Nos últimos anos, o primeiro ‘Avatar‘ (2009), deJames Cameron, tem sido um ponto de discussão acalorado em termos de relevância cultural. Após o seu lançamento, o filme se tornou o produto de maior bilheteria de todos os tempos (ajustado pela inflação), elogiado por seus efeitos visuais e construção de mundo.
‘Avatar‘ proporcionou avanços na tecnologia cinematográfica que se tornaram regras no cenário dos blockbusters. Um desses pontos focais é o uso da tecnologia 3D no filme, que ainda era uma novidade para o público contemporâneo na época. ‘Avatar‘ usou a tecnologia para trazer um nível totalmente novo de imersão aos espectadores enquanto eles experimentavam o mundo de Pandora.
Claro, James Cameron está longe de encerrar sua carreira com ‘Avatar‘, após várias sequências confirmadas. A primeira, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, arrecadou US$ 2,3 bilhões mundialmente e se tornou a 3ª maior bilheteria da história.
Se você perguntar a James Cameron sobre o impacto duradouro da franquia, é a maneira como ‘Avatar‘ usa o formato 3D que ele acredita ser a contribuição mais significativa do filme para como os blockbusters são lançados hoje.
“Eu diria que o 3D foi geralmente adotado por um período de tempo. ‘Avatar’ ganhou a melhor fotografia com uma câmera digital 3D. Nenhuma câmera digital havia ganhado o Oscar de melhor fotografia antes. Então, dois dos três anos seguintes, as mesmas câmeras foram usadas pelos diretores de fotografia que ganharam o Oscar. Então você conseguiu 3 dos 4 anos em que a Academia abraçou a cinematografia digital. E todos os 3 desses filmes foram em 3D”, diz Cameron, que acreditava no formato 3D.
Que continuou: “Parece que para a maioria das pessoas o 3D ‘acabou’. Mas realmente não acabou. Na realidade, ele acabou de ser aceito. É apenas agora uma parte de suas escolhas quando você vai ao cinema para ver um grande sucesso de bilheteria… Eu comparo isso com cores. Quando os filmes coloridos surgiram, era um grande coisa. As pessoas iam ver filmes porque eram em cores. Acho que na época de ‘Avatar’, as pessoas costumavam ir ver filmes porque eram em 3D… Acho que isso teve um impacto em como os filmes eram apresentado que agora é meio aceito e parte do zeitgeist e como é feito”.
Em EXCLUSIVA entrevista ao CinePOP, o produtor Jon Landau foi questionado pelo jornalista Renato Marafon se eles ainda estão trabalhando nessa tecnologia… e a resposta é não!
“Não estamos trabalhando nisso. As pessoas pensam nos óculos como algo negativo, mas, quando você vai à praia, os óculos fazem parte da experiência. Quando eu coloco esses óculos nos cinemas, isso transforma minha experiência. E eu terei uma experiência melhor por causa disso.”, afirmou Landau.
O filme foi detonado pelos críticos, conquistando apenas 16% de aprovação no Rotten Tomatoes, e falhou em chamar o público aos cinemas.
Com orçamento de US$ 75 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 163,9 milhões – o que gerou US$70 milhões de prejuízo para o estúdio.
Entretanto, isso não impediu que o longa-metragem se tornasse um sucesso nas plataformas de streaming e o filme alcançou o topo do ranking da HBO Max na América Latina e Brasil em seu lançamento.
Na trama, Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?
Nos últimos anos, a Disney tem variado bastante no desempenho de suas novas animações. Enquanto algumas já nasceram clássicos, como Frozen, há outras que tem gente que sequer sabe que existem, como Mundo Estranho. E assim foi a trajetória da Disney ao longo das décadas, alternando grandes sucessos com outras histórias que não cativavam tanto. Mesmo assim, há alguns desses filmes que não “bombaram” com o público que são verdadeiras joias da animação. Então, selecionamos cinco desses longas menos populares que merecem sua atenção neste fim de semana.
Ah sim, vale ressaltar que todas as animações citadas neste texto estão disponíveis no catálogo do Disney+. Confira lá!
Lançado na década de 1980, em que a Disney penava para emplacar um sucesso absoluto, As Peripécias de um Ratinho Detetive apelou para uma aventura de suspense inspirada no maior detetive da literatura britânica: Sherlock Holmes. O longa acompanha o excêntrico Basil, um rato detetive que divide com Sherlock a paixão pelos mistérios. Então, quando seu caminho se cruza com o de uma pequena garotinha, cujo pai foi sequestrado pelo Professor Ratagão (Vincent Price), ele parte em uma investigação bastante sombria para os padrões da Disney, envolvendo cabarés, lutas físicas e uma trama que planeja acabar com a vida da rainha caso Basil não tenha êxito em seu trabalho. Tudo isso ambientado na cinzenta e escura Londres de 1800 e vovô garoto.
Último filme da Disney lançado antes da revolução causada por A Pequena Sereia (1989), que ditaria os rumos das animações da década de 1990, Oliver e sua Turma não deve ser o filme favorito de ninguém, mas é uma aventura musical muito divertida que explora um cenário não tão comum para a Disney: as ruas de Nova York. Nesse cenário urbano, o filme acompanha o jovem gatinho órfão, Oliver, que é acolhido por uma matilha de cães de rua que rivalizam com uma gangue de dobermans da máfia. Em meio às confusões dos dois, uma menina rica acaba encontrando o Oliver e decide adotá-lo. Sem saber da sorte grande do felino, o cães tentam resgatá-lo, mas tudo vira uma grande confusão nessa história sobre amizade, malandragem e estilo de vida nova-iorquino do século passado. É uma produção tão anos 80 que conta com músicas de Billy Joel (que dá voz ao Esperto) e Huey Lewis.
Se a Disney viveu um sonho nos anos 90, o mesmo não pode ser dito da primeira década dos anos 2000. Enquanto DreamWorks, Pixar e Blue Sky revolucionavam o mercado com suas formas diferentes de contar histórias, a Disney tentou se adaptar, mas arrastando a estrutura narrativa que a levou ao topo na década passada, gerando algumas produções sem identidade e sem tanto apelo com o público. Mesmo assim, houve projetos que se salvaram e fizeram obras realmente boas, como essa aventura de fantasia sobre o reino perdido de Atlântida, que traz a estética steampunk para o mundo Disney junto a uma série de personagens carismáticos. A trama acompanha Milo (Michael J. Fox), um linguista que encontra cifras que indicam como chegar à lendária Atlântida. Assim, ele se une a um grupo de mercenários para embarcar em uma aventura pelas profundezas do oceano, onde ele encontrará e se apaixonará por esse reino perdido.
Esse filme não ser considerado um clássico incontestável Disney é um dos maiores mistérios da humanidade, porque ele traz o auge da estética do estúdio – com umas das mais belas animações 2D já feitas -, tem uma trama criativa e fascinante envolvendo os povos originários da América do Norte, traz personagens ridiculamente carismáticos e ostenta uma trilha sonora original mais uma vez comandada por um inspiradíssimo Phil Collins. A história acompanha Kenai, um jovem nativo-americano que ganha de sua anciã o totem do Urso do Amor. Ridicularizado por seus amigos e parentes, ele sai atrás do urso que roubou os peixes do grupo para provar que ele é homem. Só que essa caçada termina com mortes e consequências terríveis. No entanto, os espíritos ancestrais decidem dar a Kenai uma nova chance, transformando-o em urso. Então, para retornar a sua forma humana, ele precisa se reencontrar com os espíritos. Mas, para isso, ele vai acabar se envolvendo em uma jornada com o tagarela e adorável ursinho Koda. Repete comigo: Ko-da. É um filme que tinha tudo para nascer clássico, mas que inexplicavelmente não caiu nas graças do povo na época. O mais interessante é que tanto em inglês quanto em português, Kenai é vivido por grandes atores: Joaquin Phoenixe Selton Mello.
A Família do Futuro
Fechando a lista de hoje, mas não menos importante, temos A Família do Futuro. Esse filme é a definição perfeita de subestimado, porque seu visual exótico afastou muita gente, ainda mais em uma época na qual o 3D ainda buscava seu espaço nos cinemas do mundo, mas traz uma história poderosíssima de drama e aventura. A trama gira em torno do pequeno Louis, um órfão que sonha mais que tudo em ter uma família, só que suas trapalhadas causadas pelo amor à ciência fazem com que ninguém queira adotá-lo. Então, ele cria uma máquina capaz de recuperar memórias para tentar descobrir quem é sua mãe. O problema é que um terrível vilão do futuro vai usar essa máquina para o mal. Assim, o jovem Wilbur usa uma máquina do tempo para impedir que Louis deixe esse aparelho cair nas mãos erradas. Para isso, ele leva o menino para o futuro, onde ele vai descobrir como é ter uma família e que cometer erros faz parte de todo processo genial. Sério, se for assistir, já separe uns lencinhos.
Lembrando novamente que todos os filmes da lista estão no catálogo do Disney+.
De acordo com o Puck News, ‘Oppenheimer‘, o próximo filme de Christopher Nolan (‘Tenet’) terá aproximadamente 180 minutos de duração, ou seja, 3h de execução.
Isso faz de ‘Oppenheimer’ o filme mais longo da carreira de Nolan, perdendo apenas para ‘Interestellar‘ (2014), que teve 169 minutos, ou 2h49 min.
Com estreia marcada para 20 de julho, a produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.
Durante uma entrevista para a Total Film, Nolan disse que fez tudo o que pôde para tentar replicar a primeira explosão nuclear já criada.
E sem o uso de efeitos digitais.
Embora Nolan não tenha se esforçado para construir uma arma nuclear real, obviamente, o cineasta afirmou que ele e sua equipe conseguiram recriar em pequena escala o teste Trinity, o primeiro teste de armas nucleares.
“Acho que recriar o teste Trinity [a primeira detonação de uma arma nuclear, no Novo México] sem o uso de computação gráfica foi um grande desafio. Andrew Jackson, meu supervisor de efeitos visuais, estava tentando descobrir como poderíamos fazer muitos dos elementos visuais do filme de forma prática, desde a representação da dinâmica quântica e da física quântica até o próprio teste Trinity, para recriar, com exatidão, aquele teste feito no Novo México.”
Nolan acrescentou que o fato de o filme ser uma cinebiografia histórica, as gravações representaram grandes desafios logísticos.
“É uma história de com uma imensa escala e um dos projetos mais desafiadores nos quais já trabalhei em termos de encontrar a amplitude da história de Oppenheimer. Havia grandes desafios logísticos, grandes desafios práticos. Mas eu tinha uma equipe extraordinária , e eles realmente intensificaram todas as ideias que eu tive. Levará um tempo até terminarmos. Mas, certamente, enquanto vejo os resultados chegando e enquanto estou montando o filme, fico emocionado com o que conseguimos alcançar.”
Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
Após estrear com elogios da crítica no Festival de Sundance, o longa chegará aos cinemas em 08 de dezembro.
Escrito e dirigido por Elijah Bynum (‘One Dollar’), o longa acompanha o aspirante a fisiculturista Killian Maddox (Majors), que luta para encontrar uma conexão humana nesta exploração de celebridades e violência. Nada o impede de alcançar seu sonho feroz de estrelato, nem mesmo os médicos que o alertam sobre os danos permanentes que ele causa a si mesmo durante sua jornada.
Além de ‘Creed III’, Majors também atuou este ano em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’.
Relembre nossas entrevistas com o elenco do filme:
O longa é dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
Nos últimos anos, em meio a tantas tentativas frustradas de diversos estúdios de construir universos cinematográficos compartilhados, houve um que se estabeleceu de forma alternativa com um planejamento bastante eficaz, tanto que conseguiu produzir e lançar nos cinemas todas as produções prometidas até agora: o MonsterVerse. Iniciado em 2014, ele veio com a proposta de trazer as versões norte-americanas dos icônicos monstros gigantes da japonesa Toho, tendo como foco ninguém menos que o lendário Godzilla, que não tinha exatamente um bom retrospecto nos EUA. Só que os projetos separados foram dando certo até chegar ao ápice desse universo, quando o Rei dos Monstros foi colocado para lutar contra outro mito dos longas de criaturas gigantes, o King Kong.
Ajudando a reaquecer as bilheterias dos cinemas, já que estreou em período pandêmico, o embate desses colossos ajudou a consolidar e a subir o nível de estima do público em geral peloMonsterVerse. Por isso, mapeamos nos streamings onde cada filme desse universo está disponível, e vamos recomendar que você assista pela ordem cronológica da trama. Confira!
Com uma estética quase de videogame, a versão mais recente do King Kong deixou de lado a subtrama de Nova York para contar uma história ambientada exclusivamente na Ilha da Caveira, na década de 1970. Para ajudar a criar esse clima retrô, a fotografia é de um tom quase sépia. A trama acompanha uma equipe de militares e exploradores, que são enviados para a ilha na intenção de resgatar o irmão de um deles e extrair o “Soro Titã”, que poderia ser usado para combater doenças incuráveis. Só que eles acabam descobrindo que a Ilha é ainda mais hostil do que pensavam, restando a eles rezar para sobreviverem aos perigos mortais de bichos gigantes, plantas assassinas e o protetor local: o gorila Kong, que é apenas uma criança nesse filme. O elenco é o mais estrelado de toda a franquia, contando com Samuel L. Jackson, Brie Larson, John Goodman e Tom Hiddleston.
E se o Godzilla existisse nos dias de hoje? Foi a partir dessa pergunta simples que Gareth Edwards reformulou a franquia do monstro mais famoso dos cinemas para dar essa roupagem atual. Explorando o protagonista como um elemento de surpresa, o longa é conduzido por um jovem militar (Aaron Taylor-Johnson) que perdeu os pais em acidentes nucleares envolvendo o Godzilla e outros kaijus. Assim, ele viaja o mundo com sua equipe tentando sobreviver aos causos e acabar com toda essa destruição provocada pela briga das criaturas. No entanto, o filme deixa claro que o Godzilla é uma força da natureza, dando a ele papéis de herói e vilão simultaneamente. E esse é o grande mérito do longa, que trata o monstro praticamente como uma catástrofe natural, servindo ao propósito maior do equilíbrio ambiental. E é provavelmente uma das poucas produções que sabe explorar com maestria a escala do Godzilla. Edwards vai mostrando a criatura aos poucos, sempre criando tensão e expectativa por sua aparição, mas também dando noção do verdadeiro tamanho do monstro e do impacto que seu corpo irá inevitavelmente causar nas cidades por onde ele passar. Além de Taylor-Johnson, o filme ainda conta com Ken Watanabe, Bryan Cranston e Elizabeth Olsen no elenco.
Chega a ser irônico que o pior filme da franquia seja justamente aquele que traz a maior quantidade de monstros desse universo. Em Godzilla II: Rei dos Monstros, vemos que a organizaçãoMonarch vinha mapeando o paradeiro e estudando os monstros gigantes há décadas, tendo como principal alvo o próprio Godzilla. Só que isso despertou interesses obscuros de muitas pessoas, com algumas chegando a formar cultos para essas criaturas. Assim, em meio a divergências e casos de corrupção, a humanidade acaba por despertar e liberar pelo mundo monstros como o Rodan e o terrível dragão alienígena de três cabeças, Ghidorah. Agora, cabe ao Godzilla e à recém-nascida Rainha Mothra se unirem para impedir que o planeta Terra vire uma bomba atômica e vá pelos ares. Nem que pra isso eles precisem pulverizar algumas cidades pelo caminho. O pior é que a parte dos monstros e seus respectivos duelos é colossal. Toda cena com um kaiju é fantástica. O problema do filme é justamente a trama dos humanos, envolvendo a personagem de Millie Bobby Brown e seus pais, vividos por Vera Farmiga e Kyle Chandler.
Após as polêmicas acerca das ações de Godzilla, que começou a atacar cidades aleatoriamente, o monstro vira a preocupação número um para os governos do mundo. Paralelamente a isso, uma equipe da Monarch situada na Ilha da Caveira, onde passara as últimas décadas estudando o comportamento do Kong, recebe um aviso de que vão precisar movê-lo para que ele sirva como um tipo de guia para a Terra Oca, um lugar mitológico no Centro da Terra, onde supostamente poderiam encontrar uma forma de banir esses monstros todos. Só que o Godzilla sente a presença do titã no oceano e dá início a um duelo sem precedentes, que colocará os dois maiores monstros em lados opostos para lutarem por suas vidas. Dessa vez, o equilíbrio entre as tramas humanas e dos monstros é bem melhor trabalhado e consegue unir esses dois núcleos em um final eletrizante, criando diversão e entretenimento do mais alto nível.
A Paramount Pictures divulgou um trailer de ‘Assassin Club‘, filme de espionagem estrelado por Henry Golding (‘Snake Eyes’) e e Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).
Produzido em parceria com a Film Bridge International, o longa também vai contar com Noomi Rapace (‘Onde Está Segunda?’) e Sam Neill (‘Jurassic World: Domínio’).
Dirigida por Camille Delamarre (‘Noite Adentro’) e escrita por Thomas C. Dunn (‘The Body Tree’), a trama é ambientada no mundo dos espiões internacionais e dos assassinos de elite.
A estreia está marcada para 14 de abril nos cinemas norte-americanos.
Golding dará vida a Morgan Gaines, o melhor dos melhores entre os assassinos de aluguel, que é contratado para matar seis pessoas ao redor do mundo, mas descobre que todos os alvos também são assassinos contratados para matar uns aos outros sem saber.
Rapace será Falk, a única assassina com habilidades que se equiparam às de Gaines. Sob a orientação de seu mentor, Jonathan Caldwell (Neill), Morgan deve derrotar Falk e os outros assassinos para salvar a si mesmo e sua namorada (Melchior).
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia nos cinemas nacionais.
A plataforma de streaming Disney+ abandonou a produção de uma série baseada em um dos seus mais icônicos personagens.
O presidente da Disney, Bob Iger, decidiu cancelar o projeto focado no famoso Oswaldo, o Coelho Sortudo. O bichano – que segue os mesmos traços do Mickey Mouse -, foi um dos primeiros personagens criados pelo visionário Walt Disney.
A informação foi compartilhada pelo cineasta especialista em animação e um dos líderes da série, Matt Danner. Por meio de sua conta oficial do Twitter, o artista comentou sobre a decisão de Iger:
“Iger falou bem sério sobre isso. A equipe criativa de A Lenda dos Três Caballeros ia desenvolver uma série sobre o Oswald para o streaming. Roteiros já estavam escritos, designs feitos, o teste da animação estava em mãos e o episódio piloto estava em produção. Era lindo, mas então foi cancelada e jogada ao vento”.
Danner ainda tranquilizou os fãs, afirmando que isso não significa que Oswaldo não terá sua própria série no Disney+. De acordo com ele, a sua versão fora descartada, mas isso não impede que uma nova visão criativa para um outro projeto com ele seja desenvolvida.
“Não fiquem tristes por isso. O Oswaldo é muito amado dentro da Disney. Eu só queria compartilhar o quão sério é esse amor. Eu tenho certeza que haverá um projeto sobre o Oswaldo num futuro próximo”.
Walt Disney criou o personagem em 1927, mas seus direitos eram propriedade da Universal. Pouco mais de 80 anos depois, Bog Iger finalmente adquiriu os direitos do personagem novamente, depois que a NBC abordou a empresa sobre o contrato do locutor de longa data Al Michaels. A Disney essencialmente negociou o contrato de Michaels pela marca registrada do personagem.
A MGM+ divulgou o primeiro trailer da série documental ‘Amityville: An Origin Story‘, que irá explorar os horrores por trás da infame casa mal-assombrada.
Confira:
The Amityville secrets will be revealed on April 23 in Amityville: An Origin Story, the new #MGMplus docuseries. pic.twitter.com/dJylzg1ubu
A produção, que contará com 4 episódios, estreará no dia 23 de abril.
Dirigido por Jack Riccobono, o documentário vai mostrar os bastidores da história da casa mal-assombrada mais infame do mundo: os assassinatos em Amityville. O projeto trará uma visão elevada em todos os aspectos dos assassinatos sinistros de uma família que acabou se tornando o epicentro de uma controvérsia paranormal.
A produção trará depoimentos de testemunhas, membros da família e investigadores.
O filme original de 1979, ‘Terror em Amityville‘, baseado no livro homônimo de Jay Anson, gerou um universo expandido de filmes, livros e teorias sobrenaturais.
A produção, intitulada ‘Fireflies in The Sun‘, faturou impressionantes US$ 180 milhões nos cinemas chineses e se transformou em um fenômeno de público.
A franqueza da abordagem sociopolítica da trama original, dirigida porNick Cassavetes, foi o aspecto que mais chamou a atenção da produtora Wanda Pictures, responsável pelo remake.
Os problemas com o próprio sistema de saúde da China aparentemente criaram um terreno fértil para que tais comentários fossem explorados por meio do cinema.
‘Fireflies in the Sun’ é descrito como “a história de Lin Rilang, um pai e marido cujo filho é diagnosticado com um coração dilatado e que acaba reunindo todos os seus esforços para arrecadar o dinheiro necessário para a cirurgia do garotinho“.
Assista ao trailer:
Em ‘Um Ato de Coragem‘, John Q. Archibald é um homem comum, que trabalha em uma fábrica e vive feliz com sua esposa Denise e seu filho Michael. Até que Michael fica gravemente doente, necessitando com urgência de um transplante de coração para sobreviver. Sem ter condições de pagar pela operação e com o plano de saúde de sua família não cobrindo tais gastos, John Q. se vê então numa luta contra o tempo pela sobrevivência de seu filho. Em uma atitude desesperada, ele decide tomar como refém todo o setor de emergência de um hospital, passando a discutir uma solução para o caso com um negociador da polícia e com um impaciente chefe de polícia, que deseja encerrar o caso o mais rapidamente possível.
Embora tenha sido duramente criticado na época de sua estreia, o longa lançado em 2002 e escrito por James Kearns foi abraçado pelos cinéfilos e acabou se tornando um clássico cult.
O filme chinês não tem previsão de lançamento no Brasil.
No começo da semana, veio a público a demissão da produtora executiva da Marvel Studios, Victoria Alonso, que deixou a companhia após 17 anos de contribuição.
Deixando claro para Bob Iger, Kevin Feige e todos na Disney que ela não vai ficar quieta, a produtora indicado ao Oscar contratou os serviços da advogada Patty Glaser, que soltou um polêmico comunicado oficial afirmando que Victoria foi demitida por que produziu o filme ‘Argentina, 1985‘ para o Prime Video – quebrando seu contrato com a Disney.
“A ideia de que Victoria foi demitida por causa de um punhado de entrevistas à imprensa relacionadas a um projeto de paixão pessoal sobre direitos humanos e democracia que foi indicado ao Oscar e no qual ela recebeu a bênção da Disney para trabalhar é absolutamente ridícula. Victoria, uma latina gay que teve coragem de criticar a Disney, foi silenciada. Então ela foi demitida quando se recusou a fazer algo que acreditava ser repreensível. A Disney e a Marvel tomaram uma decisão muito ruim que terá sérias consequências. Há muito mais nessa história e Victoria a contará em breve – em um fórum ou outro.”, afirmou o comunicado.
A Disney respondeu o comunicado e desmentiu Victoria.
“É lamentável que Victoria esteja compartilhando uma narrativa que deixa de fora vários fatores importantes sobre sua saída, incluindo uma indiscutível quebra de contrato e uma violação direta da política da empresa”, disse um porta-voz da Disney ao Deadline esta noite. “Continuaremos desejando a ela o melhor para o futuro e agradecendo por suas inúmeras contribuições para o estúdio.”
Alonso ingressou na Marvel em 2006 como chefe de efeitos visuais e pós-produção,
e esteve envolvida no lançamento do ‘Homem de Ferro‘, como co-produtora. Ela foi promovida a Produtora Executiva em 2012, a partir de ‘Os Vingadores‘.
Um trailer bem editado é sempre a melhor maneira de atrair a atenção do público. Muitos filmes se tornam fracassos de bilheteria devido ao fraco material de divulgação, e até mesmo o erro de direção que o marketing comete ao tentar vender um filme diferente do resultado final.
Há alguns trailers, no entanto, que se destacam através de um elemento que tem se tornado cada vez mais comum: covers musicais. Parte da emoção do vídeo é transmitida através da própria música, que pode vir em sua versão original ou uma versão melancólica e sombria.
Os filmes abaixo podem não ter sido todos um grande sucesso nas bilheterias, ou até mesmo bons filmes. Mas eles têm uma coisa em comum: ótimos trailers!
“A cada suspiro que você der. A cada movimento que você fizer. A cada elo que você quebrar. A cada passo que você der. Eu estarei vigiando você.” Este teaser do filme ‘Bruxa de Blair‘ é o exemplo perfeito de como uma música romântica pode se transformar em uma coisa extremamente sombria através de um cover melancólico. Ficou perfeito com o tom do vídeo.
Apesar de não ser um bom filme, ‘A Forca‘ certamente teve um dos melhores marketings dos últimos tempos. Desde a “brincadeira” Charlie, Charlie, que se tornou febre no mundo inteiro, até este vídeo incrível com um cover sombrio do clássico Smells Like Teen Spirit, do Nirvana. O título da música faz referência direta à entidade do filme, e a letra também também traz uma conexão incrível com a trama.
13. Don’t Stop me Now, Hardcore: Missão Extrema
‘Hardcore: Missão Hardcore‘ é um filme gravado completamente em POV, usando a visão do protagonista. É uma jornada insana, violência e cheia de adrenalina. E a música para embalar toda essa loucura? Don’t Stop me Now, clássico do Queen. O editor escolheu trazer a versão original da música, com uma batida alegre e contagiante, e uma letra sugestiva – “Não me pare agora, porque eu estou me divertindo” –, enquanto o protagonista mata loucamente. Foi uma escolha inteligente, porque além de se destacar dos demais filmes do gênero, também dá o tom da produção.
Quem diria que uma música da Rihanna se encaixaria tão em um filme de suspense? Optando pela sua versão original, a música ajuda a aumentar a adrenalina das cenas, e a sua letra faz referência direta à protagonista.
Diga o que quiser sobre o filme em si, mas todos temos que admitir que este é um trailer muito bem editado. O instrumental da música está presente desde o começo do vídeo e vai crescendo progressivamente ao longo do trailer. A edição se mistura com a batida, e essa versão sexy de Crazy in Love, cantada pela própria Beyoncé, é sensacional.
Temos que admitir que este cover dramático de What a Wonderful World foi a ironia perfeita para esta trama, trazendo um tom único que o próprio filme não tem. A música ajuda o teaser a se destacar de todos os outros trailers envolvendo desastres naturais, e desperta muito mais atenção do que o trailer oficial, que, assim como o filme, é apenas mais do mesmo.
8. Paradise City, Resident Evil: O Capítulo Final
Não tem como errar com Guns N’ Roses, não é mesmo? Paradise City ficou perfeito no trailer de ‘Resident Evil: O Capítulo Final‘, último filme da franquia. A letra sobre voltar para casa também faz todo sentido, considerando que, neste filme, Alice e os outros sobreviventes têm que voltar para onde tudo começou.
Além deste trailer incrível, com um ótimo cover melancólico de Sweet Child O’ Mine, um dos maiores clássicos do Guns N’ Roses, este também é um remake incrível, e deveria ter muito mais reconhecimento.
Essa história “nunca contada” do Drácula nunca deveria ter visto a luz do dia, mas este trailer certamente soube fazer um impacto. Com os vocais potentes a sombrios da Lorde, o vídeo quase nos fez pensar que este seria um bom filme.
4. Castle, O caçador e a Rainha do Gelo
“Estou indo direto para o castelo. Eles querem me fazer sua rainha.” A música Castle da Halsey combinou de forma tão perfeita com o trailer e o filme que parece até que foi feito especialmente para ele ao invés de ser apenas uma das faixas do primeiro álbum da cantora.
As séries também merecem destaque na nossa lista, e não é de se surpreender que ‘Stranger Things‘ esteja por aqui. Considerada uma das produções mais nostálgicas dos últimos tempos, o trailer da segunda temporada acertou em cheio ao apostar no clássico Thriller, do Michael Jackson. Ironicamente, a música em si não é o grande destaque, mas sim a sua introdução.
Antes de qualquer coisa: meu coração ainda não superou o cancelamento de ‘Hannibal‘. O trailer da segunda temporada combinou perfeitamente com o tom da série, destacando-se das edições mais automáticas das produções para a TV. Como se já não estivesse bom o suficiente, somos surpreendidos com uma versão sombria de Stand by Me, fazendo referência direta à relação entre o Will e o Hannibal.
1. Survivor, Tomb Raider: A Origem
Tem uma música que combine mais com a Lara Croft do que uma intitulada “sobrevivente”? A grande aposta foi em um cover não só assombroso, como também com um instrumental poderoso que vai crescendo ao longo do vídeo. A letra combina perfeitamente com a proposta, e o cover consegue energizar a audiência de uma forma que edições tradicionais não conseguiram. É uma pena que Warner Bros deu mais destaque ao outro vídeo na divulgação do filme, quando este claramente era o melhor.
Os caminhos e conflitos para a glória. Chegou ao catálogo da HBO Max nesse mês de março uma das mais incríveis história de superação no esporte brasileiro, uma jornada que começa na origem humilde de um homem que colecionaria títulos no disputado universo do Jiu-Jitsu mas que no auge da carreira enfrentou muitas dificuldades por conta do vício em drogas e logo após um transtorno mental que colocou em dúvida o seguir em frente na carreira. O Faixa Preta – A Verdadeira História de Fernando Tererê em pouco mais de uma hora e meia de duração, de forma bem objetiva, sem muita profundidade, molda sua narrativa em torno de um famoso fato dessa trajetória que abre e fecha o longa-metragem.
Na trama, ambientada nos anos 90, baseada em fatos reais, conhecemos Fernando Augusto da Silva, o Tererê (Raphael Logam) nascido e criado na favela do Cantagalo no Rio de Janeiro. Desde a infância se interessa pelo universo da luta e já adolescente consegue a chance de treinar em uma academia de Jiu-Jitsu. Ele desenvolve sua técnica sempre sobre os olhos de inspiradores professores e começa a competir profissionalmente virando campeão mundial por mais de uma vez. Só que no auge da carreira, com o nome consolidado entre os melhores da história, Tererê começa a se envolver com drogas pesadas levando tudo que construiu praticamente às ruínas. Nessa época ele até vendeu sua faixa preta por 5 reais. No meio disso, ainda descobre estar com esquizofrenia, uma doença sem cura. No fundo do poço, Tererê consegue se reerguer aos poucos, com a ajuda da família e dos amigos.
Um homem e suas batalhas. A vida de Tererê nunca foi fácil. Nascido no final da década de 70, sempre muito próximo da violência, por conta do lugar aonde nasceu, encontrou no esporte uma maneira de fugir daquela realidade. O filme busca mostrar os primeiros passos no Jiu-Jitsu, a importância das boas referências, os paralelos com a paciência e a disciplina dessa arte marcial oriunda da índia que se aperfeiçoou no Japão e criou raízes no Brasil por meio da família Gracie.
Nas partes onde os conflitos se escancaram aos nossos olhos, tendo conseguido muito e depois perdido tudo (academias, respeito, dinheiro, investimentos), vemos pontos de vistas diferentes sobre o mesmo drama, tererê jogado ao caótico universo das drogas e todo o sofrimento de amigos e família em busca de encontrar ajuda para ele. Essa história que vai da glória, ao desastre chegando na redenção tem um momento marcante que envolve outro grande lutador brasileiro, Alan Finfou, o homem que comprou a faixa preta de Tererê (seu primeiro mestre) e num ato inesquecível num campeonato europeu se tornou personagem importante na história do seu mestre.
Mesmo corrido em alguns momentos, principalmente na sua introdução, a narrativa modela seu desenvolvimento nos fortes conflitos pessoais do protagonista e suas lutas constantes dentro e fora do tatame. Dirigido por Caco Souza e com roteiro de Rangel Neto, O Faixa Preta – A Verdadeira História de Fernando Tererê é uma das mais impactantes histórias do esporte brasileiro, uma vida que merecia ter sua história contada na telona.
Em entrevista ao ComicBook, o criador Todd McFarlane revelou novos detalhes sobre o frustrante processo de adaptação do seu quadrinho do ‘Spawn‘.
O projeto já está em desenvolvimento há anos pela Blumhouse, mas sempre teve problemas em sair do papel por causa de inúmeros impasses entre o estúdio e McFarlane, que alegadamente não queria abrir mão de sua visão para a adaptação.
“Tive alguns problemas com o meu plano original. Você precisa lidar com muitas coisas em Hollywood, então nada disso deveria ser uma surpresa. Quando você começa a escalar vários astros do cinema para o filme e trabalha com um grande estúdio – o que aumenta a escala do projeto –, eles não querem desenvolver um filme intimista de baixo orçamento com todos esses grandes nomes envolvidos. Eles querem um espetáculo grandioso. Eles não querem lançar a adaptação como um terror com orçamento de US$ 8 milhões.”
Ele completa, “E nós precisamos ser realistas sobre isso. Uma vez que um projeto recebe sinal verde, o estúdio não vai querer um diretor novato no comando. Eles não estão em busca de um diretor estreante. E, para ser sincero, se eu fosse um CEO, também não iria querer. Eles arriscam muito por causa do acordo que assinamos. Eles querem a garantia de um retorno financeiro, então eles querem um cineasta experiente. Eu sabia que essa era a realidade.”
Anteriormente, McFarlane revelou ter feito algumas mudanças no visual original do anti-herói para deixá-lo com um aspecto mais realista e voltado para o terror: “Ainda não temos um olhar fixo para o visual, porque isso vai depender do que está no roteiro final. Mas acho que precisa ser sério e sofisticado, certo? Não pode ser caricato. Não pode parecer um personagem de história em quadrinhos. Precisa parecer algo realista e assustador, quase como num filme de terror. Vou continuar lutando por isso e vamos ver onde vamos chegar.”
Lembrando que o novo filme vem sendo anunciado há anos por McFarlane e parece estar finalmente saindo do papel com a chegada dos roteiristas Scott Silver(‘Coringa’) e Malcolm Spellman(‘Falcão e O Soldado Invernal’).
Também foi anunciado o roteirista Matthew Mixom, que é novato na indústria.
Estrelada por Jamie Foxx (‘Dupla Jornada’), a adaptação ainda não tem previsão de estreia.
Através do seu Instagram, Adrienne King – que interpretou a final girl original na franquia ‘Sexta-Feira 13‘ – revelou ter se encontrado recentemente com o Bryan Fuller (‘Hannibal’), criador da vindoura série ‘Crystal Lake‘.
Em caráter recorrente, a atriz provavelmente retornará interpretando uma nova personagem, uma vez que o projeto servirá como uma pré-sequência do terror original.
“Feliz sexta-feira, campers! Eu e o Bryan Fuller, nosso brilhante conselheiro e produtor da vindoura série ‘Crystal Lake’, tivemos a chance de nos encontrarmos para conversarmos sobre o projeto. Foi muito divertido e mal posso esperar para compartilhar novos detalhes,” declarou a atriz.
O show é idealizado pelo conhecido produtor e roteirista Bryan Fuller, conhecido por séries como ‘Hannibal‘, ‘Deuses Americanos‘ e ‘Star Trek Discovery‘, que será o responsável pelo roteiro e também atuará como produtor.
“Fuller vendeu quatro temporadas para Crystal Lake. Apenas uma encomendada oficialmente até agora, mas o Peacock teria que pagar uma multa bastante pesada se eles não encomendassem uma segunda temporada”, afirmou a Variety,.
Os direitos da franquia estavam divididos e impossibilitados de serem adaptados, sobretudo quando mudou da Paramount Pictures para a New Line Cinema. Isso impediu a realização de qualquer projeto nos cinemas ou TV.
A dupla Sean S. Cunningham e Victor Miller, diretor e roteirista do filme original, respectivamente, estavam envolvidos nessa situação. Em maio, Miller saiu vitorioso na batalha judicial, onde recebeu controle sobre os personagens originais.
Vale destacar que ‘Crystal Lake‘ está sendo descrita como um drama, no estilo de Bates Motel.
“Descobri Sexta-Feira 13 através das páginas da Famous Monsters quando eu tinha dez anos de idade, e tenho pensado nessa história desde então. Quando se trata de horror, a A24 está acima de qualquer outro estúdio. Estou emocionado por explorar Crystal Lake nessa parceria”, disse o próprio Fuller.
O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.
A ABC renovou oficialmente o drama médico ‘Grey’s Anatomy‘ para a 20ª temporada.
A produtora executiva Meg Marinis assumirá como a showrunner do próximo ciclo, substituindo a Krista Vernoff – que já estava no cargo há mais de uma década.
Marinis também tem uma longa história nos bastidores da série. Ela começou como assistente de produção na terceira temporada, eventualmente se tornando roteirista e produtora executiva.
Além disso, ela já escreveu um total de 35 episódios de ‘Grey’s Anatomy‘.
Vale lembrar que o 19º ciclo marcou a saída da atrizes Ellen Pompeo (Meredith Grey) e Kelly McCreary (Maggie Pierce) do elenco fixo da produção.
‘Cidade Invisível’ chegou ao catálogo da Netflix em 2021 e, em pouco tempo, tornou-se um sucesso gigantesco tanto no Brasil quanto no mercado internacional. A produção, criada por Carlos Saldanha, bebe muito de obras como ‘Once Upon a Time’ e recria a mitologia folclórica nacional através de uma narrativa ambientada nos dias de hoje e que envolve mistério, fantasia, drama e reviravoltas inesperadas que redescobrem as clássicas lendas do nosso país em um viés bastante ousado. Apesar dos claros problemas de ritmo e de roteiro, o principal ponto de engate emerge com um elenco de ponta que nos encanta desde os primeiros momentos e que nos guia através de curtos episódios que nos deixam ansiando por mais.
Dois anos depois da estreia do show, a gigante do streaming nos presenteia com um vindouro e antecipadíssimo segundo ciclo que migra o escopo principal para a região Norte do Brasil – afastando-se do conglomerado urbano do Rio de Janeiro e honrando a cultura dos povos originários que deram vida a esses contos. Agora, Saldanha, aliado a Raphael Draccon e Carolina Munhóz, tem mais espaço para explorar o cosmos apresentado no ciclo predecessor, sem precisar se valer das fórmulas introdutórias e podendo investir esforços em personagens que aprendemos a amar. No entanto, ainda que as boas intenções estejam ali, erros familiares voltam a acontecer e mancham o que poderia ser uma produção nacional impecável.
Depois dos trágicos eventos da primeira temporada, em que Eric (Marco Pigossi) se sacrificou para destruir o Corpo Seco e impedir que ele coletasse mais vítimas, sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Inês (Alessandra Negrini), também conhecida como Cuca, se veem no meio da Floresta Amazônica para encontrá-lo. Depois de cruzarem caminho com forças desconhecidas, Luna pede ajuda para a mística entidade conhecida como Matinta Perera (Letícia Spiller) para que a ajude a resgatar o pai. Entretanto, Matinta pede algo em troca – que é cobrado pouco depois de Eric “voltar dos mortos” – e revela estar em conluio com uma rica família da cidade de Belém que supervisiona um garimpo ilegal de ouro e quer encontrar o místico santuário conhecido como Marangatu – liderada por uma poderosa mulher chamada Deborah (Zahy Guajajara).
As linhas narrativas são diversas e exploram personagens como Mula sem Cabeça, o Lobisomem, Maria Cananina e vários outros; todavia, é inegável perceber que o roteiro, por mais que lute contra a urgência de apressar a si mesmo, lança-se em conclusões apressadas que abrem diversos furos e que não deixam que o potencial seja explorado ao máximo. E, novamente, lidamos com cenas introdutórias extremamente afoitas e curtas que tentam emular produções similares e falham em mostrar sua necessidade. A verdade é que os breves cinco capítulos deveriam ter tempo maior de duração para deixar a temática falar por conta própria e garantir que cada um dos múltiplos arcos seja concluído com esmero e com respeito aos protagonistas e coadjuvantes.
De qualquer forma, o excelente trabalho do elenco consegue, em certa parte, ofuscar esses deslizes. Pigossi e Negrini voltam a roubar a cena com uma química exemplar, enquanto Spiller está irreconhecível como Matinta Perera, engolfada em uma caracterização de tirar o fôlego e usurpando os holofotes com frases proféticas e agourentas que arrepiam até os mais céticos. As adições de Guajajara, Tomás de França, Mestre Sebá, Simone Spodalore são muito bem-vindas, auxiliando a expandir esse universo instigante, enquanto Tatsu Carvalho posa como o principal antagonista com força odiosa. E, pouco antes do final, somos agraciados com uma breve sequência que nos deixa animados para a provável terceira temporada e as incursões que serão trazidas às telinhas.
‘Cidade Invisível’ voltará a fazer sucesso entre os fãs, isso é um fato. Mas não significa que poderia ser bem melhor do que o produto final – visto que, à medida que corrige deslizes do ciclo interior, mantém-se atrelado a uma estrutura que precisa mudar se quiser ter uma vida mais longeva.
Melanie Martinez divulgou hoje, 24 de março, o videoclipe oficial de “DEATH”, que funciona como lead single oficial de seu aguardado 3º álbum de estúdio, ‘Portals’.
Lembrando que o compilado de originais será lançado no dia 31 de março.
Confira:
Veja a tracklist:
1. Death 2. Void 3. Tunnel Vision 4. Faerie Soirée 5. Light Shower 6. Spider Web 7. Leeches 8. Battle of the Larynx 9. The Contortionist 10. Moon Cycle 11. Nymphology 12. Evil 13. Womb
Martinez se tornou mundialmente conhecida por seu icônico cabelo preto e branco (homenagem à vilã Cruella de Vil, de ‘101 Dálmatas’) e por um estilo musical nostálgico e assustador, com letras pesadas e que retratam suas próprias experiências de vida.
Ela fez sua estreia ainda em 2015 com o aclamado ‘Cry Baby’. Em 2019, lançou o álbum ‘K-12’, que veio acompanhado de um longa-metragem dirigido pela própria cantora e compositora e que faturou uma indicação ao Billboard Music Awards. Em 2020, lançou o ótimo EP‘After School’.
O Disney+ divulgou o teaser oficial de ‘TARÃ’, sua mais nova série original de fantasia.
A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming ainda este ano, sem data confirmada.
Confira:
Ambientada na Floresta Amazônica, a trama acompanha Gaia, uma jovem garota que é escolhida pela mãe Terra – também conhecida como Tarã – para salvar o planeta da ganância humana.
A produção traz Ywyzar Guajajara (Gaia), Xuxa Meneghel (Ylla), Gustavo Nolla (Grilo), Lana Guelero (Kirina), Igor Pedroso (Onirê), Bukassa Kabengele (Bruk), Angélica (Niara), Pedro Goifman (Kauê), Bruno Garcia (JM), Fafá de Belém (Mandrágora), Gleici Damasceno (Guerreira Mayu) e outros no elenco.
Marco Dutra e Juliana Rojas comandam a série, enquanto Guilherme Garbato e Djuena Tikuna ficam responsáveis pela trilha sonora.
Anna Lee é a criadora e também assina o roteiro ao lado de Morgana Kretzmann e Bárbara Velloso. A indígena Renata Tupinambá auxiliou na supervisão do projeto.
A Aldeia Puyanawa auxiliou na construção de uma aldeia cenográfica, cuja direção de arte fica a encargo de Fernando Zuccolotto.
Em TARÃ, o Planeta Terra está passando por sérios desafios ambientais e apenas Gaia pode salvá-lo da extinção. Para isso, ela terá que, no momento certo, levar um amuleto para um lugar sagrado na Amazônia, onde na antiguidade se formou um Portal.
Este lugar é atualmente guardado pelo povo das 9 Luas, uma comunidade tradicional da qual Gaia é descendente por parte de pai. Para atingir seu objetivo, ela deve se empoderar de sua história com ajuda de sua mãe Ylla, sua avó Kirina que lidera este povo e de outras guerreiras, para preparar-se e enfrentar o ambicioso fazendeiro JM, que visa lucrar às custas da natureza.
Por sua vez, Ylla, uma farmacêutica bem-sucedida do Rio de Janeiro, ao embarcar nesta viagem com sua filha, descobrirá vivências e revelações antigas que darão um novo sentido em sua vida.
De acordo com o Deadline, Robert Pattinson (‘Batman’) estrelará a comédia sombria ‘Average Height, Average Build‘, que será dirigida pelo vencedor do Oscar Adam McKay (‘Não Olhe Para Cima’).
O ator interpretará um serial killer que contrata uma lobista (Amy Adams) para mudar as leis que permitirão que ele escape impune de um assassinato com mais facilidade.
Downey Jr. dará vida a um policial aposentado que não desiste de resolver os casos de assassinatos, enquanto o próprio assassino tenta evitar de parar atrás das grades.
O site afirma que a produção terá a mesma vibe da comédia ‘A Mulher Faz o Homem‘, com o serial killer se tornando uma figura célebre e escondendo suas verdadeiras motivações.
Ainda sem estúdio por trás do projeto, a expectativa é que as filmagens comecem em meados de 2023.