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As 50 Melhores Músicas de 2022

2022 se provou um ótimo ano para a música, com o retorno de aguardados atos do cenário fonográfico, bem como a estreia de vários outros.

Depois de separarmos os 22 melhores álbuns do ano, montamos uma segunda matéria celebrando as 50 melhores músicas, focando essencialmente na composição lírica, na produção e na rendição dos artistas.

Desde a reimaginação rap de “Vegas”, performada pela vencedora do Grammy Doja Cat, até a belíssima e antêmica arena-rock de “Hold My Hand”, música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ assinada pela lendária Lady Gaga, montar nosso ranking não foi um trabalho fácil – e com certeza devemos ter deixado alguma pérola de fora.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é sua canção favorita:

50. “SNAKES IN THE GRASS”, Dolly Parton

Retornando com força descomunal para o mundo do entretenimento, a icônica Dolly Parton se aventurou na literatura, na música e, futuramente, no cinema com ‘Run, Rose Run’ – e, apesar de nem todas as faixas funcionarem como deveriam, “Snakes In the Grass” emerge como a clássica Dolly que todos aprendemos a amar, mergulhando no cativante country-rock e em uma narrativa atemporal sobre os perigos de confiar em qualquer um.

49. “CANNONBALL”, Avril Lavigne

Desde “Cannoball”, faixa de abertura do novo álbum de Avril Lavigne, somos engolfados em uma vibrante e frenética progressão que fica no ápice praticamente o tempo inteiro; a performer tem plena consciência do que está fazendo e não se importa se você está tendo um dia ruim, entregando tudo de si para mensagens de empoderamento e de libertação que nos arremessam de volta para os anos 2000.

48. “VERSIONS OF ME”, Anitta

Depois da problemática identitária de ‘Kisses’Anitta, que vem se consagrando como uma das maiores performers mundiais da atualidade, retornou com força descomunal com ‘Versions of Me’, uma ode a todas as camadas que passou durante sua carreira. E a faixa-titular, infundida em uma produção irretocável e bastante nostálgica, tem um dos refrãos mais envolventes do ano, incrementado pelo baixo, pelos sintetizadores e pela mixórdia exuberante do synth-pop dos anos 1980 e de sua consecutiva revitalização na passagem dos anos 2000 para os anos 2010.

47. “IT’S ONLY LOVE, NOBODY DIES”, Sofia Carson

As melhores faixas do álbum de estreia de Sofia Carson se concentram na primeira metade, logo de cara com a abertura “It’s Only Love, Nobody Dies”, uma narrativa romântica que fala sobre um relacionamento que pode superar quaisquer obstáculos – e que se finca com fervor nas tendências da década passada, alimentando um apreço significativo pelo balada electro-pop e oscilando entre o minimalismo pré-refrão e a aguardada explosão central, pincelada pelos toques retumbantes e acompanhada por rimas interessantes e que fogem da obviedade lírica.

46. “DON’T GO YET”, Camila Cabello

Com ‘Familia’Camila Cabello parece muito mais confortável dentro de seu escopo artístico,  deixando transparecer uma diversão apaixonante que nos guia por essa jornada incrível e que merece ser apreciada até mesmo por aqueles que não são tão fãs de música latina. E, dentro desse respiro, somos agraciados com a espetacular “Don’t Go Yet”, em que Cabello encarna uma versão modernizada de Gloria Estefan e, dessa maneira, gesta uma das melhores canções de sua carreira.

45. “IMMACULATE”, Years & Years

Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, Years & Years) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.

44. “USED TO KNOW ME”, Charli XCX

No mais novo álbum da icônica Charli XCX, ‘CRASH’, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”.

43. “MATILDA”, Harry Styles

Em “Matilda”Harry Styles promove uma desmistificação profunda do conceito de família e de lanços sanguíneos, narrando uma personagem que não foi amada por aqueles que deveriam amá-la e encontrou independência e felicidade ao se afastar deles: “você não deve pedir desculpas por ir embora e crescer” resume com consciência assustadora o que significa se libertar das amarras impostas pela sociedade e perceber que o mais difícil é, por vezes, o caminho a ser seguido.

42. “VIGILANTE SHIT”, Taylor Swift

“Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais original de ‘Midnights’ (décimo álbum de Taylor Swift), puxa aspectos de ‘Reputation’ para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando com pulsões à la Charli XCX.

41. “HOT IN IT”, Tiësto feat. Charli XCX

Além de ter lançado o impecável ‘CRASH’ e ter participado da trilha sonora de ‘Morte Morte Morte’Charli XCX se uniu ao icônico DJ Tiësto para uma celebração do dance-pop com a incrível e sensual “Hot In It”. A faixa é destinada essencialmente às pistas de dança e funciona como uma incursão incrível da música eletrônica com um refrão impregnante e uma forte batida que nos impede de ficar parados por muito tempo.

40. “NO ONE DIES FROM LOVE”, Tove Lo

O segundo single de ‘Dirt Femme’, quinto álbum da incrível Tove Lo, não poderia ficar de fora da nossa lista. A produção irretocável da faixa traz o melhor do electropop à tona, seja com a multiplicidade de camadas vocais, seja com o uso pungente dos sintetizadores – escolhas que refletem a habilidade do produtor A Strut e que fala sobre um relacionamento que chegou ao fim da pior forma possível e que, mesmo assim, deixará memórias.

39. “29”, Demi Lovato

Demi Lovato retornou para o mundo da música com o aguardado ‘Holy Fvck’ este ano, abandonando o estilo mais conceitual que vinha apresentando e apostando nas raízes do pop-rock. “29”, facilmente uma das melhores faixas do álbum, choca pela produção comedida e pelos potentes vocais da artista, infundida em uma história de disparidade etária, daddy issues e a tênue linha entre o consentimento e a manipulação.

38. “MY MIND & ME”, Selena Gomez

Selena Gomez se tornou uma das porta-vozes sobre saúde mental e, com o lançamento do documentário ‘Minha Mente & Eu’, aproveitou a oportunidade para retornar ao mundo da música com uma ótima balada pop. Intitulada “My Mind & Me”, a potente canção fala sobre a fragilidade mental da cantora e compositora, caminhando para uma história de superação e fraternidade consigo mesma (eternizada pelo verso “nós não nos damos vem às vezes, e fica difícil respirar”).

37. “MISUNDERSTOOD”, BANKS

A breve faixa “Misunderstood”, da artista BANKS, é uma sinestésica obra-prima que aposta fichas numa produção conceitual, retumbante e guiada pela confluência de estilos que reflete o apreço da cantora e compositora por misturar gêneros conflitantes entre sim – e, ao longo de efêmeros 1:42, ela emplaca uma das melhores música do ano com a fusão entre R&Bpop alternativo.

36. “KOMBI VERSACE”, ROSALÍA

ROSALÍA causou um grande impacto ao retornar ao cenário fonográfico com o aclamado ‘MOTOMAMI’, facilmente um dos melhores álbuns do ano e da década. E, em meio a tantas faixas impecáveis, tivemos a presença da minimalista “Kombi Versace”, que mistura o experimentalismo dos sintetizadores com vocais em falsetto e uma presença demarcada do reggaeton.

35. “HEUTE NACHT”, Maddix

Maddix é provavelmente um nome do qual você nunca ouviu falar – mas que mereceu seu lugar na nossa lista com a desconhecida faixa “Heute Nacht”. O DJ alemão superou todas as expectativas ao entregar um techno conceitual que tem todos os elementos do gênero, incluindo o crescendo que premedita o refrão e uma celebração da vida noturna (“esta noite será incrível”, diz uma robótica voz).

34. “BAD HABIT”, Steve Lacy

Com “Bad Habit”Steve Lacy alcançou o topo da Hot 100 da Billboard e serviu como uma divisora de águas na carreira do cantor e compositor. A faixa foi assinada por Lacy em colaboração a Diana GordonJohn KirbyFoushéeMatthew Castellanos, e trouxe inúmeros elementos a uma construção memorável em R&Blo-fifunk-pop.

33. “PLAN B”, Megan Thee Stallion

Megan Thee Stallion vem quebrando inúmeras barreiras de gênero dentro da configuração do rap e do hip-hop e, depois do aclamado ‘Good News’, retornou com o ótimo ‘Traumazine’. Dentro da produção, temos o single “Plan B”, uma antêmica incursão de empoderamento que fala sobre um problemático relacionamento que a rapper teve no passado.

32. “GOD TURN ME INTO A FLOWER”, Weyes Blood

“God Turn Me Into a Flower” traz uma celebração melancólica do enfrentamento dos problemas, em que a cantora clama por Deus para que ele a transforme em uma flor, um símbolo de força que é associado erroneamente à fragilidade – pois, quando ela cai, ela não se estilhaça como um copo de vidro. Cada nota proferida pelos sintetizadores ou pela multiplicidade de vozes é pensada com exímia cautela, adotando elementos teatrais que nos relembram de Fiona Apple e que se desvencilham de um melodrama desnecessário.

31. “NOBODY LIKE U”, 4*TOWN

Em 2022, a Pixar lançou a animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, cuja história acompanha uma jovem garota apaixonada por uma boyband e com o poder de se transformar em panda quando passa por experiências estressantes. É claro que o filme contaria com uma trilha sonora memorável, incluindo a canção “Nobody Like U”, estruturada pelos múltiplos vencedores do Grammy Billie EilishFinneas O’Connell (e uma das cotadas para a próxima edição do Oscar). A faixa pega elementos do pop dos anos 1990 e faz referências nostálgicas a grupos como N*SYNCBackstreet Boys.

30. “LOVE ME MORE”, Mitski

A artista Mitski vem ganhando espaço no cenário fonográfico ano após ano e, em 2022, lançou o elogiadíssimo ‘Laurel Hell’, seu sexto álbum de estúdio. O compilado de originais é uma celebração do synth-pop, do electro-pop e do nu-disco – e a faixa que melhor o representa é a instigante “Love Me More”, lançada como quarto single e que, em uma produção impecável e muito bem pensada, fala sobre a necessidade de ser amada.

29. “TITÍ ME PREGUNTÓ”, Bad Bunny

Bad Bunny fez um estrondo gigantesco ao lançar o álbum ‘Un Verano Sin Ti’ em 2022, trazendo a música latina com mais força para o cenário mainstream americano. “Tití Me Preguntó”, afastando-se das costumeiras incursões do reggaeton, apresentou um novo lado do cantor ao misturar dembowpsychedelia, puxando elementos do dancehall centro-americano e arquitetando uma atmosfera sensual e dançante.

28. “SUMMER RENAISSANCE”, Beyoncé

No aclamado ‘Renaissance – Act I’, nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

27. “HONDA”, FKA Twigs feat. Pa Salieu

“honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapper Pa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa.

26. “BROOKLYN BRIDGE”, Anaïs Mitchell

Em seu álbum de estúdio homônimo, Anaïs Mitchell nos presenteia com a singela e atmosférica “Brooklyn Bridge”, reafirmando-se como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos

25. “MAROON”, Taylor Swift

Logo na primeira metade de ‘Midnights’, Taylor Swift entrega inflexões poéticas aplaudíveis e que se configuram como algumas das melhores da carreira da performer“Maroon”, em contraposição à faixa anterior, mergulha na repetição tonal de modo evocativo, nos levando de volta para ‘1989’ e ‘Lover’ (em especial a faixa “The Archer”, que grita synth-dream com todas as forças) e guiada por uma espécie de teoria de cores que dialoga com sensações e com a realidade percebida pela cantora

24. “DAFFODIL”, Florence + the Machine

‘Dance Fever’ marcou o glorioso retorno de Florence + the Machine ao mundo da música – e uma das principais entradas do disco é “Daffodil”, uma mítica peregrinação de autorreflexão, lidando com uma expressividade que se transpõe ao literário e borra a separação entre os tipos de arte (considerando que o alcance sensorial da obra é múltiplo e avança até mesmo para o industrial psicodélico).

23. “YOU KEEP ME CRAWLING”, AURORA

‘The Gods We Can Touch’ é, facilmente, a obra-prima de AURORA, recheada de diversas faixas de tirar o fôlego. Uma das melhores é, sem dúvida, “You Keep Me Crawling”: nesta track, temos o início de uma tendência teatral que viria ser explorada em outras incursões. A progressão é pincelada pela densidade dramática do piano, do violino e da bateria, abrindo espaço para uma rendição espetacular e tocante que discorre sobre um relacionamento tóxico de que o eu-lírico não consegue escapar (Por que eu continuo implorando como o animal? Talvez seja porque eu precise servir alguém).

22. “VEGAS”, Doja Cat

Com “Vegas”, música original da cinebiografia ‘Elvis’Doja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca.

21. “FAST TIMES”, Sabrina Carpenter

Em ‘emails i can’t send’, quinto álbum de Sabrina Carpenter, são várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que Carpenter protagoniza)

20. “FREE YOURSELF”, Jessie Ware

Apesar de não termos sido agraciados com mais um álbum, Jessie Ware não deixou de fazer sua participação em 2022 e lançou o incrível hino de autoaceitação e empoderamento “Free Yourself”. A faixa permitiu que Ware continuasse a explorar sua paixão por incursões dos anos 1980 e 1990 em uma narrativa sobre libertar a si mesmo, guiada pelas notas conhecidas do italo disco, do house e do dance-pop.

19. “THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis HiltonWhitney Houston.

18. “ABOUT DAMN TIME”, Lizzo

Já faz três anos desde que Lizzo parou o mundo com o lançamento de seu último álbum de estúdio – mas, atendendo nossas preces, ela está retornando para o cenário musical. O lead single de seu próximo compilado, “About Damn Time”, estende-se para o saudosismo inebriante do final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, com um nu-disco absorvido pelo funk-pop, marcado pelas impactantes notas do piano e por um baixo arrepiante – além de uma narrativa de empoderamento própria da identidade da cantora.

17. “4 DA MANHÃ EM SALVADOR”, Baco Exu do Blues

Baco Exu do Blues se envolveu na própria reflexão com ‘QVVJFA?’, lançado em fevereiro deste ano com uma fusão de inúmeros estilos musicais. Aqui, a faixa “4 da manhã em Salvador” fecha esse arco introspectivo e adota um teor mais biográfico, consagrando-se como a canção mais latinizada do álbum (com a presença inesperada do violão) e uma narrativa de superação que denuncia a opressão sistêmica dos não privilegiados.

16. “HOW LONG”, Tove Lo

Depois da nostálgica incursão de ‘Sunshine Kitty’, que merecia mais reconhecimento do que tem, a performer sueca Tove Lo foi escalada para compor e cantar uma das faixas originais da aclamada série adolescente ‘Euphoria’, estrelada por Zendaya. Intitulada “How Long”, o pulsante electro-dark parte da perspectiva de um eu-lírico marcado por tristezas e decepções, declamando sobre um relacionamento tóxico que, na verdade, nunca foi verdadeiro.

15. “BOYFRIEND”, Dove Cameron

Dove Cameron começou a fazer sucesso no Disney Channel e, depois de ter protagonizado a trilogia ‘Descendentes’, começou a investir em peso em sua carreira musical. “Boyfriend”, dessa maneira, representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo que remete às incursões iconográficas de Ariana Grande. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

14. “CAROLINA”, Taylor Swift

Aliando-se novamente a Aaron Dessner, cujo toque especial na produção transmuta a melodia em uma mística aventura recheada de segredos a serem descobertos, Taylor Swift nos carrega a um caudaloso e narcótico rio do qual não queremos sair com ‘Carolina’, música-tema de ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’. E, certamente, é a irretocável poética presente na composição, estampada com rimas inteligentes e uma cadência envolvente, que nos relembra do paixão que sentimos por essa artista tão espetacular que conhecemos.

13. “N95”, Kendrick Lamar

Kendrick Lamar voltou em 2022 com mais um projeto espetacular, intitulado ‘Mr. Morale & the Big Steppers’. Uma das faixas que melhor representa as ideias por trás do álbum em questão é “N95”, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazzblues e rap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.

12. “ATOPOS”, Björk

Björk escolheu “Atopos” como a faixa de abertura e como lead single  da inesperada obra-prima ‘Fossora’ – e a própria nomenclatura da música já indica o que podemos esperar do álbum. Se você nunca ao menos cruzou caminho com uma canção composta por Björk, digo que nenhuma das escolhas é por acaso e que cada engrenagem pertence a uma macroestrutura que rompe com as barreiras sonoras e expande-se para teoremas filosóficos e análises sociológicas sobre o homem em si e dentro da sociedade.

11. “PURE/HONEY”, Beyoncé

‘Renaissance – Act I’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).

10. “FRANKENSTEIN”, Rina Sawayama

Para cada mínimo e quase imperceptível deslize, Rina Sawayama deu tudo de si para nos presentear com algumas das melhores músicas do ano com o ótimo ‘Hold the Girl’, seu segundo álbum de estúdio oficial. E a faixa-assinatura do compilado veio um pouco depois de seu lançamento oficial, com “Frankenstein” – um mergulho no pop-punk, contando com a assinatura certeira do vencedor do Oscar Paul Epworth e da sempre incrível Lauren Aquilina.

9. “PAPI BONES”, FKA Twigs

No ótimo ‘CAPRISONGS’FKA Twigs continua a explorar sua identidade musical com despreocupação apaixonante – e, nesse processo de contínua autodescoberta, arquiteta a irretocável “papi bones”, uma das melhores entradas do álbum e de sua carreira. Aqui, a cantora e compositora discorre sobre o fervor da paixão, à medida que busca referências nas incursões do afrobeats, do reggae e até o mambo, fomentando uma miscelânea sensual e convidativa.

8. “DREAM GIRL EVIL”, Florence + the Machine

Colaborando com Dave Bailey, vocalista da banda Glass AnimalsFlorence Welch dá vida à narcótica atmosfera de “Dream Girl Evil”, construindo um enredo sarcástico e ácido, revelando a disparidade de gênero em que, quando uma mulher se posa como independente, atrai olhares de desprezo pelos homens: puxando elementos da icônica canção “Freedom!”, de George Michael, Florence abusa de uma retórica com propósito condescendente para com seu interlocutor, perguntando a ele se “eu o desapontei? A mamãe deixou você triste? Eu te faço lembrar de todas as garotas que te deixaram louco?”.

7. “TAKE MY BREATH”, The Weeknd

lead single de ‘Dawn FM’, recente álbum de The Weeknd, veio na forma de “Take My Breath”, uma das melhores canções da carreira do artista. Mantendo um belíssimo diálogo com a clássica “Blinding Lights”, a faixa se lança a um ambicioso projeto que estende ramificações pelo pop psicodélico e pelo disco, fazendo um incrível e desmedido uso de sintetizadores que remontam a Donna Summer com “I Feel Love” e ao lendário pai do discoGiorgio Moroder. Além de uma coesa e soberba produção, somos agraciados com uma evocativa progressão e vocais poderosos que respaldam a sensual narrativa que se desenrola.

6. “HOLD MY HAND”, Lady Gaga

Lady Gaga foi escalada para escrever a música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ e, sem muitas surpresas, a faixa emerge como uma das mais belíssimas entradas de sua gloriosa carreira. Seguindo os passos de “Take My Breath Away”, que comandou o filme original de 1986, a track se volta à estética oitentista e, ao mesmo tempo, se mantém fiel à identidade única da performer, erguendo-se em formosura envolvente e apaixonante, misturando elementos do power-pop e do power-rock em um mergulho ao passado que reafirma o lugar atemporal da artista no cenário fonográfico.

5. “OUT OF TIME”, The Weeknd

‘Dawn FM’ veio acompanhado de uma aclamação crítica aplaudível e representou uma das melhores entradas da elogiada discografia de The Weeknd. E, nesse soberbo álbum, o cantor e compositor foi impulsionado a fazer o que bem entender e inclusive a lançar tendências (como provavelmente veremos nos meses seguintes, em que outros artistas farão um movimento exploratório e metadiegético promovido pelo artista). É nesse espectro que faixas como “Out of Time”, fazendo alusão a nomes como Marvin Gaye e a Michael Jackson, insurge como um belíssimo laço entre passado, presente e futuro.

4. “CHILDREN OF THE EMPIRE”, Weyes Blood

A evocativa “Children of the Empire” é uma explosão instrumental que renega a maximização espetacular, procurando um ponto de encontro entre os arranjos que despontam e a rendição irretocável da performer. A princípio, a profusão de instrumentos pode parecer estranha, oscilando entre sintetizadores robóticos, o dedilhar de cordas e as notas ácidas de um piano (tudo pincelado com um coro gospel que surge no refrão) – mas a mixórdia de sensações é um deleite para os ouvidos, principalmente aliada a versos como “nós não temos mais tempo para ficar com medo” e “filhos do império sabem, sabem que não são livres”.

3. “SAOKO”, ROSALÍA

Com ‘MOTOMAMI’, ROSALÍA lançou seu melhor e mais experimental álbum até hoje, utilizando toda sua criatividade para refletir sobre a própria vida. E um dos singles oficiais da produção vem com “Saoko”, uma investida extremamente conceitual que desconstrói conceitos do reggaeton e do cyberpunk, unindo-os em uma alternância de estilos que não poderia ser feita por mais ninguém além dessa já memorável artista.

2. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)

1. “L’ENFER”, Stromae

É provável que você nunca tenha ouvido de falar de Stromae – mas certamente deveria. O cantor e compositor belga retornou em 2022 com o incrível ‘Multitude’ e, dentro dessa melancólica e expressiva jornada, rendeu-se à melhor faixa do ano até agora – a profunda “L’Enfer”. Movida pelas densas notas de um piano clássico e pela interpolação com urgentes sintetizadores, a canção fala sobre depressão e pensamentos suicidas, enquanto realiza uma compressão niilista sobre o mundo e sobre a vida.

BÔNUS: “GOOD DAYS”, SZA

Quando montamos essa lista, SZA ainda não havia lançado o irretocável álbum ‘SOS’. Para não reestruturarmos o ranking inteiro, resolvemos dedicar uma seção hors concours para a icônica cantora e compositora e colocar “Good Days” como uma das melhores incursões do ano. A faixa traz aspectos do R&B alternativo, do neo-soul e do soul psicodélico, alimentado por uma atmosfera saudosista dos anos 2000 e inclusive conquistando uma indicação ao Grammy de Melhor Música R&B.

Aaron Taylor-Johnson revela que ‘Kraven, O Caçador’ será fiel aos quadrinhos

Aaron Taylor-Johnson (‘Kick-Ass’), ator que interpretará o personagem título no novo filme da Sony, ‘Kraven, O Caçador‘, falou, em entrevista recente, que o filme será fiel aos quadrinhos, e mostrará “o Caçador que todos nós queremos ver”.

Por sinal, Taylor-Johnson aproveitou a entrevista para tentar esclarecer um pouco a confusão que ocorreu, depois de ter declarado anteriormente que Kraven seria um personagem “amante dos animais”.

Confira a declaração completa:

“Não posso confirmar nenhum detalhe nem nada. E também, eu acho que provavelmente foi um pouco tirado do contexto. Quero dizer, eu acho que você sabe o que eu quis dizer, o que realmente foi dito foi que ele era um protetor do mundo natural, eu disse, e ele é um conservacionista, o que é provavelmente mais preciso, e então deveria ter parado por aí, ponto final, não deveria ter ido além disso.

Porque, sim, acho que você sabe que realmente tem que entender, sim, ele é um caçador e desse mundo de caça e há tantos aspectos. O que eu amo nesse personagem é que o que ele está humanizando é que ele tem falhas, certo? Kraven é um personagem bonito.

Sergei Kravinov é um personagem bonito porque é alguém que realmente se entende e tem falhas. Este é um personagem que foi construído há muito tempo e está em um novo tempo, uma nova era, mas sim, ele vai ser O Caçador que todos nós queremos ver? Sim, absolutamente. Absolutamente.”

Kraven é um obsessivo caçador que foi introduzido como um vilão do Homem-Aranha em The Amazing Spider-Man #15, publicado em 1964. Nos quadrinhos, Kravinoff começou sua carreira usando as ferramentas típicas do caçador, mas com o tempo ele desenvolveu uma preferência para derrubar animais grandes com as próprias mãos.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

Lembrando que o longa tem estreia marcada para janeiro de 2023.

Kraven, o Caçador é Sergei Kravinoff, um caçador obsessivo que foi apresentado como um vilão do Homem-Aranha em O Espetacular Homem-Aranha #15 (1964). Segundo o Fandom, Kravinoff começou sua carreira como um caçador típico, mas com o tempo desenvolveu uma preferência por abater animais de grande porte com as próprias mãos. Depois de conhecer um feiticeiro voodoo conhecido como Calypso, Kravinoff tomou uma poção de ervas que aumentou seus poderes físicos, dando-lhe força, velocidade e sentidos para combinar com um gato da selva. A poção também estendeu sua vida, mantendo sua saúde e vitalidade nos próximos anos.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

‘Todo Mundo em Pânico’! Relembre o Declínio dos “Filmes-Paródia” nos anos 2000…

Um fenômeno curioso que acontece na indústria do cinema é a saturação do mercado devido a um número extensivo de produções de um subgênero. Isto é, reformulando, caso tais produções exibam desgaste por motivo de sua baixa qualidade. E como cinema é uma arte subjetiva, me refiro à baixa qualidade no sentido de seu resultado, tanto financeiro (nas bilheterias – o que espelha a baixa procura do público pelo filme), quanto de crítica (os especialistas podem jogar uma obra na lama ou elevá-la a um pedestal – o que pode vir ou não a coincidir com o gosto do grande público). Mas não só por isso, outro fator determinante para a “extinção” ou diminuição drástica na produção de um gênero ou subgênero, pode ser a mudança na sociedade – em que valores antigos e certos tipos de história não cabem mais. Por exemplo, até a década de 1950 no cinema, dois dos gêneros mais produzidos e mais valorizados pelo público eram os faroestes e os musicais. Com o tempo o interesse por filmes mais modernos foi crescendo e os velhos valores diminuindo.

Tudo isso para chegarmos até os filmes paródia, um subgênero que se consolidou na década de 1980 e que consiste em tirar sarro (e espera-se risadas também) de filmes e gêneros que fizeram ou fazem sucesso. O primeiro grande exemplar bem-sucedido do subgênero podemos dizer que foi Apertem os Cintos… o Piloto Sumiu, de 1980, que brincava com os filmes catástrofe (sensação na década anterior de 1970). A própria Paramount tentava tirar sarro dos filmes slasher logo no ano seguinte, com Student Bodies, sem sucesso. Depois vieram Top Secret (1984) – paródia dos filmes de espionagem e guerra – e Corra que a Polícia Vem Aí (1988) divertida sátira de filmes policiais. Um dos mais famosos foi Top Gang, cujo primeiro filme parodiava Top Gun, e o segundo era sátira de Rambo 2. Fora isso, o cineasta Mel Brooks, que vinha trabalhando em tais produções desde a década de 1970 (com Banzé do Oeste e O Jovem Frankenstein), fez suas próprias versões “zoadas” dos filmes de Hitchcock (Alta Ansiedade), de Star Wars (S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço), Robin Hood (A Louca! Louca História de Robin Hood) e Drácula (Drácula, Morto mas Feliz).

Com os anos 2000, os filmes paródia que já haviam presenciado um grande desgaste no fim dos anos 1990, receberam uma sobrevida graças ao sucesso estrondoso de Todo Mundo em Pânico (2000), filme dos irmãos Wayans que havia conseguido o que Student Bodies não realizou: parodiar os filmes de terror slasher – graças à segunda leva trazida por Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. E podemos dizer que foi graças a Todo Mundo em Pânico que uma verdadeira enxurrada de produções, digamos, de gosto duvidoso lotou os cinemas. De qualidades e sucesso variados, os filmes paródia foram perdendo o gás, mas seguiam sendo produzidos. Abaixo iremos lembrar de alguns dos mais famosos que permearam a década de 2000. Confira.

Não é Mais um Besteirol Americano (2001)

O primeiro a chegar seguindo o rastro de Todo Mundo em Pânico foi esta comédia protagonizada por um Chris Evans antes da fama. E se o filme dos irmãos Wayans aproveitava a boa fase dos filmes slasher de terror adolescente para pegar para si uma fatia deste sucesso, este Não é Mais um Besteirol Americano também “sugava” de um tipo de filme juvenil que se via em alta no fim da década de 90, as comédias adolescentes colegiais. Assim, Ela é Demais (1999), Marcação Cerrada (1999), 10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999), Mal Posso Esperar (1998) e o clássico A Garota de Rosa-Shocking (1986), por exemplo, entravam na mira do longa, que até possui seus fãs – a coisa pioraria depois.

Uma Comédia Nada Romântica (2006)

O problema para o gênero começou com a entrada de Aaron Seltzer e Jason Friedberg (que haviam trabalhado em alguns filmes de sucesso dentro do subgênero) de cabeça no mercado, assumindo sozinhos os roteiros e direção de vários destes filmes, digamos, esquecíveis, e acreditando terem encontrado ouro. O primeiro do lote foi este Date Movie (no original), que parodiava… sim, você acertou, diversas comédias românticas da época, vide Hitch: Conselheiro Amoroso, Casamento Grego, Penetras Bons de Bico, Legalmente Loira, O Diário de Bridget Jones, Entrando Numa Fria, Quero Ficar com Polly, entre outros. Quem protagoniza é Alysson Hannigan, de American Pie.

Deu a Louca em Hollywood (2007)

A dupla Aaron Seltzer e Jason Friedberg continuou cometendo seus crimes cinematográficos produzindo, escrevendo e dirigindo seus filmes. E logo no ano seguinte, o alvo de suas paródias (sem muita inteligência ou graça) foram os filmes épicos de Hollywood, ou seja, suas superproduções daquele ano. O que foi acontecendo cada vez mais em filmes assim é que se tornaram apenas esquetes, nos quais os personagens vão pulando de situação em situação, de cena em cena, apenas apostando no fator familiaridade, ou seja, filmes que o público reconheça – sem qualquer esforço. Não existe a mínima tentativa em criar personagens ou uma trama que saia do ponto A até o B – como eram as citadas produções do gênero na década de 1980, como Apertem os Cintos, Corra que a Polícia Vem Aí e Top Secret, por exemplo. Aqui, as “paródias” são de Piratas do Caribe, As Crônicas de Nárnia, A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Código da Vinci, Superman – O Retorno, entre outros.

Espartalhões (2008)

Nada em Hollywood continua a receber sinal verde se não estiver dando resultado financeiro. E cada tipo de filme possui sua própria audiência. Assim como os adolescentes tinham os filmes slasher na década de 80, extremamente criticado pelos adultos, nos anos 2000 os filmes de Seltzer e Friedberg rendiam um considerável retorno de investimento em seu orçamento – por mais incrível que isso possa parecer para quem tem mais de dois neurônios. A verdade é que tais filmes são mirados a um público bem jovem, pré-adolescentes e adolescentes dos quais o cartunista Mike Judge tirava sarro em Beavis e Butt-Head. Eles não só existem como faziam os filmes de Seltzer e Friedberg sucesso ano após ano. Como projeto seguinte, a dupla escolheu como alvo de sua pseudo-paródia o sucesso 300, de Zack Snyder. E como sempre escolhendo como fonte de seu humor, a obviedade e o mais baixo denominador comum – como por exemplo, apontar a erotização masculina e o clima homoerótico implícito dos guerreiros.

Super-Herói: O Filme (2008)

Sem muita surpresa, o melhorzinho desta safra de filmes paródia da década de 2000, não é uma produção de Seltzer e Friedberg. E assim, mesmo que este longa não seja uma obra-prima, traz um enorme respiro do nível de “piadas” sem cérebro, todas abaixo da linha da cintura das produções citadas acima. Não que Super-Herói: O Filme não as traga também, mas aqui elas pairam um pouco acima do que era feito no período. Escrito e dirigido Craig Mazin, roteirista de Se Beber, Não Case 2 (2011), Uma Ladra Sem Limites (2013) e da série Chernobyl (2019), o principal alvo desta paródia é Homem-Aranha (2002), de Sam Raimi; aqui propriamente rebatizado como o Libélula.

Super-Heróis: A Liga da Injustiça (2008)

Como a paz e o sossego nunca duram por muito tempo, mais um ano chegava em que o público era “brindado” com uma produção da dupla Seltzer e Friedberg. Com respaldo da Lionsgate, o trabalho seguinte dos cineastas tinha como alvo os filmes de desastre, em especial os de meteoros em colisão com a Terra. É claro que a história é só uma desculpa para infinitos esquetes sem-graça onde a aposta é no reconhecimento por parte do público dos filmes mencionados. De Juno a Encantada, passando por Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal e Hancock, a fórmula dos filmes da dupla de diretores é apenas fazer referência com uma piada de baixo calão a algum blockbuster do momento. No elenco, personalidades como Kim Kardashian e Carmen Electra.

Os Vampiros que se Mordam (2010)

Finalmente! Finalmente a fórmula do mais baixo denominador comum dos cineastas Aaron Seltzer e Jason Friebberg havia se desgastado e o público se via cansado deste tipo de produção que simplesmente reproduzia trechos de filmes de sucesso do período sem utilizar muito esforço ou pensamento na hora de criar suas piadas. Depois de Uma Comédia Nada Romântica (2006), Deu a Louca em Hollywood (2007) e Espartalhões (2008), o público finalmente percebeu que estava sendo enganado pelos diretores com a promessa de um filme divertido e engraçado, e estava recebendo algo muito abaixo disso. Foi preciso três filmes e dois anos para os espectadores sacarem o “golpe” da dupla. Assim, felizmente, Super-Heróis: A Liga da Injustiça não fez sucesso de bilheteria e os diretores descansaram, ou nos deixaram descansar, no ano de 2009 sem uma produção sua. Mas como tudo que é bom dura pouco, em 2010 eles voltariam a atacar com Os Vampiros que se Mordam, a “paródia” do muito “zoado” Crepúsculo. E para nosso azar, o filme fez sucesso pelo mundo.

A Saga Molusco: Anoitecer (2012)

“Ladrão que rouba ladrão…”. As caras-de-pau de Aaron Seltzer e Jason Friedberg incentivaram outras produções mequetrefes e seus realizadores. Mesmo obtendo relativo sucesso com Os Vampiros que se Mordam (2010), felizmente a dupla tiraria umas férias de três anos, deixando nosso intelecto sem ser ofendido no período. Porém, artistas como o diretor Craig Moss – da franquia Bad Ass, com Danny Trejo – se sentiriam motivados a seguir com o “legado” da dupla de cineastas. Assim, “inspirado” por Os Vampiros que se Mordam, Moss resolveu tirar da cartola ainda outra “paródia” de Crepúsculo, no mesmo ano em que a saga original chegava ao fim nos cinemas. A Saga Molusco: Anoitecer é tudo o que você espera dela e muito menos.

Inatividade Paranormal (2013)

Ao contrário do que muitos possam pensar, a trajetória dos irmãos Wayans pelos filmes paródia – também conhecidos como “comédias besteirol” – não começou com o primeiro Todo Mundo em Pânico (2000). Quatro anos antes disso, o trio Marlon, Shawn e Keenen Ivory Wayans já haviam investido no cult Vizinhança do Barulho, uma paródia de dramas sociais, como Os Donos da Rua (1991), Uma Questão de Respeito (1992), South Central: O Bairro Proibido (1992) e Perigo para a Sociedade (1993). Depois de darem bola fora com o segundo Todo Mundo em Pânico (2001), a franquia saiu das mãos dos Wayans, que foram fazer As Branquelas (2004) e O Pequenino (2006) – comédias que também não são boas, mas possuem uma legião de fãs, em especial a primeira. Em 2013, Marlon Wayans escreveu e protagonizou sua própria versão de Todo Mundo em Pânico, com Inatividade Paranormal, paródia de Atividade Paranormal e afins.

Jogos Famintos (2013)

A paródia anterior de Aaron Seltzer e Jason Friedberg havia sido Os Vampiros que se Mordam (2010). E o que aconteceu quando a franquia Crepúsculo deixou os adolescentes órfãos de um produto mirado a eles nos cinemas? Bem, outro veio correndo substituir. Trata-se de Jogos Vorazes, lançado em 2012. Sem perder tempo algum, Seltzer e Friedberg estavam de novo em campo para confeccionar mais uma produção barata e sem muito conteúdo, visando capitalizar em cima do mesmo tipo de público que o Jogos Vorazes original atingia. Assim nascia Jogos Famintos (não é hilário?). Além da franquia que colocou Jennifer Lawrence no mapa, a paródia tira sarro de filmes como Avatar e Os Mercenários. Porém, terminou por se mostrar mais um fracasso para a dupla.

Se Beber, Não Entre no Jogo (2014)

Ainda bem que o fracasso das produções de Seltzer e Friedberg terminaram não incentivando novos cineastas a seguir na mesma linha. Mesmo assim, ainda chegaram a inspirar alguns “imitadores”. Este foi o caso com Se Beber, Não Entre no Jogo (2014), mais uma paródia de Jogos Vorazes, lançada no mesmo ano em que a franquia de Jennifer Lawrence chega ao fim, e protagonizada por Jamie Kennedy (de Pânico) e Tara Reid (de American Pie). Kennedy também assina o roteiro e a direção fica por conta de Josh Stolberg, roteirista do remake de Piranha (2010) e do recente Espiral  (2021), novo capítulo de Jogos Mortais. Além de Jogos Vorazes ainda sobra tiração de sarro para Se Beber, Não Case, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Thor.

Super Velozes, Mega Furiosos (2015)

Cada geração teve sua safra de filmes paródia. É interessante notar, no entanto, como não apenas a qualidade de tais produções foram decaindo, como também o nível de seus realizadores. Quando tiveram seu ápice, as produções tinham os nomes dos cineastas Jim Abrahams, David e Jerry Zucker como representantes, em filmes como Apertem os Cintos…, Top Secret, Corra que a Polícia Vem Aí e Top Gang, indiscutivelmente alguns dos melhores exemplares do subgênero. Na década seguinte vieram os irmãos Wayans, que mesmo entre erros e acertos ainda são mais expressivos que a dupla Aaron Seltzer e Jason Friedberg. Para os filmes dos últimos só nos resta nos recolhermos em posição fetal. Nesta última investida da dupla (pelo menos até o momento), ocorrida há pouco tempo, em 2015, o alvo foi a franquia Velozes e Furiosos. Esperamos que tenham encerrado aqui.

‘Avatar 2 – O Caminho da Água’ ultrapassa os US$ 600 milhões nas bilheterias em 7 dias

Avatar: O Caminho da Água‘ registrou a segunda maior arrecadação do ano para uma terça-feira com US$ 14,3 milhões, e em sete dias já soma US$ 182,9 milhões nos EUA.

No mercado internacional o filme já fez US$ 426,8 milhões, e soma US$ 609,7 milhões mundialmente.

Espera-se que o filme vai dominar as bilheterias no Natal enquanto ‘Gato de Botas 2‘ deve abrir em segundo lugar com o boca a boca positivo e a nota A no CinemaScore.

Os principais mercados incluem China (US$62.1M), Coreia (US$27.4M), França (US$26M), Índia (US$22M), Alemanha (US$21.3M), Reino Unido (US$16.3M), México (US$15.6M), Austrália (US$12.5M), Itália (US$11.7M) e Brasil (US$10M).

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘That ’90s Show’: Sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show’ ganha trailer e data de estreia

A Netflix divulgou o trailer completo de ‘That ’90s Show‘, sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show‘.

Além disso, foi confirmado que a produção irá estrear no dia 19 de janeiro.

Confira o trailer:

Topher Grace, Laura Prepon, Ashton Kutcher, Mila Kunis e Wilmer Valderrama farão participações especiais na produção, reprisando seus papéis na série original.

O único membro do elenco principal que não retorna é Danny Masterson, que interpretou Hyde, enquanto se prepara para ser julgado por várias alegações de agressão sexual.

A nova série começará em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.

Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, serão responsáveis pelo roteiro e também servirão como produtores executivos.

Gregg Mettler será o showrunner da nova versão.

‘Top Gun: Maverick’ já está disponível na Paramount+; Confira o novo trailer!

A sequência ‘Top Gun: Maverick‘, fenômeno de público e crítica que arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão mundialmente, já está disponível no catálogo brasileiro da Paramount+.

A trama, que se passa 30 anos após o longa original, volta a seguir o piloto Pete “Maverick” Mitchell, cujo espírito rebelde não o faz hesitar em romper os limites e desafiar a morte. Agora, Maverick precisa provar que o fator humano ainda é fundamental no mundo contemporâneo das guerras tecnológicas.

Confira o novo trailer legendado:

Mundialmente, o filme ultrapassou ‘Pantera Negra‘ (US$ 1,347 bilhão), ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (US$ 1,342 bilhão), ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (US$ 1,332 bilhão) e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1,402 bilhão) e se tornou a 12ª maior bilheteria de todos os tempos.

Vale lembrar que o longa também representa a maior arrecadação – doméstica, internacional e global – da carreira do astro Tom Cruise.

Confira a nossa crítica:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

‘Dead City’: Maggie e Negan retornam em novas imagens do spin-off de ‘The Walking Dead’; Confira!

A AMC divulgou as novas imagens oficiais da série derivada ‘The Walking Dead: Dead City‘, destacando o retorno de Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan).

Confira:

Com previsão de estreia para abril de 2023, a trama vai acompanhar a dupla se aventurando numa Manhattan dominada por zumbis e sobreviventes que fizeram de Nova York um lugar cheio de anarquia, perigo, beleza e terror.

O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de co-produtor executivo e showrunner.

Essa será a quinta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Tales of The Walking Dead‘, ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e na Carol também está em desenvolvimento.

’65’: Sci-fi com Adam Driver é ADIADO para evitar competição com ‘Pânico VI’

Inicialmente previsto para 10 de março, o suspense sci-fi ‘65‘, estrelado por Adam Driver (‘Casa Gucci’), foi adiado em uma semana para evitar a concorrência direta com ‘Pânico VI‘ – que está previsto para o mesmo dia.

Agora, a produção está programada para estrear no dia 17 de março.

Confira o trailer:

O longa foi escrito pela dupla Scott BeckBryan Woods, do aclamado ‘Um Lugar Silencioso‘. Infelizmente, detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo.

Ariana GreenblattChloe Coleman também foram confirmados ao elenco

Além de roteirizar, Beck e Woods também são responsável pela direção.

Sam Raimi produz o filme ao lado de Zainab Azizi e Debbie Liebling.

Dwayne Johnson é eleito o ator MAIS POPULAR entre a Geração Z; Confira a lista!

Em seu perfil do Twitter, Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) revelou que atingiu importante marco em sua carreira: ser o ator mais popular entre a Geração Z!

O resultado veio de uma pesquisa realizada por uma empresa de consultoria, que analisou o que as pessoas nascidas entre 1995 e 2010 mais gostam.

Entre os atores mencionados na pesquisa, Johnson foi o grande vencedor, ultrapassando nomes como Tom Holland (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) e Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’), que vieram em 2º e 3º lugar, rspectivamente.

Logo atrás vêm Robert Downey Jr. (‘Homem de Ferro’) e Emma Watson (‘Harry Potter’).

A pesquisa deixa bem claro que a Geração Z é fortemente influenciada pelos artistas que eles conhecem de algumas das franquias de filmes mais populares de sua juventude (final dos anos 90 até o início dos anos 2010). Isso inclui ‘Piratas do Caribe’, ‘Velozes e Furiosos’, ‘Harry Potter’ e os filmes da Marvel. 

Na publicação, Johnson compartilhou a pesquisa e comemorou em tom bem-humorado:

“Que legal! Obrigado, Geração Z por escolher este grande, moreno, careca, tatuado, pochete da Geração X como seu favorito #1. Eu vou continuar trabalhando duro para proporcionar entretenimento e conforto para todos vocês, bem como uma boa tequila. Se você tem mais de 21 anos. Obrigado novamente, significa muito para mim.”

Confira:

Lembrando que o trabalho mais recente de Johnson é ‘Adão Negro’.

Infelizmente, o longa se provou uma completa decepção por conta da trama clichê, sem emoção e com excesso de frases de efeito, salvando-se apenas pelas eletrizantes cenas de ação.

Orçada entre US$ 195 e US$ 200 milhões, a adaptação estrelada por Dwayne Johnson teve uma péssima arrecadação nas bilheterias mundiais, acumulando apenas US$ 390 milhões em pouco mais de um mês em cartaz.

Agora, logo após sua estreia, a franquia já pode ter acabado.

Na terça-feira, o ator finalmente quebrou o silêncio sobre a mudança da maré na Warner Bros. Discovery e a rápida ascensão de James Gunn e Peter Safran como os novos chefes da DC Studios.

O ator postou que o personagem não faz parte dos planos imediatos da DC Studios, e mencionou que tem esperança de sucesso para a… Marvel.

“Meus amigos apaixonados, quero dar uma tão esperada notícia sobre Adão Negro e o futuro do personagem no novo Universo DC. James Gunn e eu nos conectamos, e Adão Negro não aparecerá nesse primeiro capítulo da narrativa. James e eu nos conhecemos há anos e sempre desejamos que o outro tenha sucesso”, tuitou Johnson. “Não é diferente agora, e sempre torcerei para que a DC (e a Marvel) vença e GANHE MUITO.”

Curiosamente, o chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, disse uma vez que adoraria trabalhar com o ator, listando algumas de suas performances favoritas de Johnson.

Adão Negro‘ deve dar um prejuízo avaliado em US$ 100 milhões para a Warner Bros Discovery, já que o estúdio vai ficar com apenas 50% dos lucros, com a outra metade indo para os exibidores ao redor do mundo. Enquanto isso, vale lembrar que ‘Adão Negro‘ já está disponível na HBO Max.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Kate Winslet acha que Tom Cruise está “de saco cheio” de ouvir sobre ela e revela o motivo

Avatar: O Caminho da Água já está em exibição nos cinemas nacionais, e como o título sugere, a trama explora os terrenos aquáticos de Pandora, apresentando ao público uma nova tribo de nativos do planeta.

Uma dessas personagens é Ronal, vivida por Kate Winslet.

Há alguns meses, foi revelado que Winslet quebrou um recorde durante as filmagens da sequência ao prender a respiração debaixo d’água por sete minutos e 14 segundos.

Acontece que o recorde anterior pertencia a Tom Cruise, que fez a mesma manobra por seis minutos enquanto gravava ‘Missão Impossível – Nação Secreta‘.

E, durante uma entrevista para o USA Today, Winslet foi questionada sobre o assunto e brincou ao dizer que Cruise provavelmente está ‘farto’ de ouvir sobre isso.

“Pobre Tom. Eu não o conheço profundamente, nunca o conheci o bastante, mas agora tenho certeza que ele está ficando de saco cheio de ouvir essa história de como eu quebrei o recorde dele. Eu adorei, no entanto… Fiquei surpresa com o quão boa eu fui em prender nisso e como estava melhorando cada vez mais.”

Ao longo da conversa, Winselt também explicou como seu marido, Edward Abel, a ajudou a treinar.

“Ned é uma pessoa extremamente atlética, saudável e capaz de muitas coisas. Ele treinou comigo para que eu ficasse segura se precisasse praticar sem o nosso instrutor porque pé algo muito perigoso se você fizer sozinho. Ficar submersa num tanque é o mesmo que mergulhar: você tem que ter um companheiro para te auxiliar. É um esporte, é uma habilidade e seu corpo se ajusta para ser capaz de fazer isso. Portanto, ter Ned ao meu lado muito importante.”

Relembre o trailer:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Por que ‘Pânico’, o original e o “requel”, são tão bons?

Já sabemos, ao menos aqueles que conhecem a franquia ou possuem o mínimo de conhecimento cinematográfico contemporâneo: quando lançado em 1996, ‘Pânico‘ foi um estrondo, fenomenal ao ganhar a crítica e o público aos poucos.

O subgênero slasher que na época, passava por um período de decadência, tendo em O Mistério de Candyman e O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger (também de Wes Craven), dois dos raros bons momentos do Slasher Tardio (etapa de continuações frias, posteriores ao advento do boom slasher dos anos 1980).

O roteirista Kevin Williamson, um profundo e confesso admirador Halloween: A Noite do Terror, conseguiu que seu texto chegasse ao criador de Freddy Krueger e um novo ícone do terror se estabeleceu: Ghostface. Assim começou uma rentável história. Pânico foi sagaz, diferenciado da maioria dos filmes deste segmento, numerosas referências típicas da cultura pop de sua década, com uma já clássica passagem de abertura com Drew Barrymore a responder questionamentos sobre Sexta-Feira 13, Halloween, A Hora do Pesadelo, dentre outros, um prazeroso feixe de diálogos que reverenciavam os fãs de filmes do tipo, geralmente destratados pela crítica especializadas, quase sempre a considerá-los “cinema menor”.

Interessante observar que a metalinguagem, nesta época, já tinha sido discutida no âmbito slasher não apenas no empolgante retorno de Freddy Krueger e suas reflexões sobre o filme dentro dos filmes e o impacto do cinema na sociedade, mas também no mediano Popcorn: O Pesadelo Está de Volta, de 1991, uma narrativa divertida e inteligente, mas sem a execução estilosa de alguém do calibre de Wes Craven. A trama apresentava ao público um grupo de personagens inseridos num cinema que decide exibir filmes para um festival de horror, organizado por jovens estudantes de cinema que aos poucos, se tornam vítimas de um assassino impiedoso, influenciado por obscuros segredos do passado.

Wes e Kevin, uma dupla que podemos chamar de dinâmica, alguns anos depois, retomaram com uma proposta metalinguística com um tom mais audacioso. Como resultado, entregaram um espetacular filme de horror com diálogos inteligentes, muitas referências e desempenhos dramáticos muito acima do que geralmente tínhamos no subgênero slasher.

Parte deste sucesso também se deu por conta do trio protagonista, composto por Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley, interpretados por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, respectivamente, personagens que estão de volta na trama de 2022, grandes responsáveis pela coerência, coesão e respeitabilidade do renascimento da onda de crimes sangrentos em Woodsboro. Sem o trio, creio, este novo Pânico seria apenas mais um bom filme de terror com ressonâncias do legado da franquia, não excelente como acabou se apresentando. Agora, caro leitor, depois deste breve, mas acredito, elucidativo panorama, sigamos com o retorno de Ghostface no quinto filme.

Logo em sua já esperada cena de abertura, Tara Carpenter (Jenna Ortega) é a primeira vítima do psicopata. Ela atende ao chamado pelo telefone, mas percebe que as suas chances de sobreviver são remotas, pois desconhece as regras dos filmes questionados, afinal, a sua preferência é por narrativas como os superestimados A Bruxa, Hereditário, dentre outros, filmes que compõem a linha do que um determinado feixe de crítica contemporânea chama de pós-horror. Sua sobrevivência é incerta, afinal, o padrão é que as primeiras mortes sejam o aviso para o que pode vir em direção aos demais personagens. É uma passagem forte, violenta, talvez o ataque mais insano de todas as aberturas da franquia, ao menos no quesito deterioração do corpo alheio.

Os envolvidos no projeto, no entanto, preparam o público para uma surpresa. A jovem não morreu. Bastante debilitada, mas internada no hospital, o seu grupo de amigos logo arruma um jeito de avisar para a sua irmã, Sam Carpenter (Melissa Barrera), sobre o impiedoso ataque e, em seu deslocamento para Woodsboro. Pronto: o palco de tragédias está montado e a tenebrosa montanha-russa de emoções começa a ter os seus trilhos a se movimentar. Em sua estrutura inteligente, dinâmica, mordaz e ousada, a narrativa nos apresenta ao novo grupo de possíveis vítimas: Richie (Jack Quaid), Wes (Dylan Minnette), Mindy (Jasmin Savoy), Liv (Sonia Ammar), Amber (Mikey Madison) e Chad (Mason Gooding). Um deles (ou mais) pode ser o novo mascarado. Nós saberemos, ao passo que a trilha de corpos é estabelecida.

Assim, aqueles que morrem deixam de habitar a lista de suspeitos para se direcionarem ao necrotério, alvos dos já mencionados ataques impiedosos do assassino, assertivos graças aos efeitos de maquiagem supervisionados pelo eficiente Jeff Goodwin. Um deles, Vince (Kyle Gallner), um stalker valentão e perseguidor de uma das jovens do tal grupo, também figura como um potencial suspeito, mas ao passo que a narrativa deslancha, por seu vínculo com alguém da memória trágica de Woodsboro, logo pode deixar a mencionada lista de possível algoz para fazer parte da coleção de vidas ceifadas pelo psicopata. Como habitual, muitas reviravoltas conduzem o roteiro, tudo em prol do último ato, momento que atinge um nível elevado de insanidade (e qualidade), um dos melhores de toda a franquia com finais sempre ótimos.

Depois dos primeiros ataques, com a sensação de insegurança no auge, Sam procura Dewey e clama por um mentor. Isolado num trailer e ainda entristecido após a separação com Gale, o ex-policial da cidade faz o mesmo que Laurie Strode no começo de Halloween (2018): se nega diante do pedido de ajuda dos jovens, mas não demora, abre mão e decide ser um colaborador. Ele contata Sidney e manda mensagens de texto para a ex-esposa. Assustada e angustiada, a final girl logo aparece em Woodsboro, pois conforme a sua justificativa para o retorno, não conseguirá dormir enquanto não aniquilar o novo mascarado. Gale, sempre conectada com seus interesses profissionais, midiática, mas contida, agora âncora de um programa televisivo novaiorquino, também retorna para a cobertura dos assassinatos, sem deixar de se preocupar, claro, com o policial, um homem por quem ainda nutre sentimentos.

É com a chegada do trio que Pânico deixa de ser bom e se torna ótimo. Os veteranos exalam credibilidade ao tecido narrativo, pois nos conectam com o legado estabelecido por Wes Craven e Kevin Williamson em 1996, continuado em 1997, 1999 e 2011. Todos se propõem a travar uma intensa luta pela sobrevivência até o desfecho apoteótico, na mesma casa onde ocorreu o sangrento desfecho do primeiro filme, a residência de Stu, um dos psicopatas que ao lado de Billy Loomis, estabeleceu o horror em Woodsboro. O ex-namorado “monstro” de Sidney, por sinal, é uma figura que aqui ganha um retorno inesperado, por meio das alucinações de uma das personagens. Ele, cabe ressaltar, é parte sólida das motivações para o retorno dos crimes hediondos em Woodsboro. É o que o roteiro quer nos fazer acreditar. Será?

Judy (Marley Shelton), de Pânico 4, agora delegada, ressurge em alguns ótimos momentos da trama, com referências aos seus quadradinhos de limão, guloseimas que levava para Dewey no antecessor, alvo dos ciúmes da inquieta Gale Weathers. A proximidade estética e os demais aparatos de estruturação da narrativa, em especial, a montagem, conseguem se manter bastante próximos dos quatro filmes anteriores, acredito, por trazer de volta Marianne Maddalena, na posição de produtora executiva, cargo que divide com Kevin Williamson, membros que garantem uma nova versão para Pânico, ousada e irreverente, mas com ligações estéticas e dramáticas que estabelecem a devida correspondência com toda a franquia.

Martin Bettinelli-Olpin e Tyler Gillet, na posição de diretores, conseguem, com talento esbanjado, dar conta da função que assumiram. Eles possuem como guia, o roteiro de James Vanderbilt e Guy Busick, dramaturgos inspirados nos personagens e argumentos de Kevin Williamson.

Pânico traz uma nova equipe de realizadores, todos com suas próprias assinaturas, donos de um estilo peculiar, mas respeitosos com o legado audiovisual da franquia, também algo já mencionado. Na direção de fotografia de Brett Jutkiewicz, a grande diferença da vez é a estratégia de movimentação da câmera, com deslocamentos conseguem emular o sadismo e a ironia de Ghostface em seus movimentos atrevidos e sarcásticos. Para as mortes se tornarem mais impactantes, o design de som do Formosa Group faz questão de delinear cada golpe desferido diante dos ataques sangrentos.

O compositor Brian Tyler também entrega um bom trabalho, mesmo que não alcance a coesão sonora de Marco Beltrami, produzindo um som mais genérico, parecido com muitos outros filmes de terror, com seus metais e instrumentos de sopro em justaposição para criação de sons estarrecedores, conforme os violentos ataques de Ghostface. No design de produção de Chad Keith gerencia uma direção de arte preocupada com peculiaridades e uma cenografia envidraçada, própria para o estabelecimento da sensação de insegurança dos personagens.

Por fim, é bem quase certo que diante da nova empreitada, uma nova safra de filmes se estabeleça dentro da franquia. Espero, no entanto, que continuem honrando o patrimônio que é legado de Wes Craven, não é mesmo, leitores?

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‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é o filme MAIS AGUARDADO de 2023; Confira o TOP 10!

De acordo com o CBR, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′ é o filme mais aguardado de 2023 na lista divulgada pelo Fandango, site de vendas de ingressos de cinema.

O resultado foi registrado a partir de uma pesquisa com cerca de cinco mil espectadores.

Com estreia marcada para 05 de maio de 2023, o longa da Marvel Studios passou à frente de dois outros filmes baseados em quadrinhos da editora: ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ (02 de junho) e Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (17 de fevereiro)

O restante da lista conta com:

4 – ‘John Wick: Capítulo 4’ (23 de março).
5 – ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino(29 de junho)
6 – ‘Aquaman e o Reino Perdido(24 de dezembro).
7 – ‘Missão Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’ (14 de julho).
8 – ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (16 de novembro).
9 – ‘Creed III’ (02 de março).
10 – ‘Super Mario Bros (06 de abril).

Erik Davis, diretor administrativo do Fandango, disse que:

“Com mais de cem novos lançamentos chegando aos cinemas, os fãs estão ansiosos para ver os filmes de volta à tela grande, onde eles pertencem. O novo ano promete um aumento significativo de filmes que as pessoas querem ver nos cinemas, desde o retorno de franquias como ‘Indiana Jones’, ‘Creed’, ‘Jogos Vorazes’ e ‘Missão: Impossível’, até reinvenções altamente aguardados, como o live-action de ‘A Pequena Sereia’ e ‘Mansão Mal-Assombrada‘. Para entretenimento fora do comum, temos ‘O Urso do Pó Branco’ e ‘ M3GAN‘. 2023 apresenta uma das escalações de filmes mais empolgantes dos últimos anos.”

Confira a publicação e assista ao trailer de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘:

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está parecendo um pouco diferente nos dias de hoje. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe ao seu redor para defender o universo, juntamente com a proteção de um dos seus. Uma missão que, se não concluída com sucesso, poderia muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões como os conhecemos

Brendan Fraser vive professor com 270 Kg em trailer legendado de ELOGIADO drama; Confira a transformação!

Brendan Fraser voltou aos holofotes anos após ficar ofuscado em Hollywood por problemas pessoais e faltas de personagens, e seu novo papel deve lhe render o Oscar.

O astro da franquia ‘A Múmia‘ surge totalmente transformado no trailer LEGENDADO de ‘A Baleia‘, aguardado drama dirigido pelo aclamado Darren Aronofsky (‘Mãe!’).

O filme será lançado nos cinemas nacionais em 23 de fevereiro com distribuição da Califórnia Filmes.

Assista ao trailer:

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor ator em filmes dramáticos, Brendan Fraser interpreta Charlie, um professor de 270 Kg, que não consegue sair do sofá, e repleto de problemas emocionais. No Festival de Veneza, em setembro passado, ele também recebeu quase 10 minutos de aplausos na sessão de gala do longa, e o ator é um dos mais cotados para o Oscar.

Fraser se transformou fisicamente para viver o personagem: um homem com obesidade severa que não consegue sair do sofá. Professor de literatura, ele precisa se confrontar com seu passado, que envolve uma filha adolescente (Sadie Sink) e sua ex-mulher (Samantha Morton). O roteiro é escrito por Samuel D. Hunter, baseado em sua peça homônima.

“O que eu gosto sobre A BALEIA é como nos convida a ver a humanidade dos personagens, que não são totalmente bons ou maus, eles têm nuances como qualquer pessoa, e vivem vidas muito ricas”, conta Aronofsky, que se interessou em adaptar a peça desde que a viu, mais de dez anos atrás.

Fraser, por sua vez, conta que teve uma entrega total ao personagem, como nunca fizera antes, para mostrar toda a força e vulnerabilidade de Charlie. “Ele tem uma melancolia que o paralisa que vem do fato de nunca poder ter sido a pessoa que queria ser. Ele carrega muitos sentimentos de culpa”, explica o ator.

Fraser também defende o personagem, que, para ele, não é mesquinho ou calculista, mas vítima de suas próprias escolhas. “Charlie feriu as pessoas por não ser direto, não ser autêntico, e agora vive uma batalha consigo mesmo. Ele deixou de lado de acertar as contas com as pessoas que amava, e agora pode ser tarde demais para fazer isso. Quando diz aos seus alunos que precisam encontrar uma maneira de dizer a verdade, no fundo, ele está falando isso para si mesmo.”

Aronofsky confessa que sempre esteve próximo de Fraser durante todo o processo, a fim do proteger, pois sabia que, ao entrar no personagem, o ator também ficaria muito fragilizado emocionalmente. “Há uma espécie de casamento entre o poder das palavras do roteiro e a coragem da interpretação de Brendan. Conversamos muito sobre como queríamos aproximar, mas também afastar o público do personagem.”

“Preconceito contra obesidade é uma das últimas fronteiras das maneiras de uma pessoa menosprezar a outra. Muitas vezes, as pessoas do tamanho de Charlie são invisíveis, vistas apenas por suas famílias e cuidadores. É uma forma de silenciamento. Conversando com essas pessoas, percebi que, como qualquer um, elas querem ter suas histórias contadas, e serem tratadas de maneira justa e honesta. Isso tudo foi um impulso para me levar à autenticidade do personagem”, conclui Fraser.

Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor; e ‘Mãe!’, thriller psicológico estrelado por Jennifer LawrenceJavier Bardem.

Rolo na DC! Ray Fisher DETONA James Gunnn por mal-entendido com Joss Whedon

Ray Fisher, ator conhecido como Ciborgue do Universo DC, criticou o diretor James Gunn (‘Esquadrão Suicida’) em suas redes sociais, por causa de um grande mal-entendido envolvendo Joss Whedon.

O ator chamou Gunn de “falso“, pelo tweet de um pedido de desculpas do co-CEO envolvendo as polêmicas de Whedon, ter sido apagado.

“A maneira como James Gunn é falso no Twitter é muito engraçada. Ele vai lutar por Joss Whedon, pseudo-desculpar-se por isso, e exclur as desculpas imediatamente antes de assumir seu novo emprego na DC, não é? Recusar-se a pedir desculpas por comportamento tóxico parece ser um requisito de trabalho para WB/DC”, disse Ray Fisher.

Porém, o que Fisher disse não é verídico, pois James Gunn já explicou há um tempo que seus tweets são apagados automaticamente depois de um tempo, devido a uma funcionalidade que ele ativou na rede social.

“Todos os meus tweets antigos são deletados automaticamente depois de um tempo”, revelou Gunn em novembro deste ano. Ou seja, Ray Fisher novamente parece guardar mágoas de qualquer um que não aceita o Snyderverso.

Fisher também atacou Walter Hamada, o ex-chefe da DC, quando disse no Twitter que ele representava todo a camaradagem da velha Hollywood, e que o executivo tentou proteger seus colegas tóxicos e discriminatórios.

Walter Hamada tentou proteger seus colegas tóxicos e discriminatórios. Ele falhou. Ele tentou me enterrar (e a investigação da Liga da Justiça) com mentiras nos negócios. Ele falhou. Ele é um produto do velho clientelismo de Hollywood”, escreveu Fisher no Twitter.

“Que nunca mais precisemos experienciar pessoas como ele novamente. Em frente!”, conclui.

Veja o post na íntegra:

Lembrando que Walter Hamada era um dos acusados pelo ator de se omitirem após comportamentos abusivos do diretor Joss Whedon nos bastidores de Liga da Justiça.

Em 2017, Zack Snyder foi demitido pela Warner durante a produção do longa por divergências criativas com a Warner. Para seu lugar, Joss Whedon foi contratado e reformulou todo o projeto.

‘A Lenda do Tesouro Perdido 3’: Sequência com Nicolas Cage continua em desenvolvimento

No último dia 14, chegou ao catálogo da Disney+ a série ‘A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História’, baseada na franquia estrelada por Nicolas Cage, que conta com dois filmes (lançados entre 2004 e 2007).

Há alguns meses, Jerry Bruckheimer, produtor da franquia, confirmou que o aguardado 3º filme vai acontecer.

Em entrevista para o E! News, o cineasta foi questionado sobre a sequência e disse que o projeto continua em desenvolvimento.

“Quando dissemos ao pessoal da Disney que gostaríamos de fazer outro ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘, eles disseram: ‘Claro, vamos criar um novo elenco’. Foi aí que surgiu a ideia da série. Ao mesmo tempo, estávamos desenvolvendo mais um filme com Nicolas Cage para o cinema – o que ainda estamos fazendo. Então, o que posso dizer é que estamos trabalhando nisso.”

Vale lembrar que a série se passa no mesmo universo dos filmes. E, apesar de Cage não aparecer na 1ª temporada, o plano inicial era ter participações especiais de Benjamin Gates e Abigail Chase (Diane Kruger), mas a ideia não estava se encaixando.

No entanto, o retorno dos personagens não está fora de questão no futuro da atração.

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o showrunner Cormac Wibberley confirmou que há planos de trazê-los já na segunda temporada.

O cineasta comparou o relacionamento entre Gates e a protagonista da série como algo parecido entre Peter e Ben Parker na franquia ‘Homem-Aranha’, com Gates assumindo uma posição de mentor, caso ele realmente apareça.

“É basicamente assim que imaginamos o relacionamento entre Jess Morales e Ben Gates se ele aparecesse. Ela é basicamente Peter Parker para ele e ficaria tipo: ‘Oh, meu Deus, é o Ben Gates! O que eu faço?’ É assim que nosso universo gira. Adoraríamos trazer qualquer um dos outros veteranos se tivermos outra temporada. Temos um lugar para todos eles.”

Esta não é a primeira vez que Cormac toca no assunto…

Em julho, ele e sua esposa, Marianne, que também assume o roteiro, disseram ao Deadline que as portas estão abertas para um possível retorno de Cage ao papel.

“Nós vamos implorar, implorar e tudo mais”, disse Marianne durante a passagem da dupla na San Diego Comic-Con. “Nós o teremos em dois segundos. Ele é nosso ator favorito de todos. Nós o lançamos como Ben Gates antes dele ser Ben Gates. Ele foi nossa primeira escolha.”

Cormac acrescentou:

“Nessa história maluca, ele [o personagem] poderia estar por aí em lua de mel, até que decide voltar ao jogo. Ele tem a capacidade de fazer isso.”

Confira:

“Listando Nic Cage: Sua presença foi solicitada na série ‘National Treasure: Edge of History’.”

Lembrando que a série é estrelada por Lisette Alexis como Jess Morales, uma sonhadora em busca de respostas sobre a história de sua família e um tesouro secreto americano.

Descrita como uma “mente brilhante e engenhosa”, Jess adora mistérios e tem um talento natural para resolver quebra-cabeças.

No início da trama, vamos acompanhar como ela reage ao descobrir a verdade sobre seus pais e sua história familiar, o que a leva a conexões com um tesouro perdido há muito tempo.

A vencedora do Oscar Catherine Zeta-Jones também faz parte do elenco como a antagonista Billie, descrita como “uma bilionária implacável especializada em antiguidades do mercado clandestino, além de uma caçadora de recompensas que vive sob as próprias regras. Ela se transformou de uma órfã miserável a uma empresária estilosa e aventureira. Billie está acostumada a conseguir o que quer – e ela quer o tesouro pan-americano. Mas não apenas pelo dinheiro, e sim por algo muito maior”.

O restante do time conta com Lyndon Smith (‘Parenthood’), Zuri Reed (‘Flatbush Misdemeanors’), Jake Austin Walker (’12 Mighty Orphans’), Antonio Cipriano (‘Jagged Little Pill’) e Jordan Rodrigues (‘Light as a Feather’).

Smith será a agente do FBI Ross, uma operante que busca por redenção depois de um grave erro quase acabar com sua carreira. Reed será Tasha, celebridade das redes sociais e gênia da tecnologia, que também é muito próxima de sua amiga, Jess. Rodrigues dará vida a Ethan, melhor amigo de Jess. Cipriano será Oren, um palhaço de sala de aula que sabe uma coisa ou duas sobre teorias da conspiração. E, por fim, Walker dará vida a Liam, um músico que vem de uma longa linhagem de caçadores de tesouros.

Vale lembrar que produção contará com o retorno de Harvey Keitel e Justin Bartha, que irão reprisar seus papéis dos filmes como Peter Sadusky e Riley Poole, respectivamente.

O episódio piloto será dirigido por Mira Nair (‘Rainha de Katwe’), a partir do roteiro de Marianne e Cormac Wibberley.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (‘National Treasure’) conta a história de um caçador de riquezas perdidas (Nicolas Cage) procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), foi lançado três anos mais tarde e arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.

‘Night Country’: Jodie Foster é destaque na prévia da nova temporada de ‘True Detective’; Confira!

Para encerrar 2022 e dar uma prévia do que vem por aí em 2023, a HBO lançou um teaser de alguns títulos que estarão disponíveis no catálogo ao longo do ano que vem, incluindo a nova temporada de ‘True Detective‘, intituladaNight Country‘.

O vídeo destaca a participação de Jodie Foster (‘O Silêncio dos Inocentes’) nos novos episódios

Confira, junto com um trecho do roteiro do 1º episódio:

Além de Foster, o elenco também conta com Kali Reis (‘Catch the Fair One’), John HawkesChristopher EcclestonFiona ShawFinn BennettAnna Lambe.

A trama se passará durante o longo inverno que se assenta em Ennis, Alasca, após seis homens que operam a Estação de Pesquisa Ártica Tsalal desaparecem sem deixar rastros. Para resolver o caso, as detetives Liz Danvers (Foster) e Evangeline Navarro (Reis) precisam confrontar a escuridão dentro delas e escavar as verdades amaldiçoadas que estão enterradas sob o gelo eterno.

Issa López, que se destacou com o terror ‘Os Tigres Não Têm Medo‘ (2017), vai escrever, produzir, dirigir e assumir o posto de showrunner.

Além disso, Foster também assume a produção-executiva, enquanto o diretor Barry Jenkins (Moonlight) também foi contratado como produtor.

‘Alice in Borderland’: Fãs COMEMORAM a estreia da 2ª temporada; Confira as reações!

Após quase dois anos de espera, a 2ª temporada da série ‘Alice in Borderland‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

Na trama, um grupo de jovens delinquentes é transportado para um universo paralelo onde eles terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência.

Nas redes sociais, os internautas comemoraram o lançamento dos novos episódios e já estão maratonando a trama para descobrirem os novos desafios pelos quais os protagonistas serão submetidos.

Confira as reações:

A série foi dirigida por Shinsuke Sato.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

10 grandes filmes de alguns astros do cinema que estiveram na CCXP 2022

No início de dezembro desse ano aconteceu em São Paulo a tão aguardada CCXP 2022 trazendo para o Brasil, entre outras atividades do universo pop, painéis espetaculares sobre algumas das maiores produções de cinema e séries. Muitos artistas também marcaram presença como: Jenna Ortega, Chloë Grace Moretz, Keanu Reeves, Hugh Grant, Zoe Saldana, Paul Rudd entre outros tantos nomes. Buscando esse gancho e trazendo dicas bem legais, segue abaixo 10 grandes filmes de alguns astros do cinema que estiveram na CCXP 2022:

 

A Vida Depois – (Jenna Ortega)

As consequências após a tragédia. Buscando retratar o período pós traumático de uma jovem de 16 anos após acontecimentos terríveis que presenciou em sua escola, A Vida Depois é um profundo drama sobre escolhas, descobertas e as inúmeras maneiras de passar por um trauma. A relação com os amigos, com a família, o medo, a ansiedade, as verdades do sentir ficam escondidas, presas dentro de uma jovem que enxergava tudo de forma diferente até o ocorrido. Escrito e dirigido pela cineasta canadense Megan Park, estreando em longas-metragens, protagonizado pela atriz Jenna Ortega.

 

As Trambiqueiras – (Kirby Howell-Baptiste)

Na trama, conhecemos a ex-atleta olímpica da marcha atlética Connie (Kristen Bell), uma mulher perto dos 40 anos, que após anos se dedicando a um esporte que poucos ligam, virou uma dona de casa. Ela é muito infeliz no casamento com o marido Rick (Joel McHale), um homem grosseiro que viaja pelos Estados Unidos pelo seu trabalho na receita federal. Connie só tem uma grande amiga, Jojo (Kirby Howell-Baptiste). Ambas são viciadas em conseguir cupons de desconto e essa satisfação que sentem acaba virando uma ideia de empresa quando elas descobrem brechas em vendas desses cupons de forma online, porém totalmente ilegal. Ganhando milhões, elas começam a criar suspeitas no analista de cupons Ken (Paul Walter Hauser) que se junta ao agente federal dos correios Simon (Vince Vaughn) para tentar parar a dupla de amigas.

 

John Wick – De Volta ao Jogo – (Keanu Reeves)

Só há um tempo em que é fundamental despertar. Esse tempo é agora! Seguindo os mandamentos de Buda e marcando a estreia dos cineastas Chad Stahelski e David Leitch como diretores principais de um longa-metragem, De Volta ao Jogo é um filme honesto no que se propõe: ser um filme de ação com ótimas sequências tendo uma cobertura considerável de clichês. Para assumir o papel do protagonista, Keanu Reeves, que encaixou como uma luva no papel.

 

A Vida Extraordinária de David Copperfield – (Gwendoline Christie)

A vida e sua trajetória: o que para alguns pode parecer até um conto de fadas! Não se engane, não tem nada de ilusionismo nas próximas palavras. Baseado no livro de Charles Dickens chamado David Copperfield, publicado em meados de 1850, The Personal History Of David Copperfield, dirigido pelo cineasta escocês Armando Iannucci é antes de mais nada uma metáfora muito inteligente por trás de toda a luta de classes diferentes, em um período antigo onde o mundo buscava seu desenvolvimento. Repleto de personagens excêntricos, com uma direção de arte impecável, a saga de David é muito dinâmica, não dá tempo para piscar. Há também um desfile de artistas competentes que formam um conjunto harmônico de grandes atuações.

 

Tudo por Justiça – (Zoe Saldana)

O foco central do filme é Russell (Christian Bale), o filho boa praça do paizão Rodney Baze (Bingo O’Malley). Um homem muito querido pela comunidade onde mora e que leva uma vida pacata trabalhando onde seu pai trabalhou e sonhando em construir uma família ao lado de sua namorada Lena (Zoe Saldana). Porém, tudo muda em sua vida quando, após pagar uma dívida de um integrante de sua família, se envolve em um terrível acidente de carro e vai parar na prisão. Após anos na cadeia, consegue sair em condicional e logo precisa enfrentar sérios problemas com a nova realidade que o aguarda, principalmente as enrascadas que seu irmão mais novo (Casey Affleck) provoca.

 

Se eu Ficar – (Chloë Grace Moretz)

Na trama, conhecemos a história de Mia Hall (Chloë Grace Moretz), uma jovem e talentosa musicista que vive uma vida feliz ao lado da família e do grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Tudo ia bem, até que um dia de muita neve na estrada, um terrível acidente acontece e desleais consequências catastróficas atingem em cheio essa jovem. Com uso de flashbacks, vamos conhecendo todos os grandes momentos da vida de Mia, até a hora da decisão final que ela precisa tomar.

 

Homem-Formiga – (Paul Rudd)

Na trama, conhecemos o recém saído da prisão Scott Lang (Paul Rudd), um engenheiro elétrico perito em roubos específicos e elaborados. Tentando recompor sua vida, tenta a todo custo voltar a poder visitar sua única filha Cassie. Certo dia, já no desespero de poder conseguir uma vida melhor, Scott rouba um traje de super-herói em uma casa. Mal sabia ele que tudo fazia parte de um plano organizado por Dr. Hank Pym (Michael Douglas), um homem com um passado de super-herói que agora precisa treinar um novo pupilo.

 

O Peso do Talento – (Pedro Pascal)

A crise de um egocêntrico. O criativo longa-metragem, dirigido por Tom Gormican, explora os caminhos da comédia debruçada em uma espécie de metalinguagem nos trazendo Nicolas Cage interpretando Nicolas Cage. Vamos acompanhando as loucuras do processo criativo, as excentricidades, diálogos impagáveis do Cage do presente com o Cage do passado, hilárias visões do mesmo sobre alguns de seus memes famosos, e, nesse museu de memórias, o público se delicia com referências à grandes clássicos da carreira do ator, como: A Outra Face, Despedida em las Vegas, A Rocha, Croods, O Capitão Corelli, Mandy, O Guarda-Costas e a Primeira Dama, Con Air, entre outros. Nicolas Cage nunca fez o público rir tanto numa cadeira de cinema.

 

Magnatas do Crime – (Hugh Grant)

Orçado em um pouco mais de 20 milhões de dólares, o filme conta a história de Michael Pearson (Matthew McConaughey) um engenhoso plantador e traficante de maconha milionário que resolve se aposentar dos negócios e deseja vender todo o império que construiu. Para isso faz uma oferta para um outro bandido, Matthew (Jeremy Strong). Só que a chegada de um outro personagem que está interessado no império de Michael mudará os rumos dessa história.

 

Vingança & Castigo – (Jonathan Majors)

Na trama, conhecemos Nat Love (Jonathan Majors) um jovem pistoleiro, procurado pela lei, que tem apenas um objetivo no seu momento de vida: eliminar o fora da lei Rufus (Idris Elba) e seu bando, já que o líder dos vilões acabara de ser solto de maneira curiosa fugindo de um trem. Aos poucos vamos entendendo as motivações de Nat, Rufus assassinou a sangue frio seu pai e sua mãe quando ele ainda era criança e ainda ficou com uma marca de cruz na testa. Contando com a ajuda de seu grande amor Mary (Zazie Beetz), o delegado Bass (Delroy Lindo), o jovem atirador Jim (RJ Cyler) e o experiente Bill (Edi Gathegi) ele parte em uma jornada mortal ao ponto de encontro em uma cidade dominada por Rufus e seu bando.

 

 

Brasil fica de FORA da lista de pré-indicados a Oscar de Melhor Filme Internacional

A lista dos pré-indicados ao Oscar 2023 finalmente foi anunciada! Entre surpresas e decepções, destaque-se a ausência ‘Marte Um‘, o representante brasileiro à categoria de Melhor Filme Internacional.

Aclamado pelos críticos, ‘Marte Um‘ foi exibido em 35 festivais internacionais, ganhando prêmios de melhor longa no OutFest, no Black Star e no San Francisco Film Festival.

Crítica | Marte Um – Filme escolhido para representar o Brasil no Oscar é tocante e BRILHANTE 

A lista oficial com os 15 pré-indicados para Melhor Filme Internacional inclui ‘Nada de Novo no Front‘, ‘Argentina, 1985‘, ‘Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades‘, ‘Corsage‘, ‘Close‘, ‘Return to Seoul‘, ‘Decisão de Partir‘, ‘Holy Spider‘, ‘Saint Omer‘, ‘Last Film Show‘, ‘The Quiet Girl‘, ‘The Blue Caftan‘, ‘Joyland‘, ‘EO‘ e ‘Cairo Conspiracy‘.

Vale lembrar que a 95ª edição do Oscar® será exibida no dia 12 de março de 2023.

Relembre o trailer de ‘Marte Um‘:

Marte Um‘ é o segundo longa do cineasta, e tem, como um de seus temas centrais, a realização de um sonho infantil.

No filme, vemos o cotidiano de uma família periférica, nos últimos meses de 2018, pouco depois das eleições presidenciais. O garoto Deivid (Cícero Lucas), o caçula da família Martins, sonha em ser astrofísico, e participar de uma missão que em 2030 irá colonizar o planeta vermelho. Morando na periferia de um grande centro urbano, não há muitas chances para isso, mas mesmo assim, ele não desiste. Passa horas assistindo vídeos e palestras sobre astronomia na internet.

‘Star Wars: The Bad Batch’: Equipe entra em ação em novo teaser da 2ª temporada; Assista!

Através do Twitter, a página oficial da animação ‘Star Wars: The bad Batch‘ divulgou um novo teaser da 2ª temporada, que chega à Disney+ em 04 de janeiro.

Com apenas 15 segundos, a prévia reúne diversas cenas de ação, provocando o publico para o que está por vir nas novas aventuras de Hunter, Echo, Tech, Wrecker e Crosshair.

Confira:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.