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Paul Thomas Anderson revela que filme pornô foi inspiração para ‘Boogie Nights: Prazer Sem Limites’

O cineasta Paul Thomas Anderson, mente por trás do clássico Boogie Nights: Prazer Sem Limites’, revelou recentemente as inspirações inusitadas para o longa.

Surpreendentemente, a “semente inicial” da obra foi plantada quando ele assistiu ao seu primeiro filme pornô, em uma idade em que era jovem e impressionável demais para tal conteúdo.

De acordo com a Far Out Magazine, Anderson confirmou que sua primeira experiência marcante com a pornografia aconteceu quando ele tinha apenas nove anos.

“É verdade, meu pai foi o primeiro da rua a ter um videocassete”, declarou o diretor, com um misto de orgulho e ironia.

Ele conta que uma das primeiras coisas que fez com a nova tecnologia foi assistir a ‘The Opening of Misty Beethoven’.

“Muito, muito, muito bem feito, um dos melhores. Isso me aterrorizou na época, me assustou de verdade. Um sexo oral era um sexo oral, mas as cenas de sexo eram confusas. Eu estava tentando entender aquilo: isso está no traseiro dela ou o quê?”, relembrou.

Anos depois, o impacto daquela confusão juvenil tomou forma. Aos 17 anos, enquanto assistia TV em seu quarto, Anderson teve um estalo: “Eu estava sentado na minha cama, tinha 17 anos, assistindo TV, e juro por Deus, foi tipo: bang! Dirk Diggler. Ei, esse é um ótimo nome de ator pornô”.

Essa ideia culminou na história protagonizada por Mark Wahlberg, que interpreta Diggler, um jovem que se torna uma superestrela do cinema adulto. Curiosamente, o longa-metragem foi baseado em um curta-metragem no estilo mockumentary (falso documentário) que Anderson escreveu e dirigiu ainda no ensino médio.

Boogie Nights: Prazer Sem Limites’ está disponível na Apple TV.

“Na década de 70, um produtor guia um jovem talentoso rumo ao estrelato na indústria pornográfica. No entanto, com a chegada dos anos 80, a ganância e o egoísmo ameaçam levar tudo à ruína”, diz a sinopse.

Boogie Nights

Diretores de ‘Premonição 6’ irão comandar filme animado focado no Venom

De acordo com o Deadline, Zach Lipovsky e Adam B. Stein, diretores do aclamado ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘, foram contratados para comandarem um novo filme animado do ‘Venom‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela Sony Pictures, responsável pela trilogia live-action estrelada por Tom Hardy.

Amy Pascal, Avi Arad e Matt Tolmach devem retornar como produtores.

O site ainda afirma que Hardy deve retornar em alguma capacidade, mas não foi confirmado se ele dará voz ao seu personagem dos filmes, Eddie Brock.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que a trilogia live-action já arrecadou mais de US$ 1.8 bilhão nas bilheterias mundiais.

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Selton Mello expande horizontes internacionais e estrela novo longa em Paris

selton mello

Após o sucesso absoluto de Ainda Estou Aqui, Selton Mello consolida sua presença no cenário internacional ao protagonizar o longa ‘I Don’t Even Know Who I Was’ (Eu Nem Sei Quem Eu Fui, em tradução livre).

Conforme a Variety, dirigido por João Paulo Miranda Maria e produzido pela francesa Les Valseurs, o filme está sendo rodado atualmente em Paris e promete ser um dos projetos mais ambiciosos da carreira do ator.

“Estou sempre em busca de projetos que me lembrem por que me apaixonei pelo cinema. Aqui em Paris, encontrei os parceiros perfeitos para dar vida a este poema febril, uma delicada meditação sobre o luto e o cinema, filmada em 35mm. João Paulo é um dos cineastas mais fascinantes e talentosos que conheci nos últimos anos, e a Les Valseurs é a produtora ideal, com um instinto notável para criar filmes movidos por força criativa”, afirmou.

O ator ainda destacou que está vivendo um “momento verdadeiramente único e especial” em sua vida, “descobrindo novas culturas e expandindo minha criatividade para novos territórios”.

“Tudo neste projeto é profundamente inspirador, e posso dizer que tem sido um dos maiores desafios artísticos que já abracei: me expressar em quatro idiomas diferentes. Exigiu uma enorme concentração, mas me estimulou de uma forma tão profunda que jamais esquecerei essa experiência”, acrescentou.

Os produtores Justin Pechberty e Damien Megherbi, da Les Valseurs, celebraram a parceria, ressaltando que admiram o trabalho de Selton tanto na atuação quanto na direção.

“Admiramos há muito tempo o trabalho de Selton Mello, tanto como ator quanto como cineasta, e estamos honrados pela confiança que ele depositou no novo e ousado gesto cinematográfico de João Paulo Miranda Maria, celebrou.

Eles definem a obra como um “gesto cinematográfico ousado” que caminha contra a corrente das imagens saturadas da atualidade.

Além deste projeto, Selton Mello concluiu recentemente sua estreia em língua espanhola com o filmeLa Perra, da diretora Dominga Sotomayor, reforçando sua versatilidade e a internacionalização de sua carreira após décadas de protagonismo no cinema brasileiro.

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Shonda Rhimes, criadora de ‘Grey’s Anatomy’, presta homenagem a Eric Dane: “Uma marca inesquecível”

mark sloan eric dane greys anatomy
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Shonda Rhimes, criadora de ‘Grey’s Anatomy’, prestou uma emocionante homenagem a Eric Dane, que deu vida ao icônico Dr. Mark Sloan, após a morte do ator na quinta-feira.

Eric Dane foi um membro querido das famílias Shondaland e Grey’s Anatomy. Ele era um ator verdadeiramente talentoso, cuja interpretação do Dr. Mark Sloan deixou uma marca inesquecível na série e no público ao redor do mundo”, afirmou.

“Somos profundamente gratos pela arte, pelo espírito, pela amizade e pela humanidade que ele compartilhou conosco por tantos anos. Nossos corações estão com sua família, seus entes queridos e todos aqueles que foram tocados por seu trabalho”, acrescentou.

 

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O ator havia sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável que afeta os neurônios motores, resultando em paralisia motora irreversível.

“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA,” declararam seus familiares à revista People. “Ele passou seus últimos dias cercado por amigos queridos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo.”

“Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

Recentemente, ele participou de um episódio de ‘Mentes Extraordinárias‘, interpretando um paciente com ELA, ressaltando sua jornada em conscientizar as pessoas sobre sua luta.

Sucesso nas telinhas, o ator também participou de ‘Charmed‘, ‘Private Practice‘, ‘The Last Ship‘, ‘Contagem Regressiva‘, entre outros seriados.

Com quase cinquenta créditos em sua carreira, ele também estrelou filmes para os cinemas, como ‘X-Men: O Confronto Final‘, ‘Pânico em Alto Mar‘, ‘Burlesque‘, ‘Americana‘, ‘Bad Boys: Até o Fim‘, ‘No Limite da Proteção‘ e o vindouro ‘Segredos Familiares‘.

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‘The ‘Burbs’: Série com Keke Palmer registra a MAIOR estreia da história do Peacock

Sucesso! A série de suspense ‘The ‘Burbs‘, reboot do seriado clássico ‘Meus Vizinhos são um Terror‘, se tornou um enorme sucesso no Peacock.

Estrelada por Keke Palmer, a produção registrou quase um bilhão de minutos assistidos desde o seu lançamento no serviço de streaming.

A série alcançou a maior estreia da história da plataforma, além de ter se tornado o maior lançamento original de qualquer streaming em 2026.

Ambientada em um subúrbio dos dias atuais, a trama segue um jovem casal que retorna para a casa da infância do marido. Logo, o mundo deles vira de cabeça para baixo quando novos vizinhos se mudam para a casa ao lado, trazendo velhos segredos à tona e uma nova ameaça mortal que estilhaça a ilusão de sua vizinhança tranquila.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criado por Celeste Hughey (‘Disque Amiga para Matar’), o seriado ainda conta com roteiro de Rachel Shukert (‘The Handmaid’s Tale’).

Nzingha Stewart (‘Daisy Jones & the Six’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Jack WhitehallJulia DuffyPaula PellMark ProkschKapil Talwalkar.

Crítica | ‘Eu, Gordon Ramsay’ – As facetas do grande Chef

Negócios globais, programas de televisão e um rosto conhecido em grande parte do planeta. Não é de hoje que o britânico Gordon Ramsay vem popularizando a culinária, abrindo as portas para a pulguinha de curiosidade entrar em todas as pessoas que gostam de cozinhar.

Mostrando aspectos da vida pessoal do chef de cozinha, sem deixar de lado seu espírito incansável de empreendedor do ramo culinário, chegou à Netflix a série documental Eu, Gordan Ramsay. De peito aberto, Ramsay compartilha sua vida e experiências ao longo de décadas dedicadas a um dos ramos mais desafiadores ligados à cultura.

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A espinha dorsal do projeto são os preparativos para o maior empreendimento da carreira do chef: não apenas um, mais vários restaurantes em um dos edifícios mais altos do coração londrino, o arranha-céu 22 Bishopsgate. Com esse gatilho, ao longo de seis episódios, chegamos em um retrato equilibrado que apresenta os desafios dos 30 anos de casamento com Tana – com quem tem seis filhos –, sua relação com os herdeiros e a eterna busca por restaurantes requintados, sempre à procura de diferenciais no ramo.

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Expressando valores e tradições em cada prato criado, e mantendo um nível de exigência altíssimo com sua equipe, o experiente profissional – ao longo dos capítulos – traz reflexões sobre sua trajetória até este momento em que, mesmo tendo se tornado um artista do entretenimento, nunca deixou de estar próximo à cozinha.

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Eu, Gordon Ramsay, a princípio, parece um produto de autodivulgação – talvez mais um projeto para ampliar sua visibilidade. No entanto, à medida que vamos assistindo aos episódios – e Gordon ficando mais à vontade – percebemos muita verdade em cada parte que é mostrada, o que pode, inclusive, servir até de incentivo para quem sonha em ingressar nesse ramo tão desafiador.

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Com filmagens que duraram meses e espiaram grande parte desse seu cotidiano, entre o lar e os compromissos da profissão, passeando por seus dezenas de restaurantes espalhados pelo mundo – seja em uma inauguração nas Filipinas, seja em compromissos ligados à parceria que tem com a Formula 1 -, vamos aos poucos buscando decifrar esse intenso personagem, cheio de autenticidade e que fala o que pensa.

Atriz do live-action de ‘Lilo e Stitch’ estrelará novo TERROR slasher de inverno

De acordo com o Deadline, Sydney Agudong (‘Lilo & Stitch’) será a protagonista de ‘Bach Sh*t Crazy‘, terror slasher ambientado durante o inverno.

Na trama…

Um grupo de amigas da faculdade que se reúne para mais um fim de semana de despedida de solteira — desta vez em um luxuoso chalé de esqui que pertence ao noivo riquíssimo da noiva. A madrinha de honra, Maya (Agudong), se afastou da melhor amiga, Evie, cujo reencontro com a ex-namorada malvada da faculdade, Tess, ameaça arruinar a viagem.

Logo, uma competição de caça ao tesouro aumenta a tensão antes de tomar um rumo violento, deixando as mulheres isoladas em uma montanha isolada com um assassino à solta.

O elenco ainda contará com Gillian Bolt (‘Landman’), Thomas Lennon (‘Estranho Casal’), Sydney Cole Alexander (‘Ruptura’), Ashleigh Murray (‘Riverdale’), Lindsey Normington (‘Anora’), Evan Rubin (‘Casa de Dinamite’) e Cody Rigsby.

Josie Andrews comandará o longa, marcando sua estreia diretorial.

O site ainda afirma que Andrews colaborou ao lado de Catie Bolt e Gillian Bolt no roteiro, que é inspirado por situações que ela viveram na vida real.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Ressurreição de Cristo’: Mel Gibson consulta arcebispo excomungado para a sequência de ‘A Paixão de Cristo’

A produção de A Ressurreição de Cristo, aguardada sequência do épicoA Paixão de Cristo, ganhou contornos controversos recentemente.

Segundo informações da Variety, o cineasta Mel Gibson está consultando o excomungado arcebispo Carlo Maria Viganò para o desenvolvimento do longa. Mesmo afastado de suas funções clericais oficiais, Viganò esteve presente no set de filmagens em locações ao sul de Roma.

Viganò, que já serviu como embaixador do Vaticano nos Estados Unidos, foi oficialmente excomungado em 2024 após se recusar a reconhecer a autoridade do Papa Francisco e rejeitar as reformas do Concílio Vaticano II.

O histórico de Viganò é marcado por declarações extremas, tendo se referido repetidamente ao Papa Francisco como um “servo de Satanás” e um “falso profeta”.

Além de sua postura de ruptura com a Igreja moderna, o arcebispo é conhecido por ser um fervoroso apoiador de Donald Trump, crítico ferrenho dos direitos LGBTQ+ e defensor de teorias antivacina.

Mel Gibson, que defendeu publicamente Viganò na época de sua excomunhão, tem recebido contribuições diretas do religioso no roteiro e na visão de A Ressurreição de Cristo’.

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De acordo com o Variety, Jaakko Ohtonen (‘The Last Kingdom’) será o protagonista da aguardada sequência.

O ator finlandês interpretará Jesus Cristo, substituindo Jim Caviezel (‘Som da Liberdade’) do longa original de 2004.

O elenco ainda contará com Mariela Garriga como Maria Madalena; Kasia Smutniak como Maria; Pier Luigi Pasino como Pedro; Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos; e Rupert Everett foi escalado em um papel desconhecido.

Jaakko Ohtonen

Mel Gibson retornará à direção.

A produção será dividida em duas partes: a primeira está programada para a Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a segunda será no Dia da Ascensão, que cai em 6 de maio de 2027.

No Brasil, ainda não tem confirmação de estreia.

Os dois longas seguirão os eventos após A Paixão de Cristo. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.

A Ressurreição de Cristo está em desenvolvimento há quase uma década, e Gibson já afirmou em entrevistas que pretende que Jim Caviezel retorne ao papel de Jesus. A produção deve começar no final do verão de 2026, em locações na Europa.

“Para muitas pessoas ao redor do mundo, ‘A Ressurreição de Cristo’ é o evento cinematográfico mais aguardado de uma geração. É também um filme épico, espetacular e impressionante, que deixará o público ao redor do mundo sem fôlego”, disse Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, ao anunciar em maio que a Lionsgate faria parte do projeto.

“Mel é um dos maiores diretores de nosso tempo, e este projeto é profundamente pessoal para ele, além de ser uma vitrine perfeita para seu talento como cineasta. Minha relação com Mel e Bruce já tem 30 anos, e estou empolgado por me juntar a eles mais uma vez nesse evento histórico para o público”, concluiu.

A Paixão de Cristo’ está disponível no Prime Video.

A Paixão De Cristo

Matthew McConaughey, astro de Interestelar, acredita que Oscar pode criar categorias voltadas à IA no futuro

O astro Matthew McConaughey, estrela deInterestelar, surpreendeu recentemente ao comentar sobre o uso de Inteligência Artificial na atuação, afirmando acreditar que, em breve, a tecnologia chegará às categorias do Oscar.

Durante o evento Town Hall, conforme relatado pela Variety, McConaughey aconselhou jovens estudantes a tomarem a iniciativa e garantirem o controle sobre suas próprias imagens e vozes diante do avanço da IA.

“Isso está chegando. Na verdade, já está aqui”, disse ele. “Não neguem. Não será suficiente ficar de fora e fazer um apelo moral dizendo que é errado. Isso não vai durar, pois há dinheiro demais em jogo e a tecnologia é produtiva demais. Então eu digo: sejam donos de si mesmos. Registrem sua voz e sua imagem para que, quando a tecnologia chegar, ninguém possa roubar vocês”.

Em outro momento, o ator ilustrou seu ponto em uma conversa com Timothée Chalamet sobre direitos de imagem.

“Eles vão ter que chegar até você e dizer: ‘Timothée, eu gostaria que você estivesse na minha festa de 50 anos daqui a cinco meses, nas Bahamas. Eu sei que você não pode estar lá pessoalmente, mas vou projetar você e quero que esteja como seu personagem em ‘Marty Supreme”. Eles podem fazer isso, mas terão que pedir sua permissão. Caso contrário, estarão violando seus direitos. E você terá a chance de agir como sua própria agência e dizer: ‘Sim, por esse valor’. Ou: ‘Não'”, acrescentou.

McConaughey também refletiu sobre a possibilidade de a IA criar novas categorias em premiações:

“Com certeza isso vai invadir nossa categoria. Será que vai virar uma nova categoria? Daqui a cinco anos teremos ‘melhor filme feito por IA’? ‘Melhor ator criado por IA’? Talvez. Acho que pode se tornar uma categoria própria. Isso estará diante de nós de formas que ainda nem percebemos. Vai ficar tão bom que não saberemos diferenciar. Essa é uma das grandes questões agora: o que é realidade. Está mais nebuloso do que nunca, de um jeito empolgante, mas também assustador. Preparem-se. Sejam donos do próprio caminho, para que tenham controle quando isso começar a ultrapassar limites”, destacou.

Timothée Chalamet também participou do debate, afirmando que a Geração Z terá o papel central de ensinar a sociedade a conviver com a tecnologia de forma ética.

“Será uma batalha de todos nós, isso soa confrontador, mas não é essa a intenção, é uma responsabilidade dupla. Infelizmente para a geração de vocês, acho que serão vocês que descobrirão como integrar isso. Há uma grande responsabilidade das pessoas em posições de poder agora, como eu e Matthew, de proteger o caminho para que portas continuem abertas. Alguns dos papéis que consegui no início da carreira talvez nem existissem hoje”, afirmou Chalamet.

O jovem ator ainda acrescentou: “Sinto que caberá à sua geração, e à minha também, descobrir como integrar isso de forma ética, ou até mesmo rejeitar. Mas o lado fatalista em mim sente que isso está chegando. E o lado sonhador pensa: se isso permitir que um jovem de 19 anos produza algo que antes não poderia por causa das barreiras da indústria, então isso é algo positivo. Mas, no fim, não cabe a mim decidir”.

Relembrando a greve do sindicato SAG-AFTRA em 2023, Chalamet destacou que a IA foi uma preocupação central e que, embora as proteções totais não tenham sido alcançadas, a indústria precisará encontrar um equilíbrio.

“Nas últimas negociações do sindicato, que Fran Drescher tentou conduzir, foi complicado. Eles não conseguiram todas as proteções que buscavam. É difícil lutar contra a IA. Seria como quando os cineastas da era do cinema mudo disseram que o som era um erro. Ou quando o cinema em preto e branco virou colorido. Esse seria o argumento dos estúdios”, ressaltou.

Chalamet concluiu dizendo que, embora esteja focado em se preparar para os possíveis riscos da IA, acredita que a indústria encontrará uma forma equilibrada de conviver com a tecnologia.

“Quero manter as portas abertas para vocês. Mas alguém vai descobrir como fazer tudo isso funcionar. Sou extremamente protetor com os atores e artistas desta indústria. E, independentemente de tudo, o que está vindo… está vindo”, concluiu.

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Spin-off de ‘Monarch’ será um “thriller de espionagem” ambientado durante a Guerra Fria

Em entrevista ao Collider, Wyatt Russell (‘Operação Overlord’) revelou o que podemos esperar do derivado de ‘Monarch: Legado de Monstros‘, que promete expandir ainda mais o MonsterVerse.

O ator declarou que a produção, ambientada nos anos 80, terá um tom completamente diferente do que já vimos anteriormente neste universo.

“Acho que as pessoas vão esperar uma coisa e depois pensar: ‘Caramba, isso não é o que eu esperava.’ O derivado vai se aprofundar na experiência de Lee depois que ele surgiu, e como ele foi meio que deixado de lado em 1982, e depois o que acontece depois disso, por que ele é necessário e a missão que ele assume.”

O produtor completa: “Acho que o que vai ser realmente divertido para o público é que, mais uma vez, estamos trabalhando dentro da ideia de que você não precisa ter visto os filmes, nem mesmo ‘Monarch: O Legado dos Monstros’, para curtir a nova série. Vai ser algo com um tom bem diferente do que temos feito. Vai ser um pouco mais focado em diálogos, um pouco mais punk rock. É um thriller de espionagem da Guerra Fria com um toque de suspense.”

A trama acompanhará o Coronel Lee Shaw, um agente americano que, em 1984, partiu em uma missão secreta atrás das linhas inimigas, numa tentativa de impedir que os soviéticos lançassem um novo e aterrorizante Titã, grande o suficiente para destruir os EUA e mudar o rumo da Guerra Fria.

Joby Harold (‘Obi-Wan Kenobi’) servirá como showrunner.

Vale lembrar que a segunda temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros‘ chegará ao serviço de streaming no dia 27 de fevereiro.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

‘A Noiva de Frankenstein’ ganhará cópia de BAIXO orçamento da produtora de ‘Sharknado’; Confira o trailer!

Com o reboot oficial de ‘A Noiva de Frankenstein‘ programado para o dia 5 de março nos cinemas nacionais, a produtora The Asylum se adiantou e já lançou seu próprio mockbuster (uma cópia de baixo orçamento).

Dirigido por Erika Duke, o longa é estrelado por Emma De Maria, Tayla Cecere Nick Launchbury.

Na trama, no dia do casamento do Monstro de Frankenstein, os aldeões se revoltam e o matam. Sua noiva foge, jura vingança contra os responsáveis ​​e, por fim, ressuscita o Monstro, deixando um rastro de sangue por onde passa.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

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Vale lembrar que o reboot oficial será estrelado por Jessie Buckley e Christian Bale.

Maggie Gyllenhaal, indicada ao Oscar pelo seu trabalho em ‘A Filha Perdida‘, é responsável pela direção e roteiro.

O elenco ainda contará com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

‘Melania’: Donald Trump diz que esposa virou “estrela de cinema” após sucesso de documentário

O presidente dos EUA, Donald Trump, não poupou elogios à sua esposa, Melania Trump, após o lançamento do documentário Melania’. O longa-metragem oferece um olhar íntimo sobre a primeira-dama durante os 20 dias que antecederam a segunda posse presidencial de Trump.

Segundo a Variety, o presidente brincou sobre o sucesso da produção ao comentar o novo status de Melania em Hollywood:

“Ela tem um filme muito bem-sucedido agora, o número um. Você consegue acreditar nisso? Uma grande estrela de cinema. Eu sempre digo que isso é um problema, porque não há espaço em uma família para duas estrelas”, afirmou com seu estilo bem-humorado.

Trump declarou estar profundamente orgulhoso e destacou o desempenho comercial da obra, chegando a afirmar que o documentário teria se tornado “o mais vendido em 20 anos”.

O presidente ainda ressaltou o impacto do filme entre o público feminino, alegando que muitas mulheres estariam retornando aos cinemas para assistir à produção múltiplas vezes.

‘Melania’: Rotten Tomatoes nega manipulação em aprovação de 99% do documentário sobre esposa de Donald Trump

Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.

A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.

Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.

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Mike Colter indica retorno como Luke Cage em ‘Demolidor: Renascido’: “Ainda há muita história para contar”

Mike Colter, que interpretou o implacável Luke Cage nas produções da Netflix, voltou a falar sobre a possibilidade de reprisar o herói à prova de balas na segunda temporada de Demolidor: Renascido’.

Conforme relatado pelo ComicBookMovie, o ator abordou recentemente essa chance, deixando poucas dúvidas sobre o seu desejo de retorno.

“Olha, é o seguinte: eu tenho conversado com a Marvel Studios, e a Jessica [Jones] está de volta. Ainda há muita história para contar, e eu acho que seria uma pena eu não aparecer novamente”, afirmou Colter.

Quando questionado diretamente se ainda tinha assuntos inacabados com o personagem, Colter respondeu positivamente:

“Sim, absolutamente. Quando terminei as filmagens de Luke Cage, eu estava pronto para fazer outras coisas. Como ator, estou sempre procurando algo diferente, algo interessante, algo em que eu possa realmente mergulhar, algo que me desafie um pouco e que venha de forma inesperada”, acrescentou.

Vale lembrar que tanto Mike Colter quanto Finn Jones (o Danny Rand/Punho de Ferro) confirmaram, por meio de suas redes sociais, que estiveram em Nova York exatamente no período em que a segunda temporada de Demolidor: Renascido’ estava sendo filmada, o que aumentou drasticamente as expectativas dos fãs por uma reunião dos Heróis de Aluguel no MCU.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

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James Cameron afirma que venda da Warner para Netflix seria “desastrosa” para o cinema

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O cineasta James Cameron manifestou-se duramente contra a proposta de aquisição da Warner Bros. Discovery pela Netflix. Em uma carta enviada ao senador americano Mike Lee, o diretor de Titanic eAvatar afirmou que a transação seria “desastrosa para o negócio cinematográfico voltado às salas de cinema”.

De acordo com o Deadline, o documento é datado de 10 de fevereiro, surgindo poucos dias após o Subcomitê Antitruste do Senado colocar o co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, no centro de debates sobre o futuro cultural e econômico do setor.

Para Cameron, embora Sarandos seja um líder inovador, a filosofia da Netflix colide frontalmente com a preservação das salas de exibição.

Cameron argumenta que a força econômica dos EUA ainda reside em sua exportação cultural. Ele alerta que a retração do mercado, já fragilizado pela pandemia e pelo streaming, será acelerada por essa fusão, gerando um efeito dominó:

  • Fechamento de cinemas e perda de milhares de empregos.
  • Falência de empresas de serviços, como estúdios de efeitos visuais (VFX).
  • Redução na produção de filmes de grande escala.

Confira a carta na íntegra e

“Prezado Presidente Lee,

Obrigado por realizar, na semana passada, a audiência intitulada “Examinando o Impacto Competitivo da Proposta de Transação entre a Netflix e a Warner Bros. Discovery.” Escrevo para apresentar minha perspectiva e solicitar que ela seja incluída no registro da audiência.

Sou um cineasta cujos longas-metragens arrecadaram mais de 10 bilhões de dólares no mercado cinematográfico global ao longo da minha carreira como roteirista, diretor e produtor. Escrevi e dirigi os dois primeiros filmes de O Exterminador do Futuro, além de Aliens – O Resgate, O Segredo do Abismo, True Lies, Titanic e os três filmes de Avatar.

Minha carreira de 44 anos como diretor tem sido focada na criação de filmes para exibição nos cinemas, e acredito fortemente que assistir a filmes nas salas é um pilar importante da nossa cultura, além de ser uma das nossas maiores exportações em termos econômicos. No entanto, o mercado cinematográfico encolheu drasticamente nos últimos anos, cerca de 30%, devido às mudanças nos hábitos de consumo de mídia após a pandemia de Covid e à ascensão simultânea do streaming.

Acredito firmemente que a proposta de venda da Warner Bros. Discovery para a Netflix será desastrosa para o negócio cinematográfico voltado às salas de cinema, ao qual dediquei o trabalho da minha vida. Naturalmente, meus filmes também são exibidos posteriormente em outros formatos, mas meu primeiro amor é o cinema. Fui um dos pioneiros em aprimorar a experiência cinematográfica por meio da criação de sistemas de produção digital em 3D, tecnologias avançadas de efeitos visuais e inovação em exibição com alta taxa de quadros. A exibição nos cinemas é uma parte crítica da minha visão criativa. Eu acredito na tela grande.

O co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, já chamou os cinemas de “um conceito ultrapassado” e uma “ideia antiquada”. Ele também afirmou recentemente: “Levar as pessoas ao cinema simplesmente não é o nosso negócio.” O modelo de negócios da Netflix está diretamente em conflito com o modelo de produção e exibição cinematográfica, que emprega centenas de milhares de americanos. Portanto, também está em conflito direto com o modelo da divisão cinematográfica da Warner Bros., um dos poucos grandes estúdios restantes. A Warner lança aproximadamente 15 filmes por ano nos cinemas, e a já fragilizada comunidade de exibidores depende desesperadamente dessa produção.

Será um duro golpe para a comunidade de exibição, proprietários de cinemas e seus milhares de funcionários, redirecionar essa produção para o streaming neste momento crítico. O Sr. Sarandos é uma boa pessoa e um líder empresarial inteligente e inovador, mas os objetivos de sua empresa são diretamente opostos à saúde do mercado cinematográfico. Essa fusão reduzirá a escolha do consumidor ao diminuir o número de filmes produzidos. Também limitará as opções dos cineastas que buscam estúdios para financiar seus projetos, o que resultará em menos empregos.

Em um filme de Avatar, emprego mais de 3.000 pessoas, muitas delas por até quatro anos. O tipo de filme que faço, grandes produções de ação, ficção científica e fantasia, é caro e depende fortemente de uma comunidade saudável de exibição cinematográfica. Se esses filmes deixarem de ser aprovados porque o mercado encolher ainda mais, algo que a aquisição da Warner Bros. pela Netflix certamente acelerará, muitos empregos serão perdidos. Cinemas fecharão. Menos filmes serão feitos. Empresas prestadoras de serviços, como companhias de efeitos visuais, irão à falência. As perdas de empregos irão se multiplicar.

Em um momento em que o déficit comercial dos Estados Unidos é uma grande preocupação, um dos maiores setores de exportação do país será prejudicado. Sem falar no impacto sobre nossa maior exportação cultural: os filmes. Os Estados Unidos podem não liderar mais na produção de automóveis ou aço, mas ainda são líderes mundiais no cinema. Isso mudará para pior.

O Sr. Sarandos prometeu manter uma janela de exibição nos cinemas de 17 dias. Existem três problemas com isso. Primeiro, 17 dias é ridiculamente pouco. Grandes filmes podem permanecer lucrativos nos cinemas por meses. Todos os três filmes de Avatar, e antes deles Titanic, obtiveram receitas enormes graças a longas permanências em cartaz. Titanic foi o filme número um por 16 semanas, e Avatar por 10 semanas. Avatar permaneceu em cartaz com sucesso por mais de quatro meses.

A maioria dos profissionais da indústria acredita que a janela mínima deveria ser de 45 dias, e muitos defendem 60 dias. Portanto, 17 dias é simbólico e grotescamente insuficiente. Em segundo lugar, prometer um número de dias não significa nada sem também garantir o número de salas. Um grande lançamento normalmente estreia em mais de 3.000 salas simultaneamente no mercado doméstico.

A Netflix realizou apenas alguns lançamentos nos cinemas, geralmente sob pressão de cineastas renomados, e ainda assim em número limitado de salas, principalmente para qualificação ao Oscar. Esses lançamentos não representam a base do negócio de exibição.

Em terceiro lugar, embora a promessa de uma janela de exibição esteja sendo feita agora para acalmar os críticos dessa fusão mal concebida, não há garantia de como a Netflix conduzirá seus negócios no futuro. Esse compromisso pode desaparecer em poucos anos. Que mecanismos garantirão isso? Que órgão administrativo poderá responsabilizá-los caso abandonem esse compromisso? Uma vez que possuam um grande estúdio, isso será irreversível. Esse navio já terá partido, e, como diretor de Titanic, conheço bem navios que navegam e navios que afundam. A experiência cinematográfica pode se tornar um navio afundando.

Existem muitas outras questões relacionadas ao streaming e à transmissão que também devem preocupar este Subcomitê, como a enorme concentração de mercado sob uma única empresa. No entanto, essa não é minha área de especialização.

Sou apenas um humilde fazendeiro de filmes. E vejo minha criatividade e produtividade diretamente ameaçadas por essa venda proposta. Tenho certeza de que muitos na comunidade cinematográfica, roteiristas, produtores, diretores, exibidores, sindicatos, equipes técnicas e prestadores de serviços, concordam comigo. Muitos não se manifestarão publicamente porque a Netflix é um grande empregador.

Mas sei que falo por muitos. Um grande movimento, na verdade. Espero que considerem minhas preocupações ao investigar essa proposta”

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Após a divulgação da carta, o senador Mike Lee confirmou ter recebido manifestações semelhantes de diversos atores e diretores. Diante da pressão de grandes nomes da indústria, o parlamentar indicou que pretende convocar uma nova audiência para aprofundar o debate sobre os riscos da concentração de mercado sob o domínio da Netflix.

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Criador de ‘Euphoria’ presta homenagem a Eric Dane: “Coração partido”

Sam Levinson, criador de Euphoria, prestou recentemente uma homenagem ao ator Eric Dane, que interpretou Cal Jacobs na série da HBO Max, após sua morte na quinta-feira.

“Estou com o coração partido pela perda do nosso querido amigo Eric. Trabalhar com ele foi uma honra. Ser seu amigo foi um presente. A família de Eric está em nossas orações. Que sua memória seja uma bênção”, disse Levinson em comunicado à Variety.

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O ator havia sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável que afeta os neurônios motores, resultando em paralisia motora irreversível.

“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA,” declararam seus familiares à revista People. “Ele passou seus últimos dias cercado por amigos queridos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo.”

“Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

Recentemente, ele participou de um episódio de ‘Mentes Extraordinárias‘, interpretando um paciente com ELA, ressaltando sua jornada em conscientizar as pessoas sobre sua luta.

Sucesso nas telinhas, o ator também participou de ‘Charmed‘, ‘Private Practice‘, ‘The Last Ship‘, ‘Contagem Regressiva‘, entre outros seriados.

Com quase cinquenta créditos em sua carreira, ele também estrelou filmes para os cinemas, como ‘X-Men: O Confronto Final‘, ‘Pânico em Alto Mar‘, ‘Burlesque‘, ‘Americana‘, ‘Bad Boys: Até o Fim‘, ‘No Limite da Proteção‘ e o vindouro ‘Segredos Familiares‘.

mark sloan eric dane greys anatomy

HBO Max presta homenagem a Eric Dane, estrela de ‘Euphoria’: “Incrivelmente talentoso”

A HBO Max utilizou suas redes sociais para prestar uma última homenagem a Eric Dane, ator que faleceu aos 53 anos. Dane foi um dos destaques de ‘Euphoria’, fenômeno da plataforma, onde interpretou o personagem Cal Jacobs.

Em nota oficial, a plataforma declarou:

“Estamos profundamente entristecidos com a notícia do falecimento de Eric Dane. Ele era incrivelmente talentoso, e a HBO teve a sorte de trabalhar com ele durante três temporadas de Euphoria. Nossos pensamentos estão com seus entes queridos neste momento difícil”, escreveu.

 

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Astros de ‘Grey’s Anatomy’ prestam tocantes tributos a Eric Dane: “Ele era luz” Eric Dane 1024x576

O ator havia sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável que afeta os neurônios motores, resultando em paralisia motora irreversível.

“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA,” declararam seus familiares à revista People. “Ele passou seus últimos dias cercado por amigos queridos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo.”

“Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

Recentemente, ele participou de um episódio de ‘Mentes Extraordinárias‘, interpretando um paciente com ELA, ressaltando sua jornada em conscientizar as pessoas sobre sua luta.

Sucesso nas telinhas, o ator também participou de ‘Charmed‘, ‘Private Practice‘, ‘The Last Ship‘, ‘Contagem Regressiva‘, entre outros seriados.

Com quase cinquenta créditos em sua carreira, ele também estrelou filmes para os cinemas, como ‘X-Men: O Confronto Final‘, ‘Pânico em Alto Mar‘, ‘Burlesque‘, ‘Americana‘, ‘Bad Boys: Até o Fim‘, ‘No Limite da Proteção‘ e o vindouro ‘Segredos Familiares‘.

mark sloan eric dane greys anatomy

‘Game of Thrones’: Ned Stark protagonizará derivado da icônica série; Saiba os detalhes!

A icônica franquiaGame of Thrones ganhará em breve um novo derivado, mas em um formato inédito: os palcos. Segundo o ComicBookMovie, a produção estreará este ano no prestigiado teatro da Royal Shakespeare Company, em Stratford-upon-Avon.

Intitulada “The Mad King” (O Rei Louco – tradução livre), a peça vem sendo desenvolvida há anos pelo diretor Dominic Cooke ao lado do dramaturgo Duncan Macmillan, com o envolvimento criativo do próprio George R.R. Martin.

“Ambientada 15 anos antes dos eventos da série original, a trama se passa durante o lendário torneio de justas em Harrenhal. Veremos versões bem mais jovens de personagens icônicos como Ned Stark, Jaime Lannister e Robert Baratheon, além de rostos familiares como Varys em papéis menores”, diz a sinopse.

George R.R. Martin revela ruptura criativa em ‘A Casa do Dragão’: “Esta não é mais a minha história”

“Uma de nossas ambições é criar um espetáculo que funcione tanto para quem não conhece o material quanto para quem conhece, e todos os níveis intermediários. Porque obviamente haverá pessoas que não conhecem a história, e queremos oferecer a elas uma noite satisfatória também”, explica Cooke.

“Então tentamos criar algo contido, mas que também dê aos fãs elementos extras da história que eles ainda não conhecem”, acrescentou.

O foco central promete ser o romance proibido entre Lyanna Stark e Rhaegar Targaryen, descrito por Cooke como uma história ao estilo “Romeu e Julieta”.

Segundo Macmillan, Lyanna é a grande protagonista e o motor de toda a saga.

“ELa é catalisadora de muitos acontecimentos que vêm depois. Na verdade, eu diria que sem Lyanna Stark, não existiria Game of Thrones, afirmou.

Descrevendo Lyanna, Cooke revelou: “Ela é uma excelente espadachim, então não se encaixa no padrão de como as mulheres daquela época deveriam se comportar. Mas ela também é muito intuitiva, muito inteligente e cheia de energia. Ela tem um espírito rebelde e, como todos naquele mundo, se você faz parte dessas grandes famílias, precisa se conformar. E é aí que se torna muito semelhante a Shakespeare”.

Com um elenco majoritariamente na casa dos 20 anos, a peça explorará o amadurecimento desses heróis.

“Os personagens principais, com exceção do rei, estão todos na casa dos 20 anos. Se você pensar no Ned, ele foi interpretado por Sean Bean na série, e agora estamos mostrando ele aos 20 anos. É interessante vê-los como jovens. Parte da essência deste espetáculo é uma história de amadurecimento, de ritos de passagem, de pessoas se tornando quem elas são”, explica Cooke

Game Of Thrones Ned Stark Final Words Revealed

Crítica | ‘A Conexão Sueca’ – A incrível história de um herói improvável chega à Netflix

Apresentando mais um herói improvável do período da Segunda Guerra Mundial, o novo longa-metragem da Netflix, A Conexão Sueca, nos leva de volta ao ano de 1942, quando um funcionário subvalorizado da Ministério das relações exteriores da Suécia percebe algumas brechas na burocracia local e consegue salvar vidas de judeus durante o conflito que marcou o mundo.

Gösta Engzell (Henrik Dorsin) é um pai de família amoroso e diplomata que lidera uma equipe escanteada, recebendo ordens de um ministério importante do governo sueco. Quando as notícias dos horrores provocados pelas ações alemãs contra judeus chegam com forte certeza ao seus ouvidos, ele não hesita em agir. Buscando soluções diante da burocracia de sua nação, que mantém uma posição de neutralidade durante a guerra, Engzell encontra uma brecha nas conexões entre cidadãos suecos que precisam de ajuda, possibilitando o salvamento de milhares de pessoas durante o conflito.

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Com a geopolítica de uma época marcada por tensões políticas na ponta do lápis – reproduzindo de forma precisa esse cenário histórico -, o roteiro desfila sua ironia afiada, sem deixar de meter o dedo em feridas na forma de críticas mordazes ao governo sueco da época. Em seu discurso, circula por temas importantes, como a posição controversa de neutralidade da Suécia em meio ao caos que se seguia pelo mundo por meio do terror nazista, além de histórias pessoais que se entrelaçam à situação central da trama.

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A narrativa tem um ritmo acelerado, buscando dinamismo através de fatos bem documentados que expressam cada ponta de conflito emocional presente entre os personagens. Uma ótima escolha, pois mantém o público em estado de atenção permanente, chegando rapidamente em pontos de reflexões sobre tudo que é apresentado, por meio também de diálogos bem elaborados e uma conjuntura de elementos que proporcionam intensa imersão.

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Escrito e dirigido pela dupla Thérèse Ahlbeck e Marcus Olsson, A Conexão Sueca nos mostra mais uma página de um período que manchou a humanidade, marcado principalmente pelo avanço de ideologias totalitárias. Um filme que aborda de forma inteligente uma situação que se expande para um enorme retrato, com críticas que permanecem contundentes.

‘Psycho Killer’: Terror com atriz de ‘Noites Brutais’ abre com 0% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 15 reviews publicadas até o momento, o terror ‘Psycho Killer‘ abriu com chocantes 0% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral detona basicamente todos os aspectos do longa, principalmente a falta de tensão e originalidade em um filme que se apresenta como um amontoado de clichês roubados de produções melhores.

Psycho Killer

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Psycho Killer’ é, em grande parte, uma coleção de clichês batidos e escolhas ridículas, tudo centrado em um vilão de terror insosso que é uma mistura de outros assassinos melhores.” (Collider)

“Um thriller de terror nada assustador, absurdo e tedioso, com diálogos forçados, atuações fracas, edição truncada e praticamente nenhuma emoção ou suspense palpável.” (NYC Movie Guru)

“Este é um filme estranho; é muito simples para funcionar como um thriller policial, mas também muito tedioso para funcionar como um filme de terror.” (Guardian)

“Seria compreensível pensar que [o diretor Gavin] Polone e o roteirista Andrew Kevin Walker queriam pregar uma peça no público, e não assustá-lo de verdade. Mas não funcionou.” (New York Times)

“Em vez de intensidade e realismo, ‘Psycho Killer’ avança a passos largos por uma trama ilógica e inconsequente, a ponto de induzir à apatia.” (Bloody Disgusting)

“‘Psycho Killer’ é um thriller policial satânico datado e fora de sintonia com a realidade, que falha em explorar sua premissa.” (Dread Central)

“No fim das contas, ‘Psycho Killer’ tem ideias ambiciosas e boas intenções, mas tropeça e cai constantemente ao longo de sua duração, e acaba parecendo bastante ridículo.” (DrumDums)

Já em exibição nos cinemas norte-americanos, o longa ainda não possui previsão para chegar ao Brasil.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O filme marca a estreia diretorial de Gavin PoloneAndrew Kevin Walker assina o roteiro.

Após o assassinato brutal do marido, uma policial rodoviária do Kansas parte em uma jornada para rastrear o criminoso. À medida que a busca avança, ela descobre que o responsável é um serial killer sádico, e a profundidade de sua depravação mental e seus planos sinistros são mais perversos do que qualquer um poderia imaginar.

Georgina CampbellJames Preston RogersGrace DoveLogan MillerMalcolm McDowell estrelam.

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Ghostface está de volta na 2ª parte do clipe de “Twisting The Knife”, canção original de ‘Pânico 7’

A banda de rock Ice Nine Kills lançou, em colaboração com a atriz e cantora Mckenna Grace, uma música inédita para a trilha sonora da aguardada sequência ‘Pânico 7′.

Intitulada “Twisting the Knife”, a canção já está disponível nas principais plataformas de streaming e veio acompanhada de um clipe oficial – cuja segunda parte foi lançada hoje, 20 de fevereiro, trazendo o icônico serial killer Ghostface de volta.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

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