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‘Gotham Knights’ enfrentam uma série de roubos na sinopse oficial do 7º episódio; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial do sétimo episódio de Gotham Knights, intitulado “Bad to Be Good”.

Na trama, “depois de uma série de roubos de obras de arte em Gotham, Turner e os Cavaleiros se voltam para uma possível conexão à Corte das Corujas. Enquanto isso, Duela e Carrie procuram por respostas sobre a Garra de Eunice. Rebecca pede ajuda a Harvey, temendo que sua vida esteja em perigo”.

O capítulo vai ao ar no dia 02 de maio.

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca Marchm e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

‘The Flash’: Barry está desaparecido na sinopse oficial do episódio 09×10; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial do 10º episódio da 9ª e última temporada de The Flash, intitulado “A New World, Part One”.

Na trama, “à medida que Iris recebe atualizações sobre uma marca impressionante de sua carreira, Barry, repentinamente, desaparece. Ao tentar voltar para casa, Barry cruza caminho com vários rostos familiares. Khione continua a explorar seus poderes e Chester trabalha em um traje para Allegra”.

O capítulo vai ao ar no dia 03 de maio.

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Riverdale’: Novos problemas precisam ser resolvidos na sinopse oficial do episódio 07×06; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Peep Show”, sexto episódio da 7ª (e última) temporada de ‘Riverdale‘.

Na trama, “sem paciência depois das últimas ações de Archie, Mary se volta para o Tio Frank para fazer voltá-lo aos trilhos. Enquanto isso, Betty pede ajuda à Veronica para compreender sua sexualidade. Enquanto isso, Jughead começa a agir depois de descobrir que a Pep Comics está plagiando outros quadrinhos. A exuberante atração de Cheryl e de Toni chama a atenção de algumas River Vixens”.

O capítulo vai ao ar no dia 03 de maio.

O ciclo final estreará oficialmente no dia 29 de março.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.

O elenco conta com KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Casey Cott, Charles Melton, Vanessa Morgan, Drew Ray Tanner, Mädchen Amick e Erinn Westbrook.

‘Renfield’: Terror cômico com Nicolas Cage FRACASSA em estreia nos EUA

Em uma briga intensa nas bilheterias norte-americanas, o terror cômico ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘ decepcionou em sua estreia nos cinemas, perdendo não só para ‘O Exorcista do Papa‘ (US$9.2M), como também para ‘John Wick 4‘ (US$7.9M) – que já está em exibição há mais de um mês.

O longa estrelado por Nicholas Hoult (‘O Menu’) e Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) estreou abaixo das projeções, com apenas US$ 7.7 milhões nos EUA.

Internacionalmente, o terror cômico soma apenas US$ 2.2 milhões – totalizando uma estreia global de apenas US$ 10 milhões.

Apesar do gênero terror ser conhecido por ter retornos financeiros confiáveis nas telonas, a situação de ‘Renfield‘ é um pouco mais complexa do que isso. Além de ter decepcionado em seu lançamento, a produção também contou com um orçamento de US$ 65 milhões – um custo grande para um filme considerado “niche”.

Vale destacar que a aprovação do longa no Rotten Tomatoes também caiu drasticamente nos últimos dias. Apesar de ter aberto com sólidos 86% de aprovação dos críticos, a porcentagem do filme “apodreceu”, alcançando apenas 59%189 reviews computadas.

Segundo o consenso geral, “embora não consiga tirar o máximo proveito de suas comprometidas estrelas e premissa matadora, a mistura de comédia de terror maluca de Renfield finca seus dentes fundo o suficiente para causar alguma coisa”.

Confira as análises:

“A trama de ‘Renfield’ sabe exatamente o que quer alcançar e o faz de forma eficaz, muito bem apoiada pelo elenco principal, bem como pelas sequências de ação superviolentas, ao mesmo tempo muito agradáveis, o ​​que justifica sua classificação para maiores de 18 anos.” – Consequence.

“É uma mistura cômica de terror, com vários bandidos despedaçados, mas ocasionalmente faz uma pausa para momentos comoventes sobre a vida que Renfield perdeu ao se submeter a seu mestre e também há reviravoltas incomuns em torno da mitologia dos vampiros.” – Empire.

“Felizmente, o diretor Chris McKay e os roteiristas Ryan Ridley e Robert Kirkman realmente fizeram deste um aceno perfeito para os monstros da Universal que conhecemos e amamos – e um olhar mais profundo sobre relacionamentos tóxicos e a dor que eles trazem para todos os envolvidos. – The Mary Sue.

“É uma comédia de terror de pico, muito mais parecida com ‘Um Lobisomem Americano em Londres’ do que com ‘Drácula, de Bram Stoker’. E, no fim das contas, é divertido principalmente porque não se compromete muito com nada.” – Collider.

“‘Renfield’ oferece um grande momento para o cinema. Repleto de insanidade, ação, humor, sangue e sangue coagulado, este é um daqueles filmes que você não vai esquecer em breve.” – Mama’s Geeky.

Dirigida por Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’), a produção é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que serve como produtor do filme.

Renfield é o sofrido ajudante do chefe mais narcisista da história, Drácula. Ele é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas agora, depois de séculos de servidão, Renfield está pronto para descobrir se há vida lá fora, para além da sombra do Príncipe das Trevas. Se pelo menos ele puder descobrir como dar fim à sua dependência dele…

Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) estrela como o personagem titular, o mordomo de Drácula. O elenco ainda conta com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

 

Crítica | Fé nas Alturas – Sessão da Tarde Religioso Consegue Manter a Tensão na Prime Video

O que torna um determinado acontecimento um milagre? Isso não tem necessariamente a ver com religião, seja ela qual for, mas sim com o potencial da pessoa em acreditar que algo é possível mesmo quando todos os dados e todas as provas mostrem o contrário. Milagre tem a ver com acreditar, acima de tudo, e muitas vezes esse acreditar tem a ver com entregar o controle das coisas a algo ou alguém que ganha muitos nomes em diferentes religiões, mas que, no final, é essa força superior sem rosto e sem forma que teria criado o mundo e de alguma forma direciona os nossos destinos. Milagre é ter algo impossível acontecendo graças à crença de uma ou mais pessoas em entregar o destino nas mãos dessa força superior. Esse é o mote de ‘Fé nas Alturas’, drama de ação que chegou no Prime Video como grande lançamento dessa Páscoa.

Doug White (Dennis Quaid) é um exemplar pai de família, marido de Terri (Heather Graham), pai de duas filhas adolescentes (Abigail Rhyne e Jessi Case), que adora fazer caridade e também gosta de viver a vida desafiando-se em aventuras nas quais seu irmão (Brett Rice) o acompanha. Quando uma notícia ruim faz com que a família voe para Naples, na Flórida, Doug começa a questionar a existência de Deus e sua fé na religião católica. Porém, no voo de volta para Louisiana um acidente faz com que o piloto fique inconsciente e, para salvar sua família, Doug precisa assumir o controle do avião. Só que ele não tem quase nenhuma experiência no assunto e precisará de toda a ajuda possível vinda das torres de controle de Miami e Fort Myers para conseguir pousar o avião em segurança.

Inspirado em uma história real, ‘Fé nas Alturas’ tem uma boa ideia (que provavelmente é a parte real da produção) – um cara que, sem experiência, precisa pousar um avião porque sua família está em perigo – porém, o que vemos no roteiro de Brian Egeston é que, tirando esta parte, todo o resto da produção é uma construção bastante ingênua para preencher a história de modo que ela tenha tempo de exibição suficiente para se tornar um longa-metragem. Das 1:40 de filme, leva-se 34 minutos até que Doug e sua família finalmente embarquem no avião que dá o mote da história; antes disso o espectador passeia entre um concurso de churrasco e vai conhecendo outros 3 núcleos de personagens aleatórios (um controlador de voo com problemas de bebida, uma criança obcecada com o mundo da aviação e um outro homem que tem algum conhecimento de avião mas que anda desgostoso da vida); até esses mundos convergirem, já se passaram quase 1 hora de filme, o que demonstra que o filme em si tinha pouca história.

Apesar disso o diretor Sean McNamara se dedica em fazer bem o arco principal de seu longa, conseguindo manter a tensão de um thriller durante todo o arco em que os personagens ficam no avião sem controle sem saber como irão pousar. Embora a história seja fraquinha, durante esta parte o filme consegue manter a atenção do espectador, engajando-o em torcer pelos personagens.

Fé nas Alturas’ é um drama religioso bem estilo de Sessão da Tarde, com um pouco de ação para chamar um público mais adulto e crianças explicando a história, de modo a tornar o filme mais abrangente para toda a família. Por ter se passado durante a Páscoa, foi a aposta da Prime Video para o feriado, mas é uma história inspiradora que pode ser assistida em qualquer época do ano, especialmente entre aqueles que têm fé mesmo nos momentos mais difíceis da vida.

Kylie Minogue, Uzo Aduba e mais irão estrelar ‘The Residence’, novo drama policial de Shonda Rhimes

Shonda Rhimes é uma das realizadores mais prolíficas do cenário televisivo norte-americano e, agora, ela já tem seu próximo projeto em mãos.

Segundo a Variety, Rhimes irá produzir um novo drama policial para a Netflix intitulado ‘The Residence’ e ambientado na Casa Branca.

Confira a sinopse oficial:

“132 quartos. 157 suspeitos. Um cadáver. Um detetive excêntrico. Um Jantar de Estado desastroso. ‘The Residence’ é um insano mistério ambientado nas escadarias da Casa Branca, entre uma eclética equipe da mansão mais famosa do mundo”.

A produção contará com um elenco estelar, que inclui Kylie MinogueUzo Aduba, Andre Braugher, Edwina Findley, Molly Griggs, Jason Lee, Ken Marino, Al Mitchell, Dan Perrault, Bronson Pinchot, Susan Kelechi Watson, Isiah Whitlock Jr., Mary Wiseman, Randall Par, Jane Curtin, James Babson, Eliza Coupe, Izzy Diaz, Paul Fitzgerald, Ros Gentle, Chris Grace, Juliette Jeffers, Sumalee Montano, Brett Tucker, Nathan Lovejoy, E. L. Losada, Julieth Restrepo, Mel Rodriguez e Rebecca Field.

Paul William Davies entra como showrunner e produtor executivo. Rhimes também será produtora executiva.

Fique ligado para mais informações!

‘John Wick 4’ se torna a MAIOR bilheteria global da franquia

Sucesso! A sequência ‘John Wick: Baba Yaga‘ já arrecadou quase US$ 350 milhões mundialmente, superando a bilheteria total do terceiro filme e se tornando a maior arrecadação global da franquia.

O recordista anterior, ‘John Wick 3: Parabellum‘, havia arrecadado US$ 328.3 milhões mundialmente, em 2019.

Nos EUA, o quarto capítulo da saga já arrecadou US$ 160.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 189.6 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 349.7 milhões mundialmente – o que representa a terceira maior arrecadação do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$678.0M) e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$474.3M).

Confira nossa entrevista com Reeves e siga o CinePOP no YouTube:

Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

‘Dungeons & Dragons’ ultrapassa US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar da forte concorrência, a adaptação ‘Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes‘ continua brigando nas telonas. Neste final de semana, o longa conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 74 milhões. No mercado internacional, foram US$ 83 milhões. Ao total, a produção já soma US$ 157 milhões mundialmente.

O filme acabou de superar o próprio orçamento – que girou em torno de US$ 150 milhões –, então ainda falta muito para que a adaptação possa dar um sólido retorno financeiro ao estúdio.

Apesar de ter sido prejudicado pela concorrência, o longa deve gerar um bom retorno a longo prazo – até mesmo após sua passagem pelos cinemas –, considerando a ótima recepção do público (que deu uma nota A- à produção no CinemaScore). Além disso, o filme também conquistou os críticos, alcançando impressionantes 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Para termos de comparação, a adaptação original, lançada em 2000, conquistou apenas 9% de aprovação dos críticos no RT, além de ter fracassado nas bilheterias ao arrecadar apenas US$ 33.9 milhões mundialmente.

Jonathan Goldstein e John Francis Daley, diretores da comédia ‘A Noite do Jogo‘ e roteiristas de ‘Homem-Aranha: De Volta para Casa‘, serão responsáveis pela direção e pelo roteiro.

Chris Pine (‘Star Trek’) estrela a adaptação. O elenco ainda conta com Michelle Rodriguez (‘Velozes e Furiosos’), Justice Smith (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’), Hugh Grant (‘A Viagem’), Regé-Jean Page (‘Birdgerton’) e Sophia Lillis (‘It: A Coisa’).

Em 2000, uma adaptação para os cinemas foi lançada, sendo massacrada pelos críticos e fracassando nas bilheterias. Anos mais tarde, o longa ganhou duas sequências produzidas direto em vídeo, que foram prontamente ignoradas pelo grande público.

Criado por Gary Gygax e Dave Arneson, o jogo original ‘Dungeons & Dragons‘ foi publicado pela primeira vez em 1974.

‘Creed 3’ ultrapassa US$ 270 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Creed III‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 270 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa a quarta maior arrecadação do ano, até o momento.

Apesar de já ter superado a bilheteria total de ‘Creed II‘ (US$214.2M), o terceiro filme da nova saga ainda não conquistou o posto de maior bilheteria da franquia. Com US$ 300.4 milhões arrecadados mundialmente, ‘Rocky IV‘ segue como o capítulo mais popular da saga nas telonas.

Nos EUA, ‘Creed III‘ já soma US$ 154.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 116.2 milhões.

Vale lembrar que o novo filme também já havia registrado a maior estreia da franquia nos EUA, com US$ 58.6 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana. Para termos de comparação, os dois primeiros filmes estrearam com US$ 29 milhões e US$ 35.5 milhões, respectivamente.

 

‘Wicked’: Elphaba e Glinda são destaque nas primeiras imagens OFICIAIS da adaptação; Confira!

Universal Pictures revelou as duas primeiras imagens oficiais da vindoura adaptação fílmica do clássico musical Wicked, dando destaque a Cynthia Erivo (Elphaba) e a Ariana Grande (Glinda).

A primeira parte do longa-metragem chegará aos cinemas em novembro de 2024. Anteriormente, o filme estava marcado para ser lançado em 25 de dezembro de 2024.

Confira:

O elenco ainda conta com Jeff Goldblum (Mágico de OZ), Ethan Slater (Bog) e Jonathan Bailey (Fiyero).

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

Em em comunicado oficial, o diretor Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’) explicou porque a adaptação será dividida em duas partes.

“Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de Wicked‘ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked‘ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos.”

O diretor ainda prometeu que os filmes irão apresentar um “universo fantástico, animado e cheio de personagens dinâmicos”, que irá atrair tanto os fãs do musical, quanto os espectadores que não conhecem o material de origem.

Os 5 melhores papéis de Anya Taylor-Joy, uma das grandes atrizes da nova geração

Anya Taylor-Joy transformou-se em uma das atrizes mais icônicas e versáteis de sua geração depois de estrelar o aclamado terror psicológico A Bruxa, de Robert Eggers. Desde então, ascendeu a uma carreira de enorme sucesso que lhe rendeu aclamação por parte dos críticos e cimentou seu nome no cenário do entretenimento contemporâneo.

Ao longo de sua carreira, conquistou diversos prêmios – incluindo um Globo de Ouro e um SAG Award, além de ter sido indicada a categorias do Emmy e do BAFTA.

No dia de hoje, 16 de abril, Taylor-Joy completa 27 anos de idade e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve matéria elencando seus cinco melhores papéis.

Confira abaixo:

5. OLGA, O Homem do Norte (2022)

Em O Homem do Norte, o Príncipe Amleth (Alexander Skarsgård) está prestes a se tornar um homem quando seu tio assassina seu pai e sequestra sua mãe. Duas décadas depois, o jovem é agora um viking com a missão de salvar a mãe, matar o tio e vingar seu pai.

No aclamado suspense de ação épico, Taylor-Joy retoma colaboração com Eggers sete anos depois de ter causado uma impressão e tanto com A Bruxa. Aqui, ela se desvencilha das atuações anteriores para fornecer uma construção restrita como Olga, feiticeira eslava e escrava que arquiteta um plano com Amleth para ajudá-lo na vingança. Por sua performance, ela conquistou uma indicação ao Hollywood Critics Association de Melhor Atriz Coadjuvante.

4. MARGOT, O Menu (2022)

A comédia de terror O Menu chegou aos cinemas em 2022 e, em pouco tempo, tornou-se uma das produções mais comentadas do ano – por sua incrível narrativa, suas ácidas críticas e por um elenco de peso que conseguiu nos arrebatar desde os primeiros momentos.

Aqui, Taylor-Joy interpreta Margot, uma jovem que serve como acompanhante do pretensioso ególatra Tyler (Nicholas Hoult) a um restaurante de luxo exclusivo, localizado numa ilha distante. Lá, ela percebe que o chefe local, Slowik (Ralph Fiennes), tem um sórdido plano para matar a todos assim que o jantar chegar ao fim – e, reunindo as forças que lhe restam, ela contorna a situação e sai ilesa. Aqui, a atriz apresentou ainda mais um lado de suas performances, sabendo conduzir pelo drama, pela ironia e pela comédia com maestria inigualável.

3. EMMA WOODHOUSE, Emma (2020)

O pouco apreciado Emmagira em torno da personagem titular, uma verborrágica e rica jovem pertencente à família Woodhouse que não filtra o que lhe passa à mente e não pensa duas vezes antes de exprimir o que acha sobre determinado assunto – substancialmente quando esses assuntos envolvem seu pai, suas irmãs, sua amiga mais próxima e um charmoso e cínico galã que a tira do sério.

Emma é revestida pela presença instantânea de Anya Taylor-Joy, que volta a provar sua versatilidade com um papel bem distinto dos outros filmes que estrelou; na verdade, a atriz emerge no longa-metragem em uma rendição inesquecível, encarnando o cantado sotaque britânico da era regencial e afastando-se por completo dos estigmas de produções anteriores, como A Bruxa e ‘Fragmentado’.

2. BETH HARMON, O Gambito da Rainha (2020)

A aclamada minissérie da Netflix se tornou um dos grandes sucessos da plataforma e uma das melhores produções do século – conquistando o público e até mesmo levando os espectadores a desenvolver ou a redescobrir o gosto pelo xadrez. E é claro que nada disso seria possível sem a presença incandescente de Taylor-Joy como a protagonista Beth Harmon, uma órfã prodígio começa a se envolver com enxadrismo e transforma-se em uma das maiores jogadoras de todos os tempos – cuja vida é marcada por decepções e por vícios incontroláveis.

A performance da atriz lhe rendeu diversas estatuetas, incluindo um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Minissérie ou Filme Televisivo e um SAG Award de Melhor Atriz em Minissérie ou Filme Televisivo, além de conquistar sua primeira indicação ao Emmy de Melhor Atriz em Série Limitada, Antologia ou Filme Televisivo.

1. THOMASIN, A Bruxa (2015)

Nenhuma outra escolha poderia estar no topo da nossa lista além de A Bruxa.

No aclamado terror psicológico, Taylor-Joy interpreta Thomasin, filha mais velha de uma família devotamente católica que se muda para uma pradaria rodeada por uma floresta. Conforme eventos sinistros começam a cair sobre eles, Thomasin se torna a principal suspeita de ter convidado forças malignas para deturpar suas crenças e ter se aliado ao próprio Diabo.

Com apenas 19 anos, a atriz fez uma gloriosa estreia no circuito cinematográfico e conquistou diversos prêmios por sua impactante atuação, roubando os holofotes que inclusive dividiu com nomes como Ralph Ineson e Kate Dickie. E, como se não bastasse, caiu na graça dos críticos e do público e começou a deixar sua marca no escopo contemporâneo do entretenimento.

‘Super Mario Bros’ ultrapassa US$ 650 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A animação ‘Super Mario Bros‘ continua dominando as telonas, onde já arrecadou impressionantes US$ 678 milhões mundialmente. Em menos de duas semanas, o longa já se tornou a maior arrecadação do ano – tanto doméstica, quanto globalmente.

A produção permaneceu no topo das bilheterias norte-americanas, somando US$ 87 milhões ao seu montante – o que representa uma queda de apenas -41% em comparação ao final de semana anterior. Esse é o melhor resultado para uma animação, em sua segunda semana nas bilheterias, da história do cinema no país, superando ‘Frozen 2‘ (US$85.9M).

O longa já superou a bilheteria total de ‘Demon Slayer: Mugen Train‘ (US$453.2M), tornando-se a segunda maior arrecadação global de uma animação desde 2019. A produção só perde para ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ (US$942.5M).

E, segundo o Deadline, ‘Super Mario Bros‘ também deve superar esta marca, uma vez que as projeções indicam que o filme conseguirá ultrapassar US$ 1 bilhão mundialmente.

Internacionalmente, os maiores mercados incluem México (US$52M), Reino Unido (US$43.8M), Alemanha (US$29.7M), França (US$21.2M) e Austrália (US$19.8M).

Crítica | ‘Super Mario Bros. – O Filme’ é um espetáculo visual que encanta pela nostalgia

Confira nossa crítica em vídeo:

Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A dublagem original conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

Diretor de ‘Velozes e Furiosos 10’ compara filme a ‘Capitão América: Guerra Civil’

Velozes e Furiosos 10 é um dos filmes mais aguardados do ano e promete elevar a franquia a níveis extraordinários de ação – e de insanidade.

Agora, em entrevista à Empire, o diretor Louis Leterrier comentou sobre a aguardada sequência e comparou o longa-metragem a um dos filmes de maior sucesso da Marvel Studios‘Capitão América: Guerra Civil’.

Leterrier disse que, assim como os fãs do MCU tiveram que escolher um lado entre Steve Rogers e Tony Stark, os espectadores deverão escolher entra Dominic Toretto (Vin Diesel) e Dante (Jason Momoa).

“É realmente o começo do fim, o começo de uma guerra gigantesca entre duas facções de luz e trevas”, ele conta. “As pessoas irão mudar de lado. O público deverá tomar decisões – quem você irá seguir?”.

Como esperado, a sequência recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma de iterações anteriores.

No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.

No novo filme…

“Dom Toretto e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de maio.

Relembre o trailer:

O longa marca a estreia de Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

ÚLTIMO filme de Clint Eastwood pode ser estrelado por Toni Collette e Nicholas Hoult

Recentemente, foi revelado que o lendário ator e cineasta Clint Eastwood está se preparando para dirigir seu último filme. Com quarenta longas dirigidos e décadas de contribuição como ator para Hollywood, o astro de 93 anos estaria se preparando para a aposentadoria.

Agora, segundo uma nova reportagem do THR, o realizador escolheu oficialmente seu último projeto cinematográfico.

As informações indicam que o longa será chamado ‘Juror No. 2’, como já revelado anteriormente, e que trará Nicholas Hoult (‘Renfield’) e Toni Collette (‘Hereditário’) como protagonistas.

Hould dará vida a um jurado em um julgamento de assassinato que, enquanto ouve o caso, percebe que pode ter sido ele quem causou a morte da vítima. Ele, então, ficará dividido entre confessar seu crime ou culpar o acusado. Collette, por sua vez, será a promotora.

O longa será distribuído novamente pela Warner Bros., que cuida dos lançamentos do diretor desde 2008 com ‘Gran Torino‘.

Eastwood já levou para casa quatro estatuetas do Oscar – duas vezes de Melhor Diretor e duas de Melhor Filme por ‘Os Imperdoáveis‘, de 1992 e ‘Menina de Ouro‘, de 2004.

O mais recente trabalho do diretor é em ‘Cry Macho: O Caminho Para Redenção‘, longa em que dirige e estrela, e que chegou aos cinemas em 2021.

O ex-astro de rodeio e criador de cavalos fracassado Mike Milo aceita uma proposta de trabalho de um ex-chefe para trazer Rafa, o jovem filho desse homem, de volta do México para casa. A dupla improvável enfrenta uma jornada inesperadamente desafiadora, durante a qual o cavaleiro cansado do mundo pode encontrar seu próprio senso de redenção ensinando ao menino o que significa ser um bom homem.

O longa está disponível na HBO Max.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: 8ª temporada do spin-off ganha data de estreia!

Durante o último episódio da 15ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, foi revelado que o spin-off ‘All Stars’ já tem data para retornar.

As informações indicam que a 8ª temporada do projeto derivado será lançado no dia 12 de maio.

Confira o cartaz promocional:

Vale lembrar que o elenco ainda não foi definido, mas rumores indicam que 12 drag queens estão cogitadas para participar do novo ciclo.

São elas: Jessica Wild (2ª temporada), Monica Beverly Hills (5ª temporada), Darienne Lake (6ª temporada), Mrs. Kasha Davis (7ª temporada), Naysha Lopez (8ª temporada), Jaymes Mansfield (9ª temporada), Alexis Michelle (9ª temporada), Kahanna Montrese (11ª temporada), Heidi N Closet (12ª temporada), LaLa Ri (13ª temporada), Kandy Muse (13ª temporada) e Jimbo (Canada’s Drag Race – 1ª temporada).

As outras sete temporadas do spin-off, por sua vez, já estão disponíveis na Paramount+.

10 curiosidades de ‘O Homem de Aço’, o filme que marcou o início do ‘SnyderVerso’ na DC

Lançado em 2013, O Homem de Aço foi o filme responsável por dar início ao “SnyderVerso” da DC, que dividiu opiniões e agora sofrerá um reboot para seguir a visão de James Gunn e Peter Safran para os heróis. No entanto, mesmo com muitas polêmicas, o filme conseguiu conquistar uma base sólida de fãs, que o cultuam até hoje. No entanto, mais interessante que o próprio filme em si são as histórias de bastidores do longa. Por isso, selecionamos dez delas para você conhecer. Confira!

Sem preparo

A ideia original da Warner era ter o ator e diretor Ben Affleck no comando de O Homem de Aço. No entanto, Affleck recusou o emprego por não se considerar apto a dirigir um filme que precisasse tanto de grandes efeitos visuais. Posteriormente, ele comentou que nunca escolhe seus projetos baseado no orçamento ou na disposição do estúdio em investir em tecnologias visuais. Para ele, ainda inexperiente nesse segmento, a história era o mais importante. Assim, o estúdio foi atrás de Zack Snyder, que escalaria Ben Affleck para ser o Batman desse universo.

Provador

Zack Snyder revelou que, durante os testes para o papel de Clark Kent, a equipe de figurinistas conseguiu um dos trajes usados por Christopher Reeve no clássico imortal Superman, de 1978, para que Henry Cavill usasse.

A ideia era ver se ele se encaixava no padrão visual do herói, mesmo que o traje fosse substancialmente mais claro que o usado no filme. Henry conseguiu andar pelo set sem parecer ridículo, dando porte ao traje e vice-versa.

O resultado foi tão impressionante que eles se convenceram imediatamente de que ele era o ator certo para o papel, fazendo com que até mesmo o próprio Zack mudasse de ideia sobre seu ator ideal para dar vida ao novo Clark Kent das telonas.

 

Quase perdeu

Quando começou a procurar por seu “Superman perfeito”, Zack Snyder tinha um nome bem claro na cabeça: Joe Mangiello, que não passou no teste e depois foi chamado para viver o Exterminador. Além dele, nomes como Armie Hammer, Matt Bomer, Zac Efron e Matthew Goode estavam na lista do diretor. Porém, após vestir o traje, não teve como não escalar Henry Cavill, que já havia feito teste para o papel em Superman: O Retorno (2006). O mais curioso disso é que Henry quase perdeu o papel por não ter atendido às ligações do estúdio para contar que ele havia sido aprovado para viver o Superman. O motivo dele não ter atendido é que estava muito envolvido com o jogo World of Warcraft, que não tem como pausar.

O shape fala

Zack Snyder deixou claro que queria fazer cenas do Superman sem camisa, porque o uniforme era bem colado então precisava de momentos em que o público pudesse ver que eram músculos de verdade, não enchimento ou músculos de borracha. Henry Cavill comprou a ideia, mas fez algumas exigências, sendo a principal delas não apelar para anabolizantes ou retoques em seu corpo por meio de computação gráfica. Ele quis ficar forte de forma honesta, com pura regulamentação alimentar e exercícios físicos, para honrar a pureza do personagem e entregar uma aparência honesta para o público.

Peito peludo

Outro ponto que chamou atenção na época da divulgação do filme foi o peito peludo de Clark Kent. Numa época em que o padrão estético mundial tem aversão a pelos, Henry Cavill teve de argumentar com a produção para manter seus pelos corporais. Ele disse que queria quebrar esse paradigma de que corpos musculosos precisam ser lisos e depilados. Para concluir a argumentação, ele trouxe exemplares de A Morte do Superman, uma das sagas mais icônicas do herói nos quadrinhos, em que ele é retratado de forma humana, o que inclui o peito peludo.

Traje secundário

Falando no físico e no traje do herói, o uniforme do Superman no filme é justificado como sendo um tipo de pijama da sociedade de Krypton, sendo usado por todos eles abaixo de suas armaduras de defesa, ataque e proteção. No entanto, segundo o roteirista David S. Goyer, Clark adota esse “pijama” como seu traje para representar sua identidade de refugiado. Ele não se considera um guerreiro e claramente se colocaria em desvantagem defensiva contra seu próprio povo. É uma justificativa funcional para a piadinha do Super voar por aí de pijama e ainda legitima a roupa ser tão coladinha.

Reescalada

Se você acha que só o Ben Affleck que deixou de se envolver com esse filme e depois foi chamado para um papel maior, está profundamente enganado. Isso porque a primeira atriz escalada para interpretar a kryptoniana Faora foi uma tal de Gal Gadot. Só que, para a sorte dos fãs, Gal acabou engravidando e teve que abandonar o papel, obrigando Snyder a chamar a atriz alemã Antje Traue para vivê-la no filme. Anos mais tarde, Gal foi escalada novamente por Snyder, agora em um papel significantemente mais importante não só para esse universo, mas para a mitologia das histórias em quadrinhos em geral: a Mulher-Maravilha.

Resiliente

A atriz Amy Adams já virou meme em Hollywood por sofrer da “Maldição DiCaprio” de nunca ter ganho um Oscar, mesmo acumulando impressionantes seis indicações. No entanto, não é só com o Oscar que ela tenta exaustivamente conquistar. Ao longo de sua bela carreira, a atriz tentou o papel de Lois Lane três vezes. A primeira foi no projeto cancelado do diretor Brett Ratner, que tinha Brendan Fraser como favorito para viver o Superman. A segunda foi para Superman: O Retorno, em que ela também não foi escalada. Então, quando surgiu a oportunidade do terceiro teste, para O Homem de Aço, ela colocou na cabeça que era uma questão de honra conseguir o papel. E assim ela fez.


Forças Armadas

Valorizando as forças armadas norte-americanas, Zack Snyder chamou soldados do exército, marinha e aeronáutica de verdade para interpretarem os soldados que compõe as cenas militares, até mesmo os policiais de Smallville eram oficiais de verdade. Da mesma forma, os aviões, tanques e afins também eram equipamentos das forças armadas.

Mundo novo

A Krypton colapsada na sequência de abertura foi literalmente criada pela equipe do filme, com regras sociais, idioma, fauna e flora próprios e toda uma hierarquia social baseada em A República, de Platão. Para se ter uma ideia, a professora de antropologia e linguística da Universidade da Colúmbia Britânica, Christine Schreyer, para ajudar a criar do zero um idioma que refletisse a perdição da sociedade kryptoniana, que se colocou de forma egoísta acima do bem e do mal. Para isso, ela estabeleceu um idioma que colocasse o autor da fala sempre em destaque, de forma completamente arrogante. Também foi calculada uma geometria própria, em que toda a tecnologia do planeta era baseada em prata líquida flutuando sobre campos magnéticos. Foi um trabalho fantástico usado em pouco mais de 15 minutos de filme, o que mostra o compromisso da equipe em criar um mundo crível para dar uma base sólida ao Superman.

O Homem de Aço está disponível no HBO Max.

Dica do Fim de Semana | ‘Boy Erased: Uma Verdade Anulada’ é um potente e dilacerante drama LGBTQIA+

Ainda que tenhamos conquistado uma visibilidade considerável, porém longe de ser completa, a comunidade LGBTQIA+ continua sendo rodeada por diversos preconceitos e estereótipos acerca da orientação sexual e de seu lugar no mundo. Através de comentários pejorativos e defesas de teses bastantes refutáveis, é comum notar essa postura partindo de grupos fundamentalistas, defensores da “família tradicional” e dos “bons costumes e valores” quando, na verdade, se valem de preceitos bastante datados e basicamente religiosos para respaldarem sua visão de mundo estreita e conservadora. O problema é quando isso acaba por interferir na autoaceitação dos membros dessa minoria social, levando-os compulsoriamente a enxergarem a si mesmos como aberrações da natureza.

É justamente disso que o filme de Joel Edgerton procura analisar. Boy Erased é uma trágica e envolvente história de superação e dor baseada em fatos reais e que tem enfoque em um jovem garoto de dezenove anos, membro de uma comunidade evangélica em Arkansas, um dos estados mais tradicionalistas dos Estados Unidos. Ao se assumir gay para os pais, ele é inconscientemente forçado a buscar pela “salvação divina”, deixando que seus pais o coloquem em uma espécie de escola para conversão sexual, tentando repô-lo no caminho da luz e salvar a família da “destruição iminente”. Entretanto, diferente de tantas outras narrativas já tematizadas com essa premissa, essa parte de uma perspectiva bem mais humanizada, focada em seu protagonista e não nas pessoas à volta dele. E, também diferente do que estamos acostumados a assistir, é a crueza de seus fatos que torna a narrativa comovente e catártica.

Lucas Hedges faz seu retorno para as telonas depois de ganhar notoriedade em ‘Manchester À Beira-Mar’. Porém, ao contrário da personalidade evasiva e rebelde de Patrick, encarnar Jared Eamons mostrou-se como uma tarefa relativamente mais difícil. Controlando-se dentro de uma bolha, construída pela reputação de seus pais, pela necessidade de ser o filho perfeito, membro do time de basquete, cristão ferrenho, visando a uma carreira brilhante – tudo isso se esvaindo dos seus dedos após acontecimentos inesperados o lançarem em uma verdade para a qual não estava preparado.

O filme, entretanto, não segue uma cronologia linear, e sim vale-se de idas e vindas entre o presente e o passado para ajudar na construção do caráter dos personagens e fornecer mais dinamismo a seus arcos. Hedges percebe que não é “normal”, cuja palavra parte de uma concepção talhada pela comunidade em que vive, quando não se sente confortável em transar com sua namorada do colégio. Tais dúvidas tornam-se mais perturbadoras quando ele entra para a faculdade e é estuprado pelo colega de quarto, o qual o força a entregar-se e a assumir uma identidade a que não estava pronto para abraçar e que ia de encontro a todas as morais que seus pais lhe ensinaram. Ele eventualmente é confrontado pela mãe, Nancy (Nicole Kidman) e pelo pai, o pastor da congregação Marshall (Russell Crowe), e é a partir daí que ele percebe que nunca teve apoio de ninguém, mas sim pessoas que se preocupam mais com o que os outros pensam do que aquilo que realmente importa.

A história já ganha proporções viscerais logo no primeiro ato, em que Edgerton traz o enfoque em Jared chegando à escola reformatória e conhecendo outros garotos e garotas que “transgredem a ordem natural do mundo”. Logo nas primeiras cenas, cada um dos personagens diz a si mesmo que precisa da salvação, ainda que não necessariamente acreditem naquilo, e submetem-se a ridículas humilhações arquitetadas pelo terapeuta mental do programa de conversão, Victor Sykes (Edgerton novamente). “Homens devem ser masculinos e mulheres, femininas” é a frase que permeia as sequências nas quais os adolescentes devem reprimir quem realmente são em prol de não se tornarem a vergonha de suas famílias – e o diretor acerta em cheio ao trazer um variado elenco para compor a narrativa, contribuindo para nos conectar dos mais diversos modos às personas.

De qualquer forma, Hedges e Kidman são os nomes que mais merecem atenção, seja pelas cenas-solo ou nas que contracenam juntos. Ambos trazem uma química irretocável para as telonas como mãe e filho, como duas peças de um mesmo quebra-cabeça que precisa ser “consertado”. Entretanto, ainda que Nancy mostre-se triste com o anúncio da sexualidade do filho, ela percebe a infelicidade nos olhos de Jared a cada nova vez que o vê e, em determinada sequência, sente vergonha de si mesma por tê-lo submetido àquele programa. É aqui que a genialidade do roteiro reside, trazendo uma redenção por parte dos pais sem colocar-lhes como vítimas e sem tirar o protagonismo do garoto – Jared e Marshall inclusive trocam verdades de tirar o fôlego na penúltima cena da obra.

Edgerton faz um bom trabalho com a direção, buscando elementos já vistos em dramas de época para uma realidade não tão distante – afinal, a história se passa nos primeiros anos da década de 2000, em uma comunidade para no tempo e que nos arremessa para um período em que os tabus circundavam a comunidade LGBTQI+. Só que esses mesmos tabus são explicitamente colocados como parte da terapia, cultivando no público (pelo menos em uma grande parcela) um sentimento de ódio e de frustração sobre como a preocupação com a vida alheia ainda consegue destruir as pessoas. É partindo desse pensamento que a estética claustrofóbica e prisional prepondera, seja em cenas nas quais os personagens conversam por detrás de cercas, seja pela sutileza em que esse mesmo elemento aparece em outras sequências.

Até mesmo a paleta de cores segue essa perspectiva, colaborando junto à fotografia difusa e onírica dos primeiros atos, que entra em contradição com a atmosfera tensa entre os Eamons, perpassando pelos tons pastéis até culminar em uma alegórica sobriedade angustiante que dialoga diretamente com a aceitação final do herói, terminando seu coming-of-age de forma digna, ainda que respalde em convencionalismos. Aliás, as fórmulas obviamente existem para tapar alguns buracos, mas são ofuscadas pelo peso performático do elenco.

Boy Erased: Uma Verdade Anulada’ é um grito de desespero que arranca lágrimas até dos mais céticos e fornece uma nova camada para os dramas epopeicos da autoaceitação. Mesmo com resoluções previsíveis, é a inaceitável verdade que fala mais alto e choca, com razão, espectadores que ainda não conhecem o lado mais sombrio da história.

Marvel tem planos de SUBSTITUIR Jonathan Majors no MCU, revela jornalista

Segundo o conhecido jornalista e insider Jeff SneiderJonathan Majors deve ser substituído por outro ator no Universo Cinemático Marvel após acusações de agressão.

Participando do podcast The Hot Mic, Sneider revelou que a Marvel Studios possui um “plano de contingência” caso Majors, de fato, seja trocado por outro artista.

“Ainda que não tenha havido movimentações em relação a Jonathan Majors, ouvi dizer que esse é o tipo de ator que, por exemplo, se Majors for demitido como Kang, alguém como Damson Idris poderá substituí-lo”, ele disse.

Vale lembrar que Majors ganhou notoriedade por interpretar Kang, o Conquistador, no recente ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, além de sua participação na série Loki.

Vale lembrar que o ator foi preso pela polícia de Nova York após um incidente envolvendo sua namorada enquanto voltavam para casa de um bar em Brooklyn. Após uma discussão, o ator alegadamente teria agarrada a parceira e dado um tapa nela. Além disso, ele também foi acusado de estrangulá-la.

A vítima foi levada para o hospital para tratar feridas na cabeça e no pescoço. Fontes ao site em questão indicam que a mulher tinha lesões visíveis, incluindo uma laceração atrás da orelha, além de vermelhidões e marcas no rosto.

Majors, por sua vez, foi algemado e levado à delegacia, visto que a polícia acreditou ter evidências o suficiente para causa provável.

As informações também indicam que um juiz liberou o ator sem fiança no último sábado à noite, mas deve voltar ao tribunal do Manhattan Criminal Court em maio.

Em conversa com o TMZ, um dos representantes de Majors disse: “ele não fez nada de errado. Estamos ansiosos para limpar seu nome e esclarecer tudo”. 

‘Os Anéis de Poder’: 2ª temporada da série escala diretor de arte de ‘Batman’

O desenvolvimento da 2ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ está a todo vapor e, agora, um novo membro da equipe criativa foi escalado para os próximos episódios.

Oliver Benson, conhecido por seu trabalho na aclamada adaptação ‘Batman’, de Matt Reeves, foi contratado como o diretor de arte do segundo ciclo – como aponta sua página oficial do LinkedIn (via ComicBook.com).

Recentemente, Ciarán HindsRory KinnearTanya Moodie foram escalados para a nova iteração. Entretanto, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Vale lembrar que, nas últimas semanas, um rumor do TheOneRing.Net indicou que o controverso personagem Tom Bombadil dará as caras no vindouro ciclo.

Para aqueles que não o conhecem, Tom é um personagem integral dos romances de Tolkien, mas ficou de fora das adaptações de Peter Jackson para o cinema. A enigmática figura vive nas profundezas da Antiga Floresta que, apesar de não ter um território extenso, tinha poder admirável e extraordinário acerca de tudo que o rodeava. Além disso, Tom era um indivíduo paradoxo, em um momento derrotando as forças antigas com pouco esforço e, logo depois, encabeçando e cantando músicas sem sentido. Ele também vivia com sua esposa, Goldberry, longe de qualquer outro assentamento. Embora aparentemente benevolente, ele não assumiu uma postura aberta contra os Lordes das Trevas.

Lembrando que a nova temporada não tem data de estreia confirmada.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram recentemente contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Nosferatu’: Remake do diretor de ‘A Bruxa’ será “bastante ESPECIAL”, revela Nicholas Hoult

Em entrevista ao Inside Total FilmNicholas Hoult, que participará do ambicioso remake de Nosferatu, revelou que o longa é bastante especial e que se configura como um “projeto de paixão” do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’, ‘O Farol’).

“Rob [Eggers] queria fazer um remake de Nosferatu desde que tinha oito anos – e ele fez uma peça sobre ele quando estava no colégio. Então, tem sido um projeto passional há muito tempo”, ele conta.

Hoult continua: “honestamente, não estava pensando em voltar para o mundo dos vampiros de novo, mas seu estilo e seu tom são tão opostos a [‘Renfield’], e eu sou um fã tão assíduo de seu trabalho, que fiquei animado em fazer parte desse mundo. Acho que o filme será bem especial e estou animado para as pessoas verem”.

Bill Skarsgard (‘It- A Coisa’) dará vida ao vampiro titular, Nosferatu/Conde Orlok.

O elenco ainda conta com Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’) Lily-Rose Depp (‘The Idol’), Emma Corrin (‘The Crown’), Willem Dafoe (‘O Farol’), Simon McBurney (‘Invocação do Mal 2’) e Ralph Ineson (‘A Bruxa’).

“‘Nosferatu‘ de Robert Eggers é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”

Nosferatu‘ é uma adaptação do romance ‘Drácula‘, de Bram Stoker, com nomes de personagens alterados para não levar processo dos herdeiros do escritor. O diretor acabou sendo processado por violação de direitos autorais, e a justiça ordenou a destruição das cópias do filme. Porém, o filme foi restaurado e relançado recentemente (assista abaixo!).

A história acompanha Conde Orlok, um vampiro que se apaixona perdidamente por Ellen e traz o terror à cidade dela. ‘Nosferatu‘ é considerado um dos primeiros representantes do gênero de terror no cinema. Em 1979,  teve uma refilmagem dirigida por Werner Herzog.