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‘The Backrooms’: Novo TERROR da A24 ganha primeiro cartaz; Trailer será lançado AMANHÃ!

A A24 divulgou o primeiro cartaz oficial do terror sci-fi ‘The Backrooms‘, anunciando que o trailer completo será divulgado amanhã, 24 de fevereiro.

O filme chega aos cinemas nacionais em 3 de setembro, pela Imagem Filmes.

Confira:

A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.

O curta é o primeiro de uma série que já acumulou mais de 190 milhões de visualizações online até o momento.

O elenco conta com Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) Mark Duplass (‘The Morning Show’), Finn Bennett (‘True Detective’), Lukita Maxwell (‘Shrinking’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’).

Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.

A adaptação será coproduzida por James Wan, através da Atomic Monster.

Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).

Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘PÂNICO’, segundo o Rotten Tomatoes

Quem acessa o CinePOP sabe que o site nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.

Com o sétimo filme a caminho, decidimos mostrar o ranking da franquia no agregador de críticas Rotten Tomatoes.

Vamos lá?

6. Pânico 3

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 41%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 38%

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 38%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

5. Pânico 4

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 60%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 57%

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, mas é o meu preferido. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica atrás do terceiro, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

4. Pânico (2022)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 76%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 82%

Pânico‘, de 2022, é recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar a franquia.

Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.

As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS DESTRUIDORAS de toda a franquia.

 

3. Pânico (1996)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 80%

Obviamente eu não concordo com o primeiro filme estar em terceiro lugar na lista. Apesar das sequências serem maravilhosas, nenhuma conseguiu realmente ser melhor que o original. Mas, segundo os críticos, duas sequências foram melhores. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo.

 

 

2. Pânico 6

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 91%

Acho muito legal que os críticos prestigiaram o sexto filme da franquia, mesmo eu particularmente achando o mais fraco de todos.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett retornam para a cadeira de direção e continuam a provar que são uma das duplas mais interessantes do cenário contemporâneo do terror. Afinal, eles emprestaram suas habilidades para projetos como ‘V/H/S/’ e ‘Casamento Sangrento’ – trazendo um filme que se enverga mais para a ação do que para o terror.  Aqui, os realizadores sabem como conduzir a narrativa de formas subversivas, nos jogando em caminhos diversos e levando-nos a tentar imaginar quem é o culpado sem fornecer muitas pistas e garantindo que tanto os fãs de longa data quanto os novatos possam se divertir. Como se não bastasse, o classicismo dos jump-scares é deixado de lado para um mistério de suspense muito prático e que nos deixa vidrados na tela do começo ao fim.

Há um gigantesco quebra-cabeças a ser resolvido e, talvez mais do que nunca, a audiência é parte ativa do desenrolar da trama. A principal ideia é fomentar uma mitologia atemporal que é querida por todos: o mote do “legado” é ímpar para os diretores e estende-se a níveis estratosféricos, como quando os protagonistas descobrem um santuário que engloba cada um dos homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface. Não é surpresa, pois, que também tenhamos a presença ilustre de Courteney Cox como Gale Weathers (que, apesar de ter menos tempo de cena que os capítulos predecessores, ainda causa grande comoção por seu lendário status) e o retorno mais que merecido de Hayden Panettiere como Kirby Reed, que sobreviveu ao ataque de Jill Roberts (Emma Roberts) e Charlie Walker (Rory Culkin) e agora trabalha para o FBI como uma poderosa agente.

Pânico VI’ é um bom filme, mas não tomou riscos. Ninguém importante morreu. Mesmo assim, é um dos filmes mais sangrentos e ambiciosos da franquia, tendo Nova York como pano de fundo. Eu esperava mais, principalmente por que em nenhum momento o filme parece realmente aproveitar Nova York (salvo a cena do metrô), e a revelação dos assassinos é broxante. Na minha lista pessoal, esse fica em sexto lugar.

1. Pânico 2

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 82%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 58%

Eu particularmente não acho o melhor filme da franquia, mas que é uma baita sequência, é. Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

Sinceramente, escolher o melhor Pânico é uma tarefa difícil. É como escolher um filho preferido. Cada um tem o seu charme e potencial.

 

Bônus: Pânico – A Série de TV

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 61%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 59%

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última  temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.

SENSACIONAL! Perseguição, ação e comédia em clipe de 9 minutos de ‘Casamento Sangrento 2’, com Samara Weaving e Kathryn Newton

A 20th Century Studios divulgou um clipe de NOVE minutos de ‘Casamento Sangrento: A Viúva‘, que revela o tom da sequência e ainda mostra uma cena de perseguição sensacional.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de março.

Momentos após sobreviver a um ataque sangrento da família Le Domas, Grace (Samara Weaving) descobre que alcançou o próximo nível do jogo mortal — e, desta vez, com sua irmã distante, Faith (Kathryn Newton), ao seu lado. Grace tem apenas uma chance de sobreviver, manter sua irmã viva e reivindicar o Alto Assento do Conselho que controla o mundo. Quatro famílias rivais estão à sua caça pelo trono, e quem vencer governará tudo.

O elenco ainda conta com Sarah Michelle Gellar, Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, David Cronenberg, Elijah Wood, Kevin Durand, Olivia Cheng, Varun Saranga e Daniel Beirne.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, de ‘Pânico VI‘, retornam à direção.

O roteiro de ‘Casamento Sangrento 2‘ foi assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia.

Prêmio CinePOP 2026 | ‘O Agente Secreto’ e ‘Pecadores’ dominam a lista de VENCEDORES; Confira!

O Prêmio CinePOP está de volta para mais uma edição especial onde celebramos, junto aos nossos queridos leitores, os melhores e mais populares filmes do ano passado.

Para montarmos a nossa lista, analisamos as produções que foram oficialmente lançadas no ano passado nos cinemas nacionais, incluindo em plataformas de streaming e/ou salas de cinema, ou exibidos em festivais nacionais e internacionais.

Seguindo os passos dos outros anos, os indicados foram divididos em duas categorias diferentes: as de votação popular, em que os nossos leitores poderão votar em seus longas-metragens e atuações preferidos; e as categorias de votação do júri, em que a própria equipe do CinePOP analisa aspectos técnicos dos títulos escolhidos, como Roteiro, Direção, Montagem, Fotografia, Música e Figurino.

Para a nova edição do nosso prêmio, introduzimos algumas categorias para o público votar: Elenco FavoritoFilme de Drama FavoritoFilme de Fantasia FavoritoSequência, Remake ou Spin-off FavoritoFilme Nacional Favorito. Já nas categorias de júri, dividimos as categorias de Melhor Roteiro em Melhor Roteiro OriginalMelhor Roteiro Adaptado, além de criarmos a categoria de Melhor Performance de Estreia.

A votação chegou ao fim no último dia 22 de fevereiro e, agora, você confere os ganhadores:

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO POPULAR

FILME FAVORITO
O Agente Secreto (VENCEDOR)
Uma Batalha Após a Outra
Superman
Como Treinar o Seu Dragão
Frankenstein
A Hora do Mal
Hamnet
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
Pecadores
Missão: Impossível – O Acerto Final

ATRIZ FAVORITA
Cynthia Erivo, Wicked: Parte II
Rose Byrne, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Jessie Buckley, Hamnet
Chase Infiniti, Uma Batalha Após a Outra
Emma Stone, Bugonia (VENCEDORA)

ATOR FAVORITO
Daniel Craig, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
Wagner Moura, O Agente Secreto (VENCEDOR)
Michael B. Jordan, Pecadores
Miles Caton, Pecadores
Leonardo DiCaprio, Uma Batalha Após a Outra

ATOR COADJUVANTE FAVORITO
Delroy Lindo, Pecadores
Jacob Elordi, Frankenstein (VENCEDOR)
Josh O’Connor, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
Josh Brolin, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra

ATRIZ COADJUVANTE FAVORITA
Tânia Maria, O Agente Secreto
Amy Madigan, A Hora do Mal (VENCEDORA)
Wunmi Mosaku, Pecadores
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra
Glenn Close, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out

ELENCO FAVORITO
Superman
Pecadores (VENCEDOR)
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
O Agente Secreto
Uma Batalha Após a Outra

ANIMAÇÃO FAVORITA
Guerreiras do K-Pop
Zootopia 2 (VENCEDORA)
Os Caras Malvados 2
Elio
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito

FILME DE TERROR/SUSPENSE FAVORITO
Pecadores (VENCEDOR)
A Hora do Mal
A Meia-Irmã Feia
Faça Ela Voltar
Premonição 6: Laços de Sangue

FILME DE SUPER-HERÓIS FAVORITO
Capitão América: Admirável Mundo Novo
Thunderbolts*
Superman (VENCEDOR)
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
Henry Danger: O Filme

FILME DE AÇÃO/AVENTURA FAVORITO
Missão: Impossível – O Acerto Final (VENCEDOR)
A Fonte da Juventude
Superman
Como Treinar o seu Dragão
Jurassic World: Recomeço

FILME DE COMÉDIA FAVORITO
Anaconda
Amores à Parte
Corra que a Polícia Vem Aí! (VENCEDOR)
Quando o Céu se Engana
Um Dia Daqueles

FILME DE DRAMA FAVORITO 
Hamnet
Valor Sentimental
O Agente Secreto (VENCEDOR)
Frankenstein
Coração de Lutador: The Smashing Machine

FILME DE FANTASIA FAVORITO
A Lenda de Ochi
Frankenstein (VENCEDOR – EMPATE)
Avatar: Fogo e Cinzas
Superman (VENCEDOR – EMPATE)
Como Treinar o Seu Dragão

SEQUÊNCIA, REMAKE OU SPIN-OFF FAVORITO 
Zootopia 2 (VENCEDOR)
Como Treinar o Seu Dragão
Avatar: Fogo e Cinzas
Frankenstein
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out

FILME NACIONAL FAVORITO 
O Agente Secreto (VENCEDOR)
O Último Azul
Manas
O Filho de Mil Homens
Oeste Outra Vez

ARTISTA FAVORITO
Timothée Chalamet
Teyana Taylor
Ariana Grande
Wagner Moura (VENCEDOR)
Jacob Elordi
Tânia Maria
Michael B. Jordan
Miles Caton
Glenn Close
Jessie Buckley

PIOR FILME DO ANO
Branca de Neve (VENCEDOR)
Nas Terras Perdidas
Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes
The Electric State
Guerra dos Mundos

CATEGORIAS TÉCNICAS (VOTAÇÃO DO JÚRI)

MELHOR DIREÇÃO
Chloé Zhao, Hamnet
Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto
Daniel Rezende, O Filho de Mil Homens
Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra
Eva Victor, Sorry, Baby
Ryan Coogler, Pecadores (VENCEDOR)
Jafar Panahi, Foi Apenas um Acidente

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Eva Victor, Sorry, Baby
Eskil Vogt, Joachim Trier, Valor Sentimental
Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto (VENCEDOR)
Ryan Coogler, Pecadores
Jafar Panahi, Foi Apenas um Acidente

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra
Guillermo Del Toro, Frankenstein
Chloé Zhao, Maggie O’Farrell, Hamnet
Clint Bentley, Greg Kwedar, Sonhos de Trem
Daniel Rezende, Valter Hugo Mãe, Duda Casoni, O Filho de Mil Homens (VENCEDORES)

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Bugonia
Uma Batalha Após a Outra
O Filho de Mil Homens
Frankenstein
Pecadores (VENCEDOR)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“I Lied to You”, Pecadores (VENCEDORA)
“Golden”, Guerreiras do K-Pop
“The Girl in the Bubble”, Wicked: Parte II
“Last Time (I Seen the Sun)”, Pecadores
“Train Dreams”, Sonhos de Trem

MELHOR FIGURINO
Wicked: Parte II
Frankenstein (VENCEDOR)
Pecadores
O Filho de Mil Homens
Hamnet

MELHOR FOTOGRAFIA
O Filho de Mil Homens (VENCEDOR)
O Agente Secreto
Hamnet
Frankenstein
Pecadores

MELHOR MONTAGEM
Pecadores (VENCEDOR)
O Agente Secreto
Uma Batalha Após a Outra
Hamnet
Valor Sentimental

MELHOR CABELO & MAQUIAGEM
Frankenstein (VENCEDOR)
Bugonia
Pecadores
O Filho de Mil Homens
Wicked: Parte II

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
O Agente Secreto
Bugonia
Wicked: Parte II
Pecadores
O Filho de Mil Homens (VENCEDOR)

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Superman
Pecadores
Frankenstein
Avatar: Fogo e Cinzas (VENCEDOR)
Wicked: Parte II

MELHOR PERFORMANCE DE ESTREIA
Miles Caton, Pecadores (VENCEDOR)
Cary Christopher, A Hora do Mal
Shannon Mahina Gorman, Família de Aluguel
Jacobi Jupe, Hamnet
Nina Ye, A Garota Canhota

Prêmio SongPOP 2026 | Lady Gaga é a grande vencedora da premiação; Confira a lista!

Chegou a hora de celebrarmos o melhor da música do ano passado com o Prêmio SongPOP 2026.

Nosso site já apresenta críticas variadas de música, bem como notícias e atualizações sobre shows e festivais, desde meados de 2019 – e, por essa razão, não poderíamos deixar a indústria fonográfica de fora, ainda mais com tantos álbuns e canções que merecem nossa atenção.

Ao longo de várias categorias, o público e o júri puderam selecioar os melhores dos melhores – e, este ano, introduzimos algumas categorias: para a votação popular, temos as categorias de Momento Musical do AnoMúsica Pop do AnoÁlbum Pop do Ano. Já nas categorias voltados ao teatro musical, introduzimos a categoria de Melhor Elenco em Musical.

A votação foi encerrada no último dia 22 de fevereiro e, agora, você confere os vencedores:

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO PÚBLICO

ÁLBUM INTERNACIONAL DO ANO
The Life of a Showgirl, Taylor Swift
MAYHEM, Lady Gaga (VENCEDOR)
Debí Tirar Más Fotos, Bad Bunny
LUX, ROSALÍA
Eusexua, FKA Twigs
Man’s Best Friend, Sabrina Carpenter
The Art of Loving, Olivia Dean
Addison, Addison Rae
So Close to What, Tate McRae
Baby, Dijon

ÁLBUM NACIONAL DO ANO
Rock Doido, Gaby Amarantos
Big Buraco, Jadsa
Coisas Naturais, Marina Sena (VENCEDOR)
O Mundo Dá Voltas, BaianaSystem
Carranca, Urias
Um Mar Pra Cada Um, Luedji Luna
Dominguinho, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho
Caminhos Selvagens, Catto
Improviso, Djavan
Baile à la Baiana, Seu Jorge

MÚSICA DO ANO
“Manchild”, Sabrina Carpenter
“DTMF”, Bad Bunny
“I Lied To You”, Miles Caton
“Abracadabra”, Lady Gaga (VENCEDORA)
“The Subway”, Chappell Roan
“Berghain”, ROSALÍA feat. Björk & Yves Tumor
“Foguinho”, Gaby Amarantos
“Lua Cheia”, Marina Sena
“Man of the Year”, Lorde
“Um Brinde”, Djavan

GRAVAÇÃO DO ANO
“Walk of Fame”, Miley Cyrus feat. Brittany Howard
“The Fate of Ophelia”, Taylor Swift
“DTMF”, Bad Bunny
“Berghain”, ROSALÍA feat. Björk & Yves Tumor
“Lua Cheia”, Marina Sena
“Vanish Into You”, Lady Gaga (VENCEDORA)
“Chains of Love”, Charli XCX
“Um Brinde”, Djavan
“I Lied To You”, Miles Caton
“Golden”, Ejae, Audrey Nuna & Rei Ami

ARTISTA DO ANO
Lady Gaga (VENCEDORA)
Taylor Swift
Marina Sena
Bad Bunny
Los Thuthanacka
ROSALÍA
Gaby Amarantos
Djavan
Sabrina Carpenter
Olivia Dean

ARTISTA REVELAÇÃO DO ANO
Miles Caton
Olivia Dean (VENCEDORA)
Leon Thomas
Addison Rae
Lola Young

VIDEOCLIPE DO ANO
“Abracadabra”, Lady Gaga (VENCEDOR)
“DTMF”, Bad Bunny
“Berghain”, ROSALÍA feat. Björk & Yves Tumor
“Manchild”, Sabrina Carpenter
“Chains of Love”, Charli XCX

COLABORAÇÃO DO ANO
“Golden”, Ejae, Audrey Nuna & Rei Ami
“Berghain”, ROSALÍA feat. Björk & Yves Tumor
“Killah”, Lady Gaga feat. Gesaffelstein (VENCEDORES)
“Lost In Translation”, Carin León & Kacey Musgraves
“Last Time (I Seen the Sun)”, Alice Smith & Miles Caton

TURNÊ DO ANO
The Mayhem Ball, Lady Gaga (VENCEDORA)
Las Mujeres Ya No Lloran World Tour, Shakira
Radical Optimism Tour, Dua Lipa
Tension Tour, Kylie Minogue
Cowboy Carter Tour, Beyoncé

MOMENTO MUSICAL DO ANO
Show de Lady Gaga em Copacabana (VENCEDOR)
Lançamento de The Life of a Showgirl, de Taylor Swift
Saída de Lily Allen do hiato com West End Girl
Sucesso imbatível de “Golden”, de Guerreiras do K-Pop
Cena “jukebox” de Pecadores com “I Lied to You”

MÚSICA POP DO ANO 
“Abracadabra”, Lady Gaga (VENCEDORA)
“The Fate of Ophelia”, Taylor Swift
“Golden”, Ejae, Audrey Nuna & Rei Ami
“Sports Car”, Tate McRae
“Man I Need”, Olivia Dean

ÁLBUM POP DO ANO
MAYHEM, Lady Gaga (VENCEDOR)
The Life of a Showgirl, Taylor Swift
Man’s Best Friend, Sabrina Carpenter
The Art of Loving, Olivia Dean
Fancy That, PinkPantheress

MELHOR MUSICAL
Torto Arado – O Musical
Uma Babá Quase Perfeita
Jersey Boys
Dreamgirls – Em Busca de um Sonho (VENCEDOR)
Rapsódia – O Musical

MELHOR ATOR EM MUSICAL
Reynaldo Machado, Dreamgirls – Em Busca de um Sonho
Ivan Parente, Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum
Mau Alves, Rapsódia – O Musical
Eduardo Sterblitch, Uma Babá Quase Perfeita (VENCEDOR)
Henrique Moretzsohn, Jersey Boys

MELHOR ATRIZ EM MUSICAL
Larissa Luz, Torto Arado – O Musical
Zeze Polessa, Os Olhos de Nara Leão
Samantha Schmütz, Dreamgirls – Em Busca de um Sonho (VENCEDORA)
Lara Suleiman, Meninas Malvadas
Thais Piza, Uma Babá Quase Perfeita

MELHOR ELENCO EM MUSICAL
Uma Babá Quase Perfeita
Rapsódia – O Musical
Torto Arado
Jersey Boys
Dreamgirls – Em Busca de um Sonho (VENCEDOR)

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO JÚRI

PRODUTOR DO ANO
Janluska
Gesaffelstein
Cirkut (VENCEDOR)
Jack Antonoff
Gabriel Duarte

MELHOR ÁLBUM VOCAL
LUX, ROSALÍA
MAYHEM, Lady Gaga (VENCEDOR)
The Art of Loving, Olivia Dean
Coisas Naturais, Marina Sena
It’s Not That Deep, Demi Lovato

MELHOR PERFORMANCE VOCAL
“Vanish Into You”, Lady Gaga (VENCEDORA)
“Berghain”, ROSALÍA feat. Björk & Yves Tumor
“Manchild”, Sabrina Carpenter
“Where Is My Husband!”, RAYE
“Easy Lover”, Miley Cyrus

MELHOR CAPA DE ÁLBUM
Debí Tirar Más Fotos, Bad Bunny (VENCEDORA)
LUX, ROSALÍA
Baby, Dijon
MAYHEM, Lady Gaga
Coisas Naturais, Marina Sena

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Bugonia
Uma Batalha Após a Outra
O Filho de Mil Homens
Frankenstein
Pecadores (VENCEDOR)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“I Lied to You”, Pecadores (VENCEDORA)
“Golden”, Guerreiras do K-Pop
“The Girl in the Bubble”, Wicked: Parte II
“Last Time (I Seen the Sun)”, Pecadores
“Train Dreams”, Sonhos de Trem

MELHOR ESPECIAL MUSICAL
Wicked: One Wonderful Night
Superbowl 2025 Halftime Show
Harlequin Live: One Night Only
Brasiliana – O Musical Negro que Apresentou o Brasil ao Mundo (VENCEDOR)
Taylor Swift: The End of an Era

TÁ CHEGANDO! ‘Pânico 7’ ganha seu trailer FINAL

Faltando apenas dois dias para a estreia, ‘Pânico 7 ‘ ganhou seu trailer final.

Assista:

Ontem, o roteirista e diretor Kevin Williamson revelou com exclusividade ao CinePOP qual seria a VERDADEIRA história de ‘Pânico 5 e 6‘ e o destino de Dewey na sua versão.

Quando ‘Pânico 4‘ foi anunciado, era planejada uma nova trilogia que teria filmes focados na Jill e na Gale. Porém, quando o filme foi considerado um fracasso de bilheteria, a franquia ficou engavetada até ser assumida pela Radio Silence que fez o filme de 2022.

Conversando com Renato Marafon, Kevin revelou:

“Eu teria matado o Dewey também. Era o plano. Pânico 6 seria sobre a Gale tentando construir uma vida sem o Dewey, e ela sobre ela encontrar o amor. E de uma maneira estranha ela passa pela mesma coisa que a Sidney passou em Pânico 1. Será que o novo namorado dela é o assassino? Seria como uma inversão.”, contou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

A entrevista com Neve Campbell será divulgada nos próximos dias nesse link!

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

3ª temporada de ‘Wandinha’ ganha teaser anunciando o elenco principal; Confira!

Netflix acaba de divulgar o primeiro teaser oficial da 3ª temporada de Wandinha, elogiada série derivada da franquia A Família Addams.

O vídeo anuncia o início das gravações e confirma o elenco principal dos novos episódios: Jenna Ortega, Catherine Zeta-Jones, Luis Guzmán, Emma Myers, Winona Ryder, Chris Sarandon, Hunter Doohan, Eva Green, Billie Piper, Fred Armisen, Isaac Ordonez, Joy Sunday, Victor Dorobantu, Moosa Mostafa, Georgie Farmer, Oscar Morgan, Noah Taylor, Luyanda Unati Lewis-Nyawo, Kennedy Moyer, Evie Templeton, Joanna Lumley, Joonas Suotamo, Liv Spencer e mais.

Confira:

Catherine Zeta-Jones quer Danny DeVito como o Primo Coisa em ‘Wandinha’: “Seria demais”

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’: 1ª temporada COMPLETA já está disponível na HBO Max!

Game of Thrones continua a se expandir com o lançamento de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ (‘A Knight of the Seven Kingdoms’) na HBO Max.

Agora, os fãs do universo criador por George R.R. Martin podem conferir a 1ª temporada completa do spin-off, visto que o sexto e último episódio, intitulado “The Morrow”, já está disponível na HBO Max.

Na trama…

Os habitantes de Ashford lamentam uma perda significativa após o torneio; Dunk reflete sobre seu futuro e avalia suas responsabilidades para com Egg; ele decide se manterá o garoto como seu escudeiro.

Confira a prévia:

Baseado em ‘Contos de Dunk & Egg’, de George R.R Martin, a trama nos um século antes dos eventos da série original, onde dois heróis improváveis percorreram Westeros: um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto (Peter Claffey), e seu diminuto escudeiro, Egg (Dexter Sol Ansell). Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Dexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Kevin Williamson revela qual seria a VERDADEIRA história de ‘Pânico 5 e 6’ e o destino de Dewey [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o roteirista e diretor Kevin Williamson revelou qual seria a VERDADEIRA história de ‘Pânico 5 e 6‘ e o destino de Dewey na sua versão.

Quando ‘Pânico 4‘ foi anunciado, era planejada uma nova trilogia que teria filmes focados na Jill e na Gale. Porém, quando o filme foi considerado um fracasso de bilheteria, a franquia ficou engavetada até ser assumida pela Radio Silence que fez o filme de 2022.

Conversando com Renato Marafon, Kevin revelou:

“Eu teria matado o Dewey também. Era o plano. Pânico 6 seria sobre a Gale tentando construir uma vida sem o Dewey, e ela sobre ela encontrar o amor. E de uma maneira estranha ela passa pela mesma coisa que a Sidney passou em Pânico 1. Será que o novo namorado dela é o assassino? Seria como uma inversão.”, contou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

A entrevista com Neve Campbell será divulgada nos próximos dias nesse link!

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

AppleTV promove 2ª temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros’ com Show de Drones INCRÍVEL; Assista!

No coração de Hollywood, o Apple TV comemorou a tão esperada 2ª temporada de Monarch: Legado de Monstros’ (‘Monarch: Legacy of Monsters’), elogiada série do Monsterverse.

O streaming realizou uma exibição aérea recorde que encheu o céu com os maiores monstros do Monsterverse da Legendary.

Godzilla, Kong e o novo “Titan X” estavam prontos para o grande momento ao tomarem conta de Los Angeles na exibição aérea mais longa do Guinness World Record de um personagem de ficção formado por drones — e as estrelas da série Kurt Russell, Wyatt Russell, Anders Holm, Mari Yamamoto e Joe Tippett estavam presentes para assistir ao confronto dos Titãs.

Ao som de uma trilha sonora criada pelo compositor da série, Leopold Ross, o espetáculo tridimensional de drones, com 12 minutos de duração, contou com 3 mil drones que voaram a 500 pés de altura (152,4 metros, mais alto que a Estátua da Liberdade!) ocupando uma área de cerca de 93 mil metros quadrados, equivalente ao tamanho de três campos de futebol.

A apresentação foi realizada sobre o Hollywood Forever Cemetery, mas, devido às suas proporções monumentais, pôde ser vista a até quase cinco quilômetros de distância em qualquer direção.

Embora shows de drones geralmente sejam vistos como apenas um espetáculo no céu, essa produção de 12 minutos interage com a paisagem de Hollywood para posicionar Godzilla, Kong e o recém-introduzido Titan X no cenário urbano, dando a sensação de que
realmente tomaram conta da cidade. O espetáculo também integrou pirodrones no ar e no solo, atuando como efeitos visuais em momentos-chave, como quando Godzilla lança seu sopro atômico.

Assista:

Apple TV vem com TUDO em 2026! 9 produções com SUSPENSE, AÇÃO, COMÉDIA e TERROR que serão lançadas nesse ano….

Estrelada por Kurt RussellWyatt RussellAnna SawaiKiersey ClemonsRen WatabeMari Yamamoto, Joe Tippett Anders Holm, a nova temporada conta com dez episódios e tem estreia marcada para o dia 27 de fevereiro.

A segunda temporada continuará com o destino da Monarch, e do mundo, em jogo. A saga dramática revela segredos enterrados que reunirão nossos heróis (e vilões) na Ilha da Caveira de Kong e em uma nova e misteriosa vila onde um titã mítico surge do mar. Os efeitos do passado refletem no presente, confundindo os laços entre família, amigos e inimigos. Tudo isso com a ameaça de um evento titânico se aproximando.

Vale lembrar que Amber Midthunder (‘O Predador: A Caçada’) foi escalada para os novos episódios como Isabel, uma empresária inteligente e poderosa.

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

Se a humanidade recomeçasse: 10 séries para levar a outro planeta

Imagine que a tecnologia avançou mais ainda e nos possibilitando recomeçar do zero em outros planetas. Com a estrutura cultural e pop precisando ser construída, algumas séries seriam fundamentais para que nunca esquecêssemos nossa própria história. Pensando nessa possibilidade, separamos abaixo uma lista de obras seriadas que muitas pessoas levariam a outro planeta:

 

Os Simpsons (Disney Plus)

Com inacreditáveis 37 temporadas – e ainda contando – um dos mais aclamados seriados da história, Os Simpsons, nos leva a cada episódio para situações, algumas bem inusitadas, que enfrentam uma família norte-americana.

 

Twin Peaks (Mercado Play)

Com sua trama densa, focada nas inusitadas descobertas do agente do FBI Dale Cooper (Kyle MacLachlan) que viaja para a pequena cidade de Twin Peaks a fim de investigar o assassinato da jovem Laura Palmer (Sheryl Lee), o seriado criado pelo gênio David Lynch marcou gerações.

 

Lost (Disney Plus)

Um dos grandes fenômenos da televisão, Lost, ganhou nossa curiosidade com 121 episódios intrigantes que nos surpreendia frequentemente, com enormes revelações. Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que sobrevivem a queda do avião que estavam e vão parar em uma ilha misteriosa.

 

The Wire (HBO MAX)

Lançada há 21 anos e com um total de cinco temporadas, The Wire é uma das séries mais elogiadas de todos os tempos. Na trama, através de vários pontos de vista, acompanhamos um grupo de policiais da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, que buscam reunir provas contra criminosos.

 

Breaking Bad (Netflix)

Uma das séries mais conhecidas da história da televisão norte-americana, Breaking Bad, nos mostra a saga de um homem doente, professor de química de um colégio, que vira um poderoso produtor de metanfetamina, levando-o a uma jornada infernal – sem volta.

 

E.R (HBO MAX)

Um dos mais antigos seriados quando pensamos em dramas médicos, E.R ficou no ar por mais de uma década e sempre entregou temporadas marcantes, além de apresentar ao público nomes como George Clooney.

 

Os Sopranos (HBO MAX)

Um dos seriados de maior sucesso da história, nos mostra a trajetória de um poderoso mafioso que, entre seu cotidiano cheio de decisões nos negócios e os problemas na parte familiar, resolve procurar ajuda de uma psicóloga.

 

Arquivo X (Disney Plus)

Quem nunca imaginou sobre peculiares questões ligadas a vida extraterrestre ou qualquer outra situação que foge da normalidade do que vemos em nosso planeta? Em Arquivo X, que teve o total de 11 temporadas, conhecemos dois agentes do FBI que pensam totalmente diferentes um do outro: Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Eles são designados para um departamento que investiga casos inexplicáveis.

 

House (Netflix, Disney Plus, Hbo Max, Prime Video)

Um dos grandes seriados da história, House nos mostra os dramas e conflitos de um grupo de médicos que se deparam com casos complexos, liderados por um ranzinza e brilhante médico, o Doutor House.

 

Friends (HBO MAX)

Uma das séries de maior audiência de todos os tempos, Friends conta a história de seis amigos, que enfrentavam a vida e os amores em Nova York. Uma obra que continua viva na memória de muitos fãs até hoje.

 

Qual é a MELHOR cena de abertura da franquia ‘Pânico’? Ranqueamos TODAS as 6 Cenas de Abertura – Da Pior à Melhor

A franquia ‘Pânico’ se encontra atualmente em sua melhor fase desde a estreia lá atrás, em 1996, quando se tornou fenômeno pop e correu para tirar do papel uma continuação igualmente elogiada, com ‘Pânico 2’, logo no ano seguinte. Depois disso, a franquia (que na época não sabia que era uma franquia) sofreria um hiato de 3 anos, por motivo de Neve Campbell naquela época, ter ficado relutante a retornar.

Em 2022, já nas mãos da Paramount, ‘Pânico’ faria um retorno triunfal, conseguindo finalmente o tão sonhado reboot, que irá se tornar uma trilogia.

Como forma de ir aquecendo para o sétimo filme, que estreia nessa quinta-feira, e como homenagem para esta que é uma das franquias de terror mais adoradas dos fãs pelo mundo todo, resolvemos nesta nova matéria criar um ranking diferente. Aqui iremos eleger da pior para a melhor, as cenas de abertura (os prólogos) de todos os seis filmes que formam a franquia. Confira abaixo.

06) Pânico 3 (2000)

A verdade é que todas as cenas de abertura da franquia possuem seu charme e seu diferencial, ficando difícil ranqueá-las. Bem, difícil digamos a partir da quinta posição, pois tudo em relação a ‘Pânico 3’ é unanimemente considerado o ponto baixo da franquia – e sua cena de abertura não é exceção. Por outro lado, mesmo o terceiro filme sendo o mais fraco, muitos fãs enchem o peito para dizer que ‘Pânico’ não possui um filme verdadeiramente ruim. Você concorda? Pode até ser, mas o que chega mais perto disso sem dúvida é o terceiro.

A cena de abertura de ‘Pânico 3’ mostra a morte de Cotton Weary, um personagem trágico. Após ser preso injustamente e quase cair no corredor da morte, ele ganha seus 15 minutos de fama e se torna uma celebridade da TV – é onde o encontramos no início do terceiro filme. A cena choca pela morte de uma figura conhecida (como de costume na franquia), mas fora isso é corriqueira, com o assassino tentando descobrir o paradeiro de Sidney. A inovação aqui é que o assassino possui um “brinquedinho” que nunca mais voltaria a ser mencionado na franquia: um emulador de voz, que consegue imitar a voz de qualquer um, fortalecendo ainda mais o psicopata.

05) Pânico 2 (1997)

Como dito, daqui para a frente todas as aberturas podem ser consideradas muito boas, sendo difícil ranqueá-las. Temos certeza que a de cada um de nossos leitores será diferente, por isso coloque a sua ordem nos comentários. Escolhemos para quinta posição a de ‘Pânico 2’, que ainda assim é bastante icônica, marcou época e foi até satirizada em ‘Todo Mundo em Pânico’ (2000). A sacada é que o assassino ataca dentro de uma sala de cinema, um lugar considerado seguro, criando ainda mais metalinguagem com o filme de terror nas telas e os personagens dentro do cinema.

A cena em questão mostra um casal de jovens negros – fortalecendo e brincando com o estereótipo de que os personagens pretos são sempre os primeiros a morrer. Maureen é vivida por Jada Pinkett-Smith, e Phil é o papel de Omar Epps. Ele morre no banheiro, já que o cinema inteiro está repleto de pessoas fantasiadas como Ghostface. O assassino rouba suas roupas e se senta ao lado da namorada dele. Ele a mata sem que muitos saibam o que aconteceu. Sua morte é impactante e operística.

04) Pânico 6 (2023)

O mais recente exemplar da franquia ‘Pânico’ surpreendeu mais uma vez em sua abertura – dando o tom do que encontraríamos no filme. Como de costume, temos um rosto famoso como a primeira vítima de Ghostface – todos os filmes sempre começam com um assassinato na primeira cena. Desta vez, a vítima famosa é Samara Weaving, que estrelou os dois filmes slasher adolescentes ‘A Babá’, para a Netflix. Mas o motivo de Weaving aparecer aqui é na verdade o cult ‘Casamento Sangrento’, dirigido pelos mesmos cineastas de ‘Pânico’ (2022) e ‘Pânico VI’ (2023).

Samara Weaving pôde atuar com seu sotaque australiano original, interpretando uma professora universitária de um curso sobre terror. Ela marca um encontro às cegas, mas o sujeito parece nunca chegar ao restaurante combinado, perdido na cidade de Nova York. Ao pedir ajuda para a moça, ela vai até um beco esperando encontrá-lo, quando é assassinada por Ghostface, numa cena que lembra a morte de Sarah Michelle Gellar em ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ (1997). Mas a grande sacada deste último filme de ‘Pânico’ é o que vem depois da morte. Acontece que o psicopata mascarado remove sua máscara, revelando seu rosto para a vítima e para o espectador também. Essa é a primeira vez que uma cena assim acontece na franquia. O momento dá a entender que ficaremos sabendo logo nos primeiros minutos quem é o assassino. Mas alguns minutos depois, esse maníaco, nas formas de Tony Revolori, e seu parceiro, também são mortos – pelo verdadeiro vilão do sexto filme. Criativo.

03) Pânico 4 (2011)

Contra fatos não há argumentos. A arte é subjetiva, assim como os gostos do público. Para cada diferente espectador, a ordem de preferência dos filmes pode mudar. Porém, existe também o consenso. É consenso, por exemplo, que para a maioria dos fãs, ‘Pânico 3’ é o filme mais mal avaliado da franquia. Agora é fato que o mais malsucedido financeiramente é o quarto filme. Curiosamente, o quarto filme é também um dos mais queridos pelos fãs. A ideia de Wes Craven e Kevin Williamson era criar uma nova trilogia a partir dele, mas a má recepção junto às bilheterias colocou um ponto final a esta intenção.

Seja como for, ‘Pânico 4’ recebeu elogios na época. E um de seus grandes diferenciais criativos é justamente a cena de abertura: a segunda melhor da franquia. Na cena em questão, o filme brinca com a metalinguagem de uma forma nunca antes apresentada na franquia, elevando o conceito a novos níveis. ‘Pânico’ sempre foi considerado uma franquia de metalinguagem, já que seus personagens conhecem outros filmes de terror e seus clichês, e os citam constantemente. Fora isso, existe o filme dentro do filme, com a série ‘Stab’, a ‘Facada’, que retrata nas telas os ocorridos com os personagens. Em ‘Pânico 4’, duas amigas estão sozinhas em casa e começam a ser assediadas, somente para depois serem atacadas. Mas daí percebemos que era apenas um filme na TV, que outras duas estão assistindo. Essas duas também eram personagens em um filme, e somente a terceira dupla é que faz parte do filme que estamos assistindo. Uau.

02) Pânico (2022)

A palavra criatividade precisa sempre estar atrelada à cena de abertura de algum filme ‘Pânico’. É um desafio para os realizadores se superarem, e criarem introduções que deixam o expectador se perguntando o que está acontecendo. O artifício se tornou tão comum para a franquia, que nos deixa ansiosos para saber o que irão aprontar a seguir. A entrada dos novos diretores na franquia não deixou a “peteca” cair. Dentre os dois filmes dirigidos pela dupla Gillett e Bettinelli-Olpin (conhecidos como “Radio Silence”), escolhemos essa primeira incursão. Porém, as duas são muito boas e subvertem as expectativas.

E se em ‘Pânico VI’ temos revelado na primeira cena o “assassino”, no filme anterior os diretores igualmente trouxeram uma introdução de abrir a boca. Acontece que o quinto ‘Pânico’ foi o primeiro da franquia a mostrar a vítima inicial sobrevivendo. Todos os filmes anteriores, assim como o posterior, mostram um ataque fatal de Ghostface a uma vítima famosa – apenas mencionada pelos personagens depois. Mas em ‘Pânico 5’, a atacada não apenas sobrevive para contar a história, como também se torna uma das duas personagens principais do filme. É claro que falamos da cena de abertura com Jenna Ortega no papel de Tara. Mas quem assistia ao filme pela primeira vez não imaginaria. Tara é um dos chamarizes desta nova fase de filmes. Fora isso, a cena do ataque em si é muito bem orquestrada e repleta de tensão.

01) Pânico (1996)

Em questão de criatividade, a franquia ‘Pânico’ sem dúvidas domina. Os realizadores estão sempre inovando, seja com o “filme dentro do filme” do quarto, a revelação logo na primeira cena do assassino (que depois é morto por outro assassino) ou a primeira vítima ser a protagonista, os três últimos exemplares da franquia exalam criatividade como poucos slashers. Mas nada disso seria possível sem o primeiríssimo filme. E sem o impacto da cena de abertura, que logo de cara mostrava que não estávamos assistindo a um filme de terror qualquer. Para começar, Drew Barrymore, o nome mais famoso do elenco, é quem abre o filme, deixando o público pensar que se trata da protagonista.

No melhor estilo ‘Psicose’, logo percebemos que ela na realidade será a primeira vítima do filme – deixando claro que ninguém está a salvo e qualquer um pode morrer. Fora isso, já nesta cena existe muito humor, diálogos afiados e autorreferentes quando o assunto é filme de terror. Nunca um trote de telefone foi tão ameaçador quanto em ‘Pânico’ e parte da influência que o longa gerou em seus “imitadores” saiu dessa cena de abertura ousada. De uma tacada só a personagem de Barrymore e o sujeito do outro lado da linha comentam sobre ‘A Hora do Pesadelo’, ‘Sexta-Feira 13’ e ‘Halloween – A Noite do Terror’, a tríade do subgênero. Os dois são amantes de filmes de terror e confessam seu amor pelo gênero. Mas os comentários cinéfilos logo dão espaço para o medo, para ameaças e mortes. Simplesmente revolucionário.

Crítica | ‘56 Dias’ – Série do Prime Video é um banquete de tensão INSOSSO e fraco

É bem frustrante assistir a uma série que, ao longo de oito episódios – tempo suficiente para desfilar seus diferenciais – se embola nas suas próprias subtramas e, ainda por cima, apresenta um casal de protagonistas com pouca química em cena. Esse é o caso de 56 Dias, novo seriado do Prime Video, baseado em um romance homônimo da escritora irlandesa Catherine Ryan Howard.

Nessa história, tudo parece mirabolante. Parte de um conto de fadas inusitado, que logo se mostra um pesadelo para os envolvidos. Do amor ao crime, a obra busca arcos secundários que se conectem com o eixo central, mas acaba se perdendo em uma narrativa mal organizada, que somente flerta com o clímax, apostando muitas vezes em um toque picante que pouco acrescenta.

Cena de '56 Dias'
Cena de ’56 Dias

Há pouco tempo em uma nova cidade, o jovem Oliver (Avan Jogia) consegue um emprego na empresa de um amigo de seu pai e vive seus dias entre a casa e o trabalho. A aparente tranquilidade de seu cotidiano muda abruptamente quando conhece Ciara (Dove Cameron) em um mercadinho.

Cena de '56 Dias'
Cena de ’56 Dias

A partir desse encontro, uma paixão fulminante se estabelece mas, segredos dos dois, aos poucos, vão sendo revelados. Ao mesmo tempo que conhecemos os 56 dias dessa história de amor, corre em paralelo uma investigação no presente, onde um corpo foi encontrado em estado avançado de decomposição na banheira de um apartamento.

Cena de '56 Dias'
Cena de ’56 Dias

A trama confunde muito mais do que revela, convidando o público a acreditar que reviravoltas podem salvar qualquer história. De um calcanhar de aquiles – as sequentes soluções improváveis -, chegamos quase a uma perna inteira de problemas destacando-se o uso desordenado de flashbacks e ações no presente, algo que impacta negativamente a experiência de qualquer pessoa que tenta se conectar com essa história.

Cena de '56 Dias'
Cena de ’56 Dias

Os eixos narrativos complementares, principalmente a história da dupla de policiais Lee (Karla Souza) e Karl (Dorian Missick), são entediantes. Buscando questionar responsabilidades em discussões sobre ética e moral na força policial – algo que acaba se distanciando um pouco do discurso central – acompanhamos desenrolares que pouco adicionam à trama principal.

Cena de '56 Dias'
Cena de ’56 Dias

Ao tentar chegar ao clímax de todas as maneiras, a produção se atropela nos contextos que se abrem, como se camadas fossem abertas e não desenvolvidas. O lado psicológico dos personagens, por exemplo – algo que poderia abrir novos olhares para a trama – fica preso a uma relação esquisita entre um psiquiatra malandro e seu cliente, o que culmina em um desfecho com pontas soltas.

56 Dias chegou com seu ar sensual e seus mistérios até o top 10 do Prime Video. Mas, quando olhamos de perto, parece mais um banquete de tensão insosso, ao qual falta bastante tempero!

 

Berlinale 2026 – Resumo dias 7 e 8: John Turturro, Moscas e O Homem Mais Solitário da Cidade

Já conhecemos o vencedor do Urso de Ouro 2026: Yellow Letters, apresentado no primeiro dia da competição, um filme que desde a estreia já apontava para o tom político desta edição da Berlinale. Com o prêmio principal definido, seguimos agora com a análise dos filmes assistidos durante o sétimo e oitavo dias do festival — uma maratona intensa que reafirma a diversidade estética, temática e geográfica da seleção deste ano.

Entre os destaques da Competição Oficial está Moscas (Flies), do mexicano Fernando Eimbcke. Após ter passado pela mostra Panorama no ano anterior com Olmo, o diretor retorna agora em um salto significativo de carreira. O filme trabalha com uma metáfora emocional poderosa e confirma Mbeck como uma das vozes emergentes mais interessantes do cinema latino-americano contemporâneo.

Fernando Eimbcke e elenco de Moscas, filme mexicano

Ainda na competição, o alemão Home Stories, de Eva Trubisky, aposta em um drama psicológico de atmosfera contida, característica do cinema alemão recente. O elenco conta com Max Riemelt — conhecido por Sense8 — amplia o alcance do filme para além do circuito nacional, mas não apresenta um rigor emocional, nem narrativo.

Fora da competição, na sessão Special Gala, The Only Living Pickpocket in New York, dirigido por Noah Segan, traz John Turturro no elenco e aposta em uma Nova York observada com ironia e melancolia. Uma animação também marcou presença na competição com A New Dawn, do japonês Yotoshi Shimonomiya, uma coprodução com a França. O filme dialoga com a tradição da animação autoral japonesa, evocando inevitavelmente nomes como Hayao Miyazaki, e aposta em uma abordagem poética e existencial que cruza sensibilidades orientais e europeias.

No oitavo dia, um dos filmes mais marcantes da cobertura foi The Loneliest Man in Town, dirigido por Tizza Covi e Rainer Frimmel. Trata-se de uma autoficção delicada protagonizada por Alois Koch, que interpreta uma versão de si mesmo em um retrato profundamente humano sobre memória, perda e resistência em Viena. O filme dialoga com a tradição austríaca de observação da solidão urbana, na linhagem de Michael Haneke e Aki Kaurismäki, mas também carrega uma contemplação sensível que remete ao cinema de Wim Wenders.

Rainer Frimmel, Tizza Covi e Alois Koch, diretores e protagonista de O Homem Mais Solitário na Cidade

Ainda na competição, The Night of the Stars, de Muhammad Salim Harun, chama atenção não apenas por sua força temática, mas também por sua origem: o Chade, país raramente representado nas grandes competições internacionais. O diretor esteve na mostra competitiva de Cannes em 2021, como Lingüi: Os Laços Sagrados. A coprodução francesa evidencia o apoio do circuito europeu ao cinema africano contemporâneo.

Nas mostras paralelas, Forêt Ivre, da francesa Manon Coubier, apresentado na Perspectiva, sugere uma experiência sensorial e ecológica desde o título, enquanto Liebhaberinnen (Women as Lovers) marca o primeiro longa da diretora alemã Koxi, propondo uma tragicomédia soturna sobre relacionamentos modernos.

Entre tantos olhares e geografias, a Berlinale 2026 se consolida como um espaço onde, independentemente da nacionalidade, o que permanece é a força dos personagens e das histórias que atravessam fronteiras.

Assista ao vídeo com análise dos filmes citados:

‘Bridgerton’: 2ª parte da 4ª temporada chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 2ª parte da 4ª temporada do popular drama de época revisionista Bridgerton chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A nova leva de episódios, que continua a explorar o romance entre o boêmio Benedict Bridgerton (Luke Thompson) e a sensata empregada Sophie (Yerin Ha), tem estreia marcada para o dia 26 de fevereiro.

Relembre o trailer:

 

A série já foi renovada para a 5ª e a 6ª temporadas.

BAFTA 2026 | ‘Uma Batalha Após a Outra’ leva a estatueta de Melhor Filme

Uma Batalha Após a Outra, o novo longa estrelado por Leonardo DiCaprio, se tornou um dos filmes mais elogiados do ano – e foi um dos principais relembrados na lista de vencedores do BAFTA 2026.

O projeto foi condecorado com o maior prêmio do evento, o de Melhor Filme. Além disso Paul Thomas Anderson conquistou as estatuetas de Melhor Direção e Melhor Roteiro Adaptado.

Sean Penn levou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por seu aclamado trabalho como o Coronel Steven J. Lockjaw.

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“Um grito de guerra de ideais políticos intransigentes, Uma Batalha Após a Outra está entre as obras mais contundentes de Paul Thomas Anderson, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

Paul Thomas Anderson captura brilhantemente a crescente histeria política da América moderna em Uma Batalha Após a Outra. Chase Infiniti se consolida como uma estrela de cinema em ascensão ao lado de uma das melhores performances da carreira de Leonardo DiCaprio, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Apesar de todo seu humor, Anderson pode ser um cineasta frio e cerebral, e o calor emocional de DiCaprio no papel equilibra isso. Drama e comédia coexistem aqui com uma facilidade notável e virtuosa”, disse Caryn James da BBC.

“Algumas partes são tão absurdamente engraçadas que parecem uma fusão entre a vida real e a arte da forma mais relevante possível para 2025. Brilhantismo alucinante é pouco para descrever”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Pode-se dizer que voltei a acreditar em Anderson, mas eu colocaria da seguinte forma: depois de anos de teatralidade excessivamente forçada, ele voltou a ser um mestre”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“É uma visão assustadora e galvanizante, com Anderson deixando de lado sua nostalgia complicada por tempos antigos (e mais facilmente compreendidos) para confrontar, com um propósito desarmadoramente nobre, o aqui e agora”, disse Richard Lawson do The Hollywood Reporter.

“Com seu décimo filme, Uma Batalha Após a Outra, Anderson realiza seu projeto mais grandioso até agora, e é o tipo de filme que, enquanto você assiste, parece que um novo clássico está se revelando diante dos seus olhos”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Um filme incrível que mistura gêneros e, apesar de sua longa duração, passa voando em ritmo acelerado. Ele começa com tudo e não desacelera em nenhum momento. Todo o elenco brilha, mas Leonardo DiCaprio e Sean Penn são os grandes destaques”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

BAFTA 2026 | Jessie Buckley conquista o prêmio de Melhor Atriz por ‘Hamnet’

O drama aclamado Hamnet – A Vida Antes de Hamlet (Hamnet), estrelado por Paul Mescal (‘Gladiador II’) e Jessie Buckley (‘Pequenas Cartas Obscenas’), foi um dos principais relembrados dos vencedores do BAFTA 2026.

Buckley foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz por seu impecável trabalho no longa-metragem. Além disso, o longa venceu na categoria de Melhor Filme Britânico.

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao [Festival do Rio 2025]

Hamnet – A Vida Antes de Hamlet tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 26 de janeiro de 2026, mais de um mês após seu lançamento nos Estados Unidos.

O longa é uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao assina o roteiro junto a O’Farrell.

BAFTA 2026 | Robert Aramayo leva a estatueta de Melhor Ator por ‘I Swear’

A cerimônia de vencedores do BAFTA Film Awards 2026 está a todo vapor – e o longa I Swear foi um dos principais relembrados do evento.

Robert Aramayo foi condecorado com o prêmio de Melhor Ator por seu trabalho no filme. Além disso, ele conquistou a estatueta EE Estrela em Ascensão.

O drama biográfico é escrito, dirigido e produzido por Kirk Jones, e baseado na vida de John Davidson.

Diagnosticado com Síndrome de Tourette aos 15 anos e considerado louco pelos colegas, John Davidson lutava contra uma condição que poucos haviam presenciado. Fazendo campanha pela Síndrome de Tourette na idade adulta, ele recebeu seu MBE da Rainha em 2019.

Robert AramayoMaxine PeakeShirley HendersonPeter Mullan estrelam.

BAFTA 2026 | Paul Thomas Anderson leva o prêmio de Melhor Direção por ‘Uma Batalha Após a Outra’

Uma Batalha Após a Outra, o novo longa estrelado por Leonardo DiCaprio, se tornou um dos filmes mais elogiados do ano – e foi um dos principais relembrados na lista de vencedores do BAFTA 2026.

Paul Thomas Anderson conquistou o prêmio de Melhor Direção, além de ter levado a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado. Sean Penn levou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por seu aclamado trabalho como o Coronel Steven J. Lockjaw.

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“Um grito de guerra de ideais políticos intransigentes, Uma Batalha Após a Outra está entre as obras mais contundentes de Paul Thomas Anderson, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

Paul Thomas Anderson captura brilhantemente a crescente histeria política da América moderna em Uma Batalha Após a Outra. Chase Infiniti se consolida como uma estrela de cinema em ascensão ao lado de uma das melhores performances da carreira de Leonardo DiCaprio, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Apesar de todo seu humor, Anderson pode ser um cineasta frio e cerebral, e o calor emocional de DiCaprio no papel equilibra isso. Drama e comédia coexistem aqui com uma facilidade notável e virtuosa”, disse Caryn James da BBC.

“Algumas partes são tão absurdamente engraçadas que parecem uma fusão entre a vida real e a arte da forma mais relevante possível para 2025. Brilhantismo alucinante é pouco para descrever”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Pode-se dizer que voltei a acreditar em Anderson, mas eu colocaria da seguinte forma: depois de anos de teatralidade excessivamente forçada, ele voltou a ser um mestre”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“É uma visão assustadora e galvanizante, com Anderson deixando de lado sua nostalgia complicada por tempos antigos (e mais facilmente compreendidos) para confrontar, com um propósito desarmadoramente nobre, o aqui e agora”, disse Richard Lawson do The Hollywood Reporter.

“Com seu décimo filme, Uma Batalha Após a Outra, Anderson realiza seu projeto mais grandioso até agora, e é o tipo de filme que, enquanto você assiste, parece que um novo clássico está se revelando diante dos seus olhos”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Um filme incrível que mistura gêneros e, apesar de sua longa duração, passa voando em ritmo acelerado. Ele começa com tudo e não desacelera em nenhum momento. Todo o elenco brilha, mas Leonardo DiCaprio e Sean Penn são os grandes destaques”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

‘O Morro dos Ventos Uivantes’: Remake com Margot Robbie ultrapassa US$ 150 milhões mundialmente

Em menos de duas semanas, o remake do clássico ‘O Morro dos Ventos Uivantes‘ (Wuthering Heights) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.

A quantia representa quase o dobro do valor que a Warner Bros. desembolsou para adquirir os direitos da adaptação (US$80M).

Nos EUA, o longa foi desbancado pela animação ‘Um Cabra Bom de Bala‘, após sofrer uma queda de -56% em seu segundo final de semana. Ao total, a produção já soma US$ 60 milhões no país.

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 91.7 milhões através de 77 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 151.7 milhões.

Vale lembrar que a nova versão, estrelada por Jacob Elordi (‘Frankenstein’) e Margot Robbie (‘Barbie’), abriu com US$ 83 milhões em sua estreia global.

Com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore.

O Morro dos Ventos Uivantes‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.

Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.