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Mulher vende empada de carne HUMANA em cenas de ‘O Terror de Dolores Roach’; Assista!

Prime Video divulgou novas cenas oficiais de The Horror of Dolores Roach, série de terror em parceria com a Blumhouse.

Estrelada por Justina Machado (‘One Day at a Time’), a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 07 de julho.

Confira, a partir de 00:37:

Roxann Dawson (‘Superação – O Milagre da Fé’) fica responsável pela direção do episódio piloto, além de ser produtora executiva do projeto.

Dara Resnik (‘Home Before Dark’) entra como showrunner.

A história segue a indomável Dolores Roach, que retorna a um bairro de Nova York que mudou drasticamente nos dezesseis anos em que esteve na prisão. Seu namorado e sua família sumiram. Dolores é reconhecida apenas por um velho amigo chapado, Luis, que dá a ela espaço para se hospedar e fazer massagens por dinheiro no apartamento do porão, em sua loja em ruínas. Quando a promessa de sua recém-encontrada estabilidade é rapidamente ameaçada, Dolores é levada a extremos para sobreviver – deixando, como consequência, uma série de clientes estrangulados. Diante do inesperado sucesso profissional, Dolores e Luis tornam-se perigosamente simbióticos, e Luis deve desencadear suas próprias predileções particulares.

A trama é um conto grotesco de comer ou ser comido; uma lenda urbana macabra de amor, traição, gentrificação, canibalismo e sobrevivência do mais forte.

Alejandro Hernandez, Kita UpdikeK. Todd FreemanIlan EskenaziJessica PimentelJimmy AlvarezMaureen CassidyAlanna Bale e outros completam o elenco.

Série de comédia com Patricia Arquette é CANCELADA após uma temporada

High Desert, série de comédia ácida estrelada pela vencedora do Oscar Patricia Arquette, foi cancelada após uma temporada (via Deadline).

A notícia foi revelada pela própria Arquette através de seu Instagram oficial.

Na mais recente postagem, ela diz: “vários de vocês perguntaram sobre High Desert e se teríamos uma segunda temporada. Acabamos de descobrir que [a série] não irá voltar. Isso é muito triste para todos nós”.

“Eu amei [interpretar] Peggy e aquele mundo punk-rock”, a atriz continua. “Você não pode vencer todas e é um saco”.

Relembre o trailer:

Na trama, Arquette interpreta Peggy, uma viciada em drogas que decide começar um novo capítulo de sua vida depois da morte da mãe, com quem morava na pequena cidade desértica de Yucca Valley, na Califórnia. Ao retornar para a cidade natal, ela torna-se uma investigadora particular.

Nancy FichmanKatie FordJennifer Hoppe criaram a série e também entram como produtoras executivas ao lado de Ben Stiller e Arquette.

Jay Roach (‘Game Change’) entra como diretor.

Matt DillonChristine TaylorWeruche OpiaBrad GarrettBernadette PetersRupert Friend e Keir O’Donnell completam o elenco.

Giovanna Lancellotte e Agatha Paulita falam sobre a animação ‘Ruby Marinho: Monstro Adolescente’ [EXCLUSIVO]

A animação ‘Ruby Marinho: Monstro Adolescente‘, da DreamWorks, chegou recentemente aos cinemas nacionais e, recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com as dubladoras do filme, Giovanna Lancellotte (Chelsea) e Agatha Paulita (Ruby).

As duas revelaram como foi participar do projeto – e participaram de um breve joguinho, cortesia do nosso redator e crítico Thiago Nolla.

Confira:

Kirk DeMicco e Faryn Pearl são responsáveis pela direção.

A doce e desajeitada Ruby Marinho (Lana Condor), de 16 anos está desesperada para se encaixar na Oceanside High, mas na maioria das vezes ela se sente invisível. Ela está impedida de sair para a praia porque sua mãe (Toni Collette) superprotetora a proíbe de entrar na água. Mas quando ela quebra a regra, Ruby descobre que ela é descendente direta das rainhas guerreiras Kraken e está destinada a herdar o trono de sua avó comandante (Jane Fonda), a Rainha Guerreira dos Sete Mares. O Kraken jurou proteger os oceanos do mundo contra as sereias vaidosas e famintas por poder que lutam com o Kraken há eras. Há um grande e imediato problema com isso: a nova garota bonita e popular da escola, Chelsea (Annie Murphy) por acaso é uma sereia. Em última análise, Ruby precisará abraçar quem ela é e se esforçar para proteger aqueles que ela mais ama.

A produção ainda conta com as vozes de Sam Richardson, Liza Koshy, Will Forte, Colman Domingo, Jaboukie Young-White, Blue Chapman, Eduardo Franco, Ramona Young, Echo Kellum e Nicole Byer.

ruby marinho poster nacional

Série de suspense é CANCELADA após uma temporada

Freeform revelou nesta última sexta-feira (30) que a série de suspense The Watchful Eye foi oficialmente cancelada depois de apenas uma temporada (via ComicBook.com).

Enquanto mais detalhes sobre a decisão não foram revelados, sabe-se que a comédia ‘Single Drunk Female’ também foi encerrada após dois ciclos.

The Watchful Eye acompanha Elena Santos, uma jovem mulher com um passado complicado que consegue trabalhar como babá de uma influente família em Manhattan. Ela logo descobre que todos no misterioso condomínio têm seus segredos. O que eles não sabem, entretanto, é que Elena também tem coisas a esconder.

Julie Durk (‘Grace e Frankie’) é a criadora da série, enquanto Emily Fox entra como sahowrunner

Mariel Molino interpreta Elena. Amy AckerWarren ChristieJon-Michael EckerAliyah RoyaleBaraka RahmaniGrace KaufmanChristopher Redman e outros completam o elenco.

Nostalgia! 10 Comédias dos anos 80 Pouco Faladas Hoje, Mas que Tiveram Continuação

Quais são as comédias mais famosas quando falamos dos anos 80? Bem, quando falamos dos filmes do gênero que ainda se mantém populares na mente dos fãs antigos e conseguiram chegar até as gerações mais novas, podemos mencionar obras como ‘Um Príncipe em Nova York’, ‘Corra que a Polícia Vem Aí’, ‘Os Fantasmas se Divertem’ e ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’, por exemplo. Com o passar dos anos, no entanto, algumas produções que fizeram sucesso em sua época vão se tornando esquecidas se não forem mantidas vivas na cultura pop. E como se mantém um filme vivo na mente dos fãs e mais importante, o passando para novas gerações? Primeiro, mantendo a marca viva com novos exemplares, vide ‘Star Wars’. Segundo, disponibilizando tais clássicos nas plataformas de streaming, vide ‘De Volta para o Futuro’. Terceiro, falando sobre eles e os passando adiante através de indicações nos principais veículos especializados.

Aqui iremos relembrar com você algumas comédias clássicas da década de 80 que tiveram continuação e poderiam ter se tornado uma franquia, caso estas sequências não tivessem sido ignoradas pelo mesmo público que ainda adora seus originais. Confira abaixo e diga se você lembrava que estes clássicos tiveram sequência.

Clube dos Pilantras (1980)

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Um dos maiores sucessos cômicos dos anos 80, ‘Clube dos Pilantras’ é um filme esquecido atualmente, que caiu completamente no anonimato para as gerações mais novas. Isso se deve por sua marca não ter permeado na cultura pop. No entanto, a produção escrita e dirigida pelo saudoso Harold Ramis (de ‘Feitiço do Tempo’, ‘Máfia no Divã’ e ‘Endiabrado’, além de ser o Egon de ‘Caça-Fantasmas’) reuniu em tela grandes nomes do humor, como Rodney Dangerfield, Chevy Chase e Bill Murray, para muitas loucuras num clube de golfe para ricos. A continuação demorou nada menos que 8 anos para sair do papel, sem Ramis na direção e com Dan Aykroyd desta vez no elenco.

Crocodilo Dundee (1986)

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Certamente, até mesmo os mais novos, já devem ter ouvido o título ‘Crocodilo Dundee’ – um dos maiores fenômenos de bilheteria dos anos 80. “As aventuras de um caipira em Nova York”, como dizia a chamada da Globo na estreia do longa na Tela Quente, trazia o veterano Paul Hogan em seu maior papel, um caçador de crocodilos do Outback australiano, que vira assunto de matéria para uma jornalista nova iorquina. Ela o leva para conhecer sua “selva de pedra” e os dois terminam se apaixonando, numa espécie de história de Tarzan moderno. A continuação não demorou, e saiu 2 anos depois, em 1988, adicionando ação e traficantes na trama. Existe ainda um terceiro filme tardio, lançado em 2001.

Cocoon (1985)

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Não foi apenas o ‘E.T.‘ de Spielberg que visitou a Terra nos anos 80. Essa produção da Fox dirigida por Ron Howard mostrava um grupo de idosos recebendo uma “injeção de Viagra” antes mesmo do medicamento ser inventado, ao entrarem em contato com grandes casulos em uma piscina, em sua casa de repouso. Tais casulos abrigavam uma raça alienígena, cujos integrantes já estavam entre nós disfarçados de humanos. Brian Dennehy, Steve Guttenberg e Jessica Tandy protagonizaram. A continuação chegava 3 anos depois, com o retorno de quase todo o elenco, e a adição de uma jovem Courteney Cox, mas sem a direção de Howard.

O Incrível Robô (1986)

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Pode ter certeza que nos anos 80 todo tipo de criatura fantástica dominava a cena com criações para lá de icônicas. E quem viveu a época jamais esquecerá de Johnny 5 – o “Chappie” (2015) dos anos 80. O governo americano criou uma linha de robôs de guerra altamente tecnológicos (para os padrões da época). Um deles é eletrocutado com um raio, e ganha consciência, questionando seu destino bélico. Ele foge da empresa e faz amizade com Stephanie (Ally Sheedy), que a ajudará a fugir de seus criadores. Aqui temos a reunião de Steve Guttenberg e G.W. Bailey, respectivamente o Mahoney e o Tenente Harris de ‘Loucademia de Polícia’ (1984). Quando a sequência foi exibida na Globo (e ficando mais famosa que o original), foi rebatizada como ‘Um Robô em Curto-Circuito’ (1988).

Os Deuses Devem Estar Loucos (1980)

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Produção sul-africana que fez um enorme sucesso, aqui temos uma comédia à moda antiga, remetendo à era muda do cinema. O longa quase sem diálogos mostra uma tribo africana do deserto Kalahari que vive afastada da civilização. Um dia, um de seus membros se depara com a tecnologia pela primeira vez, quando encontra em seu caminho uma garrafa de Coca-Cola vazia e a leva de volta para a tribo. A continuação saiu 9 anos depois, em 1989, e passou até não querer mais na Sessão da Tarde da época, aumentando ainda mais as apostas da confusão.

A Vingança dos Nerds (1984)

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Essa comédia da Fox usava como tema um grupo de nerds de uma universidade, que sofrem o bullying dos infernos nas mãos dos jovens populares do local. O grupo disfuncional conta com personagens únicos, como os líderes Lewis (Robert Carradine), dono uma risada bizarra e inconfundível; Gilbert (Anthony Edwards); Wormser (Andrew Cassese), um pequeno gênio precoce; Lamar (Larry B. Scott), um jovem negro gay; “Booger” (Curtis Armstrong), que na tradução era chamado de “melecão”, um sujeito com pouca higiene pessoal; Takashi (Brian Toshi), um jovem asiático; e Pointdexter (Timothy Busfield), um rapaz com óculos de grau fortíssimo, que quase não enxerga nada. É claro que essa turminha de perdedores irá virar o jogo. Na continuação ‘Os Nerds Saem de Férias’ (1987) eles viajam para uma convenção na Flórida.

O Garoto do Futuro (1985)

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No mesmo ano em que viajaria para o futuro no clássico irretocável ‘De Volta para o Futuro’, Michel J. Fox também se transformava em lobisomem, mas não em um filme de terror, e sim numa comédia adolescente amalucada em ‘O Garoto do Futuro’. O longa fez certo sucesso, se tornando cult, e no ano seguinte lançou um desenho animado. Foi essa sobrevida de popularidade que tirou a sequência do papel em 1987, desta vez protagonizada por Jason Bateman como o primo de Fox. Em 2011, a ideia foi remodelada nos moldes de ‘Crepúsculo’ e se tornava um sucesso na TV durando 6 temporadas.

Assassinato por Encomenda (1985)

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Chevy Chase já apareceu na lista como parte do elenco da comédia de sucesso ‘Clube dos Pilantras’. Agora, o comediante eternizado como Clark Griswold de ‘Férias Frustradas’ aparece de novo como protagonista, nesta comédia sobre um jornalista se metendo numa furada, ao adentrar uma trama de assassinato onde ele se torna o principal suspeito. A comédia da Universal é baseada nos livros de Gregory McDonald sobre o personagem Fletch. Ele voltaria quatro anos depois em ‘Fletch Vive’ (1989), agora indo até a Louisiana para receber uma herança. Em 2022, Jon Hamm substituiu Chase no papel em ‘Confesse, Fletch’. Fora isso, um novo filme com o personagem está em desenvolvimento, intitulado ‘Fletch Won’.

Quem Não Corre, Voa (1981)

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Antes de ‘Velozes e Furiosos’, existiram os filmes de carros e perseguições com Burt Reynolds, o especialista no subgênero nos anos 70 e 80. Aqui, temos quase a versão em live-action do cartoon da Hanna-Barbera, ‘A Corrida Maluca’, mostrando diversos participantes de uma corrida ilegal pelas estradas dos EUA, entre eles Roger Moore fazendo o papel dele mesmo, Jackie Chan, Farrah Fawcett, Dean Martin, Sammy Davis Jr., além do próprio Reynolds, é claro. Três anos depois saía a continuação, que aqui no Brasil recebeu o título ‘Um Rally Muito Louco’, novamente estrelado pelo bigodudo Burt Reynolds, e adicionando Shirey MacLaine e Telly Savalas ao elenco.

Tocaia (1987)

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Um dos buddy cop movies menos falados dos anos 80, ‘Tocaia’ une em cena o vencedor do Oscar Richard Dreyfuss como o policial veterano Chris Lecce e o então jovem Emilio Estevez como o policial novato Bill Reimers. A dupla disfuncional que vive se bicando tem uma missão não muito explorada no cinema do gênero na época (que em geral via a dupla distribuindo tiros e sopapos nos bandidos). Aqui, os policiais precisam simplesmente ficar de tocaia, ou seja, observar e reportar. O alvo dos tiras é Maria McGuire (papel de Madeleine Stowe), ex-namorada de um criminoso, para ver se o sujeito entrará em contado com ela. A situação se complica quando o policial mais antigo se apaixona por ela. ‘Tocaia’ fez sucesso, mas demoraria 6 anos até ‘Uma Nova Tocaia’, que está completando 30 anos em 2023, sair do papel. No segundo round adicionando Rosie O’Donnell, e transformando a dinâmica num trio.

‘Misdirection’: Atriz de ‘Viúva Negra’ vai estrelar novo thriller de ação; Saiba mais!

Segundo o DeadlineOlga Kurylenko (Viúva Negra) e Armand Assante (‘O Gângster’) foram escalados para estrelar ‘Misdirection’, novo thriller de ação do diretor Kevin Lewis (‘Willy’s Wonderland’).

Oliver Trevena também faz parte do elenco.

A narrativa acompanha um casal desesperado (Kurylenko e Trevena) que realizou uma série de arrombamentos sofisticados para pagar uma dívida da máfia. Quando tentam roubar sua última vítima, eles se veem presos em um jogo mortal de gato e rato, onde as mesas são viradas e os caçadores se tornam a caça.

“Estou muito animado em trabalhar com Olga, Armand, Oliver e o restante do nosso incrível crime criativo para construir um thriller angustiante que irá encantar o público ao redor do mundo”, Lewis disse em uma declaração oficial.

Lacy McClory assina o roteiro.

Marcus EnglefieldGeorge LeeMichael MendelsohnMatt Drake e Trevena entram como produtores.

As filmagens devem começar ainda este ano. Mais detalhes não foram revelados.

‘RuPaul’s Drag Race’: Terminam as filmagens da 16ª temporada!

Foi revelado recentemente que as gravações da 16ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, aclamado reality de competição com drag queens, chegaram ao fim.

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que o novo ciclo tem estreia prevista para janeiro de 2024.

Vale lembrar que o último ciclo coroou Sasha Colby, um dos nomes mais conhecidos e respeitados da comunidade drag, como o tão sonhado título de “nova superestrela drag” e um prêmio de US$200 milAnetra ficou em segundo lugar.

Colby tornou-se a 2ª participante transsexual a vencer a franquia principal e a 5ª na competição geral.

O novo ciclo também contou com Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

‘Nasce Uma Estrela’: Aclamado remake protagonizado por Lady Gaga e Bradley Cooper estreia no Prime Video

O aclamado remake Nasce Uma Estrela, estrelado pela vencedora do Oscar Lady Gaga e pelo indicado ao Oscar Bradley Cooper, já está disponível no Prime Video.

O filme foi lançado na plataforma de streaming no último dia 01 de julho.

Relembre o trailer:

Nasce Uma Estrela fez a limpa na temporada de premiações, principalmente nas categorias musicais. A canção-tema “Shallow” levou um Oscar, um Globo de Ouro, dois Grammys, um BAFTA e um Critics’ Choice por Melhor Canção Original, eventualmente tornando-se a música mais premiada de todos os tempos. A trilha sonora também quebrou recordes de vendas, streamings e prêmios – e também se tornou a mais condecorada da história.

Gaga foi indicada na categoria de Melhor Atriz, enquanto Cooper recebeu a mesma honraria na categoria de Melhor Ator. O filme foi nomeado para as categorias de Melhor Fotografia, Melhor Mixagem de Som, Melhor FilmeMelhor Roteiro Adaptado.

Sam ElliottDave ChapelleAnthony RamosAndrew Dice Clay e Rafi Gavron também fizeram parte do elenco.

Bradley Cooper assina a direção.

Jackson Maine é um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber. Lá, Jackson conhece Ally, uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Ele se encanta por ela e seu talento. Mais tarde, os dois acabam se casando. Ao mesmo tempo em que Ally desponta para o estrelato, Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool. Os momentos opostos acabam por minar o relacionamento amoroso do casal.

Opinião | ‘American Horror Story: Freakshow’ não é tão bom quanto você se lembra

Em meados da década de 1950, os circos dos horrores emergiram como uma popular atração para as pessoas da classe média dos Estados Unidos, localizando-se nas cidades do interior como forma de manter o misticismo que cercava as criaturas que os habitavam. Mas, para falar a verdade, essas “criaturas” eram vistas como escória da sociedade e eram tratadas com descaso, asco e exclusão, ainda que apenas tivessem deformações decorrentes de uma má formação fetal. É claro que, antigamente, os avanços médicos não eram capazes de prever tais acontecimentos, bem como ajudar na cura ou na aceitação. Deste modo, os donos dos circos contratavam as pré-julgadas “aberrações” como espetáculos singulares e nunca antes vistos pelos olhos humanos. 

Não é nenhuma surpresa que Ryan Murphy e Brad Falchuk se aproveitariam de um tema tão polêmico para cultivar uma perspectiva única sobre os shows de horrores de antigamente – dessa vez mostrando os bastidores das apresentações em detrimento dos espetáculos em si (e tudo isso perscrutado com uma boa dose do macabro, do inexplicável e do sanguinolento). 

Entretanto, apesar das vastas propostas e mitologias dispostas para a arquitetura da nova temporada de American Horror Story, seus criadores parecem não ter tido o discernimento necessário para separar o útil do fútil. Freakshow’, como foi intitulada a quarta entrada da franquia antológica, tornou-se uma decepção em virtude de muitas escolhas erradas. Obviamente, não posso tirar crédito de vários pontos positivos, principalmente no tocante à artística plástica em cena, mas os deslizes são vistos nas partes mais necessárias para o prazer do público: a narrativa. Em meio a tantos personagens e subtramas, Murphy e seu time criativo praticamente perderam a mão em se tratando de escolhas, adições e subtrações. 

“MONSTROS” ENTRE NÓS 

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Os grandes astros dessa temporada são exatamente os freaks. Os monstros, abandonados por uma sociedade retrógrada e exclusiva por trazerem o novo para um mundo em constante mudança. Temos personagens baseados em pessoas reais, que passaram a maior parte da vida migrando de cidade em cidade, apresentando-se para sobreviverem e não caírem nos perigos das ruas e da subserviência. Entretanto, mesmo com uma riqueza de histórias verídicas – alguns atores e atrizes são portadores dessas deformidades e aceitaram participar da temporada -, a falta de profundidade nas backstories e até mesmo nas narrativas principais tornaram-nos peças descartáveis em um jogo que já começara a mostrar sinais de envelhecimento desde Coven’. 

A protagonista de Freakshow’ é mais uma vez encarnada pela incrível Sarah Paulson, responsável por dar vida às gêmeas siamesas Bette e Dot Tattler. As duas personagens seriam dignas de páginas e mais páginas de análise sobre suas personalidades contraditórias, caso pudessem ter sido mais exploradas ao longo dos doze episódios. Não que elas não sejam: as duas são resgatadas da casa em que vivem por um longínquo hospital após o brutal assassinato de sua mãe. Após serem analisadas com desgosto pelos cirurgiões, elas são mantidas escondidas por sua condição, mas não para autoproteção, e sim para proteger a sociedade que as cerca. Afinal, a formação embrionária das gêmeas as interligou por praticamente todos os sistemas do corpo humano, incluindo o psíquico – e compartilhar uma carcaça física que divide em duas cabeças é motivo para repúdio por parte daqueles que não entendem o novo. 

Bette é a encarnação do arquétipo puro, ingênuo e esperançoso. Sua presença é encantadora, principalmente pelo tom cândido com o qual fala com as outras pessoas, sempre pensando no bem-estar dos outros. Os traços altruístas estão ali e, mesmo que isso signifique sacrificar a própria felicidade, ver aqueles que ama em um estado de êxtase e pacificidade lhe traz plenitude. Entretanto, ela não está livre de quaisquer sentimentos mesquinhos que fazem parte da psique humana; Bette também tem desejos ambiciosos, principalmente de se tornar uma estrela da televisão e do cinema. Apesar da constância subalterna de sua vida, podemos enxergá-la como uma das várias facetas de Bette Davis, conhecida por sua necessidade de aprovação por parte do público e da crítica – assim como nossa querida personagem. 

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Dot, por sua vez, não tem medo de expressar sua opinião, principalmente quando esta tem a ver com seus sonhos. Suas ambições, assim como as de Bette, estão lá para deixar as coisas mais interessantes e adicionar camadas de complexidade à sua personalidade. Porém, diferente da irmã, ela precisa reafirmar para todo que passará por cima de qualquer obstáculo para chegar onde quer, tornando-a, a priori, impetuosa e impiedosa. Temos em certos momentos da trama diversos monólogos sobre como ela desejava uma nova vida para si mesma, ainda que isso significasse a separação forçada de sua gêmea – e pior: a morte de uma das duas. Mesmo assim, seu instinto maternal aflora a cada episódio; em diversas sequências, vemos as duas entrando em um conforto familiar e fraternal que não poderia existir de qualquer modo e, bom, no final das contas, todos acabam ganhando. As duas irmãs se tornam celebridades, após passarem por processos de maturação psíquica que deixam seus laços ainda mais fortes e inquebráveis. 

Há uma cena no segundo episódio, chamado Massacres and Matinees”, em que temos uma clara distinção entre as duas personagens. Nos vemos numa sala de operações, na qual, sobre uma maca, jaz os corpos conjugados de Bette e Dot. Enquanto esta se mostra pronta para realizar a cirurgia, constantemente dizendo que sua irmã gêmea está sendo egoísta por não deixá-la viver, aquela se desmonta aos prantos, apelando para o lado emocional de sua outra metade, sem qualquer sucesso. Momentos depois, as duas acordam, uma de um sonho, e outra de um pesadelo. É emocionante ver a organicidade de ambas em cena, e como um sempre irá completar a outra, ainda que em momentos de pura insanidade ou cansaço do que o mundo exterior representa para elas. Entretanto, o ápice de tudo isso recai sobre Paulson, que consegue fornecer nuances extremamente diferentes e prova, mais uma vez, sua incrível versatilidade nas telinhas. 

As gêmeas siamesas são resgatadas pela figura aparentemente superprotetora de Elsa Mars (Jessica Lange), dona do Gabinete de Curiosidades da Madame Elsa – um nome um tanto quanto charmoso para esconder os horrores dos bastidores do circo de horrores. Apesar do semblante severo e do coração mole, passamos a conhecer, ao longo dos episódios, seus segredos e ambições mais obscuras: primeiramente, devemos entender que ela foi uma das sobreviventes da II Guerra Mundial, sendo expatriada para os Estados Unidos após mostrar-se desalinhada aos ideais nazistas; depois, faz-se necessário compreender que ela, na verdade, era uma prostituta de luxo, contratada pelos oficiais do exército germânico para lhes servir, até cair numa cilada e ter sua perna direita removida e substituída por uma prótese de madeira. 

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Após ser enganada, ela decidiu recomeçar sua vida na pequena cidade de Júpiter, Califórnia, tentando encontrar princípios que a mantivessem viva e não a deixassem ceder às tentações do álcool e das drogas – não que isso tenha funcionado. Mas ao menos ela conseguiu alcançar o sonho de se tornar uma espécie de celebridade ao controlar seu próprio espetáculo, utilizando este como pretexto para recrutar os marginalizados pela sociedade e cuidar de cada uma das vidas como se fosse a própria. O almejo pela paz é algo que nunca teve e que, agora, após alcançar certa idade, consegue direcionar para seus “filhos”. 

Elsa é a representação da decadência e da falta da esperança, ambas provindas de inúmeros traumas passados. Ela tem um desejo secreto de retornar ao estrelato, ignorando todas as advertências de seus colegas e companheiros para ter o gostinho da vitória. Ethel Darling (Kathy Bates), também conhecida como a Mulher Barbada, é um dos arquétipos de sua consciência, tentando guiá-la através do melhor caminho para não deixar que sua ganância fale mais alto que a crua inclinação para o amor incondicional. Como podemos imaginar, essa manutenção da ordem não dura por muito tempo; Elsa acaba por se deixar levar pelo medo de perder “o trono”, e utiliza-se de medidas drásticas para reafirmar sua posição dentro do microcosmos circense. 

Temos outros personagens que também entram como guardiões da integridade física e moral de seus conterrâneos, e também guias espirituais para as mentes mais distorcidas. Jyoti Amge encarna Ma Petite, a Menor Mulher do Mundo, e talvez seja uma das criaturas mais adoráveis de toda a antologia AHS. Sua presença não é tão recorrente quanto queríamos, mas ela consegue roubar o foco principal cada vez que entra em cena – e, em Freakshow’, Elsa a trata como um escape psicológico da realidade em que vive, enxergando-a como uma espécie de salvadora. Erika Ervin também faz suas pontas valerem muito a pena, dando vida a Amazon Eve, uma das reais protetoras de seu grupo, com uma incrível capacidade de discernimento e justiça. 

Em suma, os personagens da quarta iteração da série são fantásticos. Mas a prática não é tão funcional assim quanto a teoria; o grande problema é a que estas incríveis e complexas criações são submetidas. Permanecendo em apenas um arco pouco delineado – que conversa diretamente com o tema principal da temporada -, eles não têm oportunidade de crescerem, enfrentarem seus obstáculos e seus medos, e encontrar um final digno. Diferentemente de Asylum’ ou Murder House’, que também trouxeram uma quantidade considerável de subtramas, Freakshow’ falha em conseguir entregar o que promete, resolvendo as pontas soltas com os clichês do acaso e das saídas formulaicas de obras de terror. 

SCHEISSE, BE MINE 

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As ambições correm soltas no pequeno condado de Júpiter. Seja na futura esposa de um proeminente nome do Direito, ou até mesmo o amor de dois adolescentes que não conseguem imaginar a vida sem o outro, o misticismo e o macabro sempre conseguem acompanhar os sonhos de cada um dos habitantes, polvilhando votos de esperança com suspense, drama – e sangue. É aqui que Twisty, o Palhaço (John Carroll Lynch), uma das melhores criações de Murphy e sua equipe, e também a mais desperdiçada. Desde o episódio Monsters Among Us’, sua maligna e perturbada presença foi capaz de trazer à tona o mais puro asco e repulsa, e não apenas por sua caracterização essencialmente sangrenta e carregada de rancor, mas também por simbolizar os pesadelos que tínhamos quando crianças. 

Este talvez seja o personagem mais contraditório da iteração – senão da franquia. Nascido com um certo atraso mental, que o impediu de desenvolver completamente as conexões psíquicas normais para o cérebro de um ser humano adulto, sua pura ingenuidade o levou a cair em armadilhas arquitetadas por seus próprios companheiros de circo, os quais fizeram-no acreditar que sua afinidade com as crianças e sua capacidade de encantá-las com a mais simples escultura com balões era, na verdade, uma inclinação em potencial para a pedofilia e para o abuso infantil. Entrando em uma crise existencial profunda, ele tenta tirar a própria vida, mas acaba falhando e passa o resto da vida alimentando um ódio contra aqueles que o maltrataram, transformando-se em um serial killer praticamente saído do mais horrendo dos sonhos. 

É fácil traçar elos comparativos entre Twisty e Pennywise, a assombração da obra It – A Coisa’, de Stephen King. Ambos são representações palpáveis do medo que vem como um obstáculo a ser enfrentado pelos “heróis” ou “protagonistas” da história. Entretanto, diferentemente da obra de King, o palhaço assassino em momento algum cruza caminhos com o circo comandado por Elsa. Ele encontra sua redenção de forma pouco satisfatória e no meio da temporada, dizendo adeus sem mesmo ter seu potencial explorado em completude e sendo levado por outra figura ainda mais demoníaca – Edward Mordrake (Wes Bentley), o Homem de Duas Faces que se suicidou e se tornou um coletor de almas no afterlife. 

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Mordrake é outro “vilão” desperdiçado e que poderia se tornar a nêmeses de mais da metade do elenco principal. Ele também é movido pela vingança, mas de um jeito distorcido e até mesmo original: ele é um ouvinte de história e procura o passado mais obscuro de suas vítimas para decidir quem fará parte de sua trupe. Suas aparições ocorrem na noite de Halloween (nada de novo no front), caso algum circo dos horrores faça apresentações ao público. É uma mitologia um tanto quanto inexplicável e que, mesmo assim, consegue criar uma atmosfera de suspense muito boa – ao menos durante alguns minutos. Nos dois episódios estrelados pelo personagens, intitulados Edward Mordrake – Parts 1 & 2″, passamos a conhecer o passado de todas as “aberrações”, compreendendo como cada uma das lutas pela sobrevivência os uniu e constituiu uma família nada convencional. 

Esperar que um monstro se vire contra o outro é meio inverossímil. Afinal, geralmente, as minorias tendem a se proteger dos perigos externos. Desse modo, é quase óbvio esperar que forças humanas e socialmente “normais” tentem desmantelar a tênue ordem que existe entre o desconhecido e o superficial. Em Freakshow’, essa ameaça vem na forma de Dandy e Gloria Mott (Finn Wittrock e Frances Conroy, respectivamente). Dandy é a representação contemporânea de Édipo, portando-se como uma criança mimada que quer tudo aquilo que pede e faz de tudo para que sua mãe consiga satisfazê-lo. Apesar dos trejeitos pueris e incapacidade de aceitar um “não” como resposta, sua personalidade psicótica se eleva a um nível mortal para os integrantes do circo – culminando no assassinato de quase todos no penúltimo episódio da saga. 

Denis O’Hare e Emma Roberts também dão as caras na quarta temporada de AHS, encarnando o cientista e falso produtor cinematográfico Richard Spencer e sua assistente Maggie Esmerelda. Ele é a famosa figura do charlatão e do malandro, pronto para enganar qualquer um com suas artimanhas e falcatruas – incluindo encher de esperança Bette, Dot, Elsa e qualquer outro freak que esteja disposto a imaginar uma vida melhor para si mesmo. Enquanto Richard permanece fiel a seus valores, Maggie se permite desdobrar-se em facetas que não acreditava existir em sua personalidade, primeiro fingindo ser uma vidente e depois criando laços com cada uma das aberrações do circo, percebendo que aquela era sua real família e entrando em um dos arcos de redenção mais bonitos de toda a série, até encontrar seu trágico fim numa sequência inexplicável e irritantemente sem nexo. 

VÍCIO DE LINGUAGEM 

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American Horror Story: Freakshow’ tinha tudo para se tornar uma das melhores entradas da antologia, mas desperdiçou um potencial gigantesco. Não apenas pela quantidade absurda de personagens secundários que mais funcionam como tapa-buracos que qualquer coisa, mas pela falta de coerência tanto com a identidade narrativa das temporadas anteriores quanto pela resolução dos arcos. 

Como já mencionado, tudo ocorre pelo acaso. Nem mesmo a incrível direção de arte, a qual resgata o teor interiorano e “pacato” das pequenas cidades dos Estados Unidos e até mesmo o embate entre conservadorismo e progresso, é capaz de ofuscar as falhas nos roteiros, o excesso transbordante do gore e do sexo, e o insatisfatório season finale, que entra como um capítulo para eliminar as peças inutilizadas e fornecer o mínimo de decência para os “favoritos”. Os erros são muitos. E são graves. Talvez seja cansaço ou talvez e a fórmula já tenha entrado em desgaste – mas que ficamos irritados, isso não tem como negar. 

Belly está de volta no trailer LEGENDADO da 2ª temporada de ‘O Verão que Mudou Minha Vida’; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer oficial e legendado da 2ª temporada da adaptação ‘O Verão que Mudou Minha Vida‘.

Os três primeiros episódios do próximo ciclo irão estrear oficialmente no dia 14 de julho, enquanto os capítulos seguintes serão lançados em formato semanal.

Na segunda temporada, “Belly costumava contar os dias para o seu retorno à Cousins Beach, mas com a disputa entre Conrad e Jeremiah e o retorno do câncer de Susannah, ela não acha o verão será a mesma coisa. Quando um visitante inesperado ameaça o futuro da casa de Susannah, Belly precisa unir novamente o grupo – e finalmente decidir o que o seu coração quer”.

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Baseada no romance homônimo de Jenny Han (‘Para Todos os Garotos que já Amei’), a história é um drama multigeracional que gira em torno de um triângulo amoroso entre uma garota e dois irmãos, o relacionamento evolutivo entre mães e filhos, bem como o poder duradouro das amizades femininas.

O elenco conta com Lola Tung, Christopher Briney, Gavin CasalegnoRachel Blanchard e Jackie Chung.

Han escreveu o piloto da série e também entra como produtora executiva e co-showrunner.

‘O Verão que Mudou a Minha Vida’ foi lançado originalmente em 2009. Seu sucesso rendeu nada menos que duas sequências: Sem Você Não é Verão, publicada em 2010; e Sempre Teremos o Verão, de 2011.

o verao que mudou a minha vida

‘Belo Desastre’: Romance com Dylan Sprouse e Virginia Gardner já está disponível no Prime Video”

O romance ‘Belo Desastre‘ (Beautiful Disaster), estrelado por Dylan Sprouse (‘After – Depois da Verdade’) e Virginia Gardner (‘A Queda’), já está disponível no Prime Video.

O longa foi lançado no último dia 30 de junho na plataforma de streaming.

A trama segue Abby, uma jovem que quer deixar seu passado tumultuado para trás, mas ao chegar na faculdade, ela conhece Maddox, um lutador de MMA que usa o dinheiro da luta para pagar os estudos. O que ela não imagina é que esse encontro pode colocar todos os seus planos para um novo começo em risco!

Relembre o trailer:

Dirigido por Roger Kumble, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Jamie McGuire.

Abby Abernathy é uma boa garota e acredita que seu passado sombrio está bem distante, porém, quando se muda para uma nova cidade com America para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy do local: Travis Maddox. O menino é um conquistador e logo se depara com a resistência de Abby ao seu charme. Intrigado, Travis a atrai com um jogo. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, nem passa pela cabeça do garoto que ele acaba de se deparar com uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar os levando à loucura.

O elenco ainda conta com Samuel Larsen, Libe Barer, Brian Austin Green, Austin North, Rob Estes e Trevor Van Uden.

BeloDesastre Diamond Films

‘Spencer’: Aclamado drama com Kristen Stewart já está disponível na HBO Max!

Spencer se tornou um dos filmes mais elogiados de 2021 e garantiu à Kristen Stewart uma indicação ao Oscar por sua aplaudida performance como Lady Di.

Agora, a produção finalmente chegou à HBO Max.

O longa-metragem foi disponibilizado no último dia 01 de julho no catálogo da plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Spencer é um longa cujo título faz referência ao sobrenome de solteira de Diana. Se passando nos anos 1990, Diana passa o feriado do Natal com a família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Reino Unido. Apesar das bebidas, brincadeiras e comidas que Diana já sabe o script da realeza, mas esse final de ano vai ser diferente. Após rumores de traição e de divórcio, a princesa se vê em um impasse quando percebe que seu casamento com Príncipe Charles já não está dando mais certo e nunca dará, já que o príncipe ama somente Camilla Parker Bowles, mesmo com os dois filhos, portanto ela decide o deixar. Após o pedido, Diana se vê atormentada pelo fantasma da ex-rainha Ana Bolena, também deixada de lado pelo marido. Spencer é apenas uma especulação do que pode ter acontecido durante esses turbulentos dias e noites de paparazzi rodeando sua vida que antecedem o Natal e os seguintes após seu pedido oficial de divórcio.

Jack FarthingSally HawkinsTimothy Spall também fazem parte do elenco.

Crítica | Kristen Stewart rumo ao Oscar na fabulesca cinebiografia ‘Spencer’

10 Dicas de Filmes sobre DILEMAS de casais de primeira viagem

Todos nós já tivemos, temos ou vamos ter um grande amor em nossas vidas. A primeira viagem para esse sentimento muitas vezes não é logo na primeira vez que nos relacionamos com alguém mas quando sentimos que há algo diferente. Pensando nessa situação, de conflitos que passam duas amam que encontram o amor pela primeira vez, não importa a idade, segue abaixo uma lista com 10 filmes sobre dilemas de casais de primeira viagem:

 

Canção de Ninar

Na trama, conhecemos a jovem Amaia (Laia Costa), de cerca de 30 e poucos anos, que acaba de ser mãe de primeira viagem. Após o nascimento da criança, ela passa por diversas fases, como: a relação com o seu lado profissional agora sendo mãe e os conflitos com o marido Javi (Mikel Bustamante) muitas vezes ausente. Em todos esses momentos, seu pai Koldo (Ramón Barea) e sua mãe Begoña (Susi Sánchez, em grande atuação) se mostram presentes e em certo momento onde já não consegue mais lidar com tudo que vem passando sozinha resolve passar um tempo com eles na casa onde morou quando pequena. Esse período será de grande aprendizado e também trará grandes surpresas.

 

Eurotrip – Passaporte para a Confusão

Na trama, conhecemos Scott (Scott Mechlowicz), um jovem que acabou de concluir o ensino médio norte-americano e ao mesmo tempo acaba terminando de maneira abrupta seu relacionamento com a namorada Fiona (Kristin Kreuk) com quem achou que ficaria pra sempre. Ingênuo é sempre zoado pelos amigos e por seu irmão menor. Ele pratica alemão com uma pessoa que mora em Berlim e que ele acredita ser um homem, só que ele está enganado e a pessoa com quem ele fala todo dia pelo computador na verdade é uma linda garota chamada Mieke (Jessica Boehrs). Desesperado em fazer acontecer esse relacionamento, ele se junta a Jenny (Michelle Trachtenberg), Jamie (Travis Wester) e seu grande amigo Cooper (Jacob Pitts) para uma volta pela Europa à procura de Mieke.

 

O Baile de Formatura

Na trama, conhecemos Dee Dee Allen (Meryl Streep) e Barry (James Corden) dois atores famosos da Broadway que fracassam mais uma vez na estreia de um espetáculo tendo críticas horríveis em alguns jornais. Buscando saírem um pouco dos holofotes e ajudar alguma causa que dê projeção para um retorno triunfal aos palcos, através da amiga e também atriz Angie (Nicole Kidman), descobrem uma garota chamada Emma (Jo Ellen Pellman) que mora no interior dos Estados Unidos, em Edgewater Indiana, que praticamente fora proibida de ir ao baile de formatura de sua escola com sua namorada. Chegando até a cidadezinha, os artistas farão de tudo para ajudar Emma para que ela tenha a festa que merece além do respeito.

 

Nimby

Na trama, conhecemos Marvi e Kata, duas jovens inteligentes que namoram faz um ano, so que ambas ainda não contaram para suas famílias sobre esse relacionamento. Buscando resolver essa situação, aproveitam a ida da mãe de Kata (uma famosa comissária da União Europeia) e de seu pai até a Finlândia para talvez conversar sobre o assunto. Mas nesse meio tempo, Marvi convence a namorada de irem primeiro contar para sua família no interior da Finlândia. Muitas situações acontecem mas as famílias das duas se encontram e precisarão muita compreensão para todos se entenderem.

 

Stupid Young Heart

Hölmö nuori sydän, no original, conta a história de Lenni (Jere Ristseppä) e Kiira (Rosa Honkonen) um casal de jovens que com pouco tempo de um quase relacionamento precisam enfrentar as dificuldades e desafios de uma gravidez. Com movimentos maduros de ritmos completamente diferente, o primeiro acaba muito confuso, com péssimas amizades e busca conhecer um mundo que não conhece mostrando ser influenciado ao extremo por extremistas preconceituosos. A segunda precisa encarar tudo de forma corajosa, sendo duas forças segurando as batalhas que enfrenta durante a gravidez.

 

Peggy Sue – Seu passado a espera

Na trama, conhecemos Peggy Sue (Kathleen Turner), uma mulher de meia idade, mãe de dois filhos que está prestes a se divorciar do marido Charlie (Nicolas Cage) por conta de inúmeras traições por parte dele e do distanciamento que o mesmo mantém de sua família, deixando outros assuntos serem mais importantes. Durante um baile de comemoração de 25 anos da formatura da sua turma do High School, inclusive onde conheceu Charlie, a protagonista desmaia e acaba indo parar 25 anos atrás podendo assim reviver momentos, driblar algumas escolhas e seguir um novo caminho. Ou não.

 

Dois Corações

Na trama, conhecemos Chris (Jacob Elordi) um jovem universitário, que está em busca do que quer fazer de sua vida. Ele possui problemas de relacionamento com o exigente pai e vê sua rotina e destino mudar quando conhece a jovem Sam (Tiera Skovbye) por quem logo se apaixona. Em paralelo a essa história que rumava para uma romance como algum outro qualquer, conhecemos o cubano Jorge (Adam Canto), de família rica que levantou um império de Rum. Desde criança, Jorge possui graves problemas no pulmão mas isso não o impediu de seguir em frente e até encontrar o amor no relacionamento com a aeromoça Leslie (Radha Mitchell). Essas duas estradas, que aparentemente nunca se cruzariam, vão levar uma flechada do destino onde dilemas, dor, amor e perda vão se encontrar em um determinado momentos de suas trajetórias. Como fator de curiosidade, o longa-metragem, conforma já dito, é baseado em fatos reais. O personagem Jorge é inspirado em Jorge Bacardi, um dos herdeiros da famosa marca de bebidas destilada.

 

A Química que há entre Nós

Na trama, conhecemos Henry (Austin Abrams) um jovem tranquilo, focado, que está prestes a ser o editor-chefe do jornal do colégio. Ele está entrando no último ano do colégio e logo nos primeiros dias conhece a recém transferida Grace (Lili Reinhart), uma jovem super inteligente mas cheia de inseguranças que se esconde do seu presente por um forte trauma no passado. Uma amizade logo cresce entre os dois e logo a paixão acontece mas ambos precisarão buscar entender um ao outro mas nada será tão simples.

 

Continência ao Amor

Na trama conhecemos Cassie (Sofia Carson), uma musicista, batalhadora, que trabalha como garçonete em um bar de uma cidade e precisa lidar com vários obstáculos na sua vida, o principal deles é no campo da saúde. Cassie é diabética Tipo 1 (quando o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina) sendo assim necessário tomar diariamente um remédio bem caro. Também conhecemos Luke (Nicholas Galitzine), um jovem, ex-usuário de drogas, que é brigado com o pai que resolve se alistar ao Exército norte-americano e está de partida para uma missão no Iraque. Cassie e Luke se conhecem e o primeiro encontro é um grande desastre mas resolvem se casar de mentirinha para que Cassie tenha o auxílio de saúde pago pelos militares e Luke consiga um acréscimo no salário para pagar suas dívidas com o traficante que comprava drogas. Assim, essas duas almas vão precisar passar algum tempo junto e acaba surgindo uma verdadeira história de amor.

 

Sing Street

Na trama, passado em uma Dublin em meados dos anos 80, conhecemos Conor (Ferdia Walsh-Peelo) um adolescente que se muda para uma nova escola onde começa a sofrer bullying. Em meio a uma tentativa de ser forte em relação a essa situação, se apaixona perdidamente por uma jovem mais velha e para conquistar seu coração, resolve criar uma banda com alguns amigos, que conhece na nova escola, e assim uma linda história de amor surge.

Crítica | Sangue e Ouro – Quando a ganância e a VINGANÇA entram em conflito em filme da Netflix

Em mais um recorte sobre a segunda guerra mundial disponível na Netflix, essa produção alemã foca no período de quase fim da batalha onde em um vilarejo com fortes marcas da guerra uma luta por um tesouro judeu coloca em conflito um desertor, uma fazendeira, nazistas e moradores do local. Bastante sangrento e bem objetivo, o roteiro apresenta os vários lados de uma batalha que envolve ganância, desespero, vingança e oportunidade. A direção é assinada pelo cineasta Peter Thorwarth.

Na trama, ambientada na primavera de 1945, conhecemos Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão que acabara de desertar e logo é sentenciado à morte. Só que o destino lhe ajuda e coloca em seu caminho a humilde fazendeira Elsa (Marie Hacke) que o salva e cuida do seus ferimentos na casa onde mora com o irmão. Os nazistas que sentenciaram Heinrich estão na cidade em busca de ouro deixado para trás por judeus em fuga, fato que todos ali naquela região parecem conhecer. Logo, uma imensa batalha é vista, com vários lados em busca de seus objetivos.

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É importante a situação da Segunda Guerra Mundial aqui nesse cenário. Com os franceses cruzando o Rio Reno, região que atravessa a Europa do sul ao norte e os norte-americanos se aproximando, os nazistas se veem cada vez mais encurralados. Nesse ponto começa a história desse longa-metragem que gira em torno de uma palavra: desespero. Seja na visão do desertor, em busca de sua filha, ou na da fazendeira que em certo momento não tem mais nada a perder. Quem possui os mesmos objetivos acaba criando alianças e a partir daí conflitos e mais conflitos são vistos pelos olhos também da ganância ou mesmo da vingança.

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Marie Hacker as Elsa and Florian Schmidtke as Dörfler in Blood & Gold, Courtesy of Netflix 2023

O projeto parece um pouco corrido em alguns momentos. Como escrito acima, é importante entender o contexto (final da guerra) do maior dos conflitos que o mundo já viu até ali. As cenas de ação são ótimas. A sobrevivência é outro encaixe que vemos nas escolhas dos personagens, até mesmo num já pensamento de pós guerra, aquele ouro tão desejado vira uma luta pela futura existência pois todos os lados não sabem o que vai acontecer com o futuro deles ao fim da guerra.

Pra quem curte filmes de ação, principalmente de guerra, esse longa-metragem de pouco menos de 100 minutos de projeção é mais um projeto para você refletir sobre o tema.

‘John Wick 4’ ou ‘Guardiões da Galáxia 3’? Saiba qual foi o filme mais POPULAR de 2023 até agora…

O The Wrap divulgou uma pesquisa que divulgou quais foram os filmes mais populares e procurados de 2023 até agora, e a briga pelo primeiro lugar foi boa.

John Wick 4: Baba Yaga‘ reinou supremo como o filme mais procurado até agora em 2023, superando ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e ‘Velozes e Furiosos 10‘. O filme foi um sucesso de crítica e público e teve a melhor bilheteria da franquia.

De acordo com a Parrot Analytics, ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ gerou 216 vezes mais demanda que qualquer outro lançamento, tornando-o o filme mais procurado do ano até agora.

A demanda, nesse caso, é calculada usando um sistema de propriedade que leva em consideração a audiência, o engajamento na mídia social, as consultas nos mecanismos de buscas e outros fatores. ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ está em segundo lugar no estudo, com ‘Velozes e Furiosos 10‘ chegando em terceiro.

Ficou surpreso?

A sequência ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 432 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como a maior arrecadação global da franquia.

O recordista anterior, ‘John Wick 3: Parabellum‘, havia arrecadado US$ 328.3 milhões mundialmente, em 2019.

Confira nossa entrevista com Reeves e siga o CinePOP no YouTube:

Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

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Gosta de ‘John Wick’? Então você PRECISA assistir a esse Filme de Ação que estreou no Star+….

Estrelado por Bob Odenkirk (‘Better Call Saul’), o thriller de ação ‘Anônimo‘ (Nobody) chegou recentemente ao catálogo da Star+.

Na trama, o astro interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam.

Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros dos quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

Bastante comparado com ‘John Wick‘, o longa foi escrito por Derek Kolstad, roteirista da franquia estrelada por Keanu Reeves.

Ainda assim, ‘Anônimo‘ tem seu toque de originalidade e conquistou os críticos com 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Inclusive, a análise do Loud and Clear Reviews diz que:

“‘Anônimo‘ é uma vitrine de ação impressionante para o astro Bob Odenkirk e um espetáculo habilmente encenado por dublês, quase no mesmo nível da trilogia de ‘John Wick‘.”

Nas redes sociais, a recepção é a mesma vinda dos fãs, que estão rendendo elogios aos momentos de ação e principalmente à performance de Odenkirk.

Entre os comentários, o filme é descrito como uma baita surpresa pelo público e que merece todo o destaque que está recebendo online.

Confira as reações:

 

Relembre o trailer:

O longa é dirigido por Ilya Naishuller, o mesmo responsável por ‘Hardcore: Missão Extrema‘.

Christopher LloydConnie Nielsen também fazem parte do elenco. Derek Kolstad (John Wick) assina o roteiro.

O longa de ação é produzido por Odenkirk ao lado de Kelly McCormick (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘) e David Leitch (‘Deadpool 2 e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).

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DC se junta à Marvel, Netflix, Sony, HBO, Universal e NÃO participará da San Diego Comic-Con

Durante dois anos, a San Diego Comic-Con, a maior convenção anual de fãs da América do Norte foi forçada a cancelar o evento devido à pandemia do COVID-19.

No ano passado, a SDCC voltou com força total com uma convenção de mascarados e vacinados que foi um grande sucesso, trazendo painéis da Marvel Studios, ‘A Casa do Dragão’, The Walking Deade das séries do universo Star Trek‘.

No entanto, a edição deste ano não deve ter nenhum destes painéis…

A DC Studios confirmou acaba de confirmar que não vai participar do evento. A notícia foi dada pelo James Gunn no Twitter.

“Eu não vou [participar da SDCC] este ano, mas provavelmente estarei lá no próximo”, afirmou

Grande parte dos estúdios de Hollywood não confirmaram presença no evento devido à greve dos roteiristas e à iminente greve de atores e atrizes.

Se os sindicatos não chegarem a um acordo com o Alliance of Motion Picture and Television Producers (AMPTP) até 30 de junho, os estúdios não terão muito o que oferecer para o evento, que começa a partir de 19 de julho.

Em meio a essa incerteza, vários estúdios anularam preventivamente suas participações, como a Disney e suas subsidiárias; Marvel Studios e Lucasfilm, que não estão planejando nenhum painel.

Sendo assim, não teremos novidades de ‘As Marvels‘,Loki‘ (2ª temporada), ‘Ahsoka‘ e ‘Mansão Mal-Assombrada‘.

Já a HBO não vai levar novidades sobre a aguardada 4ª temporada de ‘True Detectivee nem da 2ª temporada deA Casa do Dragão, ainda em produção.

A Sony Pictures iria levar novidades de ‘Gran Turismoe ‘Kraven, o Caçador‘, enquanto a Universal Pictures iria apresentar ‘A Última Viagem de Demeter’, ‘StrayseO Exorcista‘.

A Warner Bros. estava mantendo uma postura de ‘esperar para ver’, já que precisava divulgar os próximos filmes da DC Besouro Azule ‘Aquaman e o Reino Perdido‘.

A Paramount Pictures espera realizar um painel para a animação ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante’, mas o streamer Paramount+ ainda não se comprometeu com os painéis das séries de ‘Star Trek‘.

E a Amazon planejava apresentar a 2ª temporada de A Roda do Tempo’ a ‘Gen V‘, série derivada de ‘The Boys‘, mas a plataforma também está em cima do muro.

Até o momento, a Apple TV+ permanece sem confirmar ou negar presença.

Procurado pela Variety, o porta-voz da Comic-Con, David Glanzer, fez uma declaração evitando dizer qualquer coisa definitiva sobre a situação do evento sem a presença dos artistas relativos às produções mencionadas.

No entanto, ele deixou claro que os organizadores esperam continuar com o evento independentemente.

“No que diz respeito à greve e seus possíveis efeitos na Comic-Con, tendemos a nos abster de especulações ou previsões. Devo dizer que esperamos uma resolução rápida que seja benéfica para todas as partes e permita que todos continuem o trabalho que amam. Até lá, continuamos trabalhando diligentemente em nosso evento de verão, na esperança de torná-lo tão divertido, educacional e comemorativo quanto nos anos anteriores.”

Lembrando que os cronogramas oficiais do evento serão divulgados em 05 de julho, então os estúdios e artistas que estão em cima do muro precisam tomar uma decisão rápido para não afetarem o planejamento da convenção.

10 ÓTIMAS Dicas de Filmes dos anos 2000 para você assistir nos streamings

Um leque de filmes super interessantes foram lançados nos anos 2000, alguns inclusive bons de rever pois as reflexões mudam constantemente com o avanço da nossa sociedade. Pensando em emblemáticos projetos da época, até como oportunidade para conferir novamente, segue abaixo uma lista muito legal com 10 ótimos filmes dos anos 2000 disponíveis pelos streamings:

 

Revelação (Star Plus)

Protagonizado por Michelle Pfeiffer e Harrison Ford, dirigido pelo craque Robert Zemeckis, em Revelação acompanhamos uma mulher que pensava ter a vida perfeita até descobrir segredos do próprio marido.

 

Homens de Honra (Star Plus)

Dirigido por George Tillman, Jr., esse emocionante filme nos mostra a história de um jovem que entra na academia naval nos anos 50. Por ser negro, sofre preconceito por todos os lados mas nunca deixa de demonstrar sua coragem para todos.

 

Amores Brutos (Netflix)

Um dos grandes trabalhos do cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu no universo do cinema, em Amores Brutos conhecemos a história de três pessoas que se entrelaçam ao longo de quase três horas de duração.

 

O Segredo dos seus Olhos (Star Plus)

Um olhar vale mais que mil palavras e as facetas do ser humano são indecifráveis. No ano de 2009, chegou as telas de cinema de todo o planeta um filme argentino que fiaria marcado para sempre no coração de todos aqueles que gostam de uma boa história, repleta de suspense e com final surpreendente. O Segredos dos Seus Olhos na verdade é a junção de histórias com o mesmo personagem que possuem interseção, andam juntas, com seus paralelos alinhado as facetas misteriosas da emoção humana. Ganhador do Oscar de Melhor filme Estrangeiro e dirigido pelo genial cineasta Juan José Campanella, esse filme tem como protagonistas os excepcionais Soledad Villamil e Ricardo Darín.

 

Sangue Negro (Netflix)

Filmaço que voltou recentemente ao catálogo da Netflix, dirigido pelo gênio Paul Thomas Anderson, em Sangue Negro acompanhamos um homem que encontra um poço de petróleo só que ao mesmo tempo se envolve em diversos conflitos. O filme é baseado no romance Oil!, de Upton Sinclair.

 

A Corrente do Bem (HBO Max)

Emocionante filme nos mostra a história de um jovem aluno que após uma tarefa de um professor acaba fazendo a diferença na vida de muitas outras pessoas.

 

O Patriota (Star Plus)

Disponível no cada vez melhor catálogo da Star Plus, O Patriota, protagonizado por Mel Gibson, nos mostra a história de um homem que abandonou os tempos de guerras mas acaba sendo colocado de volta a esse mundo, já no epicentro da Guerra de Independência dos Estados Unidos.

 

Os Infiltrados (HBO Max)

Já nos anos 2000, Scorsese finalmente foi premiado pela Academia, com a direção interessante (mas longe de ser a melhor de sua carreira) de Os Infiltrados, com um roteiro baseado no filme chinês Conflitos Internos. Jack Nicholson (o papel foi feito pro Robert De Niro, que não pode aceitar) interpreta um chefão da criminalidade no filme que conta também com Matt Damon e Leonardo Di Caprio. É um longa policial com muitas pitadas de suspense e ação.

 

Duelo de Titãs (Disney Plus)

Disponível lá no streaming da Disney Plus, ambientado nos Estados Unidos na década de 70, em Duelo de Titãs vemos a chegada de um novo treinador em meio a tensões e conflitos raciais em um time de futebol americano. O filme, estrelado por Denzel Washington é baseado em fatos reais.

 

Zodíaco (HBO Max)

No sexto longa-metragem da carreira de David Fincher, vemos uma trama baseada em uma investigação real sobre um serial killer que agiu nos EUA durante o final da década de 1960. Fincher dirigiu nesse filme bons nomes do cinema americano, como: Robert Downey Jr., Jake Gyllenhaal e Mark Ruffalo. É um dos filmes mais elogiados da filmografia de Fincher.

 

71 anos de John Goodman: De ‘Os Flinstones’ até os grandes CLÁSSICOS cinéfilos!

Filho de um carteiro e uma garçonete, John Goodman nasceu na cidadezinha de quase 20.000 habitantes chamada Affton, no Estado do Missouri. Nos primeiros tempos na escola, foi escoteiro e sofria bullying por estar acima do peso. Durante esse período, foi um leitor assíduo de histórias em quadrinhos. A paixão pelo mundo das artes veio logo depois, no ensino médio, quando começou a se interessar pelo teatro.

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Logo após, ingressou na Missouri State University para estudar e foi inclusive amigo de classe de Kathleen Turner. Em 1975 conseguiu o título de bacharel em Belas Artes. Com o diploma na mão, embarcou para Nova York em busca de oportunidades como ator. Mas no início nada foi fácil e ele teve que ter outros empregos, como: bartender e garçom, para conseguir pagar o aluguel. Sua carreira começou no teatro e logo no início da década de 80 chegou ao cinema, no filme de ação Caçada Impiedosa dirigido por Jeff Kanew.

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Com mais de 160 trabalhos creditados no seu incrível currículo, indicado para mais de 70 prêmios, ele que já foi Fred Flintstone tem diversos trabalhos que merecem serem conferidos. Alguns desses indicamos abaixo:

 

Rua Cloverfield, 10

Na trama, conhecemos rapidamente a bela Michelle (Mary Elizabeth Winstead) que dirige meio que sem destino por uma via expressa norte-americana, até que uma caminhonete bate na traseira do carro dela causando um acidente. Horas depois a protagonista está presa em um quarto e logo é surpreendida por Howard (John Goodman) um ex-militar que avisa Michelle que o mundo está dominado por forças extraterrestres e que é para ela nunca sair dali. Completamente perturbada com tantas situações e informações chocantes, Michelle terá que ter muita confiança para tomar as decisões corretas.

 

Barton Fink – Delírios de Hollywood

Dirigido pelos irmãos Coen, e ambientada na década de 40, na trama acompanhamos um homem que após o sucesso com uma peça que escreveu, é contratado para criar roteiros para cinema durante a era de Ouro de Hollywood.

 

Argo

Na trama, somos guiados para o dia 4 de novembro de 1979 quando a embaixada americana no Irã foi atacada por militantes, fazendo inúmeros reféns. No meio desse caos, seis americanos conseguiram fugir por uma saída secreta e se refugiaram na casa do então embaixador canadense. Após acharem fotos de todos que estavam na embaixada, os militantes descobrem que faltam 6 pessoas e vão à caça dos mesmos. A CIA, sabendo disso, chama o especialista em “exfiltração” Tony Mendez (Ben Affleck) que arruma um plano incrível, inventar a gravação de um filme (uma ficção científica, à la “Duna”, talvez) e fazer os seis se passarem por parte dessa produção e assim retirar todos dessa zona de perigo.

 

O Grande Lebowski

Ambientado durante a Guerra do Golfo, em meados dos anos 90, em O Grande Lebowski acompanhamos um homem sem muitas pretensões na vida que acaba sendo envolvido em conflitos com diversos personagens por conta de uma situação com um homônimo. O projeto é dirigido pelos irmãos Coen.

 

Os Flinstones

Lançado quase 40 anos atrás, dirigido por Brian Levant, Os Flinstones trouxe para as telonas a história dos carismáticos personagens dos desenhos animados da idade da pedra. Na trama, após uma promoção fajuta, Fred acaba entrando em conflito com seu melhor amigo, Barney.

 

 

‘Duna: A Irmandade’: Atriz de ‘The Witcher’ entra no lugar de Indira Varma na série de TV

Derivada do filme ‘Duna‘, a série dedicada à Irmandade das Bene Gesserit passou por outra grande mudança.

De acordo com o Comic Book, as atrizes Olivia Williams (‘The Crown’) e Jodhi May (‘The Witcher) foram escaladas ao elenco, substituindo duas atrizes que estavam cotadas para suas personagens.

Williams dará vida à Tula Harkonnen depois que Shirley Henderson (‘Harry Potter e a Câmara Secreta’) se afastou do papel em fevereiro deste ano.

Por sua vez, May entra no lugar de Indira Varma (‘Game of Thrones’, ‘Obi-Wan Kenobi’), que havia sido escalada como a Imperatriz Natalya.

No entanto, ela se afastou do papel devido a conflitos de agenda.

Vale lembrar que o diretor Johan Renck, que iria comandar dois episódios, também saiu do projeto.

Sua saída foi motivada por seu estilo de direção, que não se alinhava com a visão da HBO Max para o programa.

Ao que parece, suas ideias estavam destoando da proposta dos filmes dirigidos por Denis Villeneuve.

Anteriormente, a Variety divulgou que  Josh Heuston e Edward Davis foram escalados para o ambicioso projeto.

Heuston será Constantine, descrito como o filho ilegítimo do Imperador (Mark Strong); Davis, por sua vez, será Harrow Harkonnen, um “político em ascensão de uma família outrora grandiosa, que tem um forte desejo de levar sua Casa à glória do passado”.

A dupla se junta aos previamente confirmados Mark Strong (‘Shazam!’), Jade Anouka (‘Fronteiras do Universo’) e Chris Mason (‘Broadchurch’).

Strong será o Imperador Javicco Corrino, “um homem de uma grande linhagem de imperadores de guerra que é chamado para governar o Imperium e lidar com uma paz frágil”; Anouka será a Irmã Theodosia, uma “talentosa e ambiciosa acólita na Irmandade que esconde um segredo perigoso sobre seu passado”; por fim, Mason será Keiran Atreides, “um espadachim cuja ambição em honrar o nome da família é colocada em xeque quando ele forma uma aliança inesperada com um membro da família real”.

Emily Watson, Indira Varma (‘Game of Thrones’), Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.

Alison Schapker entra como showrunner.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

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