A cantora e compositora Melanie Martinez está de volta ao mundo da música com o single inédito “POSSESSION”, que dá início à sua próxima era fonográfica após o elogiado ‘PORTALS’.
O lançamento surpresa, que se deu ontem, 28 de janeiro, veio acompanhado com a seguinte declaração: “bem-vindos à nova ordem mundial de Melanie Martinez. Cry Baby está morta”, fazendo alusão à persona que adotou nos discos anteriores.
Mais detalhes sobre o compilado de originais não foram divulgados.
Martinez se tornou mundialmente conhecida por seu icônico cabelo preto e branco (homenagem à vilã Cruella de Vil, de ‘101 Dálmatas’) e por um estilo musical nostálgico e assustador, com letras pesadas e que retratam suas próprias experiências de vida. Além disso, ela ascendeu à fama após ter participado do reality de competição The Voice.
Ela fez sua estreia ainda em 2015 com o aclamado ‘Cry Baby’. Em 2019, lançou o álbum ‘K-12’, que veio acompanhado de um longa-metragem dirigido pela própria cantora e compositora e que faturou uma indicação ao Billboard Music Awards. Em 2020, lançou o ótimo EP‘After School’, retornando em 2023 com ‘PORTALS’, que atingiu o segundo lugar da Billboard 200.
Em sua carreira, ela angariou mais de 30 bilhões de streams, além de 5,5 visualizações em seu canal oficial no YouTube e 62 milhões de seguidores através de todas as plataformas sociais.
Depois de muito esperar, a popular série de época ‘Bridgerton’ retornou com novos episódios ao catálogo da Netflix.
A primeira leva de episódios do novo ciclo foi lançada hoje, 29 de janeiro, na plataforma de streaming, acompanhando o romance entre o boêmio Benedict Bridgerton (Luke Thompson) e a sensata empregada Sophie (Yerin Ha).
Agora, a Netflix divulgou os novos créditos de abertura da série.
A história acompanha a policial Patrícia Trindade, que é afastada da corporação após uma operação fracassada e passa a ser jurada de morte pelo alto escalão do narcotráfico. Mesmo assim, ela se vê obrigada a enfrentar o crime organizado em pleno território amazônico para salvar a própria filha, Luiza, uma médica humanitária que é sequestrada por garimpeiros.
A estreia está marcada para o dia 16 de abril nos cinemas.
Nesta última quarta-feira (28), a atriz Odessa A’zion (‘Marty Supreme’, ‘I Love L.A.’) fez uma série de postagens em seu Instagram oficial anunciando que deixou o elenco de ‘Deep Cuts’, novo filme de Sean Durkin(‘Garra de Ferro’) para a A24 (via Deadline).
O longa é adaptação do romance homônimo de Holly Brickley, lançado em 2021. Após a escalação de A’zion, fãs do livro perceberam que a personagem que ela interpretaria, Zoe Gutierreza, tinha descendência judia e mexicana. A’zion não é mexicana, o que gerou discussão calorosa nas redes sociais.
Em seu Instagram, A’zion disse que concordou com as críticas e não tinha conhecimento da identidade da personagem antes de aceitar o papel, visto que não lera o livro.
“Gente! Estou com todos vocês e não vou fazer esse filme”, ela escreveu nos stories. “Obrigada por me avisarem. Concordo com cada um de vocês! É por isso que amo vocês. Sinto muito que isso tenha acontecido. É muito importante para mim contar como tudo aconteceu: fiz o teste para Percy, mas me ofereceram a Zoe e aceitei na hora! Estou muito irritada, eu não tinha lido o livro e deveria ter prestado mais atenção a todos os aspectos da Zoe antes de aceitar… E agora que sei o que sei?”
A’zion acrescentou: “Que se dane. Estou fora! Eu jamais tiraria um papel de outra pessoa que nasceu para fazê-lo. Que deveria fazê-lo! Não sou eu. Há muitas pessoas mais do que capazes de interpretar esse papel e eu não sou uma delas. Mal posso esperar para ver quem vai ficar com o papel”.
O filme acompanha dois jovens de vinte e poucos anos obcecados por música que navegam pelas realidades complicadas da ambição, do pertencimento e da vida adulta ao longo de uma década.
Confira a sinopse:
É sexta-feira à noite em um bar do campus em Berkeley, outono de 2000, e Percy Marks está pontificando sobre música novamente. Hall and Oates toca na jukebox, e Percy – que não tem talento para música, apenas muitas opiniões sobre ela – não consegue evitar de analisar demais a música, entregando-se ao que ela sabe ser seu hábito mais irritante. Mas algo está diferente esta noite. O cara ao lado dela no bar, seu colega Joe Morrow, é compositor. E ele poderia ouvir Percy falar a noite toda.
Joe pede feedback a Percy sobre uma de suas músicas – e os resultados dão início a uma parceria que durará anos, despertará novas paixões em ambos e esmagará seus egos repetidas vezes. A colaboração deles vale o custo? Ou está impedindo Percy de encontrar sua própria voz?
Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’) e Drew Starkey (‘Queer’) estrelam o projeto, tendo substituído Saoirse Ronan e Austin Butler.
Sean Durkin (‘Garra de Ferro’) fica responsável pelo roteiro e pela direção.
No começo do ano passado, a Netflix havia renovado a popular série alemã ‘A Imperatriz’ para a terceira e última temporada – e, quase doze meses depois, tivemos uma atualização promissora do ciclo de encerramento.
Segundo o Deadline, a gigante do streaming revelou que o drama de época retornará com seus episódios finais no “final de 2026”, ainda sem dia confirmado.
Na trama dos próximos episódios…
Após a devastadora Guerra da Sardenha, o Imperador Franz retorna traumatizado e atormentado pela culpa de ter perdido milhares de jovens no campo de batalha. Elisabeth se esforça para ajudá-lo, lutando com fervor por seu casamento e defendendo aquilo que acredita ser o melhor para o império — mas sem sucesso. A resistência na corte e sua própria saúde debilitada a obrigam a deixar Viena e embarcar em uma aventura inesperada. No final desta emocionante série em seis partes, Elisabeth fará um encontro fatídico que mudará para sempre sua vida e o futuro da Europa.
Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma.
O amor entre o Imperador Francisco José e Elisabeth surge contrariando o destino e todas as possibilidades. Juntos, eles embarcam em um perigoso caminho. Cercada por intrigas e disputas de poder, Elisabeth confronta quem não acredita nela.
Com 11 reviews publicadas até o momento, o thriller pós-apocalíptico ‘Worldbreaker‘, estrelado pela Milla Jovovich (‘Resident Evil’), dividiu a opinião dos críticos com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral aponta da falta de originalidade da produção, que segue a cartilha básica de filmes do gênero. Além disso, muitos consideraram que o longa falha em alcançar seu potencial máximo.
Separamos os trechos das principais críticas:
“O filme nunca tenta ser mais do que é. Poderia ter sido melhor, mas algo o impede. Não é um filme ruim, mas é como um lanche rápido, não uma refeição completa.” (InSession Film)
“Com 90 minutos de duração, o filme nunca chega a atingir o seu potencial máximo, deixando-nos com um longa que nunca é um fracasso total, mas também nunca um sucesso verdadeiro.” (Bloody Disgusting)
“Não há uma introdução propriamente dita e temos pouquíssima resolução, mantendo a obra à distância, apesar das fortes emoções presentes em alguns momentos.” (Blu-ray.com)
“Um filme de monstros com algo a dizer sobre pais, filhos e o valor da esperança.” (Aisle Seat)
“Billie Boullet e Luke Evans se saem bem em seus respectivos papéis, mas não conseguimos escapar da sensação de que a história tem mais a dizer. Isso fica mais evidente no ato final. Depois de cerca de uma hora de treinamento e construção de mundo, o clímax parece apressado.” (AIPT)
“‘Worldbreaker’ é um filme particularmente bom? Não, na verdade não. É bobo, genérico e você provavelmente vai esquecer a maior parte dele quando os créditos começarem a rolar — se não antes. No entanto, às vezes, um filme de monstros grandioso e bobo com Milla Jovovich é exatamente o que você precisa.” (FandomWire)
“Um thriller de ação e ficção científica intenso e realista, porém tedioso e sem inspiração.” (NYC Movie Guru)
‘Worldbreaker‘ será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 30 de janeiro. No Brasil, segue sem previsão.
Brad Anderson(‘Chamada de Emergência’) é responsável pela direção.
Após uma fenda abrir uma brecha no planeta, criaturas monstruosas – Breakers – infectam e transformam humanos em assassinos. Os homens são os mais vulneráveis, deixando as mulheres liderarem a guerra pela sobrevivência da humanidade.
A mãe de Willa luta na linha de frente; seu pai, um veterano de guerra marcado por cicatrizes, fugiu das cidades em chamas com ela para uma ilha remota. Lá, ele a treina todos os dias — espada, sobrevivência, disciplina — preparando-a para o momento em que os Breakers os encontrarem.
Esse momento chega quando Willa descobre uma garota sozinha, trazida à costa por um barco em chamas. Escondendo-a do pai, Willa sonha com amizade em um mundo solitário. Mas a infecção da garota os expõe, e logo a ilha está sob ataque.
Com os Breakers se aproximando, Willa e seu pai fazem uma tentativa desesperada de escapar. Sua última resistência força Willa a usar tudo o que ele lhe ensinou — apenas para se deparar com a mãe que ela só conhecia por meio de lendas.
O elenco ainda conta com Luke Evans (‘Drácula – A História Nunca Contada’), Billie Boullet (‘A Pior das Bruxas’) e Mila Harris (‘Sem Saída’).
Joshua Rollins, de ‘Tempestade Infinita‘, assina o roteiro.
Colter interpretará Michael, um advogado demitido por uma startup do Vale do Silício com a intenção de roubá-lo de suas opções de ações. Recusando-se a recuar, ele une forças com outro advogado recentemente demitido para representar aqueles que são explorados pela elite da tecnologia e ajudá-los a lutar em uma batalha de alto risco contra os Golias que controlam o Vale do Silício.
Keller interpretará Olivia, uma recém-formada em direito do Meio-Oeste dos EUA que é demitida de uma startup do Vale do Silício e se une a Michael para formar um escritório de advocacia independente e enfrentar as gigantes da tecnologia.
Mais detalhes não foram divulgados.
A produção foi criada por Robert e Michelle King – as mentes por trás da popular e aclamada série ‘The Good Wife‘.
A dupla de criadores também está escrevendo o episódio piloto, além de entrar na função da produção executiva.
A expectativa é que a produção seja lançada na temporada 2026-27.
Segundo o Deadline, Antony Starr, que eternizou o papel de Capitão Pátria na aclamada série ‘The Boys’, já encontrou seu próximo projeto televisivo.
A Netflix anunciou hoje (28) um novo projeto intitulado ‘Breakers’, que trará Starr como protagonista e produtor executivo.
A série foi criada por Pete Jackson (‘Somewhere Boy’), que assume as funções de roteirista e produtor executivo, e pela Clerkenwell Films (‘Bebê Rena’).
A trama acompanha dois melhores amigos dos EUA que viajam de mochila pela Austrália e logo se veem envolvidos em uma comunidade aparentemente perfeita de surfistas, liderada por uma figura carismática, porém misteriosa, chamada Brando – interpretada por Starr.
A Netflix anunciou hoje (28) que o popular drama estrelado por Manuel Garcia-Rulfo foi oficialmente renovado para a 5ª temporada, que adaptará o sétimo romance da saga assinada por Michael Connelly, ‘Resurrection Walk’.
A notícia veio antes mesmo da estreia do quarto ciclo, agendada para o dia 5 de fevereiro.
Mais detalhes não foram divulgados.
Criada por David E. Kelley, a série é baseada na saga de livros ‘Nos Meandros da Lei‘, de Connelly.
A trama acompanha o idealista iconoclasta Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) que comanda uma firma de advocacia no banco de trás de seu carro, trabalhando em pequenos e grandes casos em Los Angeles. Após algum tempo longe do direito, Mickey está tentando encontrar um novo caminho na profissão. Quando retorna para Los Angeles, ele se depara com um mistério para resolver assim que inicia o novo negócio.
O terror ‘Dolly‘, que promete ser uma homenagem sangrenta aos clássicos dos anos 70 – como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Quadrilha de Sádicos‘ –, ganhou o primeiro trailer.
Rod Blackhurst (‘Caminhos de Sangue’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Brandon Weavil.
A trama gira em torno de Macy, uma jovem que precisa lutar pela sobrevivência após ter sido raptada por um psicopata doentio que tem a intenção de criá-la como sua filha.
O elenco conta com Fabianne Therese (‘John Morre no Final’), Seann William Scott (‘American Pie’), Ethan Suplee (‘Duelo de Titãs’) e o lutador profissional Max the Impaler.
O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 6 de março.
A teledramaturgia brasileira não é considerada, quiçá, a melhor do mundo por qualquer motivo. Desde o surgimento da televisão como veículo artístico, o cenário nacional foi palco para clássicos instantâneos que se encontraram sucesso crítico e comercial ao redor do planeta, eternizando-se no escopo do entretenimento – como foi o caso de obras como ‘Vale Tudo’, ‘Avenida Brasil’ e ‘Cordel Encantado’, apenas para citar algumas. Em 1986, Wilson Aguiar Filho encabeçou a ambiciosa novela ‘Dona Beija’, que fez um estrondo durante sua exibição entre os meses de março e julho, imortalizando uma das personagens mais memoráveis da cultura pop do Brasil.
Agora, quarenta anos mais tarde, somos convidados a revisitar esse universo com o vindouro lançamento do remake‘Dona Beja’, que chega ao catálogo da HBO Max no próximo dia 2 de fevereiro, com o lançamento dos cinco primeiros capítulos. Estrelado por Grazi Massafera como a personagem titular, a semana de estreia da segunda novela original da gigante do streaming é um deleite performático e narrativo que acerta em cheio com a atmosfera colonial do século XIX à medida que nos apresenta a personagens complexos e recheados de dilemas morais que culminam em reviravoltas e surpresas próprias do gênero. Ainda que dotado de alguns deslizes de ritmo e de estrutura, o resultado é aprazível o suficiente para nos manter intrigados e envolvidos no arco de uma mulher que ousou desafiar o status quo da época para se libertar das próprias amarras.
De certa maneira, todo o escopo da atração nos remonta à icônica minissérie ‘Hilda Furacão’, estrelada por Ana Paula Arósio. Aqui, Massafera dá vida a Ana Jacinta de São José, apelidada carinhosamente como Beja, uma jovem de beleza estonteante e que foi criada pelo avô, José Alves (Roberto Bomtempo). Jurando amor eterno a Antônio (David Junior), que em breve partirá para Londres para cursar Direito, Beja vê sua vida virar de cabeça para baixo quando, após participar de um baile em homenagem ao Ouvidor Motta (Virgílio Castelo), se torna alvo desse ambicioso homem, que decide raptá-la e levá-la para a cidade de Paracatu, obrigando-a a se casar com ele. Porém, ela se recusa a aceitar e faz de tudo para escapar de sua prisão, fomentada pelo assassinato do avô pelas mãos de seu impiedoso carcereiro, fazendo de tudo para voltar aos braços de Antônio.
Como podemos imaginar, seu plano não dá certo: as más línguas que percorreram Araxá, sua cidade natal, afirmaram que ela abandonou o noivado para ficar com um homem mais rico, atraindo comentários maldosos acerca de sua pureza e de seu caráter. Beja, tendo como aliada a dama de companhia Severina (Pedro Fasanaro) e a imponente Madame Constance (Elizabeth Savalla), percebe que a vida que desejava lhe foi arrancada como um último suspiro, resolvendo se vingar da melhor maneira que pode: arrancar todo o dinheiro que puder do Ouvidor antes de se firmar uma das mulheres mais ricas da região, voltar para Araxá e mostrar que ela não é a mesma Beja inocente e ingênua de antes.
O capítulo piloto da obra tem início com o breve retorno da protagonista titular à cidade em que foi criada, singrando entre alguns problemas de ritmo e de roteiro que são ofuscados pelo teor introdutório do enredo. Afinal, temos vários arcos delineados no episódio de estreia, cada qual com importância significativa para os eventos que sucederão – e, com a chegada da iteração seguinte, o time criativo por trás do remake retoma as rédeas e volta aos eixos com um delicioso e instigante tour-de-force recheado de artimanhas, reviravoltas, traições e tudo aquilo de que mais gostamos em uma novela.
Trazendo Daniel Berlinsky e António Barreira no comando da nova versão, ambos partindo de um argumento assinado por Renata Jhin, é notável como a trama é adaptada para um público diferente daquele que assistiu à produção original na década de 1980, atualizando, onde conseguem, temas de discussão necessária mesmo depois de dois séculos em que ‘Dona Beja’ é ambientada. Acompanhando a ambientação da já mencionada ‘Hilda Furacão’ e apostando fichas em um interessante revisionismo crítico aos moldes de ‘Bridgerton’, os múltiplos núcleos se aglomeram em uma mistura de incursões sobre feminismo, escravidão, injúria, empoderamento sexual, hierarquias de gênero, LGBTQfobia e tantos outros – sem se valer de falas superexpositivas e optando por uma poética inebriante que acompanha os protagonistas e coadjuvantes.
Ainda que o tom leve um tempo até ser polido e acertado, o comprometimento de Berlinsky e Barreira é o suficiente para nos engolfar nessa imprescindível jornada – e é claro que nada disso seria possível sem o trabalho impecável de Massafera, que continua a reiterar sua incrível versatilidade artística e coloca Beja numa posição similar a de Larissa (‘Verdades Secretas’) e Paloma (‘Bom Sucesso’). Dominando os holofotes com uma força magistral, a atriz funciona tanto sozinha quanto com seus colegas, singrando com uma química exemplar com o cândido apoio que encontra em Fasanaro, com a ácida leveza cômica que Savalla traz com Madame Constance e com a irrupção shakespeariana que nutre ao lado de Castelo, apenas para citar alguns.
Junior também tem seu momento para brilhar, encontrando sucesso maior quando ao lado de Massafera, mas dividindo as cenas com outros atores de enorme peso – incluindo Indira Nascimento e Bianca Bin como suas irmãs, a invejosa Maria e a sonhadora Angélica, e Bukassa Kabenguele e Deborah Evelyn como o Coronel Tenório Madeira e Cecília Sampaio, seus pais; Erika Januza é mais um nome a agraciar as telinhas ao encarnar Candinha, uma jovem negra que estava prestes a se casar com o odioso Coronel Botelho (Werner Schünemann) antes de ser transformada em uma pária social e uma “mulher dama”, largada à porta do bordel à medida que reflete sobre a condição da mulher negra em uma sociedade díspar e opressora.
Os cinco primeiros capítulos de ‘Dona Beja’ acertam em cheio onde devem e finalizam um sólido bloco de abertura que, apesar dos costumeiros convencionalismos das produções do gênero e dos arcos de introdução, nos envolve pelo poder inegável de um talentoso corpo de performers. Guiado pela presença marcante de Massafera, o remake é pincelado com uma roupagem mais contemporânea e “anacrônica”, por assim dizer, que imediatamente nos deixa curiosos para os próximos episódios.
Lembrando que a novela tem estreia marcada para o dia 2 de fevereiro na HBO Max.
O ator Paul Dano finalmente se pronunciou a respeito das duras críticas que recebeu do diretor Quentin Tarantino. Para quem não se lembra, o cineasta detonou publicamente o trabalho do ator em ‘Sangue Negro’, chegando a afirmar que Dano seria “o ator mais fraco do SAG” (Sindicato de Atores).
Durante o Festival de Cinema de Sundance deste ano, conforme relatado pela Variety, Dano foi questionado sobre o comentário, mas acabou sendo prontamente defendido por sua coestrela, Toni Collette.
Sem papas na língua, a atriz interrompeu a pergunta: “Vamos mesmo entrar nessa? Que se dane esse cara! Ele devia estar drogado… foi só confuso. Quem faz algo assim?”.
Dano, que nunca havia comentado a polêmica publicamente, afirmou que as inúmeras homenagens e defesas ao seu trabalho que surgiram nas redes sociais foram resposta suficiente.
“Isso foi muito legal. Fiquei extremamente grato que o mundo falou por mim, então eu não precisei dizer nada”, afirmou.
Os diretores de ‘Pequena Miss Sunshine’, Jonathan Dayton e Valerie Faris, também saíram em defesa do ator.
Dayton classificou as declarações de Tarantino como “vergonhosas”, sugerindo que a reação do cineasta pode ter sido provocada pela natureza da atuação de Dano: “Só consigo pensar que a intensidade da performance dele deixou Tarantino desconfortável. Ele não podia ser facilmente rotulado”.
Faris reforçou o coro: “O interessante foi ver as pessoas defendendo Paul. Imediatamente… ele é amado por muitos. Ele é muito inteligente”.
As críticas começaram após Tarantino comentar sua lista de melhores filmes do século XXI. Embora tenha elogiado a produção de 2007 e o desempenho de Daniel Day-Lewis, o diretor afirmou que Dano seria o “elo mais fraco” do elenco, o que gerou forte reação nas redes e entre colegas de indústria.
“Daniel Day-Lewis. A qualidade do artesanato à moda antiga do filme. Tinha um artesanato clássico de Hollywood sem tentar ser assim… Isso era lidar com a narrativa, com a história, e ele fez de forma incrível”, afirmou, conforme o ComicBookMovie.
No entanto, o diretor apontou um motivo pelo qual o filme não está em primeiro lugar em seu ranking, o que ele chamou de um “defeito gigante”:
“Sangue Negro teria uma boa chance de ser #1 ou #2 se não tivesse um defeito gigante… e o defeito é Paul Dano. Obviamente, o filme é um duelo de personagens, mas também é drasticamente óbvio que não é um duelo. [Dano] é fraco, cara. Ele é o frágil. Austin Butler teria sido maravilhoso nesse papel”, acrescentou.
Tarantino foi além em sua crítica pessoal: “Ele é apenas um cara fraco, sem graça, desinteressante. O ator mais fraco do SAG [risos]”.
Vale ressaltar quePaul Dano é um dos atores mais prestigiados e elogiados de sua geração, conhecido por papéis intensos em filmes como ‘O Batman’, onde interpretou o Charada.
O ‘Batman 2’ tem estreia marcada nos cinemas para 1º de outubro de 2027.
A Netflix divulgou recentemente um novo e épico comercial para a 4ª temporada de ‘Bridgerton’, trazendo a energia do carnaval brasileiro para a série.
O vídeo conta com a participação da atriz Paolla Oliveira, que retorna ao posto de rainha de bateria, ao lado de Mayara Lima, rainha da Paraíso do Tuiuti, e do mestre-sala Neguinho da Beija-Flor.
Juntos, eles apresentam um samba fictício da Unidos de Mayfair, homenagem ao tradicional bairro londrino onde se passa a trama da série.
“Baile de máscaras? Realeza do carnaval? Alô, comunidade Bridgerton e unidos da Netflix: a parte 1 da 4ª temporada de Bridgerton chega amanhã, dia 29!”, escreveu a plataforma.
‘Pânico 7‘ ganhou um featurette com entrevistas com Neve Campbell, Kevin Williamson, e o resto do elenco. O vídeo traz uma cena que tem sido amplamente comentada pelos insider por ser extremamente chocante, e lembra a morte da Olivia Morris em ‘Pânico 4‘.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
‘Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
A aguardada sequência do fenômeno live-action ‘Como Treinar o Seu Dragão’ acaba de ganhar novidades promissoras. O ator Phil Dunster, conhecido por seu papel na premiada série ‘Ted Lasso’, foi oficialmente confirmado no elenco.
Segundo informações do The Hollywood Reporter, Dunster dará vida a Eret, personagem que estreou na animação de 2014. Eret é descrito como o audacioso, arrogante e autoproclamado “melhor caçador de dragões vivo”.
Baseada na série de livros best-seller de Cressida Cowell, mantém a liderança criativa deDean DeBlois. O cineasta, que co-criou a franquia original e comandou o primeiro live-action, retorna como roteirista, diretor e produtor executivo.
A nova trama continua a acompanhar as aventuras de Soluço e sua jornada para manter a paz em sua vila, onde vikings e dragões coexistem. A história deve focar no emocionante retorno da mãe de Soluço, que todos acreditavam estar morta, e na ameaça sombria representada por Drago Bludvist, um vilão que busca conquistar o mundo através de um exército de dragões submetidos à sua vontade.
O novo filme ‘A Múmia‘ (Lee Cronin’s The Mummy), uma diferente versão do clássico conto dirigida por Lee Cronin (‘A Morte do Demônio: A Ascenção’), ganhou mais um teaser sinistro.
O filme será lançado por aqui como ‘Maldição da Múmia‘ e estreia nos cinemas nacionais no dia 16 de Abril de 2026, um dia antes da estreia nos EUA. Ele é descrito como uma mistura de ‘Poltergeist‘ e ‘Se7en‘.
A trama acompanha uma jovem que reaparece repentinamente para sua família após desaparecer no deserto há 8 anos, mas o reencontro rapidamente se transforma em um pesadelo. Jack Reynor dará vida a um marido e pai de família que entra em conflito com forças sobrenaturais sinistras.
Cronin comentou que sua versão de ‘A Múmia‘ “será diferente de qualquer filme de A Múmia que você já viu antes. Estou cavando fundo na terra para levantar algo muito antigo e muito assustador”.
A nova versão é desenvolvida pela New Line Cinema, com produção da Atomic Monster e da Blumhouse.
Magnum chega ao Disney+ completinha nesta terça-feira (27). Ao longo de oito episódio, a minissérie acompanha a jornada de Simon Williams (Yahya Abdul-Mateen II), um super que mantém seus poderes especiais em segredo para tentar a sorte na carreira de ator em Hollywood.
Apesar de ser centrada na trajetória pessoal de Simon, a produção tira um tempinho para apresentar um novo super-herói Marvel que muitos sequer sonharam que veriam uma versão em live-action algum dia.
[Antes de começar a matéria, fique ciente que ela contém SPOILERS de ‘Magnum’. Siga por sua conta e risco]
O herói em questão é o Porteiro, um mutante de baixa popularidade na hierarquia do Gene X Mutante, que tem uma história pra lá de peculiar nos quadrinhos. Ele se chama DeMarr Davis e tem a habilidade de criar portais de teletransporte em seu corpo.
Ele foi criado em 1989, por John Byrne, e ostenta um visual que lembra um pouco o traje preto do Homem-Aranha. Nos quadrinhos, ele era um jovem universitário que tinha essas habilidades especiais, mas não fazia uso “heroico” delas. Então, após o falecimento da mãe, ele leu um anúncio no jornal em que o Senhor Imortal convocava “heróis fantasiados”. Ele se prontificou e passou a integrar os Vingadores Centrais – e nem assim conseguiu aumentar sua popularidade nos gibis.
Na série, ele ganha uma origem diferente e tem um episódio inteirinho dedicado a ele (4º) para explicar sua importância para a trama. Isso porque o herói é constantemente mencionado por Simon Williams como o grande motivo dele não poder revelar seus poderes e a razão pela qual Hollywood não contrata super-heróis para estrelarem filmes e séries.
Essa história de Hollywood olhar com maus olhos os Supers é uma grande questão na minissérie, já que Simon cresceu atormentado por incidentes ocasionados pelo falta de controle dele sobre os poderes. Por isso, ele passa seus dias sem conseguir se abrir verdadeiramente com ninguém, o que prejudica suas relações pessoais, mas principalmente o atrapalha na carreira de ator. Quando questionado – ou quando está refletindo – sobre seus poderes secretos, o rapaz sempre faz questão de lembrar do “Caso DeMarr Davis”.
Interpretado pelo comediante Byron Bowers, DeMarr Davis tem um episódio inteirinho dedicado a contar sua história bizarra. Ele adota um tom cômico para abordar uma tragédia que decidiu o futuro dos Supers na indústria cinematográfica. Diferentemente dos quadrinhos, DeMarr não nasceu com seus poderes no MCU. Na trama, ele é mostrado como um segurança de boate que gostava muito de seu trabalho em Los Angeles e não almejava a carreira artística. Ele estava justamente onde queria estar, vivendo o seu melhor momento.
Porém, após ter contato com uma gosta estranha que vaza da lixeira da boate, o rapaz ganha habilidades de fazer seu corpo de portal de teletransporte. Esses poderes acabam ganhando holofotes quando um incêndio na casa noturna acontece e DeMarr consegue salvar a vida de todos atuando como uma “porta humana”. O feito ganha notoriedade e ele passa a ser chamado para fazer comerciais. Mais do que isso, ele desenvolve uma relação de amizade com o ator Josh Gad, o Olaf de Frozen, que contrata o rapaz para ser seu segurança.
A situação muda de panorama quando o ator vê potencial de atuação em DeMarr Davis e o convida para atuar em um filme fazendo uso de seus poderes em cena. A carreira – e vida – do herói dão uma guinada absurda, fazendo dele um dos nomes mais populares da indústria. Com essa nova carreira, ele enfrenta os clássicos problemas de atores que passam por uma ascensão meteórica em Hollywood. Abalado pela queda vertiginosa, ele começa a perder a confiança em si.
Nesse momento, ele recebe um novo convite de Josh Gad para fazer a sequência do filme que o consagrou e, por estar precisando de dinheiro, o rapaz aceita. E aí que tudo dá errado. Durante uma cena em que Josh Gad atravessaria seu corpo para sair de um carro-forte, DeMarr passa mal e perde seus poderes, prendendo o ator eternamente “dentro de seu corpo”. Essa tragédia ligou um alerta em Hollywood, que optou por embarreirar ao máximo a presença de atores com superpoderes em filmes e séries.
O episódio não aprofunda muito o funcionamento dos poderes do Porteiro. Porém, nas histórias em quadrinhos, os portais do mutante dão acesso à Dimensão Sombria, que já fez sua estreia no Universo Cinematográfico Marvel. Em Doutor Estranho (2016), o vilão Kaecilius (Mads Mikkelsen) drenava energia e respondia a Dormammu, o demônio soberano da Dimensão Sombria, que acaba sendo aprisionado em um looping temporal pelo Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch).
Ou seja, se forem seguir os quadrinhos, o ator Josh Gad não está preso dentro do corpo de DeMarr Davis. Ele provavelmente está flutuando – ou morreu mesmo – na Dimensão Sombria, que é completamente hostil a seres humanos comuns.
Falando sobre o cânone do Porteiro nos quadrinhos, um personagem muito importante de sua história já foi introduzido noMCU: o Senhor Imortal. Ele foi apresentado no sexto episódio da série da Mulher-Hulk, em que é mostrado como um grande babaca. No show, ele estava sendo processado por suas ex-esposas por ter usado seus poderes especiais para abandonar o casamento quando ficava de saco cheio das amadas.
Nos quadrinhos, ele é um mutante que não envelhece e ressuscita imediatamente quando é assassinado – daí seu nome de super-herói. Na série, o rapaz forjava acidentes ou apenas cometia suicídios bizarros para conseguir fugir do casório e começar novas vidas com outras mulheres. Quando as “exs” descobrem, levam o rapaz à Justiça. A falta de escrúpulos do rapaz deixa Jen (Tatiana Maslany) indignada.
Apesar de ambos estarem devidamente introduzidos no Universo Cinematográfico Marvel, uma adaptação dos Vingadores Centrais parece muitíssimo improvável.
Recentemente, Brad Winderbaum, presidente de Streaming, Televisão e Animação da Marvel Studios, compartilhou novidades sobre a nova temporada.
Segundo o ComicBookMovie, Winderbaum revelou que veremos Matt Murdock em uma “realidade completamente diferente”, enquanto ele “[luta] contra o poder de uma forma massiva”.
Ele explicou: “Se a 1ª temporada foi sobre a ascensão de Wilson Fisk ao poder, a segunda é sobre as armadilhas do poder e como é difícil mantê-lo uma vez que você o alcança. Quando o poder é sua única motivação, é uma coisa várias pessoas apontarem na direção do Rei do Crime e dizerem que ele é ruim, mas é outra conseguir que todos estejam na mesma página”.
Sobre o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones, que fará uma parceria com o Homem Sem Medo, Winderbaum comentou: “O mais divertido nesse personagem é o salto temporal desde a última vez que a vimos. Já faz um tempo. Estamos reestabelecendo a personagem e atualizando o público sobre tudo o que ela tem feito. E isso vem cheio de surpresas muito legais”.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
‘Vingadores: Doutor Destino’ chega ainda este ano aos cinemas e promete apresentar a épica guerra multiversal da Marvel. Agora, novos rumores sobre o longa começaram a circular.
De acordo com o ComicBookMovie, o filme deve mostrar uma batalha entre Steve Rogers (Capitão América) e Peggy Carter. A reportagem destaca que, considerando o aspecto do Multiverso, é provável que a luta não envolva o casal que vimos no final de ‘Vingadores: Ultimato’.
Embora não haja confirmação, as principais possibilidades apontam para um confronto com a Capitã Carter, variante que ganhou destaque em produções como ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ e ‘What If…?’.
O Capitão Hydra também pode aparecer no longa, adicionando ainda mais complexidade ao enredo.
Vale lembrar que há rumores de que várias variantes do Capitão América aparecerão em The Void, sugerindo que o Steve da Terra-616 não será o primeiro Capitão América a ser alvo do Doutor Destino.
É IMPORTANTE RESSALTAR QUE AS INFORMAÇÕES SÃO APENAS RUMORES.
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
‘Os Incríveis’ é uma das franquias animadas mais adoradas e elogiadas do século e, depois de ter ganhado uma merecida sequência em 2018, o terceiro capítulo está cada vez mais perto de se tornar realidade.
Durante um recente tapete vermelho, Holly Hunter, voz original de Helena Pera/Mulher-Elástica na produção, conversou com o ScreenRant e trouxe atualizações promissoras sobre a nova aventura da família super-heroica, revelando quando as gravações irão começar.
“Acho que começo em março”, ela respondeu, quando questionada sobre o filme.
Hunter também falou sobre o roteiro e a história do filme: “Eu não sei. Eu nunca sei. Nunca sei quais são as histórias dos Incríveis. Eu entro e gravo com [o diretor Brad Bird], ou, neste caso, não sei se será o Brad, mas acho que ele está escrevendo o roteiro. Então é muito empolgante”.
A direção do longa será conduzida por Peter Sohn, cineasta conhecido por seu trabalho em ‘Elementos‘ (2023) e ‘O Bom Dinossauro‘ (2015).
Sohn assumirá o lugar de Brad Bird, o diretor responsável pelos dois primeiros filmes da saga, que foram amplamente aclamados tanto pela crítica quanto pelo público.
Bird não apenas dirigiu os dois primeiros filmes, mas também foi o criador original da franquia ‘Os Incríveis’, desempenhando papel central na construção do universo e dos personagens. Sob sua liderança, os dois primeiros filmes arrecadaram juntos cerca de US$ 1,8 bilhão nas bilheteiras globais, consolidando-se como um dos maiores sucessos da Pixar.
Apesar de não estar mais à frente da direção, Bird continua fortemente ligado ao projeto. Ele será o responsável pela versão final do roteiro, garantindo que a história mantenha a essência e o estilo que conquistaram milhões de fãs ao redor do mundo. Além disso, Bird também atuará como produtor do filme, ao lado de Dana Murray, produtora de renome dentro da Pixar.