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Semana do Cinema: 15 DICAS de Filmes para Assistir com Ingressos à partir de R$ 10

A primeira Semana do Cinema de 2026 começou e vai proporcionar sete dias de preços reduzidos em todo o país.

A promoção vale de 05 a 11 de fevereiro, com ingressos de R$10 (sessões iniciadas antes das 17h) a R$ 12 (demais horários) para todas as sessões tradicionais, incluindo finais de semana – exceto pré-estreias, shows e salas especiais.

Pensando nisso,

 

Socorro!

Socorro!‘ é um filmão dirigido por ninguém menos que o mestre Sam Raimi, retornando ao gênero que tanto ama, e ao cinema um pouco mais autoral, depois de anos em grandes franquias. Quem estrela é Rachel McAdams, no papel de uma funcionária de uma empresa completamente humilhada por seu patrão tóxico. Em uma viagem, o avião cai, e ambos conseguem sobreviver, chegando a uma ilha deserta. Assim como no incrível ‘Triângulo da Tristeza’, a hierarquia de poder muda completamente no novo cenário, e é a mulher menosprezada quem dá as regras agora.

Song Sung Blue: Um Sonho a Dois

Dito um dos filmes mais emocionantes desta temporada, ‘Song Sung Blue’ pode vir a render indicações para ambos Hugh Jackman e Kate Hudson. Eles interpretam o casal da vida real Mike e Claire Sardina, conhecidos por seu nome artístico de ‘Lightining e Thunder’, ou seja, quase como um “Ana raio e Zé trovão”. Eles também são cantores country, que seria o sertanejo dos americanos, especialistas em cover de Neil Diamond. O longa narra a trajetória de suas vidas e carreiras, passando inclusive por algumas tragédias, mas sem nunca perder a motivação.

O Primata

O Primata’ já é uma das grandes surpresas do ano. Ninguém dava muito por um filme sobre um chimpanzé assassino. Daí, as primeiras críticas já começaram a surgir no Rotten Tomatoes, todas extremamente positivas, elogiando o uso de efeitos práticos, o gore do filme e a sua diversão extrema para os aficionados pelo gênero. O filme se encontra atualmente com 92% de aprovação.

A Empregada

Com vibe de ‘A Mão que Balança o Berço’, o filme é protagonizado por Sydeney Sweeney (a it-girl da atualidade), no papel de uma jovem precisando de um emprego. Ela começa a trabalhar na casa de uma família rica. Mas as coisas logo sairão dos trilhos. Amana Seyfried rouba a cena como a matriarca. O filme vem fazendo sucesso no Brasil em sessões de pré-estreia.

(Des)controle

Começamos fevereiro com uma produção nacional, e isso é muito bom. O maior chamariz do primeiro fim de semana do mês é este longa estrelado por Carolina Dieckmann, que aborda um tema muito importante de ser discutido: o alcoolismo. Assim como no recente remake de ‘Vale Tudo’, com a personagem de Heleninha, a protagonista aqui é uma mulher que volta a beber depois de 15 anos sóbria. Mas para pessoas assim, tudo o que basta é o primeiro gole para a vida sair novamente dos trilhos.

O Som da Morte

Fechando as principais estreias do primeiro fim de semana de Fevereiro, os cinemas trazem um agrado para os fãs de terror. O mês de janeiro foi um verdadeiro presente para os fãs do gênero, já que tivemos os elogiadíssimos ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’, ‘Socorro!’ e ‘Primata’. Como dito, este mês chega um dos mais aguardados. Antes disso, ficamos com este ‘O Som da Morte’, que a Paris Filmes traz para os cinemas nacionais. A menina Dafne Keen roubou a cena em ‘Logan’, mas agora é uma jovem mulher, como visto em ‘Deadpool e Wolverine’. Ela protagoniza este longa, sobre um antigo apito Asteca, que emite um som aterrorizante, seguido de uma maldição.

Se eu Tivesse Pernas, eu te Chutaria

Elogiado drama independente, o filme estreou no prestigiado festival de Sundance em 2025 e seguiu para o Festival de Berlim. A história é protagonizada pela talentosa Rose Byrne, como uma mulher com a vida desmoronando ao seu redor. Até mesmo seu terapeuta não parece a ajudar – papel do apresentador Conan O’Brien. O selo da A24, a produtora alternativa queridinha, só ajuda no prestígio.

Agentes Muito Especiais

Férias também é a época de ganharmos produções nacionais com grande apelo de público. Ou seja, isso se traduz nas comédias brasileiras – o gênero que o grande público simplesmente adora. Aqui temos um buddy cop diferente de todos os demais. Esses são policiais parceiros gays, vividos por Marcus Majella e Pedroca Monteiro – que investigam e precisam desmantelar uma quadrilha conhecida como bando da onça. Garantia de diversão. O argumento da história foi escrito pelo saudoso Paulo Gustavo.

Família de Aluguel

Agora vamos de um filme que pode chegar até o Oscar 2026. ‘Família de Aluguel’ é a nova produção estrelada pelo vencedor do Oscar Brendan Fraser. Ele interpreta um ator contratado para se tornar garoto propaganda em um negócio familiar, em Tóquio, no Japão. Enquanto interpreta, ele também termina se afeiçoando e mudando a vida desta família – neste típico feel good que aquece o coração.

Extermínio: O Templo dos Ossos

O Templo dos Ossos’ é a continuação direta de ‘Extermínio: A Evolução’, e estreia com menos de um ano do anterior. Desta vez o filme é encabeçado por Ralph Fiennes, e a direção fica com Nia DaCosta, mas a produção segue com Danny Boyle. O plano é por uma trilogia, assim ainda não foi divulgado se teremos o retorno de Cillian Muprhy como Jim neste longa ou no próximo, que promete encerrar a nova trinca de filmes.

Hamnet: A Vida Depois de Hamlet

Por falar em filmes do Oscar, nenhum é tão garantido de figurar entre os indicados quanto ‘Hamnet’. Considerado o drama lacrimoso do ano, este é o novo trabalho da cineasta Chloe Zhao, vencedora do Oscar por ‘Nomadland’. Aqui, descobrimos a verdade por trás da criação de Hamlet, uma das peças mais famosas da carreira do dramaturgo William Shakespeare (Paul Mescal), e como foi pessoal para ele escrever tal história. Mas quem rouba o show é mesmo Jessie Buckley no papel de sua esposa Agnes.

O Beijo da Mulher-Aranha

Todo ano temos também aqueles filmes que miram no Oscar, até despertam certo falatório de indicações, mas terminam de mãos abanando. Este ano, um que deve ocupar essa vaga, infelizmente, é esta nova versão de ‘O Beijo da Mulher-Aranha’, baseado tanto no livro original, quanto na produção musical dos palcos. É claro que também temos o filme original de 1985, dirigido pelo saudoso Hector Babenco, e estrelado por William Hurt, Raul Julia e Sonia Braga. Na nova versão, quem brilha é Jennifer Lopez, e aposta tudo em seu desempenho, visando o Oscar. É claro que apesar de neste momento estar fora do radar, tudo pode acontecer.

Justiça Artificial

Esta ficção científica estrelada pelo astro Chris Pratt me surpreendeu. Em um futuro no qual a tecnologia da inteligência artificial é a juíza que pode condenar à sentença de morte os criminosos, ele vive um policial que precisa provar a inocência no assassinato de sua própria esposa.

Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno

A franquia ‘Silent Hill’ também deu as caras em nova versão no início de 2026. Baseada em um videogame cult sobre uma cidade amaldiçoada e repleta de criaturas monstruosas, o game já recebeu duas outras adaptações anteriores para as telonas. Essa é a terceira, estrelada por Jeremy Irvine, e dirigida por Christophe Gans, diretor francês do filme original.

A Única Saída

Esse é o novo trabalho do cultuado cineasta sul-coreano Park Chan-wook, o mesmo do icônico ‘Oldboy’ e de ‘A Criada’. Ainda no rastro de seu elogiado último trabalho, ‘Decisão de Partir’, o diretor lança agora ‘A Única Saída’, filme que, embora não venha sendo muito mencionado para a época de indicações para o Oscar, pode sair com uma nomeação na categoria de melhor produção estrangeira. Ele foi o escolhido da Coreia do Sul para a vaga. A história mostra um homem indo até as últimas consequências para conseguir um emprego, depois de anos sem trabalho.

Pixar 40 anos | Conheça o passado e vislumbre o futuro do estúdio de animação mais revolucionário de Hollywood

Nesta semana, a Pixar Animation Studios completou 40 anos de fundação, mas sua história começa muito antes daquele dia 3 de fevereiro de 1986. Ela nasceu de uma iniciativa do empresário Alexander Schure, em 1974, que uniu um quarteto de cientistas da computação para criar o Laboratório de Computação Gráfica de sua universidade, o Instituto de Tecnologia de Nova York. Ele juntou Ed Catmull, Malcolm Blanchard, Alvy Ray Smith e David DiFrancesco para tentarem desenvolver uma tecnologia capaz de realizar seu sonho de produzir o primeiro longa-metragem completamente animado por computador, algo considerado impossível até então.

O quarteto recebeu muitos investimentos e começou a trabalhar nesses computadores, que chamaram a atenção de duas lendas do cinema: Francis Ford Coppola e George Lucas. Reconhecendo o potencial do trabalho daqueles nerds, os diretores compartilharam suas ambições cinematográficas com eles, que ficaram encantados. Poucos dias depois, George Lucas convidou os rapazes para trabalharem no setor de computação gráfica da Lucasfilm, o Graphics Group. Por lá, eles trabalharam no desenvolvimento de um sistema digital não linear de edição de filme, um sistema digital não linear de edição de som, uma impressora a laser de filme e uma exploração adicional de computação gráfica.

O trabalho do departamento de Ed Catmull chamou atenção de George Lucas. Foto: Divulgação/ Pixar.

Nos primeiros anos da década de 1980, o time trouxe a vida a famosa sequência do “Efeito Gênesis” em Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982), que mostrava um planeta vazio ganhando vida vegetal em uma rotação. Ao final de 1983, um jovem John Lasseter foi contratado como freelancer, mas agarrou a oportunidade e acabou revolucionando de vez a história do setor. Ele trouxe à vida As Aventuras de André & Wally B. (1984), o primeiro curta-metragem completamente animado em computador.

Esse curta não apenas mostrou ao mundo que a animação 3D era possível, como também foi responsável por mostrar à diretoria que era necessário ter alguém voltado para trabalhar não só na parte técnica da animação, mas também no roteiro, tendo um cuidado especial para trabalhar a história dos personagens retratados em tela.

“Todas as imagens na animação eram criadas pelas mesmas pessoas que faziam o software. Era como ir a um museu onde os quadros eram feitos pelas pessoas que fabricavam as telas e os pincéis”, disse Lasseter nos bastidores do DVD Pixar Short Films.

Diante dessa proposta, John começou a trabalhar no projeto e teve de seguir as ordens de simplicidade solicitadas pela diretoria. Mas, para isso, ele decidiu se espelhar na criação de outro ícone: o Mickey Mouse.

“As Aventuras de André & Wally B.” mostrou ao mundo que era possível contar histórias com a tecnologia da animação em 3D. Foto: Divulgação/ Pixar.

Ed Catmull e Alvy Ray Smith [fundadores da Pixar] me pediram para pensar em como seria o visual de um personagem feito com formas geométricas simples. Esferas, cones, cilindros, caixas… Esse tipo de coisa. Mas comecei a ver a simplicidade com que Ub Iwerks fazia os primeiros desenhos do Mickey Mouse. E comecei a desenhar o que acabou sendo o André, um personagem feito com formas simples”, contou John.

A trama do curta é muito simples. André está andando pelo bosque, quando se surpreende com uma abelha enorme e sai correndo. Apenas isso, mas foi o bastante para surpreender o mundo da tecnologia, da publicidade e do cinema.

“‘André & Wally B.’ provou que se podia contar histórias por meio desta mídia. Mesmo que não fosse bem uma história, ela estava lá no curta. E funcionou”, assumiu Craig Good, um dos animadores originais da casa.

John Lasseter e Steve Jobs nos bastidores de Vida de Inseto. Foto: Reprodução.

‘André & Wally B.’ foi lançado oficialmente na SIGGRAPH (Grupo de Interesse Especial em Gráficos e Técnicas Interativas), a “CCXP da tecnologia” da época, onde o público enlouqueceu. Há relatos de gênios da computação terem chorado ao verem a exibição. Então era nítido o caminho que os rapazes deveriam seguir: o cinema. O problema é que aquele curta havia sido produzido pelo computador Pixar (inspirado na palavra Pixel, mas olhando para a versão em espanhol, em que termo significava “criar imagens”), que foi desenvolvido pelo setor. Então, logo de cara, agências do governo americano e equipes médicas se interessaram nesse gerador de imagens e passaram a comprar com eles.

Nesse momento, o que dava retorno financeiro era também o que os impedia de chegar ao sonho do longa animado. Até que, em 1986, um jovem Steve Jobs abriu o bolso e comprou o Graphics Group da Lucasfilm por cerca de 5 milhões de dólares. Sob sua gestão, a empresa adotou de vez o nome Pixar e seguiu trabalhando com o desenvolvimento da animação 3D, porque eles vinham tendo um retorno interessante do mercado publicitário, que apostava em comerciais animados para vender seus produtos. E foi dessas experiências que, também em 1986, surgiu outro marco das animações 3D: Luxo Jr., um curta tão marcante que virou o rosto da Pixar.

Luxo Jr. fez tanto sucesso que acabou virando o mascote do estúdio. Foto: Divulgação/ Pixar.

Com a comprovação de que era possível contar história por imagens computadorizadas, Lasseter queria entregar um curta que fizesse as pessoas sentirem emoções. Era uma estratégia de Jobs, que ainda enxergava a empresa como uma fabricante de computadores e queria mostrar ao mundo o poder das máquinas da Pixar. Sua ideia era incentivar o uso de computadores pelas pessoas comuns, não apenas organizações do governo ou escritórios. Ele queria provar que era possível popularizar as máquinas para o entretenimento e o lazer, uma ideia que surgiu antes dele ser afastado da Apple, após o fracasso do primeiro Mac.

Então, Lasseter veio com a ideia do curta da lâmpada, o que exigiu um trabalho intenso para os animadores, que precisariam desenvolver uma tecnologia que permitisse modelar virtualmente um objeto que projetasse luz e sombra próprios. Com essa nova tecnologia, eles prepararam o projeto e guardaram o melhor para o fim. Além de ter uma “luminária bebê” aparecendo na história, ela ainda pularia e murcharia uma bola de brinquedo.

Luxo Jr. foi lançado oficialmente na SIGGRAPH daquele ano. A reação dos animadores, nerds, publicitários e cientistas que estavam presentes no auditório foi descrita como “animalesca”. Nos primeiros segundos, quando viram a lâmpada projetando luz e o efeito das sombras, o público foi à loucura. Quando a lâmpada bebê apareceu, houve mais gritos e aplausos. Quando o pequeno Luxo Jr. saltou sobre a bolinha, se equilibrou e murchou o brinquedo, o auditório se tornou um zoológico.

Segundo o próprio John Lasseter, o que mais chamou atenção foi que as pessoas vinham até ele para falar não sobre a tecnologia, mas sobre a história. As pessoas queriam saber se a lâmpada adulta era a mãe ou o pai da miudinha. Eles perguntavam de quem era a bola. Era tudo que Lasseter queria. As pessoas sentiram alguma coisa ao ver a história, elas se identificaram, criaram um laço afetivo. Bingo!

A tecnologia criada para dar vida a “Luxo Jr.” transformou o auditório em um “zoológico”. Foto: Divulgação/ Pixar.

O curta foi um sucesso, mas ainda não tinha sido o bastante para realizar o sonho de Steve Jobs. Por outro lado, o sucesso comercial foi intenso. Ainda em 1986, um cliente especialíssimo surgiu: Walt Disney Studios. A Disney comprou computadores da Pixar para ajudar no processo de automatização de técnicas da animação 2D. A primeira obra produzida com essa tecnologia, que digitalizava as tintas pretas dos desenhos, foi Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus.

Em 1987, a Pixar lançou o curta Sonho de Red, que contava uma história praticamente noir sobre um monociclo encalhado em uma loja de bicicletas. Em uma noite chuvosa, ele sonhava em ser comprado por um palhaço e brilhar no picadeiro de um circo com seu talento secreto para o malabarismo. O curta melancólico já não chamou tanta atenção porque se aproximava dos comerciais que eram exibidos na época – feitos pela própria Pixar, diga-se de passagem -, mas foi importante por permitir que os animadores trabalhassem sua visão artística

“A arte desafia a tecnologia, e a tecnologia inspira a arte. E, resumidamente, esse passou a ser o nosso método de trabalho na Pixar”, disse Lasseter. No entanto, Sonho do Red acabou não se destacando tanto quanto o curta anterior. Curiosamente, brinca John Lasseter, o “curta fez muito sucesso na Europa”.

A produção de comerciais passou a ser uma importante fonte de renda justamente porque o sonho de Steve Jobs ainda não havia virado realidade. Com o número de vendas dos computadores não correspondendo às expectativas, o CEO já olhava para o desenvolvimento de softwares como o futuro da companhia, em vez de seus tão sonhados hardwares, mas faltava uma confirmação.

Tin Toy trouxe o primeiro ser humano animado pela Pixar. Além disso, ele inspirou Toy Story. Foto: Divulgação/ Pixar.

Em 1988, o novo curta do estúdio foi lançado: Tin Toy. Utilizando um software de modelagem virtual disponibilizado pela Pixar, o curta contava a história de um homenzinho de lata que enfrentava a maior ameaça possível para um brinquedo: um bebê humano. A ideia surgiu da mente criativa de John Lasseter, que viu o sobrinho bebê escangalhando e sacudindo seus brinquedinhos. Tin Toy foi lançado na SIGGRAPH sem estar finalizado e já deixou o público ansioso, mas o melhor ainda estava por vir: a conquista do Oscar e o nascimento de uma das maiores franquias do cinema.

“[Tin Toy] Foi a primeira animação computadorizada em 3D a ganhar um Oscar. Mas a coisa mais importante que Tin Toy fez foi plantar em nossas cabeças a ideia de que brinquedos poderiam tomar vida e agir pelas costas dos adultos. Daí surgiu a ideia de Toy Story”, afirmou John Lasseter.

A vitória na premiação mais popular do cinema americano transformou Lasseter no Midas das animações. Os principais estúdios queriam o rapaz, que preferiu manter-se fiel a sua equipe e trabalhar para realizar o sonho que fez a Pixar nascer: fazer um longa-metragem animado completamente por computador. Após diversas recusas às propostas da Disney, Lasseter virou o “menino dos olhos” da casa do Mickey, que passou a se aproximar da Pixar, propondo parcerias para produções conjuntas.

Percebendo que o negócio em sua companhia era mesmo as animações e os softwares, Steve Jobs começou a década de 1990 com o fechamento oficial do departamento de hardwares. A Pixar não era mais uma empresa de computadores. Com foco total nos comerciais para TV e na ousada ideia de produzir um especial para TV, o CEO contratou mais animadores, dentre eles um tal de Pete Docter, que viria a dirigir clássicos como Monstros S.A., UP – Altas Aventuras, Divertida Mente e Soul, e que assumiria o cargo de Chefe Criativo da Pixar a partir de 2018.

“Meu primeiro trabalho na Pixar foi em um comercial da Listerine. A garrafa do enxaguante bucal estava lutando boxe. Na época, a Pixar já havia feito uns quatro curtas-metragens, e na minha cabeça, eu entraria na casa para fazer mais curtas. Só que, em vez disso, eu acabei fazendo comerciais de TV, que eventualmente me levaram a trabalhar em um projeto que seria um especial de Natal inicialmente, mas que acabou se transformando no primeiro Toy Story”, contou Docter em entrevista ao BAFTA nesta semana.

“Toy Story” foi a consagração do sonho de Alexander Schure e dos funcionários da Pixar. Foto: Divulgação/ Pixar.

Com a aproximação da Disney, a Pixar conseguiu um contrato para a produção de um especial de natal e a distribuição de “pelo menos um filme completamente animado por computador”. Só que a ideia era testar o formato nesses especiais e só depois, se fosse financeiramente viável, fazer o tal filme. O problema é que esse projeto envolvia um acordo milionário, então a Disney argumentou que “Uma equipe que consegue fazer uma animação computadorizada de 30 minutos é plenamente capaz de fazer uma de 90 minutos”. Os animadores da Pixar passaram a trabalhar em um longa-metragem: Toy Story.

Nesse intervalo, Steve Jobs começou a se apertar. O retorno financeiro da Pixar não era o bastante para fechar a contas, e ele esteve muito próximo a vender a companhia para a Hallmark Cards, que pertencia aos cofundadores da Microsoft, Paul Allen, e da Oracle, Larry Ellison. No entanto, foram as projeções da crítica especializada de cinema, que indicavam o sucesso considerável de Toy Story, que o impediram de vender a Pixar em 1994. Ele decidiu apostar e deu certo.

Toy Story entrou para a história como o primeiro longa-metragem de animação feito completamente por computação gráfica, mas também se consagrou como a segunda maior bilheteria dos cinemas em 1995, perdendo apenas para Duro de Matar – A Vingança. O filme lotou salas de cinema e arrecadou mais de 363 milhões de dólares. O sucesso fez as ações da Pixar dispararem e salvou a empresa da falência. Não tinha mais volta: eles eram um estúdio de cinema. Em 1996, eles fecharam oficialmente o setor de desenvolvimento de comerciais para TV e passaram a trabalhar apenas com produções cinematográficas.

Eles ainda tinham o acordo com a Disney para o lançamento de mais dois filmes, só que o formato do trato irritava Steve Jobs. Não só pela Disney levar a maior parte da bilheteria, mas porque eles ficavam também com os direitos sobre os personagens criados. Começou aí um embate entre as duas diretorias, que resultou em um capítulo muito complexo envolvendo Toy Story 2. Enquanto a Disney queria lançar o filme direto para Home Video, a Pixar queria lançá-lo nos cinemas, o que reduziria as chances de ser tratada como um estúdio voltado para sequências de baixo orçamento, algo que a casa do Mickey fazia com uma incômoda frequência na época.

Leia também: Pixar 40 anos | A história da animadora que “salvou” Toy Story 2 do completo apagamento

Ed Catmull, Steve Jobs e John Lasseter ditaram os rumos da Pixar nos cinemas do mundo. Foto: Reprodução.

Além do desenvolvimento financeiro, esses três primeiros filmes (Toy Story, Vida de Inseto e Toy Story 2) representaram algo ainda mais importante para a Pixar: o desenvolvimento de sua “fórmula” por meio do Grupo de Inteligência da Pixar (Pixar Braintrust). Nesse métodos, os cineastas se reúnem em uma sala, onde deixam de lado seus egos, hierarquias e intrigas pessoais e focam apenas na arte de contar histórias. Eles compartilham seus projetos em andamento e todos podem opinar, dando feedbacks positivos ou negativos, fazendo sugestões do que “tocou seu corações” ou do que eles acreditam que falta para chegar a isso.

Esse processo nasceu em 1994, em uma reunião com as mentes criativas da Pixar em uma cafeteria na Califórnia. Na época, Toy Story estava praticamente pronto e a crítica especializada já projetava o filme como um potencial grande sucesso. Diante desse cenário, John Lasseter, Andrew Stanton, Pete Docter e Joe Ranft saíram para almoçar no Hidden City Café e começaram um processo de brainstorm para decidirem quais seriam os próximos passos do estúdio caso Toy Story desse certo mesmo.

Naquela mesa, os rapazes começaram “vomitar sua ideias” uns sobre os outros. Não havia limitações, não havia julgamentos. Eles apenas conversaram e usaram guardanapos para desenhar as ideias que tinham em mente e que achavam interessantes de serem transformadas em filmes. Dessa conversa, surgiram os rascunhos iniciais de filmes como Wall-EProcurando Nemo, Monstros S.A., Carros e, claro, Vida de Inseto, que foi escolhido para ser o segundo filme do estúdio. A reunião se provou um sucesso ao praticamente definir a primeira década de fenômenos de críticas e bilheterias da Pixar. Por isso o formato foi escolhido e implementado no cerne do estúdio. Antes de um filme ser feito, ele passa por essa roda de debates e sugestões interna, prezando pela primazia das produções.

Lançado em 2004, “Os Incríveis” é considerado um dos maiores sucessos do estúdio. Foto: Divulgação/ Pixar.

Apesar do incômodo com o contrato inicial da parceria, Steve Jobs conseguiu renegociar o contrato com a Disney para fazer mais produções. Porém, em 2004, a Pixar exigiu manter o controle criativo sobre seus personagens, incluindo nos filmes que estavam em produção (Os Incríveis e Carros). A demanda foi considerada inaceitável por Michael Eisner, CEO da Disney, que optou por dar um fim à parceria de tanto sucesso.

Nesse momento, a Pixar virou o principal “pedaço de carne” visado pelos abutres de Hollywood. Os principais estúdios correram atrás do estúdio. No entanto, Jobs não quis abrir conversa com nenhum deles. Seu foco era a Disney. Esse período de negociações resultou no atraso da chegada de Carros aos cinemas. Seu lançamento estava previsto para 2005, mas acabou sendo adiado para 2006. E deu tudo certo, porque o CEO conseguiu retomar negociações com a Disney, que não viu outra alternativa que não comprar a Pixar. Assim, em 2006, após a saída de Eisner, Bob Iger, o novo CEO, assinou a compra do estúdio por impressionantes 7.4 bilhões de dólares. Quem riu de orelha a orelha com essa venda foi o próprio Steve Jobs, que era dono de 49.65% das ações da casa. Além dos bilhões, o empresário ganhou cadeira cativa no conselho de diretores da Disney e passou a ser o homem com mais ações da casa do Mickey, sendo dono de 7% da empresa. A nível de comparação, Roy Edward Disney, diretor emérito da companhia e sobrinho do próprio Walt Disney, detinha “apenas” 1% das ações.

Com a aquisição da Pixar, a Disney promoveu John Lasseter ao cargo de Chefe Criativo do estúdio, ficando abaixo apenas do diretor e do CEO. Dessa forma, Carros chegou aos cinemas com o logo oficial de produção Disney/Pixar. O anúncio da compra causou um verdadeiro choque no mercado, mas foi justificado pela Disney de forma irrefutável. Após uma visita à Disneylândia de Hong Kong, Bob Iger se disse impressionado negativamente pelo desfile dos personagens. Não por uma questão de qualidade ou coisa do tipo. O que aconteceu foi a percepção do CEO de que todos os personagens populares com o público eram muito antigos. A Disney não havia conseguido emplacar novos ícones junto ao público. Ela havia sido superada pela Pixar. Assim, o empresário trouxe os personagens icônicos da Pixar para a casa, enquanto a Walt Disney Animation Studios patinava em busca de novos sucessos. Foi genial!

toy story 3
“Toy Story 3” é considerado por muitos como o melhor longa animado de todos os tempos. Foto: Divulgação/ Pixar.

A Pixar se transformou no principal fenômeno das animações no século XXI, tendo mudado de vez o padrão e a forma de produção desses filmes, fazendo com que outros estúdios corressem atrás de suas próprias animações geradas por computador. Ao longo desses anos, o estúdio lançou 29 filmes, arrecadou mais de 15 bilhões de dólares em bilheteria e conquistou 23 estatuetas do Oscar.

Porém, a partir de 2010, John Lasseter passou a chefiar o departamento de animação da Walt Disney Animation Studios em geral, período considerado um novo renascimento do estúdio, que lançou sucessos como Enrolados, Frozen, Zootopia e Moana. Ele seguiu com seus cargos na Disney até 2018, quando foi exonerado da companhia por denúncias de má-conduta sexual contra funcionários. O escândalo estourou com acusações contra o comportamento de Lasseter, que se desculpou publicamente por ter dado “abraços não permitidos” antes de deixar o cargo. Em reportagem da Variety, foi afirmado que Lasseter já era conhecido internamente por exagerar na bebida nas festas da empresa e que já havia sido repreendido por ser visto aos beijos com uma funcionária durante a festa do Oscar de 2010.

Dessa forma, em 2018, Pete Docter assumiu como novo Chefe Criativo da Pixar. Já na Disney, Jennifer Lee, diretora de Frozen, assumiu o cargo.

No comando criativo da Pixar, Docter acumulou alguns projetos polêmicos, que foram lançados durante a pandemia de Covid-19. Com a dificuldade dos cinemas de recuperarem o público pós-pandemia, a Pixar também foi afetada, apesar de ter lançado alguns clássicos no streaming. E Docter parece ter um fascínio pela tecnologia, tema que marca os lançamentos do estúdio neste ano: Cara de Um, Focinho de Outro e Toy Story 5. Segundo ele, isso é apenas uma coincidência e um reflexo do método de produção de filmes da atualidade.

“Eu não tinha pensado nisso [influência da tecnologia nas tramas], então acho que foi uma grande coincidência. Todo artista tenta refletir o que está vivendo no mundo em seus trabalhos. E acho que isso é algo que está acontecendo na nossa sociedade, esse embate entre brinquedos e a tecnologia, sabe? Meus filhos estão na casa dos 20 anos, então eles vivenciaram o boom da tecnologia, mas ver as crianças de hoje em dia lidando com a tecnologia e como isso virou um desafio para os pais, é interessante. ‘Será que isso é saudável?’, ‘Estou fazendo mal ao meu filho?’. É muito estressante! Então, estamos abordando essa temática no filme de uma forma que, na minha opinião, é muito divertida”, explicou Peter Docter na entrevista ao BAFTA.

Em “Cara de Um, Focinho de Outro”, Mabel transfere sua mente para o corpo de um castor-robô. O filme chega aos cinemas em março de 2026. Foto: Divulgação/ Pixar.

Para Pete Docter, o futuro da Pixar pode ser tão brilhante quanto seu passado, basta que eles consigam superar o desafio da atualidade que é surpreender o público e manter a essência que fez do estúdio um sucesso. Como exemplo, ele citou Gatto, que chegará aos cinemas em março de 2027 e usará um estilo de animação que remonta à aquarela. A ideia é fazer do longa uma pintura viva.

“Estou animado para ‘Gatto’ por muitos motivos. Primeiro porque é uma história excelente. Em segundo lugar, o filme é ambientado em Veneza, que é meio que uma pintura em forma de cidade. Estamos tentando capturar essa estética para criar um filme que se difere do nosso padrão. Ele não é fotorrealista, como costumamos fazer. E acho que estamos chegando em um ponto interessante da história da animação, em que as pessoas cresceram com tantas novidades ao seu redor que agora elas estão procurando por coisas novas. E esse é o nosso grande desafio. Nossos diretores precisam encontrar elementos que façam o público se surpreender com algo nunca visto antes, mas que também consiga compreender e reconhecer sua própria humanidade refletida na tela”, continuou.

“Temos oito filmes em diferentes estágios de produção neste momento, e não estou envolvido na direção de nenhum deles, mas estou muito ansioso para ‘Cara de Um, Focinho de Outro’, nosso próximo filme. Daniel Chong, que trabalhou comigo em ‘Divertida Mente’, que eu dirigi, está trazendo essa história brilhante. É muito engraçado, então espero que todos possam ver nos cinemas, porque é sensacional! E é importante assistir no cinema, poque há momentos que ficam estonteantes na tela grande, com as reações do público”, revelou o cineasta ao BAFTA.

Ao longo desses 40 anos, a Pixar revolucionou e fidelizou milhões de fãs pelo mundo. Com o desafio de manter o alto padrão assumido, o estúdio segue em busca de recuperar o topo das animações nos cinemas. Com projetos mais ousados, fugindo da própria estética que consagrou a casa mundo afora, o futuro da Pixar parece promissor.

Qual sua animação da Pixar favorita? Diga nos comentários!

Conheça o novo suspense CÔMICO da criadora de ‘Derry Girls’ que chega esta semana à Netflix!

De Belfast ao Paraíso é a nova série de suspense cômico da criadora da popular atração Derry GirlsLisa McGee – e a atração chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A produção tem estreia agendada para o dia 12 de fevereiro na plataforma de streaming.

Na trama…

A inteligente e caótica roteirista de TV Saoirse; a glamorosa e estressada mãe de três filhos, Robyn; e a cuidadora confiável e reservada, Dara, formam um grupo inseparável desde a escola. Agora, perto dos quarenta, mas ainda tão próximas como sempre, essas três amigas estão prestes a embarcar na aventura mais emocionante de suas vidas. Quando um e-mail chega, informando-as sobre a morte da quarta integrante do grupo de infância, com quem tinham uma relação conturbada, uma série de eventos misteriosos em seu velório as leva a uma odisseia sombria, perigosa e hilária pela Irlanda e além, enquanto cada uma tenta desvendar a verdade sobre o passado.

Roísín GallagherSinéad Keenan e Caoilfhionn Dunne estrelam.

Tom BasdenArt CampionMichelle FairleyJosh FinanBronagh GallagherDarragh HandArdal O’HanlonNatasha O’KeeffeEmmett J. Scanlan completam o elenco.

A primeira temporada de De Belfast ao Paraíso conta com oito episódios.

Relembre o trailer:

‘Clarissa’: NEON adquire os direitos da nova versão do clássico romance ‘Mrs. Dalloway’

NEON adquiriu os direitos de distribuição mundial de ‘Clarissa’, adaptação contemporânea do clássico romance ‘Mrs. Dalloway’, de Virginia Woolf (via Deadline).

O longa foi rodado em 35mm na Nigéria e dirigido pelos gêmeos Arie e Chuko Esiri.

Sophie Okonedo (‘Hotel Rwanda’), David Oyelowo (‘Selma’), India Amarteifio (‘Rainha Charlotte’), Ayo Edebiri (‘O Urso’), Toheeb Jimoh (‘Ted Lasso’) e Nikki Amuka-Bird (‘Batem à Porta’) estrelam.

A produção acompanha a socialite Clarissa (Okonedo) enquanto ela se prepara para dar uma festa em sua casa em Lagos, na Nigéria, onde reencontra inesperadamente amigas de infância. Ao longo de uma noite, enquanto o grupo relembra o passado em comum, memórias de relacionamentos complexos, amores apaixonados, desejos ocultos e aspirações perdidas dão origem a um acerto de contas agridoce.

Chuko Esiri assina o roteiro. Ele também assume a produção do projeto ao lado de Arie Esiri.

Theresa ParkNicholas WeinstockNina GoldThomas Bassett completam o time de produtores. Okonedo, Dolly Omodolapo Kola-BalogunOsahon OkunboJason Reif entram como produtores executivos.

Mais detalhes não foram divulgados.

Elizabeth Banks e Matthew Macfadyen no trailer da nova dramédia ‘The Miniature Wife’; Confira!

Peacock divulgou o teaser trailer oficial de The Miniature Wife, nova série de comédia dramática estrelada por Elizabeth Banks (‘As Panteras’) e Matthew Macfadyen (‘Succession’).

A produção tem estreia marcada para o dia 9 de abril na plataforma de streaming, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Jennifer AmesSteve Turner.

Baseada no conto homônimo de Manuel González, a trama acompanha Lindy e Les, um casal que, após passar por um acidente tecnológico, começa a reavaliar a dinâmica de poder de seu relacionamento, levando a um confronto dramático na disputa pelo controle do casamento.

O elenco ainda conta com Zoe Lister-JonesSofia RosinskyO-T FagbenleSian CliffordRonny ChiengAasif MandviRong FuTricia Black.

Dez episódios foram encomendados para a 1ª temporada.

‘Yellowjackets’: Nia Sondaya é promovida ao elenco regular da ÚLTIMA temporada

Segundo o DeadlineNia Sondaya, que interpreta a versão mais jovem de Akilah na aclamada e popular série de suspense Yellowjackets, foi promovida ao elenco regular da 4ª e última temporada.

Sondaya tem interpretado a personagem desde o segundo ciclo e, no último season finale, ela desapareceu após confrontar Lottie (Courtney Eaton), dizendo a ela que não iria mais obedecer as visões deturpadas da Selva.

Mais detalhes não foram divulgados.

Aclamada pela crítica e pelo público desde sua estreia, ‘Yellowjackets‘ mistura elementos de suspense, mistério e drama psicológico, acompanhando sobreviventes de um acidente aéreo e os traumas que os perseguem décadas depois.

Lembrando que a série está disponível na Paramount+ e na Netflix.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

Ghostface incendeia o novo teaser ARREPIANTE de ‘Pânico 7’; Confira!

Pânico 7‘ teve um novo teaser oficial divulgado nas redes sociais, dando destaque ao temível serial killer conhecido como Ghostface.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro, sendo o primeiro da franquia masterizado em IMAX.

Confira:

De acordo com o Deadline, a aguardada sequência deve ultrapassar a marca dos US$ 30 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Para termos de comparação, o valor deve ficar abaixo da abertura de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M), mas deve superar o lançamento do quinto capítulo da saga (US$30M).

Projeções recentes indicam a possibilidade do sétimo filme se tornar a segunda maior abertura da história da franquia.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

CEO da Sony Pictures traz atualização PROMISSORA sobre ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ é o mais novo capítulo da adorada saga estrelada por Tom Holland, chegando em breve aos cinemas de todo o mundo.

Recentemente, Tom Rothman, presidente e CEO da Sony Pictures, foi questionado sobre o que podemos esperar do projeto e se já havia visto alguma cena do aguardado longa-metragem (via CBM).

“Ainda não vimos nenhuma versão, mas vi todas as cenas gravadas diariamente”, revelou o executivo. “Acho que será um dos filmes mais surpreendentes e incríveis […], um filme incrível do Homem-Aranha, e [o diretor] Destin Daniel Cretton fez um trabalho fenomenal, fenomenal!”.

Quando perguntado se esse será o último filme do Homem-Aranha com Holland, Rothman respondeu: “da próxima vez que Tom estiver na linha, pergunte a ele!”.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

Além do retorno de Holland como o Cabeça de Teia, o longa contará com participações especiais de peso do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), com destaque para o implacável Justiceiro, interpretado por Jon Bernthal, e para o icônico Hulk, vivido por Mark Ruffalo.

Em entrevista ao ComicBook.com, Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, trouxe alguns detalhes sobre o mais novo capítulo da franquia, afirmando que “dirigir Homem-Aranha foi um dos [maiores] trabalhos da minha vida”, explicando que, embora normalmente não goste de rotular projetos como o “ápice” de sua carreira, Um Novo Dia’ com certeza faz parte desse grupo.

“Analiso cada projeto em que trabalho e penso: ‘nunca fiz isso antes, será que vai me empolgar pelos próximos dois anos?'”, acrescentou o cineasta. “E Homem-Aranha definitivamente é isso.”

“Todos os nomes envolvidos quando entrei para o projeto queriam fazer algo diferente”, observou Cretton. “Claro, ainda é o Homem-Aranha que todos amam, mas este é um novo capítulo em sua vida, e essa mudança de tom foi algo realmente empolgante para mim. Foi uma experiência extremamente gratificante e diferente”.

Novo RUMOR revela detalhes sobre a batalha final de ‘Vingadores: Doutor Destino’; Saiba mais!

Desde que foi anunciado, diversos rumores e detalhes sobre a trama de Vingadores: Doutor Destino vazaram nas redes sociais – mas ainda não sabemos de que forma o filme terminará. Ao menos até agora.

Segundo o conhecido perfil insider @MTTSH, a batalha final do longa-metragem reunirá os Vingadores, o Quarteto Fantástico e os X-Men em um confronto contra a Armada de Latvéria, terra natal do tirânico Doutor Destino/Victor von Doom (Robert Downey Jr.).

Isso contradiz um rumor anterior que afirmava que os X-Men não teriam participação no ato final, mas é muito possível que os mutantes unam forças com os Heróis Mais Poderosos da Terra para enfrentar o Doutor Destino – que pode muito bem ter um exército completo e tecnologicamente avançado à sua disposição.

Vingadores: Doutor Destino marca a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e prepara o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Harry Potter’: Novas fotos de bastidores dão destaque à Estufa de Herbologia e ao Salgueiro Lutador

A série inspirada na saga fantástica Harry Potter ganha novidades dia após dia e, agora, novas imagens de bastidores foram divulgadas nas redes sociais (via CBM).

A primeira leva de imagens dá destaque à Estufa, onde a Professora Pomona Sprout ensina Herbologia aos alunos de Hogwarts. Já a segunda leva mostra um cenário ainda em construção, possivelmente mostrando o impulsivo Salgueiro Lutador – a gigantesca árvore que foi plantada nas terras da Escola e que, como sabemos, representa um perigo considerável aos estudantes.

Confira:

Vale lembrar que a série já tem previsão de lançamento na HBO e na HBO Max.

Como revelado pelo presidente e CEO Casey Bloys, o projeto chegará tanto à emissora quanto à plataforma de streaming no começo do ano que vem.

“Estamos dizendo 2027. Eu diria, para ser mais específico, início de 2027. E agora vocês devem estar se perguntando se isso significa janeiro, fevereiro, março ou abril, e ainda não estamos prontos para afirmar. Eu diria início de 2027”.

A primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

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‘Mestres do Universo’: Gato Guerreiro e He-Man unem forças nos novos COLECIONÁVEIS da Mattel; Confira!

Mattel divulgou as primeiras artes promocionais dos novos colecionáveis de Mestres do Universo, a fim de promover a adaptação em live-action estrelada por Nicholas Galitzine.

Como mostrado nas postagens abaixo, a figura de ação em questão não apenas traz o poderoso He-Man, mas Gato Guerreiro, um tigre medroso verde que acompanha o personagem e que se transforma em um poderoso animal que o ajuda em suas empreitadas para salvar e proteger Etéria.

Nos colecionáveis, podemos ver He-Man com seu clássico traje de batalha e Gato com uma poderosa armadura avermelhada.

Confira:

Vale lembrar que o filme tem lançamento programado para 5 de junho.

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‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em He-Man: Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

Após ficarem separados por 15 anos, a Espada do Poder conduz o Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) de volta a Eternia, onde ele descobre seu lar devastado sob o domínio perverso de Esqueleto (Jared Leto). Para salvar sua família e seu mundo, Adam precisa unir forças com seus aliados mais próximos, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba), e aceitar seu verdadeiro destino como He-Man — o homem mais poderoso do universo.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Elenco Principal:

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

A atriz Kristen Wiig interpretará um papel inusitado no filme, dando voz ao personagem Roboto, um robô aliado de He-Man. O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Chloé Zhao e Jessie Buckley discutem a dor em Hamnet e o papel central da montagem do brasileiro Affonso Gonçalves (Entrevista EXCLUSIVA)

É fácil adaptar um livro ruim. É difícil adaptar um bom livro. Mas adaptar um grande livro é extremamente difícil — e Hamnet é um grande livro.” Foi com essa afirmação direta que a cineasta Chloé Zhao explica o delicado processo de transposição do romance de Maggie O’Farrell para o cinema, em uma entrevista exclusiva para o CinePOP, antes da cerimônia do Globo de Ouro, que consagraria Hamnet como Melhor Filme de Drama e Jessie Buckley como Melhor Atriz Dramática.

Com lançamento antecipado no Brasil, em 15 de janeiro, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet desponta como um dos títulos mais fortes da temporada, cotado para múltiplas indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado, Fotografia, Atriz, Ator coadjuvante para Paul Mescal e, possivelmente, Montagem — para o editor brasileiro Affonso Gonçalves, responsável por Ainda Estou Aqui e pelo vencedor do Leão de Ouro em Veneza no ano passado, Pai Mãe Irmã Irmão, de Jim Jarmusch.

Leticia Alassë conversa com Chloé Zhao e Jessie Buckley (Foto: reprodução)

Baseado no romance que reimagina a vida de Agnes, esposa de William Shakespeare, após a morte do filho Hamnet, o filme opta por um caminho próprio, afastando-se deliberadamente da estrutura do livro. A escolha não é estética apenas: é emocional. “Desde o início, eu sabia que precisávamos destilar a obra”, explicou Zhao. Trabalhei muito de perto com Maggie, entendendo que o livro era como uma ampulheta. Nós comprimimos tudo até um ponto mínimo e, então, deixamos que a vida, o processo do filme, a montagem e as inspirações diárias fizessem essa ampulheta se expandir novamente.”

Essa metáfora da ampulheta se reflete diretamente na forma do filme, que abandona explicações literais para encontrar um fluxo sensorial, guiado pelo ritmo, pelo silêncio e pela respiração das imagens. Nesse processo, a montagem se torna o coração do filme e é aí que entra o trabalho fundamental do editor brasileiro Affonso Gonçalves, aliás, “Fonzi” para a diretora sino-americana.

Affonso Gonçalves, montador brasileiro de Hamnet (Foto: divulgação)

Trata-se de um nome que pode, inclusive, representar o Brasil nesta temporada de premiações. “Eu sempre faço o primeiro corte dos meus filmes, quase como uma reescrita”, contou Zhao.  Quando termino, já sou outra pessoa. Então pedi ao Fonzi que não assistisse às diárias, para que visse o filme fresco. Ele foi a primeira pessoa no mundo a assistir ao primeiro corte. Depois disso, começamos um diálogo constante, quebrando e reconstruindo cenas.”

A diretora resume a parceria com precisão quase física: “Edição é ritmo. Oitenta por cento é ritmo. Eu conheço o trabalho do Fonzi profundamente e sinto que temos o mesmo batimento cardíaco. Quando isso já está em sintonia, tudo o resto é mergulhar cada vez mais fundo.”

Essa pulsação interna — acompanhada, claro, da trilha sonora impactante de Max Richter — é o que conduz a performance devastadora de Jessie Buckley, que entrega uma Agnes atravessada por dor, força e uma presença quase mística. Ao falar sobre a composição de vulnerabilidade e resistência em algumas cenas emblemáticas — especialmente a última —, a atriz foi econômica, quase evasiva, mas também reveladora: “A Chloé só me disse: ‘eu te protejo’. Eu confiei nela. Entrei na cena, senti o que veio e entreguei aquilo para ela. Depois pensei: agora é com você.

O resultado é um filme que não apenas emociona, mas exige entrega do espectador. Nas exibições para a imprensa, lenços foram distribuídos — e usados. Hamnet não busca lágrimas fáceis, mas constrói uma dor árdua, paciente, que se infiltra aos poucos e permanece com a noção de entrega e perpetuidade de nossos laços afetivos por meio das formas de arte. 

Mais do que uma releitura da história de Shakespeare, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet escolhe olhar para quem ficou à margem da História. Agnes poderia ser apenas a mulher abandonada enquanto o marido se tornava o escritor mais famoso de todos os tempos. Chloé Zhao, entretanto, transforma essa narrativa em algo radicalmente humano: um retrato sobre renúncia, amor e a capacidade de abrir mão de si para elevar os outros.

Esse olhar está profundamente conectado à própria filmografia da diretora, como Songs My Brothers Taught Me (2015), Domando o Destino (2017) e Nomadland (2020)  —  pelo qual tornou-se a terceira mulher na história da Academia a ganhar um Oscar de Melhor Direção  —, que constantemente desloca o centro da narrativa para aqueles considerados mais frágeis, não como vítimas, mas como forças silenciosas que moldam o mundo.

Veja a entrevista completa:

Dica do fim de semana | Novidades para assistir nos streamings

Fevereiro trouxe muitas novidades para os streamings. Dentre produções originais e lançamentos dos cinemas, há uma série de obras para assistir.

Como de costume, o CinePOP selecionou cinco delas para te ajudar a escolher o que assistir neste fim de semana. Confira!

O Dublê

Ryan Gosling interpreta um antigo dublê de Hollywood que sofreu um acidente mortal em uma de suas filmagens, mas sabe-se lá como sobreviveu. Agora mal visto em Hollywood, ele pena para encontrar emprego e ganha a vida como manobrista. Até que uma ex-namorada ressurge do passado oferecendo uma nova oportunidade para ele trabalhar em um filme. Agora, ele vai tentar recuperar o prestígio em Hollywood, enquanto tenta reconquistar a ex e ajuda a resolver o mistério do desaparecimento do astro do filme. É completamente surtado.

Onde assistir: Netflix

Fallout

A segunda temporada da série chegou ao fim e vem sendo pouco comentada. A verdade é que ela funciona mais com quem já jogou a franquia de videogame e tem uma certa bagagem para entender certos pontos que ficaram meio jogados, mas, em resumo, a temporada segue Lucy e o Ghoul na busca pelo pai da protagonista, que escapou da punição. Eles precisam atravessar o deserto para chegarem a New Vegas, onde vão encontrar o líder decadente da cidade: Mr. House. Paralelamente, Maximus tem de lidar com a guerra de facções na Irmandade do Aço.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Springsteen: Salve-me do Desconhecido

Drama inspirado na vida de Bruce Springsteen, esse filme deixa de lado a estrutura padrão das biografias de astros da música e constrói uma narrativa densa e realista sobre a depressão. O filme é um grande recado de como o “mal do século” pode ser silencioso e brutal na vida de quem menos se espera, e de como o mundo ao redor não está nem aí para isso. É um drama de mão cheia, que retrata com maestria os efeitos da depressão e de como a ajuda de quem se ama é importante para buscar tratamento.

Onde assistir: Disney+

O Show dos Muppets

A franquia mais famosa de marionetes da TV está de volta para celebrar os 50 anos de existência da turminha. Em um especial comemorativo, eles juntam a turma novamente para comemorar com aquele jeitão cômico que só eles sabem fazer. Além de Maya Rudolph e Seth Rogen, Sabrina Carpenter faz uma participação especial divertidíssima. Perfeito para ver com a molecada.

Onde assistir: Disney+

A Garota da Vez

Inspirado em uma história real, esse suspense se passa na década de 1970 e conta a história de uma aspirante a atriz que aceita fazer parte de um programa de namoro na TV para tentar expor sua imagem e abrir caminhos na carreira. Porém, o que minutos sabe é que um dos candidatos a “namorado” é um serial killer que está envolvido na mais brutal onda de assassinatos de Los Angeles.

Onde assistir: HBO Max

Confronto SANGRENTO no trailer do penúltimo episódio de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’; Confira!

O universo de Game of Thrones continua a se expandir com o recente lançamento de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ (‘A Knight of the Seven Kingdoms’) na HBO Max.

Agora, o streaming divulgou o trailer oficial do 5º episódio do spin-off: intitulado “In the Name of the Mother”, o capítulo vai ao ar no dia 15 de fevereiro, às 00h (horário de Brasília).

Confira:

Baseado em ‘Contos de Dunk & Egg’, de George R.R Martin, a trama nos um século antes dos eventos da série original, onde dois heróis improváveis percorreram Westeros: um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto (Peter Claffey), e seu diminuto escudeiro, Egg (Dexter Sol Ansell). Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Dexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Crítica | ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ entrega um esplêndido 4º episódio marcado por traições e disputas políticas

Depois dos chocantes eventos do episódio anterior, ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ retornou esta semana com mais um impecável capítulo – que foi lançado na HBO Max antes do previsto em virtude do Super Bowl. A nova entrada do segundo spin-off de Game of Thrones, que se passa entre os eventos da trama original e da pré-sequência A Casa do Dragão, não apenas trouxe uma profunda mudança tonal para o projeto, como o aproximou da conhecida atmosfera de suspense político que sempre acompanhou a história de Westeros. E, se já havíamos nos encantado na semana passada, retornamos agora para um novo espectro dessa instigante jornada que já nos prepara para o finale.

Após enfrentar Aerion (Finn Bennett) para proteger a jovem marionetista Tanselle (Tanzyn Crawford) das investidas malignas do psicótico Príncipe Targaryen, e descobrir que Egg (Dexter Sol Ansell) é, na verdade, Aegon, um dos filhos desaparecidos do herdeiro do Trono de Ferro, Ser Duncan (Peter Claffey) se vê desmantelado de todos os sonhos que almejava – como se tornar um Cavaleiro respeitado, seguindo os passos de seu falecido mestre. Acorrentado em uma masmorra, Dunk é visitado por Egg, mostrando-se decepcionado com o garoto por ter mentido sobre sua verdadeira identidade e sendo levado para uma breve conversa com Maekar (Sam Spruell), tio de Aegon.

Dunk é instruído a apelar pelo direito que tem como réu do tribunal que o determinará inocente ou culpado de ter desrespeitado e atacado um Targaryen, além de ser acusado de ter raptado Egg. Dessa maneira, em frente à “corte” que o ouve, o Cavaleiro Andante afirma querer um julgamento por combate; em contrapartida, Aerion, valendo-se de uma prerrogativa milenar, apela para o Julgamento de Sete, uma prática há muito não vista que afirma que tanto o lado acusatório quanto o acusado devem reunir sete cavaleiros que irão batalhar até que um dos grupos caia por completo (por rendição ou por morte). Apoiando-se na mitologia e na misericórdia dos Velhos Deuses, a sangrenta batalha determinará se Dunk será inocentado ou punido.

Sarah Adina Smith retorna mais uma vez à cadeira de direção, mantendo o altíssimo nível do spin-off e, sem sombra de dúvida, superando seu trabalho em “The Squire”. A realizadora pouco a pouco constrói uma ponte entre a trama iniciada na semana passada com a desta semana, regendo a crescente angústia que se apodera dos personagens ao apostar fichas em uma isolação crescente que culmina em novas alianças e artimanhas inesperadas. Aliando-se a Federico Cesca na fotografia, Smith promove uma profunda alteração nos moldes aventurescos e despojados das iterações predecessoras para nos engolfar em um perigoso e inescapável labirinto enevoado que transforma a jornada do herói em um conflito beligerante de interesses e de poder.

A diretora faz isso com a ajuda igualmente imprescindível do roteiro assinado por Azia Barnes, Annie Julia Wyman e Ira Parker, este funcionando como criador e showrunner do spin-off. O trio, abrindo espaço para um lado que ainda não tínhamos visto da série, em momento algum abandona a essência da personalidade de Dunk e Egg, optando por usar o caráter dos protagonistas para amadurecê-los em uma trama repleta de reviravoltas e traições. À medida que laços de amizade e companheirismo são fortalecidos, outros ruem frente a promessas vazias e a uma completa renegação de um dos principais atributos de um Cavaleiro: a honra.

É notável como essa transformação é essencial para nos relembrar, mais uma vez, que todos os riscos tomados no efervescente mundo de Westeros podem ter repercussões catastróficas. Como se não bastasse, depois de sermos levados para o ápice da dinastia Targaryen com A Casa do Dragão, nos oferecer o início da queda e da ruína de uma das famílias mais poderosas desse panteão é um lembrete de que até mesmo o indivíduo mais temido se esvai com a força ineludível do tempo. E, conforme essa percepção se torna mais clara, Dunk e Egg permanecem como os fios condutores do encontro entre duas esferas muito distintas de um mesmo cosmos.

Esquadrinhando camadas inéditas e que fornecem complexidade ímpar para o que apenas poderia ser uma história de fantasia medieval, ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ volta a nos surpreender com um esplêndido episódio que encontra sucesso nos mínimos detalhes – e que nos “frustra”, por assim dizer, por ter uma duração muito curta.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 15 de fevereiro.

Dylan O’Brien agradece apoio para viver personagem LGBTQ+ em ‘Twinless – Um Gêmeo a Menos’

O astro Dylan O’Brien (‘Teen Wolf’) comentou recentemente sobre os desafios e a responsabilidade de interpretar um personagem queer no longa Twinless – Um Gêmeo a Menos’.

Em entrevista ao Deadline, o ator destacou a importância de ter recebido o “aval” e a orientação de seu colega de elenco e diretor, James Sweeney, para o papel.

Sweeney, que é um homem gay, explicou que incentivou O’Brien a explorar uma performance mais fluida, fugindo do estereótipo comum de atores heterossexuais que interpretam personagens gays de maneira “neutra” por receio de críticas.

“Em relação a ele agir como queer, vou assumir o crédito por ter dado permissão a ele e levado ele para ser fluido com a masculinidade e feminilidade. Muitas vezes, quando atores héteros interpretam gays, eles não se inclinam para isso por medo de serem vilipendiados pelo público, e dizem: ‘Somos todos iguais, então vou interpretar a mim mesmo’. Não digo isso como uma denegração a outros atores héteros, mas senti que, para Rocky se sentir atraído por Dennis, ele precisaria se sentir confortável tanto com masculinidade quanto com feminilidade, na minha experiência de namoro”, afirmou Sweeney.

Dylan O’Brien protagoniza cenas QUENTES de sexo gay na comédia dramática ‘Twinless’; Assista!

O’Brien concordou, ressaltando que essa confiança foi fundamental para evitar uma atuação inautêntica:

“Permissão faz toda a diferença. James é um homem gay, e isso vinha de um lugar em que eu podia confiar. Nós tínhamos uma visão parecida sobre atores heteros interpretando papéis gays, especialmente nos últimos anos: você começou a ver atores héteros fazendo personagens queer de maneira completamente ‘hétero’. Começou a parecer inautêntico. Foi ótimo ter a visão dele, o apoio e esse ajuste fino. Ele dizia: ‘Exagera nessa aqui. Depois a gente ajusta se não parecer real'”, acrescentou.

Lembrando que após a exibição do filme no Festival de Sundance, James Sweeney reforçou que seu objetivo não é apenas criar personagens “identificáveis”, mas sim normalizar a experiência queer através de suas imperfeições.

“Não abordo meu trabalho pensando que estou tentando tornar as dificuldades de um protagonista queer mais identificáveis. É algo mais instintivo. Fico feliz se, de alguma forma, isso funcionar, acredito que sempre há universalidade na especificidade. Sempre que conseguimos normalizar personagens queer como pessoas passando pelas mesmas dificuldades que todos enfrentamos, seja solidão, rejeição. isso ajuda a construir empatia. E essa é uma das coisas mais poderosas da narrativa: a capacidade de se colocar no lugar do outro”, concluiu o diretor.

Na trama, Roman, abalado pela morte do irmão gêmeo, encontra no luto uma solidão que parece invencível. Ao se unir a um grupo de apoio para pessoas que perderam seus gêmeos, ele conhece Dennis e nasce entre os dois uma amizade intensa, inesperada e complexa.

Sweeney escreveu, dirigiu e produziu o longa-metragem.

Aisling Franciosi, Lauren Graham, Tasha Smith, Chris Perfetti, François Arnaud, Susan Park e Cree Cicchino completam o elenco.

O’Brien e Miky Lee entram como produtores executivos ao lado de Ali Jazayeri, David Gendron e Liz Destro.

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‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Vincent D’Onofrio revela que Rei do Crime não aparecerá no novo filme do herói

Homem aranha rei do crime

O aguardado Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas ainda este ano, prometendo uma nova era para o herói de Tom Holland. Apesar das teorias dos fãs sobre um embate urbano, o astro Vincent D’Onofrio esclareceu por que o seu icônico Rei do Crime não estará no longa.

Conforme o Deadline, D’Onofrio explicou que, embora Wilson Fisk seja o “prefeito” de Nova York no atual cenário do MCU, ele ainda não cruzará o caminho do Amigão da Vizinhança nesta produção.

O ator brincou sobre as questões contratuais e de direitos que envolvem o personagem: “Não. Acho que vou esperar até que eles tenham os direitos do meu personagem [para o cinema] e me coloquem em um desses filmes; então eu resolvo tudo isso”.

Apesar de ficar de fora da nova aventura de Peter Parker, os fãs não precisarão esperar muito para ver o vilão novamente. Vincent D’Onofrio já está confirmado para retornar na 2ª temporada de ‘Demolidor: Renascido’, onde o conflito político e físico com Matt Murdock deve atingir seu ápice.

Cretton é conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, que integrou a Fase 4 do Universo Cinemático Marvel.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

‘Pillion’: Editor de romance BDSM revela inspiração inusitada em ‘Tubarão’, de Steven Spielberg

O editor Gareth C. Scales, responsável pelo longa Pillion, surpreendeu ao revelar uma referência inusitada para a produção: o clássico Tubarão, de Steven Spielberg. A inspiração, no entanto, não está no suspense, mas na forma como o filme lida com a nudez, especificamente na decisão de nunca mostrar o órgão sexual masculino por completo.

De acordo com a Variety, Scales explicou que o filme adota a mesma lógica cinematográfica de Spielberg, que ficou famoso por economizar nas aparições do temido tubarão para aumentar o impacto no público.

Em uma cena crucial no início do filme, o tímido e solitário Colin (Harry Melling) tem seu primeiro encontro sexual com o motociclista Ray (Alexander Skarsgård) em um beco escuro. No momento em que Ray abre o zíper de sua calça de couro e Colin se ajoelha, a edição optou pelo mistério.

“É um pênis prostético muito bem-feito”, afirma Scales. “Mas achamos que era importante vê-lo pelos olhos do Colin. Você quer muito ver, e a sugestão faz você pensar: ‘Meu Deus’. Você sabe quem o personagem é, então espera algo impressionante, mas pareceu mais divertido manter um certo mistério”.

O editor admite que a decisão final foi tomada na pós-produção para instigar a imaginação da audiência:

“Você vê parte do corpo do órgão aparecendo, mas não ele completo — cortamos bem antes do momento em que você acha que vai ver tudo. Decidimos, por assim dizer, não mostrar o tubarão, explica o editor.

Produzido pela A24, o longa chega aos cinemas brasileiros em 12 de fevereiro de 2026, com distribuição da Diamond Films.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa marca a estreia diretorial de Harry Lighton, que também adapta o roteiro do romance Box Hill, de Adam Mars-Jones.

Na trama, Colin, um homem tímido, conhece Ray, um confiante líder de gangue de motoqueiros, que o inicia em um relacionamento submisso, desafiando a existência mundana de Colin e estimulando o crescimento pessoal por meio de sua dinâmica.

Douglas HodgeLesley SharpJake ShearsPaul TallisAnthony Welsh e mais completam o elenco.

Retro Dance #36 | ‘Guilty Pleasure’ e o início do amadurecimento artístico de Ashley Tisdale

Ashley Tisdale ganhou fama mundial ao interpretar Sharpay Evans na franquia musical High School Musical, eternizando uma das “vilãs” mais icônicas do panteão Disney Channel. Em meio ao término da saga infanto-juvenil em 2008, Tisdale já havia se lançado à carreira musical solo, seguindo os passos de tantas outras artistas da Casa Mouse, como sua colega de elenco, Vanessa Hudgens. Com ‘Headstrong’, a atriz e cantora começou a receber mais destaque em virtude de sua versatilidade; todavia, a artista percebia que precisava se desvincular da persona que imortalizara ao longo dos anos e, com isso, encontrou um espaço mais amadurecido para seu segundo álbum de estúdio.

Intitulado Guilty Pleasure, o compilado de originais foi lançado em 2009, com uma trajetória promocional que logo de cara já nos chamou a atenção. Em meio ao desejo de finalizar um capítulo importante da carreira e estando pronta para o próximo, Tisdale emergiu aos holofotes com uma roupagem totalmente diferente ao divulgar o lead single “It’s Alright, It’s OK”, uma divertida e vibrante faixa pop-rock dotada de todos os elementos que amamos em produções como essa: uma boa organização instrumental, mensagens de empoderamento e de libertação e uma clara construção convencional que funciona do começo ao fim. Poucos meses mais tarde, o álbum ganhava vida.

Através de catorze faixas, a obra é uma clara tentativa da performer em criar uma ruptura entre o passado e o presente – e já se inicia com uma sólida faixa assinada por ela própria. Os breves segundos introdutórios de “Acting Out” parecem preparar o terreno para um espetáculo de que Tisdale se apropriou, afirmando com todas as palavras que está mudada e que está na hora de mostrar ao mundo um lado que, até então, estava escondido. Ainda que a produção de Alke, escalado para diversas tracks do álbum, não traga nada de novo, por assim dizer, sua beleza está na funcionalidade e na praticidade, mostrando que, em meio ao mandatório curso de amadurecimento, impulsos e erros são normais e continuarão a acontecer.

No geral, o álbum envelheceu de maneira positiva após dezessete anos de lançamento. À época, a crítica internacional soou dividida entre aqueles que notaram a clara remodelação imagética e identitária de Tisdale, e aquele que perceberam que a artista não ousou como poderia – optando por construções genéricas e convencionais. Estreando em décimo segundo lugar nas paradas da Billboard, o comedido sucesso parece ter atrapalhado os ápices que se espalham profusamente pelo projeto, funcionando mais como o início de uma artista que ainda tinha muito para contar do que como a investida de uma musicista estabelecida.

É curioso comparar a longeva reviravolta que a performer atribuiria à própria visão artística com ‘Symptoms’, álbum independente que estreou em 2019, mais de dez anos depois de sua última incursão. Afinal, se Tisdale conseguiu traduzir todas as suas angústias e suas batalhas contra ansiedade e depressão com aspectos do pop, do R&B e até mesmo do indie, foi Guilty Pleasure quem começou a calcar esse tortuoso e, eventualmente, libertador caminho. Mesmo escorregando em fórmulas constantes e alguns versos fracos, boa parte das canções entrega o que promete.

Quando Tisdale se volta para o power-pop, ela faz mágica – como é o caso de “Overrated”, uma ótima e subestimada faixa movida pela bateria e pela guitarra que, sem sombra de dúvida, posa como uma das líricas mais amadurecidas da discografia da artista. Em breves três minutos e quarenta segundos, ela discorre sobre um tóxico relacionamento em que foi engolfada, moldando-se ao bel-prazer de alguém que havia se apaixonado por uma amorfa figura que criou, e não por quem ela de fato é. “A verdade é que me quero de volta” antecipa o verso “de quem eu desisti para você acreditar” em um impressionante levante para alguém de 23 anos de idade que começava, finalmente, a expressar os traumas e as frustrações escondidos há tempo demais.

“Tell Me Lies” parte de uma estrutura similar, mas mergulha em uma premissa bem diferente ao implorar para seu amado que lhe conte apenas mais uma mentira, recusando-se a enfrentar uma dolorosa; “Erase and Rewind”, mesmo contando com uma construção mais vibrante e explosiva, parte de uma melancolia inescapável da transição para a vida adulta, sem deixar de lado o escopo romântico que é muito comum ao mainstream; e, em faixas como “Masquerade” e “Crank It Up”, Tisdale se arrisca em algumas incursões mais ousadas, trazendo referências da eterna princesa do pop Britney Spears para mostrar uma camada sensual e “despudorado”, por assim dizer.

É necessário dizer que o álbum sofre de problemas intrínsecos, que o tornam um tanto quanto profuso com a inclusão de certas faixas – a maior parte delas centrada nas baladas. Seja com a power-pop “How Do You Love Someone”, a soturna e um tanto quanto problemática “Me Without You” e a dissonante “What If”, Tisdale perde a mão quando se volta para uma atmosfera mais restrita e sentimental, não encontrando a verdade obrigatória para esse tipo de faixa. E, por algum motivo, a presença da electro-pop “Switch”, do filme ‘Pequenos Invasores’, deixa tudo um pouco mais absurdo.

Apesar dos óbvios equívocos e do extenso time de produtores e liricistas, Guilty Pleasure nos chama a atenção por começar a mostrar o coming-of-age de Ashley Tisdale de maneira brutal e incisiva, mergulhando em uma espécie de metadiegese que seria polida anos mais tarde – e contando com músicas que mereciam mais a nossa atenção.

‘Grizzly Night’: Oded Fehr destaca importância do terror sobre Ursos

O ator Oded Fehr comentou recentemente sobre seu papel emGrizzly Night, terror inspirado em eventos reais que narra a luta desesperada de uma família contra ataques violentos de ursos.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Fehr, que interpreta um médico tentando salvar seus entes queridos, destacou a importância do filme.

“Para mim, a importância deste filme e da história que ele conta está na mudança de mentalidade que tivemos antes e depois desses eventos. Passamos a ser muito mais cuidadosos em minimizar o impacto humano na vida selvagem,  seja com o lixo, seja ao nos aproximarmos demais dos ursos”, afirmou

“A mentalidade mudou de ‘é como um zoológico, você pode fazer o que quiser, jogar comida neles’ para ‘precisamos ter muito cuidado. Não podemos envolvê-los em nossas vidas. Temos que deixá-los viver em seu habitat natural’. Assim, temos muito mais chances de evitar incidentes como os que vemos no filme”, acrescentou.

Fehr também abordou a complexidade de equilibrar o profissionalismo médico com o desespero emocional de um pai em meio ao caos das gravações:

“Não sou médico de verdade, mas já interpretei um muitas vezes na televisão, então foi algo que veio de forma natural. Ainda assim, é desafiador e ao mesmo tempo empolgante. Essas sequências dramáticas são emocionalmente intensas, você precisa encontrar essas emoções e ser verdadeiro nelas, mas também agir como um médico, alguém que, em certos momentos, precisa se distanciar para conseguir fazer o trabalho”, destacou.

“Então foi interessante descobrir: até que ponto ele se permite sentir? Ele reage na hora ou guarda tudo para depois? É uma situação muito triste, ainda mais em um contexto de férias, acampamento… algo que deveria ser leve. É devastador tanto para os humanos quanto para os animais. Havia muito drama a ser explorado”, concluiu.

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Na trama, uma guarda florestal novata enfrenta uma noite aterrorizante de ataques de ursos pardos, liderando sobreviventes isolados em meio ao caos e ao medo em uma luta que muda para sempre a visão da América sobre a natureza selvagem.

Em 12 de agosto de 1967, dois ataques fatais de ursos pardos ocorreram a nove milhas de distância um do outro no Parque Nacional Glacier, em Montana.

O elenco conta com Charles EstenOded FehrLauren CallJoel JohnstoneJosh ZuckermanMatt LintzAli SkovbyeSophia GrayBrec BassingerJack Griffo.

Burke Doeren faz sua estreia na direção, a partir de um roteiro assinado por Katrina Mathewson & Tanner Bean (‘Dexter: Resurrection’).