A aguardada sequência ‘Pânico 7‘ recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos no Brasil.
Quando um filme é classificado para maiores de 18 anos no Brasil, não é permitida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados de um responsável.
A restrição para essa faixa etária é absoluta e as leis e políticas de cinemas seguem a legislação brasileira, que proíbe o acesso de menores a conteúdos inadequados para a sua idade
‘Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
“Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo”, revela Kate Hudsonem entrevista exclusiva ao CinePOP, ao lado de Hugh Jackman. A frase, dita em resposta direta a uma pergunta sobre música brasileira, por conta do seu irmão Boston Russell, acaba funcionando como um elo inesperado entre o público do país eSong Sung Blue: Um Sonho a Dois, lançado no Brasil em 29 de janeiro,— um filme atravessado por conexões improváveis e personagens comuns que encontram na música um idioma universal para sobreviver.
Além dos protagonistas da trama, o diretor Craig Brewer participou do bate-papo exclusivo e refletiu sobre o peso emocional da história, a cultura americana de celebração de heróis anônimos e a relação íntima entre música, dor e sobrevivência. Não por acaso, Song Sung Blue rendeu a Kate Hudson sua segunda nomeação ao Oscar, vinte e cinco anos depois de Penny Lane, em Quase Famosos, reunindo Hudson eHugh Jackman em registros bem distintos daqueles que os tornaram figuras centrais do cinema comercial.
Hugh Jackman e Kate Hudson em entrevista exclusiva com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ Youtube)
Eternamente associada às comédias românticas dos anos 2000, Kate Hudson revela aqui uma potência vocal e dramática raramente explorada. Hugh Jackman, por sua vez, mundialmente reconhecido pelo corpo indestrutível e pela fúria contida de Logan, surge propositalmente envelhecido, dessaturado de glamour. Ambos são moldados para parecer personagens que o tempo e a vida já desgastaram — uma escolha que desloca o foco do carisma das estrelas para a dignidade silenciosa de Mike e Claire.
A música como abrigo emocional
Letícia Alassë (CinePOP): É um enorme prazer falar com vocês. Vocês estão incríveis.
Letícia: Claro que não é surpresa, já que acompanho a carreira de vocês. Kate, lembro de você em Quase Famosos, Como Perder um Homem em 10 Dias… e Hugh, O Rei do Show é espetacular.
Minha pergunta é: vocês chegaram a conhecer Claire ou a interagir com os filhos dela para ajudar a construir seus personagens?
Kate Hudson: Tivemos muita sorte de conhecer Rachel, a filha. Ela foi central para o Craig desde o início. Para mim e para o Hugh, ela trouxe muita cor emocional sobre como era a relação com os pais e com o padrasto. Conhecer Claire também foi um presente — ter esse acesso mudou tudo para mim.
Hugh Jackman: Claire e Rachel estiveram muito presentes no set. Claire me trazia pequenos presentes todos os dias. No primeiro dia, ela me deu um cordão de Mike; e o último dia, ela me deu o colete original dele, aquele com lantejoulas da bandeira americana. Foi muito simbólico. Eles estavam realmente investidos na história.
Letícia: E, para nós que somos estrangeiros, Sweet Caroline, do Neil Diamond, é um hino para as pessoas dos Estados Unidos. Qual é a relação de vocês com essa música?
Kate Hudson: Acho que todo mundo já viveu pelo menos uma experiência com essa música. Seja em karaokês, casamentos, bar mitzvahs… é aquela canção que sempre termina com todo mundo cantando junto.
Hugh Jackman: No mundo inteiro, na verdade. Na Austrália é gigante. Em estádios, corridas… vi um vídeo outro dia com 120 mil pessoas cantando juntas, bebendo e celebrando juntos. Não cantam Sweet Caroline no Carnaval? Letícia: Não (risos), não no carnaval. Conhecemos a canção, mas não como nos Estados Unidos, em todos casamentos… Kate Hudson: Vamos fazer isso acontecer. Quando conhecemos o Neil Diamond, descobrimos que até a família dele mantém o ritual. Se alguém diz “so good”, todos respondem “so good, so good”. Eles mantêm isso vivo até em casa.
Letícia: A música no filme ajuda os personagens a atravessarem questões como alcoolismo e depressão. Vocês têm alguma canção que recorrem em momentos difíceis?
Kate Hudson:Fake Plastic Trees (Radiohead), River (Joni Mitchell) e Don’t Think Twice, It’s Alright. (Bob Dylan)
Hugh Jackman:Beautiful World, do Colin Hay, e Tenterfield Saddler, do Peter Allen.
Letícia: E música brasileira para festa, vocês conhecem?
Kate Hudson: Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo, só não sei dizer os nomes.
Momento engraçado durante a entrevista entre Hugh Jackman e Kate Hudson (Foto: reprodução/ Youtube)
Letícia: Rapidinho, uma recomendação: Lineker é uma das maiores cantoras do Brasil hoje. Ela acabou de ganhar um Grammy Latino [entrevista realizada em novembro].
Minutos depois, a conversa muda de tom. Sai o corpo dos intérpretes, entra o olhar de quem rege. Craig Brewer surge como o maestro desse musical de superação, articulando uma trajetória autoral que sempre encontrou na música e nos personagens à margem seu eixo dramático.
O contadores de histórias extraordinárias
Dentro de uma filmografia muito específica do cinema americano recente, de Ritmo de Um Sonho (2005) a Meu Nome é Dolemite(2019) passando por Footloose – Ritmo Contagiante(2011), Brewer construiu uma carreira marcada por personagens à margem, movidos por música, desejo de reconhecimento e uma fé quase obstinada na própria voz.
Craig Brewer em entrevista com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ YouTube)
Mais do que um diretor interessado em performances intensas, o cineasta se mostra um raro caçador de histórias capaz de identificar, em trajetórias aparentemente pequenas, um potencial cinematográfico genuíno. Em Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, essa sensibilidade reaparece e a escolha de Hugh Jackman e Kate Hudson são certeiras.
Letícia: Crescer em Memphis, cercado por figuras como Elvis Presley, B.B. King e Johnny Cash, influenciou sua sensibilidade para contar histórias como essa, sobre pessoas comuns que acabam ganhando o mundo?
Craig Brewer: Quando você vive e ama Memphis, Tennessee, precisa entender o que realmente tornou aquela música tão grande — e o que criou o rock’n’roll. Eram pessoas sem dinheiro, sem poder, tentando sobreviver. Esse ambiente gerou o blues, o country, e tudo isso colidiu em jovens que conviviam entre culturas diferentes, como Elvis, que cresceu próximo de músicos como B.B. King.
Estar nesse lugar é entender que a grande arte nasce da luta. Quando vi o documentário sobre Mike e Claire [homônimo de Greg Kohs], senti imediatamente que os conhecia. Sei qual é essa batalha porque tenho muitos amigos que amam música, mas estão longe de ser ricos ou famosos. Eles lutam para pagar o aluguel.
E, ali, estava esse casal tentando criar uma família, sendo apenas uma banda tributo, tentando entreter pessoas. Tragédia após tragédia, obstáculo após obstáculo, e mesmo assim eles continuavam. E continuavam também um pelo outro. Achei ali uma história de amor surpreendentemente refrescante, algo que eu não via no cinema há muito tempo.
Letícia: Muitos acontecimentos parecem inacreditáveis, mas são reais. Houve algo que você precisou romantizar ou reorganizar para funcionar melhor no cinema?
Craig Brewer: Conversei com a família desde o início sobre a necessidade de sermos criativos. Não acho que haja nada que seja exatamente falso, mas certamente peguei eventos de momentos diferentes e os reorganizei, intensificando emoções.
Um exemplo: a Rachel, filha deles, me contou que quando chegou ao hospital após o acidente da mãe, o pai confidenciou que estava tendo um ataque cardíaco. Pensei no peso absurdo disso para uma adolescente — a mãe gravemente ferida e, diante dela, o pai passando mal.
No filme, isso virou um momento em que personagens que nem sempre estavam em harmonia se unem em uma situação extrema, quando ela precisa salvá-lo com o desfibrilador. Tudo parte de algo real, sempre ancorado na verdade, mas com liberdade criativa na forma de contar.
Letícia: Gostaria de ter mais tempo para conversar, mas por enquanto só posso parabenizá-lo. E espero que, no futuro, você conte também uma história ligada à música brasileira.
Depois de 25 anos, Kate Hudson é indicada ao Oscar novamente.
Longe de se tornar um fenômeno de bilheteria, o filme parece ter encontrado seu público de maneira silenciosa, sustentado mais pelo boca a boca e pela curiosidade em torno de seus protagonistas do que por um impulso comercial consistente. Há algo coerente nessa trajetória discreta: a própria história que ele conta rejeita a lógica do sucesso estrondoso e se alinha a uma ideia mais íntima de reconhecimento, aquela que nasce da persistência e do afeto, não do espetáculo.
É esse contraste que torna simbólica a nomeação que colocouSong Sung Blue: Um Sonho a Dois noradar do Oscar 2026. Mesmo com chances reduzidas diante de atuações mais arrebatadoras da temporada — como a performance amplamente celebrada de Jessie Buckley em Hamnet —, o filme ocupa um lugar curioso na corrida: menos como favorito, mais como sinal de um trabalho contínuo de valorização artística, liderado por Kate Hudson e sustentado por uma campanha discreta, mas consistente. O longa deCraig Brewerparece, portanto, ecoar o destino de seus próprios personagens: talvez não alcance o palco principal, mas insiste em cantar até o último acorde.
Assista a entrevista completa com Hugh e Kate no Youtube:
A máxima “capitalismo selvagem” tem um fundo de verdade. Essa forma de economia, da qual participa a maior parte dos países do mundo, é um sistema que está sempre favorecendo a empresa, o rico, a classe abastada, e, frequentemente, buscando formas de explorar ainda mais a mão de obra. É assim que se gera lucro e riqueza em quantidades. Já vimos isso em inúmeros filmes e séries, mas não da forma tão visceralmente humana e global como a apresentada em ‘A Única Saída’, longa coreano em cartaz nos cinemas.
Man-su (Lee Byung-hun, o Frontman de ‘Round 6’) acaba de ser demitido. Depois de anos se dedicando com afinco à indústria de celulose, a sua empresa acaba de ser comprada por uma multinacional estadunidense, que realizou demissão em massa afinal, o consumo de papel caiu drasticamente com o aumento dos aparelhos eletrônicos. Desesperado, com uma hipoteca para pagar, dois filhos pequenos (sendo um, autista), dois cachorros e uma esposa que largara tudo no passado para cuidar dos filhos, Man-su não consegue encontrar solução para sua situação…até que tem uma grande ideia: em breve a empresa deverá contratar um gerente geral para ocupar o cargo, e, pelos seus cálculos, só há cinco candidatos possíveis para ocupar a posição. Assim, para resolver seu problema e garantir seu sustento, Man-su deverá eliminar cada um dos possíveis candidatos, literalmente.
Recheado de crítica social, que é o fio condutor de ‘A Única Saída’, o longa de Park Chan-wook faz uso do drama, do suspense, do fino humor inteligente e até mesmo do surrealismo (que beira a histeria) para construir situações de crescente tensão que fazem o espectador não só se solidarizar com esse protagonista, mas também a entender (e, de certa forma, justificar) as escolhas que ele faz para encontrar a tal única saída para a sua vida. Não é fácil ser desempregado, provedor da família e com idade avançada num mundo que não se importa com o humano, apenas com o lucro.
Daí a beleza do roteiro de Park Chan-wook, Donald E. Westlake e Lee Kyoung-mi, que não se furtam de usar até mesmo a violência para contar a saga desesperada de um pai procurando uma saída para um problema crônico que não deveria existir, não fosse os sistemas econômicos que descartam a mão de obra. Assim, mesmo se passando na Coreia, todas as inquietações, até mesmo as mais bobas, são totalmente pulsantes e enquadradas de maneira muito criativa por uma direção de fotografia inspirada.
O que pega um pouco no filme é sua duração – 2 horas e 20 minutos – que pesam no espectador principalmente pela cadência ritmada dos diálogos e pela sensação de repetição das tramas. Com toda sua experiência com ‘Oldboy’, o diretor Park Chan-wook poderia ter dado uma enxugada nas resoluções da saga do protagonista, que acabam tomando grande parte do desenvolvimento do filme.
Balanceando gêneros com uma linguagem totalmente universal, humana e contemporânea, ‘A Única Saída’ é um filmaço escondido no circuito, um retrato do CLT que é descartado pelo sistema ao sabor do capitalismo. Um retrato social do que os jovens adultos estão enfrentando hoje, e do futuro sombrio que pode se instalar se as relações trabalhistas não forem revistas. Filme para ver e ficar muito tempo refletindo depois.
Lançando luz sobre um clássico jogo de espionagem que se molda através de uma configuração familiar com seus segredos, chegou de mansinho à NetflixUnfamiliar, uma série alemã de seis episódios, com um recheio generoso de personagens ambíguos, traições, segredos, amantes e reviravoltas – daquele tipo que prende a atenção e dá vontade de maratonar.
No aniversário de 16 anos da filha, dois agentes da BND (Serviço Federal de Inteligência da Alemanha) dado como mortos – Meret (Susanne Wolff) e Simon (Felix Kramer) – são contatados por um homem misterioso. Esse primeiro movimento daria início ao caos na vida do casal. A ligação com uma missão realizada uma década e meia atrás na Bielorrússia – e todos os mistérios que a cercam – é o ponto de partida para chegarmos em revelações importantes, desencadeando uma cadeia de ações e consequências.
Criado por Paul Coates, a trama, que se desenrola toda em Berlim, é bem amarrada e atravessa aos poucos os segredos do passado, que se tornam peças importantes dos conflitos do presente. O uso do flashback – um elemento bem utilizado em ‘voltas ao passado’ – é moderado, preservando a fluidez da narrativa sem desacelerar o ritmo.
Separando muito bem – e encontrando atalhos para criar paralelos – entre o conflito familiar e o caos que se instaura no lado profissional dos personagens, esse projeto surpreende a cada novo episódio, um melhor que o outro. Tudo começa bem embaralhado, principalmente com o episódio piloto que apresenta as primeiras pistas sem muitas explicações. Mas, a partir do segundo capítulo, a narrativa ganha um equilíbrio, com fatos marcantes que nos prendem à história.
‘Desconfiança’ é uma palavra bastante lembrada quando percebemos sobre o que é essa trama. O discurso do roteiro se constrói em cima de um casal de espiões precisando superar conflitos como família provocados por ações de anos atrás – até mesmo para tentar salvar seu casamento. À medida que esse contexto se expande, a manipulação, a vigilância, as alianças na corda bamba e a velha conhecida ambiguidade moral começam a aparecer nos episódios.
Pra quem curte uma boa obra sobre espionagem, Unfamiliaré uma escolha certeira. Mesmo com seu final totalmente aberto – que remete à iminência de uma segunda temporada – vale a pena embarcar nessa história, que deixa um leve gostinho de quero mais.
Apesar da trilogia ter sido gravada simultaneamente, a atriz confirmou que a produção passou por refilmagens para melhorar a narrativa – em consequência direta ao feedback recebido do público.
“Nós filmamos o terceiro filme [antes do primeiro], mas, para ser honesta, deixamos cerca de 80% do filme original fora do corte final. Nós passamos por refilmagens para melhorar o terceiro filme; gravamos por 15 dias em 2025.”
Ela completa, “A cena do motel e da igreja foram acrescentadas após as refilmagens. A cena da igreja foi criada para intensificar essa química estranha entre a Maya e o Gregory, que nós percebemos que existia enquanto editávamos o segundo filme.”
Vale lembrar que o capítulo final arrecadou apenas US$ 3.4 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa a pior abertura da história da franquia, ficando abaixo do segundo capítulo da trilogia (US$5.8M).
Para termos de comparação, o longa original, de 2008, estreou com US$ 20.9 milhões no território norte-americano; a sequência, ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘, abriu com US$ 10.4 milhões; e o primeiro capítulo da nova trilogia estreou com US$ 11.8 milhões.
Com apenas 18% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota D do público no CinemaScore – o que representa a pior média de aprovação da história da saga.
No Brasil, o longa está programado para estrear no dia 9 de Abril.
No capítulo final, Maya enfrenta os assassinos mascarados pela última vez em um brutal acerto de contas, mas antes ela precisa se juntar a eles para conseguir escapar de uma vez por todas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de maio.
Além de dirigir, Almodóvar também assina o roteiro do longa.
Elsa é uma diretora de publicidade cuja mãe morre durante um longo feriado de dezembro. Ela se joga no trabalho como forma de escape, sem perceber que está se privando do tempo para o luto. Seu ritmo implacável é interrompido quando um ataque de pânico a obriga a fazer uma pausa. Seu parceiro, Bonifácio, torna-se sua âncora neste momento de crise. Elsa decide viajar para a ilha de Lanzarote com sua amiga Patricia, que também busca fugir de Madri, enquanto Bonifácio fica na cidade.
A história desses três personagens, e de vários outros, corre paralela à do roteirista e diretor de cinema Raúl Durán, entrelaçando ficção e realidade. ‘Amarga Navidad’ explora como a vida e a ficção estão inseparavelmente ligadas, às vezes de forma dolorosa.
De acordo com o Deadline, Sandra Bernhard (‘American Horror Story: NYC’) foi confirmada no elenco da 4ª temporada da aclamada série antológica ‘The White Lotus‘.
Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.
Quase sempre, quando queremos sentar no sofá, relaxar e assistir a um filme alguma coisa acontece. E, quando temos irmãos dividindo a mesma televisão, a confusão é praticamente certa! Para você que passa por essa situação com frequência, que tal convencer o restante de sua família – ou pelo menos aquela parte que sempre te apurrinha – a assistir aos mesmos filmes que você?
Abaixo, segue uma lista de filmes variados para você parar de brigar pelo controle da tv e transformar o momento em um convite para assistir junto:
Uma jovem apaixonada por surf está na Austrália em busca de se encontrar. Poucas horas após conhecer o que parece ser o homem de sua vida, ela é sequestrada por um psicopata obcecado por tubarões.
64 casas, 32 peças, milhões de combinações. Esse é o xadrez: um jogo fascinante, repleto de possibilidades. Dentro desse universo, no início da década de 1980, surgiu na Hungria uma jovem jogadora que viria a se tornar um verdadeiro fenômeno desse jogo de raciocínio lógico e estratégico.
A trama acompanha Zoe (Lily James), uma documentarista independente na casa dos 30 anos que priorizou a carreira em detrimento da vida amorosa. Ao decidir registrar o casamento arranjado de seu vizinho de infância, Kaz (Shazad Latif), um oncologista fiel às tradições paquistanesas de sua família, Zoe passa a revisitar suas próprias escolhas e a enxergar, com mais sensibilidade, os caminhos e sinais que a vida insiste em oferecer.
O filme retrata a mirabolante trajetória de Donald Stellwag, um homem que passou quase dez anos preso por um crime que não cometeu e que, anos depois, volta a se ver no centro de uma nova acusação — desta vez, por um crime que pode ou não ter cometido.
Carla (Leonie Benesch) é uma professora recém-chegada a uma escola que, após um dos seus alunos ser acusado de roubo, precisa lidar com um problema atrás do outro, gerando uma série de constrangimentos que colocam no centro dos debates o sistema de educação e todos aqueles que fazem parte dele.
Finbar, um assassino de aluguel marcado por um passado amargo, começa a repensar suas escolhas após a morte da esposa. Vivendo em uma vila de poucos habitantes, ele decide enfim se aposentar. No entanto, a chegada de um grupo ligado ao IRA abala essa tentativa de redenção e o obriga a revisitar questões que acreditava ter deixado para trás.
A partir de uma inquietação e também curiosidade de um consolidado cineasta brasileiro, o fascinante documentário Criaturas da Mente vai ao encontro das possibilidades de preenchimento de lacunas, onde um universo fascinante logo se abre. Imerso em um curioso paradoxo – no qual um cineasta não consegue mais sonhar -, Marcelo Gomes encontra o neurocientista Sidarta Ribeiro e, juntos, abrem diálogos que traçam profundos paralelos entre o cinema e os sonhos.
Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams) formam um casal competitivo e apaixonado que se conheceu durante um jogo de perguntas e respostas. Desde então, transformaram as noites semanais com amigos em verdadeiras maratonas de desafios. Tudo muda quando Brooks (Kyle Chandler), o irmão de Max, surge organizando uma partida especial. Mas a diversão vira confusão quando ele é sequestrado por homens encapuzados.
O projeto é inspirado no clássico jogo de tabuleiro Hipopótamos Comilões.
O premiado artista Dan Martin (‘Possessor’, ‘Piscina Infinita’) cuidará dos efeitos especiais do longa ao lado da companhia de VFX Magic Dust VFX (‘True Detective’ e ‘One Piece’).
Ry Barrett reprisa seu papel como Johnny, o vingativo morto-vivo que desperta após ter seu medalhão de ouro roubado.
Desta vez, o cenário de horror se desloca para um acampamento de verão. A trama acompanha um jovem campista excluído que é forçado a passar a noite com sua irmã, uma das conselheiras do local, e os amigos dela durante a festa de encerramento da temporada.
O elenco conta com nomes como Lucas Nguyen, Olivia Scriven, Laurie Babin, Fionn Laird, Donald MacLean Jr. e Evan Marsh.
A equipe criativa permanece liderada pelo roteirista Chris Nash, com produção de Peter Kuplowsky e Shannon Hanmer. Os fundadores da Charades prometem uma experiência ainda mais visceral que a original:
“É um filme movido por uma nova visão, com mais mortes, mais sangue e, esperamos, ainda mais icônico”, afirmaram Carole Baraton, Pierre Mazars e Yohann Comte.
O produtor Peter Kuplowsky destacou a parceria de longa data com a Charades e antecipou o tom da sequência:
“Estamos entusiasmados que eles continuem apreciando nossas delícias sangrentas do gênero. Além disso, com esta sequência, os fãs podem esperar um aumento exponencial da velha ultraviolência, com um gancho distinto, mas ainda em colisão com as tradições clássicas dos slashers”, concluiu.
Chris Nash retornará à direção.
Em ‘Natureza Violenta‘, quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…
O cineasta Paul Thomas Anderson e o compositor Jonny Greenwood solicitaram formalmente a remoção de uma faixa da trilha sonora do filme ‘Trama Fantasma’ (2017) do documentário ‘Melania’, produzido pela Amazon MGM Studios.
A obra é focada na trajetória de Melania Trump, esposa do ex-presidente Donald Trump.
“Fomos informados de que uma peça musical de Phantom Thread foi utilizada no documentário Melania”, disseram os dois em comunicado, conforme o Deadline.
Eles ressaltaram que, embora Greenwood não detenha os direitos autorais da trilha, o contrato do compositor com a Universal prevê que ele deve ser consultado sobre o uso por terceiros, o que não ocorreu neste caso.
“Como resultado, Jonny e Paul Thomas Anderson pediram que a música fosse removida do documentário”, diz a nota.
Até o momento, a Amazon MGM não se pronunciou oficialmente sobre a solicitação.
Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.
A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.
Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.
A sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3‘ ganhou novas artes conceituais.
As imagens destacam o novo visual do vilão titular, que foi criado pela Millennium FX – estúdio de maquiagem responsável por ‘Primata‘ e ‘O Vingador Tóxico‘.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de setembro, pela Imagem Filmes.
O terceiro filme contará com um orçamento maior do que as iterações anteriores, e deve introduzir novos personagens do universo do Ursinho Pooh, como o coelho Abel, os Efalantes e os Woozles.
Richard Stanley (‘A Cor que Caiu do Espaço’) assina o roteiro.
“Estou muito animado em me juntar à equipe criativa como roteirista no terceiro filme desta amada e sangrenta franquia, que ajudou a revitalizar a produção independente de filmes no Reino Unido. O Bosque dos Cem Acres nunca mais será o mesmo,” declarou o roteirista.
Scott Chambers, produtor dos dois primeiros filmes e diretor de ‘Peter Pan: Pesadelo na Terra do Nunca‘, assume o comando do próximo capítulo – substituindo Rhys Frake-Waterfield, que retorna apenas como produtor.
A aguardada sequência ‘Pânico 7‘ ganhou um novo teaser.
O vídeo revela cenas inéditas da abertura do longa, destacando a personagem da Michelle Randolph (‘Landman’) recebendo uma ligação e sendo atacada pelo Ghostface.
‘Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
Os astros Lady Gaga eRicky Martin utilizaram suas redes sociais para exaltarBad Bunny após sua participação histórica no show do intervalo do Super Bowl. Os dois artistas não pouparam elogios ao “Rei do Latin Trap”, demonstrando carinho e gratidão pela oportunidade de compartilhar o palco.
Ricky Martinescreveu em espanhol no seu Instagram que precisaria de várias horas para processar o “tsunami de emoções”.
“Eles precisam me dar várias horas para que eu consiga entender o tsunami de emoções que estou sentindo. Obrigado, Bad Bunny, obrigado, Lady Gaga, obrigada à NFL, à Rock Nation e à Apple Music”, escreveu.
Lady Gaga, que fez uma aparição surpresa no palco, também publicou mensagens celebrando o momento.
“Foi uma honra absoluta fazer parte do show do intervalo do Benito. Obrigada, Benito, por me convidar, e obrigada a todo o elenco por me receber no seu palco. Eu não perderia isso por nada no mundo”, escreveu.
“Obrigada, Benito, por me incluir nesta apresentação poderosa, importante e significativa. Sinto-me muito honrada por fazer parte deste momento. Ele é ainda mais especial por ter sido com você, com seu coração lindo e sua música. Todo o meu amor para Benito, Ricky e todo o elenco. Obrigada a Chloe & Chenelle Delgadillo e LUAR pelo meu styling e figurino maravilhosos, Todo o talento e amor de vocês deram vida àquele vestido incrível”, concluiu.
O espetáculo, embora breve, foi um sucesso absoluto de público. A performance de Bad Bunny angariou impressionantes 135,4 milhões de visualizações, consolidando definitivamente seu poder como um dos maiores performers da atualidade.
Trazendo outros olhares para a dor imensurável das tragédias em escolas que atingiram famílias em todo os Estados Unidos, o curta-metragem documental Quartos Vaziosé um belíssimo e comovente filme, construído em meio a uma importante reportagem. Dirigido por Joshua Seftel, o projeto da NETFLIX, indicado ao Oscar 2026, parte do concreto de um registro: dos desabafos de um experiente profissional da comunicação, da emoção dos pais e de imagens que falam por si só.
O jornalista Steve Hartman e o fotógrafo Lou Bopp, vinham produzindo, ao longo de alguns anos, uma reportagem sobre crianças mortas em tiroteios escolares. Faltando três histórias para concluir seu projeto, a ideia é ampliada e se transforma nessa obra documental. Com a permissão dos pais, passam a fotografar os quartos de crianças que perderam a vida em ataques armados em escolas.
Com depoimentos do jornalista, do fotografo e dos pais das crianças, somos conduzidos para uma história de cortar o coração, mas que também deixa belas mensagens sobre o que aqueles lugares significavam para cada uma das crianças e o que representam nos dias de hoje para seus pais. A importância desse registro se torna cada vez maior, quando Steve levanta um ponto crítico ao revisitar a própria carreira e refletir sobre as formas como reportagens sobre tragédias – que levaram a muitos quartos vazios – foram conduzidas ao longo dos anos.
Desde o final da década de 1990, os tiroteios em escolas nos Estados Unidos aumentaram mais de 600% ao ano – um dado alarmante! Esse filme chega para se somar às importantes reflexões sobre políticas de armamento, pauta em constante discussão entre políticos norte-americanos, eleição após eleição. Do Tennessee, passando pelo Texas e chegando à Califórnia, Quartos Vaziosamplia seu alcance ao conscientizar e, em apenas 34 minutos, consegue expor com uma sensibilidade profunda a dor imensurável de famílias que precisam, todos os dias, reaprender a viver.
A exibição contará com a presença do diretor Kevin Williamson e das atrizes Neve Campbell e Isabel May, que farão comentários exclusivos e ainda prometem revelar detalhes sobre os bastidores do sétimo filme.
‘Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
O astro Michael Douglas, vencedor do Oscar de Melhor Ator em 1987 por ‘Wall Street – Poder e Cobiça’, revelou que o diretor Oliver Stone inicialmente detestou tanto sua atuação que chegou a perguntar se ele estava usando drogas durante as filmagens.
“Estávamos terminando a segunda semana de filmagens quando bateram na porta. ‘Ei, Mike, é o Oliver. Posso entrar?’. Eu disse: ‘Claro, pode entrar’. Ele entrou no trailer, sentou-se e perguntou: ‘Você está bem?’. Eu respondi: ‘Sim, estou bem’. Aí ele perguntou: ‘Você está usando drogas?’. Eu disse: ‘Não, não estou usando drogas’. E ele falou: ‘Porque parece que você nunca atuou na vida'”, relembrou o ator.
Douglas contou que não costumava assistir às diárias para avaliar sua performance. “Sou daquele tipo que sempre vê o que está errado ou o que não vai entrar no filme… então não presto muita atenção nas diárias. Aí eu disse: ‘Acho melhor eu dar uma olhada’, e ele respondeu: ‘É, é melhor mesmo'”.
“Então comecei a assistir com muita atenção, de forma bem crítica, e me pareceram muito boas. E eu ficava dizendo: ‘Acho que está muito bom'”, continuou Douglas sobre a retomada das filmagens.
Com o tempo, Stone mudou de opinião e passou a concordar com seu protagonista, que deu vida ao icônico Gordon Gekko ao lado de Charlie Sheen e Daryl Hannah. O longa acompanha a relação entre um jovem corretor da bolsa e um poderoso empresário do mercado financeiro.
“Ele estava disposto a me fazer odiá-lo pelo resto do filme só para me dar aquele empurrão extra”, disse Douglas sobre as críticas iniciais do diretor, que não foram levadas para o lado pessoal. “O histórico de sucesso dele com atores é bastante impressionante. Sou profundamente grato por ele ter me dado o papel e por ter me levado a outro nível”.
O curta-metragem ‘O Drama Menstrual de Jane Austen’ (Jane Austen’s Period Drama), indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem em Live-Action, já tem data para chegar ao público brasileiro.
O filme estreia na próxima sexta-feira, 13 de fevereiro, na plataforma de streaming FILMICCA.
Estrelado por Julia Aks, que também assume o roteiro e a direção, a obra faz uma sátira ao clássico ‘Orgulho e Preconceito’, utilizando situações cômicas para discutir o estigma social em torno da menstruação.
Ambientada na Inglaterra de 1813, a trama acompanha a Srta. Estrogenia no exato momento em que ela menstrua durante um esperado pedido de casamento. O pretendente, Sr. Dickley, confunde o sangue com um ferimento grave, dando início a uma sequência de mal-entendidos e situações absurdas.
O elenco é completado por Samantha Smart, Nicole Alyse Nelson, Hugo Armstrong, Marilyn Brett e Dustin Ingram.
Além de sua indicação ao prêmio da Academia, ‘O Drama Menstrual de Jane Austen’ acumula uma trajetória de sucesso em festivais.
Após sua estreia no 39º Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara, na Califórnia, o curta conquistou outros sete prêmios em diversas premiações nos Estados Unidos, consolidando-se como um dos destaques da temporada.
Os vencedores do Oscar Brendan Fraser e Rachel Weisz estão oficialmente de volta para o quarto filme da franquia de sucesso ‘A Múmia‘.
A Universal Pictures agendou o lançamento do filme nos cinemas para 19 de maio de 2028.
Fraser e Weisz, cuja participação foi noticiada pela primeira vez no outono passado , fecharam acordos para reprisar seus papéis como o aventureiro Rick O’Connell e a egiptóloga Evelyn O’Connell no filme, cujos detalhes da trama estão sendo mantidos — não sem ironia — em segredo.
Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett vão comandar.
Eles manifestaram-se recentemente sobre o aguardado ‘A Múmia 4’, sequência da épica franquia originalmente estrelada por Brendan Fraser eRachel Weisz.
Em entrevista à Empire, a dupla compartilhou expectativas altas para o novo capítulo da saga. Após o sucesso revitalizando a franquia ‘Pânico’, os cineastas explicaram que são criteriosos ao aceitar projetos de grandes estúdios:
“Nosso critério para entrar em outra franquia é que ela precisa parecer especial. E o roteiro de David Coggeshall realmente faz isso. É muito bonito, grandioso, assustador e divertido”, afirmaram os diretores.
Além do envolvimento com o universo das múmias, a dupla comentou sobre suas criações originais. Eles sugeriram que a franquia ‘Casamento Sangrento’ pode se expandir para além da sequência já confirmada, ‘Casamento Sangrento – A Viúva’.
Bettinelli-Olpin provocou os fãs ao dizer que o universo do filme é rico em possibilidades: “Parece que há vários cantinhos onde outras histórias poderiam existir. Não temos um plano específico para explorar nada agora, mas definitivamente há espaço para contar outra história nesse universo”.
Sean Daniel, que já trabalhou nos outros filmes da franquia, está atado como produtor ao lado de William Sherak, James Vanderbilt e Paul Neinstein.
Mais detalhes não foram divulgados.
Lançado em 1999, ‘A Múmia’ nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.
Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommerstransformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel Weisz, Arnold Vosloo, John Hannah e Oded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’ e ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.
Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett manifestaram-se recentemente sobre o aguardado ‘A Múmia 4’, sequência da épica franquia originalmente estrelada por Brendan Fraser eRachel Weisz.
Em entrevista à Empire, a dupla compartilhou expectativas altas para o novo capítulo da saga. Após o sucesso revitalizando a franquia ‘Pânico’, os cineastas explicaram que são criteriosos ao aceitar projetos de grandes estúdios:
“Nosso critério para entrar em outra franquia é que ela precisa parecer especial. E o roteiro de David Coggeshall realmente faz isso. É muito bonito, grandioso, assustador e divertido”, afirmaram os diretores.
Além do envolvimento com o universo das múmias, a dupla comentou sobre suas criações originais. Eles sugeriram que a franquia ‘Casamento Sangrento’ pode se expandir para além da sequência já confirmada, ‘Casamento Sangrento – A Viúva’.
Bettinelli-Olpin provocou os fãs ao dizer que o universo do filme é rico em possibilidades: “Parece que há vários cantinhos onde outras histórias poderiam existir. Não temos um plano específico para explorar nada agora, mas definitivamente há espaço para contar outra história nesse universo”.
Sean Daniel, que já trabalhou nos outros filmes da franquia, está atado como produtor ao lado de William Sherak, James Vanderbilt e Paul Neinstein.
Mais detalhes não foram divulgados.
Lançado em 1999, ‘A Múmia’ nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.
Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommerstransformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel Weisz, Arnold Vosloo, John Hannah e Oded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’ e ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.