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Tubarões atacam jovens no trailer TENSO do terror ‘Shark Bait’

O terror ‘Shark Bait‘, que trará um grupo de jovens preso em um jetski quebrado em alto mar e cercados por tubarões, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por James Nunn.

A trama segue um grupo de jovens que está passando as férias no México. Depois de uma noite de muita curtição, os amigos furtam dois jetskis e os levam para o alto-mar, mas eles acabam batendo em um acidente terrível. Depois que um dos jetskis afunda, o grupo se encontra a mais de três quilômetros da costa, com um jetski quebrado e um amigo gravemente ferido. Sem poder nada de volta para terra firme e com predadores circulando nas agitadas águas abaixo, o verdadeiro terror começa.

O elenco conta com Holly Earl, Jack Trueman, Catherine Amy Hannay, Malachi Pullar-Latchman e Thomas Michael Flynn.

O terror ainda não possui previsão de estreia.

“Ele empodera pessoas de cor”, Daniel Kaluuya e Keke Palmer falam sobre o diretor Jordan Peele e ‘Não! Não Olhe!’ [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os astros Daniel Kaluuya e Keke Palmer falaram sobre o suspense ‘Não! Não Olhe!‘, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 25 de Agosto.

No vídeo, eles revelam se acreditam em aliens e explicam por que o diretor Jordan Peele (‘Nós’ e ‘Corra’) faz filmes tão bons:

“É uma compilação de tudo. Misture Clint Eastwood e Sidney Poitier com Akira. De onde ele tira inspiração e como ele aplica no universo que ele está criando, é muito único. E, é claro, empoderar pessoas de cor em posições de protagonismo. Isso faz seus filmes serem inovadores porque adiciona camadas e nuances diferentes que nem sempre está presente nos filmes. O que é louco, mas é verdade.”, afirmou Keke.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Não! Não Olhe! – Jordan Peele subverte as expectativas em filme que parece um episódio de ‘Além da Imaginação’

Na trama, os residentes de uma ravina solitária do interior da Califórnia testemunham uma descoberta estranha e assustadora.

O filme conseguiu ultrapassar US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA, tornando-se o terceiro filme do cineasta a superar a marca no país – após ‘Corra!‘ (US$176.1M) e ‘Nós‘ (US$175M).

Não! Não Olhe!‘ teve um orçamento maior do que as produções anteriores de Peele, com estimados US$ 68 milhões.

Vale lembrar que ‘Corra!‘ e ‘Nós‘ conseguiram superar a marca dos US$ 255 milhões mundialmente.

“Depende do roteiro”, Daniel Kaluuya revela que toparia voltar em ‘Corra 2!’ [EXCLUSIVO]

Por anos, Jason Blum fala em entrevistas que toparia produzir uma sequência do elogiado ‘Corra!‘ se Jordan Peele surgir com uma boa ideia.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Daniel Kaluuya – que está promovendo ‘Não! Não Olhe!‘ – revelou que toparia voltar se o roteiro fosse bom.

“Depende do roteiro. Depende da visão e do que o Jordan faria.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

O produtor Jason Blum disse ao Bloody-Disgusting que já pensou na ideia, mas o projeto só sairia do papel se Jordan Peele retornasse ao cargo de diretor.

“Eu já pensei no assunto e adoraria produzir uma sequência. Mas essa ideia só sairia do papel se pudéssemos contar com a presença de Jordan Peele… E eu não acho que ele tem planos para isso. Eu adoraria fazer sequências de ‘Corra!‘ com Peele, sem ele, não há a mínima possibilidade.”

Lançado em 2017, Corra!’  é considerado um dos filmes de suspense mais inteligentes e surpreendentes da década.

O longa se tornou um fenômeno nas bilheterias e está arrasou nas principais premiações do cinema. Disputou o Globo de Ouro na categoria de Melhor Comédia ou Musical, concorreu ao Oscar 2018 de Melhor Filme, foi eleito o melhor filme de 2017 pelos críticos de Washington D.C., e Jordan Peele foi indicado duas vezes ao DGA Awards.

Em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘A Morte te dá Parabéns‘,  Blum também falou sobre a possibilidade de ‘Corra! 2‘.

Confira:

Corra!‘ ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou um fenômeno nas bilheterias: custou US$ 4,5 milhões e arrecadou US$ 255 milhões.

E aí, vocês gostariam de ver uma continuação para o filme?

Kelli Giddish deixa o elenco de ‘Law & Order: SVU’ após 12 temporadas

Bomba! De acordo com o TVLine, Kelli Giddish deixará o elenco da série ‘Law & Order: SVU‘ após 12 temporadas.

A atriz, que interpreta a Det. Amanda Rollins, se despedirá da produção no início do próximo ciclo, dando uma conclusão para sua personagem.

Em comunicado oficial, Giddish declarou: “Eu gostaria de esclarecer os rumores e confirmar que eu deixarei o elenco de ‘Law & Order: SVU’. Essa será a minha última temporada. Interpretar a Rollins tem sido um dos maiores privilégios da minha vida. Tive sorte de fazer parte dessa família pelos últimos 12 anos. Simplesmente não há outro personagem na televisão como a Rollins. Ela amadureceu e evoluiu, assim como eu. Estou animada com tudo o que aprendi nos últimos anos e excitada com o que está por vir.”

A NBC ainda não confirmou como a personagem será removida da narrativa, mas o site afirma que Rollins passará por uma experiência traumática na 24ª temporada. Apesar disso, não está claro se o incidente será especificamente responsável pela sua saída.

Mariska Hargitay, Ice T, Kelli Giddish, Peter Scanavino, Jamie Gray Hyder e Demore Barnes estrelam.

O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.

SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.

 

‘Black Mirror’: Atriz de ‘Morte Morte Morte’ é confirmada no elenco da 6ª temporada

De acordo com o Deadline, Myha’la Herrold (‘Morte Morte Morte’) se juntou ao elenco da 6ª temporada da série antológica ‘Black Mirror‘.

A atriz também é conhecida pelo seu papel na aclamada série ‘Industry‘, da HBO. Além disso, ela também irá estrelar a adaptação de ‘Leave the World Behind‘ ao lado dos veteranos Julia Roberts e Ethan Hawke.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco do próximo ciclo ainda contará com Zazie Beetz, Paapa Essiedu, Josh Hartnett, Aaron Paul, Kate Mara, Danny Ramirez, Rory Culkin, Clara Rugaard, Auden Thornton e Anjana Vasan.

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano deve ter mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Até o momento, não há detalhes sobre quais histórias, cineastas e artistas estarão por trás da nova temporada, mas a confirmação já é uma baita surpresa para os fãs.

Os planos para os novos episódios só saíram do papel depois que Netflix adquiriu os direitos da franquia em um acordo com a Endemol Shine Group, produtora que detinha a propriedade.

Desde 2019, os criadores Charlie Brooker e Annabel Jones lutavam pela retomada dos direitos da atração depois que deixaram a produtora para investir em sua própria companhia, a Broke And Bones (trocadilho com os sobrenomes).

Foi dito que Brooker e Jones finalmente conseguiram transferir os direitos da franquia em uma parceria sem precedentes com a Netflix, dando à plataforma de streaming a oportunidade de criar novas histórias para o programa.

Agora o plano é tornar ‘Black Mirror‘ maior e mais cara do que nunca.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

Flop atrás de flop | 2016 foi o Pior ano para blockbusters? Os 5 anos de alguns dos grandes fracassos do cinema

Quando nasceu, o conceito do blockbuster era o seguinte: uma produção que se tornava tão famosa que criava um verdadeiro movimento cultural, transcendendo ser apenas um filme. É claro que uma bilheteria astronômica vinha junto e a obra gerava diversos outros produtos licenciados, que abrangiam as mais variadas mídias. Foi assim com Tubarão (1975), Star Wars (1978), Indiana Jones (1981) e E.T. (1982), por exemplo, os primeiros da história.

Corta para os dias de hoje, numa época regida por megalomania, onde blockbusters são forçados pelas nossas gargantas abaixo e não surgem de forma legítima como no passado. Antes, tais filmes geravam um lucro impensado e entravam para a história eternizados. Hoje, eles custam uma grande fortuna esperando que consigam sobressair o orçamento. É simplesmente muita pressão, o que acaba resultando em fracassos monumentais, na grande parte. Como são produzidos em massa, muitos pretensos blockbusters se valem desta estirpe devido ao valor que foi gasto em sua produção e não o contrário, em sua arrecadação. Isso se traduz em roteiros cada vez mais mecânicos e sem alma, esperando ser abraçado por uma parcela do público e não por ele todo. É como se os filmes fossem feitos à base de estatísticas, de fórmula, e não mais com o coração e criatividade.

Pensando nisso, resolvemos olhar ali atrás no passado, sem ir muito longe, apenas 5 anos, para uma época que muitos consideram um grande abismo criativo para os blockbusters. Aqui, levantaremos através de uma lista e alguns fatos a possibilidade real de 2016 ter sido um dos piores anos de todos os tempos para o cinema entretenimento. E você, o que acha? Não esqueça de comentar.

Batman vs Superman – A Origem da Justiça

Ame ou odeie. Aqui não iremos discutir nosso gosto pessoal sobre este filme dos heróis da DC, ou sequer o seu. Sabemos que muitos o defendem com unhas e dentes, em especial os fãs. Mas o fato é que o filme não atingiu o que se esperava dele, e convenhamos, poderia ter sido bem melhor – independente dos motivos ou “culpados” pelos quais não foi. Causando muita polêmica na época, Batman vs Superman foi fracasso de crítica, com meros 28% de aprovação dos especialistas. Com um orçamento de US$250 milhões, esperava-se que batesse a barreira do US$1 bilhão, mas ao contrário o filme “só” chegou até os US$870 milhões.

Esquadrão Suicida

É ruim descer o cacete em um estúdio, mas as decisões criativas da Warner / DC são motivo de falatório ainda hoje. E mostraram fragilidade logo na linha de largada. Aqui tínhamos a promessa de um dos filmes mais legais de 5 anos atrás, com o primeiro longa de heróis centrados nos vilões. Entre mortos e feridos, salvou-se a Arlequina de Margot Robbie. Este universo, no entanto, ganhará mais uma chance pelas mãos de James Gunn, diretor que entende do riscado. O primeiro Esquadrão Suicida tem menos defensores que Batman vs Superman, e uma nota ainda mais baixa com os críticos, 26% de aprovação. A bilheteria até que foi maior do que o filme de fato merecia, já que com um orçamento de US$175 milhões, arrecadou US$746 milhões no mundo.

X-Men: Apocalypse

Os filmes de super-heróis se tornaram muito queridos. Mas a verdade é que fora da Marvel Studios, eles ainda lutam pelo sucesso. E seguindo os passos da Warner / DC, a Fox fazia uma baita bagunça, ficando entre erros e acertos em suas produções. Fato que deve ter deixado muitos felizes pela compra da Disney. Apocalypse já demonstrava a falta de vontade de alguns membros do elenco (cof cof Jennifer Lawrence cof cof) em seguir nesta franquia. O filme custou quase US$200 milhões e arrecadou US$500 milhões. Com os críticos, garantiu o tomate podre com 47% de aprovação. Alguém aí gosta de fato deste?

Independence Day – O Ressurgimento

Esta sequência conseguiu demonstrar que nem toda continuação tardia é bem-vinda. Afinal, sejamos francos, quem estava com saudade e pedindo uma continuação de Independence Day (1996)? Entendemos o valor que o original carrega e sua importância para os blockbusters ainda na década de 90, mas é sério que o filme precisava de mais um capítulo? E o pior, feito da forma que foi! Will Smith foi sábio e se manteve bem longe, e nem mesmo o carisma incontestável de Jeff Goldblum foi capaz de salvar este tiro no pé. Com um orçamento de US$165 milhões, o longa arrecadou “apenas” US$390 milhões mundiais, colocando assim uma pá de cal na pretensa trilogia. Os críticos igualmente deram as costas, conferindo apenas 30% de aprovação.

Assassin’s Creed

Grande talento promissor, o astro alemão Michael Fassbender se afundou num mar de superproduções ruins. O epicentro ocorreu aqui, quando resolveu comprar o barulho desta adaptação cinematográfica de um famoso videogame. Fassbender foi também o produtor aqui, além de protagonista. Tendo custado US$125 milhões para a FOX, arrecadou apenas US$240 mundiais, garantindo um ponto final para a franquia. Os críticos também não gostaram nada e deram 18% de aprovação. E você, o que acha do filme?

O Caçador e a Rainha do Gelo

Seguindo pela linha das “continuações desnecessárias”, o primeiro filme com Kristen Stewart no papel de Branca de Neve passou bem longe de ser tão querido que precisasse de sequência. Mas os produtores, ao lado da Universal, foram em frente e realizaram uma assim mesmo. Do lado positivo temos um elencaço feminino que reúne Charlize Theron, Jessica Chastain e Emily Blunt. Do lado negativo, o fracasso de público, com US$164 milhões em bilheteria (num orçamento de US$115 milhões) e de crítica, com 19% de aprovação.

Alice Através do Espelho

Alice no País das Maravilhas (2010) é provavelmente o pior filme da carreira do querido diretor Tim Burton, mas fez um enorme sucesso se tornando também seu filme mais lucrativo – em grande parte devido à marca associada ao projeto. É claro que a Disney iria confeccionar mais um, o problema é que muito pouco pensamento foi investido. Resultado: fracasso de bilheteria, com um orçamento de quase US$200 milhões, rendeu somente US$300 milhões. Com os críticos outro fracasso: míseros 29% de aprovação.

O Bom Gigante Amigo

Aqui digamos apenas que o grande Steven Spielberg já foi melhor, muito melhor, em fazer filmes mirados aos pequenos e para toda a família. Ainda mais se levarmos em conta que este foi o último trabalho da saudosa Melissa Mathison, colaboradora do diretor em E.T. – O Extraterrestre (1982). Embora muitos tenham ficado pasmos com a apelação para o humor de flatulência contido no filme, O Bom Gigante Amigo até que foi bem com os críticos, com 74% de aprovação. O problema foi mesmo com o público, que deu de ombros não comparecendo. Resultado, com um orçamento de US$140 milhões, rendeu apenas US$195 milhões mundiais, se concretizando como um dos maiores fracassos retumbantes da carreira do grande nome da indústria. E você, acha injustiça com o filme?

Passageiros

Até Passageiros, a musa Jennifer Lawrence parecia não poder errar, acertando um golaço atrás do outro. Seguindo nessa linha de popularidade, Chris Pratt havia demonstrado muito carisma em Guardiões da Galáxia (2014). A união dos astros soava como alinhamento cósmico perfeito. Ledo engano e o tombo foi feio. Passageiros custou mais de US$100 milhões e nos EUA apenas se pagou, rendendo mundialmente US$300 milhões. Mas quem gostou menos que o público foram os especialistas, garantindo apenas 30% de aprovação. E você, tem carinho por Passageiros?

Deuses do Egito

Planejado para ser o novo Fúria de Titãs, este filme mirou mas não acertou o alvo. Resultando em muito humor involuntário, Deuses do Egito terminou com jeitão de produção trash de centenas de milhões de dólares. O filme, no entanto, pode servir de prazer culposo devido a seu estilo nonsense. Dono de um grande elenco, terminou se tornando um fracasso de público, arrecadando US$150 milhões mundiais, num orçamento de US$140 milhões. Os críticos também não souberam rir da piada e conferiram ao longa 15% de aprovação.

As Caça-Fantasmas

Deixando a misoginia de lado (sempre!), teria sido muito legal ver este filme dando certo e reiniciando a querida franquia, agora com quatro mulheres à frente. Admitimos que o filme não é bom e não nos agradou, mas caso tivesse rendido mais, poderia ser o caso de consertar as coisas na continuação. O texto pouco inspirado, que não fez jus ao talento dos envolvidos, resultou no fracasso de bilheteria (com US$230 milhões mundiais num orçamento de US$144 milhões), mas não de crítica – assim como O Bom Gigante Amigo. Os críticos deram 74% de aprovação, leia-se, a maioria com medo de ser diagnosticado como misógino.

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Embora os fãs até tenham aprovado o resultado deste filme baseado num querido game, o enaltecendo como uma das melhores adaptações do gênero, este se mostrou um esforço em vão do talentoso diretor Duncan Jones. A verdade é que Warcraft só serviu para os adeptos do jogo, terminando por alienar todo o resto da audiência. Assim, os críticos não perdoaram e tascaram apenas 28% de aprovação. Nas bilheterias, a aventura medieval de fantasia também não foi bem, e com um orçamento de US$160 milhões, arrecadou somente US$47 milhões nos EUA, e mais US$400 milhões mundiais.

As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras

Não que o reboot de 2014 tenha sido bom ou um sucesso de crítica e público, mas esperávamos (talvez por ingenuidade) que as coisas melhorassem na sequência. Bem, para sermos justos, elas melhoraram sim. Esse Fora das Sombras é definitivamente um filme melhor que o anterior. Mas não o suficiente, já que com um orçamento de US$135 milhões, arrecadou US$245 milhões mundiais, sem dar muita chance para uma terceira parte. Com os críticos não foi muito diferente, e o filme obteve 38% de aprovação.

Ben-Hur

Os blockbusters podem vir de todas as formas e tipos. Até com uma roupagem de clássico da era de ouro do cinema. Reimaginação da lendária história eternizada na sétima arte em 1959, a nova versão é um filme enérgico e arrojado, visando as plateias de hoje. Nem precisa ser dito que, mesmo contanto com Morgan Freeman e nosso Rodrigo Santoro no papel de Jesus Cristo, o novo Ben-Hur não possui um décimo do brilho do anterior. E adivinhe? Isso mesmo, rendeu um fracasso de crítica e público. Com orçamento de US$100 milhões, sequer se pagou, nem mesmo na bilheteria mundial – fazendo US$94 milhões ao todo (se tornando um dos maiores flops de 2016). Os críticos também torceram o nariz conferindo somente 25% de aprovação.

A Lenda de Tarzan

Um Tarzan vivendo em sociedade junto com os homens, mas precisando tirar a camisa, voltar a selva e emitir seu famoso urro para resgatar sua amada Jane, é o que quis nos vender a Warner. Bem, quase ninguém comprou, mesmo com um elenco de primeira, impulsionado pelas presenças de gente como Margot Robbie, Samuel L. Jackson e Christoph Waltz. Com um orçamento de US$180 milhões, o filme sequer se pagou nos EUA, e no mundo fez US$350 milhões. Os críticos não perdoaram e deram 36% de aprovação ao filme.

Orgulho e Preconceito e Zumbis

Parece ideia de Jerico casar o clássico da literatura feminista de Jane Austen com o universo de terror de mortos-vivos, mas na verdade é baseado numa graphic novel de sucesso. Porém, nem sempre o que funciona numa mídia, irá funcionar na outra. E no meio de tudo está a pobre Lily James. Com um orçamento de US$28 milhões, Orgulho e Preconceito e Zumbis sequer se pagou no mundo tendo arrecadado US$16 milhões. As críticas, bem, também não foram gentis, garantindo 46% de aprovação.

A Grande Muralha

Muitos devem ter comprado seu ingresso para este filme esperando ver mais um épico do talentoso diretor chinês Zhang Yimou sobre a indefectível Muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo. O que ganharam de fato não poderiam prever: uma superprodução onde Matt Damon, mais canastrão do que nunca, enfrenta grandes lagartos monstruosos. É sério?! O filme foi fiasco de bilheteria nos EUA, arrecadando menos de um terço do orçamento inflado de US$150 milhões. Mas no mundo fez o dobro, num total de US$334 milhões. As críticas… somaram 35% de aprovação.

Truque de Mestre – O 2º Ato

O primeiro Truque de Mestre (2013) já não era nenhuma obra-prima. O filme nos pedia para acreditar em muito que não fazia sentido, cortesia de um roteiro mais esburacado que as estradas do Brasil. Mas o que importa é que fez sucesso, assim uma continuação saiu do forno. E aqui, bem, o filme não se pagou nos EUA, com um orçamento de US$90 milhões, somou apenas US$65 milhões na Terra do Tio Sam. O fato seria preocupante não fosse pelo mercado estrangeiro, onde o filme fez mais US$270 milhões. Como num truque de mágica, os críticos queriam que o filme desaparecesse e garantiram 33% de aprovação.

A Série Divergente – Convergente

Fechando a matéria com chave de ouro, temos o curioso caso da franquia Divergente no cinema. Bem, curioso para não dizer trágico. Este clone de Jogos Vorazes chegou na onda das adaptações de livros de ficção juvenil para meninas. O primeiro não empolgou, e o segundo apenas bateu ponto. Quando foi a vez do terceiro, ambiciosos produtores quiseram dividir o último capítulo em dois filmes, como se fazia muito no período. Lucro em dobro, certo? Errado. O resultado de Convergente foi tão negativo, que o estúdio resolveu puxar o plugue, deixando a “saga” sem uma conclusão, e os fãs a ver navios. Com o orçamento de US$110 milhões, o filme arrecadou US$179 milhões, mostrando que os fãs não se animaram de sair de casa para isso, mesmo antes da pandemia. Já os críticos, conferiram ao filme uma das notas mais baixas daquele ano, com 11% de aprovação.

‘Morte Morte Morte’: Aclamado slasher da A24 ganha novo trailer DUBLADO e LEGENDADO

A Sony Pictures divulgou o novo trailer de ‘Morte Morte Morte‘ (Bodies Bodies Bodies), o primeiro terror slasher da aclamada produtora A24.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de outubro.

Dirigido por Halina Reijn, o longa fez o maior sucesso entre a crítica especializada e conquistou 87% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a versatilidade do roteiro, que consegue ser hilário, inteligente, emotivo e ainda assim transmite leveza.

A direção Reijn também foi bastante destacada, e a crítica da Fox 10 Phoenix ainda garantiu que a cineasta é capaz de reinventar o gênero numa mistura de humor negro e elementos clássicos do terror.

“O roteiro inteligente e as atuações carismáticas fazem o espectador querer ficar para saber como esse conflito se desenrola. A tensão continua aumentando porque todos os personagens são tão imprevisíveis. O drama poderia ir além de encontrar o assassino.” – United Press International.

Morte Morte Morte‘ permite de forma inteligente que seu elenco talentoso se cave em um buraco gloriosamente bobo (e sangrento), mantendo os espectadores tentando adivinhar a resolução até os minutos finais.” – RogerEbert.com.

“É fácil se deixar levar pela vibe do filme, então por que se dar ao trabalho de resistir? Apenas sente-se e relaxe, mas certifique-se de que as novas armas de sua família estejam armazenadas com segurança antes de assistir.” – Little White Lies.

“Uma versão ardente e muito inteligente do gênero slasher com um conjunto de primeira, que merece faz jus à sua mistura eletrizante de emoções e risadas.” – Perri Nemiroff.

“O filme de Helina Reijn é tão hilário quanto bem direcionado, com uma proposta distintamente sintonizada com a mentalidade da Geração Z.” – Slant.

“‘Morte Morte Morte aposta muito mais no humor do que no horror, contando com um excelente elenco e diálogos contagiantes.” – Showbiz.

“Se ‘Morte Morte Morte não reinventa o gênero slasher, dá a ele uma sensação refrescantemente e contemporânea que vai atrair tanto os fãs do clássico terror quanto os fãs das comédia de humor negro.” – Fox 10 Phoenix. 

Quando um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota, a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.

O elenco conta com Amandla Stenberg, Maria Bakalova, Pete Davidson, Rachel Sennott, Myha’la Herrold, Chase Sui Wonders e Lee Pace.

Michael Myers retorna em nova imagem SINISTRA de ‘Halloween Ends’; Confira!

O site Fandango divulgou uma nova imagem do aguardado terror ‘Halloween Ends‘, que será a conclusão da nova trilogia.

Confira:

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming do Peacock. No Brasil, a estreia acontecerá exclusivamente nas telonas, no dia 13 de outubro.

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

‘Gasparzinho’: Christina Ricci revela que DETESTA sua atuação no amado filme

Atualmente com 42 anos, Christina Ricci está no elenco da elogiada série ‘Yellowjackets‘, mas também é conhecida por diversos trabalhos marcantes.

Entre eles, ‘A Família Addams‘ (1991) e ‘Gasparzinho‘ (1995)

No entanto, ela revelou que detesta sua atuação na adaptação do Fantasminha Camarada.

Em entrevista para o podcast WTF with Marc Maron, Ricci explicou que, embora ache o filme maravilhoso, ela sente vergonha de si mesma.

“Se você realmente assistir ‘Gasparzinho, o Fantasminha Camarada‘, eu estou terrível no filme. As pessoas ficam tão chateadas quando eu digo isso. Porque eu fico tipo: ‘O filme é maravilhoso, mas estou péssima’. Eu sei que é é um tesouro de infância para as pessoas. Mas eu sinto vergonha. Eu tinha 13 anos. Havia muita coisa acontecendo na minha vida. Tudo era muito difícil. Eu estava sempre irritada, e eu não acho que me entreguei muito ao papel, para dizer a verdade. E, sinceramente, eu acho que não fiz questão de me entregar como deveria. Levei muito tempo para me tornar uma adulta de verdade.”

No longa, Ricci interpreta Kat Harvey, que se muda para uma mansão assombrada junto com seu pai, interpretado por Bill Pullman, que um terapeuta sobrenatural.

A casa é o lar do trio assombro e seu sobrinho, Gasparzinho (dublado por Malachi Pearson e interpretado por Devon Sawa na forma humana).

Vale lembrar que Ricci vai retornar ao universo d’A Família Addams‘ na série derivada dedicada à ‘Wandinha‘, que será vivida por Jenna Ortega (‘Pânico’).

Para quem não se lembra, Ricci foi a intérprete da personagem nos filmes de Barry Sonnenfeld, lançados em 1991 e 1993.

Na série, ela dará vida à uma outra personagem, ainda não revelada.

E, durante uma entrevista para a Variety, a estrela comentou sobre seu retorno à franquia e disse que ficou lisonjeada ao receber um convite do diretor Tim Burton.

“Fiquei muito lisonjeada ao ser convidada por Tim. É bom fazer parte desta próxima iteração da personagem. É divertido de assistir e é divertido ver as perspectivas de outras pessoas sobre esse universo e o que elas podem adicionar a ele.”

Infelizmente, ele não deu nenhum detalhe sobre sua personagem, mas ela já havia elogiado bastante o projeto e o elenco há algumas semanas.

“Essa série é super divertida. Adorei trabalhar com Tim, Gwendolyn Christie e Jenna [Ortega]. Eles são simplesmente incríveis. Eu vi algumas das fotos dos figurinos antes de ir para o set, então eu sabia como Jenna ia ficar caracterizada e eu fiquei tipo, é uma ótima visão atualizada da Wandinha e ficou ótima.”

Conhecida por seus trabalhos em ‘Você’, ‘Pânico’ e ‘X’, Ortega já havia comentado sobre os desafios de encarnar a filha de Gomez (Luis Guzman) e Mortícia (Catherine Zeta-Jones).

Para ela, uma das principais características de Wandinha é sua falta emoções, algo que é muito complicado para uma atriz expressiva como Ortega.

“O mais interessante sobre Wandinha é que nunca a vimos agir como uma adolescente comum”, disse à Entertainment Weekly. “Ela é uma menina de oito anos obcecada por assassinato, morte, luto e depressão. É tão bizarro que chega a ser engraçado e encantador ao mesmo tempo. Então, como eu posso reproduzir tudo isso e fazê-la interessante sem descaracterizá-la? É uma série de oito episódios… Então, meu maior desafio é fazer com que as pessoas se conectem com ela de uma forma emotiva, mesmo que ela esteja fechada às emoções.”

Ela acrescentou que:

“Ok, ela tem que ser capaz de conduzir a história adiante de alguma forma, mas como a mantemos fiel ao seu eu inexpressivo? Estou muito curiosa para saber como isso vai funcionar. Eu nunca tive a oportunidade de interpretar um personagem icônico antes e sei que ela é muito amada e respeitada, então não posso estragar tudo.”

Lembrando que a produção estreia em breve na plataforma de streaming.

Confira o trailer:

Além de Ortega, Zeta-Jones e Guzman, Gwendoline Christie será Larissa Weems, diretora da Academia Nevermore, que tem uma rixa antiga com Mortícia.

Wandinha fará parte da Academia Nevermore, na cidade de Jericho, e estará acompanhada de diversos outros personagens, incluindo vários estudantes.

Confira a descrição de cada um abaixo:

  • Joy Sunday como Bianca Barclay: uma das estudantes mais populares da Academia, Bianca é descendente de uma longa linhagem de sereias com um poder encantador de persuasão.
  • Emma Myers como Enid Sinclair: Enid é a animada e vibrante colega de quarto de Wandinha. Vinda da Califórnia, ela faz parte de uma matilha de lobisomens.
  • Hunter Doohan como Tyler Galpin: um morador local que constrói uma amizade inesperada com Wandinha. Ele tem um relacionamento complicado com o pai, o xerife Donovan.
  • Moosa Mostafa como Eugene Otinger: um dos estudantes mais peculiares da Academia e presidente do clube de apicultura.
  • Georgie Farmer como Ajaz Petropolus: estudante da Academia que também é uma górgona. Estranho e tímido, Ajaz fica muito ansioso quando alguém olha em seus olhos.
  • Naomi J. Ogawa como Yoko Tanaka: uma vampira inspirada pela estética harajuku e uma das jovens mais legais da Academia.
  • Percy Hynes White como Xavier Thorpe: um estudante caristmático e sobrenaturalmente artístico que vem de uma família abastada, graças ao célebre pai.
  • Jamie McShane como o Xerife Donovan Galpin: Nascido e criado e Jericho, esse xerife sempre teve problemas com a Academia – e uma vingança pendente com um ex-aluno de lá, Gomez Addams.
  • Thora Birch como Tamara Novak: supervisora do dormitório de Wandinha e a única sem atributos sobrenaturais na Academia, com paixão por todas as coisas que se relacionam com botânica.
  • Riki Lindhome como a Dra. Valerine Kinbot: uma terpaista local que fica extremamente intrigada com sua nova paciente, Wandinha.

Confira o primeiro cartaz abaixo:

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

‘Mulher-Hulk’: Mark Ruffalo não precisou ensinar a Tatiana Maslany como ser uma Hulk

No primeiro episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, Jennifer Walters (Tatiana Maslany) e seu primo Bruce (Mark Ruffalo) sofrem um acidente de carro, e ela acaba sendo infectada pelo sangue dele através de suas feridas.

Depois disso, ela acaba se transformando assim como o primo, e os dois vão para uma ilha deserta onde Jen é treinada para dominar suas novas habilidades.

Mas, ao contrário da ficção, Maslany não precisou que Ruffalo lhe ensinasse como ser uma Hulk.

Em entrevista para o Rotten Tomatoes, a estrela disse que:

“Mark dá muito valor ao processo de aprendizagem das outras pessoas. Ele nunca me diria como ser uma Hulk ou algo assim, mas nós trocamos histórias e ideias sobre isso, e meio que nossas próprias experiências.”

Ela continuou, argumentando que as diferenças entre os personagens foi fundamental dentro fora das telas:

“Acho que chegamos a perspectivas diferentes, o que é muito útil no sentido de que Bruce e Jen também têm suas diferenças, mas tenho um profundo respeito e muito amor por ele. Nós dois gostamos de interpretar, então nós temos aquela coisa de irmãos enquanto vestimos nossos trajes de captura de movimentos. Foi muito divertido. Foi especial.”

Lembrando que o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ estreia em 25 de agosto.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

‘A Casa do Dragão’ terá salto temporal e reformulação de importantes personagens

O episódio de estreia de ‘A Casa do Dragão‘ fez um enorme sucesso ao atrair milhões de espectadores, até mesmo aqueles que ficaram decepcionados com o final de ‘Game of Thrones’.

Os comentários em torno dos novos personagens são tão positivos que muitos fãs ainda não perceberam que a série já está provocando um grande salto temporal, o que vai exigir uma reformulação de personagens-chave, que já estão entre os favoritos do público.

Entre eles, Rhaenyra Targaryen e Alicent Hghtower, vividas respectivamente por Milly Alcock e Emily Carey na fase inicial da derivada.

No entanto, não é nenhum segredo que a atriz Emma D’Arcy (‘Truth Seekers’) foi abertamente promovida como a versão mais velha de Rhaenyra durante a turnê de imprensa, o que certamente sugere que ela tem um tempo de tela mais extenso na primeira temporada em comparação com Alcock.

Olivia Cooke (‘Jogador Nº 1’) interpretará a Alicent mais velha. Assim como D’Arcy, o papel de Cooke nunca foi um segredo para quem acompanhou os bastidores – mas grande parte do público pode ser pega de surpresa quando o avanço na trama acontecer.

Mas por que os principais personagens serão reformulados? O salto no tempo é a resposta.

O foco da trama não são dragões e batalhas – mas sim casamentos, funerais e nascimentos dentro da família Targaryen, ao longo dos anos.

Tudo isso é premeditado nos segundos iniciais do episódio de estreia, com cada um desses acontecimentos sendo elementos-chave para estruturar o enredo, como o nascimento e a morte de Baelon, segundo filho de Viserys I (Paddy Considine).

Tudo isso para lembrar aos fãs que os personagens são peças de xadrez num jogo de poder, posições e influências.

Nesse sentido, os desafios que Rhaenyra enfrentará como herdeira escolhida só começarão plenamente quando ela for uma mulher madura e tiver que “batalhar” em duas frentes: o campo de batalha e o fardo de um parto (como sua mãe alertou).

Por isso é necessário um salto no tempo entre uma Rhaenyra mais jovem e uma versão mais velha. O mesmo vale para Alicent, cuja vida adulta trará obrigações e desafios femininos semelhantes.

Lembrando que a plataforma de streaming divulgou um trailer promocional preparando o público para os próximos eventos do show.

Confira:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

A guerra vai começar no trailer oficial da 5ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’; Confira!

A 5ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘, que promete um confronto épico entre a June e a Serena, ganhou seu trailer oficial.

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 14 de setembro nos Estados Unidos. No Brasil, a iteração será exibida na Paramount+, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Lembrando que, na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito.

A viúva Serena (Yvonne Strahovski) está em Toronto, onde a influência de Gilead se aumenta. O comandante Lawrence (Bradley Whitford) trabalha com Lydia (Ann Dowd) para subir ao poder.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger também estão no elenco. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.

Lover | As 7 Melhores Músicas do 7º Álbum de Taylor Swift

Taylor Swift é um dos maiores nomes da música contemporânea e, dois anos depois de ter desabafado sobre tudo o que lhe fazia mal, resolvia investir esforços em mais uma reinvenção para a própria carreira: Lover.

O sétimo álbum de estúdio da vencedora do Grammy foi lançado em 2019 e recebeu críticas bastante positivas por parte dos especialistas, além de ter se tornado um sucesso comercial gigantesco, vendendo mais de 3,2 milhões de cópias. Contando com diversas músicas promocionais, Swift também conquistou três indicações ao Grammy Awards, incluindo Música do Ano com “You Need to Calm Down”, além de delinear narrativas sobre paixão, feminismo e até mesmo acerca dos direitos da comunidade LGBTQIA+.

Para celebrar o recente 3º aniversário da produção, montamos uma brevíssima lista elencando as sete melhores canções do álbum, seja pelo conteúdo lírico ou pelo arranjo instrumental.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:

7. “YOU NEED TO CALM DOWN”

Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

6. “LOVER

Taylor não poderia deixar de enfeitar seu sétimo álbum de estúdio com certas incursões do country – e fez isso de maneira belíssima ao contrastá-lo com o indie folk e o pop em Lover, uma semi-balada slowtempo que misturou inflexões do baixo com uma qualidade nostálgica sem igual.

5. “SOON YOU’LL GET BETTER”

Swift já provou inúmeras vezes que tem uma mão muito habilidosa para compor baladas – e é claro que isso não seria diferente em Lover. Dentre as múltiplas faixas que nos chamam a atenção, é necessário citar a presença de “Soon You’ll Get Better”. A parceria com a banda The Chicks (antes mesmo da impecável “No Body, No Crime”) é uma rendição bastante empática, carregadas pelas notas envolventes e familiares de um melódico violão e que discorre sobre o relacionamento da cantora com a própria mãe.

4. “CORNELIA STREET”

Swift assinou por conta própria a composição de “Cornelia Street”, uma das tracks que, sem sombra de dúvida, deveria ter se tornado um dos singles do álbum. Encabeçando também a produção da faixa ao lado de seu colaborador de longa data, Jack Antonoff, a música é descrita como uma das mais pessoais não apenas de Lover, mas da carreira de Taylor, marcado pela delicada instrumentação do piano em contraposição com um ecoante sintetizador.

3. “THE ARCHER”

Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de Lover. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.

2. “MISS AMERICANA & THE HEARTBREAK PRINCE”

Enquanto a carreira de Taylor é recheada de explosivos e dançantes refrões, “Miss Americana & The Heartbreak Prince” prova que ela não tem medo de experimentar coisas novas. Apostando na suavidade de um synth-pop e num verborrágico enredo do medo de perder alguém, essa faixa é um dos estandartes que passaram longe do radar de Lover.

1. “CRUEL SUMMER”

Apaixonar-se é sempre algo misterioso e que nos causa borboletas no estômago, talvez pela emoção de enxergar alguém de um modo bem diferente do comum. É através dessa básica premissa, digna de qualquer rom-com dos anos 1990, que Swift cria “Cruel Summer”. A envolvente canção de amor é recheada de versos criativos e um uso potente dos sintetizadores, que lhe garantiram adoração por parte dos fãs.

‘Chucky’: Joe Pantoliano comenta sobre sua participação na 2ª temporada

Recentemente, foi revelado que a 2ª temporada de ‘Chucky‘ terá participações especiais de Gina Gershon (‘Riverdale’) e Joe Pantoliano (‘Matrix’).

Em 1996, a dupla estrelou ‘Ligadas pelo Desejo‘ junto com Jennifer Tilly, a Tiffany da franquia ‘Brinquedo Assassino‘, o que torna a reunião deles ainda mais especial.

Ainda não há detalhes sobre os personagens de Gershon e Pantoliano, no entanto ele conversou com o Pop Horror e comentou sobre sua presença na atração.

Jennifer (Tilly) é minha amiga desde antes de ‘Ligadas pelo Desejo’. Acho que fizemos cerca de cinco projetos juntos ao longo dos anos. Ela e Don Mancini [criador de Chucky] estenderam a mão e disseram: ‘Ei, gostaríamos de fazer algo com você na série do ‘Chucky‘, e eu respondi: ‘Parece muito divertido se reunir com Gina (Gershon) e Jen mais uma vez’. E foi realmente muito divertido.”

O astro ainda revelou que ajudou Mancini a elaborar o roteiro do epispódio em que ele participa, oferecendo notas, ideias e sugerindo algumas mudanças.

“Don me enviava rascunhos e eu dizia: ‘O que você acha de mudar isso ou aquilo?’, e nós fomos conversando ao longo do caminho. Foi fácil porque ele é um dos diretores da série, se ele fosse o showrunner, seria mais complicado porque quem comanda a série tem muito mais trabalho a fazer, então tivemos uma conversa amigável e tudo ficou nos eixos do jeito como planejamos.”

Além de Pantoliano e Gershon, o elenco adicional ainda conta com Sutton Stracke (‘The Real Housewives of Beverly Hills’), Tony Nappo (‘Jogos Mortais 2’) e Meg Tilly (‘Antibirth’), irmã de Jennifer.

Confira a imagem do elenco:

“Olha quem está vindo para festejar na segunda temporada de #Chucky.”

Lembrando que as gravações da 2ª temporada finalmente terminaram, e a estreia está marcada para 05 de outubro.

Assista ao trailer:

A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.

Sutton Stracke, Joe Pantoliano, Tony Nappo, Meg Tilly Lara Jean Chorostecki também farão parte dos novos episódios.

Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.

“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”

Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

A aventura vai começar no teaser trailer LEGENDADO de ‘Pinóquio’, de Guillermo del Toro

A adaptação em stop-motion de ‘Pinóquio‘, comandada pelo aclamado cineasta Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’), teve seu primeiro e encantador trailer legendado divulgado pela Netflix.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A produção está programada para estrear na Netflix em dezembro de 2022.

Em entrevista ao Rotten Tomatoes, Del Toro revelou novos detalhes sobre sua adaptação:

“Haverá alguns paralelismos. Obviamente, em ‘Pinóquio’ há cenas importantes em um circo, então haverá semelhanças entre as produções. Pinóquio’ lida com uma temática diferente. É sobre o que torna um ser humano uma pessoa humana. Ou um boneco um humano, pois a história é ambientada durante o período da ascensão do Mussolini, na Itália fascista. Então, é uma temática muito interessante.”

Ele completa, “Esse é um projeto muito pessoal para mim. Eu sempre considerei ‘Pinóquio’ e ‘Frankenstein’ a mesma história. A ideia de uma adaptação de Pinóquio que fala sobre temas que eu considero profundos, mas que seja divertida e musical, é muito interessante.” 

O elenco conta com Gregory Mann como PinóquioEwan McGregor como o Grilo Falante; e David Bradley como Gepetto.

Tilda SwintonChristoph WaltzFinn WolfhardCate BlanchettJohn TurturroRon PerlmanTim Blake NelsonBurn Gorman completam o elenco.

Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.

A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.

Assista a uma cena deletada de ‘Continência ao Amor’, romance estrelado por Sofia Carson

O romance teen Continência ao Amor (‘Purple Hearts’), estrelado por Sofia Carson e Nicholas Galitzine, já se tornou um dos grandes sucessos da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou uma cena deletada do longa-metragem.

Confira:

Elizabeth Allen Rosenbaum comanda a produção. O roteiro é assinado por Carson e por Liz W. Garcia.

Cassie Salazar e Luke Morrow não poderiam ser mais diferentes. A perspicaz Cassie trabalha à noite em um bar em Austin, Texas, para sobreviver enquanto persegue seu sonho de se tornar uma cantora e compositora. Luke é um fuzileiro naval no Exército, prestes a embarcar para o serviço, que encontra conforto na disciplina inabalável do serviço. Mas um encontro casual no bar de Cassie muda o curso de suas vidas.

Anthony IppolitoLinden Ashby e outros completam o elenco.

‘A Órfã 2 – A Origem’: Isabelle Fuhrman divulga vídeo mostrando divertida rotina nos bastidores; Confira!

‘A Órfã 2: A Origem’ traz Isabelle Fuhrman de volta como a assassina Esther, 13 anos após o original, lançado em 2009.

Através do Twitter, a estrela compartilhou um divertido vídeo mostrando sua rotina nos bastidores.

No início do vídeo, ela aparece empolgada ao registra o primeiro dia no set de gravações, vestindo um casaco preto por cima de um vestido. Logo em seguida, ela aparece ensanguentada, dizendo:

“Apenas mais um dia de gravações.”  

O material também a mostra algumas ilustrações que serviram de modelo para compor o seu visual. Em seguida, outros membros do elenco aparecem cobertos de sangue, enquanto Fuhrman dança com uma dublê.

Também há cenas de uma mansão em maquete sendo consumida por chamas.

Por fim, ela aparece entre suas duas dublês infantis.

Confira:

“Estou muito grata pelos meus 600 mil seguidores no Instagram! E por todos que estão indo assistir ‘A Órfã 2: A Origem’. Fizemos este vídeo para vocês! Obrigado por amarem Esther desde o primeiro filme. Aqui está um vislumbre dos bastidores do que aconteceu para fazer esta pré-sequência.”

 

No original, Fuhrman tinha apenas 12 anos, mas agora já é adulta.

Por conta disso, a equipe criativa usou alguns truques para fazer a estrela parecer uma criança no novo filme.

E uma dessas estratégias foi dar ao restante do elenco adulto saltos de plataforma, dando a impressão de que Fuhrman tem a altura de uma criança de 8 anos.

O segredo foi revelado numa publicação do Twitter, no perfil do roteirista David Coggeshall, que escreveu:

“Como você faz um jovem de 24 anos parecer uma criança? Para começar, coloque todos os outros em sapatos de plataforma.”

A imagem apresenta Matthew Finlan (Gunnar Albright), Julia Stiles (Tricia Albright) e Rossif Sutherland (Allen Albright) ao lado de Fuhrman.

Confira:

A sequência estreia em 15 de setembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

O filme já tem sua classificação etária. A MPAA classificou o terror como RATED-R, e só poderá ser assistida por maiores de 17 anos.

O motivo? “Violência sangrenta, linguagem e breve conteúdo sexual”.

Em termos de comparação, essa foi praticamente a mesma classificação que o terror original recebeu em 2009.

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.

Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Batgirl’: Diretores têm esperança de que o filme seja lançado algum dia

Após o cancelamento de Batgirl‘, a protagonista Leslie Grace e os diretores Adil El Arbi e Billal Fallah (‘Bad Boys para Sempre’) lamentaram a decisão em tons cordiais, apesar do choque.

Mas, parece que os cineastas estão esperançosos de que o filme seja lançado um dia, assim como aconteceu com o Snyder Cut deLiga da Justiça‘.

Em entrevista ao Skript, El Arbi e Fallah agradeceram ao apoio dos fãs e disseram que não vão desistir do lançamento, mas compreendem que só conseguiriam tal feito com a ajuda financeira da Warner Bros. Discovery.

“‘Batgirl não pode ser lançado em seu estado atual… Antes de ser lançado um dia, ainda haveria muito trabalho a fazer. Assim como o ‘Snyder Cut‘. Não há efeitos visuais, e ainda temos que filmar algumas cenas. Então, se a Warner Bros. Discovery quisesse que lançássemos o filme, eles teriam que nos dar meios para terminá-lo de forma adequada e com a nossa visão”, disse El Arbi.

Fallah acrescentou:

“Foi muito reconfortante ver todo o apoio dos fãs no Twitter, e até mesmo de grandes diretores Edgar Wright e James Gunn, que nos enviaram mensagens.”

Por fim, El Arbi argumentou:

“Nós fazemos filmes para o público, não para nós. Nós apenas esperamos que um dia o filme seja lançado, em respeito ao elenco e à equipe. Somos uma pequena família.”

Confira:

Além de Grace, o elenco da adaptação ainda contaria com Brendan Fraser (Vagalume), Michael Keaton (Batman), J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Apesar de alguns acreditarem que a narrativa escrita por Christina Hodson não tenha agradado os executivos do estúdio, isso não é verdade.

De acordo com a GQ, foi divulgado que a ideia não foi para frente porque sua escala e orçamento mais modestos não combinam com os planos para futuros filmes da DC Comics, que serão definidos como grandes eventos.

E isso significa que outros projetos de baixo custo que estão em desenvolvimento pelo estúdio podem ser congelados e consequentemente cancelados.

Isso porque a Warner Bros está passando por um período de mudanças e reviravoltas nos bastidores por conta da fusão com a Discovery.

Inclusive, vários executivos de alto nível deixaram a WarnerMedia devido à junção das marcas, incluindo o presidente Jason Kilar e o diretor de conteúdo da HBO Max, Andy Forssell.

A saída de Kilar reflete a intolerância dos executivos às ideias mal planejadas, já que o próprio Kilar admitiu que foi uma péssima estratégia lançar grandes produções no cinema e na HBO Max ao mesmo tempo, como ‘Godzilla vs Kong’ e ‘O Esquadrão Suicida‘.

E Zaslav já planeja dar um fim à HBO MAX e criar uma nova plataforma de streaming.

Mas, até lá, a Warner já está removendo diversos títulos do catálogo da HBO Max e não dará continuidade aos seus projetos originais.

Pelo visto, a atual estratégia de conteúdo do estúdio não envolve gastar grandes somas em recursos diretos para streaming, como era o caso de ‘Batgirl‘, que custou US$ 90 milhões.

Dados os relatórios recentes sobre as decisões de negócios da Warner Bros. Discovery, com a empresa supostamente procurando cortar US$ 3 bilhões do seu orçamento, isso explicaria os cancelamentos sem precedentes.

O estúdio já cortou a programação roteirizada nas redes a cabo TNT e TBS nos EUA, chegando a cancelar séries horas antes da estreia da temporada.

Ainda assim, a decisão de cancelar filmes de alto perfil no processo – incluindo uma tão esperada adaptação do universo DC – ainda é CHOCANTE.

James Wan vai produzir série live-action do ‘King Kong’ para o Disney+

De acordo com o Deadline, o Disney+ está desenvolvendo uma série live-action do ‘King Kong‘, que será produzida pelo James Wan (‘Invocação do Mal’) através da Atomic Monster.

O projeto trará a clássica história para os tempos modernos, com o retorno da Ilha da Caveira e o despertar de um novo Kong.

Stephany Folsom (‘Paper Girls’) será responsável pelo roteiro, que irá explorar a mitologia da história original do King Kong.

A série será baseada nos livros originais de Merian C. Cooper, e nos novos títulos escritos por Joe DeVito.

Folsom também servirá como produtora executiva ao lado de Wan, Michael Clear, Rob Hackett e Dannie Festa.

O projeto não deve ter conexão com o MonsterVerse, da Legendary Entertainment.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Boneco assustador ganha vida no trailer LEGENDADO do terror ‘Jack – A Caixa Maldita’

O terror ‘Jack – A Caixa Maldita‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Lawrence Fowler.

Quando uma caixa contendo um palhaço é desenterrada e aberta, os seus novos proprietários têm logo razões para acreditar que o boneco assustador tem vida própria.

O elenco conta com Ethan Taylor, Robert Strange, Lucy-Jane Quinlan, Philip Ridout e Darrie Gardner.

No Brasil, o terror será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.

Vale lembrar que, em 2022, o longa recebeu uma sequência, intitulada ‘The Jack in the Box: Awakening‘ – que segue sem previsão em território nacional.