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Shakira estampa BELÍSSIMO cartaz da nova edição do Todo Mundo no Rio; Confira!

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Após duas edições históricas, o mega-show gratuito nas areias de Copacabana desse ano será comandado por Shakira. A informação foi confirmada na manhã desta última quarta-feira (11) pela Prefeitura do Rio de Janeiro.

A terceira edição do Todo Mundo no Rio, evento anual realizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro na praia de Copacabana, está marcada para o dia 2 de maio de 2026.

Agora, foi divulgado o cartaz oficial do aguardado show, que você confere abaixo:

Desde a apresentação histórica de Lady Gaga no ano passado, que entrou para a história como o maior público de todos os tempos para um show de uma artista feminina, houve um grande debate sobre qual outra atração poderia causar um impacto do mesmo nível da turnê The Mayhem Ball, o Gagacabana. O grande desejo do prefeito Eduardo Paes era trazer a banda U2, mas o nome teve ampla rejeição do público e causou um receio de não conseguir atrair as pessoas para o evento.

Dentre as especulações mais recentes estiveram o canadense Justin Bieber, que não se apresenta no Brasil desde o Rock In Rio 2022, e a diva do Pop Britney Spears, que está fora dos palcos desde 2018. A ideia era fazer um comeback histórico nas areias de Copacabana. Por falar em Britney Spears, na última terça-feira (10), foi revelado que a cantora vendeu seu catálogo musical à Primary Wave, uma produtora independente, por valores que estaria na casa dos 200 milhões de dólares.

Shakira é vista internamente pela Prefeitura como um nome capaz de engajar com o público e garantir outro sucesso na casa do milhão de espectadores. A colombiana está se apresentando pelo mundo com a turnê Las Mujeres Ya No Lloran. Inclusive, foi por esta turnê que a cantora realizou seus últimos shows no país, em fevereiro de 2025, com apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O evento será anunciado oficialmente nesta quinta-feira, mas a informação já foi confirmada pelo prefeito Eduardo Paes. Iniciado em 2024, o Todo Mundo no Rio surgiu da ideia de movimentar um dos períodos de menor apelo turístico da Cidade Maravilhosa. Segundo dados da Prefeitura do Rio, o “Gagacabana” rendeu um retorno financeiro estimado em R$600 milhões à cidade. A ideia é manter o padrão em 2026.

Isabelle Fuhrman e Michael Rooker irão estrelar novo SUSPENSE de possessão ‘Izzi’

Segundo o DeadlineIsabelle Fuhrman (‘A Órfã’, ‘Jogos Vorazes’) e Michael Rooker (‘Guardiões da Galáxia’, ‘Amor e Monstros’) irão estrelar o novo thriller de possessão‘Izzi’.

Fuhrman terá papel duplo no projeto.

Na trama…

Após anos de separação, Jenny retorna para casa e descobre que sua irmã gêmea, Izzi, foi possuída por uma força maligna e desapareceu na floresta ao redor. À medida que uma maldição ancestral há muito enterrada ressurge, Jenny une forças com seu pai, John, e o xerife local, Blackstone, para se aventurar na floresta amaldiçoada em uma tentativa desesperada de salvar sua irmã.

O filme será dirigido pelos irmãos gêmeos Jamie NeeseJason Neese, que já trabalharam como produtores executivos na série ‘The Umbrella Academy’, da Netflix.

As gravações devem começar entre os meses de setembro e novembro de 2026, sem previsão de estreia para o projeto.

Mark GillardGlenn KleczkowskiJeff Miller entram como produtores. Daniel Baur assume a função de produtor executivo.

Mais detalhes não foram divulgados.

O romance está VIVO no novo teaser de ‘A Noiva!’, reboot de ‘A Noiva de Frankenstein’; Confira!

A Noiva!’, reboot do clássico A Noiva de Frankenstein’, ganhou mais um teaser oficial mostrando o icônico casal de protagonistas, interpretado por Jessie Buckley e Christian Bale.

O longa chega aos cinemas nacionais em 5 de março.

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Maggie Gyllenhaal, indicada ao Oscar pelo seu trabalho em ‘A Filha Perdida‘, é responsável pela direção e roteiro.

O elenco ainda contará com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

‘O Senhor das Moscas’: Netflix adquire os direitos de exibição da série nos EUA

Segundo o Deadline, a Netflix adquiriu os direitos de distribuição da vindoura adaptação seriada do clássico romance O Senhor das Moscas.

Trata-se de uma grande aquisição para a gigante do streaming, já que vários compradores em potencial estavam interessados ​​no projeto – uma coprodução da Eleven Films, pertencente à Sony, e da One Shoe Films, do criador Jack Thorne. Ainda não se sabe qual companhia lançará a releitura no Brasil.

A série será exibida pela BBC no Reino Unido e pelo Stan na Austrália.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O Senhor das Moscas é baseado na aclamada história de William Golding, que gira em torno de um grupo de jovens garotos estudantes que se veem isolados em uma ilha tropical sem adultos, após a mortal queda de um avião. Em uma tentativa de permanecerem civis, eles se organizam, com Ralph emergindo como líder e Piggy como seu braço-direito.

David McKenna (Piggy), Winston Sawyers (Ralph), Lox Pratt (Jack), Isaac Talbut (Simon), Thomas Connor (Roger), Noah FlemyngCassius Flemyng (Sam e Eric), Cornelius Brandreth (Maurice) e Tom Page-Turner (Bill) estrelam o projeto – bem como outros 20 garotos que farão parte do ensemble.

Jack Thorne (‘Fronteiras do Universo’) fica responsável pela minissérie.

O prestigiado compositor Hans Zimmer assina a trilha sonora da atração ao lado de Kara Talve.

Vale lembrar que a obra já ganhou três adaptações para os cinemas, lançadas em 1963, em 1975 e em 1990. Além disso, a história inspirou a aclamada série ‘Yellowjackets’, estrelada por Christina Ricci.

Charli XCX está de volta com o álbum ‘Wuthering Heights’, inspirado no remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’

Depois de ter conquistado a crítica e o públco com o aclamado álbum ‘Brat’, que lhe rendeu nada menos que três estatuetas do Grammy, a cantora e compositora Charli XCX está de volta com sua mais nova era musical.

Intitulado Wuthering Heights, o compilado de originais é inspirado em seu trabalho com a cineasta Emerald Fennell no remake de O Morro dos Ventos Uivantes e foi lançado hoje, 13 de fevereiro, nas plataformas de streaming.

O álbum conta com doze faixas inéditas, incluindo “House”“Chains of Love”“Wall of Sound”.

O álbum tem estreia agendada para o dia 13 de fevereiro de 2026.

“Liguei para Emerald e perguntei a ela o que ela esperava da minha leitura do roteiro”, a performer explicou por que decidiu criar um álbum inspirado no filme em entrevista ao Substack“Ela timidamente sugeriu: ‘uma música?’. E eu sugeri: ‘um álbum?’. Por que não? Eu queria mergulhar na persona, em um mundo que parecia inegavelmente cru, selvagem, sexual, gótico, britânico, atormentado e cheio de frases reais, pontuação e gramática. Sem um cigarro ou um par de óculos escuros à vista, era tudo completamente diferente da vida que eu estava vivendo. Eu estava totalmente imersa”.

Vale lembrar que o remake é estrelado por Margot Robbie (‘Barbie’) e Jacob Elordi (‘Frankenstein’). Fennell (‘Bela Vingança’) fica responsável pela direção e pelo roteiro.

‘O Rei da Internet’: João Guilherme se torna hacker em novo trailer; Confira!

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O Rei da Internet, filme nacional estrelado por João Guilherme (‘Cúmplices de um Resgate’) e Marcelo Serrado (‘Cara e Coragem’), baseado em eventos reais, divulgou seu primeiro trailer.

No vídeo, vemos João Guilherme interpretando um dos maiores hackers do Brasil.

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Dirigido por Fabrício Bittar (‘Como se Tornar o Pior Aluno da Escola’), o longa narrará a história verídica de Daniel Nascimento, reconhecido como um dos maiores hackers do Brasil. Marcelo Serrado interpretará um líder criminoso que recruta o jovem para integrar sua organização.

“Vai ser um projeto diferente de tudo o que fiz até agora. Além de atuar, terei minha primeira oportunidade como produtor executivo. Isto é incrível: poder mergulhar de cabeça em um projeto, indo além da atuação” conta João Guilherme.

O ator já deixou sua marca em produções como ‘Alice no Mundo da Internet’, ‘Entrando numa Roubada’ e ‘Meu Pé de Laranja Lima’, entre outros.

Fabrício Bittar já deixou sua marca em produções como ‘Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro’, ‘Como Hackear Seu Chefe’ e ‘Antologia da Pandemia’, entre outros.

‘São Paulo Sociedade Anônima’: Clássico do cinema nacional retorna às telonas; Saiba quando!

O clássico nacional de 1965, ‘São Paulo Sociedade Anônima’, dirigido por Luiz Sérgio Person, está de volta às telonas. Em celebração aos 60 anos de seu lançamento, o filme ganha uma versão restaurada em 4K, com reestreia marcada para o dia 26 de fevereiro através da Sessão Vitrine Petrobras.

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Segundo a Rolling Stone Brasil, o processo de restauração foi uma colaboração internacional entre a Lauper Films, a Cinemateca Brasileira e a Cineteca di Bologna, com apoio da The Film Foundation e da Hobson Lucas Family Foundation.

A trama acompanha a trajetória de Carlos, um jovem funcionário do setor automobilístico na São Paulo do início dos anos 1960. O filme utiliza a vida profissional e afetiva do protagonista para traçar um retrato das profundas transformações sociais e econômicas da capital paulista durante o auge da industrialização.

O elenco conta ainda com Darlene Glória, Ana Esmeralda e Eva Wilma. Curiosamente, este longa marcou a estreia de Walmor Chagas e Darlene Glória no cinema.

‘Bridgerton’: Benedict e Sophie são destaque no trailer da 2ª parte da 4ª temporada; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial da 2ª parte da 4ª temporada do popular drama de época revisionista Bridgerton.

A nova leva de episódios, que continua a explorar o romance entre o boêmio Benedict Bridgerton (Luke Thompson) e a sensata empregada Sophie (Yerin Ha), tem estreia marcada para o dia 26 de fevereiro.

Confira:

 

A série já foi renovada para a 5ª e a 6ª temporadas.

‘Missão Refúgio’: Novo longa de Jason Statham conquista 63% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Missão Refúgio (‘Shelter’), novo filme estrelado por Jason Statham, conquistou 63% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseado em 104 avaliações da crítica, e 87% de aprovação do público.

Os críticos, de modo geral, elogiaram o longa, embora tenham apontado que Jason Statham está repetindo o mesmo tipo de papel e que a história é divertida, mas esquecível.

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“Como veículo para as escapadas de quebrar ossos de Statham, ele cumpre seu papel”, disse Glenn Kenny do New York Times.

“Quando você vê Jason Statham estrelando um filme com título de uma única palavra, já sabe exatamente que tipo de produção esperar, e seu mais recente trabalho, Shelter, segue perfeitamente essa linha”, disse Pete Hammond do Deadline.

“‘Missão Refúgio’ tem energia, bom ritmo e valores de produção sólidos… mesmo que nem o estilo nem o conteúdo alcancem uma personalidade marcante que faça você se lembrar deste entretenimento de título genérico uma semana depois”, disse Dennis Harvey da Variety.

“‘Missão Refúgio’ entrega com eficiência a boa dose de ação que os fãs de Statham desejam, além de seu carisma característico e sua atuação contida, que faz Charles Bronson parecer até exageradamente expressivo”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“Waugh e Statham conhecem seu público e geralmente sabem exatamente o que ele espera de seus filmes: cenas de ação brutais, muitas armas, algumas tiradas de efeito e um passado misterioso para o herói. ‘Missão Refúgio’ entrega exatamente isso”, disse Nate Richard do Collider.

“É Jason Statham no papel que ele parece satisfeito em interpretar repetidas vezes, e o personagem lhe cai bem. Pode não permanecer na sua memória depois que os créditos sobem, mas é divertido o suficiente enquanto dura”, disse Matt Hambidge do FandomWire.

Missão Refúgio pode não reinventar a escrita de roteiros ou os temas abordados, mas nada disso importa quando o espetáculo é tão descaradamente divertido”, disse Maxance Vincent do The Cosmic Circus.

Missão Refúgio é mais ou menos exatamente o que deveria ser: um thriller de ação bem coreografado, com cenas de luta carregadas de energia cinética”, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

Missão Refúgio’ estreia dia 12 de março nos cinemas.

Em ‘MISSÃO REFÚGIO’, Jason Statham interpreta Mason, um homem assombrado pelo próprio passado que se refugia em uma ilha isolada para viver sem contato com a sociedade.

No entanto, sua vida muda drasticamente ao resgatar a jovem Jesse, interpretada por Bodhi Rae Breathnach, durante uma forte tempestade no mar. Acontece que, o resgate acaba implicando em uma perseguição intensa, colocando ambos na mira de adversários impiedosos. Diante do perigo constante, o protagonista será obrigado a recorrer a todas as suas habilidades para manter Jesse em segurança, custe o que custar.

‘MISSÃO REFÚGIO’ conta com direção de Ric Roman Waugh e roteiro de Ward Parry. Além de Statham e Breathnach, o elenco de conta com nomes estabelecidos na indústria, como Bill Nighy, Naomi Ackie e Harriet Walter.

‘Magnum’: Marvel divulga trailer do filme fictício estrelado por Simon Williams; Confira!

Magnum, nova série da Marvel, já está disponível no Disney+ e o estúdio divulgou um novo teaser da produção. Desta vez, o vídeo revela ao público o trailer do filme fictício estrelado pelo personagem principal dentro da própria trama.

Na história, o aspirante a ator Simon Williams esconde que possui poderes enquanto se prepara para protagonizar o remake do filme de super-herói Magnum’.

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Crítica | ‘Magnum’ cativa com a jornada pessoal dos heróis ocultos da Marvel

Magnum’ está disponível no Disney+.

O aspirante a ator Simon Williams está lutando para engrenar em sua carreira. Durante um encontro casual com Trevor Slattery, um ator cujos maiores papéis podem já ter ficado para trás, Simon descobre que o lendário diretor Von Kovak está refazendo o filme de super-heróis “Wonder Man”. Em extremos opostos de suas carreiras, esses dois atores perseguem obstinadamente papéis transformadores neste filme, enquanto o público dá uma espiadinha nos bastidores da indústria do entretenimento.

O diretor Destin Daniel Cretton, responsável por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, está à frente do projeto como produtor e dirige alguns episódios da série.

O elenco conta com ainda conta com Lauren Glazier (‘Mindhunter’), Demetrius Goose (‘Fear the Walking Dead’), Torrey Vogel (‘Logan’).

Kingsley reprisa seu papel como Trevor Slattery, de ‘Homem de Ferro 3‘ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.

O roteiro fica a cargo de Andrew Guest (‘Gavião Arqueiro’).

Crítica | “O Morro dos Ventos Uivantes” subverte o gênero de filmes de época com um romance perfeito para a geração Booktok

Essa não é a história que você esperava sair das páginas do clássico de Emily Brontë. Construída entre muitas aspas dentro do escopo de sua fonte original, O Morro dos Ventos Uivantes de Emerald Fennell é a subversão do gênero de época, uma releitura livre em estética e adaptação literária que traduz para 2026 os anseios que percorrem as veredas do Booktok, dentro do TikTok.

E pode ser realmente difícil aceitar esse desmembramento de um clássico da literatura estrangeira nos cinemas. Sendo até mesmo considerada uma espécie de “desfiguração” do aspecto sombrio da tóxica relação entre Heathcliff e Cathy, é notável que há um conflito entre o que as palavras de Brontë nos dizem e a ideia que Fennell desconstruiu para entregar uma reinventada história de amor.

Mas permita-me fechar o livro por um instante. E diante desse silêncio de páginas que não se movem, permita-se ouvir o som que habita entre as aspas do título do filme. Permita que elas se concretizem em uma história de amor às avessas, exaustiva à sua maneira, mas completamente envolvente em suas repressões, desafetos, desarranjos e desencontros. É nesse hiato que corresponde ao nome do longa que nasce essa experiência cinematográfica chamada O Morro dos Ventos Uivantes. Não a adaptação dos anos 30, nem a dos anos 90, mas a que Margot Robbie e sua produtora LuckyChap nos convidam a contemplar.

Sob um design de produção manchado por um vermelho sangue que cobre dos pisos de um salão nobre às paredes que levam a uma assustadora escada, cada fragmento desenhado na releitura de Fennell eleva as características góticas do livro a um outro patamar. Ali, cada elemento precisa parecer palpável para que possamos dimensionar a aspereza deste pequeno universo que habita nos montes. Dos candelabros em formato de mão que atravessam as paredes à arquitetura robusta e irregular da casa original de Cathy, cada detalhe do romance foi pensado para ser uma escultura viva que vigia e guarda todos aqueles que estão sob seu jugo. Seja o jugo da miséria de uma casa abandonada ou da luxúria de uma mansão bem adornada.

E enquanto esses elementos falam conosco e contam parte da história, Margot Robbie e Jacob Elordi transfiguram o romance disfuncional de Heathcliff e Cathy para uma espécie de “amor condenado à morte”, onde o desejo ardente e a paixão não consumada ocupam todo o espaço da trama, deixando poucas brechas para os complexos dilemas do material fonte. E dentro disso, ainda que o filme definitivamente não seja fiel ao clássico original, ele o honra, extraindo sua essência amorosa para fora das páginas, a fim de consumá-la como um devaneio idílico que quase flerta com o formato “romantasy”, mas que jamais cruza essa linha (e ainda bem!).

Mantendo a elegância em abordar o controverso romance entre Heathcliff e Cathy, de forma em que a ardente sensualidade das cenas íntimas não ofusque o peso de seu plot twist, O Morro dos Ventos Uivantes é um espetáculo visual em definitivo. Com figurinos impecáveis assinados por Jacqueline Durran, o longa mescla a moda Vitoriana com o glamour da Hollywood antiga, com a combinação entre as tendências dos anos 50 e toques de contemporaneidade. Essa mistura também se reflete diretamente do roteiro de Fennell, que costura uma trama antiga com linhas modernas, gerando estranheza em alguns, mas um profundo encantamento para os que vão além da superfície dessa história.

Um Romeu e Julieta mais POP que busca transcender o tempo e as circunstâncias – à medida que se conecta a um novo público -, o drama é apaixonante, visceral e sufocante da melhor maneira possível. Extasiante em seu desfecho trágico, que ganha uma intensidade distinta ao som das melancólicas batidas de Charli XCX, O Morro dos Ventos Uivantes ainda condena sua audiência ao mesmo peso que a ausência de Cathy gera em Heathcliff. Nos deixando à deriva em um vazio existencial onde a morte assombra toda a história de amor que testemunhamos, o longa de Emerald Fennell é uma linda e imperfeita releitura, que se encaixa perfeitamente na geração do Booktok.

Premonição 3 faz 20 anos | Rankeamos os filmes do PIOR ao MELHOR da franquia

Premonição 3’ foi lançado nos cinemas há 20 anos, em Fevereiro de 2006. A franquia  teve início em 2000, e já completa 26 de existência – caminhando para o seu sétimo filme.

Em homenagem a uma saga que procurou revitalizar os filmes slasher ao trazer para as telonas um inimigo invisível (a Morte), o CinePOP preparou o ranking de todos os longas-metragens lançados até hoje, o qual será atualizado em breve caso os planos da New Line Cinema deem certo.

Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual a sua iteração favorita:

6. PREMONIÇÃO 4

Premonição 4’ é uma esquecível página desse panteão sobrenatural – e não é por menos: lançado quatro anos depois de Premonição 3’, a nova história é incabível ao extremo e faz uso de um execrável gore-porn que simplesmente não faz o menor sentido, seja por suas forçadas sequências sanguinolentas, seja pela falta de criatividade dos roteiristas em arquitetar um crescente suspense até a reviravolta final (isso sem mencionar o complexo de salvador que parece não casar com a personalidade do protagonista).

5. PREMONIÇÃO 2

Apesar de seus aparentes erros, Premonição 2’ foi uma continuação palpável e coerente do filme de 2000. Aqui, A.J. Cook fez uma manobra perigosa para impedir que motoristas se envolvessem em um engarrafamento mortal na Rota 23, mas não percebeu que suas ações teriam consequências drásticas. Mais do que isso, a premissa já explorada alguns anos antes ganhou uma nova camada que ampliou a mitologia da série e trouxe explicações interessantes para algo que seria revitalizado e lapidado no futuro.

4. PREMONIÇÃO 3

Antes de ‘Rua Cloverfield, 10’ e Aves de Rapina, Mary Elizabeth Winstead estrelava Premonição 3’ como a jovem Wendy, uma aspirante à fotógrafa que salva seus colegas (apesar de perder o namorado) em um acidente num parque de diversões. A partir daí, Wendy descobre que seu pesadelo não acabou, utilizando as fotos que tirou para tentar salvar o máximo de pessoas possível de serem levadas pela mão vingativa da Morte.

 

3. PREMONIÇÃO 5

Lançado em 2011, Premonição 5’ foi a única entrada da franquia que agradou realmente os críticos. O uso do CGI e a condução das cenas de morte foram bastante cautelosas, ao mesmo tempo que o diretor Steven Quale apostava em uma espécie de thriller psicológico que se aliava com o prospecto caótico da tragédia – além de construir um finale chocante que revelou as reais intenções da produção.    

2. PREMONIÇÃO 6: LAÇOS DE SANGUE

Premonição 6: Laços de Sangue’ é um dos melhores capítulos da franquia por saber exatamente de que franquia faz parte, desenrolando-se de maneira despojada e que não apenas celebra um legado de décadas, como honra a memória afetiva de fãs inveterados e convida uma nova geração a se deliciar com esse expansivo universo.

Os diretores Zach Lipovsky e Adam Stein mantêm-se fiéis à identidade artística explorada nos outros filmes, mas fazem questão de mostrar que, agora, as expectativas se desmantelam por se tratar de um núcleo de personagens bastante intrínseco e que faz jus ao subtítulo do longa.

É notável como o elenco se diverte nessa “farofada” do terror – desde as ótimas performances dos atores já mencionados, passando pela presença bem-vinda de Richard Harmon e Owen Patrick Joyner, e culminando no saudoso Tony Todd, que despede-se de maneira metalinguística e quase elegíaca ao retornar como o icônico William Bludworth (o recorrente personagem que todos acreditávamos ser a Morte, em si, e que ganha seu merecido finale em uma reviravolta interessante e bem construída). Equilibrando com sucesso terror, comédia e um pouco de melodrama familiar, os atores e atrizes se mostram em sintonia assertiva que fornece ritmo e dinamismo ao enredo.

1. PREMONIÇÃO

O capítulo de estreia trouxe nomes como Ali Larter e Devon Sawa enfrentando a Morte pela primeira vez depois de salvarem um grupo de alunos de um avião explosivo (no sentido mais literal que podemos imaginar). Trazendo uma perspectiva diferente para produções do suisgeneris slasher e criando um assassino em série impossível de enfrentar, a narrativa tornou-se um clássico e arrebatou uma legião de fãs – além de ter influenciado futuras investidas cinematográficas e seriadas.

Todos os filmes estão disponíveis na HBO Max.

Só no Brasil! Os títulos de clássicos ADAPTADOS para encaixar com os protagonistas

Nem todo título em nosso idioma é exatamente igual ao original em inglês. Pelo contrário, muitas vezes o título escolhido pelas distribuidoras de um determinado filme aqui no Brasil não tem nada a ver com o original. Tem de tudo: os que ficam melhores que os originais (acredite), mas também os que ficam muito, muito ruins. É claro que mesmo estes ruins, por uma questão afetiva, ainda mais se falarmos daqueles que fizeram parte de nossas infâncias, acabamos passando pano e curtindo por esse valor nostálgico. E sim, essa nova matéria será exatamente isso, mas um texto contendo clássicos dos anos 80 e 90.

Um Príncipe em Nova York’, ‘Tudo por uma Esmeralda’, ‘Curtindo a Vida Adoidado’ e ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’ são filmes inesquecíveis de tal década, mas a verdade é que nenhum deles tem nada a ver com seu título original em inglês. O que acontece em muitos casos assim também é que tais títulos precisam ser adaptados para a língua portuguesa, porque caso contrário ocorreria a famosa “perda na tradução”. O termo em inglês “lost in translation” quer dizer justamente isso, algo que não pode ser traduzido cem por cento de um idioma para o outro, terminando com o sentido da coisa perdido. Assim é necessário adaptar. Aliás, por falar nisso, existe o filme de Sofia CoppolaLost in Translation’, que por aqui ficou ‘Encontros e Desencontros’.

Mas e quando a presença de um astro bastante famoso termina influenciando a tradução do filme? Isso ocorria de forma muito desavergonhada por aqui no Brasil no anos 80 – onde pegávamos a presença de determinado astro, e traduzíamos o filme em cima disso. Podemos inclusive dizer que essa é uma categoria à parte da já muito conhecida onda que reinou na época com traduções para ‘A Hora…” (de alguma coisa) para os filmes de terror, e “do barulho” ou “da pesada” para filmes de comédia. Sim, e é por isso que continuamos amando os anos 80. Abaixo veremos casos dos filmes que ganharam traduções baseadas em seus protagonistas aqui no Brasil. Confira.

O Garoto do Futuro

Começamos com o item mais famoso e curioso do lote. Para quem não conhece, ‘O Garoto do Futuro’ é uma comédia de fantasia de 1985, estrelada por Michael J. Fox, na qual ele interpreta um estudante colegial com uma maldição hereditária de sua família, onde começa a se transformar em um lobisomem adolescente. Hoje, esse clássico não é muito mencionado, mas na época até fez certo sucesso cult nas locadoras – o suficiente para render um desenho animado no ano seguinte, e uma continuação nas telonas dois anos depois.

Aliás, o título do filme por aqui no Brasil muito bem poderia ter sido “Lobisomem Adolescente”, que seria uma tradução mais literal. E décadas depois, em 2011, uma série baseada no filme, um drama não uma comédia, ganhou realmente o título de ‘Lobo Adolescente’. No entanto, é preciso entender que 1985 foi o mesmo ano de lançamento do maior sucesso da carreira de Michael J. Fox no cinema: ‘De Volta para o Futuro’. Assim, sem perder tempo, e entendendo o sucesso que o filme icônico de viagem no tempo havia feito nos EUA, os tradutores da distribuidora rival aqui no Brasil trataram de lascar um “do futuro” no título, para criar associação. É como se dissessem: “esse é o novo filme daquele ‘garoto do futuro’”.

E foi bem nesse clima que uma comédia sobre um lobisomem adolescente se tornou um filme com um garoto do futuro – título em português que nada tem a ver com a trama do longa, apenas a sacada de fazer todos lembrarem do filme de sucesso do ator.

O Vingador do Futuro

Não é só Michael J. Fox que carrega o futuro guiando a sua carreira. Outro astro da época também tem na palavra futuro uma forte associação com sua persona. Falamos é claro do grandalhão fisiculturista Arnold Schwarzenegger, um dos raros casos de um atleta que se tornou um dos mais badalados astros de Hollywood nos anos 80 e 90. Logo no início de sua carreira, Arnold fez sucesso com o cult ‘O Exterminador do Futuro’, um enorme sucesso nas videolocadoras (mais do que nos cinemas) e nas exibições da TV aberta. Aliás, até esse título está modificado aqui no Brasil, já que no original é só ‘The Terminator’, ou “O Terminador” – abreviação de “Exterminador”. Fomos nós que incluímos o “do futuro”, mas até aí valeu, já que tinha a ver com a trama.

Nenhum filme de Arnold nos anos 80 faria mais sucesso do que o citado, no qual ele interpreta um robô, mas na década seguinte seria diferente. A começar logo de cara com a grande produção ‘Total Recall’, dirigido por Paul Verhoeven, de ‘Robocop’, escolhido a dedo pelo ator. Uma produção de alto nível, caríssima e com efeitos especiais de primeira. Mas como traduzir ‘Total Recall’ – que seria algo como “lembrança total” – e que tipo de título seria esse para um filme de ação? Não tem o mesmo impacto certo? Assim, os tradutores resolveram apelar para o que havia dado certo, e batizaram o longa sobre revolucionários de Marte como ‘O Vingador do Futuro’ por aqui. Pelo menos a trama se passa no futuro. E no ano seguinte sairia ‘O Exterminador do Futuro 2’.

Stallone Cobra

Essa chega a ser hilária. O título deste filme de ação policial estrelado pelo eterno Rocky e Rambo, Sylvester Stallone, já não é muito inspirado por si só. Tudo bem que o título ‘Cobra’ é o original do longa, e até possui certo impacto para mostrar a qualidade letal do protagonista, um dos policiais mais incorretos dos anos 80. O que acontece é que nos EUA, cobra é um tipo específico de serpente, que aqui no Brasil seria traduzida como naja. As demais cobras por lá se chamam snake. Ou seja, cobra é a mais letal das snake. Sendo assim, a tradução do filme deveria ser “Naja”, ou “cobra naja”. Já começa por aí.

Porém, existe ainda uma outra explicação para o título. O apelido do policial é Cobra, já que seu nome é Marion Cobretti – um nome italiano – o que justifica o apelido com a abreviação de ‘Cobra’. Mas aqui no Brasil, os tradutores acharam que apenas ‘Cobra’ seria pouco, sendo assim precisavam adicionar mais alguma coisa no título. Que tal o nome do ator que estrela o filme? Nunca na história das traduções (ao menos que eu tenha conhecimento) ocorreu algo do tipo: o nome do ator ser incorporado ao título. Sim, ‘Stallone Cobra’ é como ficou conhecido o filme por aqui. É demais pensar, no entanto, que os responsáveis tenham confundido ao ver o nome do ator tão perto do título no original, e tenham achado que mesmo nos EUA o filme se chamava ‘Stallone Cobra’.

Embalos a Dois

Agora temos o filme mais desconhecido da lista, que muitos sequer têm conhecimento da existência. A dupla John Travolta e a belíssima Olivia Newton-John pararam o mundo com o sucesso musical de ‘Grease: Nos Tempos da Brilhantina’. É claro que no ano anterior, John Travolta já havia se tornado um astro com outro filme dançante, que falava sobre a febre as discotecas pelo mundo na década de 1970, propriamente intitulado ‘Saturday Night Fever’, algo como “A Febre do Sábado à Noite” – no Brasil ‘Os Embalos de Sábado à Noite’. Poucos atores conseguem emplacar dois verdadeiros fenômenos de forma consecutiva. E era assim que John Travolta adentrava os anos 80.

Com dois sucessos na conta, alguns produtores de Hollywood visando replicar o sucesso de ‘Grease’, decidiram reunir a dupla formada por Travolta e Newton-John nas telas em uma nova comédia – essa de proporções bíblicas. ‘Two of a Kind’ traz Travolta como um fracassado, que resolve assaltar um banco, e Newton-John como a caixa do local, que termina sequestrada por ele. Acontece que enquanto isso acontece aqui na Terra, no Céu uma aposta ocorre pelo destino de nosso planeta. Deus quer destruir a Terra, mas quatro anjos o convencem que existe salvação – tudo depende dessas duas pessoas tão improváveis começarem a se amar. Sem noção é pouco.

Sobre o título, ‘Two of a Kind’ quer dizer algo como “Almas Gêmeas”, ou “Dois iguais”, “um par”.  Claro que nada disso surtiria o mesmo efeito que ‘Embalos a Dois’, fazendo referência ao sucesso anterior da carreira de Travolta.

Os Fantasmas Contra-Atacam

Finalizando, temos agora na lista um clássico sobrenatural da carreira de Bill Murray, um dos comediantes mais famosos dos anos 80 e 90. Essa comédia fantástica natalina é uma adaptação livre do clássico ‘A Christmas Carol’ (Um Conto de Natal – aqui no Brasil), obra literária de Charles Dickens. No conto, o avarento Ebenezer Scrooge é visitado na noite de Natal por três fantasmas, do espírito do Natal passado, presente e futuro, que irão lhe mostrar como foi sua vida, como está sendo e como será se ele continuar a agir desta forma. No fim, o homem odioso aprende uma lição e muda seu coração. Esse conto já foi adaptado muitas vezes para as telas.

A versão de Bill Murray do conto clássico recebe uma modernizada (bem, para os anos 80), colocando o protagonista como um frio diretor de uma grande rede de TV, que só pensa em sua audiência e menospreza todos ao redor, até mesmo seus familiares. Como o nome do protagonista no conto de Dickens é Scrooge, no título original da versão de Murray ocorreu um trocadilho, chamando o filme de ‘Scrooged’, uma brincadeira com a sonoridade da palavra ‘Screwed’, ou “Ferrado”, “F*dido”, demonstrando que chegou a hora do acerto de contas para o protagonista desumano.

Porém, como Murray àquela altura era muito conhecido por seu papel como Peter Venkman no clássico ‘Os Caça-Fantasmas’, os responsáveis pelo título de seu novo filme aqui no Brasil resolveram incluir “os fantasmas” no nome do longa, que não está muito afastado da trama, afinal existem fantasmas aqui. Além da piada interna onde diziam que era a vez dos fantasmas se vingarem dele, contra-atacando.

‘Pânico 7’ será “menos meta e MAIS SANGRENTO”, afirma Kevin Williamson

Em entrevista ao Empire, o diretor Kevin Williamson afirmou que o sétimo filme da franquia ‘Pânico‘ terá menos metalinguagem – elemento que sempre diferenciou a saga de outros slashers.

O cineasta declarou que o foco do novo capítulo será na sobrevivente Sidney Prescott e em sua família.

“Este filme não tem o objetivo de ser muito metalinguístico. A trama foca em continuar o legado da Sidney Prescott. É sobre sua filha. Sobre sua família.”

Ele completa, “Nós dissemos que o sétimo filme seria menos sangrento, mas perdemos um pouco o controle. Eu disse: ‘Precisamos de mais sangue’. E a Neve [Campbell] concordou: ‘Acho que você está certo’.”

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

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Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

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Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Caminhos do Crime’: Épico de Chris Hemsworth conquista 88% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

‘Caminhos do Crime’ (Crime 101), novo longa de ação estrelado por Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Halle Berry e Barry Keoghan, estreou com impressionantes 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 75 avaliações da crítica especializada.

Os críticos elogiaram o filme como um verdadeiro espetáculo de ação, destacando o elenco estrelado e a condução segura da narrativa.

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“Como sobras requentadas com carinho, tem seus momentos satisfatórios: um elenco carismático, locações evocativas em Los Angeles e aquele tipo de detalhes minuciosos sobre transporte de diamantes e avaliação de seguros que podem até dar ideias aos espectadores mais impressionáveis”, disse Ben Kenigsberg do New York Times.

“Visto como um thriller, ‘Crime 101’ tem seus excessos, mas, ao final, se sustenta como um curso avançado sobre do que são feitos os sonhos do submundo”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Um espetáculo altamente envolvente, deixando um rastro ardente de borracha no asfalto”, disse Peter Bradshaw do Guardian.

“Embora a dependência do filme em histórias criminais já consagradas mergulhe um pouco demais no território do clichê, o resultado geral é uma experiência empolgante e divertida de assistir, dos momentos mais silenciosos entre os personagens às sequências de perseguição mais intensas”, disse Aidan Kelley do Collider.
“Infelizmente, o filme demora demais para encontrar seu ritmo, resultando em uma produção que melhora ao longo do tempo, mas nunca consegue superar totalmente seu início arrastado”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

“Possivelmente o primeiro grande filme de 2026”, disse Ben Morganti do CBR.

“Há um certo prazer em ver um elenco tão estrelado em um thriller cinematográfico elegante. Mas, além disso, Crime 101 oferece pouco que permaneça na memória após os créditos finais”, disse Ben Travis do Empire Magazine.

“Este é um filme propositalmente cadenciado, que prova que é possível construir uma tensão real e genuína sem precisar explodir tudo na sua cara. Em uma era de cortes rápidos e explosões cada vez maiores, é revigorante assistir a algo tão confiante em seu próprio DNA”, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

Crime 101’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

A direção fica por conta de Bart Layton, conhecido por ‘Animais Americanos’, que também assina o roteiro ao lado de Peter Straughan.

A trama acompanha uma série de roubos de joias de alto nível na Costa do Pacífico. Embora a polícia associe os crimes a cartéis colombianos, o detetive Lou Lubesnick segue outra linha de investigação e passa a perseguir um suspeito específico: um ladrão determinado a realizar seu último grande golpe.

Vale lembrar que a Amazon Prime Video desembolsou cerca de US$ 90 milhões para garantir os direitos do projeto, superando a Netflix na disputa pelo lançamento da produção.

EXCLUSIVO! Matthew Lillard fala sobre série de suspense e “medo de estragar tudo” em ‘Panico 7’

Depois de conquistar uma nova geração de fãs com ‘Five Nights at Freddy’s‘, Matthew Lillard segue retomando seu protagonismo em Hollywood, dessa vez na 2ª temporada da série de suspense ‘Detetive Alex Cross‘ e agora também com seu inesperado retorno para ‘Pânico 7‘.

E durante uma entrevista ao CinePOP, Lillard e Jeanine Mason revelaram detalhes sobre seus misteriosos personagens no novo ciclo da original da Prime Video. Ao longo do bate-papo, eles comentaram sobre os desafios que os novos papéis trouxeram para suas carreiras e quais são as expectativas para os fãs de suspense policial.

Além disso, Matthew foi ainda mais longe e desabafou sobre seu aguardado retorno para a icônica franquia de terror dos anos 90. Ao ser questionado a respeito do assunto, ele confessou ter “medo de estragar tudo” com seu retorno a ‘Pânico‘, mostrando um lado mais vulnerável por trás da fase positiva que vive atualmente.

Confira a entrevista:

Lembrando que os três primeiros episódios da 2ª temporada de ‘Detetive Alex Cross‘ já estão disponíveis na Prime Video e os demais estreiam semanalmente, sempre às quartas-feiras.

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Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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10 séries que você começa “só pra ver” e não consegue parar

O sonho de todo mundo que ama séries é dar o play no primeiro episódio e se ver preso àquela história. Para você que insiste em descobrir essas preciosidades através do algoritmo dos streamings, chegou ao lugar certo. Abaixo, selecionamos 10 produções seriadas que prendem a atenção:

 

Rainhas da Grana (Netflix)

Nessa interessante produção francesa, conhecemos um grupo de amigas que estão passando por situação complexas quando o assunto é dinheiro. Sem ter o que fazer, elas resolvem assaltar um banco, o que acaba dando início a uma série de conflitos.

 

Unfamiliar (Netflix)

No aniversário de 16 anos da filha, dois agentes da BND (Serviço Federal de Inteligência da Alemanha) dado como mortos – Meret (Susanne Wolff) e Simon (Felix Kramer) – são contatados por um homem misterioso. Esse primeiro movimento daria início ao caos na vida do casal. A ligação com uma missão realizada uma década e meia atrás na Bielorrússia – e todos os mistérios que a cercam – é o ponto de partida para chegarmos em revelações importantes, desencadeando uma cadeia de ações e consequências.

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

The Pitt (HBO MAX)

Logo no primeiro dia de um grupo de novos residentes em um hospital escola de Pittsburgh – conhecido como The Pitt – uma série de complicadas situações se mostram à disposição de novas e experientes pessoas que escolheram a medicina como ofício. Ao longo de 15 horas, acompanharemos as batalhas morais e escolhas difíceis de homens e mulheres que podem ser a última barreira entre a vida e a morte.

 

Garota Sequestrada (Paramount Plus)

Prestes a concluir o ensino médio, duas irmãs gêmeas se veem em possíveis estradas diferentes para o futuro. Acontece que, um dia, uma delas é sequestrada pelo próprio professor e acaba ficando presa em um cubículo por anos, um acontecimento que muda para sempre a vida de muitas pessoas.

 

Whiskey on the Rocks (Disney Plus)

Pincelando as ironias da geopolítica, com um episódio absurdo que aconteceu durante o período de guerra fria, a brilhante minissérie sueca Whiskey on the Rocks – pouquíssimo divulgada aqui no Brasil – usa, sem abusar, da sátira nos levando para um registro histórico que ficou perto de colocar em linhas de combate os Estados Unidos e a ex-União Soviética (URSS).

 

Ringo: Glória e Morte (Disney Plus)

Inspirada em fatos reais, a produção argentina Ringo: Glória e Morte nos leva ao ano de 1976 onde um famoso pugilista argentino perderia sua vida de forma trágica, em um lugar onde estava em busca da volta aos tempos de glória. Ao longo de sete episódios, essa minissérie busca trazer um profundo recorte da vida de um ídolo do boxe argentino, uma figura que chegou até mesmo a lutar de igual para igual contra o mais famoso pugilista da história, Muhammad Ali.

 

Slow Horses (Apple Tv)

Na trama, conhecemos os Slow Horses, um grupo de agentes da inteligência britânica que foram colocados para escanteio, indo para uma espécie de segunda divisão da espionagem local. Esse grupo é liderado pelo enigmático Jackson Lamb (Gary Oldman), um homem com um passado misterioso. Aos poucos, o grupo descobre espinhosas tramas que envolvem mentiras no alto escalão da sociedade britânica.

 

Dele & Dela (Netflix)

Após um período de luto, o detetive Jack (Jon Bernthal) busca seguir com sua vida, morando na cidadezinha onde nasceu, ao lado da irmã e da sobrinha. A aparente calma de sua rotina é totalmente abalada quando um brutal assassinato, de uma pessoa que ele conhece, acontece em uma região afastada da cidade. Ao mesmo tempo, sua esposa, a jornalista Anna (Tessa Thompson), que sumiu durante um tempo, volta à cidade para a cobertura do caso. Aos poucos, vamos percebendo que esses personagens escondem segredos que vão ditar o ritmo dessa história, nos conduzindo a um final surpreendente e que diz muito sobre a palavra vingança.

 

Fabrizio Corona: A Notícia Sou Eu (Netflix)

Nessa impactante série documental, lançada no início de 2026 na Netflix, acompanhamos a trajetória de Fabrizio Corona, um homem que conseguiu marcar seu nome no universo dos famosos, sobretudo por estar sempre à frente de escândalos envolvendo várias celebridades.

Matthew Lillard celebra reboot de ‘Scooby-Doo’ na Netflix: “É sobre amizade, união e trabalho em equipe”

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A icônica franquiaScooby-Doo está prestes a ganhar uma nova série live-action na Netflix, e Matthew Lillard, o eterno Salsicha dos filmes dos anos 2000, compartilhou suas expectativas sobre o projeto.

Em entrevista ao ComicBook, o ator celebrou o retorno do grupo Mistério S.A. às telas.

“Estou muito feliz por eles. Acho que a série precisa voltar”, afirmou Lillard. “É uma ótima forma de as crianças entenderem a narrativa. Para muitas, é o primeiro contato com histórias de mistério. É sobre amizade, união e trabalho em equipe para resolver problemas, e, normalmente, descobrir que há um homem perigoso por trás da máscara. São lições importantes”.

Apesar de animado, Lillard confessou ser um “purista” em relação à obra: “Minha esperança é que mantenham o que já funciona e criem sua própria versão a partir disso. O núcleo da história é a amizade; é algo muito bonito e espero que preservem esse espírito”.

‘Scooby-Doo’: Série live-action da Netflix já tem data para começar a ser filmada

Produzida pela Netflix em parceria com a Warner Bros., a nova série terá oito episódios e funcionará como uma história de origem.

Josh Appelbaum e Scott Rosenberg lideram o projeto, com Greg Berlanti na produção executiva.

A trama promete uma “reimaginação moderna”, acompanhando Salsicha e Daphne em um acampamento de verão onde se unem a Velma e Fred para investigar o desaparecimento de um filhote de Dogue Alemão, que pode ser a chave para um mistério sobrenatural.

10 Blockbusters que Fracassaram recentemente nas bilheterias, mas são ótimos!

“Todo mundo sabem” que as bilheterias e as críticas de um filme nem sempre caminham juntas. Um filme pode fracassar financeiramente ou ser um fracasso de crítica – ambos são ruins e podem significar o fim de uma franquia, por exemplo, quando falamos de blockbusters. E um pode puxar sim o outro. Por exemplo, um filme que tenha recebido inúmeras críticas ruins, e um boca a boca negativo do público (e dos fãs), pode vir a se tornar um fracasso de bilheteria. Este foi o caso com o segundo ‘Coringa’, por exemplo – depois do filme original de 2019 ter feito mais de US$1 bilhão, e se tornado um sucesso mundial. Mas foi só as críticas do segundo filme começarem a surgir, com os fãs fazendo coro, e o longa se tornou um fiasco, colocando um fim em uma potencial franquia.

É claro que o oposto também ocorre. Vira e mexe temos blockbusters elogiados pela crítica e pelos fãs também, mas que o grande público simplesmente não dá a mínima em sair para apoiar nos cinemas, garantindo assim um fracasso financeiro – o que nos dias de hoje é bem mais letal. Dificilmente os investidores apostam novamente em um produto que não deu resultado financeiro, não importa o quão positivas foram as avaliações em torno dele. Pensando nisso, trazemos nessa nova matéria para você 10 filmes recentes que foram fracasso de bilheteria, mas que na verdade são ótimos. Confira.

Predador: Terras Selvagens

Começamos a lista com um longa bem recente, que esteve há pouco tempo em cartaz nos cinemas (na segunda metade de 2025). Esta é a continuação (de certa forma) de ‘Predador: A Caçada’ (2022), lançado direto para o streaming da Disney+. Foi a forma de o estúdio testar a popularidade da franquia nos novos tempos, e todos foram só elogios ao filme. Assim, os produtores resolveram lançar um novo filme, desta vez nos cinemas, e assim nasceu o ambicioso ‘Terras Selvagens’. Superprodução repleta de efeitos especiais, o longa ousa ao colocar o protagonismo desta vez na própria criatura caçadora. O filme custou US$105 milhões, mas retornou apenas US$184 milhões mundiais. Apesar disso, o novo ‘Predador’ soma 86% de aprovação da crítica, e 95% do público.

Thunderbolts*

Durante muito tempo a Marvel fez segredo em relação ao asterisco no título do longa. Hoje sabemos se tratar dos Novos Vingadores. O longa foi o mais elogiado dentro do subgênero de super-heróis em 2025, mas foi também o que menos retorno financeiro deu. Personagens desconhecidos do grande público em um filme sombrio e, de certa forma, diferente do esperado no gênero. Com orçamento de US$180 milhões, ‘Thunderbolts’ chegou perto, mas não conseguiu fazer sequer US$400 milhões, se comportando da mesma forma que ‘Adão Negro’, considerado um fracasso. A diferença foi a maneira como os críticos e o público viram o filme da Marvel. O longa tem 88% de aprovação dos críticos, e 93% do público. E em breve veremos os personagens novamente em ‘Vingadores: Doutor Destino’.

Furiosa – Uma Saga Mad Max

Mad Max – Estrada da Fúria’ (2015) entrou para a história como um dos melhores blockbusters dos últimos 20 anos. A prova disso foi sua indicação ao Oscar de melhor filme. Mas se formos olhar mais a fundo, apesar de todos os elogios e o prestígio, o filme não foi por assim dizer um fenômeno de bilheteria. Na sequência, o diretor George Miller visava pegar parte deste hype, entregando uma história focada em Furiosa, a personagem que roubou o show no filme anterior. O problema? As pessoas queriam era Charlize Theron no papel. Não rolou. O longa custou US$168 milhões e arrecadou apenas US$174 milhões mundiais. E apesar das críticas positivas (90% de aprovação da crítica e 88% do público), provavelmente não voltaremos a ver o universo de Mad Max nas telas tão cedo.

O Dublê

Os dois filmes mais injustiçados de 2024 foram ‘Furiosa’ e este ‘O Dublê’. Coincidentemente, ambos foram lançados praticamente na mesma época. ‘O Dublê’ merece muito mais atenção e carinho. Primeiro, porque foi o primeiro trabalho de dois astros envolvidos com o fenômeno que foi “Barbenheimer” – ou seja, era parte da estratégia para atrair a atenção do público. Ryan Gosling foi o Ken de ‘Barbie’ e Emily Blunt viveu a esposa escanteada do protagonista em ‘Oppenheimer’. E mais ainda, ambos foram indicados ao Oscar por seus papeis em tais filmes. Só isso já valeria a curiosidade dos fãs.

O filme possui um visual arrojado e é totalmente pop – além de falar dos bastidores do cinema em si (talvez isso tenha afastado um pouco as pessoas). E apesar de ser baseado em uma série dos anos 80, muitos sequer sabiam disso, com até a tradução em português evitando usar o título ‘Duro na Queda’ do original. ‘O Dublê’ (do mesmo diretor de ‘Deadpool 2’) custou US$130 milhões e arrecadou US$U$181 milhões – colocando um fim na potencial franquia, apesar das críticas positivas (82% de aprovação da crítica e 84% do público).

Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes

Nem mesmo os fãs de ‘Stranger Things’ e RPG foram o suficiente para gerar boa receita para este divertidíssimo blockbuster. Uma aventura medieval repleta de humor, que não se leva muito a sério, mas capricha na ação e efeitos especiais. Tudo bem, o que os fãs aqui no Brasil queriam mesmo era uma adaptação fiel do desenho ‘Caverna do Dragão’, que leva o título original também. Ao menos ganhamos a participação especial dos personagens em uma ceninha.

A verdade é que as gerações mais novas não conhecem o desenho e ele fez mais sucesso aqui no Brasil mesmo. Seja como for, o novo ‘Dungeons & Dragons’ tinha tudo para ser um sucesso e gerar uma franquia, mas o destino não quis assim. O filme custou US$150 milhões e arrecadou US$205 milhões ao redor do mundo. Os críticos pelo menos gostaram, com uma aprovação de 91%, e podemos dizer que com 92%, o público que se deu ao trabalho de assistir, gostou ainda mais.

A Mulher Rei

Este blockbuster poderia se chamar “empoderamento – o filme”. Quando o primeiro ‘Pantera Negra’ (2018) estreou nos cinemas, a guarda pessoal do rei de Wakanda, inteiramente formada por mulheres muito casca-grossa, roubou as atenções do filme. Assim, os produtores de ‘A Mulher Rei’ não perderam tempo, e resolveram, de certa forma, fazer seu próprio filme sobre essa guarda feminina do rei – mas sem usar Wakanda, é claro.

Comparações à parte, a verdade é que as guerreiras africanas conhecidas como Agojie são bastante reais, e foram elas quem inspiraram a criação na Marvel. Viola Davis comanda um elenco de peso, que ainda traz a sempre ótima Lashana Lynch. O filme é puro suco do bad-ass, mas com um orçamento de US$50 milhões, não conseguiu nem ao menos dobrar o valor nas bilheterias mundiais. Por outro lado, este é um dos filmes que guarda as melhores notas dos últimos anos, com 94% de aprovação da crítica, e 99% do público.

Era uma Vez um Gênio

Acima já falamos de um blockbuster do diretor australiano George Miller, o “pai” da saga Mad Max no cinema. Miller, que quase dirigiu a ‘Liga da Justiça’ nos anos 2000, andou meio sumido, mas voltou em grande estilo com ‘Mad Max – Estrada da Fúria’. No entanto, seus filmes seguintes, apesar de ótimos, elogiados pela crítica e queridos pelos fãs, infelizmente não foram assistidos por muita gente. Não foi só ‘Furiosa’ que flopou recentemente. Isso porque entre um Mad Max e outro, Miller entregou esse ‘Era uma vez um Gênio’ (título pavoroso em português que diminui a obra para algo infantil), uma produção subestimada de fantasia adulta, que fala entre outras coisas sobre desejo, solidão e amor. Idris Elba e Tilda Swinton dão show nesta obra que tem a cara do cinema alternativo. A crítica aprovou com 71% e o público gostou ainda mais com 73%. No entanto, quase ninguém assistiu, já que com orçamento de US$60 milhões, o filme arrecadou apenas US$20 milhões mundiais. Uma pena.

O Beco do Pesadelo

A saída para alguns grandes realizadores, infelizmente, é o streaming. Isso porque o público frequentador do cinema caiu bastante desde a pandemia. Para termos uma ideia, muita gente nunca mais voltou aos cinemas desde então, preferindo ficar em casa para assistir no streaming. Essa é a realidade atual. Assim, pesos-pesados como o mexicano Guillermo del Toro terminaram optando por fechar acordo com plataformas de streaming, para ter suas obras produzidas.

O cineasta fechou com a Netflix, e em 2025 entregou sua terceira obra junto à empresa com o elogiado ‘Frankenstein’. Isso porque seu último trabalho nos cinemas foi o excelente thriller à moda antiga ‘O Beco do Pesadelo’, com um grande elenco, de nomes como Bradley Cooper, Cate Blanchett, Rooney Mara e Willem Dafoe, mas que terminou às moscas. A superprodução adulta custou US$60 milhões e recuperou US$39 milhões mundiais. Esse foi um caso em que os críticos aplaudiram mais, com 80% de aprovação, já o público, apenas 68% de aprovação. O longa foi indicado ao Oscar de melhor filme.

Amor, Sublime Amor

Nem mesmo Steven Spielberg, considerado o maior diretor de todos os tempos, está à salvo do fracasso. Quando anunciou que iria fazer o remake do clássico absoluto do musical ‘West Side Story’, ou ‘Amor, Sublime Amor’, ninguém achou que seria uma boa ideia. O que acontece é que o original é um ícone irretocável, muito querido até hoje, e vencedor do Oscar. A história é uma espécie de ‘Romeu e Julieta’ moderno (para a década de 1960), que fala sobre o amor proibido de um rapaz e uma moça em meio à rivalidade de gangues de rua. O filme foi responsável por descobrir os talentos de Rachel Zegler e Ariana DeBose (que levou um Oscar por seu trabalho). A crítica e os fãs amaram tanto quanto o original, com 91% e 93% de aprovação respectivamente. Mas em matéria financeira, o blockbuster custou US$100 milhões e viu o retorno apenas de US$76 milhões mundiais.

O Último Duelo

Último item da lista, essa foi uma das mais recentes produções de Ridley Scott. O diretor estará para sempre cimentado no panteão dos grandes realizadores, graças a obras primas como ‘Alien’, ‘Blade Runner’ e ‘Gladiador’. Seus detratores, no entanto, dizem que Scott não entrega mais o nível de filmes que fazia no passado, e muitos apontam seu último grande trabalho como sendo ‘Perdido em Marte’, há uma década. Você concorda? Pode até ser, mas muitos colocariam ‘O Último Duelo’ nesse meio. É só olhar os 85% de aprovação dos críticos, e os 81% de aprovação dos fãs. O problema é que NINGUÉM viu o filme, ou melhor, poucas pessoas viram, garantindo assim seu fracasso. Com um orçamento de US$100 milhões, o filme fez ínfimos US$30 milhões mundiais, mesmo tendo Matt Damon e Ben Affleck no elenco (assinando o roteiro também), e Adam Driver e Jodie Comer como coadjuvantes.

10 Filmes Blockbusters que podem BATER a barreira do bilhão em 2026!

Avatar: Fogo e Cinzas’ é o mais recente sucesso bilionário de Hollywood. O terceiro filme da franquia de James Cameron, assim como os dois anteriores, bateu a barreira antes considerada impossível de US$1 bilhão em arrecadação mundial. Ele é o quarto filme de 2025 a quebrar tal recorde. Ao todo na história do cinema, apenas 57 filmes conseguiram atingir essa impressionante marca financeira, conhecida como o “clube do bilhão”.

O primeiro filme da história a arrecadar tamanha fortuna foi, é claro, ‘Titanic’, do mesmo James Cameron, no fim da década de 90. Na década seguinte, mais quatro filmes conquistaram o feito. Com o passar das décadas, o orçamento cada vez mais inflado dos blockbusters, campanhas de marketing massivas, mais gente populando o mundo e o preço dos ingressos mais caros com a inflação, os anos 2010 viram uma entrada de nada menos que 39 filmes no seleto clube bilionário. Em tal década, o recorde foi do ano de 2019, em que tivemos quase um top 10 bilionário – com nove filmes adentrado o clube. O que de certa forma nos deixou mal-acostumados.

O recorde de 2019 ainda não foi batido, e talvez nunca seja – já que no ano seguinte veio a pandemia e uma grande parcela do público nunca mais voltou para assistir a um filme no cinema. Mesmo com essa queda vertiginosa na frequência dos cinemas, a era pós-pandemia vem apresentando um novo crescimento – é preciso ter em mente que a contagem bilionária basicamente zerou. Assim, logo em 2021 já tivemos um filme que quase bateu US$2 bilhões. Em 2022 foram três produções bilionárias, em 2023 o número caiu para dois, mas em 2024 levantou de novo para três.

Em 2025, para todos os efeitos, tivemos o recorde de quatro filmes com mais de US$1 bilhão no pós-pandemia. Porém, existe uma polêmica. O filme número 1 seria a animação ‘Ne Zha 2’, com mais de US$2 bilhões. No entanto, muitos acreditam que haja fraude em relação às bilheterias de produções chinesas. Acontece que a China é o único país que não envia os relatórios de suas arrecadações de bilheteria para auditores externos avaliarem. Sendo assim, o mundo precisa acreditar apenas “na palavra” do país asiático. Muitos especialistas não estão convencidos de que ‘Ne Zha 2’ tenha feito essa quantia absurda apenas internamente, sendo que o longa não fez sucesso em nenhum outro lugar do mundo.

Esse foi apenas um parêntese. E aqui abriremos outro. O clube do bilhão diz respeito a filmes que conseguem bater tal barreira numérica em sua exibição original nos cinemas. Isso porque três outros longas também conseguiram chegar a tal marca nas bilheteiras – mas foi graças a constantes relançamentos que ganharam desde suas estreias (‘Jurassic Park’, ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’ e ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’).

Sem mais delongas, nessa nova matéria iremos apresentar 10 superprodução de 2026 que desde já são os candidatos a uma vaga no seleto clube. Se irão realmente fazer parte, só o tempo dirá. Confira.

Vingadores: Doutor Destino

Essa é batata! O quinto filme dos ‘Vingadores’ deverá ser a maior bilheteria de 2026. Embora a Marvel não esteja em sua melhor forma, os quatro filmes anteriores da equipe (que reúne todos os heróis da casa) bateram a marca, com o terceiro passando dos US$2 bilhões e o quarto chegando perto dos US$3 bilhões. O estúdio está juntando todas as cartas na manga que ainda tem para fazer deste blockbuster uma experiência épica – e preparar terreno para o ano que vem, quando lança ‘Vingadores: Guerras Secretas’. Alguém aposta contra?

Homem-Aranha: Um Novo Dia

Ainda no terreno dos super-heróis e da Marvel, o estúdio só lançará dois filmes este ano – ao contrário dos usuais três -, mas são dois que prometem sacudir e redefinir a narrativa da casa de ideias. Aqui seguimos a mesma lógica do item acima, dos três filmes do ‘Homem-Aranha’ estrelados por Tom Holland, os dois últimos passaram de US$1 bilhão, e ‘Sem Volta para Casa’ chegou perto de US$2 bilhões. É preciso minimamente manter o nível com este quarto longa da cronologia. E para isso os produtores trouxeram Jon Bernthal como o Justiceiro, Mark Ruffalo como o Hulk e Sadie Sink (de ‘Stranger Things’) vivendo uma personagem ainda não divulgada.

Toy Story 5

Ser a continuação de um filme bilionário não é garantia automática que o novo será também. Recentemente inclusive vimos alguns casos assim (‘Coringa’, ‘Pantera Negra 2’, ‘Aquaman 2’, ‘As Marvels’ e o recente ‘Jurassic World: Recomeço’). Mas você apostaria realmente contra ‘Toy Story’? Podemos argumentar que ‘Toy Story’ é para a Pixar o que ‘Stranger Things’ é para a Netflix ou o que ‘Os Vingadores’ é para a Marvel – ou seja, o carro-chefe. É muito difícil eles deixarem essa peteca cair. Novamente, os dois últimos filmes da franquia, o três e o quatro, se tornaram bilionários – assim como todas as continuações da casa. O público infanto-juvenil é fiel e certamente fará do quinto longa outro sucesso retumbante.

Moana

Continuamos com a Disney, mas saímos de uma animação para uma adaptação em live-action de uma querida animação. O ‘Moana’ original de 2016 não se tornou um filme bilionário, mas talvez tenha conquistado algo melhor. Ele viu sua popularidade atingir picos inéditos durante a pandemia, quando se tornou o filme mais assistido de qualquer streaming enquanto estávamos confinados em casa. Parece que em todos os lares, ou na maioria, o que tocava sem parar era ‘Moana’. Foram esses dados numéricos que animaram o estúdio em colocar ‘Moana 2’ nos cinemas – o longa havia sido planejado originalmente para o streaming. Nesse hype, levando em conta que o dois é de 2024, a Disney aproveita para emendar com o live-action, o filme com atores reais. Ah sim, e o hype do recente live-action de ‘Lilo & Stitch’ que também se tornou bilionário.

Super Mario Galaxy

Qual será a maior animação de 2026? Ao que tudo indica será uma batalha entre ‘Toy Story 5’ e ‘Super Mario Bros 2’ – que ganhou o título de ‘Super Mario Galaxy’. Mas ainda existe outra animação que corre por fora – como veremos abaixo. Aqui, a batalha será entre a Disney e a Universal / Illumination. A primeira animação do ‘Super Mario’ foi o único outro filme, ao lado de ‘Barbie’, a bater US$1 bilhão em 2023. Ambos apostavam bastante na nostalgia. Sendo assim, essa sequência vai ainda mais longe, e traz os personagens adorados do primeiro e novas adições, como o dino Yoshi, e a nova princesa dublada por Brie Larson. Com tudo no lugar, o filme pode inclusive vir a superar o original nas bilheterias. Aguardemos.

A Odisseia

In Nolan we Trust”. Você certamente já ouviu muito esta frase. Mas e se eu te disser que nenhum filme do cineasta, que não se chame ‘Batman’, bateu a absurda marca de US$1 bilhão. O seu último trabalho, no entanto, chegou bem perto disso. ‘Oppenheimer’, drama de época sobre a criação da bomba atômica, fez US$975 milhões. Isso só demonstra a popularidade do diretor, que não para de crescer. Nolan é considerado o rei de Hollywood atrás das câmeras – nenhum outro na atualidade consegue mesclar tão bem cinema de prestígio com entretenimento colossal. E ‘A Odisseia’ não será diferente. A julgar pelo elenco estelar, que promete ser o maior do ano, e a premissa clássica, transformada em pop pelo cineasta. Esse poderá ser o primeiro filme bilionário do diretor fora da trilogia do ‘Cavaleiro das Trevas’.

Michael

Muitos especialistas garantem que ‘Michael’ será a primeira biografia musical da história a arrecadar mais de US$1 bilhão pelo mundo. É claro que para isso o filme precisa ser bom e as pessoas precisam abraça-lo. A meta aqui é seguir de perto a cartilha de ‘Bohemian Rhapsody’, que fez impressionante US$910 milhões pelo mundo, e se tornou verdadeiramente o precursor dessa nova fase de biografias musicais em Hollywood. O problema é que depois dele, nenhum outro realmente chegou perto de tamanha popularidade junto ao público, nem mesmo quando o assunto eram artistas bastante queridos como Elton John, Bob Marley, Whitney Houston, Amy Winehouse, Bob Dylan, Bruce Springsteen ou até mesmo o rei do rock Elvis Presley. Por outro lado, Michael Jackson é, e sempre será, o maior de todos. Se der certo, ‘Michael’ poderá ser o fenômeno dançante de 2026.

Minions 3

Calma, não estamos falando de política aqui. Como dito acima, ‘Minions 3’ é a terceira animação de 2026 que poderá ser maior do que as pessoas imaginam. Enquanto todos olham para a batalha de ‘Toy Story 5’ e ‘Super Mario Galaxy’, esquecem do poder que tem a franquia da mesma Universal / Illumination – seja o original ‘Meu Malvado Favorito’ ou o seu derivado ‘Minions’. Veja este histórico. São ao total seis filmes, dentre os quais dois bateram a barreira de US$1 bilhão e três chegaram bem perto disso. Ou seja, tirando o primeiro filme ‘Meu Malvado Favorito’ (no qual ainda não existia a familiaridade com os personagens), todos os outros filmes ficaram pelo menos na casa dos US$900 milhões. Para este se tornar o novo bilionário é um passo.

Jumanji 3

Sim, este ano teremos um novo filme do reboot de ‘Jumanji’ estrelado por Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan. O primeiro filme de 2017, é claro, foi a reimaginação moderna do clássico da década de 90 com Robin Williams. Como a produção de 2017 não levou em conta os eventos do original, ele não faz parte da nova cronologia. Bem, assim é o que pensamos, pois em alguns lugares o novo filme é conhecido como ‘Jumanji 4’, o que só confunde o público. Seja como for, o filme de 2017 foi um dos que chegaram muito perto de fazer US$1 bilhão, e por pouco não bateu o recorde. O longa arrecadou US$962 milhões mundiais, e sua sequência, dois anos depois, fez US$801 milhões. Ou seja, não é uma franquia a ser menosprezada.

Duna: Parte 3

Este último item da lista – assim como o item bônus, são as incógnitas, e bem, podemos dizer que são os mais difíceis de atingirem a tão sonhada marca de US$1 bilhão. É claro também que algum filme não incluído na matéria pode chegar pela tangente e surpreender a todos – como ‘Supergirl’, ‘Mestres do Universo’ ou ‘Dia D’, o novo blockbuster de Steven Spielberg. Voltando para ‘Duna’, este ano chega a terceira parte dos elogiados filmes de Denis Villeneuve.

O que acontece é que, embora ambos tenham sido indicados ao Oscar de melhor filme, e sejam extremamente elogiados pelos fãs, eles não são a praia de todos, são filmes de ficção científica e fantasia muito específicos, que falam sobre geopolítica espacial – ou seja, são sérios e densos demais para quem quer apenas se entreter, e fantasiosos demais para quem curte filmes densos e sérios. Seja como for, esta é outra franquia que não deve ser menosprezada, já que o primeiro fez US$410 milhões mundiais no auge da pandemia, e o segundo aumentou a aposta para US$714 milhões. Se o terceiro seguir nessa crescente…

Bônus: Nárnia

Aqui resolvemos incluir um bônus na lista. A escolha foi por ‘Nárnia’, uma das maiores incógnitas do ano. Vamos por partes. Primeiro, ‘As Crônicas de Nárnia’ foi uma das franquias cujo potencial jamais foi completamente explorado no cinema. Os três filmes dos anos 2000/2010 até começaram bem, mas foram diluindo, ao ponto de até trocar de estúdio. O material fonte, entretanto, é riquíssimo, e poderia ser algo do nível de ‘Harry Potter’ e ‘O Senhor dos Anéis’. O segundo ponto é, este foi o filme que Greta Gerwig resolveu fazer a seguir após o fenômeno que foi ‘Barbie’ (2023) – que bateu US$1 bilhão.

Com tamanho prestígio, a diretora poderia fazer qualquer coisa a seguir, mas escolheu mergulhar de cabeça no universo criado pelo autor C.S. Lewis. Se a cineasta fizer por esse material o mesmo que fez com ‘Barbie’, o sucesso é garantido. O “porém” da questão é que este se trata de um lançamento da Netflix, mas um que a diretora brigou para pôr nos cinemas. Resta saber se o lançamento nas telonas será restrito como sempre, alguns dias apenas, como foi com ‘Frankenstein’ de Guillermo del Toro, ou se teremos mais tempo para a bilheteria ser maior. É pouco provável, mas não custa sonhar.