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David Harbour quebra tudo no novo teaser oficial de ‘Noite Infeliz’; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo teaser oficial de ‘Noite Infeliz‘ (Violent Night), suspense de ação estrelado por David Harbour.

Confira:

A trama acompanha um grupo de mercenários que invade a mansão, mas acabam se arrependendo depois de se tornarem reféns de um louco fantasiado de Papai Noel (Harbour).

Confira o trailer completo:

Agendado para o dia 1º de Dezembro, ‘Noite Infeliz foi escrito por Pat Casey e Josh Miller (‘Sonic – O Filme’), e dirigido por Tommy Wirkola (‘João e Maria: Caçadores de Bruxas’).

John Leguizamo (‘John Wick’), Beverly D’Angelo (‘Férias Frustradas’), Alex Hassell (‘The Boys’) e Alexis Louder (‘A Guerra do Amanhã’) completam o elenco.

‘Wandinha’: Jenna Ortega revela o que gostaria de ver na 2ª temporada; Confira!

Wandinha‘, spin-off de ‘A Família Addams‘, finalmente chegou à Netflix e já se tornou um sucesso de público ao alcançar o topo das produções mais exibidas da plataforma de streaming em mais de 80 países.

Agora, em entrevista à ETJenna Ortega, que interpreta a personagem titular na série, revelou o que gostaria de ver em uma possível 2ª temporada.

“Eu quero que [Wandinha] seja mais obscura”, ela conta. “Eu quero que ela se aproxime mais do âmago da questão e não jogue as coisas de forma tão segura, porque há muitas falas sobre ela salvar a escola e fazer o que quer que seja. Mas, para mim, seu principal impulso com o monstro é uma competitividade . Tipo: ‘cara, como ele está fazendo isso?’. Acho que quero que continue em um fluxo anti-heroico em vez de um fluxo heroico típico”.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

Emma MyersJoy SundayGwendoline ChristieRiki LindhomeJamie McShaneHunter DoohanPercy Hynes White e outros também estrelam. Além disso, o elenco traz Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

Nova animação da Disney recebe a MENOR nota no CinemaScore em três décadas

Mundo Estranho é a mais nova animação da Disney e, além de uma recepção não tão forte assim, também parece não ter agradado ao público como deveria.

Segundo o Screen Rant, o longa recebeu a nota B no site CinemaScore – a primeira produção animada da Casa Mouse desde 1991 a conseguir uma nota menor que A-.

Lembrando que o filme já chegou aos cinemas nacionais.

Don HallQui Nguyen são responsáveis pela direção.

A trama mergulha em uma ilha perigosa e desconhecida em que criaturas fantásticas aguardam a chagada dos lendários Clade, uma família de exploradoras cujas diferenças ameaçam desmantelar sua missão mais crucial até então.

A produção conta com as vozes de Jake Gyllenhaal, Dennis Quaid, Jaboukie Young-White, Gabrielle Union, Alan Tudyk e Lucy Liu.

‘The Witcher’ vai ganhar mais uma série derivada, aponta site

Segundo o Redanian Intelligence, a Netflix está desenvolvendo mais uma série derivada da adorada saga The Witcher.

As informações indicam que a gigante do streaming vai supervisionar um projeto que acompanha o “infame grupo de jovens e rebeldes Nilfgaardianos conhecidos como Os Ratos”.

O grupo existe nos livros originais de Andrzej Sapkowski e será introduzido oficialmente na 3ª temporada da série original. Também acredita-se que os jovens apareçam no quarto ciclo, mas ganharão o próprio spin-off antes disso.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Lembrando que a próxima série derivada, The Witcher: A Origem’, chega à Netflix em 25 de dezembro.

Relembre o trailer:

Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían) estrelam.

O elenco ainda conta com Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril), Lenny Henry (Balor) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) ficam responsáveis pela direção dos episódios.

A produção é ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

Blood Origin conta uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Sapkowski entra como consultor criativo da série.

‘As Bruxas Mayfair’: Adaptação da saga de Anne Rice ganha novos cartazes animados INCRÍVEIS; Confira!

A AMC divulgou novos cartazes animados da adaptação de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), série baseada na saga homônima de Anne Rice.

A produção tem estreia marcada para o dia 05 de janeiro de 2023.

Confira, junto ao trailer:

A série é estrelada por Alexandra Daddario, que interpretará Rowan Mayfair, uma médica brilhante que luta com seu destino como herdeira de uma família de bruxas poderosas.

O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Vale lembrar que o canal também deu sinal verde para outra adaptação de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), estrelada por Sam Reid como o vampiro Lestat.

Relembre os Filmes Indicados ao FRAMBOESA DE OURO que Completam 10 Anos em 2022

O inimigo público número 1 da indústria do cinema, também conhecido como o “Anti-Oscar”, o “prêmio” Framboesa de Ouro segue incomodando muita gente, e fazendo outros tantos darem boas risadas. A cerimônia é uma grande brincadeira com filmes que foram execrados pela crítica, que grande parte do público torceu o nariz, mas que ninguém tem coragem de gritar aos quatro ventos o quão desagradáveis foram. Bem, não tinha.

Numa época em que o politicamente correto impera, quem sabe algum dia o Framboesa de Ouro possa vir a ser extinto. Mas enquanto isso, continuamos celebrando estes filmes ruins que todos nós adoramos.

É claro que como toda premiação que se preze, o Framboesa de Ouro já errou muito, e terminou indicado filmes bons de verdade. Ah, a ironia das coisas. Na maioria das vezes, acerta em cheio ao lembrar-nos de produções que nem as mães dos envolvidos teriam coragem de defender, vide A Reconquista (2000), com John Travolta, e Mulher-Gato (2004), com Halle Berry. Os indicados deste ano já foram revelados, mas enquanto o prêmio para eles não sai – em geral ocorrem na véspera do Oscar – propomos algo diferente. O Framboesa está firme e forte até hoje, tendo iniciado seus trabalhos em 1981, bem a tempo para indicar a primeira leva de filmes dos anos 80. E a brincadeira não poderia ter começado em época melhor, senão a fanfarrona década de 80.

Aqui, porém, sairemos dos anos 80 e pularemos alguns anos no futuro do Framboesa de Ouro, para relembrar com você quais os filmes que completam 10 anos em 2022 estiveram indicados ou venceram o prêmio. Você lembra de todos? Confira abaixo.

Leia também: Framboesa de Ouro | Relembre os Filmes Indicados ao Pior do Cinema que Completam 20 Anos em 2022

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2

Não podia ser outro! A chamada “Saga Crepúsculo” é definitivamente uma das superproduções de sucesso mais odiadas pelos críticos e por grande parte do público. Ao contrário de franquias como Harry Potter e Jogos Vorazes, Crepúsculo falhou em estourar sua bolha de fãs e penetrar no imaginário coletivo de pessoas que não conheciam seu material fonte, ou seja, os livros nos quais são baseados. Crepúsculo é recomendado quase que exclusivamente para seu nicho. Todos os demais, em especial os adultos, possuem muito pouca estima pelos longas que apenas brincam com a mitologia de seres sobrenaturais mais associados ao terror, vide vampiros e lobisomens. Tudo aqui, é claro, voltado a um teor de romance adolescente. No entanto, grande parte das reclamações acusavam o texto pobre da autora Stephanie Meyer – de difícil desassociação do melodrama barato.

Os livros eram apenas quatro, mas no cinema ganhamos cinco filmes – a fim de gerar o dobro do lucro. Deu certo. O último exemplar não deixou de ser alvo de críticas e zoeiras. No Framboesa de Ouro levou o “prêmio” de pior filme do ano, pior continuação, pior atriz para Kristen Stewart (que também levou por Branca de Neve e o Caçador), pior ator coadjuvante para Taylor Lautner, pior diretor para Bill Condon, pior elenco e pior casal (Lautner e a pequena Mackenzie Foy) – além de receber indicações para pior ator (Robert Pattinson), pior atriz coadjuvante (Ashley Greene), pior roteiro e outro pior casal (Pattinson e Stewart). Como o mundo dá voltas, hoje Kristen Stewart está indicada ao Oscar por Spencer, e Robert Pattinson recebe muito elogios como o novo Batman do cinema.

Leia também: Framboesa de Ouro | Relembre os Filmes Indicados ao Pior do Cinema que Completam 30 Anos em 2022

 

As Mil Palavras

Existem alguns atores que são “perseguidos” pelo Framboesa de Ouro. Mas isso se deve pela má recepção geral de seus filmes junto às bilheterias e aos críticos. Já é de se esperar que os trabalhos de gente como Sylvester Stallone e Adam Sandler estejam sempre no radar do “pior do cinema”. Outro grande favorito do Framboesa é Eddie Murphy. Desde a estreia da “premiação”, o comediante que nos anos 80 era o rei de Hollywood viu nada menos do que oito produções suas receberem indicações nas mais variadas categorias do Framboesa – todos com Murphy envolvido em alguma capacidade. É bem verdade que o ator, desde os anos 90, conhece como poucos os altos e baixos de uma carreira, se erguendo com algum grande sucesso apenas para cair de novo com um fiasco retumbante.

Ou seja, para cada Um Príncipe em Nova York, O Professor Aloprado, Os Picaretas e Dreamgirls, Murphy tratava de tropeçar de novo com Os Donos da Noite, Santo Homem, O Professor Aloprado 2 e Norbit, respectivamente. Esta, no entanto, era uma época em que o humorista andava muito em baixa, apostando em um filme infantil esquecível atrás do outro. As Mil Palavras traz o comediante como um agente que sempre usou as palavras a seu favor para mentir e enganar. Quando descobre em seu grande jardim uma árvore, um guru o explica que cada folha dela representa uma palavra sua, para que as use com sabedoria. As Mil Palavras recebeu indicações de pior filme, ator para Murphy e roteiro. Murphy recentemente deu a volta por cima e recebeu do Framboesa um prêmio de melhor redenção por Meu Nome é Dolemite (2019).

Leia também: Framboesa de Ouro | Relembre os Filmes Indicados ao Pior do Cinema que Completam 40 anos em 2022 Battleship – A Batalha dos Mares

Baseado não em um videogame, mas em um jogo de tabuleiro muito famoso (no Brasil conhecido como Batalha Naval), Battleship mirou em Transformers e acertou na água (para usar um bordão do jogo). Depois que o filme dos carros que viram robôs mostrou para Hollywood que brinquedos poderiam ser uma fonte rentável de superproduções, a Universal Pictures tratou de correr atrás dos direitos de outra propriedade da Hasbro mirada aos pequenos. Porém, ao contrário dos Transformers (que dentro do possível foram fiéis e respeitaram o conceito), Battleship não quis tomar partido ao representar em tela uma guerra entre duas nações – as quais precisaria nomear ou ao menos aludir – e trouxe algo que os jogos não possuíam, ou seja, uma guerra entre a marinha dos EUA e uma ameaça alienígena.

De fato, Battleship não é sequer o primeiro jogo de tabuleiro levado aos cinemas – com o cult Os Sete Suspeitos (1985), baseado no jogo Detetive (Clue), que receberá nova roupagem com Ryan Reynolds – o precedendo. No elenco, o azarado Taylor Kitsch protagoniza, tendo como coadjuvantes Liam Neeson, Alexander Skarsgard, Brooklyn Decker e a estreia com pé esquerdo de Rihanna como atriz. Com tentativas de piadas totalmente sem noção – como confundir deficientes com alienígenas – Battleship levou o Framboesa de pior coadjuvante para Rihanna, e foi indicado para pior filme, pior roteiro, pior elenco, pior diretor (Peter Berg), pior ator coadjuvante (Liam Neeson – também indicado por Fúria de Titãs 2) e uma segunda pior atriz coadjuvante (Brooklyn Decker – também indicada por O Que Esperar Quando Você Está Esperando).

 

Este é o Meu Garoto

Não seria uma premiação do Framboesa de Ouro sem um filme de Adam Sandler. Outro que é “grande favorito” da zoeira festa do cinema, o comediante sempre arruma um jeito de figurar entre os indicados. O que podemos dizer é que mesmo os fãs do humorista precisam reconhecer que com Este é o Meu Garoto, Sandler chegou a um novo ponto baixo em sua carreira. Até então os filmes do ator pareciam ser à prova de críticos, sempre se tornando sucesso de bilheteria apesar das críticas negativas. Com este filme, as coisas mudarem neste sentido, concretizando um dos primeiros grandes fiascos da carreira de Adam Sandler – no Brasil se tornando a primeira produção não lançada nos cinemas após o estrelato do ator. Nesta obra ultrajante, Sandler interpreta um menino sendo abusado por sua professora.

O abuso infantil de professores é um tema delicado, mas Sandler resolve escrachar e usar como alvo de suas piadas incorretas – bom gosto nunca foi o forte do comediante. A mulher, é claro, vai presa, e Sandler se torna o pior pai do mundo, por ser muito jovem. Quem interpreta o filho é o comediante Andy Samberg. A única coisa boa no filme, se isso, é ver Susan Sarandon e Eva Amurri, mãe e filha na vida real, dividindo a mesma personagem. Não por menos, Este é o Meu Garoto levou os Framboesa de pior ator para Sandler (que já havia recebido no ano anterior por Cada um tem a Gêmea que Merece) e pior roteiro, sendo indicado também para pior diretor (Sean Anders), pior filme, piores atores coadjuvantes (Vanilla Ice e Nick Swardson), pior elenco e pior dupla (Sandler e Samberg).

Os Oogieloves e a Aventura no Grande Balão

Sim, o Framboesa de Ouro não perdoa ninguém, o que inclui produções infantis e inofensivas. Em especial as que são bizarras como esta. A verdade é que os Oogieloves pode até soar como a adaptação para o cinema de um programa infantil dos EUA, mas não é bem assim. O desejo era por um produto mirado a crianças bem pequenas, isso é óbvio. Tudo surgiu da mente do produtor Kenn Viselman – que também é o criador das criaturinhas. Ele é o produtor da versão americana dos Teletubbies, e seu desejo era levar os personagens coloridos para as telonas. Porém, quando o criador Andrew Davenport se recusou, Viselman resolveu criar sua própria versão dos Teletubbies, mas “fazer diferente”.

E assim nasceram os Oogieloves – que consistia igualmente em atores fantasiados de criaturas coloridas, mas ao invés de quatro, aqui tínhamos somente três (tá vendo como é diferente?). Mas não para por aí, o produtor tinha dois objetivos com o filme. O primeiro é que o seu sucesso servisse para lançar a série infantil dos Oogieloves na TV. E segundo, ele desejava criar um filme interativo para os pequenos no cinema, incentivando as crianças a cantarem e a dançarem nas salas de exibição em momentos específicos do filme. Podemos dizer que nenhum de seus desejos se realizou. O fracasso foi tanto que Os Oogieloves se tornou o filme recordista com a pior estreia nos EUA para um longa ocupando mais de duas mil salas de cinema. No Framboesa foi indicado para pior filme e para pior elenco que, acredite, conta com nomes como Christopher Lloyd, Cloris Leachman, Chazz Palminteri, Jamie Pressly, Cary Elwes e a cantora Toni Braxton.

OUTRAS INDICAÇÕES

O grande Nicolas Cage também não saiu ileso de indicações ao pior do cinema há dez anos. Cage foi indicado para pior ator no Framboesa duplamente – pelos filmes Motoqueiro Fantasma: Espírito da Vingança (também indicado para pior continuação) e O Pacto.

Outro “menino de ouro” do Framboesa é o ator, produtor, diretor e roteirista Tyler Perry, que até tem seu público cativo nos EUA, mas não é muito enaltecido pelos críticos por sua qualidade dramatúrgica. Perry estava à toda há dez anos no cinema e o Framboesa não perdoou. Na época, Perry dirigiu dois filmes: o “drama” Uma Boa Ação e a “comédia” As Testemunhas de Madea. Pelo primeiro, recebeu as indicações de pior ator e pior diretor, e pelo segundo recebeu indicações como pior diretor, pior “atriz” (já que interpreta a idosa Madea), pior elenco, pior dupla (Perry e sua fantasia de Madea) e pior continuação. Mas não parou por aí, Perry também foi indicado como pior ator em sua tentativa de seriedade no thriller A Sombra do Inimigo, onde substituiu o veterano Morgan Freeman no papel do investigador Alex Cross.

Na categoria de piores atrizes, já sabemos que a vitória foi da atual indicada ao Oscar Kristen Stewart pelo último Crepúsculo, e também da indicação de Tyler Perry como Madea. Completando as cinco nomeadas, sobrou para Milla Jovovich no quinto Resident Evil, Katherine Heigl pela pseudo comédia romântica Como Agarrar Meu Ex-Namorado, e até mesmo para a veterana Oscarizada Barbra Streisand no road movie com Seth Rogen, Minha Mãe é uma Viagem.

Já em matéria dos coadjuvantes, foram “homenageados” Jennifer Lopez (O Que Esperar Quando Você Está Esperando), Jessica Biel (por ambos o remake de O Vingador do Futuro e a comédia Um Bom Partido) e o meme ambulante David Hasselhoff como ele mesmo por “terrir” Piranha 2.

Finalizando os indicados do pior do cinema que completam dez anos em 2022, tivemos menções desonrosas para o remake do oitentista Amanhecer Violento, com Chris Hemsworth (pior… bem, refilmagem); Os Três Patetas, a comédia dos irmãos Farrelly que deveria ter sido muito boa, mas foi bem ruim (indicado a pior dupla – para os integrantes do reality Jersey Shore) e a adaptação do livro polêmico que coloca o capitalismo num pedestal, A Revolta de Atlas – Parte 2 (Atlas Shrugeed), de Ayn Rand (com indicações para pior diretor John Putch e pior roteiro).

‘Entre Facas e Segredos’, aclamado mistério de Rian Johnson, completa 3 anos; Veja curiosidades!

Há três anos, Rian Johnson entregava um dos melhores filmes da década com o filme de mistério cômico ‘Entre Facas e Segredos’.

Na trama, depois de fazer 85 anos, Harlan Thrombey, um famoso escritor de histórias policiais, é encontrado morto. Contratado para investigar o caso, o detetive Benoit Blanc descobre que, entre os funcionários misteriosos e a família conflituosa de Harlan, todos podem ser considerados suspeitos do crime.

A obra foi estrelada por um elenco estelar formado por nomes como Daniel CraigAna de ArmasToni ColletteJamie Lee CurtisChris EvansChristopher PlummerMichael Shannon e vários outros, e fez um estrondo de bilheteria ao arrecadar mais de US$312 milhões ao redor do planeta. Além disso, a produção conquistou inúmeros prêmios e indicações, incluindo uma nomeação à categoria de Melhor Roteiro Original no Oscar.

Para celebrar seu aniversário, montamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • A frase de Jacob, “você fez sexo com meu avô”, foi improvisada por Jaeden Martell, mas foi originalmente perdida na cena, já que vários personagens estavam conversando e gritando. Shannon percebeu isso e se aproximou de Johnson, dizendo a ele que Martell tinha uma fala ótima; então, eles fizeram questão de voltar e capturá-la.
  • Foi ideia de Don Johnson que seu personagem entregasse seu prato vazio a Marta, como se ela fosse a empregada, durante a conversa sobre a imigração.

  • Johnson disse que Shannon era, de longe, a pessoa mais engraçada no set, e criou muitas das falas engraçadas e momentos físicos de seu personagem, como a triunfante elevação de braço durante a cena “comer m****” e sua réplica: “eu não estou comendo um pingo de m****!”.
  • Johnson pensou em cortar o discurso de donuts de Blanc, mas Craig o convenceu de que era bom. Ao ver o ator performando a cena, Johnson ficou convencido de que deveria mantê-lo.

  • Várias artes e designs de janelas na mansão são baseadas no mote memento mori, retratando cenas de um dia a dia populado por caveiras ou esqueletos. O mote, que é traduzido para lembre-se de que é mortal, ficou bastante popular na era vitoriana e foi utilizado para lembrar as pessoas que a morte vem para todos, sejam ricos ou pobres.
  • Tanto o título em inglês, ‘Knives Out’, e o título de produção, ‘Morning Bell’, são faixas do álbum ‘Amnesiac’, da banda de rock inglesa Radiohead.
  • Craig e Armas voltariam a trabalhar juntos em ‘007 – Sem Tempo para Morrer’. Isso se deve ao fato de Craig ter escolhido Armas para seu papel no último filme devido à química que tiveram ao trabalhar em ‘Entre Facas e Segredos’.

  • Os espectadores com olhos de águia podem identificar um foreshadowing quando as gravações das câmeras de segurança são vistas. Apesar de ter saído da festa mais cedo, o carro de Ransom nunca é visto descendo a garagem.
  • Os membros da família Thrombey são nomeados como homenagem a astros do rock dos anos 1970: Richard e Linda são Richard ThompsonLinda Thompson; Joni é Joni Mitchell; Neil é Neil Young; e Walt e Donna são Walter BeckerDonald Fagen. O único que foge à regra é Ransom, que foi nomeado a partir de um personagem da Trilogia Espacial de C.S. Lewis.
  • O único personagem a retornar para a aguardada sequência é Benoit Blanc, vivido por Craig.

Irene Cara | As 5 Melhores Músicas da Icônica Vencedora do Oscar

No último dia 26 de novembro, o mundo das artes perdeu mais um ícone com o falecimento inesperado de Irene Cara, aos 63 anos.

Conhecida por obras como FamaFlashdance, Cara fez enorme sucesso nos anos 1980, sendo indicada ao Globo de Ouro e conquistando um Grammy e um Oscar pela clássica canção Flashdance… What a Feeling”.

Para celebrar o legado e o impacto da performer, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores músicas.

Confira:

5. “YOU WERE MADE FOR ME”

“You Were Made For Me” é a única balada inclusa no LP ‘What a Feelin” e, diferente das músicas que compõe o compilado, leva a produção para James Newton Howard (sim, o mesmo nome que ficaria conhecido por ‘Jogos Vorazes’ décadas mais tardes) e permite que Cara demonstre suas habilidades como liricista, dividindo os holofotes com Eddie Brown. A ótima canção fez barulho considerável nas paradas adultas nos Estados Unidos e se configurou como o último sucesso da artista no país.

4. “OUT HERE ON MY OWN”

Facilmente uma das baladas mais conhecidas dos anos 1980, “Out Here On My Own” também fez parte da trilha sonora de Fama e, inclusive, foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original junto à canção-tema. A estrutura da faixa deixa de lado as vibes discoteca de suas conterrâneas para uma teatral e confessional performance de Cara, auxiliada pelas habilidades líricas de Lesley GoreMichael Gore – este último responsável pela simples produção, que se vale essencialmente dos vocais da cantora e de um melódico piano clássico.

3. “BREAKDANCE”

Em uma de suas múltiplas parcerias com o icônico Giorgio Moroder, Cara mergulho de cabeça no pós-disco e no synth-pop com “Breakdance” – single do mesmo álbum de Flashdance… What a Feeling”. A canção fez um sucesso considerável nos Estados Unidos, além de continuar cimentando a carreira da artista, em uma bem-demarcada ode às investidas dos anos 1980, desde a estrutura mais futurista e robótica à emocionante rendição de Cara – que inclusive viria a influenciar diversos artistas nas décadas seguintes.

2. “FAME”

Em 1980, Cara fez sua estreia no circuito cinematográfico mainstream com mais um filme que entrou para a história – Fama. Na trama, ela interpreta Coco Hernandez, uma jovem com desejo inexplicável de se tornar famosa – e é claro que ela seria guiada principalmente pela música. Não é surpresa que Cara tenha comandado com perfeição a faixa “Fame”, assinada por Gore e Dean Pitchford, ajudando a alavancar sua carreira no escopo fonográfico. Aqui, a performer presta homenagens a Paula Abdul e a Michael Jackson em uma dançante e antêmica incursão disco-pop-rock, pincelada com ótimos sintetizadores.

1. “FLASHDANCE… WHAT A FEELING”

Nenhuma outra música poderia ocupar o topo do nosso singelo ranking. Flashdance… What a Feeling” serviu como a canção-tema do clássico longa-metragem de 1983 e fez um sucesso gigantesco tantos nos Estados Unidos quanto no restante no mundo – chegando a alcançar o topo da Billboard Hot 100 e permanecendo no Top 10 por nada menos que catorze semanas.

Funcionando como uma explosão poppós-disco, Cara assinou a música ao lado do lendário Keith Forsey, além de trazer a produção impecável de Moroder. O resultado não poderia ser outro: além do Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Feminina e uma indicação a Gravação do Ano, a faixa garantiu à artista o Oscar de Melhor Canção Original e é relembrada até hoje como uma das melhores de todos os tempos – sendo redescoberta ano a ano como um clássico atemporal.

‘Uma Quedinha de Natal’: Katya e Trixie Mattel reagem à nova rom-com natalina com Lindsay Lohan

A comédia romântica natalina ‘Uma Quedinha de Natal’, estrelada por Lindsay Lohan e Chord Overstreet, já chegou à Netflix e, para promovê-la, a gigante do streaming se reuniu com as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel para reagirem ao longa.

Confira:

Na trama, Lohan vive uma mimada herdeira de hotel que acaba de ficar noiva. No entanto, ela é acometida por uma amnésia total, após um acidente de esqui. E agora sob os cuidados de um belo proprietário de uma pousada (Overstreet) e de sua filha precoce, essa mulher descobrirá novos sentimentos surgindo em seu coração.

Relembre o trailer:

Untitled Holiday Romcom. (L-R) Lindsay Lohan as Sierra, Chord Overstreet as Jake in Untitled Holiday Romcom. Cr. Scott Everett White/Netflix © 2021

O elenco ainda conta com George Young, Jack Wagner e Olivia Perez.

No início dos anos 2000, Lohan era uma das maiores estrelas de jovens adultos de Hollywood. Seu melhor e mais conhecido papel é talvez o de Cady Heron em ‘Meninas Malvadas‘.

Kevin Bacon é destaque no novo cartaz promocional de ‘Guardiões da Galáxia: Especial de Festas’; Confira!

O Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘, a equipe mais amada do MCU, finalmente chegou ao Disney+ e, para promovê-lo, a Casa Mouse divulgou um novo cartaz trazendo ninguém menos que Kevin Bacon dentro de um globo de neve.

Confira:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A aventura especial de Natal traz o retorno dos Guardiões favoritos dos fãs do MCU, entre eles, Star Lord (Chris Pratt), Mantis (Pom Klementieff), Nebula (Karen Gillan), Groot (Vin Diesel), Rocket (Bradley Cooper), Drax (Dave Bautista) e Kraglin (Sean Gunn).

‘Trem-Bala’: Ação com Brad Pitt e Sandra Bullock ganha data de estreia na HBO Max

Trem-Bala, comédia de ação estrelada por Brad PittSandra Bullock, chegou em agosto aos cinemas brasileiros e, agora, já tem data para ser lançado no streaming.

O longa-metragem será disponibilizado na HBO Max no próximo dia 02 de dezembro.

Relembre o trailer:

Baseada no livro Maria Beetle’ de Kotaro Isaka, a trama acompanha “cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?”.

O elenco também conta com Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-JohnsonHiroyuki SanadaBad Bunny.

‘Rick e Morty’: Sr. Nimbus está de volta na nova prévia do episódio 06×08; Confira!

Adult Stim divulgou a nova prévia oficial do 8º episódio da 6ª temporada de ‘Rick e Morty’, intitulado “Analyze Piss”.

O capítulo vai ao ar hoje, 27 de novembro.

Confira:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

Confira a sinopse oficial:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Willow’: A aventura continua no novo clipe OFICIAL da série; Confira!

O Disney+ divulgou um clipe oficial com cenas inéditas da série ‘Willow‘, sequência do clássico cult de 1988.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 30 de novembro.

Jonathan Kasdan e Wendy Mericle entram como showrunners.

A trama irá introduzir novos personagens ao encantado reino de fadas rainhas e monstros de duas cabeças, além de trazer de volta o seu herói, Willow Ufgood.

Warwick Davis retorna como o personagem titular. O elenco ainda conta com Erin Kellyman, Ellie Bamber, Tony Revolori, Ruby Cruz, Amer Chadha-Patel, Dempsey Bryk, Talisa Garcia, Rosabell Laurenti SellersRalph Ineson.

Stephen Woolfenden fica responsável pela direção do episódio piloto.

Ron Howard, diretor do filme original, entra como produtor da série.

‘Sangue e Água’: 3ª temporada ganha novo cartaz promocional INCRÍVEL; Confira!

A 3ª temporada da série de suspense Sangue e Água (‘Blood & Water’) já chegou à Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo e incrível cartaz nacional.

Confira, junto ao trailer:

Os novos episódios foram lançados hoje, 25 de novembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Nosipho Dumisa.

O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Ama QamataKhosi NgemaThabang MolabaDillon WindvogelNatasha ThahaneGail MabalaneSello MaakeArno GreefRyle De MornyGetmore SitholeXolile TshabalalaSandi SchultzMonique Rockman e Cindy Mahlangu fazem parte do elenco.

‘Wandinha’: Assista à icônica cena da dança da série derivada!

Wandinha‘, spin-off de ‘A Família Addams‘, finalmente chegou à Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou uma das cenas oficiais da série em que a personagem titular (Jenna Ortega) dança no Baile de Inverno da Academia Nunca Mais.

Confira:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

Relembre o trailer:

O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

Artigo | ‘O Mágico de Oz’ é uma ótima pedida para ver em família neste final de ano

O Mágico de Oz é um dos filmes mais relembrados e adorados de todos os tempos. Desde sua comovente história de superação e autoaceitação delineada perfeitamente por L. Frank Baum até as inovações técnico-artísticas, a obra de Victor Fleming parece não envelhecer. Mesmo os cineastas contemporâneos, principalmente aqueles que ousam se aventurar no mundo da fantasia, buscam referências do clássico longa, remodelando-as em uma tentativa de aproximá-las das novas gerações. Entretanto, sua atemporalidade talvez seja um dos maiores atributos – afinal, quem não conhece a história de Dorothy, os sapatinhos de rubi, o temido feiticeiro da cidade das Esmeraldas e os macacos voadores? É claro que se restringir apenas aos artifícios narrativos é cair no senso-comum; afinal, a trama que se desenrola vai muito além do que os olhos podem ver.

Judy Garland, queridinha da MGM em seus anos dourados, foi a escolhida para encarnar a protagonista e mal imaginava que sua incrível performance a colocaria no centro dos holofotes de Hollywood. Dorothy, a heroína da aventura, é uma garota do interior que vive com os tios numa gigantesca fazenda, sonhando com o dia em que a monotonia do campo dará lugar a novas descobertas e amizades. Basicamente, ela deseja transformar seus sonhos em realidade e se sentir parte de algo grande – e é aqui que a premissa do “cuidado com o que deseja” ganha força. Após abrigar-se em sua casa, ela e o cachorrinho Totó são pegos por um forte tornado e levados à mística terra de Oz, lar dos munchkins e da terrível Bruxa Má do Oeste (Margaret Hamilton).

Já aqui podemos perceber uma sacada inteligente de Fleming: a caracterização de dois mundos totalmente distintos. Dorothy sente-se presa em uma rotina cíclica no Kansas, e sua chegada a um lugar totalmente desconhecido é motivo para um compulsório, porém justificado, encantamento. Logo, é quase instantâneo notar o motivo do diretor ter optado pela sépia na realidade e pelo technicolor no fantástico, no sobrenatural – e venho dizer que as habilidades do time artístico superam e muito as tentativas falhas de trazer cor às telonas. Partindo desse princípio dual, a narrativa cênica mantém-se em equilíbrio entre o antigo e o novo (para a época), além de criar uma tendência híbrida que seria revisitada décadas mais tarde.

Assim que chega à Província Munchkin, a heroína já recebe ameaças de sua arqui-inimiga por ter aterrissado sobre sua irmã. Ela não apenas se vê numa corrida pela sobrevivência, pois é jurada de morte, como também percebe que terá um extenso caminho a percorrer para voltar para casa – e é aqui que seus ideais entram em conflito. Dorothy talvez perceba que não está pronta o bastante para lidar com a independência obrigatória e precisa do apoio de pessoas conhecidas, ao menos para guiá-la. Porém, a própria chegada isolada da garota prenuncia um evento certeiro: a batalha final será dela e somente dela. Afinal, a Bruxa é a representação do obstáculo de propriocepção e não é por acaso que é caracterizada com a cor verde: em um sentido mais simbólico, tal tom está associado à plenitude e ao crescimento, não da feiticeira, mas sim de Dorothy.

O filme está fincado à jornada do herói de Joseph Campbell. A protagonista a princípio nega o chamado à aventura para depois descobrir que, ao cruzar o limiar entre os dois cosmos, não há caminho de volta: a única coisa a se fazer é seguir pela Estrada de Tijolos Amarelos até encontrar o Mágico e pedir sua ajuda. E é claro que, nesse meio-tempo, ela encontra aliados de extrema importância que se sentem incompletos e vazios por inúmeras razões. O Espantalho (Ray Bolger), o Homem-de-Lata (Jack Haley) e o Leão Covarde (Bert Lahr) talvez sejam o trio de coadjuvantes mais adorado da era clássica do cinema, principalmente por se manterem respaldados na commedia dell’arte e mergulharem com fidelidade nos arquétipos que representam. Cada um deles deseja também alguma coisa e resolve se unir à garota.

Tachar O Mágico de Oz como uma simples obra de ficção fantástica é cometer um erro imperdoável. Fleming não apenas imprime sua perspectiva acerca do romance de Baum, mas recupera também seus elementos críticos. Escrito em 1900, a ascensão de uma força poderosa e temida é reflexo dos governos imperialistas que impõe suas vontades às minorias – nesse caso, a relação abusiva entre a Bruxa e os munchkins. A aparição de uma força etérea e “intangível” insurge com Glinda (Billie Burke), a Bruxa Boa do Sul, e preconização uma iminente mudança nas configurações autoritárias de Oz. Afinal, pelo que podemos apreender, é Dorothy quem traz o necessário para destituir a Bruxa Má do Oeste e revelar as reais intenções do Mágico (Frank Morgan), um charlatão que assumiu tal papel para enganar e ganhar o respeito da população de Esmeralda. Trazer esses elementos para o final da década de 1930 também tem sua carga, visto que a época era propícia para o crescimento de movimentos extremistas, incluindo o nazi-fascismo, e para o início da II Guerra Mundial.

O longa também traz inovações técnicas, como já mencionado. O uso das cores vibrantes e de uma direção de arte competente é apenas a cereja do bolo; deve-se mencionar a destreza cênica com a qual Fleming conduz a narrativa com exímia maestria, criando coreografias que não se resumem apenas ao plano visual, mas estendem-se para suas respectivas causas e consequências. Os frames trazem o refinamento estético e se assemelham a pinturas neorromânticas, perscrutadas pela fantasia excessiva e envolvente. Aliás, não é à toa que os efeitos especiais do filme representem um salto considerável para o nicho em questão, desde a utilização de centenas de figurinos até a minúcia das maquiagens.

De fato, algumas sequências são inesquecíveis. Seja na rendição de Garland com “Over the Rainbow”, coroada com o Oscar de Melhor Canção Original, ou na frase que resume todo o escopo da obra, inúmeras construções foram reaproveitadas com o passar do tempo e, apesar de não terem atingido o mesmo sucesso que o original, servem como belas e singelas homenagens a um dos melhores filmes de todos os tempos. E conforme os créditos aparecem na tela, é difícil não se emocionar. No final das contas, apenas uma coisa é certa: não há lugar como o nosso lar.

“O MELHOR filme de Natal de todos os tempos”, afirmam assinantes sobre nova produção da Netflix

Um novo romance natalino estrelado por Justin Hartley (‘This is Us’) estreou em primeiro lugar entre os títulos mais assistidos da Netflix.

A trama de ‘O Diário de Noel‘ acompanha um escritor que volta à casa onde passou a infância e conhece uma mulher em busca de respostas. Será que um velho diário será a chance para o passado e o coração dos dois?

Nas redes sociais, os assinantes do streaming afirmam que é “O MELHOR filme de Natal de todos os tempos”. Confira as reações:

Dirigido por Charles Shyer, o longa é baseado no livro homônimo de Richard Paul Evans.

O elenco ainda conta com Barrett Doss, Essence Atkins, Bonnie Bedelia e James Remar.

‘Shazam! Fúria dos Deuses’ será principalmente inspirado na mitologia grega; Veja detalhes!

David F. Sandberg, diretor de ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘, revelou à Empire que a inspiração para o segundo filme da franquia veio mais da mitologia grega, mais que as HQ’s.

Sandberg explicou que existiam ideias que ele ainda queria explorar. Apesar do ponto de partida ter sido as HQs, os novos personagens do filme, incluindo as “grandes vilãs”, surgiram de um processo criativo maior.

“Nós chegamos nisso porque os poderes de Shazam vêm de deuses gregos. Então o que aconteceria se esses poderes tivessem sido roubados dos deuses e agora eles querem vingança?[…] Foi muito legal mergulhar na mitologia, ao invés de histórias em quadrinhos”, disse o cineasta.

Sandberg também contou que veremos um dragão “de madeira e com a capacidade de emanar um efeito de medo” no longa. O que sabemos da história até agora é que Billy Batson e sua equipe enfrentarão Héspera e Kalypso.

A sequência chega aos cinemas nacionais dia 16 de Março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

Confira o cartaz:

Nos EUA, o filme foi adiado de de dezembro deste ano para 17 de março de 2023.

David F. Sandberg retorna à cadeira de direção.

Além do retorno de Levi no papel principal e a introdução de Mirren, Liu e Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Os 10 Filmes MAIS CAROS da História do Cinema; Saiba qual é o 1º!

O cinema é arte. Mas também é um negócio. E um levado muito a sério. Desde seus primórdios na era do cinema mudo, ainda na década de 1920, realizadores costumam promover suas obras através da quantia gasta em sua produção. Dizeres como “o filme mais caro da história” eram chamarizes em cartazes e peças publicitárias para atrair a audiência. Afinal, cinema também sempre foi espetáculo, uma mágica para encantar o espectador, e quanto mais grandiosa for, maior deleite causará.

Esposas Ingênuas (1922), Ben-Hur (1925) e Anjos do Inferno (1930), do excêntrico milionário Howard Huhes, foram algumas produções que clamavam ter rompido a barreira orçamentária de US$1 milhão – numa época em que tal quantia era uma fortuna inestimável -, embora exista dúvida sobre a veracidade do valor gasto filme de Hughes.

Com o passar dos anos tais orçamentos só cresceram, e a partir da década de 1950, quando o cinema precisou enfrentar uma de suas maiores lutas contra um adversário de peso, a Televisão (que chegava em massa aos lares), uma nova guinada nos valores de produção visava entregar um espetáculo que não cabia nas telinhas. Assim, alguns filmes chegavam a ultrapassar a quantia dos US$10 milhões para serem produzidos. Quo Vadis (US$7.6 milhões), Os Dez Mandamentos (US$13.2 milhões) e um novo Ben-Hur (1959, US$15.1 milhões) foram alguns dos longas mais caros da década. E no caso dos três podemos sentir em tela cada centavo no valor de produção.

É claro que tamanho investimento nem sempre se mostrava equivalente ao retorno, medido nas bilheterias. Assim, se …E o Vento Levou (1939) com um orçamento de algo por volta de US$4 milhões rendia uma bilheteria astronômica (que com ajuste de inflação teria arrecadado quase US$4 bilhões hoje – ainda o filme mais rentável da história), Cleópatra (1963), por outro lado, deixava um rombo de prejuízo com seu orçamento inacreditável de US$31 milhões, mesmo se tornando o mais lucrativo de seu respectivo ano.

Hoje, numa era tomada por blockbusters mirados ao público jovem, que muitas vezes podem ser considerados mais “simuladores” ou idas a parques temáticos do que histórias tradicionais e adultas sobre questões humanas, obviamente, o investimento precisa ser colossal. E esta introdução nos traz a este novo texto, cujo assunto é justamente os filmes mais caros da história do cinema. Confira abaixo.

10 | Enrolados (2010)

Se alguém perguntasse, jamais diríamos que a animação mais cara do cânone Disney é esta adaptação do conto de Rapunzel. Reportadamente, Walt Disney em pessoa queria levar às telas a história de Rapunzel ainda na década de 1940.  No entanto, esta história só sairia dos planos do estúdio e ganharia vida nas telonas 70 anos depois. Visando atrair um público mais amplo (incluindo os meninos) após a bilheteria abaixo do esperado de A Princesa e o Sapo (2009), o título mudou para Enrolados (ao invés de Rapunzel), e a ênfase a um personagem masculino também foi dada.

Este é o 50º filme em animação da Disney e primeiro sobre uma princesa na forma de animação computadorizada. Mesmo consciente de todos os detalhes dados a sua confecção, o orçamento de US$260 milhões soa absurdo – ainda mais levando em conta que não temos nomes de muito peso no elenco de dubladores. O que sabemos é que Reese Witherspoon estava contratada para dublar Rapunzel, papel que terminou com Mandy Moore. Será que a Disney precisou pagar o salário da Legalmente Loira?

09 | Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

No início da saga Star Wars nos cinemas, lá em 1977 e 1980, por incrível que pareça, os filmes não tinham orçamentos astronômicos ao ponto de serem considerados alguns dos mais caros sequer de seus respectivos anos de lançamento. O Império Contra-Ataca, para termos uma ideia, custou menos que outras grandes estreias de 40 anos atrás, vide Flash Gordon, Popeye e Os Irmãos Cara de Pau.

Com o passar dos anos, a franquia foi engordando e crescendo, ao ponto de se tornar uma das mais lucrativas não apenas da sétima arte, como também do entretenimento de uma forma geral – ou seja, agregando inúmeras outras indústrias, seja na literatura, games, action figures e até mesmo parques temáticos. Assim encontramos as histórias de Star Wars atualmente, donas do que de melhor Hollywood tem a oferecer. Rogue One (2016) custou US$220 milhões e O Despertar da Força (2015) ficou em 11ª colocação dentre os mais caros de todos os tempos, com US$259 milhões de orçamento. Em nono lugar temos este que foi o mais ousado filme da franquia, e também o primeiro grande divisor de águas entre os fãs, com o orçamento de US$262 milhões.

08 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse produto da Warner/DC tinha tudo para ser um dos maiores sucessos da história recente do entretenimento. O estúdio tinha em mãos dois personagens icônicos, que são verdadeiras peças de marketing para fazer dinheiro, e cuja trajetória em filmes solo no cinema se mostrou justamente isso. Esse era o primeiro grande encontro destes titãs lucrativos nas telonas, o resultado deveria transcender uma longa-metragem e se tornar um verdadeiro fenômeno da cultura pop.

Bem, como sabemos, o que ocorreu não foi bem isso. Muitos apontam a responsabilidade do “fracasso” para o diretor Zack Snyder. Outros para a ansiedade do estúdio em querer costurar um universo cinematográfico como o da rival Marvel, sem ter passado pelas etapas anteriores. Quando a ganância atropela as ideias, mesmo com tanto dinheiro investido – o orçamento foi de US$263 milhões -, o resultado nunca é o esperado.

07 | John Carter: Entre Dois Mundos (2012)

Você lembra deste filme? É um evento curioso quando um dos filmes mais caros da história é também um filme altamente esquecível, que quase ninguém mais comenta, sendo apagado por completo para gerações mais novas. A verdade é que esta investida ambiciosa da Disney para uma superprodução em live-action é baseada no conto clássico do escritor Edgar Rice Burroughs, que esteve por trás da criação do personagem Tarzan, por exemplo, fonte de inúmeras produções cinematográficas de sucesso – datando igualmente dos primórdios da sétima arte.

O conto de BurroughsA Princesa de Marte”, o qual a Disney transformou em John Carter na realidade inspirou de tudo no terreno cultural, inclusive George Lucas na criação da saga Star Wars. Acontece que chegando muito atrasado no jogo, John Carter ficou parecendo a cópia, e não o copiado. Quando o roteiro falha em criatividade e emoção, a coisa fica ainda mais complicada. John Carter custou “singelos” US$264 milhões para ser produzido.

06 | Han Solo (2018) /
A Ascensão Skywalker (2019)

Voltando para a franquia Star Wars, agora pulamos direto aumentando a “brincadeira” em US$10 milhões. Tá bom para você?  Agora nos encontramos no topo, com os filmes mais caros da franquia. E sim, você leu certo, eu disse filmes no plural. Já que se for para arrebentar a porta, que seja feito em dose dupla. Os dois últimos filmes de Star Wars no cinema foram também os mais custosos. E bem, recaem na categoria dos filmes que não atingiram o esperado.

Com o fato, esperamos que os grandes estúdios repensem suas estratégias, e invistam menos dinheiro em um produto que pode lhes devolver apenas dor de cabeça e prejuízo. Em especial os executivos encarregados em cuidar de um universo tão querido e rico quanto o de Star Wars. Com esta última trilogia, por exemplo, ficou claro que os responsáveis não tinham um plano delineado, deixando diretores ousarem em seus filmes somente para depois negarem seus conceitos apagando-os na continuação. Este é o resumo de A Ascensão Skywalker, um filme que tentou agradar todo mundo e terminou não agradando ninguém.

Han Solo se mostrou uma produção problemática desde o início, a começar por ser um projeto que ninguém havia pedido, e terminando com a patacoada da demissão dos diretores originais, as mentes mais que criativas de Phil Lord e Christopher Miller, optando assim pela segurança de Ron Howard. Resultado: uma aventura sem muita vida. Ambos A Ascensão Skywalker e Han Solo foram produzidos pela “bagatela” de US$275 milhões.

05 | Liga da Justiça (2017) /
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

Voltamos ao item 8 aqui, e a problemática acerca de Zack Snyder, a Warner e o universo DC no cinema. E se Batman vs Superman já havia sido considerado um atropelo de ideias, com muitos personagens e tramas conflitando ao mesmo tempo, ao invés da concentração de uma única narrativa para introduzir melhor o público neste admirável novo mundo, com Liga da Justiça – o próximo passo nesta linha evolutiva -, a coisa fica ainda mais complicada.

O filme marca o primeiro grande encontro nas telonas, agora não mais apenas de Batman e Super-Homem, mas também do Flash, Aquaman e Cyborg (a Mulher-Maravilha já havia aparecido anteriormente e estrelado seu filme próprio alguns meses antes). Junte a isso a saída de Snyder do projeto devido a problemas pessoais, a entrada de Joss Whedon, e temos um filme cujo tom parece em conflito consigo o tempo todo. O resultado desestimulou o estúdio de seu plano inicial, que era lançar o encontro dos heróis em duas partes – algo como o último Vingadores fez.

Ah sim, em se tratando de Piratas do Caribe, o que surgiu como um “tiro no escuro” da Disney, se mostrou uma franquia extremamente lucrativa e uma das mais adoradas do cinema entretenimento – grande parte devido ao apelo infantil que possui. O plano do estúdio foi se espelhar no que a Warner havia feito com Matrix, e antes com Senhor dos Anéis, e gravar dois filmes de uma só vez, lançando-os no intervalo de um ano. E se a primeira parte, O Baú da Morte teve um orçamento de US$225 milhões para continuar as aventuras de Jack Sparrow, o “encerramento” da então trilogia fechava com chave de ouro pelo “trocado” de US$300 milhões – o mesmo valor gasto pela Warner em Liga da Justiça.

04 | Vingadores: Guerra Infinita (2018)

A razão do sucesso dos filmes da Marvel (bem, de quase todos) é trabalhar tão bem seus personagens e enredos ao ponto de se tornarem não apenas parte de uma obra cinematográfica, mas verdadeiros movimentos sociais. Mesmo em tramas fantasiosas, personagens usando uniformes coloridos, existe uma grande humanidade, que resulta em identificação imediata, em suas narrativas.

Assim, compreendemos as motivações de um tirano como Thanos (Josh Brolin), que acredita verdadeiramente no altruísmo de suas ações: apagar da existência metade do universo para que a outra metade não careça de recursos por motivo de superpopulação. Extremismo? Certamente. No entanto, aqui na Terra passamos pelo mesmo problema. Guerra Infinita é uma aula de como entregar uma produção tão grande quanto possa existir, retirando dela o melhor que ela poderia oferecer. Para isso, é claro, era necessário um valor orçamentário “digno”, e ele custou US$316 milhões. Neste caso, um investimento válido.

03 | Vingadores: Ultimato (2019)

Como dito, o plano para o terceiro Vingadores era dividi-lo em duas partes – trajeto pelo qual a Warner queria ter seguido também. A proposta de um universo costurado e episódico (como eram criados os antigos seriados das matinês a cada sessão fazendo o público ansiar pela próxima semana onde tal aventura seria concluída) inteiramente confeccionado em produções de centenas de milhões de dólares é algo sem precedentes. A Marvel Studios transformou seu cinema na estrutura de quadrinhos. E se antes esta arte não era respeitada ou tratada de forma correta por estúdios e executivos, agora o MCU dá o troco fazendo a indústria do cinema cair de joelhos perante sua fórmula de sucesso, ditando tendências e regras do novo jogo.

Afinal, para que ser dono de uma franquia que se torna febre mundial, quando se pode ter várias e ainda interliga-las. Com Guerra Infinita, a Marvel Studios deixou o mundo sofrendo, à espera de uma conclusão para os acontecimentos aterrorizadores, e um ano depois entregava finalmente tais respostas. É claro que para a conclusão todas as apostas seriam aumentadas, inclusive o orçamento, que pulou para US$356 milhões.

02 | Vingadores: Era de Ultron (2015)

O filme mais caro da Marvel e o segundo mais caro do cinema em geral é um Vingadores, porém, se engana quem achava que seriam os rolos compressores Guerra Infinita ou Ultimato. A produção mais custosa do MCU é Era de Ultron, igualmente um dos mais irregulares. O primeiro Vingadores (2012), com um orçamento de US$220 milhões se mostrou um sucesso estrondoso, mostrando o que poderia ser feito, ultrapassando a marca do bilhão e ainda por cima se tornando a terceira maior bilheteria do mundo na época, ficando atrás somente da dobradinha de James Cameron: Titanic (1997) e Avatar (2009).

Grande parte dos louros foram para o comandante da obra, o diretor Joss Whedon. Assim, imaginem a expectativa pela sequência deste verdadeiro marco para os filmes do gênero. Três anos depois, Era de Ultron saía do papel e… bem, digamos que não foi tão bom quanto o original. De fato, a obra terminou custando parte da “sanidade” de Whedon, que logo após se desligou da franquia, dando um tempo no comando de mega blockbusters. No entanto, uma coisa foi melhor em relação ao original, o orçamento separado para a produção, que chegava a absurdos US$365 milhões.

01 | Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

O filme mais caro da história do cinema é uma produção da Disney, mas esta não tem nada a ver com a Marvel Studios. Talvez não seja tão difícil de acreditar, já que tais produções são extremamente megalômanas, mas o quarto Piratas do Caribe é o filme com o maior orçamento de todos os tempos. Como dito, No Fim do Mundo é um dos recordistas de orçamento mais inflado, e tinha a proposta de encerrar a franquia. Mas numa era de reciclagens, reimaginações, refilmagens e reinícios, a Disney não pretendia encerrar verdadeiramente uma de suas maiores “galinhas dos ovos de ouro”. Assim, quatro anos após o “término”, foi confeccionado um novo capítulo, desta vez sem o time original.

Assim, saía o diretor Gore Verbinski (da trilogia original) e entrava Rob Marshall (Chicago). Saía também os coprotagonistas Orlando Bloom e Keira Knightley para a entrada da estrela espanhola Penélope Cruz. Mas como quem manda na franquia é mesmo o produtor Jerry Bruckheimer, uma vez tendo Johnny Depp fazendo de novo suas maluquices no papel de Jack Sparrow, não sentimos realmente que algo havia mudado. Nada se diferencia dos anteriores, seja o visual ou qualquer conceito. Até mesmo a direção soa idêntica. O que mudou foi mesmo o orçamento astronômico, elevado para US$379 milhões. Em matéria de arrecadação, no entanto, Navegando em Águas Misteriosas chega abaixo de seu predecessor, com US$20 milhões a menos em bilheteria.

Artes conceituais revelam visuais alternativos do Namor em ‘Pantera Negra 2’

Anthony Francisco, designer, usou seu facebook para mostrar os designs alternativos de Namor, que ele trabalhou para o filme ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘.

Algumas das artes tinham um pouco mais de semelhança com os quadrinhos.

Confira logo abaixo:

Relembre o trailer:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.