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Pânico 7

(Scream 7)

 

Elenco:

Neve Campbell
Matthew Lillard
Isabel May
Mckenna Grace
Anna Camp
Courteney Cox
Gale Weathers
Chad Meeks-Martin
Celeste O’Connor
Sam Rechner
Asa Germann

 

Direção: Kevin Williamson

Gênero: Terror

Duração: 114 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Classificação Indicativa: 18 Anos

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em PÂNICO 7, quando um novo Ghostface aparece na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do serial killer mascarado. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar todos os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Críticas:

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes CRIATIVAS com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Curiosidades: 

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» Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

» Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao ladotrœ de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

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Mais uma atriz dos filmes originais vai RETORNAR em ‘Pânico 7’

» Originalmente, ‘Pânico 7‘ serviria como a conclusão da narrativa da Sam Carpenter. O projeto, no entanto, teve que ser reformulado após a demissão da Melissa Barrera – que foi dispensada por apoiar a Palestina e pedir um cessar fogo na guerra contra a Israel;

» Com a saída de Barrera, Jenna Ortega confirmou que também não retorna para o próximo filme;

» O sétimo capítulo da saga voltará a focar na Sidney Prescott, interpretada pela já confirmada Neve Campbell, protagonista dos filmes originais;

» Kevin Williamson, criador da franquia e roteirista do primeiro, segundo e quarto filme, assumirá a direção pela primeira vez. Seu único crédito outro como diretor foi em 1999, no suspense ‘Tentação Fatal‘;

Crítica em Vídeo:

Entrevistas:

Trailer:

Legendado

Dublado

Trailer Comentado:

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Fotos: 

 

A Incrível Eleanor

(Eleanor the Great)

 

Elenco:

June Squibb
Erin Kellyman
Chiwetel Ejiofor

 

Direção: Scarlett Johansson

Gênero: Drama

Duração: 98 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em A INCRÍVEL ELEANOR, uma mulher de 90 anos está tentando reconstruir sua vida após a morte de sua melhor amiga. Como parte desse processo, ela decide se mudar para Nova York, depois de morar na Flórida por anos.

Crítica | A Incrível Eleanor – Em estreia na direção, Scarlett Johansson aposta no afeto e esquece o conflito [Cannes 2025]

 

Curiosidades: 

» O longa marca a estreia diretorial de Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’, ‘Vingadores’);

» Tory Kamen assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | A Incrível Eleanor – Em estreia na direção, Scarlett Johansson aposta no afeto e esquece o conflito [Cannes 2025]

Após anos como uma das atrizes mais reconhecidas de Hollywood, Scarlett Johansson estreia no comando de um longa com ‘A Incrível Eleanor‘ (Eleanor The Great). Exibido na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes 2025, o filme é um drama agridoce que pretende homenagear as amizades, o luto e o pertencimento na terceira idade, porém escorrega em decisões narrativas comedidas, evitando conflitos reais e, por isso, não alcança a potência emocional ou ética exigida.

Aos 95 anos, June Squibb reafirma seu talento em interpretar mulheres idosas com força, humor e um certo olhar sapeca. Indicado ao Oscar por Nebraska (2013), a atriz nonagenária dá vida a Eleanor Morgenstein, uma viúva judia que, ao perder sua melhor amiga Bessie (Rita Zohar), decide voltar a viver com a filha e o neto em Nova York. Isolada e em luto, ela busca conexão ao se infiltrar, por engano e depois por escolha, em um grupo de apoio para sobreviventes do Holocausto. O detalhe desconcertante: Eleanor não é uma.

A mentira nasce como uma tentativa de honrar Bessie — esta sim, uma sobrevivente marcada pelo trauma —, mas cresce em proporções desconfortáveis à medida que Eleanor começa a repetir memórias e relatos da amiga como se fossem suas. A partir desse deslize, o filme flerta com questões éticas importantes, mas hesita em aprofundá-las. Em vez de confrontar o peso real da impostura — especialmente em um contexto tão delicado quanto o do Holocausto — o roteiro opta por suavizar o impacto com sentimentalismo, diluindo o drama em lugar de encará-lo.

O tom geral de ‘A Incrível Eleanor, portanto, remete a produções televisivas de apelo fácil e melodramático como as obras Hallmark. Com sua música suave, diálogos reconfortantes e momentos previsivelmente ‘fofos’, o filme busca emocionar sem provocar. Embora tenha um coração sincero, carece de profundidade para construir laços reais com o espectador. Com o roteiro inconsistente, a direção e a montagem não conseguem desenvolver um trabalho instigante. 

A condução de Johansson é correta, porém cautelosa. Há escolhas visuais simpáticas e um cuidado na composição das cenas, mas falta ousadia. Em momentos em que o desconforto seria inevitável — como nas reuniões do grupo ou nos embates familiares —, Scarlett Johansson opta por encobrir tensões com estética suave e trilhas melancólicas. Sua breve incursão pela direção no curta These Vagabond Shoes (disponível no YouTube) apresenta soluções mais criativas.

Outro ponto de desequilíbrio é o desfecho quase acidental em relação ao lar de idosos. A aceitação repentina de Eleanor em ir para um lar de idosos, após tanta resistência, é uma resolução abrupta que enfraquece a trajetória da personagem e reforça o receio do filme de encarar os dilemas do envelhecimento com realismo. 

Há também o arco de Nina (Erin Kellyman), jovem estudante de jornalismo que se torna confidente de Eleanor e pretende transformar sua história em um artigo. Com o envolvimento do pai jornalista (Chiwetel Ejiofor), o filme até sugere que algo sério se aproxima — mas, quando a verdade vem à tona, tudo se resolve de maneira tão rápida e inofensiva que nos afasta completamente da narrativa superficial. A amizade entre Nina e Eleanor, que poderia ser tocante, transforma-se em um laço desigual, regido mais por condescendência do que por admiração — desperdiçando uma chance de aprofundar o afeto entre gerações, tal como Mary & Max – Uma Amizade Diferente (2009), de Adam Elliot. Uma grande decepção para a capacidade de June Squibb.

Scarlett Johansson possui uma herança judaica familiar e, portanto, uma conexão pessoal com o tema, mas não é suficiente para evitar a abordagem superficial. Com roteiro assinado pela também estreante Tory Kamen, o filme dedica um olhar piedoso à sua protagonista e esquece o principal ingrediente de uma boa tragicomédia: tempo de riso e de lamento, sem preocupação em pautar resoluções fáceis. ‘A Incrível Eleanor tenta homenagear a memória dos sobreviventes do Holocausto e o envelhecimento com dignidade, mas acaba como uma obra hesitante — e incapaz de justificar a ‘grande’ Eleanor prometido no título.

A História do Som

(The History of Sound)

 

Elenco:

Paul Mescal
Josh O’Connor
Chris Cooper

 

Direção: Oliver Hermanus

Gênero: Drama

Duração: 127 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

A trama de A HISTÓRIA DO SOM acompanha dois jovens, Lionel e David, nos bastidores da Primeira Guerra Mundial, que se dedicam a gravar a vida, as vozes e a música de seus compatriotas americanos. Ao longo dessa jornada, os dois se apaixonam.

Curiosidades: 

Paul Mescal e Josh O’Connor vivem romance ÉPICO no trailer de ‘A História do Som’; Confira!

» O longa é baseado no conto homônimo de Ben Shattuck;

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The Moment

(The Moment)

 

Elenco:

Charli XCX
Rosanna Arquette
Kate Berlant

 

Direção: Aidan Zamiri

Gênero: Comédia

Duração: 103 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 4 milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

THE MOMENT acompanha a jornada de uma jovem estrela pop, que enfrenta as complexidades da fama e as pressões da indústria da música enquanto se prepara para sua primeira turnê.

Curiosidades: 

‘The Moment’: Filme de Charli XCX DIVIDE a crítica internacional e abre com 57% de aprovação no RT

‘The Moment’: A.G. Cook lança música inédita para o filme estrelado por Charli XCX

» Além de estrelar, a cantora Charli XCX também serve como produtora – sendo este o primeiro projeto de sua nova companhia, a Studio365;

» Aidan Zamiri faz sua estreia diretorial. Ela também assina o roteiro ao lado de A. G. Cook, que já havia colaborado com a cantora no álbum Brat;

» Um dos principais nomes por trás do grupo que fundou a PC Music, Charli XCX encontrou sucesso crescente lançamento após lançamento, alcançando ainda mais estrelato e aclamação com seu último álbum de estúdio, o aclamado ‘BRAT’ – que lhe rendeu nada menos que três estatuetas do Grammy;

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Feliz Aniversário em Belgrado

(Kelti / Celts)

 

Elenco:

Dubravka Kovjanic
Stefan Trifunovic
Katarina Dimic

 

Direção: Milica Tomovic

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em FELIZ ANIVERSÁRIO EM BELGRADO, as guerras após a dissolução da Iugoslávia socialista continuam na Croácia e na Bósnia. Belgrado está sob sanções e a inflação ameaça se transformar em hiperinflação. Uma mãe acorda em um dia em que precisa cuidar de todos os preparativos para a festa de aniversário da filha mais nova.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Milica Tomovic também assina o roteiro ao lado de Tanja Sljivar;

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Sirât

(Sirât)

 

Elenco:

Sergi López
Bruno Núñez Arjona
Stefania Gadda

 

Direção: Oliver Laxe

Gênero: Drama

Duração: 115 min.

Distribuidora: Retrato Filmes

Orçamento: US$ 7 milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em SIRÂT, pai e filho chegam a uma rave nas montanhas do Marrocos em busca de Mar — filha e irmã —, que desapareceu meses antes em um evento semelhante. Cercados por música eletrônica e por uma sensação crua e desconhecida de liberdade, eles saem distribuindo a foto da jovem. A esperança vai se apagando, mas os dois persistem e seguem um grupo de frequentadores rumo a uma última festa no deserto, confrontando os próprios limites.

Crítica | ‘Sirât’ explora a melancolia e a complacência de uma realidade brutal [Mostra SP]

Curiosidades: 

» Vencedor do prêmio do júri do Festival de Cannes e destaque na 49ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o longa foi escolhido pela Espanha para disputar uma vaga no Oscar 2026 na categoria de melhor filme internacional;

» Além de dirigir, Oliver Laxe também assina o roteiro ao lado de Santiago Fillol;

» Treta! ‘O Agente Secreto’: Diretor de ‘Sirāt’ acusa votantes brasileiros de favorecer filmes nacionais no Oscar

» [Entrevista] Oliver Laxe fala sobre ‘Sirât’, filme de abertura da Mostra SP e aposta espanhola ao Oscar

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O Caso dos Estrangeiros

(I Was a Stranger)

 

Elenco:

Omar Sy
Yasmine Al Massri
Yahya Mahayni

 

Direção: Brandt Andersen

Gênero: Drama

Duração: 104 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em O CASO DOS ESTRANGEIROS, a tragédia atinge uma família síria em Aleppo e desencadeia uma reação em cadeia de eventos envolvendo cinco famílias diferentes em quatro países diferentes.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Brandt Andersen também assina o roteiro do longa;

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Manual Prático da Vingança Lucrativa

(How to Make a Killing)

 

Elenco:

Glen Powell
Margaret Qualley
Ed Harris

 

Direção: John Patton Ford

Gênero: Suspense

Duração: 98 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 15 milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em MANUAL PRÁTICO DA VINGANÇA LUCRATIVA, rejeitado ao nascer por sua família obscenamente rica, o jovem Becket Redfellow arquiteta um plano de assassinato para herdar a riqueza de sua família.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, John Patton Ford também assina o roteiro do roteiro do longa;

» A trama é inspirada pelo clássico ‘As Oito Vítimas‘, de 1949;

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Anêmona

(Anemone)

 

Elenco:

Daniel Day-Lewis
Sean Bean
Samantha Morton

 

Direção: Ronan Day-Lewis

Gênero: Drama

Duração: 121 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em ANÊMONA, os laços familiares entre pais, filhos e irmãos são explorados à medida que relacionamentos complexos se desenrolam por meio de jornadas pessoais e conflitos geracionais.

 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Ronan Day-Lewis também assina o roteiro ao lado do seu pai Daniel Day-Lewis – que interpreta o protagonista do longa;

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O Gatola Da Cartola

(The Cat in the Hat)

 

Elenco:

Bill Hader
Xochitl Gomez
Matt Berry

 

Direção: Alessandro Carloni, Erica Rivinoja

Gênero: Animação

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 05 de Novembro de 2026

Sinopse: 

O GATOLA DA CARTOLA assume sua tarefa mais difícil até agora no I.I.I.I. – Instituto da Instituição da Imaginação e a Inspiração limitada: animar e alegrar Gabby e Sebastian, dois irmãos com dificuldade para se adaptar na nova cidade para a qual acabaram de mudar. Conhecido por levar as situações longe demais, esta pode ser a última chance desse agente do caos de provar a si mesmo… ou perder seu chapéu mágico!

Curiosidades: 

» O filme é baseado no icônico livro infantil escrito por Dr. Seuss;

» A produção ainda contará com as vozes originais de Quinta Brunson, Paula Pell, Tiago Martinez, Giancarlo Esposito, America Ferrera, Bowen Yang e Tituss Burgess;

» O livro já foi adaptado em live-action para os cinemas, em 2003. Estrelado por Mike Myers, o longa arrecadou US$ 133.9 milhões mundialmente;

Trailer:

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o gatola da cartola

‘O Agente Secreto’: Fenômeno nacional ganha novo trailer destacando sucesso em premiações; Confira!

O fenômeno nacionalO Agente Secreto consolidou seu sucesso com quatro indicações ao Oscar. Agora, em sua campanha internacional, o longa divulgou um novo trailer, destacando os prêmios que o filme vem acumulando.

Vale lembrar que O Agente Secreto foi indicado ao Oscar nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (Wagner Moura) e Melhor Elenco.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

Estrelado por Wagner Moura, ‘O Agente Secreto’ será lançado na Netflix com exclusividade

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Desde sua estreia em 1996, a franquia slasher Pânico se tornou um dos marcos da cultura pop contemporânea – principalmente por unir metalinguagem e terror em um mesmo lugar. Eternizando Neve Campbell como a final girl Sidney Prescott, o filme original se transformou em um explosivo e sangrento microcosmos cinematográfico que estende seu legado até os dias de hoje. Trinta anos mais tarde, a saga ainda continua a encantar fãs de longa data e a abrir portas para uma nova geração que descobre ou redescobre o impacto causado pela dupla Wes Craven e Kevin Williamson.

Agora, Williamson nos convida a retornar para esse perigoso e insano mundo com o lançamento do aguardado Pânico 7’. A nova entrada da franquia se afasta das duas iterações predecessoras, que trouxeram Melissa Barrera e Jenna Ortega, e finca seus dentes em uma celebração testamentária ao trazer Campbell de volta como Sidney – colocando a nossa heroína no centro de uma conspiração que tem como alvo sua própria família. Responsável tanto pela direção quanto pelo roteiro (este coassinado com Guy Busick), Williamson promove um encontro entre passado e presente, acertando onde deve acertar, mas se mostrando apaixonado demais pela inestimada glória da saga para entregar algo, de fato, original e diferente.

Abandonando o opressivo e labiríntico cenário metropolitano de Nova York, o sétimo filme é um regresso às raízes e, em vez do conhecido panorama de Woodsboro, nos leva à pequena cidade de Pine Grove, em Indiana, onde Sidney fugiu da vida pública e do escrutínio midiático para focar em sua família – que inclui o marido Mark (Joel McHale) e a filha mais velha, Tatum (Isabel May). Acreditando estar a salvo e recusando-se a trazer seu traumático passado à tona, as coisas tomam um rumo inesperado quando Sidney recebe uma ameaçadora ligação de um novo Ghostface. Mas, diferente dos outros, o serial killer resolve mostrar quem realmente é: Stu Macher (Matthew Lillard), um dos assassinos originais ao lado de Billy Loomis (Skeet Ulrich).

Levada em uma espiral inescapável de medo, frustração e ódio, Sidney é levada a crer em duas possibilidades: ou Stu sobreviveu aos eventos do filme original, forjando sua morte e esperando pacientemente uma gloriosa volta para acabar com o que começou três décadas antes, ou alguém está tentando desmantelar seu psicológico com o uso de inteligências artificiais e deepfakes. Vendo-se no centro de mais uma batalha pela sobrevivência, Sidney investiga quem pode estar por trás dos recentes ataques e percebe que pode não ter o tempo necessário para proteger Tatum, que se torna um dos alvos do Ghostface.

Como podemos ver, a temática da família aparece mais uma vez como mote principal da narrativa – o que não é nenhuma surpresa, considerando que Sidney nos foi apresentada em 1996 através de uma subtrama envolvendo a mãe, Maureen, que foi brutalmente assassinada. Agora, a protagonista está no papel de matriarca e, apesar de todos os esforços para garantir que Tatum e as outras filhas estejam livres desse peso, o destino coloca duas gerações distintas em comunhão para impedir que o serial killer saia vitorioso. E, de fato, Williamson consegue explorar ao máximo esse enredo a fim de nos instigar em mais um sangrento e bélico embate.

O diretor e roteirista faz um sólido trabalho nos dois primeiros atos da obra, valendo-se de tropos conhecidos para nos reintroduzir a Sidney e a outros que aprendemos a amar – como Gale Weathers (Courteney Cox) e Mindy e Chad Meeks-Martin (Jasmin Savoy Brown e Mason Gooding, respectivamente). Porém, é notável que, à medida que a história caminha para sua conclusão, todos os coadjuvantes que permeiam o projeto sofrem do mesmo mal dos personagens de Pânico 4’, sendo descartados e não tendo um peso significativo na condução narrativa. Com exceção de May, que se entrega de corpo e alma ao papel de Tatum, nomes como Mckenna Grace, Asa Germann e Celeste O’Connor são desperdiçados em personas esquecíveis e que os impedem de brilhar como deveriam, sendo escolhidos como artifícios descartáveis demais para serem levados a sério.

Toda a atmosfera do projeto é marcada por uma clara crítica às IAs, denotando a aproximação da franquia com as constantes inovações tecnológicas, mas Williamson não parece saber como lidar com isso. A cena de revelação de Stu Macher é certeira, valendo-se do Efeito Hitchcock para reiterar que Sidney jamais conseguirá se livrar de seus fantasmas e beneficiando-se da ótima e despojada atuação de Lillard; todavia, essa ideia escala a um nível sem sentido e que demonstra a falta de crença no conceito e no cerne do próprio longa-metragem, resolvendo mergulhar em convencionalismos para concluir a trama em um apelo gritante pelo saudosismo e pela nostalgia.

As sequências de assassinato têm o seu “charme”, por assim dizer, com algumas nos deixando vidrados pelo nível de violência e de gore; e, tropeçando mais vezes do que deveria, é possível se divertir na primeira metade do filme à medida que não levamos o projeto a sério e encontramos um certo brilho em meio a essa descompensada jornada, divertindo-se com ácidos comentários autorreferenciais e à presença de atores-legado da franquia que nos envolvem em um misto de surpresa e melancolia (para o bem ou para o mal). Entretanto, é notável como a saga começa a demonstrar sinais de cansaço – e nos faz perceber a falta que Barrera, Ortega e os realizadores Matt Betiinelli-Olpin e Tyler Gillett fazem no tocante à originalidade.

Lembrando que o filme estreia hoje, 26 de fevereiro, nos cinemas nacionais.

Crítica em Vídeo | Pânico 7 – Com muito terror, humor e metalinguagem, sequência celebra o legado da franquia

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Pânico 7‘, que já está em exibição nos cinemas.

Com muito terror, humor e metalinguagem, a sequência celebra o legado da franquia.

Assista:

 

‘Pânico 8’ vem aí…

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes CRIATIVAS com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Neve Campbell e Isabel May falaram sobre o filme, suas personagens, o legado da franquia e revelaram seus filmes de terror favoritos.

E ainda mandaram um recado fofo em português para os brasileiros.

Assista a um trecho da entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

 

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Pânico 8’: Kevin Williamson diz que já discute possível sequência com Neve Campbell

Pânico 7’, sequência da icônica franquia de terror, já está em cartaz nos cinemas nacionais. E, confiantes no sucesso do longa, a estrela Neve Campbell e o diretor Kevin Williamson já revelaram que existem conversas em andamento sobre um possível novo capítulo da saga.

Durante uma entrevista ao Deadline, concedida na estreia mundial do filme, a dupla contou que começou a “trocar ideias” sobre a próxima sequência enquanto trabalhava no longa atual.

“Quando você está sentado no set às três da manhã, você pensa: ‘Bem, sobre o que seria Pânico 8?’ E simplesmente começa a jogar ideias. E Neve teve uma ideia ótima, e todo mundo embarcou nela. Então, sim, se este filme funcionar e as pessoas quiserem, estamos aqui pelos fãs. Se eles quiserem, certamente vamos entregar”, explicou Williamson.

Vale lembrar que as primeiras projeções indicam que o longa pode ter uma estreia positiva nas bilheterias, com uma arrecadação estimada em cerca de US$ 60 milhões em seu fim de semana de estreia.

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes Criativas com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Pânico 7’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Criaturas Extraordinariamente Brilhantes’: Netflix divulga novas e belíssimas imagens do filme que adapta best-seller; Confira!

A Netflix divulgou recentemente as primeiras imagens de Criaturas Extraordinariamente Brilhantes, filme que adapta o best-seller homônimo de Shelby Van Pelt, lançado em 2022 e consagrado como um dos livros mais vendidos do The New York Times.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ganhou novos reforços com as adições de Lewis Pullman, Colm Meaney e Joan Chen, que se juntam à já confirmada Sally Field.

Além deles, Kathy Baker, Beth Grant e Sofia Black-D’Elia também foram confirmadas na produção.

Kathy Baker, Beth Grant and Sofia Black D’Elia Getty Images for Capital Concerts; Michael Chieffo; Michael Creagh

Olivia Newman, mais conhecida por seu trabalho em ‘Um Lugar Bem Longe Daqui‘, assina a direção do longa, que já está sendo rodado em Vancouver.

Além de dirigir, Newman será uma das produtoras executivas, ao lado de Van Pelt.

O livro conta a história do peculiar e fascinante relacionamento entre uma idosa e solitária viúva chamada Tova, que trabalha como zeladora em um aquário, e um polvo gigante do Pacífico, chamado Marcellus, que vive na instalação. Tova forma uma amizade improvável com o cefalópode rabugento, mas, sem que ela saiba, Marcellus está em uma missão para resolver um mistério que irá curar o coração da viúva e levá-la a uma descoberta que mudará sua vida.

O livro foi lançado na primavera de 2022 e se tornou uma sensação através do boca a boca, crescendo vertiginosamente, a ponto de se tornar a obra literária mais vendida de 2023 – segundo algumas páginas de ranqueamentos de livros.

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes‘ vendeu mais de duas milhões de cópias e passou por pelo menos 30 reimpressões.

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes CRIATIVAS com Elenco Irregular

São quase 30 anos tentando matar Sidney. Mesmo para um serial killer, esse tipo de obsessão acaba consumindo uma vida quase inteira, num jogo em que se o objetivo com alcançado, o assassino perde o objetivo de vida. Mal comparando, é como quando a gente quer muito alguma coisa e, quando consegue, perde o encanto pela coisa. No caso dos filmes, essa obsessão se transformou em uma franquia (e muito lucrativa), que transformou um único filme de terror adolescente do final dos anos 90 na franquia ‘Pânico‘, que volta hoje aos cinemas em sua sétima parte, de nome ‘Pânico 7‘.

Depois de anos sobrevivendo em Woodsboro, Sidney Prescott (Neve Campbell) hoje mora em outra cidade, fora de Nova York, com seu marido, Mark (Joel McHale), e sua filha, Tatum (Isabel May), e onde gerencia uma cafeteria. Apesar de tentar seguir a vida normalmente, os inúmeros traumas de seu passado a impedem de conseguir ter um bom relacionamento com sua filha, que justamente lhe faz perguntas sobre esse período, às quais Sidney não se sente confortável em responder. Porém, quando uma pessoa desse passado retorna à sua vida, e novos assassinatos passam a acontecer na pequena cidade onde vive, Sidney entende que, uma vez mais, precisará lutar pela própria vida e proteger aqueles a quem ama.

Com quase duas horas de duração (um pouco longo para um filme-pipoca) e nenhum pós-créditos, ‘Pânico 7’ flutua numa irregularidade que, com o tempo de projeção, vai ficando nítido para o espectador. O longa é dividido em dois núcleos bem evidentes: a galera do passado de Sidney e a turminha nova da filha, Tatum. O que se observa é que toda a trama desenvolvida pelo “núcleo adulto” corre de maneira mais sólida, com boas atuações não só da protagonista, como também de Courtney Cox e outros desse tempo que reaparecem na história, mostrando a afinidade que têm com a franquia e com tudo que já passaram juntos. Nesse núcleo, os acontecimentos são lógicos, os diálogos são interessantes e as atuações, convincentes.

Mas quando o roteiro de Kevin Williamson, Guy Busick e James Vanderbilt gira o foco para os jovens, a coisa desanda ao ponto de parecer ter sido escrito por outra equipe. Os personagens adolescentes são mal desenvolvidos, tem diálogos bobos, cenas incoerentes e ações vazias. Nem mesmo nomes mais reconhecidos, como Mckenna Grace seguram a onda, dando a sensação de estar se explicando o tempo todo, como se o público não fosse capaz de entender o que está acontecendo. Aqui o enredo lembra não só o plot da série ‘Pânico’, mas até mesmo de outros retornos de outras franquias, como ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’, de 2025.

O que nos faz pensar que Kevin Williamson dedicou mais em segurar o hype da nostalgia, com elementos e personagens do passado, do que efetivamente construir uma ponte sólida para uma possível passagem de bastão (que parece ser o objetivo desse filme). Aliás, sobre essa passagem, as frases de efeito são tão clichês e forçadas, que cansam.

Mas, por ser um filme de terror, precisamos focar no que realmente importa: as mortes. E elas são muitas, criativas e bem-feitas. O slasher aqui entrega suco de entretenimento (com o perdão do trocadilho), com mortes que podem tanto causar repulsa quanto despertar a gargalhada. Independente da identidade do Ghostface, ele continua matando, e matando de maneira sádica e hilária. ‘Pânico 7’ tem um bocado de jump scare e sangue espirrando desde a primeira cena.

Ainda que com altos e baixos nas tramas, ‘Pânico 7’ entrega bom entretenimento para os fãs de terror, tanto os de antigamente quando das novas gerações. E, ao que tudo indica, o Ghostface vai continuar aparecendo, afinal, a passagem de bastão nessa franquia acontece em todos os núcleos.

‘Pânico 7’ abre com a 2ª MENOR nota da franquia no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A aguardada sequência do terrorPânico 7’ (Scream 7) chega aos cinemas brasileiros hoje (26) – e parece não estar agradando os críticos internacionais.

No Rotten Tomatoes, a mais nova entrada da franquia slasher abriu com fracos 47% de aprovação com base em 34 reviews até o momento – configurando-se como a segunda menor aprovação da saga (atrás apenas de Pânico 3’, com 45%).

Confira os principais comentários:

“Apesar de alguns momentos irreverentes e assassinatos brutais, uma obra que outrora satirizava os clichês do terror sucumbiu em grande parte a eles” – Screen International.

“Após sete filmes, Pânicofinalmente ficou sem alvos para satirizar” – ScreenCrush.

“Há um caráter mecânico na narrativa que faz com que Pânico 7’ soe como uma experiência arrastada, apesar do grande número de mortes” – THR.

“O motivo pelo qual Pânico 7’ funciona é por causa das mortes, do elenco e de quão assustador pode ser imaginar-se nessas situações com o Ghostface” – ComingSoon.net.

“Arriscar em uma direção diferente pode funcionar quando se chega a esse ponto da franquia, mas isso não compensa um roteiro que parece pouco desenvolvido” – We Live Entertainment.

“Há muito o que apreciar nos personagens espirituosos, nos diálogos inteligentes e na relação entre mãe e filha, e pode-se dizer que a série termina em grande estilo — mas, por favor, que este seja o fim” – SciFiNow.

“Não é que Pânico 7’ seja um filme ruim da franquia. Não existem filmes ruins da franquia (ainda). Mesmo o pior deles é até que razoável, e esse é o pior” – TheWrap.

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De acordo com o Deadline, o filme pode estrear com mais de US$ 60 milhões mundialmente, o que representaria a segunda melhor abertura de toda a franquia. Caso os números se confirmem, o novo capítulo ficará atrás apenas do recorde estabelecido por Pânico 6’ (2023), que contou com Jenna Ortega e Melissa Barrera.

Na época, o sexto filme registrou a maior estreia doméstica da saga, com US$ 44,4 milhões, e alcançou US$ 66,4 milhões globalmente em seu primeiro fim de semana.

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Com um orçamento líquido de US$ 45 milhões, cofinanciado pela Paramount e Spyglass, Pânico 7’ tem um caminho sólido para o lucro.

No mercado internacional, a expectativa é de uma arrecadação inicial de US$ 20 milhões, impulsionada por mercados estratégicos como Reino Unido, Brasil, França e México.

Embora a franquia tenha um desempenho tradicionalmente forte na América Latina e Europa, analistas observam com cautela o cenário no México, onde eventos recentes de violência local podem impactar a frequência do público nos cinemas.

 

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Procurando Emily’: Comédia romântica com estrela de ‘Meninas Malvadas’ ganha trailer e data de estreia no Brasil!

A Universal Pictures divulgou hoje (26) o trailer oficial de Procurando Emily, nova comédia romântica estrelada por Angourie Rice (‘Meninas Malvadas’) e Spike Fearn (‘Imperfeitamente Perfeita’).

O filme chega aos cinemas nacionais em 28 de maio, quase uma semana depois do lançamento no circuito norte-americano.

Confira:

O filme é dirigido por Alicia MacDonald. Rachel Hirons assina o roteiro.

Na trama…

Quando um músico apaixonado recebe o número errado da garota dos seus sonhos, ele se une a uma determinada estudante de psicologia para encontrá-la. Juntos, eles desencadeiam uma hilária confusão por todo o campus, que testa seus próprios corações e ambições ao longo do caminho.

Minnie Driver, Ella Maisy Purvis, Yali Topol Margalith, Kat Ronney, Timothy Innes, Nadia Parkes, Anthony J. Abraham e outros completam o elenco.

Bailarinas lutam pela sobrevivência no trailer de ‘Lindas e Letais’, novo thriller do Prime Video

O Prime Video Brasil divulgou o trailer do suspense ‘Lindas e Letais‘ (‘Pretty Lethal’), que trará cinco jovens bailarinas lutando pela sobrevivência.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 25 de março.

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O elenco conta com Iris Apatow (‘Me Conte Mentiras’), Lana Condor (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’), Millicent Simmonds (‘Um Lugar Silencioso’), Avantika (‘O Tarô da Morte’), Maddie Ziegler (‘Meu Eu do Futuro’), Michael Culkin (‘O Refúgio’), Lydia Leonard (‘Agência’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

A trama segue cinco bailarinas a caminho de uma prestigiosa competição de dança quando o ônibus em que viajam quebra em uma floresta remota. Sem outras opções, relutantemente buscam abrigo em uma pousada sinistra à beira da estrada, administrada por Devora Kasimer, uma ex-prodígio do balé reclusa.

Desde o momento em que chegam, algo parece errado — e seus piores instintos se confirmam. À medida que a situação se torna mortal, o grupo fragmentado precisa deixar de lado as rivalidades e usar anos de treinamento árduo como armas, transformando graça, disciplina e até sapatilhas de ponta em ferramentas de sobrevivência.

Vicky Jewson (‘The Witcher: A Origem’) é responsável pela direção de Lindas e Letais, a partir de um roteiro assinado por Kate Freund.