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Crítica | Extermínio: O Templo dos Ossos faz do horror um exercício de empatia

Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple) representa um salto expressivo de qualidade dentro do universo inaugurado por Extermínio (2002). Se Extermínio: A Evolução, lançado no ano passado, chamou atenção do público, também tropeçou em uma narrativa fragmentada, em personagens pouco integrados e em ideias de roteiro que não encontravam plena organicidade. Ainda assim, havia ali um núcleo genuinamente comovente: a jornada de uma mãe e seu filho em busca de cura, marcada por dor física e emocional.

Agora, sob a direção de Nia DaCosta (Hedda), a franquia encontra uma forma mais segura, coesa e emocionalmente incisiva. Produzido por Danny Boyle, O Templo dos Ossos não se limita a apresentar um mundo pós-apocalíptico — ele lança o espectador dentro dele. A narrativa é sólida e confiante, e suas escolhas dramáticas respeitam tanto a inteligência do público quanto a lógica interna desse universo brutal. Não há decisões arbitrárias ou conveniências fáceis: cada gesto parece consequência direta da sobrevivência.

O filme atua em múltiplas frentes. Há horror visceral, gore e violência crua, mas também — e sobretudo — drama, luto, amizade e uma frágil esperança. A violência não surge como espetáculo vazio, mas como exigência desse mundo em colapso, onde a brutalidade é regra, não exceção.

No centro da trama estão duas trajetórias que avançam em direções opostas até colidirem de forma explosiva. De um lado, Ian (Ralph Fiennes), médico marcado pela exaustão moral; de outro, Spike (Alfie Williams), um adolescente que tenta desesperadamente pertencer a algo. Quando esses caminhos se cruzam, o filme alcança um clímax ao mesmo tempo delirante e profundamente humano.

Spike se vê enredado por um bando de carniceiros psicopatas liderados por Sir Jimmy Crystal (Jack O’Connell). Seu percurso é atravessado pela tentativa de se integrar a um grupo que contradiz sua essência e sua criação. Spike encarna uma das perguntas centrais do filme: até que ponto é preciso deixar de ser quem se é para sobreviver? O longa não oferece respostas fáceis, apenas expõe feridas abertas.

O verdadeiro coração de Extermínio: O Templo dos Ossos, porém, reside na improvável relação de Ian com Sanson (Chi Lewis-Parry), um zumbi “alpha” gigantesco. Sedado pela morfina, aliviado da dor, o zumbi passa de uma ameaça física constante para o epicentro de uma ideia perturbadora: e se a droga não apenas retardasse o vírus, mas abrisse espaço para algo próximo de um tratamento? Mais do que um experimento médico, essa relação sugere que a possibilidade de cura passa também pela empatia. Não se trata apenas do corpo, mas da mente devastada.

Nesse sentido, o filme desloca o horror do corpo em decomposição para o território psíquico. O que apavora não é apenas a carne que apodrece, mas a subjetividade em ruínas. É nesse espaço que a conexão entre Ian e Sanson ganha força simbólica, transformando o monstro em espelho da dor humana.

Há ainda uma cena arrebatadora embalada por The Number of the Beast, do Iron Maiden, em que Ralph Fiennes se entrega por completo. O momento é catártico, quase espiritual — como assistir a alguém que passou tempo demais sobrevivendo sem jamais extravasar. A sequência sintetiza este capítulo da franquia: memória, dor e resistência.

O longa também se destaca pela densidade de seus diálogos, que orbitam temas como alianças, crenças e pertencimento, e pela coragem de encerrar a narrativa em aberto. Embora prepare terreno para uma possível continuação, Extermínio: O Templo dos Ossos soa surpreendentemente completo, como se o coração criativo do filme tivesse sido plenamente exposto.

Nia DaCosta demonstra controle absoluto da linguagem cinematográfica. A câmera jamais é neutra: oscila entre lucidez e delírio, refletindo mentes fragmentadas pelo vírus. Esse movimento dialoga com o estilo que Danny Boyle explorou nos primeiros filmes da franquia, mas aqui ganha maturidade e precisão.

Ao transformar empatia em gesto radical dentro de um mundo que só reconhece a força, Extermínio: O Templo dos Ossos desloca o horror para além do corpo infectado. O filme inscreve no gênero uma pergunta incômoda: quem merece ser escutado quando a sobrevivência não tolera escolhas morais?

Comediante Erik Griffin é escalado para o drama ‘Behemoth!’, da Searchlight Pictures

Segundo o Deadline, o comediante Erik Griffin (‘Workaholics’) foi escalado em um papel não revelado para o elenco do drama Behemoth!’, da Searchlight Pictures.

Griffin se junta aos previamente confirmados Pedro PascalOlivia WildeEva VictorMatthew LillardMargarita LevievaAlexa Swinton.

Will Arnett também faz parte do elenco, tendo substituído David Harbour (que deixou o projeto por motivos pessoais).

O filme é escrito e dirigido por Tony Gilroy (‘Andor’).

Os detalhes do enredo ainda são mantidos sob sigilo, mas Gilroy já adiantou em entrevistas que o filme gira em torno de um violoncelista — sugerindo uma narrativa possivelmente intimista com nuances psicológicas e dramáticas, marca registrada do cineasta.

A produção começou em outubro do ano passado, em Los Angeles, com mais detalhes sobre a estreia a serem divulgados em breve.

Gilroy também assina a produção ao lado de Sanne Wohlenberg (‘Chernobyl’, ‘Andor’).

10 curiosidades de ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’, o primeiro derivado da franquia

Lançado em 2019, Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw chegou aos cinemas no auge dos filmes de super-heróis. Embalado pelo selo de uma das franquias mais populares do mundo, o filme apostou em um vilão super-humano para agitar a vida dos agentes especiais mais sarcásticos da saga em uma aventura com todo o jeitão dos supers da época.

Mas o que chamou atenção mesmo desse projeto foram os bastidores conturbados, que envolveram brigas entre franquias e muitas indisposições entre os elencos. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Começo de tudo

Lançado em 2019, esse derivado foi idealizado pelos produtores da franquia durante as as filmagens de Velozes & Furiosos 8 (2017). Eles pararam para assistir as gravações e ficaram simplesmente encantados pela química que Dwayne Johnson e Jason Statham tinham em cena. Mais do que isso, o potencial cômico que a dupla despertava fez com que eles crescessem os olhos no desenvolvimento de uma nova franquia voltada para eles.

Controvérsia

Com os planos desse derivado sendo bem recebidos internamente pelo estúdio, uma confirmação de que o filme seria feito foi comunicada informalmente antes do final das gravações de Velozes & Furiosos 8. Quem não entendeu legal essa história foi Vin Diesel, produtor e grande idealizador da saga. Ele teve o ego ferido e deu início a uma série de ações que borbulharam nos sites internacionais de fofoca, além de supostamente ter cortado da versão final muitas cenas de Dwayne Johnson em seu filme.

Fim da amizade

Apesar do filme também contar com Statham, a disputa de egos que virou bafafá pelo mundo foi entre Vin Diesel e The Rock. De última hora, Vin entendeu que o personagem do amigo estaria ganhando mais destaque na série do que o seu, então decidiu cortar algumas cenas e desenvolvimentos de Luke Hobbs, o que claramente desagradou a The Rock. Revoltado, Dwayne foi ao Instagram, onde fez um post lavando roupa suja, no qual dizia: “Esta é a minha última semana de filmagens #FastAndFurious8. Não há outra série que faça meu sangue ferver mais do que esta. Uma equipe incrível e trabalhadora. A Universal também tem sido grande parceira. Minhas colegas de elenco são sempre incríveis e eu adoro. Os meus colegas de elenco, no entanto, são uma história diferente. Alguns se comportam como homens honrados e verdadeiros profissionais, enquanto outros não. Os que não fazem são muito covardes para fazer qualquer coisa a respeito de qualquer forma. Bundões. Quando você for assistir este filme no próximo mês de abril e parecer que eu não estou atuando em algumas das cenas, parecendo que meu sangue está fervendo de raiva de verdade – você estará certo. Resumindo, ele vai funcionar muito bem para o filme e se encaixa muito bem nesse personagem Hobbs, que já faz parte do meu DNA. O produtor em mim está feliz com essa parte. Semana final no Fast 8 e vou terminar forte. ;/ #IcemanCometh #F8 #ZeroToleranceForCandyAsses”. A publicação foi apagada.

Indisposição

Após a notícia do derivado ser confirmada oficialmente e a briga entre Dwayne e Vin Diesel se tornar pública, a atriz Michelle Rodriguez (Letty) e Tyrese Gibson (Roman) criticaram publicamente a realização de Hobbs & Shaw, atribuindo ao filme a culpa por prejudicar a “família” de Velozes & Furiosos. Mais do que isso, essa briga entre os atores também obrigou a equipe criativa a reescrever a trama de Velozes & Furiosos 9, que acabaria tendo seu lançamento adiado em cerca de um ano. The Rock posteriormente deixaria a franquia principal e teria cortado laços com a “família”. Ainda assim, eles parecem ter se resolvido, já que seu personagem voltou para uma participação especial em Velozes & Furiosos 10.

Keanu Reeves

O grande vilão invisível do filme é o Diretor, líder da organização terrorista E.T.E.O.N., que é responsável por manejar o vírus que dá poderes a Brixton Lore. Nos bastidores, The Rock revelou que a ideia original era trazer Keanu Reeves para dar vida ao líder. Eles queria fazer do Diretor algo como um John Wick do mal. Porém, conversando com o ator, eles concordaram que não seria algo positivo para ambos naquele momento. Diante disso, a produção optou por fazer do vilão uma voz “sem rosto”, caso futuramente Reeves topasse interpretar o papel numa possível sequência.

Preservar o ator

Uma das falas mais icônicas do filme só surgiu porque Idris Elba solicitou a alteração. A fala em que ele se descreve como o “o Superman negro” seria originalmente diferente. Na primeira versão, Brixton Lore se descreveria como o “James Bond negro”. No entanto, na vida real, a MGM estava cotando novos atores para interpretar o James Bond nos cinemas, e Idris Elba aparecia como um nome de muita força nos bastidores. Temendo que isso pudesse afetar suas chances em testes para o papel do espião britânico, ele solicitou a alteração, que foi prontamente atendida.

Hobbs, Shaw & Deadpool

Dirigido por David Leitch, Hobbs & Shaw contou com um elenco que havia trabalhado com o diretor em seu filme anterior: Deadpool 2. Além dele ter pessoalmente convidado Ryan Reynolds para o filme, o elenco contou ainda com nomes como Rob Delaney e Eddie Marsan, que também haviam trabalhados juntos no longa. Mais do que isso, Reynolds chegou a brincar que ele deveria participar desse filme como o próprio Deadpool, o que seria divertido, mas jamais autorizado pelo estúdio.

Despedida

Damon Casarez/ The Hollywood Reporter.

Esse filme marcou a despedida de um nome muito querido na franquia Velozes & Furiosos: Chris Morgan. O roteirista trabalhava na saga desde Velozes & Furiosos: Desafio em Tóquio, tendo escrito todos os capítulos da franquia até Hobbs & Shaw. Ele foi demitido da função de roteirista a partir do filme 9, por decisão criativa da Universal, que queria novos rumos para os personagens dali em diante.

McLaren

A produção fechou uma parceria muito interessante com a McLaren para esse filme. Além de usar carros da montadora em algumas das sequências de ação mais icônicas da aventura, eles utilizaram o Centro de Tecnologia da McLaren, onde são desenvolvidos os carros e onde os pilotos da Fórmula 1 fazem seus treinamentos, para criar a área externa do quartel-general da E.T.E.O.N. no filme.

Bom resultado

No fim das contas, o filme foi considerado um sucesso. Ele teve um alto custo de produção, algo em torno de 200 milhões de dólares, mas arrecadou mais de US$ 700 milhões. Diante do sucesso financeiro, uma sequência foi confirmada pelo estúdio. Porém, em 2023, foi divulgado que o projeto estava “pausado” por conta da dificuldade de conciliar as agendas dos atores. Além disso, a ideia de trazer o vilão de Velozes & Furiosos 10, interpretado por Jason Momoa, para o filme passou a ser fortemente considerada. Fato é que o longa está agendado para sair em 2029, mas ainda é cedo para confirmar se ele acontecerá mesmo.

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw está disponível no HBO Max.

‘Matlock’: Astro de ‘FBI: Most Wanted’ entra para o elenco da 2ª temporada

Segundo o Deadline, a CBS escalou Edwin Hodge (‘FBI: Most Wanted’) na 2ª temporada da elogiada série Matlock, estrelada pela vencedora do Emmy Kathy Bates (‘American Horror Story’).

Em caráter convidado, Hodge interpretará Langston, o tipo de cara que pode chegar atrasado, sabendo que vai encantar a todos e fazer com que se esqueçam do atraso assim que chegar. Com dois doutorados, um em neurociência e outro em filosofia, ele é um pensador profundo e um ótimo orador.

Mais detalhes não foram divulgados.

Lembrando que o novo ciclo estreou nos Estados Unidos em outubro do ano passado e segue em exibição.

Na trama, Madeline Matlock é uma advogada experiente que, após um período afastada do trabalho, retorna a uma prestigiosa firma de advocacia. Lá, ela utiliza suas táticas astutas e experiência para vencer casos e expor irregularidades.

Criada por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), a série serve como um reboot do clássico homônimo de 1986.

O elenco ainda contará com Skye P. Marshall, Jason Ritter, David Del Rio e Leah Lewis.

‘Firebreak’: Novo THRILLER psicológico do diretor de ‘Sky Rojo’ ganha trailer e data de estreia na Netflix!

CORTAFUEGO. Belén Cuesta as Magda, Joaquin Furriel as Luis, Dani as Mika Villalba, Diana Gomez as Elena, Candela Martinez as Lide in CORTAFUEGO. Cr. Niete/Netflix © 2024

Netflix divulgou o trailer oficial do thriller psicológico Firebreak(‘Contrafuego’), novo longa-metragem dirigido por David Victori (‘Sky Rojo’).

O filme tem estreia marcada para o dia 20 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Confira:

O filme é estrelado por Belén Cuesta (‘La Casa de Papel’), Enric Auquer (‘Sky Rojo’), Joaquín Furriel (‘O Refúgio Atômico’) e Diana Gómez (‘La Casa de Papel’), com Candela MartínezMika Arias completando o elenco.

Firebreak acompanha Mara (Cuesta), que, após a morte do marido, viaja com a filha Lide (Martínez), o cunhado Luis (Furriel), a esposa dele, Elena (Gómez), e o filho deles (Arias) para a casa de veraneio da família na floresta, numa tentativa de finalmente curar antigas mágoas. O que deveria ser uma simples despedida rapidamente se transforma em um pesadelo quando, após uma discussão, a filha desaparece na mata sem deixar rastro. A situação se agrava quando um incêndio florestal incontrolável irrompe na região.

Com as chamas se alastrando rapidamente, as autoridades são obrigadas a suspender as buscas e ordenar uma evacuação imediata. Desesperada, Mara se recusa a partir. Numa última e extrema decisão, a família desobedece à ordem de evacuação e se aventura na floresta para procurar a menina por conta própria. Isolados, sem ajuda oficial e com o fogo se aproximando, sua única esperança é Santi (Auquer), o guarda florestal local. Mas, à medida que o perigo aumenta, Mara começa a suspeitar que o incêndio pode não ser a única ameaça – alguém está mentindo.

Anxo RodríguezFerran Tomás entram como produtores.

Kyle Chandler rasga ELOGIOS para ‘Lanternas’, nova série do DCU: “Nunca me diverti tanto”

Muito em breve, o DCU irá se expandir com o lançamento de Lanternas, série da HBO que trará à cena a legião de heróis conhecidos como Lanternas Verdes.

Em uma recente entrevista ao The Today Show (via CBR), o astro Kyle Chandler, que interpreta Hal Jordan na vindoura atração, trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou que nunca se divertiu quanto no set de gravações.

“Nunca me diverti tanto gravando algo como nesse projeto”, ele disse. “As pessoas envolvidas foram absolutamente maravilhosas, do início ao fim. Não tenho palavras para descrever [o showrunner] Chris Mundy, os produtores e o pessoal da DC. Foi uma experiência excelente e espero que a série seja tão boa quanto a experiência que tive [gravando-a]. Trabalhei com Aaron Pierre e nos divertimos muito; e Kelly Macdonald foi simplesmente fantástica”.

Uma data de estreia exata ainda não foi anunciada.

Assista ao primeiro teaser:

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen WilliamsGeeta Vasant PatelAlik Sakharov também comandam a produção.

O elenco deLanternas também conta com Garret Dillahunt, Poorna Jagannathan, Ulrich Thomsen, Jasmine Cephas Jones, Sherman Augustus, J. Alphonse Nicholson, Jason Ritter, Nathan Fillion, Chris Coy, Cary Christopher e Paul Ben-Victor.

Raposa de Nove Caudas se torna humana no clipe do novo k-drama da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou um novo clipe promocional da série coreana ‘De Repente Humana‘ (No Tail to Tell), que já está disponível em sua grade de programação.

Com o poder de realizar desejos, uma Raposa de Nove Caudas cínica tem um incidente com um jogador de futebol, virando a vida dos dois de cabeça para baixo.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

A trama Eun-ho, uma raposa de nove caudas cínica que realiza desejos para ganhar a vida — e está determinada a nunca se tornar humana. O amor nunca fez parte dos seus planos. Mas quando um acidente repentino envolvendo Kang Si-yeol, um jogador de futebol narcisista, porém bondoso, a transforma em uma humana comum, um desejo que dá errado desencadeia um romance mágico e caótico que nenhum dos dois jamais desejou.

Unidos pelo destino (e por um desejo que deu errado), Eun-ho e Si-yeol mergulham em um relacionamento de amor e ódio, repleto de mal-entendidos caóticos e faíscas que juram não sentir. À medida que o sobrenatural colide com as emoções da vida real, os dois descobrem que as regras mais difíceis de seguir são aquelas que seus corações continuam quebrando.

Kim Hye-yoon (‘Lovely Runner’) e Lomon (‘Branding in Seongsu’) estrelam a produção.

Kim Jung-kwon (‘Neve na Brisa do Mar’) é responsável pela direção.

Evan Peters está animado em trabalhar com Ariana Grande na 13ª temporada de ‘American Horror Story’

ariana grande

Nas últimas semanas, Ryan Murphy confirmou que a indicada ao Oscar Ariana Grande (‘Wicked’) estrelará a 13ª temporada da série antológica ‘American Horror Story‘.

A produção marcará a reunião da dupla após sua colaboração em ‘Scream Queens‘.

Agora, em uma recente entrevista à E! NewsEvan Peters, que integra o elenco dos novos episódios, rasgou elogios à cantora, compositora e atriz e revelou que está muito animado para trabalhar com ela.

“O que ela não traz ao elenco?”, ele disse. “Ela é uma performer e uma atriz incrível, e acho que será incrível ter ela a bordo”.

Peters continuou: “estou animado em vez o que acontecerá nesta temporada. Ainda não li [nenhum roteiro], então estou curioso sobre o que acontecerá, o que [Grande] fará. É animador”.

O elenco ainda contará com o retorno dos veteranos Jessica Lange, Sarah Paulson, Evan Peters, Angela Bassett, Kathy Bates, Emma Roberts, Billie Lourd, Gabourey Sidibe e Leslie Grossman.

Confira o teaser do anúncio:

‘The Madison’: Com Michelle Pfeiffer, nova série do criador de ‘Yellowstone’ é RENOVADA para a 2ª temporada

Paramount+ revelou recentemente que The Madison, nova série do prolífico criador Taylor Sheridan (‘Yellowstone’), foi oficialmente renovada para a 2ª temporada (via Deadline).

As boas novas foram confirmadas antes mesmo da estreia do primeiro ciclo, marcada para 14 de março.

Mais detalhes não foram revelados.

Contando com seis episódios, o ciclo de estreia traz Michelle PfeifferKurt Russell no elenco protagonista e explora “o luto e a conexão humana que acompanha uma família de Nova York no vale do rio Madison, no centro de Montana”.

O elenco ainda conta com Patrick J. Adams, Elle Chapman, Matthew Fox, Beau Garrett, Amiah Miller, Alaina Pollack, Ben Schnetzer, Rebecca Spence, Danielle Vasinova e Kevin Zegers, previamente anunciados.

Taylor Sheridan, criador da série original, é responsável pelo novo spin-off.

‘The Fall and Rise of Reggie Dinkins’: Comédia com Daniel Radcliffe e Tracy Morgan ganha trailer HILÁRIO; Confira!

A NBC divulgou o trailer oficial da nova série de comédia estrelada por Tracy Morgan e Daniel Radcliffe, ‘The Fall and Rise of Reggie Dinkins‘.

A produção estreia hje, 18 de janeiro, nos Estados Unidos – ainda sem confirmação de chegada ao Brasil.

Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=chnXRohnGzw

A trama gira em torno de Reggie Dinkins, um ex-jogador de futebol americano em decadência — interpretado por Tracy Morgan — que tenta reabilitar sua imagem pública após cair em desgraça. Radcliffe assume um dos papéis centrais ao lado de Morgan, embora detalhes sobre seu personagem ainda não tenham sido divulgados.

Além da dupla principal, o elenco conta com Erika Alexander, Bobby Moynihan, Precious Way e Jalyn Hall.

A série reúne nomes importantes por trás das câmeras e marca um reencontro criativo de profissionais que trabalharam no sucesso ‘30 Rock‘. O roteiro e a produção executiva ficam a cargo de Robert Carlock e Sam Means, com Tina Fey também entre os produtores.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’: Saiba que horas a nova série derivada de ‘Game of Thrones’ estreia!

O universo de Game of Thrones está se expandindo cada vez mais com o aguardado spin-off ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ (‘A Knight of the Seven Kingdoms’) – que estreia hoje, 18, na HBO Max e na HBO.

Baseado em ‘Contos de Dunk & Egg’, de George R.R Martin, a trama nos um século antes dos eventos da série original, onde dois heróis improváveis percorreram Westeros: um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto (Peter Claffey), e seu diminuto escudeiro, Egg (Dexter Sol Ansell). Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

O primeiro capítulo da atração, “The Hedge Knight”, vai ao ar às 00h, de hoje para amanhã, na plataforma de streaminge na emissora.

Relembre o trailer:

O spin-off estreou com ótima recepção no Rotten Tomatoes, alcançando 85% de aprovação da crítica, com base em 40 avaliações.

De modo geral, os críticos elogiaram a produção, destacando como a série consegue expandir o universo das Crônicas de Gelo e Fogo, ao mesmo tempo em que se estabelece como uma obra própria, envolvente e cativante.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“A maioria de quem assiste terá algum conhecimento de Westeros, mas é possível se apaixonar por esta série sem saber absolutamente nada sobre o universo de Game of Thrones, disse Neil Armstrong do BBC.

“O Cavaleiro dos Sete Reinos não é uma série grandiosa em termos comparativos, mas os diretores Owen Harris e Sarah Adina Smith fazem com que ela nunca pareça claustrofóbica”, disse Daniel Fienberg do The Hollywood Reporter.

“De uma perspectiva ampla, O Cavaleiro dos Sete Reinos é uma gestão inteligente da propriedade intelectual, familiarizando os fãs com cantos menos conhecidos do intrincado universo criado por Martin, ao mesmo tempo em que oferece um conteúdo mais frequente do que o programa principal”, disse Alison Herman da Variety

“Assim como adorei as novelas, eu amei esta série. É maravilhoso poder voltar a Westeros e explorar um lado diferente desse mundo”, afirmou James Hunt do ComicBook.

“São as pequenas coisas, e em ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, as pequenas coisas se somam de maneira muito eficaz”, disse Ben Travers do IndieWire.

“Trocando batalhas que abalam reinos por um drama de personagens mais pé no chão, este mais recente capítulo do universo em constante expansão de Game of Thrones também é uma exploração comovente e marcante do que realmente significa ser um cavaleiro”, disse Molly Edwards do GamesRadar+.

“Dando nova energia à franquia, O Cavaleiro dos Sete Reinos mantém o foco nos pequenos, frequentemente esquecidos, nos senhores de comportamento incomum, nos modos de vida humildes e nos aspectos ocasionalmente repulsivos da vida daqueles que nasceram fora da nobreza”, disse Jordan Williams do Screen Rant.

“O Cavaleiro dos Sete Reinos conseguiu fazer o impossível: fez Westeros parecer pequeno e pessoal novamente, ao mesmo tempo em que mantém a tensão dramática épica que me fez me apaixonar por este universo desde o início”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

 

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Dexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Crítica | Ato Noturno – ÓTIMO Thriller Gay Brasileiro Mistura Almodóvar e Hitchcock em Porto Alegre

Em toda cidade há camadas desconhecidas pela maioria da população que a frequenta. Mundos e submundos divididos em becos, ruelas, parques, galpões, cheiros, cores, estéticas para além das paisagens apresentadas no dia a dia, nas cartilhas de turismo. É nesses recantos que muitas histórias acabam surgindo, e inspirando criadores e realizadores a contarem novas narrativas no audiovisual, como a que pode ser vista em ‘Ato Noturno’, novo filmaço brasileiro que chegou essa semana ao circuito nacional.

Matias (Gabriel Faryas, ótimo em seu primeiro trabalho) e Fabio (Henrique Barreira, de Os Donos do Jogo) são dois atores que dividem o apartamento e disputam o protagonismo de uma peça prestes a estrear em Porto Alegre quando recebem a visita de uma diretora de elenco, em busca de um ator para estrelar sua mais nova série. A possibilidade do estrelado desperta ambições nos dois jovens, que farão de tudo para conseguir um lugar ao sol. Em paralelo aos sonhos, Matias marca encontros através de um app de relacionamentos, onde conhece o misterioso Rafael (Cirillo Luna, da novelaReis), candidato a prefeito da cidade e que mantém encontros às escondidas na campanha. Nesse ciclo de intensa paixão e muitos segredos, qual vontade irá se sobrepor ao final?

Vencedor do prêmio Felix do Festival do Rio 2025 e exibido no Festival de Berlim, ‘Ato Noturno’ chega aos cinemas comprovando o sucesso que veio construindo ao longo do último ano: é um filmaço, com um roteiro instigante e muito bem realizado técnica e artisticamente.

Partindo de elementos hitchcockianos, os diretores e roteiristas Filipe Matzembacher e Marcio Reolon constroem uma narrativa sensual, envolvente, que mistura ambição, intriga, desejo, limites e julgamentos me muitas camadas. Ninguém ali é totalmente o que parece, pois não pode sê-lo. É nesse “quase” que reside a angústia preliminar dos personagens – quase famosos, quase eleitos, quase conseguindo o papel, quase gozando, quase realizados, nem hetero o suficiente para galã, nem gay o suficiente para ser feliz. O limite do quase impulsiona as ações ao extremo, pois, no fundo, o que todo mundo quer é viver a plenitude de suas escolhas, custe o que custar.

É nesse ponto que entram as maiores influências de Hitchcock em ‘Ato Noturno’. A fotografia em diagonal, entortada, os tons soturnos, as cores mais ofuscadas, o jogo de sombras e iluminação indireta, a janela indiscreta, o exibicionismo, o fetiche, o voyerismo encenados em uma cidade reconhecidamente enraizada em valores conservadores. Tudo isso pincelado por toques almodovarianos que conduzem a sedução dos protagonistas em falas aveludadas, contraste de cores quentes em closes, o ambiente confinador como potencializador de desejos num thriller inquietante.

Ousado, ‘Ato Noturno’ mistura dois temas mega polêmicos: sexualidade e política. Mesmo em tempos como hoje, trazer um filme cujos vieses direcionais escancaram a impossibilidade da plenitude do ser por conta de máscaras e maquiagens sociais que engessam as pessoas em comportamentos previamente aceitos publicamente implica uma provocação involuntária no espectador, forçando-nos a pensar até onde realmente temos as liberdades que achamos ter e se realmente tudo, absolutamente tudo, terá um preço a se pagar.

Ato Noturno’ abre a temporada de ótimos lançamentos nacionais este ano em alto nível.

 

Crítica | Charli XCX mergulha na atemporalidade musical com “Wall of Sound”, faixa do álbum ‘Wuthering Heights’

Desde sua estreia oficial no cenário musical, Charli XCX vem trilhando um caminho de extremo sucesso e aclamação, resultado de sua visão única dentro de uma indústria marcada por um pós-construtivismo que fragmentada e capitaliza cada vez mais a criação artística. Não é surpresa que, ao lado de nomes como A.G. CookSOPHIE, Charli tenha se encontrado na estética do PC music e do hyperpop, encabeçando ícones do gênero como “Vroom Vroom”“White Mercedes”.

Em 2023, Charli encontrou espaço de sobra para lançar uma das produções mais prestigiadas da década, o irretocável ‘BRAT’, que lhe rendeu não apenas três estatuetas do Grammy, mas a eternizou dentro de um momento cultural e político de maneira inesperada. Agora, navegando rumo à sua próxima era, ela continua a nos presentear com algumas faixas do vindouro Wuthering Heights, seu sétimo compilado de originais que segue o lançamento do remake de O Morro dos Ventos Uivantes.

Tendo reafirmado sua identidade única com as tracks “House”“Chains Of Love”, Charli nos entregou nos últimos dias o novo single do álbum – “Wall of Sound”. Lançada neste último dia 16 de janeiro, a canção de pouco menos de dois minutos e meio acompanha a estética propositalmente dissonante das incursões anteriores, valendo-se de um arranjo urgente de cordas e de sintetizadores que se aglutinam em caráter derradeiro, melancólico e fabulesco. Responsável pelos repetitivos versos – que, de certa maneira, refletem a complexa relação entre Catherine e Heathcliff, protagonistas do romance de Emily Brontë e do filme de Emerald Fennell – ao lado de Finn Keane, a artista singra pelas pulsões da psique humana e das turbulências de um amor proibido, traduzindo a temática em uma experiência sensorial prática e que entrega o que promete.

Mais do que isso, Charli faz questão de valer-se de elementos já engendrados em momentos diversos de sua carreira, pegando aspectos de álbuns como ‘Pop 2’, ‘Charli’‘how i’m feeling now’ para arquitetar uma ambientação intrincada e recheada de sutilezas musicais que chegam até mesmo a mencionar tropos das trilhas sonoras de filmes de suspense. A musicista faz isso através da produção certeira de Keane, colaborador de longa data que, através de movimentos frenéticos e constantes, dá vida a um organismo vivo que se expande e se contrai em meio aos percalços da paixão.

É notável como Charli e seus parceiros trabalham de forma suntuosa a questão da atemporalidade, quase tangenciando um proposital anacronismo que une séculos distintos da música em um mesmo lugar – fazendo questão de que esse seja o fio condutor do álbum e das três faixas divulgadas até o momento, incluindo a de que este texto se refere.

Lembrando que’Wuthering Heights’ tem lançamento agendado para 13 de fevereiro nas plataformas de streaming.

Assassinato em Gosford Park | Há 25 anos, nascia uma das melhores sátiras de mistério do século

O cenário cinematográfico britânico tem uma afeição notável por produções voltadas para o gênero de mistério – como é o caso de diversos clássicos aclamados pela crítica e pelo público, incluindo o irretocável ‘Desejo e Reparação’, além das duas versões da conhecida história ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, da Dama do Crime Agatha Christie. Em 2001, Robert Altman resolveu mergulhar nesse mesmo espectro ao encabeçar o ambicioso mistério satírico Assassinato em Gosford Park – mal sabendo, à época, que estaria construindo um clássico instantâneo que se tornaria um dos longas mais elogiados e prestigiados do ano.

Inspirando no clássico francês ‘A Regra do Jogo’, de Jean Renoir, Altman nos levou para o efervescente e arbitrário panorama aristocrático inglês dos anos 1920, onde a guerra cultural entre Inglaterra e Estados Unidos continuava a crescer, principalmente no âmbito artístico. Bombardeados pela popularização do jazz e do cinema hollywoodiano, os membros de uma respeitada família se reúnem em meio às hipocrisias de tradições banais e supérfluas para um fim de semana de caça na propriedade do patriarca Sir William McCordle (Michael Gambon), um poderoso, abastado e sórdido industrialista que menospreza basicamente qualquer um que cruze seu caminho. Casado com Sylvia (Kristin Scott Thomas), filha do Conde de Carton e irmã de Louisa (Geraldine Somerville), William atraiu certos inimigos, olhares de reprovações e vendetas pessoais em virtude de sua personalidade dura e resoluta.

Vivendo na suntuosa mansão, estão as dezenas de serviçais a mando de Sir William e Lady Sylvia, incluindo a criada, Srta. Wilson (Helen Mirren), a cozinheira, Srta. Croft (Eileen Atkins), o mordomo, Sr. Jennings (Alan Bates), a governanta, Elsie (Emily Watson) e muitos outros. A iminente reunião anuncia a chegada dos outros membros da extensa família de William, como a Condessa Viúva de Trentham, Constance (Maggie Smith) e sua dama de companhia Mary Maceachran (Kelly Macdonald); o primo de Sir William, o astro de cinema Ivor Novello (Jeremy Northam), ao lado do produtor Morris Weissman (Bob Balaban) e do valet Henry Denton (Ryan Phillippe); Lorde Stockbridge (Charles Dance), cunhado de Lady Sylvia e esposo de Louisa, bem como seu manobrista e serviçal Robert Parks (Clive Owen); e muitos outros.

Como podemos ver, o cenário do longa-metragem é próprio para uma divertida tragicomédia de erros que explora as controversas atitudes da aristocracia britânica – e não apenas faz isso de maneira maravilhosamente sarcástica e pungente, como abre espaço para uma meticulosa artimanha que culmina no assassinato de Sir William, atacado com uma faca no centro do coração. A partir daí, cabe ao público, acompanhado da presença quase absurdista do Inspetor Thompson (Stephen Fry) e do Policial Dexter (Ron Webster), que interrogam os principais suspeitos do homicídio à medida que desenrolam, em segundo plano, um caso impossível de vingança, amor familiar e justiça.

Toda a ambientação do longa parte de um princípio muito claro de resgatar as atemporais histórias de mistério britânicas e whodunnit que continuam com popularidade enorme, vide o legado que tais narrativas deixaram no cenário do entretenimento, literário e audiovisual. Todavia, Altman não deseja construir uma mera emulação de tantas outras produções similares, e sim nos guiar por um enredo que destina-se a um poderoso e dramático anticlímax que nos deixa em êxtase justamente por não seguir o caminho mais óbvio. E, nessa questão, os comentários críticos deixados pelo roteiro de Julian Fellowes seguem os passos de Renoir no filme de 1939 e irrompem em uma epifania comovente e memorável.

É notável a influência que o filme teve em produções subsequentes, ampliando a noção de ensemble de maneira exponencial e inspirando nomes como Kenneth Branagh e Rian Johnson a encabeçarem franquias que reviveriam o mistério mais uma vez no cinema e nos streamings, com ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ e ‘Entre Facas e Segredos’, por exemplo. E, dentro do espectro de ‘Gosford Park’, o estelar elenco rende-se a performances incríveis, desde veteranos da indústria como Gambon, Smith, Thomas e Dance, até jovens talentos que explodem em trabalhos impecáveis na tela, como Watson, Phillippe e Owen. Cada um deles tem o seu momento de brilhar, envolvidos em intrincados arcos que tornam todos suspeitos e com motivos bem claros para se livrarem de Sir William.

O cuidado técnico e artístico do longa não se resume apenas à sólida direção de Carnahan ou ao comprometimento dos atores e atrizes, mas a um conjunto de aspectos calcados em atenção máxima aos detalhes. A fotografia de Andrew Dunn, por exemplo, navega entre a disparidade social que separa os aristocratas dos serviçais, colocando-os em núcleos muito bem estruturados que os isolam em convicções irredutíveis antes de reuni-los em algo em comum que balança as estruturas outrora engessadas dessas engrenagens; a trilha sonora, por sua vez, coloca as habilidosas mãos de Patrick Doyle para reger uma orquestra melodramática e suntuosa que, mais uma vez, reitera o espectro ambíguo do projeto.

Vinte e cinco anos depois de chegar aos cinemas e ser banhado com elogios intermináveis, Assassinato em Gosford Park continua como uma das melhores produções do gênero de mistério do século, aliando-se a um caráter satírico e crítico genial e diabolicamente divertido.

Lembrando que o filme está disponível no Prime Video.

OS MAIORES! Comédia com Fernanda Torres e Wagner Moura vira destaque nos streamings; Saiba onde assistir!

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Fernanda Torres e Wagner Moura são dois dos atores mais prestigiados do cenário do entretenimento brasileiro – e, agora, dominaram o circuito cinematográfico internacional com produções premiadas e que os colocaram no centro dos holofotes. Torres, por exemplo, foi estrela do vencedor do Oscar Ainda Estou Aqui, que se tornou o primeiro longa de produção 100% brasileira a conquistar a estatueta de Melhor Filme Internacional, enquanto a atriz fez história ao ser condecorada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama. Moura, por sua vez, recebeu inúmeros aplausos após a estreia de O Agente Secreto, drama de Kleber Mendonça Filho que levou dois prêmios do Festival de Cannes e do Globo de Ouro para casa, ambos incluindo Melhor Ator.

Com o sucesso dos dois, um filme estrelado pela dupla ganhou destaque em dois streamings.

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Saneamento Básico está disponível tanto na Netflix, quanto na HBO Max. O filme reúne Torres e Moura em uma tragicomédia divertida e crítica que ainda conta com nomes como Camila Pitanga, Bruno Garcia, Tonico Pereira, Paulo José e Lázaro Ramos. Indicado a diversos prêmios, o longa é uma jocosa narrativa focada numa comunidade de descendentes de italianos que une forças para dar vida a um projeto fílmico a fim de conseguir a verba necessária para construir uma fossa e repaginar o fraco saneamento básico que continua a perturbar os moradores.

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Assista ao trailer:

Dirigido por Jorge Furtado, que também fica responsável pelo roteiro, o enredo é centrado em Marina (Torres) e Joaquim (Moura), casal que mora na cidade fictícia de Linha Cristal, na Serra Gaúcha, e que reúne os representantes locais para discutir sobre a falta de saneamento básico no lugar e o mal cheiro que impregna o lugar em virtude da falta de um local propício para o descarte de lixo. Todavia, a prefeitura não dispõe de verba para arcar com os custos do projeto – mas a responsável os aconselha a participar de um edital que promove a produção de um curta-metragem de baixo orçamento. Caso selecionado, eles conseguirão a verba necessária para dar início à implementação das reformas e garantir uma melhor vivência dos habitantes.

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A produção esconde críticas sociopolíticas por trás de uma máscara despojada e cômica, como já mencionado nos parágrafos acima. Porém, à medida que Marina e Joaquim percebem que produzir um filme não é uma coisa fácil, certas incursões sobre a necessidade do fomento à cultura e a produções nacionais – algo que, à época, não era um assunto tão comentado quanto nos dias de hoje – despontam em comentários tecidos como um reflexo anacrônico ao que artistas brasileiros enfrentam. Afinal, com a ascensão da extrema-direita no nosso país após o governo Jair Bolsonaro, diversas pessoas tornaram-se explicitamente contra a arte nacional, com frases de efeito vencidas e argumentos falhos que deixam de lado a importância da preservação e do investimento culturais.

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A princípio, o casal protagonista deseja apenas construir uma história simples para conseguir a verba. Todavia, sendo obrigados a seguir uma cartilha de exigências – que obriga o projeto a ser ficcional, e não documental -, eles pedem a ajuda da jovem sedutora Silene (Pitanga), irmã de Marina, e de seu parceiro, Fabrício (Garcia), este possuindo uma filmadora que virá muito bem a calhar. O problema é que nenhum deles tem qualquer experiência na área cinematográfica, movendo céus e terras para garantir que tudo “entre nos conformes” e que o gasto com o curta-metragem não seja tão grande a ponto de tornar as obras de melhoria obsoletas e inviáveis.

O elenco como um todo faz um trabalho memorável, com destaques claros aos atores supracitados e à presença de Paulo José como o pai de Marina, Otaviano, um descrente do sistema político brasileiro que, já em sua terceira idade, se isola num ímpeto de contentamento mandatório que só deixa de existir quando ele participa do filme; e Tonico Pereira como Antônio, amigo de longa data de Otaviano e um orgulhoso descendente de italianos que deseja apenas o que é de melhor para a cidade. E, singrando em uma narrativa que, de maneira suntuosa, comporta inflexões metalinguísticas sobre a sétima arte, cada um deles tem seu momento de brilhar e nos agraciar em uma hilária e irretocável condução.

Talvez o aspecto de maior sucesso da obra seja o fato de orbitar em meio a temas complexos sem se deixar levar por panfletarismos forçados ou metáforas vencidas. Em outras palavras, as explorações estão bem à frente do nosso nariz e cumprem com aquilo que prometem, expandindo para um cuidado técnico que inclui a montagem, a fotografia e a trilha sonora – cada elemento pensado com cautela para manter o ritmo ao passo que a narrativa se desenvolve.

 

Crítica | Matt Damon e Ben Affleck firmam nova parceria com o ótimo suspense criminal ‘Dinheiro Suspeito’

Matt Damon e Ben Affleck configuram uma das duplas de maior sucesso do cinema contemporâneo e, para além de suas prolíficas carreiras solo, já colaboraram em nada menos que 15 longas-metragens. Desde o memorável drama ‘Gênio Indomável’, que garantiu aos dois o Oscar de Melhor Roteiro Original, passando pela sátira religiosa ‘Dogma’ e culminando no drama de época ‘O Último Duelo’, a parceria de Damon e Affleck é sempre algo que nos chama a atenção – e, agora, eles estão de volta com o suspense criminal Dinheiro Suspeito, que chegou no último dia 16 de janeiro ao catálogo da Netflix.

O ambicioso longa-metragem se inicia com o assassinato da Capitã Jackie Velez (Lina Esco), do Departamento de Polícia de Miami, pelas mãos de dois homens mascarados. Após o brutal homicídio, as suspeitas começam a recair sobe membros da própria unidade de força comandada por Velez, o Time Tático de Narcóticos, ainda mais quando os rumores de que policiais corruptos estariam roubando casas de tráfico. As coisas ficam mais complicadas quando o Detetive Sargento JD Byrne (Affleck), ao lado de seu companheiro de longa data Tenente Dane Dumars (Damon) e de um time composto pelos detetives Mike Ro (Steven Yeun), Numa Baptiste (Teyana Taylor) e Lolo Salazar (Catalina Sandino Moreno), recebem uma dica anônima de um local que estava servindo para esconder o dinheiro do tráfico – no valor de US$300 mil, como informado por Dumars a JD.

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Ao chegarem lá, o time confronta a moradora Desi Molina (Sasha Calle), que revela que foi instruída a estocar o dinheiro, cujo expressivo valor é muito maior do que imaginavam, levando JD a começar a suspeitas das verdadeiras intenções de Dumars em relação à quantia. Avaliada em US$20 milhões e escondida em barris escondidos dentro das paredes do sótão, a fortuna começa a levantar suspeitas e a colocar em xeque a confiança que cada membro do time tem no outro, principalmente quando JD se vê em um conflito moral que o desampara em uma espiral de ódio e frustração – principalmente pelo fato do assassinato de Velez estar relacionado com o roubo do dinheiro.

O projeto é comandado por Joe Carnahan, um diretor veterano dentro do gênero de ação e suspense, que já comandou incontáveis produções similares – como o recente ‘Mate ou Morra’, estrelado por Frank Grillo e Mel Gibson, e pelo thriller de sobrevivência ‘A Perseguição’, com Liam Neeson. Também marcando presença na televisão com ‘The Blacklist’, Carnahan dá vida a um de seus projetos mais sólidos e bem estruturados com Dinheiro Suspeito, não apenas ao construir uma narrativa familiar e carregada com os conhecidos tropos dos suspenses criminais, mas ao colocar uma identidade quase mística que nos envolve em uma labiríntica e angustiante rede de artimanhas.

O sucesso estético dá-se por uma junção de inúmeras referências em uma mesma atmosfera, apostando fichas em ágeis sequências de conflitos físicos, que incluem uma ótima sequência de tiroteio e uma rendição espetacular de Damon como o ambíguo e controverso Dumars; na estética enevoada, sombria e atípica das fórmulas expressionistas e neo-noirs; e em um ácido comentário político sobre a falência estrutural das esferas da sociedade, transferindo foco para a corrupção sistêmica das forças policiais frente ao caráter predatório do dinheiro. Responsável também pelo roteiro, Carnahan encontra a dosagem certa para garantir um máximo aproveitamento do ensemble que domina as telas – com destaque claro à química entre Damon e Affleck.

Ainda que a trama parta de uma premissa um tanto quanto familiar e previsível, o cineasta faz o possível para nos levar a caminhos enigmáticos que nos colocam em uma certa perspectiva, apenas para se destituir das falsas pistas e nos arremessar às reviravoltas. E isso não seria possível sem o incrível elenco que nos guia durante quase duas horas: além da dupla protagonista, Taylor, Yeun e Moreno compõe as complexas personalidades de seus respectivos personagens para alimentar a ambientação conspiratória e traiçoeira da narrativa. Calle, por sua vez, brilha em um espectro diferente ao navegar por uma vida dupla que continua a colocá-la em situações semelhantes – rendendo-se a uma ótima atuação.

O sólido trabalho não se limita apenas aos aspectos da direção, do roteiro e da atuação, mas estendem-se para uma preocupação clara com outros elementos de suma importância para o cosmos apresentado: a fotografia assinada por Juan Miguel Azpiroz se desvia das inúmeras repetições de tramas envolvendo tráfico e corrupção, preferindo mergulhar em uma sombria e agourenta escolha de enquadramentos que torna cada uma das personalidades vítima de suas próprias ambições – e nos deixando em uma suspensão de descrença que os transforma em deturpados anti-heróis. A trilha sonora de Clinton Shorter irrompe em um tétrico arranjo de cordas dissonantes que corrobora a atmosfera já mencionada, contando com crescendos certeiros e saltos frenéticos que nunca deixam de nos instigar.

Por mais que conte com alguns óbvios erros, Dinheiro Suspeito mostra que a parceria Damon-Affleck ainda tem cartas na manga, envolvendo-nos com um interessante e dinâmico suspense criminal que brilha com performances aplaudíveis e um retorno à forma de Joe Carnahan.

Crítica | Davi: Nasce um Rei – Animação Conta História Épica de Personagem Cristão para Crianças

A Bíblia é o livro mais lido do mundo inteiro. Recheado de histórias de superação, exemplos e inspiradoras, é através dos mitos que ecoam pelas páginas desse livro que muitos católicos e cristãos em todo o globo terrestre buscam e encontram conforto, segurança, consolo, forças, sendo a mais popular das histórias a que conta a jornada de Jesus Cristo. Porém, há tantas e tantas outras nas centenas de páginas que preenchem a Bíblia, e há tempos a sétima arte anda buscando trazer essas narrativas para o audiovisual. É assim que chegamos ao longa de animação ‘Davi: Nasce um Rei’, desenho animado que estreou essa semana no circuito nacional prometendo reunir a família brasileira nos cinemas.

Quando ainda era uma criança, Davi (na voz original de Brandon Engman) recebeu a visita do Profeta, que ungiu sua cabeça com óleo, escolhendo-o para ser o próximo rei de Israel. Mesmo a contragosto, afinal, tudo que Davi gostava era de pastorear, o jovem aceita seu destino, porém, os rumores percorrem o território e o rei Saul (Adam Michael Gold) manda buscá-lo. Porém, Davi (já na voz de Phil Wickham) tem um jeitinho especial de encantar as pessoas, e, aos poucos, cai no gosto do rei Saul, e acaba ficando no reino, onde cresce e exerce grande influência nos cidadãos. Entretanto, com o passar do tempo, aos poucos vai ficando cada vez mais claro o verdadeiro destino de Davi e o fim do reinado de Saul.

Com quase uma hora e cinquenta de duração, é justamente a extensão do filme que acaba prejudicando um pouco a retenção e o ritmo de ‘Davi: Nasce um Rei. Mesmo se tratando de uma animação – e recheada de canções originais, o que é um prato cheio para a garotada -, um filme com quase duas horas de duração é um pouco demais, mesmo para a criança mais atenta.

A qualidade técnica empregada para criar tecitura e relevância aos detalhes impressionam em ‘Davi: Nasce um Rei’. Há uma cena, logo no início, em que um close no rosto do jovem Davi é tão perfeito que nos faz duvidar se é ainda animação ou se foi utilizado imagens reais como base para a fluidez e detalhamento da cena. Além disso, é um grande acerto que a estética escolhida na caracterização dos personagens não só seja atenta aos detalhes físicos daqueles oriundos da região do Oriente Médio, como também se assemelha a personagens contemporâneos de outras animações famosas (como as da Disney), o que favorece no reconhecimento visual da criançada àquilo que está assistindo.

Para contar a história épica de Davi, os roteiristas Brent Dawes, Kyle Portbury e Sam Wilson pincelam a vida do jovem rapaz até ele efetivamente ser abraçado pelo povo de Israel. Um dos momentos mais curiosos é a inserção de leve humor durante um dos maiores desafios da vida de Davi: quando ele enfrentou o gigante Golias e o derrotou. De uma maneira engraçada, o filme transforma o evento como que uma brincadeira de criança.

Recheado de músicas inspiradoras, ‘Davi: Nasce um Rei’ traz a épica história de um dos personagens mais conhecidos da Bíblia para o público cristão que também quer ver suas histórias refletidas dos cinemas. Bem realizada pelos diretores Phil Cunningham e Brent Dawes, ‘Davi: Nasce um Rei é um filme iluminador para todos os público interessados nesta vertente do cinema cristão.

‘O Exorcista’: Reboot de Mike Flanagan deve contar sobre caso de garoto possuído que inspirou filme original

Ontem, o reboot de ‘O Exorcista‘ foi adiado em um ano pela Universal Pictures. Ao invés de março de 2026, o filme agora chegará aos cinemas no dia 12 de março de 2027.

Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) está escrevendo, dirigindo e produzindo o reboot para a Universal e a Blumhouse-Atomic Monster. Não há muitos detalhes sobre o enredo, mas foi descrito como uma “nova visão radical” do clássico cult.

Rumores indicam que Flanagan vai mostrar a história original que inspirou o primeiro ‘O Exorcista‘ (1973). O filme foi baseado no exorcismo de um menino, conhecido por pseudônimos como “Roland Doe” ou “Robbie”, em Maryland e St. Louis, ocorrido em 1949.

Roland Doe

Scarlett Johansson (‘Jurassic World: O Recomeço’) deve viver a mãe do garoto. Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’) será o protagonista.

O autor William Peter Blatty tomou conhecimento do caso enquanto estudava na Universidade de Georgetown. Embora o romance tenha ficcionalizado o caso como sendo de uma jovem chamada Regan MacNeil, a realidade envolveu intensa atividade poltergeist, explosões violentas, vozes guturais e estranhas marcas no corpo do menino, levando padres católicos a realizarem múltiplos exorcismos.

O original de 1973 ainda é amplamente considerado um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Com direção de William Friedkin e roteiro de William Peter Blatty, o filme estrelou Ellen Burstyn, Max von Sydow, Jason Miller e Linda Blair. A trama acompanha a possessão demoníaca de uma jovem, Reagan MacNeil, e a tentativa de resgatá-la por meio de um exorcismo realizado por dois padres católicos.

O Exorcista‘ foi produzido com um orçamento de US$ 12 milhões e arrecadou 428,8 milhões de dólares em todo o mundo, segundo o site The Numbers. Ganhou dois Oscars, nas categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Som, além de oito outras indicações.

O novo filme não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.

Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Extermínio 4: O Templo de Ossos

(28 Years Later: The Bone Temple)

 

Elenco:

Cillian Murphy – Jim
Ralph Fiennes – Dr Ian Kelson
Aaron Taylor-Johnson – Jamie
Emma Laird – Jimmima
Erin Kellyman – Jimmy Ink
Chi Lewis-Parry – Alpha Samson
Jack O’Connell – Jimmy Crystal

 

Direção: Nia DaCosta

Gênero: Terror

Duração: 109 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 75 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em EXTERMÍNIO 4: O TEMPLO DE OSSOS, décadas após um vírus ter devastado a humanidade, um grupo de sobreviventes tenta escapar não apenas dos infectados, como também de uma ameaça ainda maior.

Curiosidades: 

» Este será o segundo capítulo da planejada trilogia;

» O filme é o segundo capítulo da nova trilogia iniciada com ‘Extermínio: A Evolução‘ (2025). As três partes foram planejadas desde cedo, e O Templo de Ossos foi rodado logo após o primeiro.

» Enquanto ‘Extermínio: A Evolução‘ teve direção de Danny Boyle, O Templo de Ossos é dirigido por Nia DaCosta, conhecida por Candyman e As Marvels.
Wikipedia

» Alex Garland — que escreveu o Extermínio original — retornou como roteirista e produtor, conectando fortemente os novos filmes ao tom e mitologia da franquia.

» O elenco inclui Ralph Fiennes (Dr. Ian Kelson), Jack O’Connell (Sir Jimmy Crystal), Alfie Williams (Spike), além de Erin Kellyman e Chi Lewis-Parry.

» Cillian Murphy — protagonista do Extermínio original — terá participação no filme, o que é um grande chamariz para os fãs da saga clássica.

» O título e a localização central referem-se a um monumento feito de ossos construído por Dr. Kelson — uma espécie de memorial às vidas perdidas e um símbolo memento mori (lembre-se de que morrerás).

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: