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O Beijo da Mulher Aranha

(Kiss of the Spider Woman)

 

Elenco:

Diego Luna
Jennifer Lopez
Tonatiuh

 

Direção: Bill Condon

Gênero: Musical

Duração: 128 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

O BEIJO DA MULHER ARANHA é ambientado em uma prisão argentina em 1983, durante a ditadura militar, Luis Molina, um cabeleireiro gay, cumpre uma pena de oito anos por supostamente corromper um menor. Para escapar dos horrores de sua prisão, Molina imagina filmes estrelados por uma atriz clássica do cinema chamada Ingrid Luna, incluindo o papel da Mulher-Aranha, que mata sua presa com um beijo. A vida de Molina é virada de cabeça para baixo quando um marxista, Valentin Arregui Paz, é levado para sua cela, e os dois formam um vínculo improvável.

Curiosidades: 

» ‘O Beijo da Mulher Aranha’: Remake estrelado por Jennifer Lopez conquista 83% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

» ‘O Beijo da Mulher-Aranha’: Jennifer Lopez destaca importância do remake; “Para nos salvar”

» O longa é um remake do clássico homônimo de 1985;

» Lançada no Festival de Sundance 2025 e financiada de forma independente (com orçamento em torno de US$ 30 milhões), a nova versão conquistou 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomates;

» Jennifer Lopez interpreta Ingrid Luna/Aurora/A Mulher-Aranha, papel glamouroso que mistura fantasia e cinema dentro do filme — uma “estrela de Hollywood” que existe na imaginação de outro personagem. Diego Luna vive Valentín Arregui, um prisioneiro político. Tonatiuh Elizarraraz interpreta Molina, seu companheiro de cela, cuja mente cria o universo musical com a Spider Woman.

» O filme destaca forte componente queer, mostrando o relacionamento entre Molina e Valentín de maneira mais aberta do que versões anteriores da história.

» A narrativa combina realidade dura da prisão com os números musicais fantasiosos — um contraste que explora o escapismo como forma de sobrevivência emocional.

» J.Lo diz que era “o papel que esperava a vida inteira” — ela sempre quis fazer um grande musical no estilo clássico de Hollywood.

» Para uma das cenas, Jennifer Lopez usou um vestido de 23 quilos, que ela descreveu como um “pesadelo” por ser pesado demais durante as danças.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

(Hamnet)

 

Elenco:

Jessie Buckley
Paul Mescal
Emily Watson

 

Direção: Chloé Zhao

Gênero: Drama

Duração: 125 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 29 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

A trama de HAMNET: A VIDA ANTES DE HAMLET gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet.

Crítica: 

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao

Curiosidades: 

» A produção traça as consequências emocionais, familiares e artísticas da perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet‘;

Com roteiro assinado por Chloé Zhao, o longa é baseado no romance homônimo de Maggie O’Farrell;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Diário de Pilar na Amazônia

(O Diário de Pilar na Amazônia)

 

Elenco:

Lina Flor
Sophia Ataíde
Miguel Soares

 

Direção: Eduardo Vaisman, Rodrigo Van Der Put

Gênero: Aventura

Duração: 90 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em O DIÁRIO DE PILAR NA AMAZÔNIA, Pilar é uma menina curiosa que viaja para a Amazônia com uma rede mágica e conhece Maiara, uma ribeirinha cuja comunidade foi destruída. Com a ajuda de seres folclóricos, Pilar e seus amigos embarcam na aventura de reencontrar a família de Maiara e impedir o desmatamento da floresta.

Curiosidades: 

» O longa é baseado na popular saga literária escrita por Flávia Lins e Silva;

Trailer:

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Davi: Nasce um Rei

(David)

 

Elenco:

Brandon Engman
Phil Wickham
Asim Chaudhry

 

Direção: Brent Dawes, Phil Cunningham

Gênero: Animação

Duração: 109 min.

Distribuidora: Heaven Content

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em DAVI: NASCE UM REI, um reino dilacerado pelo medo e pela corrupção, um menino pastor é chamado para enfrentar um gigante e a escuridão atrás dele. Com nada além de fé, coragem e uma funda, ele desafia um império e desperta o coração de uma nação. Das colinas tranquilas de Belém ao rugido do campo de batalha, sua jornada moldará reis, testará corações e revelará que a maior força é encontrada na confiança, não no poder.

Curiosidades:

» Para quem não conhece, Davi é um dos personagens mais emblemáticos da Bíblia. Ainda jovem, enfrentou e derrotou o gigante Golias, tornando-se símbolo de fé e coragem. Além disso, é creditado como autor de diversos Salmos e é lembrado como o mais famoso rei de Israel;

» A produção de ‘DAVI: NASCE UM REI‘ é a mais recente empreitada da Angel Studios, que se consolidou no mercado com produções aclamadas e de grande impacto como ‘The Chosen‘ (série sobre a vida de Jesus), ‘Som da Liberdade‘ e ‘Som da Esperança – A História de Possum Trot‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Matt Damon critica impacto dos celulares no roteiro dos filmes: “Precisamos repetir a trama várias vezes”

O ator Matt Damon expressou recentemente sua frustração com as mudanças na narrativa cinematográfica causadas pela falta de atenção do público moderno.

Conforme o DiscussingFilm, Damon revelou que trabalhar em longas atuais, especialmente para plataformas de streaming como a Netflix, tornou-se um processo cansativo devido à necessidade constante de redundância.

Segundo o ator, os roteiros agora precisam “reiterar a trama de três a quatro vezes nos diálogos porque as pessoas estão no celular” enquanto assistem. Damon explica que a estrutura clássica do cinema de ação foi alterada: se antes o filme construía o ritmo gradualmente até as grandes explosões, agora a exigência é imediata.

“A pergunta agora é: ‘Podemos ter uma grande cena de ação nos primeiros cinco minutos?’. Eles querem que as pessoas fiquem ligadas a qualquer custo”, afirmou o ator, destacando a pressão para evitar que o espectador se disperse com outras telas.

Vale lembrar que seu trabalho mais recente é ‘Dinheiro Suspeito’.

‘Dinheiro Suspeito’: Filme com Matt Damon e Ben Affleck conquista 84% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Dinheiro Suspeito’ está disponível na Netflix.

Na trama, um grupo de policiais de Miami descobre um esconderijo de milhões em dinheiro, o que gera desconfiança quando pessoas de fora descobrem a grande apreensão e se perguntam em quem confiar.

O filme é dirigido por Joe Carnahan (‘Mate ou Morra’).

Steven YeunTeyana TaylorSasha CalleNéstor CarbonellCatalina Sandino MorenoScott AdkinsLina Esco completam o elenco.

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‘Marty Supreme’: Josh Safdie revela participação secreta de Robert Pattinson no filme

A cinebiografia ‘Marty Supreme’, estrelada por Timothée Chalamet, já está em cartaz nos cinemas nacionais. Agora, finalmente, foi revelado o papel secreto de Robert Pattinson no longa.

De acordo com a Variety, o cineasta Josh Safdie, responsável pelo filme, revelou que Pattinson fez uma participação como voz no drama de pingue-pongue estrelado por Chalamet.

“Ninguém sabe disso, mas aquela voz, do comentarista, do árbitro, é do Pattinson. É como um pequeno easter egg. Ninguém sabe sobre isso… Ele veio assistir algumas cenas e eu pensei: ‘Não conheço nenhum britânico’. Então ele acabou sendo o árbitro”, afirmou Safdie.

Pattinson pode ser ouvido como narrador durante a cena das semifinais do British Open, no início do filme da A24, enquanto Marty Mauser (Chalamet) enfrenta o campeão húngaro Bela Kletzki (Géza Röhrig).

‘Marty Supreme’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

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Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

Johnny Knoxville revela se fará cenas de ação em ‘Jackass 5’ após acidente no filme anterior

Johnny Knoxville, o rosto por trás da franquiaJackass’, comentou recentemente sobre a possibilidade de um quinto filme e seu retorno às manobras arriscadas. Após o grave acidente com um touro emJackass Forever’ (2022), o ator revelou que sua abordagem nas cenas de ação mudou drasticamente.

Conforme à Variety, Knoxville foi enfático: “Não posso fazer nada em que eu possa levar outra concussão. Já ultrapassei muito o meu limite de concussões. Não me importo com o resto, só não posso mais levar um golpe na cabeça, mas os outros caras podem”.

Mesmo com as limitações físicas, Knoxville demonstrou entusiasmo com o futuro da franquia, brincando que os filmes são “um inferno para o elenco, mas muito divertidos para mim”.

Ele acrescentou que, apesar do caos, todos estão animados com a perspectiva de um novo longa.

Vale lembrar que, durante as filmagens deJackass Forever’, Knoxville sofreu uma hemorragia cerebral, uma concussão severa, além de fraturas no pulso e nas costelas após ser atingido e arremessado por um touro.

Lembrando que através do seu Instagram, o astro Johnny Knoxville (‘Vovô Sem Vergonha’) finalmente anunciou quando o próximo filme da franquia ‘Jackass‘ será lançado.

O longa está programado para estrear no dia 26 de junho.

“Bem, caramba, estamos começando o ano com tudo! Queríamos avisar que ‘Jackass’ estará de volta neste verão!! Nos vemos nos cinemas no dia 26 de junho. Mais novidades serão divulgadas em breve, mas queríamos que vocês soubessem por nós primeiro,” declarou o ator.

Confira a publicação e siga o CinePOP no YouTube:

‘Pânico 7’ deve abrir com US$ 28 a 32 milhões nas bilheterias dos EUA, diz analista

O anúncio de ‘Pânico 7’ reacendeu uma discussão intensa entre fãs e analistas de mercado, devido às circunstâncias. De um lado, o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott, a maior personagem da história da franquia. Do outro, a saída de Melissa Barrera e Jenna Ortega, que haviam sido fundamentais para a revitalização recente da saga. A grande pergunta é inevitável: esse novo capítulo conseguirá repetir — ou ao menos se aproximar — do sucesso comercial de ‘Pânico’ (2022) e ‘Pânico 6’ (2023)?

Segundo o analista de bilheterias BoxOfficeTheory, a franquia está surfando uma onda de sucesso graças aos filmes de 2022 e 2024, que revitalizaram a marca. Ele projeta que o filme deve abrir com US$ 28 a 32 milhões nos EUA.

Pânico 6‘ teve a maior estreia da franquia nos EUA, com US$ 44.5 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana – ultrapassando a estreia de ‘Pânico 3‘ (US$34.7M).

O quinto filme estreou arrecadando US$ 30,6 milhões nos EUA.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Confira o novo cartaz, um comercial e siga o CinePOP no YouTube:

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Sasha Calle revela que é grata por ter interpretado a Supergirl em ‘The Flash’

Sasha Calle, que interpretou a Supergirl emThe Flash, comentou recentemente sobre sua experiência dando vida à heroína no filme. De acordo com o ComicBookMovie, Calle relembrou seu breve período no DCU de forma otimista.

“Sou muito grata. Alguém mencionou hoje o vídeo em que Andy Muschietti me liga para me dizer que eu tinha conseguido o papel. E eu ainda lembro, a sensação era tão surreal, sabe? E isso me levou a um lugar onde agora posso trabalhar com Ben e Matt [Damon], Teyana [Taylor], Catalina [Sandino Moreno], Steven [Yeun], Kyle [Chandler]”, afirmou.

“Sou tão, tão, tão imensamente grata por isso ter me levado a esse mundo onde posso criar arte. Eu amei”, continuou Calle, acrescentando que está aberta a voltar a um projeto de super-herói caso surja a oportunidade. “Não sei, depende. Se eu receber um telefonema, estou aberta a recebê-lo, sabe?”.

Na época, Sasha Calle estava escalada para ser a heroína do DCU, com planos para protagonizar seu próprio filme solo após sua participação emThe Flash. No entanto, quando James Gunn assumiu a liderança do DCU, ele decidiu reiniciar o universo, reescalando o papel da personagem.

Assista à nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti, diretor deThe Flash, e siga o CinePOP no YouTube:

The Flash, filme da DC lançado em 2023, está disponível na Max e no Prime Video.

Confira:

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

Defesa de Nick Reiner deve focar em histórico psiquiátrico em caso de homicídio de Rob e Michele Reiner

A defesa de Nick Reiner, acusado de homicídio em primeiro grau com “circunstâncias especiais” pelas mortes de seus pais, Rob e Michele Reiner, deve focar em seu histórico psiquiátrico.

O Deadline confirmou que Nick esteve sob uma tutela judicial de saúde mental (conhecida como tutela L.P.S.) entre 2020 e 2021.

Diferente do caso amplamente divulgado de Britney Spears, focado em controle financeiro, a tutela de Nick foi solicitada por médicos e era estritamente voltada ao tratamento psiquiátrico e administração de medicamentos. Especialistas afirmam que esse histórico facilita uma possível tese de “insanidade mental” pela Defensoria Pública.

As mortes ocorreram em dezembro, na casa da família em Brentwood, por múltiplos ferimentos por objeto cortante. Atualmente defendido pela advogada Kimberly Greene, Nick aguarda a audiência de 23 de fevereiro, onde deve apresentar sua declaração de culpa ou inocência.

Embora o promotor Nathan Hochman afirme ter provas para uma condenação “além de qualquer dúvida razoável”, a família Reiner já sinalizou ao Ministério Público que é contrária à pena de morte.

Filho de Rob Reiner pode enfrentar PENA DE MORTE pela morte do pai

Os corpos do casal foram encontrados por volta das 15h30 (horário do Pacífico) pela filha do casal, acompanhada de outra pessoa.

Em comunicado, a polícia confirmou: “A investigação revelou que Nick Reiner, filho de Robert e Michele Reiner, de 32 anos, foi o responsável pelas mortes. Ele foi localizado e preso por volta das 21h15, indiciado por homicídio e permanece sob custódia”.

Nick Reiner é um dos três filhos do casal e havia se mudado recentemente de volta para a casa dos pais. Ele também tem uma meia-irmã adotiva, fruto do casamento anterior de Rob Reiner com Penny Marshall.

Caso seja condenado pelas acusações, Nick Reiner poderá enfrentar a pena de prisão perpétua ou, eventualmente, a pena de morte.

Os 10 Melhores Filmes de Rob Reiner

‘Game of Thrones’: George R.R. Martin comenta derivado focado em Jon Snow

George R.R. Martin, autor da icônica saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, falou recentemente sobre a possibilidade de séries derivadas que se passariam após os eventos de Game of Thrones, com foco em personagens como Jon Snow e Arya Stark.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Martin comentou sobre uma ideia de continuação centrada em Jon Snow.

“Harington, ao lado de dois roteiristas de sua série dramática Gunpowder, demonstrou interesse em desenvolver uma história que mostrasse Jon Snow vivendo em completo isolamento, como um homem emocionalmente destruído e lidando com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Ao se afastar de seu lobo gigante, Fantasma, e abandonar sua espada Longclaw, Jon passaria os dias construindo cabanas apenas para incendiá-las em seguida. Harington também desejava que o personagem morresse, evitando que fosse retratado como um herói”, afirmou.

A HBO, no entanto, teria considerado a premissa “deprimente demais” e acabou descartando o projeto. Agora, o canal teria recorrido ao roteirista Quoc Dang Tran, de Drops of God, para desenvolver uma nova série derivada.

Desta vez, uma das possibilidades seria transferir a narrativa para Essos, uma região com inspiração mediterrânea, e incluir outro personagem extremamente popular da franquia: Arya Stark. Ainda não se sabe se Kit Harington estaria envolvido de alguma forma.

Uma fonte interna afirmou: “Estamos muito interessados e empolgados com a perspectiva de uma sequência, mas também plenamente conscientes de quão alto precisa ser o nível de execução”.

Outras ideias de spin-offs incluem um projeto animado sobre o Serpente do Mar, de ‘A Casa do Dragão’, pensado para reduzir custos, e a história da conquista de Westeros pelo rei Aegon Targaryen, que pode se transformar em um filme “do porte de Duna”.

Sansa Stark de volta? Sophie Turner comenta sobre possível retorno a ‘Game of Thrones’

Game of Thrones’ está disponvivel no HBO Max. 

“Nove famílias nobres lutam pelo controle sobre as terras míticas de Westeros, enquanto um antigo inimigo retorna depois de estar adormecido por milhares de anos”, diz a sinopse.

Tela Brasil | Aplicativo de streaming do Governo Federal está disponível para download

Anunciada no último ano, em meio ao sucesso de Ainda Estou Aqui nos principais festivais de cinema do mundo, a plataforma Tela Brasil foi idealizada para ser a Netflix do cinema nacional”. No anúncio original, a inauguração do aplicativo estava prevista para a reta final de 2025, mas houve um pequeno atraso.

Felizmente, o projeto não foi abandonado ou esquecido e está cada vez mais próximo de seu lançamento oficial. Nesta semana, o aplicativo ficou disponível para download na Play Store, que atende os telefones de sistemas operacionais Android. O catálogo ainda não está completo, mas já conta com curtas, média-metragens e longa-metragens 100% nacionais. Clássicos como A Hora da Estrela também já podem ser conferidos no Tela Brasil.

O conceito do serviço nasceu com foco no público escolar do Brasil, com a ideia de disponibilizar filmes fundamentais da cultura nacional para ser acessado e assistido nas escolas. Porém, com o cinema brasileiro conquistando o mundo novamente, o Governo Federal resolveu expandir a proposta, desenvolvendo esse streaming gratuito para todos.

O Tela Brasil terá um acervo de cerca de 500 filmes, com as produções sendo adicionadas aos poucos. Neste momento, o catálogo ainda não está completo. O aplicativo está sendo desenvolvido em uma parceria do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Para acessar a plataforma, o usuário não terá de pagar nenhum tipo de mensalidade. Basta ter uma conta ativa no site gov.br.

Aplicativo Tela Brasil está sendo desenvolvido em parceria do Ministério da Cultura com a UFAL. Foto: Divulgação.

Para compor o catálogo da plataforma, o Tela Brasil contará com contribuições de instituições fundamentais para a preservação da memória do cinema brasileiro, como a Cinemateca Brasileira, CTAv (Centro Técnico Audiovisual), Funarte e Fundação Cultural Palmares. O investimento estimado no projeto é de R$ 4,4 milhões.

Com isso, a ideia do projeto é valorizar o cinema brasileiro, construir um tipo de linha do tempo para que as pessoas possam assistir, conhecer, estudar e curtir as obras nacionais, e também incentivar a produção de novos projetos, celebrando o passado e motivando produções futuras, além de comemorar a própria brasilidade e destacar diferentes visões artísticas de todo o país.

“Entre os compromissos da Plataforma, destacam-se a representação da pluralidade das identidades de gênero, cultural e étnico-racial; a promoção da diversidade regional brasileira; a preservação da memória audiovisual; e a oferta de obras com relevância educacional, formativas e de impacto social”, informa o Ministério da Cultura.

A versão final do aplicativo será disponibilizada em breve.

10 ICÔNICAS músicas pop que completam 15 anos em 2026

Ainda que os novos nomes do pop venham nos entregando trabalhos consistentes, não podemos deixar de relembrar de um passado não muito distante que era dominado por titãs do cenário fonográfico – como foi o caso de 2011.

Há uma década e meia, Lady Gaga lançava sua magnum opus ‘Born This Way’, nos entregando o maior hino LGBTQIA+ de todos os tempos, além de outras faixas memoráveis que conquistaram a crítica e o público. Adele, por sua vez, quebrava recordes e mais recordes com ’21’ e com canções tão bem construídas que se tornaram clássicos instantâneos. E Beyoncé começava a apresentar mais um lado de sua expressiva e vibrante identidade artística com o ótimo ‘4’.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista separando dez músicas pop que completam 15 anos em 2026 – centrando nosso foco em cinco artistas que definiram o início da década passada.

Confira:

“ROLLING IN THE DEEP”, Adele

Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de ’21’, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do AnoGravação do Ano.

“RUMOR HAS IT”, Adele

Assim como todas as artistas femininas que dominam ou já dominaram o cenário mainstream, Adele tornou-se alvo de mentiras de tabloides sensacionalistas e ficou chocada quando percebeu que os próprios amigos acreditavam no que era escrito. É a partir daí que “Rumor Has It”, uma das melhores rendições da carreira da artista, ganhou vida, movida por sarcásticas mensagens mascaradas com uma infusão explosiva e viciante de bluesjazz.

“I WAS HERE”, Beyoncé

Em uma de suas várias reinvenções, Beyoncé deu vida a ‘4’, um de seus álbuns mais memoráveis (se bem que é difícil não encarar todos os seus lançamentos como memoráveis). A conclusão dessa aventura sonora vem acompanhada da aplaudível “I Was Here”, facilmente uma das melhores músicas do catálogo da Queen B – cujas mensagens ultrapassam o mero conceito de exaltar quem você é, atravessando uma linha etérea que discorre sobre a própria existência (“eu estava aqui, eu vivi, eu amei, eu estava aqui”) e movendo-se por uma pessoalidade emocionante.

“LOVE ON TOP”, Beyoncé

Em ‘4’, Beyoncé resolveu construir um escopo que abraçava tanto o mainstream quanto as pulsões conceituais que vinham crescendo desde o início da década. E, nesse tropo que se tornara uma marca reconhecida de seus compilados, “Love On Top” nos engolfa em uma exuberância vocal R&B e pop se tirar o fôlego – principalmente quando ela nos dá uma aula de canto ao subir oitavas e mais oitavas na parte final da canção. Não é à toa que diversos especialistas musicais considerem-na uma das mais bem produzidas e escritas da carreira da artista.

“HOLD IT AGAINST ME”, Britney Spears

lead single de ‘Femme Fatale’, sétimo álbum de Britney Spears, ganhou vida através do dance-pop de “Hold It Against Me”. Apesar da multiplicidade gritante de elementos sonoros que se desenrolam pela faixa, tudo é pensado com cautela e, no final das contas, converge para uma significativa mudança de ares para a artista. É claro que o pop chiclete permanece vivo tanto nos drills quanto no refrão e no icônico bridge que nos une a um épico final – exponencialmente alimentado por um belíssimo videoclipe encabeçado por Jonas Åkerlund.

“TILL THE WORLD ENDS”, Britney Spears

“Till the World Ends”, funcionando como uma epígrafe electro-dance, é uma narcótica viagem por um submundo pós-apocalíptico impetuoso, movido pelo desejo incontrolável de dançar e de não se importar com os problemas que nos afetam dia após dia. “Você sabe que posso levar isso ao próximo nível, baby” é um clássico verso arrancado de uma nostalgia que retoma ‘Britney’ e ‘In The Zone’ – mas elevado à décima potência no tocante à contemporaneidade e a uma proposital produção sem limites estéticos.

“BORN THIS WAY”, Lady Gaga

Lady Gaga sempre foi uma defensora de causas sociais, principalmente nos âmbitos da comunidade LGBTQIA+. Desde o início de sua carreira em 2008, a Mother Monster se mostrou uma aliada das minorias – e, em 2011, fez história com o lead single homônimo do álbum ‘Born This Way’. Movido pelo electro-pop e pelo synth-pop, a faixa tornou-se um emblema da resistência e da luta queer ao redor do mundo e foi a primeira a citar diretamente os membros da comunidade em uma canção mainstream – alcançando sucesso e aclame inenarráveis.

“YOÜ & I”, Lady Gaga

Antes de ‘Joanne’, Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de ‘Born This Way’, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

“WE FOUND LOVE”, Rihanna

Em 2011, Rihanna já era um nome estabelecido na indústria, dona de hits atemporais que a catapultaram para um estrelato invejável. Em setembro do mesmo ano, ela retornou ao cenário fonográfico com o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, ‘Talk That Talk’, que se tornou um sucesso comercial. O lead single, pautado na repopularização do EDM no cenário mainstream, emergiu pelo nome de “We Found Love” – uma explosiva e vibrante colaboração com o DJ Calvin Harris.

“WHERE HAVE YOU BEEN”, Rihanna

Ainda que tenha sido oficialmente lançado como single em 2012, “Where Have You Been” integra o álbum ‘Talk That Talk’ de maneira a acompanhar as pulsões eletrônicas exploradas por Rihanna. Unindo-se a uma gama de produtores e de compositores, que incluem Cirkut e Dr. Luke, a irruptiva faixa é uma mistura de electro-house, trance­ e techno que interpola Geoff Mack da maneira mais inesperada possível – e que, assim como tantas outras incursões da cantora, encontrou sucesso inestimável que perdura até os dias de hoje.

Jennifer Lawrence afirma que perdeu papel em filme de Tarantino após críticas sobre ela “não ser bonita o suficiente”

A atriz Jennifer Lawrence relembrou recentemente que chegou a ser cotada para estrelar ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, mas acabou perdendo o papel por, segundo comentários da internet, “não ser bonita o suficiente”. O papel acabou ficando com Margot Robbie.

De acordo com o Deadline, Lawrence revelou que o diretor Quentin Tarantino “realmente quis” que ela participasse do longa, lançado em 2019, mas acredita que as reações negativas na internet à possível escalação o desanimaram.

“E então todo mundo começou a dizer: ‘Ela não é bonita o suficiente para interpretar Sharon Tate’'” relembrou. “E aí eles desistiram”.

A atriz acrescentou: “Tenho quase certeza de que isso é verdade. Ou é aquela coisa de eu contar essa história desse jeito há tanto tempo que passei a acreditar nela. Mas, sinceramente, acho que isso aconteceu. Ou então ele nunca esteve me considerando para o papel, e a internet simplesmente fez questão de me chamar de feia”.

Ainda sobre sua relação com Tarantino, Lawrence revelou que também lhe foi oferecido o papel de Daisy em ‘Os Oito Odiados’ (2015), que acabou ficando com Jennifer Jason Leigh. “Eu recusei. Não deveria ter feito isso”, admitiu a atriz.

Era uma Vez em Hollywood‘ já disponível no catálogo Paramount+.

Na trama, um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

Relembre o trailer:

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

O filme conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, bem como dez indicações ao Oscar e duas vitórias, incluindo Melhor Ator Coadjuvante para Pitt. Além disso, fez um estrondo de bilheteria ao arrecadar US$377,6 milhões ao redor do mundo.

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao

Divulgação/ Universal Pictures

Falar sobre arte é sempre muito complexo, porque mexe com o inefável. Remontando às origens da interação social humana, a teatralidade, por exemplo, foi usada nas primeiras formas de diálogo e avançou para a poesia conforme as linguagens escritas e orais se desenvolveram. Nesse ponto, a arte deixou de ser algo “apenas” funcional, necessário para a sobrevivência, e se consolidou como algo fundamental para a existência. Ninguém existe verdadeiramente sem arte, ninguém se cura por completo sem a arte.

A arte, em suas diversas formas de manifestação, conecta o ser humano com o outro. Desenvolve empatia, conecta com o Sagrado, permite viver sob a pele de outras pessoas e compreender a vida por outros olhos. Ela nos conecta com os antepassados, exprime emoções que muitas vezes sequer sabíamos ser capazes de sentir. E tudo isso por meio da criatividade e da honestidade que apenas um criador é capaz de ter junto ao seu público.

Divulgação/ Universal Pictures

Sob essa perspectiva do amor máximo à arte, a diretora Chloé Zhao constrói em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet seu filme mais apaixonado e trágico. E não poderia ser diferente, já que assume um papel biográfico do Bardo de Avon, William Shakespeare. Reconhecido mundialmente por suas tragédias, o dramaturgo viveu uma tragédia pessoal traumatizante: a morte de seu filho Hamnet aos 11 anos de idade. Por conta desse trauma, o poeta se perdeu no luto, enquanto procurava preencher sua vida com o trabalho. Só que sua família também sofria e precisava ainda mais dele naquele momento. Nessa derrocada pelo sofrimento, ele tenta encontrar uma forma de acolher sua amada e mostrar a ela que ele também estava perdido na angústia de não conseguir expressar tamanha dor, e ficava frustrado de não conseguir deixar claro que ele compreendia exatamente o que ela sentia, por mais que não conseguisse “pôr para fora” por meio de ações ou palavras.

O filme é uma experiência sensorial que começa, como em toda boa tragédia, com a história de um amor proibido entre dois apaixonados improváveis. No caso, o próprio Shakespeare e Agnes, uma filha da floresta que foi acolhida por um lar bastante conservador. Essa parte do filme é fundamental, já que desenvolve um amor platônico que enche os olhos com muita paixão e sinceridade, dando início a nova vida do casal, que não conta com muitas posses e se sustenta majoritariamente pelo amor que um sente pelo outro, enquanto William tenta emplacar sua carreira como escritor e dramaturgo. Isso implica em diversas viagens a Londres, o que afasta a dupla por meses e meses. Por isso que o drama vai impactando tanto, porque aquela chama ardente vai se apagando com o desenrolar da tragédia, restando apenas essa união de almas.

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E como a vida de Shakespeare é cercada de lacunas vazias, o filme faz a adaptação do livro homônimo de Maggie O’Farrell, que imagina como foi a vida do casal com a chegada das filhas, a mudança da rotina de uma mulher que teve de se transformar em mãe, e como o luto tomou conta da família com a partida repentina do jovem Hamnet. Nesse ponto, a atuação visceral de Jessie Buckley como Agnes é assustadora. O filme permeia sempre uma presença sobrenatural acerca da personagem, mas nada tão sobrenatural quanto o trabalho de Jessie. Ela se entrega de corpo e alma para a personagem, que supostamente seria a coadjuvante, mas assume um protagonismo na marra, encantando e sendo a principal manifestação da dor nessa tragédia.

Sério, seu trabalho é de deixar qualquer um boquiaberto, tamanha a verdade dela em cena. É curioso como sua Agnes foi reduzida ao papel de coadjuvante por toda sua vida, estando sempre à sombra de alguém, fosse na casa da família ou na casa dos Shakespeare. Sendo que aqui, por meio da dor, ela se torna protagonista por ser sua única alternativa em meio ao caos que a vida virou com a partida do menino. E não importa a época retratada, essa força feminina de assumir as rédeas em situações adversas, por mais dolorosas e sofridas que sejam, é sempre fascinante. Com o trabalho de Buckley, fica ainda mais surpreendente. É a grande atuação feminina do ano, e será muito injusto se isso não for devidamente reconhecido na temporada de premiações.

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Por outro lado, Paul Mescal enfim consegue trabalhar uma atuação digna da expectativa que sua própria carreira criou ao seu redor nos últimos anos. Ele encanta com a inocência de um apaixonado, numa época em que os homens precisavam ser brutos para terem serventia. Sua relação com as famílias é complexa e isso só funciona porque ele consegue passar com maestria essa sensação de estar perdido na vida. Sem rumo, ele se apega aos próprios sentimentos para encontrar a subsistência, mas até mesmo isso passa a atormentá-lo. Em meio aos bloqueios criativos oriundos das dificuldades que enfrenta, ele questiona sua própria existência e serventia, mesmo já sendo um pai de família. E por conta dessa amargura, ele digere seu papel e encontra na dramaturgia uma forma de fazer as pazes com a esposa, com a família, com o filho morto e, por fim, com seu âmago.

A direção de Chloé Zhao é extremamente corajosa, principalmente para o ritmo frenético do cinema e do consumo do audiovisual que tomou os últimos anos deste século. Indo na contramão da agilidade sufocante que se apossou do cinema, ela conduz a trama com um ritmo bem lento, mastigando cada drama, desenvolvendo cada perspectiva dos envolvidos nesta tragédia até chegar ao clímax mais apaixonado pela arte visto em muitos anos no cinema. Ela adapta a peça praticamente inteira apenas no clímax, permitindo que o público do cinema assuma o papel de aldeão presenciando o teatro pela primeira vez. É surpreende, é angustiante, é lindo, é trágico… É libertador. E assim, quando esta tragédia chega ao fim, você se entende como parte da obra e não vê alternativas senão chorar para aliviar a dor e fazer as pazes com traumas que você talvez nem soubesse que tinha guardado aí dentro.

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Não havia alternativa melhor para encerrar o Festival do Rio 2025. Foi uma escolha muito acertada, tanto da produção do festival quanto da Universal Pictures, que realizou a primeira sessão desta obra-prima moderna no Brasil em um dos palcos mais imponentes da arte brasileira: o Odeon. Com uma sensibilidade sobrenatural e um amor escaldante pela arte e suas diferentes manifestações, Chloé Zhao se consagra novamente como uma das realizadoras mais brilhantes do cinema atual, criando uma obra única, marcante e espetacular.

Mais do que isso, é um filme urgente. Em tempos de tempo escasso, em que o cinema é tratado estritamente como consumo, Hamnet te obriga a prestigiá-lo. É um longaa feito para ser visto, sentido… Vivido no cinema. E ele constrói o clima perfeito para que o público se desligue do mundo exterior e viva aquela tragédia por pouco mais de duas horas. Mas tenha certeza que não será uma experiência que terminará ao fim da sessão. Hamnet seguirá com o público por muito tempo.

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Hamnet: A Vida Antes de Hamlet estreia nos cinemas brasileiros em 29 de janeiro de 2026.

Dica do fim de semana | 5 animações para divertir públicos de todas as idades – Parte 1

Filmes de animação são obras que trazem a rara habilidade de dialogarem com públicos de diferentes idades. Por anos, foram tratados como obras voltadas exclusivamente para o público infantil. No entanto, a inserção de temas cada vez mais complexos nessas obras foram “virando a chave”, mostrando que longas animados também dialogam com jovens, adultos e idosos.

No finalzinho dos anos 2010, um filme em especial fez com que uma nova tendência fosse lançada para os longas animados. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco filmes nesse estilo para os mais diferentes públicos assistirem e curtirem. Confira!

Homem-Aranha no Aranhaverso

Lançado em 2018, Homem-Aranha no Aranhaverso causou um revolução gigantesca no cinema de animação ao mostrar a Hollywood que o público estava ávido por novos estilos animados em cena. Com uma técnica que utiliza a animação 3D para simular o estilo das histórias em quadrinhos dos anos 2000, o longa conta a história do jovem Miles Morales, um adolescente do Brooklyn que leva a vida numa boa com sua família. Porém, tudo muda quando ele é picado por uma aranha irradiada de outra realidade nos esgotos, onde ele presencia a luta e morte do Homem-Aranha. Com o mundo de luto, Miles descobre que desenvolveu poderes similares ao do Cabeça de Teia e decide utilizar suas novas habilidades para ser um herói, mesmo que não tenha o menor jeito para a coisa. Porém, quando ele menos esperava, Homens-Aranhas de outras dimensões são transportados para sua realidade. Agora, Miles tentará ajudá-los a voltarem para casa, enquanto eles o ajudam a entender o que é ser um herói.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Netflix.

As Tartarugas Ninja: Caos Mutante

Leonardo, Raphael, Michelangelo e Donatello estão de volta em uma nova versão das Tartarugas Ninja, que aposta no estilo personalizado da nova leva de animações para recontar a origem dos quelônios mais amados do cinema. Nesta aventura, os quatro irmãos vivem sob as ruas de Nova York, ambientando os esgotos como forma de se esconderem dos perigos da vida da superfície. Porém, conforme vão crescendo, os quatro irmãos descobrem que existe um mundo fascinante lá em cima, e começam a explorá-lo nas sombras. Nessas aventuras escondidas, eles acabam conhecendo a jovem April O’Neal, uma estudante que sonha em ser repórter, e uma série de outros animais mutantes que vivem na farra quando não estão trabalhando para a Super Mosca, outra criatura mutagênica que está planejando transformar todas as criaturas vivas de Nova York em mutantes. Agora, as Tartarugas Ninja vão tentar impedir essa ameaça sem escrúpulos. Tudo isso com a estética sensacional e uma trilha sonora embalada pela cultura de rua da Nova York dos anos 2000.

Onde assistir: Telecine.

Robô Selvagem

Obra-prima da DreamWorks, Robô Selvagem é uma mistura de ficção científica com drama e aventura sobre a maternidade. O longa acompanha a história de uma robozinha ajudante de alta tecnologia que sofre um acidente durante sua entrega. Ela cai do avião em uma ilha nunca explorada pelo ser humano. Em seu acidente, a robô acaba matando uma mamãe ganso e destruindo praticamente todo seu ninho. Ao despertar, ela encontra o único ovinho sobrevivente e entende que sua missão é criar e garantir a segurança desse ovo. Sem nenhuma experiência, ela vai se virando para entender como criar essa coisinha que brotou em sua vida, enquanto tenta lidar com esse ambiente hostil de presas e predadores. Além da história sensacional e dos personagens carismáticos, o filme traz uma técnica que dá a sensação de estar vendo os personagens interagindo sobre pinturas, é um espetáculo!

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Guerreiras do K-Pop

Grande fenômeno dos streamings em 2025, Guerreiras do K-Pop é um daqueles casos inexplicáveis do mercado cinematográfico norte-americano. Originalmente feito pela Sony, o filme foi vendido para a Netflix porque os executivos do estúdio não viam potencial de lançá-lo nos cinemas. Quando estreou na plataforma, o filme estourou e virou a grande sensação animada do ano passado, figurando no top 10 de filmes mais assistidos por vários meses consecutivos. Inspirado pela cultura sul-coreana, o longa acompanha a HUNTR/X, o principal trio feminino de K-Pop do planeta. Só que as meninas não são apenas grandes cantoras. Por baixo da vida de celebridade, elas escondem um dever ancestral de usar seus poderes para protegerem a Terra da invasão de demônios do submundo. O problema é que o coisa ruim decide apostar na estratégia de seus rivais, mandando para a Terra um grupo masculino de K-Pop formado por demônios. Conforme suas músicas se espalham, os demoninhos de rosto harmonizado e tanquinho sugam as almas dos fãs. Agora, a HUNTR/X vai tentar deter essa ameaça cheia de fãs, enquanto sua líder, Rumi, encontra formas de lidar com um segredo que está prejudicando sua voz e seus poderes. Se você ainda não assistiu, não perca tempo. Esse filme promete ‘passar o carro’ na temporada de premiações deste ano.

Onde assistir: Netflix.

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

Guerreiras do K-Pop não foi o primeiro caso de filme da Sony vendido para a Netflix. Durante a pandemia, enquanto buscava formas de lidar com os prejuízos trazidos pelo fechamento dos cinemas, o estúdio optou por vender A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas para a plataforma de streaming. E assim como o filme das caçadoras de demônios, esse longa foi sucesso de crítica e rendeu muitos assinantes para o ‘N vermelho’. Produzida pelo mesmo time de Homem-Aranha no Aranhaverso, essa aventura acompanha uma adolescente que sonha em fazer cinema para trabalhar com animações. Muito amada pela família, a menina já está deixando saudades antes mesmo de ir embora. Então, num ato desesperado por atenção, o pai decide levar a filha para a faculdade de carro, em vez de comprar uma passagem de avião para ela. Dessa forma, eles teriam um último momento juntos. O problema é que essa viagem reserva a eles muito mais do que o climão de ter uma filha emburrada pela ação do pai Na verdade, eles vão enfrentar um verdadeiro apocalipse pela estrada, já que a revolta das máquinas acontece, levando eles a buscarem formas de sobreviverem a esses robôs assassinos em ambientes desconhecidos. É uma aventura divertidíssima sobre família e amadurecimento.

Onde assistir: Netflix.

‘Vingadores: Doutor Destino’: Cena de ‘Quarteto Fantástico’ (2005) mostra estátua de Robert Downey Jr como Victor Von Doom

Isso sim é o que é planejamento. Ou seria coincidência? Uma cena do filme ‘Quarteto Fantástico‘, de 2005, mostrou uma estátua de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom.

O ator chegou a negociar na época para viver o vilão no filme de 2005, mas foi Julian McMahon, ator de ‘Nip/Tuck‘, quem acabou ficando com o papel de Victor Von Doom/Doutor Destino no filme. Três anos depois, Downey Jr assinou para viver Tony Stark em ‘Homem de Ferro‘ (2008).

“Lembro que vocês já tinham se encontrado com [Downey] para algum projeto como Doutor Destino ou algo assim”, disse o diretor Jon Favreau em uma conversa de 2023 com o chefe da Marvel, Kevin Feige . “Acho que ele já tinha participado de negociações para Quarteto Fantástico [de 2005], então todo mundo meio que sabia quem ele era.”

Como a estátua parece tanto com Downey Jr no filme de 2005 é inexplicável.

Você tinha reparado?

Assista:

Vingadores: Doutor Destino estreia daqui a exatos dez meses e, para preparar o público, a Marvel lançou um teaser com a contagem regressiva para o longa, que promete apresentar a épica guerra multiversal do MCU.

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Os detalhes da trama ainda permanecem em mistério, mas o estúdio vem divulgando diversos elementos que já foram confirmados pelos irmãos Russo como pistas sobre o filme. As provocações aumentaram a expectativa dos fãs e deram origem a inúmeras teorias nas redes.

O longa contará com Robert Downey Jr. no papel de Doutor Destino, o principal vilão da história, e deve retratar uma grande guerra multiversal que reunirá os principais heróis da Marvel, além dos icônicos mutantes.

‘Vingadores: Doutor Destino’: Teoria indica que Victor Von Doom quer substituir os “seres-âncoras”

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

10 filmes tão SINISTROS que qualquer exorcista pediria um CALMANTE!

O cinema de terror costuma dividir opiniões: ou você ama ou passa longe. Mas a verdade é que, volta e meia, bate aquela vontade de encarar um susto só por diversão. E quanto mais sinistro, mais nossa curiosidade ferve — como se o medo chamasse a atenção pelo simples prazer de ser provocado. Então, se você tem estômago (e um sofá pra se esconder atrás), confira abaixo uma lista assustadora de filmes de arrepiar até o último fio de cabelo.

 

Mandy

Na trama, ambientada no início da década de 80, conhecemos Red (Nicolas Cage) e Mandy (Andrea Riseborough), um casal que mora em um lugar no interior dos Estados Unidos, muito isolado dos grandes centros, praticamente dentro de uma floresta. Nesse mesmo lugar isolado, um culto repleto de pessoas loucas resolve implicar com Mandy e decidem sequestrá-la. Pensamento somente em vingança, munido de uma motossera, uma espada medieval (ou algo parecido) e muita sede de sangue, Red embarca em uma jornada infernal em busca de paz interior.

 

Prédio Vazio

Desde criança tendo lembranças vagas de um certo momento traumático que viveu com sua mãe, a jovem Luna (Lorena Corrêa) está em um relacionamento ainda de descobertas com o namorado (Caio Macedo). Quando ela percebe que a mãe (Rejane Arruda) possa estar em perigo durante os últimos dias de carnaval, viaja até Guarapari em sua busca, entrando num edifício arrepiante na orla capixaba. Nesse lugar, vai se deparar com um enorme pesadelo.

 

A Piscina

Esse é um dos filmes mais surpreendentes do catálogo da Prime Video. O longa-metragem tailandês A Piscina, dirigido por Ping Lumpraploeng, nos leva até a curiosa e tensa história de um homem que fica preso em uma piscina com um enorme crocodilo.

 

Mártires (2008)

Na trama, conhecemos Lucie (Mylène Jampanoï) e Anna (Morjana Alaoui), duas jovens que se conheceram ainda criança quando a primeira delas sofria psicologicamente pelos abusos cometidos contra ela durante o período que fora sequestrada. Quando elas crescem, uma década e meia depois, resolvem ir atrás das pessoas que cometeram os abusos contra Lucie e acabam encontrando uma família que esconde um segredo ainda maior.

 

Inferno Sangrento

Na trama, conhecemos Rex (Ben O’Toole), um ex-militar do exército, perturbado psicologicamente, com uma visão de si mesmo que aparece em meio a todos os conflitos que passa. Ele está em um presente complicado após ser o protagonista de uma abordagem imprudente dentro de um banco, o que para alguns foi um ato heroico mas acaba o levando para a cadeia por oito anos. Assim que sai da prisão, por conta da repercussão da história, é perseguido por paparazzis e se torna um rosto famoso na multidão. Buscando se livrar de todo esse holofote resolve comprar uma passagem apenas de ida para a Finlândia onde eu destino se cruza com uma aterrorizante família de psicopatas que inclusive pratica o canibalismo.

 

Doce Vingança

Na trama conhecemos a romancista Jennifer (Sarah Butler) que aluga um chalé isolado numa cidadezinha para começar a escrever sua nova obra. O que ela não esperava era ser atacada covardemente por um grupo de moradores da região. Após horas sofrendo violência sem parar ela consegue se jogar em um rio e desaparece. Poucos dias depois, a vingança se torna o único objetivo dela.

 

Fale Comigo

Um grupo de amigos. Um artefato macabro. Sessões de possessão que tem tudo pra dar errado. Uma brilhante narrativa que envolve o espectador pra dentro de um intenso clima de tensão. Primeiro longa-metragem dupla de irmãos cineastas Danny Philippou e Michael Philippou, Fale Comigo não reinventa a roda dos filmes de terror mas busca na criatividade e principalmente na análise profunda na construção de seus personagens a força para um longa-metragem que deve conquistar até que não gosta de filmes de terror. O filme, que estreou nos cinemas brasileiros em agosto de 2023, chegou recentemente ao catálogo da Prime Video.

 

Noites Brutais

Na trama, conhecemos uma jovem chamada Tess (Georgina Campbell) que chega em Detroit para uma importante entrevista de emprego e aluga uma casa pelo Airbnb. Só que quando chega ao local, uma região bem complicada longe do centro da cidade, acaba dando de cara com Keith (Bill Skarsgård) que também fez a mesma reserva da casa para aquela noite. Eles entram em acordo e ambos dormem no lugar. No dia seguinte, ao voltar pra casa Tess acha um corredor no porão escondido e lá é surpreendida. Logo após isso, conhecemos um outro importante personagem AJ (Justin Long) que vai acabar encontrando Tess em um momento perturbador.

 

O Nevoeiro

Uma janela sendo invadida por uma árvore seria o menor dos problemas enfrentados por um pai de família na luta pra sobreviver em um dia trágico na sua cidade. Dirigido pelo cineasta francês Frank Darabont, O Nevoeiro é um retrato do fim do mundo com pitadas de ação, emoções e decisões erradas. Os acontecimentos bombásticos que preenchem a história (baseada em um livro de Stephen King) vão compondo o que vemos em cena, cada qual, pela personalidade de cada personagem somos guiados pelo medo, fé, coragem e desespero diante do fato inusitado daquele dia.

 

A Substância

Na trama, conhecemos Elisabeth (Demi Moore), uma artista que vive seu presente longe dos holofotes e fama de outros tempos. Em total declínio na carreira, um dia é convidada a participar de um experimento com uma substância que replica células criando assim uma nova versão, e mais jovem, de si mesma. Assim, surge Sue (Margaret Qualley). Embarcando nessa, Elisabeth perceberá que as consequências tomam um caminho sem volta.

 

 

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Ator indica possível retorno em reboot

O aguardado reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ pode ter confirmado o retorno de um dos personagens mais queridos da franquia. De acordo com o Collider, James Marsters, o eterno vampiro Spike, deu indícios de que pode estar envolvido no projeto durante sua participação no podcast The Bitch Is Back.

Ao ser questionado sobre o revival, Marsters revelou ter revisitado a obra original: “Eu tive que voltar e assistir só para me perguntar: ‘Você consegue interpretar esse personagem de novo?’ Esqueça o exterior. Você consegue, internamente, voltar àquela psicologia?”.

A declaração gerou reação imediata da apresentadora e ex-colega de elenco, Charisma Carpenter, que o confrontou sobre estar admitindo o retorno.

“Não, não estou. Não faço parte. Não faço ideia”, afirmou. No entanto, logo depois suavizou o tom e acrescentou: “Vamos ver. O que posso dizer? Existe interesse em me trazer de volta”.

Para os fãs, a fala foi o suficiente para acender as esperanças de ver o anti-herói novamente em cena.

Em outro momento da entrevista, Marsters explicou como encararia a reintrodução de personagens caso estivesse à frente do projeto:

“Tenho dito que, se eu estivesse produzindo o reboot, não me chamaria ainda. Primeiro seria preciso contar a história de origem da nova caçadora, apresentar seus amigos, estabelecer esse novo mundo e colocá-los em pelo menos uma aventura juntos antes de inserir qualquer outro personagem, seja novo ou da série original. Então, eu só imaginaria ser chamado, no mínimo, no final da primeira temporada, talvez apenas na segunda”, concluiu.

O reboot conta com as irmãs Nora e Lila Zuckerman (‘Agents of S.H.I.E.L.D.’) como showrunners, enquanto Zhao dirige o episódio piloto e também atua como produtora executiva.

Além de Gellar, a produtora original da série, Gail Berman, também retorna à equipe de produção.

O elenco principal da nova série inclui: Ryan Kiera Armstrong, Faly RakotohavanaAva Jean, Sarah BockDaniel Di TomassoJack Cutmore-ScottChase Sui WondersMerrin DungeyAudrey HsiehAudrey Grace Marshall.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

Gostou de ‘Os Sete Relógios de Agatha Christie’? Aqui estão outras produções de MISTÉRIO para você conferir nos streamings!

Os Sete Relógios, adaptação do clássico romance de 1929 ‘O Mistério dos Sete Relógios’, da dama do crime Agatha Christie, chegou no último dia 15 de janeiro ao catálogo da Netflix – ampliando o expansivo panteão de uma das maiores escritoras do gênero no circuito audiovisual.

Contando com três episódios de uma hora cada, a trama é ambientada em 1925 e é descrita como um “drama espirituoso, épico e rápido”. O enredo acompanha uma luxuosa festa em uma casa de campo onde uma brincadeira parece ter dado terrivelmente errado. No final, cabe à mais improvável das detetives – a curiosa Lady Eileen “Bundle” Brent – desvendar uma trama arrepiante que mudará sua vida, revelando o mistério da casa de campo.

A produção é estrelada por Mia McKenna-BruceHelena Bonham CarterMartin FreemanEdward BluemelNyasha HatendiCorey MylchreestGuy SinerAlex Macqueen, reacendendo nosso interesse em clássicas histórias de mistério, principalmente do panteão Christie.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista separando filmes e séries do gênero para você conferir nos streamings e sanar o gostinho de “quero mais” que a adaptação da Netflix nos deixa.

Veja abaixo as nossas escolhas:

ASSASSINATO EM GOSFORD PARK (2001)

Onde assistir: Prime Video

Assassinato em Gosford Park é uma das produções mais aclamadas do gênero de mistério, conquistando a crítica e o público por conseguir navegar pelo drama e pela comédia de maneira comedida, ácida e contando com ícones do cenário britânico como Michael GambonMaggie SmithCharles DanceKristin Scott ThomasKelly MacdonaldGeraldine Sommerville e outros atores e atrizes que exibem suas incríveis habilidades ao longo de quase duas horas e vinte.

A produção, que ampliou seus horizontes com elementos da sátira cinematográfica e rendeu a Helen Mirren uma indicação ao Oscar na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, acompanha um grupo de ricos membros da sociedade inglesa da década de 1920, navegando pelas pretensões, mentiras e artimanhas da elite britânica que toma um rumo inesperado com o patriarca da família é assassinado.

A NOITE DAS BRUXAS (2023)

Onde assistir: Disney+

Kenneth Branagh sempre foi um grande apreciador dos escritos de Agatha Christie – e realizou seu sonho ao dar origem a um universo compartilhado comandado pelo prestigiado e famoso detetive Hercule Poirot, um dos personagens mais conhecidos do panteão da autora. Em 2023, o terceiro capítulo da franquia, A Noite das Bruxas, chegou aos cinemas e conquistou os fãs de mistério ao adaptar um dos romances mais difíceis de Christie de maneira coesa e satisfatória.

Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.

TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA (2024)

Onde assistir: HBO Max

Desde sua estreia, ‘True Detective’ se tornou um dos pináculos do gênero de mistério e suspense – por mais que tenha passado por alguns percalços na segunda e na terceira temporadas. Felizmente, quando Issa López assumiu o andamento da narrativa com um quarto ciclo intitulado ‘True Detective: Terra Noturna’, nosso interesse pela produção foi reacendido com uma torrente ígnea que incluiu o trabalho primoroso de nomes como Jodie FosterKali ReisFiona Shaw.

A trama é ambientada durante o longo inverno que se assenta em Ennis, Alasca, após seis homens que operam a Estação de Pesquisa Ártica Tsalal desaparecem sem deixar rastros. Para resolver o caso, as detetives Liz Danvers (Foster) e Evangeline Navarro (Reis) precisam confrontar a escuridão dentro delas e escavar as verdades amaldiçoadas que estão enterradas sob o gelo eterno.

ASSASSINATO NA CASA BRANCA (2025)

Onde assistir: Netflix

A subestimada série Assassinato na Casa Branca, da Netflix, estreou no ano passado e acompanhou a popularização das comédias de mistério que a franquia ‘Entre Facas e Segredos’ havia conquistado nos anos anteriores. Trazendo nomes como Uzo AdubaGiancarlo EspositoMolly GriggsRandall ParkKylie Minogue, a produção é uma sólida e funcional narrativa que não se leva a sério a ponto de se tornar cansativa, e se vale de um espirituoso e complexo cosmos guiado pela presença marcante de Aduba como a Detetive Cordelia Cupp.

Contando com Paul William DaviesShonda Rhimes como produtores executivos, a produção, que infelizmente foi cancelada pela gigante do streaming após uma temporada, é centrada em um Jantar de Estado na Casa Branca que culmina em uma trágica morte. A princípio dada como suicídio, as coisas tomam um rumo diferente quando uma genial detetive é escalada para a investigação, descobrindo um plano muito mais intrincado do que imaginava – e que envolve todos os membros que lá vivem.

VIVO OU MORTO: UM MISTÉRIO KNIVES OUT (2025)

Onde assistir: Netflix

Rian Johnson encontrou uma mina de ouro quando deu origem ao primeiro capítulo da franquia ‘Entre Facas e Segredos’. Construindo um cosmos ao mesmo tempo original e nostálgico, o realizador apresentou o Detetive Benoit Blanc ao mundo ao escalar o sempre incrível Daniel Craig como o investigador – arquitetando uma análise sarcástica sobre a condição do ser humano e do exagero da própria elite através de enredos envolventes e perigosos.

No ano passado, Johnson nos presenteou com a terceira entrada da franquia, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out. O estelar elenco contou com o retorno de Craig como Benoit, além de nomes como Josh O’Connor, Glenn Close, Cailee Spaeny, Josh Brolin, Andrew Scott e Kerry Washington, todos envoltos em um mistério impossível e insolucionável. Na trama, Benoit se alia com um jovem padre para investigar um crime hediondo na igreja de uma cidadezinha que tem uma história sombria.