— Interview with the Vampire (@Immortal_AMC) August 23, 2022
A produção vai estrear oficialmente no dia 2 de outubro.
O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que será o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dará vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.
Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
Segundo uma nova reportagem da HBO Max, a WarnerMedia Kids & Family resolveu cancelar o longa-metragem que seria baseado na aclamada animação (via ComicBook.com).
Com poucas informações divulgadas, não se sabe o motivo do cancelamento, mas é possível que este e outros projetos que foram recentemente engavetados pela produtora possam ser resgatados por outras companhias.
O longa-metragem já havia sido anunciado sob o título de produção ‘O Incrível Mundo de Gumball: O Filme’, que serviria tanto como conclusão da série original quanto prepararia o caminho para uma nova série, com título ‘O Incrível Mundo de Gumball: A Série’.
O filme traria Ben Bocquelet como produtor executivo e diretor, que também ficaria responsável pelo roteiro ao lado de Shane Mack. Sam Register, Vanessa Brookman e Sarah Fell seriam os produtores.
Confira a sinopse:
“Honrando suas raízes autorreferenciativas e metacômicas que conquistaram os fãs ao redor do mundo, o filme começa quando o maior fã de Gumball encontra o episódio perdido da série e acidentalmente abre um portal conectando seu mundo ao mundo animado. Ao conhecer seus heróis, ele decide se aliar a Gumball, Darwin, Anais, Ricardo e Nicole para salvá-los de uma força nefasta que se lança sobre a cidade de Elmore”.
A trama é centrada em Joshua “J” Cole, um garoto de 17 anos que se muda com seus parentes para um praia do sul da Califórnia após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Logo, Josh mergulha na vida de indulgência e excessos da família, que ele logo descobre, é fundada em atividades criminosas. Controlado pela durona avó do garoto, a matriarca Janine “Smurf” Cody, e pelo braço direito Baz, que gerencia os negócios e toma as decisões, o clã conta tambem com Pope, o mais velho e mais perigoso; Craig, o destemido filho do meio; e Deran, o problemático e desconfiado caçula. O grupo ainda traz Nicky, a namorada de J, e Catherine, a esposa de Baz e mãe da filha de 3 anos do casal, Lena.
Dois anos depois que Taylor Swift lançou ‘Reputation’, a princesa do country-pop voltou a explorar relacionamentos conturbados com a estreia de ‘Lover’, seu sétimo álbum de estúdio. E, logo de cara, a própria estética fonográfica onírica da produção nos arremessa de volta para 2014, mais precisamente para o auge de sua carreira (‘1989’) com uma deliciosa e contraditória aventura através de um tema que ela certamente conhece muito bem: o romance. Felizmente, ainda que a artista acabe se rendendo às mesmas narrativas de sempre, é inegável dizer que Taylor carrega consigo uma habilidade incrível para compor letras memoráveis e que, à prima vista, divirjam entre si.
Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).
Como se não bastassem as ótimas baladas – como a empática “Soon You’ll Get Better”, carregada pelas notas envolventes e familiares de um melódico violão, ou a declamatória e teatral “Daylight” -, Taylor não abre mão de suas já conhecidas críticas bastante ácidas, preferindo a sutileza condescendente a brutos ataques. Não é à toa que o álbum abra com a minimalista e controversa “I Forgot That You Existed”, que mistura o melhor dos toques contemporâneos com um envolvente pop clássico enquanto diz com todas as palavras que “não é amor, não é ódio, é indiferença”.
Do mesmo jeito, ela se exila em meio à comunidade LGBT+ em um sonoro e divertido protesto intitulado “You Need to Calm Down”, que nutre de certas semelhanças com “Royals” (principalmente a superposição das várias camadas no início do refrão), mas sem perder sua identidade. Aqui, Swift preza pela palavra cantada e alcança a mensagem que desejava passar desde o princípio (isso sem comentar a presença ilustre de nomes como Billy Porter, Ellen DeGeneres e Ryan Reynolds no videoclipe oficial).
Entretanto, a lead singer não se isenta de alguns brutos deslizes que, eventualmente, são ofuscados pela beleza da obra em sua completude. Por exemplo, temos a colaboração entre ela e Brandon Uries em “ME!”, faixa que sem sombra de dúvida não corresponde à capacidade criativa da artista. Na verdade, esta é a track mais solta de toda a obra, visto que é infantil demais e reflete uma personalidade linear que nada mais é que uma cópia malfeita de “Next to Me”, de Emili Sandé. Do mesmo modo, “It’s Nice To Have a Friend” é uma competente delineação, mas sofre por dois motivos: estar localizado em um esquecível lugar dentro do compilado de músicas e ser extensão de outras entregas muito melhor arquitetadas.
Nossa surpresa também ganha palanque quando as canções mais animadas e dançantes cedem espaço para as ballads. De um lado, temos o solilóquio “The Archer” que busca elementos tanto do synth-pop quanto do gospel-pop (a entrada dos vocais em coro é soberba em diversos níveis), mesmo que falhe em buscar uma explosão catártica, não sonora, em lyrics bem pensadas cujas metáforas são ricas em uma melancólica tristeza amorosa, respaldadas pela atmosfera dark; de outro lado, “Lover” talvez insurja como a track mais emotiva do CD, principalmente pelo fato de usar o saudosismo musical a seu favor. Nesta segunda faixa, a faixa em mid-tempo é movida pelos acordes do violão e pela bateria demarcada, mas, diferente de sua conterrânea, não deixa que a linearidade fale mais alto: a expressividade é canalizada pela profunda e dramática atuação de Taylor, expandindo-se para dois bridges que poderiam ser editados sem fazer muita diferença ao poder desse espetáculo.
Elementos de ‘Reputation’ também não são descartados por completo: em “Cruel Summer”, os sintetizadores e as distorções vocais que contemplam o pano de fundo harmonizam com a levada que tangencia a perfeição fonográfica de Swift. Nem mesmo a mudança brusca entre os dois atos principais é o suficiente para tirar as glórias da faixa – e é estranho e animador ao mesmo perceber como a canção dialoga em progressão pura com “Out of the Woods” (uma das melhores investidas de sua carreira). Esses mesmos elementos voltam a dar as caras em “The Man”, aproveitando o momento para recuar o peso do synth-pop e se valer de algo prático, apesar de convencional.
A ambiência mais obscura e quase tétrica volta com a deliciosa “Miss Americana & the Heartbreak Prince”, um interessante contos de fadas desconstruído que, apesar da presença exorbitante de estilos musicais, tem uma consistência considerável que utiliza até mesmo as propositais notas dissonantes para abrir espaço a uma épica aventura. Já sua sucessora, “Paper Rings”, afasta-se do que já vimos e mergulha em uma jornada de volta ao passado com um rock-pop-country dinâmico refletido pela enérgica performance da cantora – e, ainda que não esteja no mesmo nível que as outras, a música em questão suprimi seus claros deslizes ao nos convidar para redescobrir um hit quase roubado da década passada.
Em ‘Lover’, ao mesmo tempo que retornou para suas raízes, Taylor Swift não deixou de se reinventar e acrescentar uma bela obra fonográfica para sua carreira e, talvez, essa seja sua produção mais dramática e mais pessoal de todas.
Recentemente,Dua Lipacompletou 27 anos de idade. A cantora e compositora britânica ascendeu a uma fama meteórica após o lançamento de seu álbum de estúdio homônimo em 2017. Lipa lançou singles de extremo sucesso que caíram no gosto popular e que lhe renderam um Grammy Award de Artista Revelação.
Em 2020, a artista lançou seu segundo CD, ‘Future Nostalgia’, que tornou-se um dos queridinhos dos fãs de pop e da crítica por seu teor saudosista e por suas dançantes e cativantes canções – isso sem mencionar os incríveis videoclipes que acompanharam as faixas.
Para celebrar essa carreira que certamente ainda tem muito a nos contar – e para comemorar seu aniversário -, separamos uma breve lista com dez músicas essenciais para que você conheça a discografia da performer (que, apesar de ser bastante breve, já merece atenção).
Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:
O álbum de estreia homônimo de Dua Lipa rendeu nada menos que nove singles. O segundo deles talvez tenha sido o começou a chamar nossa atenção e a colocá-la no centro dos holofotes: “Be The One” mistura europop, power pop e synth-pop em uma jornada de redenção romântica que foi teve aceitação bastante positiva principalmente por sua produção.
Assim como as outras canções promocionais, “Hotten Than Hell” mostrou-se como uma mixórdia instrumental que variou desde o dance-pop e o disco até o tropical house e o R&B (estética que voltaria a se mostrar com força em ‘Future Nostalgia’). Com aclamação generalizada por parte da crítica, a track rendeu a primeira entrada da cantora nos charts do Reino Unido, debutando em #15.
Lipa uniu-se com o famoso produtor e compositor canadense Jon Levine para o nu-disco“Blow Your Mind (Mwah)”. Digna de ter maior reconhecimento pelo público – e um hino irretocável para as pistas de dança -, a canção foi elogiada por sua mensagem positiva que fala sobre estar confortável com seu próprio corpo independente do que as outras pessoas falam.
“SCARED TO BE LONELY”
Lançamento como single: 27 de janeiro de 2017
Antes de ter sua magistral revelação com “New Rules”, Lipa colaborou com o DJ holandês Martin Garrix para a futurista “Scared to Be Lonely”, que estreou no Festival AVA em Mianmar. Com várias versões (inclusive uma acústica que seria lançada meses mais tarde), a faixa integrou a versão deluxe do álbum de estreia da cantora.
“New Rules” parou o mundo com sua batida cativante, estandarte do maior patamar possível do tropical house e do EDM. Construída a partir de baterias e sintetizadores minimalistas, a faixa conquistou o público com força descomunal e alcançou o topo das paradas em vários países – além de render à Dua sua primeira entrada na Hot 100 da Billboard (#6) e uma indicação às categorias de Música do Ano e Melhor Coreografia no VMA 2018.
Assim que lançada, “IDGAF”, assim como os singles anteriores de ‘Dua Lipa’, teve recepção relativamente positiva pela crítica, a qual voltou a elogiar o conteúdo lírico e a impecável produção do canadense Koz. Rendendo mais uma entrada no Hot 100, o borbulhante pop foi indicado para Single do Ano no BRIT Awards 2019.
“ONE KISS”
Lançamento como single: 06 de abril de 2018
Uma outra famosa colaboração de Dua Lipa foi com o produtor e DJ escocês Calvin Harris, um dos artistas mais conhecidos da contemporaneidade. “One Kiss” se tornou a música mais vendida do ano no Reino Unido e alcançou o topo dos charts em nada menos que vinte países diferentes. A amálgama de dance-pop, diva house e funk house faz uma homenagem cativante ao cenário musical dos anos 1990.
Com pouquíssimo tempo de carreira, Dua Lipa viria a alcançar maturidade com ‘Future Nostalgia’, sua segunda produção musical. O single principal, “Don’t Start Now”, foi lançado em 2019 e, sem sombra de dúvidas, entrou para várias listas de melhores músicas do ano passado. Recebendo aclame pela crítica especializada e conquistando o mundo, a canção permaneceu vinte semanas no Top 10 da Billboard e foi elogiada pelos vocais e pela produção.
O power pop“Physical” foi aclamado por sua energia incomparável e por sua homenagem aos clássicos dos anos 1980. Para além da canção, o single foi acompanhado de dois vídeos impecáveis – incluindo uma versão mimética dos clipes de ginástica de Jane Fonda. A canção é uma exuberante e sensual aventura que merece ser levada para as pistas de dança quando tudo voltar ao normal, é claro.
“Break My Heart” foi lançado dois dias antes do lançamento de ‘Future Nostalgia’ – e foi uma escolha bastante interessante para integrar os singles do álbum. Apesar do título, a faixa segue a identidade vibrante das outras investidas, dessa vez rendendo-se ao disco e ao dance-pop que nos transporta imediatamente para a década de 1980 em uma narrativa romântica que pode ou não dar certo.
O relançamento de ‘Avatar‘ em 3D nos cinemas nacionais ganhou trailer legendado, dublado e cartaz.
O filme retorna dia 22 de Setembro – antes da estreia da sequência, intitulada ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que será lançado em 16 de dezembro.
Confira:
Dublado
Legendado
Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.
Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.
James Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.
‘Avatar: O Caminho da Água‘ está agendado para estrear no dia 16 de dezembro de 2022 nos cinemas, com ‘Avatar 3‘ programado para estrear dois anos depois, em 20 de dezembro de 2024. Nos resta então apenas aguardar!
Diferente dos três últimos filmes lançados e de grande sucesso e que também estrearam nos cinemas em todo mundo – ‘Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses’ (2013), ‘Dragon Ball Z – O Renascimento de F’ (2015) e ‘Dragon Ball Super – Broly’ (2018) – que apostavam em apresentar novos personagens que ajudou a construir um universo de nova saga chamado de Super, este novo ‘Dragon Ball Super: Super Herói‘ prefere apostar na nostalgia e resgatar algo que há muito os fãs vêm pedindo.
A proposta de trazer de volta Gohan como personagem principal de uma grande história de ‘Dragon Ball‘, uma ideia que já era idealizada por Akira Toriyama, criador da franquia, lá na saga dos androides, quando a passagem de bastão estava telegrafada. Goku preparava o terreno para que o seu filho e verdadeiro Saiyajin mais poderoso do universo, Gohan, não apenas derrotasse o vilão Cell, mas também assumisse o protagonismo a partir dali – algo que o próprio Toriyama decidiu descartar logo depois, na saga de Majin Boo.
Não à toa, a trama de ‘Dragon Ball Super: Super Herói‘ pega emprestada vários elementos dessa temporada em questão, já que o filme traz a tona o ressurgimento da clássica Red Ribbon, uma organização militar criminosa que foi destruída por Goku ainda nas primeiras temporadas de ‘Dragon Ball‘, em sua versão criança.
Aqui, vemos que Magenta, atual líder da Red Ribbon e o filho Comandante Red, recrutando o Dr. Hedo, cientista e neto de Dr. Gero, na intenção de fortalecer a organização, com os novos androides chamados de Gamma 1 e Gamma 2, e destruir a Corporação Cápsula, além dos Guerreiros Z para vingar o seu pai.
Até aí, tudo normal, só que tudo muda quando temos a notícia que Goku e Vegeta estão treinando no planeta de Bills. Ou seja, a missão dessa vez fica a cargo de Gohan e Piccolo, que devem proteger a Terra enfrentando vilões para além de poderosos, despertando assim forças ocultas.
Acontece que não é apenas o fato de trazê-los para luta que causa a sensação de antiga referência, pois as novas formas de ambas as figuras nos remetem imediatamente às suas primeiras aparições na série animada. Gohan, na sua nova transformação, chamado de Gohan Beast, parece bastante com sua versão mais jovem, com cabelos mais longos e uma expressão mais séria – diferente do cientista que atual que não gosta de lutar.
Já o Piccolo, que foi por muito tempo um dos melhores vilões da franquia, tem com a sua versão Orange Piccolo um visual monstruoso e brutal, até parecido com o Super Saiyajin 3, sobretudo pelas sobrancelhas peladas e enormes. Junte isso também à volta da Red Ribbon e os próprios androides, além do surgimento do vilão Cell. Ou seja, um pacote completo para os fãs de longa data.
Já pela parte estética ou, melhor dizendo, técnica, temos outra mudança significativa se formos comparar com os filmes já citados, já que ‘Dragon Ball Super: Super Herói‘, ao contrário destes, aposta em elementos de CGI, onde vemos claramente a utilização de efeitos computadorizados para criar não apenas os cenários, mas os movimentos das cenas de luta. O que à primeira vista pode estranhar os apreciadores da clássica estética de animações 2D, mas que com o tempo o espectador vai se acostumando.
A narrativa, como sempre, segue o esquema simplório desses longas animados que são baseados em séries maiores, não se propõe a fazer mudanças drásticas, já que tem a intenção de funcionar isoladamente e não afetar em nada na história central abordada.
No entanto, dá pra dizer que ‘Dragon Ball Super: Super Herói‘ é um presente para os fãs de Gohan, que sempre quiseram ter o eterno Super Saiyaman (grande herói) de volta à ação e não ficar apenas ali funcionando como alívio comigo. Cumpre perfeitamente o que se propõe ser e, não por acaso, tem feito um grande sucesso por onde passa, liderando, por exemplo, as bilheterias brasileiras. Mas isso não é surpresa, pois a força do Goku é enorme nas terras canarinhas.
O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um vídeo exclusivo da 7ª temporada do ‘Shark Tank Brasil‘, que estreará no Sony Channel na quinta-feira, 25 de Agosto, às 21h30.
O conteúdo mostra um dos pitches do episódio de estreia do reality show.
A sétima temporada do Shark Tank Brasil será apresentada por Luitha Miraglia e contará com Sandra Chayo, sócia e diretora do Grupo Hope, e o ator e empresário Felipe Titto se unem a João Appolinário, fundador da Polishop, Caito Maia, fundador e CEO da Chilli Beans, Carol Paiffer, CEO da ATOM S/A, e José Carlos Semenzato, especialista no setor de franquias, para buscar e investir em empreendedores.
A premiada franquia Shark Tank é baseada no reality “Dragons ‘Den”, criado pela Nippon TV no Japão e distribuída ao redor do mundo pela Sony Pictures Television. O formato foi adaptado com êxito e já cativou audiências em mais de 40 territórios em todo o mundo, incluindo Austrália, Canadá, França, Alemanha, México e Estados Unidos.
Logo quando você pensou que estava seguro fora d’água…
O terror chinês ‘Land Shark‘, que traz um tubarão mutante atacando em terra firme, ganhou um novo trailer.
Confira:
O longa é dirigido por Cheng Siyu.
O chefe de uma companhia farmacêutica investiu em um laboratório de pesquisa localizado no coração de uma floresta. Ao modificarem geneticamente um tubarão para desenvolver um novo remédio contra câncer, um grande problema foi causado: devido a uma alteração genética, o tubarão sofreu mutação e agora pode andar em terra firme.
Luo Li-Qun, Xi Mei-Li e Tang Xin estrelam a produção.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do suspense terror de Jordan Peele (‘Nós’), ‘Não! Não Olhe!‘, estreia nos cinemas no dia 25 de Agosto.
Apesar de ser um bom filme e prender a atenção, a produção fica bem atrás dos surpreendentes ‘Corra!‘ e ‘Nós‘.
‘Não! Não Olhe!‘ teve um orçamento maior do que as produções anteriores de Peele, com estimados US$ 68 milhões.
O terror vai precisar ultrapassar US$ 200 milhões para ser um sucesso financeiro, mas a bilheteria doméstica já é um ótimo sinal para a longevidade da produção nas telonas, especialmente por se tratar de um filme original.
Vale lembrar que ‘Corra!‘ e ‘Nós‘ conseguiram superar a marca dos US$ 255 milhões mundialmente.
Na trama, os residentes de uma ravina solitária do interior da Califórnia testemunham uma descoberta estranha e assustadora.
Em entrevista ao Deadline, Jinny Howe, nova chefe de dramas originais da Netflix, prometeu que seu foco é introduzir mais representatividade aos projetos do serviço de streaming, incluindo nas futuras temporadas de ‘Virgin River‘ – que já havia sido criticada pela falta de diversidade em seu elenco.
“Considerando as discussões que tivemos sobre a quinta temporada de ‘Virgin River’, é seguro dizer que a representatividade estará mais presente na série. Definitivamente é a nossa prioridade, enquanto expandimos a comunidade de ‘Virgin River’, que a série tenha mais diversidade e inclusão.”
Sobre o futuro da produção, Howe comenta: “Com a quarta temporada, vimos que o público da série continua muito forte. Considerando os dados, acredito que há muitas outras histórias para serem contadas. Será interessante continuar a acompanhar esses personagens. Nós entendemos que esse é um universo muito rico de personagens que são amados pelos espectadores, que querem sempre mais. Enquanto isso for válido, posso confirmar que teremos mais temporadas de ‘Virgin River’.”
A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.
A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.
James Bobin (‘Alice Através do Espelho’) será responsável pela direção.
Anteriormente, Oren Uziel (‘A Cidade Perdida’) havia sido contratado pelo estúdio para dar uma “grande atualização” no roteiro.
O longa é baseado no jogo de tabuleiro ‘Detetive‘, criado em 1943, por Anthony E. Pratt.
Em 1985, a primeira adaptação vai lançada nas telonas, estrelada por Tim Curry. Em 2011, uma minissérie foi lançada, mas não atraiu a mesma atenção que o filme clássico.
Na trama…
Seis convidados são anonimamente convidados para jantar em uma estranha mansão, mas depois que seu anfitrião é morto, eles devem cooperar com a equipe para identificar o assassino enquanto os corpos se amontoam.
‘Órfã 2: A Origem‘ é uma das sequências mais aguardadas do ano, e já estreou nos EUA em alguns cinemas e no streaming do Paramount+.
Apesar do trailer ter dividido opiniões, o filme está agradando os críticos e atualmente está com 71% de aprovação no site agregador de notas, Rotten Tomatoes, com 93 reviews publicadas.
São 66 críticas positivas e 27 negativas, com nota média 6 de 10.
Segundo o consenso geral dos críticos, “apoiando-se em sua premissa ridícula, A Órfã é uma sequência que consegue manter seu potencial – e para os fãs de terror exagerado, pode até representar uma melhoria em relação ao original.”
Confira as principais críticas:
“Julia Stiles interpreta a matriarca, e é bom ver essa bela atriz se divertindo no filme que é um caos e ao mesmo tempo agradável;”, Times
“O roteiro de Coggeshall não é especialmente nítido, já que o filme realmente gira em torno dessa grande reviravolta, mas a abordagem visual e as performances dos atores dão a A Órfã 2 uma vantagem que deve satisfazer os fãs do original.”, indieWire
“A força da atuação de Fuhrman – como ela demonstrou em The Novice do ano passado, ela pode ser uma presença marcante e inquietante na frente de uma câmera – é um caminho considerável para recuperar o papel da malévola mini psicopata Esther.”, Observer
“‘Órfã 2: A Origem’ arrasa! Está claro que os talentosos realizadores não queriam imitar o filme anterior. O segundo é mais espirituoso, inteligente e simplesmente incrível, injetando vida nova em sua fórmula de criança assustadora. Tome um gole antes de ver!” Fresh Fiction
“‘Órfã 2’ é um filme inteligente e pontual que se encaixa perfeitamente no que o primeiro filme criou há mais de uma década.” Collider
“Deliciosamente exagerado e um pouco bobo, é uma comédia de terror difícil de não gostar, mesmo que não faça jus ao seu antecessor.” Starburst
“Um filme que compreende o seu próprio absurdo, sendo muito melhor que o primeiro, e com razão.” The Wrap
“Funciona como uma prequel da Esther, mas consegue se sentir tão singularmente independente graças a algumas mudanças pontuais e ótimas na narrativa.” IGN Movies
O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de setembro.
O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.
Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A roteirista Jessica Gao, entrevista com o Collider, prometeu que o Demolidor de Charlie Cox será bem fiel aos quadrinhos na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, mesmo que traga uma abordagem mais focada no humor.
“Ele realmente adora esse personagem. É um papel que significou muito para ele, mas é claro que ele também veio pronto para brincadeiras”, disse Gao.
E continuou: “Ele estava totalmente pronto para algumas brincadeiras mais engraçadas e para a dinâmica divertida com a Mulher-Hulk”.
“Realmente se parece muito com o personagem dos quadrinhos. Foi divertido porque ele se encaixa perfeitamente com a série. Ambos são advogados, e ambos são super-heróis. Foi divertido pensar em como seria a dinâmica entre eles, levando em conta as suas personalidades”, finalizou.
‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ já está disponível no Disney+ e é descrita como uma comédia jurídica de meia hora centrada em Jennifer Walters, prima de Bruce Banner. Tatiana Maslany é a protagonista, enquanto Mark Ruffalo e Tim Roth retornam como Bruce Banner/Hulk e Emil Blonsky/Abominável, respectivamente.
‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ já estreou no Disney+ e é descrita como uma comédia jurídica de meia hora centrada em Jennifer Walters, prima de Bruce Banner.
Este é o primeiro personagem original da série live-action, que já teve sua fotografia principal concluída, e a imagem do personagem abaixo é apenas ilustrativa. Até o momento, não foi revelada qual será o contexto dessa figura na trama.
Veja abaixo o anúncio oficial:
Exclusive: Ryan Mah has been cast as Fire Navy officer Lieutenant Dang, a new original character, in the live-action Avatar: The Last Airbender series!
He’s best known for Lost in Space and Snowpiercer. (Character image is illustrative only.) pic.twitter.com/xWNab2jHzy
Lembrando que ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ terá oito episódios na primeira temporada, com 1 hora de duração cada. O elenco principal traz Gordon Cormier (Perdidos no Espaço) como Aang, Kiawentiio Tarbell (Anne with an E) como Katara, Ian Ousley (Physical) como Sokka,Dallas Liu (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) como Zuko, e Daniel Dae Kim (Lost) como Ozai.
O remake hollywoodiano do aclamado suspense ‘Boa Noite, Mamãe‘ teve suas primeiras imagens divulgadas.
Naomi Watts (‘O Chamado’) estrela a nova versão e surge com o rosto encoberto, com Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’) interpretando os filhos gêmeos de sua personagem.
Confira:
A produção irá direto no Prime Video no dia 16 de setembro.
O primeiro trailer deve ser lançado em breve. Fiquem ligados!
Jeremy Bobb (‘The Outsider’), Crystal Lucas-Perry (‘Law & Order’) e Peter Hermann (‘Younger’) completam o elenco.
Watts também será a produtora executiva do projeto ao lado dos diretores do longa original, Severin Fiala e Veronika Franz.
“Elias e seu irmão gêmeo Lukas chegam à casa de sua casa e a encontra com o rosto coberto por faixas − o resultado, ela explica, de uma recente cirurgia. Enquanto Lukas estranha as regras incomuns da casa, Elias desenvolve uma sinistra suspeita: e se a mulher embaixo das faixas, que os está fazendo comida e dormindo no quarto ao lado, não for realmente sua mãe?”
Lançado em 2014, o original tem uma aprovação de 86% no Rotten Tomatoes.
O novo spin-off em mangá de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘ ganhou recentemente novos detalhes e uma descrição oficial.
Após os vazamentos que já haviam surgido, a edição de agosto da revista Champion RED, publicada pela editora Akita Shoten, trouxe o anúncio oficial de que o mangá de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘ receberá um novo derivado intitulado ‘Saint Seiya — Kaiou Saiki: Rerise of Poseidon‘.
A nova publicação trouxe mais detalhes sobre o novo mangá de Tsunaki Suda, que começará sua publicação já na próxima edição da revista, que será lançada em 16 de setembro.
A trama começa com a chegada de uma nova ameaça, enquanto Athena e seus guerreiros estão ocupados lutando contra Hades. Para combater essa ameaça, Poseidon, o imperador do mar, desperta.
O mangá, intitulado originalmente como ‘Saint Seiya‘, conta a história de um grupo de cinco jovens guerreiros cuja função é proteger Saori Kido, reencarnação de Atena, a deusa grega da sabedoria. Para lutar, eles utilizam sua energia interior, o cosmo, e suas armaduras que são inspiradas em constelações e na mitologia grega.
A SonyPlayStation fez uma rápida aparição na cerimônia de abertura da Gamescom 2022 para anunciar o DualSense Edge, uma versão focada em performance do DualSense.
Esse novo joystick conta com botões extras e partes que podem ser removidas e personalizadas, como os analógicos. No entanto, a novidade não tem previsão de lançamento.
Logo abaixo, você pode conferir um vídeo que mostra o visual do controle:
O DualSense Edge wireless terá recursos para que você personalize os botões, mudando os comandos de lugar ou simplesmente desativando-os. Haverá também opções para modificar a sensibilidade do analógico e de suas dead zones, a distância necessária para movimentar o analógico até que o comando seja reconhecido.
A Sony citou que essas configurações podem ser importantes para os jogadores mais competitivos de FPS (First-Person Shotter) e de jogos de corrida.
Caso desejar, o jogador ainda conseguirá trocar analógicos e os botões traseiros por peças novas que poderão ser compradas posteriormente. Lembrando que essa versão mantém alguns dos principais recursos do DualSense padrão, como o sistema háptico e os gatilhos adaptáveis. Por fim, o controle virá com um cabo USB-C para o seu carregamento e um estojo para levar o controle e todos os seus componentes.
Já sabemos que a 5ª temporada de ‘Cobra Kai‘ estreia em setembro, e para empolgar e aquecer o público, a Netflix soltou um novo pôster, com diversos personagens dos clãs.
Confira abaixo o cartaz:
Após o resultado chocante do Torneio Regional, Terry Silver tenta expandir o império e fazer o estilo de caratê “sem compaixão” dominar a região. Com Kreese preso e Johnny Lawrence longe do caratê para reparar os danos que causou, Daniel LaRusso precisa pedir ajuda a uma pessoa do passado.
Terry está querendo mudar as coisas no CK, então Daniel, Johnny e um velho aliado unem forças para uma batalha que vai muito além do tatame.
Lembrando que os novos episódios têm estreia marcada para o dia 09 de setembro.
‘Cobra Kai’ se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).
Os diretores de ‘Batgirl‘ revelaram ao canal Skript que perderam acesso à todas as cenas gravadas do filme que foi dispensado. SegundoBilall Fallah, assim que o cancelamento foi anunciado, o também diretor Adil El Arbi falou para ele gravar algumas cenas no celular, porém não tiveram mais acesso aos materiais.
“Não temos nada do filme (…). Quando fui olhar o servidor, tudo já tinha sido retirado. Pensamos: ‘merda!’. Não ficamos nem com as cenas do Batman”, falou El Arbi.
Mesmo assim, não está claro se os conteúdos foram realmente deletados dos servidores, ou se os cineastas tiveram os acessos revogados. Durante a entrevista, a dupla também revelou que o cancelamento aconteceu no meio do processo de edição e que, segundo a Warner, não foi questão de qualidade do material, mas sim uma “nova estratégia”.
Vale lembrar que o cancelamento de ‘Batgirl‘ foi anunciado no começo de agosto, em meio à uma reformulação da empresa após a fusão entre Warner e Discovery. Na época, os cineastas revelaram que ficaram “chocados” com a decisão, e receberam apoio de outros profissionais da área, como James Gunn, Edgar Wright eKevin Feige.
Além de LeslieGrace e Fraser, o elenco ainda contaria com Michael Keaton (Batman), J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.
Christina Hodson assinavam o roteiro, enquanto Adil El Arbie Billal Fallah (‘Bad Boys para Sempre’) estavam responsáveis pela direção.