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Viaje para a Terra do Nunca no novo teaser OFICIAL de ‘Peter Pan & Wendy’!

Faltam apenas alguns dias para a estreia de ‘Peter Pan & Wendy‘, que chega à Disney+ em 28 de abril e, agora, o Disney+ divulgou um teaser inédito do live-action.

Confira:

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony interpreta Peter Pan.

O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

‘The Rookie’: Série policial com Nathan Fillion é RENOVADA para a 6ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série policial ‘The Rookie‘, estrelada por Nathan Fillion (‘Castle’), para a 6ª temporada.

O quinto ciclo registrou uma média de 0.7 na demo, e um total de 6.5 milhões de espectadores. Para termos de comparação, os números representam a maior audiência da emissora, além de empatar em segundo lugar na demo (atrás apenas de ‘Grey’s Anatomy‘).

Infelizmente, o destino do spin-off ‘The Rookie: Feds‘, estrelado pela Niecy Nash, ainda não foi anunciado. Apesar de ter começado com uma audiência sólida, os números da produção foram caindo com o passar das semanas. Atualmente, o derivado se encontra no TOP 8 de todas as séries dramáticas do canal.

A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).

Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.

O elenco ainda conta com Shawn Ashmore, Mekia Cox, Jenna Dewan, Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil e Eric Winter.

Crítica | Rachel Weisz entrega uma performance duplamente visceral na incrível minissérie ‘Gêmeas: Mórbida Semelhança’

David Cronenberg é um dos cineastas mais únicos da história do cinema e um dos símbolos por trás do subgênero conhecido como body horror (terror corporal), que foca em um uso visceral do corpo humano e de todas as suas partes em prol de uma narrativa conceitual e, por muitas vezes, beirando o absurdo. Em 1988, o realizador lançou um de seus mais aclamados filmes, ‘Gêmeos: Mórbida Semelhança’, que lhe rendeu diversos prêmios e auxiliou a imortalizar seu legado no escopo da sétima arte. Agora, 35 anos mais tarde, o Prime Video resolveu investir esforços em uma série-remake do longa-metragem, escalando ninguém menos que a vencedora do Oscar Rachel Weisz para os papéis principais.

Seguindo muito de perto a trama da iteração original, ‘Gêmeas: Mórbida Semelhança’ acompanha Beverly e Elliot Mantle (Weisz), duas ginecologistas geniais cujo principal objetivo é lutar contra os precários e retrógrados métodos que envolvem os cuidados íntimos das mulheres, a gravidez e o parto. Entretanto, ambas são muito diferentes uma da outra e constantemente entram em conflito pelas personalidades gritantes e distintas que insistem em vir à tona ao longo de seus corridos cotidianos: Beverly posa como a gêmea mais introvertida e tímida, apaixonada pelo que faz com uma empatia invejável que mascara segredos obscuros; Elliot, por sua vez, tem uma fome literal e figurativa pela vida e não tem papas na língua, não pensando duas vezes antes de falar o que pensa e fazer o que for preciso para que seus objetivos sejam alcançados.

A princípio, Ellie demonstra ter uma liberdade mais urgente que a irmã, por vezes esquecendo-se da própria moral para deixar sua mente levá-la por onde quiser – transando com desconhecidos em bares e baladas, entupindo-se das mais variadas drogas e participando de jogos mentais que nem ao menos parecem abalar sua confiança. Todavia, é Beverly que insurge como a peça central de uma complexa e enigmática estrutura, postando-se como a base que sustente a relação pessoal e profissional entre elas – ora, há uma cena em que Ellie espirala em um misto de ódio e de ressentimento quando a irmã resolve passar alguns dias com sua namorada, Genevieve (Britne Oldford), chegando a cometer atos condenáveis por não saber como “viver” sem sua outra metade.

Weisz faz um trabalho aplaudível ao encarnar com impecável esmero as protagonistas – e chegando aos pés de Jeremy Irons, que estrelou o longa de Cronenberg. É notável o constante movimento de fluxo e refluxo promovido por performances tão distintas, garantindo que o público perceba uma tóxica e inebriante co-dependência que escala a níveis assustadoras e transforma-se em um thriller arrepiante. E, considerando que Weisz é uma das criadoras e uma das produtoras executivas da releitura seriada, ela sabe como trabalhar cada elemento sem entregar tudo de uma vez e garantindo que fiquemos animados capítulo a capítulo – consagrando-se com um grand finale que, com certeza, irá lhe render ao menos uma indicação ao Emmy.

Mas ela não é a única a nos chamar a atenção: temos a já mencionada Oldford como Genevieve, uma conhecida atriz que se apaixona por Elliot e que serve como um inspirado escape romântico, diluindo o meteórico suspense construído e fornecendo um pouco de paz a um dia a dia que, a qualquer momento, pode implodir; em contraposição, temos a presença pungente de Jennifer Ehle como Rebecca – uma bilionária excêntrica que não se importa com a saúde ou as condições das mulheres, mas sim de que forma o projeto das irmãs Mantle poderá lhe render frutos (ou seja, dinheiro). Rebecca é a personificação palpável do capitalismo predatório, uma magnata sem escrúpulos que tem plena ciência da genialidade das gêmeas e do perigo que representam caso não sejam domadas (transformando a personagem em uma antagonista deliciosamente detestável).

A série se mostra apaixonada pelo filme original, inclusive homenageando elementos marcantes – como ângulos distorcidos, o flerte com o surrealismo narrativo e a presença constante de uma paleta vermelho-sangue que dialoga tanto com a profissão de Beverly e Elliot quanto com a crueza dos temas tratados. Porém, ela não existe em subserviência ao clássico de Cronenberg, mas como um anexo que respira por conta própria, modernizando o que já nos foi apresentado com uma ácida declamação feminista e reviravoltas bem-vindas que nos impedem de desviar os olhos da telinha. E nada disso seria possível sem a caprichosa mão de Alice Birch, conhecida por produções como ‘Lady Macbeth’ e ‘Succession’, que não pensa duas vezes antes de subverter nossas expectativas das melhores maneiras possíveis.

‘Gemeâs: Mórbida Semelhança’ é essencialmente guiado pelo poder performático de Weisz, uma das grandes atrizes de todos os tempos – mas encanta por uma narcótica e sarcástica atmosfera em que cada uma das engrenagens se encaixa com perfeição.

Dica de Filme | ‘EMMA.’ apresenta um outro lado da incrível versatilidade de Anya Taylor-Joy

Se pararmos para pensar, Jane Austen é, de longe, uma das seletas romancistas a fazer parte do grupo de louvor de realizadores cinematográficos e televisivos. Ao lado de nomes como Stephen King, Austen tem um número gigantesco de obras que já foram adaptadas para as telonas e as telinhas – sendo o mais conhecido a versão de 2005 de Orgulho e Preconceito, dirigido por Joe Wright. O mais interessante é que a maioria dessas adaptações audiovisuais conseguem capturar a essência crítica dos escritos originais, canalizando as mensagens e os ácidos subtextos para criações exuberantes e vibrantes – e é claro que a investida acerca do famoso Emma (aqui adornado com um metódico e atraente ponto final) não ficaria de fora de uma lista de clássicos automáticos do século XXI, mesmo que nunca atinja o mesmo patamar glorioso que outras releituras.

A história gira em torno da heroína titular, uma verborrágica e rica jovem pertencente à família Woodhouse que não filtra o que lhe passa à mente e não pensa duas vezes antes de exprimir o que acha sobre determinado assunto – substancialmente quando esses assuntos envolvem seu pai, suas irmãs, sua amiga mais próxima e um charmoso e cínico galã que a tira do sério. Emma é revestida pela presença instantânea de Anya Taylor-Joy, que volta a provar sua versatilidade com um papel bem distinto dos outros filmes que estrelou; na verdade, a atriz emerge no longa-metragem em uma rendição inesquecível, encarnando o cantado sotaque britânico da era regencial e afastando-se por completo dos estigmas de A Bruxa e Fragmentado.

A obra é uma análise dinâmica e hilária acerca da construção narrativa de personagens, funcionando como um manual envolvente que atenua a extensa duração em um condensado e explícito coming-of-age. Desde o princípio, Emma se mostra como uma egoísta dama que sempre carrega a última fala e nunca está errada – isto é, até os momentos em que é confrontada por George Knightley (Johnny Flynn). Por mais que tente mostrar suas boas intenções, ela se envolve sem ser convidada nos affairs românticos de seus conhecidos e, por vezes, os magoa por não perceber as minúcias nas entrelinhas – ainda mais quando analisamos o relacionamento quase masoquista entre ela e a companheira Harriet Smith (Mia Goth em um papel revolto com camadas de densidade e profusão). E é nesse escopo que ela se vê num beco sem saída e reencontra-se num bondade que vai de encontro aos arcos românticos do século XIX.

Apesar da ambientação antropológica, a diretora Autumn de Wilde escolhe com cuidado o tom certo para se afastar das concepções panfletárias e políticas e nos convidar para uma jornada tragicômica que beira a perfeição – não fosse por alguns vícios técnicos que se tornam repetitivos. Entretanto, não podemos tirar mérito da beleza e da cautela com qual a cineasta conduz sua carta de amor à Austen, inclusive quando consideramos que esta é sua estreia diretorial, saindo de um prolífico mundo da fotografia para uma carreira que tem muito a oferecer para a esfera do entretenimento. E, de fato, sua estética transcendente é pecaminosa (no sentido mais digno da palavra) ao ponto de transbordar com homenagens e repaginações de escolas artísticas que variam do renascimento ao barroco – transformando cada frame em uma obra de arte museológica.

O pano de fundo trilha um caminho conhecido demais para ousar em originalidades, mas sólido o suficiente para servir como complemento para a protagonista e para o restante dos personagens. Seguindo o curso de um ano, o qual é demarcado pelas estações do ano, o foco é direcionado à Emma: não é ao acaso que ela sempre destoa da massa homogênea de seus acompanhantes, seja com chapéus vultuosos, vestidos marcantes ou um rosto esculpido em desdém (que logo transforma-se numa paixão fraternal para com Harriet e romântica para com George). Eventualmente, sua personalidade altiva recua para uma preocupação com o debilitado pai (Bill Nighy) e para uma gratidão silenciosa quando percebe que as adversidades podem melhorar. Entretanto, o roteiro destoa das resoluções fabulescas para uma desistência altruísta em prol daquilo que lhe importa – por mais que a química entre Taylor-Joy e Flynn seja inegável e nos prometa o exato oposto.

Vale ressaltar que um inesperado aspecto artístico é um dos motivos essenciais que garante a interação cômica entre o público e o longa. Isobel Waller-Bridge, saindo de seu trabalho na premiada série Fleabag, é a responsável pela dicotômica trilha sonora, que é caprichosa o bastante para cultivar uma atmosfera saudosista, mas única (dentro de seus próprios limites) para oscilar entre um minimalismo cênico e um engrandecimento majestoso – que, ainda que redundante em certos momentos, cumpre o que promete com maestria excepcional.

Mesmo não chegando ao nível narrativo de outras adaptações de Jane Austen, o filme é aprazível e deve funcionar para os fãs inveterados da romancista. No geral, sua imagética irretocável compensa deslizes pontuais – principalmente quando auxiliada por performances incríveis e quebras de expectativa surpreendentes.

Minissérie com 0% de aprovação dos críticos AGRADA assinantes da Netflix; Confira as reações!

No último dia 13, chegou à Netflix a minissérie dramática ‘Um Homem da Flórida’ (‘Florida Man’), estrelada por Edgar Ramírez (‘The Last Days of American Crime’).

Na trama, o astro vive um ex-policial que volta para a Flórida para procurar a namorada de um mafioso. Mas o que era para ser um trabalho rápido acaba virando uma odisseia alucinante em meio a segredos de família e a tentativa inútil de fazer a coisa certa em um lugar onde tudo está errado.

Apesar da premissa instigante, a produção recebeu 0% de aprovação dos críticos. Em justificativa, o jornalista do Decider descreve a produção como “uma série confuso que tem alguns personagens interessantes e alguns pontos altos, mas eles estão perdidos em uma trama que lotada de informações aleatórias…”

Por outro lado, a atração está se garantindo entre os assinantes da Netflix. Apesar de não ter recebido grandes elogios nas redes sociais, parece que as cenas de ação foram suficientes para agradar o público.

Confira as reações:

‘Um Homem da Flórida’, na Netfix. Recomendo, é 11/10.”

‘Um Homem da Flórida’ é legal.”

“‘Um Homem da Flórida’ foi tãããããão legal. Já terminei e me sinto vazio.”

“Assisti ‘Um Homem da Flórida’, na Netflix. Foi muito legal.”

“Assista ‘Um Homem da Flórida‘, na Netflix. Me agradeça depois.”

“Acabei de terminar ‘Um Homem da Flórida‘, na NetflixRecomendo muito.”

‘Um Homem da Flórida‘. Boa série.”

‘Um Homem da Flórida‘, da Netflix, é boa. Estou assistindo.”

‘Um Homem da Flórida‘ não é ruim, eu assistiria uma segunda temporada.”

Relembre o trailer:

A minissérie foi criada por Donald Todd (‘This Is Us’).

Abbey Lee, Anthony LaPaglia, Otmara Marrero, Lex Scott Davis, Emory Cohen, Clark Gregg, Isaiah Johnson, Paul Schneider e Lauren Buglioli completam o elenco.

Tim Robbins comenta possibilidade de reprisar seu papel em ‘Howard, o Super-Herói’ na Marvel Studios

O ator Tim Robbins foi questionado se entraria para o Universo Cinematográfico da Marvel interpretando seu personagem Phill Blumburtt no infame filme ‘Howard, o Super-Herói‘, de 1986.

O astro destacou que haveria a possibilidade de participar de algum filme ao lado de Howard, o Pato, desde que este abrace a natureza mais rude e adulta do personagem.

Em entrevista ao ComicBook, Robbins brincou: “Depende do elenco do pato.” Em vez de explorar uma versão familiar do personagem, Robbins solicitou: “Eu preciso daquele cara rude e ríspido, fumando um charuto. É isso que eu quero em Howard, o Pato.”

Embora os filmes do MCU sejam considerados o ápice do que pode ser alcançado no gênero de super-heróis, entregando dezenas de sucessos financeiros e críticos nos últimos 15 anos, a situação era bem diferente no passado.

O filme ‘Howard, o Super-Herói‘ é lembrado mais por ser a primeira adaptação para o cinema de uma criação da Marvel, mas foi um fracasso tanto de crítica quanto de bilheteria na época.

Howard, o Pato, fez sua primeira aparição oficial no MCU em uma cena pós-créditos de ‘Guardiões da Galáxia‘, e o personagem também apareceu em um episódio da animação ‘What If…?‘.

Será que o personagem aparecerá no novo filme dos Guardiões? Vamos aguardar para ver.

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega aos cinemas em 04 de maio.

De acordo com o BoxOffice Pro, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ deve se tornar a maior estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.

Projeções iniciais indicam que o novo capítulo deve registrar uma estreia em torno de US$ 120-155 milhões, tendo grandes chances de superar o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, que arrecadou US$ 146.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale destacar que as projeções iniciais são geralmente “cautelosas” em suas estimativas. Para termos de comparação, as projeções iniciais de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M) e ‘John Wick 4‘ (US$73.8M) apontavam estreias em torno de US$ 24-33 milhões e US$ 44-53 milhões, respectivamente. Ambos filmes registraram números muito maiores, quebrando recordes em suas respectivas franquias.

A expectativa é que as projeções aumentem gradativamente com o passar das semanas, quando o marketing estiver mais forte na intenção de chamar a atenção dos espectadores.

Confira o trailer:

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

2ª temporada de ‘A Casa do Dragão’ terá novos saltos temporais? Showrunner responde!

Em entrevista ao ComicBook, o showrunner Ryan Condal declarou que a aguardada 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ (House of Dragon) não terá grandes saltos temporais como no primeiro ciclo.

Ele ainda revelou que os eventos do próximo ciclo começarão exatamente a partir de onde o primeiro ano terminou.

“Estou muito animado em continuar de onde paramos. Agora nós poderemos desenvolver a trama em um ritmo mais tradicional, como em ‘Game of Thrones’. Nós sempre discutimos sobre essa história em particular, incluindo o George [R.R. Martin], como uma tragédia grega ou shakespeariana. Essa série é sobre uma casa despedaçando a si mesma.”

Ele completa, “Agora que já apresentamos todos esses personagens, estou muito animado em contar o próximo capítulo, para ver o que acontecerá agora que o Viserys está morto e não estará presente para controlar a situação.”

Vale lembrar que a segunda temporada deve ter apenas oito episódios, mas a decisão nada tem a com a atual política de economia implantada na Warner Bros Discovery, visando cortes de gastos desnecessários.

Ao que parece, uma temporada mais curta está de acordo com a narrativa planejada para os próximos episódios, que ainda não têm previsão de estreia. Com a mudança, espera-se que a 3ª temporada seja iniciada com uma grande e aguardada batalha.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Kevin Feige pretende contratar diretores mais TALENTOSOS para produções da Marvel, afirma insider

A Marvel Studios pode estar mudando sua estratégia de contratação de diretores para seus próximos filmes. Segundo o podcast The Hot Mic, o presidente da Marvel, Kevin Feige, está planejando contratar mais cineastas experientes e talentosos por trás das câmeras.

A ideia seria trazer um olhar mais maduro e consolidado para as produções da empresa, que tem sofrido com críticas negativas e resultados abaixo do esperado nos últimos anos.

Embora nada tenha sido confirmado oficialmente, a decisão de Feige em buscar diretores estabelecidos para liderar os projetos da Marvel alinha-se com o que foi relatado anteriormente sobre a procura pelo diretor de ‘Quarteto Fantástico‘.

Segundo o Deadline, Kevin Feige não queria supervisionar toda a filmagem e preferia trabalhar com um diretor experiente que pudesse assumir a responsabilidade.

Após a escolha de Matt Shakman para dirigir o próximo filme do Quarteto Fantástico, a Marvel pode estar seguindo essa linha de pensamento. Shakman é um talentoso diretor que já entregou um grande sucesso para a Marvel Studios com a série ‘WandaVision’.

Com essas mudanças, Kevin Feige pode estar trabalhando para elevar a qualidade das produções da Marvel e retomar a confiança do público após alguns anos conturbados.

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega aos cinemas em 04 de maio.

De acordo com o BoxOffice Pro, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ deve se tornar a maior estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.

Projeções iniciais indicam que o novo capítulo deve registrar uma estreia em torno de US$ 120-155 milhões, tendo grandes chances de superar o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, que arrecadou US$ 146.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale destacar que as projeções iniciais são geralmente “cautelosas” em suas estimativas. Para termos de comparação, as projeções iniciais de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M) e ‘John Wick 4‘ (US$73.8M) apontavam estreias em torno de US$ 24-33 milhões e US$ 44-53 milhões, respectivamente. Ambos filmes registraram números muito maiores, quebrando recordes em suas respectivas franquias.

A expectativa é que as projeções aumentem gradativamente com o passar das semanas, quando o marketing estiver mais forte na intenção de chamar a atenção dos espectadores.

Confira o trailer:

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘O Exorcista do Papa’: Terror com Russell Crowe arrecada US$ 36.5 milhões em estreia global

Após brigar nas bilheterias norte-americanas com ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, o terror ‘O Exorcista do Papa‘ levou a melhor, arrecadando US$ 9 milhões em seu primeiro final de semana no país.

A grande surpresa, no entanto, veio do mercado internacional. O longa estrelado pelo Russell Crowe já arrecadou US$ 27.4 milhões através de 51 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 36.5 milhões.

Com um orçamento de apenas US$ 18 milhões, o filme da Sony Pictures já se encontra em uma posição confortável para garantir algum retorno financeiro.

Por outro lado, a situação de ‘Renfield‘ é um pouco mais complicada. Com uma estreia global de apenas US$ 10 milhões, o longa da Universal Pictures contou com um orçamento de US$ 65 milhões – o que, infelizmente, torna muito mais difícil que a produção se pague durante sua passagem pelas telonas.

O Exorcista do Papa‘, dirigido por Julius Avery, conta a história do padre italiano Gabriele Amorth, Exorcista Chefe do Vaticano e subordinado diretamente à Sua Santidade. Enquanto investiga a aterrorizante possessão do jovem garoto Henry (Peter DeSouza-Feighoney), um dos casos mais intrigantes de sua carreira, o clérigo descobrirá a verdade por trás de um segredo enterrado há séculos pelo Vaticano, e trará à luz uma conspiração muito maior do que ele poderia imaginar.

O filme é baseado nos relatos reais dos livros ‘Um Exorcista Conta-nos‘ e ‘Novos Relatos de Um Exorcista‘, de Amorth. Conduzido por sua fé inabalável e seu faro investigativo, ele realizou mais exorcismos do que qualquer outra pessoa no mundo durante quase quarenta anos, e sua franqueza e senso de humor fizeram o padre ser conhecido como “o exorcista mais famoso do mundo”.

‘Casamento às Cegas’: Netflix deixa os fãs REVOLTADOS após FALHA em exibição ao vivo

Duas semanas atrás, a Netflix confirmou que iria transmitir ao vivo a reunião do elenco da 4ª temporada da versão norte-americana de ‘Casamento às Cegas‘.

Para quem não acompanha, o reality reúne 30 homens e mulheres que namoram por 10 dias dentro de cápsulas que os impedem de se verem. A ideia é evitar que qualquer aspecto físico influencie em como eles se sentem em relação ao outro.

De acordo com a analistas de dados da Nieman, o programa é incrivelmente popular e foi o 8º original mais transmitido em 2022, o que motivou a Netflix a fazer uma transmissão ao vivo com os participantes da 4ª edição.

No entanto, o que era um motivo de ansiedade para os fãs, tornou-se uma fonte de frustração, já que problemas técnicos levaram ao cancelamento da exibição em tempo real do reality show de namoro.

A princípio, os assinantes foram informados de que haveria apenas alguns minutos de atraso, mas a Netflix cancelou a exibição após mais de uma hora sem sinal.

Através do Twitter, os representantes da gigante do streaming emitiram um pedido de desculpas “para todos que ficaram acordados até tarde, acordaram cedo ou desistiram de sua tarde de domingo… Vamos voltar ao ar assim que for humanamente possível. Mais uma vez, obrigado e desculpe”.

A falha resultou em diversos comentários negativos do público nas redes sociais, que até ameaçaram cancelar suas assinaturas.

Felizmente, a exibição em tempo real foi reagendada para hoje e parece estar ocorrendo bem…

Esta foi a segunda tentativa falha da Netflix em transmitir um programa ao vivo, pois o especial de comédia de Chris Rock, ‘Selective Outrage‘, passou pelo mesmo problema em março.

Para o ano que vem, a plataforma adquiriu os direitos de exibição ao vivo da crimônia de premiação do Screen Actor Guild. Agora só nos resta esperar para ver como será a próxima tentativa da companhia.

Lembrando que a Netflix confirmou que a 3ª temporada da versão brasileira de ‘Casamento às Cegas: Brasil‘ será lançada este ano, ainda sem data marcada.

Até lá, os dois primeiros ciclos já estão disponíveis na plataforma.

Em busca do amor verdadeiro, várias pessoas solteiras, charmosas e interessantes vão conhecer potenciais pretendentes, mas com um único porém: sem se ver! Será que a conexão às cegas dá casamento?

Camila Queiroz e Klebber Toledo são os apresentadores da versão nacional.

AMC dá sinal verde para novo spin-off antológico de ‘The Walking Dead’

De acordo com o ComicBook, a AMC deu sinal verde para mais um spin-off do universo de ‘The Walking Dead‘.

O novo projeto terá caráter antológico, assim como ‘Tales of the Walking Dead‘, mas seus capítulos terão uma duração menor.

Tentativamente intitulada ‘More Tales From the TWDU‘, a produção trará seis contos originais que prometem expandir o universo da série original.

Scott M. Gimple, supervisor da franquia, é responsável pelo derivado.

Vale lembrar que há mais três spin-offs da saga em desenvolvimento ativo: ‘The Walking Dead: Dead City‘, ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘ e ‘The Walking Dead: Rick & Michonne‘.

E as primeira imagem dos bastidores das gravações do derivado focado no Rick Grimes (Andrew Lincoln) e na Michonne (Danai Gurira) já foram divulgadas. A foto mostra os dois protagonistas correndo lado a lado de um grupo de zumbis.

Confira:

 Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

Anteriormente prevista para julho deste ano, a série só vai estrear em 2024.

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

‘Cruel Summer’: 2ª temporada ganha data de estreia e detalhes sobre o novo mistério

O canal Freeform finalmente anunciou quando a 2ª temporada da série antológica de suspense ‘Cruel Summer‘ será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de junho.

A nova temporada trará um novo mistério e um elenco completamente novo, liderado por Sadie Stanley (‘The Goldbergs’), Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’) e Griffin Gluck (‘Locke & Key’).

Confira a sinopse oficial:

“Ambientada em uma idílica cidade à beira-mar no noroeste do Pacífico, a trama acompanha a ascensão e a queda de uma intensa amizade adolescente. Abordando a história de três linhas de tempo diferentes, a história mostra os altos e baixos da amizade entre Megan (Stanley), Isabella (Underwood) e o melhor amigo de Megan, Luke (Glock) – explorando o triângulo amoroso que floresceu e o mistério que impactaria a vida de todos.”

O elenco ainda contará com KaDee Strickland (‘Private Practice’), Lisa Yamada (‘All American’), Sean Blakemore (‘Greenleaf’) e Paul Adelstein (‘True Story’).

Ellen Friedman, conhecida por seu trabalho em séries como ‘Siren‘ e ‘Guilt‘, servirá como showrunnerTia Napolitano, responsável pela primeira temporada, teve que deixar o projeto em virtude de problemas familiares.

Entretanto, ela ainda continua como produtora executiva.

‘Duna: Parte II’ é MELHOR que o primeiro filme, afirma Rebecca Ferguson

Rebecca Ferguson, que interpreta Lady Jessica em ‘Duna: Parte II‘, de Denis Villeneuve, recentemente elogiou o roteiro e as filmagens do filme em uma entrevista com Jake’s Takes.

Segundo a atriz, ela acredita que a segunda parte do filme é superior ao primeiro Duna’, embora ela ainda não tenha assistido ao corte final.

“Eu tenho que dizer, achei a Parte II melhor do que o primeiro. E, não, eu ainda não assisti. Estou dizendo com base no roteiro que eu li, no que eu vi e no que eu gravei.”

Lembrando que a sequência contará com o retorno de Timothée Chalamet, Zendaya e Josh Brolin, além de introduzir Austin Butler, Florence Pugh, Christopher WalkenSouheila Yacoub.

Léa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’) irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.

Duna: Parte II‘ chega aos cinemas no dia 3 de novembro de 2023.

Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Twisters’: Anthony Ramos, de ‘Em um Bairro de Nova York’, entra para o elenco da sequência

De acordo com o Deadline, o ator Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) foi adicionado ao elenco de Twisters’, sequência do clássico filme de desastre Twister’, lançado em 1996.

Por enquanto, não há detalhes sobre seu papel na trama, que também contará com Daisy Edgar-Jones e Glenn Powell no elenco.

Há alguns dias, foi revelado que Jones será uma ex-caçadora de tempestades que, depois de sobreviver a um encontro desastroso com um tornado, agora trabalha como escriturária. No entanto, ela será forçada a retomar suas atividades no ofício anterior.

A nova história não é uma continuação nem planeja trazer de volta personagens antigos. O estúdio está descrevendo o longa como um ‘novo capítulo’.

A estreia está agendada para 19 de julho de 2024.

Lee Isaac Chung, cineasta conhecido pelo filme ganhador do Oscar, ‘Minari‘, vai dirigir.

O roteiro será escrito por Mark L. Smith e Frank Marshall (‘Jurassic World: Domínio’) servirá como produtor da sequência.

O filme original girou em torno de Bill e Jo Harding (Bill PaxtonHelen Hunt), caçadores de tempestades que precisam se unir para criar um sistema de alerta avançado ao se colocarem no caminho de tornados extremamente violentos.

Sucesso nos cinemas, o longa se tornou a segunda maior bilheteria de 1996, arrecadando quase US$500 milhões a partir de um orçamento de US$92 milhões. Apesar do sucesso financeiro, teve recepção mista por parte da crítica.

Amigas partem em uma viagem recheada de descobertas no trailer da comédia ‘Loucas em Apuros’; Confira!

Lionsgate divulgou o trailer oficial do ELOGIADÍSSIMO Loucas em Apuros (Joy Ride), comédia estrelada por Ashley Park (‘Emily em Paris’), Sherry Cola (‘Good Trouble’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) e Sabrina Wu (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’).

O longa, que fez sua estreia no Festival South by Southwest, será lançado no Brasil pela Paris Filmes dia 6 de Julho.

Confira:

O filme é dirigido pela estreante Adele Lim, enquanto Cherry ChevapravatdumrongTeresa Hsiao assinam o roteiro.

Audrey, Lolo, Kat e Deadeye são quatro mulheres asiático-americanas que viajam pela Ásia em busca da mãe biológica de Audrey. Nessa aventura, as amigas veem suas vidas mudarem através de sexo, muita cocaína e de descobertas que nem ao menos imaginavam fazer.

O elenco também conta com Ronny ChiengLori Tan ChinnDavid DenmanAnnie MumoloDesmond ChiamAlexander HodgeChris Pang.

‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ ganha novo clipe com litros de SANGUE e promessa sinistra; Confira!

O terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ ganhou um novo clipe sangrento.

A cena, que parece fazer homenagem ao clássico ‘O Iluminado‘, traz uma promessa sinistra: “Todos irão morrer até o amanhecer”.

Confira:

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de abril.

Lee Cronin (‘The Hole in the Ground’) é responsável pela direção.

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

Sam Raimi e Bruce Campbell servem como produtores.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

Roteirista revela ideia INUSITADA para ‘Velocidade Máxima 3’

Keanu Reeves, um dos protagonistas do clássico filme de ação ‘Velocidade Máxima‘ de 1994, revelou recentemente que está aberto a fazer um terceiro filme da franquia, caso haja uma boa história a ser contada.

O primeiro filme, que conta a história de um ônibus que explode caso a velocidade caia abaixo de 55 milhas por hora (88 quilômetros por hora), é considerado um marco dos anos 90 e lançou Reeves e Sandra Bullock para o estrelato.

No entanto, a sequência de 1997, ‘Velocidade Máxima 2‘, não agradou o público ou a crítica, levantando questões sobre o potencial limitado da franquia.

O escritor original Graham Yost brincou que, se um terceiro filme fosse desenvolvido, seria basicamente a mesma história, mas com a velocidade mínima aumentada em 5 milhas por hora.

“O que Keanu disse foi: ‘Se o roteiro for bom o suficiente'”, disse Yost ao ComicBook. “E é isso que realmente importa. O que você faz? Minha piada antiga para ‘Velocidade Máxima 3’ era ‘Desta vez, é 60’, e é isso. Apenas um pouco mais rápido, mas é tudo a mesma coisa. E todo mundo envolvido tem 60 anos. É como quando você assiste John Wick; cada um é basicamente o mesmo filme, mas eles são ótimos. Eu gosto, eles são brutais.”

Embora a possibilidade de um terceiro filme ainda seja incerta, os fãs ainda aguardam ansiosamente por uma chance de ver Reeves voltar ao universo da franquia.

Enquanto isso, Keanu Reeves está em cartaz nos cinemas com o aclamado John Wick 4: Baba Yaga‘, que já fez US$ 350 milhões mundialmente, superando a bilheteria total do terceiro filme e se tornando a maior arrecadação global da franquia.

No Rotten Tomatoes, o longa reside com nada menos que 93% de aprovação, com nota 8.10/10 baseada em 89 reviews até o momento, tornando o capítulo o mais bem avaliado do site. A encargo de comparação, os outros capítulos possuem 86%89% e 89% de aprovação, respectivamente.

Além de rasgarem elogios para as cenas de ação e para o estelar elenco, os especialistas disseram que a produção é uma das melhores do gênero de ação da última década.

Confira os comentários:

“Com duração de 2 horas e 49 minutos, é maior que os filmes anteriores em todos os sentidos – nem melhor nem pior, apenas mais” – BBC.com.

John Wick 4’ ganha cada segundo de seu tempo de execução épico, e há um forte argumento a ser feito de que é a melhor das sequências” – CinemaBlend.

“[O filme] é um épico em todos os sentidos da palavra: épico em extensão, épico em escala e épico em emoções” – Digital Spy.

John Wick 4’ pode ser um pouco longo, mas quando é divertido, poucos filmes conseguem competir com seu magnetismo” – Sunshine State Cineplex.

“Se os três filmes anteriores não foram sua preferência, o que é servido por John Wick 4’ não vai mudar sua opinião. Mas se você adora ação cinética ambientada em locais deslumbrantes, não há ninguém em Hollywood fazendo isso melhor do que Reeves e [o diretor Chad] Stahelski” – The Lamplight Review.

Segundo o Deadline, o filme deve abrir com US$ 60 a US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana em exibição nos EUA.

Até então, a maior abertura da franquia foi ‘John Wick 3: Parabellum‘ com US$ 56,8 milhões em seu primeiro fim de semana, finalizando sua jornada com US$ 171 milhões arrecadados nos Estados Unidos.

Além disso, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.

Relembre o trailer:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

‘A Pequena Sereia’: Confira novo teaser DESLUMBRANTE do live-action da Disney

A Disney liberou um novo teaser do aguardado live-action de ‘A Pequena Sereia‘, que estreia nos cinemas no dia 25 de maio.

O vídeo mostra cenas inéditas da Princesa Ariel (Halle Bailey), além de vislumbres inéditos do Rei Tritão (Javier Bardem) e do Príncipe Eric (Jonah Hauer-King).

Confira:

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

‘Boogeyman: Seu Medo é Real’ ganha novo trailer ASSUSTADOR; Confira!

A 20th Century Studios divulgou um novo trailer de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘, longa de terror dirigido por Rob Savage (‘DASHCAM’), que tem previsão de estreia para  o dia 1º de junho.

Confira na versão dublada e legendada:

Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.

Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

Críticos vs. Público – ‘Super Mario Bros.’ (2023) e os sucessos de bilheteria que foram fracasso de crítica

A “guerra” entre os fãs e os críticos não é novidade. Na minha infância, por exemplo, brincávamos que para saber se iríamos gostar de um filme, era só ter certeza que sua avaliação em um dos mais populares jornais do país havia sido baixa. É claro que isso foi numa época remota, muito antes da internet ou sequer de mídias focadas unicamente em cinema (como as revistas do gênero). No entanto, conforme eu e meus amigos fomos ficando mais velhos e amadurecendo nossos gostos cinematográficos, começamos a perceber que nossas opiniões estavam cada vez mais de acordo com aquelas que desprezávamos antes.

Hoje, com o advento da internet e das mídias online, com a popularização de formadores de opinião que são mais “gente da gente”, essa diferença entre a opinião do grande público e dos especialistas que trabalham diariamente comentando sobre cinema diminuiu bastante. É claro que nem sempre essas opiniões irão bater, afinal nem mesmo amigos de longa data ou um casal concorda o tempo todo a respeito de um filme ou uma série. É normal. Assim, os fãs e os críticos seguem discordando sobre muitas produções cinematográficas. E o que isso quer dizer? Nada, são apenas opiniões. Para os estúdios, o retorno de bilheteria é sempre o que fala mais alto. É claro que não prejudica ter um sucesso de crítica no currículo também.

Nessa nova matéria, impulsionado pela divergência em relação ao novo ‘Super Mario Bros.’ (2023), iremos apresentar algumas produções que não receberam, por assim dizer, as avaliações mais calorosas dos críticos, mas que mesmo assim viveram para se tornar sucesso de público e bilheteria. Confira abaixo.

Super Mario Bros. (2023)

Começamos com o filme que deu ideia para esta matéria. No estilo de superprodução, o novo longa-metragem de ‘Super Mario Bros.’, o videogame mais popular de todos os tempos, se torna uma animação da Universal Pictures e da Illumination Entertainment que tem agradado os fãs nostálgicos dos jogos e também conseguido capturar a atenção da garotada de hoje. Com orçamento de US$100 milhões, o filme já soma mais de US$677 milhões mundiais em um pouco mais de 10 dias de exibição. É esperado que se torne um dos maiores sucessos financeiros de 2023, e certamente irá dar sinal verde a uma continuação. Os críticos, por outro lado, não se apaixonaram pelo filme como os fãs, e apenas 58% avaliaram de maneira positiva – o que ainda é mais da metade, porém, esperava-se uma impressão melhor. No mesmo agregador Rotten Tomatoes, os fãs avaliaram o filme com 96% de aprovação, bem diferente dos especialistas. E você, o que achou?

Onde Assistir: nos cinemas.

Transformers (2007 – 2017)

Este ano teremos um novo filme dos ‘Transformers’, com ‘O Despertar das Feras’. O longa pretende ser, de certa forma, um reinício para a franquia tão popular da Paramount nos cinemas. A ideia, é claro, nasceu como uma linha de brinquedos, de carros que se transformam em robôs, e dominou os anos 80 com tudo que é tipo de merchandising, inclusive uma série em desenho animado para acompanhar e popularizar ainda mais na mente dos pequenos – estratégia muito utilizada na época. Nos cinemas, a primeira superprodução em live-action teve produção de Steven Spielberg e direção de Michael Bay. Com orçamento de US$150 milhões, ‘Transformers’ (2007) arrecadou mais de US$700 milhões mundiais, garantindo o sucesso de bilheteria.

Os críticos, no entanto, logo de cara torceram o nariz, e só 58% aprovaram o longa. E daí começava uma “guerrinha”, conforme mais mal avaliados os filmes da franquia eram (com um total de quatro continuações), suas bilheterias seguiam dando lucro absurdo. Isso só mudaria com ‘Bumblebee’ (2018), um derivado que se tornou o primeiro sucesso de crítica da série. Agora, o que os produtores esperam é que tenham um novo sucesso em mãos.

Onde Assistir: todos os filmes, incluindo o derivado ‘Bumblebee’ estão disponíveis na Star+. A Netflix possui o primeiro, o quarto e o quinto. E a Paramount+ também tem ‘Bumblebee’.

Crepúsculo (2008 – 2012)

Quando ‘Crepúsculo’ foi lançado em 2008, as adaptações de livros de fantasia para adolescentes estavam num momento bem favorável, graças ao sucesso da franquia ‘Harry Potter’. Querendo ou não, ‘Crepúsculo’ se beneficiou bastante disso. O sucesso do filme original sobre vampiros que brilhavam à luz do sol, protagonizado por Kristen Stewart e Robert Pattinson serviu para Hollywood entender que a base de fãs de uma marca poderia ser o suficiente para fazer de um filme um fenômeno. Os fãs dos livros Crepúsculo não queriam saber se o filme era bom ou não, tudo que eles queriam era ver em tela a história pela qual haviam se apaixonado nas páginas – e cair de amores novamente pela trama romântica, assim como também pelos atores que os interpretavam.

Os críticos, por outro lado, só queriam saber se o filme era bom – e terminaram decidindo que não, não era. O filme original recebeu apenas 49% de aprovação dos especialistas – e assim seguiram as continuações, com todos os cinco filmes recebendo menos de 50% de aprovação. Por outro lado, os fãs ainda hoje rebatem as críticas, e no próprio Rotten Tomatoes, a nota da audiência para a franquia viu todos os filmes acima dos 60% de aprovação. Mas o que falou mais alto foram as bilheterias, com o primeiro rendendo acima dos US$400 milhões, e o resto acima do meio bilhão de dólares. Surpresa mesmo é ver que o estúdio ainda não tirou da manga mais um ‘Crepúsculo’ para chamar de seu.

Onde Assistir: demonstrando a popularidade da franquia, os filmes estão disponíveis em diversas plataformas. ‘Crepúsculo’ (2008), ‘Lua Nova’ (2009) e ‘Amanhecer – Parte 2’ estão na Netflix, Amazon, Star+ e Lionsgate+. ‘Eclipse’ (2010) e ‘Amanhecer – Parte 1’ estão na Netflix, Star+ e Lionsgate+.

Cinquenta Tons de Cinza (2015 – 2018)

Ao invés de uma “saga”, aqui temos uma trilogia. Muito mais respeitável, certo? Curiosamente, essa franquia só existe graças ao sucesso de ‘Crepúsculo’. Acontece que a autora dos livros ‘Cinquenta Tons de Cinza’, começou a escrever suas histórias em sites de fan fiction, ou seja, histórias não oficiais baseadas em alguma obra existente. E a escritora usou como base as histórias de ‘Crepúsculo’, como se continuasse de maneira extraoficial a narrativa da autora Stephanie Meyer. Aqui, no entanto, a trama era muito mais picante e começou a fazer a cabeça das jovens mamães americanas, que desejavam apimentar suas vidas e relações. ‘Cinquenta Tons de Cinza’ fala sobre um jovem bilionário excêntrico chamado Christian Grey.

O sujeito aceita dar entrevista para uma estudante de jornalismo chamada Anastasia Steele, e acaba se apaixonando por ela. Os dois começam uma relação, mas o ricaço logo estabelece algumas regras que fariam as feministas mais radicais correrem para bem longe. Entre elas, uma relação sexual sadomasoquista, onde ele é o dominante. O anúncio da adaptação para o cinema se tornou um dos mais badalados em Hollywood na época, com centenas de atores e atrizes fazendo teste para os papeis, e outros sendo cogitados. A Universal Pictures desembolsou US$40 milhões para o orçamento, e o filme rendeu mais de US$500 se tornando um dos maiores sucessos da década passada. As continuações seguiram de perto esse valor de retorno, mas quando falamos nas avaliações da crítica, elas foram de mal a pior, com os 24% de aprovação do primeiro caindo para 11% nas continuações. O curioso é que a audiência no mesmo agregador também não avaliou nenhum dos três acima dos 50%.

Onde Assistir: os dois primeiros estão disponíveis na Netflix, Star+ e Paramount+. O terceiro está apenas no Telecine Play.

Piratas do Caribe (2003 – 2017)

Aqui temos outra franquia muito divisora de opiniões entre críticos e o grande público. O primeiro da série, ‘A Maldição do Pérola Negra’ (2003) é unanimemente o mais querido. Um sucesso surpresa, apesar de um orçamento para superprodução nenhuma botar defeito, nem mesmo os produtores esperavam o fenômeno que o filme original se tornaria, muito graças ao desempenho único e arriscado, mas que deu muito certo, que o astro Johnny Depp tentou para o Capitão Jack Sparrow. A franquia da Disney, é claro, usou como base um passeio bastante popular de seus parques temáticos – mas mostrando que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, outras atrações não obtiveram o mesmo êxito ao serem levadas aos cinemas, vide ‘Mansão Mal-Assombrada’ (2003, que ganhará novo filme esse ano) e ‘Tomorrowland’ (2015).

O primeiro ‘Piratas do Caribe’ conseguiu até mesmo aceitação dos críticos, com 80% de aprovação, e a indicação ao Oscar de Depp como melhor ator. Essa fórmula de sucesso, ao menos com a crítica, iria se esgotar rapidamente, devido a tramas cada vez mais incompreensíveis, e produções infladas, que eram apenas efeitos especiais sem conteúdo. Uma maluquice de fazer gosto. Mas quem sou eu para julgar. O segundo filme, ‘O Baú da Morte’ (2006), rendeu ainda mais dinheiro, ultrapassando a impressionante marca do bilhão de dólares, mas com os críticos obteve apenas 53% de aprovação. E assim seguiu pelos próximos três filmes, cada vez mais mal avaliados, mas donos de bilheterias astronômicas. Resta saber, com o cancelamento do reboot que seria estrelado por Margot Robbie, para onde seguirá a franquia.

Onde Assistir: a saga completa, com os cinco filmes, são exclusivos, é claro, na Disney+.