Site Página 276

‘Grey’s Anatomy’: A Brasileira Bianca Comparato comemora o SUCESSO de sua participação na série

Bianca Comparato, atriz brasileira conhecida por seus papéis em ‘3%’ e ‘Avenida Brasil’, comemorou sua participação na renomada série ‘Grey’s Anatomy’. A atriz compartilhou em seu Instagram, neste sábado (30), sua experiência ao fazer parte de uma das séries mais aclamadas mundialmente.

“É uma honra fazer uma participação em uma série da qual sou fã há 20 anos. Lembro-me de assistir a Grey’s Anatomy ainda na adolescência. É uma das minhas séries favoritas. Estar na vigésima temporada é a realização de um sonho, que nem sabia que era possível”, começou a atriz.

“Ainda mais emocionante é poder interpretar uma brasileira, mostrando nossa cultura para o mundo, e estar ao lado de um grande talento brasileiro como o Beto Skubs, roteirista e produtor da série”, começou ela, referindo-se ao brasileiro.

“Tive o privilégio de ser dirigida por uma lenda da televisão americana, a Debbie Allen, uma artista que admiro muito e que não só dirige, mas também é produtora executiva da série. E atriz. (Ela até fez uma rápida aparição no episódio, vocês viram?)”, detalhou a atriz.

“Além dela, fui extremamente bem recebida por toda a equipe e elenco, principalmente pela veterana Caterina Scorsone, que foi muito generosa e gentil comigo, deixando-me completamente à vontade no set”, explicou a atriz.

“Mas o melhor de tudo é receber o carinho e amor de vocês. É por isso e para isso que sou atriz. Essa onda de amor na web é um grande presente. As palavras não são suficientes para expressar o que estou sentindo”, agradeceu Comparato.

Confira o trailer completo da 20ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

‘Game of Thrones’: George R.R. Martin admite que talvez nunca termine os livros

George R.R. Martin, autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, a famosa saga literária que inspirou Game of Thrones, falou recentemente sobre a escrita dos dois últimos livros da série, revelando que talvez eles nunca sejam concluídos.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Martin afirmou: “Infelizmente, estou 13 anos atrasado. Toda vez que eu digo isso, fico pensando: ‘Como posso estar 13 anos atrasado?’ Não sei, isso acontece um dia de cada vez”.

Ele continuou: “Mas isso ainda é uma prioridade para mim. Muitas pessoas já estão escrevendo meus obituários, dizendo: ‘Ah, ele nunca vai terminar.’ Talvez elas estejam certas. Não sei. Eu estou vivo agora! E parece que estou bem vital!”.

Martin também comentou sobre aposentadoria, brincando: “Eu nunca poderia me aposentar. Não sou um golfista.”

Ainda faltam dois livros para concluir a saga: o sexto livro, “The Winds of Winter” (Os Ventos do Inverno), e o sétimo e último, “A Dream of Spring” (Um Sonho de Primavera).

Enquanto isso, nas adaptações para a TV, o prequel ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, derivado da obra “As Aventuras de Dunk e Egg”, recentemente concluiu suas filmagens.

De acordo com o ComicBook, as gravações começaram em junho e a maior parte da produção ocorreu no norte de Belfast, na Irlanda. Ainda serão necessários alguns meses para refilmagens, ajustes e a pós-produção (efeitos visuais, edição).

A série está prevista para estrear em 2025, preenchendo a lacuna até a 3ª temporada de A Casa do Dragão, que deve voltar em 2026.

Confira o primeiro teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“Um século antes dos eventos de Game of Thrones, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.”

Segundo a VarietyEdward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) farão parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também fazem parte do elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

a knight of the seven kingdoms
a knight of the seven kingdoms

Milhares de atores foram “escaneados digitalmente sem consentimento”, revela sindicato Equity

O sindicato britânico dos atores, Equity, fez uma revelação chocante em uma carta aberta, denunciando que milhares de artistas do Reino Unido foram “escaneados digitalmente no set sem o seu consentimento informado”.

A entidade está exigindo avanços urgentes na regulação da inteligência artificial (IA) enquanto retoma as negociações com a Pact, a associação de produtores independentes.

Segundo o Deadline, atores de renome como Emma D’Arcy, Tamsin Greig, Alan Davies, Nicola Walker e Wilf Scolding já assinaram a carta, que foi publicada na semana passada.

“Também não temos transparência sobre como nossas atuações, aparências e dados pessoais estão sendo registrados, armazenados e processados no contexto da produção e além dela”, escreveu o Equity na carta endereçada à Pact, que já reuniu quase 1.500 assinaturas.

A carta foi divulgada um dia antes da reunião entre o sindicato Equity e a Pact, marcada para 25 de junho, para mais uma rodada de negociações sobre um novo conjunto de acordos coletivos. As conversas já se estendem por cerca de 12 meses, com os pontos sobre proteção contra o uso de IA sendo os mais problemáticos.

“Estamos escrevendo antes da reunião de negociação com representantes do Equity no dia 25 de junho para expressar nossa preocupação com a falta de progresso na obtenção de proteções contra IA para os artistas”, diz a carta aberta. “Acreditamos que isso é inaceitável e pedimos à Pact que priorize esta questão crucial que afeta diretamente nossa indústria e nossos meios de subsistência”.

A Pact, por sua vez, preferiu não comentar.

Inspirando-se parcialmente nos novos contratos da SAG-AFTRA nos EUA, a proposta do Equity com a Pact é adaptada às implicações da IA generativa para diferentes categorias de atores, incluindo dubladores e figurantes.

O sindicato afirmou ter apresentado “uma proposta construtiva”, que inclui “disposições importantes sobre o treinamento de IA, um ponto que o sindicato deixou claro ser inegociável nestas conversas”. E acrescentou: “Não aceitaremos nenhum acordo que não nos garanta proteções fundamentais quanto ao uso de nossos dados pessoais para treinar sistemas de IA e criar performances geradas por IA”.

Os acordos coletivos em negociação regem a grande maioria das produções televisivas e cinematográficas independentes no Reino Unido. Para complicar, os contratos separados da BBC e ITV com o Equity não incluíram salvaguardas contra IA, com os canais declarando que só discutirão o tema após o fim das negociações entre Equity e Pact. Mesmo assim, ambos afirmaram que “a discussão sobre as cláusulas de IA continua aberta.”

Essa movimentação ocorre enquanto o governo britânico avalia legislações que exigiriam que detentores de direitos autorais optem por não permitir o uso de suas obras no treinamento de modelos de IA generativa. Um relatório do BFI (Instituto Britânico de Cinema), divulgado no início do mês, revelou que roteiros de mais de 130 mil filmes e séries já foram usados para esse tipo de treinamento.

‘Ghosts’: Astro de ‘Young Sheldon’ fará participação especial na comédia da CBS

O ator Iain Armitage, estrela da aclamada série ‘Young Sheldon’, foi confirmado para fazer uma participação especial em um episódio futuro da comédia de sucesso ‘Ghosts‘.

Conforme revelado pela Variety, a descrição do personagem indica que Armitage aparecerá como uma “versão exagerada de si mesmo, participando de um jogo de pôquer de alto risco na mansão”.

O episódio está programado para começar a ser filmado hoje. Atualmente, a data de exibição está marcada para 16 de abril de 2026.

‘Young Sheldon’: Iain Armitage grava mensagem para fãs brasileiros; Confira!

A sérieGhosts, atualmente em sua quinta temporada, é estrelada por Rose McIver e Utkarsh Ambudkar, e conta com um elenco de apoio fixo que inclui Brandon Scott Jones, Richie Moriarty, Danielle Pinnock, Asher Grodman, Román Zaragoza, Sheila Carrasco, Rebecca Wisocky e Devan Chandler Long.

A série está disponível na plataforma de streaming Paramount+.

 

Filho de Rob Reiner aciona a Justiça para liberar fundo fiduciário e pagar defesa por morte dos pais

Nick Reiner, filho do renomado diretor Rob Reiner e da produtora Michele Reiner, entrou com uma petição em um tribunal de Los Angeles para obter acesso aos fundos de um truste (fundo fiduciário). O objetivo é custear sua defesa jurídica no processo em que é acusado de assassinar os próprios pais.

De acordo com informações da Variety, os advogados de Nick argumentam que ele tem direito a usufruir de um truste criado por seus pais logo após seu nascimento, em 1993. O documento aponta que ele é o único beneficiário de ativos que somam mais de US$ 1,5 milhão.

O caso chocou Hollywood em dezembro do ano passado, quando Rob e Michele Reiner foram encontrados mortos a facadas na residência do casal, em Brentwood. Desde o crime, Nick está preso sem direito a fiança em Los Angeles, respondendo a duas acusações de homicídio qualificado. Atualmente, ele conta com um defensor público e se declara inocente.

“Nick amava seus pais e está devastado com suas mortes. Mas os fatos sobre o que aconteceu ou não aconteceu com eles não estão em questão neste processo relacionado ao truste”, afirma a petição.

Julgamento de Nick Reiner pelo assassinato dos pais é adiado para o outono

O impasse na defesa começou após o advogado particular Alan Jackson deixar o caso em janeiro, já que os irmãos de Nick voltaram atrás na promessa de pagar os honorários. Nick deseja o retorno de Jackson, que aceitaria reassumir a causa caso os pagamentos fossem enviados diretamente ao seu escritório. No entanto, o administrador do fundo, Paul Kanin, recusou-se a liberar os valores devido a preocupações sobre a capacidade mental do acusado para tomar decisões sensatas.

Diante disso, uma nova administradora, Jodi Montgomery, foi nomeada para avaliar como gerir o dinheiro, equilibrando os gastos imediatos com a necessidade de preservar recursos para o resto da vida do beneficiário. Por contrato, Nick deveria ter recebido metade dos recursos ao completar 30 anos (o que não aconteceu) e o restante aos 35 anos.

A defesa alega que as consequências de reter o dinheiro são gravíssimas e que nenhum uso do fundo é mais importante do que garantir uma defesa legal e o sustento básico de Nick na prisão. Vale destacar que o pedido atual não envolve o patrimônio principal da família Reiner, cujos fundos muito maiores estão congelados até o fim do processo criminal.

“As consequências para Nick não poderiam ser mais graves. Não há justificativa para reter os recursos além de pequenas quantias destinadas à administração do truste. Nenhum uso desses fundos é mais importante do que custear sua defesa legal e seu sustento básico enquanto estiver encarcerado”, rebate a petição.

Pela legislação da Califórnia, conhecida como “Lei do Assassino”, Nick perderá o direito a qualquer herança caso seja condenado. Embora o estado mental do réu no momento do crime ainda seja alvo de especulações e de investigações adicionais por parte da administradora, seus advogados contestam qualquer bloqueio por incapacidade mental, argumentando que o próprio regulamento do truste exige uma decisão judicial ou um laudo assinado por dois médicos para validar tal condição.

Filho de Rob Reiner pode enfrentar PENA DE MORTE pela morte do pai

O promotor do condado, Nathan Hochman, ainda não formalizou se buscará a pena capital, uma opção permitida pela legislação da Califórnia em casos desta natureza. Fontes próximas à família indicam que os irmãos mais velhos de Nick, Jake, Romy e Tracy, são veementemente contra a aplicação da pena de morte.

Nick Reiner permanece detido sem fiança desde a primeira noite de Hanukkah do ano passado. Ele foi preso poucas horas após seu irmão, Remy, descobrir os corpos na propriedade da família. Antes do crime, Nick residia na casa de hóspedes e possuía um histórico público de dependência química e problemas de saúde mental, tendo vivido sob tutela judicial entre 2020 e 2021.

Em um depoimento recente, Jake Reiner expressou o luto da família: “Nada pode preparar alguém para perder ambos os pais ao mesmo tempo. Ainda é difícil acreditar; é um pesadelo real”.

Os 10 Melhores Filmes de Rob Reiner

Competições de ficção científica de ‘Tron’ poderiam agradar às casas de apostas?

O filme Tron foi lançado em 1982 e até hoje é considerado uma obra marcante da ficção científica. Na trama, Jeff Bridges interpreta Kevin Flynn, um desenvolvedor de jogos que é transportado para dentro do sistema central de um computador. Lá, precisa interagir e enfrentar programas em batalhas digitais para tentar escapar.

Entre os elementos mais icônicos do filme original estão competições que lembram esportes, mas em que as apostas iam muito além da diversão. Flynn participava de jogos quase gladiatórios, nos quais a consequência era ser “desintegrado” e eliminado do sistema. Nesse cenário, surgiram cenas memoráveis como as batalhas de Light Cycles e de Disc Wars, que se tornaram momentos de ação decisivos da história.

No esporte real, os atletas não estão lutando pela própria sobrevivência, mas isso não impede milhões de fãs de grudarem na tela, fazendo uma aposta e acompanhando ansiosamente o resultado. Normalmente, o processo é simples: alguém percebe que um site de apostas esportivas é legal, faz um depósito e escolhe um jogo importante para arriscar um palpite. Mas e se imaginarmos que as competições de alto risco do filme Tron, adaptadas para o mundo real, chamassem a atenção das casas de apostas e desencadeassem uma verdadeira onda de apostas?

‘Tron: Ares’: Garrett Hedlund explica ausência na sequência

Tron: Ares

Adaptando os Light Cycles

Em Tron, os Light Cycles eram veículos semelhantes a motos que corriam em uma grade digital. Cada moto deixava atrás de si uma barreira sólida e mortal, e o objetivo era fazer com que os adversários colidissem com ela. Para quem já jogou o clássico Snake, a lógica é parecida — e seria quase impossível reproduzir isso no mundo real.

Uma forma de adaptar os Light Cycles seria por meio de uma plataforma de realidade virtual, já que qualquer esporte que envolvesse veículos em alta velocidade realmente colidindo seria extremamente perigoso. Em vez das barreiras físicas deixadas no filme, elas poderiam ser recriadas em realidade aumentada, enquanto os veículos seriam substituídos por drones.

O piloto usaria um headset de VR para controlar o drone dentro do espaço de jogo, tentando evitar as barreiras virtuais deixadas pelos competidores. O sistema poderia funcionar por pontos: cada piloto começaria com uma pontuação inicial, e perderia pontos sempre que atravessasse a barreira de um oponente. No fim, quem permanecesse ativo seria o vencedor.

‘Tron: Ares’: Cineasta explica ausência de personagens originais; “Às vezes os atores não querem mais participar”

Adaptando o Disc Wars

Em Tron: Legacy, lançado em 2010, os jogadores usavam discos luminosos semelhantes a frisbees, uma versão do jogo do filme original. Nele, os competidores, em plataformas circulares, arremessavam seus discos de identidade para quebrar os anéis da plataforma do oponente, fazendo-o cair. Atingir o adversário diretamente com o disco também resultava em eliminação.

No Disc Wars, os participantes usavam os frisbees para tentar eliminar o adversário, acertando um sensor no traje do oponente com um golpe direto. Uma adaptação para o mundo real poderia acontecer em um ambiente parecido com laser tag, no escuro, com obstáculos no campo de jogo e os jogadores tentando atingir uns aos outros com os frisbees, usando agilidade e precisão no arremesso.

Cada competidor teria apenas um número limitado de frisbees, já que, ao contrário do que acontecia no filme, eles não iriam ricochetear dinamicamente nas paredes e tetos para serem pegos de volta.

Poderiam ser alvo de apostas?

Não há razão para que mercados de apostas não possam ser criados em versões reais dos jogos de Tron. Para que funcionassem como esportes viáveis, seria necessário ter resultados mensuráveis, desfechos claros e, claro, aquele elemento indispensável do esporte: a imprevisibilidade.

Mercados básicos poderiam ser implementados, como apostar no vencedor da partida, tanto em Light Cycles quanto em Disc Wars. Também poderiam surgir opções variadas, como quem consegue a primeira “eliminação” nos Light Cycles (um mercado muito popular em apostas de eSports como Counter-Strike: GO), ou qual parte do corpo (cabeça, tronco, braço, perna, costas) é atingida para garantir o ponto vencedor no Disc Wars.

Sempre que há pontuação em disputa, é possível criar mercados de handicap — por exemplo, um jogador de Light Cycle cobrindo uma linha de -2 pontos contra o adversário. Até mesmo palpites de placar correto poderiam ser explorados. Se as partidas fossem disputadas em melhor de três ou cinco sets, como no tênis, isso abriria ainda mais possibilidades de apostas.

No fim, a quantidade de mercados de apostas em esportes inspirados em Tron dependeria da popularidade. O futebol, por exemplo, recebe muito mais cobertura e variedade de mercados do que esportes como xadrez ou esqui, justamente por contar com uma base de fãs gigantesca em todo o mundo.

O legado de Tron

Um dos motivos pelos quais Tron causou tanta impressão quando foi lançado foi o uso intenso de computação gráfica. Na época, era algo realmente inédito, já que o diretor Steven Lisberger levou sua visão para as telas de cinema de uma forma nunca antes vista. Depois do lançamento de Tron: Legacy, em 2010, a tão aguardada terceira produção da série, Tron: Ares, tem estreia prevista para outubro de 2025.

Novo vilão da franquia ‘007’ será escolhido antes do próximo James Bond

Muito antes do próximo ator que vai interpretar James Bond na franquia ‘007‘ ser definido, a EON vai definir quem será o próximo vilão da franquia.

Barbara Broccoli revelou que a definição do vilão é sempre a maior prioridade do começo do desenvolvimento de qualquer filme do agente, e não será diferente daqui para frente.

“Sempre nos sentamos com nossos escritores, e começamos pensando em: ‘Do que o mundo tem medo?’ Começamos pensando: ‘Quem será o vilão do Bond?’ Tentamos nos concentrar nisso”, falou Broccoli ao The Hollywood Reporter.

Broccoli, que comanda a franquia desde ‘GoldenEye‘, está à procura de um ator jovem para James Bond, que possa passar os próximos dez ou doze anos no papel.

Após o anúncio que ‘007 – Sem Tempo Para Morrer’ (2021) seria o último filme de Craig na franquia, diversos nomes foram cogitados pelo o público para viver o novo James Bond. Além de ElbaRegé-Jean Page (Bridgerton) e Henry Cavill (Homem de Aço) estão entre os favoritos.

Caminhando com Dinossauros

(Walking with Dinosaurs 3D)

 

Elenco:
Vozes de Charlie Rowe e Angourie Rice.

Direção: Pierre de Lespinois e Neil Nightingale

Gênero: Animação

Duração: 89 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 80 milhões

Estreia: 17 de Janeiro de 2014

Sinopse:

Pela primeira vez na história do cinema, os espectadores vão realmente sentir e viver a era em que os dinossauros comandavam a Terra. Caminhando com Dinossauros é a experiência mais imersiva em 3D, capaz de transportar o público para o meio de uma aventura épica no mundo pré-histórico, em que um simples dinossauro luta para se tornar um herói para a posteridade. Baseado no megassucesso da TV, o longa é uma experiência inesquecível para toda a família.

Curiosidades:

» —

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

caminhandocomdinossauros_3

caminhandocomdinossauros_10

caminhandocomdinossauros_9

caminhandocomdinossauros_8

caminhandocomdinossauros_7

caminhandocomdinossauros_6

caminhandocomdinossauros_5

caminhandocomdinossauros_2

caminhandocomdinossauros_1

Fotos:

Crítica | Missão: Impossível – Nação Secreta

Tom Cruise é o cara! Tendo esse pensamento em mente, vamos analisar como o astro conseguiu reerguer sua carreira após um breve período de fracasso. Quando ele estrelou o divertido ‘Encontro Explosivo‘ (Knight & Day) ao lado de Cameron Diaz em 2010, o filme afundou nas bilheterias e seu “star power” foi colocado em xeque.

A maldosa imprensa hollywoodiana logo espalhou que o astro não atraia mais espectadores aos cinemas, e seria substituído por Jeremy Renner na franquia ‘Missão Impossível’, após este ser escalado para o elenco da quarta incursão, ‘Protocolo Fantasma’. Balela. Não existe Missão Impossível sem Tom Cruise, e a prova disto é que Renner retorna apenas para uma participação especial neste último.

missaoimpossivel5_28

Em ‘Missão: Impossível – Nação Secreta‘, Cruise mostra o que fez dele um astro: além de estrelar, ele produz, faz suas próprias cenas de ação, ajuda a reescrever o roteiro, escolhe o diretor ideal para cada aventura da franquia… Ele é um faz tudo, com habilidades maiores que as de Ethan Hunt.

A franquia demonstrou uma evolução absurda em cada um de seus filmes, assim como o personagem vivido pelo astro. Além da ação, cada um dos filmes trazia um enredo que se aprofundava em um aspecto da personalidade do agente Hunt e sua equipe.

O melhor exemplo é  ‘Missão: Impossível 3‘ (2006), dirigido pelo genial J. J. Abrams (que depois seria chamado para comandar ‘Star Trek’ e o novo ‘Star Wars’), em que o lado humano do protagonista é aprofundado quando ele decide sossegar com Julia (Michelle Monaghan), mas tem que enfrentar o traficante de armas Owen Davian (Philip Seymour Hoffman, em atuação brilhante). Aqui, a franquia se tornou mais séria e realista, se distanciando de outro grande personagem da espionagem, James Bond.

missaoimpossivel5_27

Cruise está de volta como Ethan Hunt, enfrentando sua mais intensa missão impossível de todos os tempos. A agência de espionagem super secreta conhecida como IMF sofreu enfrenta total dissolução, mesmo quando a mais terrível ameaça ao mundo livre se esconde nas sombras. Esta ameaça é O Sindicato, um grupo impenetrável, primorosamente treinado de espiões renegados que deixaram seus países por um plano totalmente próprio. Hunt descobre a desagradável realidade de que esta nação secreta não é apenas real, mas também uma bomba relógio prestes a explodir caso ele não entre em ação. A CIA não acredita. Sua própria equipe está ameaçada. Mesmo assim, Ethan nunca dará as costas para os riscos mais altos.

Todas as qualidades que tornaram Ethan indispensável são testadas ao mesmo tempo quando ele enfrenta o inimigo supremo: sua habilidade de se mover deliberadamente em circunstâncias repletas de adrenalina, sua elegância ao viajar para locais globais glamorosos, seu desejo de ver o mal sendo punido e a vitória do bem.

De Viena à Casablanca, do exterior de um avião militar em pleno voo às profundidades subaquáticas, a ação é ininterrupta e realista (afinal, é o ator que faz suas próprias cenas de ação).

missaoimpossivel5_15

Porém, Cruise dá espaço para outra estrela brilhar como protagonista de sua própria franquia: a atriz sueca Rebecca Ferguson (‘Hércules’) é a personagem mais importante e interessante da trama, como a misteriosa Ilsa Faust. É ela quem rouba a cena com uma personagem dúbia, que oscila entre heroína e vilã o tempo todo, deixando o público cativado com suas próximas ações, que só serão desvendadas no final do filme.

Outro que tem sua participação destacada é Simon Pegg. Além de ser o alívio cômico, desta vez o ator parte para a ação ao lado de Hunt como o inteligente Benji.

A direção de Christopher McQuarrie (que já trabalhou com Cruise em ‘Jack Reacher – O Último Tiro‘) é primorosa, e podemos reparar como ele consegue comandar um espetáculo com grandiosidade e elegância, como na sequência de ação durante a ópera em Viena. Belíssima.

missaoimpossivel5_34

Missão: Impossível – Nação Secreta‘ prova que a franquia ganhou novo fôlego e ainda consegue respirar embaixo d’água por muito mais tempo (assim como seu protagonista). A habilidade que Tom Cruise tem de se renovar a cada capítulo o torna um astro sem igual em Hollywood, nos deixando ansiosos para a sua próxima missão. Como já havíamos adiantado no começo do texto, Cruise é o cara!

‘Batman: A Piada Mortal’ será para maiores de 18 anos!

Parece que a Warner Bros. Animation não está dispostas a piadinhas sobre ‘Batman: A Piada Mortal‘. Segundo a Entertainment Weekly, a animação recebeu classificação indicativa Rated-R (menores de 17 anos somente acompanhados por um responsável).

“Desde o início da produção, nós incentivamos o produtor Bruce Timm e a nossa equipe da Warner Bros. Animation a permanecer fiel à história original – independente da eventual classificação indicativa. ‘A Piada Mortal’ é reverenciado pelos fãs, especialmente por trazer temas adultos muitas vezes chocantes e situações assustadoras. Nós sentimos que era nossa responsabilidade apresentar isso ao nosso público”, disse Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation.

A revista diz que não há planos para uma versão PG-13 do filme.

Anunciado no ano passado na San Diego Comic-Con, o filme de animação adapta o clássico ‘Batman: A Piada Mortal‘.

Escrito por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, ‘Batman: A Piada Mortal‘ foi publicado em 1988 e é amplamente considerada como uma das melhores histórias em quadrinhos de todos os tempos.

Em ‘A Piada Mortal‘, Moore explora a psicologia de Batman, Coringa e do comissário Gordon. Todas as tramas paralelas apresentadas na HQ acabam tendo Gordon como seu referencial e é o comissário que concentra a maioria das perguntas que surgem após a leitura da revista. Afinal de contas, se basta um “dia ruim” para levar a sanidade de uma pessoa, porque o mesmo não aconteceu com Gordon? Porque é que Wayne se transformou no Batman, aquele ex-comediante no Coringa e o comissário escapou ileso?

O lançamento em Home Video acontece no final de 2016.

‘Procurando Dory’ tem maior estreia da história para uma animação no Brasil

Dory, a peixinha mais adorável do cinema, chegou ao Brasil em 30 de junho de forma memorável.

Procurando Dory‘ estreou neste final de semana em mais de 1.100 salas no país e levou cerca de 1,48 milhões de espectadores de todas as idades aos cinemas com uma arrecadação de R$ 24,2 milhões. Com esse resultado, ‘Procurando Dory‘ se torna a maior estreia de uma animação no país.

‘Procurando Dory’ já é a segunda maior bilheteria do ano nos EUA 

Com diversas sessões em horários noturnos, ‘Procurando Dory‘ teve uma grande procura não só de famílias, mas de adultos sozinhos ou em grupos. Segundo levantamento da National Research Group, 39% do público brasileiro no primeiro final de semana foi de pessoas desacompanhadas de crianças, a maior taxa desde 2013 para um filme de animação da Disney ou Disney Pixar.

Bilheterias BR: ‘Procurando Dory’ lidera e ‘Porta dos Fundos’ abre em 4º lugar 

A versão nacional do lançamento tem Antonio Tabet na voz do polvo Hank, Marília Gabriela como locutora do Instituto de Vida Marinha e o trio de comediantes Os Barbixas com uma participação surpresa.

 

‘Birth of the Dragon’: Cinebiografia de Bruce Lee ganha trailer

A cinebiografia de Bruce Lee, intitulada ‘Birth of the Dragon‘, ganhou seu primeiro trailer. O chinês Philip Ng (‘Once Upon a Time in Shanghai’) estampa a arte como Lee.

Confira, com o cartaz:

birthofthedragon_1

Shannon Lee, filha do lendário ator, fica a cargo do projeto, por meio de sua produtora Bruce Lee Entertainment.

“Houve alguns projetos envolvendo o meu pai, mas eles não tiveram um entendimento completo de sua filosofia e arte”, disse Shannon. “Eles não capturaram a essência de suas crenças em artes marciais ou suas histórias. A única maneira de fazer o público entender a profundidade e a singularidade do meu pai é gerar nosso próprio material e encontrar parceiros incríveis e mentes parecidas para se trabalhar”, concluiu.

A filha de Lee produzirá o longa com Lawrence Grey (‘Última Viagem a Vegas’) e Janet Yang (‘O Povo Contra Larry Flint’).

A cinebiografia definitiva do ícone das artes marciais deve chegar aos cinemas em 2017.

A Bruce Lee Entertainment também desenvolve uma série de TV baseada em ideia e material originais de Bruce Lee com o diretor Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 6’).

philipng_1
Philip Ng

Criador de ‘Westworld’ diz que 2ª temporada será sobre o “caos”

No mais novo vídeo de Westworld‘ liberado pela HBO, o elenco e os criadores do TV Show comentam sobre o final da primeira temporada e dão uma visão bem interessante pelo que vem por aí em 2018, quando a segunda temporada estrear.

Assista:

 

 

Vale lembrar que os dez episódios da primeira temporada custaram altíssimos US$ 100 milhões, valor gasto por um blockbuster em Hollywood.

Somente no primeiro episódio, o canal gastou US$ 25 milhões com as refilmagens e efeitos especiais.

Entre os gastos estão os salários de Anthony Hopkins e Ed Harris, que ganharam em torno de US$175 mil por episódio.

O gasto gerou lucros, e o episódio de estreia de ‘Westworld‘ bateu um recorde no canal.

Cerca de 3,3 milhões de pessoas assistiram ao Season Premiere no domingo, que inclui o Ao Vivo e as plataformas HBO NOW e HBO GO.

A número comprova que o TV Show conseguiu o melhor desempenho de um primeiro episódio desde a primeira temporada de ‘True Detective‘, que em 2014 também atraiu 3,3 milhões de pessoas.

Teaser apresenta o episódio final de ‘Big Little Lies’

Repleta de elogios e de estrelas, a HBO liberou a prévia para o sétimo e último episódio de ‘Big Little Lies‘.

A série tende a dar um foco – à medida que os episódios avançam – a cada uma das três protagonistas, vividas por Nicole Kidman, Shailene Woodley e Reese Witherspoon

Descrita como um suspense sombrio, a trama acompanha as mães de três crianças que, aparentemente, têm vidas perfeitas. Até que um dia, um assassinato abala as rotinas delas.

Confira, com nossa crítica em vídeo:

As vencedores do Oscar também são produtoras da adaptação do best-seller de Liane Moriarty, ao lado de David E. Kelley, criador de ‘Ally McBeal’ e ‘Justiça Sem Limites’ – ele ainda acumulará a função de roteirista.

Kidman e Witherspoon adquiriram os direitos de adaptação da obra no começo de 2014 e originalmente tinham planos de transformá-la em filme.

Foram produzidos sete episódios no total.

 

Corey Stoll entra para o elenco de ‘First Man’, novo filme de Damien Chazelle

A Variety confirma a adição de Corey Stoll, de ‘House of Cards’ e ‘Homem-Formiga’, como Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na lua.

A produção é a cinebiografia de Neil Armstrong e trará Ryan Gosling como o astronauta.

First Man‘ é a segunda dobradinha entre Ryan e Damien Chazelle, que trabalharam juntos em ‘La La Land – Cantando Estações‘.

O filme será baseado no livro ‘First Man: A Life of Neil A. Armstrong‘, escrito por James Hansen.

Josh Singer, de ‘Spotlight: Segredos Revelados‘, assina o roteiro, enquanto que a produção fica a cargo da dupla Marty Bowen e Wyck Godfrey.

A estreia está agendada para 12 de outubro de 2018! 

‘Pequeno Demônio’: Comédia que tira sarro de ‘A Profecia’ já estreou na Netflix

Pequeno Demônio (Little Evil), comédia de terror que tira sarro de ‘A Profecia’, já está disponível da Netflix.

Eli Craig, da série ‘Zumbilândia‘, é quem cuida da direção e do roteiro.

Gary (Adam Scott) é um homem que consegue se casar com a mulher de seus sonhos (Evangeline Lilly). Ainda por cima, ele tem a sorte de se tornar padrasto de um adorável menino de seis anos (Owen Atlas). O problema é que Gary descobre que o filho de Samantha pode ser o anticristo.

Confira:

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha cartaz revelador… O Thor vai recuperar o olho?

Vingadores: Guerra Infinita‘ ganhou um novo cartaz revelador, que traz mais detalhes sobre os heróis…

Aranha de Ferro, a Armadura Model Prime de James Rupert Rhodes e o Stormbreaker do Thor – três uniformes fantásticos que serão apresentados no filme.

Mas o que mais chama a atenção no cartaz é o Thor com seus dois olhos intactos… Ué?

Confira:

Avengers: Infinity War Prelud‘, quadrinho que serve como prelúdio de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, revelou detalhes sobre a Joia da Alma – a única Joia do Infinito que ainda não foi introduzida no Universo Cinematográfico da Marvel.

Ao contrário do especulado, ‘Pantera Negra’ não forneceu pistas sobre a localização da Joia da Alma e tampouco esta HQ.

No entanto, Wong explica ao Dr. Strange na HQ que a Joia da Alma realmente é a “maior ameaça de todas“. Infelizmente, ele não elabora sobre o motivo disso.

De qualquer forma, considerando o fato de que as outros Joias do Infinito já foram contabilizados, parece que a Joia da Alma poderia ser a parte faltante do quebra-cabeça para Thanos e a força motriz do enredo de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

 

[CUIDADO COM POSSÍVEIS SPOILERS E ESPECULAÇÕES SOBRE O FILME]

Das seis Joias, o paradeiro de uma ainda é um mistério. A Joia da Alma, que ainda não foi revelada na franquia e pode estar em muitos lugares, segundo rumores, como dentro de Heimdall (Thor: Ragnarok) ou com o Adam Warlock (Guardiões da Galáxia Vol. 2). Porém, o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ sugeriu uma nova localização muito plausível: em Wakanda, Reino do Pantera Negra.

Afinal, vemos uma épica batalha no local e uma invasão dos seguidores de Thanos, assim como uma defesa espetacular dos Vingadores. Ou seja, o que tem em Wakanda que tanto precisa ser guardado com tamanha proteção, e por qual razão Thanos iria se interessar em invadir esse lugar com o planeta inteiro disponível?

Outra forte teoria de que a Joia esteja realmente lá foi que ‘Pantera Negra’ mostrou a conexão do personagem com seres espirituais, onde ele se comunica com os “Deuses Panteras” e recebe o poder do Pantera Negra.

Sucesso! Trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ se torna o mais assistido da história 

Os fãs rapidamente teorizaram que os Wakandans tiraram sua força espiritual do mesmo meteoro que entrou no país há muito tempo, trazendo o mítico Metal Vibranium com ele (também conhecido como o material usado para fazer o escudo do Capitão América). A grande revelação que o filme solo do Pantera pode trazer é que o meteoro realmente abriga a Joia da Alma, a última Joia do Infinito.

Será que a batalha de Wakanda vai trazer grandes surpresas?

Vingadores: Guerra Infinita chega aos cinemas em 26 de abril.

Marvel Studios confirma SEIS novos filmes entre 2021 e 2022; Vem ver!

Guilherme Briggs revela qual foi o personagem mais difícil que ele já dublou

Em entrevista para promover ‘Bumblebee‘, o mestre da dublagem Guilherme Briggs contou ao Renato Marafon qual foi o personagem mais difícil que ele dublou em toda a sua carreira.

Ele volta a dublar Optimus Prime em ‘Bumblebee‘, derivado de ‘Transformers‘, e Paolla Oliveira empresta sua voz para a personagem Shatter, uma das Decepticons que perseguem o protagonista da trama.

Assista a entrevista:

Travis Knight, especializado em animação de stop-motion, dirige.

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

A estreia no Brasil acontece dia 25 de dezembro de 2018.

‘The Walking Dead’: Assista ao trailer LEGENDADO da 10ª temporada

A décima temporada de The Walking Dead‘ ganhou seu trailer LEGENDADO.

Confira:

A atriz Danai Gurira confirmou que deixará o elenco de The Walking Dead após a 10ª temporada, e foi aplaudida pelo público da San Diego Comic-Con.

“Eu posso confirmar que esta é a última temporada que eu estarei no incrível programa de TV como Michonne”, disse Gurira, com os olhos cheios de lágrimas. “Eu gostaria apenas de dizer que esta tem sido uma das mais puras alegrias da minha vida, interpretar essa personagem e estar entre essas pessoas e entre todos vocês. Estou muito, muito grata pela experiência que tive de maneiras que nem posso expressar agora. Meu coração ficará com a série”, afirmou.

Assista ao momento em que ela revela sua saída, junto com o trailer:

Angela Kang retorna como showrunner do próximo ciclo.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

The Walking Dead no dia 6 de outubro.

Babu Santana surge como Lobo Mau em vídeo do suspense ‘Intervenção’

Antes mesmo de entrar para o Big Brother Brasil 20 e encarar as disputas do reality show, Babu Santana nem sabia, mas já treinava para os temidos Castigos do Monstro. Durante as filmagens do longa ‘Intervenção‘, em que o ator interpreta o cabo da polícia militar Lobo, ele aparece vestido como Lobo Mau, da história da Chapeuzinho Vermelho, fazendo alusão ao apelido de seu personagem no filme.

Assista:

No filme, o personagem do ator é inspirado no Major Ivan Blaz, que serviu em UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e foi relações públicas da PM. Também conhecido como cabo Lobo, ele conciliava o trabalho na polícia com o de animador de festas infantis.

VISITA AO SET

No ano passado, o CinePOP foi convidado para uma visita ao set de filmagens da obra, e esteve presente nos bastidores acompanhando duas cenas importantes. Depois, ao lado de outros jornalistas de conhecidos veículos nacionais, seguimos para a coletiva de imprensa realizada numa casa que serve de QG da produção na comunidade de Tavares Bastos, Catete, zona sul do Rio de Janeiro, onde o longa é rodado.

Da coletiva, participaram os protagonistas Marcos Palmeira e Bianca Comparato, os roteiristas Rodrigo Pimentel e Gustavo de Almeida (igualmente ligado à PM), os produtores italianos Cosmo Valerio e Angelo Salvetti, o diretor Caio Cobra e os coadjuvantes Babu Santana, Rainer Cadete, Dandara Mariana e Vitor Thiré – que interpreta o vilão da trama, um traficante subvertido esteticamente. “Quando chegamos para alugar uma casa aqui, uma das opções era um local onde morava uma criança loira de olhos azuis. Vi com meus próprios olhos que este tipo de família também habita as favelas. Então quis criar este traficante branco, de olhos claros, para ser o antagonista ao invés do estereótipo do bandido negro”, disse o diretor Cobra.

A visita começou para os jornalistas com a gravação de uma cena na qual o veterano Marcos Palmeira – na pele do Major Douglas, seu personagem, chefe da UPP do fictício morro da Laje – faz um discurso e dá sermão em jornalistas sobre o questionamento unilateral de moradores mortos ou feridos durante as operações policiais. “E quanto aos policiais mortos e feridos, vocês não querem saber?”, diz o experiente e linha dura oficial. Durante a coletiva houve, inclusive, uma brincadeira. “Vocês chegaram com ótimo timing”, ironizou um dos membros da equipe, sobre a chegada dos jornalistas bem na cena em que o policial “esculachava” os repórteres da ficção.

Em outra cena que presenciamos, a pequena em estatura, mas gigante em talento, Bianca Comparato era instruída por um dos verdadeiros policiais que dão consultoria ao projeto sobre como dominar e conduzir o preso até a viatura. No momento, membros de ONGs dos direitos humanos, incluindo a irmã da personagem de Comparato, vivida pela bela Dandara Mariana, chegam para protestar contra a violência policial na comunidade. Cena que termina de forma quente num embate entre as irmãs. “Por coincidência, enquanto escrevia o roteiro, assisti à série da Netflix Perdidos no Espaço, na qual existem irmãs de raças diferentes, uma branca e uma negra, e a coisa mais legal é que o autor sequer se dá ao trabalho de explicar como isso é possível. Aqui ocorre o mesmo”, revelou Pimentel sobre a questão de Comparato e Mariana viverem irmãs no longa.

Completando sobre sua personagem, a carismática Dandara Mariana revelou: “Ela é uma versão de Marielle e veremos muito de sua personalidade na minha personagem. Marielle vive mais do que nunca”.

Seguimos para a coletiva, mas, antes, um pit stop para conferir a UPP fictícia implantada na comunidade. Um cenário estampando o nome da favela da Laje retratada no filme, com direito a uma direção de arte minuciosamente detalhada (que você pode conferir na foto abaixo).

Já na coletiva, foi a vez do ator Vitor Thiré, que vive o principal traficante no longa, exibir sua satisfação em fazer parte do projeto. “Eu mandei um vídeo com o teste feito no celular. Não imaginava que seria escolhido e estaria aqui dando esta entrevista para vocês. Estou muito feliz. E o fato da data de estreia em 15 de novembro estar perto, o que aumenta a pressão das filmagens, também me deixa feliz porque poderei logo mostrar meu trabalho”, disse o jovem ator.

Os realizadores também falaram sobre a óbvia questão que faz as vezes do elefante na sala e que não está nem perto de cessar com a polêmica – pelo contrário. “O filme não é sobre a polarização política da esquerda e direita no país. Seja qual for sua orientação, o objetivo do filme é falar sobre uma questão urgente que atinge a todos nós como cidadãos. Falar sobre a violência urbana e debater soluções. Os protagonistas são policiais vivendo essa realidade e quando você tem uma situação de guerra, na mira de uma arma onde é você ou o criminoso, não existe direita ou esquerda”, diz Bianca Comparato, logo seguida em coro pelos complementos do resto da equipe.

A data já está marcada e a produção segue a toda. Mas existe um item que ainda não está cem por cento confirmado: o título. Quando uma colega jornalista perguntou o motivo do título Intervenção, já que o filme não fala sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro, mas, sim, funciona como forma de crítica às UPPs (Unidades da Polícia Pacificadora) – às quais os roteiristas se opõem veementemente – a protagonista Comparato não hesitou em disparar: “Obrigado. Faço campanha constantemente para a troca do título. Não gosto desse. Peço por um título mais humano”. O diretor Cobra disse que, a fim de realizarem a coletiva, era necessário dar um título ao filme, mas que o considera ainda provisório e está mexendo os pauzinhos com a distribuidora para uma possível mudança. Ou seja, em breve poderemos não mais assistir a Intervenção nos cinemas, apesar do filme ser o mesmo.

O filme estreia no dia 15 de novembro de 2018 nos cinemas de todo o país.

Saiba como remover o conteúdo adulto do catálogo da Netflix

Como as escolas estão fechadas para evitar a propagação do Coronavírus, milhares de crianças estão aproveitando o tempo em casa para assistir TV.

Pensando nisso, os programadores da Netflix dos EUA anunciaram um recurso que vai permitir a remoção de conteúdo adulto para evitar que crianças assistam programas indevidos.

A ferramenta foi criada para impedir que as crianças se deparem com imagens chamativas na interface do serviço.

Isso porque o simples bloqueio pode impedir a transmissão de uma atração, mas ainda mostra imagens que podem ser inapropriadas para os pequenos.

Para ativar o recurso, os usuários devem acessar a Netflix pelo computador ou aplicativo e adicionar um código PIN nas configurações dos perfis individuais. Só quem conhece a combinação pode acessar as alterações.

Através do anúncio, Michelle Parsons, diretora de programação infantil da Netflix, disse que:

“A escolha e o controle sempre foram importantes para nossos membros, especialmente para os pais. Esperamos que esses recursos adicionais ajudem a fazer as escolhas certas para suas famílias”.

Nas redes sociais, alguns assinantes da Netflix decidiram compartilhar recomendações para ajudar outras pessoas a suportarem o longo período dentro de casa.

Há dicas para todos os gostos, entre romance, terror, animes, suspense, investigação, etc.

Confira:

 

E você, já sabe o que vai assistir?

‘The Lost City Of D’: Channing Tatum aparece pelado nos bastidores e fãs estão surtando; Confira as reações!

O astro Channing Tatum surpreendeu os seus seguidores do Instagram, ao publicar uma reveladora selfie feita nos bastidores das gravações da comédia ‘The Lost City of D‘.

Aparecendo completamente nu em seu trailer, o astro indica que está prestes a passar por algo drástico, que deve surpreender até mesmo a sua mãe. A publicação foi feita na aba de stories da sua conta oficial.

Confira:

No Twitter, muitos fãs do ator compartilharam a sua surpresa com a reveladora imagem do ator e expressaram suas opiniões sobre o assunto.

Confira algumas das reações:

Channing Tatum está levando o ‘pai divorciado que quer que todos saibam que ele está pronto para namorar’ a outro nível”.

“O renascimento de Channing Tatum, o renascimento de Channing Tatum”. 

“Eu serei assombrado pelo fato de que o Channing Tatum descreve estar completamente nu como ‘ânus pelado'”. 

“Gostoso e sexy”.


Segundo o Hollywood Reporter, Brad Pitt se juntou a Sandra Bullock no grandioso elenco da comédia de ação.

O filme da Paramount ainda conta com Daniel Radcliffe, Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’) e Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’).

A trama acompanhará uma solitária escritora (Bullock) certa de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum). Até que uma tentativa de sequestro leva os dois para uma aventura na selva, provando a ela que a vida real pode ser muito mais perigosa, estranha e romântica do que qualquer uma de suas ficções.

Radcliffe será o vilão do longa e fará de tudo para infernizar a vida da personagem de Bullock.

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

Anteriormente, a Paramount Pictures anunciou que o longa está programado para estrear no dia 15 de abril de 2022.

O Governo vai ACABAR com o ingresso de meia-entrada? Não em São Paulo!

O governo de São Paulo vetou o projeto de lei que previa acabar com a meia-entrada nos cinemas e eventos culturais para estudantes e idosos.

O veto foi assinado pelo presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado Carlão Pignatari (PSDB), que está como governador em exercício em função da viagem de João Doria (PSDB) ao exterior.

Nos outros estados do Brasil, a ANCINE (Agência Nacional do Cinema) e o Ministério da Economia ainda estuda extinguir a política de ingresso de meia-entrada. A agência em questão abriu recentemente um pleito público sobre a viabilidade e os efeitos da obrigatoriedade da política. O ME se posicionou a favor da anulação desses direitos culturais.

De acordo com a própria ANCINE, essa articulação veio como resposta à queda das vendas de ingressos de valor inteiro – cujo percentual se isolou em apenas 21,6% no ano passado.

O presidente da Alesp afirmou que o projeto é inconstitucional, já que a legislação federal garante o direito ao benefício.

“O projeto, ao proibir aos estabelecimentos a instituição de cotas máximas de ingressos para meia entrada, bem como vedar a concessão de meia-entrada para categorias específicas de ingressos (artigo 2º) também não está em conformidade com a legislação federal, que assegura o benefício para 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento. Concluiu-se que a matéria se encontra suficientemente disciplinada na esfera federal, e que projeto mostra-se incompatível com as normas gerais expedidas pela União.”

A política de meia-entrada foi instaurada em 2013 e abrange estudantes, pessoas com deficiência e jovens, de baixa renda, com idade entre 15 e 29 anos. Para os idosos, esse direito existe de 2003 e se insere no Estatuto do Idoso.

Cartaz de ‘Pânico 6’ vem REPLETO de easter eggs

A Paramount Pictures divulgou um novo pôster de ‘Pânico 6‘ durante o Natal, repleto de easter eggs.

No material em questão, podemos ver o assassino Ghostface na Time Square, em Nova York, em meio a inúmeros telões, cartazes e imagens. Também existem várias referências, notadas pelo site Hello Sidney.

A arte traz a frase “É Hora de Pânico na Cidade”, mas também mostra o slogan “Nova York. Novas Regras” e um letreiro escrito Blackmore University, fazendo alusão a novo local na qual a trama irá se passar, uma faculdade na cidade de Nova York.

Veja abaixo o cartaz definido:

Notamos também um painel com o anúncio do filme ‘Stab IX‘ – ou ‘A Facada 9‘, a franquia dentro da franquia. No cartaz, aliás, também está escrito o nome da cidade Woodsboro. Ou seja, mesmo após o fracasso de ‘A Facada 8’, uma nova sequência está sendo feita. Será que Gale desistiu de fazer um livro sobre a história do Dewey e decidiu tirar Amber e Ritchie do anonimato?

Não podemos deixar de citar o letreiro com o título ‘Falsas Acusações – O Musical‘, que é uma referência ao primeiro filme da franquia quando o personagem Cotton Weary (Liev Schreiber) é erroneamente ligado aos assassinatos de Maureen Prescott, mãe da Sidney Prescott.

E você? Quais referências você encontrou?

Confira o último trailer lançado:

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

25 anos de ‘Eu AINDA Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ | Por que a sequência foi tão MASSACRADA pelos críticos?

No ano seguinte após o sucesso estrondoso de Pânico, um outro filme do subgênero do terror, o slasher, chegou aos cinemas uma obra repleta de tensão que aborda as consequências de uma escolha na visão de jovens amigos à beira de fases importantes de suas vidas.

Dirigido por Jim Gillespie, com roteiro assinado pelo craque Kevin Williamson, baseado no romance homônimo da escritora Lois Duncan, ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passadose tornou um sucesso de público.

O primeiro filme conquistou medianos 45% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, mas foi muito bem nas bilheterias.

Ao final de sua exibição nos cinemas em dezembro de 1997, arrecadou US$ 72.586.134 nos EUA e Canadá e US$ 53 milhões em outros países, totalizando US$ 126 milhões em todo o mundo .

Com o sucesso, a sequência já saiu no ano seguinte. ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ trouxe de volta Jennifer Love Hewitt, Freddie Prinze, Jr. e Muse Watson ao elenco e ainda adicionou Brandy, Mekhi Phifer e Matthew Settle.

Ao participar de um programa de rádio e responder à pergunta “Qual a capital do Brasil?”, a sobrevivente Julie ganha uma viagem para uma ilha paradisíaca — uma armadilha do assassino que volta a persegui-la. Eu lembro de ter ficado revoltado quando assisti ao filme nos cinemas por que achava que o roteirista realmente tinha errado a capital do Brasil, que Julie diz ser o Rio de Janeiro, mas logo depois o filme revela em um plot twist que a capital do Brasil era Brasília, e Julie caiu numa cilada. É uma cilada, Julie.

Quando foi lançado em 1998, ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘  foi massacrado pelos críticos e criou um buzz negativo que enterrou a franquia, tanto que o terceiro filme foi feito direto para Home Video e sem o retorno dos atores e da equipe original.

Dirigido por Danny Cannon e com roteiro de Trey Callaway, a sequência apostou na fórmula do “quanto mais melhor” e trouxe mais mortes mirabolantes, sequências de perseguição e reviravoltas, perdendo um pouco da essência do filme original.

Até hoje, eu acho a perseguição da personagem da Sarah Michelle Gellar no primeiro filme uma das melhores da história do cinema slasher, terminando morta em um beco após quase fugir do assassino. Na sequência, temos uma ótima cena de perseguição com a personagem da Brandy em cima de um telhado de vidro. Apesar de não ser tão bom quando o original, o filme tem seus louros. É um bom suspense, com um orçamento visivelmente maior e uma reviravolta na revelação do assassino bastante chocante, mesmo que um pouco novelesca.

Mesmo com um elenco estelar, que inclui até o Jack Black, o filme foi massacrado pelos críticos com apenas 7% de aprovação no Rotten Tomatoes. No consenso geral, os críticos afirmam que o filme é “Chato, previsível e desprovido de emoções ou arrepios. É exatamente o tipo de repetição que dá má fama às sequências de terror.”

Eu não sei é pela nostalgia ou por amar slasher movies, mas eu particularmente acho que os críticos pegaram um pouco pesado com a sequência. Mesmo sem inventar a roda, ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ traz tudo aquilo que se espera de um slasher movie e ainda eleva as apostas do filme original. É entretenimento.

Você gostou de ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘? Por que acha que os críticos pegaram tão pesado com o filme?

Recentemente, a Sony Pictures revelou está trabalhando em um novo filme da franquia, que terá a diretora Jennifer Kaytin Robinson, de ‘Justiceiras‘. Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. estão em negociações para voltarem aos seus papéis originais, e adoraram a ideia para o filme que foi apresentada pela roteirista Leah McKendrick.

O projeto está em desenvolvimento inicial e a ideia é trazer o elenco original e apresentar um grupo de jovens personagens, como fizeram recentemente com ‘Pânico’ (2022).

A Sony Picturesplanejava um reboot para a franquia, mas engavetaram os planos com o desenvolvimento de uma série para o Amazon Prime Video, que foi cancelada na primeira temporada em 2022.

‘Megalópolis’: ÉPICO de Francis Ford Coppola ganha trailer NACIONAL e data de estreia no Brasil!

‘Megalópolis’, o aguardado filme de Francis Ford Coppola (‘O Poderoso Chefão’), ganhou trailer nacional.

A realização de um sonho do renomado cineasta será distribuída no país pela 02 Play e chegará aos cinemas brasileiros no dia 31 de outubro.

Assista ao trailer:

A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.

De acordo com o ComicBook, o ambicioso longa recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos devido ao “conteúdo sexual, nudez, uso de drogas, linguagem inapropriada e fortes cenas de violência.”

‘Megalopolis’, fez sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes – e se tornou um dos filmes mais divisivos do ano.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme traz um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).

‘Premonição 6’: Produtor revela suas 3 mortes preferidas da franquia [EXCLUSIVO]

Premonição 6: Laços de Sangue‘ já arrecadou sólidos US$ 153.5 milhões mundialmente, e o produtor Caig Perry revelou em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP quais são suas três mortes preferidas da franquia.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore, o que representa uma ótima média para um filme do gênero.

Vale lembrar que ‘Premonição 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Em PREMONIÇÃO 6: LAÇOS DE SANGUE, os fãs podem esperar por acontecimentos chocantes, muito sangue e busca pela verdade. A produção terá como centro os pesadelos violentos de Stefanie, uma estudante universitária que decide voltar para a casa e rastrear a única pessoa capaz de ajudá-la a salvar sua família do destino horrível que se aproxima.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

10 Ótimos documentários brasileiros

No último sábado, dia 7 de agosto foi comemorado o Dia Nacional do Documentário Brasileiro, esse gênero cinematográfico que ganha cada vez mais força e adeptos com a chegada dos streamings nos últimos anos trazendo uma enorme seleção de qualidade para listas de cinéfilos e cinéfilas pelo Brasil, além de Festivais brasileiros maravilhosos voltados para documentários como o É Tudo Verdade.

Fugindo um pouco da obviedade de grandes clássicos do universo dos documentários brasileiros, como a filmografia maravilhosa do inesquecível Eduardo Coutinho, resolvemos criar uma lista com 10 documentários brasileiros feitos nos últimos anos que de alguma forma ganharam certo destaque, alguns até mesmo no circuito independente de exibição.

 

Paraíso

As canções, as almas e os corações que sempre se deixam emocionar. Após quatro décadas fora do Brasil, o cineasta Sérgio Tréfaut resolve buscar por suas memórias primárias até onde lembra de estar no seu país através de um grupo de pessoas, em sua grande maioria na feliz idade, que se reúnem nos jardins de um ponto turístico carioca para uma seresta semanal. No karaokê popular da alegria instaurado, que acontece faz muito tempo, ouvimos grandes clássicos de diversas gerações, de Alceu e Elba até Wando, De Lupicínio Rodrigues à Moska, Caetano. Entre outros. Filmado nos jardins do palácio do catete, pouco antes da pandemia, o filme apresenta um reflexivo desfecho que se conecta com o momento atual do mundo, particularmente do Brasil e alguns desses frequentadores.

Em menos de 90 minutos, o documentário busca resgatar memórias dos personagens que aparecem mas também do cineasta. A solidão acaba sendo uma testemunha ocular desse ‘Paraíso’ que remete ao título, aparece quando estão sozinhos, ou em memórias nos depoimentos, mesmo isso sendo feito sem muita profundidade, entre uma canção e outra a mensagem chega em nossos corações. O bom humor e a descontração navegam no contraponto da constatação do estar sozinho.

 

A História de um Silva

A música como sentido para a sociedade. Hino de uma cidade, hino da periferia, um subtexto que é compatível com a realidade que enfrentava. Dirigido por Marcelo Gularte, A História de um Silva é a história de um brasileiro, trabalhador, grande herói de sua mãe e família, que possui grande paixão pelo futebol, inclusive quase foi atleta profissional que tocava a MPB dos anos dourados nos barzinhos pela cidade até que descobriu um gênero musical que estava dando os primeiros passos. MC Bob Rum, cria da Comunidade João XXIII em Santa Cruz Foi Office Boy, trabalhou muito tempo na Telerj, de Recepcionista, viu sua vida mudar do dia para a noite quando seu destino cruzou com os primórdios do Funk.

Os lados bons e ruins da fama acabaram deixando exatamente nos extremos esses momentos em sua vida. Se encaminhou para o alcoolismo, para as drogas em seguida, quando sua carreira de alguma forma estagnou ou até mesmo declinou. Mas ele, com a ajuda da forte família, conseguiu dar a volta por cima, se formando em administração inclusive e compondo música que foi até tema de novela. A História de um Silva é um recorte de mais um batalhador brasileiro que conseguiu vencer de maneira honesta com sua arte.

 

Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star

A vida é uma vela acesa, morreu, apagou. Como resgatar as memórias de um artista tão profundo em sua arte? Cantor, ator, pintor, se dedicava as artes como poucos, Edy Star foi quase uma lenda entre as décadas de 60 e 80, sempre muito à frente de seu tempo. Dirigido por Fernando Morais, Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star conta a incrível trajetória do Pós tropicalista e grande contador de história Edy Star, inclusive, a amizade com Caetano Veloso desde Santo Amaro, Zeca Baleiro com gravações atuais no estúdio, com o maluco beleza Raul Seixas desde o álbum Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, até mesmo com Gilberto Gil onde ganhou uma música e foi co-compositor da canção Procissão. Edy marcou época dentro do universo das performances, em shows undergrounds que ganhavam sucesso pelo boca a boca saindo da Praça Mauá até os milionários da zona sul.

Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star é divertido e surpreendente, conhecemos essa figuraça, que cantava muito e levava multidões a seus shows mas que para o grande público nunca foi conhecido. Mas após assistirmos a esse, agora sabemos! Antes dos Dzi Croquettes, Ney Matogrosso, Secos e Molhados, existia Edy Star.

 

O Sal da Terra

Cada um molda sua forma de ver o mundo de acordo com tudo que já viveu. O documentário que abriu o Festival do RJ do ano de 2014, é uma junção entre cinema e fotografia, algo único para todos os amantes de qualquer arte. O Sal da Terra, título maravilhoso diga-se de passagem, conta a história de um brasileiro com um olhar único sobre o mundo que estudou e vive. Dirigido por Juliano Salgado (filho do protagonista) e pelo genial cineasta Wim Wenders, o documentário ganhou milhares de fãs mundo à fora e definitivamente trouxe à luz o nome do espetacular ser humano que é Sebastião Salgado.

O Sal da Terra tudo mais é que a história do mundo por um brasileiro que conheceu o mundo. Cada depoimento tem um clima de emoção que transporta para as cadeiras dos sortudos que puderem conferir esse trabalho no cinema. Emocionante também é a narração e depoimento de Wim Wenders, que muitas vezes se rende em falas emocionadas ao grande protagonista desse seu novo filme. Na conclusão, podemos cravar com toda nossa emoção que viver é descobrir pessoas, afinal: as pessoas são o sal da terra! Bravo!

 

O Astronauta Tupy

Cada ser tem sonhos à sua maneira. Um ser solo que esbarra com os coletivos. Cronista do seu tempo. Tijucano. Observador da cidade que nasceu, suas belezas e as diversas questões que assolam seu Rio principalmente a polarização das ideias que nesses tempos presente comandam o modo de pensar da maioria dos cariocas. Dirigido por Pedro Bronz, o documentário O Astronauta Tupy conta de maneira leve e agradável, através de arte de Pedro Luís, suas escolhas, momentos, seu mosaico de ritmos, através de relatos do mesmo, amigos, vídeos de gravações e de depoimentos de outras épocas. Do Humaitá à Lapa, Da Zona Norte à Zona Sul, somos testemunhas em poucos mais de 90 minutos de como esse músico alimenta seu coração louco como uma máquina de escrever.

Amigos de longa data lembram de momentos, canções de um passado que é mantido vivo pela arte. As parcerias com Fernanda Abreu, Ney Matogrosso e até mesmo o tremendão Erasmo Carlos, outro tijucano musical, geram ótimos duetos acústicos modelados em fragmentos de canções atemporais na sua voz ou/e na voz dos outros, tendo o Rio de Janeiro como paisagem.

 

Cássia

Os discos jogados num quarto repleto de quadros e violões, ah… e aquele allstar azul ao lado do de cano alto. Como um furacão de emoções, dramas e muita verdade, emociona a todos esse espetacular documentário, Cássia. Dirigido pelo excelente diretor Paulo Henrique Fontenelle, que a cada novo projeto vem brindando os cinéfilos com trabalhos fabulosos (como foi em Dossiê Jango), tentamos decifrar os segredos e a timidez de uma artista que marcou seu nome na história não só pela música mas nas conquistas importantes que conquistou, também quando se foi. O filme é pura emoção e bate aquela vontade de bater palmas de pé quando já emocionados vemos as letrinhas dos créditos subirem.

De Nirvana à Piaf. De Buarque ao blues. Um alcance vocal único. Um ícone da música brasileira. Música é uma coisa bela que toca lá dentro. E não temos dúvidas de que Cássia cumpriu seu objetivo, tocou profundamente e se tornou inesquecível em nossos corações.

 

Rumo

O que é a palavra dentro da canção? No início da década de 80, a ditadura emergia e as produções musicais em SP, origem do grupo que vamos conhecer ou redescobrir nesse documentário, se encontravam nos porões do teatro Lira Paulistana. Com Músicas declamadas, Poesias sociais, reflexivas, sobre a vida e momentos de muitas estradas, o grupo Rumo começava a surgir. Por meio de depoimentos dos integrantes, as histórias, as ideias, o início, vamos conhecendo melhor esses sonhadores, quase teóricos, da música brasileira. Interessante documentário dirigido pela dupla de cineastas Flavio Frederico e Mariana Pamplona.

O início do grupo é bem explicado, com divertidos depoimentos de seus integrantes, quase todos vivos até hoje. De peculiar, um exemplo são os debates sobre as canções, após inesquecíveis shows na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), no início da carreira. De vez em quando buscavam simetrias em canções de outros, como em uma música de Noel Rosa inclusive. Esse documentário é quase um grande aulão sobre o cenário da música brasileira em décadas passadas e mais profundamente de maneira simples e explicativa navegamos pelos fundamentos da linguagem da música popular, até da arte teatral, aliada a um humor que fazia um elo com os sambas dos anos 30.

 

Raul – O Início, o Fim e o Meio

Em uma época onde o rock era a música que afirmava um poder fictício aos jovens, surgia no cenário mundial aquele que virou uma lenda, Raul Seixas. Dirigido pelo competente Wálter Carvalho, Raul: O Começo, o Fim, o Meio, é um documentário divertido e emocionante que narra a trajetória do eterno maluco beleza da música popular brasileira.

Nesse ótimo documentário fazemos uma viagem na vida profissional e pessoal de Raul. A influência de Elvis Presley, o primeiro grupo (Raulzito e seus Panteras), o disco da virada na carreira (o álbum que tem o clássico “Sociedade Alternativa”), os muitos relacionamentos e depoimentos emocionados preenchem parte das lacunas deixadas pelo ídolo de uma multidão.

 

Todas as Melodias

Se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí…selecionado para a Mostra de Tiradentes 2021, o documentário Todas as Melodias traça um pequeno recorte sobre a vida e algumas das canções de um dos maiores poetas musicais brasileiro, Luiz Melodia. Com roteiro e direção assinado pelo cineasta Marco Abujamra, o projeto, em apenas 90 minutos de projeção, consegue passar muitas emoções, algumas curiosidades e muitas certezas do talento desse artista criado no morro do Estácio que infelizmente faleceu no ano de 2017.

Todas as Melodias é para os fãs e também para quem gosta de um bom e objetivo documentário para aprender mais sobre um alguém tão especial. Quando o amor ‘tá quase mudo’, sua voz nunca deixou de mostrar estar viva.

 

Currais

O silêncio apaga tudo. Um homem, sua Kombi e suas buscas por respostas da história de seu avô, a reconstrução da memória de uma região, por quem ainda se lembra dessa época terrível, fatos que parte da elite se esforça em ocultar. As margens de uma estrada de ferro e no alto do sertão morriam centenas de pessoas nos chamados campos de concentração (os currais do governo), lugares criados no início da década de 30, sob conhecimento do governo federal, onde flagelados da seca eram tratados com indiferença e discriminação pela elite que já morava na cidade de Fortaleza. Escrito e dirigido pela dupla de cineastas David Aguiar e Sabina Colares, modelado em uma mistura entre documentário e ficção, Currais apresenta relatos impactantes, impressionantes, surpreendentes, além de fotos antigas mostrando o que as palavras dizem ao longo dos cerca de 90 minutos de projeção.

Depois que você assiste a esse documentário, é muito difícil de tirá-lo da memória. Pensar que uma cidade se ergueu sob suor e sangue é assustador. Nosso país é enorme. Tantas histórias…e muitas delas desoladoras, tristes. Como um ser humano pode fazer isso com outro ser humano? Um capitalismo desenfreado, um elitismo esnobe e arrogante, entendemos o reflexo dessas atitudes até os tempos atuais se formos comparar com a questão social das favelas, pessoas que vivem à margem de uma sociedade privilegiada. O filme abre espaço também para mostrar a religião ganhando contornos culturais através dos devotos das almas da barragem. Um documentário/ficção arrebatador que diz muito sobre a história de nosso país.

10 séries viciantes que você defende como se fossem da família

Existem aquelas séries que moram em nossos corações – e que defendemos, não importa o que falem. Alguns desses projetos levamos conosco durante grande parte da vida, com memórias que voltam de vez em quando e nos lembram momentos das nossas histórias. Pensando em algumas obras capazes de causar esse impacto em quem assiste, segue abaixo uma lista de séries viciantes que você defende como se fossem da família:

 

Cavaleiros do Zodíaco

Criada por Masami Kurumada, como um mangá que logo fez sucesso, Cavaleiros do Zodiaco não demorou muito e já virou um anime que até hoje é lembrado por várias gerações. Na história cheia de capítulos impactantes, conhecemos a saga de alguns cavaleiros que precisam defender a reencarnação da Deusa Atena.

 

Lost (Disney Plus)

Um dos grandes fenômenos da televisão, Lost, entre os anos de 2004 e 2010, ganhou nossa curiosidade com 121 episódios intrigantes que nos surpreendia frequentemente com enormes revelações. Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que sobrevivem a queda do avião que estavam e vão parar em uma ilha misteriosa.

 

The Closer

Uma das grandes séries de sucesso do início dos anos 2000 conhecemos a detetive Brenda Johnson (brilhantemente interpretada por Kyra Sedgwick), treinada pela CIA, especialista em interrogatórios, que vai para Los Angeles para comandar uma unidade de homicídios e precisa diariamente mostrar seu valor.

 

Nip/Tuck

Lançada em 2003 e com impactantes seis temporadas, em Nip/Tuck, somos apresentados aos conflitos de dois cirurgiões plásticos que atendem em Miami. Criado por Ryan Murphy.

 

Jericho

Lançada quase 20 anos atrás, e até hoje sem o reconhecimento que merece, Jericho nos mostra o isolamento de uma cidade sem saberem o que acontece no resto do mundo, culminando em confrontos e fortes dramas entre os personagens.

 

One Tree Hill (Prime Video)

Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar, focado em dois irmãos de mesmo pai que se odeiam, One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos. Criada por Mark Schwahn e protagonizado pelos atores: Chad Michael Murray, Sophia Bush, James Lafferty e Hilarie Burton.

 

Gilmore Girls (Netflix)

Os dramas e conflitos de uma mãe e uma filha que vivem em uma cidadezinha dos Estados Unidos contornam a essência de Gilmore Girls. Protagonizado por Lauren Graham e Alexis Bledel o seriado estreou no ano de 2000 e teve sete temporada.

 

Prison Break (Disney Plus)

A fuga da prisão mais conhecida do universo das séries – talvez a primeira temporada mais impactante da história quando pensamos em séries de ação e aventura. Na trama, conhecemos um engenheiro de sucesso que possui apenas um plano de vida: tirar o irmão, que foi condenado à morte, de uma prisão de segurança máxima. Para tal, ele tatua a planta da prisão em seu corpo. Imperdível! Criada por Paul T. Scheuring.

 

24 Horas (Prime Video)

Uma das maiores séries de ação e espionagem da história do universo do entretenimento, 24 Horas conta a história de Jack Bauer (Kiefer Sutherland), imbatível agente da unidade antiterrorista, que em 24 horas do seu dia precisa encontrar soluções para dezenas de situações que chegam em seu caminho.

 

Dawson’s Creek (Sony One)

Lançado cerca de 24 anos atrás, com roteiro e criação de Kevin Williamson (roteirista/criador da saga Pânico) Dawson’s Creek é um drama adolescente que envolve questões sobre família, amizade, primeiros amores, escolhas, tudo isso gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek) e seus amigos.

 

Psicose 3 (1986) – Continuação esquecida Completa 35 anos e está em cartaz na Netflix

“Deus não existe!”. É com esta frase impactante que Anthony Perkins abre seu filme de estreia como diretor. A cena em questão revela uma freira noviça que se encontra em estado suicida no topo de uma torre de sino de igreja. A introdução termina com a queda para morte de uma madre superiora que estava tentando trazer a noviça de volta à razão. O momento é clara referência ao mentor de Perkins, Alfred Hitchcock, em especial Um Corpo que Cai (Vertigo, 1958). Aqui falamos de Psicose 3 (1986), que completa 35 anos de seu lançamento em 2021 e está atualmente em cartaz como parte do acervo da Netflix – se tornando uma peça essencial para a curiosidade dos cinéfilos e aficionados por suspense e terror.

A verdade é que a maioria dos cinéfilos descarta completamente da existência as continuações do clássico atemporal Psicose (1960), do mestre Alfred Hitchcock. Para a maioria, Psicose é uma obra única, com começo, meio e fim, e cuja história começa e termina no filme contido do mestre do suspense. Justo. Por anos eu agi da mesma forma, considerando as sequências indignas e meros caça-níqueis. Porém, um segundo pensamento é o de que toda e qualquer produção cinematográfica é uma forma de arte; e seus realizadores possuem uma proposta por trás de cada trabalho. A arte igualmente ali existe e quem ama verdadeiramente ela, pode ao menos praticar um exercício de tentar compreendê-la. Ou os motivos que levaram à sua confecção.

Existem também os que sequer tinham conhecimento de que Psicose de fato gerou continuações. E não apenas uma, mas três sequências. A primeira, Psicose 2 (1983), lançada 23 anos depois do original, é considerada a melhor delas. É basicamente o clássico de Hitchcock trazido para os anos 1980, ou seja, mesmo ainda apostando em elementos altamente eletrizantes de suspense, funciona muito como “cria” de sua década. Aqui, porém, iremos adereçar a segunda continuação Psicose 3, lançada no dia 2 de julho de 1986 – três anos após o sucesso de Psicose 2 que, com um orçamento de US$5 milhões, levou o público aos montes ao cinema arrecadando mais de US$34 milhões de bilheteria. Assim, a continuação da história de Norman Bates, ainda mais depois do gancho deixado ao desfecho do anterior, era uma jogada óbvia da Universal Pictures, estúdio detentor dos direitos da franquia.

Norman Bates, o psicopata vivido por Anthony Perkins, definitivamente se tornou um dos maiores personagens da história do cinema, e um de seus maiores vilões também. Capitalizar em seu sucesso foi uma decisão acertada, ao menos num aspecto financeiro. É interessante perceber como mais de vinte anos passados da obra original, o personagem clássico continuou despertando interesse do grande público, que fez da primeira sequência, um sucesso absoluto.

Norman Bates (Anthony Perkins) continua como objeto de interesse dos fãs dos thrillers.

O terceiro filme marcaria a estreia do ator Anthony Perkins como diretor. Como dito, Perkins foi transformado num nome reconhecível na indústria de Hollywood devido ao filme do colega Hitchcock. Nada mais justo do que em sua estreia como realizador, Perkins homenageasse o grande diretor, falecido em 1980. Ao lado do roteirista Charles Edward Pogue, que no mesmo ano entregaria o bem sucedido roteiro do remake de A Mosca (1986), de David Cronenberg, Perkins homenageia Hitchcock logo em sua cena de abertura, remetendo o cenário e a queda de um personagem para a morte de um lugar alto, ao citado Um Corpo que Cai. É curioso pensar na abertura de um filme de Psicose com outro filme do clássico cineasta – é como se duas de suas obras se encontrassem num único universo. Porém, assim como o detetive Scottie Ferguson (de James Stewart), a personagem Maureen Coyle (Diana Scarwid), a tal freira noviça, fica traumatizada pelo evento durante toda a projeção.

O que acomete Maureen, no entanto, não é o medo de altura, mas sim a perda da fé em Deus e em sua religiosidade. Perdida e basicamente escorraçada do convento, ela vai passando por etapas de provação. A primeira, quando aceita carona do pervertido Duane Duke (Jeff Fahey) e quase é estuprada pelo sujeito sórdido. Depois, ao se hospedar no famoso Bates Motel, regido novamente pelo Norman de Perkins, logo na primeira noite, quando de cara viria a se tornar vítima de sua “mãe”, algo inusitado acontece, que subverte de forma criativa a “jogada ensaiada”.

Flashbacks do passado. Perkins homenageia Hitchcock, mas subverte o esperado pelo roteiro.

Antes devemos dizer que a personagem Maureen Coyle foi criada para ser um espelhamento da clássica Marion Crane, a mulher no chuveiro na cena icônica de Psicose, interpretada por Janet Leigh. Até mesmo as iniciais repetidas, M.C., são criadas como forma de provocação para Norman, além é claro, da similaridade física de ambas as mulheres – loiras, de cabelo curtinho. Norman havia desejado Marion, e sua “mãe” a elimina. O mesmo ocorreria com Maureen, não fosse por uma guinada interessante. Antes que a mulher pudesse levar a primeira facada, ao abrir a cortina do chuveiro, a “mãe” percebe que Maureen chegou antes na investida de tirar sua própria vida: está deitada na banheira cheia, banhada pelo próprio sangue após ter cortado os pulsos, num ato extremo de desespero. A cena é muito boa por dois aspectos. Primeiro, porque a visão da violência prévia surpreende a “mãe”, que é automaticamente expurgada do corpo de Norman e de sua “missão”. E segundo, porque em seu estado de “limbo” entre a vida e a morte, Maureen vê naquela figura diante dela, a virgem Maria salvadora – em mais uma analogia religiosa.

A “mãe” de Norman está de volta! E mais furiosa do que nunca.

Norman de fato a salva, e a leva para o hospital. Assim, a mulher agora passa a ter gratidão pelo seu quase assassino, enquanto trabalha para reconstituir sua fé. Ao mesmo tempo, o roteiro trabalha aspectos não tão interessantes da trama, como a participação mais efetiva do degenerado Duke na história – que termina aceitando um trabalho no mesmo Bates Motel -, e de uma repórter “abelhuda” chamada Tracy Venable, papel de Roberta Maxwell.

Uma das questões que chama atenção negativamente em Psicose 3 é seu mergulho vertiginoso no teor lascivo que eram os filmes de terror slasher dos anos 80. Tudo bem que quando o primeiro Psicose foi lançado lá em 1960, Alfred Hitchcock foi muito acusado de trabalhar com um material vulgar e abaixo de seu talento. Era como um “mergulho no lixo” para o mestre do suspense. Repelindo essa negatividade, mesmo dono de conteúdo para lá de mórbido, o terror de Hitchcock se tornou seu filme mais emblemático. E talvez essa fosse a proposta do discípulo Anthony Perkins aqui – fazer seu próprio filme de “baixo calão”.

Os novos personagens: o pervertido Duke (Jeff Fahey) e a noviça sem fé Maureen (Diana Scarwid).

Psicose 3 aposta no sexo e nudez, providos por uma atriz especialista neste tipo de teor: Juliette Cummins. A bela atriz ruiva aparece pouco no filme, no papel da prostituta Red, que Duke pega num bar. Mas sua cena é o que aproxima Psicose 3 de vez aos slasher da época, como se descesse de vez do pedestal que ainda mantinha até o encerramento do segundo filme. Cummins participou, por exemplo, de produções “B” de terror, como Massacre 2 (1987) e Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo (1985). E aqui, além de topar marcar a franquia com sua cena de nudez, ainda realiza uma cena sem uso de dublê, ao ser jogada para fora do quarto de Duke nua – podemos notar que é a própria atriz sendo arremessada de forma violenta e se estatelando no chão. Além da nudez de Cummins, Perkins também queria filmar o nu frontal de Jeff Fahey na cena tórrida entre Duke e Red. O ator, porém, não se sentiu confortável para tal e o trecho foi reconfigurado com Fahey usando duas luminárias para esconder suas partes íntimas. Esteticamente, rendeu algo mais “artístico”.

O Bates Motel continua alvo de situações bizarras e misteriosas.

Antes de vir a falecer aos 60 anos, pouco tempo após o lançamento do quarto filme (em 1990), Anthony Perkins, que era um ator assumidamente gay na indústria, revelou em uma entrevista que não estava apto para a tarefa de direção neste filme. Levando em conta que esta era sua estreia atrás das câmeras. Apesar de na época ter tirado “onda” com parte de sua equipe técnica ao exibir seu conhecimento com os equipamentos de filmagens, Perkins afirmou nesta entrevista específica que seu conhecimento técnico era limitado. Anthony Perkins descobriu que era soro positivo e que havia contraído HIV, durante as filmagens de Psicose 3.

O ator até tentou trazer o diretor de Psicose 2, Richard Franklin, para co-dirigir o terceiro filme ao seu lado, sem sucesso. Curiosamente, uma das fontes de inspiração para o clima que Perkins desejava imprimir ao terceiro longa, além dos filmes de Hitchcock, é claro, foi Gosto de Sangue (Blood Simple, 1984), primeiro filme dos irmãos Coen. Antes da produção começar, Perkins inclusive fez questão de levar todo o elenco e a equipe técnica para uma sessão da obra dos irmãos Joel e Ethan. E isso cria toda uma nova analogia interessante de ligação entre essas obras e universos.

Mergulhado na insanidade. Norman Bates faz as pazes com sua loucura plena, após um breve vislumbre de uma vida normal.

No fim das contas, Psicose 3 se tornou o irmão “trash” dos outros dois filmes anteriores, sem conseguir emular sequer o teor detetivesco e repleto de reviravoltas que foi a segunda entrada nesta franquia. Mas não foi por não tentar. No texto original providenciado por Pogue, o roteirista revelou que a trama traria Duke como um imitador, reproduzindo os crimes de Norman por ser obcecado pelo psicopata; e Maureen, ao invés de noviça, seria uma psiquiatra neurótica, enviada para substituir o Dr. Raymond do segundo filme – esse papel havia sido planejado originalmente para Janet Leigh, a vítima do chuveiro no primeiro filme, reprisando na franquia em outro papel. No fim das contas, os executivos da Universal vetaram esta narrativa afirmando que Norman deveria ser o assassino da vez, e que Leigh não era a escolha certa para o papel.

No fim das contas, com os desejos dos executivos atendidos, Psicose 3 (1986) viveu para se tornar o capítulo menos rentável da franquia, arrecadando um pouco mais de US$14 milhões em bilheteria e vindo a encerrar a trajetória da série no cinema – com o quarto episódio sendo lançado direto na TV. De qualquer forma, o longa ressurgiu como cult (assim como os “irmãos” que continuam a jornada de Norman Bates após o clássico absoluto original), tendo seus adeptos. Mesmo que num aspecto de mera curiosidade por ser herdeiro do que é simplesmente o melhor suspense do cinema, Psicose 3 é uma boa pedida para este dia das bruxas na Netflix.

‘Homeland’ é cancelada; 8ª temporada será a última da série

De acordo com o Deadline, a série ‘Homeland‘ terminará após oito temporadas.

Em uma entrevista recente com Howard Stern, a estrela da série, Claire Danes, confirmou o fim da série, “é isso”, disse a atriz.

A produção da temporada final da série começará no segundo semestre deste ano.

Mandy Patinkin, Elizabeth Marvel, Linus Roache, Maury Sterling e Jake Weber completam o elenco.

‘De Pernas pro Ar 3’ ganha novo trailer HILÁRIO; Assista!

De Pernas Pro Ar 3’, continuação da franquia estrelada por Ingrid Guimarães, ganhou um novo trailer hilário.

Assista:

O longa dirigido por Julia Rezende mostra a personagem Alice Segretto vivendo um dilema comum à maioria das mulheres modernas: dividir-se entra a família e o trabalho. O sucesso da rede de lojas Sexy Delícia a leva a um tour pelo mundo e, em meio a tantas idas e vindas, a workaholic percebe que não tem conseguido acompanhar sua família, que também cresceu. Além de João (Bruno Garcia) e Paulinho (Eduardo Mello), os Segretto agora têm mais uma presença marcante: a pequena Clarinha (Duda Batista), de apenas 6 anos, que fica sob os cuidados da fiel Rosa (Cristina Pereira).

Impetuosa, Alice toma uma decisão inusitada. Decide se aposentar e entregar o comando dos negócios para sua mãe, Marion (Denise Weinberg). Mas quando surge uma competidora com potencial para roubar a cena, a vida de Alice fica mais uma vez de pernas pro ar. É a jovem Leona (Samya Pascotto) que vai provocar em Alice a vontade incontrolável de voltar ao mercado de produtos eróticos e retomar seu lugar.

O CinePOP viajou até o Rio de Janeiro para visitar o set de ‘De Pernas pro Ar 3‘ e conversar com a atriz Ingrid Guimarães.

Confira:

O primeiro filme foi lançado em Dezembro de 2010 e arrecadou R$ 31,4 milhões de bilheteria, com público de 3,5 milhões de espectadores. ‘De Pernas pro Ar 2‘ usou praticamente a mesma fórmula do primeiro filme, e conseguiu um público de 4,8 milhões de espectadores.

A comédia será lançada nos cinemas no dia 11 de abril de 2019.

‘História de um Casamento’: Netflix divulga teasers do longa com Scarlett Johansson e Adam Driver

A Netflix divulgou dois novos teasers do drama ‘História de um Casamento‘ (Marriage Story), estrelado por Scarlett Johansson e Adam Driver.

Assista:

O longa foi escrito e dirigido por  Noah Baumbach, que foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo drama ‘A Lula e a Baleia‘.

A produção conta a história de um diretor de palco (Driver) e de sua esposa e atriz (Johansson), que lutam contra um penoso divórcio, que vai levá-los aos seus pontos mais extremos, tanto em termos pessoais como criativos.

O elenco ainda conta com Laura Dern, Ray Liotta, Merritt Wever e Alan Alda.

História de um Casamento‘ ainda não possui data de estreia, mas a previsão é que seja lançado ainda em 2019.