado pelo clássico Sexta-Feira Muito Louca’, o diretor e roteirista arquitetou uma singela e despretensiosa aventura intitulada Freaky: No Corpo de Um Assassino. A simples premissa gira em torno de Millie (Kathryn Newton), uma jovem estudante que sofre com ataques de valentões diariamente em sua escola e, numa infeliz noite, é atacada por um serial killer conhecido como o Carniceiro de Blissfield (Vince Vaughn). Entretanto, diferente do que esperava, ela não simplesmente morreu, e sim trocou de corpos com seu algoz, acordando em uma pocilga cheia de armas letais e carcaças de animais. A verdade é que o Carniceiro utilizou uma antiga adaga mística para permitir a transferência de almas e continuar seu reinado de caos sob um semblante inocente e que não chamaria a atenção.

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É interessante ver como a multiplicidade de gêneros narrativos continua a encantar um público sedento pela novidade e pela ousadia. É um fato dizer que o longa-metragem em questão é previsível – afinal, tudo tem que dar certo no final. Millie e o Carniceiro partem em uma jornada mortal para provarem a si mesmos quem é mais digno de ficar com o corpo da garota e, nesse turbilhão de eventos, o enredo cuidadosamente assinado por Landon e por Michael Kennedy não deixa pontas soltas e nos entrega exatamente o que promete: uma sanguinolenta aventura adolescente que não pensa duas vezes antes de ser explícita ao máximo. É claro que Freaky’ não representa nenhuma grandiosa revolução no tocante à arte de fazer cinema, mas vem como um escapismo diabolicamente delicioso para um ano conturbado e difícil de lidar.

Newton e Vaughn roubam a cena, como é de se esperar. Não apenas por interpretarem com perfeição seus respectivos personagens iniciais, mas por transmutarem-se em personalidades totalmente diferentes em um estalar de dedos. Afinal, o Carniceiro, agora no corpo de Millie, faz com a jovem se torne uma bombshell perigosa e sedutora cujo principal objetivo é matar – não importa quem esteja em sua frente; Millie, agora presa em uma máquina mortífera, deve fazer o possível e o impossível para que seus amigos, Nyla (Celeste O’Connor) e Josh (Misha Osherovich), acreditem no que aconteceu e possam ajudá-la a reverter um pesadelo inexplicável.

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A obra não se limita apenas a drenar mimetismos de outros clássicos slasher, como mencionado. Os banhos de sangue são, de fato, as sequências mais aguardadas pelos espectadores, que clamam pela tragédia alheia e pela forma como tudo será conduzido. Mas Landon é sagaz ao pincelar a trama principal com subtramas que vão desde o bullying até a homofobia, do empoderamento até o romance. Josh, por exemplo, poderia muito bem ceder aos estereótipos do coadjuvante gay, assassinado nos primeiros minutos e desfavorecido de qualquer personalidade; entretanto, ele é uma das peças-chave, ao lado de Nyla, para garantir que a troca de corpos seja desfeita e que Millie volte a ser quem era antes que seja tarde demais. A protagonista, por sua vez, comenta o quão estranhamente gratificante é se sentir forte e invencível, ainda mais por sofrer dia após dia nas mãos de colegas idiotas.

Como se não bastasse, o roteiro deixa claro que não vai se levar a sério e que tudo a que estamos assistindo é fruto de produtos audiovisuais anteriores. Então o que faz desse filme algo especial? Bom, para além da óbvia e apaixonante química entre o elenco protagonista, há um certo teor emblemático que se estende desde as dinâmicas movimentações da câmera até a orgástica e simétrica fotografia que arranca o melhor do que poderia parecer óbvio. Afinal, colocar o Carniceiro como Millie no centro dos holofotes e numa construção bem diferente do que costumava ser não é o que esperaríamos de alguém que desejava passar despercebido, da mesma forma que Millie como seu algoz nos arranca risadas involuntárias pelo fato dela não estar acostumada ao corpulento homem que usa como receptáculo.

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(from left) The Butcher (Vince Vaughn) and Millie Kessler (Kathryn Newton) in Freaky, co-written and directed by Christopher Landon.

Landon acerta em cheio também ao seu unir com o compositor Bear McCreary para comandar a trilha sonora. Conhecido por suas produções em Battlestar Galactica’, The Walking Dead’ e Outlander’, McCreary tem um apreço interessante pelo classicismo orquestral, movido a violinos e violoncelos que se fundem em uma explosão dissonante e arrepiante. Por vezes, ele também deixa que o tão infame mickey mousing fale mais alto – mas nada é feito sem propósito: assim como a premissa supracitada, a estrutura instrumental é uma ode e uma carta de amor aos longas que inspiraram essa mais nova e viciante adição ao catálogo da Blumhouse.

 

Arnold Schwarzenegger afirma que ‘O Exterminador do Futuro’ PREVIU os tempos atuais

Em uma entrevista à People, Arnold Schwarzenegger, conhecido por seu papel icônico na franquia ‘O Exterminador do Futuro‘, refletiu sobre a atual utilização da inteligência artificial e como a série de filmes previu algumas das discussões em torno dessa tecnologia.

Schwarzenegger destacou como as preocupações com o desenvolvimento da inteligência artificial ecoam nos tempos atuais:

“Hoje, todo mundo tem medo disso, de onde isso vai parar. E neste filme, em ‘O Exterminador do Futuro’, falamos sobre as máquinas se tornarem autoconscientes e assumirem o controle”, afirmou o ator.

Ele também ressaltou como, na época em que os filmes foram lançados, o conceito de inteligência artificial ainda estava em estágios iniciais:

“Naquela época, tínhamos arranhado a superfície do que era a I.A., a inteligência artificial. Pense nisso. Agora, ao longo de décadas, tornou-se uma realidade. Portanto, não é mais fantasia ou algo futurista. Está aqui hoje. E esta é a extraordinária escrita de James Cameron”, concluiu Schwarzenegger.

Lembrando que o ator é protagonista da nova série da Netflix, ‘Fubar‘.

A atração marca a estreia do astro em séries de TV, interpretando um agente secreto da CIA prestes a se aposentar.

No entanto, seus planos vão por água abaixo quando ele descobre um segredo de família que vai mudar sua vida, obrigando-o a voltar para o campo de batalha.

Na trama, Luke (Schwarzenegger) e sua filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA há anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.

O elenco ainda contará com Adam Pally, Jay Baruchel, Aparna Brielle, Andy Buckley, Milan Carter, Fortune Feimster, Barbara Eve HarrisGabriel Luna, Fabiana Udenio e Travis Van Winkle.

Phil Abraham (‘Mad Men’ e ‘Demolidor’) será responsável pela direção do episódio piloto, além de também servir como produtor executivo do projeto.

A série foi criada por Nick Santora (‘Reacher’).

Além de estrelar, Schwarzenegger também serve como produtor executivo ao lado de Adam Higgs, Scott Sullivan, David Ellison, Dana Goldberg e Bill Bost.

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MAIS GREVE? Negociações entre Sindicato dos Atores e estúdios de Hollywood são prorrogadas; Entenda!

Na última sexta-feira (30), o Sindicato dos Atores (SAG) e a associação dos estúdios e emissoras (AMPTP) anunciaram a prorrogação das negociações contratuais, adiando a possibilidade de uma greve em Hollywood.

Segundo informações da Indie Wire, as duas partes concordaram em estender o prazo até 12 de julho, substituindo a data original de expiração do contrato, que era 30 de junho.

Em uma carta aberta, os líderes do SAG enfatizaram a intenção de esgotar todas as possibilidades de alcançar um contrato justo, destacando que a prorrogação não deve ser interpretada como um sinal de fraqueza. Eles reforçaram sua conexão com os membros do sindicato, afirmando: “Nós vemos e ouvimos vocês. Nós somos vocês.”

As negociações entre o SAG e a AMPTP estão em andamento desde o dia 7 de junho. Antes do início das negociações, 98% dos membros do SAG já expressavam o desejo de aderir a uma greve. Ao longo das semanas, esse sentimento se intensificou, com uma carta assinada por centenas de atores, incluindo Meryl Streep, Jennifer Lawrence e Pedro Pascal, demonstrando disposição dos membros do SAG em fazer sacrifícios.

Embora os detalhes específicos das discussões não tenham sido divulgados publicamente, sabe-se que estão em debate questões como o aumento do salário mínimo, regulamentação de testes gravados pelos atores e melhorias nos pagamentos residuais, que são as compensações financeiras por exibições de séries e filmes em diferentes plataformas.

O momento é delicado em Hollywood, pois o Sindicato dos Diretores (DGA) conseguiu assinar um novo contrato, evitando uma paralisação, mas o Sindicato dos Roteiristas (WGA) está atualmente em greve desde 1º de maio. Isso gerou interrupções no desenvolvimento e produção de filmes e séries por importantes empresas do setor.

A última vez que o Sindicato dos Atores entrou em greve foi nos anos 1980, durando pouco mais de três meses e incluindo um boicote ao Emmys como parte das negociações pelos pagamentos residuais referentes às vendas de fitas VHS.

Com a prorrogação das negociações entre o SAG e a AMPTP, há esperança de que um acordo seja alcançado sem a necessidade de uma greve, garantindo a continuidade da produção de filmes e séries em Hollywood.

As 20 Melhores Músicas Internacionais de 2023 (Até Agora)

A primeira metade de 2023 está prestes a terminar e, como já era de se esperar, nossos artistas favoritos voltaram com tudo para entregar músicas impecáveis.

Desde o retorno de Jessie WareMiley CyrusCaroline Polachek até a estreia oficial de RAYEChloë Bailey (em seu álbum de estreia solo), foram várias as canções que dominaram as paradas mundiais e as nossas playlists.

Para celebrar, preparamos uma breve matéria elencando as 20 melhores músicas de 2023 até agora.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós a sua favorita:

20. “SLEEPWALKER”, Ava Max

“Sleepwalker” emerge como cortesia da produção de Cirkuit e Jonas Jeberg, que pegam elementos do dance-pop e de um electro-pop que permitem à Ava Max uma exploração quase completa de sua versatilidade artística dentro do escopo do álbum ‘Diamonds & Dancefloors’. Temos, inclusive, uma inclinação para o nu-disco e uma estrutura movida a baixo e a sintetizadores que nos arrancam da cadeira e nos fazem “mexer o esqueleto”, em uma narrativa que fala sobre a obsessão carnal de uma paixão e que se configura como uma das melhores faixas da carreira da performer.

19. “TREAT ME”, Chloë

Em uma indústria marcada pelo retorno aos anos 1980 e 1990, Chloë Bailey vem como um respiro de originalidade – e “Treat Me” representa muito bem o estilo único da cantora e compositora. Além de reiterar suas incríveis habilidades vocais, a track vibra em hip hop e R&B em que seu único erro é nos deixar querendo mais pela breve duração. Mas isso não impede que, em meros dois minutos e meios, nós sejamos engolfados em uma ótima história de autoaceitação e empoderamento que merece ser exaltada.

18. “CURE FOR LOVE”, Ellie Goulding

Antes de lançar seu álbum ‘Higher Than Heaven’Ellie Goulding havia comentado que o compilado de originais pegaria páginas emprestadas do arauto dancehouse ‘Renaissance’, de Beyoncé. E foi a partir daí que uma sólida produção nasceu, guiada pela faixa “Cure For Love”: aqui, temos todos os elementos do melhor do dance-pop , incluindo uma cadência vocal sensual e envolvente que nos convida diretamente às pistas de dança e a uma injeção necessária de dopamina.

17. “DANCE THE NIGHT”, Dua Lipa

“Dance The Night” é exatamente o que esperávamos de uma canção para o vindouro filme ‘Barbie’: uma dançante e bem demarcada construção que preza pelo hedonismo e pelo prazer da diversão. Não é surpresa que os primeiros toques, pincelados com um sintetizador ecoante e infundido com um orquestral disco, já nos levem automaticamente para o que a noite reserva, delineando uma pista de dança em que a única coisa que importa é deixar os problemas para trás e se perder nos holofotes. Com referências a Donna SummerGloria Gaynor e Diana Ross, Dua Lipa se perde no tempo e no espaço, em que o glitter e a emoção são regentes.

16. “LANDFILL”, Margo Price

“Landfill”track que finaliza a espetacular jornada do álbum ‘Strays’, é o encerramento perfeito para um melancólico retrato do que significa estar vivo. “Eu poderia construir um aterro de sonhos que abandonei” é apenas o início de uma trágica história que, de certa maneira, finaliza o senso de não-pertencimento discutido por Margo Price ao longo do álbum, entendendo que a desistência é, por vezes, o melhor caminho para seguir em frente – por mais que as marcas existem.

15. “TUNNEL VISION”, Melanie Martinez

Melanie Martinez voltou este ano com o lançamento do aguardado ‘Portals’, seu 3º álbum de estúdio – e “TUNNEL VISION”, sem sombra de dúvidas uma das melhores entradas de sua carreira, merece estar na nossa lista. A canção puxa os elementos sinestésicos já explorados ao longo de sua carreira, diabolicamente deturpados em uma teatral rendição e adornados com versos como “eu os faço entrar em pânico, é satânico como eu curvo meu corpo” que destilam uma exploração do toque humano e discorre acerca dos instintos carnais da humanidade.

14. “WEEKENDS”, Freya Ridings

Freya Ridings vem ganhando força em solo britânico ano após ano – e, em 2023, entregou uma das melhores incursões musicais com a belíssima e dançante “Weekends”. Brincando com a ambiguidade entre a letra, que discorre sobre solidão e sobre autopercepção, e a sonoridade, que aposta fichas nas mais clássicas referências do disco, a track tem o drama e a teatralidade necessárias para guiar qualquer um que a ouça em uma saborosa jornada.

13. “ATTENTION”, Doja Cat

Desde o final da década passada, Doja Cat se transformou em uma powerhouse como nenhuma outra – e uma de suas habilidades mais invejáveis é o modo como ela reinventa a si própria música a música. Com “Attention”, isso não seria diferente: Doja aposta em uma mistura de hip hoptrip hoprap que rememora a lendária Lauryn Hill e que traz elementos nostálgicos dos anos 1990 para uma exuberante narrativa de empoderamento e de afeição.

12. “SILLY ME”, Jess Glynne

Após um tempo de pausa em sua carreira, Jess Glynne regressou para o cenário fonográfico com uma canção que provavelmente passou longe de seu radar – mas que merece ser relembrada. “Silly Me” tem início com um melódico baixo que logo dá espaço para a presença potente da percussão e de inclinações para o reggae, tudo enquanto Glynne discorre sobre como foi boba de ter acreditado em alguém que nunca esteve ali, de fato, por ela.

11. “HOLD ON TIGHT”, aespa

O filme ‘Tetris’ estreou em março deste ano na Apple TV+ e, além da instigante história, veio acompanhado de uma trilha sonora impecável – incluindo a faixa original “Hold on Tight”, do grupo sul-coreano aespa. A faixa explode no melhor do synth-pop dos anos 1980, pincelada com tons que fazem parte do próprio jogo. O resultado é simplesmente espetacular, com todos os elementos que esperaríamos desse grupo e uma infusão dançante e impactante que precisa estar na sua playlist.

10. “RUNNING OUT OF TIME”, Paramore

Em “Running Out of Time”, a banda Paramore traz o math rock de volta e se alia a um experimentalismo conceitual que parte desde o fraseamento vocal ao vibrante emplastro sonoro que não segue quaisquer regras – e que critica a efemeridade do tempo, cujo conceito foi, de fato, inventado por um capitalismo predatório que nos mantém reféns do relógio e da produtividade exacerbada. Aqui, a vocalista Hayley Williams inclusive aproveita para quebrar a quarta parede em uma reflexão metalinguística, convidando o ouvinte agente ativo da própria experiência fonográfica.

9. “VAMPIRE”, Olivia Rodrigo

“vampire” traz Olivia Rodrigo firme à identidade apresentada em seu primeiro álbum de estúdio, mas de uma forma mais amadurecida. O bedroom pop de ‘SOUR’ é deixado de lado em prol de um retorno a meados dos anos 2000, em que o pop rock ganhava vida através de uma ótica teen; é a partir daí que a progressão sonora de track emerge, iniciando com um piano melódico e propositalmente dissonante, marcado por uma arquitetura que nos leva de volta ao folk explorado por Lana Del Rey em “A&W”, também deste ano.

8. “OSCAR WINNING TEARS.”, RAYE

No álbum de estreia de RAYE, somos introduzidos à antêmica semi-balada “Oscar Winning Tears”, que funde incursões orquestrais ao trap-hop e ao R&B, discorrendo sobre um ex-amante que trouxe muita dor à sua vida e que tentou se transformar na vítima (“Baby, siga em frente e chore suas lágrimas dignas de Oscar” tem tudo para se tornar uma das tendências de 2023, principalmente por seu teor sarcástico). E, enquanto a acética composição é um dos pontos altos, são os vocais da artista que explodem em uma rendição impecável e arrepiante.

7. “YOU”, Miley Cyrus

A ambientação antêmica de ‘Endless Summer Vacation’, novo álbum de Miley Cyrus, é contínua em sua completude e ganha camadas inesperadas com a faixa “You”. Embebida em uma celebração da independência e do amor verdadeiro, em que ela sabe que não precisa de alguém para completá-la, mas sim transbordá-la, a canção nos chama atenção pelos vocais e pela simplicidade instrumental (cortesia da produção de Jonny Coffer e J Moon). Temos bateria, violão, piano e baixo em uma rendição inenarrável e transcendente, traçando similaridades com Bonnie Tyler e SZA, por exemplo.

6. “BEAUTIFUL PEOPLE”, Jessie Ware

Ao que tudo indicava, Jessie Ware planejava se aposentar da música depois de sua última incursão em 2020 – que entrou para nossas listas de Melhores do AnoMelhores do Século. Felizmente, ela resolveu dar continuidade à sua carreira recheada de brilho e, dentro do espetacular ‘That! Feels Good!’“Beautiful People” é facilmente uma das melhores da carreira da cantora: a faixa evoca um sentimento quase didático sobre como deixar os problemas descansarem e abraçar a noite (e ninguém poderia ter entregado os versos “sirva um drinque; mistura sua felicidade com tormento – tão doce” como ela).

5. “THE THRILL IS GONE.”, RAYE

Depois de muito esperar, a incrível RAYE fez sua estreia oficial no mundo da música com o exuberante ‘My 21st Century Blues’ – conseguindo se conectar com um público abrangente, que não necessariamente se restringe apenas à nova geração. Os motes que guiam as tracks são universais, transformados em acepções particulares; nesse âmbito, temos a explosão do funk de “The Thrill Is Gone” (considerada por este que vos escreve como a melhor faixa do álbum), navegando em movimentos de contração e dilatação e em uma narrativa de um relacionamento tóxico que precisa acabar – além de fazer uma reverência a Prince e a James Brown em cada uma das notas tocadas.

4. “SUNSET”, Caroline Polachek

Em “Sunset”, Caroline Polachek mostra que não se importa em encabeçar incursões mais mercadológicas, seguindo o panorama clássico das músicas pop à medida que delineia aspectos latinos com o flamenco e o violão espanhol e fala sobre o conforto que sente nos braços daquele que ama; entretanto, é preciso comentar que, mesmo adotando uma perspectiva mais familiar, ela não deixa de colocar sua identidade nos versos, como em “estou usando preto em luto pela perda súbita da inocência”.

3. “CONTACT”, Kelela

Seis anos depois de sua estreia oficial no mundo da música, Kelela voltou com o impecável ‘Raven’ – e, dentre as múltiplas faixas que nos chamam a atenção, “Contact” é a que melhor representa as mensagens que a cantora e compositora quer nos entregar. A faixa é uma narcótica viagem ao passado, sustentada por inflexões do house, do EDM e do disco em uma sensual e incrível jornada – que pega elementos mais contemporâneos, como os explorados por Azealia BanksBeyoncé.

2. “BEGIN AGAIN”, Jessie Ware

Três anos depois da espetacular obra-prima ‘What’s Your Pleasure’Jessie Ware voltou para nos agraciar com mais uma impecável jornada pela música com ‘That! Feels Good!’, uma ode ao prazer e à alegria que caminha por inúmeros estilos musicais que nos arremessam diretamente à pista de dança. E um dos carros-chefe do compilado é “Begin Again”, uma deliciosa e operística gama de elementos conflituosos que criam mágica através de uma trama hedonista e cheia de paixão – e que traz, inclusive, elementos brasileiros da bossa nova.

1. “A&W”, Lana Del Rey

O destaque de ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’, oitavo álbum de Lana Del Rey, destina-se à “A&W”. A música, lançada como segundo single do compilado, ergue-se sobre uma estrutura indie-country melodramática, comungando com os belíssimos vocais abafados de Lana e sua intrínseca conexão com a arte que faz com tanto esmero. O enredo é centrado em uma profunda crítica aos estereótipos de gênero que ainda estão enraizados na sociedade – além de lançar-se a uma análise sociopolítica da vida das mulheres. E nada (repito, nada) poderia nos preparar para a brusca mudança do americana para um sensual trap-pop que traz o melhor de Del Rey à tona e nos relembra o motivo de termos nos apaixonado por ela tantos anos atrás.

Emilia Clarke comenta sobre possível retorno ao universo ‘Star Wars’

Emilia Clarke, que interpretou Qi’ra em ‘Han Solo: Uma História Star Wars‘, foi questionada sobre a possibilidade de retornar à franquia durante uma entrevista ao IMDb.

A atriz desconversou de forma descontraída e fez uma brincadeira relacionando sua participação atual na Marvel em ‘Invasão Secreta’ com sua possível volta ao universo de ‘Star Wars’.

Ao ser questionada sobre um possível retorno, Clarke respondeu com bom humor:

“Bem… você sabe de uma coisa? Estou na Marvel agora, não tenho permissão para isso”, disse a atriz.

Lembrando que o próximo episódio de ‘Invasão Secreta‘ será exibido em 05 de julho.

Confira o trailer:

Com somente dois episódios exibidos para a crítica especializada, a série detém marca negativa para Marvel Studios no Rotten Tomatoes.

A produção está atualmente com uma porcentagem de aprovação de 66% baseada em 55 críticas.

Isso coloca ‘Invasão Secreta‘ como a produção menos bem avaliada do Universo Cinematográfico Marvel até o momento.

Anteriormente, o título de menor aprovação pertencia a ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, que detinha uma avaliação de 80%. Agora, a nova série protagonizada por Samuel L. Jackson e Emilia Clarke superou essa marca negativa.

É importante destacar que as avaliações podem evoluir ao longo do tempo, uma vez que mais episódios são disponibilizados e novas críticas são feitas. No entanto, o resultado inicial de indica uma recepção morna por parte da crítica, o que contrasta com o histórico de sucesso do MCU no site.

Confira algumas avaliações:

“‘Invasão Secreta’ mostra-se tão morna quanto parada.” – IndieWare

Samuel L. Jackson parece tão farto da fórmula da Marvel assim como uma parte crescente do público.” – Daily Telegraph (UK).

“É divertido o suficiente. Afinal, esta é uma série da Marvel, o que significa que é um caso liso e polido que traz diversos Easter Eggs para os fãs saborearem.” – London Evening Standard

“Como um dos projetos mais maduros do MCU até hoje, ‘Invasão Secreta’ é um drama tenso e fascinante que presenteia seus atores com material de peso e encoraja seu público a olhar além do brilho do super-heroísmo.” – Empire

“No geral, ‘Invasão Secreta’ tem ideias que se contentam em provocar um ritmo que um filme da Marvel pode não permitir.” – Variety.

“Na maior parte, ‘Invasão Secreta’ é mais sombrio e até monótono do que se poderia esperar.” – The Hollywood Reporter

Além de Jackson e Ben Mendelsohn, a trama também conta com James Rhodes (Don Cheadle), Sonya Falsworth (Olivia Colman), G’iah (Emilia Clarke), Gravik (Kisngsley Ben-Adir), Maria Hill (Cobie Smulders), Everett Ross (Martin Freeman) e os misteriosos personagens de Carmen Ejogo e Killian Scott.

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‘Andor’: Diego Luna diz como é trabalhar na temporada FINAL da série

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Diego Luna, protagonista da série ‘Andor‘, compartilhou detalhes emocionantes sobre sua experiência trabalhando na temporada final da produção.

Durante uma entrevista à Associated Press, Luna revelou como tem sido interpretar o personagem Cassian Andor e expressou sua empolgação e nostalgia em relação aos momentos finais de gravação da série, que faz parte do universo ‘Star Wars‘ e é transmitida pelo Disney+.

“Estou extremamente animado para filmar. A todo momento, sinto que estamos nos aproximando do fim, e, por isso, o processo é vivido com uma certa melancolia”, disse Luna. “Há também uma parte inevitável que é a tristeza de deixar essa equipe, de deixar essa dinâmica, de deixar esse tempo que vivemos aqui.”

Anteriormente, o criador da série, Tony Gilroy, disse à Empire que a 2ª temporada da série será ambientada três dias antes dos eventos de Rogue One‘, filme que deu origem à atração.

Ao fim da primeira temporada, Andor (Diego Luna) já estava flertando com os ideais da Aliança Rebelde contra as forças imperiais.

Ao que tudo indica, esses três dias serão extremamente essenciais para transformá-lo naquele personagem que o público conheceu no filme dirigido por Gareth Edwards em 2016.

Vale lembrar que os novos episódios serão lançados no Disney+ apenas em agosto de 2024, ainda sem dia oficial confirmado.

Relembre o trailer da 1ª temporada:

A primeira temporada conta com 12 episódios, que são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

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INCÊNDIO atinge estúdios da Warner Bros. em Los Angeles; Veja imagens!

Um incêndio ocorreu no lote da Warner Bros. Discovery em Burbank, Los Angeles, na tarde de ontem (30), causando um susto entre os funcionários da empresa.

Segundo informações do The Hollywood Reporter, por volta das 14 horas PST (18 horas, no horário de Brasília), foi ouvido um som de explosão, seguido por uma queda parcial de energia e uma densa fumaça cinza que se espalhou pelo céu.

De acordo com fontes internas, não há indícios de que tenha sido um ato deliberado e a situação está sendo tratada como um acidente. Felizmente, não houve feridos e o fogo foi controlado.

Veja imagens:

‘Pânico 5’, ‘The Witcher’, ‘Bird Box’ e mais! Netflix divulga lançamentos para julho

A Netflix anunciou hoje o calendário completo de lançamentos para o mês de julho, revelando uma variedade de séries, filmes e documentários que estarão disponíveis no catálogo do serviço de streaming.

Entre os destaques, temos a aguardada chegada do Volume 2 da 3ª temporada de ‘The Witcher‘, uma das séries mais populares da plataforma. Também é destaque o lançamento do spin-off ‘Bird Box Barcelona‘, e ‘Pânico 5‘, da popular franquia de terror.

Confira abaixo a lista completa de lançamentos:

Já disponível:

  • One Piece: TV Original 2
  • One Piece: Thriller Bark Arc
  • Django Livre
  • O Retorno da Lenda

5 de julho:

6 de julho:

  • O Poder e a Lei – 2ª temporada Parte 1
  • Gossip Girl
  • Acorda, Carlo!

7 de julho:

  • Meus Sogros Tão pro Crime

8 de julho:

  • Infiltrada – Golpe de Vingança

9 de julho:

11 de julho:

  • Finalmente Adultos

12 de julho:

  • Quarterback

13 de julho:

  • Sorriso Real
  • Sonic Prime – 2ª temporada

14 de julho:

20 de julho:

  • Doces Magnólias – 3ª temporada

21 de julho:

  • Clonaram Tyrone!
  • Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Mugen Train Arc

25 de julho:

  • Campeonato dos Sonhos
  • Sintonia – 4ª temporada

26 de julho:

  • Desaparecida: O Caso Lucie Blackman
  • Baki Hanma – 2ª temporada

27 de julho:

  • The Witcher – 3ª temporada / Volume 2
  • Felicidade para Principiantes

28 de julho:

  • O Famoso Alfaiate – 2ª temporada
  • Miraculous: As Aventuras de Ladybug – O Filme
  • D.P. Dog Day – 2ª temporada
  • Capitão Fall
  • Como Se Tornar um Líder de Seita

29 de julho:

  • No Ritmo da Fé

31 de julho:

  • Bastard!! – 2ª temporada

‘Heartstopper’: 2ª temporada ganha primeiro teaser FOFÍSSIMO; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘Heartstopper‘, série que fez sucesso na plataforma em 2022 e que agora volta para novos episódios em 3 de agosto.

A série é estrelada por Joe Locke e Kit Connor.

Confira:

Sobre o que podemos esperar do novo ciclo, Joe Locke declarou: “O Charlie embarca em uma jornada nesta temporada. A história dele está um pouco mais madura.”

A vindoura iteração apresentará quatro personagens: David Nelson (Jack Barton), irmão mais velho do Nick (Kit Connor); Sahar Zahid (Leila Khan), uma estudante da Escola Higgs; James McEwan (Bradley Riches), um estudante da Escola Truham; e Mr. Farouk (Nima Taleghani), um professor da Truham.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

Joe Locke, Kit Connor, William Gao, Yasmin Finney, Corinna BrownKizzy Edgell também fazem parte do elenco.

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Sentiu saudades? ‘Gossip Girl’ ganha data para VOLTAR à Netflix

Após 2 anos e meio fora do catálogo, a popular série ‘Gossip Girl‘ vai retornar à Netflix ainda neste mês.

A novidade foi descoberta através do próprio streaming, que marca a data para a série retornar à plataforma no dia 6 de julho.

Gossip Girl‘ havia sido removida da Netflix em dezembro de 2020 devido à questões contratuais com a Warner Bros. Discovery, que manteve a série exclusivamente em seu streaming, a HBO Max, durante esse período.

A série foi um dos grandes fenômenos teen durante os anos de 2007 a 2012, e é estrelada por Blake Lively, Leighton Meester, Penn Badgley e Ed Westwick.

Um reboot da série foi produzido pela HBO Max em 2021, mas foi cancelado após duas temporadas.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco também conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

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