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Crítica | ‘Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno’ é uma adaptação frustrante de um dos melhores jogos da história

Dois anos depois de terem feito história com o lançamento de Silent Hill, o grupo conhecido como Team Silent superou todas as expectativas dos fãs de games ao introduzir um novo capítulo à icônica franquia de terror: Silent Hill 2’. Lançado em 2001, a icônica narrativa foi extremamente elogiada pela crítica e pelo público, principalmente por trazer inspirações do clássico romance ‘Crime e Castigo’, de Fiódor Dostoievsky, em um universo marcado pelo terror psicológico e sobrenatural – além de se valer de uma potente análise sobre morte, culpa e libertação.

Agora, somos convidados a conhecer a vindoura adaptação do game. Intitulada ‘Terror em Silent Hill: Regresso ao Inferno’, o projeto traz Christophe Gans, que comandou o filme original lançado em 2006, de volta à cadeira de direção em uma ambiciosa empreitada que, infelizmente, não consegue capturar a essência do jogo e transforma-se em um amontoado de clichês cansativos e metáforas vencidas que deixa os dois filmes anteriores da franquia parecendo obras-primas da sétima arte. Destituindo-se de todas as nuances e complexidades de um enredo pautado na exploração das sombrias profundezas da psique humana, esse longa-metragem não justifica a própria existência e desperdiça talentosos nomes em prol da superficialidade.

A trama acompanha James Sunderland (Jeremy Irvine), um jovem pintor que, em um quase acidente de carro, conhece Mary Crane (Hannah Emily Anderson), uma moça que parece desesperada para sair da litorânea Silent Hill. Eventualmente perdendo o ônibus que a levaria para a cidade vizinha, Mary retorna para casa ao lado de James, dando início a uma expoente história de amor que navega entre segredos complicados e obscuros. Os dois eventualmente se separam, reencontrando-se uma última vez quando Mary padece de uma mortal doença que deixa James em espiral de loucura – até receber uma carta da falecida ex-esposa pedindo para que ele retorne ao local onde se conheceram.

Viajando de volta a Silent Hill, James percebe que a outrora vibrante, alegre e misteriosa cidade se transformou em palco para um terror inexplicável e malévolo que drenou a vida de cada uma das ruas e estabelecimentos. Vítima de uma força sobrenatural que se iniciou com os incêndios que a varreram quase por completo, Silent Hill agora é lar de criaturas demoníacas que fazem com que James comece a questionar a própria sanidade mental à medida que navega por memórias dolorosas e uma culpa que passa a consumi-lo minuto a minuto.

Logo nos primeiros minutos do projeto, percebemos que o roteiro escrito a seis mãos – Gans, Sandra Vo-Ahn e Will Schneider – não tem uma estrutura muito sólida e não sabe como introduzir os personagens de maneira concisa ou envolvente, fazendo pouco para colocar os elementos necessários para nosso engajamento. Irvine, que já havia participado de produções como ‘Cavalo de Guerra’ e ‘Mamma Mia! E Lá Vamos Nós de Novo’, vê seu personagem transformado em um estereótipo de qualquer homem solitário amargurado afastado de seu verdadeiro amor. Em meio a diálogos fracos e dotados de uma presunção existencialista que não tem qualquer sentido, nem mesmo suas tentativas de superar as fórmulas conseguem salvar o arco desse protagonista esquecível e, por vezes, irritante.

Irvine é acompanhado de Hannah Emily Anderson, que não é nenhuma estranha do mundo do terror por já ter integrado projetos como ‘Jogos Mortais’ e a série de televisão inspirada na franquia ‘Uma Noite de Crime’, sofre do mesmo mal. Ainda que consiga explorar seu carisma em breves momentos e à medida que navega em um complexo arco que envolve três personagens diferentes, as frases assinadas por Gans e seus colaboradores são tão profundas quanto um pires de chá, valendo-se de incontáveis comodismos narrativos em o que parece ser uma apropriação da “lei do menor esforço”. Em contrapartida, o realizador procura expandir esse universo com alegorias gongóricas que apenas reiteram o grande vazio que esse filme quer mascarar.

A estética cênica também não nos ajuda a mergulhar nesse mundo do terror: Gans não tem ideia de qual direção seguir, optando por emular suspenses sobrenaturais em uma colcha de retalhos sem muito sentido, ou escolhendo a perspectiva em primeira pessoa ao colocar a câmera em uma “homenagem” à arte dos games – que não tem cabimento quando pensamos no teor psicológico que paira sobre o enredo. E, para além de escolhas artísticas duvidosas, a exaustiva fotografia de Pablo Rosso e a cômoda trilha sonora de Akira Yamaoka apenas somam a uma sucessão de erros que nos tira algumas risadas de frustração ao longo de extenuantes 106 minutos de duração.

‘Terror em Silent Hill: Regresso ao Inferno’ já pode ser considerado um dos piores filmes de 2026 por, como mencionado alguns parágrafos acima, não conseguir justificar a necessidade de existir dentro de um universo que claramente não funciona como obra cinematográfica. Com exceção de brevíssimos ápices que se destinam mais às tentativas dos atores de trazer um pouco de vida às telonas, o mais novo capítulo da franquia cinematográfica transforma um aclamado game em uma releitura frívola e frustrante do começo ao fim.

Wagner Moura é confirmado na série animada ‘Star Wars: Maul – Lorde das Sombras’; Confira o teaser!

O Disney+ divulgou o primeiro teaser da série animada ‘Star Wars: Maul – Lorde das Sombras‘, que focará no icônico vilão Darth Maul, da franquia ‘Star Wars‘.

Sam Witver, que dublou o personagem em inúmeras iterações da franquia, reprisa o papel.

Além disso, o astro brasileiro Wagner Moura, que foi recentemente indicado ao Oscar de Melhor Ator no aclamado ‘O Agente Secreto‘, foi confirmado na produção. Ele dará voz ao Capitão Brander Lawson, descrito como “um respeitado detetive”.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série será lançada no serviço de streaming no dia 6 de abril.

A produção ainda conta com as vozes de Gideon Adlon, Richard Ayoade, Dennis Haysber, Chris Diamantopoulos, Charlie Bushnell, Vanessa Marshall, David W. Collins, A.J. LoCascio e Steve Blum.

A trama é ambientada após os eventos da última temporada de ‘A Guerra dos Clones‘, onde Darth Maul se reergue para liderar facções do submundo. O personagem apareceu pela primeira vez em ‘Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma‘, em 1999.

Dave Filoni é responsável pela série.

EM BREVE! Os 50 Filmes Mais ESPERADOS de 2026 – Parte 1

Quais são os 50 Filmes Mais Esperados de 2026? 2025 trouxe muita coisa boa – e já divulgamos nossa lista dos MELHORES FILMES DE 2025. Agora, selecionamos para você nada menos do que os 50 filmes mais esperados para este ano que começou. Sim, teremos filmes esperadíssimos e selecionar apenas 50 foi uma tarefa difícil. Certamente aparecerão outros durante o ano, que não estávamos nem sabendo.

Já está sendo anunciado nos principais veículos do meio que 2026 promete um aumento significativo nas bilheterias em relação a este ano – com diversos candidatos a bilheterias bilionárias. Sem mais delongas, vamos conhecer a lista. Ah sim, para ela não ficar muito longa, como de costume a dividimos em duas partes. Fique agora com a primeira (do número 50 ao 26). Veja abaixo.

50) Cara de um, Focinho de Outro

hoppers 1
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Nova animação original da Disney/Pixar, a aposta é em uma tecnologia capaz de transferir a mente humana para o corpo de um castor, assim entendendo como nunca antes a natureza e os animais. A versão original traz a voz de Mery Streep.
Estreia: 5 de março.

49) Coyote vs. Acme

Uma das histórias mais curiosas de um filme em Hollywood, a Warner finalizou a obra e decidiu engaveta-la (assim como havia feito com ‘Batgirl’). Porém, para este houve luz no fim do túnel quando outra produtora o comprou. Misto de live action e animação, mostra o Coyote processando a Acme por todos os produtos que deram errado.
Estreia: 28 de agosto (EUA).

48) Justiça Artificial

Com ares de ‘Minority Report’, temos um futuro no qual os réus precisam se defender perante uma juíza criada por inteligência artificial e provar sua inocência. Para isso eles têm 1 hora e meia. Caso contrário, é pena de morte. Chris Pratt e Rebecca Ferguson protagonizam.
Estreia: 22 de janeiro.

47) Alerta Apocalipse

Essa é para os fãs de ‘Stranger Things’. Logo que a série terminar, os fãs poderão conferir Joe Keery (o Steve) nesse filme de temática similar, sobre dois jovens funcionários de uma loja de departamentos enfrentando um problema verdadeiramente apocalíptico. Liam Neeson também está no filme.
Estreia: 29 de janeiro.

46) Minions 3

As franquias derivadas ‘Meu Malvado Favorito’ e ‘Os Minions’ são bilionárias. Assim, não têm data para acabar tão cedo. Depois do quarto ‘Meu Malvado Favorito’, chega a vez do terceiro ‘Minions’ – que certamente será um sucesso estrondoso com a criançada.
Estreia: 1º de julho (EUA).

45) O Morro dos Ventos Uivantes

Nova adaptação do clássico romance de Emily Brontë, sobre uma mulher que se casa por dinheiro, mas é incapaz de esquecer o grande amor de sua vida. Os chamarizes aqui são Margot Robbie e Jacob Elordi nos papeis principais, e a direção de Emerald Fennell (‘Bela Vingança’ e ‘Saltburn’).
Estreia: 12 de fevereiro.

44) Caminhos do Crime

 ‘Caminhos do Crime’ tem tudo para ser um épico criminal, com boas doses de ação. Mas o que chama atenção mesmo é o elenco renomadíssimo. Chris Hemsworth estrela como um ladrão suava e elegante. Halle Berry é uma corretora de seguros desiludida que cria com ele uma inusitada parceria. Mark Ruffalo é o policial obstinado na cola da dupla. O elenco tem ainda os indicados ao Oscar Nick Nolte, Jennifer Jason Leigh, Barry Keoghan e Monica Barbaro.
Estreia: 13 de fevereiro (EUA).

43) Dinheiro Suspeito

Essa aqui é uma estreia direto na Netflix. Matt Damon e Ben Affleck estrelam mais um filme juntos, desta vez um thriller policial que promete arrepiar até o último fio de cabelo. Eles vivem policiais corruptos realizando uma batida em uma casa e descobrindo uma bolada. Agora é cada um por si. Assim como no item acima, o elenco é recheado, com nomes como Kyle Chandler, Teyana Taylor, Sasha Calle, Steven Yen e Catalina Sandino Moreno.
Estreia: 16 de janeiro.

42) Ebenezer: A Christmas Carol

Essa pode ser a grande volta por cima do astro Johnny Depp, relegado ao ostracismo após os escândalos de sua vida pessoal. Aqui temos a clássica obra ‘Uma História de Natal’, de Charles Dickens, transformada em filme de suspense pelas mãos de Ti West, o mesmo de ‘Pearl’. Depp vive o avarento Scrooge e o filme conta ainda com Ian McKellen, Daisy Ridley, Sam Claflin, Tramell Tillman, Rupert Grint e Andrea Riseborough.
Estreia: 13 de novembro (EUA).

41) Noite Infeliz 2

Por falar em um famoso conto de Natal, agora temos na lista um filme estrelado pelo Papai Noel mais violento do cinema, nas formas de David Harbour. No primeiro filme ele deu uma de ‘Duro de Matar’ e impediu o sequestro de uma família. Agora ele volta e troca a casa do primeiro filme, por um shopping inteiro que precisa ser salvo de terroristas. No elenco, Jared Harris, Kristen Bell e Daniela Melchior.
Estreia: 4 de dezembro (EUA).

40) Extermínio: O Templo dos Ossos

Em 2026 teremos mais um filme da saga ‘Extermínio’. Na verdade, depois dos dois primeiros dos anos 2000, iniciou-se uma nova trilogia, intitulada ’28 Years Later’, com o primeiro tendo sido lançado este ano. Em 2026 chega ‘O Templo dos Ossos’, estrelado por Ralph Fiennes. Uma terceira parte já foi anunciada.
Estreia: 15 de janeiro.

39) How to Rob a Bank

Novo filme de David Leitch (‘Atômica’, ‘Deadpool 2’, ‘Hobbs and Shaw’, ‘Trem-Bala’ e ‘O Dublê’) sobre um grupo de assaltantes de banco que documentam seus feitos e exibem nas redes sociais, brincando de gato e rato com a polícia. Podemos esperar ação alucinada. No elenco, Nicholas Hoult, Zoë Kravitz, Anna Sawai e Pete Davidson.
Estreia: 4 de setembro (EUA).

38) Klara and the Sun

Novo trabalho do diretor Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’), o filme é uma espécie de ‘Inteligência Artificial’ e ‘M3GAN’, sobre uma robô projetada para aliviar o sofrimento de uma família em luto. Jenna Ortega vive a menina robô e Amy Adams é a matriarca.
Estreia: ainda não divulgada.

37) Remain

Filme dirigido, escrito, produzido e estrelado por M. Night Shyamalan. O protagonista é Jake Gyllenhaal, um sujeito recém-saído de uma clínica psiquiátrica após um trauma, que se hospeda numa pousada histórica, onde conhecerá uma jovem que vai mudar sua vida. A sacada aqui é que o filme é baseado numa obra de Nicholas Sparks, o famoso autor de livros de romance em seu primeiro thriller de fantasia.
Estreia: 23 de outubro (EUA).

36) Risco Total

Espécie de reboot / remake do clássico da ação da década de 90 com Sylvester Stallone. O filme havia sido planejado como uma sequência, com Stallone e sua filha (Lily James) enfrentando bandidos novamente nas montanhas geladas. Mas ao que tudo indica, o ator foi substituído por Pierce Brosnan e o filme virou um reboot. O ótimo Jaume Collet-Serra (‘Bagagem de Risco’ e ‘Águas Rasas’) é quem dirige.
Estreia: 28 de agosto (EUA).

35) Werwulf

Em seu trabalho mais recente, o mestre do horror moderno Robert Eggers deu novo fôlego ao clássico de vampiros ‘Nosferatu’. Agora o diretor planeja fazer o mesmo com a mitologia dos lobisomens. Espere mais uma obra nórdica clássica. No elenco, seus habituais colaboradores Aaron Taylor-Johnson, Lily-Rose Depp, Willem Dafoe e Ralph Ineson.
Estreia: 25 de dezembro (EUA).

34) Digger

Anteriormente conhecido como ‘Judy’, o agora intitulado ‘Digger’ acaba de receber seu primeiro teaser. Trata-se da primeira colaboração entre o diretor Alejandro Iñárritu (‘Birdman’ e ‘O Regresso’) e o astro Tom Cruise – que aparece irreconhecível (será ele mesmo?). No teaser ele aparece com uma pá. E é basicamente isso. A sinopse diz que o homem mais poderoso do mundo causa um desastre sem precedentes, mas parte para consertar e provar que pode ser o salvador da pátria.
Estreia: 2 de outubro (EUA).

33) A Rede Social 2

O que acontece quando o escritor de ‘A Rede Social’ resolve fazer uma continuação para seu próprio filme? Aaron Sorkin sai do roteiro e resolve dirigir também essa espécie de sequência, que irá focar no status atual do Facebook e das outras empresas sociais de Mark Zuckerberg (agora interpretado por Jeremy Strong). No elenco, a vencedora do Oscar Mikey Madison e Jeremy Allen White.
Estreia: 9 de outubro (EUA).

32) Super Mario Bros Galaxy

A animação de ‘Super Mario Bros’ entrou para o seleto clube do US$1 bilhão em arrecadação mundial há dois anos. Agora, resta saber se essa sequência irá encantar o público mais uma vez e arrecadar novos rios de dinheiro. E você, acha que vai bater US$1 bilhão de novo? A novidade aqui é a voz de Brie Larson como uma nova princesa, Rosalina. Os dubladores originais Chris Pratt, Jack Black e Anya Taylor-Joy também retornam.
Estreia: 2 de abril.

31) Evil Dead Burn

Em 2023, tivemos finalmente uma sequência da trilogia clássica ‘Uma Noite Alucinante’, de Sam Raimi. Porém, os novos filmes optaram pelo título original de ‘A Morte do Demônio’. O filme de 2023 levou o terror do ambiente rural, da famosa cabana na floresta, para um prédio no meio da cidade, e o clima urbano funcionou muito bem. É este filme que é continuado aqui, mesmo sem qualquer ligação com o anterior e seus personagens.
Estreia: 24 de julho.

30) Resident Evil

Falando em terror e mortos vivos, ‘Resident Evil’ será revivida mais uma vez. Agora, ao que tudo indica, da forma certa. Isto porque no roteiro e direção temos Zach Cregger, do sucesso absoluto deste ano ‘A Hora do Mal’. Veremos que maluquice ele irá aprontar com a franquia, no bom sentido. No elenco, Paul Walter Hauser e Kali Reis.
Estreia: 18 de setembro (EUA).

29) The Adventures of Cliff Booth

Brad Pitt ganhou um Oscar em 2020 por ‘Era uma Vez em Hollywood’, pelo papel do dublê Cliff Booth. Agora, o ator voltará ao papel que o consagrou. Essa sequência derivada com o personagem de Pitt ocorrerá oito anos depois de sua primeira aparição. Agora ele não será mais um dublê, e sim um “consertador” de bastidores em Hollywood. Quentin Tarantino não dirige, mas escreveu o roteiro. E deixou o comando para o amigo David Fincher. Ao que tudo indica esse será um lançamento da Netflix.
Estreia: ainda não divulgada.

28) Entrando Numa Fria 4

Ou também conhecido como ‘Entrando Numa Fria 4’. Aliás, você sabia que existia o três? Pois bem, ele foi lançado em 2010. Agora, dezesseis anos depois e toda a trupe está de volta, em especial Ben Stiller e Robert De Niro. Mas teremos espaço para Owen Wilson também. Bem que Dustin Hoffman e Barbra Streisand poderiam fazer pontas. A trama desta vez irá centrar no filho do personagem de Stiller e neto de De Niro – papel de Skyler Gisondo – que está para se casar com uma mulher dominadora, que não tem nada a ver com ele. Ariana Grande está no filme e provavelmente terá esse papel.
Estreia: 25 de novembro (EUA).

27) Mortal Kombat 2

Adiado de 2025 para 2026, os fãs poderão finalmente conferir Karl Urban no papel do egocêntrico e canastrão Johnny Cage, astro de filmes de ação. Apesar de um pouco velho para o papel, Urban promete não fazer feio e já exalou carisma nos trailers. Outras novidades no elenco são Tati Gabrielle como Jade e Adeline Rudolph como Kitana.
Estreia: 7 de maio.

26) Street Fighter

Mortal Kombat’ não será o único jogo de luta famoso a ser adaptado em nova versão para os cinemas. O mais famoso de todos, ‘Street Fighter’ também ganhará uma nova adaptação. Mais fiel ao visual dos personagens e prometendo ação insana, já ganhamos inclusive um teaser que, bem, dividiu opiniões. Mais legal é o poster de Jason Momoa como Blanka, o brasileiro animalesco mais famoso da cultura pop.
Estreia: 15 de outubro.

Confira a Parte 2 com os 25 Filmes mais Esperados de 2026!

‘A Meia-Irmã Feia’: Terror inspirado em Cinderela ganha indicação ao Oscar; Saiba aonde assistir!

O terror ‘A Meia-Irmã Feia‘ (The Ugly Stepsister), filme focado na irmã Feia da Cinderela, conquistou uma indicação ao Oscar.

O filme foi indicado na categoria Melhor Maquiagem e Cabelo, ao lado de Frankenstein, Kokuho, Pecadores e Coração de Lutador: The Smashing Machine.

Com impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘A Meia-Irmã Feia‘ está disponível no Mubi.

O consenso geral dos críticos aclamou a direção de Emilie Blichfeldt e sua estética envolvente, além de elogiar o tom divertido, mórbido e a performance comprometida da atriz Lea Myren no papel titular.

A Meia-Irmã Feia‘ está disponível no Mubi.

A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…

Separamos os trechos das principais críticas: 

“Blichfeldt mistura elementos brutais de contos populares com anseios fantasmáticos para criar uma versão de Cinderela onde a beleza significa dor para algumas mulheres, mas a vida é dor para todas elas.” (Sight & Sound)

“Uma reinvenção inteligente, perversamente divertida e cruel do conto da Cinderela. A estreia de Emilie Blichfeldt no cinema é um espetáculo de revirar o estômago e uma sátira feminista mordaz que usa o grotesco como arma para criticar os sistemas que exploram as mulheres.” (Morbidly Beautiful)

“[A diretora Emilie] Blichfeldt se deleita com o grotesco e o sangrento, levando tudo ao limite, com uma inconfundível sensação de alegria.” (RogerEbert.com)

“Emilie Blichfeldt sabe exatamente até que ponto pode causar náuseas no público e testa gradualmente até onde consegue levar este limite em cada cena sucessiva.” (Slant Magazine)

“Um dos melhores filmes de terror da década até agora.” (Autostraddle)

“A ambição estética de Blichfedlt e a atuação comprometida de Les Myren como a meia-irmã titular ajudam a elevar este filme.” (The Hollywood Reporter)

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Emilie Blichfeldt será responsável pela direção.

Lea MyrenThea Sofie Loch NaessAne Dahl Torp estrelam a produção.

Oscar 2026 – Saibam Quais foram as SURPRESAS e os ESNOBADOS desta edição!

Os indicados ao Oscar 2026 foram anunciados na manhã desta quinta-feira, dia 22 de janeiro. Para os cinéfilos e os que trabalham na área, este é o dia mais importante do ano. E o anúncio não decepcionou. Para os brasileiros, em especial, a data foi muito satisfatória, afinal nosso país igualou o recorde de indicações de ‘Cidade de Deus’ – foram quatro ao total (uma a mais do que ‘Ainda Estou Aqui’ no ano passado). Todos esperavam e torciam pelas indicações de ‘O Agente Secreto’, mas na hora H tudo pode acontecer. O longa foi indicado para melhor filme, melhor ator (Wagner Moura), melhor filme internacional e na recém-inaugurada categoria de melhor direção de elenco.

Fora ‘O Agente Secreto’, sabíamos que outros “medalhões” iriam aparecer muito, e as indicações realmente vieram para ‘Pecadores’, ‘Uma Batalha Após a Outra’, ‘Hamnet’, ‘Valor Sentimental’ e ‘Marty Supreme’. Também não foi grande surpresa ver ‘Foi Apenas um Acidente’ e ‘Bugonia’ com algumas indicações. Nesse sentido, o que surpreendeu mesmo foi o número de indicações que alguns filmes receberam. Por exemplo, ‘Pecadores’, o melhor filme do ano para muitos, quebrou o recorde de ‘A Malvada’ (1950) – depois igualado por ‘Titanic’ (1997) e ‘La La Land’ (2016). Os três filmes eram os recordistas com 14 indicações – hoje, ‘Pecadores’ fez história com 16 nomeações.

Confira abaixo as surpresas e os maiores esnobados desta edição do Oscar

Surpresas

Pecadores

Como dito, era esperado ver ‘Pecadores’, um filme de gênero, aparecendo em muitas categorias. Mas a verdade é que ninguém esperava que o filme fosse quebrar o recorde de indicações na história do cinema. Dentro deste contexto, as maiores surpresas de indicações para o filme foram as de atuações coadjuvantes, tanto masculina (Delroy Lindo), quanto feminina (Wunmi Mosaku).

Outro brasileiro no Oscar

Além da torcida enfática para ‘O Agente Secreto’, existe outra categoria que o Brasil pode sair premiado. E melhor ainda, uma categoria que não bate de frente com o filme de Kleber Mendonça Filho. Acontece que o paulista de origem mineira Adolpho Veloso está concorrendo na categoria de melhor fotografia pelo filme ‘Sonhos de Trem’ – que inclusive está disponível na Netflix para todos que quiserem conferir o trabalho. Fica aqui mais uma torcida.

F1: O Filme

O blockbuster ‘F1’, com Brad Pitt, fez enorme sucesso nos cinemas este ano. O filme foi dirigido por Joseph Kosinski, o mesmo de ‘Top Gun: Maverick’, e contou com a mesma equipe do filme anterior. O longa fez por carros de fórmula 1, o mesmo que os realizadores haviam feito com jatos antes. E assim como o filme de 2022 com Tom Cruise surpreendeu ao ser indicado na categoria de melhor filme naquele Oscar, ‘F1’ também causou surpresa – ficando com a “cota” de blockbuster do ano, e tirando a vaga de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’.

Kate Hudson

Existem os filmes chamados de “isca de Oscar”, que é aquele tipo de filme que parece criado já pensando em prêmios. Muitos deles não chegam de fato ao seu objetivo. Era o que se esperava de ‘Song Sung Blue: Um Sonho a Dois’, baseado em uma história real sobre a dupla de cantores, formada por marido e mulher, que fazia cover de Neil Diamond. Parecia que ia ficar só na intenção, até sermos surpreendidos esta manhã com a indicação de Kate Hudson (a segunda de sua carreira) como atriz principal.

Ethan Hawke

Na categoria “filmes que ninguém teve a chance de assistir ainda aqui no Brasil’, temos a nova obra do diretor Richard Linklater (‘Boyhood’), ‘Blue Moon’ – que fala sobre a história real do icônico compositor dos anos 1940, Lorenz Hart. O longa é estrelado por Ethan Hawke no papel de Hart e surpreendeu como uma indicação de melhor ator. O filme também foi indicado para melhor roteiro original.

Jurassic World: Recomeço

Nem toda surpresa é positiva. Afinal, o novo ‘Jurassic World’ foi universalmente considerado o ponto baixo da franquia jurássica no cinema. A tentativa de reboot estrelado por Scarlett Johansson obteve críticas bastante negativas dos profissionais da área, assim como dos fãs – mas de alguma maneira foi um sucesso financeiro com mais de US$800 milhões em caixa para a Universal Pictures. Talvez isso tenha bastado para os votantes, que o indicaram para melhores efeitos especiais no Oscar.

A Meia-Irmã Feia

Quase ninguém ouviu falar deste filme de terror dramático norueguês, mas a nossa Letícia Alasse já havia “cantado a pedra” aqui no CinePOP e o colocou entre seus dez filmes preferidos do ano. O longa surpreendeu ao ser indicado ao Oscar na categoria de melhor maquiagem, colocando assim o título no mapa.

Amy Madigan

Essa foi uma “meia-surpresa”. ‘A Hora do Mal’ foi o filme de terror mais insano de 2025, que rapidamente dominou a cultura pop sendo citado por todos, inclusive gerando muitos imitadores da melhor personagem: a vilã tia Gladys. Uma personagem tão exótica, interpretada com maestria pela veterana Amy Madigan. Assim como Demi Moore em ‘A Substância‘ no ano passado, todos queriam esta indicação, achavam justa, mas não sabiam se iria verdadeiramente se concretizar. Ainda bem que se sim.

Esnobados

Wicked – Parte 2

Fenômeno em 2024, ‘Wicked’ dominou a cultura pop e saiu com nada menos que 10 indicações ao Oscar no ano seguinte, incluindo melhor filme e de atuações para Cynthia Erivo e Ariana Grande – levando as estatuetas de melhor direção de arte e figurino. Esperava-se que a conclusão da história fosse repetir o feito, e quem sabe ir ainda mais longe, saindo com mais prêmios debaixo do braço. Era como se o primeiro fosse apenas o aperitivo. Porém, a realidade mostrou que o primeiro era o prato principal e foi isso. A Parte 2 de ‘Wicked’ conquistou um total de zero nomeações. Será que todos cansaram da dupla? Será que a bizarra campanha de divulgação teve influência?

Chase Infiniti

Sem dúvida, a maior esnobada deste ano no Oscar foi a jovem Chase Infiniti – a melhor revelação de 2025 em Hollywood. A moça estava em todos os lugares, explodindo na divulgação do filme. Seu carisma é inegável e a atriz conseguiu roubar muitos dos holofotes no longa, ocupando o protagonismo da obra de Paul Thomas Anderson. Alguns podem ir até mais longe e dizer que a alma de ‘Uma Batalha Após a Outra’ é ela. No entanto, na hora das indicações, todos os seus colegas de elenco, simplesmente todos, receberam indicações (Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio Del Toro e até Teyana Taylor), menos ela.

Paul Mescal

Hamnet’ é um grande favorito dos cinéfilos em 2025/2026. Certamente o longa entrará na lista dos melhores de muitos críticos, não só aqui no Brasil, mas também em outros países onde seu lançamento ocorreu no início deste ano. O drama dirigido por Chloe Zhao sobre a perda do filho do casal Shakespeare segue emocionando plateias e a protagonista Jessie Buckley é a favorita para levar o Oscar de atuação feminina. Mas onde está a indicação de seu parceiro de cena, Paul Mescal? O ator é o intérprete de Shakespeare no filme, e muitos acreditavam que sua nomeação era certa.

O Beijo da Mulher Aranha

Por falar em “isca de Oscar”, o estúdio talvez tenha deixado a peteca cair na hora de impulsionar a campanha de indicações para este musical à moda antiga da era de ouro de Hollywood. Baseado em um livro, esta história já havia sido levada aos cinemas em 1985, em um filme de Hector Babenco e obteve quatro indicações ao Oscar, saindo vitorioso da categoria de melhor ator (William Hurt). Depois disso virou um musical da Broadway. E é este musical que agora foi adaptado ao cinema, com novas pretensões de Oscar. Jennifer Lopez tentou de novo desesperadamente ter atenção da Academia, mas ela e o filme terminaram esnobados, sem qualquer indicação.

Dwayne Johnson

Antes da estreia de ‘Smashing Machine: Coração de Lutador’, todos anunciavam que este seria o ano do grandalhão Dwayne “The Rock” Johnson no Oscar, dando como certa a sua vitória. Mas daí o filme estreou, e não recebeu as melhores críticas. Junte a isso o fato de que se tornou um fracasso de bilheteria, com praticamente ninguém se dando ao trabalho de ir assistir. Assim, apesar de uma indicação ao Globo de Ouro, a campanha de Johnson ao Oscar morreu na praia. A única indicação do filme foi para maquiagem.

Adam Sandler

O mesmo pode ser dito do comediante Adam Sandler. A Academia parece “perseguir” alguns atores. Jim Carrey, por exemplo, jamais conseguiu uma indicação. Adam Sandler já fez muitos trabalhos sérios e mesmo assim jamais foi lembrado para uma nomeação. A mais notória esnobada foi por ‘Joias Brutas’. Aqui, alguns achavam que ele tinha chance por ‘Jay Kelly’, mas nem ele, nem o filme foi lembrado para qualquer coisa.

Springsteen: Salve-me do Desconhecido

Além de Dwayne Johnson e Adam Sandler, outro que sempre aparecia nas rodinhas do circuito de promoção, como mesas redondas dos principais veículos do meio foi Jeremy Allen White. O jovem ator deu tudo de si, deu seu sangue ao se transformar no cantor Bruce Springsteen, na biografia ‘Salve-me do Desconhecido’. Alguns acreditavam que o ator estaria entre os cinco indicados – mas diferentemente de Timothée Chalamet no ano passado com ‘Um Completo Desconhecido’, Allen White e Springsteen não tiveram a mesma sorte.

Vivo ou Morto

Todos adoram os filmes do detetive Benoit Blanc (Daniel Craig), criados por Rian Johnson. Dentro do cinema comercial, estes são alguns dos filmes mais divertidos dos últimos anos, criativos e sagazes em suas mensagens. Esse prestígio, aliás, seguiu até o Oscar, onde virou tradição a todo ano de um lançamento, estes filmes serem indicados para melhor roteiro. Foi assim com ‘Entre Facas e Segredos’ e ‘Glass Onion’. Desta forma, era esperado que ‘Vivo ou Morto’, considerado o melhor dos três por muitos, também vingasse nesse sentido. Mas não rolou.

Jennifer Lawrence

Jennifer Lawrence tem 35 anos e quatro indicações ao Oscar. Por muito tempo ela foi considerada a menina de ouro de Hollywood. Mas talvez o público e os votantes do Oscar tenham cansado dela. Sua última indicação, aliás, foi há 10 anos. Mas isso não significa que ela não tenha tentado emplacar nesse tempo, mais notoriamente com filmes como ‘Mãe!’ e ‘Passagem’, que não deram em nada para ela. Esse ano, ela tentou de novo com ‘Morra, Amor’, mas o filme não caiu nas graças dos votantes e muito menos do público.

A Única Saída

Representante da Coreia do Sul, muitos davam como certa a entrada de ‘A Única Saída’ na categoria de melhor produção estrangeira no Oscar. Novo trabalho do cultuado cineasta Park Chan-wook, de ‘Oldboy’ e ‘A Criada’, o longa teve sua vaga “roubada” pelo representante da Tunísia, ‘A Voz de Hind Rajab’. Porém, quem quiser conferir, ele acaba de estrear nos cinemas brasileiros.

Avatar: Fogo e Cinzas

Avatar’ é outro que sempre entrava em diversas categorias no Oscar, mas talvez a franquia tenha perdido seu gás. Não me entenda mal, a superprodução acaba de ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial – mas foi o menos rentável dos três, o que pode botar um ponto final na saga, apesar de planos para mais dois filmes. No Oscar, ‘Avatar’ sempre emplacava também.

O primeiro e o segundo foram indicados na categoria de melhor filme, mas as vagas de blockbusters este ano ficaram com ‘F1’, ‘Frankenstein’ e ‘Pecadores’, deixando ‘Avatar 3’ de fora. Mesmo assim o filme foi lembrado nas categorias de melhores efeitos especiais e figurino – o que causou estranhamento também, afinal tudo no filme é digital. Mas por outro lado, os figurinos precisaram ser desenhados, só não foram confeccionados no mundo real.

Superman

É costume no Oscar vermos superproduções entrarem pelo menos nas categorias técnicas. E se forem filmes extremamente populares, a coisa fica ainda mais fácil. Este ano, os filmes de super-heróis, os mais populares de Hollywood na atualidade, não tiveram muita sorte. O mais popular deles, no entanto, foi ‘Superman’. Sendo assim, era esperado vermos o filme em categorias como efeitos especiais, som, edição, etc.

Mas o filme do maior super-herói de todos terminou a ver navios. Ele poderia, por exemplo, ter ficado com a vaga de ‘Jurassic World: Recomeço’ na categoria de efeitos especiais. Embora não tenha feito o mesmo sucesso financeiro dos dinos, foi mais elogiado e querido pelos fãs. No entanto, ‘Jurassic World’ ficará conhecido como “indicado ao Oscar” e ‘Superman‘ não.

Cotada por grandes veículos, a atriz Tânia Maria não é indicada ao Oscar por ‘O Agente Secreto’

Tânia Maria viu seu nome pipocar em diversos veículos internacionais grandes, como Variety e Hollywood Reporter, dada como uma aposta para a categoria Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar 2026 por O Agente Secreto, aclamado longa de Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura

Porém, a indicação não veio.

Na categoria Melhor Atriz Coadjuvante, foram indicadas:

Elle Fanning, Valor Sentimental

Inga Ibsdotter Lilleaas, Valor Sentimental

Amy Madigan, A Hora do Mal

Wunmi Mosaku, Pecadores

Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra

O Agente Secreto’ surpreendeu com uma indicação a Melhor Elenco no Oscar 2026. 

Assista ao trailer:

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

‘O Rastreador’: Série com Justin Hartley é RENOVADA para a 4ª temporada

A CBS renovou oficialmente a série ‘O Rastreador‘ (Tracker), estrelada por Justin Hartley (‘This is Us’), para a 4ª temporada.

Além disso, o canal também renovou ‘Elsbeth‘ (Temporada 4), ‘NCIS: Sydney‘ (Temporada 4), ‘Fire Country‘ (Temporada 5), ‘NCIS‘ (Temporada 24) e ‘NCIS: Origins‘ (Temporada 3), deixando apenas ‘Watson‘ e ‘DMV‘ na bolha.

A terceira temporada de ‘O Rastreador‘ tem registrado uma média de 0.49 na demo, e um total de 8 milhões de espectadores. Em comparação ao ciclo anterior, a audiência segue estável e o seriado se mantém como a produção mais popular da emissora.

 

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Baseada no livro ‘The Never Game‘, escrito por Jeffery Deaver, a trama segue Colter Shaw (Hartley), um sobrevivente que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No Brasil, as primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

O elenco ainda conta com Mary McDonnell, Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene.

Além de estrelar, Hartley também serve como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters (que dirigiu e escreveu o episódio piloto, respectivamente).

tracker

A Única Saída

(No Other Choice)

 

Elenco:

Lee Byung-hun
Son Ye-jin
Park Hee-soon

 

Direção: Park Chan-wook

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em A ÚNICA SAÍDA, um homem é demitido da empresa de papel onde trabalhou por 25 anos. Algum tempo depois, ainda desempregado, encontra uma solução: eliminar literalmente sua concorrência.

Crítica | Park Chan-wook constrói uma tragicomédia corporativista com o impecável ‘A Única Saída’ [Mostra SP]

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Park Chan-wook também assina o roteiro ao lado de Don McKellarLee Kyoung-miLee Ja-hye;

» O longa é baseado no romance The Ax, escrito por Donald Westlake;

Trailer:

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Fotos: 

Marty Supreme

(Marty Supreme)

 

Elenco:

Timothée Chalamet
Gwyneth Paltrow
Odessa A’zion

 

Direção: Josh Safdie

Gênero: Drama

Duração: 149 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 70 milhões

Estreia: 22 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

MARTY SUPREME segue a história de Marty Reisman, que passou de traficante a campeão de tênis de mesa, conquistando, aos 67 anos, o título de atleta mais velho a vencer um campeonato nacional do esporte.

Crítica: 

Crítica | Marty Supreme – Timothée Chalamet Vive Mesa-Tenista Inconsequente com Chances de Oscar

Curiosidades: 

Estrelado por Timothée Chalamet, ‘Marty Supreme’ conquista NOVE indicações ao Oscar

Timothée Chalamet revela ter sido ameaçado por figurante nos bastidores de ‘Marty Supreme’

» O longa é uma cinebiografia sobre Marty Reisman, baseado em sua autobiografia de 1974;

» Além de dirigir, Josh Safdie também assina o roteiro ao lado de Ronald Bronstein;

» O protagonista é vivido por Timothée Chalamet, que também atua como produtor executivo do projeto. O ator treinou intensamente para reproduzir os movimentos rápidos e a precisão exigida pelo tênis de mesa profissional.

» O longa é dirigido por Josh Safdie, conhecido por filmes intensos e caóticos como ‘Joias Brutas’. Isso indica que Marty Supreme terá um ritmo acelerado, foco psicológico e uma abordagem menos convencional para um drama esportivo.

» No filme, o esporte vai além da competição: o pingue-pongue funciona como metáfora para sobrevivência, ego, ambição e obsessão, temas recorrentes no cinema dos irmãos Safdie.

» Assim como o verdadeiro Marty Reisman, o personagem é retratado como arrogante, provocador e carismático, conhecido por desafiar adversários, apostar dinheiro em partidas e usar o psicológico como arma.

» As filmagens utilizam locações reais, com estética suja e realista, reforçando a sensação de imersão no submundo competitivo do esporte — longe da glamourização típica de filmes esportivos tradicionais.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Marty Supreme – Timothée Chalamet Vive Mesa-Tenista Inconsequente com Chances de Oscar

Ele está de volta às telonas. O queridinho da Gen Z, um dos rostinhos mais lucrativos da década volta a estrelar um filme em grande circuito – e, dessa vez, com reais chances de levar boa parte dos prêmios da temporada (inclusive, tendo já abocanhando o de Melhor Ator em comédia ou musical no Globo de Ouro). E, tendo recentemente visitado o Brasil em meteórica passagem durante a CCXP, o circuito exibidor está agora pronto para receber uma das grandes estreias da temporada: ‘Marty Supreme’, mais novo filme de Timothée Chalamet.

Marty Mauser (Timothée Chalamet, de ‘Duna’) é um mesa-tenista em ascensão e cheio de potencial, porém, sem patrocínio, vive infeliz como atendente numa loja de sapatos familiar. Mas Marty sabe que essa não é sua vida, e que todo esse papo de trabalho é perda de tempo para aquilo que realmente importa a ele: jogar tênis de mesa. E, com a aproximação do campeonato mundial no Japão, o jovem fará de tudo para conseguir arrecadar fundos para bancar os custos de sua viagem, mesmo que, para esse objetivo, ele tenha que atropelar algumas pessoas e deixar alguns princípios de lado.

Três são os principais pontos de destaque em ‘Marty Supreme’: a montagem, a edição e a direção. A combinação perfeita desses três fatores imprimir a velocidade certa para o desenvolvimento das cenas – tanto as de ação quanto as dramáticas –, fazendo com que a história ganhe o senso de urgência que o protagonista tanto clama, e, consequentemente, causando efervescência no espectador, que vai sentindo a agonia crescendo sem nem entender o que está acontecendo. A montagem da disputa final é quase tão primorosa quanto da cena mais dramática do longa, e são situações completamente diferentes, fotografadas diferentemente, inclusive. Ponto para o ótimo trabalho do diretor Josh Safdie.

Agora, o grande desafio é mesmo torcer pelo protagonista. Marty Mauser é simplesmente um cara odiável, um trator que não mede esforços em passar por cima de qualquer um para conseguir o que quer, pois apenas seus desejos e seus objetivos é que importam. No meio do caminho, se alguém se machucar, é uma triste coincidência, afinal, numa disputa, só os fortes prevalecem. Essa obstinação cega muitas vezes faz com que o espectador se distancie do protagonista e o enxergue em sua real natureza: a de um cara mesquinho, pequeno, machista e não merecedor de seu talento nem de seu sucesso. É aí que entra o ótimo trabalho de Timothée Chalamet, dando tudo de si para empregar algum carisma a esse sujeitinho traiçoeiro chamado Marty Mauser.

No universo conturbado e decadente de onde surge o protagonista, uma joia bruta brilha em ‘Marty Supreme’: é a jovem Odessa A’zion, tão estonteante com sua beleza hipnotizante quanto com sua atuação potente enquanto uma mulher iludida e apaixonada em meio ao abandono emocional. Seus berros de dor ecoam para além do fim da cena e ofuscam completamente a participação de Gwyneth Paltrow neste filme.

Marty Supreme’ não é um filme fácil, nem bonito. E mostra, entre outras coisas, como que para vencer na vida não basta ter talento, e sim ter muito claro até onde você está disposto a ir para conseguir realizar os seus sonhos, as suas vontades. Para uns, como Marty, há sempre mais um fundo embaixo do fundo do poço, onde se perde um pouco mais de humanidade. Pois para cada vitória, há muito sacrifício por trás.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ se torna o 3º MAIOR lançamento da história da HBO Max

De acordo com o Deadline, o primeiro episódio de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ (A Knight of the Seven Kingdoms) registrou 6.7 milhões de espectadores nos EUA, através de múltiplas plataformas, em seus três primeiras dias.

A Warner Bros. Discovery confirmou que a produção se tornou o terceiro maior lançamento da história da HBO Max, mas não revelou quem ocupa as duas primeiras posições.

Baseada em ‘Contos de Dunk & Egg‘, de George R.R Martin, a trama é ambientada um século antes dos eventos da série original, onde dois heróis improváveis percorreram Westeros: um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto (Peter Claffey), e seu diminuto escudeiro, Egg (Dexter Sol Ansell). Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Intitulado Hard Salt Beef, o segundo capítulo irá ao ar no dia 25 de janeiro.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Dexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Justiça Artificial

(Mercy)

 

Elenco:

Chris Pratt como Det. Chris Raven
Rebecca Ferguson como Juíza Maddox
Annabelle Wallis como Nicole Raven
Kylie Rogers como Britt Raven

 

Direção: Max Minghella

Gênero: Suspense

Duração: 100 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 22 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Justiça Artificial se passa em um futuro próximo, um detetive (Chris Pratt) está sendo julgado, acusado de assassinar sua esposa. Ele tem 90 minutos para provar sua inocência à avançada justiça de Inteligência Artificial (Rebecca Ferguson) que ele mesmo ajudou a implementar, antes que ela determine seu destino.

Crítica:

Crítica | ‘Justiça Artificial’ explora o sombrio futuro da inteligência artificial em cinemão pipoca 

Curiosidades: 

» O roteiro foi assinado por Marco van Belle;

» Com uma premissa inovadora, a produção promete misturar uma narrativa tradicional com screenlife, técnica que ganhou popularidade através de ‘Amizade Desfeita‘ e ‘Buscando…‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | ‘Justiça Artificial’ explora o sombrio futuro da inteligência artificial em cinemão pipoca

Em uma aconchegante sala de cinema em meio às gélidas montanhas que cercam a pequena cidade de Park City, em Utah (EUA), um público desavisado testemunhava pela primeira vez uma narrativa que arrebataria a indústria cinematográfica pelos próximos meses. O ano era 2018 e o palco de todo esse momentum era o Festival de Sundance. Ali, Aneesh Chaganty e Sev Ohanian apresentavam aos apaixonados pelo indie a sinestésica experiência de ‘Buscando‘. Não era bem um filme, mas sim um evento em que toda e qualquer tecnologia corriqueira se transformava em um narrador onisciente diante dos nossos olhos.

O magnetismo de ver a tela de um MacBook se transformando em um portal para a incessante busca de um pai por sua filha desaparecida fez com que um thriller aparentemente simples se desabrochasse como algo genuinamente revolucionário. E por um tempo, ‘Buscando’ foi uma bússola para a originalidade. De seu ventre saiu ‘Desaparecida’ (2023), dos mesmos criadores. Do sucesso desse subgênero, saiu outro indie em Sundance 2021, ‘R#J’ – uma releitura de Romeu e Julieta feita pelas telas dos smartphones e dirigida por Carey Williams. Seis anos mais tarde, ‘Justiça Artificial‘ emerge no cinema blockbuster como um filho perdido, tentando resgatar o brilho esquecido de seus antecessores, em um thriller de ação que explora o sombrio futuro da inteligência artificial em um mundo onde estamos cada vez mais vigiados.

Calcando sua trama na assombrosa decadência de Los Angeles e no aumento vertiginoso da criminalidade local, o longa de Timur Bekmambetov nos apresenta a Mercy, um tribunal virtual capaz de julgar e condenar seus réus em poucas horas, sob a perspectiva de maior celeridade no sistema jurídico norte-americano e maior eficácia nos processos legais envolvendo infrações “facilmente” comprovadas. O que deveria ampliar a sensação de segurança se torna um risco, quando um problemático policial é injustamente acusado de matar sua esposa. Diante de sua iminente morte, ele tem apenas uma hora para provar sua inocência, nos levando em sua angustiante jornada em busca de evidências que o livrem de um destino irreversível.

Com sua trama bebendo das fontes mais diversas do cinema dos anos 90 e 2000, ‘Justiça Artificial’ é uma atualização tecnológica da vida em sociedade diante de seu crescente colapso moral, em contraste com a constante evolução da inteligência artificial. Se inspirando em longas como ‘Minority Report’ e ‘Controle Absoluto’, o diretor Bekmambetov traz um toque mais realista e vanguardista para sua versão desse subgênero, flertando com o modelo found footage ao apresentar sua história a partir de câmeras corporais. Câmeras essas que ainda emanam a mesma experiência enérgica e angustiante que a série documental Cops (popularmente conhecida como “Cops com Câmeras”) nos proporcionava na TV a cabo.

Apoiando-se nas performances de Chris Pratt, Rebecca Ferguson e Kali Reis, o thriller policial se apropria do conceito de cidades inteligentes para tentar decifrar quais seriam os reais perigos da constante vigilância da sociedade pelos olhos inquisidores dos governos locais. Trazendo vagas lembranças de como a China tem operado no seu trato com o monitoramento de suas províncias e cidades, o longa ascende debates importantes, mas opta por se concentrar unicamente na história de um homem errático que teria todas as razões para ser condenado, mas ainda assim é inocente.

Expandindo o seu mistério para além do “quem matou?”, a produção sai de sua própria zona de conforto para explorar mais as motivações do crime, vinculando-as ao contexto sociocultural que norteia os personagens. Tentando manter viva aquela reflexão sobre vigilância em tempos de incerteza e desconfiança, o roteirista Marco van Belle ainda pincela sobre as consequências fatais que tal submissão à égide de uma IA pode acarretar em uma população. E ‘Justiça Artificial’ até tenta se aprofundar em um debate poderoso, mas fica sempre no meio do caminho, sem tempo para destrinchar suas ponderações.

Ainda assim, mesmo sem a complexidade que tal tema sugere (e que foi tão bem abordado na mais recente temporada de ‘Black Mirror‘), o diretor e o roteirista cumprem o que prometem quando se trata de puro entretenimento e não furta da audiência a oportunidade de se importar com seu anti-herói – problemático e imperfeito, mas não criminoso. Construindo um protagonista com camadas e um histórico mais elaborado, eles entregam a Pratt uma oportunidade de expandir seu alcance como ator, justamente por mantê-lo boa parte do tempo preso em uma cadeira elétrica que definirá seu destino. Com poucos recursos e praticamente solitário em tela, ele faz o serviço bem feito e consolida seu nome como um herói de ação.

Com uma montagem exemplar que realmente transporta a audiência para essa não tão distópica Los Angeles, o thriller é um cinemão pipoca que peca por ser ambicioso demais em seu argumento e discurso, mas sabe compensar a audiência entregando o entretenimento que ela de fato procura. Equilibrando a balança com sequências de luta que comprovam o talento da ex-boxeadora Kali Reis – agora como atriz – e cenas de perseguição que nos embalam em seu ritmo, ‘Justiça Artificial’ é o suficiente nos tempos de hoje. Longe de ser um thriller scifi que transcederá o tempo, o filme é a combinação eficiente de performances realmente ótimas e uma composição técnica complexa e apaixonante, com um recheio simples, mas bem servido por bons plot twists. E não há absolutamente nada de errado nisso.

Confira o trailer siga o CinePOP no Youtube:

Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno

(Return to Silent Hill)

 

Elenco:

Jeremy Irvine
Hannah Emily Anderson
Robert Strange

 

Direção: Christophe Gans

Gênero: Terror

Duração: 106 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 19 de Março de 2026

Sinopse: 

Em Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno, James é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor. Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido. Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

Curiosidades: 

‘Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno’ é MASSACRADO pela crítica internacional; Confira os comentários!

» O longa é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami;

» Conhecido pelos fãs da franquia, Christophe Gans também dirigiu a adaptação de 2006, ‘Terror em Silent Hill‘. Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou mais de US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Nobreza do Amor’: Globo divulga novo teaser da novela das 18h; Confira!

A TV Globo revelou o primeiro teaser deA Nobreza do Amor, sua próxima novela para a faixa das 18h. A trama, que promete encantar o público com uma estética lúdica e histórica, substituirá ‘Êta Mundo Melhor!’ na grade da emissora.

Nova novela estreia em Março de 2026.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada na década de 1920, a novela narra a jornada de Alika, princesa do reino fictício de Batanga, localizado na África. Após ser forçada a fugir de sua terra natal, a nobre desembarca no Brasil e vai parar na pequena (e também fictícia) cidade de Barro Preto, no interior do Rio Grande do Norte.

No sertão nordestino, o destino de Alika se cruza com o de Tonho, um humilde e trabalhador trabalhador rural. Juntos, o casal viverá um amor proibido, unindo forças para combater as injustiças da região e enfrentar o choque entre seus dois mundos.

A novela tem roteiro de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com colaboração de Alessandro Marson, Dora Castellar, Dione Carlos e Dimas Novais.

A direção ficará a cargo de Pedro Peregrino, com direção artística de Gustavo Fernandez.

O elenco conta com Duda Santos, Ronald Sotto, Lázaro Ramos, Erika Januza, Nicolas Prattes, Theresa Fonseca, Welket Bunguê e Zezé Motta.

Scarlett Johansson e mais 700 artistas assinam manifesto contra o “roubo” de obras por inteligência artificial

A atriz Scarlett Johansson uniu forças com mais de 700 profissionais da indústria do entretenimento para exigir que gigantes da tecnologia interrompam o uso não autorizado de obras artísticas no treinamento de modelos de inteligência artificial.

De acordo com o Deadline, Johansson assinou o movimento “Stealing Isn’t Innovation” (Roubar Não é Inovação), da Human Artistry Campaign, que também conta com o apoio de Cate Blanchett e Joseph Gordon-Levitt.

O grupo se manifestou em meio ao crescente debate sobre o uso da IA, acusando gigantes da tecnologia, não nomeados, de “roubo” e exigindo que essas empresas estabeleçam parcerias éticas ao acessar conteúdos artísticos. Essa iniciativa é uma das reações mais coordenadas da comunidade de Hollywood contra a exploração da inteligência artificial.

Entre outros apoiadores estão Vince Gilligan, criador de Breaking Bad, e Olivia Munn, estrela deSeus Amigos e Vizinhos, enquanto artistas musicais como MGMT também aderiram. O The New York Times chegou a publicar anúncios destacando a campanha.

Um site dedicado apresenta a lista completa de signatários, acompanhada da seguinte declaração:

“A comunidade criativa dos Estados Unidos é a inveja do mundo, gerando empregos, crescimento econômico e exportações. Mas, em vez de respeitar e proteger esse recurso valioso, algumas das maiores empresas de tecnologia, muitas financiadas por fundos de private equity e outros investidores, estão usando o trabalho de criadores americanos para construir plataformas de IA sem autorização ou respeito às leis de direitos autorais.

Artistas, escritores e criadores de todos os tipos estão se unindo com uma mensagem simples: roubar nosso trabalho não é inovação. Não é progresso. É roubo, simples assim.
Existe uma maneira melhor, por meio de acordos de licenciamento e parcerias. Algumas empresas de IA têm seguido o caminho responsável e ético para obter o conteúdo e materiais que desejam usar. É possível ter tudo: uma IA avançada e em rápido desenvolvimento respeitando os direitos dos criadores”, diz o comunicado.

‘Justiça Artificial’: Novo longa estrelado por Chris Pratt conquista 17% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

‘Justiça Artificial’ (Mercy), novo longa estrelado por Rebecca Ferguson e Chris Pratt, de gênero suspense e ficção científica, conquistou 17% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, com base em 54 avaliações.

De maneira geral, os críticos consideraram o filme divertido, embora apontem problemas no roteiro, na direção e na narrativa.

‘Justiça Artificial’ está programado para estrear em 23 de janeiro de 2026.

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“Todos os elementos técnicos da produção são de primeira qualidade, e eu garanto que este filme vai deixar você na ponta da cadeira durante seu tempo de duração compacto”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Deve ser evitado por qualquer pessoa que sofra de dependência de telas. E, hoje em dia, isso é praticamente todo mundo”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“O trabalho de todos os envolvidos, desde as atuações sonolentas até a equipe, que fez um trabalho razoável, mas nunca exemplar, sugere um primeiro rascunho, uma sensação de querer apenas concluir o projeto e seguir em frente”, disse Wilson Chapman do IndieWire.

“Uma obra desconcertante que felizmente rouba o clima e a estética das distopias policiais de Hollywood (Minority Report, RoboCop, Blade Runner, etc.), ao mesmo tempo em que apresenta tais horrores como uma norma aceitável”, disse Clarisse Loughrey do Independent.

“Justiça Artificial é, no conjunto, uma investigação envolvente, cheia de reviravoltas, complexa e surpreendentemente cheia de ação para uma produção inspirada no formato screenlife”, disse Jeff Ewing do Collider.

“Seus conceitos são moldados em uma história apropriadamente imperfeita sobre um herói falho em uma jornada de redenção. Ainda assim, é um pouco melhor do que a média dos filmes produzidos pela Amazon, que parecem engolir tudo em um buraco negro”, disse
Courtney Howard do Fresh Fiction.

A direção é assinada por Timur Bekmambetov (‘O Procurado’). O roteiro é de Marco van Belle, e a produção fica a cargo de Charles Roven (‘Oppenheimer’).

“Ambientada em um futuro próximo, em meio a um aumento alarmante da aplicação da pena de morte, a trama acompanha um detetive (interpretado por Chris Pratt) que é acusado de um crime violento. Ele é forçado a lutar para provar sua inocência”, diz a sinopse.

Além dos protagonistas Rebecca Ferguson e Chris Pratt, o elenco também conta com nomes como: Kali Reis, Rafi GaronChris SullivanKenneth ChoiKylie Rogers.

Oscar 2026: Algum filme de herói foi indicado este ano?

A Academia divulgou recentemente os indicados ao Oscar 2026 e, considerando o grande apelo popular dos filmes de super-heróis nos últimos anos, muitos fãs do gênero logo se perguntaram: algum filme de herói foi indicado à premiação?

De acordo com o ComicBookMovie, apesar das fortes campanhas promovidas pela Warner Bros. e pela Disney, nenhum filme de super-heróis foi indicado neste ano, nem mesmo nas categorias técnicas, onde esse tipo de produção costuma aparecer com mais frequência.

Em 2025, entre os longas do gênero lançados, o maior destaque foiSuperman, dirigido por James Gunn. A Warner chegou a realizar uma campanha para o filme, mas ele acabou não conquistando nenhuma indicação.

Já a Disney, apesar de lançamentos como Thunderbolts*’ eQuarteto Fantástico: Primeiros Passos, também não obteve sucesso. Mesmo com campanhas promocionais, nenhum dos filmes foi indicado.

Vale lembrar que a Academia, de modo geral, demonstra certa resistência aos filmes de super-heróis, embora, nos últimos anos, algumas produções tenham conseguido reconhecimento. Um exemplo marcante é Joaquin Phoenix, vencedor do Oscar de Melhor Ator porCoringa.

Outro caso emblemático é Pantera Negra, que recebeu seis indicações, incluindo a categoria de Melhor Filme.

A cerimônia do Oscar 2026 acontece no dia 15 de março.

Oscar 2026 | ‘O Agente Secreto’, ‘Pecadores’ e MAIS na lista de indicados à maior premiação do cinema

De ‘O Agente Secreto’ a ‘Pecadores’: Onde assistir aos filmes indicados a Melhor Filme no Oscar 2026

A Academia anunciou hoje os aguardados indicados ao Oscar, e a lista deste ano traz produções de peso. Entre os destaques estão o aclamado longa nacional O Agente Secreto, além de títulos como Frankenstein e F1’.

O maior fenômeno da edição é Pecadores, que fez história ao bater recorde e conquistar 16 indicações. Com isso, surge a principal dúvida entre os fãs: onde assistir aos filmes indicados?

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Bugonia

O novo filme de Yorgos Lanthimos, estrelado por Emma Stone, conquistou 4 indicações, incluindo Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz para Stone.

“Dois homens obcecados por conspirações sequestram a CEO de uma grande empresa quando se convencem de que ela é uma alienígena que quer destruir a Terra”, diz a sinopse.

Bugonia’ está em cartaz nos cinemas nacionais

Crítica | Yorgos Lanthimos zomba da estupidez humana com o ácido ‘Bugonia’

F1

O longa sobre o universo da Fórmula 1, estrelado por Brad Pitt, recebeu 4 indicações.

“Na década de 1990, Sonny Hayes era o piloto mais promissor da Fórmula 1 até que um acidente na pista quase encerrou sua carreira. Trinta anos depois, o proprietário de uma equipe de Fórmula 1 em dificuldades convence Sonny a voltar a correr e se tornar o melhor do mundo”, diz a sinopse.

F1’ está disponível no Apple TV+

Crítica | ‘F1’ será o filme favorito do seu pai – e ele estará absolutamente correto nisso

Frankenstein

A releitura do clássico dirigida por Guillermo del Toro conquistou 9 indicações, incluindo Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Ator Coadjuvante para Jacob Elordi.

“Um cientista brilhante, mas egoísta, traz uma criatura monstruosa à vida em um experimento ousado que, em última análise, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação”, diz a sinose.

Frankenstein’ está disponível na Netflix

Crítica | Guillermo del Toro orquestra uma ópera gótica com a gloriosa adaptação de ‘Frankenstein’

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

O drama histórico conquistou 8 indicações, incluindo Melhor Direção, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz para Jessie Buckley.

“William Shakespeare e a sua esposa, Agnes, celebram o nascimento do seu filho, Hamnet. No entanto, quando a tragédia atinge e Hamnet morre ainda jovem, isso inspira Shakespeare a escrever a sua obra-prima intemporal, Hamlet”, diz a sinopse.

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao

Marty Supreme

O novo filme da A24 recebeu 9 indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator para Timothée Chalamet.

“Marty Mauser, um jovem com uma ambição desmedida, está pronto para tudo para realizar seu sonho e provar ao mundo inteiro que nada é impossível para ele”, diz a sinopse.

Crítica | Marty Supreme – Timothée Chalamet Vive Mesa-Tenista Inconsequente com Chances de Oscar

Marty Supreme’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Uma Batalha Após a Outra

O épico de ação conquistou 13 indicações, incluindo Melhor Direção, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Ator para Leonardo DiCaprio.

“Um ex-membro de um grupo revolucionário busca ajuda de antigos aliados para encontrar sua filha desaparecida”, diz a sinopse.

Uma Batalha Após a Outra’ está disponível no HBO Max

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

O Agente Secreto

O épico nacional recebeu 4 indicações, incluindo Melhor Filme Internacional e Melhor Ator para Wagner Moura.

“Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio”, diz a sinopse.

O Agente Secreto’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado

Valor Sentimental

O drama familiar conquistou 9 indicações, incluindo Melhor Filme Internacional, Melhor Direção e Melhor Atriz para Renate Reinsve.

“As irmãs Nora e Agnes se reúnem com seu excêntrico pai, Gustav, um famoso diretor que desapareceu há muito tempo. Ele oferece a Nora o papel principal em seu novo filme”, diz a sinopse.

Valor Sentimental’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | Vencedor em Cannes, ‘Valor Sentimental’ é um poderoso ensaio sobre ressentimento, memória e perdão

Pecadores

Quebrando recordes, o terror musical lidera a corrida com 16 indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Ator para Michael B. Jordan.

“Dois irmãos gêmeos tentam deixar suas vidas problemáticas para trás e retornam à sua cidade natal para recomeçar. Lá, eles descobrem que um mal ainda maior está à espreita para recebê-los de volta”, diz a sinose.

Pecadores’ está disponível no HBO Max

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Sonhos de Trem

O drama recebeu 4 indicações, incluindo Melhor Roteiro Adaptado e uma histórica indicação para o brasileiro Adolpho Veloso, em Melhor Fotografia.

“Um lenhador leva uma vida tranquila enquanto lida com o amor e a perda em uma época de profundas transformações nos Estados Unidos do começo do século 20”, diz a sinopse.

Sonhos de Trem’ está disponível na Netflix.

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‘Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno’ é MASSACRADO pela crítica internacional; Confira os comentários!

Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno‘, terceiro filme da franquia de terror e adaptação do segundo capítulo da saga de jogos, está sendo detonado pela crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou 6% de aprovação com base em 18 reviews até o momento – já se tornando uma das produções menos bem avaliadas do ano. No geral, os especialistas criticaram o roteiro, as atuações, a direção e a falta de justificativa da existência do projeto.

Confira alguns comentários abaixo:

“Acontece que fazer um filme de terror onde o herói é mais casualmente curioso (ou alheio) do que assustado é uma proposta complicada” – The Guardian.

“O filme de Christophe Gans elimina todas as nuances psicosexuais de ‘Silent Hill 2′” – Slant Magazine.

“Não é assustador, não é tenso, nem sequer é engraçado. Os personagens são incrivelmente enfadonhos, e os talentosos atores que os interpretam fazem o que podem com um material que não lhes favorece em nada” – Me Gusta El Cine.

“[O filme] é uma adaptação extremamente decepcionante de um clássico dos jogos de terror” – Awards Radar.

“Entre atuações fracas, uma narrativa mal editada e uma tentativa frustrada de entretenimento para uma noite de terror, ‘Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno’ está longe de ser um retorno caloroso para os fãs de filmes e jogos de terror” – Daily Dead.

“Um thriller de terror sobrenatural atmosférico que não oferece surpresas, emoções fortes ou sustos palpáveis” – NYC Movie Guru.

“Como adaptação de um dos melhores jogos de videogame já feitos, por um cineasta que já havia transposto com sucesso o universo dos games para o cinema, é uma grande decepção. Como filme, é simplesmente ruim” – ScreenAnarchy.

“Essa poderosa história de terror e sobrevivência foi transformada em uma adaptação horrorosa e risível, que prova que talvez nunca devêssemos ter voltado a Silent Hill” – Collider.

O longa chega aos cinemas nacionais hoje, dia 22 de janeiro.

Jeremy IrvineHannah Emily AndersonEvie Templeton estrelam como James, Mary e Laura, respectivamente.

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Na trama, James é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor. Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.

Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.