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‘Skeleton Crew’: Terminam as filmagens da nova série da saga ‘Star Wars’

Através do Instagram, o coordenador de dublês George Cottle confirmou que as gravações de ‘Skeleton Crew’, nova série do panteão Star Wars, oficialmente terminaram (via ComicBook.com).

As boas novas vieram acompanhadas de uma foto de bastidores e da seguinte legenda: “e terminamos ‘Skeleton Crew’! Mais uma vez, tive sorte de estar rodeado dos dublês mais incríveis com quem já trabalhei. Tenho sorte de ter trabalhado com todos vocês! Obrigado pelo trabalho duro e pela dedicação. Muito animado para [a série]”.

Anteriormente, uma página do Instagram dedicada a novidades da franquia intergaláctica divulgou a primeira imagem oficial da produção, estampando o protagonista Jude Law (‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’).

A imagem mostra o astro vestida com uma túnica de capuz, assumindo uma postura sorrateira, como se estivesse se escondendo de alguém.

Confira:

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’ também será ambientada no mesmo período deO Mandaloriano’, ‘AhsokaeO Livro de Boba Fett.

“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fette agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”

Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.

“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”

Confira a entrevista:

A atração foi criada por Jon Watts e Chris Ford, o diretor e o roteirista de ‘Homem-Aranha: De Volta para Casa‘, respectivamente.

“É uma história sobre um grupo de crianças, de cerca de 10 anos, de um pequeno planeta que acidentalmente se perdem na vasta galáxia de Star Wars. E é a história de sua jornada tentando encontrar o caminho de casa… Nós gostamos da ideia de usar crianças para dar uma perspectiva diferente e ver a galáxia através de um par de olhos diferentes”, disse Watts.

A trama se passa após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘, e é descrita como “uma versão intergaláctica dos filmes de aventura dos anos 80 da Amblin“, produtora responsável por sucessos como ‘E.T – O Extraterrestre‘ e ‘Os Goonies‘.

A estreia está prevista somente para 2023, na Disney+.

‘Homem-Formiga 3’ deve registar a MAIOR bilheteria de abertura da trilogia

Falta menos de um mês para a estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, que chega ao cinemas em 17 de fevereiro para dar início à Fase 5 do MCU.

E, de acordo com o Box Office Pro (via Comic Book), a sequência deve arrecadar entre US$ 96 milhões e US$ 131 milhões no primeiro fim de semana em exibição nos EUA, configurando a maior abertura da trilogia.

No mesmo período em 2015, ‘Homem-Formiga’ arrecadou US$ 57,2 milhões no mercado interno, enquanto ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ (2018) estreou com US$ 75,7 milhões.

Para o analista Shawn Robbins, um dos principais fatores para a alta projeção de ‘Homem-Formiga 3‘ é que:

“O marketing e os lançamentos dos trailers da sequência estão inundando a mídia nas últimas semanas, aumentando o boca a boca e especificamente iniciando conversas sobre a introdução do vilão Kang (Jonathan Majors) no MCU. O público está cada vez mais curioso para conhecer o grande vilão das próximas fases da Marvel.”

Além de Majors e do protagonista Paul Rudd, o elenco conta com o retorno de Evangeline Lilly, Michael Douglas e Michelle Pfeiffer.

Kathryn Newton é a nova adição do grupo, interpretando Cassie, a filha de Scott Lang.,

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Evangeline LillyJonathan MajorsMichelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

‘Homem-Aranha 3’: Arte revela que o Mysterio seria responsável pela morte da Tia May

Vivida por Marisa Tomei, a mais recente versão da Tia May teve uma trágica morte em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ depois que foi atingida por estilhaços de uma bomba do Duende Verde (Willem Dafoe).

Antes de morrer, May diz a Peter Parker (Tom Holland) que “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”, tornando-se um momento marcante para a evolução do herói.

No entanto, antes do filme ser baseado na ideia do Multiverso, a personagem seria morta pelo Mysterio, vilão vivido por Jake Gyllenhaal em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

A informação foi revelada por um ilustrador da Marvel, chamado Phil Langone.

Em seu perfil do Instagram, o artista compartilhou um storyboard animado da cena, na qual vemos Peter sobre o corpo da tia May, enquanto o Mysterio surge ao fundo para zombar da perda do herói.

Confira:

“Esta versão aconteceu sob um trem elevado próximo à escola de Peter. J.J. Jameson é um repórter de rua estilo TMZ. Parte da ideia que estava sendo explorada era que o Aranha é um dos super-heróis mais fortes, mas ele se detém porque não quer matar ninguém. Mas como seria se o Spidey entrasse no modo furioso? Meio que nunca foi para frente, mas foi algo divertido de brincar.”

Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ está disponível na HBO Max.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Artigo | ‘Os 7 de Chicago’ continua como um dos melhores dramas originais da Netflix

THE TRIAL OF THE CHICAGO 7 (Featured) JEREMY STRONG as Jerry Rubin in THE TRIAL OF THE CHICAGO 7. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2020

No final dos anos 1960, os Estados Unidos passavam por um dos períodos mais controversos e conturbados da sua história – não que o país nunca tenha baseado sua “popularidade” em eventos do tipo. Entretanto, na época em questão, o governo estadunidense se envolvia com uma condenável guerra com o Vietnã, encarada por todos como uma atitude incabível pelo presidente Lyndon B. Johnson, que aumentava exponencialmente o número de soldados inexperientes e jovens para serem massacrados em uma batalha que não lhes pertencia – e que fazia parte de uma mentalidade neo-imperialista que não se importava com as pessoas, e sim com a dominância. É claro que tais políticas de “abatimento” foram encaradas com repúdio por grupos militantes e libertários, que se reuniam em protestos conflitantes para demandar a saída dos Estados Unidos da guerra. 

Eventualmente, os manifestantes e a polícia entraram em um sangrento conflito, o que levou o governo a prender oito nomes principais das rebeliões para julgá-los como culpados, antipatriotas e incitadores do caos – e, enquanto ficaram conhecidos como os 8 de Chicago, um deles teve suas acusações retiradas por não ter se envolvido com a história (o co-fundador do grupo conhecido como Panteras Negras, Bobby Seale). E foi a partir daí que surgiu a produção da Netflix intitulada Os 7 de Chicago, um poderoso drama legal comandado pelo vencedor do Oscar Aaron Sorkin – que atingiu seu amadurecimento como cineasta depois da sólida, ainda que convulsionada, estreia com A Grande Jogada’ três anos atrás. E, considerando que a narrativa havia ganhado inúmeras versões documentais e dramatizadas ao longo dos anos, Sorkin teria um trabalho complexo ao apresentar ao público uma perspectiva diferente dos fatos, uma que se afastasse dos convencionalismos de gênero.

O resultado, ainda que com seus pontuais defeitos, é satisfatório e instigante do começo ao fim, mais pela dinâmica montagem e pelo explosivo roteiro do que por qualquer coisa. Entretanto, não podemos de mencionar o estelar elenco guiado pela força descomunal de nomes como Eddie Redmayne, Sacha Baron Cohen e Mark Rylance – e até mesmo um desperdiçado Yahya Abdul-Mateen II que, mesmo com a brevidade de suas aparições, causa uma comoção honrável ao interpretar Seale. Como já era de se esperar, Sorkin traz elementos de suas investidas anteriores (como diretor e como roteirista, principalmente), para criar uma espécie de universo crítico e impiedoso, movido pela verborragia incessante e por elementos artísticos que, às vezes, esbarram no preciosismo dramático. 

O filme apresenta ao público uma extensa e profunda análise sobre a corrupção do sistema judiciário e sobre algo que é-nos apresentado como “julgamento político”. Afinal, nenhum dos réus entende com certeza absoluta o porquê de estar perante o tribunal: de um lado, Redmayne interpreta o líder do movimento estudantil Tom Hayden, uma pacífica persona que permanece retraído e prefere não se envolver com aquilo que desconhece; de outro, Cohen e Jeremy Strong dão vida à irreverente dupla hippie e politizada Abbie Hoffman e Jerry Rubin, rebeldes com uma causa bastante direcionada que se vale de frases de efeito e quebras de expectativas – e que não diferem a “importância” premeditada de juízes e o anonimato de um oficial de polícia; e, no topo de tudo isso, temos John Carroll Lynch como o pacífico David Dellinger, que, por sua própria experiência, sabe como lidar com as adversidades. 

Tais figuras cruzam caminho através do fio condutor da narrativa, materializado pelo arco tour-de-force de Rylance como o radical advogado e defensor dos direitos civis William Kunstler – o qual enfrenta sem pensar duas vezes a demagogia narcisista de nomes como o juiz Julius Hoffman (Frank Langella), que nem se preocupa em conhecer os nomes dos acusados, como também já tem sua decisão definida muito antes da sessão começar. É nesse claustrofóbico cenário, que oscila entre a opressão governamental e a centelha de esperança de jovens revolucionários, que o enredo ganha vida, cujo potencial transbordante é explorado em quase sua totalidade. E, entre discussões necessárias sobre a liberdade de expressão, a brutalidade policial e a corrupção sistêmica, é incrível o modo como Sorkin fornece os elementos necessário para humanizar emblemas engessados em livros de história e reapresentá-los a um mundo que precisa conhecê-los. 

O longa dosa com sabedoria a comicidade e o drama, além de realizar movimentos de dilatação e contração através de um ritmo enérgico e que nos impede de tirar os olhos das telas. As quebras de expectativa e a proposital falta de senso de certos personagens servem como máscara para uma ácida crítica àqueles que mandam e àqueles que cegamente obedecem homens inescrupulosos que não colocam a mão na massa, preferindo contratar bodes expiatórios que façam o trabalho sujo por eles; enquanto isso, a tragédia legislativa que se desenrola diante de nossos olhos é sustentada por clímaces metalinguísticos e evocativos, além de premeditar reviravoltas talvez espetaculares demais para serem levadas a sério – isso sem mencionar a substancial e novelesca trilha sonora encabeçada por Daniel Pemberton. 

A “modernidade histórica” da qual a obra se vale é outro indicativo do coming-of-age artístico não apenas da trama, mas também da carreira de Sorkin. O roteiro é instantaneamente um reflexo de trabalhos predecessores, como A Rede Social’ e Steve Jobs’, ainda mais quando canalizamos a atenção para os altivos monólogos e para os diálogos metafóricos e entroncados entre polos opostos; a edição, por sua vez, é uma derrocada asserção comandada por Alan Baumgarten, frequente colaborador de Sorkin que ficara responsável por A Grande Jogada’ e, aqui, certamente teve mais espaço criativo.

Os 7 de Chicago continua como um dos melhores títulos originais da Netflix. Mais do que isso, é uma peça que reafirma a visão e a competência ímpares de seu diretor e roteirista como um dos nomes a dominar os holofotes nos anos que virão. 

 

‘O Caso Richard Jewell’: Elogiada cinebiografia de Clint Eastwood estreia no Prime Video!

A aclamada cinebiografia ‘O Caso de Richard Jewell’, comandada por Clint Eastwood, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem foi lançado hoje, 23 de janeiro, na plataforma de streaming.

A trama acompanha a história real de Richard Jewell, um segurança identificado pela mídia como possível suspeito do atentado nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta. Na época, Jewell descobriu uma mochila suspeita no complexo olímpico e evacuou a área, no entanto, uma pessoa morreu e algumas ficaram feridas. Apesar de inicialmente considerado herói, ele foi acusado pelo ataque. Mesmo após o FBI ter descartado sua culpa, Jewell nunca se recuperou totalmente, morrendo décadas depois de um ataque cardíaco, aos 44 anos.

Relembre o trailer:

Dirigido por Clint Eastwood (‘A Mula‘), o longa é uma adaptação do artigo American Nightmare: The Ballad of Richard Jewell, publicado por Marie Brenner na revista Vanity Fair, em 1997.

Paul Walter Hauser estrela como o personagem-título. O elenco ainda conta com Sam Rockwell, Kathy Bates, Olivia Wilde e Jon Hamm.

‘Todo Dia a Mesma Noite’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova série da Netflix; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional de Todo Dia a Mesma Noite, série baseada na tragédia na Boate Kiss, que ocorreu em 2013.

featurette nos leva aos bastidores da produção.

Confira:

Lembrando que os episódios têm estreia marcada para o dia 25 de janeiro.

Relembre o trailer:

Com 5 episódios, a série é inspirada na história real do incêndio na boate em questão, que tirou a vida de 242 jovens em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2013.

Julia Rezende fica responsável pela direção geral da série.

“É uma grande responsabilidade contar uma história ficcional inspirada em um fato real que destruiu a vida de tantas pessoas e chocou o país. Queremos dar luz, da maneira mais sensível e honrosa possível, à perspectiva de quem viveu tudo aquilo de perto, e ainda vive”,ela conta.

“Não podemos jamais esquecer o que aconteceu. Este projeto é um passo importante para a construção da memória coletiva do país”, afirma a consultora criativa Daniela Arbex, premiada jornalista que assinou o livro homônimo.

No elenco estão Thelmo Fernandes, Paulo Gorgulho, Bianca Byington, Leonardo Medeiros, Debora Lamm, Raquel Karro, Bel Kowarick, Erom Cordeiro, Paola Antonini, Nicolas Vargas, Flavio Bauraqui e Laila Zaid, entre outros.

TODO DIA A MESMA NOITE. (L to R) DANIELA ARBEX (Author), JULIA REZENDE (Director), GUSTAVO LIPSZTEIN (Screenwriter) in TODO DIA A MESMA NOITE. Cr. Courtesy of Netflix © 2022

‘Star Trek: Picard’: 3ª e última temporada ganha novo teaser oficial; Trailer COMPLETO será lançado em breve!

Através das redes sociais, a página oficial da série Star Trek: Picard’ divulgou um novo teaser oficial com cenas inéditas da 3ª e última temporada da produção.

Além disso, foi revelado que o trailer completo será exibido no próximo dia 29 de janeiro.

Confira:

Lembrando que o ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 16 de fevereiro de 2023.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Patrick StewartJonathan FrakesGates McFaddenMichael DornLeVar Burton fazem parte da produção.

Alison Pill (The Newsroom’), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace’)  completam o elenco.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

‘RuPaul’s Drag Race’: Assista ao divertido Jogo das Imitações da 15ª temporada!

A WoW e a MTV divulgaram dois novos vídeos promocionais da 15ª temporada do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race’, mostrando as duas partes do divertido Jogo das Imitações.

Confira

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 27 de janeiro.

A vencedora do Grammy Ariana Grande é uma das juradas convidadas do novo ciclo, bem como Janelle MonáeHayley KiyokoAmandla StenbergAli WongHarvey GuillénJulia GarnerMaren MorrisMegan StalterOrville Peck também irão aparecer nos episódios.

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

‘The Last of Us’: A tensão aumenta na prévia do 3º episódio; Confira!

A HBO Max divulgou a prévia oficial do 3º episódio da aclamada adaptação de The Last of Us, série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

O capítulo vai ao ar no próximo dia 29 de janeiro.

Confira:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 82 críticas publicada. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘The Last of Us’: Joel e Ellie enfrentam novos perigos no trailer LEGENDADO do 3º episódio; Confira!

HBO The Last of UsSeason 1 - Episode 2

A HBO divulgou o trailer legendado do próximo episódio da série ‘The Last of Us‘, baseada no aclamado jogo homônimo, que irá ao ar no dia 29 de janeiro.

Confira:

Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam a produção.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘The Last of Us’: 2º episódio já está disponível na HBO Max!

A aventura continua – e a HBO Max lançou hoje, 22 de janeiro, o 2º episódio da já aclamada adaptação de The Last of Us, série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 82 críticas publicada. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Em três semanas, ‘M3GAN’ já arrecadou US$ 124 milhões mundialmente

SUCESSO! Em apenas três semanas, o terror ‘M3GAN‘ já arrecadou sólidos US$ 124.6 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 12 milhões.

De acordo com o Deadline, o longa da Blumhouse tem registrado uma performance semelhante ao terror ‘Sorria‘ nas telonas, além de estar à frente de sucessos como ‘O Homem Invisível‘, ‘O Telefone Preto‘ e ‘Halloween Ends‘ neste mesmo período.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 73.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 51.3 milhões.

Com o sucesso, a sequência ‘M3GAN 2.0‘ foi CONFIRMADA e já tem data de estreia: 17 de janeiro de 2025. O novo longa vai contar com o retorno da roteirista Akela Cooper e das protagonistas Allison Williams e Violet McGraw.

Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

No entanto, o diretor Gerard Johnstone, ainda não teve seu retorno confirmado.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

‘Gato de Botas 2’ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente

Sucesso! A aclamada animação ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ já arrecadou quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa tem se beneficiado de uma ótima estabilidade nas telonas. No último final de semana, a produção sofreu uma queda de apenas 20% no mercado doméstico e 19% internacionalmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 126.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 171 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 297.5 milhões mundialmente.

De acordo com o Deadline, a animação, que conquistou impressionantes 95% de aprovação no críticos no Rotten Tomatoes, está registrando uma performance internacional 39% acima de ‘Sing 2‘, que fechou sua passagem pelos cinemas globais com US$ 407.5 milhões.

Crítica | O Gato de Botas 2: O Último Desejo: Aguardada sequência emociona adultos e crianças

O longa traz novamente às telonas o felino mais amado do planeta e mostra que ele está de volta para o que pode ser a sua última aventura. ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ narra uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas nove vidas perdidas. No filme, o Gato de Botas conta com apenas uma vida restante e ele terá de pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga, a cativante Kitty Pata Mansa, para continuar vivo.

O time de estrelas que compõem elenco de dublagem nacional conta com Alexandre Moreno, dublador oficial do Gato de Botas desde o primeiro filme; Miriam Ficher, que dá voz a Kitty Pata Mansa; Marcos Veras como o cão Perrito; Giovanna Ewbank que dá voz Cachinhos Dourados e Sérgio Malheiros como Bebê Urso.

 

Crítica | Magazine Dreams: Jonathan Majors é um bodybuilder em melhor performance de sua carreira

Jonathan Majors appears in Magazine Dreams by Elijah Bynum, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Glen Wilson

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Cercado por luzes ofuscantes, Jonathan Majors desenha o contorno de seu impressionante físico como um ballet bruto. Em câmera lenta e com seus olhos vidrados em seus próprios pensamentos, ele articula sua musculatura, domina a tela e em questão de segundos de filme, domina nossa atenção. E pelas próximas duas horas, tudo o que desejaremos serão seus sonhos, sua ambição, sua libertação. Magazine Dreams é um nocaute na alma, um drama que traz o submundo do bodybuilding para o centro dos holofotes. E entregando a melhor performance de sua vida, Majors nos tem por inteiro, investidos nos mesmos anseios e angústias que lhe roubam a paz.

Elijah Bynum fez um trabalho impressionante. Em seu segundo longa-metragem, ele faz de Magazine Dreams um delicado e poderoso estudo de personagem, abordando a psique de um jovem marcado pelo trauma, que carrega a terrível dor de perder sua família. Sob a pressão de uma indústria/profissão que drena todo o seu emocional, ele sonha com a carreira de bodybuilder. Com uma mente incansável, um apetite insaciável e vivendo à sombra do culto ao corpo, Majors é Killian Maddox, um rapaz delicado, tímido e com poucas habilidades sociais que anseia em pertencer. Física e emocionalmente exausto, ele ainda é um retrato do que é o burnout.

Com suas rotinas rigorosas, isolamento social e pressões físicas que o assombram a cada segundo do seu dia, Killian é um homem inquieto. E mesmo abordando todas essas questões em um contexto cultural tão específico, Bynum faz de seu protagonista um espelho de todos nós. Construindo um personagem complexo que arrebata para as mais diversas emoções, Magazine Dreams é intimista, profundo, desconfortável, chocante e impactante. Lindamente dirigido, o longa faz um contraste preciso entre a perfeição exterior em detrimento do sofrimento mental e físico. Tornando a linha entre o belo e o grotesco completamente tênue, ele faz de seu segundo filme em um intervalo de quase seis anos um presente inestimável para os cinéfilos. Como é raro assistirmos a filmes tão impecáveis como esse.

E com sua sensível direção, o novato cineasta torna a história de Killian ainda mais simbólica e identificável. Explorando com perspicácia a luz artificial, ele sabe tornar os palcos de competições de bodybuilding um lindo espetáculo visual. Aliado à estonteante performance de Majors, Magazine Dreams se desabrocha diante dos nossos olhos como os sonhos de seu próprio protagonista. E quanto mais acompanhamos seus dilemas, colapsos e espasmos físicos regados de dor e desespero, mais o entendemos e somos capazes de sentir na pele seus mais profundos temores.

Sinestésico, e com uma trilha sonora original que emana música clássica com um toque de suspense, Magazine Dreams ainda conta com uma trilha adaptada diferente, que vai do heavy metal à Patti Smith. Com as canções sendo a expressão exata e simbólica do que cada cena em questão representa, o diretor ainda consegue transformar esse e tantos outros elementos técnicos do filme em personagens dentro da trama. Aqui, nada se perde. Do design de produção do quarto de Killian, regado por cartazes de bodybuilders famosos, ao figurino do protagonista, cada centímetro é um conceito milimétrico da mente, do corpo, da personalidade e do caráter do astro da trama.

Entregando dois planos sequências poderosos que evidenciam ainda mais o monstruoso talento de Majors (sendo um deles de quase quatro minutos da mais hipnotizante performance que já vi desde Marion Cotillard em Piaf – Um Hino ao Amor), o novo longa do desconhecido Elijah Bynum é a vitrine ideal para mostrar sua riqueza criativa. Colocando a audiência em um constante estado de alerta, o drama cult consegue facilmente cruzar seu nicho para encontrar o público geral. E ao nos tragar para um constante medo de que aqueles mesmos sonhos que sonhamos com Killian se transformem em pesadelo, o diretor nos leva ao êxtase sensorial, com Majors fazendo desse bodybuilder não apenas a melhor atuação de sua carreira, bem como aquela que tem tudo para lhe render um Oscar em 2024.

‘Infinity Pool’: Terror com Alexander Skarsgård e Mia Goth ganha novo teaser oficial; Confira!

A NEON divulgou um novo teaser oficial de ‘Infinity Pool‘, novo filme de terror e suspense comandado por Brandon Cronenberg (‘Possessor’), filho de David Cronenberg.

O longa, que é estrelado por Alexander Skarsgård e Mia Goth, acompanha um escritor que acidentalmente mata um homem durante as férias. No entanto, nesta terra estrangeira, a punição é a morte: a dele ou pelo preço certo, a morte de um “doppelgänger” fabricado.

Cleopatra Coleman também está no elenco.

Confira, junto ao trailer completo:

Escrito e dirigido por Brandon Cronenberg, ‘Infinity Pool‘ vai estrear no Festival de Cinema de Sundance de 2023, que acontece em 19 a 29 de janeiro, e chega aos cinemas dos EUA em 27 de janeiro.

A NEON irá co-financiar o projeto ao lado da Topic Studios. Telefilm Canada e Croatian Film Fund também serão financiadores da produção.

‘Cross’: Atriz de ‘O Dono de Kingstown’ entra para a nova série de espionagem do Prime Video

Segundo o DeadlineStacie Greenwell foi oficialmente escalada para o elenco de ‘Cross’, nova série de espionagem do Prime Video baseada no aclamado romance de James Patterson.

Conhecida por seu trabalho em ‘O Dono de Kingstown’, Greenwell se junta aos previamente confirmados Aldis Hodge, que será o detetive titular, bem como Ryan EggoldIsaiah MustafaAlona TalJohnny Ray GillSiobhan Murphy e Eloise Mumford.

Na trama, Hodge dá vida ao espião Alex Cross, descrito como “brilhante, mas falho e cheio de contradições. Um pai amoroso e homem de família, Cross nutre uma obsessão quando se trata de caçar assassinos. Ao mesmo tempo, ele é carente de amor, mas o assassinato de sua esposa o deixou muito magoado para aceitar qualquer demonstração de afeto”.

Além de estrelar, Hodge será um dos produtores.

O roteiro fica a cargo de Ben Watkins, que também será produtor executivo e showrunner. As gravações começam ainda este mês.

Vernon Sanders, presidente de conteúdo global da Amazon Studios, comemorou a iniciativa, dizendo:

James Patterson está entre os melhores quando o assunto é cativar o público com seus romances inegavelmente inteligentes e estamos confiantes de que, com a visão artística de Ben Watkins, ‘Cross‘ fará o mesmo por nossos assinantes.

Ele continuou:

“Estamos orgulhosos de trabalhar com James e Ben ao lado da Paramount Television, da Skydance e com o extremamente talentoso Aldis Hodge, que sabemos que fará um trabalho excepcional ao dar vida a Alex Cross.”

Fique ligado para mais informações!

Retro Dance #01 | Como o icônico álbum ‘Purple Rain’ imortalizou o legado de Prince

O mundo da música é recheado de produções lendárias e impecáveis. E, na estreia do nosso novo especial, Retro Dance, analisamos o memorável e revolucionário álbum Purple Rain, do cantor, compositor, produtor e multi-instrumentalista Prince.

Prince é um nome que absolutamente todos já ouviram. O icônico artista serviu de inspiração para diversos nomes do cenário contemporâneo da música, incluindo BeyoncéLady GagaJanelle Monáe. Começando sua carreira em 1978, Prince ascendeu a uma fama meteórica que o transformou num dos nomes mais importantes da história do escopo fonográfico – e, em 1984, lançou o que apenas podemos considerar como o melhor álbum de sua carreira e um dos melhores de todos os tempos: Purple Rain (que entrou como trilha sonora do filme homônimo).

A produção é composta por nove faixas, dentre as quais basicamente todas se transformam em singles e/ou em assinaturas de seu estilo único. Aqui, Prince aproveitou todo seu contato com múltiplos gêneros musicais para arquitetar uma explosão de poprockR&Bfunk, amalgamando-os em uma enérgica aventura sonora que, mesmo nos dias de hoje, serve como padrão para diversos performers. Cada incursão dialoga com a outra, mas não abandona as próprias idiossincrasias – à época, auxiliando na imortalização do artista e, agora, merecendo ainda mais reconhecimento pelo impacto causado na cultura mundial.

Uma das coisas que é quase incompreensível em relação ao disco é o fato de ele não ter levado para casa a estatueta de Álbum do Ano do Grammy Awards. Afinal, diversos críticos e publicações internacionais elegeram-no como a melhor produção de 84, da década de 80, do século XX e da história – como já mencionado. A jornada se inicia com a irretocável e celebratória “Let’s Go Crazy”, guiada pelas notas profundas do órgão e de sintetizadores que fala sobre a vida e sobre o que existe de melhor nela; pouco depois, a premonitória introdução dá espaço à retumbância da guitarra e da bateria, levando o tempo necessário para trazer à tona os vocais de Prince. O que mais nos chama atenção não é só a verborrágica e cirúrgica composição, mas a fluidez com que cada engrenagem se encaixa, desde a potência do funk-rock à multiplicidade de camadas vocais e à natureza upbeat da faixa.

E isso não se restringe apenas à track de abertura, é óbvio: a extática animação proferida pelo cantor se alastra para as outras músicas, como visto em “Computer Blue”, uma das melhores incursões da carreira de Prince e uma das favoritas dos fãs. Apesar do ritmo eufórico, é notável como os elementos experimentais urgem numa mescla de synth-funkindie-rock, sem ao menos nos deixar sentir faltas de versos cantados. A bateria e a guitarra, que tomam as rédeas dessa pequena obra-prima e que se iniciam por volta dos dois minutos, são o suficiente para não querermos sair desse vibrante microcosmos. Em “When Doves Cry”, o simbólico título apenas mascara a natureza irreverente de uma composição consumada no soul e no neo-psych, desenrolando-se em uma dissonante e memorável produção que fala sobre um relacionamento fadado à ruína (e acompanhado de um dos refrões mais espetaculares que você já ouviu).

Diferente dos álbuns anteriores do artista, Purple Rain pode ser considerado como um divisor de águas para sua carreira. Afinal, estamos lidando com o mergulho de cabeça de Prince na música pop e de que forma suas experiências passadas o auxiliaram nessa construção. Não é surpresa, pois, que podemos citar Prince como um dos precursores das diversas tendências que explodiriam no final dos anos 2000 e no começo dos anos 2010: “I Would Die 4 U”, por exemplo, influenciou anos e mais anos de synth-popelectro-pop a partir da primeira década do século XXI (podendo enxergar a influência nos primeiros álbuns de Gaga, por exemplo, ou na espetacular carreira trilhada por Robyn); a dicotômica capacidade intelectual e mercadológica do performer, inclusive, é posta em patamar similar aos de MadonnaMichael Jackson, que também dominavam o cenário mainstream nos anos 80.

Não citar a faixa-título do álbum seria criminoso: Purple Rain não é apenas uma das melhores entradas do gênero rock, mas uma das músicas mais importantes da história – tendo aparecido em diversas listas de veículos midiáticos nacionais e internacionais. A faixa, originalmente, seria uma canção country com direito ao dueto ao lado de Stevie Nicks – mas ganhou uma repaginação que não poderia ser encarnada por ninguém além de Prince. A força da guitarra, aliada aos vocais estrondosos do artista, ganha mais e mais camadas à medida que os minutos passam, apresentando elementos novos em cada refrão e carregando uma atmosfera antêmica que nos emociona do começo ao fim.

O álbum transformou-se em um arauto de representatividade afro-americana, permitindo que Prince honrasse a cultura de seus antepassados de forma vanguardista e nostálgica, ao mesmo tempo. Não só isso, ele aproveitou para usar do status que se imortalizava no cenário mainstream para causar “desconfortos” propositais na parcela mais conservadora da população – quem não se lembra das polêmicas envolvendo a impetuosa “Darling Nikki”, que fala explicitamente sobre sexo e até mesmo sobre masturbação feminina. Não obstante o boicote promovido pelos tradicionalistas, o álbum vendeu mais de 25 milhões de cópias, tornando-se um dos mais bem-sucedidos de todos os tempos.

Purple Rain consegue ser tudo e mais um pouco: com apenas 26 anos, Prince, que agora era perpetuado como um símbolo avant-garde da música, conseguiu reunir cada milímetro de uma criatividade infinita para gerar um álbum que marcou e que continua a marcar gerações. E, se você ainda não teve oportunidade, ouça a esta obra-prima; garanto que você não irá se arrepender.

Crítica | Birth/Rebirth: Terror com atriz de Grey’s Anatomy é um assombroso conto sobre maternidade, moralidade e a incansável busca pela imortalidade

A still from Birth/Rebirth by Laura Moss, an official selection of the MIDNIGHT Section at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | Photo by Chananun Chotrungroj. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Filme assistido no Festival de Sundance 2023

A mortalidade humana é uma das verdades mais inconcebíveis para o mundo. Diante de uma ciência que constantemente visa driblar a inexorável certeza de que o fim é inevitável, somos testemunhas de uma cultura global que busca retardar o envelhecimento e perpetuar a humanidade, ainda que isso não esteja em nossas mãos. Esse medo, angústia e desejo por controlar o incontrolável é o que faz com que artistas como os roteiristas Laura Moss e Brendan J. O’Brien se desafiem em narrativas como Birth/Rebirth. Aqui, uma apática médica e uma enfermeira que acaba de perder sua filha se veem diante da enorme questão moral tantas vezes levantada entre a comunidade científica, os religiosos e a sociedade mundana: É possível brincar de ser Deus?

No longa dirigido por Moss, essa e tantas outras questões éticas são abordadas, de forma prática e visual. Ao invés de esticar sua 1h30 de filme em profanos debates psicoemocionais sobre a moralidade que contrasta a ciência com a fé, Birth/Rebirth é como um ensaio cinematográfico sobre quem é o ser humano diante da inevitável mortalidade. Fazendo um paralelo entre duas personagens tão moralmente díspares, o terror/thriller é um convite a uma experiência diferente. Instigante e sempre debaixo de uma enorme tensão, a produção explora a determinação assombrosa de uma médica com ares sociopatas, que abre mão de qualquer princípio a fim de descobrir a cura para a imortalidade.

Marin Ireland and Judy Reyes appear in Birth/Rebirth by Laura Moss, an official selection of the MIDNIGHT Section at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | Photo by Chananun Chotrungroj. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or ‘Courtesy of Sundance Institute.’ Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Nessa jornada, seu caminho se cruza com o de uma mãe solo, que ao perder sua pequena filha para um severo caso de meningite, é forçada a confrontar suas próprias convicções – conduzida pelo incomensurável instinto materno. Nessa trajetória, somos contemplados por um longa que desafia nossos sentidos, subvertendo sua temática já tão esgotada nos cinema e na TV com uma overdose de originalidade e criatividade. Birth/Rebirth dá vida a um assunto praticamente natimorto de tão exaurido que está e leva a audiência por caminhos pouco explorados. Com um suspense que escalona a partir dos comportamentos questionáveis de suas protagonistas, o filme é capaz de tratar as mesmas problemáticas de sci-fis de altíssimo orçamento com muito mais propriedade, riqueza narrativa e impacto.

Isso se deve à brilhante combinação entre Moss e J. O’Brien, que não se perdem em detalhes enfadonhos, se privam de análises tão eruditas e complicadas, sem perder a complexidade daquela grande pergunta, apresentada logo no primeiro parágrafo. E conduzida pelas poderosas performances de Marin Ireland (A Qualquer Custo) e Judy Reyes (Grey’s Anatomy), o suspense/terror é uma distopia sobre a mortalidade, que mostra até onde uma mãe é capaz de ir para salvar sua prole. E transformando um clássico tema do gênero de terror em um objeto de estudo reimaginado, a dupla criativa alicerça sua história na complexa psique de suas protagonistas.

Marcando a estreia na direção de Laura Moss, o thriller brinca com a linearidade narrativa de forma inteligente, entregando uma reviravolta poderosa que faz seus primeiros 5 minutos de filme ganharem um novo significado. Com um final previsível – mas excelente, Birth/Rebirth é um terror inteligente, não subestima a audiência e nos leva à mesma intensa montanha russa emocional que pauta a espetacular e disfuncional dinâmica relacional entre Ireland e Reyes.

SUCESSO! ‘Avatar 2’ ultrapassa US$ 2 bilhões mundialmente e se torna a 6ª maior bilheteria da história!

Avatar: O Caminho da Água‘ conquistou mais uma impressionante marca nas bilheterias mundiais. Se tornou o sexto filme da história a ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões nas bilheterias globais. Também é uma grande vitória para o diretor James Cameron, que é o único cineasta a ter dirigido três filmes que alcançaram a marca.

A Disney anunciou hoje, 22, que a sequência de grande orçamento terminará o fim de semana com um total global de US$ 2,024 bilhões, a maior bilheteria da era pandêmica. O filme arrecadou US$ 598 milhões nos EUA e US$ 1,426 bilhão no mercado

O filme é a sexta maior bilheteria da história.

Confira o Top 6:

1 – Avatar – US$2,89 bilhões
2 – Vingadores: Ultimato – US$2,79 bilhões
3 – Titanic – US% 2,20 bilhões
4 – Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força – US$ 2,06 bilhões
5 – Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2,04 bilhões
6 -Avatar: O Caminho da Água – US$ 2,02 bilhões

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Fãs estão AMANDO a hilária esquete de ‘Avatar’ em ‘Saturday Night Live’; Confira as reações!

O mais recente episódio do programa humorístico ‘Saturday Night Live’ trouxe aos fãs nada menos que uma paródia de Avatar.

Na esquete, Mikey Day interpretou Jake Sully, enquanto Ego Nwodim apareceu como Neytiri. E isso não foi tudo: Kenan ThompsonAubrey PlazaHeidi Gardner também deram as caras na paródia, interpretando Na’vis que com certeza são humanos disfarçados.

Nas redes sociais, os fãs adoraram a cena em questão e fizeram questão de comentar sobre suas impressões nas redes sociais.

Confira:

“Aubrey Plaza como um Avatar foi muito bom”.

“Depois de assistir a Avatar 2’ nos cinemas, estou vendo uma esquete”.

“Uma esquete de Avatar! SIM!”.

“Fiquei muito impressionado com a atuação de Heidi na esquete de Avatar“.

Lembrando que a sequência já acumulou US$ 1.9 bilhão nas bilheterias mundiais, e está prestes a ultrapassar ‘Homem-Aranha – Sem Volta para Casa‘ (US$ 1.91 bilhão) como a 6ª maior bilheteria da história do cinema.

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.